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NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA – NDU-006

CRITÉRIOS BÁSICOS PARA ELABORAÇÃO DE


PROJETOS DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREAS
URBANAS

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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ...........................................................................................................1
2. APLICAÇÃO ..............................................................................................................1
3. TENSÕES DE FORNECIMENTO ..............................................................................1
4. DEFINIÇÕES .............................................................................................................2
4.1. Alimentador de Distribuição ..................................................................................2
4.2. Alimentador Exclusivo...........................................................................................2
4.3. Carga Instalada.....................................................................................................2
4.4. Circuito Secundário de Distribuição ......................................................................2
4.5. Concessionária ou Permissionária de Distribuição de Energia Elétrica ................2
4.6. Consumidor Atendido............................................................................................2
4.7. Demanda ..............................................................................................................2
4.8. Demanda Diversificada .........................................................................................3
4.9. Demanda Máxima .................................................................................................3
4.10. Derivação de Distribuição .....................................................................................3
4.11. Empreendimento Habitacional Urbano de Interesse Social ..................................3
4.12. Fator de Agrupamento de Medidores....................................................................3
4.13. Fator de Carga......................................................................................................3
4.14. Fator de Coincidência ...........................................................................................4
4.15. Fator de Demanda ................................................................................................4
4.16. Fator de Diversidade.............................................................................................4
4.17. Fator de Potência..................................................................................................4
4.18. Fator de utilização.................................................................................................4
4.19. Iluminação Pública ................................................................................................4
4.20. Loteamento ...........................................................................................................5
4.21. Ramal de Alimentador...........................................................................................5
4.22. Ramal de Ligação .................................................................................................5
4.23. Rede de Distribuição.............................................................................................5
4.24. Rede de Distribuição Urbana - RDU .....................................................................5
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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
4.25. Rede Primária .......................................................................................................5
4.26. Rede Secundária ..................................................................................................5
4.27. Tensão Secundária de Distribuição ......................................................................5
4.28. Regularização Fundiária de Interesse Social........................................................6
4.29. Tensão Primária de Distribuição ...........................................................................6
4.30. Tronco do Alimentador..........................................................................................6
5. TIPOS DE PROJETOS ..............................................................................................6
5.1. Projetos de Rede Nova .........................................................................................6
5.2. Projetos de Extensão de Rede de Distribuição Primária.......................................6
5.3. Projetos de Extensão de Rede de Distribuição Secundária..................................7
5.4. Projetos de Reforma/Melhoramento de Rede.......................................................7
5.5. Projetos de Reforço ..............................................................................................7
5.6 Projetos em Loteamento e Assentamento de Interesse Social em Área Urbana..7
6. CONSIDERAÇÕES BÁSICAS PARA
OTIMIZAÇÃO DE PROJETOS DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO ................................7
7. OBTENÇÃO DE DADOS PRELIMINARES ...............................................................9
7.1. Mapas e Plantas ...................................................................................................9
7.2. Levantamento da Carga e Determinação de Demandas ....................................10
7.3. Determinação de Demanda nas Unidades Consumidoras já Ligadas ................10
7.4. Determinação de Demandas para Novas Unidades Consumidoras ...................10
8. LOCAÇÃO DE POSTES..........................................................................................12
8.1. Marcação ............................................................................................................12
8.2. Localização .........................................................................................................13
8.3. Disposição ..........................................................................................................14
8.4. Vão......................................................................................................................14
8.5. Outros Cuidados a Serem Observados Durante a Locação ...............................15
8.6. Afastamentos Mínimos........................................................................................15
9. DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO ..........................................................................16
9.1. Rede Primária .....................................................................................................16
9.2. Transformador de Distribuição ............................................................................28
9.3. Rede Secundária ................................................................................................29
9.4. Previsão de Crescimento de Carga ....................................................................36
10. DIMENSIONAMENTO MECÂNICO .........................................................................37
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10.1. Posteação ...........................................................................................................37
10.2. Estruturas............................................................................................................41
11. RELAÇÃO DE MATERIAIS E ORÇAMENTO .........................................................41
11.1. Relação de Material ............................................................................................41
11.2. Mão-de-Obra.......................................................................................................43
11.3. Projeto e Orçamento em Estrutura com Uso Mútuo............................................43
12. LEVANTAMENTO DE CAMPO ...............................................................................43
13. APRESENTAÇÃO DO PROJETO ...........................................................................44
13.1. Desenho..............................................................................................................45
13.2. Relação de Material e Orçamento ......................................................................47
13.3. ART – Anotação de Responsabilidade Técnica..................................................47
13.4. Memorial Descritivo.............................................................................................47
13.5. Diagrama Unifilar ................................................................................................47
13.6. Autorização de Passagem ..................................................................................48
13.7. Travessias...........................................................................................................48
13.8. Desenhos Especiais............................................................................................48
14. PROJETOS DE RDU ELABORADOS POR TERCEIROS ......................................48
15. NOTAS COMPLEMENTARES .. ............................................................................ 49
16. ANEXO I – PEDIDO DE APROVAÇÃO DE PROJETOS .......................................50
17. ANEXO II – FISCALIZAÇÃO E/OU CONSTRUÇÃO DE OBRAS ...........................51
18. ANEXO III – MEMORIAL DESCRITIVO ..................................................................52
19. ANEXO IV – AUTORIZAÇÃO DE PASSAGEM ......................................................54
20. TABELAS ................................................................................................................55
21. DESENHOS ...........................................................................................................121

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1. INTRODUÇÃO
Essa norma tem por objetivo estabelecer os requisitos mínimos necessários para
elaboração de projetos de redes aéreas de distribuição urbanas, na classe de tensão
15/25kV, em toda área de concessão da ENERGISA, de modo a assegurar as condições
técnicas, econômicas e de segurança necessárias ao adequado fornecimento de energia
elétrica.

2. APLICAÇÃO
Aplica-se aos projetos de redes novas, reformas/melhoramentos, extensões, e
reforços de rede, apresentando os critérios básicos para levantamento de carga,
dimensionamento elétrico e mecânico, proteção, interligação, seccionamento, além de
metodologia para elaboração, apresentação e aprovação de projetos na ENERGISA.

3. TENSÕES DE FORNECIMENTO

TENSÃO PRIMÁRIA
TENSÃO (kV) ENERGISA
22/12,7 Minas Gerais
13,8/7,96 Borborema Sergipe Paraíba
11,4/6,58 Nova Friburgo Minas Gerais

TENSÃO DA SECUNDÁRIA TRIFÁSICA


TENSÃO (V) ENERGISA
220/127 Minas Gerais Sergipe
380/220 Borborema Nova Friburgo Sergipe Paraíba

TENSÃO SECUNDÁRIA MONOFÁSICA


TENSÃO (V) ENERGISA
230/115 Minas Gerais Sergipe
230 Borborema Nova Friburgo Paraíba

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4. DEFINIÇÕES

4.1. Alimentador de Distribuição


Parte de uma rede primária numa determinada área de uma localidade que alimenta,
diretamente ou por intermédio de seus ramais, transformadores de distribuição da
concessionária e/ou de consumidores.

4.2. Alimentador Exclusivo


Alimentador de distribuição sem derivações ao longo de seu percurso que atende
somente a um ponto de entrega.

4.3. Carga Instalada


Somatório das potências nominais de uma unidade consumidora, excluindo-se os
equipamentos de reserva.

4.4. Circuito Secundário de Distribuição


Parte de uma rede secundária associada a um transformador de distribuição.

4.5. Concessionária ou Permissionária de Distribuição de Energia


Elétrica
Agente titular de concessão ou permissão Federal para prestar o serviço público de
distribuição de energia elétrica, referenciada, doravante, apenas pelo termo:
Concessionária.

4.6. Consumidor Atendido


Titular de Unidade Consumidora atendida diretamente por sistema da
Concessionária, conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica -
ANEEL.

4.7. Demanda
Soma das potências elétricas instantâneas médias solicitadas por consumidores,
durante um período de tempo especificado.
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4.8. Demanda Diversificada
Demanda média de um consumidor em um grupo de consumidores de mesma
classe, tomando em conjunto a soma das demandas máximas individuais, dividida pelo
número de consumidores considerados.

4.9. Demanda Máxima


Maior demanda verificada durante um período de tempo especificado.

4.10. Derivação de Distribuição


Ligação feita em qualquer ponto de uma rede de distribuição para um alimentador,
ramal de alimentador, transformador de distribuição ou ponto de entrega.

4.11. Empreendimento Habitacional Urbano de Interesse Social


Empreendimentos habitacionais destinados predominantemente às famílias de baixa
renda, em uma das seguintes situações:
a) implantados em zona habitacional declarada por lei como de
interesse social; ou
b) promovidos pela União, Estados, Distrito Federal, Municípios ou
suas entidades delegadas, estas autorizadas por lei a implantar projetos de
habitação, na forma da legislação em vigor; ou
c) construídos no âmbito de programas habitacionais de interesse
social implantados pelo poder público.

4.12. Fator de Agrupamento de Medidores


Esse fator leva em consideração a diversificação das cargas e a coincidência das
demandas máximas dos consumidores individuais da edificação de uso coletivo, que
definirão a demanda dessa edificação.

4.13. Fator de Carga


Razão da demanda média pela demanda máxima ocorrida no mesmo intervalo de
tempo especificado.

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4.14. Fator de Coincidência
É o inverso do fator de diversidade.

Fc = 1 / Fdi

4.15. Fator de Demanda


Razão da demanda máxima pela carga instalada do sistema ou da instalação
considerada:

FD = Dmáx. / Cinst

4.16. Fator de Diversidade


Razão entre a soma das demandas máximas individuais de um determinado grupo
de consumidores e a demanda máxima real total desse mesmo grupo, ou a razão entre a
demanda máxima de um consumidor e a sua demanda diversificada:

Fdi = Dmáx. indiv. / Dd

4.17. Fator de Potência

Razão entre a potência ativa (kW) e a potência aparente (kVA) da instalação:

FP = Pativa / Paparente

4.18. Fator de Utilização

Razão da máxima demanda verificada pela capacidade nominal de um sistema.

4.19. Iluminação Pública


Parte de uma rede de distribuição destinada a iluminação de avenidas, ruas, praças,
etc., incluindo condutores (específicos para esse fim), comandos, braços, postes
ornamentais, luminárias, lâmpadas, etc.

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4.20. Loteamento
Subdivisão da gleba em lotes destinados a edificação, com abertura de novas vias de
circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias
existentes, nos termos das leis em vigor.

4.21. Ramal de Alimentador


Parte de um alimentador de distribuição que deriva diretamente do tronco do
alimentador.

4.22. Ramal de Ligação


Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede
da Concessionária e o ponto de entrega.

4.23. Rede de Distribuição


Conjunto de redes elétricas com equipamentos e materiais diretamente associados,
destinado à distribuição de energia elétrica.

4.24. Rede de Distribuição Urbana - RDU


Rede de distribuição situada dentro do perímetro urbano de cidades, vilas,
assentamentos e povoados.

4.25. Rede Primária


Parte de uma rede de distribuição que alimenta transformadores de distribuição e/ou
pontos de entrega sob a mesma tensão primária nominal.

4.26. Rede Secundária


Parte de uma rede de distribuição alimentada pelos secundários dos transformadores
de distribuição.

4.27. Regularização Fundiária de Interesse Social

Regularização fundiária de ocupações inseridas em parcelamentos informais


ou irregulares, localizadas em áreas urbanas públicas ou privadas, utilizadas
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predominantemente para fins de moradia por população de baixa renda, na forma
da legislação em vigor; conforme resolução normativa ANEEL nº 384 de 8 de
dezembro de 2009.

4.28. Tensão Secundária de Distribuição


Tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária, com valores
padronizados inferiores a 1kV.

4.20. Tensão Primária de Distribuição


Tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária, com valores
padronizados iguais ou superiores a 1 kV.

4.30. Tronco do Alimentador


Parte de um alimentador de distribuição que transporta a parcela principal da carga
total. Normalmente é constituído por condutor de bitola mais elevada, caracterizado por um
dos seguintes fatores:

• Transporte do total ou de parcela ponderável da carga servida pelo alimentador.


• Alimentação ao principal consumidor do alimentador.
• Interligação com outro alimentador, permitindo transferência de carga entre os
alimentadores.

5. TIPOS DE PROJETOS
Os projetos de RDU são executados para os seguintes tipos de obras:

5.1. Projetos de Rede Nova


Visa à implantação de todo o sistema de distribuição para o atendimento a uma
determinada localidade (vila, povoado, distrito, etc).

5.2. Projetos de Extensão de Rede de Distribuição Primária


Novo circuito de rede primária ou acréscimo de um trecho de rede primária de
distribuição, inclusive adição de fases, construído a partir de um ponto da rede existente.

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5.3. Projetos de Extensão de Rede de Distribuição Secundária
Novo circuito de rede secundário ou acréscimo de um trecho de rede secundário de
distribuição, inclusive adição de fases, construído a partir de um ponto da rede existente.

5.4. Projetos de Reforma/Melhoramento de Rede


Visa a substituição de parte ou mesmo total da rede existente, por motivo de
segurança, evolução tecnológica, qualidade de serviço, saturação, adequação das
instalações ao meio ambiente ou adequações às modificações características topográficas
de um determinado local (afastamento de rede, deslocamento de postes, etc.).

5.5. Projetos de Reforço

Visam as mudanças das características físicas da rede existente visando aumentar a


sua capacidade.

5.6. Projetos em Loteamento e Assentamento de Interesse Social


em Área Urbana
O projeto de rede de energia elétrica para atendimento de unidades consumidoras
situadas em empreendimentos habitacionais urbanos de interesse social ou em
regularização fundiária de interesse social, destinados às classes de baixa renda; deverá
ser elaborado para rede aérea nua nas tensões primárias e rede secundária multiplexada
nas tensões secundárias. O projeto compreenderá obras de distribuição até o ponto de
entrega, não incluindo o sistema de iluminação pública ou de iluminação das vias internas.
Conforme resolução normativa ANEEL nº 384 de 8 de dezembro de 2009.

6. CONSIDERAÇÕES BÁSICAS PARA OTIMIZAÇÃO DE PROJETOS


DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO

6.1. O dimensionamento elétrico é definido sobre os parâmetros: perdas, queda de


tensão, índice de desequilíbrio e o limite térmico dos cabos.

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6.2. Os dimensionamentos dos circuitos das redes de distribuição de alta tensão e
baixa tensão deverão prever também o crescimento vegetativo para a região que os
mesmos atendem.

6.3. Em bairros residenciais estáveis, onde a possibilidade de grandes alterações


nos tipos de carga é pequena, pode-se reduzir ao mínimo o custo da instalação e da
operação da rede de distribuição com o menor número possível de transformadores e
menor extensão de rede primária, com o uso de circuitos secundários e seções maiores,
respeitando-se os valores máximos de queda de tensão e o comprimento máximo radial de
360m, para as tensões de 220/127V e de 400m para as tensões de 380/220V.
Em bairros comerciais ou com pequenas indústrias ligadas a rede secundária, é
conveniente que se tenha a rede primária estendendo-se por um número maior de ruas e
com um número maior de transformadores, postes com altura mínima de 11m, e condutores
da rede secundária com seções maiores. Isso fará com que se reduza os ônus devido a não
necessidade de substituição antes do término da sua vida útil, tornando-se a rede mais
flexível para futuras alterações.

6.4. No caso de remoção da rede secundária nua, sem substituí-la por rede
multiplexada, o neutro da mesma deverá ser mantido e em caso de remoção rede
multiplexada, instalar o neutro.

6.5. Critérios Otimizados de Projetos

a) As seguintes prioridades deverão ser seguidas nas análises e estudos de


extensões, reforma/melhoramento e reforço de rede:

• Solicitação de clientes;
• Reclamação de clientes;
• Queda de tensão e as perdas decorrentes;
• DEC – FEC – DIC – FIC;
• Carregamento;
• Índice de desequilíbrio.

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b) No caso do projeto ser elaborado pela concessionária, deverá ser maximizada a
utilização do SGD, simulando situações cabíveis aos projetos e estudos como, por exemplo,
capacidade de corrente dos cabos, carregamento das transformadores e queda máxima de
tensão admissível.

c) Para a adequação dos níveis de tensão deverão ser consideradas as seguintes


possibilidades:

• Remanejamento de cargas para circuitos adjacentes.

• Promover a re-divisão de circuitos.

• Substituir os transformadores sobrecarregados e subcarregados. A


concessionária deverá proceder a identificação dos transformadores
sobrecarregados ou subcarregados nas proximidades, para que se possa efetivar
o devido remanejamento dentro da própria localidade.

• Balanceamento dos circuitos em desequilíbrio.

d) Deverão ser mantidos na rede os ramais de ligação multiplexados em bom


estado, nos projetos de substituição de cabo nu para cabo multiplexado.

e) Durante a elaboração de projetos de extensão de redes de distribuição, a


extensão futura deverá prever a possibilidade de futuros atendimentos, de modo que seja
possível o atendimento imediato das unidades consumidoras solicitantes e posteriormente
das demais que irão solicitar a ligação de energia.

7. OBTENÇÃO DE DADOS PRELIMINARES


Consiste na obtenção de dados que irão subsidiar o projetista na escolha da melhor
solução para cada caso, bem como possibilitar a confecção do mesmo.
Caso o projeto seja elaborado pela concessionária, esses dados poderão ser obtidos
através do Sistema de Gestão da Distribuição – SGD.

7.1. Mapas e Plantas


Caso o projeto seja elaborado pela concessionária, deverá ser utilizado como base o
Sistema de Gestão da Distribuição – SGD, das Concessionárias.

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No caso de novos loteamentos ou áreas ainda não mapeadas, devem ser obtidos
mapas precisos com as coordenadas geográficas e amarrados com o arruamento existente
e já mapeado.

7.2. Levantamento da Carga e Determinação de Demandas


Consiste no levantamento da carga quando necessário, dos consumidores primários
e secundários, medições necessárias de carga, verificação das condições locais para
estimativa de crescimento (histórico e perspectivas), e determinação de demandas atuais e
projetos de demandas futuras de todos os outros consumidores, existentes e potenciais.

7.3. Determinação de Demanda nas Unidades Consumidoras já


Ligadas

7.3.1 - Rede Primária


A demanda da Rede Primária será determinada de acordo com os dados elétricos
dos circuitos de Alta Tensão existentes, levantados em campo, ou no caso da
Concessionária através do Sistema de Gestão da Distribuição - SGD e Medições.

7.3.2 - Rede Secundária


A demanda da Rede Secundária será determinada de acordo com os dados elétricos
dos circuitos de Baixa Tensão existentes levantados em campo e aplicando as tabelas n.°
01 e 02, ou no caso da Concessionária através do Sistema de Gestão da Distribuição - SGD
e Medições.

7.4. Determinação de Demandas para Novas Unidades


Consumidoras
Os critérios serão conforme demanda e carga instalada do projeto, seguindo-se o
estabelecido nesta norma e conforme NDU's 001, 002 e 003.

7.4.1 - Rede Secundária

a) Consumidores Ligados a 4 Fios


As demandas máximas deverão ser determinadas individualmente, de acordo com os
métodos constantes nas tabelas n.º 1 e 2.
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A determinação do horário de ocorrência dessa demanda máxima (curva de carga)
bem como valor da demanda do consumidor no horário de ponta do transformador, deve ser
feita levando-se em conta as características de funcionamento da(s) carga(s) do
consumidor(es).

b) Edificações de Uso Coletivo


As demandas máximas também serão determinadas individualmente.

c) Consumidores Ligados a 2 e 3 Fios


A demanda máxima para o conjunto de consumidores de cada circuito secundário
poderá ser determinada de acordo com o seguinte processo:

- Estimativa através da demanda diversificada conforme tabela n.º 2.

7.4.2 - Rede Primária


A determinação das cargas para dimensionamento da rede primária será feita
basicamente do seguinte modo:

a) Cargas concentradas

Consumidores acima de 75kVA, ou edificações de uso coletivo com carga instalada


superior a 225kVA no caso da Energisa Minas Gerais e Energisa Sergipe e 300kVA no caso
da Energisa Nova Friburgo, Energisa Paraíba e Energisa Borborema:

a.1) Edificações de Uso Coletivo

Determinação da demanda conforme item 7.5.1 letra b da NDU-003.

a.2) Consumidores Industriais e comerciais

Pode-se determinar a demanda das seguintes formas:

• Através dados de faturamento de consumidores do mesmo ramo de atividade


conforme tabela 1, item 2.

• Estimativa a partir da carga instalada:

Dmáx. = Cinst x FDmáx.

Cinst = carga instalada em kVA


FDmáx. = fator de demanda máxima, conforme tabela n.º 3.
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b) Cargas distribuídas
Terão suas demandas determinadas a partir do fator de demanda máxima e
capacidade instalada em transformador, conforme estabelecido a seguir:

• Obter medição do alimentador ou trecho da rede primária em estudo; seja DMM o


valor da Demanda Máxima Medida, em kVA.

• Obter a Demanda Máxima das cargas concentradas, coincidente com a ponta de


carga do alimentador ou da parte da rede primária considerada; seja DMC este valor.

• Obter a Demanda Máxima das Cargas Distribuídas pela fórmula:

DMD = DMM - DMC

8. LOCAÇÃO DE POSTES

Consiste na locação física dos postes, observando-se os requisitos de espaçamento,


segurança, grau de iluminamento mínimo, estética, etc.

8.1. Marcação

A marcação física da posição dos postes segue os critérios básicos abaixo indicados:
• Havendo passeio ou meio fio, os postes são locados através de um triângulo
vermelho, pintado no passeio ou no meio fio.

Neste caso o alinhamento é dado pelo próprio meio fio, conforme desenho 005 da
NDU-004.

• Não havendo passeio ou meio fio, os postes são locados através de piquetes de
madeira, pintados de vermelho na sua extremidade superior e ainda, se possível, deixar
pintada alguma testemunha (muro, mourão, cerca, árvore, etc.).
Neste caso há necessidade de definição do alinhamento do meio fio, por parte do
solicitante (incorporadora, consumidor, etc.), sempre com a participação da área competente
da Prefeitura do Município onde será implantado o projeto.

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8.2. Localização

A localização dos postes, ao longo das ruas e avenidas, deve ser escolhida levando-
se em conta os seguintes aspectos:

a) O projetista deve sempre avaliar o efeito da rede proposta no meio ambiente onde
será construída, procurando sempre minimizar ou eliminar os aspectos que possam
interferir diretamente no desempenho do fornecimento de energia elétrica e evitando
desmate de árvores e demais formas de vegetação.

b) Procurar locar, sempre que possível, na divisa dos lotes.

c) Os postes deverão ser locados de tal forma que se garanta o comprimento do


ramal de ligação de no máximo 40 (quarenta) metros nas redes urbanas e no meio rural.

d) Procurar locar prevendo-se futuras extensões, para evitar remoções


desnecessárias.

e) Evitar locação de postes em frente a portas, janelas, sacadas, garagens,


marquises, anúncios luminosos, etc..

f) Evitar que a posteação passe do mesmo lado de praças, jardins, igrejas e


templos que ocupam grande parte da quadra.

g) Verificar junto aos órgãos municipais, planos futuros de urbanização, em especial


a possibilidade de plantio de árvores.

h) Verificar a possibilidade de arrancamento na estrutura, função do esforço dos


cabos em relação ao perfil da rua.

i) Tomar cuidado com as possíveis tubulações subterrâneas de água, esgoto, rede


telefônica, galerias de águas pluviais, gás, etc.

j) Quando não for possível a instalação de um único poste na esquina, por razões
de segurança, desalinhamento pronunciado na posteação e impossibilidade de manter o
menor espaçamento entre postes, devem ser previstos os cruzamentos ou derivações
conforme desenhos 001 e 002.

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k) Existindo desnível acentuado no terreno em cruzamento de ruas/avenidas, os
postes devem ser locados preferencialmente nas esquinas. Não sendo possível, a distância
máxima entre o eixo do poste e o ponto de cruzamento da rede não deve ser superior a 5 m.

l) A distância do eixo do poste ao meio fio é definida no desenho 005 da NDU-004.

m) Evitar, quando possível, posteação em rotatórias e em curvas de ruas e avenidas.

8.3. Disposição

A disposição pode ser unilateral, bilateral alternada ou bilateral frente a frente.

a) Em ruas com até 15 metros de largura, incluindo-se o passeio, os postes deverão


ser locados de um mesmo lado (disposição unilateral) observando-se a seqüência da rede
existente.

b) Em ruas com larguras compreendidas entre 15 a 30 metros, os postes deverão


ser locados dos dois lados da rua (disposição bilateral) alternadamente.

c) Em ruas com larguras superiores a 30 metros, os postes deverão ser locados dos
dois lados da rua (disposição bilateral frontal).

A disposição escolhida deve permitir atender aos requisitos de qualidade de


iluminação pública (ver item 9.3.8) e atender aos consumidores dentro das exigências
previstas nas normas NDU 001, 002 e 003.

8.4. Vão

O vão entre os postes irá variar de acordo com a configuração da rede e do perfil do
terreno, sendo tomados como base os seguintes vãos máximos:

VÃO MÁXIMO (m)

Alta Tensão (Nua / Compacta)


Sem BT 80
Com BT 3Ø 40
Com BT 2Ø ou 1Ø 60

Somente Baixa Tensão


BT 3Ø 40
BT 2Ø ou 1Ø 60

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Onde esta configuração não for possível, é necessária uma análise prévia do projeto
pela Concessionária.

8.5. Outros Cuidados a Serem Observados Durante a Locação

Durante a locação são anotados, na planta, detalhes necessários ao projeto tais


como:

a) Estrutura primária a ser usada.

b) Afastamento mínimo da rede primária, secundária e comunicação, conforme


tabela 20.

c) Desnível para conexões aéreas.

d) Concretagem de poste.

e) Saídas de ramais aéreos e subterrâneos.

f) Derivações para consumidores a serem ligados no primário.

g) Instalação de equipamentos em postes perto de janelas, sacadas, etc..

h) Levantamento de travessias.

i) Altura de linhas de comunicação nos cruzamentos com a rede.

j) Localização do padrão de entrada de energia.

k) Estado físico do arruamento.

l) Pedidos de serviço/ligação.

m) Interferência com arborização.

n) Reparo de calçadas pavimentadas.

8.6. Afastamentos Mínimos

As distâncias entre a rede elétrica e as construções, fachadas, letreiros, luminosos,


reformas, etc., devem ser avaliadas prevendo futuras ampliações destas e o futuro
afastamento das redes elétricas, evitando condições inseguras, bem como gastos futuros
com remoção e interrupções de energia. Os afastamentos mínimos para as redes

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secundárias isoladas e para redes primárias convencionais (condutores nus) ou compactas
(condutores cobertos) conforme tabelas 20 a 23 e desenhos 001 a 007 da NDU-004.

9. DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO

Consiste na definição da configuração, carregamento e seção dos condutores da


rede primária e secundária, características da iluminação pública, localização e
carregamento de transformadores, definição e coordenação da proteção e seccionamento
da rede primária.

9.1. Rede Primária

9.1.1 - Definição Básica

A rede primária será trifásica a 4 fios ou monofásica a 2 fios, com o neutro


multiaterrado e conectado à malha de terra na Subestação.

9.1.2 - Tipos de Redes

a) Rede com condutores nus (convencional);

b) Rede com condutores protegidos (rede compacta).

9.1.3 - Aplicação

As redes compactas aplicam-se a sistemas de distribuição urbanos ou rurais, onde


são verificados os seguintes problemas:

a) Desligamentos provocados por interferência da arborização com a rede;

b) Desligamentos provocados por descargas atmosféricas;

c) Locais de freqüentes ocorrências de objetos lançados à rede;

d) Congestionamentos de estruturas;

e) Podas drásticas de árvores;

f) Saída de alimentadores das Subestações (alternativa técnico-econômica).

Demais casos devem-se adotar a rede com condutores nus (convencional).

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9.1.4 - Níveis de Tensão

As Tensões Nominais da Rede Primária serão de 11.400/6.582 V na Energisa Nova


Friburgo e Energisa Minas Gerais; 13.800 / 7.960V na Energisa Borborema; Energisa
Sergipe e Energisa Paraíba e 22.000 / 12700 V na Energisa Sergipe.

O nível de tensão na rede primária, de acordo com a legislação em vigor, admite uma
variação no ponto de entrega, em relação à tensão nominal de + 5 % e – 7 %.

Em condições normais de operação, o sistema deverá operar na faixa adequada.

9.1.5 - Configuração Básica, Trajeto e Faseamento

a) Configuração Básica

Os alimentadores deverão ser radiais, constituídos de um tronco principal que,


partindo da subestação de distribuição, alimentará os diversos ramais.

O tronco do alimentador será sempre trifásico.

O ramal poderá ser monofásico em locais de baixa densidade de carga na zona rural.
Caso o mesmo possua comprimento superior a 26km e/ou que possua carga instalada maior
que 75kVA, deverá ser submetido à análise e aprovação da CONCESSIONÁRIA, através do
estudo e emissão da viabilidade técnica.

O uso de transformador monofásico na zona urbana só será permitido após consulta e


aprovação da Concessionária.

b) Trajeto

Para a escolha do trajeto de uma rede de distribuição, deverão ser observados os


seguintes aspectos:

• O tronco do alimentador deverá passar o mais próximo possível do centro da


carga.

• As avenidas ou ruas, escolhidas para o trajeto, deverão estar bem definidas.

• Os ramais derivados do tronco do alimentador, deverão ser projetados de tal


maneira que sejam o menos carregados e extensos possível.

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• Os trajetos dos ramais deverão ser planejados de forma a evitar voltas
desnecessárias nos quarteirões.

• Evitar, sempre que possível, ruas de tráfego intenso.

• Evitar, sempre que possível, circuito s duplos (rede convencional).

• Prever-se interligação, entre alimentadores diferentes, para as contingências


operativas do sistema.

• O caminhamento deve ser seguido, preferencialmente, do lado não arborizado


das ruas ou avenidas (rede nua), observando-se o norte magnético e os desníveis do
terreno.

• Manter, em relação a sacadas e marquises, a distância recomendada em norma.

• No caso da rede de distribuição atravessar áreas arborizadas ou de grande


agressividade poluente o projeto deverá prever redes com cabos protegidos.

c) Faseamento

• A seqüência de fases na saída da Subestação será, considerando-se o


observador de costas para o pórtico de saída, a seguinte:

Placa Vermelha Fase A (esquerda)


Placa Azul Fase B (centro)
Placa Branca Fase C (direita)

• A confirmação do faseamento, nas saídas dos alimentadores existentes, deve ser


feito observando-se as placas indicativas instaladas no pórtico da Subestação.

• Os ramais monofásicos deverão ser planejados de modo a se conseguir o melhor


equilíbrio possível entre as três fases, indicando-se no projeto as fases das quais deverão
ser derivados os mesmos, após consulta ao setor competente da Concessionária.

• Em caso de interligação entre alimentadores deverá ser observada a seqüência


de fases dos mesmos, a qual deverá ser sempre indicada no projeto.

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9.1.6 - Condutores Utilizados

a) Tipo e Seção

Os condutores a serem utilizados nos projetos de rede primária serão de alumínio


(CA), cujas características básicas estão indicadas na tabela 26. Deverão ser utilizadas as
seguintes seções: 2 AWG, 1/0 AWG, 4/0 AWG e 336,4 MCM para rede convencional e
cabos protegidos de 50, 120 e 185mm² para redes compactas.

No caso de extensões de ramais de RDR em cabo CAA 4AWG que venham a passar
por área urbanizada na zona rural, o mesmo poderá ser mantido, devendo para isso que as
trações de montagem sejam iguais ao do cabo CA 2AWG, conforme tabelas 38 e 39.

b) Carregamento

O dimensionamento dos condutores de uma rede primária deve ser feito observando-
se os seguintes pontos básicos:

• Máxima queda de tensão admissível, em condições normais e de emergência.

• Capacidade térmica dos condutores, considerando-se o carregamento em


condições normais (corrente admissível a 30ºC ambiente + 40ºC de elevação) e de
emergência (corrente admissível a 30ºC ambiente + 70ºC de elevação).

De acordo com os critérios de seccionamento e manobra, o carregamento máximo


de tronco de alimentadores interligáveis deverá ser de 60% em relação à sua capacidade
térmica, para localidades com mais de 2 alimentadores, e 50% para localidades com 2
alimentadores.

9.1.7 - Equilíbrio de Carga

O desequilíbrio máximo permissível em qualquer ponto de um circuito primário é de


15 %.

9.1.8 - Queda de Tensão e Correção dos Níveis de Tensão

a) Queda de tensão primária é a queda compreendida entre o barramento da


Subestação e o ponto mais desfavorável onde se situa o último transformador de
distribuição ou o último consumidor primário.

De acordo com a Legislação em vigor, a queda de tensão máxima no atendimento a


consumidor primário é de 5 % (cinco por cento), com relação à tensão nominal do sistema.
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O cálculo desse segmento da rede deverá ser feito na planilha de cálculo de queda
de tensão, com o auxílio dos coeficientes de queda de tensão e com base no traçado da
rede primária e bitola do condutor, calcula-se a queda de tensão considerando a carga
estimada no fim do horizonte de projeto.

b) Nos grandes projetos de reforma e extensão de rede, devem ser cuidadosamente


analisados os critérios utilizados para correção ou regulação de tensão.

Caso o nível de tensão fique abaixo do nível adequado, devemos verificar se o


problema pode ser resolvido com transferência de carga de um alimentador para outro com
simples operação de chave, ou revisão de ajustes de equipamentos de regulação
existentes, ou equilíbrio de carga.

c) O limite máximo de queda de tensão para projeto é de 3%.

9.1.9 - Interligação

Na definição de critérios de interligação, deve-se distinguir interligação entre os


troncos de alimentadores e entre ramais.

Ao se projetar estas interligações, considerar o atendimento aos seguintes requisitos:

• Transferência de toda a carga de um alimentador para alimentadores vizinhos,


com o menor número de manobras de transferências possíveis.

• Transferência de carga em excesso de uma Subestação para outra vizinha, de


acordo com o planejamento elétrico da localidade.
Carga em excesso de uma Subestação é a diferença entre sua demanda e a
capacidade firme, no caso da perda, da maior unidade transformadora.

Para cumprir os requisitos acima, em localidades servidas por mais de um


alimentador, em cada um deve ser previstas no mínimo, duas interligações do tronco, de
preferência com alimentadores diferentes.

Os critérios para localização das chaves estão indicados no desenho 03.

A primeira interligação (no início do alimentador) deverá permitir a transferência de


carga entre alimentadores da mesma Subestação.

A segunda interligação (no meio do alimentador) deverá permitir, preferencialmente,


a transferência de carga entre alimentadores de Subestações diferentes.
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Durante as operações de transferência de carga, deverão ser observados os limites
máximos de queda de tensão, o limite térmico dos condutores e os ajustes dos
equipamentos de proteção (Religador ou Disjuntor) dos alimentadores da subestação.

Além das interligações citadas acima, poderão ser previstas, também, interligações
entre ramais que atendam consumidores especiais, de modo a transferir parte da carga de
um ramal para outro em condições de manobra, quando então os dispositivos de proteção
de ambos os ramais deverão suportar esta transferência.

9.1.10 - Seccionamento

O seccionamento projetado deve prever a complementação dos recursos operativos


necessários após a conclusão do projeto de proteção. Deve-se proceder a uma análise
criteriosa da localização e dos tipos de chaves a serem utilizados, de modo a assegurar
maior eficiência na continuidade e segurança no fornecimento de energia.

Serão utilizadas as chaves seccionadoras unipolares de 400 A, para 15 kV e 25 kV


com gancho para abertura em carga tipo “loadbuster”, chaves a óleo e chaves de
transferência automática comandadas à distância. As chaves com isolamento para 15 kV só
poderão ser utilizadas após o limite de 0,5 km da orla marítima.

A localização das chaves deve ser definida usando a minimização do tempo e das
áreas afetadas pela interrupção, durante os serviços de manutenção ou situações de
emergência, bem como nos casos de transferência de carga de um alimentador para outro,
nas interligações.

As chaves seccionadoras devem ser previstas onde não for possível a instalação de
dispositivo de proteção (seja por problema de nível de curto-circuito ou de coordenação),
nos troncos de alimentadores, nos pontos de interligação e ao longo dos mesmos, de tal
forma a dividi-los, normalmente, em quatro ou seis trechos, de cargas aproximadamente
iguais. Deve-se instalar as chaves em locais de fácil acesso e identificação.

Na transição da Rede Nua para a Rede compacta devem ser instaladas chaves
seccionadoras. Havendo impossibilidade para tal, esta deverá ser instalada em estrutura
imediatamente anterior ou posterior a transição.

Os critérios e o esquema básico de seccionamento e proteção estão mostrados nos


desenhos 004 e 005.
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Ramais longos, de uma forma geral, deverão ser seccionados aproximadamente de 5
em 5 km por chaves de faca, chaves fusíveis, ou outros equipamentos, conforme estudos
específicos.

9.1.11 - Proteção Contra Sobrecorrentes

As diretrizes detalhadas de proteção, incluindo critérios de instalação,


dimensionamento, ajustes e coordenação de equipamentos de proteção, constam na Norma
de Proteção da Distribuição. As principais diretrizes estão resumidas a seguir:

a) Critério de instalação

Os critérios orientativos a seguir descritos estão indicados na tabela 4:

• Na saída de alimentadores nas Subestações de distribuição:


- Religadores ou equipamentos com proteção de terra, nos circuitos alimentadores
onde se deseja coordenação ou seletividade com os demais equipamentos de proteção
instalados na rede.

• Nos troncos de alimentadores:

Em troncos interligáveis normalmente não devem ser previstos dispositivos de


proteção. Quando necessário devem ser usados:
- Religador de linha: em redes de distribuição onde se deseja suprir áreas sujeitas
a falhas transitórias, cuja probabilidade elevada de interrupção tenha sido constatada
através de dados estatísticos.
- Seccionalizador: ao longo do alimentador, após cargas cuja continuidade de
serviços seja desejada.

• Nos ramais e sub-ramais:


- Religador de linha: em circuitos longos onde se deve criar zonas de proteção,
através de ajustes apropriados, devido aos níveis de curto-circuito.
- Seccionalizador: em redes de distribuição onde se deseja suprir áreas sujeitas a
falhas transitórias, cuja probabilidade elevada de interrupção tenha sido constatada através
de dados estatísticos.
- Chave fusível: em ramais, observando que o número máximo de elos instalados
em série não exceder 3, sem considerar a chave de proteção do transformador; desde que
exista visualização do ponto de transformação a partir do ponto de derivação.
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Recomenda-se instalar chave-fusível nos seguintes pontos:

• No início dos ramais com extensões até 300m, que possuem apenas um
transformador, dispensando a instalação da chave no ponto de transformação, desde que
exista visualização do ponto de transformação a partir do ponto de derivação.

• Em locais de grande arborização ou grande incidência de pipas, etc..

• Após cargas, cuja importância recomende maior continuidade de serviço.

• Em alguns sub-ramais derivados de ramais longos, ou de ramais protegidos por


religadores ou seccionalizadores ou quando tenham, em sua derivação, chaves faca.

• Para proteger transformadores de distribuição, deslocando a proteção quando


viável.

• Em derivações monofásicas de redes trifásicas.

• Como proteção de bancos de capacitores.

• Para proteger os ramais de ligação em MT, conforme NDU-002.

b) Escolha das Chaves-Fusíveis

As chaves fusíveis projetadas deverão estar de acordo com as chaves padronizadas


pelas ENERGISA na norma de Padrões de Materiais NDU-010, observando-se o seguinte
aspecto:

• Deve ser seguido o mesmo critério na escolha da tensão nominal de isolamento


que o utilizado para as chaves seccionalizadoras.

c) Dimensionamento e Ajustes

• Para proteção de ramais com chaves fusíveis devem ser utilizados elos fusíveis,
de acordo com a tabela 5 desta norma.

O elo fusível será determinado conforme indicado a seguir:

- Para ramais exclusivamente com transformadores de distribuição e/ou prédios


residenciais ligados em MT, os elos serão determinados de acordo com a demanda (kW).

- Ramal com transformadores trifásicos: conforme a tabela 7, considerando:

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1. Carga: IN (elo-fusível) > Icarga, considerar sempre que possível a evolução do
sistema para 3 anos.

2. Coordenação: Os elos-fusíveis deverão estar coordenados entre si e para o valor


da máxima corrente de curto circuito no ponto de instalação do elo fusível protetor.

3. Sensibilidade: A corrente nominal do elo fusível deve ser menor ou igual à quarta
parte da corrente curto-circuito fase-terra mínimo no fim do trecho protegido pelo fusível.

4. O elo-fusível deverá suportar a corrente transitória de magnetização durante, pelo


menos 0,1 s.

- Nas derivações para atendimento à consumidores em MT os elos são


dimensionados a partir da demanda do consumidor, de acordo com a tabela 5, exceto
quando se tratar de alimentador exclusivo para um consumidor.

- Nos transformadores de distribuição os elos são dimensionados a partir da


capacidade do transformador, de acordo com as tabelas 6 e 7.

- Nos bancos de capacitores, os elos deverão ser dimensionados de acordo com a


tabela 8.

9.1.12 - Proteção Contra Sobretensões

Os pára-raios devem ser instalados próximos das buchas primárias do equipamento


a ser protegido.

Deverão ser projetados nos seguintes pontos:

• Em estruturas que contenham reguladores, religadores, seccionalizadores e


chaves facas normalmente abertas, nos lados fonte e carga.

• Banco de capacitores.

• Transição de rede aérea para subterrânea ou vice-versa.

• Transformadores que atendem cargas especiais, em qualquer caso (hospitais,


escolas, estações de água, quartéis, prédios públicos, etc.).

• Em áreas de predominância de edificações verticais não devem ser instalados


pára-raios em transformadores localizados entre pára-raios adjacentes, cuja distância seja
inferior a 500 m, em qualquer direção linear da rede.

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• Em transformadores de distribuição em final de linha ou atendidos por Rede
Compacta.

• Em transição de rede convencional para rede protegida ou vice-versa.

• Em todas as três fases de um fim de rede trifásica mesmo quando segue uma das
fases.

• Em transição de RDU para RDR ou vice-versa.

• Em todo final de rede.

9.1.13 - Aterramento

O aterramento da rede de distribuição obedecerá aos seguintes critérios:

• Na área de concessão da Energisa Sergipe e Energisa Paraíba (municípios com


orla marítima) serão utilizados hastes de terra de aço cobreado de 2400mm x 5/8” com cabo
de aço cobreado de 3 x 9 AWG e na área de concessão da Energisa Borborema, Energisa
Nova Friburgo, Energisa Minas Gerais e Energisa Paraíba (demais municípios) serão
utilizados hastes de terra tipo cantoneira de aço galvanizado de 2400mm x 25mm e cabo
de aço de 1/4”.

• Todos os pára-raios e carcaças dos religadores, seccionalizadores, reguladores,


capacitores, chaves a óleo e dos transformadores terão o condutor do aterramento
interligado ao neutro da rede, com uma malha de no mínimo 3 (três) hastes e conforme
desenho 108 e 109 da NDU-004.

• A ligação do condutor neutro, dos pára-raios e das carcaças dos equipamentos a


serem protegidos à terra, deverá ser comum e estar conectada ao condutor de aterramento.

• O condutor neutro deverá ser contínuo, multiaterrado e conectado à malha da


Subestação.

• Em redes de distribuição, o neutro deve ser aterrado em intervalo de


aproximadamente 300m, com 3 (três) hastes de terra, conforme desenho 107 e 108 da
NDU-004 de modo que nenhum ponto da rede se distancie mais de 200 m de um ponto de
aterramento.

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• Todo fim de rede, MT e BT, terá o seu neutro aterrado com uma malha de 3 (três)
hastes.

• É necessária a conexão do estai ao condutor neutro.

• Quando houver BT, o neutro da mesma servirá como neutro da rede. Não
havendo BT, o neutro, para redes de MT será de no mínimo 2 AWG para condutores fase
de bitola 1/0, 1/0 para condutores fase de bitola 4/0 AWG e 336 MCM. Nas redes
compactas o cabo mensageiro servirá como neutro e deverá estar interligado ao neutro da
BT.

9.1.14 - Miscelânea

• Isolador de Pino

- Isolador anti-poluição multicorpo (RT-15):


Terão sua utilização exclusiva na orla marítima da área de concessão da Energisa
Sergipe, até 1 km distante perpendicularmente à orla e em áreas onde exista poluição
industrial.

- Isolador de porcelana:
Deverá ser usado nos casos não enquadrados acima.

- Isolador de polimérico:
Sua adoção será restrita as áreas de vandalismo, nas redes compactas, ou
conforme aprovação da concessionária.

NOTA: O isolador polimérico quando usado na rede nua, terá que ser instalado
acompanhado do coxim.

• Conexões

Nas redes primárias serão utilizados os conectores a compressão Tipo H, nas


empresas Energisa Nova Friburgo e Energisa Minas Gerais e conectores de derivação Tipo
Cunha na Energisa Borborema, Energisa Sergipe e Energisa Paraíba; aplicados com o uso
de ferramenta própria e com cartucho adequado. No caso da rede compacta este conector
deverá ser aplicado com capa de proteção.

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Em todas as conexões nos condutores fases com cabo coberto, é necessário o
restabelecimento da cobertura do cabo.

Nas conexões de neutro da rede serão utilizados conectores a compressão Tipo “H”
na Energisa Nova Friburgo e Energisa Minas Gerais e conectores Tipo “Cunha” na Energisa
Sergipe, Energisa Borborema e Energisa Paraíba.

Na Energisa Borborema, Energisa Sergipe e Energisa Paraíba onde houver


necessidade de se instalar o grampo de linha viva deverá ser utilizado o conector estribo.

• Emendas

Quando forem necessárias emendas nos condutores das redes de distribuição, em


MT ou BT, estas deverão ser à compressão com uso da ferramenta adequada à sua
aplicação, e com a devida recomposição no caso da rede compacta e rede secundária
isolada.

Não é permitida a emenda do cabo mensageiro no meio do vão.

• Alças preformadas

As alças adotadas para condutores de alumínio serão de aço galvanizado e aço


aluminizado, devendo esta última ser utilizada em toda área de concessão da Energisa
Sergipe.

• Espaçadores Losangular

Na instalação dos espaçadores em intervalos regulares ao longo do vão conforme


desenhos 64 e 65 da NDU-004, deverão ser adotados os seguintes critérios:

- Em estruturas ancoradas ou com instalação de equipamentos de manobra serão


instalados a 10m aproximadamente, á direita e a esquerda do poste.

- Ao longo do vão serão instalados em intervalos de 7 a 11m, obedecidas as


condições anteriores.

• Separador

Terá sua utilização na rede compacta, com a finalidade de permitir a conexão de


circuitos no meio de vãos conforme desenho 65 da NDU-004.

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• Cruzamentos com conexão

- No cruzamento entre redes convencionais (cabos nus), o ramal deverá sempre


passar no nível inferior ao tronco da rede.

- No cruzamento entre redes convencionais (cabos nus) e redes compactas (cabos


protegidos), esta última deverá sempre passar no nível superior.

- No cruzamento entre redes compactas (cabos protegidos) as mesmas deverão


passar em disposição vertical fazendo uso do separador e no mesmo nível.

• Tipos de conexão e amarração

- Conexão/amarração para rede convencional conforme desenhos 49 a 53 da


NDU- 004.

- Conexão/amarração para rede protegida conforme desenhos 64 a 69 da NDU-


004.

9.2. Transformador de Distribuição

Serão utilizados transformadores trifásicos e monofásicos conforme padronização da


norma NDU-008.

9.2.1 - Potências Padronizadas

As potências nominais, padronizadas para transformadores de distribuição para


postes a serem utilizados em redes aéreas urbanas, são as seguintes:

• Transformadores trifásicos: 15; 30; 45; 75; 112,5; 150; 225 e 300 kVA, sendo este
último somente para Energisa Paraíba, Energisa Borborema e Energisa Nova Friburgo.

• Transformadores monofásicos: 5; 10 e 15 KVA.

• Transformadores monofásicos de 25kVA para Energisa Minas Gerais e Energisa


Nova Friburgo.

• Os transformadores trifásicos de 112,5, 150, 225 e 300 KVA devem ser utilizados
em áreas tipicamente comerciais, industriais ou nos casos de atendimento a múltiplas
unidades.

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Nota: Na área de concessão da Energisa Sergipe, os transformadores com classe de
15kV deverão possuir as buchas de alta tensão classe 25kV.

9.2.2 - Dimensionamento

Os transformadores deverão ser dimensionados de tal forma a minimizar os custos


anuais de investimento inicial, substituição e perdas, dentro de um horizonte considerado
adequado, conforme desenho 06.

• Carregamento

O carregamento máximo dos transformadores deverá ser fixado em função da


impedância interna, perfil de tensão adotado e levando-se também em conta os limites de
aquecimento, sem prejuízo da sua vida útil conforme os desenhos 6, 7 e 8. Os valores da
queda de tensão interna dos transformadores de distribuição estão na tabela 9.

9.2.3 - Localização

A instalação de transformadores deve atender, no mínimo, aos seguintes requisitos


básicos:

a) Estar tanto quanto possível no centro de carga.

b) Estar próximo às cargas concentradas, principalmente as que possam ocasionar


flutuações de tensão.

c) Localizado de tal forma que as futuras relocações sejam minimizadas.

d) Localizado em locais de fácil acesso, visando facilitar a operação e substituição.

9.2.4 - Proteção Contra Sobrecorrentes

A proteção de transformadores contra sobrecorrentes deve ser feita através da


instalação de chaves fusíveis cujos elos fusíveis estão definidos nas tabelas 6 e 7.

9.3. Rede Secundária

9.3.1 - Definição

A rede secundária poderá ser alimentada por transformadores trifásicos ou


monofásicos, obedecendo-se os critérios básicos estabelecidos neste item.
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No primeiro caso, o secundário será a 4 fios, com neutro multiaterrado e comum ao
primário. No segundo caso, o secundário será a 3 ou 2 fios com o neutro multiaterrado e
comum ao primário.

9.3.2 - Níveis de Tensão

A tensão nominal da rede secundária será de 220/127V e 230/115V nas áreas de


concessão da Energisa Minas Gerais e Energisa Sergipe e de 380/220V e 230V nas áreas
de concessão da Energisa Borborema, Energisa Nova Friburgo e Energisa Paraíba, quando
alimentada por transformadores trifásicos e monofásicos, respectivamente.

A tensão secundária de 380/220V na área de concessão da Energisa Sergipe só


será permitida nas localidades onde já exista esse sistema conforme aprovação da
concessionária.

As faixas de tensão favorável e tensão tolerável permitidas estão definidas nas


tabelas 10 e 11.

9.3.3 - Configuração Básica

A configuração da rede secundária dependerá basicamente das condições de projeto


em virtude do traçado das ruas e densidade de carga, buscando-se sempre a otimização
técnico-econômica.

9.3.4 - Condutores Utilizados

Os condutores a serem utilizados nos projetos de rede secundária serão cabos de


alumínio multiplexados, com condutores fase em alumínio isolados em polietileno (XLPE-
90°C) para 0,6/ 1 kV e condutor mensageiro (neutro) nu em liga de alumínio, nas seguintes
formações, cujas características básicas estão indicadas nas tabelas 28 e 29.

• Circuitos monofásicos (2 fios) - (Energisa Borborema, Energisa Nova Friburgo e


Energisa Paraíba)

- 1 x 1x 25 + 25 mm²

- 1 x 1x 35 + 35 mm2

• Circuitos monofásicos (3 fios) - (Energisa Minas Gerais e Energisa Sergipe)

- 2 x 1 x 25 + 25 mm²

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- 2 x 1 x 35 + 35 mm²

• Circuitos trifásicos (4 fios)

- 3 x 1 x 35 + 35 mm²

- 3 x 1 x 70 + 70 mm²

- 3 x 1 x 120 + 70 mm²

- 3 x 1 x 185 + 120 mm²

• Formação

O cabo completo compreende:

a) 1, 2 ou 3 condutores fase, constituídos por fios de alumínio, de seção circular,


recobertos por uma camada isolante;

b) Condutor neutro (mensageiro) será nu, formado por fios de liga de alumínio de
seção circular.

• Identificação

A isolação dos todos os condutores fase deve ser marcada, de forma legível e
indelével, em intervalos regulares de 500mm, com as seguintes informações mínimas:

a) Nome e/ou marca comercial do fabricante;

b) Tensão de isolamento (0,6/1kV);

c) Material de isolação (XLPE);

d) Ano de fabricação.

Nos cabos com mais de um condutor por fase, cada uma delas deve ser diferenciada
por meio de frisos longitudinais, marcadas sobre a isolação. Alternativamente, podem ser
utilizados sistemas à base de números ou palavras, gravados de forma permanente a cada
500mm, conforme indicado a seguir, desde que essa marcação não interfira na identificação
dos condutores:

- 111 ou fase 1 ou fase A ou sem frisos.

- 222 ou fase 2 ou fase B ou 1 friso.

- 333 ou fase 3 ou fase C ou 2 frisos.


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- 31 -
• Dimensionamento de Condutores

Critérios gerais:

A rede secundária deverá ser dimensionada de tal forma a minimizar os custos de


investimento inicial, ampliações e modificações dentro do horizonte de projeto,
considerando a bitola mínima recomendada para o condutor tronco em função da
ampacidade, de acordo com a tabela 12.

Importante:

- Na elaboração do projeto, deve-se atentar para os critérios relativos à máxima


queda de tensão admissível, levando-se em conta o crescimento vegetativo para o local.

- No dimensionamento elétrico deve-se considerar que o atendimento ao


crescimento da carga será feito procurando-se esgotar a capacidade de corrente dos
condutores e a máxima queda de tensão permitida.

9.3.5 - Queda de tensão


Queda de tensão secundária é a queda compreendida entre os bornes secundários
do transformador de distribuição e o ponto de maior valor distância x corrente, conforme
desenhos 7 e 8.

O horizonte de projeto deverá ser de 12 anos e os valores das máximas quedas de


tensão no final deste horizonte limita-se a:

- Rede secundária monofásica: 3 %

- Rede secundária trifásica: 3 %

Para o cálculo de queda de tensão deve ser usado o formulário constante na tabela
36. No cálculo de circuitos ou trechos em anel não é necessário que as quedas de tensão
no ponto escolhido para abertura sejam iguais, bastando que ambas sejam inferiores aos
máximos permitidos.

Os coeficientes de queda de tensão a serem empregados são os constantes nas


tabelas 33, 34 e 35.

9.3.6 - Reformas/melhoramentos e Reforço

Ao elaborar projetos de reformas/melhoramentos e reforço, deve-se analisar uma


área representativa, de forma a se otimizar o dimensionamento dos circuitos, mediante o
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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 32 -
aproveitamento da potência disponível em transformadores. Isso deve ser feito analisando
não só os circuitos em questão, mas também os adjacentes, os adjacentes aos adjacentes
e assim sucessivamente, até que mediante remanejamento de carga entre circuitos, troca
e/ou deslocamento de transformadores e divisão de circuitos, se consiga atender toda uma
área dentro dos critérios técnicos - econômicos mais adequados, conforme estabelecido
nessa norma.

9.3.7 - Equilíbrio de fases

No processo de cálculo elétrico utilizado para fins de projeto de redes secundárias, a


carga deve ser considerada como equilibrada.

Aplicável a qualquer tipo de projeto (reforma/ melhoramento, extensão ou rede nova),


o estudo do balanceamento de fases no secundário de cada transformador deve ser
efetuado, uma vez que o desequilíbrio sensível de cargas provoca queda de tensão elevada
na fase mais carregada e o aparecimento de altas correntes no neutro, sobrecarregando
condutores e transformadores.

Para avaliar a influência do desequilíbrio de fases é utilizado como indicador, o índice


de desequilíbrio determinado pela expressão:

IF − IM
Id % =| | ×100
IM

I A + I B + IC
IM =
3

IM = Corrente média das fases.


IF = Corrente da fase.
Id %= Indice de desequilíbrio por fase.

Se Id% de pelo menos uma das fases for maior que 15%, deverá ser feito estudo de
remanejamento dos consumidores monofásicos ou bifásicos, bem como os ramais da rede
de distribuição monofásicos ou bifásicos, procurando-se eliminar o desequilíbrio nos bornes
secundários do transformador. Apesar de se procurar equilibrar as cargas entre as fases,

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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 33 -
os resultados desse balanceamento devem ser periodicamente aferidos através de
medições posteriores dos circuitos.

• Critérios de projeto

Nos projetos de modificações, reformas/melhoramentos e reforço, quando o


desequilíbrio verificado for superior ao valor máximo permissível, deve ser previsto o
correspondente equilíbrio, discriminando-se as fases de cada ramal de ligação. Também
devem ser seguidos os seguintes procedimentos:

• Remanejamento de cargas para circuitos adjacentes;

• Remanejamento de transformadores, substituindo os sobrecarregados pelos


subcarregados, realizando isto, sempre que possível, dentro da mesma localidade.

Para os projetos de redes novas e extensões de rede, os eletricistas devem ser


orientados para procurarem distribuir convenientemente as fases nas novas ligações.

Especificar as fases, nos dois trechos, quando derivar uma rede com número de
fases menor que o da rede principal.

Preferencialmente deve-se projetar a posteação no lado oposto ao da arborização.

9.3.8 - Iluminação Pública

A responsabilidade sobre a Iluminação Pública é sempre da Prefeitura Municipal.

• Critérios de instalação

O estabelecimento do nível de iluminamento médio de uma rua ou avenida deverá


ser efetuado, levando-se em conta os seguintes fatores:

- Importância do logradouro

- Tráfego de veículos

- Movimentação de pedestres

Na rede exclusivamente de iluminação pública a queda de tensão permitida para


efeito de projeto é de 5 %.

• Características Técnicas

a) Classificação do Tráfego

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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
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O tráfego foi dividido em três grupos: leve, médio e intenso, de acordo com o número
de pedestres e veículos, conforme apresentado nas tabelas 16 e 17.

b) Nível de Iluminamento

De acordo com a NBR – 429 da ABNT, os níveis mínimos de iluminamento médios


recomendados são os indicados na tabela 18.

No caso de pisos escuros como asfalto, os valores desta tabela devem ser
multiplicados pelo fator de correção 1,5.

O valor mais baixo de iluminamento em qualquer ponto da pista não deve ser inferior
a um terço do iluminamento médio. A única exceção a esta exigência aplica-se às vias
residenciais de baixa intensidade de tráfego de veículos e pedestres onde o valor de
iluminamento mínimo em qualquer ponto pode atingir até um sexto do iluminamento médio.

• Tipos de Lâmpadas

As lâmpadas utilizadas na iluminação pública serão de Vapor de Sódio, de 70


(exceto nas áreas de concessão da Energisa Minas Gerais e Energisa Nova Friburgo), 100,
150, 250 e 400 W.

• Tipos de Comando:

a) O comando individual será utilizado na iluminação pública para energização ou


desenergização de uma ou mais lâmpadas num mesmo poste, acionado através de um relé
fotoelétrico, cuja ligação será diretamente à rede secundária.

b) O comando em grupo poderá ser utilizado, em praças públicas e monumentos.

• Critérios de Utilização

Na elaboração de projeto de iluminação pública deverão ser utilizados os critérios


estabelecidos na tabela 19.

9.3.9 - Miscelânea

• Conexões

Nas redes secundárias serão utilizados os conectores Tipo Perfuração para os


condutores fase dos ramais de ligação e rede de BT e conector Tipo Cunha para o condutor
neutro dos ramais de ligação.
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Nas conexões de neutro da rede serão utilizados conectores a compressão Tipo H
na Energisa Nova Friburgo e na Energisa Minas Gerais e conectores Tipo Cunha na
Energisa Borborema, Energisa Sergipe e Energisa Paraíba.

Nas saídas dos transformadores, as conexões à rede secundária serão feitas através
de terminais à compressão ligados diretamente às buchas do transformador, conforme
NDU-004.

Com o objetivo de evitar a penetração de umidade, comprometendo a isolação do


condutor, todos os pontos de conexão, onde o cabo isolado for aberto, deverão ter sua
isolação recomposta com fita de autofusão + fita isolante.

As conexões dos ramais de serviços deverão ser conforme a tabela 14.

9.4. Previsão de Crescimento de Carga

Em projetos de redes novas, extensões de rede e reformas, é necessário estimar o


crescimento vegetativo da carga, de forma a otimizar o dimensionamento das redes
secundária e primária, bem como do transformador de distribuição.

Os desenhos 06, 07 e 08 apresentam os valores iniciais máximos de carregamento


para transformadores e de queda de tensão para circuitos secundários monofásicos e
trifásicos respectivamente, levando-se em consideração o índice de crescimento vegetativo
da carga e o horizonte de projeto considerado.

Esses gráficos devem ser usados para o dimensionamento dos transformadores e


dos circuitos secundários, sendo necessário ressaltar que, em função do exposto no
primeiro parágrafo deste item, o horizonte de projeto e o crescimento vegetativo adotados
devem ser valores invariavelmente pequenos, ficando sua definição pautada nos aspectos
técnicos e econômicos.

A escolha do transformador adequado a um determinado circuito deve obedecer os


seguintes passos:

a) Determinar a demanda atual do circuito conforme o item 7;

b) Definir o índice de crescimento vegetativo a ser adotado, projetando a demanda


para o horizonte de projeto considerado;

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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 36 -
c) Comparar o resultado obtido com a potência do transformador imediatamente
inferior a esse valor. Caso a relação entre o valor calculado e a potência do transformador
seja menor que 1,2 , adotar o transformador de potência imediatamente inferior ao valor de
demanda calculado. Do contrário, adotar o transformador de potência imediatamente
superior;

d) Adotar o mesmo índice e horizonte de projeto para calcular a máxima queda de


tensão inicial admissível.

10. DIMENSIONAMENTO MECÂNICO

Dimensionamento de postes e tipos de estruturas, em função dos esforços a serem


aplicados aos mesmos.

10.1. Posteação

10.1.1 - Tipo

Os postes a serem usados são de concreto, seção duplo “T” ou seção circular. A
tabela 13 apresenta os postes padronizados pela ENERGISA.

A escolha do tipo de postes deve levar em conta não só o grau de urbanização e


uniformidade, mas principalmente aspectos técnicos e econômicos.

O poste circular deve ser usado preferencialmente nas redes localizadas na orla
marítima e em locais onde forem exigidos grandes esforços mecânicos nos diversos
sentidos e nas estruturas de ângulo da rede compacta.

10.1.2 - Comprimento

O comprimento mínimo de poste a ser utilizado é de 10m em rede convencional e de


11m para redes compactas, podendo-se utilizar postes de comprimentos diferentes para os
seguintes casos:

a) Postes de 11 m

- Tronco de alimentador;

- Permitir conexão aérea, flying-tap;

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- 37 -
- Derivação de rede primária;

- Derivação para consumidor em MT;

- Em redes convencionais na instalação de transformadores, religadores,


seccionalizadores, chave faca unipolar, chave fusível e chave a óleo;

- Previsão de implantação de troncos de alimentadores em espaço de tempo


menor que três anos;

- Travessias.

b) Postes de 12 m

- Devem ser usados nos mesmos casos previstos para o poste de 11 m, porém em
áreas com desnível acentuado, e ainda em casos especiais.

- Instalação de reguladores de tensão e bancos de capacitores.

- Em redes compactas na instalação de transformadores, religadores,


seccionalizadores, chave faca unipolar, chave fusível e chave a óleo.

c) Postes com comprimento superior a 12 m

- Usados para as mesmas situações do poste de 12 m, mas apenas quando a


altura deste não for suficiente.

10.1.3 - Determinação dos Esforços, Estaiamento e Engastamento

a) Determinação dos Esforços de Cabos:

A determinação dos esforços nos postes será feita considerando-se as cargas devido
às redes primária, secundária e ramais de ligação, bem como os cabos de telecomunicação
e outros de uso mútuo, à ação do vento sobre as estruturas e condutores e eventualmente
de equipamentos.

A tração de projeto de cada condutor da rede primária, secundária e ramal de ligação


é dada pelas tabelas 38 e 39.

Considerando-se as curvas de vento máximo e temperatura mínima, as redes de


distribuição, na área da Concessionária, serão dimensionadas para valores regionais das
velocidades de ventos e temperaturas conforme descrito abaixo:

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Energisa MG / Energisa PB /
Energisa SE
Velocidade Máxima Energisa NF Energisa BO
dos Ventos
(km/h)
105 95 105

Temperatura Regional Energisa MG / Energisa PB /


Energisa SE
(°C) Energisa NF Energisa BO
Mínima 15 5/0 15
Média 25 20 25
Máxima 60 60 60
C/ Vento Máximo
20 15 20
Coincidente

Os esforços exercidos pelos condutores do circuito secundário e cabos das redes de


telecomunicação são referenciados a 0,10m do topo do poste.

O esforço resultante deve ser calculado pelo processo gráfico ou vetorial, nas
seguintes situações:

- Diferenças de tração;

- Em ângulos;

- Fins de rede;

- Mudança de bitolas de condutores;

- Mudança de quantidade de condutores;

- Esforços resultantes de cabos de telecomunicação.

b) Redução de Tração nos Condutores

O método de redução de tração nos condutores, pode ser adotado para qualquer tipo
ou seção de condutor, desde que observadas as condições locais e normas vigentes. Este
método consisti em reduzir a tração de montagem. Aplica-se quando os esforços
resultantes exigem postes com carga nominal acima das padronizadas.

2
⎛V ⎞
Tr = ⎜⎜ r ⎟⎟ × Tb
⎝ Vb ⎠

Sendo:
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- 39 -
Tb = Tensão para o vão básico (kgf)
Vb = Vão básico (m)
Tr = Tensão para o vão reduzido (kgf)
Vr = Vão reduzido (m)

c) Estaiamento

Calculado o esforço resultante no poste, devido a tração dos condutores e cabos de


telecomunicação aplicados a 0,10m do topo, definem-se os estais necessários, conforme
NDU-04: poste a poste, contra poste, cruzeta a poste, cruzeta a cruzeta, e a resistência
nominal do poste, procurando-se otimizar o custo do conjunto poste/estai. Limitando a
compensação dos esforços pelo estai a 50% do esforço nominal do poste.

- As resistências mínimas dos postes que compõe estruturas com equipamentos


estão definidas na tabela 15.

- As estruturas de encabeçamento tipo M2, M3, M3-2, B2, B3 e B3-2, podem


receber estai de cruzeta a poste.

- Os estais de cruzeta a poste devem ser instalado em oposição a fase central e de


modo a absorver totalmente o esforço dos três condutores fase.

- Quando da utilização de estrutura do tipo beco primário, em ângulo de 90º, ou


que requeira dois níveis de cruzeta, o estaiamento deve ser feito de cruzeta a cruzeta,
desde que a configuração do primário o permita.

- Em estruturas de ancoragem, será permitida a instalação de equipamentos


seccionadores. Não sendo permitido a instalação de transformadores, reguladores,
capacitores e etc.

- Nos poste de concreto DT o lado de menor resistência, suporta apenas 50% de


sua carga nominal, devido a assimetria na distribuição de esforços. Para as diversas
situações de trabalho, a tabela 13 define os valores das resistências a serem consideradas.

- Quando o valor de R ultrapassar a 1500 dan, a tração do último vão deve ser
adequadamente reduzida.

d) Engastamento

Adotar o tipo de engastamento conforme desenhos 011 e 012 da NDU-004.


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10.2. Estruturas

As estruturas utilizadas serão as identificadas na NDU-004 e na escolha das


estruturas, devem-se levar em consideração os seguintes detalhes:

• Tipo de Rede:

- Rede nua MT;

- Rede protegida MT;

- Rede BT.

• Largura do passeio;

• Bitola do condutor;

• Ângulo de deflexão horizontal e vertical da rede;

A definição da estrutura, no que concerne à bitola do condutor e ângulo do primário,


deve ser feita conforme NDU-004.

11. RELAÇÃO DE MATERIAL E ORÇAMENTO

Consiste em relacionar os materiais necessários à construção da RDU e elaboração


do orçamento correspondente.

11.1. Relação de Material

11.1.1 - Material Aplicado

Os materiais utilizados nas redes de distribuição das concessionárias serão os


relacionados na NDU-004 e padronizados na NDU-010.

Na elaboração da lista de materiais devemos observar os seguintes tópicos:

a) Para os condutores isolados e protegidos, o projetista deverá acrescentar 2,5%


do total do comprimento encontrado.

b) Para os cabos nus o projetista, deverá acrescentar o valor de 2,5% no peso do


condutor, conforme tabela 24 (no caso de se estar utilizando o programa SIAGO, o mesmo
já prevê o citado acréscimo).

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c) Os materiais necessários para concretagem da base de postes e recomposição
de passeios não devem ser relacionados.

11.1.2 - Material Salvado

Devem ser observados os seguintes critérios nos projetos que envolvam retirada de
materiais da rede existente:

a) Materiais aproveitáveis e devolvidos ao almoxarifado

São os materiais retirados e não aproveitados na mesma obra, mas em bom estado
de conservação a serem devolvidos ao almoxarifado.

O valor unitário destes materiais deve ser depreciado de acordo com a Resolução
em vigor. Tomar como referência a data de fabricação dos materiais de concreto e que
devem ser incluídos neste caso, também, os materiais fora de padrão, em bom estado de
conservação e em condições de reutilização.

b) Materiais não aproveitáveis

São materiais em mau estado de conservação, e que são devolvidos ao almoxarifado


como sucata.

Estas sucatas são separadas em:

- Sucata de CA nu;

- Sucata de CA isolado;

- Sucata de CAA;

- Sucata de cobre nu;

- Sucata de cobre isolado;

- Sucata de ferro (cinta, parafuso, armação, sela, etc.);

- Sucata de madeira ( cruzeta, contra-poste, poste);

- Sucata de porcelana (isoladores, pára-raios, chaves, etc.);

- Sucata de concreto (poste, cruzeta, vigas, defensas, etc.).

Estas sucatas devem ser também relacionadas no formulário resumo de orçamento,


especificando somente a quantidade dos materiais.

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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
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Não devem ser considerados os materiais de difícil retirada (haste de terra, escora de
subsolo, etc.) que serão abandonados no local em que estão instalados.

11.2. Mão-de-Obra

O cálculo de mão-de-obra é feito identificando-se os diversos tipos de serviços


previstos na execução da obra, conforme tabela da CONCESSIONÁRIA.

11.3. Projeto e Orçamento em Estrutura com Uso Mútuo

Na elaboração de projetos de reforço, reformas, modificações ou extensões de rede


de distribuição urbana, que impliquem em utilização mútua, devem ser tomadas as
seguintes providências e cuidados:

a) Em caso de projetos de extensão de rede em área com posteação existente que


não é de propriedade da concessionária, deve ser analisada a possibilidade de
aproveitamento dos postes na sua localização, comprimento e resistência. No caso do uso
dos mesmos, é necessário o enviou do projeto para a proprietária e assinatura de contrato,
conforme a norma NDU-009.

b) Em projetos de reforço, reformas e/ou modificações da rede, que resultarem da


solicitação de clientes, por interesse próprio e que impliquem na remoção/substituição de
postes com uso mútuo, devem ser incluídos no orçamento, os custos referentes aos
serviços na rede de utilização mútua. Para isso, devem ser pedidos os orçamentos a
proprietária da mesma.

c) Não devem ser previstas instalações de transformadores, chaves em geral e


aterramento em postes nos quais já existam equipamentos existentes na rede de uso
mútuo.

Demais prescrições estão contidas na norma NDU-009.

12. LEVANTAMENTO DE CAMPO

a) Caso o projeto seja elaborado pela concessionária, o levantamento de campo só


deverá ser inicializado após análise de viabilidade do mesmo no Sistema de Gestão da
Distribuição - SGD.

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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
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b) Verificar em campo as redes primária e secundária, consumidores existentes,
faseamento, postes, transformadores, etc..

c) Avaliar o estado físico dos materiais (postes, cruzetas, cabos, ramais de ligação,
conexões, etc.).

d) Avaliar os tipos de consumidores, os consumos (kWh), as cargas que causam


perturbações nas redes de distribuição (Raio-X, máquinas de solda, motores de bomba
d’água, etc.) e as cargas sazonais.

e) Observar construções em andamento, terrenos vagos, padrão das edificações


(comercial, residencial, etc.), marquises, fachadas, etc..

f) Verificar o tipo e largura dos passeios, para eventuais recomposições.

g) Verificar se existe uso mútuo na rede de distribuição.

h) Verificar a existência de esgotos, redes telefônicas e redes de água subterrâneas,


etc.

13. APRESENTAÇÃO DO PROJETO

Consiste no conjunto dos desenhos, listas, cálculos, memórias, formulários, etc., que
compõem o projeto e informações necessárias para atendimento às exigências da
legislação vigente, inclusive com detalhamento para o caso de travessias (DER, RFFSA,
Marinha, etc.) e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

A seqüência das etapas acima descritas pode variar dependendo da característica do


projeto.

Os seguintes documentos devem fazer parte de um projeto:

• Desenhos do projeto assinados pelo responsável técnico;

• Demonstrativo do levantamento do(s) circuito(s);

• Folha de cálculo de queda de tensão e corrente;

• Relação de material;

• ART do Projeto;

• Memorial Descritivo;
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• Diagrama Unifilar;

• Autorização de Passagem, quando for o caso;

• Desenhos e informações complementares, quando for o caso;

• Travessias;

• Desenhos especiais;

• Licença dos Órgãos Competentes para construções de redes em áreas de


proteção ambiental ou que necessitem de autorização do mesmo.

13.1. Desenho

13.1.1 - Escala

Deve ser usada a escala 1:1.000.

13.1.2 - Formatos e Tipos de Papel

O desenho original do projeto deve ser feito nos formatos A1, A2, A3 ou A4 (o que
comporte o projeto com o menor número de pranchas) a nanquim ou digitalizado, e
apresentado em papel sulfite acompanhado do respectivo arquivo eletrônico, quando
requisitado pela Concessionária, e aprovado por órgão competente, quando cabível.

No caso de projetos para atendimento a novas localidades, grandes loteamentos e


grandes reformas, deve ser usada cópia reproduzível do mapa semi-cadastral aprovado por
órgão competente.

Havendo complexidade no projeto de reforma ou modificação, dois desenhos devem


ser feitos, sendo um para a situação de “retirar” e outro para “a instalar”.

13.1.3 - Simbologia

Conforme desenhos 16 a 19.

13.1.4 - Detalhes que devem constar no desenho

a) Dados Topográficos

Desenho do arruamento, unidades consumidoras e identificação das ruas.

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Todos os detalhes topográficos já existentes e cadastrados no SGD, serão a base do
projeto.

b) Rede de Distribuição

Devem constar no desenho do projeto todos os detalhes calculados nos itens 09 e


10 (Dimensionamento Elétrico e Dimensionamento Mecânico):

• Especificação das estruturas do primário/secundário;

• Indicação de afastadores;

• Especificação de estaiamento e/ou concretagens;

• Especificação de altura e esforços dos postes;

• Indicação de postes de uso mútuo;

• Número de fases e potência de transformadores;

• Número de fases, bitola e tensão do primário;

• Indicação de fase para ligar transformador monofásico em circuito trifásico;

• Especificação das fases, quando os circuitos não estiverem completos, tanto para
o primário quanto para o secundário;

• Número de fases e bitolas do secundário e neutro;

• Relé fotoelétrico, discriminando a fase a ser ligada;

• Tipo de lâmpadas;

• Especificação das fases dos ramais de ligação;

• Corrente nominal das chaves fusíveis de ramais;

• Especificação do elo fusível do ramal;

• Corrente nominal de chaves seccionadoras e indicação de operação (NA e NF);

• Notas que se fizerem necessárias;

• Título e número do projeto, a ser definido pela Concessionária se apresentados


por terceiros;

• Pára-raios;
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• Aterramentos.

13.1.5 - Folha de Cálculo de Queda de Tensão e Corrente

Deve ser preparada para todo projeto, no caso de rede secundária, não só para
verificação das condições da rede projetada, como também, para servir de informação
cadastral para efeito de atendimento a novas cargas e controle de rede. Os cálculos
deverão ser efetuados por transformador e alimentador, os quais devem estar atualizados
para permitir o referido controle.

13.2. Relação de Material e Orçamento

A relação de materiais e o respectivo orçamento devem ser preparados para todos


os projetos, e de acordo com os critérios descritos no item 11, relacionando os materiais
novos e os que devem ser devolvidos.

13.3. ART – Anotação de Responsabilidade Técnica

Deverá ser apresentada uma ART específica preparada e registrada pelo CREA para
cada projeto.

13.4. Memorial Descritivo

Deverá ser apresentado contendo as informações conforme modelo anexo 3.

13.5. Diagrama Unifilar

• Identificação do alimentador com número de fases e bitola dos condutores;

• Numeração das chaves de desligamento;

• Distâncias dos nós do diagrama;

• Potência com número de fases dos transformadores;

• Chaves e equipamentos.

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13.6. Autorização de Passagem

Quando a rede atravessar terrenos de terceiros será exigida a autorização de


passagem conforme modelo do Anexo 4, mediante a assinatura de duas testemunhas.

13.7. Travessias

Devem ser preparados os detalhes relativos a projetos de travessia sempre que


estas ocorrerem sobre ou sob estradas de rodagem federais e estaduais, estradas de ferro,
redes de telecomunicações e outros.

Os projetos de travessias deverão atender às normas específicas dos respectivos


órgãos, e ter o projeto devidamente aprovado pelos mesmos.

O setor de projetos manterá arquivado o original do desenho de travessia,


devidamente aprovado.

No caso de projetos nas proximidades de aeroportos, devem ser obedecidos os


planos básicos de zonas de proteção de Aeródromos, Heliportos e de sinalização de redes
aéreas com balizas (esferas).

13.8. Desenhos Especiais

Devem ser preparados desenhos especiais, em escalas apropriadas, sempre que


houver necessidade de se detalhar certos aspectos construtivos do projeto, como por
exemplo:

• Estruturas não padronizadas;

• Saídas de alimentadores em subestações;

• Situações não previstas.

14. PROJETOS DE RDU ELABORADOS POR TERCEIROS

Essa situação decorre da negociação direta entre empreiteira e consumidores, sem


intervenção da Concessionária.

______________________________________________________________________________________
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Para tanto, as empreiteiras deverão ser credenciadas pela Energisa, terem
conhecimento das normas de projeto e de construção de redes de distribuição e de demais
especificações técnicas pertinentes a essas normas.

Os procedimentos a serem seguidos, após mantidos os entendimentos preliminares


com os consumidores, deverão ser os descritos a seguir:

a) A empreiteira deverá elaborar o projeto da RDU, para atendimento aos


consumidores, conforme os critérios estabelecidos nesta norma.

b) Apresentar o projeto ao setor competente da Concessionária, para análise e


aprovação. O projeto deve ser apresentado conforme o disposto no item 15 dessa norma,
em três vias, através de carta solicitando a Aprovação de Projeto (2 vias), mostrada no
Anexo 1.

c) O setor competente da Concessionária terá o prazo de 30 (trinta) dias corridos


para analisar e devolver o projeto à empreiteira. Caso o projeto seja aprovado e haja
necessidade de reforma, modificação e/ou instalação de equipamentos na rede existente,
para absorver as novas cargas, sua execução fica condicionada ao atendimento dos prazos
exigidos pela legislação. Caso o projeto seja reprovado, o setor competente da
Concessionária indicará os motivos da reprovação para providências da empreiteira, que
deverá representá-lo, após corrigido, conforme indicado no item “b” anterior.

15. NOTAS COMPLEMENTARES

15.1. Em qualquer tempo e sem necessidade de aviso prévio, esta Norma poderá
sofrer alterações, no seu todo ou em parte, por motivo de ordem técnica e/ou devido à
modificações na legislação vigente, de forma a que os interessados deverão,
periodicamente, consultar a Concessionária.
15.2. Os casos não previstos nesta norma, ou aqueles que pelas características
exijam tratamento à parte, deverão ser previamente encaminhados à concessionária,
através de seus escritórios locais, para apreciação conjunta da área de projetos / área de
estudos.
15.3. É parte integrante desta norma a NDU-021 (Adendo às Normas de
Distribuição Unificadas da ENERGISA à Norma Regulamentadora Nº 010 – NR 010).
______________________________________________________________________________________
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16. ANEXO I – PEDIDO DE APROVAÇÃO DE PROJETO

________________,_____ de ____________________de _______

Ao SR. : ________________________________________________________

Setor: ___________________

Assunto: Pedido de Aprovação de Projeto

Prezado Senhor:

Vimos pelo presente solicitar a V. S.ª a aprovação do projeto referente


________________________________________________________ para atender ao(s)
consumidor(s)_____________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________

Ramal Urbano Trifásico ( ) Monofásico ( )


Ramal Rural Trifásico ( ) Monofásico ( )
Projeto n.º ( )
Obra Concessionária ( ) Obra de Terceiros ( )
N.º da ART ( )

Localidade :

Endereço :

Atenciosamente,

__________________________________ CREA N.º ___________


Responsável Técnico

______________________________________________________________________________________
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- 50 -
17. ANEXO II – FISCALIZAÇÃO E/OU CONCLUSÃO DE OBRA

______________,_____ de ___________________de ______

Ao SR.: ___________________________________________________________

Setor: _____________________

Assunto: Fiscalização e/ou Conclusão de Obra

Prezado Senhor:

Vimos pelo presente, solicitar a V. Sa. A fiscalização dos serviços referentes ao


projeto,___________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________

Responsável pela Obra : _____________________________________________________

Solicitante da Obra :_________________________________________________________

Local da Obra :_____________________________________________________________

N.º do Projeto :_____________________________________________________________

Descrição da Obra:__________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________

N.º ART de Construção :______________________________________________________

Atenciosamente,

__________________________________ CREA N.º ___________


Responsável Técnico

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 51 -
18. ANEXO III – MEMORIAL DESCRITIVO (MODELO)

MEMORIAL DESCRITIVO
Título do Projeto:
Localidade:
Responsável Técnico:
Data:

1 – FINALIDADE

2 – CIRCUITO PRIMÁRIO, em 13,8 kV


Extensão total da rede, em km:
Extensões parciais da rede por sistema, tipo e bitolas dos condutores.
(indicar as extensões de rede a serem removidas ou deslocadas, quando for o caso).

3 – CIRCUITO SECUNDÁRIO, em 220/127 V, 380/220 V e 230/115 V


Extensão total da rede, em km:
Extensões parciais da rede por sistema, tipo e bitolas dos condutores:
(indicar as extensões de rede a serem removidas ou deslocadas, quando for o caso).

4 – TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO, 13,8 kV/ 220/127V ou 7,96


kV/ 230/115V

Quantidade: n.º de Fases: Potência (Kva):


Potência total instalada (Kva):
(indicar os transformadores removidos ou deslocados, quando for o caso).

5 – PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTE


Instalação de Chaves Fusíveis, de 15 KV – 100 A, nas saídas dos ramais e na alimentação
de transformadores (jogos):

6 – PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÃO


Pára-raios de 10 kV, ZnO, encapsulados em material polimérico, nos locais indicados no
projeto (jogos):
______________________________________________________________________________________
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7- EQUIPAMENTOS ESPECIAIS
Serão instalados Religadores, seccionalizadores, banco de capacitores, etc, nos locais
previstos no projeto.
(descrever as características dos equipamentos)

8 – POSTES
Discriminá-los de acordo com o tipo, altura e esforço indicando a quantidade de cada.
Quantidade total:

9 – ESTRUTURAS
Discriminá-las, se de MT ou BT, e conforme o tipo, indicando a quantidade de cada.
Quantidade total:

10 – ILUMINAÇÃO PÚBLICA

Discriminar os tipos das luminárias, potência e tipo das lâmpadas, indicando a quantidade
de cada.

11 – NÚMERO DE COSUMIDORES
Quantidade de unidades consumidoras prontas para ligação:
Unidades de consumidores potenciais (lotes vagos):

______________________________________________________________________________________
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19. ANEXO IV – AUTORIZAÇÃO DE PASSAGEM

AUTORIZAÇÃO DE PASSAGEM

Pelo presente instrumento de AUTORIZAÇÃO DE PASSAGEM, Eu,


__________________________________________________, proprietário do imóvel
denominado ______________________________________________________________,
localizado no _________________________________________________, no Município de
_______________________, autorizo de forma irretratável e irrevogável que a
CONCESSIONÁRIA, ou através da firma empreiteira autorizada para execução de tal
serviço, venha a utilizar o terreno de minha propriedade para a passagem de rede elétrica,
renunciando a qualquer forma de indenização financeira ou material, comprometendo-me
ainda a não plantar qualquer forma de vegetação cuja cultura venha a atingir os condutores
elétricos, e não utilizar o método de queimada de vegetação dentro da faixa de 7,5 m de
cada lado do eixo da rede de distribuição elétrica destinado a passagem da mesma, bem
como, na hipótese de alienação da propriedade, comunicar ao eventual comprador, sobre a
presente transação, de forma tal a mantê-la de forma boa, firme e valiosa qualquer tempo,
inclusive com herdeiros.

________________________, de _____________de ________.

__________________________________________________________________________
Assinatura

Nº CARTEIRA DE IDENTIDADE E ÓRGÃO EMISSOR:_____________________________

C.P.F. : __________________________

ENDEREÇO PARA CONTATO: _______________________________________________

TESTEMUNHAS:

___________________________ __________________________
C.P.F. C.P.F.

______________________________________________________________________________________
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20. TABELAS

TABELA 01 – Demanda máxima individual


TABELA 02 – Demanda diversificada residencial (kVA)
TABELA 03 – Fatores de demanda/carga típico
TABELA 04 – Critérios orientativos para instalação de dispositivos de proteção em
RDU
TABELA 05 – Dimensionamento dos elos-fusíveis para ramais
TABELA 06 – Elos-fusíveis para transformadores monofásicos
TABELA 07 – Elos-fusíveis para transformadores trifásicos
TABELA 08 – Elos-fusíveis para bancos de transformadores
TABELA 09 – Queda de tensão em função do carregamento(%)
TABELA 10 – Limites de tensão BT trifásica
TABELA 11 – Limites de tensão BT monofásica
TABELA 12 – Bitola mínima do tronco secundário
TABELA 13 – Postes padronizados
TABELA 14 – Tipos de conexão do ramal de ligação à rede
TABELA 15 – Comprimento e resistência mínima de poste para instalação de
equipamento
TABELA 16 – Tráfego motorizado
TABELA 17 – Tráfego para pedestres
TABELA 18 – Iluminamento médio
TABELA 19 – Critério de utilização de luminárias e lâmpadas
TABELA 20 – Distâncias entre condutores de circuitos diferentes
TABELA 21 – Distâncias entre os condutores e o solo
TABELA 22 – Distâncias verticais mínimas entre condutores de um mesmo circuito
TABELA 23 – Distâncias mínimas das partes energizadas ás fases ou terra em
pontos fixos
TABELA 24 – Tabela de pesos de cabos
TABELA 25 – Características físicas/elétricas dos cabos de alumínio com alma de
aço-CAA
TABELA 26 – Características físicas/elétricas dos cabos de alumínio sem alma de
aço-CA
______________________________________________________________________________________
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TABELA 27 – Características físicas/elétricas dos cabos protegidos
TABELA 28 – Características elétricas dos cabos multiplexados CA/CAL isolados
com neutro nu – XLPE 0,6/1Kv
TABELA 29 – Características físicas dos cabos multiplexados CA/CAL isolados com
neutro nu – XLPE 0,6/1kV
TABELA 30 – Coeficientes unitários de queda de tensão (% MVA x km) – MT trifásico
(cabos nu)
TABELA 31 – Coeficientes unitários de queda de tensão (% MVA x km) – MT
monofásico (cabos nu)
TABELA 32 – Coeficientes unitários de queda de tensão (% MVA x km) – MT trifásico
(Cabos Protegidos)
TABELA 33 – Coeficientes unitários de queda de tensão (% kVA x 100m) -
BT(220/127V)
TABELA 34 – Coeficientes unitários de queda de tensão (%kVA x 100m) – BT
(380/220V)
TABELA 35 – Coeficientes unitários de queda de tensão (%kVA x 100m) –
BT(230/115V)
TABELA 36 – Cálculo de queda de tensão e corrente
TABELA 37 – Fatores de potência
TABELA 38 – Flechas, tensões e esforços em postes – Energisa Sergipe / Energisa
Borborema / Energisa Paraíba
TABELA 39 – Flechas, tensões e esforços em postes – Energisa Nova Friburgo /
Energisa Minas Gerais

______________________________________________________________________________________
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TABELA 1
DEMANDA MÁXIMA INDIVIDUAL
Item Método Fórmula Observações
01 Medição de Carga
Dm – demanda ax. do cliente, em Kva
C – maior consumo mensal nos últimos três
meses (kWh)
FC – fator de carga típico, em função do
Estimativa a partir do
Dm = C / (FC.FP.730) ramo de atividade
consumo, extraído dos dados
FP – fator de potência da carga
do faturamento
730 – n.º médio de horas do mês
02 Obs. – na falta de dados, considerar:
FP = 0,95 para clientes comerciais e
residenciais; para industriais, FP = 0,92
Dm – demanda ax. do cliente, em Kva
Estimativa a partir da carga Dm = CI . Fdmáx / FP CI – carga instalada, em Kw
03 instalada Fdmáx – fator de demanda máximo em
função do ramo de atividade

TABELA 2
DEMANDA DIVERSIFICADA RESIDENCIAL (kVA)

NÚMERO FAIXAS – Energisa Sergipe


DE CLIENTES
POR CIRCUITO
BAIXÍSSIMO BAIXO MÉDIO ALTO ALTÍSSIMO
1a5 0,60 1,20 2,00 3,20 5,60
6 a 15 0,50 1,00 1,70 2,80 4,80
16 a 30 0,45 0,80 1,40 2,40 4,20
>30 0,40 0,70 1,00 1,90 3,40

NÚMERO FAIXAS – Energisa Minas Gerais / Energisa Nova Friburgo


DE CLIENTES
POR CIRCUITO
BAIXÍSSIMO BAIXO MÉDIO ALTO ALTÍSSIMO
1a5 0,38 0,76 1,40 2,20 4,68
6 a 15 0,30 0,60 1,20 1,94 3,80
16 a 30 0,23 0,50 1,00 1,70 2,90
>30 0,18 0,40 0,85 1,50 2,20

NÚMERO FAIXAS – Energisa Borborema / Energisa Paraíba


DE CLIENTES
POR CIRCUITO
BAIXÍSSIMO BAIXO MÉDIO ALTO ALTÍSSIMO
1a5 0,50 0,85 1,70 3,00 5,00
6 a 15 0,45 0,70 1,50 2,60 4,25
16 a 30 0,35 0,60 1,20 2,20 3,75
>30 0,30 0,50 0,85 0,70 3,00
______________________________________________________________________________________
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TABELA 3

Intervalo
FD FD FC
Carga
COD Ramo de Atividade Max Típico Típico
Instalada
(%) (%) (%)
(Kw)

1 Indústria de extração e tratamento de minerais 70 43 26


≤500 54 36 34
2 Extração de minérios de ferro
>500 67 49 35
3 Extração de minérios de metais não ferrosos 85 78 76
Extração de minerais para fabricação de adubos fertilizantes e para
4 54 37 29
elaboração de outros produtos químicos
5 Extração de pedras e outros minerais para construção 67 49 16
6 Extração de pedras e outros minerais não metálicos 86 43 14
Aparelhamento de pedras para construção e execução de trabalhos
7 63 55 30
em mármore, ardósia, granito e outras pedras
≤130 57 39 11
8 Britamento de pedras
>130 78 54 17
9 Fabricação de cal 91 52 18
Fabricação de telhas, tijolos e outros artigos de barro cozido ≤160 97 71 13
10
exclusive cerâmica >160 91 60 30
≤100 96 76 10
11 Fabricação de material cerâmico – exclusive de barro cozido
>100 93 66 39
12 Fabricação de cimento 66 64 54
Fabricação de peças, ornatos e estruturas de cimento, gesso e
13 37 23 26
amianto
Beneficiamento e preparação de minerais não metálicos, não
14 78 46 51
associados à extração
15 Indústria metalúrgica 65 43 30
16 Produção de ferro gusa 83 67 79
17 Produção de laminados de aço – inclusive de ferro ligas 75 46 24
18 Produção de canos e tubos de ferro e aço 37 30 40
≤150 50 33 19
19 Produção de fundidos de ferro e aço
>150 80 55 33
Produção de canos e tubos de metais e de ligas de metais não
20 54 45 33
ferrosos
21 Fabricação de estruturas metálicas 74 39 13
Fabricação de artefatos de trefilados de ferro e aço e de metais não
22 68 53 19
ferrosos exclusive móveis
23 Estamparia, funilaria e latoaria 65 26 22
Serralheria, fabricação de tanques, reservatórios e outros
24 48 27 23
recipientes metálicos e de artigos de caldeireiro
Tempera e cementação de aço, recozimento de arames e serviços
25 83 52 29
de galvanotécnica

______________________________________________________________________________________
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Intervalo
FD FD FC
Carga
COD Ramo de Atividade Max Típico Típico
Instalada
(%) (%) (%)
(Kw)

26 Indústria mecânica 47 29 31

Fabricação de máquinas motrizes não elétricas e de equipamentos


27 20 17 50
de transmissão para fins industriais, inclusive peças e acessórios

Fabricação de máquinas, aparelhos e equipamentos industriais para


instalações hidráulicas, térmicas, de ventilação e refrigeração,
28 31 27 22
equipados ou não com motores elétricos, inclusive peças e
acessórios

Fabricação de produtos de padaria, confeitaria e pastelaria (inclusive


29 82 74 28
panificadoras e similares)
30 Fabricação de massas alimentícias e biscoitos 61 54 57
Refinação e preparação de óleos e gorduras vegetais, produção de
31 manteiga de cacau e de gordura de origem animal, destinadas à 89 38 39
alimentação
32 Fabricação de gelo 91 75 41

Fabricação de rações balanceadas e de alimentos preparados para


33 85 45 29
animais, inclusive farinha de carne, sangue, osso e peixe

34 Indústria de bebidas 62 41 20

35 Fabricação de aguardentes, licores e outras bebidas alcoólicas 68 49 43

36 Fabricação de cervejas, chopes e malte 50 27 27


37 Fabricação de bebidas não alcoólicas 57 47 69
38 Indústria de fumo 96 72 32
39 Fabricação de cigarros 43 39 59

40 Indústria de utilidade pública, irrigação, água, esgoto e saneamento 95 84 51

41 Distribuição de gás 57 51 40
≤100 100 92 30
42 Tratamento e distribuição de água
>100 95 75 72
43 Indústria de construção 59 36 32
≤190 80 39 31
44 Construção Civil
>190 30 14 33
≤200 90 65 21
45 Pavimentação, terraplenagem e construção de estradas
>200 79 52 41
46 Construção de obras de arte (viadutos, mirantes, etc.) 14 11 32
47 Agricultura e criação animal 77 43 33
48 Agricultura 91 44 30
49 Agricultura (irrigação) 97 54 19
Criação animal exc1usive bovinocultura (índices baseados na
50 99 61 70
avicultura)
______________________________________________________________________________________
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Intervalo
FD FD FC
Carga
COD Ramo de Atividade Max Típico Típico
Instalada
(%) (%) (%)
(Kw)

51 Criação animal – suinocultura 91 52 24


52 Bovinocultura 39 22 31
53 Florestamento e reflorestamento 63 32 26
54 Serviços de transporte 56 28 41
55 Transportes ferroviários 66 42 49
56 Transportes rodoviários de carga 24 16 34
57 Transportes urbanos de passageiros – inclusive metroviários 78 26 41
58 Serviços de comunicação 81 43 46
<150 78 40 45
59 Telegrafia, telefone e correios
>150 92 44 55
60 Radiodifusão e televisão 73 44 37
61 Serviços de alojamento e alimentação 81 48 46
62 Hotéis e motéis 74 35 40
63 Restaurantes e lanchonetes 88 60 52
Fabricação de máquinas, ferramentas, máquinas operatrizes e
64 76 30 30
aparelhos industriais acoplados ou não a motores elétricos
Fabricação de peças, acessórios, utensílios e ferramentas para
65 63 38 19
máquinas industriais

Fabricação de máquinas, aparelhos e materiais para agricultura,


avicultura, apicultura, criação de outros pequenos animais e
66 48 28 30
obtenção de produtos de origem animal, e para beneficiamento ou
preparação de produtos agrícolas – peças e acessórios

Fabricação de cronômetros e relógios, elétricos ou não – inclusive a


67 47 33 38
fabricação de peças

Reparação ou manutenção de máquinas, aparelhos e equipa-


68 43 29 27
mentos industriais, agrícolas e de máquinas de terraplenagem

Indústria de material elétrico e de comunicações fabricação de


69 aparelhos e utensílios elétricos para fins industriais e comerciais, 84 70 32
inclusive peças e acessórios
70 Indústria de material de transporte 45 37 36
71 Reparação de veículos ferroviários 38 35 40
Fabricação de carrocerias para veículos automotores-exclusive
72 51 38 31
chassis
73 Indústria de madeira 55 38 12
74 Desdobramento da madeira 51 36 12
Fabricação de chapas e placas de madeira, aglomerada ou
75 prensada e de madeira compensada, revestida ou não com material 59 40 11
plástico

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
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Intervalo
FD FD FC
Carga
COD Ramo de Atividade Max Típico Típico
Instalada
(%) (%) (%)
(Kw)

Indústria de mobiliário fabricação de móveis de madeira, vime e


76 83 42 22
junco
Indústria de celulose, papel e papelão fabricação de papel, papelão,
77 82 77 71
cartolina e cartão
78 Indústria de borracha recondicionamento de pneumáticos 68 58 26
Indústria de couros, peles e produtos similares curtimento e outras
79 64 51 32
preparações de couros e peles – inclusive subprodutos
80 Indústria química 67 48 23
Produção de elementos Químicos e de produtos químicos
inorgânicos, orgânicos, orgânicos inorgânicos, exclusive produtos
81 92 54 36
derivados do processamento do petróleo, da rochas oleígenas, de
carvão-de-pedra e de madeira
82 Fabricação de asfalto 79 52 22
Fabricação de resinas de fibras e de fios artificiais e sintéticos e de
83 56 48 24
borracha e látex sintéticos

Produção de óleos, gorduras e ceras vegetais e animais, em banho


de óleos, essenciais vegetais e outros produtos da destilação da
84 62 43 22
madeira – exclusive refinação de produtos alimentares (destilaria de
álcool proveniente de madeira)

Fabricação de concentrados aromáticos naturais, artificiais e


85 21 15 13
sintéticos, inclusive mesclas
Fabricação de preparados para limpeza e polimento, desinfetantes,
86 77 66 28
inseticidas, germicidas e fungicidas
87 Fabricação de adubos e fertilizantes e corretivos de solo 84 57 19
88 Indústria de produtos farmacêuticos e veterinários 68 39 24
Indústria de perfumaria, sabões e velas fabricação de sabões,
89 85 46 29
detergentes e glicerinas
90 Indústria de produtos de matérias plásticas 85 41 48
Fabricação de artigos de material plástico para usos – exclusive
91 85 41 30
embalagem e acondicionamento
92 Indústria têxtil 81 52 43
Beneficiamento de fibras têxteis vegetais, artificiais e de materiais
93 têxteis de origem animal. Fabricação de estopa de materiais para 60 44 36
estofados e recuperação de resíduos têxteis
94 Fiação e Tecelagem 91 57 46
95 Malharia e fabricação de tecidos elásticos 92 55 47
96 Indústria de vestuário, calçados e artefatos de tecidos 49 43 27
97 Confecções de roupas e agasalhos 28 22 25
98 Fabricação de calçados 69 63 29
99 Indústria de produtos alimentares 77 56 38

______________________________________________________________________________________
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- 61 -
Intervalo
FD FD FC
Carga
COD Ramo de Atividade Max Típico Típico
Instalada
(%) (%) (%)
(Kw)

≤130 97 56 20
100 Beneficiamento de café, cereais e produtos afins
>130 60 35 27
101 Moagem de trigo 92 72 71
102 Torrefação e moagem de café 82 77 19
103 Fabricação de produtos de milho, exclusive óleos 55 48 12
Beneficiamento, moagem. Torrefação e fabricação de produtos
104 alimentares diversos de origem vegetal, não especificados ou não 91 53 14
classificados

Refeições conservadas, conservas de frutas, legumes e outros


105 vegetais, preparação de especiarias e condimentos e fabricação de 54 34 28
doces, exclusive de confeitaria
≤200 85 72 52
106 Abate de animais
>200 80 53 43
Preparação de conservas de carne – inclusive subprodutos – ≤120 70 38 29
107
processados em matadouros e frigoríficos >120 62 48 71
Preparação de conservas de carne e produtos de salsicharia, não
108 56 44 39
processados em matadouros e frigoríficos
<80 90 82 28
109 Preparação de leite e fabricação de produtos de laticínios >80 ≤300 97 65 38
>300 95 57 64
110 Fabricação de açúcar 54 30 49
Fabricação de balas, caramelos, pastilhas, drops, bombons,
111 96 78 30
chocolates, etc. – inclusive goma de mascar
112 Serviços de reparação, manutenção e conservação 52 34 32
Reparação, manutenção e conservação de máquinas e de uso
113 36 27 40
doméstico – exclusive máquinas de costura
Reparação de veículos – exclusive embarcações, aeronaves e
114 63 42 36
veículos ferroviários
115 Manutenção e conservação de veículos em geral 47 33 32
116 Serviços pessoais 62 43 32
117 Serviços de higiene - barbearias, saunas, lavanderias, etc. 58 46 36
≤110 81 61 40
118 Hospitais e casas de saúde
>110 60 32 35
119 Estabelecimentos de ensino tradicional (10 e 2° graus) 63 58 31
120 Estabelecimentos de ensino superior - Faculdade 42 26 24
121 Estabelecimentos de ensino integrado - unidades integradas 65 34 25
122 Serviços comerciais 59 41 33
Serviços auxiliares do comércio de mercadorias, inclusive de
123 36 23 24
distribuição
124 Armazéns gerais e trapiches 48 26 14

______________________________________________________________________________________
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- 62 -
Intervalo
FD FD FC
Carga
COD Ramo de Atividade Max Típico Típico
Instalada
(%) (%) (%)
(kW)

125 Serviço de processamento de dados 78 56 50


126 Serviços de contabilidade e despachante 74 59 43
127 Serviços de diversões 26 13 20
128 Entidades financeiras 92 64 31
129 Bancos comerciais e caixas econômicas 92 64 31
130 Comércio atacadista 44 37 32
131 Comércio atacadista de ferragens e produtos metalúrgicos 46 25 17

132 Comércio atacadista de combustíveis e lubrificantes (terminal) 44 35 29

133 Comércio atacadista de cereais e farinhas 27 13 23


134 Comércio atacadista de produtos alimentícios diversos 46 34 32
Comércio atacadista de mercadorias em geral com produtos
135 96 65 56
alimentícios
136 Comércio varejista 75 52 38
137 Comércio varejista de veículos 60 36 25
138 Comércio varejista de veículos e acessórios 91 69 23
Comércio varejista de móveis, artigos de habitação e de utilidade
139 40 37 47
doméstica
Comércio varejista de combustíveis e lubrificantes, exclusive gás
140 89 42 40
liquefeito de petróleo
141 Supermercados 98 77 54
142 Cooperativas 87 75 41

143 Cooperativas de beneficiamento, industrialização e comercialização 98 82 27

144 Cooperativas de consumo de bens e serviços 77 69 54


145 Fundações, entidades e associações de fins não lucrativos 40 27 20
146 Fundações beneficentes, religiosas e assistenciais 33 20 26
147 Fundações culturais, científicas e educacionais 22 17 18
148 Associações beneficentes, religiosas e assistenciais 65 41 33
149 Associações esportivas e recreativas 40 29 3
150 Administração pública direta ou Autárquica 81 45 43

______________________________________________________________________________________
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- 63 -
TABELA 4

CRITÉRIOS ORIENTATIVOS PARA INSTALAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE


PROTEÇÃO EM RDU

COORDENAÇÃO DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO


PROTEÇÃO COM A
EXTENSÃO km x kVA
PONTO DE PROTEÇÃO OBSERVAÇÕES
(m) Demanda
RETAGUARDA DE CH.
RETAGUARDA DISJ. RELIG. SECC.
FUS.

Saída
Proteção do Ajuste segundo a
do Qualquer Qualquer A Estudar X X
Barramento norma de proteção
Alimentador

Disjuntor X Número máximo de


Tronco Qualquer Qualquer
Religador X X dispositivo: 4
Fus. Coordenados X No caso de chave-
fusível utilizar
Disjuntor
Fus. Não coordena X X preferencialmente
Elo K
>1600 Fus. Coordenados X
Ramal >150 Religador
ou Fus. Não coordena X X
Sub-Ramal Fus. Coordenados X
Seccionalizador
Fus. Não coordena X
<1600 Qualquer X
<150

Derivação ≤ 225*
Qualquer Qualquer X Utilizar elo tipo “K”
p/ Cliente ≤ 300**

Derivação > 225*


Qualquer Qualquer X
p/ Cliente > 300**

Transforma
Utilizar elo tipo H e K
dor / Qualquer X
(Ver Tabela 6, 7 E 8)
Capacitor

* Energisa Nova Friburgo / Energisa Minas Gerais / Energisa Sergipe


** Energisa Borborema / Energisa Paraíba

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TABELA 5

DIMENSIONAMENTO DOS ELOS-FUSÍVEIS PARA RAMAIS

CORRENTE
CORRENTE
MÁXIMA PERMANENTE
ELOS DO TIPO K NOMINAL
ADMISSÍVEL
(A)
(A)

10 10 15
15 15 22,5
25 25 37,5

TABELA 6

ELOS-FUSÍVEIS PARA TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS

ELO- FUSÍVEL
POTÊNCIA EM kVA
6.582 V 7.964 V 12.700 V
25 3H 3H 2H
15 2H 2H 1H
10 1H 1H 1H
5 0,5 H 0,5 H 0,5 H

TABELA 7

ELOS-FUSÍVEIS PARA TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS

ELO- FUSÍVEL
POTÊNCIA EM kVA
11.400 V 13.800 V 22.000 V
15 0,5 H 0,5 H 0,5 H
30 1H 1H 1H
45 2H 2H 1H
75 3H 3H 2H
112,5 5H 5H 2H
150 8K 8K 3H
225 12 K 10 K 5H
300 15 K 12 K 8K

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TABELA 8

TABELA 8A: ELOS - FUSÍVEIS PARA BANCOS DE CAPACITORES


POTÊNCIA ELO- FUSÍVEL ELO- FUSÍVEL ELO- FUSÍVEL
DO BANCO
( kVAr ) 6.582 V 7.964 V 12.700 V
150 6K 6K 3K
300 12 K 10 K 6K
600 25 K 20 K 12 K

OBS: 1) Nas áreas de concessão da Energisa Borborema, Energisa Sergipe e


Energisa Paraíba, quando instalados em redes existentes sem neutro contínuo, e o mesmo
não esteja interligado a malha da respectiva subestação supridora a ligação deverá ser do
tipo estrela aberta.
2) Para banco de 50 e 100 kVAr, deverá ser verificada a corrente de curto-
circuito no local de instalação antes de ser adotado este tipo de proteção, conforme abaixo:

TABELA 8B: BANCO CAPACITOR DE 50 E 100 KVAr


Banco com unidade capacitiva (kVAr) Máxima corrente de curto-circuito admissível (A)
50 4000
100 5000

TABELA 9

QUEDA DE TENSÃO EM FUNÇÃO DO CARREGAMENTO (%)

CARREGAMENTO TRANSFORMADORES
(%)
MONOFÁSICO TRIFÁSICO
150 6,5 5,3
125 5,4 4,4
100 4,3 3,5
75 3,2 2,6
50 2,2 1,8
25 1,1 0,9
10 0,9 0,2

Nota: Valores médios aproximados

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- 66 -
TABELA 10

LIMITES DE TENSÃO BT TRIFÁSICA

TENSÃO NOMINAL LIMITES DE VARIAÇÃO


(V)
MÍNIMO (V) MÁXIMO (V)

Trifásico 220/127 201/116 231/133

Trifásico 380/220 348/201 396/229

TABELA 11

LIMITES DE TENSÃO BT MONOFÁSICA

TENSÃO NOMINAL LIMITES DE VARIAÇÃO


(V)
MÍNIMO (V) MÁXIMO (V)

Monofásico 230/115 216/108 241/127


Monofásico 230 216 241

TABELA 12

BITOLA MÍNIMA DO TRONCO DO SECUNDÁRIO

CONDUTOR
TRANSFORMADOR TRANSFORMADOR CONDUTOR TRONCO
TRONCO
MONOFÁSICO TRIFÁSICO
(kVA) (kVA) FASE NEUTRO
FASE NEUTRO
(mm²) (mm²)
5 15
10 35 35 30
70 70
15 45
75
112,5 120 70
150 185 120
225 185 120
300 (*) 185 120

(*) Potência válida apenas para Energisa Borborema, Energisa Paraíba e Energisa
Nova Friburgo.

OBS: A seção do condutor indicada é a mínima, considerando a carga do circuito


distribuída e o transformador localizado no centro de carga.
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- 67 -
TABELA 13

POSTES PADRONIZADOS

RESISTÊNCIA NOMINAL - daN


COMPRIMENTO DO POSTE
(m) CONCRETO DUPLO T
CONCRETO CIRCULAR
Face (a/b)
150 75/150
300 150/300
10 600 300/600
1000 500/1000
1500 750/1500
300 150/300
600 300/600
11
1000 500/1000
1500 750/1500
300 150/300
600 300/600
12
1000 500/1000
1500 750/1500
600 300/600
13 1000 500/1000
1500 750/1500

TABELA 14

TIPOS DE CONEXÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO À REDE

RABICHO DIRETO NA REDE

Seção do Ramal Até 25 mm2 35, 70 e 120mm2

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TABELA 15

COMPRIMENTO E RESISTÊNCIA MÍNIMA DE POSTE


PARA INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO

COMPRIMENTO RESISTÊNCIA (daN)


EQUIPAMENTO TIPO / POTÊNCIA MÍNIMO
(m) C.C. D.T.
Transformador
De 5 a 25 kVA
Monofásico 300 300
Transformador De 15 a 112,5kVA
Trifásico ≥ 150 kVA 11 1000 1000
6He4H
Religador
KF 300 300
Seccionalizador GH e GN3
Capacitor Banco de 300 e 600 11 300 300
Monof. até 76,2kVA
Regulador 12 600* 600*
ou Banco Monof.
Chave-Fusível Qualquer 11 300 300
Pára-Raios Qualquer 11 150 150
Chave-Faca Unipolar Qualquer
Qualquer 11 300 300
Chave a Óleo

* Para estruturas compostas com dois ou três postes.

TABELA 16

TRÁFEGO MOTORIZADO

VOLUME DE TRÁFEGO (VEÍCULO) NOTURNO


CLASSIFICAÇÃO
EM AMBAS AS DIREÇÕES

TRÁFEGO LEVE 150 – 500


TRÁFEGO MÉDIO 500 – 1200
TRÁFEGO INTENSO ACIMA DE 1200

TABELA 17

TRÁFEGO PARA PEDESTRES


PEDESTRES CRUZANDO COM TRÁFEGO
CLASSIFICAÇÃO
MOTORIZADO
LEVE NAS RUAS RESIDENCIAIS MÉDIAS
MÉDIO NAS RUAS COMERCIAIS SECUNDÁRIAS
INTENSO NAS RUAS COMERCIAIS PRINCIPAIS

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TABELA 18

ILUMINAMENTO MÉDIO (Lux)

TRÁFEGO DE
VEÍCULO VIAS DE LIGAÇÃO URBANAS

TRÁFEGO LEVE MÉDIA INTENSO


PEDESTRE
LEVE 2 5 10
MÉDIA 5 10 14
INTENSO 10 14 20

NOTA: Valores referentes a pisos claros.

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TABELA 19

CRITÉRIO DE UTILIZAÇÃO DE LUMINÁRIAS E LÂMPADAS


VS 400
AV INTENSO MÉDIO 20 LUX FECHADA DUAS L ≥ 20 BI
VS 250
VS 400
AV MÉDIO INTENSO 20 LUX FECHADA DUAS L ≤ 20 BI
VS 250
C > 15000
P > 90000

VS 400
RPP MÉDIO MÉDIO 15 LUX FECHADA UMA 12 ≤ L < 15 UNI
VS 250
RPS LEVE MÉDIO 7,5 LUX FECHADA VS 150 UMA L < 12 UNI

C. H. / RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L < 12 UNI

RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L < 12 UNI


VS 400
AV MÉDIO MÉDIO 15 LUX FECHADA UMA 12 ≤ L < 15 BI
30000 < P ≤ 90000
5000 < C ≤ 15000

VS 250
RPP MÉDIO MÉDIO 15 LUX FECHADA VS 150 UMA 15 ≤ L < 20 UNI

RPS LEVE MÉDIO 7,5 LUX FECHADA VS 150 UMA L < 12 UNI

C. H. / RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L < 12 UNI

RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L < 12 UNI

RPP MÉDIO MÉDIO 15 LUX FECHADA VS 150 UMA 12 ≤ L < 15 UNI


6000 < P ≤ 30000
1000 < C < 5000

RPS LEVE MÉDIO 7,5 LUX FECHADA VS 150 UMA L < 12 UNI

C. H. / RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L < 12 UNI

RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L < 12 UNI


1200 < P ≤ 3000

RP LEVE MÉDIO 7,5 LUX FECHADA VS70 UMA L < 12 UNI


200 < C ≤ 100

C. H. / RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L < 12 UNI

RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L <12 UNI


P ≤ 1200
C ≤ 200

RNP LEVE LEVE 3 LUX ABERTA VS70 UMA L< 12 UNI


Largura da via
consumidores

Tipos de ruas

recomendada

recomendada
iluminamento

luminária por
Nível médio
Tráfego de

Tráfego de

Montagem
população

Lâmpadas
Luminária
pedestre

potência
veículos
N.º de

N.º de
tipo e

poste

(m)
de

C – Consumidor P – População
RNP – Ruas não pavimentadas RP – Ruas pavimentadas
RPS – Ruas pavimentadas secundárias RPP – Ruas pavimentadas primárias
AV – Avenidas UNI – Unilateral
BI – Bilateral VS – Vapor de sódio
C.H. – Conjunto habitacional

Nota: vias expressas, cruzamentos, viadutos, praças e pontes deverão ser


estudadas individualmente.

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TABELA 20

DISTÂNCIAS ENTRE CONDUTORES DE CIRCUITOS DIFERENTES

TENSÃO NOMINAL DISTÂNCIAS MÍNIMAS


U(V) (mm)

CIRCUITO
SUPERIOR
U ≤ 1.000 1000 < U ≤ 15.000 15.000 < U ≤ 36.200 36.200 < U ≤ 69.000
CIRCUITO
INFERIOR
COMUNICAÇÃO 600 1.500 1.800 2.000
U ≤ 1000 600 800 1.000 1.700
1000 < U ≤15.000 - 800 900 1.700
15.000 < U ≤ 35.000 - - 900 1.700

TABELA 21

DISTÂNCIAS ENTRE OS CONDUTORES E O SOLO

TENSÃO NOMINAL
U(V) DISTÂNCIAS MÍNIMAS (mm)

CIRCUITO DE
COMUNICAÇÃO
U ≤ 1.000 1000 < U ≤ 36.200
NATUREZA DO E CABO DE
LOGRADOURO ATERRADOS
Vias exclusivas de
pedestres em áreas 3.000 4.500 5.500
rurais
Vias exclusivas de
pedestres em áreas 3.000 3.500 5.500
urbanas
Estradas rurais e áreas
de plantio com tráfego de 6.500 6.500 6.500
máquinas agrícolas
Ruas e avenidas 5.000 5.500 6.000
Entradas de prédios e
demais locais de uso 4.500 4.500 6.000
restrito a veículos
Rodovias federais 7.000 7.000 7.000
Ferrovias não
eletrificadas e não 6.000 6.000 9.000
eletrificáveis

Notas:

1) Em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis, a distância mínima do condutor ao boleto


dos trilhos é de 12m para tensões até 36,2 kV, conforme ABNT NBR 14165;
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2) Para tensões superiores a 36,2 kV, consultar a ABNT NBR 5422;
3) Em rodovias estaduais, a distância mínima do condutor ao solo deve obedecer à
legislação específica do órgão estadual. Na falta de regulamentação estadual,
obedecer aos valores da tabela 21.

TABELA 22

DISTÂNCIAS VERTICAIS MÍNIMAS ENTRE CONDUTORES


DE UM MESMO CIRCUITO

DISTÂNCIA VERTICAL MÍNIMA


TENSÃO NOMINAL
NA ESTRUTURA
U(V)
(mm)

U ≤ 1.000 200
1.000 < U ≤ 15.000 500
15.000 < U ≤ 36.200 700

TABELA 23

DISTÂNCIAS MÍNIMAS DAS PARTES ENERGIZADAS À FASE OU TERRA


EM PONTOS FIXOS

TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DISTÂNCIA MÍNIMA (mm)


TENSÃO U
SOB IMPULSO ATMOSFÉRICO
(kV) FASE - FASE FASE – TERRA
(kV)
95 140 130
15
110 170 150
125 190 170
24,2
150 230 200
150 230 200
36,2 170 270 230
200 298 253

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TABELA 24

TABELA DE PESOS DE CABOS

PESOS DOS CABOS


Bitola kg/km 2,5% TOTAL
ALUMÍNIO kg / km
CA
4 (*) 58,30 1,458 59,8
2 92,70 2,318 95,0
1/0 147,50 3,688 151,2
4/0 295,60 7,390 303,0
336,4 470,00 11,750 481,8
477 (*) 666,40 16,660 683,1
CAA
4 85,40 2,135 87,5
2 135,90 3,398 139,3
1/0 216,30 5,408 221,7
2/0 (*) 272,30 6,808 279,1
4/0 433,20 10,830 444,0
266 (*) 546,80 13,670 560,5
336,4 688,70 17,218 705,9
COBRE
6 (*) 118,20 2,955 121,2
4 (*) 192,00 4,800 196,8
2 (*) 305,00 7,625 312,6
1/0 (*) 485,00 12,125 497,1
2/0 (*) 612,00 15,300 627,3
4/0 (*) 972,00 24,300 996,3
6 (*) 51,00 1,275 52,3
10 (*) 91,00 2,275 93,3
16 (*) 144,00 3,600 147,6
25 (*) 211,00 5,275 216,3
35 (*) 311,00 7,775 318,8
50 (*) 442,00 11,050 453,1
70 (*) 608,00 15,200 623,2
95 (*) 845,00 21,125 866,1

Nota: Os cabos assinalados com (*) constam na tabela apenas como referência para
cálculo de redes existentes.
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TABELA 25

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS / ELÉTRICAS DOS CABOS DE ALUMÍNIO


COM ALMA DE AÇO – CAA

DIÂMETRO TOTAL DO CABO


REATÂNCIA INDUTIVA

PESO NOMINAL DO CABO

RESISTÊNCIA ELÉTRICA
TRAÇÃO DE RUPTURA

AMPACIDADE T=30°C
SEÇÃO NOMINAL Ω / km

AMB+40°C ELEV.
70°C ( 60 Hz )

A. T. CIRC. MONOFÁSICO e.e = 0,80 m


FORMAÇÃO

A. T. CIRC. BIFÁSICO 2 FIOS

A. T. CIRC. BIFÁSICO 3 FIOS

A. T. CIRC. TRIFÁSICO
CÓDIGO

e.e = 1,693m

e.e = 1,322M
e.e = 2,20m
AWG / MCM

kg / km

Ω / km
FIOS

Da N
mm2

mm

A
SWAN 4 6/1 24,68 6,36 85,4 809 1,7121 0,4825 0,5587 0,5390 0,5203 127
SPARROW 2 6/1 39,24 8,01 135,9 1229 1,1259 0,4860 0,5622 0,5425 0,5238 171
RAVEN 1/0 6/1 62,43 10,11 216,3 1882 0,7461 0,4814 0,5576 0,5379 0,5192 230
QUAIL 2/0 (*) 6/1 78,68 11,35 272,3 2338 0,5962 0,4709 0,5472 0,5275 0,5088 267
PIGEON 3/0 (*) 6/1 99,20 12,75 343,6 2914 0,4816 0,4588 0,5351 0,5153 0,4967 309
PENGUIN 4/0 6/1 125,10 14,31 433,2 3677 0,3944 0,4355 0,5118 0,4920 0,4734 358
LINNET 336,4 26/7 198,30 18,31 688,7 6200 0,2039 0,3528 0,4290 0,4093 0,3906 488

Nota: Os cabos assinalados com (*) constam na tabela apenas como referência para
cálculo de redes existentes.

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TABELA 26

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS / ELÉTRICAS DOS CABOS DE ALUMÍNIO


SEM ALMA DE AÇO – CA
BITOLA DO CONDUTOR

ELÉTRICA 70°C – 60 Hz
TRAÇÃO DE RUPTURA
DIÂMETRO TOTAL DO

AMPACIDADE T=30°C
REATÂNCIA INDUTIVA

PESO NOMINAL DO
SEÇÃO NOMINAL

AMB+40°C ELEV.
Ω / km

RESISTÊNCIA
FORMAÇÃO

CABO

CABO

BAIXA TENSÃO e.e=0,252m


MONOFÁSICO e.e = 0,80 m

BAIXA TENSÃO e.e=0,20m


ALTA TENSÃO CIRC.

ALTA TENSÃO CIRC.


CÓDIGO

TRIFÁSICO
e.e=1,322m
AWG / MCM

Ω / km
kg / km
FIOS

Da N
mm2

mm

A
ROSE 4 (*) 7 21,15 5,88 58,3 393 1,6118 0,4472 0,4853 0,3604 0,3436 125
IRIS 2 7 33,63 7,42 92,7 602 1,0145 0,4292 0,4679 0,3430 0,3262 168
POPPY 1/0 7 53,51 9,36 147,5 883 0,6375 0,4122 0,4505 0,3256 0,3088 227
ASTER 2/0 (*) 7 67,44 10,51 185,9 1113 0,5062 0,4032 0,4417 0,3168 0,3000 264
PHLOX 3/0 (*) 7 85,03 11,80 234,4 1369 0,4019 0,3942 0,4331 0,3082 0,2914 305
OXLIP 4/0 7 107,20 13,25 295,6 1726 0,3184 0,3852 0,4237 0,2989 0,2820 355
TULIP 336,4 19 170,50 16,90 470,0 2813 0,2006 0,3632 0,4026 0,2778 0,2609 480

Nota: Os cabos assinalados com (*) constam na tabela apenas como referência para
cálculo de redes existentes.

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TABELA 27

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS / ELÉTRICAS DOS CABOS PROTEGIDOS


Classe de Tensão 15 kV

Diâmetro Esperssura Diâmetro Carga de Resistência


Seção Peso Unitário Resistência Elétrica
Código Nº de Nominal Nominal Externo Ruptur Elétrica em Ampacidade (A)
Nominal Aproximado em CA (Ohm/km)
Almox. 2 Fio Condutor Cobertura Aproximado Mínima CC a 20ºC
(mm ) (kg/km)
(mm) (mm) (mm) (kgf) (Ohm/km)
70ºC 90ºC 70ºC 90ºC
50 7 8,20 3,0 14,7 663 235 0,641 0,77048 0,82227 181 225
120 19 12,90 3,0 19,4 1591 500 0,253 0,30411 0,32455 330 401
185 37 16,15 3,0 22,6 2452 695 0,164 0,19713 0,21038 438 525

Classe de Tensão 25 kV

Diâmetro Esperssura Diâmetro Carga de Resistência


Seção Peso Unitário Resistência Elétrica
Código Nº de Nominal Nominal Externo Ruptur Elétrica em Ampacidade (A)
Nominal Aproximado em CA (Ohm/km)
Almox. 2 Fio Condutor Cobertura Aproximado Mínima CC a 20ºC
(mm ) (kg/km)
(mm) (mm) (mm) (kgf) (Ohm/km)
70ºC 90ºC 70ºC 90ºC
50 7 8,20 4,0 16,8 663 285 0,641 0,77048 0,82227 173 224
120 19 12,90 4,0 21,5 1591 560 0,253 0,30411 0,32455 305 397
185 37 16,15 4,0 24,8 2452 770 0,164 0,19713 0,21038 398 519

Nota: Valores das correntes nominais referidos a temperatura ambiente de 40°C.

TABELA 28

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS CABOS MULTIPLEXADOS CA/CAL


ISOLADOS COM NEUTRO NU – XLPE – 0,6/1 kV
Corrente Resistência
Admissível Elétrica
Mensageiro (CAL)
Construção Reatância no Condutor do Condutor
Fase/Neutro Indutiva Fase Fase
(CA/CAL) (XLf) Temperatura Resistência Corrente Resistência
nominal Elétrica Admissível Elétrica
90° C 90° C 90° C 90° C
mm² Ω / km Ampéres Ω / km A Ω / km
1x1x25+25 0,1422 93 1,5387 61 1,5387
1x1x35+35 0,10579 118 1,1127 74 1,2506
2x1x25+25 0,1422 79 1,5387 61 1,5387
2x1x35+35 0,10579 97 1,1127 74 1,2506
3x1x35+35 0,10579 97 1.1127 62 1,2506
3x1x70+70 0,09662 154 0,5710 98 0,6320
3x1x120+70 0,07185 224 0,3414 140 0,6320
3x1x185+120 0,0584 370 0,2149 248 0,3514

Nota: Os valores das correntes admissíveis nos condutores fase estão referidos a
temperatura ambiente de 40°C.
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TABELA 29

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS CABOS MULTIPLEXADOS CA/CAL


ISOLADOS COM NEUTRO NU – XLPE – 0,6/1 kV

Condutor Fase Mensageiro (Neutro) Cabo Completo


Construção
Fase/Neutro Diâmetro Carga Diâmetro
CA/CAL Diâmetro Espessur Formação/ Diâmetro Peso
do de externo
(mm2) do a de Diâmetro do Unitário
Condutor Ruptura do
Condutor isolação dos fios mensageiro (aprox.)
isolado – CAL – Conjunto
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg/km)
(mm) (daN) (mm)
1x1x25+25 5,95 1,40 8,75 7/2,06 8,75 773 15,2 168
1x1x35+35 7,10 1,60 10,30 7/2,50 10,30 1.122 18,0 235
2x1x25+25 5,95 1,40 8,75 7/2,06 8,75 773 19,2 286
2x1x35+35 7,10 1,60 10,30 7/2,50 10,30 1.122 22,4 416
2x1x70+70 9,72 1,80 13,50 7/3,45 13,50 2.169 30,2 758
3x1x35+35 7,10 1,60 10,30 7/2,50 10,30 1.122 25,1 515
3x1x70+70 9,72 1,80 13,50 7/3,45 13,50 2.169 32,7 818
3x1x120+70 12,86 2,00 16,90 7/3,45 13,50 2.169 41,1 1.449

TABELA 30

COEFICIENTES UNITÁRIOS DE QUEDA DE TENSÃO (% MVA x km)


MT TRIFÁSICO (CABOS NUS)

SISTEMA TRIFÁSICO

CONDUTOR V= 11,4 kV - e . e. = 1,322 m


BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


4 1,240 1,216 1,317 1,294
2 0,781 0,841 0,866 0,935
1/0 0,491 0,600 0,574 0,699
4/0 0,245 0,392 0,303 0,461
336,4 0,154 0,309 0,157 0,306

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SISTEMA TRIFÁSICO

CONDUTOR V= 13,8 kV - e . e. = 1,322 m


BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


4 0,846 0,830 0,899 0,883
2 0,533 0,574 0,591 0,638
1/0 0,335 0,410 0,392 0,477
4/0 0,167 0,267 0,207 0,315
336,4 0,105 0,211 0,107 0,209

SISTEMA TRIFÁSICO

CONDUTOR V= 22 kV - e . e. = 1,322 m
BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


4 0,333 0,327 0,354 0,348
2 0,210 0,226 0,233 0,251
1/0 0,132 0,161 0,154 0,188
4/0 0,066 0,105 0,081 0,124
336,4 0,041 0,083 0,042 0,082

TABELA 31

COEFICIENTES UNITÁRIOS DE QUEDA DE TENSÃO (% MVA x km)


MT MONOFÁSICO (CABOS NUS)

SISTEMA MONOFÁSICO

CONDUTOR V = 6,58 kV - e . e. = 0,8 m


BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


4 7,422 7,192 7,904 7,660
2 6,062 6,063 6,551 6,582

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SISTEMA MONOFÁSICO

CONDUTOR V = 7.9 kV - e . e. = 0,8 m


BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


4 5,078 4,980 5,394 5,299
2 3,198 3,444 3,547 3,828

SISTEMA MONOFÁSICO

CONDUTOR V = 12,7 kV - e . e. = 0,8 m


BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


4 1,998 1,931 2,122 2,057
2 1,628 1,628 1,759 1,767

TABELA 32

COEFICIENTES UNITÁRIOS DE QUEDA DE TENSÃO (% MVA x km)


MT TRIFÁSICO (CABOS PROTEGIDOS)

SISTEMA TRIFÁSICO

CONDUTOR V= 11,4 kV - e . e. = 0,19 m


BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


50 0,593 0,584 - -
120 0,234 0,281 - -
185 0,152 0,207 - -

SISTEMA TRIFÁSICO

CONDUTOR V= 13,8 kV - e . e. = 0,19 m


BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


50 0,405 0,398 - -
120 0,160 0,192 - -
185 0,104 0,141 - -

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SISTEMA TRIFÁSICO

CONDUTOR V= 22 kV - e . e. = 0,272 m
BITOLA
CONDUTOR CA CONDUTOR CAA

COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8


50 0,159 0,160 - -
120 0,063 0,078 - -
185 0,041 0,059 - -

TABELA 33

COEFICIENTES UNITÁRIOS DE QUEDA DE TENSÃO (% kVA x 100m) – BT


(220/127V)

V= 220/127 V
CONDUTOR BITOLA
AWG
CONDUTOR CA CONDUTOR Cu
COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8
3 FASES
3 # 6(6) - - 0,529 0,311
3 # 4(4) 0,333 0,311 0,207 0,211
3 # 2(2) 0,209 0,211 0,131 0,147
3 # 1/0(1/0) 0,123 0,146 0,084 0,107
3 # 4/0(1/0) 0,066 0,090 0,042 0,070
3x1x35+35 0,2305 0,1975 - -
3x1x70+70 0,1181 0,1064 - -
3x1x120+70 0,0705 0,0678 - -
3x1x185+120 0,0444 0,0501 - -
2 FASES
2 # 4(4) 0,765 0,678 - -
2 # 2(2) 0,579 0,528 - -
2 # 1/0(1/0) 0,386 0,370 - -
2x1x25+25 0,605 0,550 - -
2x1x35+35 0,462 0,396 - -
2x1x70+70 0,237 0,213 - -
1 FASE
1 # 4(4) 1,780 1,649 - -
1 # 2(2) 1,398 1,338 - -
1 # 1/0(1/0) 0,875 0,908 - -

Obs: Os dados referentes aos cabos de cobre servem como subsídio ao cálculo em
redes existentes.

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TABELA 34

COEFICIENTES UNITÁRIOS DE QUEDA DE TENSÃO (% kVA x 100m) – BT


(380/220V)
CONDUTOR V= 380/220 V
BITOLA CONDUTOR CA CONDUTOR Cu
AWG COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8
3 FASES
3 # 6(6) - - - -
3 # 4(4) 0,112 0,104 - -
3 # 2(2) 0,070 0,070 - -
3 # 1/0(1/0) 0,044 0,049 - -
3 # 4/0(1/0) 0,022 0,030 - -
3x1x35+35 0,0771 0,066 - -
3x1x70+70 0,0395 0,0356 - -
3x1x120+70 0,0236 0,0227 - -
3x1x185+120 0,0149 0,0168 - -
2 FASES
2 # 4(4) 0,218 0,194 - -
2 # 2(2) 0,125 0,121 - -
2 # 1/0(1/0) 0,068 0,073 - -
2x1x25+25 0,228 0,255 - -
2x1x35+35 0,154 0,190 - -
2x1x70+70 0,079 0,071 - -
1 FASE
1 # 4(4) 0,670 0,626 - -
1 # 2(2) 0,422 0,423 - -
1 # 1/0(1/0) 0,264 0,293 - -

TABELA 35

COEFICIENTES UNITÁRIOS DE QUEDA DE TENSÃO (% kVA x 100m) – BT


(230/115V)

V= 230/115 V
CONDUTOR
BITOLA AWG CONDUTOR CA CONDUTOR Cu
COS Ø = 1 COS Ø = 0,8 COS Ø = 1 COS Ø = 0,8
2 FASES
2 # 4(4) 0,613 0,569 - -
2 # 2(2) 0,385 0,401 - -
2 # 1/0(1/0) 0,242 0,264 - -
2x1x25+25 0,585 0,500 - -
2x1x35+35 0,422 0,362 - -
2x1x70+70 0,216 0,195 - -
1 FASE
1 # 4(4) 2,177 2,019 - -
1 # 2(2) 1,706 1,634 - -
1 # 1/0(1/0) 1,069 1,111 - -

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TABELA 36 – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO E CORRENTE
CALCULO DE QUEDA DE TENSÃO E CORRENTE
Título Do Projeto :
Folha:______________________________
Orgão:_______________________ Data:____________
Número __________ Prin____________Sec__________F F__________
Transformador de Alimentação
Trifásica_________________ C Atípicas___________ Projetista_____________
Demanda Bifásica__________________ C Atípicas___________ Previsão KVA 5 anos____10 ano___
Monofásica_______________ I.Pública_____________

TRECHO CARGA QUEDA DE TENSÃO CORRENTE


Ddescrição Comprimento Distribuida Acumulada no CONDUTORES
TOTAL UNITÁRIO NO TRECHO TOTAL NO TRECHO
no trecho fim do trecha

⎛C ⎞
E = ⎜ + D⎟× B (C + D) ×1000
A B C D E=(C/2+D)xB
⎝2 ⎠ F G ExG=H I J=
K×E
PRIMÁRIA Km MVA MVA MVA x Km
Nº A W G % % % A
SECUNDÁRIA m kVA kVA kVA X 100M

DEMANDA NOTURNA = kVA DEMANDA DIURNA = kVA

O bs .:
Mon ofásico: K = 1 E= F.N.
Bifásico: K = 2 E= F.N. ou K = 1 E =F.F.
Trifa sico : K = 3 E= F.N. ou K= Raiz de 3 E =F.F.F.

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TABELA 37

FATORES DE POTÊNCIA

CARGA
ITEM

RAMO DE NEGÓCIO INSTALADA F.P.


(kVA)
> 500 0,72
1 PEDREIRA
< 500 0,61
> 500 0,72
2 EXTRAÇÃO DE MINERAIS
< 500 0,63
> 1000 0,72
3 CERÂMICA
< 1000 0,63
> 1000 0,89
4 ARTEFATO DE CIMENTO
< 1000 0,73
> 500 0,75
5 METALÚRGICA
< 500 0,65

6 LAMINAÇÃO DE METAIS - 0,80

7 SERRALHARIA - 0,84

8 FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS - 0,65

> 1000 0,85


9 INDÚSTRIA DE FERRAMENTAS AGRÍCOLAS
< 1000 0,80
> 1000 0,85
10 FÁBRICA DE MATERIAIS ELÉTRICOS E DE COMUNICAÇÃO
< 1000 0,80
> 500 0,82
11 SERRARIA – CARPINTARIA
< 500 0,78
> 500 0,75
12 FÁBRICA DE MÓVEIS
< 500 0,68
> 500 0,88
13 FÁBRICA DE PAPEL
< 500 0,80
> 300 0,65
14 USINA DE ASFALTO
< 300 0,60
FÁBRICA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS, ADUBOS E > 1000 0,90
15
QUÍMICOS < 1000 0,86
> 500 0,89
16 INDÚSTRIA DE PELES E COUROS – CURTUMES
< 500 0,84
> 300 0,81
17 INDÚSTRIA DE PLÁSTICO
< 300 0,74
18 BENEFICIAMENTO DE ALGODÃO - 0,70
> 1000 0,85
19 FÁBRICA DE TECIDOS
< 1000 0,75
> 500 0,84
20 INDÚSTRIA DE VESTUÁRIO
< 500 0,78

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CARGA
ITEM

RAMO DE NEGÓCIO INSTALADA F.P.


(kVA)

> 500 0,86


21 INDÚSTRIA DE CALÇADOS
< 500 0,88
> 200 0,76
22 BENEFICIAMENTO, TORRAGEM E MOAGEM DE CAFÉ
< 200 0,72
> 500 0,82
23 INDÚSTRIA DE ÓLEO VEGETAL
< 500 0,74
> 1000 0,86
24 FECULARIA DE MILHO
< 1000 0,83
> 300 0,86
25 BENEFICIAMENTO DE AMENDOIM
< 300 0,83
> 300 0,83
26 BENEFICIAMENTO DE ARROZ
< 300 0,70
> 300 0,82
27 INDÚSTRIA DE GELO
< 300 0,79
> 150 0,88
28 FÁBRICA DE FARINHA
< 150 0,85
> 300 0,75
29 INDÚSTRIAS DE MANDIOCA
< 300 0,70
> 300 0,90
30 ABATE DE ANIMAIS
< 300 0,75
> 300 0,82
31 INDUSTRIALIZAÇÃO DE PESCADO
< 300 0,78
> 500 0,85
32 LATICÍNIOS
< 500 0,80
> 300 0,83
33 FABRICAÇÃO DE MASSAS ALIMENTÍCIAS
< 300 0,80
> 500 0,85
34 INDÚSTRIA DE BEBIDAS (CERVEJAS E REFRIGERANTES)
< 500 0,82
> 300 0,80
35 INDÚSTRIA DE AGUARDENTE
< 300 0,75
> 300 0,80
36 ENGARRAFAMENTO DE ÁGUA
< 300 0,75
> 300 0,81
37 EXTRAÇÃO DE SUCO CÍTRICO E DERIVADOS
< 300 0,76
> 300 0,72
38 FÁBRICA DE INSTRUMENTOS MUSICAIS
< 300 0,68
> 200 0,73
39 CONSTRUTORAS – CANTEIRO DE OBRA
< 200 0,70
PAVIMENTAÇÃO – TERRAPLENAGEM – CONSTRUÇÃO DE > 200 0,73
40
ESTRADA < 200 0,70
> 150 0,86
41 ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE AGRICULTURA
< 150 0,84
> 150 0,87
42 AGROPECUÁRIA
< 150 0,85
> 300 0,80
43 INCUBAÇÃO DE OVOS
< 300 0,70
>300 0,78
44 INCUBAÇÃO DE OVOS
<300 0,70

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CARGA
ITEM

RAMO DE NEGÓCIO INSTALADA F.P.


(kVA)
> 150 0,76
45 FLORICULTURA E FLORICULTURA
< 150 0,72
> 150 0,84
46 FERROVIA
< 150 0,79
> 150 0,84
47 HOTEL E MOTEL
< 150 0,80
> 150 0,88
48 RESTAURANTE
< 150 0,84
> 150 0,87
49 OFICINA MECÂNICA
< 150 0,85
> 150 0,88
50 HOSPITAL, AMBULATÓRIO, MATERNIDADE OU SANATÓRIO
< 150 0,84
> 150 0,80
51 ESCOLA DE 1º e 2º GRAUS
< 150 0,73
> 150 0,85
52 FACULDADE
< 150 0,80
> 500 0,80
53 ESCOLA PROFISSIONALIZANTE
< 500 0,74
> 150 0,84
54 ARMAZÉNS GERAIS
< 150 0,80
> 150 0,87
55 ESCRITÓRIOS
< 150 0,84
> 150 0,79
56 ESTABELECIMENTO DE CRÉDITO
< 150 0,73
> 150 0,77
57 COMÉRCIO VAREJISTA DE VEÍCULOS
< 150 0,73
> 300 0,81
58 POSTO DE GASOLINA
< 300 0,76
> 150 0,83
59 SUPERMERCADO
< 150 0,79
> 150 0,74
60 ENTIDADES BENFICENTES, RELIGIOSAS E ASSITENCIAIS
< 150 0,70
> 150 0,76
61 PRAÇAS DE ESPORTES, CLUBES, CAMPOS DE FUTEBOL
< 150 0,71
> 1000 0,79
62 SERVIÇO DE COMUNICAÇÕES
< 1000 0,74
> 500 0,75
63 TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
< 500 0,72
> 150 0,76
64 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
< 150 0,72
> 150 0,79
65 QUARTEL
< 150 0,76
> 300 0,76
66 ADMINISTRAÇÃO DE PRÉDIOS DE APARTAMENTOS
< 300 0,72

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 86 -
TABELA 38 – FLECHAS, TENSÕES E ESFORÇOS EM POSTES
ENERGISA SERGIPE, ENERGISA BORBOREMA E ENERGISA
PARAÍBA

REDE EM CABO NU - MT

VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 64 0,10 60 0,19 56 0,33 53 0,50 48 0,97
20 52 0,13 49 0,24 48 0,38 46 0,57 44 1,06
25 40 0,16 40 0,29 40 0,46 40 0,66 40 1,17
30 31 0,21 33 0,35 34 0,54 35 0,75 37 1,26
35 25 0,26 28 0,42 30 0,61 32 0,82 34 1,38
TENSÃO DE 40 21 0,31 24 0,49 27 0,68 29 0,91 32 1,46
MONTAGEM 45 18 0,37 22 0,53 25 0,73 27 0,98 30 1,56
(daN) 50 16 0,41 20 0,59 23 0,80 25 1,05 29 1,61
55 14 0,47 18 0,65 21 0,87 24 1,10 27 1,73
60 13 0,51 17 0,69 20 0,92 22 1,20 26 1,80
20º
62 65 67 69 72
c/vento
Adotada 64 65 67 69 72

TENSÃO DE PROJETO (daN)


Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
1#4(4) Poste 10m 89 146 90 148 92 151 94 155 96 161
1#4(4) Poste 11m 92 150 93 152 95 155 97 159 100 168
1#4(4) Poste 12m 97 155 98 157 100 161 102 165 105 170
2#4(4) Poste 10m 152 209 154 212 158 217 162 223 168 232
2#4(4) Poste 11m 155 213 157 216 161 221 165 227 171 236
2#4(4) Poste 12m 160 219 162 221 166 227 170 233 176 242
3#4(4) Poste 10m 215 272 218 276 224 283 230 291 239 303
3#4(4) Poste 11m 218 276 221 280 227 288 233 295 242 307
3#4(4) Poste 12m 224 282 227 286 233 293 238 301 247 313

Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 87 -
VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP.
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 98 0,11 92 0,20 85 0,34 80 0,52 73 1,01
20 79 0,13 75 0,25 72 0,40 70 0,59 67 1,10
25 61 0,17 61 0,30 61 0,47 61 0,68 61 1,21
30 48 0,22 50 0,37 53 0,54 54 0,77 56 1,32
35 38 0,27 43 0,43 46 0,63 49 0,85 53 1,39
TENSÃO DE 40 32 0,32 38 0,49 42 0,69 45 0,92 50 1,48
MONTAGEM 45 28 0,37 34 0,54 38 0,76 42 0,99 47 1,57
(daN) 50 25 0,41 31 0,59 35 0,82 39 1,06 45 1,64
55 23 0,45 28 0,66 33 0,87 37 1,12 43 1,72
60 21 0,49 26 0,71 31 0,93 35 1,19 41 1,80
20º
91 93 95 97 99
c/vento
Adotada 98 93 95 97 99

TENSÃO DE PROJETO (daN)

Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
1#2(2) 123 210 118 201 120 204 122 208 124 212
10m
Poste
1#2(2) 126 215 121 205 123 209 125 213 127 216
11m
Poste
1#2(2) 131 220 126 211 128 215 130 219 132 223
12m
Poste
2#2(2) 220 307 210 293 214 299 218 304 222 310
10m
Poste
2#2(2) 223 312 213 297 217 303 221 309 225 315
11m
Poste
2#2(2) 228 318 218 303 222 309 226 315 230 321
12m
Poste
3#2(2) 317 404 302 385 308 393 314 400 320 408
10m
Poste
3#2(2) 320 409 305 389 311 397 317 405 323 413
11m
Poste
3#2(2) 326 412 311 396 317 403 323 411 328 419
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP.
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 146 0,11 134 0,22 124 0,37 115 0,58 105 1,12
20 116 0,14 110 0,27 105 0,44 101 0,66 97 1,21
25 90 0,18 90 0,33 90 0,51 90 0,74 90 1,31
30 71 0,23 75 0,39 79 0,58 81 0,82 84 1,40
35 58 0,28 65 0,45 70 0,66 74 0,89 79 1,49
TENSÃO DE 40 49 0,34 58 0,51 64 0,72 68 0,97 75 1,57
MONTAGEM 45 43 0,38 52 0,56 58 0,79 64 1,03 71 1,65
(daN) 50 39 0,42 47 0,62 54 0,85 60 1,10 68 1,73
55 35 0,47 44 0,67 51 0,90 57 1,16 65 1,81
60 33 0,50 41 0,71 48 0,95 54 1,22 63 1,86
20º
130 131 131 132 132
c/vento
Adotada 146 134 131 132 132

TENSÃO DE PROJETO (daN)


Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
3#1/0(2) 459 547 424 507 415 500 418 504 418 504
10m
Poste
3#1/0(2) 463 552 427 511 418 504 421 509 421 509
11m
Poste
3#1/0(2) 468 558 433 518 424 511 427 515 427 515
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 88 -
VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP.
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 283 0,12 258 0,23 236 0,39 220 0,61 201 1,18
20 223 0,15 211 0,28 201 0,46 194 0,69 187 1,27
25 174 0,19 174 0,34 174 0,53 174 0,77 174 1,36
30 138 0,24 147 0,40 153 0,61 158 0,84 163 1,45
35 114 0,29 128 0,46 138 0,67 145 0,92 155 1,53
TENSÃO DE 40 98 0,34 114 0,52 126 0,74 135 0,99 147 1,61
MONTAGEM 45 86 0,39 103 0,58 116 0,80 126 1,06 140 1,69
(daN) 50 78 0,43 95 0,62 108 0,86 119 1,12 134 1,77
55 71 0,47 88 0,67 101 0,92 113 1,18 129 1,84
60 66 0,51 82 0,72 96 0,97 107 1,25 124 1,91
20º
239 235 231 228 225
c/vento
Adotada 283 258 236 228 225

TENSÃO DE PROJETO (daN)


Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
3#4/0(2) 863 950 789 873 724 809 700 787 691 780
10m
Poste
3#4/0(2) 867 956 793 877 728 814 704 792 695 785
11m
Poste
3#4/0(2) 873 962 798 884 734 820 710 798 701 791
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

VÃO (m)

TEMP 30 40 50 60 80
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 448 0,12 410 0,23 377 0,39 352 0,60 322 1,17
20 355 0,15 337 0,28 322 0,46 312 0,68 299 1,26
25 279 0,19 279 0,34 279 0,53 279 0,76 279 1,35
30 223 0,24 236 0,40 246 0,60 253 0,84 262 1,44
35 184 0,29 206 0,46 221 0,67 233 0,91 248 1,52
TENSÃO DE 40 158 0,34 183 0,51 201 0,73 216 0,98 235 1,60
MONTAGEM 45 139 0,38 165 0,57 186 0,79 202 1,05 225 1,67
(daN) 50 125 0,42 152 0,62 173 0,85 190 1,12 215 1,75
55 114 0,47 141 0,67 162 0,91 180 1,18 207 1,82
60 106 0,50 131 0,72 153 0,96 171 1,24 199 1,89
20º
372 362 354 348 340
c/vento
Adotada 448 410 377 352 340

TENSÃO DE PROJETO (daN)


Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
3#336,4(2) 1352 1440 1240 1323 1.142 1.227 1068 1154 1032 1120
10m
Poste
3#336,4(2) 1357 1446 1244 1328 1.146 1.232 1072 1160 1037 1123
11m
Poste
3#336,4(2) 1363 1453 1250 1335 1.152 1.239 1078 1167 1043 1133
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 89 -
VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 610 0,12 554 0,24 507 0,41 473 0,63 434 1,23
20 482 0,16 455 0,29 435 0,48 421 0,71 404 1,32
25 379 0,20 379 0,35 379 0,55 379 0,79 379 1,41
30 304 0,25 323 0,41 336 0,62 346 0,87 357 1,49
35 253 0,30 282 0,47 303 0,69 319 0,94 339 1,57
TENSÃO DE 40 217 0,35 252 0,53 278 0,75 297 1,01 323 1,65
MONTAGEM 45 192 0,39 229 0,58 257 0,81 279 1,07 309 1,72
(daN) 50 173 0,43 210 0,63 240 0,87 263 1,14 296 1,80
55 159 0,47 195 0,68 225 0,92 249 1,20 285 1,87
60 147 0,51 183 0,73 213 0,98 238 1,26 275 1,94
20º
500 482 468 458 446
c/vento
Adotada 610 554 507 473 446

TENSÃO DE PROJETO (daN)


Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
3#477(2) 1834 1922 1668 1751 1.529 1.614 1428 1515 1348 1436
10m
Poste
3#477(2) 1839 1928 1673 1757 1.534 1.620 1433 1521 1353 1442
11m
Poste
3#477(2) 1846 1936 1680 1765 1.540 1.627 1439 1528 1359 1450
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 8,09 EDS(%) = 8,09 EDS(%) = 8,09 EDS(%) = 8,09 EDS(%) = 8,09
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 100 0,10 96 0,18 92 0,29 88 0,44 82 0,83
20 84 0,11 81 0,21 79 0,34 77 0,50 75 0,91
25 68 0,14 68 0,25 68 0,39 68 0,56 68 1,00
30 55 0,17 57 0,30 59 0,45 60 0,64 62 1,10
35 45 0,21 49 0,35 52 0,51 54 0,71 58 1,17
TENSÃO DE 40 37 0,26 42 0,40 46 0,58 50 0,76 54 1,26
MONTAGEM 45 32 0,30 37 0,46 42 0,63 46 0,83 51 1,33
(daN) 50 28 0,34 34 0,50 38 0,70 42 0,91 49 1,39
55 25 0,38 31 0,55 36 0,74 40 0,95 46 1,48
60 23 0,41 28 0,60 33 0,80 37 1,03 44 1,54
20º
99 105 109 114 120
c/vento
Adotada 100 105 109 114 120

TENSÃO DE PROJETO (daN)


Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
1#4(4)CAA 125 214 130 223 133 231 138 240 144 251
10m
Poste
1#4(4)CAA 128 218 133 228 137 235 142 245 148 256
11m
Poste
1#4(4)CAA 133 224 138 234 142 241 147 251 153 262
12m
Poste
2#4(4)CAA 224 313 234 327 241 339 251 353 263 370
10m
Poste
2#4(4)CAA 227 318 237 332 245 343 255 358 267 375
11m
Poste
2#4(4)CAA 232 323 242 338 250 349 260 364 272 381
12m
Poste
3#4(4)CAA 323 412 338 431 349 447 364 466 382 489
10m
Poste
3#4(4)CAA 326 417 341 436 353 751 368 471 383 494
11m
Poste
3#4(4)CAA 332 423 347 442 358 458 373 477 391 500
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 90 -
VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T T T T T
F (m) F (m) F (m) F (m) F (m)
(daN) (daN) (daN) (daN) (daN)
15 64 0,10 60 0,19 56 0,33 53 0,50 48 0,97
20 52 0,13 49 0,24 48 0,38 46 0,57 44 1,06
25 40 0,16 40 0,29 40 0,46 40 0,66 40 1,17
30 31 0,21 33 0,35 34 0,54 35 0,75 37 1,26
35 25 0,26 28 0,42 30 0,61 32 0,82 34 1,38
TENSÃO DE 40 21 0,31 24 0,49 27 0,68 29 0,91 32 1,46
MONTAGEM 45 18 0,37 22 0,53 25 0,73 27 0,98 30 1,56
(daN) 50 16 0,41 20 0,59 23 0,80 25 1,05 29 1,61
55 14 0,47 18 0,65 21 0,87 24 1,10 27 1,73
60 13 0,51 17 0,69 20 0,92 22 1,20 26 1,80
20º
70 75 79 83 89
c/vento
Adotada 70 75 79 83 89

TENSÃO DE PROJETO (daN)


Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
1#4(4) 95 157 100 166 103 174 107 181 113 193
10m
Poste
1#4(4) 98 161 103 170 107 178 111 186 117 197
11m
Poste
1#4(4) 103 167 108 176 112 184 116 191 122 203
12m
Poste
2#4(4) 164 226 174 240 181 252 189 263 201 280
10m
Poste
2#4(4) 167 230 177 245 185 256 193 268 205 285
11m
Poste
2#4(4) 172 236 182 250 190 262 198 273 210 291
12m
Poste
3#4(4) 233 295 248 314 260 330 271 345 289 368
10m
Poste
3#4(4) 236 299 251 319 263 334 275 350 293 373
11m
Poste
3#4(4) 241 305 256 325 268 340 280 356 298 379
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 91 -
VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T T F T F T F T F
F (m)
(daN) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 98 0,11 92 0,20 85 0,34 80 0,52 73 1,01
20 79 0,13 75 0,25 72 0,40 70 0,59 67 1,10
25 61 0,17 61 0,30 61 0,47 61 0,68 61 1,21
30 48 0,22 50 0,37 53 0,54 54 0,77 56 1,32
35 38 0,27 43 0,43 46 0,63 49 0,85 53 1,39
TENSÃO DE 40 32 0,32 38 0,49 42 0,69 45 0,92 50 1,48
MONTAGEM 45 28 0,37 34 0,54 38 0,76 42 0,99 47 1,57
(daN) 50 25 0,41 31 0,59 35 0,82 39 1,06 45 1,64
55 23 0,45 28 0,66 33 0,87 37 1,12 43 1,72
60 21 0,49 26 0,71 31 0,93 35 1,19 41 1,80
20º
100 106 110 114 120
c/vento
Adotada 100 106 110 114 120

TENSÃO DE PROJETO (daN)


Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
1#2(2) 125 214 130 225 134 233 138 240 144 251
10m
Poste
1#2(2) 128 218 134 230 138 237 142 245 148 256
11m
Poste
1#2(2) 133 224 139 236 143 243 147 251 153 262
12m
Poste
2#2(2) 224 313 235 330 243 342 251 353 263 370
10m
Poste
2#2(2) 227 317 239 335 247 346 255 358 267 375
11m
Poste
2#2(2) 232 324 244 341 252 352 260 364 272 381
12m
Poste
3#2(2) 322 412 340 435 352 450 364 466 382 489
10m
Poste
3#2(2) 326 417 344 440 356 455 368 471 385 494
11m
Poste
3#2(2) 331 423 349 446 361 462 373 477 391 500
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 92 -
REDE EM CABO PROTEGIDO - MT
VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,1 EDS(%) = 13,0
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 746 0,07 743 0,12 739 0,19 730 0,28 715 0,50
20 697 0,07 695 0,13 693 0,20 686 0,30 676 0,53
25 647 0,08 647 0,14 647 0,22 642 0,32 637 0,57
30 598 0,08 600 0,15 602 0,23 600 0,34 600 0,60
35 550 0,09 554 0,16 559 0,25 560 0,36 566 0,64
TENSÃO DE 40 503 0,10 510 0,18 518 0,27 522 0,39 533 0,68
MONTAGEM 45 458 0,11 468 0,19 479 0,29 486 0,42 503 0,72
(daN)
50 414 0,12 427 0,21 442 0,32 452 0,45 475 0,76
55 372 0,14 390 0,23 407 0,35 421 0,48 449 0,80
60 333 0,15 355 0,25 376 0,37 393 0,52 425 0,85
20º
792 842 893 939 1030
c/vento
Adotada 792 842 893 939 1030
TENSÃO DE PROJETO (daN)
Altura Sem Sem Sem Sem Sem
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
3#50(9,5) 812 861 912 957 1048
11m
Poste
3#50(9,5) 818 867 918 963 1054
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP.
(ºC) EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,1 EDS(%) = 13,0
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 746 0,07 743 0,12 739 0,19 730 0,28 715 0,50
20 697 0,07 695 0,13 693 0,20 686 0,30 676 0,53
25 647 0,08 647 0,14 647 0,22 642 0,32 637 0,57
30 598 0,08 600 0,15 602 0,23 600 0,34 600 0,60
35 550 0,09 554 0,16 559 0,25 560 0,36 566 0,64
TENSÃO DE 40 503 0,10 510 0,18 518 0,27 522 0,39 533 0,68
MONTAGEM 45 458 0,11 468 0,19 479 0,29 486 0,42 503 0,72
(daN)
50 414 0,12 427 0,21 442 0,32 452 0,45 475 0,76
55 372 0,14 390 0,23 407 0,35 421 0,48 449 0,80
60 333 0,15 355 0,25 376 0,37 393 0,52 425 0,85
20º
900 989 1.076 1155 1305
c/vento
Adotada 900 989 1.076 1155 1305
TENSÃO DE PROJETO (daN)
Altura Sem Sem Sem Sem Sem
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
3#120(9,5) 919 1007 1.093 1171 1320
11m
Poste
3#120(9,5) 925 1022 1.099 1177 1326
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 93 -
VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,2 EDS(%) = 13,1 EDS(%) = 13,0
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 746 0,07 743 0,12 739 0,19 730 0,28 715 0,50
20 697 0,07 695 0,13 693 0,20 686 0,30 676 0,53
25 647 0,08 647 0,14 647 0,22 642 0,32 637 0,57
30 598 0,08 600 0,15 602 0,23 600 0,34 600 0,60
35 550 0,09 554 0,16 559 0,25 560 0,36 566 0,64
TENSÃO DE 40 503 0,10 510 0,18 518 0,27 522 0,39 533 0,68
MONTAGEM 45 458 0,11 468 0,19 479 0,29 486 0,42 503 0,72
(daN)
50 414 0,12 427 0,21 442 0,32 452 0,45 475 0,76
55 372 0,14 390 0,23 407 0,35 421 0,48 449 0,80
60 333 0,15 355 0,25 376 0,37 393 0,52 425 0,85
20º
979 1093 1.201 1301 1486
c/vento
Adotada 979 1093 1.201 1301 1486
TENSÃO DE PROJETO (daN)
Altura Sem Sem Sem Sem Sem
Formação
Poste Neutro Neutro Neutro Neutro Neutro
Poste
3#185(9,5) 997 1110 1.217 1316 1499
11m
Poste
3#185(9,5) 1.003 1116 1.223 1322 1505
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

REDE EM CABO MULTIPLEX - BT

VÃO (m)

30 40
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F
(daN) (m) (daN) (m)
15 192 0,30 209 0,49

20 178 0,33 197 0,52

25 165 0,35 186 0,55

30 153 0,38 175 0,59

35 143 0,41 166 0,62


TENSÃO DE
MONTAGEM 40 134 0,43 158 0,65
(daN)
45 127 0,46 151 0,68

50 120 0,48 144 0,72

55 114 0,51 138 0,75

60 109 0,53 133 0,77

Adotada 204 229

Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)

3x1x35+35 10m 191,14 214,03

3x1x35+35 11m 174,91 195,53

3x1x35+35 12m 162,03 180,77


Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 94 -
VÃO (m)

30 40
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F
(daN) (m) (daN) (m)
15 361 0,25 393 0,42

20 329 0,28 365 0,45

25 301 0,31 341 0,48

30 276 0,33 317 0,52

35 254 0,36 298 0,55


TENSÃO DE
MONTAGEM 40 236 0,39 280 0,58
(daN)
45 220 0,42 265 0,62

50 206 0,45 251 0,65

55 194 0,47 239 0,68

60 184 0,50 228 0,72

Adotada 361 403

Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)

3x1x70+70 10 327,62 367,48

3x1x70+70 11 297,76 333,72

3x1x70+70 12 273,60 306,33


Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

VÃO (m)

30 40
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F
(daN) (m) (daN) (m)
15 461 0,35 521 0,56

20 434 0,38 497 0,58

25 410 0,40 474 0,61

30 386 0,42 452 0,64

35 366 0,45 433 0,67


TENSÃO DE
MONTAGEM (daN) 40 348 0,47 416 0,70

45 331 0,49 399 0,73

50 316 0,52 385 0,75

55 303 0,54 371 0,78

60 291 0,56 358 0,81

Adotada 461 527

Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)

3x1x120+70 10 416 478


3x1x120+70 11 378 433
3x1x120+70 12 346 397
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 95 -
VÃO (m)

30 40
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(% )= 8
T F T F
(daN) (m) (daN) (m)
15 764 0,35 857 0,55

20 718 0,37 815 0,58

25 676 0,39 777 0,60

30 637 0,42 741 0,63

35 603 0,44 709 0,66


TENSÃO DE
MONTAGEM (daN) 40 572 0,46 680 0,69

45 544 0,49 652 0,72

50 519 0,51 628 0,75

55 496 0,53 605 0,78

60 475 0,56 584 0,80

Adotada 780 892

Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)

3x1x185+120 10 703 804


3x1x185+120 11 636 728
3x1x185+120 12 582 665
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

VÃO (m)
30 40 50 60
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(%) = 8 EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 109 0,17 113 0,30 117 0,45 121 0,62
20 95 0,20 101 0,33 107 0,49 112 0,68

25 83 0,23 91 0,37 98 0,54 104 0,73

30 72 0,26 81 0,41 89 0,59 96 0,79


35 64 0,30 74 0,45 82 0,64 89 0,85
TENSÃO DE
MONTAGEM 40 57 0,33 68 0,49 77 0,68 84 0,90
(daN)
45 52 0,36 63 0,53 72 0,73 79 0,96
50 48 0,39 58 0,58 67 0,78 75 1,01

55 44 0,43 54 0,62 64 0,82 72 1,05

60 41 0,46 51 0,66 60 0,88 68 1,11


Adotada 138 156 172 187
Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)
1x1x25+25 10 143 159 174 188
1x1x25+25 11 135 150 163 175
1x1x25+25 12 130 143 155 166
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 96 -
VÃO (m)
30 40 50 60
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(%) = 8 EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 144 0,18 145 0,32 145 0,51 145 0,73
20 126 0,21 130 0,36 133 0,55 135 0,78

25 111 0,24 117 0,40 122 0,60 127 0,83

30 97 0,27 106 0,44 113 0,65 118 0,90

35 86 0,31 97 0,48 105 0,70 111 0,95


TENSÃO DE
MONTAGEM 40 77 0,34 89 0,53 98 0,75 106 1,00
(daN)
45 70 0,38 83 0,57 92 0,80 100 1,06

50 65 0,41 77 0,61 87 0,84 96 1,10


55 60 0,44 73 0,64 83 0,88 92 1,15

60 56 0,47 69 0,68 79 0,93 88 1,20

Adotada 175 193 209 222


Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)
1x1x35+35 10 175 192 207 219
1x1x35+35 11 163 178 192 203
1x1x35+35 12 155 168 181 191
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

VÃO (m)
30 40 50 60
TEMP
(°C) EDS(%) = 8 EDS(%) = 8 EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 125 0,24 136 0,39 145 0,58 154 0,78
20 114 0,26 126 0,43 136 0,62 145 0,83
25 104 0,29 116 0,46 128 0,65 138 0,87

30 94 0,32 107 0,50 119 0,70 130 0,93

35 86 0,35 100 0,54 113 0,74 124 0,97


TENSÃO DE
MONTAGEM 40 79 0,38 94 0,57 107 0,78 118 1,02
(daN)
45 74 0,41 89 0,60 102 0,82 113 1,07
50 69 0,44 84 0,64 97 0,86 109 1,11
55 65 0,46 79 0,68 93 0,90 104 1,16
60 61 0,49 76 0,71 89 0,94 100 1,21

Adotada 159 182 203 222


Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)
2x1x25+25 10 162 183 202 220
2x1x25+25 11 152 170 188 204
2x1x25+25 12 145 161 177 191
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 97 -
VÃO (m)
30 40 50 60
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(%) = 8 EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 169 0,25 178 0,42 186 0,63 193 0,87
20 153 0,28 165 0,45 175 0,67 184 0,92
25 139 0,30 154 0,49 165 0,71 175 0,96

30 127 0,33 142 0,53 155 0,76 166 1,02

35 116 0,36 133 0,56 147 0,80 159 1,06


TENSÃO DE
MONTAGEM 40 108 0,39 126 0,60 140 0,84 152 1,11
(daN)
45 100 0,42 119 0,63 134 0,87 146 1,16
50 94 0,45 112 0,67 128 0,92 141 1,20
55 88 0,48 107 0,70 123 0,95 136 1,24
60 84 0,50 102 0,74 118 0,99 131 1,29
Adotada 203 228 249 267
Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)
2x1x35+35 10 200 223 243 260
2x1x35+35 11 186 206 224 239
2x1x35+35 12 175 194 210 224
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

VÃO (m)
30 40
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F
(daN) (m) (daN) (m)
15 192 0,30 209 0,49
20 178 0,33 197 0,52
25 165 0,35 186 0,55

30 153 0,38 175 0,59

35 143 0,41 166 0,62


TENSÃO DE
MONTAGEM 40 134 0,43 158 0,65
(daN)
45 127 0,46 151 0,68

50 120 0,48 144 0,72


55 114 0,51 138 0,75
60 109 0,53 133 0,77
Adotada 224 254
Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)
3x1x35+35 10 218 246
3x1x35+35 11 202 227
3x1x35+35 12 190 212
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 98 -
VÃO (m)
30 40
TEMP (°C)
EDS(%) = 8 EDS(%) = 8
T F T F
(daN) (m) (daN) (m)
15 361 0,25 393 0,42
20 329 0,28 365 0,45
25 301 0,31 341 0,48
30 276 0,33 317 0,52

35 254 0,36 298 0,55


TENSÃO DE
MONTAGEM 40 236 0,39 280 0,58
(daN)
45 220 0,42 265 0,62

50 206 0,45 251 0,65


55 194 0,47 239 0,68
60 184 0,50 228 0,72
Adotada 385 436
Formação Poste TENSÃO DE PROJETO (daN)
3x1x70+70 10 360 406
3x1x70+70 11 329 371
3x1x70+70 12 304 342
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 80 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 99 -
REDE EM CABO NU - BT

VÃO (m)
TEMP 30 40 50 60 80
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T (daN) F (m) T (daN) F (m) T (daN) F (m) T (daN) F (m) T (daN) F (m)
15 64 0,10 60 0,19 56 0,33 53 0,50 48 0,97
20 52 0,13 49 0,24 48 0,38 46 0,57 44 1,06
25 40 0,16 40 0,29 40 0,46 40 0,66 40 1,17
30 31 0,21 33 0,35 34 0,54 35 0,75 37 1,26
35 25 0,26 28 0,42 30 0,61 32 0,82 34 1,38
TENSÃO DE 40 21 0,31 24 0,49 27 0,68 29 0,91 32 1,46
MONTAGEM
45 18 0,37 22 0,53 25 0,73 27 0,98 30 1,56
(daN)
50 16 0,41 20 0,59 23 0,80 25 1,05 29 1,61
55 14 0,47 18 0,65 21 0,87 24 1,10 27 1,73
60 13 0,51 17 0,69 20 0,92 22 1,20 26 1,80
20º
62 65 67 69 72
c/vento
Adotada 64 65 67 69 72
TENSÃO DE PROJETO (daN)

Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle

Poste
1#4(4) 132 181 133 183 137 188 140 193 145 201
10m
Poste
1#4(4) 125 169 126 171 129 176 132 180 137 187
11m
Poste
1#4(4) 121 162 122 164 125 168 128 172 132 178
12m
Poste
2#4(4) 185 234 187 237 192 244 197 250 205 260
10m
Poste
2#4(4) 173 217 175 220 179 226 184 232 191 241
11m
Poste
2#4(4) 165 205 167 208 171 213 175 219 181 227
12m
Poste
3#4(4) 238 278 241 291 248 300 255 308 265 320
10m
Poste
3#4(4) 220 265 223 269 229 276 235 283 244 295
11m
Poste
3#4(4) 208 249 211 252 217 259 222 266 230 276
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 100 -
VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 98 0,11 92 0,20 85 0,34 80 0,52 73 1,01
20 79 0,13 75 0,25 72 0,40 70 0,59 67 1,10
25 61 0,17 61 0,30 61 0,47 61 0,68 61 1,21
30 48 0,22 50 0,37 53 0,54 54 0,77 56 1,32
35 38 0,27 43 0,43 46 0,63 49 0,85 53 1,39
TENSÃO DE 40 32 0,32 38 0,49 42 0,69 45 0,92 50 1,48
MONTAGEM
45 28 0,37 34 0,54 38 0,76 42 0,99 47 1,57
(daN)
50 25 0,41 31 0,59 35 0,82 39 1,06 45 1,64
55 23 0,45 28 0,66 33 0,87 37 1,12 43 1,72
60 21 0,49 26 0,71 31 0,93 35 1,19 41 1,80
20º
91 93 95 97 99
c/vento
Adotada 98 93 95 97 99
TENSÃO DE PROJETO (daN)
Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle
Poste
1#2(2) 189 265 180 253 184 257 187 262 190 267
10m
Poste
1#2(2) 176 244 169 233 172 238 175 242 178 247
11m
Poste
1#2(2) 168 230 161 220 164 224 167 228 169 232
12m
Poste
2#2(2) 270 346 258 330 263 336 268 343 273 349
10m
Poste
2#2(2) 250 318 238 303 243 309 247 315 252 321
11m
Poste
2#2(2) 235 297 225 284 229 289 233 295 237 300
12m
Poste
3#2(2) 352 428 335 407 342 415 349 424 355 432
10m
Poste
3#2(2) 323 392 308 373 314 381 320 388 326 395
11m
Poste
3#2(2) 302 364 289 348 294 354 299 361 305 368
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

TEMP VÃO (m)

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 101 -
(ºC) 30 40 50 60 80
EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 146 0,11 134 0,22 124 0,37 115 0,58 105 1,12
20 116 0,14 110 0,27 105 0,44 101 0,66 97 1,21
25 90 0,18 90 0,33 90 0,51 90 0,74 90 1,31
30 71 0,23 75 0,39 79 0,58 81 0,82 84 1,40
35 58 0,28 65 0,45 70 0,66 74 0,89 79 1,49
TENSÃO DE 40 49 0,34 58 0,51 64 0,72 68 0,97 75 1,57
MONTAGEM
45 43 0,38 52 0,56 58 0,79 64 1,03 71 1,65
(daN)
50 39 0,42 47 0,62 54 0,85 60 1,10 68 1,73
55 35 0,47 44 0,67 51 0,90 57 1,16 65 1,81
60 33 0,50 41 0,71 48 0,95 54 1,22 63 1,86
20º
130 131 131 132 132
c/vento
Adotada 146 134 131 132 132
TENSÃO DE PROJETO (daN)

Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle

Poste
1#1/0(1/0) 269 344 249 321 244 317 245 320 245 320
10m
Poste
1#1/0(1/0) 248 317 230 295 226 292 227 295 227 295
11m
Poste
1#1/0(1/0) 234 296 217 276 213 273 215 276 215 276
12m
Poste
2#1/0(1/0) 390 466 360 432 353 426 355 430 355 430
10m
Poste
2#1/0(1/0) 358 426 331 396 324 390 326 394 326 394
11m
Poste
2#1/0(1/0) 334 396 309 368 303 363 305 366 305 366
12m
Poste
3#1/0(1/0) 512 588 472 544 463 535 465 540 465 540
10m
Poste
3#1/0(1/0) 468 536 432 496 423 489 426 493 426 493
11m
Poste
3#1/0(1/0) 434 496 401 460 393 453 395 457 395 457
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

VÃO (m)
30 40 50 60 80
TEMP
(ºC) EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10 EDS(%) = 10
T F T F T F T F T F
(daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m) (daN) (m)
15 283 0,12 258 0,23 236 0,39 220 0,61 201 1,18
20 223 0,15 211 0,28 201 0,46 194 0,69 187 1,27
25 174 0,19 174 0,34 174 0,53 174 0,77 174 1,36
30 138 0,24 147 0,40 153 0,61 158 0,84 163 1,45
35 114 0,29 128 0,46 138 0,67 145 0,92 155 1,53
TENSÃO DE 40 98 0,34 114 0,52 126 0,74 135 0,99 147 1,61
MONTAGEM
45 86 0,39 103 0,58 116 0,80 126 1,06 140 1,69
(daN)
50 78 0,43 95 0,62 108 0,86 119 1,12 134 1,77
55 71 0,47 88 0,67 101 0,92 113 1,18 129 1,84
60 66 0,51 82 0,72 96 0,97 107 1,25 124 1,91
20º
239 235 231 228 225
c/vento
Adotada 283 258 236 228 225
TENSÃO DE PROJETO (daN)

Altura Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com
Formação
Poste Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle Controle

Poste
3#4/0(1/0) 857 933 784 856 727 800 708 782 700 777
10m
Poste
3#4/0(1/0) 779 847 713 778 661 727 644 712 637 706
11m
Poste
3#4/0(1/0) 717 779 657 716 610 670 594 656 588 651
12m
Velocidade do Vento Maximo de Projeto 60 km/h.

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 102 -
TABELA 39 – FLECHAS, TENSÕES E ESFORÇOS EM POSTES

ENERGISA MINAS GERAIS E ENERGISA NOVA FRIBURGO

REDE EM CABO NU - MT

CABO 4 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47 0,83
5 0,14 0,25 0,38 0,54 0,92
10 0,18 0,3 0,44 0,61 1,01
15 0,22 0,36 0,51 0,69 1,11
20 0,27 0,41 0,58 0,76 1,2
25 0,32 0,47 0,64 0,84 1,28
30 0,36 0,53 0,71 0,91 1,37
35 0,41 0,58 0,77 0,98 1,45
40 0,45 0,63 0,83 1,04 1,54
45 0,49 0,68 0,88 1,11 1,61
50 0,52 0,72 0,94 1,17 1,69

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 56 56 56 56 56
5 46 47 48 49 51
10 37 39 41 43 46
15 29 33 36 38 42
20 24 28 32 34 39
25 21 25 28 31 36
30 18 22 26 29 34
35 16 20 24 27 32
40 15 19 22 25 30
45 14 17 21 24 29
50 13 16 19 22 28

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
Nº fases/nível
1#4 - 1º Nível 56 61 69
1#4 - 2º Nível 53 58 65
1#4 - 3º Nível 50 55 62
3#4 - 1º Nível 168 183 207
3#4 - 2º Nível 159 174 195
3#4 - 3º Nível 150 165 186

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 103 -
CABO 2 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47 0,83
5 0,14 0,25 0,38 0,54 0,92
10 0,18 0,3 0,44 0,61 1,01
15 0,22 0,36 0,51 0,69 1,11
20 0,27 0,41 0,58 0,76 1,2
25 0,32 0,47 0,64 0,84 1,28
30 0,36 0,53 0,71 0,91 1,37
35 0,41 0,58 0,77 0,98 1,45
40 0,45 0,63 0,83 1,04 1,54
45 0,49 0,68 0,88 1,11 1,61
50 0,52 0,72 0,94 1,17 1,69

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 89 89 89 89 89
5 72 74 76 78 80
10 58 62 65 68 73
15 47 52 57 61 67
20 38 45 50 55 62
25 33 39 45 50 58
30 29 35 41 46 54
35 26 32 38 43 51
40 23 29 35 40 48
45 21 27 33 38 46
50 20 26 31 36 44

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
Nº fases/nível
1#4 - 1º Nível 89
1#4 - 2º Nível 84
1#4 - 3º Nível 80
3#4 - 1º Nível 267
3#4 - 2º Nível 252
3#4 - 3º Nível 240

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 104 -
CABO 1/0 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47 0,83
5 0,14 0,25 0,38 0,54 0,92
10 0,18 0,3 0,44 0,61 1,01
15 0,22 0,36 0,51 0,69 1,11
20 0,27 0,41 0,58 0,76 1,2
25 0,32 0,47 0,64 0,84 1,28
30 0,36 0,53 0,71 0,91 1,37
35 0,41 0,58 0,77 0,98 1,45
40 0,45 0,63 0,83 1,04 1,54
45 0,49 0,68 0,88 1,11 1,61
50 0,52 0,72 0,94 1,17 1,69

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 142 142 142 142 142
5 115 118 121 124 128
10 92 98 104 109 116
15 74 83 90 97 107
20 61 71 80 87 99
25 52 63 72 79 92
30 46 56 65 73 86
35 41 51 60 68 81
40 37 47 56 64 77
45 34 44 52 60 73
50 32 41 49 57 70

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
Nº fases/nível
1#4 - 1º Nível 142
1#4 - 2º Nível 134
1#4 - 3º Nível 127
3#4 - 1º Nível 426
3#4 - 2º Nível 402
3#4 - 3º Nível 381

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 105 -
CABO 4/0 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47 0,83
5 0,14 0,25 0,38 0,54 0,92
10 0,18 0,3 0,44 0,61 1,01
15 0,22 0,36 0,51 0,69 1,11
20 0,27 0,41 0,58 0,76 1,2
25 0,32 0,47 0,64 0,84 1,28
30 0,36 0,53 0,71 0,91 1,37
35 0,41 0,58 0,77 0,98 1,45
40 0,45 0,63 0,83 1,04 1,54
45 0,49 0,68 0,88 1,11 1,61
50 0,52 0,72 0,94 1,17 1,69

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 284 284 284 284 284
5 231 237 243 248 257
10 185 197 208 218 233
15 149 166 181 194 214
20 123 143 160 175 198
25 104 126 144 159 184
30 91 112 131 146 173
35 82 102 120 136 163
40 74 94 112 127 154
45 68 87 104 120 147
50 64 82 99 114 140

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
Nº fases/nível
1#4 - 1º Nível 142
1#4 - 2º Nível 134
1#4 - 3º Nível 127
3#4 - 1º Nível 426
3#4 - 2º Nível 402
3#4 - 3º Nível 381

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 106 -
CABO 336,4 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47 0,83
5 0,14 0,25 0,38 0,54 0,92
10 0,18 0,3 0,44 0,61 1,01
15 0,22 0,36 0,51 0,69 1,11
20 0,27 0,41 0,58 0,76 1,2
25 0,32 0,47 0,64 0,84 1,28
30 0,36 0,53 0,71 0,91 1,37
35 0,41 0,58 0,77 0,98 1,45
40 0,45 0,63 0,83 1,04 1,54
45 0,49 0,68 0,88 1,11 1,61
50 0,52 0,72 0,94 1,17 1,69

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 452 452 452 452 452
5 367 377 386 395 408
10 294 314 332 347 371
15 236 265 288 308 340
20 195 227 254 278 314
25 166 200 228 253 293
30 145 179 208 233 274
35 130 162 191 216 255
40 118 149 177 203 245
45 109 135 166 191 233
50 101 130 157 181 223

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
Nº fases/nível
1#4 - 1º Nível 452
1#4 - 2º Nível 425
1#4 - 3º Nível 403
3#4 - 1º Nível 1356
3#4 - 2º Nível 1275
3#4 - 3º Nível 1209

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 107 -
REDE EM CABO PROTEGIDO - MT

CABO 50mm2

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 0,49 0,92 1,46 2,14 2,77
5 0,51 0,93 1,48 2,15 2,78
10 0,52 0,95 1,5 2,17 2,79
15 0,54 0,97 1,52 2,19 2,82
20 0,55 0,98 1,53 2,2 2,84
25 0,57 1 1,55 2,22 2,87
30 0,58 1,01 1,57 2,24 2,89
35 0,6 1,03 1,58 2,26 2,95
40 0,61 1,05 1,6 2,27 2,92
45 0,63 1,06 1,61 2,29 2,99
50 0,64 1,08 1,63 2,3 2,96

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 184 169,4 162,7 159,2 155,7
5 177,8 166 160,7 157,9 155,1
10 171,7 162,8 158,8 156,6 154,4
15 166,1 159,8 157 155,3 153,6
20 160,9 157 155,1 154,1 153,1
25 156,1 154,3 153,4 152,9 152,4
30 151,7 151,7 151,7 151,7 151,7
35 147,5 149,2 150,1 150,5 150,9
40 143,8 146,8 148,4 149,4 150,4
45 140,2 144,5 146,9 148,3 149,7
50 136,8 142,4 145,4 147,2 149

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60 80

3 # 50 (9,5) 284 270 264 261 258

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 108 -
CABO 120mm2

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 0,55 1 1,58 2,29 2,96
5 0,56 1,02 1,6 2,31 2,97
10 0,58 1,03 1,61 2,32 3,01
15 0,59 1,05 1,63 2,34 3,01
20 0,61 1,06 1,64 2,36 3,09
25 0,62 1,08 1,66 2,37 3,06
30 0,63 1,09 1,67 2,39 3,11
35 0,65 1,11 1,69 2,4 3,1
40 0,66 1,12 1,7 2,42 3,15
45 0,67 1,13 1,72 2,43 3,14
50 0,69 1,15 1,73 2,45 3,19

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 267,6 250,1 241,9 237,5 233,1
5 259,7 245,9 239,3 235,7 232,1
10 252,5 241,9 236,8 234 231,2
15 245,6 238,1 234,4 232,3 230,2
20 239,2 234,4 232 230,7 229,4
25 233,2 230,9 229,7 229,1 228,5
30 227,5 227,5 227,5 227,5 227,5
35 222,2 224,3 225,4 226 226,6
40 217,2 221,2 223,3 224,5 225,7
45 212,5 218,1 221,2 223 224,8
50 208 215,2 219,2 221,5 223,8

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60 80

3 # 120 (9,5) 401 392 388 385 382

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 109 -
CABO 185mm2

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 0,63 1,12 1,76 2,54 3,3
5 0,64 1,14 1,77 2,55 3,3
10 0,65 1,15 1,79 2,57 3,32
15 0,66 1,16 1,8 2,58 3,34
20 0,68 1,18 1,82 2,6 3,37
25 0,69 1,19 1,83 2,61 3,38
30 0,7 1,2 1,84 2,63 3,43
35 0,71 1,22 1,86 2,64 3,4
40 0,72 1,23 1,87 2,65 3,42
45 0,74 1,24 1,88 2,67 3,49
50 0,75 1,25 1,9 2,68 3,47

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60 80
GRAU
0 324,4 307,3 299,1 294,6 290,1
5 316,7 303,1 296,5 292,8 289,1
10 309,5 299,1 293,9 291,1 288,3
15 302,8 295,3 291,5 289,4 287,3
20 296,3 291,5 289,1 287,7 286,3
25 290,2 287,9 286,7 286 285,3
30 284,4 284,4 284,4 284,4 284,4
35 278,9 281 282,1 282,8 283,5
40 273,6 277,7 280 281,2 282,4
45 268,6 274,6 277,8 279,7 281,6
50 263,8 271,5 275,7 278,2 280,7

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60 80

3 # 185 (9,5) 483 480 478 477 476

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 110 -
REDE EM CABO MULTIPLEX - BT

CABO 1X1X25mm2+25mm2

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 0,4071 0,7238 1,131 1,6286
5 0,4387 0,7606 1,1709 1,6706
10 0,4700 0,7967 1,2101 1,7119
15 0,5008 0,8320 1,2486 1,7525
20 0,531 0,8666 1,2863 1,7924
25 0,5604 0,9004 1,3232 1,8317
30 0,589 0,9334 1,3595 1,8703
35 0,6169 0,9657 1,3951 1,9084
40 0,644 0,9973 1,4300 1,9459
45 0,6704 1,0282 1,4644 1,9828
50 0,6961 1,0584 1,4981 2,0191

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 111 -
CABO 1X1X35mm2+35mm2

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 0,4071 0,7238 1,1310 1,6286
5 0,4387 0,7606 1,1709 1,6706
10 0,4700 0,7967 1,2101 1,7119
15 0,5008 0,8320 1,2486 1,7525
20 0,5310 0,8666 1,2863 1,7924
25 0,5604 0,9004 1,3232 1,8317
30 0,5890 0,9334 1,3595 1,8703
35 0,6169 0,9657 1,3951 1,9084
40 0,6440 0,9973 1,4300 1,9459
45 0,6704 1,0282 1,4644 1,9828
50 0,6961 1,0584 1,4981 2,0191

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 112 -
CABO 2X1X25mm2+25mm2

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 0,4071 0,7238 1,131 1,6286
5 0,4387 0,7606 1,1709 1,6706
10 0,47 0,7967 1,2101 1,7119
15 0,5008 0,832 1,2486 1,7525
20 0,531 0,8666 1,2863 1,7924
25 0,5604 0,9004 1,3232 1,8317
30 0,589 0,9334 1,3595 1,8703
35 0,6169 0,9657 1,3951 1,9084
40 0,644 0,9973 1,43 1,9459
45 0,6704 1,0282 1,4644 1,9828
50 0,6961 1,0584 1,4981 2,0191

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 113 -
CABO 1X1X35mm2+35mm2

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 0,4071 0,7238 1,1310 1,6286
5 0,4387 0,7606 1,1709 1,6706
10 0,4700 0,7967 1,2101 1,7119
15 0,5008 0,8320 1,2486 1,7525
20 0,5310 0,8666 1,2863 1,7924
25 0,5604 0,9004 1,3232 1,8317
30 0,5890 0,9334 1,3595 1,8703
35 0,6169 0,9657 1,3951 1,9084
40 0,6440 0,9973 1,4300 1,9459
45 0,6704 1,0282 1,4644 1,9828
50 0,6961 1,0584 1,4981 2,0191

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 105 105 105 105
5 97,44 99,92 101,42 102,36
10 90,95 95,4 98,13 99,89
15 85,36 91,34 95,11 97,58
20 80,51 87,7 92,32 95,4
25 76,29 84,41 89,74 93,36
30 72,58 81,42 87,35 91,43
35 69,3 78,7 85,12 89,6
40 66,38 76,21 83,04 87,88
45 63,77 73,92 81,09 86,24
50 61,42 71,81 79,27 84,69

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60

105 110 116 120

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 114 -
REDE EM CABO QUADRIPLEX - BT

CABO 3X1X35mm2+35mm2 CABO 3X1X70mm2+70mm2

FLECHA (m) FLECHA (m)

VÃO (m) VÃO (m)


30 40 30 40
GRAU GRAU
0 0,4643 0,8254 0 0,4643 0,8254
5 0,4927 0,8553 5 0,4927 0,8553
10 0,5209 0,8906 10 0,5209 0,8906
15 0,5487 0,9224 15 0,5487 0,9224
20 0,576 0,9536 20 0,576 0,9536
25 0,6028 0,9843 25 0,6028 0,9843
30 0,6291 1,0144 30 0,6291 1,0144
35 0,6548 1,0439 35 0,6548 1,0439
40 0,68 1,0729 40 0,68 1,0729
45 0,7046 1,1014 45 0,7046 1,1014
50 0,7286 1,1294 50 0,7286 1,1294

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN) TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m) VÃO (m)


30 40 30 40
GRAU GRAU
0 126 126 0 225,35 225,35
5 118,73 121,18 5 212,35 216,72
10 112,31 116,78 10 200,86 208,85
15 106,62 112,75 15 190,68 201,65
20 101,56 109,06 20 181,63 195,05
25 97,04 105,66 25 173,55 188,97
30 92,99 102,53 30 166,31 183,37
35 89,34 99,62 35 159,78 178,18
40 86,03 96,93 40 153,87 173,36
45 83,03 94,42 45 148,49 168,87
50 80,29 92,08 50 143,59 164,69

TRAÇÃO DE PROJETO (daN) TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 VÃO (m) 30 40

126 135 226 241

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 115 -
CABO 3X1X120mm2+70mm2 CABO 3X1X185mm2+185mm2

FLECHA (m) FLECHA (m)

VÃO (m) VÃO (m)


30 40 30 40
GRAU GRAU
0 0,4643 0,8254 0 0,4643 0,8254
5 0,4927 0,8553 5 0,4927 0,8553
10 0,5209 0,8906 10 0,5209 0,8906
15 0,5487 0,9224 15 0,5487 0,9224
20 0,576 0,9536 20 0,576 0,9536
25 0,6028 0,9843 25 0,6028 0,9843
30 0,6291 1,0144 30 0,6291 1,0144
35 0,6548 1,0439 35 0,6548 1,0439
40 0,68 1,0729 40 0,68 1,0729
45 0,7046 1,1014 45 0,7046 1,1014
50 0,7286 1,1294 50 0,7286 1,1294

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN) TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m) VÃO (m)


30 40 30 40
GRAU GRAU
0 365,88 365,88 0
5 344,78 351,87 5
10 326,13 339,1 10
15 309,6 327,41 15
20 294,91 316,69 20
25 281,79 306,83 25
30 270,02 297,72 30
35 259,42 289,3 35
40 249,82 281,47 40
45 241,1 274,19 45
50 233,14 267,4 50

TRAÇÃO DE PROJETO (daN) TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 VÃO (m) 30 40

366 375 105 110

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 116 -
REDE EM CABO NU - BT

CABO 4 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47
5 0,14 0,25 0,38 0,54
10 0,18 0,3 0,44 0,61
15 0,22 0,36 0,51 0,69
20 0,27 0,41 0,58 0,76
25 0,32 0,47 0,64 0,84
30 0,36 0,53 0,71 0,91
35 0,41 0,58 0,77 0,98
40 0,45 0,63 0,83 1,04
45 0,49 0,68 0,88 1,11
50 0,52 0,72 0,94 1,17

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 56 56 56 56
5 46 47 48 49
10 37 39 41 43
15 29 33 36 38
20 24 28 32 34
25 21 25 28 31
30 18 22 26 29
35 16 20 24 27
40 15 19 22 25
45 14 17 21 24
50 13 16 19 22

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60

(4) Poste de 10m 47 51


(4) Poste de 11m 43 46
(4) Poste de 12m 39 42
(4) Poste de 13m 35 38
1#4 Poste de 10m 47 51
1#4 Poste de 11m 43 46
1#4 Poste de 12m 39 42
1#4 Poste de 13m 35 38
2#4Poste de 10m 94 102
2#4 Poste de 11m 86 92
2#4 Poste de 12m 78 84
2#4 Poste de 13m 70 76
3#4 Poste de 10m 141
3#4 Poste de 11m 129
3#4 Poste de 12m 117
3#4 Poste de 13m 105

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 117 -
CABO 2 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47
5 0,14 0,25 0,38 0,54
10 0,18 0,3 0,44 0,61
15 0,22 0,36 0,51 0,69
20 0,27 0,41 0,58 0,76
25 0,32 0,47 0,64 0,84
30 0,36 0,53 0,71 0,91
35 0,41 0,58 0,77 0,98
40 0,45 0,63 0,83 1,04
45 0,49 0,68 0,88 1,11
50 0,52 0,72 0,94 1,17

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 89 89 89 89
5 72 74 76 78
10 58 62 65 68
15 47 52 57 61
20 38 45 50 55
25 33 39 45 50
30 29 35 41 46
35 26 32 38 43
40 23 29 35 40
45 21 27 33 38
50 20 26 31 36

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60

(2) Poste de 10m 75


(2) Poste de 11m 68
(2) Poste de 12m 61
(2) Poste de 13m 55
1#2 Poste de 10m 75
1#2 Poste de 11m 68
1#2 Poste de 12m 61
1#2 Poste de 13m 55
2#2Poste de 10m 150
2#2 Poste de 11m 136
2#2 Poste de 12m 122
2#2 Poste de 13m 110
3#2 Poste de 10m 225
3#2 Poste de 11m 204
3#2 Poste de 12m 183
3#2 Poste de 13m 165

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 118 -
CABO 1/0 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47
5 0,14 0,25 0,38 0,54
10 0,18 0,3 0,44 0,61
15 0,22 0,36 0,51 0,69
20 0,27 0,41 0,58 0,76
25 0,32 0,47 0,64 0,84
30 0,36 0,53 0,71 0,91
35 0,41 0,58 0,77 0,98
40 0,45 0,63 0,83 1,04
45 0,49 0,68 0,88 1,11
50 0,52 0,72 0,94 1,17

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 142 142 142 142
5 115 118 121 124
10 92 98 104 109
15 74 83 90 97
20 61 71 80 87
25 52 63 72 79
30 46 56 65 73
35 41 51 60 68
40 37 47 56 64
45 34 44 52 60
50 32 41 49 57

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60

(1/0) Poste de 10m 120


(1/0) Poste de 11m 108
(1/0) Poste de 12m 98
(1/0) Poste de 13m 89
1#1/0 Poste de 10m 120
1#1/0 Poste de 11m 108
1#1/0 Poste de 12m 98
1#1/0 Poste de 13m 89
2#1/0Poste de 10m 240
2#1/0 Poste de 11m 216
2#1/0 Poste de 12m 196
2#1/0 Poste de 13m 178
3#1/0 Poste de 10m 360
3#1/0 Poste de 11m 324
3#1/0 Poste de 12m 294
3#1/0 Poste de 13m 267

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 119 -
CABO 4/0 CA

FLECHA (m)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 0,12 0,21 0,32 0,47
5 0,14 0,25 0,38 0,54
10 0,18 0,3 0,44 0,61
15 0,22 0,36 0,51 0,69
20 0,27 0,41 0,58 0,76
25 0,32 0,47 0,64 0,84
30 0,36 0,53 0,71 0,91
35 0,41 0,58 0,77 0,98
40 0,45 0,63 0,83 1,04
45 0,49 0,68 0,88 1,11
50 0,52 0,72 0,94 1,17

TRAÇÃO DE MONTAGEM (daN)

VÃO (m)
30 40 50 60
GRAU
0 284 284 284 284
5 231 237 243 248
10 185 197 208 218
15 149 166 181 194
20 123 143 160 175
25 104 126 144 159
30 91 112 131 146
35 82 102 120 136
40 74 94 112 127
45 68 87 104 120
50 64 82 99 114

TRAÇÃO DE PROJETO (daN)

VÃO (m) 30 40 50 60

(4/0) Poste de 10m 239


(4/0) Poste de 11m 216
(4/0) Poste de 12m 196
(4/0) Poste de 13m 176
1#4/0 Poste de 10m 239
1#4/0 Poste de 11m 216
1#4/0 Poste de 12m 196
1#4/0 Poste de 13m 176
2#4/0Poste de 10m 478
2#4/0 Poste de 11m 432
2#4/0 Poste de 12m 392
2#4/0 Poste de 13m 352
3#4/0 Poste de 10m 717
3#4/0 Poste de 11m 648
3#4/0 Poste de 12m 588
3#4/0 Poste de 13m 528

______________________________________________________________________________________
NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 120 -
21. DESENHOS

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NDU-006 ESE/EPB/EBO/EMG/ENF VERSÃO 2.0 MARÇO/2010
- 121 -