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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ____ a

VARA DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DA COMARCA DE TERESINA- PI 

PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO-MAIORES DE 60 ANOS


ART. 71, LEI Nº. 10.741 – ESTATUTO DO IDOSO - É
ASSEGURADA PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO DOS
PROCESSOS E PROCEDIMENTOS E NA EXECUÇÃO DOS
ATOS E DILIGÊNCIAS JUDICIAIS EM QUE FIGURE COMO
PARTE OU INTERVENIENTE PESSOA COM IDADE IGUAL
OU SUPERIOR A 60 (SESSENTA) ANOS, EM QUALQUER
INSTÂNCIA.
§ 1O O INTERESSADO NA OBTENÇÃO DA PRIORIDADE A
QUE ALUDE ESTE ARTIGO, FAZENDO PROVA DE SUA
IDADE, REQUERERÁ O BENEFÍCIO À AUTORIDADE
JUDICIÁRIA COMPETENTE PARA DECIDIR O FEITO, QUE
DETERMINARÁ AS PROVIDÊNCIAS A SEREM CUMPRIDAS,
ANOTANDO-SE ESSA CIRCUNSTÂNCIA EM LOCAL VISÍVEL
NOS AUTOS DO PROCESSO.

(NOME, QUALIFICAÇÃO, ENDEREÇO), vem, perante vossa


excelência, por intermédio de seu patrono que a esta subscreve conforme procuração em
anexo (doc. 01), causídico inscrito na OAB\PI, sob o nº 10922, onde, em atendimento à
diretriz do art. 39, inc. I, do CPC, indica o endereço profissional para as devidas
intimações na Av. Coronel Costa Araújo, Nº. 2666, Bairro Horto, Teresina- PI, CEP nº
64052-820, com fulcro no art. 1.767 e ss. do Código Civil, e no art. 1.177 e ss. do CPC
propor a presente,

AÇÃO DE INTERDIÇÃO C/C PEDIDO DE CURATELA COM


TUTELA ANTECIPADA C\C PEDIDO DE JUSTIÇA GRATUÍTA

Em favor de seu esposo, (NOME, QUALIFICAÇÃO, ENDEREÇO),


residente e domiciliado no mesmo endereço da autora, diante dos fatos e fundamentos
jurídicos a seguir expostos:
I. DOS FATOS

Conforme documentação acostada aos autos, laudos médicos em anexo


(doc. 02), o Interditando que atualmente conta com mais de 77 (setenta e sete) anos de
idade, aposentado por invalidez, é portador de várias enfermidades, dentre elas,
diabetes, hipertensão, diverticulite, cardiopatia, pois, o mesmo já realizou intervenção
cirúrgica denominada ponte de safena, e em especial síndrome demencial, conhecida
como doença de ALZHEIMER- CID: 10- G30, encontrando-se sem condições de
realizar atividades básicas do cotidiano, pois não tem discernimento, por conseguinte,
não tem capacidade de tomar decisões ou administrar suas finanças, o que já vem sendo
feito há muito tempo por sua esposa ora Autora.
A Promovente, esposa do Interditando conforme cópia da certidão de
casamento em anexo (doc. 03), tem 49 (quarenta e nove) anos de idade, é dona do lar e
atualmente não exerce nenhuma profissão, dedicando-se inteiramente a cuidar do
mesmo, tratando da sua higiene pessoal, alimentação, acompanhando-o nos lugares para
onde precisa se deslocar, hospitais, clínicas, enfim, sempre está ao lado do Interditando
buscando proporcionar-lhe boa convivência social, de modo que se apresenta como
sendo pessoa apta a exercer o munus da curatela.
O Interditando é casado, não possui filhos, e tem apenas sua esposa
para cuidá-lo. Registre-se também que o Interditando não possui bens, que possui
apenas uma aposentadoria cujo valor é administrado pela Autora e revertido
exclusivamente para o sustento dos dois, com moradia, alimentação, remédios,
vestuários e outros.
Vale ressaltar que o Interditando figura como parte em alguns processos
judiciais que tramitam perante a Justiça Federal, os quais têm como objeto reajustes
financeiros de sua aposentaria, processos esses que não estão recebendo o devido
acompanhamento do Interditando, face seu estado de saúde, o que poderá lhe causar
prejuízos futuros, pois, sua esposa vem buscando de alguma forma administrá-los,
porém, esbarra nas formalidades legais, tais como, reconhecimento de firmas perante os
cartórios, assinatura de procurações, assinatura para recadastramento de aposentadoria,
que é realizada anualmente e várias outras, tendo como única alternativa ingressar com
a presente demanda judicial.
Destaca-se ainda Excelência, o fato do Interditando ser aposentado
perante o DNIT\ MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, com o valor do benefício sendo
depositado mensalmente em sua conta corrente no Banco do Brasil, entretanto, o
recebimento desses valores exigem uma série de formalidades perante a instituição
financeira, em face das quais o Interditando não mais possui condições de atender, pois,
já não consegue assinar seu próprio nome, tendo inclusive em seu RG a anotação de
IMPOSSIBILITADO.
Portanto, vê-se a necessidade do reconhecimento da medida pleiteada
através da presente Ação, sob pena do acionado de restar prejudicado, inclusive com a
obstacularização do recebimento de sua aposentadoria que viabiliza o seu próprio
sustento e o de sua esposa.
Ante o exposto, a Autora pugna pela concessão da curatela para que
possa, como representante legal do Interditando, gerenciar os atos da vida civil deste.

II. DO DIREITO

Devido ao seu estado de saúde, o qual já restou suficientemente


identificado na exposição fática acima apresentada, inclusive por meio de Laudos
Médicos, tem-se que o Interditando se encontra completamente incapaz de gerir, por si
só, os atos de sua vida civil; sendo, por conseguinte, ABSOLUTAMENTE INCAPAZ,
nos precisos termos do ARTIGO 3º, INCISO II, do Código Civil que preceitua, in
verbis:
Art. 3º. São absolutamente incapazes para exercer
pessoalmente os atos da vida civil:
II – os que, por enfermidade ou deficiência mental, não
tiverem o necessário discernimento para a prática desses
atos;
A manifesta incapacidade do interditando para atuar na vida civil o torna
sujeito à curatela, conforme preceitua o artigo 1.767 do Código Civil:
Art. 1767 Estão sujeitos a curatela:
I – aqueles que, por enfermidade ou deficiência mental, não
tiverem o necessário discernimento para os atos da vida
civil;
A medida é imposta através do processo de interdição, a ser promovido
pelos legitimados previstos no artigo 1.768 do Código Civil:
Art. 1768 A interdição deve ser promovida:
I - pelos pais ou tutores;
II - pelo cônjuge, ou por qualquer parente;
III - pelo Ministério Público. (Grifo nosso).
Ademais excelência o artigo 1.775 Código Civil, preceitua que o cônjuge
ou companheiro é de direito curador um do outro, quando interdito, in verbis:
Art. 1.775. O cônjuge ou companheiro, não separado
judicialmente ou de fato, é, de direito, curador do outro,
quando interdito.
Sem prejuízo do vasto expositório normativo que legitima o deferimento
do pleito postulado neste pórtico, outro não é o entendimento dos Tribunais, vejamos:

INTERDIÇÃO. CURATELA PROVISÓRIA.


CABIMENTO. ORDEM LEGAL. 1. Havendo elementos de
convicção veementes acerca da incapacidade civil do
interditando, que conta oitenta anos de idade e é portador de Mal
de Alzheimer, cabível a nomeação da filha para exercer a
curatela provisória. 2. A providência deferida é provisória, tem
conteúdo protetivo e poderá ser revista a qualquer tempo.
Recurso provido. (Agravo de Instrumento Nº 70053258422,
Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sérgio
Fernando de Vasconcellos Chaves, Julgado em 18/02/2013)(TJ-
RS - AI: 70053258422 RS , Relator: Sérgio Fernando de
Vasconcellos Chaves, Data de Julgamento: 18/02/2013, Sétima
Câmara Cível, Data de Publicação: Diário da Justiça do dia
25/02/2013, undefined).
AÇÃO DE INTERDIÇÃO. INTERDITANDO PORTADOR
DE DEFICIÊNCIA FÍSICA. MODALIDADE ESPECIAL
DE CURATELA. Sendo o interditando portador de doença
neurológica que ocasiona diminuição de força nos membros
inferiores, CID G. 62.9, o que o impede de se locomover, é o
caso de aplicação da curatela prevista no inc. I do art. 1.767 do
Código Civil. RECURSO PROVIDO. (SEGREDO DE
JUSTIÇA) (Apelação Cível Nº 70018124693, Oitava Câmara
Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Claudir Fidelis
Faccenda, Julgado em 18/01/2007).

AÇÃO DE INTERDIÇÃO. INTERDITANDA


PORTADORA DE DEFICIÊNCIA FÍSICA. DIABETES.
CEGUEIRA COMPLETA. MODALIDADE ESPECIAL DE
CURATELA. IMPOSSIBILIDADE DE GESTÃO DOS
ATOS DA VIDA CIVIL. Sendo a interditanda portadora de
deficiência física, diabetes, cegueira completa e analfabeta, é o
caso de aplicação da curatela prevista no inc. I do art. 1.767 do
Código Civil. APELO PROVIDO. (SEGREDO DE JUSTIÇA)
(Apelação Cível Nº 70017766957, Oitava Câmara Cível,
Tribunal de Justiça do RS, Relator: Claudir Fidelis Faccenda,
Julgado em 18/01/2007).
Diante da previsão legal e dos fatos aqui narrados, devidamente
comprovados pela documentação em anexo, a Autora requer a este respeitável Juízo, na
qualidade de esposa do Interditando, a concessão do atual pleito de interdição do
promovido, com o objetivo de representar o mesmo em todos os atos de sua vida civil.

II.I DA CURATELA PROVISÓRIA – TUTELA ANTECIPADA


O artigo 273, do CPC, disciplina a concessão da tutela de urgência. Em
seu inciso primeiro, nota-se evidente embasamento para o deferimento no presente caso,
já que o interditando apresenta-se em tal estágio de sua enfermidade, que não possui
mais noção dos acontecimentos a sua volta, alternando momentos de lucidez e
inconsciência.
Art. 273. O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar,
total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no
pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se
convença da verossimilhança da alegação e:
I- haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil
reparação; (...)
A prova inequívoca do déficit intelectual duradouro deflui dos elementos
de convicção em anexos e dos fatos já aduzidos, os quais demonstram a incapacidade do
interditando para reger a sua pessoa, pois, o mesmo vive sob intensa vigilância da
Autora.
Desse modo, consubstanciada está a verossimilhança da alegação, a
plausibilidade do direito invocado (fumus boni juris), ante a proteção exigida pelo
ordenamento jurídico pátrio aos interesses do incapaz.
Assim, demonstrado está o fundado receio de dano de difícil reparação
(periculum in mora) do interditando, até a efetivação da tutela pleiteada, tendo em vista
o estado de enfermidade no qual se encontra o Interditando, o que trouxe a
impossibilidade em gerir atos de sua vida civil, faz-se necessária a concessão da
Curatela Provisória, para que de imediato possa sua esposa, ora postulante, assumir
todos os atos da vida civil do Interditando.
Corroborando o pleito antecipatório ora justificado, extrai-se trecho da
obra do doutrinador Silvio de Salvo Venosa:
“De fato, por vezes, a demora na conclusão do processo de
interdição pode prejudicar o deficiente. Aliás, nada obsta
que o juiz, com regra geral, dentro de seu poder geral de
cautela, tome qualquer decisão para a proteção de direitos.
A nomeação do administrador provisório é uma delas. Nada
impede, em princípio que o administrador provisório seja
nomeado posteriormente curador.”

O Colendo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em acertado


entendimento, tem decidido a favor da Curatela Provisória, “in verbis”:
INTERDIÇÃO. AGRAVO DE INSTRUMENTO.
CURATELA PROVISÓRIA. RETARDO MENTAL
GRAVE. Justifica-se o deferimento à mãe da curatela provisória
da filha, que sofre de deficiência mental grave e permanente
desde o nascimento. Documentos médicos recentes que
comprovam suficientemente, em cognição sumária, a
incapacidade da interditanda para os atos da vida civil.
RECURSO PROVIDO. (SEGREDO DE JUSTIÇA) (Agravo de
Instrumento Nº 70017258450, Sétima Câmara Cível, Tribunal
de Justiça do RS, Relator: Maria Berenice Dias, Julgado em
08/11/2006) (grifo nosso). 
Pelo entendimento supra mencionado é aceito de forma clara a
possibilidade de deferimento da CURATELA PROVISÓRIA.

III. DO PEDIDO DE JUSTIÇA GRATUITA.


A autora está desempregada, é do lar e vive para cuidar de seu esposo.
Em razão disso, não possui condições de pagar as custas e despesas do
processo sem prejuízo próprio ou de sua família, conforme consta da declaração de
Hipossuficiência em anexo (doc. 04).
Ademais, nos termos do § 1º do art. 4º da Lei 1.060, de 5.2.1950, milita
em seu favor a presunção de veracidade da declaração de pobreza por ela firmada.
Desse modo, a autora faz jus à concessão da gratuidade de Justiça.
Insta ressaltar que entender de outra forma seria impedir os mais
humildes de ter acesso à Justiça, garantia maior dos cidadãos no Estado Democrático de
Direito.
Nesse sentido, rezam as seguintes jurisprudências:
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO - ASSISTÊNCIA JURÍDICA
GRATUITA - ADVOGADO CONSTITUÍDO - ISENÇÃO DE
CUSTAS - POSSIBILIDADE DA MEDIDA - AGRAVO DE
INSTRUMENTO - RECURSO PROVIDO - AGRAVO DE
INSTRUMENTO - AÇÃO ORDINÁRIA DE INDENIZAÇÃO
- Pedido de gratuidade de justiça. Indeferimento, porque a parte
se acha representada por advogado. A defesa dos pobres em
Juízo não constitui monopólio da Defensoria Pública do Estado.
Não se discutindo a miserabilidade do agravante, a alegação de
pobreza deve ser admitida como verdadeira, até prova em
contrário, através de impugnação, nos termos da Lei nº 1060/50.
Provimento do recurso. Decisão unânime. (TJRJ - AI 6996/2000
- (21092000) - 15ª C.Cív. - Rel. Des. José Mota Filho - J.
16.08.2000).
ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA – CONCESSÃO DO
BENEFÍCIO A QUEM TEM ADVOGADO CONSTITUÍDO –
POSSIBILIDADE – RESTRIÇÃO QUE IMPORTARIA EM
VIOLAÇÃO AO ART. 5º, LXXIV, DA CONSTITUIÇÃO
FEDERAL – AGRAVO PROVIDO. Para a concessão dos
benefícios da justiça gratuita basta que a parte afirme não estar
em condições de pagar as custas do processo e os honorários de
advogado, sem prejuízo próprio ou de sua família, não
impedindo a outorga do favor legal o fato do interessado ter
advogado constituído, tudo sob pena de violação ao art. 5º,
LXXIV, da Constituição Federal e à Lei nº 1.060/50, que não
contemplam tal restrição. (2º TACiv-SP, AI 555.868-0/0, rel.
Juiz Thales do Amaral).

IV. DOS PEDIDOS.

Diante de toda a exposição fática e de direito acima delineadas, tem-se


por plenamente evidenciada a procedência dos pedidos a seguir requeridos, de modo
que confiantes no dever de efetivação da Justiça, corolário primeiro da prestação
jurisdicional, a Autora vem requerer à Vossa Excelência, que se digne:

a) A concessão dos benefícios da Justiça Gratuita, haja vista que a


Autora é pobre no sentido jurídico do termo, bem como a prioridade
na tramitação do referido processo de acordo com o estatuto do idoso;
b) Decretar, em sede de tutela antecipada, a CURATELA
PROVISÓRIA do Interditando, devendo, por conseguinte, ser a
suplicante nomeada curadora provisória do mesmo, mediante a
lavratura do respectivo termo;

c) Determinar a citação do interditando, a fim de ser interrogado perante


este respeitável Juízo, em data a ser determinada por Vossa
Excelência, e após, caso queira, possa impugnar o pedido de
interdição, no prazo legal;

d) Intimar o Representante do Ministério Público para intervir em todos


os procedimentos do presente feito, na condição de custus legis; 

e) DECRETAR, ao final, por sentença, a INTERDIÇÃO do Sr.


(NOME COMPLETO DO INTERDITANDO) e NOMEAR sua
CURADORA a Sra. (NOME COMPLETO DA AUTORA), sua
esposa (ora acionante); bem como, logo em seguida, determinar a
intimação desta última para, no prazo legal, PRESTAR O
COMPROMISSO DE ESTILO, ex vi do artigo 1.187, inciso I, do
CPC;

f) Determinar que a respectiva SENTENÇA DE INTERDIÇÃO seja


registrada junto ao Cartório de Registro de Pessoas Naturais
competente, bem como, devidamente publicada, tudo como ordena o
artigo 1.184, do Código de Processo Civil Nacional.
 Por fim, requer provar a Autora o alegado por todos os meios de provas
admitidos em Direito, sem exclusão de nenhuma delas, inclusive quaisquer outras
providências que Vossa Excelência julgue necessárias à perfeita resolução do pleito,
ficando tudo de logo requerido.
Dá-se à causa o valor de R$ 1.000,00 (hum mil Reais) para os efeitos de
lei.
Nestes Termos,
Pede Deferimento.
Teresina – PI, 25 de Fevereiro de 2015.

ANDERSON DA SILVA LOPES


Advogado OAB\PI Nº 10922

Sob pena de incorrer-se em nulidade (CPC, art. 236), pede-se que as


intimações desta demanda sejam feitas em nome do patrono da Autora, que ora
subscreve, ou seja, o Dr. Anderson da Silva Lopes, inscrito na Ordem dos Advogados
do Brasil, Seção do Piauí, sob o nº. 10922, com endereço profissional na Av. Coronel
Costa Araújo, Nº. 2666, Bairro Horto, Teresina- PI, CEP nº 64052-820.
DECLARAÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA FINANCEIRA

Eu, (NOME COMPLETO, QUALIFICAÇÃO, ENDEREÇO), declaro


que não posso suportar as despesas processuais decorrentes desta demanda sem
prejuízo do meu próprio sustento e de minha família, sendo, pois, para fins de
concessão do benefício da gratuidade de Justiça, nos termos da Lei 1.060/50,
pobre no sentido legal da acepção.

Declaro, ainda, que tenho conhecimento das sanções penais que estarei
sujeita caso inverídica a declaração prestada, sobretudo a disciplinada no art. 299
do Código Penal.

Por ser verdade, firmo a presente.

Teresina- PI, 25 de Fevereiro de 2015.

NOME COMPLETO
CPF Nº.....
(DOC. 01)

PROCURAÇÃO,
DOCUMENTOS
PESSOAIS E CONTRA-
CHEQUE DAS PARTES.
(DOC. 02)

LAUDOS MÉDICOS
(DOC. 03)

CERTIDÃO DE
CASAMENTO
(DOC. 04)

DECLARAÇÃO DE
HIPOSSUFICIÊNCIA
FINANCEIRA

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