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Universidade do Estado de Santa Catarina

Centro de Ciências Tecnológicas – Joinville

Curso: Engenharia Mecânica

Disciplina: Engenharia de Superfícies

Alunos: Eduardo Luiz Rossi & Emanuelle Martini Battisti

Lubrificação

Joinville – SC

2015
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A lubrificação surgiu porque era necessário descobrir um meio de minimizar


o atrito. O meio ambiente preferido da lubrificação geralmente é a área de atrito. Da
mesma maneira que existem diferentes tipos de atrito, existem diferentes tipos de
lubrificantes (óleo lubrificante, graxa, etc.). Os diferentes tipos de atrito são
encontrados em qualquer tipo de movimento entre sólidos, líquidos ou gases. O
atrito pode ser definido como a resistência que se manifesta ao se movimentar um
corpo sobre uma superfície. Atrito limite: A espessura do lubrificante é muito fina e
menor que a altura da parte áspera das peças. Atrito misto: A espessura do
lubrificante é mais consistente que no caso anterior, permanece inferior à aspereza
superficial, não impedindo um contato intermitente entre as superfícies metálicas.
Atrito fluido: Nesse caso, a espessura de lubrificante é superior à altura da aspereza
superficial: uma película de lubrificante separa completamente as superfícies
metálicas. Obtém-se, então, a lubrificação hidrodinâmica em que a resistência ao
movimento depende da viscosidade do lubrificante.
Lubrificação em si, quer dizer menos esforço, menor atrito, menos desgaste,
enfim, diminuição no consumo de energia.

Lubrificação

Lubrificação é o processo ou técnica utilizada na aplicação de uma camada


lubrificante entre duas superfícies móveis ou uma fixa e outra móvel, com a
finalidade de reduzir o atrito e o desgaste entre estas superfícies em movimento
relativo separando-as parcialmente ou completamente, a camada também tem a
função de retirar do sistema o calor e detritos gerados na interação das superfícies,
bem como auxiliar na vedação dos componentes de máquinas e motores,
proporcionando a limpeza das peças e protegendo contra a corrosão decorrente dos
processos de oxidação. Esta camada lubrificante pode ser constituída por uma
variedade de líquidos, sólidos, pastosos ou gases, podendo ser puros ou em
misturas.
Quando existe um movimento relativo entre duas superfícies próximas entre
si pode existir um atrito. O mecanismo deste atrito assume características distintas
em função da rugosidade das superfícies e da distância entre elas, desta forma o
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tipo de regime de lubrificação a ser utilizada pode ser líquida (hidroestática e


hidrodinâmica), elastohidrodinâmica, seca (sólida) e limite.
A lubrificação hidrodinâmica é a condição de lubrificação plena. A película de
óleo separa completamente as superfícies em movimento relativo. A lubrificação
hidrodinâmica dá-se após o arranque e durante a continuidade do movimento. Ela
terá de garantir que não ocorra contato metal-metal. O afastamento das superfícies
é conseguido pelo chamado “efeito de cunha” em que o lubrificante, pressionando a
interface, provoca a separação pretendida. Nos mecanismos hidrodinâmicos, a
pressão que suporta a carga exercida pelas superfícies é gerada pelo movimento
relativo dessas mesmas superfícies. Também é conhecida como lubrificação de
filme completo ou fluida.

A lubrificação hidrodinâmica é principalmente caracterizada por contatos


conformes, tendo filmes espessos de lubrificante (5-500μm). Esta película
lubrificante apresenta resistência suficiente para suportar a carga sem necessidade
de bombagem ou pressurização externa, como é o caso da lubrificação hidrostática.
Este tipo de lubrificação tem uma elevada capacidade de carga em apoios que
operem a elevadas velocidades, com fluídos de alta viscosidade, apresentando um
coeficiente de atrito inferior a 0.001. A capacidade de transmissão de cargas
elevadas advém do fato de um filme viscoso não poder ser escoado
instantaneamente numa interface constituída por duas superfícies conformes. O
afastamento das superfícies acontece porque o filme é “sugado” por cada uma
delas, sendo reposta a espessura original. O filme pode atingir espessura superior
ao maior desnível encontrado na superfície, sendo assim, evitando o contato sólido-
sólido nos apoios.
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A lubrificação hidrodinâmica poderá ser utilizada em diversas aplicações, tais


como:
• Motores de automóvel, como por exemplo, nos apoios do virabrequim;
• Motores de aeronáutica;
• Bombas submersíveis;
• Guias de deslizamento;
• Caixas de velocidades e redutores;
• Mancais;

Lubrificação Limite

A película, mais fina, permite o contato entre as superfícies de vez em


quando, isto é, a película possui espessura igual à soma das alturas das
rugosidades das superfícies. Nos casos em que cargas elevadas, baixas
velocidades ou operação intermitente impedem a formação de uma película fluida, é
conveniente empregar-se um lubrificante com aditivos de oleosidade ou
antidesgaste. Onde as condições são muito severas, e estes aditivos perdem a
eficiência, devem ser empregados aditivos de extrema pressão.
É a forma mais extrema de lubrificação. Isto acontece quando a espessura do
filme de fluido lubrificante entre as superfícies deslizantes é menor que a rugosidade
combinada das duas superfícies. Neste caso existe contato metal/hidráulico e a
força de sustentação da carga é suportada pelo contato entre as asperezas
lubrificadas. Neste caso não existe pressão hidrodinâmica, mas sim pressão devido
ao contato entre as asperezas das duas superfícies. Este tipo de regime de
lubrificação acontece devido a dois motivos: Carga excessiva ou uma baixa
velocidade relativa entre as superfícies. Geralmente causa danos às superfícies e
falha prematura da peça em questão.

Lubrificante Limite
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Lubrificação Elastohidrodinâmica

É o fenômeno que ocorre quando um lubrificante é introduzido entre as


superfícies que estão em contato de rolamento, como engrenagens engranzadas ou
mancais de rolamento. A explicação matemática requer a teoria de Hertz de tensão
de contato e mecânica dos fluidos.
Para o contato entre corpos não conformes (envolve nominalmente uma linha
ou ponto de contato, então a tensão na zona de contato será geralmente muito
maior do que aquela encontrada para condições de lubrificação hidrodinâmica), ou
em altas pressões de contato, o filme hidrodinâmico não suporta todo o
carregamento da junta lubrificada (o contato entre dentes de engrenagens, entre a
esfera e a pista de um rolamento ou mesmo entre a cabeça femoral da prótese de
quadril e o acetábulo, por exemplo, envolvem contatos concentrados de pequena
área). Os corpos em contato deformam-se dentro da zona elástica, e a carga é
parcialmente suportada também pelo material. Nestas condições, a viscosidade do
fluido tende a aumentar significativamente. A condição de lubrificação
elastohidrodinâmica pode gerar a separação completa entre as superfícies,
provendo filmes de espessura entre 0.025 e 1.25 μm, entretanto é muitas vezes
relacionada com uma condição de lubrificação mista, onde existe contato entre parte
das asperezas.
O mecanismo de lubrificação EHD é normalmente encontrado em sistemas
mecânicos sujeitos a maiores esforços e maiores velocidades, como mancais de
rolamento, engrenagens, mecanismos came-seguidor, CVTs toroidais, entre outros.
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Lubrificação mista

É comum classificar os modos de lubrificação como limite ou hidrodinâmico.


Porém, é sabido que uma considerável proporção de mancais pode trabalhar com
uma mistura de ambos os mecanismos ao mesmo tempo. Um mancal hidrodinâmico
pode ter algumas regiões de suas superfícies de deslizamento muito próximas, onde
interações superficiais e lubrificação marginal contribuem para o atrito total do
mancal e as características de desgaste das mesmas são superpostas às das
regiões de lubrificação hidrodinâmica.
Este modo de lubrificação é encontrado em engrenagens, mancal de esferas
(rolamento), retentores e até mesmo em mancais de deslizamento convencionais.
Hoje é reconhecido que é difícil eliminar os efeitos da lubrificação hidrodinâmica em
experimentos com lubrificação limite e efeitos desta mesma lubrificação ocorrem em
experimentos de lubrificação hidrodinâmica mais frequentemente do que é
geralmente reconhecido. Isto indica a importância crescente do reconhecimento e
estudo do regime de lubrificação mista. Este regime de lubrificação acontece
quando a espessura do filme lubrificante é entre uma e três vezes maior que a
rugosidade combinada das duas superfícies. Neste caso parte da peça (mancal)
opera no regime hidrodinâmico e parte no regime limite.
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Lubrificantes Sólidos

Os lubrificantes sólidos, também conhecidos como lubrificantes a seco, não


usam um meio líquido, mas são capazes de proporcionar lubrificação,
permanecendo em estado sólido. Os lubrificantes secos podem ter alta resistência à
degradação oxidativa e térmica e ainda apresentam outras vantagens em relação
aos demais tipos de lubrificantes, que incluem: a capacidade de operar em
temperaturas extremas, bem como propicia uma operação limpa porque a sujeira e
os restos não ficariam depositados no local lubrificado, como no caso do óleo ou da
graxa.

Capaz de agir como um lubrificante e um selante, a lubrificação a seco é


frequentemente utilizada em aplicações como nos mecanismos de compressores de
ar, em vias férreas, veículos espaciais, cateteres, rolamentos, placas de circuito e
transdutores. Muitas vezes referida como uma película ou revestimento,
o lubrificante sólido adere à superfície da máquina ou da peça e, em consequência
disso, oferece uma vida mais longa ao equipamento o ao dispositivo do que ao usar
os lubrificantes líquidos, mais difíceis de aplicar. Algumas indústrias típicas que se
beneficiam do uso de lubrificantes em estado sólido incluem a aeroespacial,
eletrônica, automotiva, médica, petroquímica, agroalimentar e agrícola.

Lubrificantes secos são compostos por quatro materiais comuns, que são o


nitreto de boro hexagonal, grafite, bissulfeto de molibdênio, politetrafluoretileno
(PTFE), e outros materiais menos comuns, tais como dissulfeto de tungstênio, talco,
fluoreto de cálcio, silicone e fluoreto de cério. As propriedades de lubrificação
desses materiais resultantes da colagem de camadas são consideradas fracas em
termos moleculares. O lubrificante a seco é aplicado aos materiais por meio de
pulverização, mergulho, limpeza e escovação, embora esterilização e mergulho
sejam os dois métodos mais comuns, seguidas por tratamento térmico a fim de
proporcionar a adesão do produto ao local lubrificado.
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Lubrificantes gasosos

Os lubrificantes gasosos são empregados em casas especiais, quando não é


possível a aplicação dos tipos convencionais. São normalmente usados o ar,
nitrogênio e os gases halogênados. Sua aplicação é restrita, devido à vedação
exigida e às elevadas pressões necessárias para mantê-los entre as superfícies.

Materias usados para fabricação

Óleos minerais - São substâncias obtidas a partir do petróleo e, de acordo


com sua estrutura molecular, são classificadas em óleos parafínicos ou óleos
naftênicos.
Óleos vegetais - São extraídos de sementes: soja, girassol, milho, algodão,
arroz, mamona, oiticica, babaçu etc.
Óleos animais - São extraídos de animais como a baleia, o cachalote,
o bacalhau, a capivara etc.
Óleos sintéticos - São produzidos em indústrias químicas que utilizam
substâncias orgânicas e inorgânicas para fabricá-los. Estas substâncias podem
ser silicones, ésteres, resinas, glicerinas etc. As graxas podem ser de origem:  a
base de alumínio, a base de cálcio, a base de sódio, a base de lítio, a base de
bário, a base mista que é resultado da mistura de alguns desses sabões.

Aplicação na Indústria

Na lubrificação de máquinas, utilizam-se principalmente óleos e graxas


minerais. Em casos especiais, são usados outros lubrificantes, como os óleos e
graxas de origem orgânica, misturas de óleos minerais com orgânicos, óleos
sintéticos e lubrificantes grafíticos. Em bombas e laminadores, lubrifica-se, também,
com água.
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1. Sistemas hidráulicos
Os sistemas hidráulicos transmitem e multiplicam forças, através de um fluido
(óleo) sob pressão. Esses sistemas são usados para operar e controlar maquinários
em praticamente todos os segmentos da indústria. O óleo hidráulico, como é
chamado, além de sua função principal como transmissor de força, deve lubrificar os
componentes do sistema hidráulico, possuindo condições antidesgaste,
antioxidante, antiferrugem eantiespumante.

2. Turbinas
Os modernos óleos de turbina devem ter algumas propriedades importantes
como viscosidade adequada, resistência à oxidação e formação de borra,
prevenção contra ferrugem, proteção dos mancais contra corrosão, resistência à
formação de espuma e fácil separação da água, além de permanecer em uso por
longos períodos sem se degradar.

3. Redutores industriais (engrenagens)


Seus óleos são formulados com aditivos de extrema pressão a base de
ésteres sulfurados e compostos orgânicos de enxofre e fósforo, particularmente
eficazes na presença de superfícies de aço, onde as temperaturas localizadas são
altas o suficiente para originar uma reação química. Apresentam estabilidade
térmica, possuem inibidor de espuma, características antidesgastante e não
corrosiva, além de excelente capacidade de separação da água.

4. Sistema de transferência de calor


Em muitas indústrias, entre elas a produção de plásticos, tintas, sabões,
graxas, borrachas, cerras, vernizes, produtos químicos, alimentos e outras
especialidades, é necessário prover e controlar cuidadosamente o fluxo de calor
durante o processo de fabricação. O calor pode ser aplicado diretamente sobre o
vasilhame, tacho ou peça apropriada, todavia há sempre o perigo de
superaquecimento nas partes adjacentes à chama, e consequentemente explosão,
dependendo dos tipos de materiais empregados. O fluido para transferência de calor
deve possuir boa condutividade térmica, adequado calor específico e resistência e
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oxidação. Isso reduz a tendência ao espaçamento e formaçãode depósitos, o que


permite operações de altas temperaturas por longos períodos.

5. Guias e barramentos
As guias e mesas das máquinas operatrizes devem permitir deslizamentos
suaves dos carros e porta-ferramentas, mesmo após paralisações noturnas ou
prolongados finais de semana. Esses óleos são formulados a partir de básicos
selecionados, enriquecidos com agentes de oleosidade, extrema pressão e
adesividade, o que assegura operações dos carros sem trepidação, característica
indispensável as usinagens de precisão.

6. Óleos para Mancais de Moenda de Cana.


São derivados de petróleo de acentuada capacidade de separação da água,
aditivados com agentes de extrema pressão, inibidos contra oxidação e de alta
resistência ao espessamento em serviço. Seu uso permite às usinas moer mais por
período, sem paradas ou aquecimentos, minimizando assim os custos operacionais.

7. Usinagem de metais (Fluídos de corte).


Os fluídos de corte apropriadamente selecionados, manuseados e aplicados,
proporcionam maiores velocidades de corte, menos afiações de ferramentas, maior
produção e outras vantagens na usinagem de peças de materiais ferrosos e não
ferrosos.
Essencialmente, cabem a tais fluidos as seguintes funções básicas:
Agir como refrigerante, Agir como lubrificante, Proteger as partes contra ferrugem.
Os fluidos de corte podem ser divididos convenientemente em dois grandes grupos:
os integrais e os emulsionáveis. Os primeiros são mais efetivos como lubrificantes e
os outros como refrigerantes.

8. Tratamento térmico
A escolha adequada do óleo depende, para citar apenas algumas variáveis,
das características do aço a ser tratado, da dureza desejada, do tamanho da peça,
da temperatura do banho e do processo empregado. Esses produtos devem ser
excepcionalmente estáveis em temperaturas elevadas, possuindo resistência
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natural a alterações químicas, possíveis de ocorrer durante o contato do meio


refrigerante como as superfícies metálicas quentes.

9. Óleos protetivos para metais


Estimativas indicam que, anualmente, cerca de 2% da produção mundial de
aço é destruída pela ferrugem. Além dos óbvios prejuízos diretos, as despesas
decorrentes de reparos, substituição de peças, rejeito de produtos acabados, custos
de paralisação e mão-de-obra na manutenção alcançam vultuosas somas.
Os óleos protetivos são utilizados para a pulverização de chassis automotivos
e equipamentos industriais, protegendo as superfícies metálicas dos processos de
oxidação e ferrugem.

10. Máquinas têxteis


A indústria têxtil (fiação, tecelagem, malharia, entre outros) além de ser uma
das mais antigas, é altamente variada, existindo catalogados cerca de 300
processos diferentes.
Óleos altamente refinados, com capacidade antioxidante e de adesividade
são exigidos nessas aplicações.

11. Óleos de processo


Óleos de processo são produtos acabados, puros ou misturados, cujo
principal uso pode não ser exclusivamente a lubrificação. Incluem-se nestas séries
produtos para processamento de borrachas, madeiras, tintas, amaciamento de
couros, preservação de madeiras e muitos outros que podem serdesenvolvidos para
satisfazer exigências mais específicas.

12. Óleos isolantes


Os transformadores elétricos são máquinas estacionárias, utilizadas em
corrente alternada para mudar a voltagem sem alteração de freqüência.
Basicamente, são de funcionamento simples, sem peças móveis e utilizam um fluido
que além de ser isolante, deve também permitir boa troca de calor com o ambiente.
Além dessas características, os isolantes devem possuir estabilidade química, alto
ponto de fluidez, ausência de ácidos orgânicos e enxofre corrosivo, ou outros
contaminantes que possam afetar os materiais usados nos transformadores.
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Vantagens do Uso

Óleos minerais
São baratos e oxidam pouco. São obtidos principalmente do petróleo e, em
menor escala, do carvão, de pedra lignita e do xisto betuminoso. Graxas minerais
Quando comparadas aos óleos minerais, distinguem-se pela maior consistência
plástica. Normalmente, as graxas são compostas à base de sódio ou de potássio.
No entanto, conhecem-se também, graxas minerais puras, como a vaselina.

Outros aditivos
Aditivos são substâncias que entram na formulação de óleos e graxas para
conferir-lhes certas propriedades. A presença de aditivos em lubrificantes tem
os seguintes objetivos:
 Melhorar as características de proteção contra o desgaste e de atuação em
trabalhos sob condições de pressões severas;
 Aumentar a resistência à oxidação e corrosão;
 Aumentar a atividade dispersante e detergente dos lubrificantes;
 Aumentar a adesividade;
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Referências

BUDYNAS, Richard G. NISBETT, J. Keith. Elementos de Máquina de Shigley. 8ª ed.


Porto Alegre: AMGH Editora Ltda, 2011.

Engenharia Mecânica, Lubrificação Hidrodinâmica. Disponível em:


<http://engenhariamecanica.blogspot.com.br/2006/10/lubrificao-hidrodinmica.html>
Acesso em 23 de abril de 2015.

QUEIROGA, Kayo Felipe de. Tribologia. 2010. Universidade Potiguar – Rio Grande
do Norte.

Lubrificantes e Lubrificação. Escola Técnica CEDTEC

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