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Adonai Kadús

É o conjunto de medidas que são


adotadas visando minimizar os acidentes
de trabalho, e as doenças ocupacionais, bem
como, proteger a integridade e a capacidade
física e mental do trabalhador.
A Segurança do Trabalho é definida por
normas e leis. No Brasil a Legislação de
Segurança do Trabalho baseia-se na Constituição
Federal, na Consolidação das Leis do Trabalho
(CLT), nas Normas Regulamentadoras e em
outras leis complementares como portarias,
decretos e convenções internacionais da
Organização Internacional do Trabalho (OIT) e
Organização Mundial da Saúde (OMS).
Conceito prevencionista:

É qualquer ocorrência não programada,


inesperada que interfere e/ou interrompe o
processo normal de uma atividade, trazendo
como consequência isolada ou simultânea,
danos materiais e/ou lesões ao homem.
Conceito legal (Consolidação das leis
trabalhistas - CLT):

É todo aquele que ocorre pelo exercício


do trabalho, a serviço da empresa, provocando
lesão corporal, perturbação funcional doença
que cause a morte, perda ou redução
permanente ou temporária de condições para
o trabalho.
• Quando o empregado estiver executando ordem ou
realizando serviço sob o mando do empregador.
• Em viagem a serviço da empresa.
• No percurso da residência para o local de trabalho.
• No percurso do trabalho para a casa.
• Nos períodos de descanso ou por ocasião da satisfação
de necessidades fisiológicas, no local de trabalho.
• Por contaminação acidental do empregado no exercício
de sua atividade.
É a alteração orgânica que, de modo
geral, se desenvolve em consequência da
atividade exercida pelo trabalhador o qual
esteja exposto a agentes ambientais tais
como, ruído, calor, gases, vapores, micro-
organismos.

Exemplos: Pneumoconioses, Surdez ocupacional.


É o acidente sofrido pelo empregado no
percurso da residência para o local de trabalho
ou vice-versa, qualquer que seja o meio de
locomoção, inclusive veículo de propriedade
do empregado, em horários e trajetos
compatíveis.
Evento não planejado que tem o
potencial de levar a um acidente.
Todas as vezes que ocorre um acidente de
Trabalho, as consequências são terríveis para o
trabalhador acidentado e seus familiares, para o
empregador (empresa) e para o Estado.
Para o indivíduo: Lesão, incapacidade,
afastamento do trabalho, diminuição do
salário, dificuldades no sustento da família e
até morte.
Tempo perdido pelo trabalhador durante e
após o acidente, interrupção na produção,
diminuição da produção pelo impacto
emocional, danos às máquinas, materiais ou
equipamentos, despesas com primeiros
socorros, despesas com treinamento para
substitutos, atraso na produção e aumento de
preço no produto final.
Acúmulo de encargos assumidos pela
Previdência Social, aumento dos preços
prejudicando o consumidor e a economia e
aumento de impostos e taxas de seguro
É aquele em que o acidentado encontra-
se afastado por não ter condições de trabalhar
por conta do acidente sofrido, causando-lhe
incapacidade temporária.
Os dias perdidos são contados de forma
corrida, incluindo domingos e feriados, a partir
do primeiro dia de afastamento (dia seguinte
ao do acidente) até o dia anterior ao do retorno
ao trabalho.
Nos casos em que ocorrem incapacidade
parcial permanente, incapacidade total
permanente ou morte, aparecem os dias
debitados. Eles representam uma perda, um
prejuízo econômico que toma como base uma
média de vida ativa do trabalhador calculada
em 20 (vinte) anos ou 6000 (seis mil) dias.
É aquele em que o acidentado,
recebendo tratamento de primeiros socorros,
pode exercer sua função normal no mesmo
dia, dentro do horário normal de trabalho, ou
no dia imediatamente seguinte ao do acidente,
no horário regulamentado.
É aquele que provoca a incapacidade
temporária, permanente, ou morte do
acidentado.
É a perda total da capacidade de trabalho
por um período limitado de tempo, nunca
superior a um ano. É aquele em que o
acidentado, depois de algum tempo afastado
do serviço, devido ao acidente, volta
executando suas funções normalmente.
É a diminuição, por toda a vida, da
capacidade para o trabalho. Exemplos: perda
de dedo, braço.
É toda a pessoa física que presta serviço
de natureza não eventual ao empregador, sob
a dependência deste e mediante remuneração.
É um formulário que deve ser preenchido
quando ocorrer qualquer tipo de acidente de
trabalho (mesmo nos casos de doença
profissional e acidentes de trajeto).
São várias as causas dos acidentes,
sejam do trabalho, do trajeto, ou por doenças
profissionais. Essas causas são basicamente
separadas em dois grupos a saber:

➢ Ato Inseguro
➢ Condições Insegura
É o que depende do ser humano, que, de
maneira consciente ou não, provoca dano ao
trabalhador, aos companheiros e às máquinas
e equipamentos.

Exemplos: improvisações, agir sem


permissão, não usar equipamento de proteção
individual (EPI), etc.
São as condições que, presentes no
ambiente de trabalho, comprometem a
integridade física e/ou a saúde do trabalhador,
bem como a segurança das instalações e dos
equipamentos.

Exemplos: falta de proteção em máquinas,


defeitos em máquinas e edificações, instalações
elétricas, falta de espaço, agentes nocivos
presentes no ambiente de trabalho, etc.
Prevenção de Acidentes e
Doenças do Trabalho
Estima-se que, no Brasil, as micros e
pequenas empresas representem 98% do
total de empresas existentes, ou seja, 4,1
milhões. Só na indústria, elas concentram
46,20% do número total de trabalhadores
formalmente contratados, aí a sua
importância para a economia nacional.
Pela contribuição que as micros e pequenas
empresas podem oferecer para a redução do
número de acidentes e doenças decorrentes do
trabalho, significando maior competitividade,
redução de custos e melhoria das condições e dos
locais de trabalho.
Impactos dos acidentes e
doenças do trabalho.
Sob todos os aspectos em que possam
ser analisados, os acidentes e doenças
decorrentes do trabalho apresentam fatores
extremamente negativos para a empresa, para
o trabalhador acidentado e para a sociedade.
Anualmente, as altas taxas de acidentes
e doenças registradas pelas estatísticas
oficiais expõem os elevados custos e
prejuízos humanos, sociais e econômicos que
custam muito para o País, considerando
apenas os dados do trabalho formal.
O somatório das perdas, muitas delas
irreparáveis, é avaliado e determinado
levando-se em consideração os danos
causados à integridade física e mental do
trabalhador, os prejuízos da empresa e os
demais custos resultantes para a sociedade.
Danos causados ao trabalhador As
estatísticas da Previdência Social, que
registram os acidentes e doenças decorrentes
do trabalho, revelam uma enorme quantidade
de pessoas prematuramente mortas ou
incapacitadas para o trabalho.
Os trabalhadores que sobrevivem a esses
infortúnios são também atingidos por
danos que se materializam em:

 Sofrimento físico e mental;


 Cirurgias e remédios;
 Próteses e assistência médica;
 Fisioterapia e assistência psicológica;
 Dependência de terceiros para
acompanhamento e locomoção;
 Diminuição do poder aquisitivo;
 Desamparo à família;
 Estigmatização do acidentado;
 Desemprego;
 Marginalização;
 Depressão e traumas.
Fatores de riscos nos ambientes
de trabalho
A importância de conhecer os riscos dos
locais de trabalho, pela própria natureza da
atividade desenvolvida e pelas características de
organização, relações interpessoais, manipulação
ou exposição a agentes físicos, químicos,
biológicos, situações de deficiência ergonômica ou
riscos de acidentes, podem comprometer a saúde e
segurança do trabalhador em curto, médio e longo
prazo, provocando lesões imediatas, doenças ou a
morte, além de prejuízos de ordem legal e
patrimonial para a empresa.
É importante salientar que a presença de
produtos ou agentes nocivos nos locais de
trabalho não quer dizer que, obrigatoriamente,
existe perigo para a saúde. Isso vai depender
da combinação ou inter-relação de diversos
fatores, como a concentração e a forma do
contaminante no ambiente de trabalho, o nível
de toxicidade e o tempo de exposição da
pessoa. Entretanto, na visão da prevenção,
não existem micro ou pequenos riscos, o que
existem são micro ou pequenas empresas.
Classificação dos riscos:
Os RISCOS AMBIENTAIS são classificados
tecnicamente como:

Riscos Físicos: são representados por


fatores ou agentes existentes no ambiente
de trabalho que podem afetar a saúde dos
trabalhadores, como: ruídos, vibrações,
radiações (ionizantes e não ionizantes), frio,
calor, pressões anormais e umidade.
Riscos Químicos: são identificados pelo
grande número de substâncias que podem
contaminar o ambiente de trabalho e provocar
danos à integridade física e mental dos
trabalhadores, a exemplo de poeiras, fumos,
névoas, neblinas, gases, vapores, substâncias,
compostos ou outros produtos químicos
Riscos Biológicos: estão associados ao
contato do homem com vírus, bactérias,
protozoários, fungos, parasitas, bacilos e
outras espécies de micro-organismos.
Riscos Ergonômicos: estão ligados à
execução de tarefas, à organização e às
relações de trabalho, ao esforço físico
intenso, levantamento e transporte manual de
peso, mobiliário inadequado, posturas
incorretas, controle rígido de tempo para
produtividade, imposição de ritmos
excessivos, trabalho em turno e noturno,
jornadas de trabalho prolongadas, monotonia,
repetitividade e situações causadoras de
estresse.
Riscos de Acidentes: são muito
diversificados e estão presentes no arranjo
físico inadequado, pisos pouco resistentes
ou irregulares, material ou matéria-prima fora
de especificação, máquina e equipamentos
sem proteção, ferramentas impróprias ou
defeituosas, iluminação excessiva ou
insuficiente, instalações elétricas
defeituosas, probabilidade de incêndio ou
explosão, armazenamento inadequado,
animais peçonhentos e outras situações de
risco que poderão contribuir para a
Tabela de classificação dos
riscos.
 Riscos Físicos (verde)

 Riscos Químicos (vermelho)

 Riscos Biológicos (marrom)

 Riscos Ergonômicos (amarelo)

 Riscos de Acidentes (Azul)


Atenção e prevenção devem
sempre caminhar jutos.
Como posso garantir a segurança do outro,
se ao mesmo tempo não mantenho a minha
segurança?
Além da Constituição Federal e das
legislações trabalhistas previstas na CLT, a
legislação básica que rege a Segurança do
Trabalho está contida nas Normas
Regulamentadoras. A Portaria nº 3.214/78 e
suas alterações estabeleceram as Normas
Regulamentadoras – NR que devem ser
observadas por empregadores e empregados
regidos pela CLT.
Tem por finalidade estabelecer as
diretrizes básicas para a implantação de
medidas de proteção à segurança e à saúde
dos trabalhadores em estabelecimentos de
assistência à saúde, bem como daqueles que
exercem atividades de promoção e assistência
à saúde em geral.
EPI – São equipamentos e/ou utensílios
individuais para cada trabalhador e são
utilizados para evitar danos à saúde e à vida
desse funcionário.
EPC – São itens
(equipamentos) fixos
ou móveis, instalados
no local de trabalho
para a proteção
coletiva de toda a
empresa.
Está fundamentada juridicamente no Art.
7º, XXII, da CF-1988; Arts. 166 e 167 da CLT;
Súmulas TST ns. 80 e 289; e Instrução
Normativa SSST-MTb n.1 de 11.04.1994.
a) adquirir o EPI adequado ao risco da atividade;
b) tornar obrigatório o seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente o EPI aprovado
pelo órgão nacional competente;
d) orientar e treinar o trabalhador quanto a seu uso,
guarda e conservação;
e) substituí-lo imediatamente quando extraviado ou
danificado;
f) responsabilizar-se por sua manutenção e
higienização periódica;
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade
observada.
a) usar o equipamento, utilizando-o apenas
para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se por sua guarda e
conservação;
c) comunicar qualquer alteração que o torne
impróprio para uso;
d) cumprir as determinações do empregador
sobre seu uso adequado.
a) fiscalizar e orientar quanto ao uso adequado
e à qualidade do EPI;
b) recolher amostras de EPI;
c) aplicar, na sua esfera de competência, as
penalidades cabíveis pelo descumprimento
das normas relativas à EPI.
Objetivo
Tem como objetivo a prevenção de
acidentes e doenças decorrentes do
trabalho, de modo a tornar compatível
permanentemente o trabalho com a
preservação da vida e a promoção da
saúde do trabalhador.
Constituição
A CIPA é constituída por empresas
privadas, públicas, sociedades de economia
mista, órgãos da administração direta e
indireta, instituições beneficentes, associações
recreativas, cooperativas, bem como outras
instituições que admitam trabalhadores como
empregados.
Organização
A CIPA será composta de representantes
do empregador e dos empregados, de acordo
com o dimensionamento previsto no Quadro I
desta NR.
a) Identificar os riscos do processo de trabalho, e
elaborar o mapa de riscos, com a participação
do maior número de trabalhadores, com
assessoria do SESMT, onde houver;
b) Elaborar plano de trabalho que possibilite a
ação preventiva na solução de problemas de
segurança e saúde no trabalho;
c) Participar da implementação e do controle da
qualidade das medidas de prevenção
necessárias, bem como da avaliação das
prioridades de ação nos locais de trabalho;
d) Realizar, periodicamente, verificações nos
ambientes e condições de trabalho visando a
identificação de situações que venham a trazer
riscos para a segurança e saúde dos
trabalhadores;
e) Realizar, a cada reunião, avaliação do
cumprimento das metas fixadas em seu plano de
trabalho e discutir as situações de risco que foram
identificadas;
f) Divulgar aos trabalhadores informações
relativas à segurança e saúde no trabalho;
g) Participar, com o SESMT, onde houver, das
discussões promovidas pelo empregador, para
avaliar os impactos de alterações no ambiente e
processo de trabalho relacionados à segurança e
saúde dos trabalhadores;
h) Requerer ao SESMT, quando houver, ou ao
empregador, a paralisação de máquina ou setor
onde considere haver risco grave e iminente à
segurança e saúde dos trabalhadores;
i) Colaborar no desenvolvimento e implementação
do PCMSO e PPRA e de outros programas
relacionados à segurança e saúde no trabalho;
j) Divulgar e promover o cumprimento das normas
regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e
convenções coletivas de trabalho, relativas à
segurança e saúde no trabalho;
l) Participar, em conjunto com o SESMT, onde houver,
ou com o empregador, da análise das causas das
doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de
solução dos problemas identificados;
m) Requisitar ao empregador e analisar as informações
sobre questões que tenham interferido na segurança e
saúde dos trabalhadores;
n) Requisitar à empresa as cópias das CAT
emitidas;
o) Promover, anualmente, em conjunto com o
SESMT, onde houver, a semana interna de
prevenção de acidentes do trabalho – SIPAT;
p) Participar, anualmente, em conjunto com a
empresa, de campanhas de prevenção da
AIDS.
a) participar da eleição de seus representantes;
b) colaborar com a gestão da CIPA;
c) indicar à CIPA, ao SESMT e ao empregador
situações de riscos e apresentar sugestões
para melhoria das condições de trabalho;
d) d) observar e aplicar no ambiente de trabalho
as recomendações quanto à prevenção de
acidentes e doenças decorrentes do trabalho.
a) convocar os membros para as reuniões da
CIPA;
b) coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando
ao empregador e ao SESMT, quando houver,
as decisões da comissão;
c) manter o empregador informado sobre os
trabalhos da CIPA;
d) coordenar e supervisionar as atividades de
secretaria;
e) delegar atribuições ao Vice-Presidente;
a) executar atribuições que lhe forem
delegadas;
b) substituir o Presidente nos seus
impedimentos eventuais ou nos seus
afastamentos temporários;
a) cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias
para o desenvolvimento de seus trabalhos;
b) coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para
que os objetivos propostos sejam alcançados;
c) delegar atribuições aos membros da CIPA;
d) promover o relacionamento da CIPA com o SESMT, quando
houver;
e) divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do
estabelecimento;
f) encaminhar os pedidos de reconsideração das decisões da
CIPA;
g) constituir a comissão eleitoral.
a) acompanhar as reuniões da CIPA e redigir
as atas apresentando-as para aprovação e
assinatura dos membros presentes;
b) preparar as correspondências; e
c) outras que lhe forem conferidas.
Reuniões Ordinárias
A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de
acordo com o calendário preestabelecido.
As reuniões ordinárias da CIPA serão
realizadas durante o expediente normal da
empresa e em local apropriado.
As reuniões da CIPA terão atas assinadas
pelos presentes com encaminhamento de
cópias para todos os membros.
Reuniões Extraordinárias
a) houver denúncia de situação de risco grave
e iminente que determine aplicação de
medidas corretivas de emergência;
b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal;
c) houver solicitação expressa de uma das
representações.
• A empresa deverá promover treinamento para
os membros da CIPA, titulares e suplentes,
antes da posse.
• O treinamento de CIPA em primeiro mandato
será realizado no prazo máximo de trinta dias,
contados a partir da data da posse.
• As empresas que não se enquadrem no
Quadro I, promoverão anualmente treinamento
para o designado responsável pelo
cumprimento do objetivo desta NR.
a) estudo do ambiente, das condições de
trabalho, bem como dos riscos originados do
processo produtivo;
b) metodologia de investigação e análise de
acidentes e doenças do trabalho;
c) noções sobre acidentes e doenças do trabalho
decorrentes de exposição aos riscos existentes
na empresa;
d) noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida – AIDS, e medidas de prevenção;
e) noções sobre as legislações trabalhista e
previdenciária relativas à segurança e saúde
no trabalho;
f) princípios gerais de higiene do trabalho e de
medidas de controle dos riscos;
g) organização da CIPA e outros assuntos
necessários ao exercício das atribuições da
Comissão.
1. Compete ao empregador convocar eleições para
escolha dos representantes dos empregados na
CIPA, no prazo mínimo de 60 (sessenta) dias antes
do término do mandato em curso.

2. Nos estabelecimentos onde não houver CIPA, a


Comissão Eleitoral será constituída pela empresa.

3. Havendo participação inferior a cinquenta por cento


dos empregados na votação, não haverá a
apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá
organizar outra votação, que ocorrerá no prazo
máximo de dez dias.
GRUPOS

N° de Empregados no
Estabelecimento N° de 101 a 120 121 a 140 141 a 300 301 a 500
Membros da CIPA

Efetivos 2 2 2 3
C-32
Suplentes 2 2 2 3
Efetivos 1 1 1 1
C-33
Suplentes 1 1 1 1
Efetivos 4 4 4 4
C-34
Suplentes 3 3 3 4
Efetivos 2 2 2 2
C-35
Suplentes 2 2 2 2
C-32 - PESQUISAS 71.20-1 72.10-0 72.20-7
C-33 - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 84.11-6 84.12-4 84.13-2
84.21-3 84.22-1 84.23-0 84.24-8 84.25-6 84.30-2 99.00-8
C-34 - SAÚDE 75.00-1 86.10-1 86.21-6 86.22-4 86.30-5 86.40-2
86.50-0 86.60-7 86.90-9 87.11-5 87.12-3 87.20-4 87.30-1 96.03-
3
C-35 - OUTROS SERVIÇOS 62.01-5 62.02-3 62.03-1 62.04-0
62.09-1 63.11-9 63.19-4 63.99-2 71.11-1 71.12-0 71.19-7 73.11-4
73.12-2 73.19-0 74.10-2 74.90-1 77.11-0 77.19-5 77.31-4 77.32-
2 77.33-1 77.39-0 78.10-8 78.20-5 78.30-2 81.12-5 82.11-3
82.19-9 82.20-2 82.30-0 82.91-1 82.92-0 82.99-7 92.00-3 93.21-
2 93.29-8 95.29-1 96.02-5 96.09-2 97.00-5
CNAE Descrição Grupo
86.10-1 Atividades de atendimento hospitalar C-34
86.21-6 Serviços móveis de atendimento a urgências C-34
Serviços de remoção de pacientes, exceto os serviços
86.22-4
móveis de atendimento a urgências C-34
Atividades de atenção ambulatorial executadas por
86.30-5
médicos e odontólogos C-34
Atividades de serviços de complementação diagnóstica e
86.40-2
terapêutica C-34
Atividades de profissionais da área de saúde, exceto
86.50-0
médicos e odontólogos C-34
86.60-7 Atividades de apoio à gestão de saúde
C-34
Atividades de atenção à saúde humana não especificadas
86.90-9
anteriormente C-34
Dependendo do Grau de Risco da atividade da
empresa e o n° de empregados, fica obrigada a
constituir um SESMT, conforme determina a NR 04.
Às empresas privadas e públicas, os órgãos
públicos da administração direta e indireta e dos
poderes Legislativo e Judiciário, que possuam
empregados regidos pela Consolidação das Leis do
Trabalho - CLT manterão, obrigatoriamente, Serviços
Especializados em Engenharia de Segurança e em
Medicina do Trabalho, com a finalidade de promover a
saúde e proteger a integridade do trabalhador no local
de trabalho.

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