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AGENDA

1 SISTEMAS DE TRANSMISSÃO 5 COMPONENTES DO SISTEMA

2 SISTEMA DE EMBREAGEM 6 TESTES ELÉTRICOS

7 PROGRAMAÇÃO CAIXA MUDANÇAS


3 SISTEMA DE TRANSMISSÃO E EMBREAGEM
MANUAL
8 CÓDIGO DE FALHAS
4 MB G 240 - 16
SISTEMAS DE TRANSMISSÃO

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SISTEMAS DE TRANSMISSÃO

Os principais tipos de transmissão, normalmente utilizados nos veículos


atualmente são:

Transmissão manual;

TIPOS DE
Transmissão automática;
SISTEMAS DE
TRANSMISSÃO Transmissão automatizados.

A frota da Raízen conta com dois dos modelos mencionados, os quais


estudaremos neste treinamento: A manual e a automatizada.

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SISTEMAS DE TRANSMISSÃO

Exemplo de transmissão manual.

TIPOS DE
SISTEMAS DE Caixa ZF 16s
TRANSMISSÃO

A Este modelo é amplamente utilizado em veículos pesados por conta da


sua robustez mecânica. O mais comum e conhecido é a linha
Constellation da Volkswagen.

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SISTEMAS DE TRANSMISSÃO

Exemplo de transmissão automatizada.

TIPOS DE
SISTEMAS DE Caixa MB G240-16
TRANSMISSÃO

A Este modelo é comumente aplicado em veículos pesados e extra


pesados da Mercedes Benz. O mais comum e conhecido é a linha Axor.

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SISTEMAS DE TRANSMISSÃO

Exemplo de transmissão manual.

Transmissão manual;

TIPOS DE Transmissão automática;

SISTEMAS DE
Transmissão automatizados.
TRANSMISSÃO
A frota da Raízen conta com dois dos modelos mencionados, os quais
estudaremos neste treinamento: A manual e a automatizada.

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SISTEMA DE EMBREAGEM

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SISTEMA DE EMBREAGEM

O funcionamento da embreagem é simples. Sua principal função é


transmitir o movimento gerado pelo motor à caixa de transmissão de
maneira gradual, interrompendo essa transmissão quando necessário.

Ela pode ter acionamento manual por pedal ou através de atuadores


hidráulicos, elétricos ou pneumáticos.

COMO
FUNCIONA

Acionada Em descanso

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

ACIONAMENTO Podem ter três tipos básicos, quanto ao acionamento da embreagem:

DA 1. Acionamento hidráulico ou pneumático;

EMBREAGEM 2. Acionamento por cabos;

3. Acionamento servo assistido. Este subdividido em eletropneumático,


eletrohidráulico e hidropneumático.

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

Acionamento hidráulico.

ACIONAMENTO
DA
EMBREAGEM

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

Acionamento por cabo.

ACIONAMENTO
DA
EMBREAGEM

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

Acionamento servo assistido.

ACIONAMENTO
DA
EMBREAGEM

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Os tipos mais comuns de embreagens são:

TIPOS MAIS Platô de mola membrana


com disco simples e
COMUNS acionamento de puxar

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SISTEMA DE EMBREAGEM

TIPOS MAIS Platô de mola membrana


com disco simples e
COMUNS acionamento de empurrar

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SISTEMA DE EMBREAGEM

TIPOS MAIS Platô de mola


membrana
COMUNS bi disco de
cerâmica e
acionamento de
.
puxar

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SISTEMA DE EMBREAGEM

TIPOS MAIS Platô de mola


membrana
COMUNS bi disco
orgânico e
acionamento de
.
puxar.

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça as falhas mais comuns relacionadas ao sistema de embreagem


e suas principais causas:

FALHAS
MAIS
COMUNS

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SISTEMA DE EMBREAGEM

Conheça algumas dicas para melhor instalação do novo conjunto de


embreagem:

1. Utilize sempre peças de boa qualidade;

2. Evite a contaminação por óleo ou graxa, mantendo as mãos ou luvas


sempre limpas;

DICAS PARA 3. Examine e substitua, se necessário, os retentores do eixo piloto do


INSTALAÇÃO câmbio e do volante do motor;

4. Verifique as condições do volante antes da instalação. O volante deve


estar isento de empenamento, trincas e espelhamento. Caso
necessário, faça a usinagem do volante. Em caso de volante pote,
lembre-se de usinar as duas faces.

5. Verifique o sistema de acionamento da embreagem. Componentes


como garfo, tubo guia, buchas e servo-atuadores, quando em más
condições, podem provocar ruídos, deficiências e endurecer o pedal.

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SISTEMA DE EMBREAGEM

6. Substitua sempre todo o conjunto platô, disco e rolamento,


garantindo um melhor funcionamento e desempenho da
embreagem;
DICAS PARA
INSTALAÇÃO 7. Não faça adaptações. Instale o conjunto de embreagem específico
para cada modelo de veículo;

8. Teste todo o conjunto de acionamento da embreagem, observando


possíveis falhas, pontos de lubrificação e pontos de correção;

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

Basicamente é o sistema onde o acionamento da embreagem, seleção e


engate das marchas são feito de maneira manual, por intervenção do
operador do veículo.

COMANDOS Podem ter três tipos básicos de acionamento do sistema quanto à seleção de

DE ENGATE
marchas:

1. Acionamento por cabos;

2. Acionamento por alavancas;

3. Acionamento servo assistido.

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

Acionamento por cabos.

COMANDOS
DE ENGATE

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

Acionamento por alavanca.

COMANDOS
DE ENGATE

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SISTEMA DE TRANSMISSÃO MANUAL

Acionamento servo assistido.

COMANDOS
DE ENGATE

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MB G240 - 16

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MB G240 - 16

Vamos estudar as particularidades da caixa MB G240 - 16 que equipam


os caminhões Mercedes Benz Axor 3344.

APRESENTAÇÃO

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MB G240 - 16

Vamos estudar as particularidades da caixa MB G240 - 16 que equipam


os caminhões Mercedes Benz Axor 3344.

APRESENTAÇÃO

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MB G240 - 16

ESQUEMA
BÁSICO

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MB G240 - 16

ESQUEMA
BÁSICO

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MB G240 - 16

ESQUEMA
BÁSICO

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COMPONENTES DO SISTEMA

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COMPONENTES DO SISTEMA

Sensores, são componentes utilizados para monitorar os parâmetros de


funcionamento da transmissão. Cada um deles, fornece uma
informação que é transformada em um sinal elétrico possível de ser lido
e processado pela unidade de controle da transmissão ou UCM quando
for o caso.

Os sensores utilizados na transmissão MB G240 – 16 que equipam os


veículos AXOR 3344, são:
SENSORES • B2 Sensor de curso da embreagem;
• B3 Sensor de rotação de entrada da caixa;
• B57 Sensor de rotação de saída da caixa;
• B60 Sensor de curso das marchas (SSG);
• B61 Sensor de curso de seleção (SGE);
• B62 Sensor de curso do GV (SSP);
• B63 Sensor de curso do GP (SRA).

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COMPONENTES DO SISTEMA

As unidades eletropneumáticas presentes no sistema Telligent GS2,


são:

UNIDADES • A90 Unidade eletropneumática de seleção das marchas


ELETRO e

engate do GV
A91 Unidade eletropneumática de engate do GP
PNEUMÁTICAS • A92 Unidade eletropneumática de engate das marchas
e ponto-morto

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COMPONENTES DO SISTEMA

As eletroválvulas, localizadas no interior das unidades


eletropneumáticas, são componentes responsáveis por executar
(liberar) um comando, a partir de um sinal ou pulso elétrico.
As eletroválvulas utilizados na transmissão MB G240 – 16 que equipam
os veículos AXOR 3344, são:

• Y29 Eletroválvula do grupo divisor 1 (GV) (MS1)


• Y30 Eletroválvula do grupo divisor 2 (GV) (MS2)
ELETRO • Y31 Eletroválvula do grupo multiplicador 1 (GP) (MR1)
• Y32 Eletroválvula do grupo multiplicador 2 (GP) (MR2)
VÁLVULAS • Y33 Eletroválvula de seleção (MG1)
• Y34 Eletroválvula de seleção ((MG2)
• Y35 Eletroválvula de entrada de ar, marchas 1 e 3 (MUB)
• Y36 Eletroválvula de entrada de ar, marchas ré e 2 (MGB)
• Y39.1 Eletroválvula da embreagem, entrada de ar 1
• Y39.2 Eletroválvula da embreagem, entrada de ar 2
• Y39.3 Eletroválvula da embreagem, saída de ar 1
• Y39.4 Eletroválvula da embreagem, saída de ar 2
• Y125 Eletroválvula do freio da árvore intermediária

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COMPONENTES DO SISTEMA

Os módulos presentes no sistema Telligent GS2, são:

MÓDULOS • A3 Módulo de comando do veículo (FR)


DO •

A6 Módulo de comando do motor (MR)
A7 Módulo básico (GM)
SISTEMA • A15 Alavanca de comando das marchas
• A16 Módulo de comando da caixa de mudanças (GS)

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COMPONENTES DO SISTEMA

Os principais componentes da transmissão MB G240 - 16, são:


Unidade eletropneumática
COMPONENTES de seleção das marchas e
engate do GV

B60 Sensor do curso B61 Sensor de curso


das marchas (SSG) de seleção.

Unidade de engate B62 Sensor de curso


das marchas do GV (SSP)

B2 Sensor do curso
da embreagem

B3 Sensor de rotação B63 Sensor de curso do GP (SRA)


da árvore intermediária

B57 Sensor de rotação de


saída da caixa

A91 Unidade eletropneumática de engate do GP

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COMPONENTES DO SISTEMA

A alavanca de comando (GS/EPS) (A15) avalia as


posições dos elementos de comando e as comunica
ao módulo de comando eletrônico da caixa de
mudanças.
É função da alavanca de comando, emitir um ruído
característico de acoplamento das marchas
ALAVANCA mediante um sistema eletromecânico.
Com este, o motorista tem uma informação segura
DE de que houve o engate da marcha.
COMANDO

Detalhe da conexão
elétrica da alavanca de
comando.

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COMPONENTES DO SISTEMA

O módulo de comando eletrônico da caixa de


mudanças (GS/EPS) (A16) é o componente
encarregado de avaliar todos os sinais disponíveis
e determinar qual a marcha mais apropriada a ser
MÓDULO engatada.
DE De posse dos sinais avaliados e os
parâmetros internos, o módulo ativa as
COMANDO eletroválvulas das unidades correspondentes, de
acordo com a intenção de comando do motorista
DA CAIXA durante a ação de troca de marchas, visando
sempre a segurança e a economia de combustível.
DE
MUDANÇAS
Detalhe da conexão
elétrica do módulo de
comando.

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COMPONENTES DO SISTEMA

Sinais avaliados
- Alavanca de comando
- Sensor de curso da seleção das marchas
MÓDULO - Sensor de curso do engate das marchas
- Sensor de curso de engate do GV
DE - Sensor de curso de engate do GP
COMANDO - Sensor de curso da embreagem
- Sensor de rotações de entrada da caixa de mudanças
DA CAIXA - Sensor de velocidade
-Interruptor de acionamento do bloqueio do diferencial.
DE
Além dos sinais enviados pelos componentes acima, o
MUDANÇAS módulo (GS/EPS) avalia os sinais disponíveis na linha
CAN, que são pertinentes as operações de trocas de
marchas, enviados por exemplo pelos módulos
eletrônicos: ABS, ASR e FR.

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COMPONENTES DO SISTEMA

Assim como nos veículos Axor com trambulador mecânico, o sensor de


curso da embreagem (B2) está montado no servo hidropneumatico. O
sensor, registra por indução a posição da haste que se desloca junto com o
êmbolo do servo e gera um sinal analógico de tensão.
Que por sua vez, é proporcional ao deslocamento do êmbolo, fornecendo
SENSOR DE ao módulo GS a posição da embreagem de modo preciso.

CURSO DA
EMBREAGEM
B2

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COMPONENTES DO SISTEMA

Os 4 sensores de curso trabalham com o mesmo principio de


funcionamento: indução.

SENSORES
DE CURSO
GV,
SELEÇÃO,
ENGATE E
GP

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COMPONENTES DO SISTEMA

O sensor de curso do GV (B62) difere somente no tamanho em relação aos


demais (que são iguais) e vai montado na carcaça da caixa de mudanças.
Os sinais enviados pelo mesmo, informam ao módulo GS a posição da haste do
êmbolo de engate do GV, indicando se a relação engatada é a mais reduzida
ou a mais longa.

SENSOR
DE CURSO
DO GV

O sensor de curso do GV

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COMPONENTES DO SISTEMA

A posição que se encontra a árvore do trambulador é indicada pelo sensor de


seleção (B61), deste modo, o módulo identifica qual das corrediças está
alinhada com a lingueta de arraste da árvore do trambulador.

SENSOR
DE CURSO
DE
SELEÇÃO

Detalhe do ponto de
medição do sensor (B61) O sensor de curso de seleção de marchas

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COMPONENTES DO SISTEMA

O sensor (B60) identifica as posições de: ponto-morto, engate das marchas


ímpares e engate das marchas pares, vai montado na carcaça da unidade
eletropneumática (A92).

SENSOR
DE CURSO
DAS
MARCHAS Detalhe de montagem do sensor
(B60) na unidade (A92)

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COMPONENTES DO SISTEMA

Para identificar a posição da luva de engate do GP e consequentemente, se a


redução do planetário está mais reduzido ou mais longo, há montado na lateral
esquerda da caixa de mudanças o sensor (B63).

SENSOR
DE CURSO
DO GP

B63 Sensor de curso do GP (SRA)

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COMPONENTES DO SISTEMA

O sensor de rotação (B3) é do tipo indutivo e está montado na lateral esquerda


da caixa de mudanças.

SENSOR
DE
ROTAÇÃO
DE B3 Sensor de rotação
ENTRADA

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COMPONENTES DO SISTEMA

O sensor (B57) vai montado na tampa traseira do rolamento de saída e envia o


sinal correspondente ao tacógrafo.
O tacógrafo envia a informação para o módulo (INS) (P2) que, por sua vez,
disponibiliza a velocidade do veículo através de uma mensagem CAN.

SENSOR
DE
ROTAÇÃO
DE SAÍDA

B57 Sensor de rotação de saída da caixa

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COMPONENTES DO SISTEMA

Montado do lado esquerdo da caixa de mudanças, a unidade eletropneumática


(A90) é constituída de 4 eletroválvulas.
Duas para acionar o êmbolo de seleção das marchas (Y33 / Y34) e duas para
acionar o êmbolo de engate do grupo de velocidades “GV” (Y29 / Y30).

UNIDADE DE Unidade de engate do GV

SELEÇÃO DE Unidade de seleção de marchas

MARCHAS E
ENGATE DO
GV (A90)

A90 unidade eletro pneumática do


GV e seleção de marchas

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COMPONENTES DO SISTEMA

Constituído de um cilindro de acionamento e duas eletroválvulas (Y31 / Y 32), a


unidade eletropneumática (A91) é responsável em engatar a luva de
acoplamento do grupo multiplicador (GP).
O êmbolo de acionamento possui duas posições de trabalho, quando
pressurizado.
Na parte externa há um bujão que permite acesso à câmara do cilindro que
UNIDADE pressurizado permite o engate do GP na maior velocidade.
Por ser monitorado e comandado pelo módulo de eletrônico, o GP não precisa
ELETRO do sistema mecânico segurança o “interlock”.
PNEUMÁTICA
DO GP (A91)

A91 unidade eletro pneumática do GP

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COMPONENTES DO SISTEMA

Constituída de um cilindro escalonado com êmbolo duplo e quatro


eletroválvulas, duas para a entrada de ar (Y35 / Y 36) e duas para a saída do
ar (Y37 / Y38).

UNIDADE DE
ENGATE DE
MARCHAS E
PONTO
MORTO(A92) Componentes do cilindro de engate

A92 unidade de engate de


marchas e ponto morto

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TESTES ELÉTRICOS

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TESTES ELÉTRICOS

Verificar a tensão de alimentação.

TENSÃO Alimentação positiva 24V

NOMINAL

Alimentação negativa 24V

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TESTES ELÉTRICOS

Testes de resistência

Válvula de seleção
Y33 MG1: Pinos 1 e 2.
Y34 MG2: Pinos 2 e 3.
UNIDADE DE
SELEÇÃO DE Válvula do grupo divisor
Y29 MS1: Pinos 1 e 2.
MARCHAS E Y30 MS2: Pinos 2 e 3.

ENGATE DO Sensor de curso de seleção


de marchas
GV(A90) B61: Medir a resistência
entre os dois pinos.

Sensor de curso do GV
B62: Medir a resistência
entre os dois pinos.

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TESTES ELÉTRICOS

Testes de resistência

UNIDADE Válvula do grupo multiplicador


Y31 MR1: Pinos 1 e 2.
ELETRO Y32 MR2: Pinos 2 e 3.
PNEUMÁTICA Sensor de curso do GP
DO GP(A91) B63: Medir a resistência
entre os dois pinos.

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TESTES ELÉTRICOS

UNIDADE DE
ENGATE DE
MARCHAS E
PONTO Testes de resistência

MORTO(A92) Válvula de entrada de ar.


Y35 MUB marchas impares : Pinos 1 e 2.
Sensor de curso de engate
B60: Medir a resistência
Y36 MGB marchas pares: Pinos 2 e 3. entre os dois pinos.

Válvula de saída de ar.


Y37 MUE marchas impares : Pinos 1 e 2.
Y38 MGE marchas pares: Pinos 2 e 3.

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TESTES ELÉTRICOS

Testes de resistência

Medir a resistência entre os dois pinos

B2 Sensor de curso da embreagem;


B3 Sensor de rotação de entrada da caixa;
B57 Sensor de rotação de saída da caixa

SENSORES

B57
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PROGRAMAÇÃO CAIXA DE MUDANÇAS
E EMBREAGEM

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PROGRAMAÇÃO CAIXA DE MUDANÇAS E EMBREAGEM

Esse procedimento deve ser feito toda vez que houver intervenções
na caixa de mudanças ou no sistema de embreagem do veículo.
PROCEDIMENTO
LONGO DE 1- Acionar o freio de estacionamento

PROGRAMAÇÃO 2- Desligar a ignição

3-Acionar e manter o pedal de embreagem

4- Acionar as teclas (1) e (2) e manter as mesmas pressionada até o


final do processo de programação.
Durante todo o processo piscam alternadamente as setas(4) no display.

5-Ligar a ignição
Soa o 1º sinal sonoro

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PROGRAMAÇÃO CAIXA DE MUDANÇAS E EMBREAGEM

6- Dar partida no motor quando a letra “N” (pequena) piscar no display


Soa o 2º sinal sonoro e a alavanca vibra

7- Soltar o pedal da embreagem


Soa o 3º sinal sonoro e a alavanca de marcha vibra

8- Acionar a embreagem
PROCEDIMENTO Soa o 4º sinal sonoro e a alavanca vibra
LONGO DE 9- Soltar o pedal da embreagem
PROGRAMAÇÃO Soa o 5º sinal sonoro e a alavanca de marcha vibra

10- Acionar a embreagem


Agora o pedal deve permanecer novamente atuado até que a letra
“N” (grande) aparece no display. (É possível escutar a caixa fazendo a
seleção das marchas)

11- Após aparecer a letra N grande no painel a programação está


finalizada.

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CÓDIGO DE FALHAS

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CÓDIGO DE FALHAS

ERROS DE
PROGRAMAÇÃO

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