Você está na página 1de 13

Matéria: MATEMÁTICA

Número do Tópico: 02
Assunto: Operações com Números Naturais e
Números Racionais.
Subconjuntos notáveis
Inteiros nãonegativos:   0, 1, 2, 3, 
Título: .
Inteiros nãopositivos:   0,  1,  2,  3, 
Inteiros nãonulos:
*
  , 3, 2, 1, 1, 2, 3, 
Resumo Teórico
Inteiros positivos:  
*
 1, 2, 3, 
1. OPERAÇÕES COM NÚMEROS NATURAIS (N) Inteiros negativos:  
*
  1,  2,  3, 
1.1. Conjunto dos Naturais ( )
2.1. Subtração;

 {0, 1, 2, 3, 4, } Simétrico ou oposto para a adição:


Para todo a , existe a  tal que a   a   0 .
O conjunto dos números naturais é fechado em relação à adição
e multiplicação, mas não é fechado em relação à subtração e à
divisão. Definição de subtração: a  b  a   b 

Propriedades: a, b, c 

Tricotomia: Dados a, b  quaisquer, vale uma, e somente


uma, das três alternativas: a  b , a  b ou a  b .
Transitividade:
MINUENDO  SUBTRAENDO  RESTO
a  b   b  c  a  c e  a  b   b  c  a  c

Associatividade: a  b  c  a   b  c e  ab  c  a  bc  2.2. Divisão de Inteiros;

Comutatividade: a  b  b  a e a b  ba Teorema: Se D, d  e b  0 , existem inteiros q e r,


univocamente determinados, tais que
Elemento neutro: a  0  a e a 1  a
D  d  q  r , onde 0  r  d .
Distributividade: a   b  c  a  b  a  c
Lei do corte:
a  b  a  c  b  c e a b  a c  a  0  b  c

1.2. Adição de números naturais

Corolário: d  q  D  d   q  1

OBSERVAÇÕES:

1.3. Multiplicação de números naturais


1) Se o resto r é igual a zero a divisão é dita EXATA.
2) O maior resto possível em uma divisão inteira é igual ao
divisor menos uma unidade ( d  1 ).

3) Multiplicando-se o dividendo e o divisor de uma divisão por um


número não nulo, o quociente não se altera e o resto fica
multiplicado pelo número.

4) O maior número que se pode somar ao dividendo sem alterar


2. CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS ( ); o quociente é o divisor menos o resto menos um.

 { , 3,  2,  1, 0, 1, 2, 3, } 3. REGRAS GERAIS PARA CÁLCULO DO VALOR DE


EXPRESSÕES NUMÉRICAS
O conjunto dos números inteiros é fechado em relação à adição,
multiplicação e subtração, mas não é fechado em relação à
divisão.
1) Se a expressão contiver sinais de reunião (parênteses, 5
colchetes ou chaves), deve-se iniciar pelas operações indicadas Exemplo: .
nos sinais mais interiores. 4
2) As operações de multiplicação e divisão devem ser efetuadas
primeiro na ordem que aparecerem. 4.5. Fração própria e fração imprópria:
3) As adições e subtrações devem ser efetuadas em seguida
também na ordem que aparecerem. Fração própria é aquela que tem numerador menor que o
denominador.
Exemplo: Calcule 4  (25  64  8  (3  7  14)  7)
2
Exemplo:
4  (25  64  8  (3  7  14)  7)  3
 4  (25  8  (21  14)  7)  Fração imprópria é aquela que tem numerador igual ou maior
 4  (25  8  7  7)  4  (25  8  1)  que o denominador, podendo ser representada como um número
misto.
 4 16  64
5
Exemplo:
4. NÚMEROS RACIONAIS E REPRESENTAÇÃO DECIMAL 4
DAS FRAÇÕES
4.6. Número misto:
4.1. Número racional ou fração ordinária:
Número misto é um número que possui uma parte inteira e uma
Número racional ou fração ordinária é o número que pode ser fracionária e é equivalente a uma fração imprópria.
p
colocado na forma , onde p e q são inteiros, q não é zero e 1 5
q Exemplo: 1 
4 4
m.d.c.  p,q   1 .
4.6.1. Transformação de número misto em fração imprópria:
p  numerador
numerador
q  denominador (parte inteira) =
denominador
4.2. Frações Equivalentes: parte inteira × denominador + numerador
=
Frações equivalentes são frações que possuem o mesmo valor.
denominador

1 2 5 1 3 2 1 7
Exemplo:   . Exemplo: 3  
2 4 10 2 2 2

Propriedades:
4.7. Fração decimal:

a c Fração decimal é a fração cujo denominador é uma potência de


(1)   ad  bc 10.
b d
(2) Multiplicando ou dividindo os dois termos de uma fração pelo 7 135
Exemplo: e
mesmo numero não nulo, obtém-se uma fração equivalente à 10 1000
primeira.

3 3 2 6 4.8. Redução de frações ao mesmo denominador:


Exemplo:  
4 42 8
Para efetuar a adição e a subtração de frações, assim como para
compará-las é necessário que as frações possuam o mesmo
4.3. Simplificação:
denominador.
A redução de frações ao mesmo denominador consiste em
Simplificar uma fração é obter uma fração equivalente à primeira
encontrar frações equivalentes às frações originais que possuam
com termos menores. A simplificação só é possível quando os
denominador comum.
dois termos admitem um divisor comum, ou seja, quando seu
m.d.c. é diferente de 1 . Procedimento:
(I) Colocam-se as frações na sua forma irredutível
12 12  2 6 (II) Calcula-se o m.m.c. dos denominadores.
Exemplo:   . (III) Calcula-se o quociente do m.m.c. por cada um dos
16 16  2 8 denominadores.
(IV) Multiplicam-se o numerador e o denominador de cada
4.4. Fração irredutível: fração pelo quociente correspondente.

Uma fração é dita irredutível, quando o numerador e o


denominador são primos entre si, não sendo possível simplificar
a fração.
6 21 5 3 5 4 5  4 20
Exemplo: Reduzir ao mesmo denominador as frações , Ex.:     
16 36 7 4 7 3 7  3 21
5
e . 4.13. Número decimal:
6
3 7 5 As frações decimais podem ser escritas na notação de número
forma irredutível: , e . decimal, de acordo com o sistema de numeração de base 10,
8 12 6 segundo o qual um algarismo escrito à direita de outro
mmc 8,12, 6   24 representa unidades 10 vezes menores.

quocientes: 24  8  3 , 24  12  2 e 24  6  4 . 7 4235
33 9 7  2 14 5  4 20 Exemplo.:  0, 7 e  42,35
 ,  e  10 100
8  3 24 12  2 24 6  4 24
p
4.9. Comparação de frações: Todo número racional pode ser representado por uma fração
q
Se duas frações possuem o mesmo denominador, a maior é a decimal finita ou por uma fração decimal infinita periódica (dízima
que possui maior numerador. periódica); reciprocamente, toda fração decimal, finita ou
periódica, representa um número racional.
2 3 4
Exemplo:   . Os números que possuem representação decimal infinita e não
5 5 5 periódica são chamados irracionais e não podem ser escritos
sob a forma de uma fração irredutível.
Se duas frações possuem o mesmo numerador, a maior é a que
tiver menor denominador. 4.14. Dízima periódica:
2 2 2
Exemplo:   . Dízima periódica é um número racional que possui
5 4 3 representação decimal infinita e periódica.

Observação: Da mesma forma que se reduzem frações ao A dízima periódica, em geral, é composta de três partes: parte
mesmo denominador podemos reduzi-las ao mesmo numerador, inteira, parte não periódica e período.
o que em certos casos é útil para compará-los. Use esta técnica
2 3 Exemplo: Na dízima periódica 1, 25434343 , a parte inteira é
para comparar as frações e .
375 452 1 , a parte não periódica é 25 e o período é 43 .

4.10. Adição e subtração de frações: Outras notações para indicar a repetição do período:
1, 25434343...  1, 2543  1, 25  43 .
Para somar ou subtrair frações devemos:
(I) Reduzi-las ao mesmo denominador. A dízima que não possui parte não periódica é dita simples,
(II) Somar ou subtrair os numeradores e mantendo-se o enquanto a que possui é dita composta.
denominador comum.
IMPORTANTE:
a c ad  bc Considerando a decomposição em fatores primos do
  denominador de uma fração irredutível, tem-se:
b d bd
apenas fatores a fração 3 3
2 3 5 8 9 10 8  9  10 27 2e5 converte-se em   0,15
Exemplo:        um decimal 20 22  5
3 4 6 12 12 12 12 12 exato
apenas fatores a fração 1 1
4.11. Multiplicação de frações: diferentes de 2 converte-se em   0, 030303
e5 uma dízima 33 3 11
Para multiplicar frações, multiplicam-se os numeradores e os periódica
denominadores. simples
fatores 2 ou 5 a fração 1 1
a c ac
 
com outros converte-se em   0,1666
b d bd diferentes uma dízima 6 23
deles periódica
composta
5 3 5  3 15
Exemplo:    Geratriz de uma dízima periódica é a fração ordinária que dá
7 4 7  4 28 origem à dízima periódica:
4.12. Divisão de frações:
Obtenção da geratriz de uma dízima periódica
parte inteira seguida de parte nãoperiódica
Para dividir frações, multiplica-se a primeira fração pelo inverso
Numerador seguida do período, menos a parte inteira
da segunda.
seguida da parte nãoperiódica
número formado de tantos 9 quantos forem os
a c a d
   Denominador
algarismos do período, seguidos de tantos 0
b d b c quantos forem os algarismos da parte
nãoperiódica
Devemos analisar as diferenças lembrando que em alguns casos
Exemplos: pode ter sido necessário “pedir emprestado”.
3 1 Na diferença 4  8 certamente foi necessário “pedir
0,333...   emprestado”, mas pode ser que o 4 tenha “emprestado” 1 para a
9 3 diferença x  4 , assim temos duas possibilidades: 1
24 8 14  8  6  b ou 13  8  5  b .
0, 242424...  
99 33 Na diferença 6  x  b , se b  6 , então x  0 . Como x é um
13  1 12 2 algarismo que aparece na primeira posição à esquerda, então
0,1333...    x  0 e consequentemente x  6 e b  5 .
90 90 15
A diferença 8  6 fica 7  6 , pois o 8 empresta 1, assim
213  21 192 32
2,1333...    7 6 1  x  x 1.
90 90 15 A diferença x  4 recebe 1 emprestado e como x 1 fica
12345  123 12222 679 11  4  7  z  z  7 .
1, 23454545...   
9900 9900 550 Montando a conta para conferir os valores:
6 8 4 1
1 6 8 4
Exercícios de Aula (10 A 15) 5 1 5 7
 x  b  z  1  5  7  13
QUESTÃO 1
(FUVEST) A seguir está representada uma multiplicação onde os QUESTÃO 3
algarismos a, b e c são desconhecidos. Qual é o valor da soma (EPCAR 1986) O divisor de uma divisão aproximada é 30 e o
abc? resto é 23. O maior número que se pode somar ao dividendo
1a b c sem alterar o quociente é:
a) primo
3 b) ímpar
c) maior do que 7
a bc4 d) múltiplo de 3
a) 5 e) múltiplo de 7
b) 8
c) 11 RESPOSTA: d
d) 14
e) 17 RESOLUÇÃO:
D  30  Q  23
RESPOSTA: d
O resto máximo é 30  1  29 . Assim, se somarmos
SOLUÇÃO: 29  23  6 ao dividendo, o quociente não se altera.
Note que, na tabuada multiplicativa de 3, apenas 3  8  24 Portanto, o maior número que se pode somar ao dividendo é 6 ,
termina em 4. Logo, c  8 e “vão 2”. que é múltiplo de 3 .
Assim, 3  b  2 deve terminar em 8, ou seja, 3  b deve
terminar em 6. Logo, b  2 e 3  b  2  3  2  2  8 .
QUESTÃO 4
Continuando, 3  a deve terminar em 2. Logo, a  4 , 3  a  12 (EPCAR 1988) O produto de quatro números ficou valendo 1200,
e “vai 1”. depois que multiplicou-se o primeiro por 2, o segundo por 3,
Finalmente, verifica-se que o último produto está correto: dividiu-se o terceiro por 4 e o quarto por 5. Antes de efetuar tais
3 1  1  4  a . operações, pode-se afirmar que o produto inicial era um número:
a  b  c  4  2  8  14 a) múltiplo de 13
b) divisor de 800
c) múltiplo de 29
d) divisor de 8000
QUESTÃO 2 e) ímpar e maior que 3000.
(CN 1993) Considere a seguinte subtração, onde x, b e z são
algarismos: RESOLUÇÃO:
6 8 4 x Números: a, b, c ,d

 2a    3b   
c d
x 6 8 4      1200 
4 5
b x b z
45
Logo, x  b  z é igual a:  a  b  c  d  1200   4000
(A) 11
23
(B) 12
(C) 13
(D) 14 QUESTÃO 5
(E) 15 (CMRJ 2004) Quando o natural P é dividido pelo natural D , o
RESPOSTA: C quociente é Q e o resto é R . Quando Q é dividido por d , o
quociente é q e o resto é r . Considerando que o resto é
RESOLUÇÃO:
sempre menor que o divisor, assinale o resto da divisão de P 1
por Dd : 3  2  4, 25  11,333
2
a) R  Dr 0, 28333  60
b) r  DR a) 1/289
c) R r b) 9/289
d) R c) 125/100
e) r d) 0,125
e) 9
RESPOSTA: a
RESPOSTA: d
RESOLUÇÃO:
Usando o algoritmo da divisão, podemos escrever: RESOLUÇÃO:
P  QD  R (1) , 0  R  D  1 (2) 1 3  2  1 1 425 113  11
3  2  4, 25  11,333   
Q  dq  r (3) , 0  r  d  1 (4) 2  2 2 100 9 
0, 28333  60 283  28
Substituindo (3) em (1), temos:  60
P  D  d  q  r   R  P  D  d   q  D  r  R (5) 900
Dd 7 17 9 7 3
A expressão (5) pode ser o algoritmo da divisão de P por   
e o resto seria D  r  R . Entretanto para que 4 4 102 17 1 1
isso seja   4 8     0,125
confirmado é necessário que o resto satisfaça a condição de ser 255 17 8 17 8
maior ou igual a zero e menor que o divisor. Para provar que o 15
resto satisfaz essa condição, vamos multiplicar a desigualdade
(4) por D :
0  Dr  Dd  D  0  Dr  D  Dd QUESTÃO 8
R  D  0  Dr  R  Dr  D  Dd  (CN 2009) Ao dividir-se a fração 3 5 pela fração 2 3
Como
 0  Dr  R  Dd encontrou-se 2 5 . Qual é, aproximadamente, o percentual do
Logo, o resto Dr  R encontrado satisfaz a condição do
erro cometido?
algoritmo da divisão e é o resto da divisão de P por D  d . (A) 35,55%
(B) 45,55%
(C) 55,55%
QUESTÃO 6 (D) 65,55%
(E) 75,55%
3
(FGV 2003) Simplificando a fração , obteremos:
1 RESPOSTA: C
4
2
3 RESOLUÇÃO:
5 3 2 3 3 9
51    
a) 5 3 5 2 10
73 Erro percentual:
47 9 2 94
b) 
69 10 5 100%  10 100%  5 100%
9 9 9
49
c) 10 10
71
500
45  %  55,55%
d) 9
67
53
e)
75 QUESTÃO 9
(CN 1996) Sejam A, B, C e D números naturais maiores que 1.
RESPOSTA: a A
 
RESOLUÇÃO:
B
3 3 3 3 17 51 Para que a igualdade
C  B , seja verdadeira é
= = = = 3 = D A
1 1 5 73 73 73
4 4 4 C
3
2 17 17 17  
5 5 D
necessário que:
B3C
a) A 
2
QUESTÃO 7 D
(CEFET 1994) Assinale a forma irredutível do número:
b) B C  AD
2

c) A4  B4C4
RESOLUÇÃO:
A2 B
d)  O resultado do quociente de 13 por 41 é uma dízima periódica
D2 C simples.
Para resolver esse problema é necessário identificar o período e
e) B3  C2 para tanto basta efetuar a divisão até os algarismos comecem a
se repetir.
RESPOSTA: c

SOLUÇÃO:
A
 
B A 1

C  B  B C  B  A  1  B C
D A D D BC D AD
A
C C O período é 31707 cuja soma é 18 . A soma será maior ou
 
D igual a 530 após serem escritos 29 períodos, cuja soma é 522
, mais os algarismos 3, 1 e 7.
 A2  B2C2 Logo, foram escritos 29  5  3  148 algarismos.
Elevando os dois membros ao quadrado: A4  B4C4
QUESTÃO 12
QUESTÃO 10 1937
(CN 2005) Um certo professor comentou com seus alunos que (CN 1996) Sobre o número podemos afirmar que é:
as dízimas periódicas podem ser representadas por frações em
8192
que o numerador e o denominador são números inteiros e, neste (A) uma dízima periódica simples
momento, o professor perguntou aos alunos o motivo pelo qual (B) uma dízima periódica composta
existe a parte periódica. Um dos alunos respondeu justificando (C) um decimal exato com 12 casas decimais
corretamente, que em qualquer divisão de inteiros: (D) um decimal exato com 13 casas decimais
(A) o quociente é sempre um inteiro. (E) um decimal exato com 14 casas decimais
(B) o resto é sempre um inteiro.
(C) o dividendo é o quociente multiplicado pelo divisor, RESPOSTA: D
adicionado ao resto.
(D) os possíveis valores para o resto têm uma quantidade RESOLUÇÃO:
limitada de valores.
(E) que dá origem a uma dízima, os restos são menores que a 1937 1937 1937  513 1937  513
metade do divisor.   
8192 213 213  513 1013
RESPOSTA: D 1937
Logo, a fração é um número decimal exato com 13 casas
RESOLUÇÃO: 8192
Na divisão inteira de a por b , o resto é um inteiro r tal que decimais.

0  r  b  1 . Logo, há uma quantidade limitada de valores


para o resto. QUESTÃO 13
Efetuando a divisão (não inteira) de a por b duas coisas (CN 1992) Seja M um conjunto cujos elementos são números
podem ocorrer: 1º) encontrar um resto zero, o que indica que o naturais compostos por três algarismos distintos e primos
quociente é inteiro ou decimal exato; ou 2º) o resto obtido nunca absolutos. Sabe-se que o inverso de cada um deles é a dízima
ser zero, mas como a quantidade de valores possíveis para o periódica simples e que, invertendo-se a posição dos algarismos
resto é limitada, em algum momento o resto repetir-se-á e, das centenas com os das unidades, em todos eles, os
consequentemente, a sequência de restos também, resultando respectivos inversos são dízimas periódicas compostas. O
numa repetição periódica no quociente, ou seja, o quociente número de subconjuntos de M é:
dessa divisão será uma dízima periódica.
(A) 16
Assim, o motivo pelo qual existem as dízimas periódicas é (B) 256
porque os possíveis valores para o resto têm uma quantidade (C) 1024
limitada de valores. (D) 2048
(E) maior que 3000

RESPOSTA: B
QUESTÃO 11
(CN 1998) Um aluno, efetuando a divisão de 13 por 41, foi RESOLUÇÃO:
determinando o quociente até a soma de todos os algarismos Algarismos primos absolutos: 2, 3, 5, 7
por ele escritos, na parte decimal, foi imediatamente maior ou
igual a 530. Quantas casas decimais ele escreveu? 1
Sendo o número da forma uma dízima periódica simples,
(A) 144
(B) 147
 abc 
(C) 145 1
então é uma dízima periódica composta.
(D) 148
(E) 146  
cba

RESPOSTA: D
Como  cba  deve possuir fator 2 ou 5, então a  2 ou a  5 RESPOSTA: c

e como  abc  não pode possuir fator 2 ou 5, então c  2 e


c  5. QUESTÃO 17
a0
c 3, 7 , a  2, 5
(CEFET 1984) Se quais das seguintes sentenças são
Logo, e b é qualquer dos outros
verdadeiras?
algarismos listados e diferentes de a e b. I–  ab   c  a   bc 
M  253, 273, 237, 257,523,573,527,537 II – a   b  c    ab   c
Logo, o número de subconjuntos de M é 2n(M)  28  256 . III – a   b  c    ab    ac 
a) somente I
b) somente II
c) somente III
QUESTÃO 14 d) somente I e II

 2a  3b  5c 
1 e) somente I e III
(CN 1991) A representação decimal do número
RESPOSTA: e
sendo a , b e c números naturais, é uma dízima periódica
composta. Sendo assim, pode-se afirmar que, necessariamente:
(A) a  0, b  0 e c  0 .
QUESTÃO 18
(CEFET 1993) O produto de três números é p. O produto das
(B) a  0, b  0 e c  0 . metades desses números é:
(C) a  0, b  0 e c  0 . a) 2p
(D) a  0 ou c  0 e b  0 . p
(E) a  0, b  0 e c  0 . b)
2
RESPOSTA: D p
c)
4
RESOLUÇÃO:
p2
2 
d)
c 1 1
Para que o número
a
3 5
b
 seja uma
p
2a  3b  5c e)
dízima periódica composta, ele deve possuir no denominador um 8
fator diferente de 2 e de 5 (isso faz que o número seja uma
dízima periódica em vez de um decimal exato) e um fator 2 ou 5 RESPOSTA: e
(isso faz que a dízima periódica seja composta).
Assim, devemos ter b  0 e a  0 ou c  0 .
QUESTÃO 19
(UNICAMP) A divisão de um certo número inteiro positivo N por
1994 deixa resto 148. Calcule o resto da divisão de N + 2000
pelo mesmo número 1994.
Exercícios de Aprofundamento (10 a) 2148
A 15) b) 148
c) 154
d) 6
e) 1994
QUESTÃO 15
O valor de 
2006  2005   2004     3   2  1   é
RESPOSTA: c

igual a: RESOLUÇÃO:
a) 1001 N  1994  q  148
b) 1002
O resto de N + 2000 por 1994 deve ser um número de 0 a 1993,
c) 1003
logo
d) 2001
e) 2002 N  2000  1994  q  2148  1994   q  1  154
Resto = 154
RESPOSTA: c

QUESTÃO 20
QUESTÃO 16 (UFRJ 2003) Um número natural deixa resto 3, quando dividido
Um aluno ao efetuar uma adição de quatro parcelas encontrou por 7, e resto 5, quando dividido por 6. Qual o resto da divisão
no total 1234, porém, este aluno cometeu os seguintes erros: desse número por 42?
197 a mais na primeira parcela, 219 a menor na segunda a) 41
parcela, 345 a mais na terceira parcela e 435 a menos na quarta b) 21
parcela. A soma correta era: c) 17
a) 1326 d) 14
b) 1336 e) 6
c) 1346
d) 1356 RESPOSTA: c
e) 1366
RESOLUÇÃO:
n  7p  3, p   1  1  1  1   1 
n  6q  5, q  1    1    1     1    1  
 2  3  4  2n   2n  1 
6n  42p  18  1 
  n  42   q  p   17   1  
7n  42q  35  200 
Logo, o resto da divisão de n por 42 é 17. (A) 0
198
(B)
QUESTÃO 21 200
(CEFET 2001) Sabendo que k, x e y são números naturais, (C) 1
sendo k um número ímpar não terminado em 5 e 200
k (D)
T um número com exatamente quatro casas 199
3  4x  5y
2
201
decimais, podemos afirmar que: (E)
a) k é múltiplo de 3, x  4 e y  4
200
b) k é composto, x2 e y4 RESPOSTA: E
c) k é divisível por 3, x  1 e y  5
RESOLUÇÃO:
d) k é primo, x  0 e y  1 1  2n  1 2n
 1  
e) k é um quadrado perfeito, x  2 e y  2 . Como 1    1     1 , temos:
 2n   2n  1  2n 2n  1
 1  1  1  1   1 
RESPOSTA: b 1    1    1     1    1  
 2  3  4  2n   2n  1 
 1 
  1  
QUESTÃO 22  200 
37  99  1   1   1 
(CMRJ 2008) A fração pode ser escrita sob a forma    1    1     1  
13  n 1  2n   2n  1    200 
2
1
 x, y, z  é igual a:  99  201 201 201
1
, onde    1   1 
x  n 1  200 200 200
1
y
z
a) 11, 2,5 QUESTÃO 24
b) 1, 2,5 
p r
(EPCAR 1986) As frações e são irredutíveis. Assim,
q s
c)  5, 2,11
p r
d) 13,11, 2   será irredutível,
q s
e) 1,5, 2  a) se os denominadores forem primos entre si.
b) se o denominador de cada fração for primo com o
RESPOSTA: e denominador da outra.
c) sempre
RESOLUÇÃO: d) se os numeradores forem primos entre si.
37 11 1 1 1 e) nunca.
 2  2  2  2 
13 13 13 2 1
1 1 RESPOSTA: b
11 11 11
2
QUESTÃO 25
1
 2 5
1 (EPCAR 1987) O produto de duas frações equivalentes a e
1 6
1
5 3
2 , tais que o numerador da primeira seja igual ao denominador
Logo, x  1 , y  5 e z  2 . 7
da segunda é:
1
a)
3
QUESTÃO 23
(CMRJ 2012) Sendo n um número inteiro e positivo, o valor do 3
b)
produto abaixo vale: 14
5
c)
14
14
d)
3
14 QUESTÃO 29
e) (EPCAR 2001) Uma aeronave voou no primeiro dia de uma
5
3 2
viagem do percurso. No segundo dia, voou do que faltava
RESPOSTA: c 5 3
e, no 3º dia, completou a viagem voando 800 km. O percurso
total, em km, é um número:
QUESTÃO 26 a) divisor de 12103
(EPCAR 1988) O valor numérico da expressão b) divisor de 103
c) múltiplo de 104
 1
 0, 625  3  0, 777 d) múltiplo de 20103
  é:
 2  4  8 RESPOSTA: a
 3 
a) – 9
b) – 6 QUESTÃO 30
9 2
c)  (EPCAR 2002) Uma senhora vai à feira e gasta, em frutas, do
10 9
9 3
d)  que tem na bolsa. Gasta depois do resto em verduras e ainda
37 7
lhe sobram R$ 8,00. Ela levava, em reais, ao sair de casa
7
e)  a) 45,00
45 b) 36,00
c) 27,00
RESPOSTA: c d) 18,00

RESPOSTA: d
QUESTÃO 27
15 QUESTÃO 31
(EPCAR 1989) Uma fração equivalente a , cuja soma dos
24 (EPCAR 2003) A soma de dois números é 475 e, se dividirmos o
termos seja 78, tem como diferença positiva dos mesmos termos maior por 16 e o menor por 3, encontramos resto zero e
o valor: quocientes iguais. Encontre os dois números e selecione a
a) 6 opção INCORRETA.
b) 9 a) Um deles é quadrado perfeito.
c) 18 b) O maior divisor comum dos números é 75.
d) 27 c) O quociente do maior pelo menor é uma dízima periódica.
e) 36 d) O menor múltiplo não nulo comum aos números é 1200.

RESPOSTA: c RESPOSTA: b

QUESTÃO 28 QUESTÃO 32
(EPCAR 1990) Considere a expressão (EPCAR 2005) Dois atletas iniciam juntos uma marcha. O
1 2
 0, 6  0,3 comprimento do passo do primeiro é do comprimento do
0,363636 3 . O seu valor é:
3
3 passo do segundo. Enquanto o primeiro dá 5 passos, o segundo
 1 3
   dá 4 passos. Tendo o primeiro atleta percorrido 60 km, pode-se
 2 8 dizer que o segundo terá percorrido
a) 32 km
7 b) 50 km
a)
110 c) 72 km
d) 90 km
73
b)
110 RESPOSTA: c

109
c)
330 QUESTÃO 33
131 (CN 1976) O número 38 é dividido em duas parcelas. A maior
d) parcela dividida pela menor dá quociente 4 e resto 3. Achar o
330 produto dessas duas partes:
109 a) 240
e) b) 136
110 c) 217
d) 105
RESPOSTA: b e) 360
RESPOSTA: c
D  0, 27384951
E  0, 27384951
QUESTÃO 34 F  0, 2738495127989712888...
(CN 1978) A divisão de um número inteiro e positivo A pelo Podemos afirmar que:
número inteiro e positivo B dá quociente Q e deixa resto R . (A) A  F  E  C  D  B
Se aumentarmos o dividendo A de 9 unidades, mantendo o (B) A  F  B  D  C  E
mesmo divisor B , a divisão dá exata e o quociente aumenta 2 (C) F  C  D  B  A  E
unidades. O menor valor da soma A  B que satisfaz as (D) B  C  A  F  E  D
condições acima é: (E) E  A  C  D  F  B
a) 9
b) 11
RESPOSTA: E
c) 8
d) 10
RESOLUÇÃO:
e) 13
Para verificar a relação de ordem entre os números basta
comparar o primeiro algarismo diferente da esquerda para a
RESPOSTA: b
direita.
RESOLUÇÃO: A  0, 27384951  0, 273849515151
A  BQ  R (i), com 0RB (ii)
B  0, 27384951  0, 27384951 2 7 3 84951
A  9  B   Q  2 (iii)
C  0, 27384951  0, 27384951 4 9514951
(iii)  (i): 9  2  B  R  R  2  B  9 (iv)
(iv) em (ii): 0  2  B  9  B  5  B  8 D  0, 27384951  0, 273849513 84951
Como é pedido o menor valor de A + B, vamos tomar o menor
valor de B que resultará também no menor valor de A e
E  0, 27384951  0, 273849519 51951
consequentemente da soma. F  0, 27384951 2 7 9 89712888...
B = 5  R  25  9 1
O menor valor não nulo de Q na equação (i) é 1, então EACDFB
A  5 1  1  6 .
 A  BMIN  6  5  11 QUESTÃO 38
(CN 1983) Um número natural N é formado por dois
algarismos. Colocando-se um zero entre esses dois algarismos,
N aumenta de 270 unidades. O inverso de N dá uma dízima
QUESTÃO 35 periódica com 2 algarismos na parte não periódica. A soma dos
(CN 1980) O número inteiro e positivo N, de dois algarismos, algarismos de N é:
quando dividido por 13, dá quociente A e resto B e, quando
dividido por 5, dá quociente B e resto A. A soma de todos os (A) 5
valores de N que se adaptam às condições acima dá: (B) 7
a) 160 (C) 8
b) 136
c) 142 (D) 9
d) 96 (E) 11
e) 84
RESPOSTA: C
RESPOSTA: a
RESOLUÇÃO:
Seja N  ab , onde a e b são seus algarismos, temos:
QUESTÃO 36
(CN 1994) Seja P o produto de 3 números positivos. Se
a0b  ab  270  100a  b  10a  b   270 
aumentarmos dois deles de 20% e diminuirmos o outro de 40%,  90a  270  a  3
teremos que P: Se o inverso de N dá uma dízima periódica com 2 algarismos
não se altera
na parte não periódica, então N possui um fator 2 ou 5 com
aumenta de 13,6%
expoente 2, e um fator diferente de 2 ou 5.
aumenta de 10%
diminui de 10% Como N  3b , então N deve ser múltiplo de 4 e não múltiplo de
diminui de 13,6% 8.

RESPOSTA: e Logo N  36 , que possui também um fator 32 .


1 1
Note que   0,02777 que é uma dízima periódica
QUESTÃO 37
N 36
com dois algarismos na parte não periódica.
(CN 1997) Dados os números:
Assim, a soma dos algarismos de N é 3  6  9 .
A  0, 27384951
B  0, 27384951
QUESTÃO 39
C  0, 27384951
(CN 2009) Uma expressão constituída por números de dois b) 8
c) 9
algarismos é do tipo   , no qual cada
d) 10
quadrinho deve ser ocupado por um algarismo, num total de seis e) 11
algarismos para toda a expressão. Sabendo-se que os
algarismos que preencherão os quadrinhos são todos distintos, o RESPOSTA: d
menor valor possível para toda a expressão é
(Observação: números do tipo 07 são considerados de um SOLUÇÃO:
algarismo) 1 a b
(A) 123 b 3 x
(B) 132 A B C
(C) 213 D E F
(D) 231 1 c c 0 1
(E) 312
Inicialmente observamos que:
RESPOSTA: B 3b termina em 1  b = 7
O 1 ,primeiro algarismo do resultado, provém de “vai um”, logo D
RESOLUÇÃO: = 9 e c = 0.
Para obtermos o menor valor possível os números que serão Fazendo a 1ª multiplicaão (3  1ab) temos:
multiplicados devem começar por 1 e 2, e seus algarismos das
3  7 = 21  C = 1 e “vão 2” para a
unidades devem ser 0 e 3, respectivamente. O número que será
B é o último algarismo de 3a + 2 e “vai p” para 1 onde p  {0, 1,
subtraído deve ser o maior possível, ou seja, 98.
2}
1 0  2 3  9 8  230  98  132 A = 31+ p
Fazendo a 2ª multiplicaão (b  1ab) temos:
7  7 = 49  F = 9 e “vão 4” para a
E é o último algarismo de 7a + 4 e “vai q” para 1 onde q  {0, 1,
2, ..., 6}
Desafio Mil (5 A 10) D = 71+ q = 9  q = 2
q = 2  20  7a + 4  29  a = 3
Conferindo a conta:
QUESTÃO 40 1 3 7
Na seguinte soma, quanto valem x, y e z? 7 3 x
x x x x 4 1 1
9 5 9
y y y y 1 0 0 0 1
 a + b + c = 3 + 7 + 0 = 10
z z z z

y x x x z
QUESTÃO 42
RESPOSTA: x = 9, y = 1 e z = 8 (IME 1986) No produto abaixo, o “*” substitui algarismos
diferentes de “3” e não necessariamente iguais. Determine o
SOLUÇÃO: multiplicando e o multiplicador.
Numa adição de três parcelas, podemos ter, no máximo “vão 2”. **3*
Temos então duas possibilidades:
x  y  z  z  10  x  y  10 **3
ou x  y  z  z  20  x  y  20 (ABSURDO) 3***
Logo, ao somar x  y  z resulta z e “vai 1”. ***3 3
Na segunda adição, temos:
x  y  z  1  x  10  y  z 9 ****
ou x  y  z  1  x  20  y  z  19 (ABSURDO) *******
Logo, ao somar x  y  z  1 resulta x e “vai 1”.
RESPOSTA: 1237 e 893
Isso se repete até a última soma na qual o “vai 1” faz aparecer o
5º algarismo do resultado. Logo, RESOLUÇÃO:
y=1 Vamos substituir os asteriscos por letras.
yz 9  z = 8
A B3C
x  y  10  x = 9
DE3
3 FG H
QUESTÃO 41 J K L33
Na multiplicação a seguir, a, b e c são algarismos:
1 a b M N PQ
b 3  RST U V X Z
* * * Primeiro analisaremos o produto 3  AB3C . Como o resultado
* * * A 1
possui quatro algarismos e começa por 3, conclui-se que
1c c 0 1 3  B donde B 0, 1, 2 .
e que não há “vai 1” no produto
Calcule abc. Vamos analisar agora o produto E 1B3C .
a) 7
Como o resultado possui 5 algarismos, devemos ter “vai 1” na 25038876545
última multiplicação que é E  1 . A multiplicação E  B é no c)
máximo 18, logo “vão” para E  1 , no máximo, 2. Assim, E deve
25038876547
ser 8 ou 9. Mas notando que E  C termina em 3, E deve ser 25038876547
d)
E  9, C  7 e J 1 , H  1, G 1, Z 1 ,
ímpar, então 25038876549
X  4 , K 0, 1 e B  0 . 25038876549
e)
Nesse estágio o
maior número possível é 25038876551
1237  993  1228341 , logo R  1 .
Observando as somas, temos que em K  N , mesmo que RESPOSTA: e
tenha recebido 2, vai mandar no máximo 1. Logo,
RESOLUÇÃO:
J  M  1  M vai receber no máximo 1 e, para que haja “vai
Seja a b, então:
1”, M 8, 9 . M aparece como resultado do produto D 1 ,
a b ab  2a  ab  2b 
2 a b 
D 8, 9 .    0
como B é pequeno, então Mas D não pode ser 9,
a2 b2  a  2  b  2   a  2  b  2 
pois isso faria com que Q fosse 3 o que contraria o ennciado,
a b
então D  8 , M  9 , P  9 , Q  6 . Logo, se a  b , temos  .
Agora estamos com duas possibilidades: a2 b2
1137  893  1015341 e 1237  893  1104641
Como a primeira delas apresenta 3 no resultado, ela não é
aceitável. QUESTÃO 45
Logo, o multiplicando é 1237 e o multiplicador é 893. Considere os números e marque a opção correta:
1 3 5 99 2 4 6 100
x     e y    
QUESTÃO 43 2 4 6 100 3 5 7 101
x>y
Os números naturais a e b são tais que a  b  2007 , b  0 e
1
na divisão de a por b obtém-se resto igual ao quociente. A soma x
de todos os valores possíveis de a é: 10
a) 4261 1
b) 4263 x
c) 4265 10
d) 4267
1
e) 4269 x
10
RESPOSTA: d nenhuma das afirmações acima é verdadeira.

RESOLUÇÃO: RESPOSTA: b
a  bq  q , 0  q  b 
RESOLUÇÃO:
 a   b  1 q   b  1 | a   b  1 |  2007  b 
1 3 5 99
x    
  b  1 |  2008   b  1    b  1 | 2008  23  251 2 4 6 100
 b  1 |  2007  b   b  1  2007  b  2 4 6 100
y    
 2b  2006  b  1003 3 5 7 101
0  q  b e a   b  1 q  a   b  1  b  n 1 n
Note que  assim cada fração de x é menor que
 2007  b  b2  b  b2  2b  2007  0 n n 1
cada fração de y, então x  y.
 b  1  2 502 ou b  1  2 502 Multiplicando x e y vemos que os números que estão no
numerador em x estão no denominador em y e vice-versa,
 b  44 teremos então:
 b  1  251  b  250  a  1757 1 3 5 99 2 4 6 100 1
 b  1  502  b  501  a  1506 xy           
2 4 6 100 3 5 7 101 101
 b  1  1004  b  1003  a  1004 Como x  y , temos:
A soma de todos os possíveis valores de a é
1757  1506  1004  4267 . 1 1 1
xx  xy    x2 
101 100 100
1
x 0x 
QUESTÃO 44 10
Qual das 5 frações é a maior?
25038876541
a)
25038876543
25038876543
b)
25038876545

Você também pode gostar