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PROJETO LIQUIDITY PLANNER

Financial Supply Chain Management (FSCM) – Liquidity Planner (LP)

Reliase 6.0

Responsável:

Simone Sardinha de Brito


Softtek Consultoria LTDA
Simone.brito@softtek.com
(21) 8811-7310

MANUAL DO
USUÁRIO

SSDB - 2010 Pá gina 1


ÍNDICE
1. Introdução............................................................................................................................ 3
2. Integração do LP com os outros módulos:...........................................................................4
3. Dados Mestres:.................................................................................................................... 5
3.1. Contas do Razão:............................................................................................................. 5
3.2. Clientes e Fornecedores:.................................................................................................. 8
4. Conceitos Relevantes para o LP:.......................................................................................11
5. Menus:................................................................................................................................ 12
5.1. Funcional:....................................................................................................................... 12
5.2. Operacional:................................................................................................................... 13
6. Criação de itens de liquidez:............................................................................................... 14
6.1. Itens de Liquidez Especiais para L’oreal:.......................................................................15
7. Outras Contas Reais:......................................................................................................... 17
8. Formas de Atribuição:........................................................................................................ 19
8.1. Direta.............................................................................................................................. 19
8.2. Consultas........................................................................................................................ 20
8.3. User-Exits....................................................................................................................... 29
9. Fluxo de Caixa Realizado:.................................................................................................. 31
9.1. Processando a Atribuição de Liquidez:...........................................................................31
9.2. Análise de Alocações:.................................................................................................... 37
9.3. Códigos de Erros:........................................................................................................... 41
10. Atribuição Manual de Itens de Liquidez:.........................................................................42
11. Transferência de Itens de Liquidez:................................................................................44
12. Relatórios:...................................................................................................................... 47
12.1. de Pagamentos:.......................................................................................................... 47
12.2. de Totais:.................................................................................................................... 49
12.3. de Partidas Individuais:............................................................................................... 50
12.4. de Histórico de Partidas Individuais:...........................................................................52
12.5. de Consultas:.............................................................................................................. 53
12.6. de Seqüência de Consultas:.......................................................................................55
12.7. de Contas do Razão:.................................................................................................. 56
12.8. Outros Relatórios:....................................................................................................... 57
13. Conferência de Saldos:.................................................................................................. 59
13.1. Possibilidade 1:.......................................................................................................... 59
13.2. Possibilidade 2:.......................................................................................................... 64
14. Processo de criação de conta contábil:..........................................................................69
15. Resumo do Processo de Geração do Fluxo de Caixa Realizado:..................................70
16. Fluxo de Caixa Previsto:................................................................................................. 75
16.1. Previsão FI:................................................................................................................ 75
16.2. Previsão MM:.............................................................................................................. 77
16.3. Previsão SD:............................................................................................................... 78
17. Dicas para o bom funcionamento do Liquidity Planner:..................................................79

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1. Introdução

Liquitity Planner (LP) é uma ferramenta gerencial, integrante do Financial Supply Chain
Management (FSCM), cujo objetivo é efetuar o planejamento de liquidez a médio e longo
prazos.

Nesse sentido, o LP se utiliza dos fluxos de caixa, realizado e planejado, para permitir a análise
dos recebimentos e dos pagamentos.

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2. Integração do LP com os outros módulos:

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3. Dados Mestres:

3.1. Contas do Razão:

 Nível de tesouraria
 Mov. Caixa relev

É importante que as contas bancárias estejam marcadas como relevantes para caixa, o que
somente acontecerá se o campo “mov. Caixa relev” estiver marcado.

Além disso, o campo “Nível de tesouraria” deverá estar preenchido para todas as contas
de banco, pois ela é relevante para a administração de caixa.

O que são e como identificamos as contas de banco?

São as contas cadastradas na transação FI12 e que, por sua vez, possuem banco-empresa.

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Banco
Empresa

Conta Contábil
utilizada pelo
Banco Empresa

Elas também podem ser consultadas mais diretamente, por empresa, pela tabela T012K:

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Os níveis de tesouraria poderão ser criados e/ou modificados pela transação OT32 ou
pelo customizing (SPRO) no seguinte caminho:

SAP Customizing guia de implementação

Financial Supply Chain Management

Administração de caixa e de liquidez

Administração de caixa

Dados mestre

Ctas.Razão

Definir níveis de tesouraria

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3.2. Clientes e Fornecedores:

 Grupo de Administração de tesouraria

O grupo de administração de tesouraria é relevante para a previsão de tesouraria,


portanto, sugere-se que esse campo esteja sempre preenchido no dado mestre dos
clientes e dos fornecedores.

Para os clientes:

Transação XD03 / Dados da Empresa / Administração Conta

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Conta de
Reconciliação
utilizada pelo cliente

Para os fornecedores:

Transação XK03 / Administração Conta

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Conta de
Reconciliação
utilizada pelo

Com relação aos grupos de administração de tesouraria, os mesmos poderão ser


criados e/ou modificados pela transação OT13 ou pelo customizing (SPRO) no seguinte
caminho:

SAP Customizing guia de implementação

Financial Supply Chain Management

Administração de caixa e de liquidez

Administração de caixa

Dados mestre

Conta terceiros

Definir grupos de tesouraria

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SSDB - 2010 Pá gina 11
4. Conceitos Relevantes para o LP:
Item de Liquidez

Representa a menor forma de alocação dentro do Fluxo de Caixa.

Alocação

É o processo de atribuição de itens de liquidez às contas contábeis.

Contas Reais

São consideradas contas reais as contas farão parte da atribuição de itens de


liquidez e, conseqüentemente, do fluxo de caixa. Cabe destacar que essas contas
reais representam contas contábeis que não possuem banco-empresa.

Buffer

Termo utilizado para identificar um item transitório, que aguardando a


compensação do cliente ou do fornecedor para identificar a origem da despesa ou
receita.

4.1.

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5. Menus:

5.1. Funcional:

As configurações do Liquidity Planner são feitas através de um Menu próprio


identificado pela transação FLQCUST ou pelo próprio SPRO. Esse Menu somente será
acessado pelos Funcionais SAP e não pelos usuários finais.

Código da transação FLQCUST


 SAP Customizing guia de implementação / Financial
Menu Supply Chain Management / Administração de caixa e de
liquidez / Planejador de liquidez

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5.2. Operacional:

O Menu Operacional é o Menu utilizado pelos usuários finais para efetuar o


processamento do LP e deverá ser acessado pela transação FLQMAIN .

Código da transação FLQMAIN

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6. Criação de itens de liquidez:

O item de liquidez é a menor forma de alocação dentro do fluxo de caixa. Poderão ser criados
quantos itens de liquidez forem necessários para representar a estrutura do fluxo de caixa.

Código da transação FLQC1


  FLQCUST / Configurações globais / Processar itens de
Menu
liquidez

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Para criar um item de liquidez novo, clicar no botão “Entradas Novas” :

Preencher o “item de liquidez” com um código de até 16 caracteres alfanuméricos, a


“denominação” com até 30 caracteres alfanuméricos e a “descrição” com até 60
caracteres alfanuméricos.

Gravar o novo item clicando no botão “salvar” e a mensagem


aparecerá como confirmação do item salvo.

6.1. Itens de Liquidez Especiais para L’oreal:

São os itens de liquidez criados, especificamente, para atender a “L’oreal”. Esses itens
auxiliarão no funcionamento do Liquidity Planner.

S_INICIAL - Saldo Inicial : Serve para compor o saldo Inicial;

99991 – Buffer Fornecedor: representam itens de liquidez temporários atribuídos aos


fornecedores enquanto aguardam a compensação do mesmo para identificar a origem da
despesa ou receita.

99992 – Buffer Cliente: representam itens de liquidez temporários atribuídos aos clientes
enquanto aguardam a compensação do mesmo para identificar a origem da despesa ou
receita.

99993 – Buffer Cliente de Longo Prazo: representam itens de liquidez temporários


atribuídos aos clientes de longo prazo enquanto aguardam a compensação do mesmo para
identificar a origem da despesa ou receita.

99994 – Buffer Cliente Estrangeiro: representam itens de liquidez temporários atribuídos


aos clientes estrangeiros enquanto aguardam a compensação do mesmo para identificar a
origem da despesa ou receita.

SSDB - 2010 Pá gina 16


INIT_IN – Entrada: representam valores de entradas de caixa parados em contas
transitórias, aguardando a compensação para chegar à origem do documento e a
atribuição definitiva do item de liquidez.

INIT_OUT – Saída: representam valores de saídas de caixa parados em contas transitórias,


aguardando a compensação para chegar à origem do documento e a atribuição definitiva
do item de liquidez

INIT_TRANS – Entrada: Representam entradas de valores em transferência entre contas


bancárias ou entre contas reais.

INIT_TRANS – Saída:. Representam saídas de valores em transferência entre contas


bancárias ou entre contas reais.

IMPORTANTE !
Os itens INIT_TRANS – Entrada e INIT_TRANS – Saída têm que ter seus saldos zerados
quando da execução do fluxo de caixa realizado. Caso isso não aconteça, esses itens
devem ser analisados a fim de verificar se há algum procedimento incorreto ou faltante
nos processos que os envolve.

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7. Outras Contas Reais:

Outras Contas Reais são contas que devem fazer parte da atribuição dos itens de liquidez e da
composição do saldo inicial do Fluxo de Caixa da empresa, mas que as mesmas não possuem
Banco Empresa.

Ex. Contas de Investimentos

As contas reais são configuradas:

Código da transação FLQC4


  FLQCUST / Configurações globais / Definir outras contas
Menu
reais

A conta cadastrada nessa transação será considerada não real quando a coluna “não real” for
marcada.

A referida coluna terá utilidade quando uma conta do razão, por exemplo, não tiver que
aparecer no fluxo de caixa, então nós a parametrizamos aqui e marcamos o campo “não real”.
Com isso, uma conta real passa a ser considerada não real e não fará parte do fluxo de caixa.

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Por outro lado, se houver uma conta do razão, que não tenha banco empresa cadastrado na
transação FI12, mas queremos considerá-la como conta real para ela fazer parte do fluxo de
caixa, nós a configuramos aqui e não marcamos a coluna “não real”.

ATENÇÃO !

Não será necessário apontar, nessa transação, as contas contábeis de banco, visto que as
mesmas já estão cadastradas na FI12, portanto são automaticamente consideradas como
contas reais pelo Liquidity Planner.

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8. Formas de Atribuição:

O Liquidity Planner possui três (3) formas de atribuição dos itens de liquidez às contas
contábeis. São elas a forma direta, as consultas ou as user-exits.

8.1. Direta

A atribuição direta acontece com base nas definições efetuadas na transação


FLQINFACC, na qual é feito um DE x PARA das contas do razão com os itens de
liquidez.

Código da transação FLQINFACC


Menu   FLQMAIN / Configurações /Contas info (aplicação)

Nessa transação deverão estar parametrizadas todas as contas do razão, relevantes


para o fluxo de caixa, e que terão atribuição direta a um item de liquidez.

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A parametrização das contas do razão poderá ser individual ou por intervalos de
contas, quando todas as contas do intervalo forem atribuídas a um único item.

8.2. Consultas

As consultas são condições específicas criadas, com base em informações de FI ou em


dados mestre de clientes ou fornecedores, para atribuição de itens de liquidez.

Para que as condições sejam utilizadas serão necessárias algumas etapas:

a) O funcional de SAP definirá etapas de atribuição de itens de liquidez:

Como o LP trabalha com etapas de derivação dos itens de liquidez, foram definidas
as seguintes etapas no sistema:

 Primeira etapa : seqüência FI_1_ETAPA;


Nesta primeira etapa de derivação, o LP vai analisar informações do extrato de
contas e os itens de documentos de FI. Chamamos esta primeira etapa de tipo
“C”.

 Segunda etapa : seqüência FA_2_ETAPA;


Já na segunda etapa, o LP analisa mais profundamente os documentos
contábeis a fim de chegar à origem dos mesmos (motivo do pagamento ou do
recebimento)

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b) O usuário deverá criar as consultas com as condições específicas necessárias a
atribuição do item de liquidez, conforme exemplo descrito abaixo:

Se a consulta for do tipo “C”:

Código da transação FLQQC1


  FLQMAIN / Configurações / Atribuição de FI / Processar
Menu
consulta

Informar um nome para a consulta (ID Consulta) com até 14 caracteres alfanuméricos.

Não será necessário informar a empresa, pois dessa forma a consulta poderá ser
utilizada por todas as empresas do grupo.

Preencher a denominação com até 30 caracteres alfanuméricos e a descrição com até


60 caracteres alfanuméricos.

O campo “Item Liquidez” deve conter o código do item de liquidez que será atribuído
caso as condições definidas sejam satisfeitas.

Clicar em para definir os campos a serem utilizados na consulta:

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Podemos observar na tela acima que quaisquer campos do lado esquerdo podem ser
utilizados como condições para a consulta.

Assim, devemos clicar no campo desejado, e depois no botão “transferir marcados”

para que o campo passe para o lado direito e possa ser


utilizado.

Observe que os campos disponíveis para utilização são marcados, do lado esquerdo,
com uma tarja verde.

SSDB - 2010 Pá gina 23


Selecionados os campos, basta clicar em salvar e teremos a seguinte consulta
disponível: o item de liquidez IDENTCRED será atribuído quando a conta contábil
1141003 for creditada (código débito/crédito = “H”) e o tipo de documento for “CB”.

Se a consulta for do tipo “D”:

Código da transação FLQQD1


  FLQMAIN / Configurações / Atribuição de FI / Processar
Menu
consulta

SSDB - 2010 Pá gina 24


Informar um nome para a consulta (ID Consulta) com até 14 caracteres alfanuméricos.

Não será necessário informar a empresa, pois dessa forma a consulta poderá ser
utilizada por todas as empresas do grupo.

Preencher a denominação com até 30 caracteres alfanuméricos e a descrição com até


60 caracteres alfanuméricos.

O campo “Item Liquidez” deve conter o código do item de liquidez que será atribuído
caso as condições definidas sejam satisfeitas.

Clicar em para definir os campos a serem utilizados na consulta:

Podemos observar na tela acima que quaisquer campos do lado esquerdo podem ser
utilizados como condições para a consulta.

SSDB - 2010 Pá gina 25


Assim, devemos clicar no campo desejado, e depois no botão “transferir marcados”

para que o campo passe para o lado direito e possa ser


utilizado.

Observe que os campos disponíveis para utilização são marcados, do lado esquerdo,
com uma tarja verde.

Selecionados os campos, basta clicar em salvar e teremos a seguinte consulta


disponível: o item de liquidez 9RP2140 será atribuído quando o LP encontrar o item de
buffer 99991 e a chave de lançamento for “29” ou “39” e o tipo de conta for “K”
( fornecedor ) e a conta do razão especial for “A”, “L”, “Q” ou “I”.

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Chaves de lançamento cód. Razão especial

c) O usuário deverá formar seqüências de consultas para cada etapa de atribuição


existente, conforme sua necessidade:

Se a consulta for do tipo “C”:

Código da transação FLQQC5


  FLQMAIN / Configurações / Atribuição de FI / Formar
Menu
seqüência de consultas

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Clicando no botão poderá ser criada uma sequência de consultas, a
qual estará associada a primeira etapa de derivação.

Como exemplo, vamos formar uma seqüência de consulta para a 1ª etapa usando a
consulta que processamos anteriormente (PLV):

Preencher o campo “Nº” com um número qualquer.

Aconselha-se utilizar de 10 em 10 para facilitar a inclusão de consultas posteriores.

Clicando no match code do campo “ID cons.”, você verá todas as consultas disponíveis
para essa etapa:

SSDB - 2010 Pá gina 28


Informe o ID da consulta no respectivo campo e salve :

A partir desse momento, todas as vezes que a 1ª etapa de derivação de item de


liquidez for executada, as consultas definidas aqui serão executadas também.

Se a consulta for do tipo “D”:

Código da transação FLQQD5


  FLQMAIN / Configurações / Atribuição com base em
Menu
faturas / Formar seqüência de consultas

Clicando no botão poderá ser criada uma sequência de consultas, a


qual estará associada a segunda etapa de derivação.

Como exemplo, vamos formar uma seqüência de consulta para a 1ª etapa usando a
consulta que processamos anteriormente (FORNECXXX):

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Preencher o campo “Nº” com um número qualquer.

Aconselha-se utilizar de 10 em 10 para facilitar a inclusão de consultas posteriores.

Clicando no match code do campo “ID cons.”, você verá todas as consultas disponíveis
para essa etapa:

Informe o ID da consulta no respectivo campo e salve :

A partir desse momento, todas as vezes que a 2ª etapa de derivação de item de


liquidez for executada, as consultas definidas aqui serão executadas também .

8.3. User-Exits

Quanto a user-exits, somente a utilizaremos quando as formas standard de atribuição


de itens de liquidez, direta ou via consulta, não nos permitir identificar o item de

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liquidez correto para determinadas contas. É considerada uma situação
extremamente específica.

Abaixo estão destacadas as exits que poderão ser utilizadas em caso de necessidade.

SSDB - 2010 Pá gina 31


9. Fluxo de Caixa Realizado:

9.1. Processando a Atribuição de Liquidez:

Código da transação FLQAD


Menu   FLQMAIN / Menu SAP / Atribuição / De faturas

Transação que efetua o cálculo da liquidez através da atribuição dos itens de liquidez aos
lançamentos relevantes para o fluxo de caixa realizado.

SSDB - 2010 Pá gina 32


O processo de atribuição de itens de liquidez é chamado de processo de derivação.

O processo de derivação acontece em duas etapas:

Na 1ª etapa, o LP vai analisar os documentos com foco em informações de FI,


buscando a compensação dos mesmos e atribuindo diretamente os itens de liquidez,
conforme cadastro na transação FLQINFACC. Além disso, a 1ª etapa executa as
consultas da 1ª etapa (FI_1_ETAPA) e a exit (FLQ_SAMPLE_ASSIGN_FI ), quando elas
existirem.

O LP atribuirá itens de liquidez a todos os itens dos documentos contábeis que forem
relevantes para o fluxo de caixa. Caso existam itens relevantes para o fluxo e o LP não
o identifique, ele atribuirá um item de buffer a esse item de documento.

Já na 2ª etapa, o LP foca na cadeia de documentos, ou seja, busca a origem dos


documentos para identificar os itens de liquidez de cada item do documento atual.
Por tal motivo, dizemos que o LP busca os dados das faturas.

Quando o documento atual não estiver compensado, a cadeia de documento não está
completa e o LP deixa os itens do documento atual como itens de buffer até que a
compensação aconteça e o LP seja reprocessado.

A 2ª etapa também se responsabiliza pela reanalise da cadeia de documentos dos


itens de buffer da 1ª etapa. Aqui os itens de buffers são reprocessados a fim de
identificar um item de liquidez definitivo para o buffer.

Na 2ª etapa, assim como na primeira, são executadas também as consultas


(FA_2_ETAPA) e a exit (FLQ_SAMPLE_ASSIGN_REX), quando elas existirem.

Em geral, a FLQAD é executada em background, via job programado.

No entanto, a transação também pode ser executada pontualmente, conforme a


necessidade. E, nesses casos, podemos processar o LP utilizando, especificamente,

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alguns dos dados de seleção disponíveis, tais como um documento específico, ou uma
determinada conta do razão, uma determinada data de pagamento, etc.

Devemos observar também que no final da tela temos os seguintes campos:

O campo “execução de teste”, quando marcado, nos permite visualizar a atribuição


dos itens de liquidez. A execução em teste não atualiza as tabelas do LP, por tal
motivo pode ser executada quantas vezes for necessária. Por outro lado, quando esse
campo estiver desmarcado, o processo de derivação é executado de forma efetiva,
atualizando todas as tabelas do LP, portanto só deve ser executado uma única vez.

Lembrando que a execução em teste também não atualiza os relatórios do LP.

Já o campo “Lista detalhada” nos permite visualizar minuciosamente todo o processo


de derivação dos itens de liquidez detalhadamente.

Para o processo de derivação ser executado os campos abaixo precisam ser


preenchidos:

Empresa pagadora: empresa para qual o LP está sendo processado

Derivação 1a. etapa

Seq.consultas: FI_1A_ETAPA

Módulo exit: FLQ_SAMPLE_ASSIGN_FI

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Derivação 2a. etapa

Item buffer: 99991 e 99992

Seq.consultas: FA_2A_ETAPA

Módulo exit: FLQ_SAMPLE_ASSIGN_REX

Data de Pagamento: conforme necessidade do usuário

Execução em teste: marcar quando o processamento for definitivo

Lista detalhada: deixar SEMPRE marcado

Executada a transação nós veremos a seguinte tela:

SSDB - 2010 Pá gina 35


Item Novo: Identifica o item de liquidez que está sendo alocado a um item de
documento;

Empr: Informa o código da empresa do documento correspondente;

Div: Informa o código da divisão do documento correspondente;

ID consulta: Identifica qual foi o critério utilizado para alocação do item de


Liquidez: se conta contábil direta na FLQINFACC, se consulta criada ou se por exit;

Orig: “C “ para FI ou “D” para Faturas

Item ant.: A informação nesse campo indica o item de liquidez anterior ao item
novo. Se as colunas “Item novo” e “Item ant.” forem iguais, significa que não
houve modificação na alocação dos itens. Se elas forem diferentes significa que
houve modificação na alocação do item de liquidez;

C Empr: Representa o código da pagadora que, geralmente, é o mesmo código


da empresa do documento;

Nº doc.: O número de documento ao qual está sendo atribuídos os itens de


liquidez;

Ano: O ano do documento em questão;

Itm: O item do documento em questão;

MoedT: O código da moeda da transação, ou seja, a moeda do documento;

SSDB - 2010 Pá gina 36


Mont.em M Trans: O Montante em moeda da transação;

E: Código de erro que não possibilitou a atribuição do item de liquidez;

Error text: A descrição correspondente ao código de erro mencionado;

TpCta: Tipo de Conta referente ao item do documento: S = Razão,


K = Fornecedor, D = Clientes, R = Reversão (Estorno) e N = Documento;

Parceiro: Código da Conta do Razão, do Cliente, do Fornecedor ou um Número de


Documento

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9.2. Análise de Alocações:

Processada a transação de alocação de liquidez, FLQAD, veremos a seguinte tela:

Observando com mais detalhe, podemos ver que ao item 2 do documento 100016994, foi
atribuído um item de liquidez 9RP2080.

A atribuição foi efetuada diretamente através da consulta ##0002142003## que representa a


conta contábil 2142003, definida na FLQINFACC com item de liquidez 9RP2080. Um outro
ponto que nos confirma essa alocação é a origem do lançamento. Como a origem do
lançamento é “C”, isto significa que o lançamento é de FI e somente tem a 1ª (primeira)
ETAPA.

Não há 2ª ETAPA, porque o documento não passou por nenhum item buffer (pelo cliente ou
Fornecedor tendo que ir até a fatura) para chegar na atribuição do item de liquidez. A origem
para alocação foi um documento de FI (contabilidade).

SSDB - 2010 Pá gina 38


Quando a conta de conciliação tem atribuição direta, ou seja, a conta contábil que está
atribuída ao fornecedor ou cliente já define o item de liquidez, também é FI, origem C.

E como esse processo aconteceu ?

Dando duplo clique em cima do número do documento poderemos ver todas as etapas de
alocação de itens de liquidez, conforme abaixo:

Como podemos ver na tela, estão retratadas as fases da primeira etapa.

Nessa etapa, “as linhas reais” nos mostra o documento contábil, bem como o item, que está
sujeito a análise de liquidez.

Nas “linhas com informação liquidez”, se observarmos com mais detalhe, veremos a empresa
1000, o tipo de documento 100016994 de 2010, cujo item 1, possui informação de liquidez. E
a esse item foi atribuído o item de liquidez 9RP2080 através da conta contábil 2142003 (ID
consulta).

SSDB - 2010 Pá gina 39


Já a linha “Informação liquidez comprimida” nos traz somente um resumo das atribuições
feitas na primeira etapa.

Observemos a próxima tela:

Nesse exemplo nós temos primeira e segunda etapas.

Na primeira etapa o documento 100000645 vai ser analisado.

Ao item 1 desse documento foi atribuído o item de buffer 99992 porque o LP que trata-se de
um cliente (10035051):

Na segunda etapa, o LP tem que encontrar uma origem para o valor que ficou no item de
buffer de cliente.

Dessa forma, ele encontrou o documento 1000276281 cujos itens 2, 3, 4 e 7 justificam o valor
de R$ 660,90 que representam a origem do item de buffer 99992 para o cliente 10035051:

SSDB - 2010 Pá gina 40


Podemos verificar que cada um dos itens informados possuem contas contábeis apontando
para um item de liquidez:

Conta contábil item de liquidez

Note ainda que o somatório dos valores é exatamente o valor do item de buffer:

SSDB - 2010 Pá gina 41


9.3. Códigos de Erros:

Durante o processo de podem existir erros na atribuição do item de liquidez. Abaixo


seguem alguns dos possíveis erros e suas respectivas soluções.

Cód. (0) – ORIGEM: Este erro identifica que o lançamento está incompleto.
Normalmente trata-se de um lançamento de banco x conta transitória (realizado) que
ainda não foi compensado.

CORREÇÃO: Analisar o lançamento nas contas do razão (Conta Banco principal e/ou
transitória de banco), e a respectiva compensação das contas transitórias de banco,
para finalizar o processo de pagamento e/ou recebimento.

Cód. (1) – ORIGEM: Este erro indica que a conta não foi cadastrada no FLQINFACC ou
então o processo está incompleto (considerando apenas 1ª. Etapa – FI).

CORREÇÃO 1: Cadastrar a conta contábil em FLQINFACC e indicar um item de


Liquidez para a conta recém cadastrada.

CORREÇÃO 2: Analisar o lançamento nas contas do razão (Conta Banco principal e/ou
transitória de banco), pois o processo deve ser finalizado, devendo ser posteriormente
ajustado pela tesouraria (pagamentos e recebimentos).

Cód. (7) – ORIGEM: Este erro indica duas situações:


1 - Se o documento for originalmente de Fornecedor ou Cliente e a conta de despesa
ainda não estiver atribuída;
2 - Se o documento for de Compensação, seja Cliente ou Fornecedor, e ainda faltar a
compensação de conta transitória para finalizar o processo;

CORREÇÃO Item 1: Cadastrar a conta contábil no FLQINFACC ou, se já estiver, cadastrá-


lo na regra de consulta do qual faz parte.
CORREÇÃO Item 2: Finalizar o processo de compensação bancária (FI) para ajustar os
lançamentos Realizados.

Cód. (8) – ORIGEM: Este erro indica que o total de pagamento não condiz com o total
de itens do lançamento. (ex: Total de saída em banco deve ser o total das despesas)

CORREÇÃO: Neste caso deve-se ajustar o lançamento de banco, sendo o montante da


despesa o mesmo valor de banco.

Cód. (A) – ORIGEM: Este erro indica perda de rastreabilidade no processo.

SSDB - 2010 Pá gina 42


10. Atribuição Manual de Itens de Liquidez:

Poderá ser utilizada para atribuições de item de liquidez manuais.

Código da transação FLQAM


Menu  FLQMAIN / Atribuição /Manualmente

SSDB - 2010 Pá gina 43


O objetivo é alocar um item definitivo ao buffer 9991, então:

No entanto, cabe destacar que as atribuições manuais se perdem quando a liquidez


(FLQAD) é processada novamente para o mesmo período.

Dessa forma, aconselha-se utilizar as atribuições manuais com cautela e atenção.

SSDB - 2010 Pá gina 44


11. Transferência de Itens de Liquidez:

Permite transferir valores de um item de liquidez para outro.

Código da transação FLQT1


Menu  FLQMAIN / Transferência / Criar

Vejamos um exemplo de criação de uma transferência:

O saldo entre os valores transferidos deve ser zero. Caso contrário o sistema
informará que o saldo não é zero e não permitirá a criação da transferência.

SSDB - 2010 Pá gina 45


Para exibirmos a transferência criada:

Código da transação FLQT3


Menu  FLQMAIN / Transferência / Exibir

Podemos visualizar as transferências através do relatório FLQREP, buscando os itens


que foram transferidos, conforme podemos ver abaixo:

SSDB - 2010 Pá gina 46


Esses valores saíram do item de liqudez D0032 e foram
para o item de liquidez 9RP2110.

Observe que se em D0032 ele está a crédito, no item


9RP2110 ele estará a débito.

SSDB - 2010 Pá gina 47


12. Relatórios:

12.1. de Pagamentos:

Código da transação FLQREP


 FLQMAIN / Sistema de informação / Relatório de
Menu
pagamento

Esse relatório é reflexo do processamento da FLQAD. E nos mostrará o saldo


inicial e final do mês em questão, bem como toda a movimentação do período por
item de liquidez.

SSDB - 2010 Pá gina 48


A marcação no campo é que permitirá a visualização do
saldo inicial e final.

Quando o campo não estiver marcado, visualizaremos


somente a movimentação do período.

SSDB - 2010 Pá gina 49


12.2. de Totais:
Código da transação FLQLS
Menu   FLQMAIN / Sistema de informação / Lista de totais

Esse relatório lista os valores totais, por data de pagamento, conforme o período
solicitado, respeitando o item de liquidez e a categoria de partidas individuais.

CATEGORIA DE PARTIDAS

SSDB - 2010 Pá gina 50


12.3. de Partidas Individuais:

Código da transação FLQLI


Menu  FLQMAIN / Sistema de informação / Partidas individuais

Esse relatório lista os valores totais, por data de pagamento, conforme o


período solicitado, respeitando o item de liquidez e a categoria de partidas
individuais.

SSDB - 2010 Pá gina 51


SSDB - 2010 Pá gina 52
12.4. de Histórico de Partidas Individuais:

Código da transação FLQHIST


 FLQMAIN / Sistema de informação / Histórico partidas
Menu
individuais

Esse relatório permite visualizar o histórico de atribuições de item de liquidez para


cada documento contábil específico.

SSDB - 2010 Pá gina 53


12.5. de Consultas:
Código da transação FLQLQR
Menu  FLQMAIN / Sistema de informação / Consultas

Este relatório nos permite visualizar todas as consultas criadas no sistema,


independentemente da origem, se FI (FLQQC1) ou se Faturas (FLQQD1), bem como as
condições que a compõem.

SSDB - 2010 Pá gina 54


SSDB - 2010 Pá gina 55
12.6. de Seqüência de Consultas:

Código da transação FLQLGRP


 FLQMAIN / Sistema de informação / Sequência de
Menu
Consultas
Este relatório nos permite visualizar todas as consultas, que serão executadas nas etapas de
atribuição de item de liquidez, associadas às respectivas sequências de consultas,
independentemente se suas origens (transações FLQQC5 – FI e FLQQD5 – Faturas).

SSDB - 2010 Pá gina 56


12.7. de Contas do Razão:
Código da transação FLQLACC
 FLQMAIN / Sistema de informação / Lista de contas
Menu
Razão

Nesse relatório visualizaremos todas as contas contábeis disponíveis nas


empresas.
Dentre essas contas, podemos identificar as contas reais, que fazem parte do
saldo de caixa do LP; as contas de informação (info) que comporão as
movimentações de entrada e saída; e ainda as contas que não são
consideradas reais nem informação, que não fazem possuem efeito no fluxo de
caixa.

Conta Real => compõe


o saldo do LP para a
Empresa 3000.

Conta Não Relevante


para o Fluxo de Caixa
da Empresa 3000.

Conta de Informação =>


compõe a
movimentação de caixa
da Empresa 3000.

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12.8. Outros Relatórios:

Código da transação ZF106 – Report RFLQ_BALANCE_INFI

O objetivo desse relatório é trazer os dados contábeis do FI para dentro do LP,


além de gerar os saldos iniciais de cada mês.
Ele deve ser rodado sempre antes do processamento da liquidez (FLQAD).

A transação ZF106 foi desenvolvida pela L’oreal, mas está associada ao report
standard RFLQ_BALANCE_INFI.

Exercício

Deixar em branco Item de Estoque: (item


de liquidez relativo a
saldo inicial) =>
Informar se a execução é em teste ou
é efetiva: se o campo estiver flegado,
a execução é em teste; caso contrário,
a execução é efetiva.

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SSDB - 2010 Pá gina 59
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13. Conferência de Saldos:

Para termos certeza de que o saldo exibido no LP está de acordo com os dados de FI, podemos
executar os seguintes passos:

13.1. Possibilidade 1:

Entrar na transação FLQREP, que está disponível na transação FLQMAIN (Sistema de


informação ), não marcando o campo “Exibir estoque inicial” e executá-la:

SSDB - 2010 Pá gina 61


Execute o relatório FLQLACC - Lista de contas Razão, que está disponível na transação
FLQMAIN (Sistema de informação ):

Selecione a empresa:

Marque a coluna real com um clique em cima do nome da coluna:

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Clique no botão para efetuar uma ordenação decrescente da listagem:

O resultado será um agrupamento de todas as contas reais:

SSDB - 2010 Pá gina 63


Para selecionar todas as contas reais, clique uma única vez em uma das contas reais, para
marcá-la:

SSDB - 2010 Pá gina 64


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Liste, na transação FS10N, o saldo das contas reais. Observe o saldo do mês em questão, pois
ele de ser o mesmo que o encontrado no relatório FLQREP.

SSDB - 2010 Pá gina 66


SSDB - 2010 Pá gina 67
13.2. Possibilidade 2:

Entrar na transação FLQREP, que está disponível na transação FLQMAIN (Sistema de


informação ), marcando o campo “Exibir estoque inicial” e executá-la:

SSDB - 2010 Pá gina 68


Utilizando as contas reais e as incluindo na FS10N, conferimos se os saldos inicial e final do LP
(FLQREP) está de acordo com o SAP FI (FS10N):

SSDB - 2010 Pá gina 69


SSDB - 2010 Pá gina 70
1.2. 1
1.1. 2

Podemos observar que o saldo inicial na FLQREP é o mesmo que o saldo acumulado no
mês de janeiro no SAP FI (FS10N), assim como o saldo final na FLQREP é o igual ao
saldo acumulado no mês de fevereiro no SAP FI (FS10N). Ver observações:
1 2

DICA:
PARA VISUALIZAR AS CONTAS QUE COMPÕEM O SALDO INICIAL DE CADA MÊS, BASTA
CLICARMOS NO SALDO INICIAL DA FLQREP. ASSIM, SE PRECISAMOS SABER A COMPOSIÇÃO DO
SALDO INICIAL DE JANEIRO/2010, POR EXEMPLO, BASTA CLICARMOS NO SALDO INICIAL DE
FEVEREIRO/2010.

SSDB - 2010 Pá gina 71


SSDB - 2010 Pá gina 72
14. Processo de criação de conta contábil:

Necessidade de Criação de Conta Contábil

Contabilidade cria a Conta Contábil

Contabilidade informa nova Conta Contábil à Tesouraria

Tesouraria e Contabilidade devem avaliar se a conta


criada tem contrapartida em alguma conta bancária

SIM, a conta tem contrapartida NÃO, a conta tem contrapartida


em conta bancária. em conta bancária.

Não existem procedimentos a serem


Tesouraria analisa conta para saber
executados no Liquidity Planner.
qual item de liquidez atribuirá a
mesma.

Tesouraria cria o item de liquidez na


FLQC1, caso ele não exista.

Tesouraria associa a conta contábil criada


a um item de liquidez na FLQINFACC.

SSDB - 2010 Pá gina 73


15. Resumo do Processo de Geração do Fluxo de Caixa
Realizado:

As etapas abaixo deverão ser executadas mensalmente para processar o Liquidity


Planner:

Executar a transação ZF106 para buscar as informações contábeis do FI para o LP e


constituir os saldos de caixa;
Executar o processo de atribuição de itens de liquidez (FLQAD);
Executar o Relatório de Pagamentos (FLQREP);
Analisar os itens de buffer do relatório de pagamentos;
Possíveis ajustes de documentos e/ou processos, quando necessários;
Reprocessamento do processo de atribuição de itens de liquidez;
Executar novamente o Relatório de Pagamentos (FLQREP);

IMPORTANTE !

O processo de atribuição de item de liquidez e os demais relatórios podem ser processados em


background. Abaixo um exemplo:

SSDB - 2010 Pá gina 74


SSDB - 2010 Pá gina 75
E para visualizar os Jobs que estão sendo processados em background, basta entrar na
transação SM37, informar a data do job que será processado e executar:

SSDB - 2010 Pá gina 76


Quando o job já estiver processado, o status será “Concl.”.

SSDB - 2010 Pá gina 77


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16. Fluxo de Caixa Previsto:

16.1. Previsão FI:


Este relatório irá demonstrar todas as partidas em aberto lançadas em FI.
Não Código da transação ZF102 - Previsão de Tesouraria - partidas em aberto

esquecer de marcar os flags conforme abaixo:

SSDB - 2010 Pá gina 79


SSDB - 2010 Pá gina 80
16.2. Previsão MM:
ZF103 - Previsão de Pedido de MM e do Programa de
Código da transação
Remessas

Esse relatório demonstra os pedidos em aberto, que ainda não tiveram entrada de
fatura em FI.

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16.3. Previsão SD:
Código da transação ZF104 - Previsão com base em ordens de cliente

Esse relatório representa os pagamentos esperados baseado nas ordens de clientes.

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17. Dicas para o bom funcionamento do Liquidity
Planner:

Trabalho conjunto da contabilidade e tesouraria para definição das atribuições:


Item de liquidez x Conta contábil
Importante alinhar o processo de criação de conta criada e de item de liquidez
e não deixar isto somente para o momento em que processando o fluxo caixa
do período.
Aconselha-se que a importação dos extratos bancários sejam efetuadas
diariamente.
Analisar sempre os itens de bufferes, adotando, sempre que possível,
tratamentos específicos para evitá-los.
O ideal é que as datas de compensações não passem de um mês para o outro.

SSDB - 2010 Pá gina 83

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