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 PRINCIPAIS NOMES DA 1º FASE DO MODERNISMO

Dentre os principais nomes dessa primeira fase do Modernismo e que continuariam a


produzir nas décadas seguintes, destacam-se Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel
Bandeira, Antônio de Alcântara Machado, além de Menotti del Picchia, Cassiano Ricardo,
Guilherme de Almeida e Plínio Salgado

Contexto Histórico:
.→ Várias obras, grupos, movimentos, revistas e manifestos ganharam o cenário intelectual
brasileiro, numa investigação profunda e por vezes radical de novos conteúdos e de novas formas de
expressão.
→ Entre os fatos mais importantes, destacam-se a publicação da revista Klaxon, lançada para dar
continuidade ao processo de divulgação das idéias modernistas, e o lançamento de três movimentos
culturais: o Pau-Brasil, o Verde-Amarelismo, a Antropofagia. Esses movimentos representavam duas
tendências ideológicas distintas, duas formas diferentes de expressar o nacionalismo.

SEMANA DE ARTE MODERNA – Sacudindo as estruturas da arte tupiniquim

A Semana, na verdade, foi a explosão de idéias inovadoras que aboliam por completo a perfeição
estética tão apreciada no século XIX. Os artistas brasileiros buscavam uma identidade própria e a
liberdade de expressão; com este propósito, experimentavam diferentes caminhos sem definir
nenhum padrão. Isto culminou com a incompreensão e com a completa insatisfação de todos que
foram assistir a este novo movimento. Logo na abertura, Manuel Bandeira, ao recitar seu poema Os
sapos, foi desaprovado pela platéia através de muitas vaias e gritos.

MOVIMENTOS CULTURAIS

Embora tenha sido alvo de muitas críticas, a Semana de Arte Moderna só foi adquirir sua real
importância ao inserir suas idéias ao longo do tempo. O movimento modernista continuou a
expandir-se por divulgações através da Revista Antropofágica e da Revista Klaxon, e também pelos
seguintes movimentos: Movimento Pau-Brasil, Grupo da Anta, Verde-Amarelismo e pelo Movimento
Antropofágico

CONCEITO DE PRÉ - MODERNISMO

O Pré-Modernismo não pode ser considerado uma escola literária, mas sim um período literário
de transição do Realismo/Naturalismo para o Modernismo. De caráter inovador, a maioria de seus
membros não se enquadra como Modernistas por não terem sobrevivido o suficiente para participar
ou terem criticado o movimento.

Pré-modernismo
O que se convencionou chamar de pré-modernismo no Brasil não constitui uma escola
literária. Pré-modernismo, é, na verdade, um termo genérico que designa toda uma vasta produção
literária, que caracteriza os primeiros vinte anos deste século.
Nele é que se encontram as mais variadas tendências e estilos literários — desde os poetas
parnasianos e simbolistas, que continuavam a produzir, até os escritores que começavam a
desenvolver um novo regionalismo, alguns preocupados com uma literatura política, e outros com
propostas realmente inovadoras.
É grande a lista dos autores que pertenceram ao pré-modernismo, mas, indiscutivelmente,
merecem destaque: Euclides da Cunha, Lima Barreto, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Augusto dos
Anjos.

Os principaisAUTORES pré-modernistas foram:

• Euclides da Cunha, com Os Sertões, onde aborda de forma jornalística a Guerra de Canudos; a
obra, dividida em três partes (A Terra, O Homem e A Luta), procura retratar um dos maiores
conflitos do Brasil.[5] O sertão baiano, onde se deram as lutas, era um ambiente praticamente
desconhecido dos grandes centros, e as lutas marcaram a vida nacional: o termo favela, que
tornou-se comum depois, designava um arbusto típico da caatinga, e dava nome a um morro
em Canudos[8].
• Graça Aranha, com Canaã, retrata a imigração alemã para o Brasil.[5]
• Lima Barreto, que faz uma crítica da sociedade urbana da época, com Triste Fim de Policarpo
Quaresma e Recordações do Escrivão Isaías Caminha;[5]
• Monteiro Lobato, com Urupês e Cidades Mortas, retrata o homem simples do campo numa
região de decadência econômica;[5] Ele também foi um dos primeiros autores de literatura
infantil, desse modo, transmitindo ao público infantil valores morais, conhecimentos sobre o
Brasil, tradições, nossa língua. Destáca-se no gênero conto. E foi, também, um dos escritores
brasileiros de maiores prestígios.
• Valdomiro Silveira, com Os Caboclos, e Simões Lopes Neto, com Lendas do Sul e Contos
Gauchescos, precursores do regionalismo, retratam a realidade do sul brasileiro.[5]
• Augusto dos Anjos que, segundo alguns autores, trazia elementos pré-modernos.[3], embora no
aspecto linguístico tenda para o realismo-naturalismo, em seus Eu e Outras Poesias[7]

Autores do Pré-Modernismo

• Augusto dos Anjos (1884-1914)

• Euclides da Cunha (1866-1909)

• Lima Barreto (1881-1922)

• Monteiro Lobato (1882-1948)

• Graça Aranha (1868-1931)

ESTUDE ISTO!

Euclides da Cunha, com Os Sertões, onde aborda de forma jornalística a Guerra de


Canudos; a obra, dividida em três partes (A Terra, O Homem e A Luta), procura retratar um dos
maiores conflitos do Brasil. O sertão baiano, onde se deram as lutas, era um ambiente
praticamente desconhecido dos grandes centros, e as lutas marcaram a vida nacional: o termo
favela, que tornou-se comum depois, designava um arbusto típico da caatinga, e dava nome a um
morro em Canudos.