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ABNT NBR 5456:2010

6.2.33
imitância de fechamento (de um acesso)
Imitância do circuito ou do dispositivo elétrico ligado nos terminais desse acesso. (131-02-37)

6.2.34
imitância de carga
imitancia de fechanient do acesso de said 131-02 38

6.2.35
imitância de entrada (de um quadripolo)
imitância do quadripolo vista dos seus terminais de entrada. (131 -02-39)

6.2.36
imitância de saída (de um quadripolo)
do quadripolo vista dos seus terminais de saida. (131-02-40)

-8 imitância de acesso (de um multipolo)


imitância do multipolo vista do acesso no qual o sinal é aplicado. (131 -02-41)

NOTA1 Seu valor é função das imitâncias de fechamento dos outros acessos.

Correspondente ao termo IEC em inglés “driving-point immittance”.

transformador ideal
quadripolo passivo recíproco em a tensão instantânea num acesso é proporcional a tensão instantane
no outro acesso, sem variação da potência instantânea de um acesso para o outro. (131 -02.42)

NOTA A impedância vista de um acesso é um múltiplo positivo determinado da impedância de fechamento


do outro acesso.
1-
uJ
6.2.39
girador ideal
quadripolo passivo não recíproco em que a tensão instantânea num acesso e proporcional a ten
são instantânea no outro acesso, sem variação da potência instantânea de um acesso para o outro.
(131-02-43)

NOTA A impedância vista de um acesso é proporcional à admitância de fechamento do outro acesso.

6.2.40
atenuador ideal
quadripolo passivo no qual a potência de saída é menor do que a potência de entrada, e no qual
constante a razão dos valores instantâneos das tensões (ou correntes) na saída, para os valores ins
tantâneos das tensões (ou correntes) na entrada. (131 -02-44)

6.2.41
amplificador ideal
quadripolo ativo no qual a potência de saída é maior do que a potência de entrada, e no qual é cons
tante a razão dos valores instantâneos das tensões (ou correntes) na saída para os valores instanta
neos das tensões (ou correntes) na entrada. (131-02-45)

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6.2.42
funçao de transferência
razao da transformada de Laplace de um sinal de saida, para transformada de Laplace do sinal de
entrada correspondente. (131-02-46)

6.2.43
imitância de transferência
função de transferência na qual um dos sinais é uma tensão, e o outro uma corrente. (131 -02-47)

6.2.44
razão de transferência
função de transferência na qual os dois sinais são grandezas homogêneas. (131-02-48)

6.2.45
conversor de impedância ideal
quadripolo reciproco ou nao recíproco cuja impedância de entrada é um múltiplo fixo da impedância
de saída. (131-02-49)
NOTA Se esse múltiplo é real e negativo, este conversor é denominado ‘Conversor de impedância negativo”.

~ 6.3 Funcionamento dos circuitos elétricos


o
6.3.1
~ tensão alternada
g tensão periódica cujo valor médio é igual a zero. (131 -03-01)

NOTA Não havendo indicação em contrário, subentende-se valor eficaz e variação senoidal da tensao.
o
~ 632
~ corrente alternada
corrente periódica cujo valor médio é igual a zero. (131-03-02)

~ NOTA Não havendo indicação em contrário, subentende-se valor eficaz e variação senoidal da corrente.
o,
6.3.3
fator de fundamental
razao do valor eficaz do componente fundamental, para o valor eficaz de uma tensao ou corrente nao
~ senoida (131 03-03)
o
~ 6.3.4
~ tensão pulsante
tensao periódica cujo valor medio e diferente de zero. (131 -03-06)

6.3.5
~ corrente pulsante
corrente periódica cujo valor médio é diferente de zero. (131-03-07)

6.3.6
componente contínuo (de uma tensão ou corrente pulsante)
média aritmética dos valores assumidos por uma grandeza pulsante, durante um período. (131-03-08)

6.3.7
componente alternado (de uma tensão ou corrente pulsante)
grandeza que se obtém subtraindo, de uma grandeza pulsante, o seu componente contínuo. (131-03-09)

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6.3.8
corrente contínua
corrente cujo valor é independente do tempo. (1 31-03-10)

NOTA Por extensão, uma corrente cujo componente contínuo é de importância capital.

6.3.9
tensão contínua
tensão cujo valor é independente do tempo. (1 31-03-11)

NOTA Por extensão, uma tensão cujo componente contínuo é de importância capital.
o
6.3.10
fator de pulsação
razão do valor eficaz do componente alternado de uma grandeza pulsante, para o valor eficaz dessa
grandeza. (131 -03-1 2)

6.3.11
fator de ondulação eficaz
razao do valor eficaz do componente alternado, para o valor absoluto do componente continuo de uma
grandeza pulsante. (131-03-13)
o
6.3.12
fator de ondulação de pico
razão do valor de pico-a-vale do componente alternado, para o valor absoluto do componente continuo
de uma grandeza pulsante. (1 31-03-14)

6.3.13
potência instantânea (de um circuito elétrico)
produto dos valores instantâneos da tensão e da corrente, em um acesso. (131 -03-1 5)

6.3.14
potência aparente
produto dos valores eficazes da tensão e da corrente, em um acesso. (1 31 .03-16)
(9
NOTA Em regime permanente senoidal, e o modulo da potencia complexa.
o
6.3.15
potência complexa
para tensão e corrente senoidais, e o produto do fasor tensão pelo conjugado do fasor corrente
(131-03-17)
NOTA A potência complexa tem como modulo a potência aparente, e como ângulo a detasagem entre
os dois fasores acima.

6.3.16
potência ativa
valor médio da potência instantânea, durante um período. (131-03-18)

NOTA 1 Para a tensão e corrente senoidais, a potência ativa é a parte real da potência complexa.

NOTA 2 Para a tensão e corrente periódicas não senoidais, a potência ativa é a soma das potências dos
componentes contínuos, e das potências ativas dos componentes fundamentais e dos harmônicos.

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6.3.17
potência reativa
em regime permanente senoidal, é a parte imaginária da potência complexa. (131 -03-1 9)
NOTA A polencia reativa transmitida para uma indutância é positiva (Publicação IEC 60375).

6.3.18
fator de potência
razao da potência ativa para a potencia aparente. (131 -03-20)

6.3.19
fator de potência de fundamental
razao da potência ativa dos componentes fundamentais da tensão e da corrente, para a potência ativa
dos mesmos. (131-03-21)

NOTA O fator de potência de fundamental pode ser também definido como o co-seno do ângulo formado
pelos fasores que representam os componentes fundamentais da tensão e da corrente.

6.4 Termos adicionais à IEC 60050 (131)


e)
~ 6.4.1
~ admitância
~ quociente de 1 pela impedancia.

6.4.2
admitância própria (de um nó)
soma das admitancias que convergem nesse nó.

6.4.3
admitância mútua (entre dois nós)
~
1—
soma das admitâncias ligadas diretamente entre esses nós.
w
-J
W 6.4.4
0
z capacitancia
~ grandeza escalar que caracteriza a propriedade que tem um sistema de condutores e de dielétricos
a estes associados, de armazenar energia quando tal sistema é submetido a um campo elétrico.
o
6.4.5
~ capacitância (eletrostática)
~ razão de carga elétrica para a diferença de potencial.

6.4.6
circuito reticulado
circuito eletrico constituido por duas ou mais malhas.

6.4.7
circuito estrela
circuito em que todos os ramos são ligados a um nó comum.

6.4.8
circuito triângulo
circuito constituído por três ramos que formam uma malha.

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6.4.9
fator reativo
razão da potência reativa para a potência aparente

6.4.10
impedância própria (de uma malha)
soma das impedâncias existentes nessa malha.

6.4.11
impedância mútua (entre duas malhas)
soma das impedâncias existentes no ramo comum as duas malhas

6.4.12
indutância
grandeza escalar que caracteriza a propriedade que tem um circuito ou um condutor de induzir tensão,

::.:t0 de variação de corrente.


indutância (própria)
indutância relativa à tensão induzida no próprio circuito ou condutor, pela variação da corrente que
o percorre.

6.4.14
parâmetro (de um circuito)
grandeza caracteristica de um elemento ideal de circuito.

6.4.15
potência flutuante
componente senoidal da função que representa as potências instantâneas de um circuito de corrente
o alternada senoidal, tendo freqüência dupla da freqüência da corrente no circuito.

6.4.16
potência média (de um circuito de corrente periódica)
média aritmética dos valores da potência instantânea, durante um periodo

6.4.17
queda de tensão
diferença entre as tensões existentes em dois pontos ao longo de um circuito em que há corrente.

6.4.18
reatância indutiva
módulo da impedância de uma indutância pura, igual ao produto da freqüência w pela indutância.

6.4.19
g reatância capacitiva
modulo da impedância de uma capacitância pura, igual ao quociente de 1 pelo produto da freqüência w
e da capacitância.

6.4.20
resistência (elétrica)
grandeza escalar que caracteriza a propriedade de um elemento de circuito de converter energia ele
trica em caior, quando percorrido por corrente.

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6.4.21
ressonância de um circuito série
em um circuito constituido de resistência, indutância e capacitância em série e para uma freqüência
determinada, e a condiçao que se verifica quando a impedância do circuito é mínima e reduzida à
resistência apenas.

6.4.22
ressonância de um circuito paralelo
em um circuito constituído de resistência, indutância e capacitância em paralelo, e para uma freqüência
~ determinada, é a condição que se verifica quando a admitância do circuito é mínima e reduzida a
condutância apenas.
6.4.23
sentido direto
;
o)
em um elemento assimétrico, é o sentido de menor resistência elétrica a uma corrente unidirecional.
o,
~ 6.4.24
-g corrente direta
~ corrente no sentido direto de um elemento assimétrico.
o
~ 6.4.25
~ tensão direta
em um elemento assimetrico, e a tensao que resulta de uma corrente direta, ou a tensão aplicada que
causa uma corrente direta.
o

~ 6.4.26
~‘ sentido inverso
em um elemento assimétrico, é o sentido de maior resistência elétrica a uma corrente unidirecional.
~ 6.4.27
corrente inversa
~ corrente no sentido inverso de um elemento assimétrico.
6.4.28
tensão inversa
em um elemento assimétrico, é a tensao que resulta de uma corrente inversa, ou a tensão aplicada
que causa uma corrente inversa.
6.4.29
tensão unidirecional
tensão entre dois pontos de um circuito em que a polaridade elétrica, de um dos pontos em relação ao
outro tomado como referência, é invariável

6.5 Sistemas polifásicos

~ 6.5.1
~ sistema polifásico
a sistema elétrico constituído por um ou mais circuitos polifásicos.

1
~
6.5.2
tensão de fase
tensao fase-neutro
cada uma das tensôes, de mesma freqüência e defasados entre si, que constituem um sistema ou cir
cuito polifásico

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6.5.3
ponto neutro
ponto de referência, real ou ideal, para as tensoes de fase de um sistema, circuito ou equipamento
polifásico.

6.5.4
sistema polifásico simétrico
sistema polifásico tal que, em representação gráfica, os fasores das tensões de fase podem ser dis
postos segundo um polígono funicular, regular fechado de m lados.

6.5.5
sistema trifásico
sistema polifásico constituído por três tensões de fase.
t~.
E
NOTA Não havendo indicaçao em contrario, subentende-se que se trata de sistema simétrico e de se
qüência positiva.

.8 6.5.6
sistema monofásico
caso particular de sistema polifásico, reduzido a uma única tensão de fase.
‘1~
6.5.7
condutor neutro
condutor ligado ao ponto neutro real de um equipamento polifásico.

6.5.8
condutor-fase
condutor de um circuito polifásico, exceto o condutor neutro.

6.5.9
fase (de um sistema, circuito ou equipamento polifásico)
termo genérico que se refere tanto a uma tensão de fase como a um condutor fase.

6.5.10
neutro
m generico que se refere tanto ao ponto neutro como ao condutor neutro.
o
6.5.11
tensão de linha
tensão entre duas fases de um circuito ou equipamento polifásico.

NOTA Por extensão, este termo designa também a tensão entre os dois condutores que apresentam
a maior diferença de potencial ente si, em um sistema ou equipamento de corrente continua a três condutores

6.5.12
tensão poligonal
a menor das tensões de linha de um circuito polifásico simétrico de mais de três fases.

6.5.13
tensão diametral
a maior das tensões de linha de um circuito polifásico simétrico de número par de fases, igual ou maior
do que quatro.

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6.5.14
seqüência de fases
ordem na qual se sucedem as m fases de um circuito polifásico de m fases.
6.5.15
sistema de componentes simétricos
cada um dos m sistemas polifásicos simétricos de m grandezas cada, em que pode ser decomposto
— um sistema polifasico assimétrico de m grandezas.
6.5.16
componente simétrico
cada uma das grandezas que constituem um sistema de componentes simétricos de m grandezas.
6.5.17
sistema de seqüência positiva
sistema de componentes simétricos tal que, girando o sistema no sentido positivo de rotação (sentido
anti-horário), os componentes se sucedem em ordem natural diante de um ponto de referência
6.5.18
sistema de seqüência negativa
sistema de componentes simétricos tal que, girando o sistema no sentido negativo de rotação (sentido
horário), os diversos componentes se sucedem em ordem natural diante de um ponto de referência.
6.5.19
sistema de seqüência zero
sistema de componentes simétricos formado por m componentes de módulos iguais e em fase.
6.5.20
componente de seqüência positiva
cada uma das m grandezas que constituem um sistema de seqüencia positiva de m grandezas.

6.5.21
componente de sequencia negativa
~jj cada uma das m grandezas que constituem um sistema de seqüência negativa de m grandezas.
6.5.22
componente de seqüência zero
cada uma das m grandezas que constituem um sistema de seqüência zero de m grandezas.

7 Definições de dispositivos elétricos e magnéticos 5)


Para os efeitos desta Norma, aplicam-se os seguintes termos e definições.
7.1 Termos gerais
7.1.1
dispositivo (elétrico)
unidade de produto que utiliza energia eletromagnética para desempenhar uma função especificada.
(151-01-01)
NOTA Um dispositivo elétrico, por sua vez, pode ser parte integrante de uma unidade maior.

5) Esta seção é baseada nos Capítulos 131 “Circuit theor~’ e 151: ~Eletrical and magnetic devices” do Vocabu
lário Eletrotécnico Internacional, Publicações IEC 60050 (exceto 7.5).

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7.1.2
terminal
parte condutora de um dispositivo elétrico, na qual se liga o condutor correspondente do circuito ex
terno. (151-01-03)

7.1.3
eletrodo
parte condutora de um dispositivo elétrico, destinada a constituir uma interface condutora com um
meio de condutividade diferente. (151-01-05)
71.4
anoda
eletrodo que funciona normalmente como receptor de elétrons. (151-01-05)

7.1.5
catado
eletrodo que funciona normalmente como emissor de elétrons. (151-01 -06)
o
7.1.6
terra
massa condutora da Terra, cujo potencial elétrico, em qualquer ponto, é convencionalmente conside
rado igual a zero. (151-01-07)

7.1.7
condutor de aterramento
condutor de baixa impedância ligado a um eletrodo de aterramento. (151 -01-08)

718
massa (de instalação ou equipamento)
corpo condutor cujo potencial é tomado como referência. (151-01-09
7.1.9
blindagem
dispositivo utilizado para minimizar a penetração de um campo especificado, em uma região determ
nada. (1 51-01-13)

7.1.10
blindagem elétrica
blindagem de material condutor, utilizada para minimizar a penetração de um campo elétrico em uma
região determinada. (151-01-14)

7.1.11
blindagem magnética
blindagem de material ferromagnético, utilizada para minimizar a penetraçao de um campo magnetico
em uma região determinada. (151-01-15)

7.1.12
a blindagem eletromagnética
blindagem de material condutor, utilizada para minimizar a penetração de um campo eletromagnetic
variável numa região determinada. (151-01-16)

7.1.13
blindagem repartidora (de tensões)
elemento condutor utilizado para prover uma repartição de tensões. (151-01-17)
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7.1.14
barreira
Involucro ou anteparo utilizado para fins de proteção mecânica. (151-01 -1 8)

7.1.15
barra (ônibus)
condutor ou circuito de impedância desprezível, ao qual podem ser ligados individualmente outros
condutores ou circuitos, respectivamente. (151 -01-1 9)

7.1.16
espira
condutor (ou grupo de condutores) disposto segundo uma volta completa. (151-01-20)

7.1.17
bobina
conjunto contínuo de espiras em série, geralmente coaxiais. (151-01-21)

NOTA Na técnica dos enrolamentos de equipamentos elétricos, e denominada ‘bobina” uma peça cons
tituída por determinado número de espiras em serie, isoladas entre si e geralmente envolvidas por isolação
sobre o conjunto.

7,1.18
~ solenóide
~ bobina cilindrica cujo comprimento e geralmente muito maior do que a maior dimensão transversa
~. (151-01-22)

7.1.19
enrolamento
~ conjunto de espiras ou bobinas que tem uma função definida num dispositivo elétrico. (151-01-23)
NOTA Essa função é geralmente a de criar ou de ser influenciado por um campo magnético.

~ 7.1.20
~ enrolamento bifilar
~ enrolamento constituído por dois condutores isolados justapostos. (151 -01-24)
~ NOTA Se os dois condutores sao ligados de modo a serem percorridos pela mesma corrente em sentidos
opostos, a indutância desse enro amento e geralmente desprezível.
o
~ 7.1.21
núcleo (magnético)
~ parte magnética de um circuito magnetico. em torno da qual são geralmente dispostos enrolamentos
•~ (151-01-25)

7.1.22
núcleo (magnético) laminado
nucleo magnético constituido por lâminas de material ferromagnetico, isoladas umas das outras para
minimizar as correntes de Foucault. (151- 01-26)

7.1.23
nucleo (magnético) de folha enrolada
nucleo laminando constituido por uma ou mais lâminas contínuas, enroladas em espiral umas sobr
as outras. (151 -01- 27)

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7.1.24
jugo
parte ferromagnética fixa, geralmente não circundada por enrolamento, cuja finalidade preponderante
é complementar o circuito magnético principal de um dispositivo elétrico. (151- 01-28)

7.1.25
entreferro
intersticio entre partes ferromagnéticas, de pequeno comprimento em comparação com o comprimento
do circuito magnético. (151- 01-29)

7.1.26
6 resistor
dispositivo elétrico utilizado para introduzir resistência em um circuito. (151- 01- 30)

o)
7.1.27
varistor
resistor cuja resistência elétrica varia fortemente em função da tensão aplicada. (151-01-31)

7.1.28
termistor
resistor que apresenta uma variação muito grande e não linear da resistência elétrica, em função da
§ temperatura. (151- 01- 32)
7.1.29
indutor
dispositivo elétrico utilizado para introduzir indutância num circuito. (151-01-33)

7.1.30
indutor de alisamento
indutor projetado e utilizado para diminuir o componente alternado de uma corrente pulsante.
(151-01- 34)

7.1.31
capacitor
dispositivo elétrico utilizado para introduzir capacitância num circuito. (151-01-35)

7.1.32
capacitor de bloqueio
capacitor utilizado principalmente para bloquear a passagem do componente continuo de uma corrente
pulsante. (151- 01- 36)

7.1.33
ima
dispositivo magnético que possui um campo magnético externo. (151-01-37)

7.1.34
imã permanente
imã que não exige o fornecimento externo de energia, para manter seu campo magnético. (151-01-38

7.1.35
eletroímã
imã que requer a ação de uma corrente para manter o seu campo magnético. (151-01-39)

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7.1.36
pólo (de um imã)
parte do imã na qual entra, ou da qual sai afluxo magnético externo útil. (151-01-40)

7.1.37
armadura de proteção
peça de material magnético de alta permeância, que se coloca entre os pólos de um imã permanen
te, para protegê-lo contra uma desmagnetização acidental, ou para diminuir o seu campo magnético
externo.(151-01-41)

7.1.38
derivador (elétrico)
dispositivo condutor ligado em paralelo com uma parte de um circuito elétrico, para derivar uma parte
da corrente que a atravessaria. (151-01-45)

7.1.39
derivador magnético
dispositivo de material magnético colocado em paralelo com uma parte de um circuito magnético, para
derivar uma parte do fluxo magnético que a atravessaria. (151-01-44)

~ 7.1.40
centelhador
~ dispositivo com dois ou mais eletrodos, destinado a produzir um centelhamento, em condições espe
~ cificadas. (151-01-48)

o 7.1.41
~ transdutor (de energia elétrica)
~ dispositivo que converte ou transfere energia, da qual pelo menos uma das formas é elétrica.
~ (151-01-49)
o
F 7.1.42
transdutor de sinais elétricos
co dispositivo que converte ou transfere sinais, dos quais pelo menos uma das formas é elétrica.
Eo (151-01-50)

7.1.43
~ maquina eletrica
~ transdutor de energia elétrica que converte energia elétrica em energia mecânica, ou vice-versa.
~ (151-01-51)
Lii
-J
~ 7.1.44
~ transformador
transdutor de energia elétrica, estático, que transfere energia elétrica sem mudança da freqüência.
~ (151-01-54)
o
7.1.45
a conversor de freqüência
-~ transdutor de energia elétrica que transfere energia elétrica, com mudança de freqüência. (151-01-55)
E
o
x
Lii
conversor de fases
transdutor de energia elétrica que transfere energia elétrica, com mudança do número de fases.
(151-01 -56)

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7.1.47
retificador
transdutor de energia elétrica que converte corrente alterada para corrente contínua. (151-01-57)
7.1.48
inversor
transdutor de energia elétrica que converte corrente contínua para corrente alternada. (151-01-58)
7.1.49
defasador
transdutor elétrico que introduz uma defasagem entre a entrada e a saida. (151-01-59)
g 7.1.50
sensor
transdutor de sinais elétricos que converte um sinal de qualquer espécie, em um sinal elétrico
(151-01-60)

.8 acionador (elétrico)
transdutor de sinais elétricos que converte um sinal elétrico em um sinal de espécie diferente, por
exemplo, um deslocamento mecânico. (151-01-61)
1~
7.1.52
amplificador
dispositivo destinado a aumentar o valor de uma grandeza ou nível de um sinal, utilizando energia
fornecida por uma fonte auxiliar. (151-01 -62)
7.1.53
oscilador
dispositivo que produz uma corrente alternada, cuja freqüência é determinada pelas características
do próprio dispositivo. (151-01-63)
7.1.54
faixa passante
co faixa de freqüência na qual, em toda sua largura, a atenuação é inferior a um valor especificado.
(151-01-64)
7.1.55
faixa atenuante
faixa de freqüência na qual, em toda sua largura, a atenuaçao é superior a um valor especificado.

7.1.56
freqüência de corte
freqüência de uma faixa passante ou atenuante, na qual a atenuação atinge um valor especificado.
(151-01-66)
7.1.57
filtro passa-baixas
filtro que tem uma única faixa passante, que se estende da freqüência zero até a freqüência de corte.
(151-01-67)
7.1.58
filtro passa-altas
filtro que tem uma única faixa passante, que se estende da freqüência de corte para freqüências maio
res. (151-01-68)
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7.1.59
filtro passa4aixa
filtro que tem uma única faixa passante, limitada por duas freqüências de corte finitas e diferentes
de zero. (151- 01-69)

7.1.60
filtro corta-faixa
filtro que tem uma única faixa atenuante, limitada por duas freqüências de corte finitas e diferentes
de zero. (151-01-70)

7.1.61
dispositivo semicondutor
dispositivo elétrico cujas características essenciais são devidas ao movimento de portadores de carga,
no interior de um semicondutor.(151-01-74)

7.1.62
8~ dispositivos fotoelétricos
~ dispositivos cujas caracteristicas essenciais são devidas à emissão de elétrons, causada pela absorção
ç~ de fotons. (151-01.75)

~ 7.1.63
§~ linha de retardo
dispositivo elétrico destinado a introduzir um retardo especificado, na transmissão de um sinal.
~ (151-01-76)

o 7.1.64
.k
Õ
transformador de casamento
. - .. .
transformador cuja funçao principal e otimizar a potencia do sinal transferido, entre dois circuitos
de impedâncias diferentes. (151-01-77)

~ Ligações de circuitos elétricos


~ circuito fechado
circuito que apresenta um trajeto ininterrupto para a corrente. (131 -12-72)

7.2.2
~ circuito aberto
~ para um dado par de terminais, circuito elétrico sem percurso contínuo entre os dois terminais do par.
H (131-12-73)

.@ 7.2.3
.~ ligar
~ unir partes condutoras de modo a realizar um contato elétrico entre elas. (151-02-03)
o
7.2.4
8. ligação (elétrica)

7.2.4.1
~ união de partes condutoras entre si. (131 -1 2-74)

7.2.4.2
circuito ou condutor que liga terminais ou outros condutores. (1 51-02-04)

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ABNT NBR 5456:2010

7.2.4.3
maneira de ligar circuitos ou equipamentos elétricos (por exemplo, ligação em série, ligação estrela).
(151-02-05)

7.2.5
interligação
ligação elétrica entre si de dois ou mais circuitos distintos. (151-02-06)

7.2.6
ligação em série
ligação de dispositivos de modo que todos eles sejam percorridos pela mesma corrente. (131-12-75)

7.2.7
ligação em paralelo
de dispositivos de modo que todos eles sejam submetidos à mesma tensão. (131. 12-76)

circuito ressonante
circuito elétrico que funciona próximo da ressonância. (151- 02- 09)
co
7.2.9
circuito ressonante série
circuito ressoante com um único trajeto, que contém capacitância e indutância em série, cujas reatân
cias são iguais e de sinais contrários na freqüência de ressonância. (151 -02-1 0)

7.2.10
circuito ressonante paralelo
circuito ressoante com dois trajetos em paralelo, um contendo capacidade e o outro indutância, cujas
susceptâncias são iguais e de sinais contrários na freqüência de ressonância. (151- 02-11)

7.2.11
banco
conjunto de equipamentos elétricos de mesma espécie, interligados de modo a funcionar como uma
unidade. (151-02-1 2)

7.2.12
fonte monofásica
fonte que fornece uma única tensão (ou corrente) alternada. (151-02-13)

7.2.13
fonte polifásica
fonte que fornece um conjunto de duas ou mais tensões (ou correntes) alternadas, interrelacionadas,
de mesma freqüência e geralmente de mesmas amplitudes e formas de onda, e entre as quais existe
normalmente uma defasagem constante. (151-02. 14)
o
NOTA Esse termo pode ser particularizado de acordo como número de fases, por exemplo, fonte bifásica
fonte trifásica, fonte hexafásica.

7.2.14
fonte polifásica simétrica
fonte polifásica cujas m tensões (ou correntes) tem a mesma forma de onda e a mesma amplitude, e
cujas defasagens sucessivas são iguais ao mesmo múltiplo inteiro da fração um do período. (151-02-15)

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7.2.15
fonte bifásica assimétrica
fonte polifásica que fornece duas tensões (ou correntes) alternadas, de mesma amplitude e defasadas
de 1/4 de período (it/2 radianos) entre si. (151-02- 20)
7.2.16
dispositivo monofásico
fonte monofásico, ou um dispositivo previsto para ser alimentado por uma fonte monofásica. (151-02-21)
7.2.17
dispositivo polifásico
fonte polifásica, ou um dispositivo previsto para ser alimentado por uma fonte polifásica. (151-02-22).

7.2.18
dispositivo em estrela
dispositivo polifásico no qual todos os ramos de um mesmo enrolamento são ligados a um nó comum.
(151-02-23)
o
7.2.19
~ dispositivos em polígono
~ dispositivos polifásico no qual todos os ramos de um mesmo enrolamento são ligados de modo a for
mar uma única malha poligonal de m lados. (151-02-24)
7.2.20
~ dispositivo em triângulo
~ dispositivo em deita
~ dispositivo trifásico no qual os três ramos de um mesmo enrolamento são ligados de modo a formar
o uma malha. (151 -02-25)

7.2.21
circuito monofásico
circuito elétrico que compreende um conjunto de dispositivos monofásicos interligados. (151-02-26)
~ 7.2.22
~ circuito polifásico
~ circuito elétrico que compreende um conjunto de dispositivos polifásicos interligados. (151-02-27)
z
o
7.3 Funcionamento e utilização de dispositivos elétricos
o
z
o 7.31
~ comutação
transferência das ligaçoes de um conjunto de condutores, para um outro conjunto. (151 -03-01)
7.3.2
~ comutação periádica
~ comutação realizada de maneira automática e periódica. (151-03-02)

7.3.3
ciclo de operação
uma determinada série de operações, que pode ser repetida á vontade ou automaticamente. (151-03-03)

7.3.4
potência de entrada
potência total recebida por um dispositivo elétrico, ou por um conjunto de dispositivo; (1 51-03-04)

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7.3.5
potência de saida
potência útil
potência transferida por um dispositivo elétrico, sob uma forma especificadora e para uma finalidade
especificada; (151-03-05)

7.3.6
de entrada
qualificativo de uma grandeza ou de uma parte, associada ao recebimento de potência ou de sinais.
(151-03-06)
NOTA Essa grandeza pode ser tensão, corrente, impedância etc.; Essa parte pode ser terminal, condutor etc.

7.3.7
de saída
qualificativo de uma grandeza ou de uma parte, associada à transferencia de potência ou de sinais.
(151-03-07)
o
-o
o)
NOTA A mesma de 7.3.6.

7.3.8
carga
o
o
7381
dispositivo elétrico que absorve potência.

7.3.8.2
potência transferida por um dispositivo elétrico. (151-03-08)

7.3.9
carregar (um dispositivo ou circuito)
obrigar um dispositivo elétrico ou circuito a transferir potência. (151-03-09)

7.3.10
carregar (um acumulador ou capacitor)
armazenar energia elétrica em um acumulador ou capacitor. (151-03-10)
2
o
7.3.11
descarregar
retirar total ou parcialmente a energia elétrica armazenada em um acumulador, capacitor ou outro dis
positivo (por exemplo, pilha elétrica). (151-03-11)

7.3.12
funcionamento em carga
funcionamento de um dispositivo elétrico ou circuito enquanto esta transferindo potencia. (151-03-12
o,
7.3.13
a funcionamento em vazio
-~ funcionamento de um dispositivo elétrico ou circuito enquanto não esta transferindo potencia, sendo
porém normais as outras condições de funcionamento. (151 -03-13)

7.3.14
funcionamento em circuito aberto
para um circuito ou gerador, é o funcionamento em vazio com corrente de saída nula. (1 51-03-14)
~ ABNT 2010- Todos os direitos reservados 95
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7.3.15
funcionamento em curto-circuito
para um circuito ou gerador, é o funcionamento em vazio com tensão de saida nula, e com os terminais
de saida curto-circuitados. (151-03-15)

7.3.16
plena carga
valor máximo da carga, especificada para as condições nominais de funcionamento. (151-03-16)

7.3.17
rendimento
razão da potência saida para a potência de entrada. (151 -03-1 7)

7.3.18
perdas
diferença entre a potência de entrada e a potencia de saída. (151-03-18)
o

~ s;~retensão
~ tensao cujo valor excede o maior valor nominal. (1 51-03-1 9)
o
o 7.3.20
sobrecorrente
~ corrente cujo valor excede o maior valor nominal. (151-03-20)

7.3.21
subtensão
tensão cujo valor é inferior ao valor nominal mínimo. (1 51-03-21)

7.3.22
sobrecarga
a parte de carga existente que excede a plena carga. (151-03-22)
o)
~ NOTA Este termo não deve ser utilizado como sinônimo de “sobrecorrente”.
(5
~ 7.3.23
em sincronismo
~ condiçao em que se encontram duas ou mais grandezas perIódicas, associadas a um ou mais dispo
sitivos elétricos, e que tem a mesma freqüência. (151-03-23)
Ei 7.3.24
~ sincronizar
~ fazer com que dois ou mais dispositivos elétricos ou circuitos funcionem em sincronismo. (151 .03-24)

7.3.25
sintonização
processo de ajustar uma das freqüências de ressonância de um dispositivo elétrico, fazendo variar
o valor de um ou mais de seus parâmetros. (1 51-03-25)

7.3.26
característica
representação, geralmente por um gráfico, da correlação entre duas grandezas, em condições de fun
cionamento especificadas. (151-03-26)

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7.3.27
(material) isolante
material, em geral em dielétrico, utilizado para impedir a passagem de correntes de condução.
(151-03-27)

7.3.28
isolar (eletricamente)
impedir a condução de corrente entre duas partes condutoras, por meio de materiais isolantes entre
elas. (1 51-03-28)

7.3.29
seccionar
desligar completamente um dispositivo elétrico ou circuito de outros dispositivos ou circuitos, provendo
afastamentos adequados que assegurem condições de segurança especificadas em relação a quais
vivos. (151-03-29)

isolação
conjunto dos materiais isolantes utilizados para isolar eletricamente. (151 -03-30)
NOTA Por extensão, a ação ou técnica de isolar eletricamente, em sentido estritamente qualitativo.

7.3.31
isolamento
conjunto das propriedades adquiridas por um corpo condutor, decorrentes de sua isolação. (151-03-31)
NOTA Este termo tem sentido estritamente quantitativo e o seu emprego é sempre associado à idéia
de valor, que pode ser dado, ou explicitamente (isolamento para baixa tensão, isolamento para 69 kV etc.),
ou implicitamente (coordenação do isolamento, distância de isolamento, nível de isolamento, resistência de
isolamento etc.).

7.3.32
resistência de isolamento
valor da resistência elétrica, em condições especificadas, entre duas partes condutoras separadas por
materiais isolantes. (151 -03-32)

7.3.33
ângulo de perdas
em regime permanente senoidal, é o ângulo cuja tangente é a razão da potência ativa para o valor
absoluto da potência reativa. (151-03-33)
NOTA A tangente do ângulo de perdas é geralmente utilizada para exprimir as perdas de dielétrico ou de
um material magnético.

7.3.34
fator de qualidade
fatorQ
a em regime permanente senoidal, é a razão do valor absoluto da potência reativa, para a potência ativa.
(151-03-34)
E
w
w
corrente de fuga
corrente de condução que, devido ao isolamento imperfeito, percorre um caminho diferente do previsto.
(151-03-35)

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7.3.36
corrente para terra
total das correntes de fuga e das correntes capacitivas entre um condutor e a terra. (151-03-36)

7.3.37
distância de escoamento
menor distância entre duas partes condutoras, medida sobre a superfície da isolação entre essas
partes. (151-03.37)

7.3.38
repartição de tensões
otimizaçao do gradiente de potencial ao longo da superfície externa, ou no interior de um isolador ou
de uma isolação. (151-03-38)

7.3.39
falta (elétrica)
alteração acidental e subita nas condições normais de funcionamento. (151-03-39)

7.3.40
falta para terra
falta devida a perda acidental e súbita do isolamento entre partes energizadas e aterra. (151-03-40)

7.3.41
curto-circuito
ligação intencional ou acidental entre dois ou mais pontos de um circuito, atraves de impedância des
prezível (151-03-41)
NOTA Por extensão, este termo designa também o conjunto dos fenômenos que decorrem de um curto
—~ circuito, entre dois ou mais pontos que se encontram sob diferença de potencial.

7.3.42
resistivo
o que apresenta resistência elétrica como grandeza predominante, nas condições consideradas.
(151-03-42)

7.3.43
indutivo
o que representa indutância como grandeza predominante, nas condições consideradas. (151-03-43)
o
w
7.3.44
capacitivo
o que representa capacitância como grandeza característica, nas condições consideradas. (151-03-44)

1
o reativo
termo geral que pode se referir tanto a “indutivo” como a “capacitivo”. (151-03-45)

7.3.46
condutivo
o que pode ser percorrido por correntes de condução. (151 -03-46)

7.3.47
conduzindo
termo utilizado para indicar que um dispositivo ou circuito está sendo percorrido por corrente. (151 -03-47)

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7.3.48
vivo
o que está sob tensão elétrica. (151-03-48)
7.3.49
morto
o que não está sob tensão elétrica. (151-03-49)

7.3.50
c..J
eletricidade
manifestação de uma forma de energia, associada a cargas elétricas, estáticas ou dinâmicas.
g (151-03-50)
7.3.51
elétrico
o que tem propriedades e/ou características relacionadas com a eletricidade. (151-03-51)
NOTA Por extensão, o que é relacionado com a eletricidade, ainda que não tenha suas propriedades e/ou
características, por exemplo, engenharia elétrica. (1 51-03-52)

7.4 Características e ensaios


o
o 741
valor de designação
g valor aproximado e adequado de uma grandeza, utilizado para designar ou identificar um componente,
um dispositivo ou um material. (1 51-04-01)
7.4.2
valor limite
valor máximo ou mínimo admissível de uma grandeza, de acordo com a Norma pertinente. (151-04-02)
o
1-
valor nominal
co valor de uma grandeza atribuído a um dispositivo elétrico, em geral pelo fabricante, para uma condiçao
de funcionamento especificada. (151-04-03)

7.4.4
característica nominal
conjunto dos valores nominais e das condições de funcionamento de um circuito ou equipamento
eo. (1 51-04-04)

condições ambientais
aquelas características do meio ambiente que podem afetar o desempenho de equipamento elétrico.
(151-04-05)
NOTA 1 São geralmente consideradas altitudes, temperatura, grau de umidade etc., podendo incluir tam
bém pressão, radiações e vibrações.
NOTA 2 Podem ser designadas como “Condições locais” aquelas condições ambientais que se reterem
especiticamente a um dado local.
7.4.6
regime
seqüência de condições de funcionamento às quais um equipamento elétrico é submetido. (151-04-06)
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7.4.7
regime ininterrupta
regime sem intervalos em vazio. (151-04-07)

7.4.8
regime contínuo
regime com carga substancialmente constante, durante um tempo indefinido e relativamente longo.
(151-04-08)
NOTA 1 Para fins de ensaios, esse tempo deve ser o suficiente para que seja atingido o equilíbrio térmico.
NOTA 2 Corresponde ao termo em inglês “Continuous duty”.
NOTA 3 Não confundir com “Regime permanente” (“Steady-state”).

7.4.9
regime intermitente
regime em que os intervalos com carga se alternam com os intervalos em vazio. (151-04-09)
~0
& 7.4.10
~ regime de tempo limitado
~ regime intermitente em que os intervalos com carga são pequenos, em comparação com os intervalos
em vazio. (151 -04-1 0)

NOTA Para fins de ensaios, considera-se que os intervalos com carga são insuficientes para que seja
<N atingido o equilíbrio térmico, e que os intervalos em vazio restabelecem a igualdade de temperatura com
o o meio ambiente.

7.4.11
~ regime periódico
9 regime em que os intervalos com carga, constante ou variável, se repetem ciclicamente. (151-04-11)

7.4.12
co regime variavel
~ regime em que a carga e os intervalos com carga são sujeitos a grandes variações. (151 -04-12)

7.4.13
fator de marcha
razão do tempo de funcionamento com carga, para o intervalo de tempo total considerado. (151-04-13)
z
ci
~ 7.4.14
~ nível de isolamento
.@ tensão de ensaio que a isolação de um dispositivo elétrico deve ser capaz de suportar, em condições

1 especificadas. (151-04-14)
7.4.15
ensaio de tipo
ensaio realizado em uma ou mais unidades fabricadas, segundo um certo projeto, para demonstrar
que esse projeto satisfaz certas condições especificadas. (151-04-15)

7.4.16
ensaio de rotina
ensaio realizado para verificar se o item ensaiado está em condições adequadas de funcionamento
ou de utilização, de acordo com a respectiva especificação. (151-04-16)

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ABNT NBR 5456:2010

NOTA Este ensaio pode ser realizado em cada uma das unidades fabricadas, ou em uma amostra de cada
lote de unidades fabricadas, conforme seja prescrito na Norma pertinente.

7.4.17
ensaio por amostragem
ensaio realizado sobre algumas unidades tomadas aleatoriamente em um lote. (151-04-17)

— 7.4.18
ensaio de vida
ensaio realizado para verificar a duraçâo provável de uma unidade de produto, em condições de fun
cionamento especificadas. (151-04-18)

7.4.19
ensaio de suportabilidade
ensaio realizado em condições especiais, que incluem situações particulares, durante um tempo
especificado, para verificar se o item ensaiado é capaz de suportar a solicitação que lhe é imposta.
(151-04-19)

NOTA Essas situações podem incluir repetições e condições especialmente severas (curto-circuitos,
sobretensões, vibrações, choques etc.).

7.4.20
ensaio de aceitação
ensaio de recebimento
ensaio contratual para demonstrar ao comprador que o produto ensaiado satisfaz certas condiçoes
de sua especificação. (151-04-20)

7.4.21
ensaio de campo
ensaio realizado em um equipamento elétrico no local de sua instalação, para demonstrar que ele
foi instalado e ligado corretamente, e que se encontra em condições adequadas de funcionamento.
(151-04-21)

7.4.22
ensaio de manutenção
ensaio realizado periodicamente em um equipamento elétrico instalado, para verificar e, se necessá
rio, fazer a devidas correções, para assegurar que o seu desempenho permanece dentro dos limites
especificados. (151-04-22)

7.5 Termos adicionais à IEC 60050 (151)

7.5.1
abertura de um circuito
ação ou efeito de se desfazer a continuidade elétrica do circuito.

7.5.2
fechamento de um circuito
ação ou efeito de se completar a continuidade elétrica do circuito.

7.5.3
estabelecimento de corrente
ação ou efeito de se iniciar a corrente em um circuito.

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ABNT NBR 5456:2010

7.5.4
interrupção de corrente
ação ou efeito de se reduzir a zero a corrente em um circuito.

7.5.5
acoplamento (mecânico)
uniao mecânica ou eletromecânica entre duas partes, de um mesmo item ou de tens diferentes.

7.5.6
~ aumentador
circuito que transporta energia elétrica para um sistema ou equipamento elétrico.

7.5.7
anódico
O)
o que é relacionado com um anodo.
O)
O)

~ catódico
o que é relacionado com um catodo.
ct)
~ 7.5.9
2 aterramento
Hgaçao elétrica intencional e de baixa impedância com a terra.

~ aterrado
o que tem ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra.
NOTA O que tem ligação a terra de alta impedância, para fins de medição, proteção e/ou ndicação de defei
tos para a terra, é considerado “não aterrado”.

7.5.11
diretamente aterrado
o que é aterrado através unicamente da impedância do condutor de aterramento.
NOTA Esta definição não exclui a utilização de dispositivos, tais como transformadores de corrente, que
não aumentam significativamente aquela impedância.

7.5.12
aterrado por impedância
~ o que é aterrado através de um dispositivo adequado, que aumenta significativamente a impedância
~ do condutor de aterramento.
>

NOTA Conforme o componente predominante da impedância, se tem:

~ a) aterrado por resistência;

b) aterrado por reatância.

7.5.13
à prova de
o que é construído de modo que a exposição ao agente agressivo especificado, em condições espe
cificadas, não prejudique o seu funcionamento normal.

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ABNT NBR 5456:2010

7.5.14
encapsulado
o que é construído com suas partes principais encerradas em material isolante sobre elas moldado.
7.5.15
estanque
o que é constituído de modo a impedir a penetração de um agente agressivo especificado, em condi
ções especificadas.
o
7.5.16
impermeável
o que é construído de modo a impedir a penetração de água, em condições especificadas.
7.5.17
intercambiável
o que é construído de modo a poder substituir ou ser substituído por um seu semelhante, satisfazendo
as prescrições de desempenho originais.
7.5.18
para exterior
o que é construído para suportar exposiçao permanente às intempéries.
7.5.19
para interior
o que é construído para ser abrigado permanentemente das intempéries.

4 7.5.20
selado
o que é construído de modo a assegurar a separação total entre os ambientes interno e externo, em
o condições especificadas.
a:
1—
7.5.21
submersível
o que é construído para funcionar normalmente mesmo quando imerso em água, em condições
especificadas.
7.5.22
totalmente fechado
o que é construído com invólucro completo, sem comunicação intencional entre os ambientes interno
e externo, não sendo necessariamente estanque ao ar
Lii

7.5.23
feixe eletrônico
agrupamento de elétrons acelerados que se movem aproximadamente na mesma direçao. (841-08-02)
7.5.24
funcionamento em sobrecarga
funcionamento de um circuito ou dispositivo elétrico, com carga superior à plena carga.
7.5.25
circuito unifilar
circuito constituído por um único condutor, com retorno pela terra ou massa.

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ABNT NBR 5456:2010

7.5.26
condição normal
condição de funcionamento de um sistema ou dispositivo elétrico, quando todos os valores das gran
dezas, que caracterizam esse funcionamento, estão dentro da faixa de variação permitida.
7.5.27
condição anormal
condição de funcionamento de um sistema ou dispositivo elétrico, enquanto submetido a perturba
ções, transitôrias ou permanentes.
7.5.28
contato
interface de duas superfícies condutoras que se tocam.
7.5.29
superfície de contato
cada uma das duas superficies que se tocam efetivamente ao fazerem um contato.
7.5.30
conversão de energia
mudança de forma da energia ou mudança de algumas características, de forma de energia considerada,
7.5.31
inversão
conversão de corrente unidirecional para corrente alternada.
7.5.32
retificação
conversão de corrente alternada para corrente unidirecional.
7.5.33
dado de campo
valor ou outra informação obtida em condições de utilização efetiva.
7.5.34
dado de ensaio
valor ou outra informação obtida em um ensaio.
o
7.5.35
dados
conjunto de valores ou outras informações, representados em uma forma adequada para processamento.
7.5.36
defeito
alteração física que prejudica a segurança e/ou funcionamento de um equipamento elétrico.
7.5.37
dissipação (de energia elétrica)
razão da quantidade de energia elétrica inerentemente convertida em calor em todo processo de con
versão de energia, para o intervalo de tempo correspondente.

7.5.38
distância de isolamento
distância entre duas partes condutoras, medida ao longo de um fio esticado, segundo o menor trajeto
possível entre essas partes

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ABNT NBR 5456:2010

7.5.39
isolação externa
distância no ar entre partes condutoras, mais a isolação das mesmas em contato com o ar.
7.5.40
isolação interna
isolação não submetida às condições atmosféricas e à ação de agentes externos.
E 7.5.41
divisor de tensão
conjunto de elementos de circuito passivos, interligados, que permite obter uma fração desejada da
tensão aplicada ao conjunto.
7.5.42
eficiência
razão do valor útil de uma grandeza fornecida por um sistema ou equipamento eletrico, para a unidade
de uma outra grandeza tomada como referência.
o
~0
7.5.43
eletrônica
ramo da ciência e da tecnologia que trata dos fenômenos relacionados com a condução de corrente
o
em vácuo, gás ou semicondutor.
r-.
r-. 7.5.44
eletrotécnica
tecnologia das aplicações dos fenômenos elétricos e eletromagnéticos.
7.5.45
ensaio destrutivo
ensaio após o qual o item ensaiado não está em condições de ser utilizado.
7.5.46
ensaio não destrutivo
ensaio que não prejudica a utilização ulterior do item ensaiado.
7.5.47
ensaio especial
ensaio que a Norma pertinente não considera como ensaio de tipo ou de rotina, e realizado mediante
acordo prévio entre fabricante e comprador.
7.5.48
amostra
parte retirada de um todo presumivelmente homogêneo, em co diçoes especificadas e que se cons
dera como representativa do todo.
7.5.49
lote
determinada quantidade de material de um só tipo e de mesmas características, que é considerada
como um todo.
7.5.50
diagrama (elétrico)
representação gráfica de relações funcionais entre grandezas que intervêm no estudo de um sistema
ou equipamento elétrico.
~ ABNT 2O1O~ Todos os direitos reservados 105
ABNT NBR 5456:2010

7.5.51
esquema (elétrico)
representação gráfica das partes componentes e das ligações de um sistema, instalação ou equipa
mento elétrico.

7.5.52
esquema unifilar
esquema elétrico em que os diversos condutores de cada circuito são representados como se fossem
um único.

o
7.5.53
~ esquema simplificado
~ esquema unifilar em que são representadas apenas as partes essenciais.

~ 7.5.54
esquema multifilar
~ esquema elétrico em que sao representados separadamente todos os condutores de cada circuito.

7.5.55
~ esquema de fiação
esquema multilar em que todas as ligações são representadas individualmente.
o
7.5.56
~ falha
~ término de capacidade de desempenhar a função requerida.

7.5.57
falta permanente
falta cuja causa só pode ser removida mediante intervenção no local em que ocorreu.

7.5.58
falta transitória
falta cuja causa se remove por si mesma.

7.5.59
falta intermitente
falta momentânea que se repete no mesmo lugar, em conseqüência da mesma causa ou agente.

7.5.60
fator de perdas
~ tangente do ângulo de perdas
~ em regime permanente senoidal, é a razao da potência ativa dissipada, para o valor absoluto da po
.~
o
tência reativa.
o
~ 7.5.61
~ impedor
~ dispositivo elétrico utilizado para introduzir impedância em um circuito.

7.5.62
intertravamento
procedimento utilizado para tornar a operação de um dispositivo elétrico, dependente do preenchi
mento prévio de certas condições especificadas.

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ABNT NRR 5456:2010

7.5.63
normalizado

7.5.63.1
o que é especificado em uma Norma reconhecida, de associação nacional ou internacional.

7.5.63.2
-~ o que retornou as condições normais de operação, após uma situação passageira.

7.5.64
parte condutora
parte capaz de conduzir corrente, mas nao necessariamente utilizada para conduzi-la em serviço
normal

7.5.65
parte condutora exposta
parte condutora, normalmente morta, que pode ser tocada facilmente e que pode ficar sob tensao em
caso de defeito ou falta.
-o
o)
7.5.66
parte morta
parte condutora que está normalmente no mesmo potencial de terra.
o
7567
parte viva .

parte condutora que apresenta ou pode apresentar diferença de potencial em relaçao a terra.

7.5.68
placa de identificação
placa afixada em um dispositivo eletrico, na qual são marcadas a caracteristica nominal e outras infor
maçoes exigidas pela respectiva Norma.

75.69
reostato
resistor ou conjunto unitario de resistores interligados, cuja resistência de saida pode ser variada de
maneira contínua ou por degraus.
o
7.5.70
O (sistema de) resfriamento
conjunto de meios e procedimentos utilizados para remover o calor produzido por um equipamento
elétrico em funcionamento.

7.5.71
meio refrigerante
meio fluido utilizado em um sistema de resfriamento.

7.5.72
meio refrigerante primário
meio refrigerante que remove calor por contato direto com as fontes de calor de um equipamento elé
trico em funcionamento.

7.5.73
meio refrigerante secundário
meio refrigerante que remove calor de um meio refrigerante primário.
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7.5.74
circuito de resfriamento
caminho percorrido por um meio refrigerante.
7.5.75
circuito de resfriamento aberto
circuito de resfriamento que utiliza apenas um meio refrigerante primário, sem reaproveitamento
do mesmo.
7.5.76
circuito de resfriamento fechado
circuito de resfriamento no qual o meio refrigerante primário cede calor a um meio refrigerante secun
dário e e reaproveitado
7.5.77
elevação de temperatura
diferença entre a temperatura de um ponto ou de uma parte especificada de um equipamento elétrico
em funcionamento e a temperatura do meio refrigerante especificado, ambas determinadas pela forma
prescrita na Norma pertinente.
7.5.78
b equilíbrio térmico
~ estado alcançado por um dispositivo elétrico em funcionamento, quando a elevação de temperatura
nao excede um valor especificado durante um tempo especificado.
7.5.79
coeficiente de temperatura
~ limite da razão da variação sofrida por uma grandeza, para a variação de temperatura que a provoca,
~ quando esta ultima variaçao tende para zero.
7.5.80
coeficiente de temperatura médio
razao da variaçao sofrida por uma grandeza, para a variaçao de temperatura que a provoca.
7.5.81
regulagem
açao manual ou automatica de dispositivos destinados a manter os valores de uma ou mais grandeza
dentro de limites especificados, ou a fazê-los variar de maneira especificada.
~ 7.5.82
~ dispositivos de regulagem
uJ dispositivo elétrico que exerce uma ou mais funções de regulagem, em um sistema ou equipamento
~ elétrico.
NOTA é geralmente abreviado para “regulador”.
7.5.83
~ regulador de tensão
~ dispositivo de regulagem que mantem o valor de uma tensao dentro de limites especificados, ou a faz
variar de maneira especificada.
E
‘< 75.84
estabilizador de tensao
regulador de tensao que mantém constante a tensão aplicada a um circuito receptor, a despeito das
variações de tensao. dentro de limites especificados, que ocorram no circuito alimentador.

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7.5.85
variador de tensão
regulador de tensao intercalado entre um circuito alimentador de tensão constante e um circuito recep
tor, para variar gradualmente a tensão aplicada a este.

7.5.86
temporização
— retardo introduzido intencionalmente na operação de um dispositivo eletrico
o
7.5.87
tensão em carga
o tensão entre os terminais de saída de um dispositivo elétrico quando está transferindo potencia para
o circuito exterior.
a
E
7.5.88
-
tensao em vazio
tensão entre os terminais de saída de um dispositivo elétrico, quando não esta transferindo potência
-g para o circuito exterior, sendo porém normais as demais condições de funcionamento.

7.5.89
tensão em circuito aberto
tensão entre os terminais de saida de um dispositivo elétrico, quando o circuito exterior está aberto.

7.5.90
tensão em circuito fechado
tensao entre os terminais de saida de um dispositivo elétrico, quando está circulando corrente para
o circuito exterior
e
-J
ø 7.5.91
terminal de linha
terminal que corresponde a um condutor-fase do circuito externo de corrente alternada, ou a um con
dutor não aterrado do circuito externo de corrente contínua.

7.5.92
terminal de neutro
terminal que corresponde ao condutor neutro do circuito externo.

7.5.93
terminal de aterramento
terminal que corresponde a um condutor de aterramento.

é 7.5.94
utilização (de energia elétrica)
conversão intencional de energia elétrica em outras formas de energia.
o

7.5.95
a valor normal
valor de uma grandeza situado entre os valores limites especificados.
E
7.5.96
valor anormal
valor de uma grandeza situado fora dos valores limites especificados.

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7.5.97
valor de durabilidade
valor de uma grandeza que é exigível de um dispositivo eletrico, em condições especificadas, durante
sua vida útil ou durante um intervalo de tempo especificado.

7.5.98
valor de ensaio
valor de uma grandeza que é exigível de um dispositivo elétrico durante um ensaio, em condições
especificadas.

7.5.99
valor medido
va r d uma grandeza obtid po medição.

8 Definições de unidades de medida


Para os efeitos desta Norma aplicam-se os seguintes termos e definiçoes.

8.1
unidades SI
essas unidades sao relacionadas, mas não definidas na IEC 60050 (111-03). As definiçoes sao as d
Quadro Geral de Unidades e Medidas (QGU).

8.1.1
¶‘ ampère
corrente elétrica invariável que, mantida em dois condutores retilíneos, paralelos, de comprimento
~ infinito e de área de seção transversal desprezível, e situados no vácuo à distância de 1 metro um do

:::~
utro, produz entre esses condutores uma força igual a 2 x iO~ newton, por metro de comprimento

~ condutores. Símbolo: A.
~ ampère por metro
ntensidade de um campo magnético uniforme, criado por uma corrente invariável de 1 ampère, q
~ percorre um condutor retilineo, de comprimento infinito e de área de seção transversal despreziv
em qualquer ponto de uma superfície cilíndrica de diretriz circular com 1 metro de circunferência e que
tem como eixo o referido condutor. Símbolo: A/m.
o
z
o
uJ
8.1.3
~ ampere por weber
relutancia de um elemento de circuito magnético, no qual uma forma magnetomotriz de 1 ampere pro
~ duz um fluxo magnético uniforme de 1 weber. Símbolo: A/Wb.

~ 81.4
~ becquerel
atividade de um material radioativo no qual se produz uma desintegração por segundo. Símbolo: Bq.

8.1.5
candeIa
intensidade luminosa, numa direção dada, de uma fonte que emite uma radiação monocromática
de freqüência 540 x 1012 hertz e cuja intensidade energética, naquela direção, é 1/1 683 watt por es
terradiano. Símbolo: cd.

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8.1.6
candeia por metro quadrado
luminância de uma fonte com 1 metro quadrado de área e com intensidade luminosa de 1 candeia
Simbolo: cd/m2.

8.1.7
coulomb
carga elétrica que atravessa, em 1 segundo, uma seção transversal de um condutor percorrido por
uma corrente invariável de 1 ampère. Símbolo: C.
8.1.8
coulomb por quilograma
exposição a uma radiação X ou gama tal que a carga total dos íons de mesmo sinal produzidos em
iquilograma doar, quando todos os eletros liberados por fótons são completamente detido no ar, é de
1 coulomb em valor absoluto. Símbolo Clkg.
o,
8.1.9
dioptria
convergência de um sistema óptico com distância focal de 1 metro, no meio considerado. Símbolo: d
8.1.10
esterradiano
ângulo sólido que, tendo vértice no centro de uma esfera, subentende na superfície da mesma uma
área igual ao quadrado do raio da esfera. Símbolo: sr.

8.1.11
farad
capacitância de um elemento de circuito entre cujos terminais a tensão elétrica varia uniformemente
à razão de 1 volt por segundo, percorrido por uma corrente invariavel de 1 ampere. Símbolo: E
8.1.12
grau Celsius
intervalo de temperatura igual a 1 kelvin, numa escala de temperatura em que o ponto O coincide com
273,15 kelvins. Símbolo: C.
w
(3
8113
gray
dose de radiação ionizante absorvida uniformemente por uma porção de materia, à razão de 1 joule
por quilograma de sua massa. Símbolo: Gy.

8.1.14
henry
indutância de um elemento passivo de circuito entre cujos terminais se induz uma tensao elétrica
constante de 1 volt, quando percorrido por uma corrente que varia uniformemente â razao de 1 ampere
por segundo. Símbolo: H

8.1.15
a hertz
*E freqüência de um fenômeno periódico cujo período é de 1 segundo. Símbolo: Hz.
o
>c
LIJ

joule
trabalho realizado por uma força constante de 1 newton, que desloca seu ponto de aplicação de 1 metro
na sua direção. Símbolo: J.
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8.1 .17
kelvin
fração 1/27316 da temperatura termodinâmica do ponto tríplice da água. Símbolo: K.

8.1.18
lúmen
fluxo luminoso emitido por uma fonte puntiforme e invariavel de 1 candeia, de mesmo valor em todas
as direçoes, no interior de um ângulo sólido de 1 esterradiano. Simbolo: Im.

8.1.19
lúmen por metro quadrado
exitancia luminosa de uma superfície plana de 1 metro quadrado de area, que emite uniformemente
um fluxo luminoso de 1 lumen. Simbolo: um2.

8.1.20
lúmen por watt
eficiência luminosa de uma fonte que consome 1 watt para cada lúmen emitido. Símbolo: l/w.
o
~0
8121
lux
1 iluminamento de uma superfície plana de 1 metro quadrado de área, sobre a qual incide perpendicu
5 larmente um fluxo luminoso de 1 lúmen, uniformemente distribuído. Símbolo: Ix.
~ 8.1.22
~ lux-segundo
~ exposiçao (excitaçao luminosa de uma superfície com iluminamento de 1 lux, durante 1 segundo.
,~ 8 mbo o: lx.s
o
8.1.23
metro
~ comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo, durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458
~fuJ de segundo. Símbolo: m.
NOTA Resolução da 1 7~ Conferência Geral de Pesos e Medidas (1983). Adotada no Brasil pela Resolução
03/84 cio CONMETRO: Conselho Nacional de Metrologia, Normalizaçao e Qualidade Industrial.

81.24
moi
~ quantidade de matéria de um sistema que contém tantas entidades elementares quantos são os áto
mos em 0,012 quilogramas de carbono 12. Símbolo: moi.

8.1.25
2 newton
força que comunica a massa de 1 quilograma a aceleração de 1 metro por segundo. Símbolo: N.

8.1.26
ohm
resistência elétrica de um elemento passivo de circuito que é percorrido por uma corrente invariável
de 1 ampère, quando uma tensão elétrica de 1 volt é aplicada aos seus terminais. Símbolo: Q.
8.1.27
ohm-metro
resistividade de um material homogêneo e isotropo, do qual um cubo com 1 metro de aresta apresenta
uma resistência elétrica de 1 ohm entre faces opostas. Símbolo: fl.m.

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8.1.28
pascal
pressão exercida por uma força de 1 newton, uniformemente distribuída sobre uma superfície plana
de 1 metro quadrado de área, perpendicular a direçao da força. Símbolo: Pa

8.1.29
quilograma
massa do protótipo internacional do quilograma, conservado no Bureau Internacional de Pesos e Me
didas, em Sévres, França. Símbolo: kg.

8.1.30
o radiano
ângulo central que subentende um arco de círculo de comprimento igual ao do respectivo raio. Sim-
bolo: rad.

8.1.31
segundo
duração de 9 192 631 770 períodos da radiação correspondente à transição entre os dois níveis hiper
finos do estado fundamental do átomo de césio 133. Símbolo: s.

8.1.32
siemens
condutância de um elemento passivo de circuito cuja resistencia eletrica é de 1 ohm. Símbolo: 5.

8.1.33
siemens por metro
condutividade de um material homogêneo e isótropo cuja resistividade é de 1 ohm-metro. Simbolo: Sim.
-J
co 8.1.34
o sievert
equivalente de dose de uma radiação, igual a 1 joule por quilograma. Símbolo: Sv.

8.1.35
tesla
indução magnética uniforme que produz uma força constante de 1 newton, por metro de um condutor
retilíneo situado no vácuo e percorrido por uma corrente invariavel de 1 ampere, sendo perpendicular
mente entre si as direçoes da indução magnética, da força e da corrente. Símbolo
Ix
o
8.1.36
1 por metro
número de onda de uma radiação monocromática cujo comprimento de onda é igual a 1 metro. Sim
bolo:m1.

8.1.37
var
potência reativa de um circuito percorrido por uma corrente alternada senoidal com valor eficaz de
a 1 ampère. sob uma tensão elétrica com valor eficaz de 1 volt defasada de iri2 radiano em relaçao a
corrente. Simbolo. var.
E
a)
x
uJ
volt
tensão elétrica entre os terminais de um elemento passivo de circuito, que dissipa a potência de 1 watt
quando percorrido por uma corrente invariável de 1 ampère. Símbolo: V.

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8.1.39
volt-ampere
potência aparente de um circuito percorrido por uma corrente alternada senoidal com valor eficaz de
1 ampère, sob uma tensão elétrica com valor eficaz de 1 volt. Símbolo: VA.

8.1.40
volt por metro
gradiente de potencial uniforme que se verifica em um meio homogêneo e isótropo, quando é de 1 volt
a diferença de potencial entre dois planos equipotenciais situados a 1 metro de distância um do outro.
Símbolo: Vim.
8.1.41
watt
potencia desenvolvida quando se realiza, de maneira continua e uniforme, o trabalho de 1 joule em
1 segundo. Sfmbolo: W.
8.1.42
watt por esterradiano
intensidade energética, de mesmo valor em todas as direções, de uma fonte que emite um fluxo
de energia uniforme de 1 watt, no interior de um ângulo sólido de 1 esterradiano. Simbolo: W/sr.
~ 8.1.43
~ watt por esterradiano e por metro quadrado
~ luminância enérgica, em uma direção determinada, de uma fonte superficial de intensidade energética
~ igual a 1 watt por esterradiano, por metro quadrado de sua área projetada sobre um plano perpendi
~ cular à direção considerada. Símbolo: Wi(sr.m2).
8.1.44
watt por metro quadrado
densidade de um fluxo de energia uniforme de 1 watt, através de uma superfície plana de 1 metro
~ quadrado de área, perpendicular à direção de propagação da energia. Símbolo: W/m2.
iii 8.1.45
~ weber
~ fluxo magnético uniforme atraves de uma superfície plana de area a 1 metro quadrado, perpendicular
à direção de uma indução magnética uniforme de 1 tesla. Símbolo: Wb.

~ 8.2 Unidades admitidas fora do SI


o
Essas unidades constam do Quadro Geral de Unidades de Medida.
8.2.1
barn

1~ curie
de area de seçao efetiva de colisao, gual a 10-28 metro quadrado. Simbolo: b.

a unidade de atividade, igual a 3,7 x 1010 becquerels. Símbolo: Ci.

~
1 8.2.3
decibel
divisao de uma escala logarítmica cujos valores são 10 vezes o logaritmo decimal da relaçao entre
o valor de potência considerado e um valor de potência especificado, tomado como referência e ex
presso na mesma unidade. Símbolo: dB.

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8.2.4
elétron-volt
unidade de energia, igual à energia adquirida por um elétron ao atravessar, no vácuo, uma diferença
de potenciál igual a 1 volt. Símbolo: eV.
NOTA A Comissão Eletrotécnica Internacional adota o valor aproximado:

1 eV= 1,60219x 1019 joule

8.2.5
neper
divisão de uma escala logarítmica cujos valores são os logaritmos neperianos da relação entre dois
valores de tensões elétricas, ou entre dois valores de correntes elétricas. Símbolo: Np.

8.2.6
oitava
intervalo de duas freqüências cuja relação e igual a 2

NOTA O número de oitavas de um intervalo de freqüências é igual ao logaritmo de base 2 da relação


entre as freqüências extremas do intervalo.

8.2.7
rad
unidade de dose absorvida igual a 0,01 gray.
o
8.2.8
• rem
unidade especial empregada em radioproteçao, para exprimir o equivalente de dose, e igual a 1
centsievert.

8.2.9
roentgen
üi unidade de exposição igual a 2,58 x iO~ coulomb por quilograma. Símbolo: R.

8.2.10
rotação por minuto
velocidade angular de um móvel que, em movimento de rotaçao uniforme a partir de uma posiçao
inicial, retorna à mesma posição após 1 minuto. Símbolo: rpm.
o
z
8.2.11
unidade (unificada) de massa atômica
massa igual à fração 1/12 da massa de um átomo de carbono 12. Símbolo: u.

NOTA O Quadro Geral de Unidades de Medida adota o valor aproximado de 1,66057 x 1027 quilograma

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Índice alfabético
NOTA Neste Índice foram incluídas diversas entradas que não correspondem a termos numerados e de
unidos formalmente no texto, com a finalidade de.

a) incluir certos conceitos nao definidos, mas mencionados em Notas ou, eventualmente nas proprias defin
çoes dos termos correlativos;

~ b) remeter o leitor para o termo normalizado, quando este é procurado de maneira inadequada
(N

À prova de 7.5.13
~ Abertura de um circuito 7.5.1
aE Aceitador 4.6.50
~ Acesso 6.2.21
a,
~ Acionador (elétrico) 7.1.51
o
~ Acoplamento (de circuitos) 6.1.39
~‘ Acoplamento (mecanico) 7.5.5
~ Acumulação de portadores de carga 4.6.70
; Admitância 6.4.1
Admitancia (complexa) 6.1.26
~ Admitância (módulo de) 6.1.25
~ Admitância mútua (entre dois nós) 6.4.3

~ Admitância própria (de um nó) 6.4.2


~ Adsorçao 4.2.47
~ Afastamento enérgico 4.1.53
~ Aleatorio 3.4.53
~ Aumentador 7.5.6
o Alternancia 3.4.36
Amortecimento 3.6.1
z
~ Amortecimento aperiódico 3.6.2
LIJ Amortecimento crítico 3.6.6

Amortecimento oscilatório 3.6.3


~ Amostra 7.5.48
o
! Ampère 8.1.1
a Ampère-espira 5.4.7

i Ampère por metro 8.1.2


Ampère por weber 8.1.3
Amplificador 7.1.52

@ ABNT 2010 - Todos os diretos reservados


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Amplificador ideal 6.2.41


Amplitude 3.4.25
Amplitude total de oscilação-ver “Valor de pico a vale” 3.4.22
Análise de um circuito 6.2.16
Anel de corrente 5.4.8
Angulo de fase 3.4.27
Angulo de HalI 5.2.58
Ângulo (de um número complexo) 3.6.44
Ângulo de perdas 7.3.33
Ânion 4.2.10

o,
Anódico 7.5.7
Anodo 7.1.4
Antiferromagnetismo 5.2.23
Anti-nó (de onda estacionária) 3.5.20
8 Aperiódico 3~4~5

o
Aquecimento eletrico 4.5.1
Arco (elétrico) 5.3.4
Argumento de número complexo — ver “Ângulo de 2’ 3.6.44
o
Armadilha 4.6.71
Armadura de proteção 7.1.37
Arvore 6.2.9
Atenuação 3.6.7
Atenuador ideal 6.2.40
Aterrado 7.5.10
o
Aterrado por impedância 7.5.12
Aterramento 7.5.9
Atividade iônica 4.2.29
Átomo 4.1.25
Átomo de Bohr 4.6.5
Atraso (Em...) 3.4.30

a
Avalanche 5.3.7
Avanço (Em...) 3.4.29
E
Banco 7.2.11
uJ
Banda atenuante — ver “Faixa...” 7.1.55
Banda cheia 4.6.43

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Banda de condução 4.1.56


Banda de energia 4.1.50
Banda de energia (em um semicondutor) 4.6.39
Banda de excitação 4.6.41
Banda de impureza 4.6.48
Banda de valência 4.1.55
~ Banda parcialmente ocupada 4.6.40
Banda passante — ver “Faixa..:’ 7.1.54
~ Banda permitida 4.1.51
Banda proibida 4.1.52
~
o, Banda superficial 4.1.45
Banda vazia 4.6.44
~ 8am 8.2.1
Barra (ônibus) 7.1.15
~ Barreira 7.1.14
~ Barreira de potencial 4.6.76
Barreira de potencial (de uma junção PN) 4.6.77
Batimento 3.4.48
o
~ Becquerel 8.1.4
~ Bipolo 6.1.5
~ Bipolo assimetrico 6.1.20
~ Bipolo linear 6.1.7
~ Bipolo simétrico 6.1.19
~ Blindagem 7.1.19
o
~ Blindagem elétrica 7.1.10
o
~ Blindagem eletrornagnetica 7.1.12
~ Blindagem magnetica 7.1.11
~ Blindagem repartidora (de tensões) 7.1.13
~ Bobina 7.1.17
a)
g Calor acumulado 4.5.2
1 Calor específico 4.5.3
~ Calor latente 4.5.4
Calor molar de reaçao 4.5.5
Camada de depleção 4.6.85
Camada de Gouy ver em 4.2.36

11 8 ABNT 010 - Tod os dire tos reservados


ABNT NBR 5456:2010

Camada de Heimholtz ver em 4.2.36


Camada dupla 4.2.36
Campo 3.1.12
Campo adivergente 3.1.21
Campo coercitivo 5.2.43
Campo conservativa 3.6.11
Campo de autodesmagnetização 5.2.47
Campo disruptivo 5.3.11
Campo elétrico 5.1.17
Campo elétrico interno 4.6.84
Campo eletromagnético 5.1.1
Campo eletrostático 5.4.13
Campo escalar 3.6.12
Campo invariável 3.6.13
Campo irrotacional 3.1.22
Campo magnético 5.1.28
Campo magnético terrestre 5.5.1
Campo magnetostático 5.4.14
Campo uniforme 3.6.14
Campo vetorial 3.6.15
Candeia 8.1.5
Candeia por metro quadrado 8.1.6
Capacidade (de um gerador eletroquímico) 4.2.27
Capacidade térmica 4.5.6
Capacitância 6.4.4
Capacitância (de um capacitor ideal) 6.1.14
Capacitância (eletrostática) 6.4.5
Capacitivo 7.3.44
Capacitor 7.1.31
Capacitor de bloqueio 7.1.32
Capacitor ideal 6.1.12
Característica 7.3.26
Característica nominal 744
Carga 7.3.8
Carga de um corpo eletrizado 5.1.4

ABNT 2010-Todos os direitos reservados 119


ABNT NBR 5456:2010

Carga (eletrica) 4.1.23


Carga (elétrica) elementar 4.1.24
Carga (elétrica) livre 4.4.6
Carga (elétrica) negativa 4.4.7
Carga (elétrica) positiva 4.4.8
~ Carga (Funcionamento em...) 7.3.12
~ Carregar (um acumulador ou capacitor) 7.3.10
~ Carregar (um dispositivo ou circuito) 7.3.9
Cátion 4.2.11

1
~!
a
Catódico
Catado
7.5.8
7.1.5
Célula eletrolítica 4.2.14
Célula eletroquímica 4.2.12
~ Célula fotocondutiva 4.6.89
o
S Célula fotovoltaica 4.6.90
~ Célula galvânica 4.2.13
~ Centelha 5.3.12
Centelhador 7.1.40
o
~ Ciclo 3.4.13
ci,
~ Ciclo de histerese elétrica 5.2.11
~ Ciclo de histerese (magnética) 5.2.38
~ Ciclo de operação 7.3.3
~ Circuito aberto 7.2.2
~ Circuito aberto (Funcionamento em ...) 7.3.4
o
Circuito com parâmetros distribuídos 6.1.18
Circuito com parâmetros localizados 6.1.17
~ Circuito conexo 6.2.6
~ Circuito de resfriamento 7.5.74
~ Circuito de resfriamento aberto 7.5.75
g Circuito de resfriamento fechado 7.5.76
1 Circuito desconexo 6.2.7
Circuito divisor 6.2.26
Circuito (elétrico) 6.1.1
Circuito (elétrico) equivalente 6.1.30
Circuito escada 6.2.30

120 @~ ABNT 2010-Todos os direitos reservados


ABNT NBR 5456:2010

Circuito estrela 6.4.7


Circuito fechado 7.2.1
Circuito magnético 6.1.42
Circuito monofásico 7.2.20
Circuito passivo 6.1.4
E Circuito n 6.2.28
Circuito planar—ver “Gráfico planar” 6.2.13
Circuito polifásico 7.2.22
Circuito ponte 6.2.29
E Circuito ressonante 7.2.8

Circuito ressonante paralelo 7.2.10


8 Circuito ressonante série 7.2.9
Circuito reticulado 6.4.6
CircuitoT 6.2.27
o
Circuito triângulo 6.4.8
Circuito unifilar 7.5.25
o
Circulação 3.1.8
Co-árvore 6.2.10
o
Co-malha 6.2.12
o)
Co-ramo 6.2.11
Código 3.2.2
Coeficiente de amortecimento 3.6.5
Coeficiente de atenuação 3.6.8
Coeficiente de fase 3.6.9
o
Coeficiente de ionização específica 4.1.74
Ô
Coeficiente de propagaçao 3.6.10
Coeficiente de recombinação 4.1.80
Coeficiente de temperatura 7.5.79
Coeficiente de temperatura médio 7.5.80
g Coerência 3.5.21
Colisão de primeira espécie 4.1.69
-~ Colisão de segunda espécie 4.1.70
E
Componente alternado (de uma tensao ou corrente pulsante) 6.3.7
Componente contínuo (de uma tensão ou corrente pulsante) 6.3.6
Componente de seqüência negativa 6.5.21

ABNT 201 Q -Todos os direitos reservados 121


ABNT NBR 5456:2010

Componente de seqüência positiva 6.5.20


Componente de seqüência zero 6.5.22
Componente de uma grandeza vetorial 3.1.3
Componente fundamental 3.4.39
Componente harmônico — ver “Harmônico 3.4.40
~ Componente simétrico 6.5.16
~ Componente estequiométrica 4.6.57
~ Comprimento de onda 3.5.8
~ Comutação 7.3.1
Comutação periódica 7.3.2
Concentração iônica 4.2.26
.g Condição anormal 7.5.27
Condição normal 7.5.26
~ Condiçoes ambientais 7.4.5
Condições locais Ver NOTA de 7.4.5
~E Conduçao em gás 5.3.1
~ Conduçao em gas automantida 5.3.2
< Conduçao em gas dependente 5.3.3
Conduçao intrinseca 4.6.37
~ Conduçao por eletrons 4.6.36
~ Conduçao por ions 4.6.38
~, Conduçao por lacunas 4.6.35
z
~ Conduçao térmica 4.5.7
~ Condutância (de um resistor ideal) 6.1.11
o
Condutancia (equivalente) 6.1.27
Condutividade 5.2.1
~ Condutividade intrínseca 4.6.59
.~ Condutividade tipo N 4.6.60
Condutividade tipo P 4.6.61
g Condutividade relativa 5.4.15
1 Condutividade térmica 4.5.8
~ Condutivo 7.3.46
E
~ Condutor de aterramento 7.1.7
Condutor fase 6.5.8
Condutor (Material...) 5.2.3

122 © ABNT 2010- Todo os direitos res


ABNT NBR 5456:2010

Condutor neutro 6.5.7


Conduzindo 7347
Conjugado 4.1.8
Conjugado (de um número complexo) 3.6.45
(Conjunto de) corte 6.2.15
Constante de atenuação — ver “Coeficiente de ..?‘ 3.6.8
Constante de difusão 4.6.69

o
Constante de fase — ver “Coeficiente de 1’ 3.6.9
Constante de Planck 3.6.68
Constante de propagação — ver “Coeficiente de 3.6.10
Constante de tempo 3.6.19
Constante de tempo da amplitude Ver NOTA de 3.6.5
Constante elétrica 5.1.3
Constante magnética 5.1.2
Contato 7.5.28
“Contínuous duty Ver NOTA de 7.4.8
Convecção térmica 4.5.9
Convecção (térmica) forçada 4.5.10
o
Convecção (térmica) natural 4.5.11
Conversão de energia 7.5.30
Conversor de fases 7.1.46
Conversor de freqüência 7.1.45
Conversor de impedância ideal 6.2.45
Conversor de impedância negativo Ver NOTA de 6.2.45
Corona 5.3.6
Corrente alternada 6.3.2
Corrente contínua 6.3.8
Corrente de co-malha 6.2.14
0

Corrente’de condução 4.6.34


Corrente (de condução) elementar 5.1.9

o
Corrente de deslocamento 5.4.1
Corrente de fonte 6.1.47
E
Corrente de Foucault 5.4.2
w
Corrente de fuga 7.3.35
Corrente de ionização 5.4.3

ABNT O1O-Tod s sd eto ervado 123


ABNT NBR 5456:2010

Corrente direta 6.4.24


Corrente (elétrica) 5.1.11
Corrente eletrônica 5.4.4
Corrente inversa 6.4.27
Corrente iônica 5.4.5
Corrente lacunar 4.4.19
~ Corrente para terra 7.3.36
Corrente parasita — ver “Corrente de Foucaul 5.4.2
Corrente pulsante 6.3.5

1
~
o,
Corrente total
Corrente unidirecional
5.1.26
5.4.6
Corte (de um circuito) — ver “Conjunto de corte 6.2.15
~ Coulomb 8.1.7
7 Coulomb por quilograma 8.1.8
8 Cristal ideal 4.6.56
r~- Curie 8.2.2
o
Curto-circuito 7.3.41
~ Curto-circuito (Funcionamento em ...) 7.3.15
o
~ Curva de desmagnetizaçao 5.2.44
(1)
~ Curva de eletrização 5.2.9
~ Curva magnetizaçao 5.2.35
~ Dado de campo 7.5.33
~ Dado de ensaio 7.5.34
4
~ Dados 7.5.35
o
De entrada 7.3.6
o
De saida 7.3.7
~ Decibel 8.2.3
~ Declinação magnética 5.5.5
~ Decremento logarítmico 3.6.4
g Defasador 7.1.49
(o
~a Defasagem 3.4.28
Defeito 7.5.36
E
~ Detormaçao (mecanica) 4.1.13
tu
Degrau unitário (de Heaviside) 3.3.2
Dendrite 4.2.48

124 © ABNT 2010 -Todos os direitos reservado


ABNT NBR 5456:2010

Densidade de carga (linear) 5.1.8


Densidade de carga (superficial) 5.1.7
Densidade de carga (volumétrica) 5.1.6
Densidade de corrente (de condução) 5.1.10
Densidade de corrente de deslocamento 5.1.24
Densidade de corrente (média) 5.4.9
Densidade de corrente total 5.1.25
Densidade de energia 4.4.12
Densidade de energia eletromagnética 5.1.40
Densidade de fluxo de energia 4.4.14
Densidade de fluxo elétrico — ver “Indução elétrica 5.1.21
Densidade de fluxo magnético — ver “Indução magnética 5.1.14
Densidade de probabilidade 3.4.63
Derivador (elétrico) 7.1.38
§ Derivador magnético 7.1.39
Descarga de contorno 5.3.14
Descarga de perfuração — ver “Perfuração” 5.3.13
Descarga disruptiva 5.3.10
o
1— Descarga (elétrica) 5.3.9

Descarregar 7.3.11
Desionizaçao 4.1.77
Desmagnetizar 5.2.45
Despolarizante (eletroquímico) 4.4.23
Desvio padrão 3.4.68
o
Diagrama (elétrico) 7.5.50
Diagrama enérgico 4.6.12
Diagrama fasorial 3.6.20
Diamagnetismo 5.2.20

Dielétrico 5.2.6
Dielétrico linear 5.4.16
Dieletrico perfeito 5.4.17
o.
Diferença de potencial Ver NOTA de 5.1.19
E
Difusao (quimica ou eletroquimica) 4.2.46
Difusão térmica 4.5.12
Diodo ideal 6.1.16

ABNT 2010 Todos os direitos reservados 125


ABNT NBR 5456:2010

Dioptria 8.1.9
Dipolo elétrico 5.1.33
Direção de propagação 3.6.50
Diretamente aterrado 7.5.11
Dispositivo de regulagem 7.5.82
Dispositivo (elétrico) 7.1.1
~ Dispositivo em deita 7.2.20
— Dispositivo em estreia 7.2.18
Dispositivo em polígono 7.2.19
Dispositivo em triângulo 7.2.20
~
o,
Dispositivo fotoelétrico 7.1.62
Dispositivo monofásico 7.2.15
Dispositivo polifásico 7.2.17
~ Dispositivo semicondutor 7.1.61
Dissipação (de energia elétrica) 7.5.37
~ Dissociação eletrolítica 4.4.20
Distância de difusão 4.6.68
~ Distância de escoamento 7.3.37
o
~ Distância de isolamento 7.5.38
LI)
~ Distorçao 3.6.54
~ Distribuiçao de probabilidade 3.4.62
~ Divergencia (de um campo vetorial) 3.1.16
~ Divisor de tensão 7.5.41
~ Doador 4.6.49
o
Domínio (magnético) 5.2.33
“Driving point immitance” NOTA 2 de 6 2.37
~ Dubleto unitário 3.3.5
~ Efeito corona 5.3.6
Efeito de proximidade 5.3.17
Efeito eletrocapilar 5.4.18
~o. Efeito Faraday 5.2.66
.~ Efeito fotocondutivo 4.6.19
E
Efeito fotoeletrico 4.6.17
uJ
Efeito fotoeletromagnético 4.6.20
Efeito fotovoltaico 4.6.18

1 26 O ABNT 2010 . Todos os direhos reservados


ABNT NBR 5456:2010

Efeito Hail 5.2.57


Efeito Josephson 5.2.68
Efeito Joule 5.2.56
Efeito Kerr 5.2.65
Efeito magnetorresistivo 4.6.87
Efeito pelicular 5.3.16
Efeito Peltier 5.2.54
Efeito piezelétrico 5.2.59
Efeito piezorresistivo 4.6.88
Efeito pirelétrico 5.4.19

o)
Efeito Pockels 5.2.64
Efeito Seeback 5.2.53
Efeito Thomson 5.2.55
Efeito túnel 4.6.86
o
Efeito túnel de Giaever 5.1.67

o
Eficiencia 7542
Eflúvio 5.3.5
Elemento de área (de uma superfície orientada) 3.6.17
o
Elemento de circuito 6.1.2
Elemento (de circuito) ativo 6.1.31
Elemento (de circuito) ideal 6.1.8
Elemento (de circuito) linear 6.1.6
z
Elemento (de circuito) passivo 6.1.3
E Elemento de corrente 5.1.12
o
Elemento de linha 3.6.16
Eletreto 5.4.20
Eletricamente neutro 5.1.5
Eletricidade 7.3.50
Elétrico 7.3.51
Eletrização 5.1.42
Eletrização por atrito 5.4.21
Eletrização por influência 5.4.22
E
Eletrocapilaridade 4.2.40
Eletrocinética 5.4.23
Eletrodeposição 4.4.22

ABNT 2010 Todos os direitos reservados 127


ABNT NBR 5456:2010

Eletrodinâmica 5.4.24
Eletrodo 7.1.3
Eletrodo de hidrogênio 4.2.34
Eletrodo de hidrogênio padrão 4.2.35
Eletrodo de referência 4.2.33
Eletroimã 7.1.35
~ Eletrólise 4.4.21

o
Eletrólito 4.2.2
~ Eletromagnetismo 5.4.25
Elétron 4.1.27
~! Elétron de condução 4.1.57
.g Elétron de valência 4.1.40
S~ Elétron ligado 4.1.39
~ Elétron livre 4.1.37
o
8 Elétron solitário 4.6.16
~ Elétron-volt 8.2.4
o
Eletrônica 7.5.43
~ Eletroóptico 5.2.62
o
i Eletroquímica 4.2.1
CM
~ Eletrosmose 4.2.39
~ Eletrostatica 5.4.26
~ Eletrostrição 5.2.15
~ Eletrotécnica 7.5.44
~ Eletrotermia 4.5.13
o
Eietrotermico 4.5.14
o
~ Elevaçao de temperatura 7.5.77
~ Em atraso 3.4.30
~ Em avanço 3.4.29
Em fase 3.4.31
~ Em oposição 3.4.33
~ Em quadratura 3.4.32
Em sincronismo 7.3.23
E
~ Emissao eletronica 4.1.60
Emissão (eletrônica) por campo 4.1.63
Emissão (eletrônica) primária 4.1.64

128 © ABNT 2010 . Todos os diretos eservad


ABNT NBR 5456:2010

Emissão (eletrônica) secundária 4.1.65


Emissão fotoelétrica 4.1.62
Emissão termeletrônica 4.1.61
Encapsulado 7.5.14
Energia 4.1.10
Energia de ativação de Impurezas 4.6.25
Energia de excitação 4.1.47
Energia de ionização 4.1.72
Energia de ionização de um aceitador 4.6.55
Energia de ionização de um doador 4.6.54
Energia elétrica 5.4.27
Energia eletromagnética 5.1.39
Energia interna 4.1.17
Energia livre de Gibbs 4.2.38
Energia térmica 4.1.15
Energizado 5.4.28
Enlace de corrente 5.1.27
Enrolamento 7.1.19
o
Enrolamento bifilar 7.1.20
Ensaio de aceitação 7.4.20
Ensaio de campo 7.4.21
Ensaio de manutençao 7.4.22
z
Ensaio de recebimento 7.4.20
Ensaio de rotina 7.4.16
o
Ensaio de suportabilidade 7.4.19
Ensaio de tipo 7.4.15
Ensaiodevida 7.4.18
Ensaio destrutivo 7.5.45
Ensaio especial 7.5.47
Ensaio não destrutivo 7.5.46
Ensaio por amostragem 7.4.17
Entalpia 4.1.18
Entalpia livre 4.2.38
Entidade magnética 5.4.10
Entrada (de ...) 7.3.6

ABNT 010-Todos s d eít reservados 129


ABNT NBR 5456:2010

Entreferro 7.1.25
Entropia 4.1.19
Equação de grandezas 4.3.5
Equação de unidades 4.3.7
Equação de valores numéricos 4.3.6
~ Equilíbrio térmico 7.5.78
~ Equipamento eletrotérmico 4.5.15

‘c Equipotencial 4.1.15
Equivalente eletroquímico 4.4.24
Escalar 3.1.1
Espaçador 4.2.50
.g Espectro 3.4.57
Espectro de potência 3.4.58
~ Espira 7.1.16
§ Esquema de fiação 7.5.55
~ Esquema (elétrico) 7.5.51
Esquema (multifilar) 7.5.54
< Esquema simplificado 7.5.53
Esquema unifilar 7.5.52
co
~ Estabelecimento de corrente 7.5.3
~ Estabilizador de tensao 7.5.84
~ Estado excitado 4.1.46
z
~ Estado fundamental 4.1.45
~ Estado metaestável 4.1.49
Estado neutro (elétrico) 4.4.9
Estado neutro (magnético) 5.2.34
~ Estado ressonante 4.1.48
•~ Estanque 7.5.15

1g Estatística de Fermi-Dirac
Estatística de Maxwell-Boltzmann
4.6.14
4.6.3
~o. Esterradiano 8.1.10
Estimulo 3.6.21
E
~ Excitaçao 5.4.11
Exterior (Para...) 7.5.18
Faixa atenuante 7.1 55

130 © ABNT 2010-Todo os d retos eser d


ABNT NBR 5456:2010

Faixa de freqüências 3•4•47


Faixa passante 7.1.54
Falha 7.5.56
Falta (elétrica) 7.3.39
Falta intermitente 7.5.59
Falta para terra 7.3.40
Falta permanente 7.5.57
Falta transitória 7.5.58
0
Farad 8.1.11
Fase de uma grandeza periódica não senoidal 3.6.23
Fase (de um sistema, circuito ou equipamento polifásico) 6.5.9
Fase (de uma grandeza senoidal) 3.4.26
Fase (Em...) 3.4.31
Fasor 3.4.50
§ Fator de acoplamento (indutivo) 6.1.41
Fator de atividade (iônica) 4.2.30
Fator de crista 3.4.46
Fator de desmagnetização 5.2.48
o
Fator de distorção 3.4.44
a)
Fator de forma 3.4.45
Fator de fundamental 6.3.3
Fator de marcha 7.4.13
Fator de ondulação de pico 6.3.12
Fator de ondulação eficaz 6.3.11
o
Fator de perdas 7.5.60
Fator de pico 3.4.46
Fator de potência 6.3.18
Fator de potência de fundamental 6.3.19
Fator de pulsação 6.3.10
Fator de qualidade 7.3.34

o-
Fator ~ 7.3.34
Fator reativo 6.4.9
Fechamento de um circuito 7.5.2
Fixe eletrônico 7.5.23
Ferreletricidade 5.4.29

O ABNT 2010-Todos os direitos reservados 131


ABNT NBR 5456:2010

Ferrelétrico 5.2.12
Ferrimagnetismo 5.2.24
Ferromagnetismo 5.2.22
Filtro corta-faixa 7.1.60
Filtro ideal 6.2.31
Filtro passa-altas 7.1.58
~ Filtro passa-baixas 7.1.57
Filtro passa-faixa 7.1.59
~ Fluxo concatenado 5.4.30
Fluxo de dispersão 6.1.45
Fluxodeenergia 4.4.13
~ Fluxo de grandeza vetorial 3.1.10
~ Fluxoelétrico 5.1.12
Fluxo magnético 5.1.15
~ Fõnon 4.1.22
~ Fonte bifásica assimétrica 7.2.14
Fonte de corrente dependente 6.1.38
Fonte de corrente ideal 6.1.32
o
~ Fonte de corrente (independente) 6.1.36
ti,
~ Fonte de tensão dependente 6.1.37
~ Fonte de tensao ideal 6.1.33
~ Fonte de tensão independente 6.1.34
~ Fonte hexafásica Ver NOTA de 7.2.13
~ Fonte monofásica 7.2.12
o
Fonte polifásica 7.2.13
z Fonte polifásica simétrica 7.2.14
~ Fonte trifásica Ver NOTA de 7.2.13
~ Força de Coulomb-Lorentz 5.1.13
~ Força eletromotriz 6.1.35
g Força eletromotriz de contato 5.2.52
~ Força magnetomotriz 5.1.30
.~ Força (mecânica) 4.1.4
E
~ Forma de onda 3.5.4
uJ
Fotocondutor 5.2.5
Fotoelétrico 5.2.60

1 32 © ABNT 2010 . Todos os direitos reservados


ABNT NBR 5456:2010

Fóton 4.1.21
Frente de anda 3.6.52
Freqüência 3.4.15
Freqüência angular — ver “Freqüência w” 3.4.16
Freqüência complexa 3.4.51
Freqüência de batimento 3.4.49
Freqüência de corte 7.1.56
Freqüência de ressonância 3.6.24
Freqüência fundamental 3.6.25
Freqüência natural 3.6.27
Freqüência 3.4.16
Freqüência 3.6.29
Função de autocorrelação 3.4.60
Função de correlação (de dois sinais) 3.4.59
Função de Dirac Ver NOTA de 3.3.4
Função de Fermi-Dirac 4.6.15
Função de Gibbs 4.2.38
Função de Heaviside NOTA de 3.3.2
o
Função de intercorrelação 3.4.61
Função de transferência 6.2.42
Funçao signum 3.3.3
Funcionamento em carga 7.3.12
Funcionamento em circuito aberto 7.3.14
Funcionamento em curto-circuito 7.3.15
o
Funcionamento em sobrecarga 7.5.24
o
Funcionamento em vazio 7.3.13
Fusão 4.5.16
Galvanoplastia 4.4.28
Gás eletrônico 4.1.44
Gás plasmagênico 4.5.17
Gerador eletroquimico 4.2.13
Girador ideal 6.3.9
E
Gradiente (de um campo escalar) 3.1.13
Gráfico de um circuito 6.2.5
Gráfico planar 6.2.13

©ABNT2Q1Q-lbdososd et es&vados 133


ABNT NBR 5456:2010

Grandeza alternada 3.4.34


Grandeza alternada simétrica 3.6.33
Grandeza complexa 3.6.34
Grandeza de base 4.3.8
Grandeza derivada 4.3.9
~ Grandeza em regime transitório 3.6.35
~ Grandeza escalar 3.1.11
~ Grandeza (física mensuravel) 4.3.1
~ Grandeza matricial 3.6.36

1
~?
o)
Grandeza (Medida de uma...)
Grandeza ondulada
NOTA de 4.3.4
3.4.37
Grandeza pulsada 3.4.17
Grandeza pulsante 3.4.35
~ Grandeza senoidal 3.6.37
o
3 Grandeza subharmônica 3.4.42
~ Grandeza (valor de uma...) 4.3.2
Grandeza (valor número de uma...) 4.3.4
Grandeza variável 3.6.38
o
Grandeza vetorial 3.1.2
o)
~ Grau Celsius 8.1.12
~ Gray 8.1.13
~ Harmônico 3.4.40
Henry 8.1.14
~ Hertz 8.1.15
o
Histerese elétrica 5.2.10
Histerese magnética 5.2.37
~ Ignição 5.3.8
~ Ima 7.1.33
ci,
~ Ima permanente 7.1.34
~ Imitância 6.1.29
1 Imitância de acesso (de um múltiplo) 6.2.37
~ Imitância de carga 6.2.34
E
~ Imitancia de entrada (de um quadripolo) 6.2.35
Imitãncia de fechamento (de um acesso) 6.2.33
Imitância de saída (de um quadripolo) 6.2.36

134 © ABNT 2010-Todos os direitos reservados


ABNT NBR 5456:2010

Imitância de transparência 6.2.43


Impedância (complexa) 6.1.22
Impedância (Módulo da ...) 6.1.21
Impedância mútua (entre duas malhas) 6.4.11
Impedância propria (de uma malha) 6.4.10
Impedor 7.5.61
Imperfeição 4.6.58
Impermeável 7.5.16
Impureza 4.6.24
Imunidade 4.2.42
Inclinação magnética 5.5.6
Indução elétrica 5.1.21
Indução eletromagnética 5.1.43
Indução magnética 5.1.14
§ Indução (magnética) remanente 5.2.39
Indução mútua 5.1.45
Indução própria 5.1.44
Indutâncla 6.4.12
e
Indutância (de um indutor ideal) 6.1.15
(1)
Indutãncia mútua 6.1.40
Indutâncía (própria) 6.4.13
Indutivo 7.3.43
Indutor 7.1.29
Indutor de alisamento 7.1.30
o
Indutor ideal 6.1.13
Inércia 4.1.1
Inibidor (eletroquímico) 4.4.27
Integral de Fourier 3.3.8
Integral de linha 3.1.6
Integral de linha (escalar) 3.1.7
Integral de superfície 3.1.9
Integral de volume 3.1.11
Intensidade tônica (de uma solução) 4.3.2
Intercambiável 7.5.17
Interface- 3.6.39

ABNT 2010-Todos os direitos reservados 135


ABNT NBR 5456:2010

Interior (Para...) 7.5.19


Interligação 7.2.5
Interrupção de corrente 7.5.4
Intertravamento 7.5.62
Intervalo de freqüência 3.6.30
Inversão 7.5.31
~ Inversor 7.1.48

o
loti 4.1.42
~ Ionizaçao 4.1.43
Isolação 7.3.30
~ Isolaçao externa 7.5.39
•g Isolaçao interna 7.5.40
c~ solaçao térmica 4.5.18
Isolamento 7.3.31
o
8 Isolante 4.6.42
Isolante (Material...) 7.3.27
Isolar (eletricamente) 7.3.28
4e Isótopo 4.1.36
~ Joule 8.1.16
ci,
~ Indução magnética 5.1.14
~ Induçao (magnética) remanente 5.2.39
~ Indução mútua 5.1.45
Induçao própria 5.1.44
Indutancia 6.4.12
o
Indutancia (de um indutor ideal) 6.1.15
Indutância mútua 6.1.40
~ Indutância (própria) 6.4.13
.~
o,
Indutivo 7.3.43
j Indutor 7.1.29
~ Indutor de alisamento 7.1.30
1 Indutor ideal 6.1.13
.~ Inércia 4.1.1
Inibidor (eletroquímico) 4.4.27
Integral de Fourier 3.3.8
Integral de linha 3.1 6

ABNT 2010 . Todo s direitos reservados


ABNT NBR 5456:2010

Linha de retardo 7.1.63


Lote 7.5.49
Lúmen 8.1.18
Lúmen por metro quadrado 8.1.19
Lúmen por watt 8.1.20
Lux 8.1.21
Lux-segundo 8.1.22
Magnetismo 5.4.31
Magnetização 5.1.31
Magnetização remanente 5.2.42
Magnetizar 5.4.32
Magnéton de Bohr 5.4.33
Magnetoóptico 5.2.63
Magnetostrição 5.2.50
Malha 6.2.8
Máquina elétrica 7.1.43
Massa 4.1.2
Massa (de instalação ou equipamento) 7.1.8
o
Massa em repouso 4.4.11
co
Material antiferromagnético 5.2.28
Material ativo 4.2.24
Material condutor 5.2.3
Material diamagnético 5.2.25
Material ferrimagnético 5.2.29
o
Material ferromagnético 5.2.27
(Material) isolante 7.3.27
Material magnético 5.2.16
Material paramagnético 5.2.26

Material semicondutor 5.4.34


Medidas de uma grandeza NOTA de 4.3.4

a
Meio 4.4.1
Meio anisótropo 4.4.4
E
Meio dispersivo 3.5.11
Lii
Meio homogêneo 4.4.2
Meio isótropo 443

ABNT 2010~ Todos os direitos reservados 137


ABNT NBR 5456:2010

Meio linear 4.4.5


Meio refrigerante 7.5.71
Meio refrigerante primário 7.5.72
Meio refrigerante secundário 7.5.73
Meridiano magnético 5.5.4
~ Metamagnetismo 5.2.30
~ Metro 8.1.23
‘~ Migração (eletroquímica) 4.2.45
Mobilidade (de um portador de carga) 4.1.67

E Modulação 5.4.35
Modulação da condutividade 4.6.66
.g (Módulo da) admitância 6.1.25
(Módulo da) impedância 6.1.21
~ Módulo (de uma grandeza) 3.6.43
MoI 8.1.24
~ Molaridade (de um soluto) 4.2.31
Molécula 4.1.41
Momento angular 4.1.6
o
~ Momento de um dipolo elétrico Ver NOTA de 5.1.34
0
~ Momento de força 4.1.7
~ Momento de inércia 4.1.5
~ Momento elétrico 5.1.34
~ Momento linear 4.1.3
~ Momento magnético 5.1.35
o
Momento magnético de um anel de corrente plano Ver NOTA de 5.1.35
Morto 7.3.49
~ Multipolo 6.2.23
~ Múltiplo recíproco Ver NOTA de 6.2.32
Não aterrado Ver NOTA de 7.5.10
~ Neper 8.2.5
Neutralizar (magneticamente) 5.2.46
Neutro 6.5.10
E
~ Neutro (eletricamente) 5.1.5
Li’
Nêutron 4.1.31
Newton 8.1.25

138 © ABNT 2010-Todos os direitos reservados


ABNT NBR 5456:2010

Nível aceitador 4.6.54


Nível de energia 4.1.38
Nível de Fermi 4.1.54
Nível de impureza 4.6.47
Nível de isolamento 7.4.14
Nível de potência 4.4.17
Nível de superfície 4.6.53
Nível doador 4.6.51
0
Nivel local 4.6.46
Nó (de circuito) 6.2.4
2? Nó (de onda estacionária) 3.5.19
Normalizado 7.5.63
Núcleo (atômico) 4.1.26
Núcleo (magnético) 7.1.21
§ Núcleo (magnético) de tolha enrolada 7.1.23
Núcleo (magnético) laminado 7.1.22
Núcleon 4.1.32
Nuclídeo 4.1.35
o
Número (atômico) 4.1.34
Número complexo 3.6.40
Número de massa (de um núcleo) 4.1.33
Numero de onda 3.5.9
z
Número quântico 4.6.6
Número quântico de spin 4.6.9
Número quântico interno 4.6.11
Número quântico orbital 4.6.8
Número quántico principal 4.6.7
Número quântico secundário 4.6.8
Ohm 8.1.26
g Ohm-metro 8.1.27
3
ia

o.
Oitava 8.2.6
Onda 3.5.1
Onda difratada 3.5.15
Onda direta 3.5.13
Onda eletromagnética 5.1.38

ABN 2010 . Todos os direitos ervad s 139


ABNT NBR 5456:2010

Onda estacionaria 3.5.18


Onda inversa 3.5.14
Onda longitudinal 3.5.6
Onda plana 3.5.5
Onda progressiva Ver NOTA de 3.5.1
- Onda refletida 3.5.17
~ Onda retratada 3.5.16

o
Onda transversal 3.5.7
~ Operador et° 3.6.47

1 Operador j 3.6.46
Oposiçao (Em ...) 3.4.33
Optoeletrônico 5.2.61
~ Ordem de um harmônico 3.4.41
~ Oscilaçao 3.4.7
Oscilação amortecida 3.4.8
tj Oscilação de relaxamento 3.4.12
~ Oscilação forçada 3.4.9
.~ Oscilação livre 3.4.10
o
H Oscilação mantida 3.6.32
(JD
~ Oscilador 7.1.63
~ Oscilante 3.4.3
Oxidaçao 4.2.3
z
~ Oxidaçao eletroquímica 4.2.8
~ Par elétron/lacuna Ver NOTA de 4.1.58
o
Par iãnico Ver NOTA de 4.1.74
o
Para exterior 7.5.18
~ Para interior 7.5.19
~ Paralelo — ver “Ligação em paralelo” 7.2.7
9 Paramagnetismo 5.2.21
g Parametro (de um circuito) 6.4.14
~ Parede de Bloch Ver NOTA de 5.2.33
Pares de Cooper — ver em “Efeito Josephson” 5.2.68
Parte condutora 7.5.64
Parte condutora exposta 7.5.65
Parte imaginária (de um número complexo) 3.6.42

140 © ABNT 2010 . Todos os direitos reservad


ABNT NBR 5456:2010

Parte morta 7.5.66


Parte real (de um número complexo) 3.6.41
Parte viva 7.5.67
Partícula (elementar) 4.4.10
Pascal 8.1.28
Passividade 4.2.43
Percurso livre médio 4.1.68
Perdas 7.3.18
Perdas dielétricas 5.2.14
Perdas magnéticas 5.2.49
Perfuração 5.3.13
Periódico 3.4.4
Periodo 3.4.14
Período fundamental 3.6.26
o
Período natural 3.6.28
Permeabilidade absoluta 5.1.37
Permeabilidade absoluta do vácuo — ver “Constante magnética 5.1.12
Permeabilidade (relativa) 5.2.17
o
Permeânica 6.1.44
co
Permissividade (absoluta) 5. 6
Permissividade absoluta do vácuo — ver “Constante eletrica” 5 1.3
Permissividade relativa 5.2.7
pH 4.2.41
Placa de identificação 7.5.68
o
Plano complexo 3.6.49
á
Plano real 3.6.48
Plasma 4.1.81
Plena carga 7.3.16
Polaridade elétrica 5.4.36
Polarização anódica 4.2.21
Polarização catódica 4.2.22
Polarização (de eletrodo) 4.2.20
E - -.

Polarizaçao (de uma celula eletraquimica) 4.2.23


Polarização elétrica 5.1.23
Polarização elétrica residual 5.2.13

O ABNT 2010-Todos os direitos reservados 141


ABNT NBR 5456:2010

Polarizaçao magnética 5.1.32


Polarização (magnética) remanente 5.2.40
Polígono funicular 3.6.55
Pólo (de um imã) 7.1.36
Pólo norte magnético 5.5.2
Pólo sul magnético 5.5.3
~ Ponto de Curie 5.2.31

o
Ponto de fusão 4.5.19
~ Ponto de Néel 5.2.32

0)
Ponto de orvalho 4.5.20
0)
?! Ponto de solidificação 4.5.21

g Ponto neutro 6.5.3


Ponto triplice 4.5.22
Porta 6.2.21
o
S Portador de carga 4.1.59
~ Portador de carga (em um semicondutor) 4.6.62
(N Portador em excesso 4.6.65
< Portador majorilário 4.6.63
~ Portador minoritário 4.6.64
0
~ Posítron 4.1.28
~ Potência 4.1.11
~, Potencia aparente 6.3.14
z
~ Potência ativa 6.3.16
~ Potência complexa 6.3.15
o
Potência de entrada 7.3.4
Potência de saída 7.3.5
~ Potencia flutuante 6.4.15
~ Potencia instantânea 4.4.16
Potencia instantânea (de um circuito elétrico) 6.3.13
g Potência média 4.4.15
1 Potência média (de um circuito de corrente periódica) 6.4.16
.~ Potência reativa 6.3.17
E
~ Potencia util 7.3.5
Lii
Potência de camada difusa 4.2.37
Potencial de eletrodo 4.2.17

142 O ABNT 2010-Todos os direitos reservados


ABNT NOR 5456:2010

Potencial (de eletrodo) normalizado 4.2.19


Potencial de equilíbrio (de um eletrodo) 4.2.18
Potencial elétrico 5.1.18
Potencial (escalar) de um campo vetorial 3.1.14
Potencial magnético escalar 5.1.29
Potencial magnético (vetorial) 5.1.16
Potencial vetorial (de um campo vetorial) 3.1.18
Potencial zeta Ver NOTA de 4.2.37
Pressão 4.4.18
Pressão (em um fluido) 4.1.14

o)
Pressão eletrostática 5.4.37
Princípio de exclusão de Pauli-Fermi 4.6.13
Principio de Pauli Ver NOTA de 4.6.13
Probabilidade de ionização (por colisão) 4.1.73
§ Processo gaussiano 3.4.64
Produto de um escalar por um vetor 3.6.57
Produto escalar 3.1.4
.ck Produto fasorial 3.6.59
o
Produto vetorial 3.1.5
Proteção catódica 4.2.44
Próton 4.1.29
Prova (À prova de ...) 7.5.13
Pulso 3.4.18
Pulso unitário 3.3.4
o
Quadratura (Em ...) 3.4.32
Quadripolo 6.2.22
Quadripolo assimétrico Ver NOTA de 6.2.25
Quadripolo equilibrado 6.2.24
Quadripolo recíproco 6.2.32
Quadripolo simétrico 6.2.25
Quantidade de eletricidade 4.1.23
Quantidade de movimento angular 4.1.6
E
Quantidade de movimento linear 4.1.3
L1J

Quantum 4.1.20
Queda de tensão 6.4.17

ABNT 2010 . Todos os direitos reservados 143


ABNT NBR 5456:2010

Quilograma 8.1.29
Quociente fasorial 3.6.60
Rad 8.2.7
Radiano 8.1.30
Ramo 6.2.3
~ Rampa unitária 3.3.1
~ Razão de transferência 6.2.44
~ Reação anódica 4.2.8
~ Reação catódica 4.2.9
Reaçao de eletrodo 4.2.5
Reação lateral 4.2.7

:~ Reatância 6.1.24
Reatância capacitiva 6.4.19
~ Reatância indutiva 6.4.18
Reativo 7.3.45
~ Recombinação 4.1.76
Rede (elétrica) 6.2.2
< Redução 4.2.4
Reducao eletroquimica 4.2.9
< Regiao de carga espacial 4.6.82
~ Regiao de carga espacial (de uma junçao PN) 4.6.83
~ Região de transição 4.6.73
~ Região neutra 4.6.75
z Regime 7.4.6
o
~ Regime contínuo 7.4.8
~ Regime de tempo limitado 7.4.10
~ Regime ininterrupto 7.4.7
Regime intermitente 7.4.9
~ Regime periódico 7.4.9
~ Regime permanente 3.4.1
~ Regime variável 7.4.12
~ Regulador Ver NOTA de 7.5.82
E
~ Regulador de tensao 7.5.83
Regulagem 7.5.81
Relação de Boltzmann 4.6.4

144 © ABNT 2010- Todos os direiios reservados


ABNT NBR 5456:2010

Relutância 6.1.43
Relutividade 5.2.18
Rem 8.2.8
Remanência magnética 5.2.42
Rendimento 7.3.17
Reostato 7.5.69
Reostrição 5.3.15
T~. Repartição de tensões 7.3.38
Resfriamento — ver “Sistema de resfriamento” 7.5.71
Resíduo harmônico 3.4.43
o,
o)
Resíduo harmônico relativo 3.4.44
Resistência de isolamento 7.3.32
Resistência (de um resistor ideal) 6.1.9
Resistência (elétrica) 6.4.20
Resistência (equivalente) 6.1.23

o
Resistencia incremental 5.4.38
Resistência interna aparente (de uma célula eletroquímica) 4.2.25
Resistividade 5.2.2
o
Resistivo 7.3.42
6’)
Resistor 7.1.26
Resistor ideal 6.1.69
Resposta 3.6.22
z
Ressonância 3.4.11
Ressonância de um circuito paralelo 6.4.22
Ressonância de um circuito série 6.4.21
Retificação 7.5.32
Retificador 7.1.47
Rigidez dielétrica 5.4.39
Roentgen 8.2.9
Rotação por minuto 8.2.10
Rotacional(de um campo vetorial) 3.1.17
Ruído 3.4.52
E
Ruido aleatorio estacionario 3.4.54
Ruído ergódico 3.4.56
Ruído estacionário 3.4.55

O ABNT 2010-Todos os direitos reservados 145


ABNT NBR 5456:2010

Saida (de ...) 737


Saturação elétrica 5.4.40
Saturação magnética 5.2.36
Seção efetiva de colisão 4.1.71
Seccionar 7.3.29
~ Segundo 8.1.31
~ Selado 7.5.20

o
Semicondutor 4.6.21
Semicondutor compensado 4.6.31

1 Semicondutor composto
Semicondutor degenerado
4.6.23
5.6.33
.g Semicondutor elementar 4.6.22
~ Semicondutor extrinseco 4.6.28
Semicondutor intrínseco 4.6.27
o
8 Semicondutor iônico 4.6.26
~ Semicondutor não degenerado 4.6.32
~j Semicondutor tipo 1 4.6.27
~ Semicondutor tipo N 4.6.29
o
~ Semicondutor tipo P 4.6.30
(1)
~ Sensor 7.1.50
~ Sentido anti-horário 3.6.62
~ Sentido da corrente 5.4.12
~ Sentido direto 6.4.23
~ Sentido horário 3.6.61
o
Sentido inverso 6.4.26
Z Separador 4.2.49
-j Seqüenciadefases 6.5.14
~ Série — ver “Ligação em série” 7.2.6
Série de Fourier 3.3.6
~ Série eletroquímica 4.4.25
~ SI Ver NOTA de 4.3.14
-~ Siemens 8.1.32
E
~ Siemens por metro 8.1.33
Lii
Sievert 8.1.34
Signum — ver “Função signum” 3.3.3

146 © ABNT 2010 - Todos os direitos reservad


ABNT NBR 5456:2010

Sinal 3.2.1
Sinal amostrado 3.4.65
Sincronismo (Em ...) 7.3.23
Sincronização 3.6.31
Sincronizar 7.3.24
Síncrono 3.4.6
Síntese de um circuito 6.2.17
Sintonização 7.3.25
Sistema analógico 3.2.3
Sistema de componentes simétricos 6.5.15
(Sistema de) resfriamento 7.5.70
Sistema de seqüência negativa 6.5.18
Sistema de seqüência positiva 6.5.17
Sistema de seqüência zero 6.5.19
Sistema de unidade 4.3.12
Sistema de unidades coerentes 4.3.13
Sistema digital 3.2.4
4 Sistema híbrido 3.2.5
o
Sistema Internacional de Unidades 4.3.14
Sistema lógíco 3.2.6
Sistema monofásico 6.5.6
Sistema não quántico 4.6.1
Sistema polifásico 6.5.1
Sistema polifásico simétrico 6.5.4
o
Sistema quântico 4.6.2
Sistema SI Ver NOTA de 4.3.14
Sistema trifásico 6.5.5
Sobrecarga 7.3.22
Sobrecarga (Funcionamento em ...) 7.5.24
2 Sobrecorrente 7.3.20
Sobretensão 7.3.19
1E Selenoide 7.1.18
Soma fasorial 3.6.58
uJ
Soma vetorial 3.6.56
Sopro magnético 5.4.41

ABNT 010 Todo s di e reservados 14


ABNT NBR 5456:2010

Spin 4.6.10
“Steady state” NOTA de 3.4.1
Submersível 7.5.21
Subtensão 7.3.21
Super condutor 5.2.4
~ Superfície ativa (de um eletrodo) 4.2.6
~ Superfície de contato 7.5.29
~ Susceptância 6.1.28
~ Susceptibilidade (elétrica) 5.2.28
g Susceptibilidade magnética 5.2.19

Tangente do ângulo de perdas 7.5.60


~ Taxa de desionização 4.1.79
Taxa de ionização 4.1.75
Taxa de recombinação 4.1.78
§ Temperatura termodinâmica 4.1.16
Tempo de descida 3.6.63
~ Tempo de resposta 3.6.65
,~ Tempo de subida 3.6.64
Temporização 7.5.86
(o
~ Tensao alternada 6.3.1
a:
~ Tensao continua 6.3.9
~, Tensao de fase 6.5.2
z
~ Tensão de fonte 6.1.46
~ Tensao de HalI 4.6.91
o
Tensão de linha 6.5.11
Tensão de uma célula eletroquímica 4.2.15
~ Tensao diametral 6.5.13
.~ Tensão direta 6.4.25
Tensão (elétrica) 5.1.19
g Tensão em carga 7.5.87
~ Tensão em circuito aberto 7.5.89
.~ Tensão em circuito fechado 7.5.90
Tensao em vazio 7.5.88
Tensão em vazio (de uma célula eletroquímica) 4.2.16
Tensão fase-neutro 6.5.2

148 © ABNT 2010-Todos os direitos reservados


ABNT NBR 5456:2010

Tensão final de descarga (de uma célula eletroquímica) 4.2.26


Tensão induzida 5.1.20
Tensão inversa 6.4.28
Tensão mecânica 4.1.12
Tensão poligonal 6.5.12
Tensão pulsante 6.3.4
Tensão unidirecional 6.4.29

o
Termelétrico 5.2.51
o,
Terminal 7.1.2
Terminal de aterramento 7.5.93

o,
Terminal de entrada de um circuito 6.2.19
Terminal de linha 7.5.91
Terminal de neutro 7.5.92
Terminal de saída de um circuito 6.2.20
o
Terminal de um circuito 6.2.18
Termistor 7.1.28
Terra 7.1.6
Tesla(T) 8.1.35
Õ
Topologia de um circuito 6.2.1
o)
Torque 4.1.8
Totalmerte fechado 7.5.22
Trabalho 4.1.9
Trabalho de extração 4.1.66
Transdutor (de energia elétrica) 7.1.41
Transdutor de sinais elétricos 7.1.42
Transformada de Fourier 3.3.7
Transformada de Laplace 3.3.9
Transformada inversa de Fourier 3.3.8
o,

Transformada inversa de Laplace 3.3.10

D
Transformada Z 3.4.66
(o
o.
Transformador 7.1.44
Transformador de casamento 7.1.64
Transformador ideal 6.2.38
Transitório 3.4.2
Transmissão de calor 4.5.23

ABNT 2010 . Todos os direitos reservados 14


ABNT NBR 5456:2010

Trem de ondas 3.6.53


Triedro direto 3.6.66
Tubo de campo 3.6.18
1 por metro 8.1.36
Unidade de base 4.3.10
Unidade (de medida) 4.3.3
~ Unidade derivada 4.3.11
~o Unidade SI 4.3.18
co
~ Unidade SI de base 4.3.15
a
Unidad SI derivada 4.3.16
Unidade SI suplementar 4.3.17
.g Unidade (unificada) de massa atômica 8.2.11
Utilização (de energia elétrica) 7.5.94
‘t Valencia 4.4.26
8 Valor anormal 7.5.96
~ Valor de crista 3.4.20
o
Valor de designação 7.4.1
Valor de durabilidade 7.5.97
o
~ Valor de ensaio 7.5.98
ti,
~ Valor de grandeza — ver “Grandeza (Valor de uma ...)“ 4.3.2
~ Valor de pico 3.4.20
~ Valor de pico a vale 3.4.22
~ Valor de vale 3.4.21
~ Valor eficaz 3.4.24
o
Valor instantâneo 3.4.19
Valor instantâneo (de uma onda) 3.5.3
~ Valor limite 7.4.2
~ Valor local (de uma onda) 3.5.2
9e Valor medido 7.5.99
g Valor médio 3.4.23
1 Valor nominal 7.4.3
~ Valor normal 7.5.95
E
~ Valor numerico de uma grandeza 4.3.4
Lii

Valor retificado 3.4.38


Var 8.1.37

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ABNT NBR 5456:2010

Variador de tensão 7.5.85


Variáncia (de n amostras) 3.4.67
Variável (Grandeza ...) 3.6.38
Varistor 7.1.27
Vazio (Funcionamento em...) 7.3.13
Velocidade de fase 3.5.10
Velocidade de grupo 3.5.12
Velocidade de propagação 3.6.51
Velocidade de recombinação superficial 4.6.67
Vetor 3.1.2
Vetor de Poynting 5.1.41
Vetor unitário 3.6.67
Vida média (de uma partícula) 4.1.30
Viscosidade elétrica 5.4.42
o
Vivo 7.3.48
Volt 8.1.38
o
Voltampêre 8.1.39
Volt por metro 8.1.40
o
Watt 8.1.41
Watt por esterradiano 8.1.42
Watt por esterradiano e por metro quadrado 8.1.43
Watt por metro quadrado 8.1.44
Weber 8.1.45
z Zona de transição da concentração de impurezas 4.6.74

oz
ow
-J
L1J

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