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PAULO GODOI

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Dobre sua Aposentadoria com
Fundos Imobiliários

paulo godoi
PAULO GODOI

INtrodução
O mercado imobiliário é um dos
melhores mercados do mundo. Todo mundo
precisa de uma moradia, as empresas
precisam de um lugar para operar, as fábricas
de terreno para produzir e o turismo exige
amplos ambientes de lazer.

Esse é um mercado que por mais


que esteja em baixa, nunca tem suas
oportunidades esgotadas.

Por causa dessa estabilidade e do


seu grande potencial de rentabilidade, o
mercado imobiliário é um dos principais
destinos para investidores de longo prazo
pensando na aposentadoria.

Este ebook tem a proposta de te apresentar um lado desse mercado


que talvez você não conheça: os Fundos Imobiliários. São por meio desses
ativos que você pode ser dono de empreendimentos colossais como
shoppings, rede de hotéis ou conglomerados de prédios comerciais.

Você terá o guia completo desse investimento e te mostraremos como


você pode dobrar sua aposentadoria com ele.

Não só traremos as vantagens do investimento no mercado imobiliário,


como te mostraremos qual é a melhor forma — mais rentável e menos
arriscada — de investir nele: Fundos Imobiliários.

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Vantagens do
Mercado Imobiliário

Investimento de Longo Prazo e Baixo Risco


Como todo mercado, o imobiliário também tem seus riscos, mas ele é
bem menor aqui do que em outros mercados.

O motivo para isso é muito simples: as pessoas sempre precisarão de


casas, a população aumenta a cada dia, novos negócios surgem constantemente
e os espaços estão sempre sendo reduzidos.

Todos esses fatores elevam o preço dos imóveis. Claro que podem existir
momentos de baixa, mas é praticamente impossível que eles perdurem por
muito tempo. Isso faz com que esse mercado seja ideal para o longo prazo e
pensando na sua aposentadoria.

Garantia de Valorização
Pensando no longo prazo, os
mesmos fatores que determinam um
baixo risco dos imóveis garantem que
eles valorizarão.

É preciso ter a consciência que


em todos os países a tendência é
que os espaços fiquem cada vez mais
escassos. Sempre há mais empresas,
pessoas, espaços culturais, depósitos
de resíduos, áreas de plantio e criação
de animais. Tudo isso faz com que os metro quadrado fique mais caro,
aumentando assim o preço dos imóveis.

Como dito anteriormente, no curto prazo pode existir quedas, mas isso
dificilmente acontecerá no longo prazo.

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Fundos Imobiliários — FII

Com os Fundos Imobiliários você vai além de ter a propriedade de uma


casa ou apartamento e alugá-lo ou vendê-lo. Com esse ativo financeiro é
possível se tornar sócio dos maiores empreendimentos do mundo.

É possível ser sócio de grandes shoppings, redes de hotéis ou


hospedagens turísticas, salas comerciais ou empreendimentos residenciais.
Você pode ser dono de parte dos maiores prédios do mundo!

Um Fundo Imobiliário é um conjunto de ativos agregados e comercializados


via cotas. Quando você investe em um fundo, está comprando uma cota. Isso
quer dizer que é sócio de todas aqueles empreendimentos que estão listadas
no FII.

Quando estes empreendimentos ganham dinheiro, você também ganha.

Como Funciona um FII


Assim como qualquer outro Fundo, ao investir
num FII, você está investindo em grupo numa seleção
de ativos administrada por especialistas.

Ao invés de ir lá no prédio, comprar um único


escritório, você se junta com outras centenas de
pessoas e compra vários escritórios, prédios ou títulos.

A vantagem é que a diversificação diminui o


risco — seu escritório pode ficar vago o ano inteiro —,
além disso talvez fosse impossível, sozinho, comprar
um escritório em um grande prédio comercial.

Uma terceira vantagem é que os ativos são


escolhidos por profissionais. A não ser que você seja
um especialista, esse profissional fará escolhas melhores do que as suas.

No caso específico do Fundo Imobiliário, você estará investindo em


ativos imobiliários.

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Entrando e Saindo de um FII


Fundos Imobiliários são conhecidos como Fundos Fechados, isso quer
dizer que eles têm número limitado de cotas e não permitem a livre entrada
e saída de cotistas.

No momento em que são fundados existe o que é chamado de Oferta


Pública. É nesse momento que os donos do Fundo Imobiliário procuram
pessoas para comprar suas cotas a um preço determinado.

Depois desse período, não podem entrar novos cotistas e aqueles que
já possuem cotas não podem fazer novos aportes — colocar mais dinheiro
para ter mais cotas.

Pode acontecer do gestor do Fundo Imobiliário desejar comprar um


novo imóvel. Caso esse seja o caso, ele pode aumentar o patrimônio do
Fundo — total de dinheiro investido no Fundo. Quando há esse aumento, é
feito uma nova Oferta Pública.

Para sair do Fundo, o proprietário precisa vender suas cotas para um


outro interessado. Dessa forma, essa venda de cotas é o único jeito de um
não cotista se tornar cotista depois do período de Oferta Pública.

Você deve estar pensando: poxa, então deve ser muito difícil vender
minhas cotas, como vou encontrar alguém interessado?

Na verdade, é bem fácil. Essa facilidade é porque as cotas dos Fundos


Imobiliários são comercializadas em Bolsas de Valores como se fossem
ações. Essas Bolsas funcionam como grandes mercados, onde pessoas que
demandam encontram ofertantes a todo momento.

Para negociar as cotas, basta ter uma conta numa corretora de valores
e dar as ordens via home broker. Claro que você estará sujeito às mesmas
taxas: corretagem e custódia.

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Quanto você vai pagar pra entrar no FII


Na Oferta Pública, os gestores do Fundo
determinarão qual será o preço inicial da cota. Esse
será o valor mínimo que precisará pagar para fazer
parte do Fundo.

Depois desse período inicial, caso você se


interesse pelas cotas de um Fundo, precisará
comprar de alguém. O preço é determinado todos
os dias no pregão da Bolsa, como funciona com as
ações.

Se muitos detentores do Fundo estão querendo vender, o preço cairá,


caso contrário o preço subirá. Isso é determinado pelas expectativas de lucro
com as cotas, flutuações de mercado entre outras coisas.

Como ganhar dinheiro com um Fundo Imobiliário


A primeira forma de ganhar dinheiro com um Fundo Imobiliário é por
meio dos seus rendimentos.

Se os negócios dos quais você é sócio obtiveram lucros, você ganhará


parte deles — proporcional às cotas adquiridas. Esse pagamento normalmente
é feito em sua conta mensalmente.

Fundos que investem em imóveis que estão sendo alugados focam


muito nesse pagamento mensal de rendimentos.

Esse tipo de ganho é ideal para pessoas que estão em busca de


complementação de renda ou investimentos de médio e longo prazo. É nesse
que você deveria focar para buscar uma aposentadoria de qualidade.

A segunda forma de ganhar dinheiro com Fundos Imobiliários é através


da valorização patrimonial, ou seja, a valorização das cotas.

Esse tipo de ganho pode ser o mais procurado por quem pretende fazer
investimentos de curto prazo — especulativo. Você estaria entrando num
negócio visando valorizações súbitas por causa de expectativa de lucros e,
então, venderia suas cotas.

Buscar um Fundo Imobiliário pensando em vender as cotas pode ser


arriscado. Da mesma forma que elas podem valorizar, podem também perder
valor.

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tipos de FII

Fundos de Renda
São os FII que compram ou constroem imóveis para alugar. Você, ao
comprar a cota de um tipo como esse, ganhará periodicamente parte dos
aluguéis recebidos.

Por causa do porte dos imóveis, é comum que os contratos sejam de


longo prazo e os inquilinos com baixo risco de inadimplência.

A forma como o aluguel é calculado pode mudar. Alguns empreendimentos


cobram taxas fixas dos inquilinos, já outros cobram uma fração fixa e outra
em função do faturamento obtido.

Entenda como avaliar quais são os FII mais rentáveis.

Os principais imóveis que compõe um Fundo de Renda são Shoppings,


Lajes Corporativas, Galpões industriais, Imóveis residenciais, Hotéis, Agências
Bancárias, Escolas e Hospitais.

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Fundos de Desenvolvimento
Nesse caso o FII não aluga os imóveis, ele constrói para vendê-lo.

Alguns Fundos Imobiliários pagam, ainda assim, uma quantia periódica


aos cotistas como incentivo para que permaneçam no Fundo.

Esse tipo de FII costuma ser mais arriscado do que os Fundos de Renda,
isso por causa dos riscos de estourar o orçamento, do embargo do Estado
em relação às licenças ambientais ou liquidez. Por outro lado, os Fundos de
desenvolvimento também costumam ter um rendimento maior do que os
Fundos de Renda.

Fundos de Compra e Venda


São FII que compram imóveis em
períodos de baixa do mercado para vende-los
mais tarde nos períodos de alta.

Muitos Fundos desse tipo costumam


alugar os imóveis durante o intervalo entre
a compra e a venda. Dessa forma, eles
conseguem remunerar os cotistas com os
aluguéis.

O momento econômico diz muito sobre


qual tipo escolher: Fundos de Compra e Venda
ou Fundos de Desenvolvimento. Saiba como
escolher o FII certo na hora certa.

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Fundos de Recebíveis Imobiliários


Recebíveis imobiliários são títulos de renda fixa usados para captar
recursos para investir em imóveis.

Nesse tipo de fundo, então, investe-se em papéis, não em imóveis


propriamente dito.

O principal título desse mercado é o Certificado de Recebível Imobiliário


(CRI). Empresa autorizadas a emitir esse tipo de papel, as securitizadoras,
fazem a ponte entre a construtora e o cotista garantindo que este receberá
seus rendimentos dos pagamentos dos financiamentos.

É como se a construtora antecipasse as parcelas do financiamento dos


imóveis e os cotistas recebessem essas parcelas acrescido dos juros pela
antecipação.

O risco do título de renda


fixa é o risco de inadimplência. Os
compradores dos imóveis podem não
quitar suas dívidas. Entretanto os CRI
têm como garantia o próprio imóvel.
Isso que dizer que caso o cotista
não receba, ele ficará com parte da
propriedade do imóvel.

Entenda mais sobre os CRI.

Fundos de Fundos
São Fundos que fazem uma carteira com outros Fundos imobiliários.

Como a diversificação é importante, muitas vezes os investidores não


querem se preocupar de escolher seus ativos, dessa forma investem nos
Fundos de Fundos.

Possuem risco e rentabilidade variados. Ao investir, é importante ver o


histórico de remuneração, cotação e liquidez do Fundo. Além disso é bom ver
em detalhes quais são os ativos que o compõe e o gestor.

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Importância da Diversificação

Em qualquer tipo de investimento, a diversificação é importante para


se proteger de alguns tipos de risco.

No Fundos Imobiliários não é diferente. O ideal não é investir todo o seu


dinheiro em apenas um ou outro tipo. Pelo contrário, para que você tenha
garantia de retornos para dobrar sua aposentadoria é preciso diversificar.

Para entender isso basta imaginar que em determinado cenário


econômico o mercado de varejo esteja ruim. Isso vai impactar no aluguel
cobrado pelos shoppings, mas pode não ter nada a ver com o aluguel de
hospitais e escolas, por exemplo.

Talvez o cenário esteja ruim para a construção de imóveis, mas a compra


de outros para vendê-los no futuro pode estar muito favorável.

Tudo depende do momento econômico, mas, como ele é imprevisível,


o melhor é diversificar, isso para garantir seus ganhos.

A parte mais importante, então, de investir em FII é saber cotas de quais


Fundos comprar. Aprenda como montar uma carteira de Fundos Imobiliários.

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Relatório de Fundos Imobiliários

Para montar uma carteira de Fundos Imobiliários, é importante conhecer


alguns termos que veremos a seguir.

Conhecendo-os será possível analisar relatórios de FII.

Dividend Yield
Essa é uma medida de rentabilidade das cotas de um Fundo. Isso significa
que o objetivo desse indicador é te informar qual Fundo tem maior volume
de pagamentos periódicos.

Como grande parte da renda do FII é proveniente, justamente, desses


pagamentos periódicos, o Dividend Yield assume, portanto, uma relevância
ímpar.

Ele é calculado dividindo-se o valor pago por


cota pelo valor unitário de cada cota. Multiplica-se
o valor encontrado por 100.

DY = (Valor pago por cota/Preço da Cota)*100

Quanto maior do Dividend Yield, mais se está pagando por cota naquele
FII. Em outras palavras, mais rentável está sendo a cota daquele Fundo
imobiliário.

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IFIX (Índice de Fundos Imobiliários)


O IFIX é um índice que mede o mercado dos Fundos Imobiliários por
meio de uma carteira exemplo.

Como a maioria dos índices do mercado financeiro, ele serve como um


termômetro do mercado. Uma média do que está acontecendo.

No gráfico abaixo, apresentado no relatório da XP Investimentos,


compara-se os Fundos Imobiliários por meio do IFIX com as ações da Bolsa
via IBOV e os Depósitos Interbancários, CDI.

Fonte: XP Investimentos

VM/VP (Relação entre Valor de Mercado e Valor Patrimonial)


Esse indicador mede a relação entre Valor de Mercado e o Valor
Patrimonial.

O valor de mercado é o resultado das forças de oferta e demanda


nas cotas do fundo na Bolsa de Valores. Pode ser influenciado por ataques
especulativos e expectativas de médio e longo prazo.

Já o valor patrimonial é a soma do valor de todos os imóveis do fundo


dividido pelo número de cotas. É um valor mais estável, que independe da
especulação dos traders da Bolsa.

Os dois valores dificilmente serão iguais. Quanto mais alto o valor de


mercado em relação ao valor patrimonial, mais demandado está sendo aquele
fundo. Uma investigação breve pode te responder o motivo dessa procura.

Saiba mais sobre indicadores para escolher seu FII.

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Tributação dos Fundos Imobiliários

Para falarmos de tributações de FII, precisamos separar os ganhos com


os rendimentos dos ganhos patrimoniais — valorização das cotas.

Os ganhos com os rendimentos não são tributáveis para pessoas físicas.


Ou seja, de todo rendimento mensal que for depositado em sua conta não
será descontado nada!

Já a valorização patrimonial é
tributada.

Os lucros líquidos com a


valorização das cotas dos Fundos
Imobiliários são em 20%. Diferente
das ações, não há diferença entre
operações normais e Day Trade —
compra e venda e menos de 24 horas.

Além disso, não existe isenção


para lucros líquidos menores que
R$ 20.000,00 — como também ocorre com as ações — e os prejuízos em
negociações de cotas podem abater impostos sobre os lucros dos meses
seguintes.

Já as amortizações de fundos imobiliários devem ser consideradas na


composição do saldo financeiro e não como rendimentos pagos. Assim a
amortização deverá ser somada ao valor do resgate para calcular os lucros.

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Quanto rende um Fundo Imobiliário

A rentabilidade é um dos principais fatores a serem considerados na hora


de procurar um investimento de longo prazo pensando na aposentadoria.

Mas saber exatamente quanto rende um Fundo Imobiliário é impossível.


Isso vai depender do sucesso dos ativos que compõe seu Fundo além da
expectativa do mercado em relação a ele.

Se os escritórios de um prédio comercial ficarem vagos, o Fundo


Imobiliário que tem o prédio em sua carteira terá um rendimento reduzido.
É possível o valor da cota diminua também — mas nada garante.

O que podemos fazer para te dar uma ideia do rendimento dos FII é usar
o índice dos Fundos Imobiliários IFIX e acompanhar a história de Maurício,
que está prestes a se aposentar.

A História de Maurício e
como ele Dobrou sua Aposentadoria
Maurício trabalhou e contribuiu com a
previdência pública por 35 anos. Vai receber R$
3200,00 do INSS, mas esse valor não é suficiente
para que ele mantenha seu padrão de vida.

Depois de 5 anos que Maurício entrou no


mercado de trabalho, começou a pensar em investir.

Quando completou 35 anos de contribuição,


viu-se numa situação boa, porque tinha investido
e aumentado seu patrimônio para garantir uma
aposentadoria confortável.

Como Maurício fez:

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O Investimento de maurício
• Maurício investiu R$ 200,00 por mês em FII.
• A média de valorização patrimonial por ano foi de 37,6%
• A média de pagamentos de dividendos anual foi de 8,5%

O Maurício mostrou seus cálculos:


• Em 10 anos, Maurício terá investido R$ 24.000,00
• Nesse período terá recebido uma renda de R$ 13.421,83
• Terá tido uma valorização Patrimonial de R$ 153.981,08

Maurício investiu R$ 24.000,00 e no final de dez anos tinha um patrimônio


R$ 191.402,00. São 1432% de valorização. Mas Maurício ainda não conseguiu
dobrar a aposentadoria.

Devemos lembrar que ele quer dobrar sua aposentadoria, ou seja,


precisa de R$ 3.200,00 por mês ou R$ 38.400,00 de rendimento em 1 ano.

Maurício, então disse que ele deveria poupar mais algum tempo e
mostrou novamente os cálculos, agora para 13 anos.
• Maurício colocou mais R$ 200 todos os meses por mais 3 anos.
• Ele também reinvestiu os rendimentos dos anos interiores.

Dessa forma, concluiu-se:


• Em 13 anos, Maurício terá investido R$ 31.200,00
• Nesse período terá recebido uma renda de R$ 24.727,45
• Terá tido uma valorização Patrimonial de R$ 444.397,45

Esse patrimônio daria a Maurício um rendimento de R$ 42.527,00


por ano a uma tx de 8,5% ao ano, ou R$ 3.543,00 por mês! Em 13 anos de
investimento, Maurício conseguiu quase duplicar a aposentadoria!

500000

450000

400000

350000

300000

250000

200000

150000

100000

50000

Evolução do Patrimônio do Maurício de 0 até 13 anos de investimento.

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Ressalva e Observações
Para repetir a história do Maurício é preciso conhecimento, não basta
fazer as mesmas aplicações que ele. Isso porque rendimentos passados não
são garantia de futuros.

Veja este curso para fazer como o Maurício.

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Riscos de um Fundo Imobiliário

Risco de Liquidez
Outro risco que o investidor pode enfrentar é o risco de Liquidez. Isso
significa que o seu dinheiro pode ficar parado por muito tempo no fundo —
mesmo que esteja rendendo.

Esse é o risco que corre quem precisa de dinheiro para uma emergência
e vê seu capital sendo impossibilitado de ser resgatado.

Você deve estar pensando: então vão prender meu dinheiro?

Não, não é isso. A única forma de sair


de um FII é vendendo suas cotas a uma outra
pessoa interessada. Então, você só conseguirá
resgatar seu dinheiro se encontrar um
comprador.

É como tentar vender uma casa, você


precisa de alguém interessado em compra-la.

A vantagem em relação à venda de uma


casa é que é muito mais fácil vender as cotas
de um Fundo Imobiliário do que vender um
imóvel.

Como as cotas são comercializadas nas Bolsas de Valores, vendedores e


compradores se encontram facilmente.

Uma boa forma de superar o risco de liquidez é comprar cotas em FII


com muitas transações. Será certo que conseguirá resgatar seu dinheiro
quando bem entender.

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Risco de Vacância, Inadimplência ou Físico


Havíamos dito que uma das formas de remuneração dos FII são as
frações dos lucros auferidos pelos empreendimentos imobiliários que são
recebidos pelos acionistas.

Então, se o empreendimento não tiver lucro, não existe o que distribuir.


Isso faz com que seus rendimentos caiam assim como o preço da cota,
desvalorizando também seu patrimônio.

Os negócios imobiliários podem passar por períodos difíceis por


inúmeros motivos, mas os principais costumam ser a vacância, a inadimplência
e os riscos físicos.

A vacância é o resultado de um cenário econômico deprimido. Pode


ser que novos negócios não estão começando para que sejam alugadas salas
comerciais, por exemplo. Outra possibilidade é que hotéis de luxo fiquem
vazios, uma vez que os bolsos das empresas e dos cidadãos estão vazios.

O risco de inadimplência envolve não só cenário econômico como


também as políticas de crédito das empresas imobiliárias. Existem empresas
que são arrojadas ao conceder empréstimos e outras que serão mais frouxas.

O risco físico é o risco de acidentes, catástrofes e sinistros em geral.


É a possibilidade pequena — mas existente — de um prédio desmoronar,
incendiar ou ser interditado por órgãos de regulamentação.

A melhor forma de se evitar todos esses riscos é investir num Fundo


Imobiliário diversificado. Se seu Fundo tem ativos em vários empreendimentos,
um deles pode passar por um período difícil que o outro compensará as
perdas.

É por essa possibilidade de diversificação que os Fundos Imobiliários


são um melhor investimento do que a compra de imóveis.

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Risco de Mercado
Assim como as ações, os Fundos Imobiliários possuem risco de mercado,
isso porque o preço de sua cota varia pelas forças de oferta e demanda.

Se o mercado sentir que o FII não tem capacidade de gerar bons lucros
em um futuro próximo, é possível que o valor da cota desvalorize. Portanto
você perderá patrimônio.

A melhor forma de evitar esse risco é pesquisar bastante antes de


escolher um Fundo Imobiliário. Outra solução seria pedir ajuda a um
profissional que poderá te dar suporte na hora dessa escolha o melhor FII.

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FII ou Imóveis: o que rende mais?

Se você ainda tem dúvidas se deveria investir em Fundos Imobiliários


ou Imóveis, agora veremos qual dos dois é mais provável de render mais.

Vimos que o IFIX rendeu em torno de 47% em 12 meses. Veremos


quanto um imóvel, alugado o ano inteiro — existe o risco de não acontecer
— precisaria valorizar para que se igualasse ao IFIX.

Aluguel do Imóvel
Em geral, o preço do aluguel de um imóvel é 0,6% do valor do imóvel. Ao
investir R$ 200.000,00 num imóvel, você poderia ter um rendimento mensal
de R$ 1.200,00. No final de 12 meses, isso te daria um total de R$ 14.400,00.

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Valorização Patrimonial
No caso do IFIX, um investimento de R$ 200.000,00 teria rendido um
total de R$ 94.000,00.

Nessas condições, para que o imóvel igualasse seu rendimento ao do


FII, precisaria ter uma valorização patrimonial de R$ 79.600,00, ou seja, quase
40% de rentabilidade em 1 ano.

Pode acontecer? Sim, pode, mas é muito difícil. Só para ilustrar, um


estudo da Embraesp mostrou que a zona oeste de São Paulo foi a que mais
valorizou entre 2008 e 2018. Toda da valorização de uma década foi de 60%.
Apenas 20% maior do que o imóvel precisaria valorizar em um 1 ano inteiro!

É comum que imóveis valorizem 2% ou 3% em um ano. Mais do que


isso já é um evento extraordinário e improvável.

Além disso Imóveis com rendimentos


acima de R$ 1903,99 pagam IR. Aqui nos
nossos cálculos o dono do imóvel não
pagaria, mas qualquer valor acima disso,
lembre-se que o governo ficará com uma
parte.

Por outro lado, dividendos de FII são


isentos de impostos.

Saiba mais sobre os benefícios fiscais


dos FII.

Lembre-se ainda que existe depreciação de imóveis. Enquanto eles


estão valorizando, também estão desvalorizando por causa de rachaduras
na parede, falhas no sistema elétrico, defasagens estéticas e arquitetônicas,
além de outros fatores.

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Quais são os riscos de investir em imóveis?


Já falamos sobre os riscos de investir em Fundos Imobiliários, mas e os
riscos dos imóveis, quais são?

Será que são investimentos menos arriscados?

De antemão, a resposta é não. Imóveis são mais arriscados porque são


menos diversificados. Você terá poucas propriedades, qualquer problema
com uma delas e seus rendimentos podem cair facilmente 100% — não
ganhará nada!

Vamos ver os riscos mais comuns:


• Falta de Liquidez: se você não tiver uma reserva de emergência
e precisar de dinheiro para resolver uma situação extraordinária, ter a
propriedade de imóveis pode se tornar um problema. Isso acontece porque
será difícil e demorado vendê-lo. Você precisará diminuir muito o preço se
quiser vender em menos de 2 meses, por exemplo. Isso acarretará em perdas
financeiras.
• Impostos: diferente da maioria dos ativos financeiros que só
cobram impostos quando há lucro, no caso dos imóveis o IPTU deve ser pago
independente dos rendimentos auferidos no ano. Estando o imóvel parado
ou não, o Estado demandará seu dinheiro.
• Vacância: se você pretende comprar um imóvel para alugar, é
sempre possível que ele fique vazio por alguns meses no ano, o que representa
perdas. Além disso, mesmo cheio, é possível que as dívidas dos inquilinos
não sejam pagas.
• Depredação e catástrofes naturais: seu imóvel será danificado com
o tempo, isso acontece por causa das pessoas que o ocupam ou, até mesmo,
uma chuva mais forte. Não há como fugir disso e sempre acarretará em
gastos.

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Comece a Investir Hoje mesmo

Investir em Fundos Imobiliários irá garantir que você consiga acumular


patrimônio e mais do que dobrar sua aposentadoria.

Procure um consultor financeiro, ele pode te ajudar a saber para onde


está indo seu dinheiro e, dessa forma, planejar ações para poupá-lo.

Se quiser fazer como o Maurício que dobrou sua aposentadoria em


menos de 13 anos de investimento e durante o processo recebeu mais R$
70.000 de dividendos, faça o curso de Investimento em Fundos Imobiliários
da Funds Explorer.

Você aprenderá a escolher os melhores Fundos, diversificar seus


investimentos, entender os relatórios de análise e quais são as melhores
estratégias.

O objetivo do curso Funds Explorer de Fundos Imobiliários, é introduzir


novas pessoas neste mercado para que elas também possam desfrutar dos
ganhos imobiliários.

O curso é ministrado por Jacinto Santos, mestre em finanças, analista


CNPI e sócio da Funds Explorer. No total são 7 aulas cobrindo: introdução
aos FII, Tipos de Fundo, Check-List na análise dos FII, Como ler os relatórios,
Como montar uma carteira Tributação e IPO e Follow-On.

Caso se inscreva hoje no curso, tem 7 dias para testar o curso Funds
Explorer de Fundos Imobiliários. Caso não fique satisfeito, terá seu dinheiro
de volta sem maiores burocracias.

As vagas são limitadas, reserva já a sua.

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