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Regulamento 
 

- III Supremo Moot Court de Justiça - 


 
 
 
 
 
 

   

 
Índice 
Parte I  
Disposições Gerais 2 
Artigo 1.º 3 
(Supremo Moot Court de Justiça) 3 
Artigo 2.º 3 
(Organização) 3 
Artigo 3.º 3 
(Fontes de Direito) 3 

Parte II  
Processo 3 
Artigo 4.º 3 
(Inscrição) 3 
Artigo 5.º 4 
(Estrutura) 4 
Artigo 6.º 4 
(Audiência) 4 

Parte III  
Instâncias Eliminatórias 5 
Artigo 7.º 5 
(Tipos de Instâncias Eliminatórias) 5 
Artigo 8.º 5 
(Ronda Local) 5 
Artigo 9.º 5 
(Ronda Regional) 5 
Artigo 10.º 5 
(Ronda Final) 5 
Artigo 11.º 6 
(Alteração à estrutura da competição) 6 

Parte IV  
Constituição das Equipas 6 
Artigo 12.º 6 
(Núcleo Associado) 6 
Artigo 13.º 7 
(Participantes) 7 
Artigo 14.º 7 
(Coach) 7 


Parte V  
Caso Fictício 7 
Artigo 15.º 7 
(Disposições Gerais) 7 
Artigo 16.º 8 
(Consultor Científico) 8 

Parte VI  
Júri 8 
Artigo 17.º 8 
(Disposições Gerais) 8 
Artigo 18.º 8 
(Júri da Ronda Local) 8 
Artigo 19.º 8 
(Júri da Ronda Regional) 8 
Artigo 20.º 9 
(Júri da Ronda Final) 9 

Parte VII  
Avaliação e Prémios 9 
Artigo 21.º 9 
(Categorias de Avaliação) 9 
Artigo 22.º 9 
(Prémios e Certificados) 9 

Parte VIII  
Disposições Finais 10 
Artigo 23.º 10 
(Calendário do Supremo Moot Court de Justiça) 10 
Artigo 24.º 10 
(Alteração do Regulamento) 10 
Artigo 25.º 10 
(Resolução de Conflitos) 10 
 

   


Parte I  
Disposições Gerais 
 
Artigo 1.º 
(Supremo Moot Court de Justiça) 
1. O  Supremo  Moot  Court  de  Justiça  é  a  competição,  integrada  no  national  Moot  Court  Competition 
Program  da  ELSA  Portugal,  que  simula  o  funcionamento  da  Justiça  no  Ordenamento  Jurídico 
português,  em  que  a  final  é  disputada  como  se  tratasse  de  uma  audiência  no  Supremo  Tribunal  de 
Justiça. 
2. A  competição  tem  por  base  um  caso  fictício  elaborado  para  testar  os  conhecimentos,  raciocínio  e 
capacidade jurídico-argumentativa dos participantes. 
3. O Supremo Moot Court de Justiça é organizado em edições anuais. 
 
Artigo 2.º 
(Organização) 
1. A organização do Supremo Moot Court de Justiça compete à Direção Nacional da ELSA Portugal. 
2. Na  falta  de  disposição  em  contrário  por  parte  da  Direção  Nacional,  é  da  responsabilidade  do 
Vice-Presidente  para  Moot  Court  Competitions  da  Direção  Nacional  promover  a  organização  do 
Supremo Moot Court de Justiça. 
3. Os  núcleos  associados  da  ELSA  Portugal  têm  o  dever  de  contribuir  para a organização do Supremo 
Moot Court de Justiça nos termos do presente regulamento. 
 
Artigo 3.º 
(Fontes de Direito) 
1. Para  a  resolução  do  caso  fictício  são  consideradas  fontes  de Direito, todas aquelas que estiveram em 
vigor no território português à data do início da competição. 
2. Compete  à Direção Nacional e ao júri a resolução de qualquer conflito resultante deste regulamento e 
outras fontes de Direito aplicáveis.  


Parte II  
Processo 
 
Artigo 4.º 
(Inscrição) 
1. A  inscrição  no  SMCJ  deve  ser  feita  de  acordo  com  os  meios  divulgados  para  o  efeito,  indicando  o 
nome de cada um dos elementos da equipa, contacto telefónico, endereço de email, ciclo de estudos e 
Faculdade até à data limite enunciada. 
2. Todos  os  membros  da  equipa  deverão,  à  data  do  início da competição, frequentar o 1.º ou 2.º Ciclo 
de Direito na mesma Faculdade onde exista representação da ELSA.  
3. A  participação  no  Supremo  Moot  Court  de  Justiça  faz-se  em  equipa,  cuja  constituição  é  regulada 
neste regulamento. 
4. Cada  núcleo  associado  da  ELSA  Portugal  tem  o  dever  de  submeter  uma  equipa  para  participar  na 
competição, que irá representar a Universidade a que está associado. 
5. Deverá  ser  paga,  pelo  Grupo  Local  representado  pela  equipa,  no  ato  da  inscrição,  uma  taxa  de 
participação no valor de 20€, dos quais 10€ constituem-se como caução.  
 
Artigo 5.º 
(Estrutura) 
1. O apuramento do vencedor da competição é feito através de Rondas Eliminatórias. 
2. Cada  Ronda  Eliminatória envolve duas ou mais sessões, onde cada equipa representa ambas as partes 
em litígio, perante jurados e adversários diferentes. 
3. Os  membros  de  cada  equipa  que  representam  o  autor  serão  diferentes  dos  que  representam  o  réu, 
não  podendo  haver  troca  de  papéis  desempenhados  ao  longo  de  cada  Ronda  Eliminatória  entre  os 
membros de cada equipa, salvo permissão dada pela ELSA Portugal. 
4. Cada equipa só pode participar uma vez em cada Ronda Eliminatória.   
5. A  equipa  vencedora  é  determinadas  por um júri especialmente designado para a respectiva audiência, 
nos termos deste regulamento. 
6. A  equipa  vencedora  passa  à  Ronda  Eliminatória  seguinte  ou,  no  caso  de  se  tratar  da  Ronda  Final, é 
designada como vencedora do Supremo Moot Court de Justiça português. 
 
Artigo 6.º 
(Audiência) 
1. A  sessão  de  uma  Ronda  Eliminatória  é  uma  simulação  de  uma  audiência  de  julgamento,  no 
Ordenamento Jurídico português. 
2. Em cada sessão estão representadas apenas as duas partes em litígio no caso fictício. 
3. À sessão preside o júri previamente designado.  
4. A sessão divide-se em: 


a. Alegações Iniciais; 
b. Réplicas; 
c. Tréplica. 
5. No  total,  cada  equipa  disporá  de  18  minutos  para  apresentar  os  seus  argumentos. Caberá às equipas 
decidir  como  pretendem  repartir  esse  tempo  pelas  alegações  iniciais,  réplica  e  tréplica,  devendo essa 
repartição ser comunicada ao oficial de justiça de cada sessão. 
6. Sem  prejuízo  do  número  anterior,  nenhum  participante  poderá  falar  menos  de  5  minutos  nas 
alegações iniciais. Na réplica e na tréplica apenas poderá falar um elemento da equipa em causa. 
7. A réplica e a tréplica não poderão ter uma duração superior a 3 minutos. 
8. A  sessão  começará  com  a  equipa  representante  do  autor  a  apresentar  as  suas  alegações  iniciais, 
seguida  da  equipa  representante  do  réu.  Posteriormente,  deverá  a  equipa  representante  do  autor 
apresentar a réplica, terminando a sessão com a equipa representante do réu a apresentar a tréplica. 
9. A  réplica  não  poderá  focar-se  em  questões  não  mencionadas  nas  alegações  iniciais  da  equipa 
representante do réu e a tréplica não poderá focar-se em questões não mencionadas na réplica. 

Parte III  
Instâncias Eliminatórias 
 
Artigo 7.º 
(Tipos de Instâncias Eliminatórias) 
1. O  Supremo  Moot  Court  de  Justiça divide-se em três Rondas Eliminatórias, denominadas da seguinte 
forma: 
a. Ronda Local; 
b. Ronda Regional; 
c. Ronda Final. 
2. Se necessário, a Direção Nacional pode determinar a abertura de mais Rondas Eliminatórias. 
 
Artigo 8.º 
(Ronda Local) 
1. A  organização  da  Ronda  Local  compete  aos  núcleos  associados  e  tem  como  finalidade  escolher  a 
equipa que o vai representar. 
2. A Ronda Local é facultativa, sempre que a Direção Nacional não determine outra coisa. 
3. A  Direção  Nacional  pode  realizar  uma  Ronda  Local  entre  equipas  de  núcleos  locais  diferentes, 
sempre que exista um número ímpar de equipas admitidas à competição. 
 
Artigo 9.º 
(Ronda Regional) 
1. A  organização  da  Ronda  Regional  compete  à  Direção  Nacional,  sendo  coadjuvada  pelos  recursos 
humanos de um núcleo associado sempre que isso se justifique.  

2. A  Ronda  Regional é constituída de forma a espelhar os Tribunais da Relação portugueses e por isso é 
composta pela: 
a. Audiência do Porto; 
b. Audiência de Lisboa. 
3. A  atribuição  das  equipas  às  Audiências  do  Porto  ou  de  Lisboa  será  feita  com  base  na  proximidade 
geográfica da equipa ao local onde se realizará a competição. 
 
Artigo 10.º 
(Ronda Final) 
1. A organização da Ronda Final compete à Direção Nacional e é divida em três audiências. 
2. A  Instância  Final  engloba  o  litígio  entre  os  finalistas  das  duas  Audiências  finais  realizadas  na  Ronda 
Regional, sendo dividida em duas semifinais e uma final. 
3. As semifinais terão a seguinte estrutura: 
a. A  equipa  vencedora  da  Ronda  Regional  do  Porto  defrontará  a  equipa  finalista  da  Ronda 
Regional de Lisboa; 
b. A  equipa  vencedora  da  Ronda  Regional  de  Lisboa  defrontará  a  equipa  finalista  da  Ronda 
Regional do Porto; 
4. A escolha da parte representada por cada equipa nas semifinais caberá à equipa: 
a. Vencedora da Ronda Regional do Porto, no que toca à primeira semifinal; 
b. Vencedora da Ronda Regional de Lisboa, no que toca à segunda semifinal. 
5. As  equipas  vencedoras  das  semifinais  avançarão  à  final,  representando  o  lado  que  não  defenderam 
nas semifinais. 
6. Caso  as  equipas  finalistas  tenham  representado  a  mesma  parte  nas  semifinais, a escolha da parte que 
representarão será feito por sorteio. 
 
Artigo 11.º 
(Alteração à estrutura da competição) 
A  presente  estrutura é susceptível de sofrer alterações mediante o número de equipas apresentado, calendário, 
ou  quaisquer  outras  situações  que  ao  Vice-Presidente  responsável  por  Moot  Court  Competitions da Direção 
Nacional  pareçam  impeditivos  do  bom  decorrer  da  competição,  reservando-se  a  si  o  direito  de  fazer 
alterações à mesma. 

Parte IV  
Constituição das Equipas 
Artigo 12.º 
(Núcleo Associado) 
1. Compete  aos  Núcleos  Associados  assegurar  a  qualidade  académica  e  o  cumprimento  do  disposto 
neste regulamento, pelas equipas que escolham para os representar. 


2. A  Direção  do  Núcleo  Associado  é  responsável  por  definir  o  processo  de  seleção  da  equipa  que  irá 
representar o Núcleo e a sua Universidade, sempre que existir mais de uma equipa inscrita. 
3. A  Direção  do  Núcleo  Associado  deve  consultar  a  respectiva  Faculdade,  procurando  a  sua 
participação no processo de seleção. 
4. A  Direção  do  Núcleo  Associado  fica  obrigada  ao  processo  de  seleção  que  transmitir  à  Direção 
Nacional, antes do início da competição. 
5. Em  caso  de  falta  de  inscrições  é  dever  da  Direção  do  Núcleo  Associado  recrutar  e  formar  a  equipa 
que os representará. 
6. A  Direção  do  Núcleo  Associado  é  obrigada  a  enviar  um  representante  a  todas  as  Rondas  em  que  a 
sua equipa participe. 
 
Artigo 13.º 
(Participantes) 
1. As equipas são compostas por dois a quatro participantes oriundos da mesma faculdade. 
2. Qualquer  aluno  matriculado  no  curso  de  Direito  ministrado  por  uma  Faculdade  Portuguesa,  no 
primeiro ou segundo ciclo de estudos, poderá integrar uma equipa. 
3. Qualquer  jovem  jurista,  com  idade  inferior  a 30 anos e que tenha concluído a licenciatura em Direito 
numa  faculdade  Portuguesa,  pode  integrar  uma  equipa,  desde  que  não  exerça  uma  atividade 
profissional há mais de seis meses.  
4. No  caso  de  inscrições  individuais  compete  ao  Núcleo  Associado  formar  uma  nova  equipa,  sempre 
que seja possível.  
5. Para  a  inscrição  ser  considerada  válida,  terá  de  ser  submetida  à  Direção  Nacional  com  documento 
assinado  pelo  inscrito  em  que  confirme  conhecer  e  subscrever  este  regulamento  e  a  obrigação  de 
participar  em  todas  as  Audiências  desta  competição  para  que  for  seleccionado  e  o  respetivo 
pagamento da taxa de inscrição. 
 
Artigo 14.º 
(Coach) 
1. Todas as equipas que avançarem à Ronda Regional deverão ter um Coach. 
2. O Coach deverá pertencer ao Núcleo Associado e ser aprovado por este. 
3. O Coach não poderá, em caso algum, pertencer ao júri das audiências da Ronda Regional ou Final. 
4. São deveres do Coach: 
a. Zelar pelo cumprimento das normas deste regulamento, pela equipa a que assiste; 
b. Ajudar a resolver qualquer questão que a sua equipa tenha, sobre a competição; 
c. Ser o elo de comunicação entre a sua equipa e a organização; 
d. Acompanhar todos os esforços desenvolvidos pela sua equipa, dentro da competição. 


Parte V  
Caso Fictício 
Artigo 15.º 
(Disposições Gerais) 
1. O Caso Fictício deve ser complexos e opor duas partes com posições irreconciliáveis. 
2. O grau de dificuldade para a defesa da posição de cada parte será semelhante. 
3. Não pode existir uma única solução para o caso, dentro do Ordenamento Jurídico português. 
4. A  promoção  da  elaboração  dos  Casos Fictícios é da competência da Direção Nacional, podendo esta 
ser delegada ao Núcleo Associado organizador na 1ª Instância. 
 
Artigo 16.º 
(Consultor Científico) 
1. Sempre  que  a  complexidade  do  tema  o  exija,  deve  ser  constituído  um  Consultor  Científico  para 
apoiar a elaboração do caso. 
2. O Consultor Científico deve ter conhecimento comprovado no tema em questão. 
3. O  Consultor  Científico  poderá  assinar  o  Caso  Fictício, sempre que comprove que o tema foi tratado 
com o máximo de exatidão possível, face aos conhecimentos que o mesmo tem. 

Parte VI  
Júri 
Artigo 17.º 
(Disposições Gerais) 
1. O Júri é constituído por um coletivo de três ou cinco jurados.  
2. Compete  ao  Júri  conduzir  a  sessão  e  julgar  o  caso  em  questão,  com  base  exclusiva  nos  argumentos 
apresentados, em momento próprio, na sessão em que esteve presente.  
3. Compete  ao  Júri  tecer  comentários,  no  final  da  sessão  em  que  esteve  presente,  no  sentido  de 
melhorar a participação dos intervenientes. 
4. Os  comentários  feitos  deverão  ser  de natureza geral relativa à prestação dos participantes, sem entrar 
no  conteúdo  das  alegações  e  a  sua  persuasividade,  nem  divulgando  a  pontuação  das  equipas  que 
avaliou.  
5. Será  facultado  a  cada jurado, uma cópia do presente regulamento ao qual obrigam a sua conduta para 
fins  desta  competição,  bem  como  a  folha  de  pontuação  que  deverá  ser  devolvida  no  final  da 
instância, devidamente assinada. 


 
Artigo 18.º 
(Júri da Ronda Local) 
1. Compete ao núcleo associado organizador a nomeação do júri para a(s) sua(s) sessão(ões) da Ronda 
Local, depois de parecer positivo dado pela Direção Nacional. 
2. Ao Júri da Ronda Local assiste um membro da Direção Nacional. 
 
Artigo 19.º 
(Júri da Ronda Regional) 
1. Compete à Direção Nacional a nomeação do júri para as Audiências de Ronda Regional. 
2. Os  Juízes  deverão  ser  ou  ter  sido  Juízes  Desembargadores,  conforme  entendido  pelo  Conselho 
Superior  de  Magistratura,  bem  como  Professores  e  outros  juristas  com  elevado conhecimento sobre 
o tema em discussão. 
3. Ao  Júri  de  cada  Audiência  da  Ronda  Regional  poderá  assistir  um  membro  da  Direção  Nacional  da 
ELSA Portugal. 
 
Artigo 20.º 
(Júri da Ronda Final) 
1. Compete à Direção Nacional a nomeação do júri para a Ronda Final. 
2. Os  Juízes  deverão  ser  ou  ter  sido  Juízes  Conselheiros,  conforme  entendido  pelo  Conselho  Superior 
de  Magistratura,  bem  como  juristas  de  renome  a  nível  nacional  e  internacional,  convidados  pela 
ELSA Portugal para o efeito. 
3. Ao Júri da Ronda Final assistem dois membros da Direção Nacional. 

Parte VII  
Avaliação e Prémios 
 
Artigo 21.º 
(Categorias de Avaliação) 
1. A  avaliação  deverá  ser  feita  através  de  apreciação  da  intervenção  oral das equipas pelo Júri da sessão 
respetiva.  
2. Devem ser tidos em consideração: 
a. A originalidade das intervenções; 
b. A inclusão de factos relevantes e determinantes para o caso; 
c. A estrutura e clareza da intervenção; 
d. O conhecimento do tema em apreciação e o rigor das respostas dadas;  
e. O domínio da legislação, jurisprudência e doutrina relevantes para o caso. 


3. Para  o  efeito,  a  ELSA  Portugal  providenciará  folhas  de  pontuação  a  serem  utilizadas  por  cada 
membros  do  Júri, que deverão ser entregues aos membros da organização após o seu preenchimento, 
no fim de cada sessão. 
 
 
Artigo 22.º 
(Prémios e Certificados) 
1. Todos  os  participantes  têm  direito  a  receber  um  certificado  de  participação  assinado  pelo 
representante da organização. 
2. A competição atribui prémios: 
a. À equipa vencedora da Competição, nos termos deste regulamento. 
b. Ao melhor orador de cada Audiência Regional. 
3. Pode  a  Direção  Nacional  determinar  outros  prémios  sempre  que  julgue  necessário,  com  a  devida 
antecedência. 
 

Parte VIII  
Disposições Finais 
Artigo 23.º 
(Calendário do Supremo Moot Court de Justiça) 
1. O Supremo Moot Court de Justiça é um projeto anual e cada edição do Supremo Moot Court de 
Justiça identifica-se pelo ano civil em que decorre. 
2. Aquando do lançamento da competição, será divulgada a sua calendarização. 
 
Artigo 24.º 
(Alteração do Regulamento) 
Compete à Direção Nacional da ELSA Portugal alterar este regulamento, sempre que considere necessário e 
desde que não perturbe o normal funcionamento da competição. 
 
Artigo 25.º 
(Resolução de Conflitos) 
Compete  à  Direção  Nacional  da  ELSA  Portugal  a  resolução  de  qualquer  conflito  que  surja  durante  a 
competição. 

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