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Meu coração

A Pureza de tudo que vejo

Mantém-se suspensa no infinito

E eu absorto em pensamentos

Escuto aos poucos os lamentos

Do meu coração incompreendido.

Meu coração sofre

Perdido nas lacunas do tempo

A ilusão o envolve

A mercê da sorte

E do contentamento

Contenta-se com pouco

Pois nada tem há tempos

E reflete em meu olho

Lamento e choro

Chagas do momento

Meu coração resiste

Das migalhas restantes

Do voo rasante

De todas as codornizes