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Série Texto Didático, v.

9

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO


CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA





REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA 1

Anna Elizabeth Galvão Coutinho Correia


Cecília Maria Freire Prysthon
Vildeane da Rocha Borba (Colaboração)


 

 

RECIFE
2010
1

LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS

AACR2 - Anglo American Cataloging Rules

ABN - Agência Bibliográfica Nacional

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

AE - Arquivo Estadual

Bireme - Biblioteca Nacional de Medicina

BPOB - Bibliografia de Publicações Oficiais Brasileiras

CAS - Chemical Abstracts Services

CBL - Câmara Brasileira de Livros

CBU - Controle e Permuta de Informações Bibliográficas

CCAA2 - Código de Catalogação Anglo Americano

CCN - Catálogo Coletivo Nacional

CCReg - Catálogo Coletivo Regional

CEE - Comissão da Comunidade Europeia

COMUT - Programa de Comutação Bibliográfica

FBN - Fundação Biblioteca Nacional

FGV - Fundação Getúlio Vargas

FIAB - Federação Internacional de Associações e Instituições de Bibliotecários

FPL - Fundação Nacional Pró-Leitura

IBICT - Instituto Brasileiro de Informações em Ciência e Tecnologia

IFLA - Federação Internacional de Bibliotecários e Documentalistas

INIS - Sistema Internacional de Informação Nuclear

INL - Instituto Nacional do Livro

ISBD - International Standard for Bibliographical Description

ISBD(G) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada (Geral)

ISBD(S) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada (Publicações


2

Seriadas)

ISBN - International Standard Book Number

ISDB - Normas Internacionais de Descrição Bibliográfica

ISDS - Sistema Internacional de Dados sobre Publicações Seriadas

ISO - Organização Internacional de Normalização

ISSN - International Standard Serial Number

MARC - Catalogação Legível por Máquina

MARC - MAchine Readable Cataloging

ME - Museu Estadual

NATIS - Sistemas Nacionais de Informação

NBRs - Normas Brasileiras Registradas

NLM - Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados

PGI - Programa Geral de Informação

PGI - Programa Geral de Informação

RIEC - Reunião Internacional de Especialistas em Catalogação

SDI - Serviço de Difusão Seletiva da Informação (Canadá)

SIC - Serviço de Intercâmbio de Catalogação

SNEL - Sindicato Nacional de Editores e Livreiros

UFOD - União Francesa dos Organismos de Documentação


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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ..........................................................................................4

2 DOCUMENTO ...........................................................................................4

3 CONTROLE BIBLIOGRÁFICO UNIVERSAL .....................................................7

4 ISBN: INTERNATIONAL STANDARD BOOK NUMBER .................................... 14

5 ISSN: INTERNATIONAL STANDARD SERIAL NUMBER .................................. 15

6 CATALOGAÇÃO ...................................................................................... 16

7 ISBD(M): DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA INTERNATIONAL NORMALIZADA PARA


MONOGRAFIAS ...................................................................................... 18

8 ISBD(S): DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA INTERNACIONAL NORMALIZADA PARA


PUBLICAÇÕES SERIADAS ........................................................................ 21

9 ISBD(G): DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA INTERNACIONAL NORMALIZADA GERAIS


........................................................................................................... 22

10 FORMA DE ENTRADA .............................................................................. 24

11 TÍTULO UNIFORME ................................................................................. 27

12 FICHAS REMISSIVAS .............................................................................. 28

13 FORMATO DE REGISTRO BIBLIOGRÁFICO – MARC ..................................... 30

REFERÊNCIAS ....................................................................................... 36

EXERCÍCIOS TEÓRICOS .......................................................................... 37

EXERCÍCIOS TEÓRICOS DO AACR2 .......................................................... 38

EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE CATALOGAÇÃO ............................................... 44


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1 INTRODUÇÃO

Um mundo de realizações e conquistas individuais ou de grupos, se incorpora e


se dissemina entre os homens, como um ciclo cumulativo de conhecimento resultando
no progresso material e na evolução como um todo.
Através da informação/comunicação, em seus mais variados suportes, o
conhecimento é divulgado e circula no mundo onde as idéias são absorvidas,
analisadas, processadas e julgadas.
A produtividade de cientistas, pesquisadores e estudiosos é enorme e gera uma
grande massa de documentos que devem chegar para toda a humanidade.
A organização dessa enorme massa documental, que convencionou-se chamar
de explosão bibliográfica, é preocupação não só dos profissionais bibliotecários como
também dos governos, pois o tratamento da informação é fato político, instrumento
de desenvolvimento e fonte de poder.
A necessidade de organização/controle bibliográfico, através de técnicas e
recursos mecanizados ou manuais de processamento, para transferência de
informação é exigência no atendimento de usuários cada vez mais ávidos do
conhecimento de fatos e eventos ocorridos a cada momento, em todo o mundo.
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2 DOCUMENTO

- “Qualquer objeto suscetível de ser utilizado para consulta, estudo ou prova.”


(União Francesa dos Organismos de Documentação - U.F.O.D.)
- “É o suporte material do saber e da memória da humanidade.” (GUINCHAT, C.)

2.1 Características do Documento

 Física
 Textual: livros, periódicos, fichas, textos de lei, etc.
 Não textuais: imagens, mapas, plantas, cartazes, discos, fitas magnéticas, etc.

Materiais
 Suporte físico de diferentes espécies: pedra, tijolo, madeira, osso – foram
suplantados pelo papel – com a inovação tecnológica outros suportes sugiram:
plástico, laser, vidro, etc.

Quanto à forma de produção


 Brutos: minerais, plantas, ossos, fósseis e meteoritos.
 Manufaturados: artesanal, industrial, intelectual e utilitário.

Quanto à modalidade de utilização


 Diretamente pelo homem
 Equipamentos especiais
 Equipamentos de informática

Quanto à periodicidade
 Apenas uma vez: livros, suas edições, tomos, volumes, exemplares, tiragens.
 Periódicos: regularidade, revistas, jornais – possuem volumes, números, fascículos.
 Coleções: periodicidade irregular.

Quanto às coleções
 Os documentos que pertencem a uma mesma coleção têm a mesma forma,
geralmente o mesmo objetivo, e um conteúdo diferente, relativo a um mesmo tema,
identificado por um título ou por uma designação própria da coleção.

Quanto à forma de publicação


 Publicados: editoras e livrarias
 Não publicado: difusão restrita. Literatura subterrânea, não convencional, cinzenta.
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 Manuscritos

 Intelectuais

Objetivo
 Prova testemunho: preparar outro documento, expor idéias, resultados.
 Para o trabalho: estudo, ensino, lazer, publicidade, divulgação.

Quanto ao grau de elaboração


 Primários: originais
 Secundários: se referem aos primários. Ex.: bibliografia, catálogos, boletins de
resumo
 Terciários: elaborados a partir de documentos primários e/ou secundários.
 Estado da arte: patamar / progresso em que se encontram os diversos estudos.

Quanto ao conteúdo
 Assunto
 Forma de apresentação
 Exaustividade
 Acessibilidade
 Nível científico
 Originalidade
 Idade (atualidade)
 Data

Quanto à origem
 Fonte:
publica / privada
anônima / conhecida
individual / coletiva
secreta / divulgada
 Autor: pessoal, coletivo, entidade.
 Documento de domínio público
 Propriedade literária

Quanto ao tipo de documento


 Nível formal: monografias, publicações periódicas, patentes, normas, documentos
não-textuais e não convencionais.
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 Nível intelectual: essenciais e marginais – dependendo da biblioteca e objetivos


desta.

2.2 Estrutura dos Documentos

Monografia: NBR 14724 – elementos pré-textuais, textuais, pós-textuais.


Publicações seriadas: capa (segue a mesma norma NBR 14724), sumário e vários
artigos.
Partes do documento
 Capa, páginas / folhas, nome do autor, título, capítulos, índice, sumário;
 Embalagem, etiquetas.
Unidade documental
 É uma parte de um documento, capítulo de livro, artigo de revista, anexo, tabela ou
mapa.
Condições - Para que um objeto ou um produto seja considerado um documento:
 Autenticidade, confiabilidade, acessibilidade, atualidade.

2.3 Tempo de Vida dos Documentos

Valor intrínseco
Atualidade
Pertinência
Durabilidade das áreas do conhecimento
Atualização freqüente
Tempo de vida bem definido para livros, anuários
Tempo de vida mais ou menos efêmero para periódicos, exceto aqueles que adquirem
valor histórico
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3 CONTROLE BIBLIOGRÁFICO UNIVERSAL

3.1 Definição
É o domínio que se adquire sobre os documentos registrados e aparecem, na
maioria das vezes, sob a forma de bibliografia, que é o instrumento básico para
identificar, transcrever e classificar documentos impressos e em seus diversos
suportes, visando, facilitar o trabalho intelectual.

É o sistema mundial de controle e permuta de informações bibliográficas, de


modo a tornar disponíveis, rapidamente em forma internacionalmente aceitável de
dados bibliográficos sobre todas as publicações, editadas em todos os países.

3.2 Objetivo
Criar um sistema/programa mundial para controlar e permutar informações, com
objetivos de longo alcance e cujas atividades levarão à formação de uma rede
universal de controle e intercâmbio de informações bibliográficas.

3.3 Finalidade
Dar condições aos pesquisadores conhecer o que foi publicado, na sua área de
interesse, a nível nacional e internacional, num determinado período, local, em sua
forma (suporte) e como pode ser obtido.

3.4 O Controle Bibliográfico Universal propõe:


 estabelecer agência bibliográfica nacional, responsável pelo controle e divulgação
dos dados bibliográficos de cada publicação editada no país;
 bibliografia nacional;

 depósito legal;
 catalogação na publicação, seguindo regras aceitas internacionalmente;
 ISBN;

 a padronização da descrição bibliográfica adotando padrões internacionais e


promovendo a criação de registros bibliográficos que possam ser objeto de
intercâmbio automatizado, cuja interpretação dê-se independentemente do idioma do
registro.

3.5 Perspectiva Histórica

A necessidade de organização bibliográfica já se fez sentir no século II, quando


Galeno, médico grego, relacionou seus trabalhos para que não fossem confundidos
com de outros autores. Num plano mais amplo, Conrad Gesner, menos de cem anos
9

após a invenção da imprensa, compilou a Bibliotheca Universalis publicada entre 1545


e 1565, pretendendo ser uma obra exaustiva para os trabalhos publicados na época,
embora não alcançando totalmente seus objetivos.
Outras preocupações com a organização bibliográfica surgiram posteriormente:

 em 1810, elaboração do "Plano para uma Bibliografia Universal", em forma de um


catálogo coletivo das principais obras dos Estados Unidos, de autoria de Martin
Schretinger;

 em 1845, Charles Jewett aponta diversos estudos e tentativas de sistematização,


ainda com interesses de autores individuais;
 em 1892, Paul Otlet e Henri Le Fontaine, iniciam seus estudos de uma
organização bibliográfica universal.
No século XX observa-se a mudança do foco de interesse na organização
bibliográfica: o controle bibliográfico, antes individual passa a ser feito por instituições
e com a preocupação de criação de um sistema mundial de controle bibliográfico
universal - CBU. Fica visível este interesse em encontros internacionais realizados
após a metade do século, quando são criados grupos de trabalho para estudos
pertinentes ao CBU, entre eles :
 princípios de catalogação (1954);
 cooperação internacional no âmbito da bibliografia e da catalogação (1961);

 normas internacionais de descrição bibliográfica - ISDB (1969);


 controle bibliográfico é tema principal de reuniões (1973);
 controle e permuta de informações bibliográficas - CBU ;
 programa NATIS - sistemas nacionais de informação (1974);
 programa geral de informação - PGI (1976)
O controle bibliográfico como um sistema mundial para permuta de informação
bibliográfica foi estabelecido em 1974 pela UNESCO em cooperação com a IFLA
(Federação Internacional de Bibliotecários e Documentalistas). Desde o século XIX os
estudiosos preconizavam a importância do livro, atualmente a informação em
qualquer suporte, ser catalogado uma única vez, preferencialmente no seu país de
origem, o que posteriormente foi considerado como condição essencial ao perfeito
funcionamento do CBU. Sua relevância está na necessidade de controle através do
papel do bibliotecário de organizar todas as fontes de informação disponíveis e
fornecer aquela informação à nação.

3.6 Requisitos

3.6.1 Em nível nacional

A informação é um recurso nacional tão importante, no terceiro milênio, quanto


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a energia e a mão-de-obra qualificada. Concepção imposta, já há alguns anos em


todos os países do mundo. Uma política nacional de informação tem por objetivo
organizar um sistema nacional de informação eficaz e determinar :
 existência de uma agência bibliográfica nacional (ABN), com autoridade e meios de
garantir a possibilidade de registro de cada nova publicação logo que seja editada
através dodepósito legal;
 difusão imediata dos dados através de bibliografias nacionais correntes e a
produção e distribuição desses registros, através de fichas, fitas magnéticas ou
qualquer suporte aceitável para permuta;
 a ABN deve receber e divulgar dentro de cada país os registros semelhantes
permutados com outras agências nacionais de bibliografia nacional retrospectiva,
incluindo trabalhos de autores estrangeiros sobre o país e autores nacionais
publicados no exterior. Tem como objetivo coletar e preservar as publicações
nacionais que tenha conteúdo informativo, existentes e/ou suscetíveis de serem
criados. Ainda cabe a ABN cumprir o que determina o depósito legal indicando o órgão
responsável pelo recebimento dos itens. A Fundação Biblioteca Nacional - FBN é esta
instituição e suas afiliadas Bibliotecas Públicas Estaduais.

3.6.2 Em nível internacional

Os sistemas internacionais de informação representam uma realidade complexa,


controlando quase que completamente as informações mundiais em seu campo de
conhecimento, no entanto são administrados e financiados por um organismo
nacional. Daí a importância de políticas nacionais, e no caso do Brasil estas ainda
carecem de uma posição mais agressiva para atender o CBU, "e se pautar nas
diferenças setoriais e regionais, ampliando seu raio de ação a fim de possibilitar a
participação efetiva da sociedade civil". (SILVA, 1991).
Embora os principais sistemas de informação sejam essencialmente sistemas que
tratam de referências bibliográficas , com ou sem resumos, suas funções abrangem
este sistema secundário e os de acesso aos documentos primários, orientação,
pesquisa retrospectiva e disseminação seletiva da informação e ainda sistemas
especializados em orientação, serviço de pergunta e resposta ou análise da
informação. Segundo Guinchat e Menou (1994) "estes sistemas são um fenómeno
novo, que iniciou-se nos meados dos anos 60 e que tem tido uma expansão e uma
transformação tecnológica muito rápidas".

Todos estes sistemas têm por objetivo permitir o acesso mais completo, ágil,
prático e económico às informações mundiais no seu campo e para tal é necessário:
 normalização e racionalização dos produtos e procedimentos;

 integração e coordenação das agências bibliográficas nacionais para formar o


sistema total/global com reconhecimento e aceitação em âmbito universal;
 cada ABN é a organização responsável pela criação do registro bibliográfico oficial
das publicações de seu país;
11

 usar padrões internacionais na criação dos registros, com inclusão de todos os


elementos indispensáveis ao seu registro e posterior identificação;
 elementos ordenados, característicos e funcionais;
 compatibilidade de registros legíveis por computador para padronização de
catálogos.

3.7 Sistemas Internacionais de Informação para o Controle Bibliográfico

O PGI e a Unisist: Programa Geral de Informação, 1976, Unesco, em Paris. A


Unisist designa um conjunto de normas , regras, métodos, princípios e técnicas
elaboradas internacionalmente, necessárias ao tratamento e à transferência de
informação, pelas tecnologias modernas, como o computador e as telecomunicações,
com desenvolvimento de sistemas compatíveis de informação
O ISDS: Sistema Internacional de Dados sobre Publicações Seriadas, em Paris e
em centros nacionais e regionais designados pelos governos interessados. Este centro
tem a responsabilidade de criar e manter atualizada a base de dados internacional;
organizar instrumentos de trabalho comuns, por ex.: formatos de comunicação e
repertório internacional de títulos de periódicos Os centros nacionais e regionais são
encarregados de fornecer um ISSN a cada publicação seriada produzida: o ISSN
(International Standard Serial Number) é o número internacional padronizado que é
atribuído a cada título de periódico publicado. Como os títulos de periódicos sofrem
modificações, ao longo do tempo, podem, dependendo do grau de variação, receber
outros números. O IBICT - Instituto Brasileiro de Informações em Ciência e
Tecnologia é a agência do ISSN no Brasil.
O ISBN: (International Standard Book Number) é o número internacional
padronizado que é atribuído a cada título publicado, pelo a agência nacional
responsável em cada país e de acordo com normas internacionais. Foi originalmente
planejado por editores para resolver problemas de armazenagem. Nos últimos anos o
seu uso expandiu-se em projetos bibliográficos, catálogos coletivos e bibliotecas.
Junto à FBN -Fundação Biblioteca Nacional, participam o Sindicato Nacional de
Editores e Livreiros - SNEL e a Câmara Brasileira de Livros - CBL, como agentes do
ISBN.

O INIS: Sistema Internacional de Informação Nuclear, em Viena e tem por


objetivo favorecer a troca de informações científicas e técnicas para a utilização
pacífica da energia nuclear

Os programas AGRIS, CARIS e AGLINET da FAO, em Roma, seus principais


campos são a agricultura, a silvicultura, a pesca, a nutrição e o desenvolvimento
rural. As redes Agris e Caris são sistemas internacionais cooperativos de informação
agrícola. A rede Aglinet objetiva melhorar o acesso aos documentos e promover a
exploração racional dos recursos das bibliotecas agrícolas participante
O INFOTERRA: é um sistema mundial de informações sobre o meio ambiente e
cobre 134 países (dados de 1995). Sua base de dados põe à disposição dos usuários
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do mundo inteiro dados dos organismos que servem como fonte de informação.
Coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, sediado em
Nairobi.
MEDLARS e MEDLINE: sistemas de análise e de literatura médica. Em São
Paulo a Bireme - Biblioteca Nacional de Medicina é sede do Centro Regional de
Medlars para América Latina, criado pela NLM - Biblioteca Nacional de Medicina dos
Estados

O CAS: Chemical Abstracts Services faz a cobertura completa da produção


mundial de documentos científicos e técnicos que tratam de química e engenharia
química. Sua base de dados constitui-se de resumos da literatura científica, das
citações bibliográficas e de informações completas sobre substâncias químicas.
CAN/SDI: Serviço de Difusão Seletiva da Informação, trabalha com serviço de
informações correntes para assinantes ( perfis ) Localiza-se em Ottawa, Canadá.
CEE: Comissão da Comunidade Europeia, vem contribuindo para o
desenvolvimento do mercado dos serviços de informação na Europa pelo seu apoio ao
progresso e à utilização de novas tecnologias nos serviços de informação. Seus
principais programas: Euronet, Diane e In news.

3.8 Padrões e Normas de Informação para o Controle Bibliográfico

O ISBD (International Standard for Bibliographical Description) é a Descrição


Bibliográfica Internacional Padronizada de acordo com a Conferência Internacional de
Paris (1961) mas perduram, até hoje, com diferenças relativas à responsabilidade
intelectual da obra, isto é, o seu autor. Entretanto o uso crescente de computadores
em atividades científicas tem tornado desnecessária a distinção vital entre entrada
principal e secundária. Com a mecanização dos processos é mais fácil incluir como
pontos de acesso todos os nomes relativos ao trabalho. As ISBDs que reúnem as
normas internacionais para descrição bibliográfica vão sendo desenvolvidas pala IFLA
desde 1969 e já são adotadas pelas bibliografias nacionais e bibliotecas em várias
partes do mundo. Atualmente estão disponíveis, todas associadas com a ISBD(G)
geral:

ISBD(M) 1978 para monografias

ISBD(S) 1977 para publicações seriadas

ISBD(NBP) 1977 para materiais especiais

ISBD(CM) 1977 para materiais cartográficos

ISBD(A) 1980 para música impressa

ISBD(PP) em preparo para analíticas

Para assegurar o CBU outros padrões e normas podem ser citados, como :

 Códigos de catalogação: AACR2, Biblioteca do Vaticano e outras.


 Normas da ABNT para documentação
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 Tabelas de classificação: CDD, CDU e outras

 Tabelas de notação de autor: Cutter, PHA e outras.


Além dos seguintes meios para o controle bibliográfico:
 Catalogação na Fonte

 Direito Autoral/Copyrigth (nome do proprietário) precedido pelo símbolo c e o ano


de registro na BN
 Biblioteca Depositária

 Normalização Documental, normas da ABNT


 Catalogação Cooperativa Automatizada
 Depósito Legal.
Catalogação na Fonte ou catalogação na publicação(cataloging in publicatin), e
ainda segundo Ranganathan "catalogação pré-natal". Defini-se como a catalogação
feita para obras ainda no processo de impressão gravada no verso da folha de rosto.
Seus objetivos são: em relação a editores, facilitar o armazenamento e atender
encomendas de maneira eficaz; quanto ao CBU, difundir rapidamente a produção
bibliográfica além das fronteiras nacionais. Suas vantagens vão além do aspecto de
custo/benefício, mas facilitar encomendas e garantir que o item foi tratado dentro das
normas e técnicas internacionalmente aceitas, no caso ISBD(G) e o AACR2.
Direito Autoral , Lei Nº 9610 de 19 de fevereiro de 1988. Com as novas
tecnologias de produção, difusão e exploração da informação digital, as práticas sobre
o uso da informação vão além do direito do autor e do editor, fala-se uso legal (fair-
use) das obras protegidas, o que deve ser preservado.
Normalização Documental, normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas
Técnicas), membro fundador da ISO (Organização Internacional de Normalização).
Aplicam-se as normas NBRs (Normas Brasileiras Registradas), às diversas áreas do
conhecimento e a Comissão de Documentação foi criada em 31 de março de 1955.
Seu objetivo é estabelecer normas para padronizar a documentação científica,
permitindo a comunicação entre técnicos.

Biblioteca Depositária , é a biblioteca central depositária, no âmbito de órgãos


supervisores da administração federal, estadual e municipal, de publicações
emanadas das respectivas unidades integrantes ou vinculadas na mesma área de
competência, são: CCN/IBICT(Catálogo Coletivo Nacional), FPL(Fundação Nacional
Pró-Leitura , antes INL( Instituto Nacional do Livro), COMUT(Programa de Comutação
Bibliográfica ), AE (Arquivo Estadual), BPOB (Bibliografia de Publicações Oficiais
Brasileiras), CCReg (Catálogo Coletivo Regional), ME (Museu Estadual).
Catalogação Cooperativa Manual/Automatizada, é o trabalho realizado por várias
bibliotecas, obedecendo as normas vigentes, e enviado a uma central que se
encarrega de reproduzir manualmente fichas catalográficas, isto até 1972 no SIC
(Sistema de Intercâmbio de Catalogação). Surge então o MARC (Catalogação Legível
por Máquina), desenvolvido pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e
14

adaptado por Alice Príncipe Barbosa, que até os dias atuais é utilizado em diversos
países com atualizações/renovações compatíveis aos incessantes progressos da
informática.
O Depósito Legal é exigência, por força de lei, de se fazer o depósito de um (1)
ou mais exemplares de toda publicação, de qualquer espécie, reproduzida, em
qualquer suporte, por qualquer processo, e, colocada à disposição do público. As
Bibliotecas Nacionais são agências recebedoras deste depósito.

3.9 Responsabilidade pelo Controle Bibliográfico


Cabe a cada país a tarefa de controlar sua produção bibliográfica, através da
publicação de bibliografias nacionais e/ou da impressão dos catálogos de suas
grandes bibliotecas. O Museu Britânico, a Biblioteca do Congresso Americano e a
Biblioteca Nacional de cada país, entre outros, imprimem catálogos de suas coleções
Através do registro e da publicação de dados relativos à sua produção editorial,
um país não apenas está gravando sua memória bibliográfica como também se
colocando na posição de poder trocar informações bibliográficas com outros países.

A situação das bibliografias nacionais têm variado de acordo com as condições


particulares e inerentes a cada país. Na realidade muitos países, e dentre eles o
Brasil, não têm conseguido publicar de modo regular atual e completo, as relações de
suas publicações, ou sejam, suas bibliografias nacionais.
Geralmente as bibliografias nacionais são baseadas no depósito legal, onde o
autor, em cumprimento a dispositivo legal, entrega cópias de seu trabalho em alguma
agência nacional (Biblioteca Nacional de seu país), obtendo por este processo a
garantia de direitos autorais sobre sua obra.
A primeira referência na legislação brasileira quanto à necessidade de se
depositar material bibliográfico na BN apareceu em 1847, através do Decreto 433 de
3 de julho. Em 1967 o decreto 1.825 de 20 de dezembro determinou que os
administradores de oficina tipográfica enviassem a Biblioteca Nacional do Rio de
Janeiro um (1) exemplar de cada obra que imprimissem. Determinou, ainda, que a BN
publicasse regularmente o Boletim Bibliográfico registrando as aquisições decorrentes
da aplicação do decreto 1.825. A partir de 1983 esse boletim passou a denominar-se
Bibliografia Brasileira produzida inteiramente por computador, pelo sistema
BIBLIODATA/CALCO, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) com aplicação do sistema
MARC (atualmente MARC21), desenvolvido pela Biblioteca do Congresso dos Estados
Unidos e adaptado por Alice Príncipe Barbosa. Atualmente, com os avanços da
tecnologia, os sistemas são amigáveis e permitem migração de dados para outros
sistemas. Alguns novos sistemas internacionais utilizados no Brasil são, entre outros o
Aleph, o Pergamun e o Ortodox.
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4 ISBN: INTERNATIONAL STANDARD BOOK NUMBER

O ISBN - International Standard Book Number - é um sistema internacional


padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país,
a editora, individualizando-os inclusive por edição. Utilizado também para identificar
software, seu sistema numérico é convertido em código de barras, o que elimina
barreiras lingüísticas e facilita a sua circulação e comercialização.

Criado em 1967 por editores ingleses, passou a ser amplamente empregado


tanto pelos comerciantes de livros quanto pelas bibliotecas, até ser oficializado, em
1972, como norma internacional pela International Organization for Standardigation -
ISO 2108 - 1972.
O sistema ISBN é controlado pela Agência Internacional do ISBN, que orienta,
coordena e delega poderes às Agências Nacionais designadas em cada país. A Agência
Brasileira, com a função de atribuir o número de identificação aos livros editados no
país, é, desde 1978, a Fundação Biblioteca Nacional, a representante oficial no Brasil.
O fundamento do sistema é identificar um livro e sua edição. Uma vez fixada a
identificação, ela só se aplica àquela obra e edição, não se repetindo jamais em outra.
A versatilidade deste sistema de registro facilita a interconexão de arquivos e a
recuperação e transmissão de dados em sistemas automatizados, razão pela qual é
adotado internacionalmente. O ISBN simplifica a busca e a atualização bibliográfica,
concorrendo para a integração cultural entre os povos.

Exemplo : ISBN 978-85-60323-04-3

O número 978 identifica o produto livro.

O primeiro grupo de dois dígitos é o identificador de grupo, país ou idioma.


Os cinco dígitos seguintes é o identificador de editor.
Os dois dígitos subsequentes identificam o título.

O dígito final e dígito de verificação.


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5 ISSN: INTERNATIONAL STANDARD SERIAL NUMBER

Sigla adotada internacionalmente para indicar o número normalizado de um


periódico. É identificador de uma publicação seriada exclusivo de um determinado
título.
E constituído de oito dígitos, precedido pela sigla ISSN e impressos em dois
grupos de quatro segmentos:

O IBICT = Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia é a agência


brasileira do ISSN.
E impresso em todos os fascículos do periódico, em posição de destaque, de
preferência na folha de rosto, logo acima da legenda bibliográfica, ou, na falta desta,
no canto superior à direita da folha de rosto. Deve aparecer também na contracapa.
Exemplo : ISSN 1352-9463
1 3 5 2 9 4 6
X
8x7 x 6 x 5 x 4 x 3x 2

8 +21+ 30 + 10 +36 +12 + 12 = 129


dividido por 11 = 11 verificador
17

6 CATALOGAÇÃO

A catalogação objetiva atender às necessidades das Bibliotecas nas pesquisas


em geral, visando aplicações nas atividades biblioteconômicas, bibliográficas e
livrescas. Seus produtos: fichas catalográficas e fichas bibliográficas, citações
bibliográficas, listas de livros, catálogos coletivos, com uniformização/sistematização
de catálogos e bibliografias. A catalogação é utilizada tanto para materiais impressos,
como para materiais nos mais diversos suportes com informações.

6.1 Aspectos históricos


Sec. XIX - Regras determinadas por livreiros, bibliográfos: Andrew Maunsell, Conrad
Gesner e Charles Ami Cutter;
1841 - Panizzi Jewett, Cutter, Lubetzky, Seymour e Ranganathan;
1920 - Código da Vaticana, baseado no Código da ALA de 1908;
1936 -Instruções prussianas;
1949 – Código da Associação de Bibliotecários Americanos - ALA;
1961 - Conferência Internacional Sobre Princípios de Catalogação em Paris -: os
princípios são os mesmos estabelecidos por Cutter, 85 anos antes (entradas em fichas
catalográficas e fichas bibliográficas);
1967 - Código de Catalogação Anglo Americano, AACR;
1978 - Código de Catalogação Anglo Americano, AACR2.

6.2 Aspectos Conceituais


Um dos problemas básicos que vivenciamos é o confronto entre a necessidade
imediata de aprendizagem das regras, códigos ou normas em vigor, e a necessidade,
a longo prazo, de discernimento sobre as próprias regras.

Regras, normas e códigos mudam com o tempo. No entanto, acima e


independente deste, permanece o estudo, preparação e organização das mensagens
codificadas, com base em itens existentes ou passíveis de inclusão em um ou vários
acervo, de forma a permitir a interseção entre as mensagens contidas nos itens e as
mensagens internas dos usuários e usuários potenciais desse(s) acervo(s).

Autor ITEM Serviços da Biblioteca Produtos do Serviço Usuário

REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA ato ou efeito de ser a imagem, tornar presente,


reproduzindo os registros de informação, na forma descritiva/exposição descrita.
18

CATALOGAÇÃO ato ou efeito de catalogar, relacionando em catálogos e


utilizando, manualmente, fichas catalográficas e, on-line, os sistemas disponíveis
para automação das rotinas Centros de Informação/Documentação.
REFERENCIAÇÃO ato ou efeito de referir, contar, relatar, nota informativa de
remissão (em publicação) e fonte de esclarecimento (para o usuário).

6.3 Regras de Catalogação

Exposição das diversas regras do AACR2, com considerações e críticas à 2-


edição de 1978, edição esta preparada por Lubetzky, Spaulding e Osborn e respaldada
na Reunião Internacional de Especialistas em Catalogação=RIEC sob o patrocínio da
IFLA/FIAB = Federação Internacional de Associações e Instituições de Bibliotecários,
em 1975.
As recomendações da RIEC e o empenho de Michel Gorman foram o ponto de
partida para o desenvolvimento do ISBD(M) com pontos de coincidência com entre o
AACR nos aspectos de ordem física dos elementos descritivos e a pontuação padrão.

6.4 Catalogação na Fonte


A catalogação na fonte, também chamada de catalogação pré-natal
(denominação de ranganathan) e catalogação na publicação, é aquela em que a ficha
catalográfïca acompanha o respectivo livro, impressa no verso da folha de rosto, feita
quando a publicação ainda está em fase de impressão.
Muito importante na melhoria da qualidade das catalogações, uniformizando:
parte descritiva, cabeçalhos de assunto, números de classificação, etc. Reduz tempo e
custos da catalogação, facilita as aquisições encomendadas aos editores, instrumento
do CBU.

Os esforços dos SNEL e CBL e o trabalho conjunto de Editoras Universitárias e


Bibliotecas Centrais de Universidades na obrigatoriedade da catalogação na fonte
auxilia na difusão da produção bibliográfica e é um instrumento bastante difundido e
vantajoso.

6.5 Catalogação cooperativa

"É o trabalho realizado por várias bibliotecas e enviado a uma central que se
encarrega de normalizar e reproduzir suas fichas e distribuí-las a uma coletividade".
Definição de Catalogação Cooperativa anterior a aplicação das tecnologias de
automação e exemplarmente representada através de iniciativas como o do Serviço
de Intercâmbio de Catalogação (SIC) do Brasil.
Atualmente a Catalogação Cooperativa é aquela realizada através do
processamento de dados informacionais em sistemas automatizados, com o uso dos
computadores.
19

7 ISBD(M) = DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA INTERNATIONAL NORMALIZADA


PARA MONOGRAFIAS

7.1 Histórico

1969: Trabalho de Michael Gorman, comparando os métodos descritivos de oito


bibliografias nacionais. Este trabalho, apresentado na Reunião Internacional de
Especialistas de Catalogação, é ponto de partida para o estabelecimento de uma
linguagem comum em relação à descrição bibliográfica.
1971: Como resultado das reuniões do Grupo de Trabalho, em Londres, foi publicado
e recomendada a adoção da ISBD(M), como edição preliminar. O seu texto original
em língua inglesa tem tradução para cerca de catorze línguas.
1974: Estudos para adequação daquele texto como definitivo, a partir de sugestões
das Comissões de Catalogação o texto original foi revisado e divulgado entre os pares,
atendendo ao desejo dos usuários, que requeriam um texto mais detalhado e que
incluísse um maior número de exemplos em diferentes línguas.
1977: Em Paris, durante o Congresso Internacional de Bibliografias Nacionais, uma
nova revisão foi distribuída
1978: Lançamento do AACR - Anglo American Cataloging Rules / CCAA - Código de
Catalogação Anglo Americano cujas regras são baseadas no ISBD(G)-Descrição
Bibliográfica Internacional Normalizada (Geral).

7.2 Objetivos
 Facilitar sua interpretação por qualquer país, eliminando a barreira linguística,
como também a conversão manuscrita ou impressa, em forma legível por máquina,
com um mínimo de editoração.

 Permitir que as descrições bibliográficas produzidas em cada país pudessem ser


reconhecidas e integradas nos catálogos de outros países, observando os elementos
essenciais á sua identificação, reunidos numa ordem fixa e ligados por uma pontuação
padronizada.
Três requisitos são indispensáveis em âmbito internacional:
a) facilitar sua interpretação por qualquer país, eliminando a barreira linguística;

b) permitir que as descrições bibliográficas produzidas em cada país sejam


intercambiadas entre unidades de informação de outros países;
c) facilitar a conversão manuscrita ou impressa, em forma legível por máquina.

7.3 Estrutura
Pontuação padronizada, espaços, margens, parágrafos e elementos essenciais.
20

7.4 Pontuação

Os símbolos de pontuação no ISBD(M) têm como finalidade indicar a espécie do


elemento que se segue em cada área, por isso, além dos sinais de pontuação de uso
normal, outros símbolos foram empregados como sinais de pontuação:

( . ) ponto;
( , ) vírgula;
( : ) dois pontos;

( ; ) ponto e vírgula;
( . — ) ponto, espaço, traço, espaço, separam as áreas umas das outras a não ser, no
término dos parágrafos onde é usado o ponto final;
( [ ] ) colchetes, indicam uma informação obtida de outra fonte diferente das
estabelecidas como principais de cada área;
( ... ) três pontos, indicam a omissão de alguma parte de um dos elementos de cada
área;
( = ) igualdade, precede um título equivalente;
( / ) barra oblíqua, precede o primeiro dado referente ao autor;

( & ) E comercial, precede uma indicação de material adicional;

7.5 Ordem dos Elementos


Os elementos da descrição bibliográfica das monografias foram distribuídos em
sete áreas principais:
Área 1 - Título e dado(s) referente(s) ao autor;
Área 2 - Edição;
Área 3 - Imprenta / distribuição;
Área 4 - Colação / descrição física;
Área 5 - Série;
Área 6 - Notas;
Área 7 - ISBN, encadernado ou brochura, preço.

7.6 Símbolos
Têm o mesmo significado que a ISBD(M), no entanto o e comercial (&) foi
substituído pelo sinal de adição(+)

7.7 Outras Informações


Os aspectos referentes a língua, alfabeto e uso de maiúsculas são idênticos a da
ISBD(M).
21

7.8 Fontes de Informação

Áreas Fontes de informação

1. Título e Autor Página de rosto; folhas preliminares e qualquer outra parte da publicação

2. Edição Página de rosto e qualquer outra parte da publicação

3. Imprenta Qualquer outra parte da publicação

4. Colação Qualquer outra parte da publicação

5. Coleção Qualquer outra parte da publicação

6. Notas Qualquer outra parte da publicação

7. ISSN e Qualquer outra parte da publicação


preço

7.9 Língua e Alfabeto

Os dados incluídos nas áreas de título e autoria edição, imprenta e série são
transcritos na língua e alfabeto da publicação. Os dados das áreas da colação, notas e
ISBN, preço e encadernação são apresentados no alfabeto e língua vernáculos.

Abreviaturas
Áreas 1 e 2 – et al. = et alli (e outros)
Área 3 s. l. = sine loco (sem local de publicação)
Área 4 s. n. = sine nomine (sem editor)
cm = centímetros

12345678901234567890

Nº Classificação Ponto de acesso


Nº Cutter Volta do ponto de acesso
Título / Autores; tradutores; ilustradores.
_ n. ed. _ Lugar : Editor, ano.
n. p. : il. ; cm. _ (nome e n. da série).

Nota 1
Nota 2

Pista.
22

8 ISBD(S) = DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA INTERNACIONAL NORMALIZADA


PARA PUBLICAÇÕES SERIADAS

8.1 Histórico

1971: Reunião do Conselho Geral da .FIAB-Federaçao Internacional de Associações e


Instituições de Bibliotecários, em Liverpool, criação do Grupo de Trabalho das
Comissões de Catalogação e Publicações Seriadas com a direçao de membros da
Biblioteca Nacional de Paris.
1974: Como resultado das reuniões do Grupo de Trabalho foi publicado e
recomendada a adoçao da ISBD(S), após uma revisão do texto para eliminação de
variações e discrepâncias.
1975: A partir de sugestões de Centros Nacionais de CBU, o texto original foi revisado
e divulgado antecipadamente para novas discussões, neste mesmo ano, em Paris.
1976: Em Bruxelas, novas discussões e ajustes no ISBD(S) e na Reunião do Conselho
Geral da FIAB, em Lausanne no mês de agosto foi aprovado por todos os
participantes o novo.

1977: Publicação da ISBD(S) em julho 1977

8.2 Objetivos

A ISBD(S) tem por finalidade descrever uma publicação seriada, através dos
elementos indispensáveis à sua identificação, reunidos numa ordem fixa e ligados por
uma pontuação padronizado.

8.3 Ordem dos Elementos


Originalmente, os elementos foram distribuídos, em seis áreas:

Área 1 – título e indicação de autoria


Área 2 – imprenta
Área 3 – colação

Área 4 – indicação da coleção


Área 5 – notas
Área 6 – ISSN e preço

Foram criadas duas novas áreas: 3 (específica de material ou tipo de publicação)


e 7( descrição física). Na área 3, a ISBD(S) deverá incluir informações relacionadas
aos limites numéricos, cronológicos, etc, das publicações seriadas.
23

9 ISBD(G) = DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA INTERNACIONAL NORMALIZADA


GERAIS

9.1 Histórico

1975: Reunião, em Paris, dos representantes das Comissões e Grupos de Trabalho da


FIAB= Federação Internacional de Associações e Instituições de Bibliotecários a fim de
discutir o desenvolvimento de uma estrutura gerai para a ISBD a partir da estrutura
da ISBD(S), 1971, e da ISBD(M), 1979, de modo a abranger qualquer tipo de material
existente em unidades de informação (Bibliotecas, Arquivos, Centros de
Documentação e Museus

1976: Reunião em Londres (março), onde foi apreciada a versão preliminar do


documento de criaç3o do ISBD(G) para assegurar a compatibilizaçao de todas as
ISBDs como forma de unificar os códigos de catalogação para uso em registros sob
suas diversas formas (catálogos de fichas, fitas magnéticas, arquivos on-line), Michael
Gorman, do Comitê de Revisão do AACR foi redator do texto inicial.
1976: Em Lausanne o Conselho Geral da FIAB, após varias reuniões elaborou um
texto para nova rodada de discussão, agora em Londres, no mês de dezembro, onde
decisões importantes foram tomadas para publicação do documento final.
1977: Durante o Congresso Internacional de Bibliografias Nacionais, Paris, set., a
FIAB distribuiu o texto recomendando revisão de cinco em cinco anos.

9.2 Objetivos
A ISBD(G) é destinada aos diversos Grupos de Trabalho da FIAB para
formulação de outras ISBDs especializadas para categorias especiais de documentos.
Não é um instrumento de trabalho do catalogador

9.3 Estrutura
Idêntica a da ISBD(M), e a partir da reunião de Paris, todas asa ISBDs
especializadas devem ser baseadas na ISBD(G).

9.4 Especificação dos Elementos

Idêntica a da ISBD(M), no entanto o e comercial (&) foi substituído pelo sinal de


adiçao(+)

9.5 Pontuação
Idêntica a da ISBD(M).
24

9.6 Ordem dos Elementos

Originalmente, os elementos foram distribuídos, em oito áreas :


Área 1 - Título e indicação de autoria
Área 2 – Edição

Área 3 – Específica de matérial ou tipo de publicação


Área 4 - Imprenta
Área 5 - Colação

Área 6 - Indicação da coleção


Área 7 - Notas
Área 8 - ISSN e preço

Foram criadas duas novas áreas - 3 (específica de matérial ou tipo de


publicação) e 7 (descrição física). Na área 3, a ISBD(S) deverá incluir informações
relacionadas aos limites numéricos, cronológicos, etc, das publicações seriadas.

12345678901234567890

Número de Ponto de acesso


Chamada Volta do ponto de acesso
Área de título / Indicação de
responsabilidade. _ Área de edição. _ Área dos
detalhes específicos e do material (ou do tipo de
publicação). _ Área de publicação, distribuição.
Área da descrição física. _ (Área da série e
número da série).

Área das notas

Pista.
25

10 FORMA DE ENTRADA

10.1 Entrada
Segundo Ferreira (1980) é a "expressão ou palavra que, encabeçando uma
notícia bibliográfica, iconográfica, etc. ou uma ficha catalográflca, indica o aspecto
(autoria, título, assunto, etc.) [Quando se trata de ficha diz-se também cabeçalho]".
A entrada ou cabeçalho ou ponto de acesso ou palavra de ordem é o sobrenome
do autor, o último sobrenome ou entradas de entidades e ainda entrada pelo título
REGRA GERAL, a entrada deve ser dada pelo último sobrenome com exceções :
 Sobrenomes unidos por hífen
Ex.: Villa-Lobos, Heitor
 Sobrenomes com duas ou mais palavras formando uma expressão
Ex.: Boa Morte, Laís
 Contiver elementos como santo são, etc.
Ex.: Espírito Santo, Ênio do
Santo Angelo, Estevão de
 Sobrenomes com apóstrofo
Ex.: D'Amorim, Maria da Conceição
 Designativos de parentesco como Filho, Neto, Sobrinho, Irmão, Júnior, não são
sobrenomes.
Ex.: Nunes Neto, João
10.2 Regras Especiais para Nomes Estrangeiros
A entrada é dada pelo último sobrenome e seguindo as regras de uso dos países.
 Espanha - os nomes espanhóis funcionam aparentemente como sobrenomes
compostos, pois sua constituição é diferente, o nome próprio é seguido do
sobrenome do pai. para depois vir o sobrenome da mãe
Ex.: Garcia Lorca. Frederico
 Alemanha - os sobrenomes alemães possuem partículas (preposições) que são
entradas, com excecão de von.
Ex.: Vom Ende, Erick
Zur Linde, Otto
Goethe, Johann Woffgang von
 Irlanda e Escócia - as partículas são entradas (: Mac, Mc, M, O', Fitz, A, Ab).
Ex.: Mac Gregor, William
O'Neill, Dennis
Fitz Gibbon. John.
 Itália - nos nomes modernos as partículas são entradas (De, Degli. Del, Lo. Di e
Dei).
26

Ex.: De Sicca, Vittorio


Del Bene, S.
Lo Santi, António.
 França-a partícula e os artigos são entradas, exceto de e d'.
Ex.: Musset, Alfred de.
Alembert, Jean Lê Rond d'.
La Fontaine, Jean de.
 Holanda - (nomes flamengos), as partículas não são entradas, com excecão de Ver.
Ex.: Nilsen, Andrew G. M. van.
Ver Boren, Daisy.
 China - os nomes chineses possuem 3 elementos e o prenome vem ligado por hífen
ao nome da clã (o nome da clã é grafado em minúscula), e já são invertidos
(colocar a vírgula após o primeiro nome)
Ex.: Mão, Tse-t'ung.
 Japão - para os nomes modernos, segue-se a regra geral.
Ex.: Yanamoto, Shinishi.
 Grécia e Roma Antigas, entradas em latim.
Ex.: Eurípedes, 484-407 a.C
Caesar, C Júlio.
10.3 Nomes de Santos, de Religiosos e Títulos Honoríficos e Nobiliárquicos
 Nomes de Santos
Ex.: Francisco de Assis, santo
Tomás de Aquino, santo
 Para nomes de santos que foram papas, monarcas entrar pelo prenome
Ex.: Isabel, Rainha de Portugal
PioX, Papa
 Religiosos - com nome adotado na ordenação, usar o nome como entrada,
conservando o nome de batismo usar a regra geral
Ex.: Vicente do Salvador, Frei.
Barbosa, Marcos.
 Autores com títulos honoríficos e nobiliárquicos
Ex.: Marie Antoinette, rainha de França, 17....- 1789
Pedro I, imperador do Brasil, ( data de nascimento e morte)
Ouro Preto, Afonso de Assis Figueiredo, visconde de
Bacon, Francis, viscont of Saint Alban.
Churchill, Sir Winston.
 Espíritos - acrescentar ao nome estabelecido para uma comunicação mediúnica a
palavra espírito entre parênteses.
Ex.; Meimei (Espírito).
10.4 Entradas de Entidades, Sociedades
Entidades, Instituição, sociedade, pessoa jurídica estabelecida para fins
específicos. Os atos das pessoas, do grupo são do todo, da entidade, da corporação.
Nos trabalhos de entidades, como, por exemplo, os relatórios, a pessoa é esquecida
mesmo que nele tenha o seu nome, a entidade é a responsável, detém a autoria. As
27

entidades são compostas de pessoas jurídicas seja no campo privado, seja no campo
público ou governamental.
São entidades: Associações
Firmas comerciais
Empresa
Sociedades assistenciais
Clubes
Colégios
Repartições governamentais
REGRA GERAL - As entradas podem ser diretas (pelo nome da entidade ou
sociedade) e indireta (como subcabeçalho de uma outra entidade, caso constituam
unidade de serviço daquela entidade)
 Consulados / Embaixadas / Legação - representação permanente do governo de um
país em outro. É feita como subcabeçalho do cabeçalho usado para o país
representado. O subcabeçalho é registrado na língua do país representado.
Ex.: França. Consulat (Rio de Janeiro)
Canadá. Embassy (Bélgica)
 Forças Armadas (a nível nacional)
Ex.: Brasil. Exército
Brasil. Aeronáutica
Brasil. Marinha
 Denominação genérica deve ser precedido pelo órgão superior
Ex.: Brasil. Ministério das Minas e Energia. Departamento de Administração
Itamaracá. Prefeitura
Rio de Janeiro (Estado). Secretaria de Saúde
 Em caso de ambiguidade coloca-se, entre parênteses no final o nome da Unidade
geográfica
Ex.: Instituto Médico Legal (RJ)
Instituto Médico Legal (SP)
10.5 Regras Especiais para Entidades/Sociedades
ENTRADAS DE EVENTOS (Conferências, Jornadas, Seminários, Encontros, Painéis,
etc.).
Ao cabeçalho da conferência acrescente o número da conferência, o ano e o
lugar data (Acrescente o ano no qual a conferência foi realizada se o cabeçalho for
para uma única reunião).
Acrescente datas específicas se for necessário distinguir duas ou mais reuniões.
Ex.: Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (8. : 1984 : Campinas)
28

11 TÍTULO UNIFORME

11.1 É Recomendado Quando:


a) obra que aparece com variações no título principal, e o item que está sendo
catalogado traz um título principal diferente do título uniforme, ou
b) título principal requer o acréscimo de outro elemento (R 25.5) para fins de
ordenação no catálogo, ou

c) título principal igual ao título principal de outra obra (como entrada principal, ou
como entrada secundária), necessitando ser diferenciado um do outro, ou
d) redação do título principal pouco claro, devido a palavras introdutórias ou inclusão
de um dado de responsabilidade.

11.2 Tipos de Documentos para uso oo Título Uniforme


a) manuscritos heterogênios e grupos de manuscritos;
b) incunábulos (documentos impressos antes de 1500);
c) leisetc.;

d) sagradas escrituras;
e) obras litúrgicas, musicais e literárias;
f) comunicações de papas e Cúria Romana

11.3 Pontuação e Localização


O título uniforme deve ser colocado entre colchetes, antecedendo o título
principal. Em alguns casos, ele constitui um parágrafo intermediário entre o cabeçalho
e o título principal.
Ex. : Brasil

[Constituições]

11.4 Acréscimo ao Título Uniforme

Acrescente ao título uniforme, entre parênteses, palavra ou palavras explicativas


apropriadas, frase sucinta ou outra designação, a fim de distinguir um título uniforme
usado como cabeçalho, de outro cabeçalho idêntico ou semelhante, ou títulos
uniformes idênticos (R 25.5B e R 25.5C)
Ex.: Brasil
[Constituição (l 988)]
29

12 FICHAS REMISSIVAS

Podem ser de três diferentes tipos, conforme a modalidade de informação


que prestam ao usuário.

ATENÇÃO: as remissivas só podem indicar cabeçalhos existentes na


biblioteca.

 Fichas “ver” remetem de um cabeçalho não autorizado para o cabeçalho


autorizado.
 Fichas “ver também” remetem o usuário a outros cabeçalhos utilizados.
 Ficha “explicativa” esclarece melhor sobre adoção de entradas

123456789012345
1
2
3
4 Mello e Souza
5
6 Ver
7
8 Souza, Mello e
9
0

123456789012345
1
2
3
4 Souza, Júlio Cezar de Mello e
5
6 Ver
7
8 Souza, Mello e
9
0
30

123456789012345
1
2
3
4 Tahan, Malba
5
6 Pseudônimo de Júlio Cezar de Mello e Souza
7 Ver Também
8 Souza, Mello e
9
0

123456789012345
1
2
3
4 Souza, Mello e
5
6 Pseudônimo de Júlio Cezar de Mello e Souza
7 Ver Também
8 Tahan, Malba
9
0
31

13 FORMATO DE REGISTRO BIBLIOGRÁFICO – MARC

MARC – Acrônimo para MAchine Readable Cataloging


O uso e expansão do formato MARC deveu-se, sobretudo, à necessidade de se
intensificar o Controle Bibliográfico Universal (CBU).
O formato bibliográfico, que é um instrumento de racionalização de
procedimentos na automação dos serviços e produtos de informação, assume esta
função de linguagem comum, disciplinando o fluxo documental, como também
viabilizando e otimizando o intercâmbio institucional e internacional de informações
bibliográficas.

Como atua um formato bibliográfico?


O formato bibliográfico registra, segundo determinado padrão, as características
bibliográficas, gerando um registro que substitui o item físico em um sistema de
registro/recuperação das informações. Através do formato bibliográfico é possível a
descrição completa, formal e física, mas não a descrição temática, já que esta
depende do contexto onde o documento se insere.

Nesse sentido, o formato MARC é um exemplo de formato bibliográfico,


sobretudo porque tem sido amplamente utilizado por bibliotecas em todo o mundo.
Como expusemos inicialmente, MARC significa MAchine Readable Cataloging,
cuja tradução pode ser representada por Catalogação Legível por Máquina, ou seja, o
registro bibliográficos, tradicionalmente mostrado em catálogos que inclui elementos
tais como, a descrição do item, as entradas principais e secundárias, cabeçalhos de
assunto e a classificação ou número de chamada, é convertido em metadado através
de uma linguagem pré-estabelecida de forma ser interpretado por uma máquina
específica, nesse caso, um computador.

Para a descrição do documento são utilizadas as regras contidas no Código de


catalogação Anglo-Americano, assim como para a definição das entradas principais e
secundárias.

Para a definição dos cabeçalhos de Assunto, podem ser utilizadas a “Lista Sears
de Cabeçalhos de Assunto (LCSH)z ou a Library of Congress Subject Headings, ou
alguma outra lista de padronização de cabeçalhos de assunto (Tesauros).

O número de chamada propõe a classificação CDD ou CDU, além do subarranjo


pela entrada de autor que pode ser definido de acordo com o interesse da instituição.

13.1 Histórico
O MARC surgiu inicialmente em 1966, criado por bibliotecários da Library of
Congress, com a finalidade de automatizar os procedimentos. Foi definido inicialmente
como MARC I, tendo evoluído para MARC II ou LC MARC após apresentar a separação
entre diretório, códigos de subcampos e parágrafos.
32

Ao passar a utilizar números, letras e sinais gráficos para marcar os campos e as


informações no registro, o LC MARC evoluiu para o MARC 21. O padrão proposto pelo
LC MARC deu origem também a outros padrões, tais como UKMARC (Reino Unido),
CANMARK (Canadá) e formatos CALCO e IBICT (Brasil).

13.2 Principais Termos e Descrições do Formato MARC 21


Em mudanças aprovadas recentemente1, surgiu o conceito de integração de
formato, que é a possibilidade de um signpost ser utilizado para os diferentes tipos de
publicações, ao invés de um signpost para cada tipo.

13.3 Designadores de Conteúdo

 Campos – cada registro bibliográfico é dividido dentro de campos. Dessa forma,


há o campo do autor, do título, e assim por diante. Por sua vez, esses campos
são divididos em subcampos. Os campos são representados por 3 dígitos,
chamados etiquetas ou tags.

 Etiquetas – uma etiqueta identifica o campo, o tipo de dado que segue.

13.4 Etiquetas usadas mais freqüentemente:

010 Número de Controle da Biblioteca do Congresso


020 ISBN
100 Autor
245 Título
250 Edição
260 Imprenta
300 Descrição Física
440 Entrada Secundária de Série
520 Notas
650 Cabeçalho de Assunto
700 Entrada Secundária de Autor

Nos registros MARC apenas 10% das etiquetas são mais utilizadas.
Subcampos – cada tipo de informação contida num campo é chamado de
subcampo e cada subcampo é precedido por um código de subcampo.

1
O Comitê MARBI (Machine Readable Bibliografic Information) e 0 MARC Advisory são responsáveis pela
aprovação das alterações no formato.
33

300 ## $a 675 p. : $b ill. : $c 24 cm.

300 = etiqueta
$a = subcampo para número de páginas

$b = subcampo para ilustrações


$c = subcampo para informações físicas

Código de subcampo – são letras minúsculas, precedida por um delimitador.


$ = delimitador
A = código de subcampo

13.5 Algumas Regras Gerais

a) Etiquetas são divididas por centenas


As divisões do registro bibliográfico são:

0XX Controle da Informação, Números, Códigos


1XX Entrada Principal
2XX Títulos, edição, imprenta
3XX Descrição Física
4XX Série
5XX Notas
6XX Entradas de Assunto
7XX Entradas Secundárias
8XX Série
9XX tem sido deixada para informações locais, tais como número de código de
barras, registros, etc.

b) Pontos de acesso são campos que estão sob o controle de autoridade, ou seja,
sob uma forma pré-estabelecida de entrada. Os pontos de acesso são:
- Entradas principais
- Série
- Cabeçalho de Assunto
- Entradas secundárias
34

13.6 Planilha Principais CamPos Variaveis do Formato Marc

PARÁGRAFOS CAMPOS VARIÁVEIS

NOME COD

ISBN/ISSN

N° CHAMADA 030 N° classificação / n° Cutter / n° edição

AUTOR 100 Autor individual Autor entidade coletiva Autor congresso


110
111

TITULO 130 Título uniforme Título da obra

243
EDIÇÃO 230 Edição

PUBLICAÇÃO 260 Publicação, distribuição

DESC. FÍSICA 300 Descrição física

SERIE 440 Série (titulo)

NOTAS 500 Notas gerais Notas "encadernado com" Nota dissertação ou tese Nota
501 bibliográfica Nota de conteúdo
502
504
505

ASSUNTO 650 Assunto tópico

ENTR. SECUND. 700 Nome pessoal Entidades Sem inários, conferências Série - Título
710
711
830
35

CATÁLOGOS ON-UNE-www.bn.br

FICHA CATALOGRÁFICA
Autoria: Suassuna, Ariano,O 1927-
Título: Auto da compadecida / Ariano Suassuna ; " capa de Rubens
Gerchman. -
Edição: 17a ed. -
Imprenta: Rio de Janeiro : Aglr,O 1981.

Descrição física: 203p. ; 18cm. -


Série: (Teatro moderno)
Classificação: B869.2
Assuntos: Teatro brasileiro.O

FOMULÁRIO EM MARC

LOR 00579nam 22002177a 4500


001 96101716365045001
003 Br

005 19970609210000.0
008 821006sl981 brj 000 O por u
040 __ |a Br jbpor
082 04 |a B869.2
100 1_ |a Suassuna, Ariano, |d 1927-
245 10 |a Auto da compadecida / |c Ariano Suassuna; capa de Rubens Gerchman.-

250 _ |a 17aed.
260 _ |a Rio de Janeiro : |b Agir, |c 1981.
300 __ |a 203p.; |c 18cm. -

440 _1 |a (Teatro moderno ; |v 3)


650 04 |a Teatro brasileiro.
36

CATÁLOGO ON-LINE LIBRARY OF CONGRESS - http://catalog.loc.gov

FICHA CAIALOGRÁFICA FORMULÁRIO MARC

LC 94831114 LC 94831114
Contrd Contra!
Type of Book (Print, Microform, Electronic 010 _ |a 9483 11 14
Number: Number:
Matéria!; etc, )

Brief Suassuna, Ariano. 042 _ já icode


Descripti
Auto da compadecida / Ariano 050 00 jaPQ9697.S79 |bA8 1993
on:
Suassuna,
27a, ed, 082 00 j a 869,2 j 2 20

Rio de Janeiro, RJ ; Agir, [1993] 10O 1_ j a Suassuna, Ariano,

203 p, j 19crn. 245 10 | a Auto da compadecida


/ |c Ariano Suassuna,

ISBN; 8522002657 250 _ já 27a, ed,

CALL PQ9697.S79A8 1993 26O |a Rio de Janeiro, RJ ; j b


NUMBER; Agir, |c [1993]

Copy 1 3OO _ já 203 p. ; |c 19 cm,

— Jefferson or Adams B!dg General 490 1_ já Teatro moderno ; j v 3


Request ar Área Studies Reading Rms
in:

— Not Charged 830 _0 já Teatro moderno (Rio


Status; de Janeiro, Brazi!) .; j v 3,

CALL PQ9697.S79 AS 1993


NUMBER:

Copy 1

— Jefferson or Adams B! dg
Request General or Área Studies
in; Reading Rms

— Status: Not Charged


37

REFERÊNCIAS

Texto para utilização em sala de aula, baseado em:


BARBOSA, A. P. Novos rumos da catalogação. Rio de Janeiro: BNG/BRASILART, 1978.

GUINCHAT, C. ; MENOU, M. Os programas e sistemas internacionais de informação.


In:______. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação. 2.
ed. corr. e aum. Brasília: IBICT, 1994.

GUINCHAT, C. ; MENOU, M. Os tipos de documentos. In:______. Introdução geral às


ciências e técnicas da informação e documentação. 2. ed. corr. e aum. Brasília: IBICT,
1994.

PRYSTHON, C. [Notas de aula]. Recife, 1997


SILVA, T., E. Política de informação na pós-modernidade : reflexões sobre o caso do
Brasil. Informação e Sociedade : estudos. João Pessoa, v.1, p.9-12, 1991.
38

EXERCÍCIOS TEÓRICOS

1 - Leia o artigo abaixo referenciado e faça o que se pede:


PINTO, Maria Cristina Beílo Ferreira. Catálogos & bibliografias : evolução histórica
do trabalho de controle bibliográfico. Revista da Escola de Biblioteconomia da
UFMG, Minas Gerais, v. 16, n. 2, p. 143-158, set. 1987.
a) defina os temos: bibliografia, catálogo e catalogação.

b) descreva, de forma sucinta, a evolução da catalogação.

2 - Do capítulo abaixo referenciado, liste todos os anos citados e junto transcreva o


fato ocorrido:
CHAUMIER, Jacques, As técnicas documentais. Mira Cintra : Europa América,
1971. Cap. l, p. 7-12 : História da documentação.

3 - Leia o artigo abaixo referenciado e faça o que se pede :


MEY, Eliane Serrão Alves. Da espiral do conhecimento à catalogação. Revista de
Biblioteconomia de Brasília. Brasília, v.15, n.2, p.137-148, juí. / dez. 1987
a) Quais os problemas vivenciados em cursos de catalogação?
b) Quais os aspectos do processo de comunicação na biblioteca?
c) Transcreva os modelos dos : "ponto de vista do grupo social" e "ponto de vista
da biblioteca".
d) Defina catalogação em geral e de forma especificai

e) Qual o objetivo da catalogação? -


f) Liste as funções da catalogação. -
g) O que é necessário para atingir maior número de usuários / indivíduos?

h) Responda :
A catalogação se constitui de :
A característica fundamental em uma descrição é:

De que é constituída a terceira parte da catalogação e para quem está voltada?


i) O que se deseja ressaltar no texto lido?
39

EXERCÍCIOS TEÓRICOS DO AACR2

4 - Consulte o AACR2 e responda:


a) Quantos volumes compõem o Código?
b) Qual o título deles?

c) Que elementos formam o volume 1?


d) Relacione os capítulos, apêndices e índices do volume 1.

5 - Leia a Introdução à Tradução Brasileira contido no volume 1 do AACR2 e


realize o que se pede:
a) Por que os exemplos da edição brasileira do AACR2 não são de material do
país?
b) O que indica o asterisco no Apêndice B? Dê um exemplo.
c) Do AACR2 indique: a) origem e b) órgãos envolvidos na preparação do texto.

6 - Ler a Introdução da parte 1 do AACR2 e responder às questões :


a) Qual o conteúdo da parte 1 ? E qual a base de suas regras?

b) Qual o conteúdo dos seus capítulos? E qual a base de suas regras?


c) A que se aplicam as regras do capítulo 1?
d) Qual a característica da numeração das regras? E que elementos compõem o
número das regras?
e) Qual o princípio fundamental da descrição do item?
f) Que materiais possuem área específica? Cite número e nome dela.

g) É obrigatório o uso de todos os elementos da ISBD(G) para todos os materiais?


Exemplifique.
h) Quais as características das notas?

i) Que sistemas foram adotados para as medidas?


j) Que alternativas têm as bibliotecas quanto ao nível de descrição? E qual o
propósito da normalização da descrição em níveis?

k) Qual o conteúdo do capítulo 13?


l) Os apêndices têm a mesma estrutura?

7) Consultando o volume 1 do AACR2, responda:


a) Transcreva as abreviaturas das seguintes palavras : pseudónimo, colorido,
ilustrador, fascículo, prefaciador, tradutor, organizador.
40

b) Quantos níveis de descrição existem?

c) Veja a regra 1.1 e indique os títulos existentes.


d) Qual a pontuação que deve ser substituída caso aparece na fonte principal de
informação? Qual a regra?

e) Quais as informações que podem ser indicadas na área de descrição física?


f) Qual a pontuação indicada para títulos equivalentes e alternativas? Qual a
regra?

g) Quando o autor é o editor que devemos fazer na área de publicação


distribuição? Qual a regra?
h) Quando a indicação de responsabilidade está explícita no título, como deve ser
indicada na área de título e de indicação de responsabilidade? Qual a regra?
i) Quando uma obra possui 22,2 centímetros de diâmetro como devemos proceder
na área da descrição fisica? Qual a regra?

8 - Ler a Introdução Geral do AACR e anotar AACR2 :


a) base das regras do volume 2.

b) formas de diferenciar o cabeçalho e/ou título uniforme dos descritivos (


descrição).
c) opções para apresentar a entrada pelo título principal.
d) expressões que identificam a necessidade de julgamento pelo catalogador.
e) valor do conteúdo dos apêndices.
f) Caráter dos exemplos e de sua forma de apresentação.

9 - Ler a Introdução ao volume 2 da Edição Brasileira e responder às seguintes


questões

a) Para que se deve consultar o volume 2 ?


b) São brasileiros os exemplos apresentados?
c) Qual a função das notas de tradução? Como são identificados?

d) Contém quais decisões brasileiras?


e) Qual o título e conteúdo do Apêndice D?

10) Qual a entrada para uma obra psicografada? Qual a regra?

11) Consultando o capítulo 21 do AACR2, responda :

a) Qual o objetivo do capítulo 21?


41

b) Como se classificam os pontos de acesso?

d) O que abrangem os pontos de acesso?


e) Que capítulos devem ser consultados para se determinar a forma dos pontos de
acesso? Anote o número e o título de cada um.

f) Que abreviaturas podem ser acrescentadas a cabeçalhos de entrada secundária


de pessoa?
g) É possível utilizar outras abreviaturas?

h) Que pessoas podem ser consideradas como autor?


i) Quais os tipos de entrada possíveis para uma obra de uma ou mais pessoas?
j) Quais os exemplos citados de entidade?
k) Para quais obras devem ser dados cabeçalhos de entrada de entidade?
1) Como pode ser a entrada de uma unidade subordinada a uma entidade?
m) Quando se deve dar entrada de uma obra pelo título?
n) Como deve ser a entrada de uma obra de autoria de uma só pessoa?
o) Como deve ser a entrada de obra proveniente de única entidade?

12) Determine as entradas e coloque em ordem alfabética, utilizando a NBR6033/89


01 Silvio Romero de Melo de Melo Ferreira, Roberto Quental Coutinho
02 Secretaria de Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo
03 Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano da Prefeitura do Município de
São Paulo
04 Prefeitura da Cidade do Recife

05 Coordenação de Assuntos Multilaterais do Ministério da Ciência e Tecnologia


(Brasil)
06 Escola de Comunicação da Universidade Federasl do Rio de Janeiro

07 12ª Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional em São José


do Rio Preto - agosto de 1980
08 São Paulo terá a primeira Universidade de Tecnologia

09 Técnicas de comunicação escrita


10 Os males do fumo
11 Confederação Nacional dos Transportes em Educação

12 Lei n- 5.172, de 25 de outubro de 1966 (Brasil)


13 Ministère dês Finances du France
14 General Eletric do Brasil S.A.
42

15 Seminário sobre Comercialização de Resultados de Pesquisa, 23 a 25 de


setembro de 1987, Rio de Janeiro - RJ
16 Da universidade "moderna" à universidade "disciplinada"
17 Salvatore Dónofrio

18 Jônatas Batista Neto


19 João A. Freyre-Pereira
20 Gláucia Villas Boas

21 José Rogério Cruz e Tucci


22 Lúcia Valentini, Clibas Vieira, Alcides Reis Conde e António Américo Cardoso
23 Thomax P. Magalhães Neto, Cari H. Christensen e Angela Schmidt
24 Eliana Valdés Lopes e Solange Rollo
25 Philip E. Piele, Terry L. Eidell, Stuart C. Smith (organizadores)
26 Ministério da Previdência Social (Brasil)
27 Núcleo de Restauração de Bens Móveis do Instituto de Documentação da
Fundação Joaquim Nabuco
28 Decreto n- 94.664, de 23 de julho de 1978 (Brasil)

29 Associação Brasileira de Normas Técnicas


30 Secretaria de Ação Social do Estado de Alagoas
31 Livro 7 Empreendimentos Culturais Ltda
32 Para onde vai a universidade brasileira?
33 O equívoco dos mestrados
34 Beteau Mouche VI reflete tragédia brasileiras

35 4º COLE - Congresso de Leitura do Brasil de 12 a 15 de novembro de 1983,


Campinas - SP
36 Prefeitura Municipal de Igarassu

37 Petronildo de Oliveira Santa Cruz


38 Da estrutura do ensino à educação brasileira
39 Decreto-lei n- 3365, de 21 de julho de 1941 (Brasil)

40 Blanca Jiménez Jaén

13 - Leia a Apresentação do livro Notação de Autor de Donald J. Lehnus e prepare


a cronologia (histórico) da notação de autor, registrando em uma coluna o ano e em
outra íao lado) o acontecimento correspondente.
43

14 - Consulte as páginas 13 a 18 do livro acima citado e responda às questões


abaixo:
a) Que é número de chamada?
b) Onde se localiza nas fichas do catálogo?

c) Quais seus componentes?


d) Qual a parte básica da notação de autor?
e) Como se forma o número do autor?

f) Que outros elementos podem aparecer na notação de autor?


g) Quais os dois objetivos desses elementos complementares?
h) Que indicam os elementos do número de chamada?
i) Em que diferem os números de classificação e do autor?
j) Quais os principais propósitos da notação de autor?
1) De que depende a complexidade da notação de autor?
m) Os diversos tipos de bibliotecas não determinam a notação de autor da mesma
maneira. Em que diferem?
n) Qual a função básica do número de chamada?

o) Que catálogo deve ser consultado ao se estabelecer o número de chamada?


Com que finalidade?
p) O que determina a extensão da notação de autor?
q) Como são considerados os algarismos da notação de autor?
r) Qual a consequência do enfoque acima?

15 - Leia as páginas 10 e 19 do livro que está consultando e cite o que se pode


utilizar para estabelecer notação de autor.

16 - Escreva seu nome completo e crie um título para um livro hipotético que
escreveu. Determine sua notação de autor, conforme a Tabela Cutter-Sanborn e
a tabela da página 19 do livro Notação de Autor.

17 - Estabeleça a notação de autor para os seguintes cabeçalhos de entrada, usando a


Tabela Cutter-Sanborn:

a) MacKand, Richard. 1) Del Lunge, Isidoro.


b) McKnight, David. m) Van Buren, Martin.
c) M'Down, Beatriee. n) Van der Post, ChristianWillem.

d) O'Neill, Florence. o) Am Thyn, Augustus.


44

e) La Bruyère, René. p) Aus'm Weerth, Ernest.

f) Lê Rouge, Gustave. q) Day-Lewis, Cecil.


g) Lo Savio, Niccoló. r) A Mariel, Vasile.
h) D'Anvers, Knightley. s) Al Yasin, Muhanmad Masan.

i) De Morgan, Auguste. t) Aã, Pieter Van der.


j) De Ia Maré, Walter. u) ÓFaolaín, Sean.

18 - Determine o número de chamada das obras abaixo indicadas. O número de


classificação aparece entre parênteses após o título. Empregue a Tabela
Cutter-Sanborn para estabelecer a notação de:
a) Grande Enciclopédia Delta (03 )
b) De William Shakespeare, o livro Hamlet que existe na biblioteca também
com os títulos:
- ATragédia de Hamlet ( 820 )
- Hamlet, o Príncipe da Dinamarca ( 820)
- Hamlet ( 820 )
c) De José de Alencar:
- Til (869.0(81))
- O Tronco do Ipê( 869.0(81))
d) De Edgar Rice Burroughs:
- Tarzan, O Terrível ( 820(73) )
- Tarzan, O Invencível ( 820(73) )
- Tarzan, O Magnífico ( 820(73) )
- Tarzan e os Homens Formigas ( 820(73) )
- Tarzan no Centro da Terra ( 820(73))
e) Física Teórica (os dois volumes) de Gustav Jáger ( 53)
f) O Seminarista (3 exemplares) de Bernardo Guimarães ( 869.0(81))
g) A 1a e a 2a edição(1974) de Organize sua Biblioteca de Heloísa Almeida Prado
(025)
h) O livro Joaquim Nabuco escrito por Gilberto Freyre ( 92 )
i) Minha Vida e Minha Obra da autoria de Henri Ford ( 920.91 )
j) Apontamentos Históricos-Genealógicos sobre a Família Pacheco e Silva, obra
escrita por João Baptista de Souza Filho (929.2)
k) De Agatha Christie:
- O Trem Azul ( 820 )
- O Caso dos Dez Negrinhos ( 820)
45

EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE CATALOGAÇÃO

1) VICENTE MASIP
GRAMÁTICA HISTÓRICA PORTUGUESA E ESPANHOLA
Um estudo sintético e contrastivo
Prólogo de José António P. Gutiérrez
E.P.UE.P.U. - Editora Pedagógica e Universitária Ltda.
Impresso em São Paulo ISBN: 85-12-30750-1
2003 23 cm
239 páginas

2)
Lógica de Programação
André Luiz Villar Forbellone
Henri Frederico Eberspacher
2° Edição Revisada e Ampliada
Persona Education do Brasil
ISBN 85-346-1124-6 24-6
Makron Books 24 X 16 centímetros
197 páginas ilustradas
São Paulo
Bibliografia
2000

3) Série Ramalho
Teoria e Prática
Html 4
José António Ramalho
3ª Edição 2ª Reimpressão
São Paulo
Editora Berkeley
ISBN 85-7251-542-9
2000
Ilustrações em preto e branco
163 páginas 16 x 23,5 cm
4)
Maestros de la literatura contemporânea
PABLO NERUDA
Veinte poemas de amor
Una canción desesperada
Cien sonetos de amor
Distrubución: Vaccaro Sanchéz
Editorial Losada, S.A.
Buenos Aires, Argentina Copyright 1956 Impresso em Espana
1995 Capa dura azulada
Sem ilustrações
222 páginas
12,3 x 21,7 x 2 centímetros
ISBN obra completa: 84-487-0400-2
ISBN: 84-487-0402-9
46

INTRODUÇÃO GERAL
5) ÀS CIÊNCIAS E TÉCNICAS DA
INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO
Claire Guinchat e Michel Menou
Segunda edição corrigida e aumentada por
Marie-France Blanquet
Tradução de Miriam Vieira Cunha
Brasília, 1994
MCT/CNPq/IBICT
IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Título original: Introduction générale aux
sciences et techniques de
línformation et de la
documentation.
ISBN 85-7013-050-3 540 páginas

6) Márcio de Souza
A Caligrafia de Deus
São Paulo
Marco Zero
1994 ISBN 85-279-0168-4
Ilustrado 159 páginas
21 centímetros R$32,00

7) DANTE DELMANTO

Defesas que fiz no júri


Segunda edição

Editora Saraiva Ltda


São Paulo 178 páginas
1980 21 centímetros

8) MICHEL FOUCAULT

Microfísica do poder
Introdução e revisão técnica de
Roberto Machado

9ª edição
295 páginas
GRAAL 21 centímetros
1990 Inclui bibliografia
Rio de Janeiro Coleção: Biblioteca de filosofia e história
das ciências; v.7
47

9) NOAM CHOMSKY
11 DE SETEMBRO
6ª EDIÇÃO
Tradução
LUIZ ANTONIO AGUIAR
160 páginas 21 centímetros
BERTRAND BRASIL, 2002 ISBN 85-286-0861-1
Rio de Janeiro Título original: 11-9

10) GEORGE ORWELL

1984
28ª EDIÇÃO
Tradução
Paulo Ronai
Rio de Janeiro Título original: Ninetee Eighty Four
Ed. RECORD 284 páginas 22,6 centímetros
1984 Nome verdadeiro: Eric Arthur Blair

11) GABRIELA, CLOVE AND


CINNAMOM
JORGE AMADO
Translated by James Taylor and
William Grossmann
Avan Books
New York Título original: Gabriela Cravo e Canela
425 páginas 25 centímetros
Copyright 1958

12) Traduzido por José Roberto Withaker


Penteado

POSICIONAMENTO
Como a mídia faz sua cabeça

Al Ries &
Jack Trout
Título original: Positioning
Livraria Pioneira Editora 171 páginas 22 centímetros
São Paulo Inclui índice remissivo
1987 Coleção Novos Umbrais
48

13)
Bernadete Santos Campello
Carlita Campos

FONTES DE INFORMAÇÃO
ESPECIALIZADA
Características e utilização

Editora da UFMG ISBN 85-7041-039-5


Belo Horizonte 143 páginas, 23 centímetros
1988 Inclui bibliografia, lista de siglas
e endereços e índices
Coleção: Aprender

ARTHUR W. STAATS
14) e contribuições de
CAROLYN K. STAATS

COMPORTAMENTO HUMANO COMPLEXO


Uma extensão sistemática dos princípios da
aprendizagem
218 páginas
Tradução de Carolina Martuscelli Bor 23 centímetros

E.P.U. – Editora Pedagógica e Universitária Ltda


EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo
São Paulo - 1981

TNT
15) Nossa força interior

Como libertar a força que cada um de Nós


encerra e obter o que desejamos!
Claude M. Bristol
Harold Sherman São Paulo
Tradução de 1976
Dilma Ferraz Sampaio Carrazedo 194 páginas
20,5 centímetros
9ª edição
IBRASA – Instituição Brasileira de Difusão
Cultural

ANTONIO TUBELIS e
FERNANDO JOSÉ LINO DO NASCIMENTO
METEOROLOGIA
16) DESCRTIVA
fundamentos e aplicações brasileiras
NOBEL S.A.
269 páginas
São Paulo
23 centímetros
MCMLXXX
49

17) APARECIDA JOLY GOUVEIA


e
ROBERT J. HAVIGHURST

ENSINO MÉDIO E
126 páginas
DESENVOLVIMENTO
23 centímetros
Série: Biblioteca de Educação
Prefácio do Prof Lourenço Filho

Edições Melhoramentos
Editora da Universidade de São Paulo
1969

ARMANDO ALOE * JOSÉ ALEXANDRE


18)
COLLI * MARINO FONTANA
CONTABILIDADE
BANCÁRIA

Terceira edição
289 páginas
Editora Atlas
23 centímetros
São Paulo
1980

DICIONÁRIO DO FREVO

19) NELLY CARVALHO


SOPHIA KARLLA MOTA
JOSÉ RICARDO PAES BARRETO

Editora Universitário da UFPE


2000 Recife
114 páginas
Ilustrado

EMERGÊNCIA
20)
EM
OBSTETRÍCIA
Denis Cavanagh
Ralph E. Woods
e
Thimoty D. F. O’Connor

Tradução Sebastião Piato


Harper & Row do Brasil
São Paulo 342 páginas
1980 23 centímetros
50

21)
Coleção: Jovens do Mundo Todo

ODETE DE BARROS MOTT

A GRANDE ILUSÃO
(A TRANZA – AMAZONICA)

6ª edição

São Paulo Com ilustrações


Editora Braziliense 165 páginas
1979 21 centímetros
Inclui bibliografia da autora

CÂMARA DOS DEPUTADOS


22) CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO

DIÁLOGO ... PALAVRA MÁGICA


Discursos feitos pelo
Deputado Juarez Bernardes

Coordenação de Publicações
Brasília - 1967
25 páginas
25 centímetros

PAISAGENS
23)
[DO BRASIL]

Jean Baptiste Debret


Ilustrações coloridas
XII páginas 380 páginas
Gallimard

GABRIEL GARCÍA MARQUEZ


Prêmio Nobel de Literatura
24)
CEM ANOS DE SOLIDÃO

Tradução de Eliane Zagury


39ª edição Impresso no Rio de Janeiro em 1994
ISBN 85-01-01207-6
Título original 394 páginas – Ilustrações
Cien Años de Soledad 22,2 centímetros

Copyright 1967 by Gabriel Garcia Márquez


Ilustração de Carybé
Editora Record
51

25)
OMAR PREGO

O
FASCÍNIO Rio de Janeiro
DAS PALAVRAS 1991
Entrevista com XI páginas
Julio Cortazar Ilustrado – 23 centímetros

Tradução de Eric Nepomuceno

José Olympio
Editora

26) Entrevista a Maria Serena Palieri

DOMENICO DE MASI
O Ócio Criativo

2ª Edição

Rio de Janeiro 328 páginas


Sextante 23 centímetros
2000

27) UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ


BIBLIOTECA CENTRAL

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE


TRABALHOS

Quarta edição revista e aumentada


8 volumes
Editora
Ilustrado
UFPR
Inclui bibliografia
Curitiba 1994
ISBN 85-85132-71-X

28) JOSÉ DE ALENCAR


Volume 1
ROMANCES O Guarani
ILUSTRADOS
451 páginas
DE Iracema
JOSÉ Ilustrado
DE Ubirajara 23 centímetros
ALENCAR
7ª edição
Livraria José Olympio Editora
Rio
1977
52

29) NELSON RODRIGUES


Volume 1
A COROA DE ORQUÍDEAS
E outros contos de
A VIDA COMO ELA É ...
Seleção: Ruy Castro 242 páginas Ilustrado
ISBN – 85-7164-334-2
Companhia das Letras
São Paulo
1993

A ENCICLOPÉDIA DA IGNORÂNCIA
30)
Organizada por Ronaldo Duncan e
Miranda Weston-Smith
Tradução de Carlos Alberto Lamback,
José Viegas Filho, Lúcia Dauster 499 páginas
Vivacqua e Silva, Marcelo Raffaeli e Ilustrado
Sérgio Bath ISBN – 85-7164-334-2
Tradução: The Encyclopaedia of
Coleção Pensamento Científico
Ignorance
Brasília
C1977
Editora Universidade de Brasília
1993

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE


31) FERNANDO SABINO
PAULO MENDES CAMPOS
RUBEM BRAGA
PARA GOSTAR DE LER
CRÔNICAS
Volume 1 76 páginas – 21 centímetros
Acompanha suplemento do professor
11ª edição ISBN – 85-08-01895-9
São Paulo
Editora Ática
1989

SELLTIZ / JAHODA / DEUTSCH / COOK


32)
MÉTODOS DE PESQUISA NAS RELAÇÕES
SOCIAIS
Edição revista e nova tradução de Dante Moreira Leite
E.P.U. – Editora Pedagógica e Universitária Ltda
EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo
São Paulo
MCMLXVII 590 páginas – 25,5 centímetros
Série: Temas de Estudos e Pesquisas.
Metodologia; v.VI
ISBN – 85-08-01895-9
53

33)
PROGRESSO
SÓCIO-ECONÔMICO
NA AMÉRICA LATINA Com ilustrações
312 páginas
Relatório Anual de 1980-81 23 centímetros
No verso da folha de rosto
consta o ano de 1982

BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO


Washington, D. C.

34) Anais do 4º Congresso Interamericano de


Com ilustrações
ENGENHARIA SANITÁRIA 325 páginas
25 centímetros
Realizado em AIDIS – Associação
São Paulo no ano de Interamericana de
1954 Engenharia Sanitária

Associação Interamericana de Engenharia Sanitária

W. Scott
35)
GUY MANNERING
OU
O ASTRÓLOGO

Tradução de K. D’Avellar
H. Garnier, Livreiro – Editor
1937
Rio de Janeiro
213 páginas
Paris
23 centímetros

36) Diccionario
Português – Espanol
Espanol - Português
David Ortega Cavero

Dicionário
Português – Espanhol
Espanhol - Português
Nova edição revisada por Júlio da C. Fernandes
Volumes I e II
Casa Editorial Sopena
Barcelona ISBN 84-303-1 024-X - 25 x
1990 17 centímetros
Capa dura banhada a ouro.
638 páginas
54

O EXERCÍCIO DA CULTURA INÚTIL


37) OU
CASTIGAT RIDENDO MORES

Marcelo Cotrim 138 páginas


ilustrado, em P&B
São Paulo
Scortecci 21,8 centímetros
1997 Bibliografia

38) Millôr Fernandes


THE COW WENT
TO THE SWAMP
A VACA FOI
PRO BREJO
Ilustrações NANI 123 páginas
21 centímetros
6ª Edição Ilustrações
Editora Record

LAINE ILVES
39)
O Correio Brasileiro na
Década de 70
PAULO PAWLAK
Our Postal System in the
Seventies
BRASÍLIA
Empresa Brasileira de Correios
e Telégrafos 28 páginas
1977 Ilustrações coloridas

STUDY ÉTUDES À
40) ABRORD L’ÉTRANGER

International Bourses
Scholarships Internationales

International Cours
Courses Internationaux

XXI 1977-1978
1978-1979 312 páginas
UNESCO 23 centímetros
Paris ISBN – 92-3-001391-9
1990
55

CAIO RAMACCIOTI
41)
AURA
Pelos espíritos de:
AUGUSTO e
CARLOS ALBERTO 185 páginas
São Paulo
Casa Mediúnica do Brasil
1981

MARIA TEREZA CORTEZ


42)
DE CORAÇÃO
A
CORAÇÃO
Pelos espíritos de: 96 páginas
JENNARO e RICARDO 23 centímetros
São Paulo
Grafistyl Editora Gráfica Ltda
1981

Francisco Cândido Xavier


43) 50 Anos Depois
Episódios da história do
Cristianismo no Século II
Romance ditado pelo Espírito
EMMANUEL 20ª Edição
349 páginas
Federação Espírita Brasileira 23 centímetros
Rio c1940

Allan Kardec
O EVANGELHO SEGUNDO O
44)
ESPIRITISMO
Contendo a explicação das máximas morais
do Cristo, sua concordância com o
espiritismo e sua aplicação às diversas
posições da vida
Tradução de Salvador Gentile
Araras, SP Título original: L’evangile selon
Instituto de Difusão Espírita le spiritisme
1978 365 páginas
56

JOVENS
NO
ALÉM
45) FRANCISCO CAIO
CANDIDO RAMACCIOTTI
XAVIER
PELOS ESPIRITOS DE:
Augusto César Netto;
Título da capa: Jovens no além:
Carlos Alberto da Silva Lourenço;
Jair Presente; espíritos diversos
Wady; 276 páginas
Abrahão Filho
Grupo Espírita Emmanuel
Sociedade Civil Editora
São Bernardo do Campo –
SP
1976

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE
46)
1990
Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990
Introdução e índice de Maria Horminda Motta
Brasília
Instituto Dom Orione
1991 124 páginas
21 centímetros

47)
ADRIANO CAMPANHOLE
HILTON LOBO CAMPANHOLE

CONSOLIDAÇÃO DAS
LEIS DO TRABALHO

Legislação complementar

A segunda parte deste volume reúne textos de


legislação complementar selecionada pelos
autores.
Biblioteca de Legislação Trabalhista
88ª Edição 744 páginas
Edição de janeiro de 1993 23 centímetros
ISBN 85-224-0892-0
São Paulo
Editoras Atlas S.A.
1993
57

Código de Direito Canônico


48) Codex Iuris Canonici

Promulgado por
João Paulo II, papa

Tradução oficial: CNBB

Notas e comentários de Pe. Jésus S. Hortal,


S.J.

Edições Loyola 763 páginas


1983 23 centímetros

49)
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO RIO GRANDE
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS

Constituição Federal
Carta da ONU
Estatuto dos Estrangeiros

Editora da FURG 112 páginas


Rio Grande 21 centímetros
1988 ISBN 85-85042-02-8

50) SENADO FEDERAL


Subsecretaria de Edições Técnicas

CONSTITUIÇÕES
DO BRASIL
(de 1824, 1891, 1934, 1937, 1946 E 1967 e suas alterações)

1º Volume: Textos
2º volume: Índice

Índice:
Ana Valderez A. N. De Alencar
Chefe da Seção de Obras Técnico-Jurídicas
Leyla Castelo Branco Rangel
Diretora 21 centímetros
Subsecretaria de Edições Técnicas ISBN 85-7018-036-5 – Obra completa
Brasília - 1986 ISBN 85-7018-049-7 – Volume 1
ISBN 85-7018-050-0 – Volume 2
58

MALLO E SOUZA
51) FOLCLORE DA
MATEMÁTICA
Lendas, histórias e curiosidades
Os números: Nas tradições;
Na poesia
Nos ritos
1954
Conquista
21 centímetros
Rio de Janeiro
Ilustrado

52)
O HOMEM
QUE
CALCULAVA
MALBA TAHAN Ilustrações: Carlos Prunês
28ª edição Rio de Janeiro, 1984
Apêndices: p.169-199
Editora Record 219 páginas, 19 centímetros

53)
A GENEALOGIA DO SUMÁRIO
Apresentação 07
VIRTUAL
Comunicação, cultura e tecnologia A comunicação pelo meio
do imaginário (teoria complexa da comunicação) 11
Organizadores: Edgar Morin
Francisco Menezes Martins A comunicação sem fio (teoria
Juremir Machado da Silva pós-moderna da comunicação) 20
Mechel Maffesoli
Editora Sulina
2004 Sedução, publicidade e
Porto Alegre pós-modernidade 33
Gilles Lipovetsky
Ilustrado
ISBN 85-205-0347-0
59

NIZE MARIA CAMPOS PELLANDA e SUMÁRIO


54) EDUARDO CAMPOS PELLANDA (Org.) Apresentação 06
I PARTE – Pierre Lévy e sua obra
CIBERESPAÇO: A Internet e a crise do sentido 13
Um Hipertexto com Pierre Lévy Pierre Lévy
A emergência do cyberspace
e as mutações culturais 21
Artes Pierre Lévy
e Ofícios
II PARTE – os desdobramentos da teoria
Porto Alegre – RS Novas tecnologias cognitivas:
o obstáculo e a invenção 38
2000
Virginia Kastrup
Psicanálise e Internet 55
250 páginas Luiz Ernesto Pellada
21 centímetros III PARTE – A teoria em ação
Pensando em rede 56
Eduardo Campos Pellanda

55)
CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SUMÁRIO
CIENÊNCIAS SOCIAIS E Apresentação 06
INTERDISCIPLINARIDADE Prefácio 09
PARTE 1 – CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E
Organização de Lena Vânia Pinheiro CIÊNCIAS SOCIAIS
Prefácio de Gilda Maria Braga Informação museológica: uma proposição
teórica a partir da ciência da informação
Ana Lúcia Siaines de Castro Ana Lúcia Siaines de Castro 13
Carlos Fernando G. Galvão de Queirós É a ciência da informação um saber humano
Eduardo Costa Carvalho ou social? 33
Lena Vânia Ribeiro Pinheiro Carlos Fernando G. Galvão Queiros
Brasília / Rio de Janeiro A natureza social da ciência da informação
IBICT / DDI / DEP Eduardo Costa Carvalho 51
1999 PARTE 2 – CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E
INTERDISCIPLINARIDADE
Coletânea publicada pelo Projeto Ziman Campo interdisciplinar da ciência da
– Conhecimento Público informação: fronteiras remotas e recentes
182 páginas 21 centímetros Lena Vânia Ribeiro Pinheiro 38
60

56)
CIÊNCIA E CULTURA

Órgão da SBPC

Neste número:
Biologia
Higiene
Enxertias

São Paulo
Janeiro e Abril
1949

57)
SÃO PAULO USP
Revista Brasileira de
SUMARIO Biblioteconomia e
Documentação
v.12 n.1/2
05 Editorial jan./jun 1979
ARTIGOS
07 Maria Luiza Monteiro da Cunha
ISBD: origem, evolução e aceitação
15 Dinah Aguiar Población
As ISBDs e os elementos de
intercomunicação nos sistemas
automatizados
23 Alfredo Américo Hamar
Qualidade e análise da informação
na automação
29 Edson Nery da Fonseca
A bibliografia como ciência
39 Jandira Baptista Assunção
Lexicografia: estudo soa dicionários

58)
PERSPECTIVAS
EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SUMÁRIO
18 Gestão da Informação do Ambiente
v. 10 n. 1 Externo em Organização do Terceiro
Setor
Perspectivas em Ciência da Informação Simone Cristina Dufloth
Janeiro / Junho 2005
34 Documentos eletrônicos ed caráter
arquivístico: fatores condicionantes da
preservação
Escola de Ciência da Informação UFMG Kátia P. Thomaz
Belo Horizonte

ISSN 1413-9936
Publicação Semestral
Mede 25,5 centímetros
Continuação de: Revista da Escola de
Biblioteconomia da UFMG

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