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Calculo De Rosca Helicoidal Ton/H De Carga


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6 TERMOMETRIA E AERAÇÃO

6.1 TERMOMETRIA

Para Brod (2005), a qualidade dos grãos armazenados merece atenção, e o produto
serdeve
periodicamente examinado. O método mais seguro é examinar com freqüência
amostras obtidas em diversos pontos da massa armazenada. Entretanto, torna-se difícil obter,
periodicamente, amostras representativas de uma grande quantidade de grãos armazenada em
uma célula de um silo ou de um armazém graneleiro. Todos os fatores que ameaçam a perda
qualidade
de dos grãos causam aumento de temperatura. Assim, o registro constante da
temperatura dos grãos pode impedir um processo de deterioração. A temperatura dos grãos
armazenados
é um bom índice do seu estado de conservação. Toda variação brusca de
temperatura deve ser encarada com bastante cautela, pesquisando-se, o mais rápido possível,
sua causa e procurando-se saná-la através da aeração, para homogeneizar a temperatura dos
e impedir
grãos a migração da umidade e a formação de bolsas de calor. Os silos e outros
depósitos que recebem o produto a granel devem ser equipados com sensores à base de pares
termoelétricos, através dos quais será possível obter a temperatura em diferentes alturas e
regiões do interior da massa, com bastante exatidão e rapidez. Grãos armazenados sob valores
de umidade superior ao teor de umidade crítica sofrem degradação de proteínas, carboidratos,
fosfolipídios entre outros, produzindo compostos lipossolúveis que contaminam o óleo com
impurezas
que não devem estar presentes. Essas afetam a cor, o odor e o sabor dos grãos.
disso,
Além o processo de deterioração é invariavelmente acompanhado da hidrólise de
triacilgliceróis. Os sistemas de termometria podem possuir as mais diversas configurações,
desde as Segundo
mais simples
Weber(portátil
(2005),manual, portátil
os sensores micro-processada
(termopares) e micro-processada),
devem ser até as
distribuídos da seguinte
mais
forma,complexas,
para grãoscom
comsistemas
13 a 16%automáticos
de umidadedenaleituras
entradae do
controle
silo e de
da 4aeração.
a 6% de impurezas:
• Distância máxima entre os cabos termométricos: 5 metros;

Distância máxima entre sensores nos cabos termométricos: 2 metros;
• Distância máxima entre o cabo termométrico e a parede do silo; 2,5 metros;

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• Distância máxima entre um grão e o cabo termométrico mais próximo: 3,6 metros.

6.2 AERAÇÃO

Segundo Brod (2005), aeração consiste em fazer passar ar ambiente pela massa de grãos,

através de sistemas de ventilação, assegurando uma boa conservação dos grãos por um maior
período de tempo, sob determinadas condições de armazenagem e operação.
a. Objetivo: A aeração tem como objetivo a manutenção dos grãos armazenados,
sem prejuízo da qualidade e da quantidade da massa armazenada, através de um sistema de
ventilação que insufla ou aspira o ar.
b. Finalidades:
• Estabelecer condições que permitam o resfriamento de pontos aquecidos na
massa de grãos;
• Uniformizar a temperatura na massa de grãos;

• Controle de insetos e fungos;
• Evitar as correntes de ar de convecção;

• Evitar a transilagem, diminuindo os custos de armazenagem;
• Evitar danos mecânicos;


• Conservar as qualidades químicas e físicas dos grãos (qualidades
organolépticas);
• Prevenir o aquecimento e regular o estado de umidade do produto;
• Promover a secagem, dentro de certos limites, condicionada a complemento de
secagem e a condições atmosféricas;
• Promover a remoção de odores.

6.2.1 Sistemas Operacionais da Aeração

Para Brod (2005), a parte mais importante da aeração diz respeito à operação do

sistema.
O operador precisa saber identificar, localizar e solucionar de modo correto os
problemas
precocemente, eliminando toda elevação de temperatura já nos primeiros
momentos. A manutenção dos grãos depende do diagnóstico sobre a origem do aquecimento,

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identificando
a existência de insetos, fungos, umidade, goteiras, infiltração de água ou
condensação. A aeração é o tratamento a ser utilizado de acordo com o diagnóstico sobre a
origem e a situação da massa. No que diz respeito à complexidade e à responsabilidade, os
tipos de aeração podem ser classificados da seguinte forma:
a. Aeração de manutenção: realizada para reduzir prováveis aquecimentos que
ocorram
na massa armazenada. Deve ser utilizada quando a diferença de temperatura na

de
massa
grãos ou entre a massa de grãos e o ar ambiente atingir 5ºC. Antes de utilizar a
aeração, devem se considerar as condições climatológicas e o diagrama de aeração. Essa regra
válida
é para regiões de clima frio. Em regiões de climas quentes, quando for possível
diminuir em dois ou três graus a temperatura da massa armazenada, deve-se acionar a aeração.

b. Aeração de resfriamento: realizada para resfriar o cereal que sai aquecido do


secador e também o que naturalmente está a uma temperatura mais alta do que a ambiente.
Deve ter seu início quando os dutos estiverem cobertos com uma camada de pelo menos um
metro de grãos.
c. Aeração secante: uma unidade de armazenagem pode ser dotada de um
sistema especialmente projetado para realizar a secagem no próprio silo. O teor de umidade

máxima dos grãos introduzidos nas células é determinado no projeto e deve ser observado,
assim como as condições climáticas. Períodos frios e úmidos não se prestam à secagem no
silo, já que ela dar-se-á lentamente, propiciando a deterioração de parte superior da massa de
grãos.

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7 MANUSEIO DE GRÃOS

sistema
O de movimentação de grãos tem grande importância em unidades

armazenadoras e de beneficiamento. Pesquisas mostram que os danos mecânicos causados aos


produtos,
tanto em intensidade quanto no ponto onde o grão recebe o impacto, ocorrem
devido
ao uso inadequado dos equipamentos ou de equipamentos inapropriados para a
movimentação do produto. Verificou-se que a alta velocidade de movimentação, associada a
baixa umidade do produto, constitui a principal causa de danos mecânicos em grãos. (SILVA,
2000)

7.1 TIPOS DE TRANSPORTADORES

Conforme
descrição de Silva (2000), o movimento de produto durante o
processamento
e armazenagem pode ser classificado em três grupos: transporte vertical,
horizontal e deslizamento. E destacam-se os equipamentos:
• Transportador helicoidal (rosca sem fim).
• Elevador de caçambas.
• Fita transportadora.
• Transportador pneumático;
• Transportador de corrente ou redler (MILMAN, 2002).

7.1.1 Transportador helicoidal ou rosca sem fim

É um equipamento simples e muito utilizado para fazer a movimentação de materiais


granulares e farelos. Basicamente, consiste de um helicóide com movimento rotativo e de um
condutor estacionário (tubo ou calha). O transporte é realizado quando o material, colocado
em uma abertura de recebimento do condutor fixo, é deslocado ao longo do helicóide por seu
movimento de rotação.

Transportador Helicoidal Esteiras Transportadoras Esteiras transportadoras


Transporte de Pós e Granulados Transportadores Industriais e Linhas de paletização robotizadas
Vazões de 0,5 a 15 m³/h Sistemas de Movimentação. Transportadores industriais
www.omegatron.com.br www.systembelt.com.br www.almeidamartins.com.br

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Registros de descarga podem ser colocados em diferentes posições ao longo do


transportador.
AnexoOC (Figura C.1, p.66 ) mostra a configuração geral de um transportador
helicoidal e as dimensões importantes para o cálculo da capacidade e da potência necessária
para realizar o transporte do produto.
a. As dimensões características de um helicóide são:

• Passo (P): é a distância compreendida entre duas cristas consecutivas medidas
paralelamente ao eixo do parafuso. No helicóide padrão, o passo tem a mesma dimensão do
diâmetro
do helicóide. No caso de parafusos dosadores em que há necessidade de
uniformidade no fluxo do produto, a dimensão do passo pode ser de 1/3 a 1/2 menor que o
diâmetro do helicóide.
• Diâmetros: em um transportador helicoidal são considerados os diâmetros do
helicóide(D) e do eixo do helicóide (d). O diâmetro do helicóide corresponde a distância
vertical entre duas cristas consecutivas.
b. Tipos de helicóides: dependendo do material a ser transportado e do trabalho a

executado,
ser haverá uma característica específica para o helicóide e para o condutor. O
CAnexo
(Figura C.2, p.66 ) mostra os tipos de helicóides mais comuns utilizados para o
transporte de produtos agrícolas.
c. Condutores: condutor é um componente do transportador que suporta o
helicóide e contém o produto a ser transportado. Os condutores podem ser tubulares ou calhas
em forma de “U”, com ou sem tampa protetora.
As calhas são utilizadas para o transporte horizontal e podem tolerar inclinações até
20º, sendo muito utilizadas para o transporte de produtos como rações e farinhas. Quando
inclinados os transportadores não trabalham com sua carga máxima e o seu helicóide deve
possuir um passo menor.
condutores
Os cilíndricos, geralmente construídos em chapas metálicas, têm

utilização bastante ampla, pois podem trabalhar em qualquer inclinação (entre o helicóide e o
condutor deve existir um espaço variável de 1 a 10 mm).
A carga e a descarga podem ser feitas em qualquer ponto ao longo do transportador,
indiferentemente do tipo de condutor. Normalmente, a transmissão é feita por correia e polias,
caso
no de equipamentos de menor capacidade, e com caixa de redução, no caso de
transportadores de maior capacidade.

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7.1.1.1 Dimensionamento do transportador

Consiste em estimar a capacidade do transportador e a potência necessária para a


execução de determinados trabalhos. A capacidade é função do tipo de produto e da taxa de
carga. O Anexo C (Figura C3, p. 66) mostra os fatores de carga para diferentes características
dos produtos.
A taxa de carga de 45% destina-se a grãos ou material fino que possui características
abrasivas. A carga de 35% é adequada ao trabalho com materiais abrasivos, torrões e misturas
de torrões com materiais finos. É também adequada para materiais fibrosos e polpas. Quando
se trabalha com materiais pesados, abrasivos ou fibrosos, como feno cortado e a areia, ela não
deve ultrapassar 15%. Para condutores tubulares, como é o caso de grãos agrícolas, pode-se
trabalharAcom
capacidade nominal de um transportador helicoidal trabalhando na posição
100% de carga.
horizontal pode ser estimada pela Equação 1:
Q = 4,71x10-5 (D2 – d2) . p . N Equação 1

Em que:
Q = capacidade de transporte, m3 h-1
D = diâmetro do helicóide, cm;
d = diâmetro do eixo do helicóide, cm;
p = passo do helicóide, cm;
N = número de rotações do eixo do helicóide, rpm.
a Como
capacidade do transportador é função do diâmetro (D) e da velocidade
periférica do helicóide (N), o diâmetro máximo da partícula do material a ser transportado
determinará o diâmetro mínimo do transportador. Assim, o tamanho, a consistência, a fluidez
e a abrasividade do material limitam a velocidade máxima. No Anexo C (Tabela C.1,p. 67)
são fornecidos os valores de massa específica e fator de potência para o dimensionamento do
transportador
helicoidal, e a Tabela C.2 (Anexo C, p 67) relaciona as variáveis que
influenciam
Relacionando
a capacidade
asdovariáveis
transportador,
contidas
paranas
umaTabelas
taxa de C.1
cargae de
C.2,
45 %.
obtém-se a máxima
rotação admitida para um determinado produto e diâmetro do transportador (Equação 2):

m3.h-1 req = (ton.h-1)/(ton.m3)


Equação 2
rpm req. = (m3.h-1)/(m3.h-1 . rpm)

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1 INTRODUÇÃO
2 FÁBRICA DE RAÇÕES
2.1 INGREDIENTES PARA RAÇÕES
2.2 RECEBIMENTO DE MATÉRIA-PRIMA
2.3 PROCESSAMENTO
2.3.1 Mistura e preparo das rações
2.3.2 Elaboração de rações granulados
3 ESTRUTURA, COMPOSIÇÃO E PROPRIEDADE DOS GRÃOS
3.1 ESTRUTURA E FUNÇÕES DOS GRÃOS

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