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Autores:
Aline Brancalhão
Magda Tanjioni Cruz Bertolini
Maria Ignez Affonso Gerote
Silvia Regina Kyassu Bovino
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Caderno do Professor
A coleção didática do Sistema de Ensino Objetivo
(6.o a 9.o ano)
A coleção didática composta pelo conjunto dos Cadernos de Atividades do Sistema de Ensino Objetivo
para os anos finais do ensino fundamental é o resultado de uma longa experiência na elaboração de materiais
didáticos e sua utilização efetiva em sala de aula.
Os Cadernos de Atividades são elaborados por professores da equipe pedagógica do Centro Educacional
Objetivo, com comprovada experiência na área educacional, atuantes em sala de aula. Isso torna possível
oferecer um material didático com alto grau de aplicabilidade, na medida em que resulta de um efetivo diálogo
entre a teoria e a prática na construção das aulas e das propostas de atividades. Dessa forma, garante-se que
este material seja, de fato, um suporte eficiente para o trabalho do professor e para o aprendizado dos alunos.
Do ponto de vista teórico-metodológico, parte-se da concepção de que, nos dias atuais, não é possível
mais conceber o processo de ensino-aprendizagem apenas como transferência de informação. É preciso ir
além, buscando criar condições para uma aprendizagem efetiva e enriquecedora, em que o aluno seja a figura
central e assuma o papel de protagonista na construção do conhecimento. A atuação do professor assume
novos contornos no sentido do favorecimento desse processo. Isso se realiza por meio de uma pedagogia
ativa, dialógica e interativa, a qual busca a emancipação intelectual do aluno, que se pretende capaz de viver
em uma sociedade em constante processo de transformação.
Como lastro e suporte ao conhecimento a ser construído, é oferecido um conteúdo informativo ao mesmo
tempo denso e adequado às possibilidades de apreensão pelos alunos, de acordo com sua faixa etária.
Cumpre ressaltar que não se trata do conteúdo pelo conteúdo. Este não tem um fim em si mesmo, mas está
vinculado à construção de saberes necessários para a formação de indivíduos capazes de compreender o
mundo que os cerca e nele se situarem de forma crítica e responsável.
Assume-se, sobretudo, um essencial respeito ao aluno, concebido como sujeito livre, pensante, capaz,
potente, criativo, crítico e apto a novas descobertas. Visa-se contribuir para formar indivíduos autônomos,
com consciência crítica, sentido de cidadania e capacidade de interagir no mundo tecnológico e globalizado,
modificando-o de forma responsável, com respeito por si e pelos outros, reconhecendo-se como um ser
social.
Parte-se do entendimento de que o conhecimento escolar tem dupla função, como destacam as Diretrizes
Curriculares Nacionais da Educação Básica: “desenvolver habilidades intelectuais e criar atitudes e compor-
tamentos necessários para a vida em sociedade”1. Ainda de acordo com esse documento, considera-se que
“a educação escolar deve fundamentar-se na ética e nos valores de liberdade, na justiça social, na pluralidade,
na solidariedade e na sustentabilidade, cuja finalidade é o pleno desenvolvimento de seus sujeitos, nas
dimensões individual e social de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, compromissados com a
transformação social”2.

1 Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos. In: Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais de Educação Básica.
Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013. p. 112.
2 Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013. p. 16.
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Atendendo a esses objetivos, nesta coleção didática busca-se contribuir para o trabalho escolar de forma
a promover a colaboração, o respeito, a valorização da diversidade cultural, a cultura da paz, a preservação do
meio ambiente e o combate aos preconceitos. Visa-se garantir o respeito à natureza, à liberdade e à dignidade
humana.
Pretende-se fornecer um material didático que permita assegurar ao aluno o acesso ao conhecimento
socialmente acumulado e o desenvolvimento das habilidades cognitivas necessárias para sua plena inserção
social. Dominar a leitura, a escrita, fazer cálculos e resolver problemas, lidar com dados, com diferentes signos
e linguagens compõem um conjunto de saberes essenciais. A eles se juntam a capacidade de pesquisar,
colocada em destaque nos dias atuais, a qual compreende não apenas buscar informações, mas, sobretudo,
selecioná-las. O estímulo ao pensamento crítico, à imaginação e à criação também faz parte das intenções
que nortearam esta proposta de trabalho. O trecho a seguir das Diretrizes Curriculares confirma sua
adequação:
A leitura e a escrita, a História, as Ciências, a Arte, propiciam aos alunos o encontro com um mundo que
é diferente, mais amplo e diverso que o seu. Ao não se restringir à transmissão de conhecimentos
apresentados como verdades acabadas e levar os alunos a perceberem que essas formas de entender e de
expressar a realidade possibilitam outras interpretações, a escola também oferece lugar para que os próprios
educandos reinventem o conhecimento e criem e recriem cultura.3

Os Cadernos de Atividades compõem um conjunto coerente e integrado. Foram construídos a partir das
mesmas premissas teórico-metodológicas e de acordo com uma visão educacional comum. A programação
prevista para as diferentes áreas do conhecimento foi definida considerando-se a progressão da aprendizagem
a ser conduzida nas séries iniciais do ensino fundamental e no ensino médio. Também foi observada a relação
dos conteúdos programáticos em cada série. Sua organização previne redundâncias, mas em alguns casos
reforça o estudo de certos temas, oferecendo ângulos de visão complementares sobre assuntos correlatos.

1. Principais referências teórico-metodológicas


O aporte teórico que embasa esta coleção didática situa-se na confluência das teorias da aprendizagem
mais atualizadas, com destaque para as contribuições de Jean Piaget, Lev Vygotsky e David Ausubel, em
diálogo com outras abordagens. Nas diferentes áreas do conhecimento, o compromisso é com o acesso ao
saber produzido pelo homem, ao longo de sua história, e com a criação de condições para que novos
conhecimentos sejam construídos.
Pretende-se promover situações de aprendizagem significativas, de forma a construir um conhecimento
que vá além da memorização utilitária de conteúdos programáticos. Para isso, valorizam-se os saberes trazidos
pelos alunos e procura-se oferecer atividades contextualizadas que lhes permitam estabelecer relações com
suas experiências. Acredita-se na valorização do conhecimento espontâneo do aluno como alicerce importante
para a construção do conhecimento acadêmico e científico.
Considera-se que cada aluno constrói o seu conhecimento a partir de suas vivências e experiências no
mundo social. Esse processo é continuamente atualizado – não há verdades totais e permanentes, pois o
conhecimento está em constante reelaboração e construção.
A construção do conhecimento é entendida como resultado de um processo interno, pessoal e
intransferível. É por meio de uma interação de suas estruturas biológicas e cognitivas com o ambiente que a
criança aprende. Cumpre destacar que esse processo se realiza na sociedade, já que é por meio das relações

3 Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013. p. 16.

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sociais que o indivíduo poderá constituí-lo e internalizá-lo.


Dessa forma, procura-se encaminhar a construção dos novos saberes a partir de propostas de atividades
desafiadoras, capazes de levar os alunos a refletir e a buscar soluções novas. Nelas, a relação que se
estabelece entre o conhecido e vivenciado e o desconhecido e novo favorece a construção dos saberes em
um processo de aprendizagem significativa.
É preciso levar em consideração que a aprendizagem escolar é uma construção que ocorre em três
dimensões: a individual (aluno), a coletiva (classe) e a social (o contexto social real – comunidade escolar,
comunidade do bairro, família, cidade e país). Ao aceitarmos a existência dessas três dimensões, precisamos
levar em conta: o protagonismo de cada aluno, a diversidade presente na classe e a valorização social dos
percursos de construção do conhecimento, especialmente daqueles ligados às disciplinas escolares. Nesse
contexto, o professor tem um papel importante de mediador do diálogo entre os alunos e suas diferentes
experiências e entre as propostas do material didático e o conhecimento produzido nas disciplinas escolares
em suas conexões com a área acadêmica.
Ao reconhecer que a aprendizagem ocorre em grande medida na interação com o outro (os colegas, o
professor, a família), dá-se especial relevo às atividades em grupo. A produção conjunta na dinâmica grupal
permite que se criem inestimáveis situações de aprendizagem e de interação social.

2. Proposta didático-metodológica
A proposta didático-metodológica desta coleção é dar suporte ao desenvolvimento de um processo de
ensino-aprendizagem em que haja o predomínio da experimentação, da descoberta e da coautoria na
construção do conhecimento.
Procurou-se organizar, nas diferentes disciplinas, sequências didáticas que favoreçam nos alunos o
exercício da reflexão e a mobilização de recursos cognitivos, saberes e informações a serem aplicados em
situações de aprendizagem.
A ênfase desta coleção didática está no percurso de aprendizagem a ser empreendido pelos alunos, e não
apenas nos seus resultados. Abandonou-se o formato mais corriqueiro de apresentação do conteúdo no início
dos módulos, seguido de exercícios, em favor de atividades nas quais os alunos são envolvidos de fato no
processo de aprendizagem. Considera-se que a aprendizagem é mais significativa quando o aluno atua como
protagonista, ou seja, assume um papel ativo e mobiliza habilidades cognitivas para explorar e descobrir novos
conhecimentos. Nisto se dá a incorporação de novos saberes e também se amplia o conhecimento que ele
tem de si próprio e da realidade como um todo, criando-se condições para uma atuação social mais
consciente. Espera-se que o aluno, ao assumir um papel ativo na própria aprendizagem, desenvolva a
metacognição, isto é, adquira domínio progressivo sobre suas habilidades cognitivas, sobre seu processo de
aprendizagem.
Como hoje se considera que há diferentes estilos de aprendizagem, elaboramos atividades bastante
diversificadas, de modo a atender a diferentes formas de aprender. Assim, garante-se também que os alunos
participem ativa e efetivamente da construção de sua aprendizagem, envolvendo-se em aulas mais dinâmicas,
de forma a ampliar a motivação e estimular o interesse desses aprendentes pelos assuntos tratados.
Sabe-se que os conceitos são interiorizados na medida do significado de que são revestidos no processo
de sua apreensão pelos alunos. Importa, pois, a sua contextualização e o quanto os alunos estão envolvidos
e são desafiados a se integrar na construção coletiva do conhecimento. Com isso em vista, são oferecidas
situações-problema e atividades desafiantes a serem solucionadas pelos alunos, como forma de garantir seu
envolvimento e a mobilização dos conhecimentos e das habilidades requeridas. O objetivo é que o aluno não
apenas tenha acesso às informações, mas também aprenda a lidar com elas para aplicá-las em situações
concretas.

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O ponto de partida se dá na valorização do conhecimento prévio do aluno como alicerce importante para
a construção do conhecimento de registro acadêmico e científico. Para tanto, criam-se condições para que
as novas informações possam se articular com o conhecimento preexistente, desestabilizá-lo e assim
possibilitar aos alunos a construção de novos saberes, promovendo situações de aprendizagem que os levem
a ampliar seus conhecimentos.
Exposto a uma situação-problema, o aluno mobiliza novos saberes, pois um problema é uma situação
possível de ser resolvida, mas o indivíduo não dispõe, de antemão, de uma estratégia ou procedimento já
estruturado para solucioná-la. Com frequência, é possível chegar à solução por meio de mais de uma
estratégia ou procedimento. A situação-problema, por sua complexidade, geralmente se constitui em um
desafio instigante, mas com grau de dificuldade compatível com o repertório do aluno, quando etapas
anteriores foram consolidadas. Dar oportunidade ao surgimento de uma diversidade de posições encaminha
a possibilidade de haver um conflito cognitivo e, em consequência, promover o desenvolvimento intelectual
e a aprendizagem. Para solucionar situações-problema com pertinência e eficácia, dá-se a mobilização de um
conjunto de recursos, tais como conceitos, habilidades e atitudes. Trata-se de uma estratégia para a qual é
necessário e conveniente recorrer a procedimentos multíplices, como levantar hipóteses, analisar dados,
buscar recursos para a resolução e estabelecer relações, assumindo a complexidade da questão em estudo.
Isso implica também o comprometimento com valores éticos e sociais.
Ainda que a resposta certa não seja o único objetivo a ser alcançado, o compromisso com o saber
acadêmico e científico encaminha a necessidade da validação do conhecimento construído pelos alunos. Para
isso, este deve ser relacionado com os conhecimentos estabelecidos e nesse processo se dá a ampliação e
a reorganização dos seus saberes.
Algumas atividades de aprendizagem das sequências didáticas foram elaboradas para serem
necessariamente feitas em grupo e isso deve ser respeitado. Considera-se que trabalhar em grupo não seja
apenas importante, mas sim fundamental. Na realização de atividades em duplas, ou em grupos, é favorecida
a interação entre os alunos, o que possibilita o confronto de pontos de vista e a troca de ideias entre eles.
Nelas os alunos são solicitados a planejar trabalhos, expor suas ideias, ouvir e analisar as dos outros, elaborar
sínteses, formular conceitos, percorrendo assim um enriquecedor percurso de aprendizagem. Enfatiza-se,
nesse caso, a aprendizagem colaborativa. Além de ser uma estratégia pedagógica, é também caminho de
preparação para o exercício responsável da cidadania ao dar ao aluno a oportunidade de se posicionar
socialmente, no contexto escolar, de forma ativa.
Sugerimos formas diferenciadas para organizar os agrupamentos de alunos, a fim de enriquecer os
processos de aprendizagem e também superar as suas dificuldades. Podem-se organizar duplas, trios,
quartetos e grandes grupos em círculo ou meia-lua e combinar essas formas de organização em momentos
diferentes.

2.1. O papel do professor


A proposta de trabalho da coleção exige que o professor atue como mediador no processo de
aprendizagem, favorecendo a construção do conhecimento. Longe de ser apenas aquele que transmite as
informações, ele deve assumir uma postura problematizadora, promovendo a reflexão, a criatividade e a troca
de experiências entre os alunos. O mediador é aquele que faz perguntas, propõe problemas e desafios
possíveis que incitem o aluno a fazer indagações, observar, comparar, formular hipóteses e testá-las,
discriminar, generalizar, relacionar a construção de saberes novos com saberes prévios e aplicá-los a novas
situações.
A mediação pedagógica é entendida como a atitude e o comportamento do professor como um
organizador do processo de aprendizagem – alguém que oferece condições que desencadeiam a exploração

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e a descoberta por parte do aluno e o estimula para a construção do seu saber. É dinâmica e não comporta
receitas ou fórmulas – a ligação que o professor promove entre o aprendiz e o objeto de aprendizagem deve
estruturar-se e reestruturar-se em decorrência do processo individual do aluno, impossível de ser totalmente
previsto, antecipado. Há de se considerar os processos individuais, os estilos de aprendizagem particulares,
os momentos em que se faz necessária uma atuação mais ou menos diretiva. Sem dúvida, atuar como
mediador é muito mais difícil, requer muito mais preparo e envolvimento do que fazer exposições totalmente
planejadas de conteúdos e aplicar exercícios com gabarito único.
O Caderno do Professor traz orientações didáticas que acompanham todas as propostas de trabalho,
funcionando como guia para a utilização adequada e eficiente do material didático. Ao mesmo tempo, não
restringe as opções do professor para atender às necessidades surgidas na dinâmica da sala de aula,
oferecendo, inclusive, sugestões alternativas para esse fim.

3. Avaliação
Para adequar-se à proposta de trabalho desta coleção, deve-se entender a avaliação como parte do
processo de aprendizagem. Durante todo o tempo, o aluno deve ser acompanhado, observado, questionado
e estimulado a buscar respostas. Nesse percurso, é possível identificar avanços ou resultados nos vários
processos de aprendizagem em questão, como também fazer levantamento de novas necessidades, planejar
e executar ações, melhorando o atendimento aos alunos. Nesse sentido, a função principal da avaliação não
é atribuir uma nota ou um conceito de acordo com a quantidade de conteúdos aprendidos, mas reorientar a
aprendizagem. Para alcançar esse objetivo, o ato de avaliar não pode ser mecânico; deve ser processual e
reflexivo, voltado para identificar os níveis de aprendizagem alcançados nos conteúdos curriculares em
desenvolvimento ou já finalizados, a fim de, se necessário, ajustarem-se ou alterarem-se os processos em
curso. Avaliar é reorientar a prática docente, sempre que necessário, é oferecer ao professor subsídios
concretos para saber como prosseguir com sua ação educativa. Nessa visão, os erros se tornam objetos de
estudo, pois revelam a natureza das representações ou estratégias elaboradas pelo estudante em seu
percurso de aprendizagem.

4. Atividades de aprendizagem e organização das sequências didáticas


A composição dos Cadernos de Atividades foi feita a partir de unidades subdivididas em módulos. A
proposta de trabalho se estrutura em sequências de aprendizagem apresentadas em seções didáticas
organizadas e, por consequência, nomeadas considerando o processo de construção dos saberes a ser
percorrido pelo aluno, conforme ilustrado a seguir:

O aluno desenvolve uma atividade inicial que deve permitir-lhe identificar e organizar seus
conhecimentos prévios sobre o tema, bem como aguçar sua curiosidade e interesse por eles.
Pode constituir parâmetro para que se autoavalie e monitore os próprios progressos.
Para o professor, ter noção clara dos conhecimentos prévios dos alunos permite-lhe planejar
as aulas de maneira a aprofundar e ampliar conceitos, esclarecer aspectos mal compreen-
didos e desfazer imprecisões conceituais preconcebidas pelos alunos.

O aluno desenvolve atividades que têm como propósito facilitar o percurso de um raciocínio
e, por meio da exploração (como questões a responder, hipóteses a testar), chegar à
descoberta, ou seja, a novos saberes. É importante que o professor não elimine questões
nem junte aspectos tratados isoladamente em uma única pergunta com o intuito de encurtar
o processo.
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Pelo desenvolvimento de uma atividade (como estudo de um texto, participação em uma


discussão, elaboração de uma síntese), espera-se que o aluno organize, sintetize e amplie os
saberes que foram sendo identificados, complementados e reorganizados nas etapas
anteriores.

Exposto a uma situação que exige dele uma resposta nova, original, diferente do exercício de
simples compreensão ou de aplicação reprodutiva de algo já dado, o aluno é solicitado a
mobilizar os novos conhecimentos, habilidades e atitudes.

As atividades de aprendizagem são acompanhadas de tarefas a serem realizadas em casa.


Além de colaborarem para o desenvolvimento de habilidades e apreensão de conteúdos, as
tarefas têm propósitos importantes de formação, pois contribuem para o desenvolvimento de
hábitos de estudo autônomo, que envolvem disciplina, organização, autorregulagem da
aprendizagem e pesquisa, entre outros. Podem ser também subsídios para o que vai ser
tratado nas aulas. Nestas, um tempo deve ser reservado para que os alunos comentem suas
respostas, exponham suas dúvidas e dificuldades.

No Portal Objetivo, são oferecidas orientações aos alunos para todas as tarefas. As
marcadas com o ícone “tarefanet” são construídas de forma a permitir a autocorreção por
parte deles.

Cabe salientar que as seções didáticas apresentadas, embora tenham propósitos centrais diferentes umas
das outras, não são estanques nem se esgotam em si mesmas. Por exemplo, as atividades propostas em
“Suas experiências”, embora tenham como foco central a identificação e a organização dos saberes prévios,
já podem criar condições para alguma nova descoberta; da mesma forma, o desenvolvimento das atividades
de “Sua criação” ou a “Ampliação dos saberes” dão continuidade ao processo de exploração e descoberta,
possibilitando a construção de novos saberes.
Além das seções estruturantes do processo de aprendizagem, há outras marcações de atividades que
sinalizam de que formas estas se integram nas sequências didáticas organizadas. Algumas se repetem nas
diferentes disciplinas (“Pense no assunto”, “Atividade em grupo”, “Sua contribuição ao grupo” etc.) e outras
são específicas de algumas disciplinas.
O professor pode planejar seu trabalho e organizar a duração de cada sequência didática, acompanhando
as sugestões de número de aulas previstas que são apresentadas em tabela no fim de cada caderno de
orientação do professor. É certo que acompanhar o processo de aprendizagem impõe alguma flexibilidade a
partir das reações dos alunos às atividades, demandando do professor uma atenção constante. Respeitando-se
os interesses dos alunos e o seu ritmo de aprendizagem, o tempo destinado a cada atividade e a duração da
sequência podem ser encurtados ou ampliados.

5. Sugestões de leitura
CASTRO, Amélia Domingues de. Piaget e a didática: ensaios. São Paulo: Saraiva, 1974.
MOREIRA, M. C.; MASINI, E. F. S. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo:
Moraes, 1982.
PIAGET, J. Para onde vai a educação? Rio de Janeiro: José Olympio, 1976.
______. Psicologia e pedagogia. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1970.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

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A proposta do material didático de Matemática

1. Pontos de Partida
A Matemática, hoje, não pode mais ser vista apenas como uma ciência abstrata, com alto grau de
complexidade e às vezes inacessível a alguns, mas sim como uma área de conhecimento com um papel
destacado na formação escolar. O conhecimento gerado nessa área do saber é fruto da construção humana
na sua interação constante com o contexto natural, social e cultural. Devido à sua forma de pensamento
estruturado e ao raciocínio rigoroso que promove, é um saber necessário a todas as disciplinas e ciências,
desde a Filosofia até as mais profundas elaborações da Física, da Química ou da Biologia.
Ensinamos Matemática para integrar o aluno à sociedade em que vive, proporcionando-lhe conhecimentos
básicos de teoria e prática. As características dessa disciplina permitem desenvolver o rigor, a precisão, a
ordem, a clareza, a iniciativa, a perseverança, a responsabilidade, o senso de investigação e criação, a crítica
e uso correto da linguagem. Pretende-se contribuir para a formação do pensamento lógico e propiciar aos
alunos situações de aprendizagem favoráveis ao desenvolvimento de competências, tais como a capacidade
de resolver problemas, investigar, analisar e enfrentar novas situações e desafios.
O curso de Matemática deve objetivar não só o desenvolvimento de habilidades referentes à prática
cotidiana do cálculo e do raciocínio lógico, mas também a compreensão por parte do aluno de que esse
componente curricular faz parte do rico e complexo corpo científico, fruto do esforço coletivo de toda a
humanidade. Uma das formas de se fazer isso é tornar as aulas mais interessantes e motivadoras. Os alunos
deverão construir os conceitos matemáticos com o professor, e não recebê-los como algo pronto, acabado e
absolutamente mistificado. Como nos mostram os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs):
(…) a matemática pode dar sua contribuição à formação do cidadão ao desenvolver metodologias que
enfatizem a construção de estratégias, a comprovação e justificativa de resultados, a criatividade, a iniciativa
pessoal, o trabalho coletivo e a autonomia advinda da confiança na própria capacidade para enfrentar desafios.
(PCN, Brasil, 1998).

A Matemática é uma ciência que relaciona situações práticas do nosso cotidiano por meio de técnicas
precisas e exatas. Ao longo dos últimos anos, vem sendo construída e aperfeiçoada, investigando novas
situações. O desafio para aqueles que a ensinam é instigar os alunos a olhar ao redor e notar sua presença
nos contornos, nas medidas, nas operações básicas usadas constantemente, levando-os a perceber que ela
é considerada uma das ciências mais aplicadas em nosso cotidiano.
Aprender matemática é possível sim, desde que o professor consiga fazer do seu saber matemático um
desafio, usando como principal instrumento a pergunta instigante que possibilita a busca de saídas para
aprender conceitos, levantar hipóteses, discutir e buscar estratégias de resolução diferenciadas, deixando o
aluno expor sem receio suas hipóteses.
Diante dessa premissa, cabe a nós, professores, organizar situações de aprendizagem que ofereçam
condições para que o desejo de aprender adquira um tom de emergência e seja articulado ao conhecimento
já existente, contribuindo para a construção de novos saberes.
Tal desafio deve levar o aluno a refletir e/ou explicitar o que sabe, ou mesmo escolher entre uma coisa ou
outra, excluir, incluir, relacionar, comparar, operacionalizar, planificar, confirmar, posicionar-se diante de uma
necessidade interna ou externa. Esses exemplos representam algumas ferramentas conjunturais facilitadoras
no processo de construção do conhecimento.

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Muitas vezes ouvimos: “Não entendo Matemática. Não gosto de Matemática. Tenho pavor dessa
matéria”. Talvez esses problemas com a disciplina tenham resultado de uma aprendizagem, em sala de aula,
sem significado, sem ligação com situações cotidianas, em que não foram consideradas as condições sociais,
cognitivas e culturais dos alunos.
Sabemos que é a necessidade de encontrar soluções para os problemas do dia a dia que nos leva a buscar
caminhos alternativos de resolução, como aconteceu no passado, quando o homem construiu seus primeiros
conhecimentos matemáticos.
É muito importante que o professor valorize o conhecimento trazido pelos alunos e promova situações que
os levem a ampliá-lo, desenvolvendo a capacidade de resolver problemas, raciocinar, criticar e avaliar situações
segundo uma determinada lógica.
Quando a capacidade de refletir é deixada de lado na prática educacional, o que se produz é um indivíduo
incapaz de raciocinar logicamente, que não poderá, evidentemente, refletir de maneira crítica e autônoma.
(PCN, Matemática, p. 27.)

A Matemática é vista habitualmente como uma ciência exata, pura e que tem na lógica sua base de
comparação verdadeira. Seu domínio envolve números, possibilidades, formas, algoritmos, variações e
transformações, mas a concepção de que é constituída apenas de um conjunto de regras, de cálculos
aritméticos e de demonstrações geométricas está sendo abandonada para dar lugar ao conceito de
Matemática significativa, em que o aluno aprende a raciocinar lógica e matematicamente e se interessa em
resolver problemas, criando condições de atuar no meio em que vive.
Todas as situações propostas nessa matéria devem direcionar o aluno a construir conceitos matemáticos,
discutir, expor oralmente e por escrito ideias importantes, saber elaborar conclusões, levantar hipóteses,
buscar e registrar informações. Pensamos matematicamente quando calculamos, contamos, medimos,
relacionamos logicamente, testamos, utilizamos métodos e procedimentos, analisamos e resolvemos
situações-problema que oferecem a oportunidade de estabelecer relações lógicas entre outros temas e
conceitos de estrutura da Matemática e de outras áreas do conhecimento.
A Matemática é uma ciência viva, aplicada diariamente, desde o momento em que despertamos, e todo
conhecimento dessa área é fruto da construção humana. As concepções que dizem respeito à Matemática
e ao seu ensino foram mudando nos últimos dez anos. Hoje, entende-se que é uma ciência que compreende
diferentes linguagens e modos de pensar e que deve ser apreendida de forma coletiva e cooperativa.

2. Objetivos de Ensino e Aprendizagem


As finalidades do ensino de Matemática indicam, como objetivos do ensino fundamental, levar o aluno a:
• Identificar os conhecimentos matemáticos como meios para compreender e transformar o mundo à sua
volta e perceber o caráter de jogo intelectual, característico da Matemática, como aspecto que estimula
o interesse, a curiosidade, o espírito de investigação e o desenvolvimento de capacidade para resolver
problemas;
• Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos do ponto de vista do
conhecimento e estabelecer o maior número possível de relações entre eles, utilizando para isso o
conhecimento matemático (aritmético, geométrico, métrico, algébrico estatístico, combinatório,
probabilístico); selecionar, organizar e produzir informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las
criticamente;
• Resolver situações-problema, saber avaliar estratégias e resultados, desenvolver formas de raciocínio
e processos, como dedução, indução, intuição, analogia, estimativa, e utilizar conceitos e procedimentos
matemáticos, bem como instrumentos tecnológicos disponíveis;
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• Comunicar-se matematicamente, ou seja, descrever, representar e apresentar resultados com precisão


e argumentar sobre suas conjecturas, fazer uso da linguagem oral e estabelecer relações entre ela e
diferentes representações matemáticas;
• Estabelecer conexões entre temas matemáticos de diferentes campos e entre esses temas e
conhecimentos de outras áreas curriculares;
• Sentir-se seguro da própria capacidade de construir conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a
autoestima e a perseverança na busca de soluções;
• Interagir com seus pares de forma cooperativa, trabalhando coletivamente na busca de soluções para
problemas propostos, identificar aspectos consensuais ou não na discussão de um assunto, respeitar
o modo de pensar dos colegas e aprender com eles.

3. Atividades de Aprendizagem
Há vários estudos sobre quais seriam as razões para que a Matemática faça parte do currículo escolar. Uma
das razões seria desenvolver o raciocínio aplicável ao estudo de qualquer assunto ou temática e o pensamento
crítico e ao mesmo tempo criativo.
Os motivos para a inclusão da Matemática no currículo escolar não são aleatórios, nem recentes, mas
decorrem de normas ligadas a correntes filosóficas que retomam a Antiguidade.
A crença de que a Matemática desenvolve o raciocínio lógico sustenta-se filosoficamente nas ideias de
Platão (427-347 a. C.), para quem um mundo real não se constituía senão de aparências. Para ele, existiria um
mundo das Formas ou Ideias onde estariam os modelos ideais dos objetos do mundo físico ou das situações
que o homem deveria se esforçar para alcançar. Do ponto de vista platônico, a Matemática trataria apenas de
objetos do mundo das ideias, e o trabalho do matemático seria o de “descobrir” as relações já existentes entre
os objetos do mundo ideal.
A justificativa de que essa ciência está presente no cotidiano e tem aplicações na vida prática fundamenta-se
nas ideias de Aristóteles (384-322 a. C.), cujo ponto de vista se contrapõe ao de Platão, por considerar que a
Matemática seria constituída de construções elaboradas pelos matemáticos a partir da percepção dos objetos
do mundo real. Dessa forma, as verdades matemáticas poderiam ser comprovadas mediante as experiências
do mundo real.
A Matemática, como ferramenta para as outras ciências, baseia-se nas ideias de Descartes (1596-1650),
nas quais ela era condição para o desenvolvimento de qualquer ramo do conhecimento, de tal modo que sem
sua existência as demais ciências não seriam possíveis. Assim, o objetivo de ensinar/aprender essa matéria
estaria na procura do equilíbrio constante entre seus aspectos formativo e informativo.
Contudo, não podemos conceber a Educação como um simples ato de transmitir informação para o aluno,
mas sim como um instrumento capaz de torná-lo um indivíduo construtor de seu próprio conhecimento e
pensamento crítico, que saiba tomar suas próprias decisões e viver em uma sociedade que se encontra em
constante processo de crescimento e transformação.
Considerando o aluno agente da construção de sua aprendizagem, apresentamos o material de
Matemática com atividades, jogos, laboratórios, desafios, tarefas e uma extensa lista de exercícios de revisão.
Sempre que possível, os temas são abordados a partir de situações reais e significativas para o aluno,
valorizando seus conhecimentos prévios sobre o assunto tratado. Após cada módulo, o aluno é levado a agir
reflexivamente, discutindo possíveis soluções com seus colegas e professor.
As atividades visam à construção e à consolidação do conhecimento e possibilitam vários caminhos de
resolução, que devem ser explorados pelo professor. É importante que o aluno seja valorizado e incentivado
a buscar diferentes resoluções, para que se torne confiante em sua capacidade de resolver problemas.
XI
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:44 Página XII

Ao resolver problemas, muitas vezes o empenho do aluno resulta de atitudes positivas do professor,
como:
– pedir que grifem as informações realmente importantes do problema;
– valorizar o processo de resolução, e não a resposta final;
– deixar que cheguem ao resultado final por meio de tentativas e estratégias.
O cálculo escrito e o mental, além do hábito de fazer estimativas, são competências que devem ser
trabalhadas com a turma.
Assim, cabe ao professor criar estratégias interessantes e diversificadas que atinjam as diferentes formas
de elaboração do pensamento lógico-matemático do aluno.
Nas aulas de Desenho Geométrico os alunos entrarão em contato com um conjunto de técnicas para a
construção de formas geométricas, com régua, compasso e esquadro, na busca de desenhos mais precisos,
que favorecem o processo de ensino-aprendizagem.
Para melhor organização dos alunos, essas aulas poderão ser ministradas uma vez por semana, para que
nesse dia os materiais imprescindíveis para a aula não sejam esquecidos por eles.
As sequências didáticas geralmente se iniciam com uma atividade lúdica, que busca os conhecimentos
prévios dos alunos e serve como ponto de partida para o trabalho do professor.
Além das atividades estruturantes do processo de aprendizagem – “Suas experiências”, “Exploração e
descoberta”, “Ampliação dos saberes” –, já descritas na apresentação geral da coleção, no caderno de
Matemática, temos:

As tarefas objetivam que o aluno revise o que foi feito em classe, habitue-se a uma atividade
sistemática de estudo, teste os conhecimentos adquiridos na aula e pratique a leitura e
interpretação dos enunciados das questões.

Os exercícios de revisão, ao final de cada módulo, proporcionam maior fixação do conteúdo e


funcionam como reforço para os alunos que ainda apresentam dificuldade no conteúdo estudado
no módulo correspondente.

Trata-se de questões abertas, que se distribuem por todos os módulos. Nessas atividades, os
alunos são convidados a refletir e discutir com o grupo sobre a questão proposta, desenvolvendo
sua organização mental e escrita e apresentando suas conclusões a todos.

Apresenta questões que aparecem ao final de cada módulo, as quais possibilitam o uso de
estratégias diferentes para a resolução. Elas devem ser propostas, primeiramente, para serem
resolvidas de forma individual e, depois, para a discussão do grupo todo, a fim de que, juntos,
os alunos levantem hipóteses, troquem informações e testem seus conhecimentos.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais recomendam a utilização de jogos no ensino fundamental


e salientam:

…os jogos podem contribuir para um trabalho de formação de atitudes – enfrentar desafios, lançar-se à
busca de soluções, desenvolvimento da crítica, da intuição, da criação de estratégias e da possibilidade
de alterá-las quando o resultado não é satisfatório – necessário para a aprendizagem da Matemática. (PCN,
Matemática, 1998)

XII
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:03 Página XIII

Esse recurso didático possibilita uma série de reflexões em que algumas questões são
abordadas, como:
– Onde foi que eu errei?
– Que outros caminhos poderiam determinar meu sucesso?
Nesse método, a postura do professor deve ser problematizadora no sentido de promover o
processo de reflexão e construção do conhecimento do seu aluno. O levantamento de hipóteses, estratégias
e o questionamento do grupo fazem parte de um momento enriquecedor no espaço de sala de aula.
Durante os jogos, o professor poderá observar as dificuldades matemáticas com facilidade, o
que ajudará no diagnóstico e na tomada de providências.
O filósofo Huizinga, no seu livro Homo ludens, diz:
Podemos resumir as características formais do jogo, sabendo que: ele é livre deliberadamente assumido como
não sério tomado às margens da vida dita habitual, mas inteiramente capaz de absorver o jogador e colocá-lo
numa situação de vivência integral da ordem e de fazê-lo mobilizar todo seu arsenal ético. Promove a socialização
pela cumplicidade e parceria, além de reforçar a sacralização do momento.
Quando jogamos, raciocinamos com alegria.

Traz não só problemas de aplicação que retratam situações reais do dia a dia, como também
aqueles vinculados a outras ciências que exigem o uso da Matemática para serem resolvidos.
Tem como objetivo:
• fazer com que o aluno aprenda conceitos, técnicas e a linguagem matemática;
• comunicar ideias abstratas.

A Educação Financeira tem como objetivo conscientizar os alunos sobre o uso dos recursos
financeiros de forma adequada e saudável. Acima de tudo, deve ensinar que a responsabilidade
social e a ética precisam estar sempre presentes no ganho e no uso do dinheiro. Os PCNs
recomendam que o ensino deve ser voltado para as atividades que envolvam o cotidiano dos
alunos. Com base no dia a dia, prepara-se, assim, o cidadão do futuro.

Agora é a sua vez: Este é o espaço de que o aluno dispõe para apresentar suas conclusões
por meio da escrita ou de um desenho sobre o questionamento apresentado.

Lembre-se: São chamadas importantes para conclusões, definições, regras e conceitos


fundamentais que devem ser enfatizados pelos professores e que não devem ser esquecidos
pelos alunos.

Aplique seus conhecimentos: Os exercícios dessa atividade são numerados e apresentados


com grau crescente de dificuldade, alternando questões de fixação de conteúdo e questões do
dia a dia do aluno. A proposta é que sejam resolvidos em duplas, a fim de que cada um possa
socializar as estratégias envolvidas na resolução. Cabe ao professor observar os alunos nesses
momentos.

Material complementar: No Portal Objetivo serão disponibilizados periodicamente para o


professor exercícios complementares para maior fixação de conteúdos trabalhados em classe.
Para alunos que apresentem dificuldade em conteúdo específico, podem ser utilizados os
exercícios de Vencendo Desafios em Matemática. Os exercícios de revisão são úteis para
melhorar a fixação dos conteúdos trabalhados em classe.

XIII
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:03 Página XIV

A resolução de problemas e o ensino-aprendizagem de Matemática


“Problema é tudo aquilo que não se sabe fazer, mas que se está interessado em resolver”.
(Onuchic, 1999)

Acreditar que a simples repetição dos conteúdos matemáticos aprendidos em sala de aula, na forma de
exercícios e problemas, é o bastante para que tenhamos um aluno preparado já não é uma concepção
adequada de ensino-apredizagem. Hoje, a construção do conhecimento matemático, a partir da resolução de
problemas, permite prepará-lo para o exercício pleno do pensamento matemático, levando-o a ampliar seus
conhecimentos, vivenciar e saber resolver situações do dia a dia, além de ajudá-lo a perceber que a construção
da História dos Números nasceu da necessidade de problemas que foram surgindo à medida que o homem
enfrentou questões de ordem prática, por exemplo divisão de terras.
São entendidas como problemas as situações que requerem o desenvolvimento de certos procedimentos
para se chegar a um resultado, isto é, a solução não está pronta, mas é possível construí-la. É de suma
importância que os professores saibam como trabalhar com essa metodologia, que é uma das mais eficientes
a serem desenvolvidas em sala de aula.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais situam a resolução de problemas como eixo organizador no
processo de ensino-aprendizagem, resumindo essa metodologia nos seguintes princípios:
• A situação-problema é o ponto de partida das atividades matemáticas, e não uma definição, e deve
favorecer situações em que os alunos precisem desenvolver alguma estratégia para resolvê-la;
• Só há problema se o aluno for levado a interpretar o enunciado da questão que lhe é posta e a estruturar
a situação que lhe é apresentada;
• Nesse momento, por meio de aproximações sucessivas de um conceito aprendido, são criados outros
que levam o aluno a construir um campo de conceitos que toma sentido num campo de problemas, e
não a um conceito isolado em resposta a um problema particular;
• A resolução de problemas não é uma atividade a ser desenvolvida em paralelo ou como uma aplicação
da aprendizagem, mas uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se
podem aprender conceitos, procedimentos e atitudes matemáticas.

Para que a resolução de problemas se estabeleça, é preciso envolver o aluno em um real desafio. A partir
de sua vivência em seu grupo sociocultural, os alunos trazem para a escola ferramentas básicas para
classificar, ordenar, quantificar e medir. A Matemática deve valorizar esse conhecimento para que o aluno se
torne um agente na transformação do seu ambiente. O aluno deve desenvolver habilidades que permitam
provar os resultados encontrados, testar seus efeitos e observar que existem inúmeros caminhos para a
resolução. A resposta encontrada deve ser correta, significativa e articulada.
De acordo com os PCNs, resolver um problema pressupõe que o aluno:
• Elabore um ou vários procedimentos de resolução (como realizar simulações, fazer tentativas, formular
hipóteses);
• Compare seus resultados com o de outros alunos;
• Valide seus procedimentos.

Quando o professor planeja seu trabalho envolvendo a resolução de problemas, é primordial que
estabeleça os objetivos a serem alcançados.
Para Polya (1978), essa resolução segue as seguintes etapas:
1. Compreender o problema;
2. Elaborar um plano para resolvê-lo;
3. Executar o plano;
4. Fazer o retrospecto ou verificação.

XIV
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:44 Página XV

4. Avaliação
A avaliação é um processo contínuo que ocorre nas mais diversas situações, diante da necessidade de
tomar decisões, desde as mais simples até as mais complexas. A rotina da avaliação feita no dia a dia inicia-se
pela verificação das informações sobre uma determinada situação e, então, mediante a análise dessas
informações, é tomada uma decisão.
A avaliação tem sido uma questão desafiadora para os alunos e para o professor. O ato de avaliar ocorre
mesmo antes de se iniciar o ano letivo, quando o professor pressupõe concepções acerca de um
planejamento adequado à faixa etária dos alunos e das possibilidades cognitivas esperadas em um
determinado ano escolar. Por meio da avaliação, é possível não só identificar avanços e/ou resultados nos
vários processos de aprendizagem em curso, como também fazer levantamento de novas necessidades,
planejar e executar, elevando o padrão de qualidade do atendimento dos alunos.
Um processo de avaliação tem como finalidade, portanto, conhecer melhor o grupo, identificar níveis de
aprendizagem, adequar processos, julgar sistematicamente com base na coleta de dados, para a manutenção
ou mudança dos diferentes cursos de ação em desenvolvimento.
O processo de construção do conhecimento não é linear, e os alunos aprendem de acordo com ritmos e
estilos diferentes. Dessa forma, a decisão sobre como os próximos conteúdos serão desenvolvidos deverá
basear-se nos resultados do processo de avaliação.

5. Referências Bibliográficas
BOYER, Carl Benjamin. História da Matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 1996.
BRASÍLIA: MEC/Secretaria de Educação Básica, 1998. Parâmetros Curriculares Nacionais.
D’AMBROSIO, Ubiratan. Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática. São Paulo:
Summus, 1995.
DANTE, L. L. Didática da Resolução de Problemas de Matemática. 2. ed. São Paulo: Ática, 1998.
Estudos de Avaliação Educacional, v. 17, n. 33, jan/abr. 2006.
HUIZINGA, Johan. Homo ludens. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2000.
MEIRIEU, Philippe. Aprender… sim, mas como? Trad. Vanise P. Dresch. 7. ed. Porto Alegre: Artes Médicas,
1998.
ONUCHIC, Lourdes de La Rosa. Ensino-Aprendizagem de Matemática através da Resolução de
Problemas. In: Maria Aparecida Viggiani Bicudo (org.). Pesquisa em Educação Matemática. São Paulo:
Ed. UNESP, 1999, p. 199-218.
POLYA, George. A arte de resolver problemas. Rio de Janeiro: Interciência, 1978.
ROONEY, Anne. A história da Matemática: desde a criação das pirâmides até a exploração do infinito. Trad.
Mario Fecchio. São Paulo: M. Books, 2012.
VAN DE WALLE, John A. A Matemática no Ensino Fundamental: formação de professores e aplicação em
sala de aula. Trad. Paulo Henrique Colonese. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

XV
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Programação do 6.o ao 9.o ano


6.o ano 7.3. Construção de tabelas e gráficos
CADERNO 1 – UNIDADE 1 7.4. Problemas envolvendo perímetros, áreas e gráficos
Módulo 1 – NÚMEROS E OPERAÇÕES
1. História da matemática CADERNO 3 – UNIDADE 3
1.1. Sistema de numeração Módulo 8 – NÚMEROS E OPERAÇÕES
1.2. Egípcio 8. Decimais
1.3. Romano 8.1. Transformações, leitura e escrita de decimais
1.4. Indo-arábico 8.2. Adição e subtração
1.5. Leitura e Escrita 8.3. Multiplicação e divisão
1.6. Valor absoluto e valor relativo 8.4. Potenciação e raiz quadrada
1.7. Conjunto dos números naturais
Módulo 9 – NÚMEROS DECIMAIS
Módulo 2 – NÚMEROS E OPERAÇÕES 9.1. Adição e subtração de frações
2. Operações com números naturais 9.2. Multiplicação e divisão de frações
2.1. Adição / subtração 9.3. Potenciação de frações
2.2. Multiplicação / divisão 9.4. Raiz quadrada de frações
2.3. Potenciação
2.4. Propriedades das potências Módulo 10 – NÚMEROS E OPERAÇÕES
2.5. Raiz quadrada exata de um número natural 10. Sistema horário
2.6. Operações inversas 10.1. Conversões do sistema horário
2.7. Expressões numéricas com números naturais 10.2. Adição
Módulo 3 – ESPAÇO E FORMAS 10.3. Subtração
3. Elementos básicos de geometria 10.4. Multiplicação
3.1. Ponto, reta e plano (noções básicas) 10.5. Divisão
3.2. Noções de desenho geométrico
3.3. Segmentos de reta Módulo 11 – ESPAÇO E FORMAS
3.4. Ângulos (classificação) 11. Figuras geométricas espaciais
11.1. Identificação e características do sólidos geomé-
Módulo 4 – ESPAÇO E FORMAS tricos: Cubos, Paralelepípedos, Pirâmides, Cones,
4. Figuras geométricas planas Cilindros e Esferas
4.1. Triângulos 11.2. Planificação dos principais sólidos
4.2. Quadriláteros
CADERNO 2 – UNIDADE 2
Módulo 5 – NÚMEROS E OPERAÇÕES CADERNO 4 – UNIDADE 4
5. Divisibilidade Módulo 12 – NÚMEROS E OPERAÇÕES
5.1. Critérios 12. Conjuntos
5.2. Múltiplos 12.1. União de conjuntos (傼)
5.3. Números primos 12.2. Intersecção de conjuntos (傽)
5.4. Decomposição em fatores primos 12.3. Operações com conjuntos
5.5. Divisores 12.4. Diagramas de Venn e Carroll
5.6. Mínimo Múltiplo Comum (M.M.C.)
5.7. Máximo Divisor Comum (M.D.C.) Módulo 13 – GRANDEZAS E MEDIDAS
13. Sistema Métrico Decimal
Módulo 6 – NÚMEROS E OPERAÇÕES
13.1. Comprimento
6. Frações
13.2. Volumes de cubos e paralelepípedos
6.1. Ideia de fração
13.3. Capacidade
6.2. Equivalência
13.4. Massa
6.3. Simplificação e fração irredutível
6.4. Comparação
Módulo 14 – ESPAÇO E FORMAS
6.5. Tipos de fração
14. Retas paralelas, concorrentes e perpendiculares
6.6. Porcentagem
14.1. Classificação
14.2. Posições relativas
Módulo 7 – ESPAÇO E FORMAS
14.3. Construção de retas paralelas
7. Figuras planas
14.4. Construção de retas perpendiculares
7.1. Perímetro
14.5. Mediatriz
7.2. Área

XVI
Orientacao_C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 12/12/2018 10:47 Página XVII

7.o ano Módulo 9 – SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO 1.o GRAU


COM DUAS INCÓGNITAS
CADERNO 1 – UNIDADE 1 9.1. Métodos de Resolução (algébricos)
Módulo 1 – HISTÓRIA DOS NÚMEROS INTEIROS 9.2. Métodos de Resolução (gráfico)
1.1. Conjunto dos Números Inteiros Relativos ⺪ Módulo 10 – ÂNGULOS
1.2. Representação Geométrica, Módulo e Comparação 10.1. Bissetriz
dos Números Inteiros Relativos 10.2. Construções de ângulos múltiplos de 15o
1.3. Oposto e Simétrico 10.3. Divisões de um segmento em partes proporcionais
Módulo 2 – OPERAÇÕES COM NÚMEROS ⺪
2.1. Adição e Subtração CADERNO 4 – UNIDADE 4
2.2. Multiplicação e Divisão Módulo 11 – INEQUAÇÕES
2.3. Propriedades da multiplicação e da divisão em relação 11.1. Desigualdade
à soma e à diferença 11.2. Princípios de Equivalência
2.4. Potenciação e Raiz 11.3. Resolução
2.5. Expressões Numéricas 11.4. Conjunto Universo e Conjunto Solução
2.6. Sistema Monetário I Módulo 12 – PROPORCIONALIDADE
Módulo 3 – NÚMEROS RACIONAIS ⺡ 12.1. Grandeza Diretamente Proporcional
3.1. Conjunto dos ⺡ 12.2. Grandeza Inversamente Proporcional
3.2. Oposto e inverso 12.3. Regra de Três Simples
3.3. Comparação dos ⺡ 12.4. Regra de Três Composta
3.4. Arredondamento dos ⺡ na Forma Decimal Módulo 13 – ÁREAS
3.5. Tratamento da Informação – Média e Arredonda- 13.1. Quadriláteros
mentos 13.2. Triângulos
Módulo 4 – ÂNGULOS 13.3. Soma dos ângulos internos de um triângulo
4.1. Transformação 13.4. Resolvendo problemas com medidas de ângulos
4.2. Adição e Subtração
4.3. Multiplicação e Divisão 8.o ano
4.4. Tratamento da Informação – Gráfico de Setores
CADERNO 1 – UNIDADE 1
1. Sistemas de equações fracionárias
CADERNO 2 – UNIDADE 2 2. Estudo dos polinômios
Módulo 5 – OPERAÇÕES EM ⺡ 2.1. Monômio
5.1. Adição e Subtração de Números ⺡ 2.2. Binômio
5.2. Multiplicação e Divisão de Números ⺡ 2.3. Trinômio
5.3. Potenciação e Raiz Quadrada de ⺡ 2.4. Polinômio
5.4. Sistema Monetário II 2.5. Semelhança
Módulo 6 – EQUAÇÕES 2.6. Adição e subtração
6.1. Linguagem simbólica 2.7. Multiplicação
6.2. Elementos de uma Equação 2.8. Divisão
6.3. Conjunto Universo e Conjunto Solução 2.9. Expressões algébricas
6.4. Resolução 3. Produtos notáveis
6.5. Equivalência 3.1. Quadrado da soma de dois termos
6.6. Valor Numérico 3.2. Quadrado da diferença de dois termos
6.7. Razão e Proporção 3.3. Produto da soma pela diferença de dois termos
6.8. Condição de Existência 3.4. Produto de termos distintos
6.9. Equações Fracionárias 3.5. Cubo da soma
Módulo 7 – ÂNGULOS 3.6. Cubo da diferença
7.1. Consecutivos e Adjacentes
7.2. Complemento, Suplemento e Replemento CADERNO 2 – UNIDADE 2
7.3. Transporte de ângulos e de segmentos 4. Fatoração de polinômios
7.4. Opostos pelo vértice 4.1. Fator comum
7.5. Plano Cartesiano 4.2. Trinômio do quadrado perfeito
4.3. Diferença de quadrados
4.4. Trinômio do 2.o grau
CADERNO 3 – UNIDADE 3 4.5. Agrupamento
Módulo 8 – PORCENTAGEM E EQUAÇÕES 4.6. Cubos da soma e da diferença
8.1. Problemas 5. Polinômios
8.2. Iniciação à probabilidade 5.1. MMC
8.3. Juros Simples e Compostos 5.2. MDC
XVII
Orientacao_C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 12/12/2018 10:47 Página XVIII

6. Frações algébricas 1.2. Operações em ⺢


6.1. Simplificação 1.2.1. Adição
6.2. Adição e subtração 1.2.2. Subtração
6.3. Multiplicação e divisão 1.2.3. Multiplicação
7. Equações algébricas 1.2.4. Divisão
7.1. Condição de existência 1.2.5. Potenciação
7.2. Valor numérico 1.2.6. Radiciação
7.3. Resolução de equações algébricas 1.2.7. Racionalização de denominadores
1.3. Notação científica
2. Equações do 2.o grau
CADERNO 3 – UNIDADE 3 2.1. Definição
8. Porcentagem e juros 2.2. Equações incompletas
8.1. Problemas de porcentagem 2.3. Equações completas
8.2. Juros simples 2.4. Propriedades do discriminante
8.3. Juros compostos
9. Triângulos
9.1. Semelhança CADERNO 2 – UNIDADE 2
9.2. Congruência 3. Equações de 2.o grau
10. Polígonos 3.1. Equações literais
10.1. Elementos 3.2. Equações biquadradas
10.2. Nomenclatura 3.3. Equações irracionais
10.3. Ângulos internos e externos 3.4. Sistemas de equações do 2.o grau
10.4. Soma dos ângulos internos e externos 4. Inequações do 2.o grau
10.5. Diagonais 5. Estudo das funções
11. Estatística 5.1. Funções de 1.o grau
11.1. Representação 5.2. Funções de 2.o grau
11.2. Tabelas e gráficos 6. Teorema de Tales

CADERNO 4 – UNIDADE 4 CADERNO 3 – UNIDADE 3


12. Ângulos 7. Triângulo retângulo
12.1. Feixe de retas paralelas 7.1. Teorema de Pitágoras
12.2. Reta transversal 7.2. Relações métricas no triângulo retângulo
12.3. Ângulos correspondentes 8. Trigonometria
12.4. Ângulos alternos 8.1. Razões trigonométricas: seno, cosseno e tangente
12.5. Ângulos colaterais 8.2. Razões trigonométricas dos ângulos notáveis
12.6. Ângulos O.P.V.
13. Desenho geométrico
13.1. Construção e cálculo: 3.a proporcional CADERNO 4 – UNIDADE 4
13.2. Construção e cálculo: 4.a proporcional 9. Circulo e circunferência
13.3. Construção e cálculo: Média geométrica 9.1. Área e comprimento
9.2. Propriedades entre arcos e cordas de uma circun-
ferência
9.o Ano 9.3. Relações métricas em uma circunferência
9.4. Segmento circular
CADERNO 1 – UNIDADE 1 9.5. Setor circular
1. Conjunto dos números reais 9.6. Coroa circular
1.1. Definição 10. Aplicações matemáticas

XVIII
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:40 Página XIX

Unidade 1 – Números e Formas

Módulo 1
Nesse módulo abordaremos a história dos números e seu posicionamento na escrita, o conhecimento
de diferentes sistemas de numeração, a formalização do conjunto dos números naturais e suas
representações.

Objetivos específicos
Pretende-se que os alunos sejam capazes de:
• Ampliar o entendimento e ressignificar o conceito de números naturais a partir da identificação da
Matemática ao nosso redor e da sua utilização na antiguidade e na atualidade.
• Compreender o sistema de numeração decimal, identificando suas características e propriedades.
• Diferenciar um sistema de numeração posicional de um não posicional. Ler e interpretar corretamente
os numerais, diferenciando valor relativo e absoluto.
• Reconhecer a existência de diferentes funções para os números.
• Identificar características do sistema de numeração decimal, romano e egípcio.
• Ler e escrever corretamente um numeral, bem como distinguir valor posicional de um algarismo no
numeral.
• Caracterizar números naturais, localizando-os na reta numérica e comparando-os.

Orientações Didáticas
Conteúdo: Desenhar a Matemática.

Objetivo: Identificar a matemática presente na música “Aquarela”.


Procedimento: Em duplas. Os alunos deverão ler a letra da música, a primeira vez em silêncio, depois
em voz alta para o grupo (a leitura alterna-se entre eles), e, finalmente, deverão grifar toda matemática
que pode ser desenhada.

Em seguida, desenharão toda a mensagem matemática escrita que grifaram, utilizando lápis de cor,
caneta hidrocor, régua etc.

Pensando no assunto:
Momento para o aluno realizar a leitura do seu desenho, em seguida, relacionar o que desenhou com a
matemática por meio da escrita e, com todo o grupo, buscar onde mais a matemática pode ser
encontrada.
Professor, leve, para a sala de aula, jornais e revistas. Peça para que os alunos procurem dados
relacionados com os números e façam esse registro na apostila.

Sugestão de atividade:
Buscar na internet a animação da música “Aquarela”, ou simplesmente o CD, e exibi-la aos alunos.

1.1 Sistemas de Numeração


Reconhecer os símbolos do sistema de numeração indo-arábico, romano e egípcio.
Objetivos: Entender a história dos números e sua importância na época em que foi registrado o seu
surgimento e nos dias de hoje.
XIX
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:44 Página XX

Procedimento: Exposição da Matemática no nosso cotidiano.

Instruções: O professor deverá fazer com que os alunos percebam a importância dos números na vida
do homem, por meio de perguntas como: “Vocês sabem como surgiram os números? Poderiam imaginar
os carros sem a identificação de placas? E como chegariam as correspondências se as casas não
tivessem números?”
No texto, também abordamos a base sexagesimal, ilustrada com a figura abaixo:

O professor deve verificar se os alunos têm conhecimento prévio do momento em que utilizamos a base
12 (por exemplo, nas embalagens de ovos), a base 10 (no nosso sistema de numeração decimal) e a base
60 (utilizada no sistema horário). Exemplificar a base 60, que utilizamos ainda nos dias de hoje, e instigá-los
a pesquisar e conhecer outros sistemas de bases (binários – base 2, dúzias – base 12, dezenas – base
10), sugerindo que podemos definir uma base qualquer para a contagem. Demonstrar para os alunos,
com as mãos ou com um desenho no quadro, a contagem dos sumérios.
O professor pode questionar os alunos sobre a base de contagem em um jogo de futebol de campo e
em um jogo de basquete.

Pensando no assunto: Momento de reflexão sobre a importância e a quantidade de vezes que usamos
os números nas 24 horas do dia.

Agora é sua vez: O aluno deve escrever o levantamento feito no item acima.

1.2 Egípcio
Objetivos: A partir de comparações com o nosso sistema de numeração (decimal), rever os números
egípcios.
Compreender o sistema de numeração egípcio.

Procedimento: Exposição dos símbolos representativos, comparações de formas diferentes de escrever


o mesmo número. Deixar os alunos perceberem essa característica.

1.3 Romano
Objetivos: Ampliar conhecimentos já adquiridos sobre números romanos.
Saber escrever corretamente um número romano, suas características e formação. Calcular o século
pertencente a um determinado ano.

XX
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Procedimento: Exposição dos símbolos representativos e das principais regras de formação dos
numerais. Deixar os alunos perceberem a principal característica comparando o sistema posicional
(romano) e o sistema não posicional (egípcio). Enfatizar o procedimento para o cálculo do século nos
anos, também para os intervalos (início e término do século).

Lembre-se: Uma chamada para os dados importantes para se representar um século.

1.4 Indo-arábico
Objetivos: Ampliar conhecimentos sobre os números indo-arábicos.
A partir dos conceitos básicos aprendidos anteriormente, visualizar as principais diferenças nos sistemas
de numeração e também as características similares.

Procedimento: Relembrar os alunos sobre classes e ordens. Instigá-los a perceber que nosso sistema
de numeração é composto de dez algarismos, por isso, possui o nome Sistema de Numeração Decimal.

Agora é sua vez: O aluno, por meio de suas observações, deve citar pelo menos uma diferença entre
os sistemas decimal e romano.

1.5 Leitura e escrita


Objetivos: Ler corretamente os numerais.
Relembrar classes e ordens dos numerais.

Procedimento: Exemplificar numerais com diferentes classes. Pedir aos alunos para trazer textos de
jornais, por exemplo, em que constem numerais (com algarismos ou escritos por extenso) para leitura
em sala.

Instruções: Instruir os alunos que as classes são separadas por um espaço maior entre os algarismos,
nunca por um ponto, pois os números são separados por pontos apenas em documentos.

Pedir aos alunos para fazer essa observação no próprio documento de identidade, ou nos dos pais ou no
de outros responsáveis.

1.6 Valor Absoluto e Valor Relativo


Objetivos: Decompor os numerais.
Diferenciar valor relativo e absoluto de um dígito, percebendo a importância da posição que o algarismo
ocupa no numeral.

Procedimento: Expor aos alunos exemplos de numerais. Deixá-los perceber que a decomposição é feita
a partir dos valores relativos dos algarismos no numeral.

1.7 Números naturais – Conjuntos e Sequências


Objetivos: Identificar números naturais.
A partir do conhecimento do sistema de numeração decimal, perceber que os números naturais fazem
parte de um conjunto formalizado.
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C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:44 Página XXII

Procedimento: Exemplificar os conceitos de antecessor, sucessor, crescente e decrescente com as


sequências construídas na aula de laboratório.

Instruções para o laboratório – Módulo 1: Permitir ao aluno que note, pela observação dos números
inscritos nos círculos, qual será a sequência a completar e que possa concluir quais suas características
e se existe alguma diferença observada.

Agora é sua vez: O aluno deve concluir da forma como entendeu e escrever com as próprias palavras
o que compreendeu em relação às questões propostas.

Curiosidade: O professor deve valorizar o texto e deixar os alunos lerem e perceberem a importância
da posição dos algarismos no numeral e tentar chegar ao conceito de simetria.

Desafio: Motivar o aluno a resolver o desafio, questionar, levantar hipóteses e conclusões sobre ele.

Módulo 2
Nesse módulo os alunos terão proximidade com todas as operações com números naturais (adição,
subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação) e a relação entre elas, fazendo com que o aluno
efetue também as operações inversas.

Objetivos específicos
Pretende-se que os alunos sejam capazes de:
• Resolver situações-problema associando as operações com números naturais e, com base nelas,
ampliar e solidificar significados de adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação.
• Desenvolver a habilidade de analisar e decidir um caminho para resolver problemas, usando uma ou
mais operações, escolhendo técnicas de cálculos.
• Interpretar, formular e resolver situações-problema envolvendo as quatro operações básicas com
números naturais.
• Compreender potência como produto de fatores iguais.
• Compreender raiz quadrada.
• Efetuar cálculos com números naturais envolvendo adição, subtração, multiplicação, divisão,
potenciação e radiciação.
• Compreender a relação entre as quatro operações básicas.

Orientações Didáticas
Instruções para a interpretação do texto: O professor deverá propor a leitura do texto com uma forma
de organização para resolver as questões elaboradas.
Proporcionar aos alunos discussão com as diversas possibilidades encontradas.

Instruções para o laboratório – Módulo 2: Agrupar os alunos em duplas ou mais alunos e deixá-los
efetuar as adições e subtrações, pintando o quadradinho que confere com o número em destaque.
Sabemos que nossos alunos já sabem efetuar as adições e subtrações, vistas também no ensino
fundamental I. Aqui, vamos formalizar algoritmo e nomenclatura, fixar o conteúdo e aprofundar os
problemas vistos no módulo.

XXII
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2.1 Adição e Subtração


Objetivos: Saber efetuar adição e subtração de números naturais.
Potencializar a resolução de situações-problema envolvendo adição e subtração de números naturais.

Procedimento: Após a formalização do algoritmo da adição e subtração, permitir ao aluno resolver os


exercícios de fixação e os contextualizados.

Instruções para o Jogo STOP da Tabuada


O objetivo deste jogo não é a competição. O jogo consiste em uma maneira prática de fazer com que os
alunos fixem a tabuada sem decorá-la, e sempre na mesma ordem. Antes de começar, explique todas
as regras; assim que um aluno completar a primeira tabela com as tabuadas pedidas, deverá dizer STOP,
e os outros deverão parar de fazer a tabuada. O professor deverá verificar se realmente o aluno completou
corretamente a tabela, para poder dar continuidade às próximas rodadas.
Professor, com certeza a tabuada de hoje é a mesma do tempo em que tínhamos de decorá-la. Essa
decoreba era tão valorizada que tínhamos lápis e contracapa de cadernos estampados com ela. Mas,
muitas vezes, nem assim tínhamos certeza de que, no momento de demonstrar nossos conhecimentos
com a tabuada, esses valores estariam gravados na nossa memória.
Isso nos mostra que devemos buscar mecanismos para ajudar nossos alunos nessa memorização, com
intuito de se dedicarem a outros desafios encontrados nos problemas. Para que essa memorização seja
efetiva, é necessário que seja compreendida por meio de atividades que mostrem, por exemplo, uma
relação entre os números, a proporcionalidade e a propriedade comutativa da multiplicação. Deve-se
levá-los a perceber, por exemplo, que, se 4 é o dobro de 2, 6 é o dobro de 3 e 8 é o dobro de 4, então as
tabuadas do 4, 6 e 8 são o dobro das tabuadas do 2, 3 e 4.
Assim, 4x8 tem o mesmo resultado de 8x4, e, se o aluno não sabe quanto é 9x9 e que 9x10 é igual a
90, então, poderá descobrir que, para obter o resultado de 9x9, basta subtrair 9 de 90. O aluno deve
perceber que, por meio do resultado de uma multiplicação, encontramos outra.
É interessante que as tabuadas sejam trabalhadas simultaneamente; a memorização é muito importante
e deve estar relacionada a resolução de problemas, jogos e laboratórios.

2.2 Multiplicação e Divisão


Objetivos: Saber efetuar multiplicação e divisão de números naturais.
Resolver problemas do dia a dia, envolvendo multiplicação e divisão de números naturais.

Procedimento: Após a formalização do algoritmo da multiplicação e da divisão, expor os exercícios de


potencialização do conteúdo e permitir aos alunos resolverem em duplas ou grupos caso seja pertinente.

Instruções para Situação-problema “Mestre-Cuca”


Instruir os alunos a refletirem sobre o problema proposto e deixá-los preencher a tabela, ajudando quando
necessário. Poderá ser aberta uma discussão sobre as etapas do processo de execução do problema,
fazendo com que eles entendam a situação.
Se pertinente, peça aos alunos para trazerem as frutas e prepararem a salada de frutas em sala de aula
e observe a proporcionalidade entre a quantidade de frutas e o número de alunos.

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Instruções para o Jogo dos Experts


O jogo consiste em fixar as quatro operações com mais agilidade. Em duplas ou a critério do professor,
os alunos deverão completar os tabuleiros, cronometrando o tempo de cada um, ou, se preferirem,
podem verificar qual acaba primeiro. Os próprios alunos podem conferir se o colega acertou as operações,
e o professor permanecerá como mediador. É permitido aos alunos preencherem os tabuleiros de várias
maneiras, podendo utilizar algumas possibilidades para a mesma operação. O aluno terá que escolher o
número da tabela e, em seguida, deverá riscá-lo para não haver repetição. Conforme ele for completando
o tabuleiro, os números da tabela ficarão limitados, fazendo-o pensar em mais alternativas para a
resolução das operações. Pode acontecer de não haver números que resolvam as operações finais, isso
dependerá de quais números o aluno utilizará no decorrer do jogo. Ele poderá apagar os que já foram
usados em outra operação, ou seja, remanejar números que serão mais interessantes estrategicamente
se utilizados em outra operação. E, assim, o próprio aluno verá qual é a estratégia do jogo.

Curiosidade: O professor não poderá deixar de enfatizar essas instruções do jogo, pois está interligado
com o item seguinte “Agora é sua vez”.

Agora é sua vez: Com base no texto anterior, o aluno deverá obter outros números utilizando quatro
vezes o número quatro e operações matemáticas.

2.3 Potenciação
Objetivos: Calcular corretamente potenciações, sempre as associando a multiplicação de fatores iguais.

Procedimento: Ao iniciar a seção, temos duas situações-problema. Deixar os alunos refletirem e


tentarem resolver. Instigar a formalização do algoritmo, fazendo com que construam o novo conteúdo.
Expor os exercícios para a fixação.

2.4 Propriedades da Potenciação


Objetivos: Formalizar as propriedades de potenciações de números naturais e demonstrar sua
importância para as técnicas de resolução de problemas com mais agilidade e caminhos mais curtos.

Procedimento: Deixar os alunos perceberem a formalização das propriedades e expor os exercícios de


fixação.

2.5 Raiz quadrada exata de um número natural


Objetivos: Calcular corretamente radiciação de números naturais, associando-a como operação inversa
à potenciação de números naturais.

Procedimento: Formalizar a construção do conteúdo e expor exercícios de fixação.

2.6 Operações Inversas


Objetivos: Efetuar as quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão, com
potenciação e radiciação de números naturais.
Associar a operação inversa a cada exercício proposto.

Procedimento: Exemplificar cada situação de operação inversa estudada na seção e expor os exercícios.

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2.7 Expressões numéricas com números naturais


Objetivos: Efetuar as quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão, com
potenciação e radiciação de números naturais.
Efetuar corretamente as expressões numéricas com números naturais, sabendo priorizar a operação no
momento do cálculo.
Procedimento: Formalizar as prioridades de execução da resolução de expressões numéricas de
números naturais e expor os exercícios de fixação.

Desafio: Motivar o aluno a resolver e questionar sobre o desafio, bem como levantar hipóteses e
conclusões sobre ele.

Módulo 3
Nesse módulo os alunos terão a oportunidade de trabalhar com a Geometria e de manusar os
instrumentos de Desenho Geométrico.

Objetivos específicos
Pretende-se que os alunos sejam capazes de:
• Compreender os conceitos básicos da Geometria.
• Estabelecer critérios de classificação para os elementos básicos da Geometria, de forma a saber
distinguir reta, semirreta e segmento de reta e perceber segmentos de reta consecutivos e colineares.
• Apresentar a região angular.
• Reconhecer os elementos básicos da geometria, suas características e formas.
• Classificar os segmentos de reta em consecutivos e colineares.
• Associar a teoria estudada com as construções de desenho geométrico.
• Identificar diferentes tipos de ângulos e nomeá-los.
• Identificar e classificar ponto, reta e plano.
• Manusear os instrumentos de desenho geométrico e suas construções básicas.
• Reconhecer e diferenciar reta, semirreta e segmento de reta, bem como a classificação entre
segmentos colineares, consecutivos, não colineares e não consecutivos.
• Identificar diferentes tipos de ângulos e classificá-los.
• Definir a noção de ângulos e região angular.

Orientações Didáticas
Instruções para o Laboratório do Módulo 3:
Este laboratório será para o aluno construir o conhecimento sobre os elementos básicos da Geometria.
Destaque a importância de observar as formas presentes na natureza e no nosso dia a dia. Instigue-os
e faça-os perceber que os elementos geométricos são abstrações concebidas pelo homem em seu
pensamento.

3.1 Ponto, Reta e Plano (noções básicas)


Objetivos: Conhecer e distinguir ponto, reta e plano. Saber suas características e importância para o
estudo da Geometria.
Procedimento: Formalizar a nomenclatura dos conceitos básicos da Geometria, com todos os detalhes
e expor os exercícios.
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Instruções para o Jogo “Liga Pontos”


Este jogo tem o objetivo de fixar o conteúdo aprendido na seção e dar sentido à definição de segmento
de reta e ponto. O jogo deve ser realizado em duplas, e depois deve ser estabelecido quem o iniciará (o
primeiro a jogar começa com vantagem), cada aluno alternadamente fará um segmento de reta, traçando-o,
de ponto a ponto, com o objetivo de se fechar um quadrado. Assim que se formar um quadrado, o aluno
deverá colocar a inicial de seu nome, para demarcar o quadrado que conseguiu fechar. Vence o jogo o
aluno que obtiver mais quadrados fechados.

3.2 Noções de Desenho Geométrico


Objetivo: Conhecer os instrumentos de desenho geométrico, saber suas funções e conseguir fazer as
construções básicas.

Procedimento: Aula em que os alunos precisam de muita atenção para o manuseio dos instrumentos,
pois alguns deles terão contato com eles pela primeira vez. Expor os exercícios; além disso, é possível
abordar com os alunos outros instrumentos de medição utilizados nas ciências exatas.

3.3 Segmentos de reta


Objetivos: Identificar um segmento de reta e, a partir desse conceito, saber distinguir entre segmentos
de reta colineares, segmentos de reta não colineares, segmentos de reta consecutivos e segmentos de
reta não consecutivos.

Procedimento: Exemplificar os modelos de segmentos de reta aos alunos e expor os exercícios.

3.4 Ângulos (classificação)


Objetivos: Construção da ideia de ângulo, classificação e nomenclatura dos ângulos.

Procedimento: Exposição dos vários tipos de ângulos. Observar, na própria sala de aula, os diversos
tipos de ângulos que nos rodeiam, discutir com os alunos sobre o assunto e expor os exercícios.

Módulo 4
Nesse módulo os alunos farão observações com os objetos que nos cercam, associando-os às figuras
geométricas planas, percebendo a presença da matemática no nosso mundo, capacitando-os a
reconhecer diferentes formas e tamanhos.

Objetivos específicos
Pretende-se que os alunos sejam capazes de:
• Observar as formas dos objetos que nos cercam e relacioná-las com as figuras geométricas.
• Desenvolver a habilidade de compor e decompor figuras planas.
• Estabelecer critérios de comparação e classificação para as figuras geométricas.
• Classificação de diferentes tipos de triângulos e suas características.
• Classificação de diferentes tipos de quadriláteros e suas características.
• Identificar e classificar figuras geométricas.

XXVI
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Orientações Didáticas
Instruções para o Laboratório do Módulo 4:
Este laboratório se apresenta para que os alunos relembrem as figuras geométricas vistas no ensino
fundamental I, com mais propriedades. Eles podem preencher o geoplano com as figuras em escalas
maiores, porém atentando-se à forma. Devemos orientá-los que o geoplano deverá conter todas as
figuras geométricas propostas.

4.1 Triângulos
Objetivos: Identificação de diferentes tipos de triângulos e suas características.

Procedimento: Identificação de figuras geométricas encontradas em telas de pintores famosos e


exercícios associados ao nosso dia a dia, por exemplo, plantas baixas, entre outros.

4.2 Quadriláteros
Objetivos: Identificação de diferentes tipos de quadriláteros e suas características.

Procedimento: Exposição de figuras geométricas e exercícios associados ao nosso dia a dia, por
exemplo quadros, plantas baixas, entre outros.

Atividades relativas às quatro operações matemáticas

1. Júlio coleciona marcadores de página. No total, ele tem 52. Hoje, ele saiu de casa com um marcador,
que é o seu preferido, para mostrar a seus amigos. Os demais ficaram acondicionados em duas caixas,
das quais em uma há três dezenas e meia. Quantos marcadores há na outra caixa?
52 – 1 = 51
Três dezenas e meia é igual a 35
51 – 35 = 16
Resp. Há na outra caixa 16 marcadores de página.

2. Tenho 310 figurinhas, Bárbara 194 e Artur têm a metade dos números de figurinhas que eu e Barbara
temos juntos. Responda:
a) Quantas figurinhas tenho a mais do que Bárbara?
310 – 194 = 116
Resp. Possuo 116 figurinhas a mais que Bárbara.

b) Quantas figurinhas têm os três juntos?


310 + 194 = 504
504 : 2 = 252
504 + 252 = 756
Resp. Temos juntos 756 figurinhas.

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3. A firma onde meu tio trabalha está com problemas para pagar seus funcionários. Ele recebeu 480 reais
dia 15 e 250 reais no dia 25. Se o salário do meu tio é de 950 reais, quanto a firma ainda lhe deve?
480 + 250 = 730 reais
950 – 730 = 220 reais
Resp. A firma ainda deve a meu tio 220 reais.

4. Aos sábados, eu e Sara saímos para almoçar. No sábado passado, Sara pagou a conta, no valor de 39
reais. Hoje, quem a pagou fui eu e gastei 45 reais. Responda:
a) Quem deve a quem?
Resp. Sara me deve.

b) Quanto uma deve a outra


Resp. Sara me deve 3 reais.

5. Dona Benta fez 60 biscoitos para distribuir entre seus 7 sobrinhos, de maneira que todos recebessem a
mesma quantidade. Começou a dar um biscoito a cada um e foi repetindo a distribuição, enquanto foi
possível. Responda:
a) Quantos biscoitos sobraram depois da primeira distribuição?
Resp. Restaram 53 biscoitos. 60 – 7 = 53

b) Quantas vezes foi possível dar um biscoito para cada sobrinho?


Resp. Foi possível 8 vezes.
Professor resolva com as operações matemáticas.

c) Quantos biscoitos recebeu cada sobrinho?


Resp. Cada sobrinho recebeu 8 biscoitos.

d) Depois da última distribuição sobraram biscoitos?


Resp. Restaram 4 biscoitos.

e) Por que não houve mais uma distribuição?


Resp. Porque não havia número suficiente de biscoitos, para que cada sobrinho recebesse mais um
biscoito.

6. Se 12 x 7 = 2 x 6 x 7 = 2 x 42 = 84, utilizando esse mesmo procedimento, qual o valor de:


a) 12 x 9
Resp. 2 x 6 x 9 = 2 x 54 = 108

b) 14 x 7
Resp. 2 x 7 x 7 = 2 x 49 = 98

c) 16 x 6
Resp. 2 x 8 x 6 = 2 x 48 = 96

7. Se 6 x 900 = 6 x 9 x 100 = 54 x 100 = 5400, então qual o valor de:


a) 8 x 600
Resp. 8 x 6 x 100 = 48 x 100 = 4800

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b) 8 x 800
Resp. 8 x 8 x 100 = 64 x 100 = 640

c) 4 x 300
Resp. 4 x 3 x 100 = 12 x 100 = 1200

8. (OBMEP) – Ester vai a uma papelaria para comprar cadernos e canetas. Nessa papelaria os cadernos
custam 6 reais cada um. Se ela comprar 3 cadernos, sobrarão 4 reais. Se o seu irmão lhe emprestar 4
reais, com o total ela conseguirá comprar 2 cadernos e outras 7 canetas iguais.
a) Quanto custa cada caneta?
Se ela comprar 3 cadernos sobram 4 reais, então Ester tem:
(3 x 6 + 4) reais, que é igual a 22 reais.
Se o irmão lhe emprestar 4 reais, ela ficará com (22 + 4) reais, que é igual a 26 reais.
Então, comprará 2 cadernos, que darão 12 reais, e sobrarão 14 reais.
Com 14 reais, comprará 7 canetas.
Resp. Cada caneta custará 2 reais.

b) Se ela comprar 2 cadernos e não pedir dinheiro emprestado, quantas das canetas acima Ester poderá
comprar?
Se ela comprar 2 cadernos, gastará 2 x 6 = 12 reais. Como ela possui 22 reais, ficará com 10 reais.
Se cada caneta custa 2,00, poderá comprar 5 canetas.
Resp. Comprará 5 canetas.

9. Ao calcular o valor da expressão (12 + 5 x 6 – 2 ) : 4, João deu como resposta 25; Pedro falou que o certo
era 17 e Miguel deu como resposta 10. Quem acertou?
( 12 + 5 x 6 – 2 ) : 4 =
= ( 12 + 30 – 2 ) : 4 =
= ( 42 – 2 ) : 4 =
= 40 : 4 =
= 10
Resp. Miguel acertou.

10. (OBMEP) – Marina, ao comprar uma blusa de 17 reais, enganou-se e deu ao vendedor uma nota de 10
reais e outra de 50 reais. O vendedor, distraído, deu o troco como se Marina lhe tivesse dado duas notas
de 10 reais. Qual foi o prejuízo de Marina?
Marina deu ao vendedor (10 + 50) reais, que é igual a 60 reais.
Como a blusa custava 17 reais, deveria ter recebido de troco (60 – 17), que é igual a 43 reais. Como
recebeu de troco o equivalente a duas notas de 10 reais, o troco foi de 3 reais.
Logo, o prejuízo foi de ( 43 – 3) reais, que é igual a 40 reais.
Resp. O prejuízo de Marina foi de 40 reais.

XXIX
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:03 Página XXX

Número de aulas sugeridas


Matemática – 6.o ano – 1.o Bimestre
Caderno Módulo Semana Aulas Programa
1 História da matemática
2 História da matemática
1 3 Sistema de numeração
4 Sistema romano
5 Sistema indo-arábico
1
6 Leitura e escrita
7 Valor absoluto e valor relativo
2 8 Conjunto dos números naturais
9 Conjunto dos números naturais
10 Conjunto dos números naturais
11 Operações com números naturais
12 Adição e subtração
13 Adição e subtração
14 Multiplicação e divisão
15 Multiplicação e divisão
3/4
16 Multiplicação e divisão
17 Multiplicação e divisão
2 18 Potenciação
19 Potenciação
1
20 Propriedades das potências
21 Raiz quadrada exata de um número natural
22 Operações inversas
5 23 Expressões numéricas com números naturais
24 Expressões numéricas com números naturais
25 Expressões numéricas com números naturais
26 Elementos básicos de geometria
27 Ponto, reta e plano (noções básicas)
28 Noções de desenho geométrico
3 6/7 29 Noções de desenho geométrico
30 Noções de desenho geométrico
31 Segmentos de reta
32 Ângulos (classificação)
33 Figuras geométricas planas
34 Triângulos
35 Quadriláteros
4 8
36 Ajuste
37 Ajuste
38 Ajuste

XXX
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:03 Página XXXI

Matemática – 6.o ano – 2.o Bimestre


Caderno Módulo Semana Aulas Programa
39 Divisibilidade
40 Critérios de divisibilidade

9 41 Múltiplos de um número natural


42 Múltiplos de um número natural
43 Números primos
44 Números primos
45 Decomposição de um número natural em fatores primos
10 46 Decomposição de um número natural em fatores primos
5
47 Divisores de um número natural
48 Divisores de um número natural
49 Mínimo múltiplo comum (m.m.c.)
50 Mínimo múltiplo comum (m.m.c.)
11 51 Mínimo múltiplo comum (m.m.c.)
52 Máximo divisor comum (m.d.c.)
53 Máximo divisor comum (m.d.c.)
54 Máximo divisor comum (m.d.c.)
55 Frações
12 56 Frações
57 A ideia de fração
58 Equivalência
2
59 Equivalência
60 Fração irredutível
13 61 Fração irredutível
6
62 Simplificação de frações
63 Simplificação de frações
64 Tipos de frações
65 Tipos de frações
14 66 Trabalhando com porcentagem
67 Trabalhando com porcentagem
68 Porcentagem
69 Perímetro
70 Calculando áreas
15 71 Áreas de figuras geométricas planas
72 Áreas de figuras geométricas planas
73 Tabelas e gráficos
7
74 Tabelas e gráficos
75 Problemas envolvendo perímetros, áreas e tratamento da informação
16 76 Aula de ajuste
77 Aula de ajuste
78 Aula de ajuste

XXXI
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:40 Página XXXII

Matemática – 6.o ano – 3.o Bimestre

Caderno Módulo Semana Aulas Programa


79 Adição e subtração de frações
80 Multiplicação de frações

8 17 81 Divisão de frações

82 Potencialização de frações

83 Raiz quadrada de frações

84 Laboratório de números decimais

85 Números decimais

18 86 Leitura de um número decimal

87 Transformação de fração decimal em número decimal

88 Transformação de número decimal em fração decimal

89 Código de Viète

90 Comparação de números decimais

19 91 Laboratório de sistema monetário

92 Adição e subtração de números decimais

93 Adição e subtração de números decimais


9
94 Problemas com números decimais

95 Problemas com números decimais

3 20 96 Multiplicação de decimais

97 Multiplicação com potência de 10

98 Divisão com números decimais

99 Divisão com números decimais

100 Divisão por potência de 10

21 101 Transformações de frações em números decimais

102 Potenciação e raiz quadrada de números decimais

103 Potenciação e raiz quadrada de números decimais

104 Laboratório de sistema horário

105 Conversões de sistema horário

106 Laboratório de adição e subtração de sistema horário

10 22 107 Adição de sistema horário

108 Subtração de sistema horário

109 Multiplicação de sistema horário

110 Divisão de sistema horário

111 Laboratório de geometria espacial

11 23 112 Figuras geométricas espaciais (identificação e características)

113 Aula de ajuste

XXXII
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:04 Página XXXIII

Matemática – 6.o ano – 4.o Bimestre

Caderno Módulo Semana Aulas Programa


114 Conjuntos
115 Conjuntos

24 116 Operações entre conjuntos

117 Laboratório: descobrindo diagramas


11
118 Diagrama de Carroll

119 Diagrama de Carroll

120 Diagrama de Venn

25 121 Diagrama de Venn

122 Sistema métrico decimal

123 Unidades de medidas de comprimento

124 Unidades de medidas de comprimento

125 Áreas

26 126 Áreas
12
127 Volumes

128 Volumes
4
129 Capacidade

130 Capacidade

27 131 Massa

132 Massa

133 Retas paralelas, perpendiculares e concorrentes

134 Classificação das retas

135 Classificação das retas

28 136 Posição relativa de duas retas em um plano

137 Construção de retas paralelas e perpendiculares


13
138 Construção de retas paralelas e perpendiculares

139 Circunferência e círculo

140 Ajuste

29 141 Ajuste

142 Ajuste

143 Ajuste

XXXIII
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:44 Página XXXIV

Anotações do professor

XXXIV
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:44 Página XXXV

XXXV
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:44 Página XXXVI

XXXVI
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:45 Página 1
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:51 Página 2

Sumário
Unidade 1 – Números e formas
Módulo 1 – História da Matemática ............................................................ 3
1.1. Sistema de numeração..................................................................... 9
1.2. Sistema egípcio................................................................................ 9
1.3. Sistema romano............................................................................... 10
1.4. Sistema indo-arábico ....................................................................... 14
1.5. Leitura e escrita ............................................................................... 15
1.6. Valor absoluto e valor relativo .......................................................... 16
1.7. Conjunto dos números naturais ....................................................... 19
Exercícios de Revisão do Módulo 1.......................................................... 24
Módulo 2 – Operações com números naturais ............................................ 28
2.1. Adição e subtração .......................................................................... 31
2.2. Multiplicação e divisão..................................................................... 34
2.3. Potenciação ..................................................................................... 46
2.4. Propriedades das potências.............................................................. 50
2.5. Raiz quadrada exata de um número natural..................................... 54
2.6. Operações inversas .......................................................................... 57
2.7. Expressões numéricas com números naturais ................................... 59
Exercícios de Revisão do Módulo 2.......................................................... 63
Módulo 3 – Elementos básicos de geometria............................................... 67
3.1. Ponto, reta e plano .......................................................................... 68
3.2. Segmentos de reta........................................................................... 73
3.3. Noções de Desenho Geométrico ...................................................... 79
3.4. Ângulos........................................................................................... 94
Exercícios de Revisão do Módulo 3.......................................................... 98
Módulo 4 – Figuras geométricas planas....................................................... 102
4.1. Triângulos........................................................................................ 105
4.2. Quadriláteros................................................................................... 107
Exercícios de Revisão do Módulo 4.......................................................... 112
Tarefas .................................................................................................... 113

Autores:
Aline Brancalhão
Magda Tanjioni Cruz Bertolini
Maria Ignez Affonso Gerote
Silvia Regina Kyassu Bovino
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:45 Página 3

A 1, 2 DATA: _____/_____/_____
Módulo

5
1 História da Matemática
 1 – Vide orientações didáticas (página XIX).

A matemática está presente em todos os lugares e em todas as coisas. Precisamos treinar nosso
olhar para encontrá-la. Você consegue perceber as figuras matemáticas que existem na música
“Aquarela”, do Toquinho?
Escutando a música ou mesmo lendo as estrofes, desenhe tudo o que lhe fizer lembrar a matemática.
Vamos lá!

Aquarela
Numa folha qualquer
eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
é fácil fazer um castelo.
Corro o lápis em torno
da mão e me dou uma luva,
E se faço chover, com dois riscos
tenho um guarda-chuva.

Se um pinguinho de tinta
cai num pedacinho azul do papel,
Num instante imagino
uma linda gaivota a voar no céu.
Vai voando, contornando a imensa
curva Norte e Sul,
Vou com ela, viajando, Havaí,
Pequim ou Istambul.
Pinto um barco a vela branco, navegando,
é tanto céu e mar num beijo azul.

Entre as nuvens vem surgindo


um lindo avião rosa e grená.
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
Basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
E se a gente quiser
ele vai pousar. 3
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:45 Página 4

Numa folha qualquer eu desenho


um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo
de bem com a vida.
De uma América a outra consigo
passar num segundo,
Giro um simples compasso
e num círculo eu faço o mundo.

Um menino caminha
e caminhando chega no muro
E ali logo em frente,
a esperar pela gente, o futuro está.
E o futuro é uma astronave
que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade,
nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida,
depois convida a rir ou chorar.

Nessa estrada não nos cabe


conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia,
enfim, descolorirá.

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo


(que descolorirá).
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
(que descolorirá).
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
(que descolorirá).

(Toquinho; Vinicius de Moraes; M. Fabrizio; G. Morra. “Aquarela”.


Disponível em: <www.toquinho.com.br>.)

4
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 5

Desenhe a matemática
Resposta pessoal.

Orientação didática: no site citado, www.toquinho.com.br, é apresentado um filme de curta duração que traz a música “Aquarela”,
com animação. Ao final da atividade, poderá ser exibido aos alunos.

5
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:04 Página 6

Descreva, com suas palavras, o que você desenhou e está diretamente relacionado com a matemática.
Resposta pessoal.

Você saberia dizer onde mais se pode observar a matemática?


Orientação didática: Pergunte ao aluno onde no cotidiano ele vivencia a matemática voltada para os números, por exemplo: conta de luz,

supermercado, extrato bancário, nos jogos, nas horas, minutos e segundos que permanecemos na escola (vide manual do professor, página

XIX), entre outros.

Proponha perguntas que os levem a pensar sobre:

– O modo como surgiram os números.

– As primeiras formas de contagem.

– A existência de números (será que os números sempre existiram?).

6
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:45 Página 7

História dos números


Investigar a origem dos números é investigar a origem da humanidade. Há 50 mil anos,
as pessoas viviam em grupos pouco numerosos, alimentavam-se da caça, da coleta de frutos
e raízes e abrigavam-se em cavernas e grutas para proteger-se do tempo e dos inimigos. Elas
não plantavam, não criavam animais nem construíam suas casas.
Os homens nessa época viviam em cavernas e grutas e não existia a ideia de números, mas
eles tinham a necessidade de contar. É fácil imaginar que, quando iam pescar ou caçar, levavam
consigo pedaços de ossos ou madeira. Para cada animal ou fruto capturado, o homem fazia
no osso ou no pedação de madeira um risco.
Com o passar dos anos, esse modo de vida foi se alterando. O homem deixou de ser
apenas caçador e coletor de alimentos e passou a ser agricultor. Passou a capturar animais
para tê-los como reserva de alimento e aprendeu a domesticá-los e
aproveitar-se do que ofereciam.
Assim evoluiu. A agricultura e o pastoreio provocaram inúmeras
mudanças na vida do homem, que passou a se organizar e a viver
em grupos, reservando alimento para atender à população que
crescia. Com o sentimento de propriedade (animais, terra e
produtos dela extraídos), desenvolveu o comércio
rudimentar e o sistema de trocas.
É possível pensar que, para controlar
o rebanho e ter certeza de que nenhuma ovelha havia fugido
ou sido devorada por algum animal selvagem, os pastores usavam pedras. Cada
ovelha que saía para pastar correspondia a uma pedra. O pastor colocava todas as
pedras em um saquinho. No fim do dia, à medida que as ovelhas entravam no cercado,
ele ia retirando as pedras. Que susto levaria se, após todas as ovelhas estarem no
cercado, sobrasse alguma pedra!
Daí decorre a palavra cálculo, que em latim quer dizer “contas com pedras”.
E, assim, contando objetos com outros objetos, o homem começou a construir o conceito
de número. O corpo humano teve um papel importantíssimo nesse processo, pois há relação
da ideia de contagem com os dedos da mão: cinco dedos correspondiam a cinco peixes,
cinco bastões, cinco animais, e assim por diante.

Os sumérios possuíam três sistemas diferentes de contagem.


Um deles na base 5, outro na base 12 e outro na base 60.

7
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2018_PROF 28/09/17 10:39 Página 8

A associação entre dedos e números até hoje está presente na palavra “dígito”,
proveniente do latim digitus, que significa dedo.
Por volta de 3000 a.C., os sumérios inventaram a escrita cuneiforme, a primeira escrita
que registrava os sons da língua. Nessa época, calcula-se que os sumérios também
desenvolveram uma forma de registrar os números.
O sistema de base 5 utilizava os dedos das mãos no processo de contagem, em que uma
mão era utilizada para contar e a outra auxiliava as contagens, “armazenando” a quantidade
dos “cinco” contados.
O sistema de base 12 utilizava as três falanges dos dedos e um dos polegares para auxiliar
na contagem (apoiava-se o polegar em cada uma das falanges, sendo assim possível a
contagem até 12). Combinando esses dois sistemas, temos outro de base 60. Essa nova
técnica era praticada da seguinte maneira: na mão direita, contavam-se as falanges de 12
em 12, armazenando cada contagem de 12 em um dos dedos da mão esquerda até completar
os cinco dedos desta. Essa é uma hipótese sobre a origem do sistema sexagesimal da cultura
dos sumérios.
Tudo o que se pode dizer sobre o porquê da criação dessa base 60 é suposição. Alguns
estudiosos do assunto acreditam que esse sistema tenha sido usado por permitir várias divisões
exatas, como metades, quartos, quintos, sextos, décimos etc. Hoje, ainda usamos a base 60
quando calculamos, por exemplo, ângulos e graus e quando medimos o tempo.

(Disponível em: <http://www.educ.fc.ul.pt/docentes>. Acesso em: 15 out. 2013. Adaptado.)

Veja que interessante!

No Portal Objetivo

Para saber mais sobre o assunto, acesse o PORTAL OBJETIVO (www.objetivo.br) e, em


“localizar”, digite MAT6F101.

8
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:45 Página 9

Os números estão tão presentes em nossa vida que nem nos damos conta disso! Vamos
pensar no nosso cotidiano: entre ontem e hoje, quantas vezes você os utilizou?

1.1. Sistema de numeração A 3, 4, 5 DATA: _____/_____/_____


 2 – Vide orientações didáticas (página XX).
Sistema de numeração é um conjunto de regras e símbolos usados para representar números.

1.2. Sistema egípcio


Um dos sistemas de numeração mais antigos de que se tem notícia é o egípcio, composto pelos
seguintes símbolos numéricos:

1 10 100 1 000 10 000 100 000 1 000 000

Orientação didática: chame a atenção dos alunos sobre 9


a ausência do zero no sistema de numeração egípcio.
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:45 Página 10

Observe que para cada unidade tem-se um traço. Quando se forma a dezena, tem-se um arco, que
indica um sistema decimal, ou seja, um sistema em que se conta de dez em dez.

Veja como podemos escrever, por exemplo, os números 14 e 33:


14 = 艚     ou     艚 ou  艚   
33 = 艚艚艚    ou    艚艚艚 ou  艚  艚  艚

1.3. Sistema romano

O sistema de numeração romano usa letras maiúsculas do alfabeto latino para atribuir valores.
Os numerais romanos são utilizados para representar capítulos de livros, datas de acontecimentos
históricos, séculos, nomes de reis e papas.
Esses símbolos (letras) são:

Letras Valores

I 1

V 5

X 10

L 50

C 100

D 500

M 1000

10
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:40 Página 11

• Podemos escrever III (3), XXX (30), CCC (300) e MMM (3 000), mas não está correto escrever IIII (4), XXXX (40),
CCCC (400) e MMMM (4 000).
• Também não podemos escrever VVV, LLL e DDD.
• Na escrita romana, XL é igual a 40 e LX é igual a 60.
• O número 1111 é escrito MCXI.
• MCD é igual a 1 400 e MDC é igual a 1 600.
–– ––
• O número 3 000 pode ser escrito MMM ou III , mas 5 000 é igual a V.

Orientação didática: deixe que os alunos, reunidos em duplas, elaborem as regras para a escrita dos números romanos.

Com base nas informações acima, descubra a forma correta de preencher os espaços abaixo:

a) As letras _______________
I, X, C e M são as únicas que podem ser repetidas até no máximo _______________
3

vezes consecutivamente.

b) A letra que for escrita à direita de outra de maior valor será __________________________________.
adicionada

c) A letra que for escrita à esquerda de outra de maior valor será ________________________________.
subtraída

d) As letras I, X, C e M repetidas até três vezes _______________________________________________.


adicionam

e) Uma letra escrita entre duas de maior valor deverá ser subtraída da letra da ____________________.
direita

f) Um traço horizontal colocado acima de uma letra ou de um grupo de letras torna seu valor
___________________
mil vezes maior.

Agora, complete o quadro usando o sistema romano de numeração:


1 2 3 4 5 6 7 8 9
Unidade I II III IV V VI VII VIII IX

Dezena X XX XXX XL L LX LXX LXXX XC

Centena C CC CCC CD D DC DCC DCCC CM


– –– –– –– –– –– ––– ––– ––
Milhar M ou I MM ou II MMM ou III IV V VI VII VIII IX

Minhas conclusões: ________________________________________________________________________


Resposta pessoal.

11
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 12

Números romanos e os séculos


Os números romanos até hoje são usados para escrever os séculos, os quais são contados de cem
em cem anos. Dessa forma, o século I da era Cristã, depois de Cristo (d.C.), é considerado do ano 1 ao
ano 100, e assim se calculam todos os séculos.

Do ano 101 ao ano 200, tem-se o século II.


Do ano 201 ao ano 300, tem-se o século III.
Do ano 301 ao ano 400, tem-se o século IV,
e assim sucessivamente.

Complete os espaços, lembrando-se de que:

O primeiro ano do século sempre começa com a “casa” da


unidade “1” e sempre termina com o número do século seguido
de “00”.

Assim, os anos que correspondem ao século XVIII são __________________________________________.


1701 a 1800

O número 18 seguido de ____________________________________


00 é o ano em que termina o século.

O período de 1701 a 1800 equivale a ________________________


cem anos.

Demonstre seus conhecimentos:

1. Como podemos escrever com algarismos romanos os números que se seguem?

a) 45 ________________________________
XLV f) 467 ______________________________
CDLXVII

––
b) 235 _______________________________
CCXXXV g) 3 400 ________________ _____________
MMMCD ou III CD

c) 1 234______________________________
MCCXXXIV h) 102 ______________________________
CII

––
d) 9 900 ________________
IX CM ______________ i) 678 _____________________________
DCLXXVIII _


e) 73 ________________________________
LXXIII j) 1 190 ____________________________
MCXC ou I CXC

12
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 13

2. Temos agora o caminho inverso. Como são escritos no sistema decimal os números romanos abaixo?

a) XLV _________________________________
45 f) CCI ________________________________________
201 _

b) CCL ________________________________
250 g) MXLIV ______________________________________
1044

c) CXVII _______________________________
117 h) XVIII ________________________________________
18

d) MMMX _____________________________
3010 i) CMIV _______________________________________
904

e) MCIX _______________________________
1109 j) DCCCXXXVII _________________________________
837

3. Em que ano você nasceu? A que século esse ano pertence? Como é escrito em algarismos romanos?
Resposta pessoal. Os alunos deverão ter nascido depois do ano 2001, portanto, século XXI.

4. Escreva os séculos, usando algarismos romanos, e os anos a que se referem:

a) 15: ________
XV anos: de_________
1401 a _________
1500

b) 13: ________
XIII anos: de_________
1201 a _________
1300

c) 19: ________
XIX anos: de_________
1801 a _________
1900

d) 20: ________
XX anos: de_________
1901 a _________
2000

e) 12: ________
XII anos: de_________
1101 a _________
1200

f) 10: ________
X anos: de_________
901 a _________
1000

Orientação didática: os professores de


g) 21: ________
XXI anos: de_________
2001 a _________
2100 História e Matemática poderão propor
aos alunos uma pesquisa para saber
quais foram as mudanças ocorridas
através dos séculos com a evolução
h) 6: ________
VI anos: de_________
501 a _________
600
da escrita numérica.

i) 4: ________
IV anos: de_________
301 a _________
400
Ao concluir o item anterior,
você já pode realizar em casa
a tarefa 1 “Números Romanos e Indo-arábicos”.

13
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 10:15 Página 14

1.4. Sistema indo-arábico


O sistema de numeração indo-arábico
recebeu este nome porque surgiu entre os hindus
e foi difundido pelos árabes. Esse processo não
ocorreu de forma rápida até que se formasse
como o conhecemos hoje. Para nós, que
conhecemos os dois sistemas, é fácil entender por
que o indo-arábico prevaleceu sobre o romano.
Basta compará-los para sabermos qual é o menos
trabalhoso de compreender ou até mesmo
escrever.

Exemplo: 1498 e MCDXCVIII.

Perceba abaixo que o sistema de numeração que utilizamos também é posicional e contado de dez
em dez, ou seja, é decimal. Os conceitos de valor posicional e de número zero foram divulgados pelo
matemático Abu Jafar Moahmed Ibn Musa, apelidado de AL-KHWARIZMI (natural de KHWARIZMI),
que relatou de maneira completa esse sistema em um livro hindu do ano 825 d.C. Os números são
formados por algarismos em homenagem a esse grande sábio.
No sistema decimal, mesmo usando dez símbolos para identificarmos as quantidades, a contagem
é bem mais fácil, pois eles interagem o tempo todo, formando qualquer número que quisermos.

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Basta sabermos que existem “casas” para unidades, dezenas, centenas, milhares, e assim
sucessivamente, e que os números são formados de acordo com essas posições.

Centena Dezena Unidade

5 2 8
Orientação didática: no decorrer dos séculos, os algarismos passaram por diversas modificações. Proponha aos alunos uma pesquisa sobre
o assunto. Verifique a possibilidade de trazer material dourado, para que os alunos o manipulem e entendam melhor os agrupamentos.

Agora, é a sua vez!


Você observou que existem diferenças entre os sistemas de numeração estudados.
Cite uma diferença entre os sistemas romano e decimal.
Resposta pessoal.

14
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:46 Página 15

A6  3 – Vide orientações didáticas (página XXI).


DATA: _____/_____/_____
1.5. Leitura e escrita

Orientação didática: pedir aos alunos um trabalho sobre “As invenções que modificaram o
mundo”, com o ano e o século correspondentes e também quais foram as maiores descobertas
do século XX e suas consequências para a vida do homem.

Escreva como se lê o número 1 235 678 945.


Um bilhão, duzentos e trinta e cinco milhões, seiscentos e setenta e oito mil, novecentos e quarenta e cinco.

Você acha importante a posição de um algarismo no número? Por quê?


Resposta pessoal.

No número que você leu e escreveu aparecem dois algarismos 5. Comente o que você percebe em
relação à posição que eles ocupam.
Resposta pessoal.

No sistema de numeração decimal, as posições dos algarismos são contadas da direita para a esquerda.
O sistema é constituído de ordens – centena, dezena e unidade – e de classes – bilhões, milhões,
milhares e unidades simples.
Depois das classes dos bilhões, têm-se os trilhões, quatrilhões, quintilhões, e assim sucessivamente.
Observe a tabela e complete-a com as orientações a seguir.
Classes Milhões Milhares Unidades simples
Ordens c d u c d u c d u
2 3 5 1

3 0 4 2 3 0 4 8

2 4 6 1 0 2 0 2 5

• Na primeira linha, temos um número formado Cada grupo de três


por quatro algarismos: duas unidades de algarismos, da direita para a esquerda,
milhar, três centenas, cinco dezenas e uma corresponde a uma classe.
unidade.

• Na segunda, um número formado por oito algarismos: três dezenas


de milhão, quatro centenas de milhar, duas dezenas de milhar, três
unidades de milhar, quatro dezenas e oito unidades.

• Na terceira, um número formado por nove algarismos: duas centenas de


milhão, quatro dezenas de milhão, seis unidades de milhão, uma centena
de milhar, duas unidades de milhar, duas dezenas e cinco unidades.
15
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:46 Página 16

A7  4 – Vide orientações didáticas (página XXI). DATA: _____/_____/_____


Orientação didática: leve os alunos a perceberem que o
1.6. Valor absoluto e valor relativo valor relativo é o mesmo que o valor posicional, e que o
valor absoluto é o módulo do número. Ex.: | 5 | = 5

Os números são formados por algarismos, os quais possuem valor absoluto


e valor relativo.

O valor absoluto de um algarismo é seu


próprio valor, independentemente da
posição que ele ocupa no número.
Por exemplo: o valor absoluto do algarismo
5 no número 546 é 5.

O valor relativo de um algarismo


depende da ordem em que ele
aparece no número. Por exemplo: o valor
relativo do algarismo 5 no número
546 é 500, pois ele ocupa a ordem
da centena no número.

Um número pode ser decomposto


da seguinte maneira:

546 = 500 + 40 + 6

16
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:47 Página 17

Demonstre seus conhecimentos: Orientação didática: na escrita, oriente os alunos sobre o uso ou não da
vírgula na escrita dos numerais por extenso.

1. Preencha os cheques com os valores indicados abaixo:


a) 134 567 reais (Cento e trinta e quatro mil, quinhentos e sessenta e sete reais)

b) 1 678 900 reais (Um milhão, seiscentos e setenta e oito mil e novecentos reais)

c) 4 040 reais (Quatro mil e quarenta reais)

17
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:47 Página 18

d) 1 235 789 344 reais (Um bilhão, duzentos e trinta e cinco milhões, setecentos e oitenta e nove mil, trezentos e quarenta e quatro
reais)

2. Complete a tabela com VA (valor absoluto), VR (valor relativo) e algarismo:

Número Algarismo VA VR
1 768 567 1 1 1 000 000

432 098 9 9 90
982 213 8 8 80 000
4 789 435 3 3 30

657 789 5 5 50 000

5 876 342 4 4 40
9 876 543 7 7 70 000

76 899 6 6 6 000

6 742 2 2 2

3. Escreva todos os números, do menor para o maior, que podem ser formados pelos algarismos 5, 4
e 6, sem repeti-los. Indique o maior e o menor deles.

Resposta: 456, 465, 546, 564, 645, 654


menor: 456
maior: 654

Ao concluir o item anterior,


você já pode realizar em casa
18 a tarefa 2 “Leitura e Escrita, Valor Absoluto (VA) e Valor Relativo (VR)”.
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:40 Página 19

A 8, 9, 10 DATA: _____/_____/_____

 5 – Vide orientações didáticas (página XXI).

1.7. Conjunto dos números naturais


Observe a numeração que está escrita dentro dos círculos e complete-os, formando uma sequência:

3 4 5 6

2 4 8 12

3 5 9 11

13 11 9 3

10 8 4 0

1 9 13 21

4 16 32 128

11 19 31

3 9 15 18

1 2 4 8 32

19
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:41 Página 20

O que você observou ao completar cada sequência? Explique como você a completou.

Resposta pessoal
1.ª sequência: ____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________

2.ª sequência: ____________________________________________________________________________


____________________________________________________________________________

3.ª sequência: ____________________________________________________________________________


____________________________________________________________________________

4.ª sequência: ____________________________________________________________________________


____________________________________________________________________________

5.ª sequência: ____________________________________________________________________________


____________________________________________________________________________

6.ª sequência: ____________________________________________________________________________


____________________________________________________________________________

7.ª sequência: ____________________________________________________________________________


____________________________________________________________________________

8.ª sequência: ____________________________________________________________________________


____________________________________________________________________________

9.ª sequência: ____________________________________________________________________________


____________________________________________________________________________

10.ª sequência: ___________________________________________________________________________


__________________________________________________________________________

Responda: Com quais números foram preenchidas as sequências?

Números naturais.

20
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:47 Página 21

Orientação didática: solicite aos alunos uma pesquisa, utilizando o livro de História, sobre a linha do tempo e
verifique se os pontos assinalados respeitavam uma escala.

Os números naturais surgiram com a necessidade da contagem.


O conjunto dos números naturais é representado pelo símbolo ⺞,
portanto:
⺞ = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6,...}
Um subconjunto importante de ⺞ é o conjunto ⺞*, “conjunto dos
números naturais não nulos”, representado por:
⺞*= {1, 2, 3, 4, 5,…}
Observe que o zero foi excluído do conjunto ⺞.
Podemos visualizar o conjunto dos números naturais (⺞) da seguinte
forma: ordenados sobre uma reta e considerando o zero como origem da sequência, conforme mostra
a semirreta numérica abaixo:

Lembre-se:
Conjunto: agrupamento ou coleção.
Subconjunto: conjunto retirado de um outro já existente.
Sequência: números apresentados numa ordem, seguindo uma lei de formação ou um padrão.
Pares: unidades que podem ser agrupadas de duas em duas.
Ímpares: quando agrupados de dois em dois, sempre sobra uma unidade.

Podemos observar facilmente, na disposição dos números sobre a reta, algumas características
importantes: eles seguem uma sequência crescente (do menor para o maior) e são alternados entre pares
e ímpares.
Sequência dos números pares: 0, 2, 4, 6, 8,...
Sequência dos números ímpares: 1, 3, 5, 7, 9,...
Note que o zero se encontra na sequência dos números pares, e as reticências (...) indicam que a
sequência é infinita, ou seja, não existe o último número natural.

O número 1 é consecutivo do zero; o número 2 é


consecutivo do 1; o 3 é consecutivo do 2…
Poxa! Não acaba mais?

21
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:32 Página 22

Todo número natural possui um sucessor, que é o seu consecutivo. Então, ao acrescentarmos uma
unidade a qualquer número da sequência, encontraremos o seu sucessor.
Se diminuirmos uma unidade de qualquer número da sequência, encontraremos seu antecessor.
Outra característica de fácil visualização na reta é a possibilidade de comparar dois números, ou
seja, de verificar se um deles é maior ou menor que o outro. O maior sempre se encontra à direita numa
sequência crescente.
Existem símbolos matemáticos que são usados para comparar números: o símbolo > lê-se (maior
que) e o símbolo < (menor que).
Exemplos:
3 < 4 (três é menor que quatro);
12 > 10 (doze é maior que 10).

Agora, é a sua vez!

Como você explicaria o que é uma sequência crescente?


É uma sequência do menor número para o maior número.

E sequência decrescente?
É uma sequência do maior número para o menor número.

Demonstre seus conhecimentos:


Orientação didática: peça aos alunos que pesquisem o significado das
1. Complete a tabela com o que é pedido: palavras antecessor e sucessor e dos números naturais.

Número Antecessor Sucessor


504 503 505

770 769 771


245 244 246

354 353 355


860 859 861

9 998 9 997 9 999

7 001 7 000 7 002

22
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:47 Página 23

2. Observe os números abaixo:

43 98
564 456
204 123
67 96
987 124
675 321
567 34
234
654

a) Os números pares devem ser escritos em ordem crescente.

________<________<________<________<________<________<________<________<________
34 96 98 124 204 234 456 564 654

b) Os números ímpares, em ordem decrescente.

_________>_________>_________>_________>_________>_________>_________
987 675 567 321 123 67 43

3. Compare os números, utilizando os símbolos > (maior) ou < (menor):

a) 12 _______
< 15 b) 26 _______
> 19 c) 45 _______
< 234

d) 134 _______
< 678 e) 1 235 _______
< 2 356 Tente ler estas frases ao contrário:
“Saíram o tio e oito Marias”
“Socorram-me, subi no ônibus
em Marrocos”
“A cara rajada da jararaca”.
As frases desse tipo são chamadas
Veja que legal! 11011, de palíndromos.
2282822, 444777444, 1455665541.
Você consegue perceber a simetria?
Independentemente do sentido
em que esses números são lidos
(da esquerda para a direita ou da
direita para a esquerda), o seu valor
não se altera.
Eles são chamados de capicuas.

Ao concluir o item anterior,


você já pode realizar em casa
a tarefa 3 “Conjuntos e sequências”.
23
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 24

(OBMEP)
Água na medida certa
Fábio precisa obter exatamente quatro litros de água. Para isso, ele usará apenas os dois únicos baldes
de água que têm em sua casa e uma torneira. Sabendo que um dos baldes que Fábio tem em sua casa
tem capacidade de três litros e outro tem capacidade de cinco litros, determine uma maneira com a qual
Fábio pode obter a quantidade de água de que necessita.

O primeiro procedimento que Fábio deve fazer é encher completamente o balde de três litros e, em seguida, transferir todo seu
conteúdo para o balde de cinco litros. Feito isso, ele terá três litros de água dentro do balde de cinco litros, enquanto o balde de três
litros estará vazio.
Depois desse primeiro procedimento, Fábio deve encher totalmente o balde de três litros mais uma vez e, em seguida, transferir o
conteúdo deste balde novamente para o balde de cinco litros até que esse segundo esteja completamente cheio. Em seguida, ele
descarta toda a água contida no balde de cinco litros. Passa toda a água no balde de três litros para o balde de cinco litros. Após essa
etapa, Fábio terá o balde de três litros vazio, enquanto o de cinco litros conterá um litro de água. Finalmente, Fábio deverá encher
totalmente o balde de três litros e transferir todo o conteúdo para o balde de cinco litros, obtendo, no final, uma quantidade de
quatro litros de água no balde de cinco litros, enquanto o balde de três litros estará vazio.

1. Leia o texto abaixo.

O bolo de 449 metros

Para celebrar o aniversário de São Paulo, o tradicional bolo do Bixiga chega à 18.ª edição, com 449 metros de
comprimento.
O bolo, que cresce um metro a cada ano (acompanhando a idade de São Paulo), está no Guinness Book, o livro
dos recordes, como o maior bolo de aniversário do mundo.
Na receita são necessários:
• 1 503 kg de farinha de trigo (o equivalente a 12 604 xícaras de chá);
• 644 kg de margarina (o equivalente a 1 288 potes grandes de 500 gramas);
• 82 kg de fermento em pó;
• 13 202 ovos;
• 608 kg de açúcar refinado (o equivalente a 3 800 xícaras de chá);
• 2 150 litros de leite;
• 1 000 kg de marshmallow;
• 150 kg de confeitos coloridos.
(Folha Online, fev. 2013. Adaptado.)

a) Escreva, em ordem crescente, os números que aparecem na receita.


82 < 150 < 500 < 608 < 644 < 1 000 < 1 288 < 1 503 < 2 150 < 3 800 < 12 604 < 13 202

24
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:41 Página 25

b) Quantas xícaras de farinha de trigo foram necessárias para fazer esse bolo? Escreva o valor relativo e
o valor absoluto do algarismo 2 existente nesse numeral.
12 604 xícaras de farinha VR = 2 000 e VA = 2

c) Represente com algarismos romanos todas as quantidades dos ingredientes da receita.


82 = LXXXII 150 = CL 500 = D 608 = DCVIII
644 = DCXLIV 1 000 = M 1 288 = MCCLXXXVIII 1 503 = MDIII
–– –––
2 150 = MMCL 3 800 = MMMDCCC 12 604 = XII DCIV 13 202 = XIII CCII

2. Componha cada número e dê a resposta em número romano:

a) 40 + 3 = _______________________________________________________________________________
43 = XLIII

_______________________________________________________________________________

b) 100 + 60 + 9 = ________________________________________________________________________
169 = CLXIX

_________________________________________________________________________

c) 1 000 + 800 + 40 + 3 = _________________________________________________________________


1843 = MDCCCXLIII

__________________________________________________________________

3. Escreva os números abaixo por extenso:


a) 586 552 _______________________________________________________________________________
Quinhentos e oitenta e seis mil, quinhentos e cinquenta e dois.

______________________________________________________________________________

b) 57 998 _______________________________________________________________________________
Cinquenta e sete mil, novecentos e noventa e oito.

_______________________________________________________________________________

c) 1 568 ________________________________________________________________________________
Um mil, quinhentos e sessenta e oito.

________________________________________________________________________________

4. Utilizando os algarismos romanos, escreva o número correspondente a cada item:


a) Eratóstenes, matemático e astrônomo grego, morreu na cidade de Alexandria (Egito), no ano 195 a.C.
CXCV

b) A engrenagem da mudança de marcha para bicicletas foi criada em 1925.

MCMXXV

25
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:47 Página 26

c) O primeiro telescópio foi construído em 1671. 5. Complete com o antecessor e o sucessor:

MDCLXXI Número Antecessor Sucessor

1 309 1 308 1 310

d) Ano em que os portugueses chegaram ao


5 021 5 020 5 022
Brasil.
997 996 998
MD

6. Compare os números utilizando os símbolos


e) Número de letras do nosso alfabeto. > (maior) ou < (menor):
XXVI a) 12 _______
< 20
b) 45 _______
> 25
c) 102 _______
< 201
f) O dia, mês e ano do seu nascimento.
d) 321 _______
> 123
Resposta pessoal.
e) 1 008 _______
< 1 080
f) 10 098 _______
> 10 089

O texto “Diálogo”, a seguir, é de Leon Eliachar, jornalista egípcio que viveu e trabalhou no Brasil
durante a maior parte de sua vida.
Leia-o com atenção e em seguida responda às perguntas.

Diálogo

Um homem chega numa repartição: Brasília.


– O Sr. 4 324 está? – Em que posso servi-lo, 5 395 439?
– Quem devo anunciar? – Um probleminha. Eu estava no meu carro com o 444, o
– Diga que é o 5 395 439. 776 e o 728 001. Quando o sinal abriu, veio o carro
– Infelizmente o Sr. 4 324 não está. Não quer falar com o dirigido pelo Sr. 575 575 e bateu no nosso. Houve
33? testemunhas: o 423 666; o 765 222 e o 888 888. O guarda
– Melhor ainda, eu nem sabia que o 33 trabalhava aqui. 333 562 anotou tudo direitinho.
– Trabalha sim, senhor. Ele é o assistente do Dr. 329 121, – Deixa comigo, meu caro 5 395 439. Meu secretário, o
desde que o Dr. 421 foi transferido. 321, resolve isso em um minuto.
Minutos depois aparece o 33. – Muito obrigado, 33.
– Mas que prazer, há quanto tempo. Como vão seus – De nada. Lembranças à sua mãe, dona 877 425.
irmãos? – Minha mãe é 877 435; 877 425 é o Presidente da
– Todos bem. O 5 327 casou; o 78 826 está morando em República.
São Paulo e o 45 877 é assistente do General 4 594, em – Perdão, mas os nomes são tão parecidos, não é?

Leon Eliachar

26
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 27

Agora, responda: 4. Qual é o valor da soma dos números que


indicam os irmãos do 5 395 439?
1. Quantas personagens são citadas ou parti-
cipam do texto? 5 327 + 78 826 + 45 877 = 130 030

O texto tem 21 personagens.

2. Quantos irmãos tem o 5 395 439?


5. Qual é a diferença entre o número que indica
O 5 395 439 têm três irmãos.
a primeira testemunha e o número que indica o
guarda?

423 666
3. Quem são eles? – 333 562
–––––––––––––––––––
90 104
Os irmãos são: 5 327, 78 826 e 45 877.

1089: O NÚMERO MÁGICO

O número 1089 é conhecido como número mágico. Você sabe por quê?
Em primeiro lugar, escolha qualquer número de três algarismos diferentes.
Por exemplo, 623.
Agora, escreva esse número de trás para frente:
623 de trás para frente é 326.
Subtraia o menor do maior:
623 – 326 = 297
Agora, some este resultado com o mesmo número escrito de trás para frente:
297 + 792 = 1089 – É mágico!

Aviso:
Lembramos que devem ser usados três dígitos no cálculo.
Ex: 574 – 475 = 099
099 + 990 = 1089
27
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 28

A1 DATA: _____/_____/_____
Módulo

5
2 Operações com números naturais
 6 – Vide orientações didáticas (página XXIII).
Professor, como vão surgir várias respostas, peça que os alunos troquem a apostila com o colega. Assim, todas as
questões serão corrigidas.

Sistema Monetário

Observe atentamente as notas e moedas em reais que Joaquim e Lucas têm:


Joaquim: 7 notas de 10
5 notas de 5
4 notas de 20
8 notas de 2
6 moedas de 1 real
9 moedas de 0,50
20 moedas de 0,25

Lucas: 6 notas de 10
6 notas de 5
7 notas de 20
10 notas de 2
5 moedas de 1 real
10 moedas de 0,50
15 moedas de 0,25
20 moedas de 0,05
a) Que notas e moedas Joaquim escolheria para obter R$ 32,00?
Resposta pessoal.

b) Que notas e moedas Lucas escolheria para obter R$ 49,00?


Resposta pessoal.

c) Joaquim e Lucas resolveram assistir a um jogo de futebol no estádio. Joaquim comprou os ingressos
no valor de R$ 130,00. Cite duas maneiras diferentes de Joaquim fazer esse pagamento? E como
Lucas poderia pagar sua parte (usando notas e moedas)?
Resposta pessoal.

28
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2018_PROF 28/09/17 10:39 Página 29

As operações matemáticas são associa-


ções entre dois ou mais números que levam
a um terceiro, “o resultado”.
Elas podem acontecer entre números ou
entre conjuntos.
Estudaremos, neste módulo, as opera-
ções de Adição, Subtração, Multiplicação,
Divisão, Potenciação e Radiciação.

A 2, 3 DATA: _____/_____/_____

 7 – Vide orientações didáticas (página XXII).

Pintando a soma e a diferença Orientação didática: observe se alguns alunos percebem que,
somando ou subtraindo os algarismos das unidades, eles
Material: lápis, borracha e lápis de cor. eliminam certas adições e subtrações.
Como 0 + 8 é igual a 8, basta analisar as somas da 2.a e 4.a
Procedimento: em duplas ou a critério do professor. linha apenas.
Pinte os quadros que têm como respostas os números
em destaque, como os exemplos abaixo:

47 + 86 87 + 63

58 + 80 98 + 55
138 175
75 + 67 92 + 83

88 + 60 76 + 98

29
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:47 Página 30

234 + 243 182 + 606

278 + 195 267 + 522


477 789
305 + 159 398 + 404

389 + 88 590 + 199

1006 + 476 4 688 + 1 453

589 + 633 4 230 + 1 011


1 482 5 231
871 + 651 3 256 + 1 975

904 + 588 2 009 + 3 142

1283 – 438 1 752 – 986

975 – 111 2 635 – 1 872


845 763
1642 – 897 849 – 113

1007 – 162 985 – 312

2 356 – 1 400 3 654 – 1 748

1 602 – 656 2 798 – 902


956 1 896
2 135 – 1 079 1 974 – 78

998 – 42 2 016 – 220

42958 – 18260 9 352 – 7 343

67302 – 45604 8 678 – 5 659


24698 3 009
38 097 – 2 299 4 909 – 1 900

31 999 – 8 311 5 763 – 2 754

30
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2.1. Adição e subtração

A adição é a operação matemática que corresponde à ideia de juntar quantidades e de acrescentar


uma quantidade a outra.
Exemplo: Em 13 + 10 = 23, consideramos treze unidades e acrescentamos dez unidades, resultando
em vinte e três unidades.

13 parcelas
+ 10
––––––
23 soma ou total

A subtração é a operação matemática que corresponde à ideia de diminuir, ou seja, retirar, excluir,
tirar uma quantidade de outra.
Exemplo:
Em 12 – 8 = 4, temos 12 unidades e retiramos 8 unidades, sobrando 4 unidades.

12 minuendo
– 8 subtraendo
–––––
4 diferença

Para calcularmos diferenças com números


Na adição de dois números naturais, é sempre necessário que o
naturais, a ordem das minuendo seja maior que o subtraendo.
parcelas não altera a soma.
Essa é a propriedade
comutativa da adição.

31
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:48 Página 32

Orientação didática: ao final do exer-


Demonstre seus conhecimentos: cício, voltar a falar sobre valor absoluto
(VA) e valor relativo (VR) sobre, por
exemplo, o algarismo 3, que aparece
em 3 adições.
1. Complete a cruzadinha com os resultados das operações propostas: Questione os alunos. Observe se eles
ainda têm dúvidas sobre esse assunto.

a) 1 345 654 897 c)


+
2 678 098 987
–––––––––––––––– 2
d)
4 023 753 884
1 1
b) 1000 678
– 234 065 a) 4 0 2 3 7 5 3 8 8 4

–––––––––––
766 613 2 6

1 9
c) 445 690
+ 768 201 0 b) 7 6 6 6 1 3
908 213
–––––––––– 4 8
2 122 104

d) 2 456 703
– 1 087 023
––––––––––
1 369 680

2. Dom Pedro I foi o primeiro imperador do Brasil. Ele nasceu em


12/10/1798 e faleceu em 24/09/1834.
a) Quantos anos Dom Pedro I estava para completar no ano em que
morreu?
1834
– 1798
–––––––
36

Ele viveu 36 anos Orientação didática: relembre o século corres-


pondente às datas citadas. Faça perguntas.
b) Há quantos anos ele faleceu? Atenção: calcule conforme o ano e mês em
que está sendo feito o cálculo.
2014
– 1834
–––––––
180 anos

Depende do ano em que estamos. Considerar o ano de 2014.

3. Se em uma sala de aula estão dispostos 41 cartazes com trabalhos, e 24 são das meninas, quantos
cartazes são dos meninos? Orientação didática: professores, antes da
resolução dos problemas, peça aos alunos que
41 exponham seu raciocínio e formas diferentes
– 24 de resolução.
–––––
17

Estão dispostos 17 cartazes pelos meninos.


32
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:48 Página 33

4. Mônica e Luíza são irmãs. Mônica possui 256 7. Uma escola possui o seguinte quadro de
papéis de carta em sua coleção, e Luíza, 89 papéis funcionários :
a mais que Mônica. Quantos papéis de carta
possuem as duas juntas?
Secre- Corpo Orien- Serviços
Direção
taria docente tação gerais
Mônica:
Luíza:
256
256 + 89 = 345  601
12 18 2 6 24

a) Quantos funcionários trabalham nessa escola?


12 + 18 + 2 + 6 + 24 = 62
As duas possuem juntas 601 papéis de carta.

5. Uma calculadora possui uma tecla ☒, que, Trabalham na escola 62 funcionários.


quando acionada, aumenta 234 unidades. Qual
será o resultado se uma pessoa digitar o número b) Qual é a categoria que possui mais funcio-
176, a tecla + a seguir, o número 67 e, finalmente, nários? E a que possui menos funcionários?
a tecla ☒? Possui mais funcionários para serviços gerais e possui menos
Orientação didática: estimule o cálculo
mental e outras formas de se cálcular.
176 funcionários para a direção.
Exemplo:
+ 67 176 + 234 = 410
234 410 + 67 = 477
–––––––
477

8. Descubra os valores das letras A, B e C da


operação abaixo: Orientação didática: poucos
O resultado será 477. exercícios devem ser resol-
A B C vidos pelo professor. Deixe
– 1 9 6 que os alunos exponham
seu raciocínio, pois surgem
6. Uma biblioteca recebeu 129 livros de –––––––––– soluções muito interessan-
3 5 3 tes.
literatura infanto-juvenil. Como já possuía 1 456
livros desse gênero, quantos livros de literatura A = ______________________________________
5

infanto-juvenil essa biblioteca possui agora?


B = _______________________________________
4

1456 Orientação didática: relembre sempre o nome


+ 129 dos termos que envolvem a operação.
––––––– C = ______________________________________
9
1585 Orientação didática: nesse exercício, espera-se que
eles pensem na operação inversa da subtração.
353 + 196 = ABC

Explique como você descobriu.


Resposta pessoal.

A biblioteca possui agora 1585 livros infanto-juvenis.

33
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:48 Página 34

9. Sabendo que dois blocos consecutivos de uma mesma linha somados resultam no bloco acima, no
muro, calcule o valor de todos os tijolos:
3 721
1 823 1 898
847 976 922

343 504 472 450

148 195 309 163 287

Ao concluir o item anterior,


você já pode realizar em casa
a tarefa 4 “Adição e Subtração”.

A 4, 5, 6, 7 DATA: _____/_____/_____
Leia as instruções para a aula no manual do professor.

Orientação didática: as regras dos jogos também podem ser criadas


2.2. Multiplicação e Divisão pelo grupo.

Stop da tabuada
Agora, vamos nos concentrar e lembrar de todas as tabuadas.
Cada linha tem um número, e cada coluna também. O encontro de uma linha com uma coluna
determina o resultado da tabuada. Multiplique os números e escreva o resultado no retângulo indicado.

Ficará mais legal se você jogar


com seus amigos! Quem terminar
primeiro, diz “Stop”, e todos os
outros devem parar imediatamente
onde estiverem!

Caso haja algum resultado errado, os outros participantes deverão continuar o jogo até que alguém
diga “Stop” novamente. Ganha quem disser “Stop” primeiro e estiver com a tabela toda preenchida
corretamente.
Boa diversão!
1.ª rodada:
X 7 5 8 3 6
2 14 10 16 6 12

7 49 35 56 21 42

5 35 25 40 15 30

4 28 20 32 12 24

3 21 15 24 9 18

34
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:48 Página 35

2.ª rodada:
X 6 4 9 2 5
9 54 36 81 18 45

3 18 12 27 6 15

8 48 32 72 16 40

4 24 16 36 8 20

5 30 20 45 10 25

3.ª rodada:
X 8 7 5 9 3
2 16 14 10 18 6

7 56 49 35 63 21

4 32 28 20 36 12

6 48 42 30 54 18

8 64 56 40 72 24

4.ª rodada:
X 5 4 8 7 3
3 15 12 24 21 9

6 30 24 48 42 18

9 45 36 72 63 27

4 20 16 32 28 12

7 35 28 56 49 21

Quando sabemos as tabuadas,


fazemos os cálculos com mais
agilidade!

35
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:04 Página 36

A multiplicação é a representação prática da adição de


várias parcelas iguais.

Exemplo: 4 + 4 + 4 = 12
que equivale a 3 x 4 = 12

Veja:
3 fatores
x4
––––
12 produto

A divisão é a operação matemática em que se reparte uma


determinada quantidade em partes iguais. Também podemos
considerar essa ideia para verificar quantas vezes uma
quantidade cabe na outra. Orientação didática: proponha à classe alguns problemas como o do tipo abaixo, pois
é importante que os alunos conheçam e reconheçam sempre os termos que envolvem
as quatro operações matemáticas. É importante que se habituem desde cedo ao
vocabulário matemático, por exemplo: numa divisão, se o resto é 4 o divisor é 5 e o
Exemplo: quociente é 6, qual o dividendo?

dividendo 16 3 divisor
15 5 quociente
–––
resto 1

Numa divisão com números naturais, sempre vale a relação:

Dividendo = quociente x divisor + resto

O resto é sempre menor que o divisor. Nunca podemos dividir um


número por zero; esta relação não
existe. O ato de dividir implica
necessariamente repartir.
Quando
multiplicamos um
número por
zero, o resultado
é zero.

36
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:48 Página 37

Demonstre seus conhecimentos:


Acerte no alvo,
1. pintando a flecha
certa.

Orientação didática: mostre


outra maneira de realizar os
cálculos. Veja:
100 x 3 = 300
a) 50 x 3 = 150 +
156 x 3 18
–––––
468

Outro momento importante


de relembrar valor relativo.
16 x 23
468

34 x 12

b) 2 000 x 4 = 8 000
2 624 x 4 600 x 4 = 2 400 +
20 x 4 = 80
4x4= 16
––––––––––––––
10 496

456 x 23
10 488

328 x 31

c)
4 004 x 603

102 x 23 670
2 414 412

4 568 x 529

37
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2. Resolva as divisões abaixo:

♠ ♣ ♥ ♦ ♪ ♫ ☻   •
312 80 496 5 040 6 036 12 13 1 548 146 475 15 63

a) ♣ : ☻ = 80 496 1548 d)  : • = 146 475 63


0 52 0 2325

Orientação didática: incentive os alunos a buscarem uma regra


para o resto de uma divisão:
– o resto é sempre menor que o divisor.
– o maior resto possível é igual ao divisor menos uma unidade.
Se nenhum aluno chegar às conclusões esperadas, proponha

b) ♦ : ♪ =
divisões para que observem o que acontece com o resto em
6 036 12 relação ao quociente.
0 503

e) ♥ :  = 5 040 15
0 336

c) ♠:♫= 312 13
0 24

Resolva os problemas:
1. O anfiteatro da escola de Luíza possui 10 fileiras com 12 poltronas cada. Quantas poltronas há nesse
anfiteatro?
12 Orientação didática: oriente sobre a mudança dos fatores na multiplicação.
x 10 12 x 10 = 10 x 12 = 120
––––––
120

Resp.: Há no anfiteatro 120 poltronas.

2. A mesa da professora Sílvia tem 5 gavetas. Em cada gaveta, há 4 estojos com canetinhas coloridas.
Cada estojo possui 12 canetinhas. Quantas canetinhas há na mesa da professora?
5 x 4 x 12 Orientação didática: estimule os alunos a realizarem os cálculos mentalmente ou a
123
20 x 12 = 240 efetuarem outras formas de resolução.

Resp.: Há na mesa da professora 240 canetinhas.


38
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3. No sítio de José, foram colhidos 20 cestos de frutas. Se há em cada cesto 36 laranjas e 24 tangerinas,
quantas frutas foram colhidas?

36 60
+ 24 x 20
––––––– –––––––
60 1200

Resp.: Foram colhidas 1200 frutas.

4. Em uma escola, matricularam-se, no 1.o dia, 154 alunos para as turmas de 6.o ano; no 2.º dia,
matricularam-se 119. Esses alunos deverão ser distribuídos em 7 salas de aula. Quantos alunos haverá
em cada sala?
154 273 |–––
7
+ 119 0 39
––––––––
273

Resp.: Haverá, em cada sala, 39 alunos.

5. O senhor Eugênio é comerciante de roupas. Ele compra camisas a um custo de 27 reais a unidade
e calças a um custo de 32 reais a unidade. Certo dia, comprou 22 camisas e 25 calças. Quanto ele gastou
em cada compra? E no total?
Camisas Calças
27 32 594
x 22 x 25 + 800
––––––– ––––––– ––––––––
54 160 1394
+ +
54 64
––––––– –––––––
594 800

Resp.: Gastou 594 reais em camisas e 800 reais em calças, sendo 1 394 reais no total.

6. Quantas semanas completas há em 365 dias? Sobram dias?


365 |–––
7
1 52

Resp.: Há 52 semanas completas e sobra 1 dia.

7. O caminhão de Magali quebrou. Ela terá que transportar 465 melancias em seu carro, porém neste
só cabem 130. Se ela carregar o carro três vezes, conseguirá transportar todas as melancias? Quantas
“viagens” ela terá de fazer para transportar todas essas frutas?
130 Orientação didática: pode surgir a resolução 465 |––––
130
x 3 075 3
–––––––
390 Como sobrou resto, são necessárias quatro viagens.

Resp.: Não, com apenas três viagens Magali não conseguirá transportar Ao concluir o item anterior,
você já pode realizar em casa
todas as melancias. Serão necessárias quatro viagens. a tarefa 5 “Multiplicação e Divisão”.
39
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:48 Página 40

Segundo Malba Tahan, matemático brasileiro e escritor de O homem que calculava, é possível obter
qualquer número inteiro de 0 a 100, utilizando quatro numerais 4 e sinais de operações
matemáticas.
Por exemplo, para obter o número 3, podemos calcular (4 + 4 + 4) : 4.

Agora, é a sua vez!


Será que você consegue obter mais alguns números, utilizando quatro numerais 4 e sinais de
operações matemáticas?

Algumas possibilidades: Orientação didática: Professor, deixe como tarefa


(4 . 4) : (4 . 4) = 1 para casa esta atividade. No dia seguinte, libere a
(4 . 4) – (4 : 4) = 15 lousa para que os alunos mostrem os cálculos.

4 + 
4 – (4 : 4) = 3

Mestre-cuca

Material: lápis e borracha.


Procedimento: Magali vai fazer salada de frutas, mas acha que uma receita é pouco, então resolveu
aumentar a receita original. Ajude-a a calcular as quantidades de ingredientes que precisará para fazer
duas ou mais receitas.

Salada de frutas
Ingredientes:
Orientação didática: proponha fazer essa deliciosa salada de frutas, pedindo aos alunos
• 2 mamões papaia pequenos; que levem as frutas; deixe que eles pensem no que aconteceria se dobrassem uns
ingredientes e outros não.
• 1 laranja média;
• 6 bananas;
• 3 maçãs;

40
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:48 Página 41

• 5 morangos maduros;
• 1 pêssego;
• 4 mangas;
• 10 uvas (qualquer variedade);
• 1 caixa de leite condensado;
• 10 cubos de gelo.

Modo de Preparo:
1. Pique todos os ingredientes. Corte a laranja em pedaços menores
que as outras frutas, assim, quando ela soltar o caldo, a salada
não ficará tão ácida.
2. Coloque tudo em uma travessa funda e adicione o leite condensado e o gelo. Mexa por alguns
segundos e leve à geladeira por 30 minutos.
Fica uma delícia!

• Parte A
Ajude Magali a completar a tabela:

Ingredientes 1 receita ________


5 receitas ________
3 receitas ________
4 receitas ________
2 receitas

Mamão 2 10 6 8 4

Laranja 1 5 3 4 2

Banana 6 30 18 24 12

Maçã 3 15 9 12 6
Morango 5 25 15 20 10

Pêssego 1 5 3 4 2

Manga 4 20 12 16 8

Uva 10 50 30 40 20

Caixa de leite condensado 1 5 3 4 2

Cubos de gelo 10 50 30 40 20

• Parte B
Magali tem preferência por algumas frutas e resolveu diminuir na receita a quantidade daquelas de
que menos gosta. Ajude-a a calcular:
a) a metade das uvas: ________________________________________________________________
5

b) a terça parte das bananas: ___________________________________________________________


2

c) a quarta parte das mangas: ________________________________________________________


1 _
d) a quinta parte dos morangos: ______________________________________________________
1

Orientação didática: ao final da atividade, proponha aos alunos que construam um jogo da memória, envolvendo 41
adição, subtração, multiplicação e divisão, assim como os termos usados na conclusão da atividade.
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:48 Página 42

• Conclusão:
Dobro é o mesmo que multiplicar por 2

Metade é o mesmo que dividir por 2


Triplo é o mesmo que multiplicar por 3

Terça parte é o mesmo que dividir por 3


Quádruplo é o mesmo que multiplicar por 4

Quarta parte é o mesmo que dividir por 4


Quinta parte é o mesmo que dividir por 5

Quíntuplo é o mesmo que multiplicar por 5

1. Num voo com 77 passageiros, a Cia. Aérea arrecadou um total de R$ 7.380,00. Foram vendidas
passagens para a classe econômica, a R$ 90,00 cada uma, e para a classe especial a R$ 120,00 cada uma.
a) Se todos os passageiros tivessem viajado na classe econômica, quanto teria sido arrecadado?
R$ 6 930,00 (77 x 90)

b) Quanto foi arrecadado a mais do que isso?

R$ 450,00 (7 380 – 6 930)

c) Cada passageiro da classe especial contribui com quanto a mais na arrecadação? Quantos eram os
passageiros da classe especial?

R$ 30,00 (120 – 90)


15 (450 : 30)

d) E na classe econômica?

77 – 15 = 62

42
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2. Um fazendeiro perguntou ao seu filho: Quantos pés eu posso contar quando eu estou tirando leite
de uma vaca?
O menino respondeu: São 6, sendo 4 da vaca e 2 seus. O pai então disse: Na verdade, são 9, porque
você esqueceu de contar os 3 do banquinho em que eu fico sentado. A seguir, o pai propôs outro
problema ao seu filho: Num curral, há algumas pessoas, vacas e banquinhos, pelo menos um de cada.
O número total de pés é 22 e o de cabeças é 5. Quantas vacas há no curral? O menino resolveu o
problema corretamente. Qual foi sua resposta?
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5
Possibilidades:

3 vacas = 12 pés vaca pés pessoas pés banquinhos pés


2 pessoas = 4 pés 1 4 1 2 1 3
2 banquinhos = 6 pés →2 8 2 4 2 6

Total: 22 pés 3 12 →3 6 3 9
4 16 4 8 4 12
Cabeças: vacas + pessoas
=3+2 Possibilidades: Pode ser: 2 vacas, 3 pessoas e 3 banquinhos
=5 8 + 6 + 9 = 23 (F)
Resposta: C Pode ser: 3 vacas, 2 pessoas e 2 banquinhos
12 + 4 + 6 = 22 (F)

3. (OBMEP) – Ontem, Dona Dulce gastou R$ 12,00 no mercado para comprar 4 caixas de leite e 6
pães. Hoje, aproveitando uma promoção no preço do leite, ela comprou 8 caixas de leite e 12 pães por
R$ 20,00, no mesmo mercado. O preço do pão foi o mesmo que o de ontem. Qual foi o desconto que
o mercado deu em cada caixa de leite?
Se o preço fosse o mesmo, teriam sido gastos R$ 24,00. Porém pagou R$ 20,00, com um desconto de R$ 4,00. Como no preço do pão não
teve desconto, ele ocorreu por causa do leite: 4 : 8 = 0,5 = 50 centavos.

Resp.: O desconto foi de R$ 0,50 centavos em cada caixa.

4. Uma andorinha come, em média, 2000 moscas por dia. Com base nessa afirmação, descubra:
a) Quantas moscas serão comidas por um bando de 43 andorinhas, durante uma semana?
2 000 x 43 = 86 000
86 000 x 7 = 602 000 moscas
Resp.: 602 000 moscas

b) Se uma cobra comesse 5 andorinhas do bando, quantas moscas ela estaria salvando por semana?
2 000 x 5 = 10 000
10 000 x 7 = 70 000
Resp.: Estaria salvando 70 000 moscas.

43
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 44

Jogo dos Experts

Material: lápis, borracha e um relógio com


cronômetro.
Procedimento: em duplas ou a critério do professor.
Regras: o jogo consiste em uma tabela com núme-
ros de 0 a 9, que serão utilizados para completar o
tabuleiro com as operações indicadas. Os números
escolhidos deverão ser marcados na tabela, pois não
poderão ser utilizados novamente.
Os jogadores iniciam juntos o preenchimento do
tabuleiro, cada um usando um tabuleiro. O jogo
terminará quando um dos jogadores completar o Orientação didática: lembre-se de que as regras
tabuleiro. podem ser mudadas e discutidas pelo grupo.

Tabela:

7 2 4 9 0 7 8 2 4 6

5 1 8 3 5 3 4 8 1 2

6 3 5 1 4 7 5 6 9 8

8 9 7 1 4 8 2 7 1 5

4 2 1 9 8 2 5 9 6 2

1 7 8 5 3 7 1 2 3 7

5 6 8 4 9 2 6 4 1 8

7 2 9 7 5 1 7 8 7 2

6 4 5 1 7 9 0 2 5 4

2 7 1 4 2 7 5 6 9 7

8 9 7 1 4 8 2 7 1 5

0 2 1 9 8 2 5 0 6 2

3 5 7 5 4 8 9 7 2 6
44
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 45

Tabuleiro:

____ x ____ = 56 ____ + ____ = 13 ____ x ____ = 14 ____ + ____ = 11 ____ x ____ = 63

____ x ____ = 0 ____ x ____ = 54 ____ + ____ = 6 ____ x ____ = 20 ____ : ____ = 1

____ – ____ = 3 ____ + ____ = 17 ____ x ____ = 28 ____ – ____ = 0 ____ x ____ = 8

____ x ____ = 0 ____ + ____ = 18 ____ : ____ = 1 ____ x ____ = 35 ____ + ____ = 4

____ + ____ = 11 ____ x ____ = 15 ____ – ____ = 5 ____ x ____ = 72 ____ – ____ = 6

____ x ____ = 81 ____ + ____ = 5 ____ x ____ = 25 ____ + ____ = 10 ____ x ____ = 30

____ x ____ = 0 ____ x ____ = 36 ____ + ____ = 16 ____ x ____ = 21 ____ : ____ = 3

____ – ____ = 2 ____ + ____ = 13 ____ x ____ = 28 ____ – ____ = 1 ____ x ____ = 18

____ x ____ = 10 ____ + ____ = 18 ____ : ____ = 4 ____ x ____ = 49 ____ + ____ = 14

____ + ____ = 12 ____ x ____ = 45 ____ – ____ = 4 ____ x ____ = 63 ____ – ____ = 7

Pontuação – Jogador 1: _________________ Jogador 2: _________________

45
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:41 Página 46

A 8, 9
DATA: _____/_____/_____
2.3. Potenciação

 9 – Vide orientações didáticas (página XXIV).

Em uma árvore, há sete galhos,


em cada galho há sete cestas,
em cada cesta, há sete gatinhos.
Quantos gatinhos há na
árvore?

7 x 7 x 7 = 343 gatinhos

É possível representarmos essa operação de outra forma?


Sim, 73 = 343

Lenda do xadrez
Segundo a lenda do xadrez, contada em O Homem que
Calculava, do escritor e matemático Malba Tahan, numa província
indiana chamada Taligana, havia um poderoso rajá que havia perdido
o filho em batalha. O rajá estava em constante depressão e passou
a descuidar-se de si e do reino.
Certo dia, o rajá foi visitado por Sessa, que lhe apresentou um
tabuleiro com 64 casas brancas e negras, com diversas peças que
representavam a infantaria, a cavalaria, os carros de combate, os
condutores de elefantes, o principal vizir e o próprio rajá, que finalmente,
encontraria a cura para a sua depressão, o que realmente ocorreu.
46
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2018_PROF 28/09/17 10:39 Página 47

O rajá, agradecido, insistiu para que Sessa aceitasse uma recompensa por sua invenção, e o brâmane
pediu simplesmente um grão de trigo para a primeira casa do tabuleiro, dois para a segunda, quatro
para a terceira, oito para a quarta e assim sucessivamente até a última casa. Espantado com a modéstia
do pedido, o rajá ordenou que fosse pago imediatamente a quantia em grãos que fora pedida.
Depois que foram feitos os cálculos, os sábios do rajá ficaram atônitos com o resultado que a
quantidade de grãos havia atingido, 18 446 744 073 709 551 615 grãos de trigo! Segundo eles, toda
a safra do reino durante 2 000 anos não seriam suficientes para cobri-la.
O homem que calculava, Malba Tahan.

Após a leitura do texto responda:

1. Você saberia explicar quais foram os cálculos feitos pelos sábios do rajá?

Resposta pessoal. Trata-se da soma de potência de base 2, do 20 até 263.

Resp.: ___________________________________________________________________________________

2. Será que seu pai concordaria em pagar uma mesada a você se ele dobrasse a cada dia a quantia do
dia anterior, começando com 1 real? Por quê?
Orientação didática: O professor poderá sugerir o uso
Resposta pessoal. da calculadora nesta aula.

Resp.: ___________________________________________________________________________________

3. Quanto você receberia em uma quinzena?

1.o dia: 1 real = 20


2.o dia: 2 reais = 21
3.o dia: 4 reais = 22
.
.
.
15.o dia: 214 reais = 16 384

Resp.: Receberia 16 384 reais.

47
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 48

Orientação didática:
enfatize os termos que
envolvem a potenciação.
A potenciação é a operação matemática que
envolve multiplicação de fatores iguais, assim podemos
dizer que:
2 . 2 . 2 = 8 equivale a 23 = 8
expoente

base 23 = 8 potência

Outro exemplo: 3 . 3 . 3 . 3 = 81
ou 34 = 81

Verifique que a base foi multiplicada consecutivamente pela quantidade de vezes expressa pelo
expoente.

Demonstre seus conhecimentos:


1. Existem duas maneiras diferentes de representar a multiplicação de quatro números iguais a 5. Quais
são essas duas maneiras?
5 x 5 x 5 x 5 ou 54

2. Complete a tabela com as potências de base 2:

Expoente 2 3 4 5 6
Resultado 22 = 4 23 = 8 24 = 16 25 = 32 26 = 64

25 = 2 . 2 . 2 . 2 . 2 = 32
Observando os resultados, responda:
a) O que acontece com o resultado quando aumentamos uma unidade no expoente? E quando
diminuímos uma unidade no expoente?
O resultado dobra.

Diminui pela metade o resultado.

b) De acordo com o item a, qual seria o valor de 21?


2

48
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 49

c) E de 20?
1

3. Agora, vamos completar a tabela com as potências de base 3:

Expoente 0 1 2 3 4
Resultado 1 3 9 27 81

4. Efetue as potenciações e, usando < , > ou =, complete as sentenças para que sejam verdadeiras:
a) 25______
> 33 32 > 27
20
b) 1 ______
= 10 0 1=1

c) 23______
< 32 8<9
1
d) 1 ______
< 2 1 1<2

5. Associe corretamente a potência da coluna da esquerda com o seu resultado na coluna da direita:
a) 24 ( b ) 125
b) 53 (d)0
c) 1000 ( f ) 225
d) 01 ( g ) 27
e) 102 ( a ) 16
f) 15 2 ( h ) 1000
g) 33 (c)1
h) 1000 1 ( e ) 100

6. O resultado de uma potência de base 4 é 256. Qual é o expoente?


O expoente é 4.

44 = 256

7. Em uma potência, o expoente é 3 e o resultado é 343. Qual é a base?


A base é 7.

73 = 343

Ao concluir o item anterior,


você já pode realizar em casa
a tarefa 6 “Potenciação”. 49
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 50

A 10
DATA: _____/_____/_____
2.4. Propriedades das potências  10 – Vide orientações didáticas (página XXIV).

Multiplicação de potências de mesma base


Observe o que acontece quando, numa multiplicação, escrevemos cada potência na forma de
produto:
★3 . ★5
44 444444
★ . ★ . ★ . ★ .★ .★ .★ .★

a) Quantos fatores apareceram? _____________________________


8


★3 . ★5 = .................
8

Outro exemplo:
★2 . ★4
 4444
★ . ★ . ★ . ★ . ★ . ★

b) Quantos fatores apareceram? _____________________________


6

★6
★2 . ★4 = ..................

O que podemos concluir quando multiplicamos potências de mesma base?


Conclui-se que as bases permanecem e somamos os expoentes.

Divisão de potências de mesma base


Observe agora o que acontece quando, numa divisão, escrevemos cada potência na forma de
produto:
★5
★5 : ★2 = ––––––
★2

★5 ★ . ★ .★ .★ .★
–––––– = –––––––––––––––––––
★2 ★ .★
c) Quantos fatores restaram? _____________________________
3

★3
★5 : ★2 = ..................

50
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 51

Outro exemplo:

★8
★8 : ★6 = ––––––
★6

★8 ★. ★. ★. ★. ★. ★. ★.★
–––––– = –––––––––––––––––––––––––––––––
★6 ★ . ★ . ★ . ★ . ★ .★
d) Quantos fatores restaram? _____________________________
2

★8 : ★6 = .★
2
................

O que podemos concluir quando dividimos potências de mesma base?


Conclui-se que as bases permanecem e subtraem-se os expoentes.

Potência de potência
Observe o que acontece quando temos uma potência de outra potência:

(★2)3 = ★ 2 . ★2 . ★ 2
  
★ . ★ .★ . ★ . ★ . ★

e) Quantos fatores apareceram? _____________________________


6


(★2)3 = ..............
6

Outro exemplo:
(★3)4 = ★3 . ★3 . ★3 . ★3
   
★ . ★ . ★ . ★.★.★ . ★.★.★ . ★.★.★

f) Quantos fatores apareceram? 12


_____________________________

(★3)4 = ...............
12

O que podemos concluir quando efetuamos potência de outra potência?


Conclui-se que a base permanece e multiplicam-se os expoentes.

51
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 52

Orientação didática: esta propriedade deve ficar bem clara para o


Potência de expoente 1 aluno, pois ela é importante e bastante abstrata.

Agora, tente você: De outra maneira:


2.2.2.2.2
25 : 24 = 21 = –––––––––––––– =2
25 : 24 = 25 – 4 = 21 = 2
2.2.2.2

g) Podemos concluir que _______________ Então, qualquer


número natural elevado a 1
toda base elevada a expoente 1 é igual a própria base.
é igual a ele mesmo.

Potência de expoente 0
Tente resolver: De outra maneira:
2.2.2.2.2
25 : 25 = –––––––––––––– = 20 = 1
25 : 25 = 25 – 5 = 20 = 1
2.2.2.2.2

h) Podemos concluir que __________________


Sendo assim, qualquer
qualquer número elevado a zero é igual a 1.
número
natural elevado a zero é
igual a 1.

Potência de base 10
Calcule algumas potências de base 10 ou, Podemos concluir que ___________________
simplesmente, potência de 10. as potências de base 10 são formadas pelo algarismo 1 seguido de

tantos zeros quantos forem indicados pelo expoente.


a) 101 = 10
b) 102 = 100
c) 103 = 1000
d) 104 = 10 000
e) 105 = 100 000
f) 106 = 1 000 000

52
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 53

Orientação didática:
Complete as regras e não se esqueça! Professor, lembre-se de que 00 é indeterminado.
Algumas regras básicas da potenciação:

• Todo número elevado a 0 é igual a ......................


1

• Todo número elevado a 1 é igual a ......................


ele mesmo

• O número 1 elevado a qualquer expoente é sempre igual a


1...........................

• O número 0 elevado a qualquer expoente diferente de 0 é sempre igual


a ....................
zero

• Toda potenciação de base 10 tem como resultado o ........,1 como


primeiro algarismo, seguido de tantos zeros quanto indicar o expoente.

Usamos a expressão
“elevado ao quadrado” porque
sempre é possível desenharmos
quadrados com as quantidades
indicadas.

Veja que legal!

1 4 9 16
1x1= 12 2x2= 22 3x3= 32 4 x 4 = 42

Você conseguiria então completar essa sequência até o 10.o termo?

1, 4, 9, 16, ____
25 , ____
36 , ____
49 , ____
64 , ____
81 , ____
100

25 36 49 64 81 100
5 x 5 = 52 6 x 6 = 62 7 x 7 = 72 8 x 8 = 82 9 x 9 = 92 10 x 10 = 102

53
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:41 Página 54

Demonstre seus conhecimentos:

1. Dê o resultado em forma de potência: 2. Calcule o valor de cada potência:

a) 83 . 86 = ________________________________
89 a) 90= 1____________________________________

b) 117 : 113 = ______________________________


114 b) 1 5691= 1569
_________________________________

c) (57)4 = __________________________________
528 c) 39 : (3 . 36) = ____________________________
39 : 37 = 32 = 9

d) 62 . 66 . 63 = 6_____________________________
11
d) (32)5 : 37 = ______________________________
310 : 37 = 33 = 27

e) 39 : 35 = 3________________________________
4
e) (79)0 . (70)20 = ____________________________
70 . 70 = 70 = 1

Ao concluir o item anterior,


f) (122)3 = 126
_________________________________ você já pode realizar em casa
a tarefa 7 “Propriedade das Potências”.

Coluna A Coluna B Coluna C Coluna D


Vamos brincar de adivinhar? 1 2 4 8
Esta tabela foi construída agrupando os 3 3 5 9
números de 1 a 15 em um determinado sistema
5 6 6 10
de numeração.
7 7 7 11
Desafie seu professor!
Pense em um número qualquer de 1 a 15 e 9 10 12 12
peça a ele que o adivinhe. Para isso, basta dizer 11 11 13 13
em quais colunas o número aparece na tabela ao 13 14 14 14
lado. 15 15 15 15
Orientação didática: o segredo é somar os primeiros números da coluna indicada pelo aluno.
Exemplo: pensei no número 9, que está na coluna A e D. Então, somamos 1 + 8 = 9, que é o número pensado.

Ficou surpreso?
Você saberia dizer qual é o segredo que leva seu professor a descobrir rapidamente o número pensado?
Resposta pessoal.

Escreva suas hipóteses para essa descoberta.


Resposta pessoal.

54
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 55

A 11  11 – Vide orientações didáticas (página XXIV). DATA: _____/_____/_____


Laboratório
2.5. Raiz quadrada exata de um número natural
Contorne todos os quadrados que você pode formar, partindo sempre do vértice indicado, até
completar o quadrado todo.

Quantos quadradinhos você conseguiu contornar na malha


quadriculada?
1 – 4 – 9 – 16 – 25 – 36 – 49 – 64

Quais os valores dos lados de cada quadrado formado?


1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8

Quais as potências que você conseguiu obter depois de pintar


todo o desenho?
12, 22, 32, 42, 52, 62, 72 e 82

A que conclusões você chegou?


Resposta pessoal.

Orientação didática: Os alunos deverão relacionar o número de quadradinhos pintados com o valor do lado.

Na Matemática, a cada operação podemos associar uma operação inversa


que desfaz o que a operação inicial efetuou.
Assim, podemos verificar a soma através da subtração:

33 +12 45

–12

Também podemos verificar a multiplicação através da divisão:

15 .5 75

:5

A operação de elevar ao quadrado tem como inversa extrair a raiz quadrada, assim:
32 = 9, então podemos dizer que 3 é a raiz quadrada de 9, indicada por 
9 = 3.
2
Para indicar a raiz quadrada de um número natural, usamos os símbolos  ou , que se chamam
“radical”, palavra originada do latim radix, que significa lado.
55
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 56

Os números que possuem raiz quadrada são chamados de quadrados perfeitos. Observe e
complete as tabelas abaixo:
02 0 
0 0

12 1 
1 1
Orientação didática:
22 4 
4 2 Antes de iniciar a reso-
lução dos exercícios, o
32 9 
9 3 professor poderá propor
aos alunos que elabo-
42 16 
16 4 rem outra tabela que vá
de 
100 a 
400 asso-
52 25 
25 5 ciando-a à potenciação.
Se essa tabela for feita
62 36 
36 6 na cartolina, poderá ser
afixada no canto da
72 49 
49 7 lousa, até que os alunos
memorizem os cálculos.
82 64 
64 8

92 81 
81 9

102 100 


100 10

: equivalente a 22 = 4

Demonstre seus conhecimentos:

1. Complete a tabela:


100 10 
324 18


121 11 
361 19


144 12 
400 20


169 13 
441 21


196 14 
484 22


225 15 
529 23


256 16 
576 24


289 17 
625 25

56
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 18/09/2018 14:01 Página 57

2. Compare os radicais utilizando os símbolos > f) 兹苵苵苵


f=2 f = 4__________________
ou <:

g) 兹苵苵苵
g=7 g = __________________
49
a) 兹苵苵苵苵
36 _____ 兹苵苵苵苵
16 d) 兹苵苵苵苵
81 _____ 兹苵苵苵苵苵
100
6 > 4 9 < 10

h) 兹苵苵苵
h=4 h = __________________
16
b) 兹苵苵苵苵
25 _____ 兹苵苵苵苵
64 e) 兹苵苵苵苵苵
100 _____ 兹苵苵苵苵
49
5 < 8 10 > 7
4. Encontre os valores das letras para que as
c) 兹苵苵苵苵
16 _____ 兹苵苵苵苵
9 f) 兹苵苵苵苵苵
121 _____ 兹苵苵苵苵苵
144 igualdades sejam verdadeiras:
4 > 3 11 < 12

a) 兹苵苵苵苵苵苵苵苵苵
a + 20 = 5 a = _________________
5

3. Complete:

b) 兹苵苵苵苵苵苵苵苵苵
40 – b = 6 b = 4_________________
a) 兹苵苵苵
a = 10 a = 100
__________________

c) 兹苵苵苵苵苵苵苵
c : 4 = 10 c = 400
_________________
b) 兹苵苵苵
b=9 b = __________________
81

d) 兹苵苵苵苵苵苵苵
7.d=7 d = _________________
7
c) 兹苵苵苵
c=3 c = __________________
9

Enfatize as operações inversas: potenciação e radiciação.

d) 兹苵苵苵
d=6 d = __________________
36

Ao concluir o item anterior,


você já pode realizar em casa a
e) 兹苵苵苵
e=8 e = __________________
64 tarefa 8 “Raiz quadrada exata de um número natural”.

A 12 DATA: _____/_____/_____
2.6. Operações inversas
 12 – Vide orientações didáticas (página XXIV).
Você já percebeu que tudo o que vai, volta?
Observe:
A adição e a
subtração são
+ 120 operações inversas.
130 250
– 120

57
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 58

A multiplicação
e a divisão
são operações
inversas.

x6
40 240
:6

Da mesma forma,
potenciação e radiciação
são operações
inversas.

....2
5 25
兹苶苶
...

Demonstre seus conhecimentos:


1. Pensei em um número e multipliquei-o por 3. Somei 15 ao resultado e obtive 51. Em que número
pensei?
x3 + 15

12 36 51

:3 – 15

Pensei no número 12.

2. Pensei em um número, dividi esse número por 15, do resultado subtraí 10 e obtive 40. Em que
número pensei?
ⴜ 15 – 10
750 50 40

x 15 + 10

Pensei no número 750.

3. Pensei em um número e elevei-o ao quadrado. Dividi o resultado por 3 e obtive 48. Qual foi o
número em que eu pensei?
2
ⴜ3 Ao concluir o item anterior,
você já pode realizar em casa a
12 144 48
tarefa 9 “Operações inversas”.
兹苵苵 x3

58 Pensei no número 12.


C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:04 Página 59

Procura-se:

Número que, somando 8, multiplicando o


resultado por 3, depois, subtraindo-lhe 10 e, em seguida,
dividindo-o por 2, resulta em 43. Que número é esse?
+8 x3 – 10 ⴜ2
24 32 96 86 43 O número é 24.
–8 ⴜ3 + 10 x2

2.7. Expressões numéricas com números naturais


A 13, 14, 15  13 – Vide orientações didáticas (página XXV).
Lembre-se:

A expressão numérica é uma


sequência de operações matemáticas.

Devemos calcular esse valor numérico, obedecendo à seguinte ordem:


Primeiro, calculam-se as potências e as raízes, em seguida, calculam-se
as multiplicações e as divisões, e por último, as adições e as subtrações.

Essa ordem pode ser alterada se aparecerem alguns sinais, como


parênteses ( ), colchetes [ ] e chaves { }. Nesses casos, também existe uma
ordem:
Primeiro, eliminamos os parênteses, em seguida,
eliminamos os colchetes e, por último, as chaves, ou
seja, de dentro para fora obedecendo às regras.

Orientação didática: a ordem natural das operações para a


Exemplo: resolução das expressões deve ser obedecida, pois interfere
no resultado.

兹苵苵苵苵苵 – 23 =
100 + [6 . 4 + (30 – 30 : 6)]} 123
{ 123
= { 10 + 123
[6 . 4 + (30 – 123
30 : 6)]} – 8 =

= { 10 + [ 24 + (30 – 5 )]} – 8 =
14243
= { 10 + [ 1442443
24 + 25]} – 8 =

= { 1442443
10 + 49 } – 8 =

= 59 – 8=
1442443
= 51 59
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 60

Demonstre seus conhecimentos: d) [ 42 + 5 . 3 – ( 20 : 4)] =

[ 16 + 15 – 5 ] = [ 31 – 5 ] = 26
1. Calcule o valor das expressões numéricas:

a) 42 + 
100 – 32 =
16 + 10 – 9 = 26 – 9 = 17

e) { 
81 + [3 . 4 + (15 – 20 : 5)]} =

{ 9 + [ 12 + (15 – 4)]} = {9 + [12 + 11]} = {9 + 23} = 32

b) 53 – 5 . 23 =

53 – 5 . 8 = 53 – 40 = 13

f) {92 – 
36 + [ 40 : 8 + (5 . 4) + 24 ]} =

c) 98 + 
36 – 22 = [ 81 – 6 + [ 5 + 20 + 16 ]} = {81 – 6 + 41} = {75 + 41} = 116

98 + 6 – 4 = 104 – 4 = 100

60
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2018_PROF 28/09/17 10:39 Página 61

Nos exercícios a seguir, monte as expressões 5. Uma pessoa terá 25 anos daqui a 9 anos.
numéricas correspondentes e resolva-as, usando Qual a idade que tinha há 7 anos?
parênteses, colchetes e chaves somente quando 25 – 9 = 16
16 – 7 = 9
for necessário.
2. Dividi a quantidade de 440 bolinhas de gude
com mais 3 amigos. Depois ganhei mais 32 boli-
nhas do meu pai. Com quantas bolinhas fiquei?
440 : 4 + 32 = 110 + 32 = 142

Resp.: Ela tinha 9 anos.

6. Simone tem 48 anos. Qual é o produto da


Resp.: Fiquei com 142 bolinhas de gude. idade que Simone terá daqui a 10 anos com a
idade que tinha a 8 anos?
3. Magda tinha 35 canetinhas. Ganhou o dobro (48 + 10) . (48 – 8) =
de 17 canetinhas. Com quantas canetinhas = 58 . 40
= 2 320
Magda ficou?
35 + 2 x 17 = 35 + 34 = 69

Resp.: Magda ficou com 69 canetinhas.


Resp.: O produto das idades de Simone é 2 320.
4. Achei o dobro da soma de 8 com 6 e
adicionei-o ao triplo da soma de 11 com 12. Qual
o resultado encontrado? No Portal Objetivo
2 . (8 + 6) + 3 . (11 + 12)
= 2 . 14 + 3 . 23
= 28 + 69 Para saber mais sobre o assunto, acesse o
= 97
PORTAL OBJETIVO (www.objetivo.br) e, em
“localizar”, digite MAT6F102

Ao concluir o item anterior, você já


pode realizar em casa a tarefa 10
Resp.: O resultado foi 97. “Expressões numéricas com números naturais”.

61
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2018_PROF 28/09/17 10:39 Página 62

(OBMEP-2012)
Cláudia transforma números
Cláudia gosta de brincar com números de dois ou mais algarismos. Ela escolhe um desses números,
multiplica seus algarismos e, caso o produto tenha mais de um algarismo, ela os soma. Ela chama o
resultado final de transformado do número escolhido. Por exemplo, o transformado de 187 é 11, pois
1 x 8 x 7 = 56 e 5 + 6 = 11; já o transformado de 23 é 6, pois 2 x 3 = 6.
a) Qual é o transformado de 79?
79 → 7 x 9 = 63 → 6 + 3 = 9

O transformado de 79 é 9

b) Quais são os números de dois algarismos cujo transformado é 3?


A brincadeira de Cláudia tem duas etapas: a primeira, na qual ela multiplica os algarismos, e a segunda, na qual ela soma os algarismos
do produto encontrado, no caso de esse produto ter mais de um algarismo. Para que 3 seja obtido como o transformado de um
número na primeira etapa, esse número só pode ser 13 ou 31. Para que 3 seja obtido como o transformado de um número na 2.a etapa,
o resultado da 1.a etapa deve ser um número de dois algarismos cuja soma seja 3, isto é, deve ser 12, 21 ou 30. A tabela abaixo mostra
todos os números de dois algarismos, cujo produto é um desses três números.
Assim, os números 13, 31, 26, 62, 34, 43, 37, 73, 56 e 65 são os únicos números de dois dígitos, cujo transformado é 3.

3 13, 31
12 26, 62, 34, 43
21 37, 73
30 56, 65
c) Quantos são os números de três algarismos cujo transformado é 0?
1.a solução: Na 2.a etapa da brincadeira temos uma soma de algarismos, que é sempre diferente de 0; portanto, se tivermos que usar
a 2.a etapa, 0 nunca será obtido como transformado de um número de três algarismos. Para se obter 0 como transformado de algum
número de três algarismos na 1.a etapa, esse número deve ter 0 como algarismo das unidades, das dezenas ou de ambas. Os números
de três algarismos que têm 0 tanto nas unidades quanto nas dezenas são 100, 200, 300, … , 900, num total de 9. Os números que têm
0 apenas nas unidades são da forma a b 0, onde a e b representam algarismos de 1 a 9; há 9 x 9 = 81 números desse tipo, e o mesmo
raciocínio mostra que há 81 números de três algarismos com 0 apenas no algarismo das dezenas. No total, há 9 + 81 + 81 = 171
números de três algarismos, cujo transformado é 0.

2.a solução: Como na solução acima, concluímos que o 0 deve aparecer na casa das unidades, das dezenas ou em ambas. O algarismo
das centenas pode ser qualquer algarismo de 1 a 9. Depois de escolhido esse algarismo, pode-se escolher os algarismos das dezenas
e das unidades de 19 maneiras diferentes; por exemplo, 100, 101, 102, … , 109, 110, 120, …, 190 são 19 possibilidades com o 1 na
primeira posição. Logo, o total procurado é 9 x 19 = 171.

3.a solução: Como na solução anterior concluímos que o 0 deve aparecer na casa das unidades, das dezenas ou ambas. Há 90 números
com 0 nas unidades e 90 com 0 nas dezenas, bem como 9 que têm 0 tanto nas dezenas quanto nas unidades. No total, há 90 + 90 – 9 = 171
números de três algarismos, cujo transformado é 0.

62
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 63

1. Leia o texto e responda:

Número de automóveis no Brasil dobra em dez anos

A última década (2002 a 2012) foi de grande prosperidade para o povo brasileiro. O poder aquisitivo aumentou e o
crédito fácil também. Nunca foi tão fácil comprar um automóvel, sobretudo zero quilômetro. Como consequência, o que
já era deficitário – como o espaço urbano e as vias de trânsito – se tornou caótico.
Em pouco mais de dez anos, o montante de carros nas doze metrópoles nacionais elevou-se de 11 500 000 para
20 500 000. Em relação às motocicletas, esse número é ainda mais assustador, já que elas pularam de 3 500 000 para
18 300 000, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
(Disponível em: http://exame.abril.com.br. Acesso em: nov. 2012. Adaptado.)

a) De quanto foi o crescimento no número de 2. Efetue as adições:


carros no Brasil em pouco mais de dez anos? a) 357 049 + 1 753 405 = 2 110 454

20 500 000 – 11 500 000 = 9 000 000

Resp.: Houve um aumento de 9 000 000.

b) 786 256 + 628 039 = 1 414 295


b) E de motos?

18 300 000 – 3 500 000 = 14 800 000

Resp.: O crescimento no número de motos foi de 14 800 000 3. Efetue as subtrações:


a) 8 292 212 – 1 423 439 = 6 868 773

c) Some os resultados dos itens a e b, e explique


o que isso significa?

9 000 000
+
14 800 000
––––––––––––––
23 800 000
b) 1 543 739 – 1 274 792 = 268 947

Resp.: O aumento do número de automóveis na década

(2002 – 2012).

63
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 64

4. Em uma fábrica, trabalham 245 operários. Se 6. Em uma escola, estudam 1 561 alunos. Para a
cada um deles ganha 1 200 reais, quantos reais a Páscoa deste ano, a diretora vai distribuir uma
fábrica gasta por mês para pagar todos os cesta com 15 ovinhos de chocolate para cada
operários? aluno. Quantos ovinhos ela terá que comprar? Se
245 x 1 200 = 294 000 cada cesta custar 5 reais, quanto irá gastar no
total?

1 561 x 15 = 23 415 1 561 x 5 = 7 805

Gasta 294 000 reais para pagar todos os funcionários.


Resp.: ____________________________________ Resp.: Terá que comprar 23 415 ovos. Irá gastar 7 805 reais no total.
____________________________________

5. Um canil possui 35 compartimentos para 7. Jorge herdou 340 pérolas de sua avó. Se cada
abrigar cães. Em cada um cabem 32 cães. Quantos pérola custa, em média, 2120 reais, quanto ele irá
cães podem ser abrigados nesse canil? ganhar vendendo todas as pérolas?
35 x 32 = 1120
340 x 2 120 = 720 800

Podem ser abrigados 1120 cães no canil.


Resp.: ____________________________________ Ganhará 720 800 reais vendendo as pérolas.
Resp.: ____________________________________
64
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:41 Página 65

8. Maristela possuía 71 reais e Maurício, 85 10. Dona Eliana quer dividir, igualmente, certa
reais. Eles juntaram suas quantias para comprar quantidade de dinheiro entre seus 6 netinhos. Ela
12 CDs de mesmo preço. Quanto custou cada CD tem 8 cédulas, 2 de 100 reais, 5 de 10 reais e 1 de
se gastaram todo o dinheiro? 5 reais, e 3 moedas de 1 real cada uma. Quanto
vai receber cada neto depois de trocado esse
71 + 85 = 156 156 ⴜ 12 = 13
dinheiro no banco?

2 x 100 = 200 255


5 x 10 = 50 + 3+
––––––
1x5= 5 258 | 6
–––––
255
–––
43

Cada CD custou R$ 13,00.


Resp.: ____________________________________
Cada neto receberá R$ 43,00.
Resp.: ____________________________________

9. Carla disse: “Eu tenho 5 anos, minha irmã é


11. Escreva na forma de potência:
7 anos mais velha do que eu, e a idade de meu
avô é o produto das nossas idades”. Quantos anos
tem o avô de Carla? a) 6 . 6 . 6 . 6 = 6____________________________
4

Carla –––––––––– 5 anos


Irmã –––––––––– 5 + 7 = 12 anos

Avô = 5 . 12 = 60

b) 5 . 5 . 5 = _______________________________
53

c) 2 . 2 . 2 . 2 . 2 = __________________________
25

Meu avô tem 60 anos.


Resp.: ____________________________________
65
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 66

12. Calcule: c) 102 – { [ 52 + ( 2 + 10 )3 ] : 2 + 兹苵苵苵苵


49 } : 3 =
a) 42 = 16 e) 53 = 125
= 100 – {[25 + (2 + 1)3] : 2 + 7 } : 3 =
= 100 – {[25 + 33] : 2 + 7 } : 3 =
= 100 – {[25 + 27] : 2 + 7 } : 3 =
= 100 – {52 : 2 + 7] : 3 =
= 100 – {26 + 7] : 3 =
= 100 – 33 : 3 =
b) 62 = 36 f) 33 = 27 = 100 – 11 =
= 89

c) 109 = 1 000 000 000 g) 兹苵苵苵苵


36 = 6

d) 兹苵苵苵苵苵
144 = 12 h) 兹苵苵苵苵
64 = 8 d) 32 : ( 22 – 50 ) + 兹苵苵苵
9 . 22 =

9 : (4 – 1) + 3 . 4 =
= 9 : 3 + 12 =
= 3 + 12 =
= 15

13. Calcule o valor das expressões numéricas:


a) 50 – { 15 + [ 24 : ( 10 – 2 ) + 50 : 5 ] } =
= 50 – {15 + [16 : 8 + 50 : 5]} =
= 50 – {15 + [2 + 10]} =
= 50 – {15 + 12} =
= 50 – 27 =
= 23

e) [ 42 + 2 . 32 + ( 16 : 8 )2 – 35 ]2 + 110 – 100 =

= [16 + 2 . 9 + 22 – 35]2 + 1 – 1 =
= [16 + 18 + 4 – 35]2 + 1 – 1 =
= [38 – 35]2 + 1 – 1 =
= 32 + 1 – 1 =
b) 52 + 兹苵苵苵
9 – [ ( 20 : 4 + 3 ) ] + 10 + 20 = =9+1–1=
= 10 – 1 =
=9
= 25 + 3 – [(5 + 3)] + 1 + 1 =
= 25 + 3 – 8 + 1 + 1 =
= 28 – 8 + 1 + 1 =
= 20 + 1 + 1 =
= 22

66
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:04 Página 67

A1 DATA: _____/_____/_____
Módulo

5
3 Elementos básicos de geometria
 14 – Vide orientações didáticas (página XXV).

Orientação didática: trabalhar os conceitos a partir das respostas dos alunos.


Respostas diferentes do esperado podem aparecer.

Observe a figura abaixo e escreva com que se parecem os objetos citados, associando-os com os
conhecimentos de geometria: ponto, reta e plano.

a) ponto
puxador das gavetas _______________________________________________________

b) reta
armação de madeiras da cama ______________________________________________
c) plano
o tampo da mesa _________________________________________________________

d) reta
haste do abajur __________________________________________________________

e) ponto
pé do banquinho _________________________________________________________
_

f) plano
tapete ___________________________________________________________________

g) reta / segmento de reta


fios do móbile ____________________________________________________________

h) reta
encontro de duas paredes __________________________________________________

i) segmento de reta / reta


prateleiras ____________________________________________________________
67
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:04 Página 68

As formas presentes na natureza, nos objetos ao seu redor e nas construções que vemos nas cidades
podem ser observadas no estudo da Geometria.
Um exemplo bastante interessante do surgimento da geometria é a experiência pela qual passaram
os egípcios, muitos séculos antes de Cristo, quando o rio Nilo transbordava e destruía os campos de
plantação. Quando o rio voltava ao normal, os escribas, profissionais que tinham a função de escrever
textos, registrar dados numéricos, redigir leis, copiar e arquivar informações, dividiam novamente todas
as terras que haviam sido alagadas. Surgia assim a Geometria Experimental.
Geo significa “terra” e metria significa “medida”.
Os gregos também deram a sua contribuição por intermédio de um filósofo chamado Euclides, o
primeiro matemático a apresentar a Geometria de forma bem organizada. Geometria euclidiana é assim
denominada em homenagem a Euclides de Alexandria, considerado o “pai da Geometria”.

3.1. Ponto, reta e plano A2 DATA: _____/_____/_____


Leia as instruções para a aula no manual do professor (página XXV).
Ponto, reta e plano são noções primitivas entre os conceitos geométricos. Isso quer dizer que eles
não possuem definições.
Euclides achava que essas noções eram tão simples que todos entenderiam o significado.
Um ponto é adimensional, ou seja, não possui dimensão (significa que não pode ser medido).

Um exemplo fácil para


entender a ideia de ponto
é fazer uma marca com a ponta
do lápis no papel.

Os pontos sempre são representados por letras latinas maiúsculas.

B

A

P

68
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 13/11/15 10:04 Página 69

Lembre-se:

Toda figura geométrica é


considerada um conjunto de
pontos.

Orientação didática: associe os segmentos colineares com as fileiras


dos alunos, nas quais cada aluno representará um ponto. Aponte as
carteiras que não estiverem alinhadas. Você pode usar os termos A,
B, C etc. e os símbolos ∈ ou 僆 pertencentes à reta.

Quando três ou mais pontos pertencem a uma mesma reta, dizemos que eles são colineares.

Assim: A ∈ r, B ∈ r e C ∈ r, portanto A, B e C são colineares.

A reta é um ente primitivo.


Por dois pontos distintos passa uma única reta.

69
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 10:41 Página 70

Para representar uma reta, usamos dois pontos distintos pertencentes a ela. No exemplo da página

anterior, os pontos usados são A e B, e podemos utilizar a notação para a reta r como AB.

A semirreta possui origem, mas é ilimitada no outro sentido, isto é, possui início, mas não tem fim.

Para representarmos uma semirreta,



usamos a notação AB. Isso quer dizer
que a reta começa no ponto A
e passa por B.

Para representarmos a semirreta, podemos utilizar outro ponto, como:


Note que semirreta AB é

diferente da semirreta BA .

Temos ainda o segmento de reta, que significa um pedaço ou parte da reta.

A palavra “segmento” vem do latim


segmentum, que significa “corte”.

70
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 71

Orientação didática: estique um pedaço de barbante e peça


aos alunos que recortem pedaços sem estipular medidas.
Explique então que cada pedaço pode ser medido, pois
possui um começo e fim.
Para representarmos
um segmento de
reta, usamos
––
AB .

O segmento de reta de extremidades A e B é o conjunto de


todos os pontos da reta compreendidos entre A e B, incluindo as
extremidades A e B.

Existem infinitos pontos entre as extremidades de um


segmento.

O plano não tem fronteiras e é ilimitado em todas as direções.

Quando consideramos apenas uma parte do


plano, temos uma superfície plana.

O tampo de uma mesa é uma superfície plana; assim se você


imaginar que ela se estende em duas direções, encontrará um plano.
Uma parede, uma folha de papel e o chão são exemplos de
superfícies planas.
Sua notação é feita com uma letra grega: α (alfa), β (beta), γ
(gama), entre outras.

71
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:49 Página 72

• Você poderia citar mais exemplos de ponto, reta e plano, fora do ambiente escolar?

Ponto: resposta pessoal

Reta: resposta pessoal

Plano: resposta pessoal

72
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:50 Página 73

A6  16 – Vide orientações didáticas (página XXVI). DATA: _____/_____/_____


3.2. Segmentos de reta
Os segmentos são consecutivos quando a extremidade de um deles coincide com a extremidade
do outro.
–– –– –– –– –– –––
AB e BC PQ e QS XY e WZ
são consecutivos são consecutivos não são consecutivos

Portanto, eles são consecutivos quando


estão coladinhos pelas pontinhas!

Os segmentos são colineares quando estão numa mesma reta.

–– –– –– –– –– ––
AB e CD OP e PQ RS e SV
são colineares são colineares não são colineares

E aí, entenderam?
Para explicar melhor a palavra colinear, vamos
dividi-la assim: co + linear. A parte
“co” significa comum, pertencente a algo,
e a parte “linear” significa linha; logo,
colineares pertencem à mesma linha.

73
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2018_PROF 28/09/17 10:39 Página 74

Os segmentos são congruentes quando possuem a mesma medida.

Segmentos congruentes

–– –– –– ––
Nesse caso, temos: CD é congruente com DE e EF é congruente com FG . Representamos esses
–– –– –– ––
segmentos por meio do símbolo ≅: CD ≅ DE, EF ≅ FG .

Demonstre seus conhecimentos:


1. A que se assemelha 3. Desenhe o que se pede:
a) a cabeça de um alfinete? a) uma reta r:

ponto
r

b) o piso da sala?
plano

b) uma semirreta AB:
c) uma corda de guitarra bem esticada?
reta
A B

d) um grão de areia?
ponto
––
c) um segmento de reta RS :
e) o piso de uma quadra de vôlei?
plano
R S
f) a capa de um livro?
plano

d) um plano α:
g) a linha de um caderno?
reta

α
2. Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) para as
sentenças a seguir: e) um ponto A:
a) Ponto é um elemento do plano. ( V )
A
b) Um plano contém apenas uma reta. ( F )
c) Uma reta contém infinitos pontos. ( V )
d) Por um ponto passam infinitas retas. ( V )

74
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 19/11/15 09:41 Página 75

4. Responda se os segmentos a seguir são 8. Quantas e quais retas passam pelos três
congruentes: pontos abaixo?
R•
R
S•
S
T• T

Uma única reta, porque os pontos estão alinhados.


–– ––
a) AC e ED ________________________________
não são congruentes
–– –– –– ––
–– –– 9. Trace os segmentos de reta AC, CF, DF, AD,
b) CE e AD ________________________________
não são congruentes –– –– ––
AF , CD e BE. Observe a imagem formada e diga
5. Quantas retas passam pelo ponto abaixo? se os segmentos são consecutivos e colineares,
consecutivos e não colineares, não consecutivos e
•A colineares ou não consecutivos e não colineares:
A

A B C
• • •

Infinitas retas.
G


6. Quantos e quais segmentos de reta podemos • I
H
traçar pelos pontos abaixo?
A• •B
A B • • •
C• D E F

C
–– ––
a) AB e BC consecutivos e colineares.
_________________________________

–– –– consecutivos e não colineares.


b) AB e AD _________________________________
––– ––– –––
3 segmentos de reta: AB , BC e AC .
–– –– não consecutivos e não colineares.
c) EF e BC _________________________________
7. Quantas e quais retas passam pelos dois
–– –– não consecutivos e colineares.
pontos abaixo? d) DH e IC _________________________________

–– –– consecutivos e não colineares.


X• •Y e) BE e EF _________________________________

–– –– consecutivos e colineares.
X Y f) HI e IC _________________________________

–– –– não consecutivos e colineares.


↔ g) AG e IF _________________________________
Uma única reta XY

75
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:50 Página 76

10. Você fez uma viagem e passou pelos pontos 11. Quais são os segmentos congruentes da
A, B ,C, D e E. Trace o caminho percorrido e figura abaixo?
escreva quais os tipos de segmentos formados ao
longo do caminho.
B C
• •

•D

A•
• –– –– –– ––
São congruentes: AD ≅ BC e AB ≅ CD
E
Segmentos consecutivos e não colineares.

Ao concluir o item anterior,


você já pode realizar em casa a
tarefa 11 “Ponto, reta e plano”.

Jogo: “Liga pontos” Orientação didática: os pontos podem ser unidos de 3 em 3 pontos também. As
regras podem ser mudadas. Discuta isso com os alunos.

O jogo tem como objetivo formar quadrados a partir da malha


de pontos a seguir.
Cada jogador, alternadamente, traça um segmento de reta ligando
dois pontos na vertical ou horizontal.
Quando um jogador fechar o quadrado com um segmento de reta,
coloca a inicial do seu nome.
Vence o jogo quem conseguir formar mais quadrados.
O jogo pode ser em duplas ou trios.

76
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:50 Página 77

1.a rodada:

2.a rodada:

77
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:50 Página 78

3.a rodada:

Você sabia que por um único ponto


passam infinitas retas?
E que por dois pontos distintos passa
uma única reta?

78
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 79

A 3, 4, 5  15 – Vide orientações didáticas (página XXVI). DATA: _____/_____/_____


3.3. Noções de Desenho Geométrico
Laboratório

De acordo com a orientação de seu professor, • Um giro de meia volta pode ser representado
prenda as pontas de dois canudinhos. por um ângulo raso. Qual é essa medida em
graus?
É possível fazer giros e obter ângulos com
canudos?
Sim.

180°
Basta prender as pontas de dois canudos,
mantendo fixo um deles e girando o outro.

• A expressão “vou dar uma guinada de 180°


na minha vida” é usada por algumas pessoas.
Qual é o significado dessa expressão?

Ir para o lado oposto em relação ao vértice.

Experimente!
Girando um dos canudos, obtenha:
• Um ângulo de 90°. • Qual é a medida correspondente a um giro
• Um ângulo de medida menor que 90°. de uma volta?
• Um ângulo de medida maior que 90°.
• Um giro de um quarto de volta pode ser
representado por um ângulo reto. Qual é essa
medida em graus?

360°

90°

79
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 26/10/2018 15:08 Página 80

O desenho é a maneira de expressar grafica-

Figura 4
mente a forma de um determinado objeto, e até
mesmo de algumas ideias.
Todas as coisas que conhecemos, na Natureza
ou na Arquitetura, podem ser representadas por
formas geométricas:

Figura 1 A ponte Golden Gate – EUA: os pilares são paralelos entre


si e perpendiculares com a sustentação.

O percurso de um rio nos dá a ideia de uma linha sinuosa.


Figura 2

Os trilhos de um trem nos dá a ideia de linhas paralelas.

Anéis nos dão a ideia de circunferências.


Figura 3

Para desenharmos algumas formas, precisa-


mos de instrumentos básicos: o transferidor, a
régua, os esquadros e o compasso.

Transferidor
Existem várias unidades de medida de
ângulos. Uma delas é o grau.
O transferidor é um instrumento que
Os arcos da ponte Juscelino Kubitschek em Brasília – DF podemos usar para medir ângulos.

80
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 81

A história do grau

Em torno do ano de 4000 a.C., os egípcios e


árabes tentavam elaborar um calendário; acredita-
va-se que o Sol girava em torno da Terra numa
órbita que levava 360 dias para completar uma
volta. Desse modo, a cada dia, o Sol percorria uma
parte desta órbita, ou seja, um arco de
circunferência de sua órbita.

Neste arco, egípcios e árabes fizeram corres-


ponder um ângulo cujo vértice era o centro da Terra
e cujos lados passavam pelas extremidades do tal
arco. Assim, esse ângulo passou a ser uma unidade
de medida e foi chamado de grau ou ângulo de
um grau.

Logo, para os antigos egípcios e árabes, o grau


era a medida do arco que o Sol percorria em torno
da Terra durante um dia. Hoje, sabemos que é a
Terra que gira em torno do Sol. Entretanto, man-
teve-se a tradição sobre o grau e convencionou-se
dizer que o arco de circunferência mede um grau
1
quando corresponde a –––– dessa circunferência.
360 Figura 5

Os transferidores são divididos em graus. Veja na figura abaixo:

O astrolabio é um instrumento antigo


que serve para medir a altura dos astros
acima do horizonte.

81
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:44 Página 82

Para utilizá-lo, deve-se colocar seu centro (C) sobre o vértice do ângulo e sua linha base sobre um dos
lados do ângulo. O valor apontado pelo outro lado do ângulo será igual à medida deste.

Temos outros ângulos que podemos observar:

82
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 83

Compasso

O compasso é utilizado para a criação de


desenhos técnicos ou de figuras geométricas
de diversos tamanhos. Seu uso nos permite
traçar ângulos corretos e exatos nos desenhos
que construímos. Ele é útil em muitos
trabalhos de engenheiros e arquitetos, pois de
certa forma eles precisam realizar desenhos
em dimensões corretas em seus projetos, e os ângulos feitos com o compasso são mais precisos.

Além disso, o compasso é um instrumento de


desenho usado para traçar arcos de
circunferência e também para comparar e
transportar medidas.
A ponta do lápis (mina) do compasso deve estar
sempre bem afiada. Para uma correta utilização
do compasso, é preciso segurá-lo pelo pino e
nunca pelas hastes.
Para medirmos a abertura do compasso,
utilizamos a régua.

2: É a ponta seca que


fixa no papel.

1: É o pino em que 3: É a ponta


seguramos para do lápis que
desenhar. faz o desenho.

83
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 84

Modo correto de utilizar o compasso. Não se esqueçam!

Circunferência é uma linha curva, plana, fechada e que


tem todos os seus pontos a mesma distância de um ponto
interior chamado centro.
Círculo é a porção de superfície limitada por uma
circunferência.

84
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 85

Régua e Esquadros
Com um esquadro e uma régua (ou dois esquadros), podemos desenhar retas paralelas de forma
prática.

Acompanhe a sequência e verifique como desenhar retas paralelas.

1.º passo: desenhe uma reta e identifique-a por r. Ajuste à reta um esquadro.

2.º passo: ajuste uma régua a um dos lados do esquadro e mantenha-a fixa.

85
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 86

3.º passo: deslize o esquadro sobre a régua e trace retas paralelas à r.

As setas pretas indicam que você


poderá deslocar o esquadro nos dois
sentidos.

Fazendo esse procedimento, podemos traçar retas verticais, horizontais e inclinadas, só depende de
como você posiciona seus instrumentos.

86
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 87

Demonstre seus conhecimentos 2. Utilizando o transferidor, meça os ângulos


abaixo:
1. Utilizando a régua, meça aproximadamente a)
o comprimento de reta abaixo, em cm:

a)

4,7 cm
45°

b)

135°

b)

c)

6,2 cm
15°

c) d)

7,6 cm

160°

Orientação didática: poderá ocorrer alguma variação nas medidas


do gabarito, devido à impressão da folha.

87
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 88

3. Agora, com o auxílio do transferidor, anote a medida do ângulo destacado nas figuras:

a) b)

150° 120°

c) d)

80° 90°

4. Com o compasso e régua em mãos, vamos treinar o desenho de uma circunferência de 3 cm de


abertura do compasso. Posicione a ponta seca do compasso no x.

x x x

88
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 89

5. Utilizando o mesmo centro, desenhe quatro circunferências com 2 cm, 3 cm, 4 cm e 5 cm de


abertura. Posicione a ponta seca do compasso no x. Agora pinte-as com cores diferentes e forme um alvo.

Orientação didática: comente com os


alunos que, quando duas ou mais cir-
cunferências possuem o mesmo centro,
recebem o nome de circunferências
concêntricas.

6. Trace cinco retas verticais com 2 cm de distância cada uma, a partir da reta abaixo.

89
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 90

7. Trace cinco retas horizontais com 1,5 cm de distância cada uma, a partir da reta abaixo.

8. Trace cinco retas inclinadas com 1 cm de distância cada uma, a partir da reta abaixo.

Ao concluir o item anterior,


você já pode realizar em casa a
tarefa 12 “Noções de Desenho Geométrico”.
90
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 91

Construção Geométrica
Orientação didática: as explicações sobre como fazer os desenhos abaixo, que são chamados construções geométricas, estão nas
próprias atividades propostas.

Construções com régua e esquadro

1. A partir do vértice inferior esquerdo do retângulo abaixo, faça 10 marcas, de 1 cm em 1 cm, em


cada um dos lados do ângulo. Em seguida, numere-as de 1 a 10. Finalmente, ligue-as como indicado: 1
com 10, 2 com 9, 3 com 8 etc.

Sua construção

91
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 92

2. Em cada lado do quadrado, marque os pontos médios e ligue-os. Observe que aparece um novo
quadrado. Repita esse procedimento várias vezes. Pinte seu desenho.

Orientação didática: após a construção, os alunos deverão colorir os


quadrados formados para observar as figuras em várias dimensões.
Para facilitar a construção, trace as diagonais e ligue os pontos médios.

Sua construção

92
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:50 Página 93

Abelhas utilizam ângulos?

É provável que você já tenha ouvido falar que as abelhas formam uma sociedade muito
organizada. Mas será que elas “conhecem” alguns conceitos matemáticos? Isso parece uma
novidade.
Saiba que um etólogo, cientista que estuda
insetos, conseguiu filmar como é feita a escolha de
uma nova colmeia.
A rainha e algumas operárias estudam uma região,
depois voltam à colmeia e, dançando, revelam as
direções dos lugares visitados.
Usando a dança como meio de expressão,
essas abelhas e a rainha fazem coreografias em
forma de oito. Os balés aéreos determinam eixos
cujos ângulos, em relação ao Sol, indicam as
direções de novos locais.
A organização social das abelhas parece ser
democrática. A decisão sobre o local da
nova colmeia é feita por escolha
de uma das direções, em assem-
bleia. As abelhas apoiam as pro-
postas aderindo ou não à
dança. Assim, aos poucos, mais
abelhas se juntam a um dos
balés apresentados, indicando o
voto da maioria. A mudança da
colmeia é feita de acordo com o
interesse coletivo.
(Superinteressante, ano 13, n. 4, abr.
1999. Adaptado.)

93
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:50 Página 94

A7  17 – Vide orientações didáticas (página XXVI). DATA: _____/_____/_____


3.4. Ângulos
Ângulo é a região formada pela união de duas
semirretas que possuem a mesma origem, chamada
vértice.

O ângulo divide o plano em duas regiões


angulares.

Com relação às suas medidas, os


Para nomeá-los, colocamos a letra que ângulos podem ser: nulo, reto, agudo,
corresponde ao vértice O, com um acento obtuso, raso (meia volta) e ângulo de
circunflexo, entre as outras duas letras. uma volta.
^
Na figura anterior, temos o ângulo AOB,
→ →
cujos lados são OA (semirreta com origem em O e que passa por A) e OB (semirreta com
origem em O e que passa por B).
Outra maneira de nomear ângulos é escrever a letra do vértice com o circunflexo, ou
seja, Ô. Essa notação é usada quando o vértice pertence a apenas um ângulo.

Ângulo agudo: a medida é


maior que 0o e menor que 90o.

Ângulo reto: a medida é


exatamente 90o.

O ângulo reto (90o) é importante,


pois é encontrado em inúmeras
aplicações práticas, como no encon-
tro de uma parede com o chão, caixas
de papelão, móveis etc.

94
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 95

Ângulo obtuso: a medida é


maior que 90o e
menor que 180o.

Ângulo raso: a medida é


exatamente 180o.

Ângulo de uma volta inteira:


a medida é de 360o.

Um ângulo de 360 graus é o ângulo que completa o círculo. Após essa


volta completa, esse ângulo coincide com o ângulo de zero grau, mas possui a
grandeza de 360°.
Completar uma volta é o mesmo que completar um giro.
95
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 96

Observe os números ao
lado e acredite se quiser...
Dizem que os números
recebem os nomes que têm
pelo número de
ângulos que formam
nas suas escritas.
Isso pode ser uma
lenda?

Demonstre seus conhecimentos:

1. Nomeie seis ângulos formados pela figura usando a notação das três letras:

^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^
Podemos ter: DA C, CA B, AB C, BC A, AC D, AD C, DA B e BC D.

2. Classifique os ângulos quanto às suas medidas:


obtuso agudo
a) 130º _______________________________ e) 35º ________________________________
reto raso
b) 90º _______________________________ f) 180º _______________________________
uma volta agudo
c) 360º _______________________________ g) 23º ________________________________
_
obtuso agudo
d) 150º _______________________________ h) 18º ________________________________

96
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 18/09/2018 14:01 Página 97

3. Escreva todos os ângulos referentes aos desenhos:

^ ^ ^
AB C, BC D, CD E.
a) Agudos: ______________________________________________________________________________

b) Obtusos: _____________________________________________________________________________
––––– _
^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^
c) Retos: ________________________________________________________________________________
QR T, RT P, RQ P, QP T, PT S, KH J, LJ I, JI M e HJ L.

^ ^
d) Rasos: ________________________________________________________________________________
RT S e HJ I.

4. Represente com um desenho o que se pede:


a) Um ângulo reto: c) Um ângulo agudo:

b) Um ângulo obtuso: d) Um ângulo raso:

5. O carrossel de um parque de diversões girou 10 voltas completas. Quantos giros de 180º ele completou?
10 voltas = 10 . 360o = 3 600o
3 600o : 180o = 20

Ele completou 20 giros de 180°.


Resp.: __________________________________________________________________________________
Ao concluir o item anterior,
você já pode realizar em casa a
tarefa 13 “Ângulos”.
97
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 98

Leia o texto e responda às questões 1 e 2.

Meu primeiro skate


Félix ganhou um skate de presente de Natal. Seus pais o alertaram para que ele tomasse cuidado com os treinos
para não se machucar.
No começo deu tudo errado, ele caiu, voltou a cair, chorou várias vezes, até o momento em que conseguiu se
equilibrar e deslizar com seu presente. Sentindo o ar no seu rosto, imaginou-se o deus do movimento.
Depois disso, tudo ficou mais fácil. Começou a treinar as manobras, claro que caiu várias vezes,
mas não chorou mais.
A primeira grande manobra que ele conseguiu fazer foi um giro de 180º. Ficou tão emocionado
que quase chorou. Com mais habilidade a cada dia, Félix fazia manobras arriscadas de 360º, 540º
e até uma muito difícil para um iniciante, a tal 720º.
Se ele continuar assim, rapidamente estará tão bom no esporte que poderá participar dos
X-Games* pelo mundo.
Boa sorte, Félix!
* X-Games – torneios de skates

1. Se Félix conseguiu fazer manobras e girar 4. Na figura seguinte, indique o maior número
720º, quantas voltas ele deu? de segmentos consecutivos:
720° |––––
360°
0 2 voltas

Félix deu 2 voltas.

2. E quando ele girou 540º?


540° |––––
360°
180° 1

Deu 1 volta e meia.

3. Represente por meio de um desenho um par


–– –– –– –– –– ––
Exemplo: AB e BC; BC e CD; CD e DE
de segmentos consecutivos contidos numa reta r,
–– –– –– ––
situados em um plano β. AB e BD; BD e DC
Exemplo:

r
A B C

98
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 99

–– ––
5. Observando a figura seguinte, responda às c) Os segmentos CD e DE são congruentes?
alternativas com V (verdadeiro) ou F (falso). Justifique.
Sim, são congruentes, pois possuem o mesmo comprimento.

–– ––
d) Os segmentos AB e FG são congruentes?
––– ––– Justifique.
a) Os segmentos AM e MB são consecutivos. ( V ) –– ––
––– ––– Sim, são congruentes, pois AB = 1u e FG = 1u
b) Os segmentos AM e MB são colineares. ( F )
––– –––
c) Os segmentos AM e MB são congruentes. ( F )
^
d) O ângulo AMB é raso. (F )

6. Se cada segmento mede uma unidade e) Indique dois segmentos consecutivos e dois
u( ), responda: não consecutivos.
u
Exemplos:
–– –– –– ––
Consecutivos: AB e BC; BC e CD
a) Quantas unidades de medida u possuem os –– –– –– ––
Não consecutivos: AB e CD ; DE e FG
segmentos abaixo?
–– ––
AB 1______________ BC 1______________
–– –– 7. Indique o menor ângulo formado pelos pon-
CD 1______________ DE 1______________ teiros das horas e dos minutos em cada relógio e
–– –– classifique-os (reto, agudo, obtuso).
EF 1______________ FG 1______________
–– ––
AC 2______________ AD 3______________
–– ––
AF 5______________ EG 2______________
reto = 90°
–– ––
b) Os segmentos AB e CF são congruentes?
Justifique.
–– ––
Não são congruentes, pois AB possui 1u e CF possui 3u.

obtuso = 120°

Orientação didática: explorar a relação da volta completa no círculo


(360°) com a divisão do relógio (12 partes). Cada hora corresponde
a 30° (360 : 12).

99
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 100

8. Observe as figuras e meça o comprimento do que se pede:

• prédio azul: 2,5 cm

• prédio amarelo: 3 cm

• prédio vermelho: 1 cm

• prédio laranja: 1,5 cm

9. Faça com o compasso circunferências com a abertura do compasso de 2,5 cm, posicionando a ponta
seca do compasso em x.

100
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 101

10. O desenho abaixo foi realizado a partir da obra O quarto, que retrata o aposento que Vincent van
Gogh alugou numa pensão na cidade de Arles, na França, país onde trabalhou durante quase toda a sua
vida. O pintor realizou a obra fazendo três versões, entre 1888 e 1889.

Registre a medida dos ângulos demarcados no desenho.

^ 90° ^ 80°
a ______________ b ______________

^ 110° ^ 40°
c ______________ d ______________

101
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 102

A1 Leia as instruções para a aula no manual do professor (página XXVII). DATA: _____/_____/_____
Módulo

5
4 Figuras geométricas planas
Orientação didática: com os alunos, explore oralmente as diferenças e semelhanças apresentadas. Vá mais além:
peça que percebam como o retângulo é formado por dois triângulos ou por dois triângulos e um trapézio. Crie
estratégias para envolver os alunos. Peça que eles relacionem figuras geométricas presentes no caminho de casa para
a escola, por exemplo, fachadas das casas, outdoors, propagandas em casas comerciais etc.

Laboratório
Geoplano artístico
Material: lápis de cor, régua e lápis preto.
Procedimento: você já deve conhecer algumas figuras geométricas. Veja:

Agora, com a utilização de todas essas figuras, construa um desenho no geoplano abaixo, usando
régua e lápis. Depois, é só colorir!

Construa com atenção. Você pode


aumentar o tamanho das figuras,
mas cuidado com a forma!
Não pode haver sobreposição.
E não deixe nenhum espaço em branco!

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Resposta pessoal.

102
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 103

Uma figura geométrica é formada por um conjunto de pontos.


Quando todos os pontos dessa figura estão situados no mesmo plano, ela é chamada de figura
geométrica plana.
A figura geométrica que não apresenta todos os pontos no mesmo plano é chamada de figura
geométrica não plana.
Figuras geométricas que tenham comprimento e não tenham largura são chamadas de linhas.
Existem infinitos tipos de linhas, que podem ser curvas ou retas.

Observe: Veja que não existem


pontos de intersecção nas
figuras ao lado, portanto
elas são chamadas de curvas
planas abertas simples.

Nestas, existem pontos de


intersecção, portanto são
chamadas curvas planas
abertas não simples.

Estas figuras não têm pontos


de intersecção, por isso, elas
são chamadas curvas planas
fechadas simples.

103
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 104

Nestas figuras existem pontos


de intersecção, logo, elas
são chamadas de curvas planas
fechadas não simples.

Curvas planas abertas ou fechadas que são formadas por segmentos consecutivos e não colineares
são linhas poligonais. As linhas poligonais fechadas simples são chamadas de polígonos. O
conjunto de pontos dos polígonos é a região poligonal.
Um polígono pode ser convexo ou não convexo. Ele é convexo quando, escolhendo-se dois pontos
quaisquer no seu interior, o segmento por eles determinado estará contido na região poligonal.
Caso uma parte do segmento fique fora do polígono, ele será não convexo (côncavo).

convexo não convexo (côncavo)

Lembre-se:

Um polígono é uma curva plana


fechada simples formada
por segmentos consecutivos e
não colineares. Esses segmentos são os
lados do polígono.

104
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 105

Os principais polígonos recebem nomes de acordo com o seu número de lados ou de ângulos
internos:
Número de lados Nome
3 triângulo
4 quadrilátero Orientação didática: peça aos alunos
que façam uma pesquisa sobre o
5 pentágono significado da palavra polígono e que
6 hexágono relacionem os nomes dos polígonos
com outras palavras que comecem
7 heptágono com o mesmo prefixo.
Exemplos: tricampeão, hexacampeo-
8 octógono nato.
9 eneágono
10 decágono
11 undecágono
12 dodecágono
13 tridecágono
14 tetradecágono
15 pentadecágono
16 hexadecágono
17 heptadecágono
18 octadecágono
19 eneadecágono
20 icoságono

A2 Leia as instruções para a aula no manual do professor (página XXVII). DATA: _____/_____/_____
4.1. Triângulos

Triângulos são polígonos que têm três lados.

Lembre-se:

Os triângulos podem ser classificados quanto à medida


dos seus lados e quanto à medida dos seus ângulos
internos.

105
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 106

Classificação quanto à medida dos seus lados

Triângulo equilátero: possui os


três lados de mesmo comprimento.

Triângulo isósceles: possui dois


lados de mesmo comprimento.

Triângulo escaleno: possui os três


lados com comprimentos diferen-
tes.

Classificação quanto à medida dos seus ângulos internos

Triângulo retângulo: possui um


ângulo reto.

Triângulo acutângulo: possui to-


dos os ângulos agudos.

Triângulo obtusângulo: possui um


ângulo obtuso.

106 Orientação didática: para tornar a explicação mais clara, peça aos alunos que meçam, com uma régua, os lados dos triângulos
apresentados e, com o transferidor, os ângulos assinalados, para que possam confirmar a veracidade das informações.
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 107

A3 Leia as instruções para a aula no manual do professor (página XXVII). DATA: _____/_____/_____
4.2. Quadriláteros
Quadriláteros são polígonos que têm quatro lados.
Subdividem-se em paralelogramos e trapézios.

Lembre-se:
Trapézio é um quadrilátero que
possui dois lados paralelos
correspondentes às suas bases,
uma maior e outra menor.

Um trapézio pode ser


isósceles,
retângulo ou escaleno.

Orientação didática: peça aos alunos que meçam os lados dos


trapézios, para que fique claro o significado da palavra congruente.

Trapézio isósceles: possui os lados


opostos não paralelos congruentes.

Trapézio retângulo: possui dois ângulos


retos.

Trapézio escaleno: os lados não


paralelos não são congruentes.

Paralelogramo é um quadrilátero que possui


os lados opostos paralelos; os lados e os
ângulos opostos são congruentes, ou seja,
têm sempre a mesma medida, e as diagonais
se cruzam no meio.

107
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 108

Entre os paralelogramos temos os


quadrados, os retângulos e os losangos.

Losango é um paralelogramo
que tem os quatro lados
congruentes e as diagonais
perpendiculares.

Retângulo é um paralelogramo que apresenta os quatro


ângulos retos.

Quadrado é um paralelogramo que tem os quatro ângulos


retos e os quatro lados congruentes.

108
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 109

Demonstre seus conhecimentos:

1. Que figuras geométricas você consegue identificar no quadro Girl with a boat, de Pablo Picasso?
Figura 6

Triângulos, retângulos, quadrados e trapézios.

2. Identifique e contorne três formas geométricas diferentes presentes nesta foto.


Figura 7

Resposta pessoal.

109
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 110

3. Qual é o nome do triângulo que tem três 8. Classifique os triângulos abaixo quanto à
ângulos agudos? medida de seus lados e quanto à medida de seus
O nome do triângulo é acutângulo. ângulos:
a)

4. O que é um quadrilátero?
Quadriláteros são polígonos que têm quatro lados.
Triângulo equilátero, acutângulo

b)

5. Quais são os tipos de quadriláteros?


Os quadriláteros são paralelogramos, trapézios, quadrados, retân-

gulos e losangos.

Triângulo isósceles, retângulo

c)
6. Qual é o nome do triângulo que tem um
ângulo reto?
O nome é triângulo retângulo.
Triângulo escaleno, obtusângulo

d)

7. O contorno do mapa do Brasil nos indica


a) uma curva plana aberta simples.
b) uma curva plana aberta não simples.
c) uma curva plana fechada simples.
d) uma curva plana fechada não simples. Triângulo isósceles, acutângulo
e) uma figura espacial.
Resposta: C
Ao concluir o item anterior,
você já pode realizar em casa a
110 tarefa 14 “Figuras geométricas planas”.
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 111

Faça uma composição utilizando todas as formas geométricas que você conheceu neste módulo.

Você é o artista!

Resposta pessoal.

111
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 09:26 Página 112

1. Qual é o nome do triângulo que tem os três lados congruentes?


O nome é triângulo equilátero.

2. O que é um triângulo?
Triângulo é um polígono de três lados.

3. Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) para as seguintes afirmações:


a) Um quadrado é um paralelogramo. ( V )
b) Um retângulo é um trapézio. ( ) F

c) Um trapézio tem dois lados paralelos. ( V )


d) No trapézio isósceles, os lados não paralelos são congruentes. ( V )

4. Qual o nome do triângulo que tem um ângulo obtuso?


O nome é triângulo obtusângulo.

5. O que é um polígono?
Um polígono é uma figura geométrica fechada.

Agora que foram concluidos todos


os itens você pode realizar as
tarefas 15, 16 e 17 de Revisão.
112
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2018_PROF 28/09/17 10:39 Página 113

TAREFA 1 Números romanos e indo-arábicos

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Associe as colunas corretamente:


a) 357 ( b ) DIV
b) 504 ( c ) CXCVII
c) 197 ( d ) CDL
d) 450 ( a ) CCCLVII

2. Escreva no sistema decimal os seguintes números:


a) XLV = ___________________________________________________
45

b) CCL = ___________________________________________________
250

c) MMV = _________________________________________________
2 005 _
d) MXLV = _________________________________________________
1 045 _

3. Os portugueses chegaram ao Brasil em 1500, mas a República só foi proclamada em 1889. Como
são representados esses dois numerais utilizando algarismos romanos?
1500 = MD

1889 = MDCCCLXXXIX

4. Complete os espaços escrevendo os séculos com algarismos romanos e os anos a que se referem
com algarismos decimais:

a) 13: ________
XIII anos: de_________
1201 a _________
1300

b) 15: ________
XV anos: de_________
1401 a _________
1500

c) 17: ________
XVII anos: de_________
1601 a _________
1700

d) 2: ________
II anos: de_________
101 a _________
200

e) 21: ________
XXI anos: de_________
2001 a _________
2100

113
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 114

5. Identifique a que séculos pertencem os anos de:


a) 204: século _______
III c) 1 370: século _______
XIV

b) 2 134: século _______


XXII d) 1 110: século _______
XII

6. O quadro apresenta números escritos com símbolos romanos:

CXLII XII XXXIX XL XLVI XLII XC LXIX CCXX XXIX


142 12 39 40 46 42 90 69 220 29

a) Qual o menor dos números mencionados?


XII

b) Quais números são menores que 50? Coloque em ordem crescente.


XII, XXIX, XXXIX, XL, XLII, XLVI

c) Qual está compreendido entre 30 e 40?


XXXIX

d) Escreva em ordem decrescente os números romanos usando o símbolo > entre eles.
CCXX > CXLII > XC > LXIX > XLVI > XLII > XL > XXXIX > XXIX > XII

VI – IV = IX

Troque a posição de um só palito e torne a igualdade verdadeira.

VI – IV = IX

VI + IV = X

114
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 21/07/16 11:31 Página 115

TAREFA 2 Leitura, escrita, valor absoluto (VA)


e valor relativo (VR)

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Escreva por extenso os números abaixo:


a) 1 345
um mil, trezentos e quarenta e cinco.

b) 2 456 098
dois milhões, quatrocentos e cinquenta e seis mil e noventa e oito.

2. Componha os números abaixo:


a) 20 + 300 + 4 = 324

b) 1 000 + 40 + 300 = 1 340

c) 300 + 50 + 1 = 351

3. Decomponha os números abaixo:

a) 345 = 300 + 40 + 5

b) 1 098 = 1 000 + 90 + 8

c) 10 876 = 10 000 + 800 + 70 + 6

4. Complete a tabela com o algarismo, o valor absoluto (VA) ou valor relativo (VR) que faltam.

Número Algarismo VA VR

1 345 064 3 3 300 000

90 821 632 9 9 90 000 000

723 765 6 6 60

56 873 5 5 50 000
115
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 116

TAREFA 3 Conjuntos e sequências

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Escreva o antecessor e o sucessor de cada número:

Número Antecessor Sucessor

2 378 2 377 2 379

9 661 9 660 9 662

999 998 1 000

1 099 1 098 1 100

2. Escreva os números em ordem crescente:


234 345 456 129 98 102 65

______<______<______<______<______<______<_______
65 98 102 129 234 345 456

3. Escreva os números em ordem decrescente:


543 987 123 34 105 207 54 23

987 543 207 123 105 54 34 23


______>______>______>______>______>______>______>______

4. Compare os números utilizando os símbolos > (maior) ou < (menor):

a) 298 ________
< 398 c) 987 ________
> 98 e) 1 256 ________
< 9 256

b) 100 ________
< 1 000 d) 10 000 ________
> 1 000

Você saberia escrever o próximo número dessa sequência? Qual a regra usada?

2, 10, 12, 16, 17, 18, 19, ________


200

O próximo número é 200. Todos os números relacionados começam com a letra d.

dois, dez, doze, dezesseis, …

116
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 117

TAREFA 4 Adição e subtração

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Calcule as adições: e) 1 567 908 + 1 778 003 = 3 345 911

a) 635 + 128 + 12 = 775

2. Vanessa pagou 185 reais em uma camisa,


234 reais em uma calça e 275 reais em um sapato.
b) 3 475 + 9 283 = 12 758 Quanto Vanessa gastou?

185
234 +
275
–––––––––
694

c) 6 915 + 7 760 = 14 675


Resp.: Vanessa gastou 694 reais.

3. Leonhard Euler, matemático suíço, nasceu em


1707 e faleceu com 76 anos de idade. Em que
ano Euler faleceu?

1 707
+ 76
–––––––––––
d) 3 443 285 + 1 345 876 = 4 789 161 1 783

Resp.: Euler faleceu em 1783.

117
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 118

4. Antônio, Paulo e Marcelo são amigos. Eles 7. Quanto falta para 4 998 atingir uma dezena
resolveram doar suas figurinhas repetidas. de milhar?
Antônio doou 356, Paulo doou 457 e Marcelo 10 000
– 4 998
doou 421. Quantas figurinhas doaram juntos? –––––––––––
5 002
356
457 +
421
–––––––––
1 234

Resp.: Eles doaram 1 234 figurinhas. Resp.: Faltam 5 002.

5. Mário quer comprar um aparelho de som que 8. Que número se obtém efetuando
custa 1 850 reais. Ele já possui 728 reais. Quanto 110 010 – 90 081?
está faltando para Mário comprar esse aparelho?
110 010
– 90 081
1 850 –––––––––––
– 728 19 929
–––––––––––
1 122

Resp.: Estão faltando 1 122 reais para Mário comprar o apare-


lho de som. Resp.: Obtém-se o número 19 929.

6. Uma indústria têxtil faturou 1 567 432 reais 9. Um avião tem capacidade para transportar
em 2012 e 1 245 007 reais em 2011. Seu fatura- 290 passageiros. O voo de hoje está transpor-
mento aumentou ou diminuiu? Quanto? tando 234 passageiros. Quantas poltronas não
estão sendo ocupadas?
1 567 432
– 1 245 007
––––––––––––––
322 425 290
– 234
––––––––
56

Resp.: O faturamento aumentou em 322 425 reais. Resp.: Não estão sendo ocupadas 56 poltronas.

118
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 119

TAREFA 5 Multiplicação e divisão

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Calcule as multiplicações: 2. Calcule:

a) 1 250 x 71 = 88 750 a) 1 009 x 209 = 210 881

b) 6 208 x 43 = 266 944 b) 203 x 3 004 = 609 812

c) 123 000 x 900 = 110 700 000 c) 12 645 x 309 = 3 907 305

d) 456 x 66 = 30 096 d) 1 001 x 2 002 = 2 004 002

119
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:51 Página 120

3. Raísa comprou móveis para sua casa nova e 5. Você sabe que um ano tem 12 meses.
vai pagá-los em 15 parcelas de 267 reais. Quanto Quantos anos há em 1020 meses?
ela vai pagar pelos móveis? O preço à vista seria
de 1034 reais a menos que o valor a prazo.
1 020 |––––
12
0 85
Quanto ela pagaria à vista?

267 4 005
x 15 – 1 034
–––––––– ––––––––––
1335 2 971
267 +
––––––––
4 005

Resp.: Há 85 anos em 1 020 meses.


Resp.: Irá pagar 4 005 reais a prazo; à vista pagaria 2 971 reais.

6. Se um ano tem 365 dias, quantos anos


4. Calcule os quocientes: teremos em 9 000 dias? Sobram dias? Quantos?

a) 9 615 : 15 = 641 9 000 |––––


365
240 24

b) 25 296 ⫼ 62 = 408
Resp.: Teremos 24 anos em 9 000 dias e sobrarão 240 dias.

7. Um jogo de tabuleiro possui 450 fichas


coloridas, sendo a terça parte delas vermelha, a
metade do restante verde e a outra metade azul.
c) 5 166 ⫼ 42 = 123
Quantas fichas de cada cor há nesse jogo?
450 |––––
3

450 300 |––––
2
0 150 150 150
––––––
300

d) 174 080 : 85 = 2 048

Resp.: Há 150 fichas de cada cor.

120
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 121

TAREFA 6 Potenciação

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Calcule as potências: k) 94 = 6561

a) 32 = 9
l) 26 = 64

b) 42 = 16
m) 104 = 10 000

c) 53 = 125

n) 152 = 225

d) 72 = 49

o) 132 = 169
e) 82 = 64

p) 83 = 512
f) 103 = 1 000

2. Observe a sequência:
g) 93 = 729 1
1+3=4
1+3+5=9
h) 112 = 121 1 + 3 + 5 + 7 = 16
1 + 3 + 5 + 7 + 9 = 25

a) Sem efetuar a adição, determine a próxima


i) 122 = 144 soma.
1 + 3 + 5 + 7 + 9 + 11 = 36, pois a soma forma uma sequência dos
quadrados perfeitos.

j) 63 = 216
b) Qual será o 10o termo dessa sequência?
O 10° termo será 100.

121
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 122

TAREFA 7 Propriedades das potências

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Reduza a uma só potência: i) 82 . 88 . 8 = 811

a) 87 . 83 = 810

j) 43 . 42 : 4 = 44

b) 156 : 15 = 155

k) (315)1 = 315

c) (49)4 = 436
l) (28)9 = 272

d) 74 . 7 . 73 = 78
m) (101)0 = 1

e) 98 : 92 = 96 n) (70)1 = 1

f) (36)3 = 318 o) 520 : 515 = 55

p) 618 . 61 : 63 = 616
g) 32 . 38 : 35 = 35

q) 910 : 98 = 92
h) (24)2 = 28

122
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 123

TAREFA 8 Raiz quadrada exata de um número natural

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

Calcule as raízes quadradas: k) 


200 – 4 = 
196 = 14

a) 
49 = 7

l) 
400 : 4 = 
100 = 10

b) 
64 = 8

m) 
60 – 11 = 
49 = 7

c) 
9=3

n) 
10 + 2 . 3 = 
10 +6 = 
16 = 4

d) 
20 + 5 = 
25 = 5

o) 
16 = 4

e) 
5 . 6 + 2 . 3 = 
30 +6 = 
36 = 6

p) 
25 = 5

f) 
81 = 9

q) 
4=2

g) 
8 . 2 = 
16 = 4

r) 
20 – 4 = 
16 = 4

h) 
25 .4 = 
100 = 10

s) 
32 + 32 = 
64 = 8

i) 
72 .2 = 
144 = 12

t) 
1=1

j) 
170 – 1 = 
169 = 13

123
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 124

TAREFA 9 Operações inversas

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Pensei em um número. Multipliquei-o por 2 e do resultado subtraí 12, obtendo 22. Em que número
pensei?

x2 – 12
17 34 22
ⴜ2 + 12

Pensei no número 17.

2. Roseli pensou em um número, dividiu-o por 3 e, em seguida, somou 13, obtendo o número 55. Em
que número Roseli pensou?

ⴜ3 + 13
126 42 55
x3 – 13

Roseli pensou no número 126.

3. Quero um número que, elevado ao quadrado e que subtraindo 15, resulte em 49. Que número eu
quero?

82 – 15
8 64 49
+ 15

64

O número é 8.

124
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 125

TAREFA 10 Expressões numéricas com números naturais

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

Calcule o valor das expressões numéricas: d) 43 + 3 + ( 88 : 22 – 3 ) . 91 – 4 =


a) 72 – 4 . 2 + 3 =
= 64 + 3 + (88 : 4 – 3) . 9 – 4 =
= 49 – 8 + 3 = = 64 + 3 + (22 – 3) . 9 – 4 =
= 41 + 3 = = 64 + 3 + 19 . 9 – 4 =
= 44 = 64 + 3 + 171 – 4 =
= 67 + 171 – 4 =
= 238 – 4 =
= 234

e) 15 + { 25 – [ 2 – ( 8 – 6 )] + 2 } =
b) 40 – [ 52 + ( 23 – 6 )] =
= 15 + {25 – [2 – 2] + 2} =
= 40 – [25 + (8 – 6)] = = 15 + {25 – 0 + 2} =
= 40 – [25 + 2] = = 15 + 27 =
= 40 – 27 = = 42
= 13

f) 56 – [3 + (23 – 
4 ) + (17 . 3 – 10) + ( 
49 – 2)] =

c) 3 . 8 – ( 42 + 5 ) + 36 : 22 : 9 = = 56 – [3 + (8 – 2) + (51 – 10) + (7 – 2)] =


= 56 – [3 + 6 + 41 + 5] =
= 56 – 55 =
= 24 – (16 + 5) + 36 : 4 : 9 =
=1
= 24 – 21 + 9 : 9 =
= 24 – 21 + 1 =
=3+1=
=4

125
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 126

TAREFA 11 Ponto, reta e plano

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Observe a imagem abaixo e complete com Todos os segmentos são congruentes.

consecutivos e colineares, consecutivos e não


colineares, não consecutivos e colineares ou não
consecutivos e não colineares.

3. Quantas e quais retas passam por pelo menos


dois dos quatro pontos abaixo?

–– –– A• •B
__________________________________
AB e BC: consecutivos e não colineares.

–– –– C• •D
DO e AO: __________________________________
consecutivos e colineares.
• •
A B
–– –– C• •
CD e AF: __________________________________
não consecutivos e não colineares. D

–– ––
EO e AO: __________________________________
consecutivos e não colineares.
↔ ↔ ↔ ↔ ↔ ↔
Seis retas: AD , AB , AC , CD , CB e BD
Quais tipos de segmentos não foram encontrados
na figura?
Não foram encontrados segmentos não consecutivos e colineares.
4. O desenho que você traçou no exercício 3
possui quantas semirretas?
2. Quais são os segmentos congruentes do → → → → → → → → → → →
Possui 12 semirretas: AB, BA , AC, CA, CD, DC, DB, BD, CB, BC, AD
quadrado abaixo?

e DA

126
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 127

TAREFA 12 Noções de desenho geométrico

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Indique a medida dos ângulos demarcados c)


abaixo:
a)

90°

75°

b) d)

130°

100°

127
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 128

2. O mapa abaixo representa o bairro de uma c) Escreva o nome de uma rua paralela à Rua
cidade. Observe e responda: Brasil e outra paralela à Rua Taguaritinga:
Exemplos:

Rua Brasil – Rua Portugal.

Rua Taguaritinga – Rua Monte Verde.

d) Escreva o nome de duas ruas que não são


paralelas nem perpendiculares.
Rua Gramado

Rua Itu

Rua Assis

e) Escreva o nome de três ruas paralelas entre si.


Resposta pessoal.

• Agora, com a régua em mãos, meça:


f) A largura de um quarteirão da Rua Paraty:
1,1 cm
a) Escreva o nome de duas ruas paralelas à Rua
São Caetano:
Exemplos: Rua Taguaritinga e Rua Paraty.

g) O comprimento de um quarteirão da Rua São


Paulo:
2 cm

b) Escreva o nome de duas ruas perpendiculares à


Rua Monte Verde:
Exemplos: Rua São Jorge e Rua São Paulo. h) A distância entre os pontos A e B da Rua
Gramado:
3,5 cm

128
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 129

TAREFA 13 Ângulos

Nome: Data: ____/____/____ Sala:


^ ^
1. Classifique os ângulos quanto às suas b) Obtusos: ________________________________
AO B e CO D.

medidas: ________________________________________
^ ^ ^ ^
a) 145o obtuso
___________________________________ c) Retos: __________________________________
BAD, AD C, DC B, AB C.

________________________________________
b) 160o obtuso
___________________________________ ^ ^
d) Rasos: __________________________________
AO C e DO B.
c) 12o ___________________________________
agudo
________________________________________
d) 180o raso
___________________________________
e) 90o ___________________________________
reto 3. Mariana é expert em bambolear. Seu recorde
f) 360o uma é de 15 voltas. Quantos graus Mariana gira ao
___________________________________
volta
todo nesse seu recorde?

2. Escreva todos os ângulos referentes ao 360°


x 15
desenho abaixo: ––––––––
5 400°

Mariana gira 5 400°.


Resp.: ____________________________________

4. Assinale V (verdadeiro) ou F (falso):


a) Ângulos retos medem menos de 90º. ( F )
b) Ângulos obtusos medem mais de 90º. ( V )
^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ c) Ângulos retos medem 90º. ( )
a) Agudos: ________________________________
OAB, DAO, ABO, OBC, BCO, OCD, CDO, ODA, AOD V
^
________________________________________
e BO C. d) Ângulos rasos medem 360º. ( F )

(OBM) – A figura ao lado é o mapa de um bairro: os


pontos A, B, C e D são as casas e os segmentos são as
ruas. De quantas casas é possível fazer um caminho que passa
exatamente uma vez por cada uma das ruas? É permitido passar
mais de uma vez por uma mesma casa.

a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4
Alternativa: C. São dois caminhos, que podem mudar onde começam e terminam. Os
prováveis são: DABDCB e BADBCD. É impossível começar pelas casas A ou C, veja:
A → B → D → C → B (não passa por A → D)
A → B → D → A (não passa por B → C e C → D)
A → B → C → D → A (não passa por B → D)
A → B → C → D → B (não passa por D → A) 129
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 130

TAREFA 14 Figuras geométricas planas

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Como se classificam os triângulos quanto às 5. Desenhe uma curva plana aberta não simples.
medidas dos lados?
Resposta pessoal.
Classificam-se em: triângulo equilátero, triângulo isósceles e triân-

gulo escaleno.

2. Como se classificam os triângulos quanto às


medidas dos seus ângulos internos?
Classificam-se em: triângulo retângulo, triângulo acutângulo e triân-

gulo obtusângulo.
6. Use uma régua para medir os lados dos triân-
gulos e, em seguida, classifique-os quanto a esses
lados.
a) c)
4,3 cm
2 cm
3 cm 3 cm
3. Como se chama um polígono que possui oito
lados? 4 cm

Chama-se octógono. 1,8 cm escaleno

isósceles

b) d)
3 cm 3 cm
2,4 cm 3 cm

4. O que é um polígono convexo? 4 cm


3 cm
Um polígono é convexo quando, escolhendo-se dois pontos quaisquer escaleno equilátero

no seu interior, o segmento sempre estará contido na região poligonal.


Orientação didática: professor, as medidas indicadas podem sofrer
alteração na impressão da folha. Pode acontecer uma medida
aproximada ao gabarito enviado.

130
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2017_PROF 12/07/16 10:47 Página 131

7. As dimensões do campo de futebol do Estádio Jornalista Mário Filho, também conhecido como
Estádio do Maracanã (RJ), são, de aproximadamente, 100 m de comprimento e 75 m de largura,
enquanto as da Arena Corinthians, popularmente conhecida como Itaquerão (SP), são de 105 m de
comprimento por 68 m de largura.
a) Qual dos dois campos tem perímetro maior?
Maracanã Itaquerão
100 + 75 + 100 + 75 = 350 m 105 + 68 + 105 + 68 = 346 m

O Estádio do Maracanã tem perímetro maior.


Resp.: __________________________________________________________________________________

b) Qual é a diferença entre esses dois perímetros?


350
– 346
–––––––
4

A diferença é de 4 metros.
Resp.: __________________________________________________________________________________

(OBM) – Carla recortou o hexágono representado ao lado nas quatro


partes abaixo: um triângulo, dois retângulos e um paralelogramo.

As medidas dessas figuras são dadas em centímetros. Qual é o perímetro do hexágono?


Nota: perímetro de uma figura é a medida do comprimento da linha que a contorna (soma das medidas
dos seus lados).
a) 15 cm b) 18 cm c) 26 cm d) 39 cm e) 81 cm

Resposta:
Com as figuras recortadas, podemos construir o hexágono da seguinte forma:

Logo, o perímetro desse hexágono, em cm, é:


5 + 3 + 10 + 3 + 5 + 10 + 3 = 39
Alternativa: D

131
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 132

TAREFA 15 Revisão

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Complete a tabela abaixo:

Número indo-arábico Algarismo romano Número por extenso


45 XLV quarenta e cinco

39 XXXIX trinta e nove

146 CXLVI cento e quarenta e seis


525 DXXV quinhentos e vinte e cinco
––
5 250 V CCL cinco mil duzentos e cinquenta

122 CXXII cento e vinte e dois

79 LXXIX setenta e nove

1 501 MDI um mil quinhentos e um


2 009 MMIX dois mil e nove

2. O Estado do Paraná tem ao todo 10 444 526 habitantes; 8 765 561 não moram na capital, Curitiba.
Qual a população de Curitiba?
10 444 526
– 8 765 561
––––––––––––––
1 678 965

Resp.: ___________________________________________________________________________________
A população é de 1 678 965.

3. Em que ano você terá 33 anos?


Resposta pessoal.

4. Na construção de 80 casas populares iguais, foram utilizados 1 003 200 tijolos. Quantos tijolos
foram utilizados em cada casa?
1 003 200 : 80 = 12 540

Resp.: ___________________________________________________________________________________
Foram utilizados 12 540 tijolos em cada casa.

132
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 133

5. André foi comprar um livro para usar na escola. Levou uma nota de 50 reais e uma grande
quantidade de moedas de valores diferentes. O preço do livro era 37 reais e 50 centavos. Contou suas
moedas e verificou que a quantia não era suficiente para pagar o livro. Assim, utilizou a nota de 50 reais.
O caixa da livraria, porém, só tinha notas de 10 e 50 reais, então pediu a André que facilitasse o troco.
Dê exemplos de como André poderia ter feito isso?
Resposta pessoal.

6. A tabela abaixo resume o número de matrículas efetuadas em uma certa escola.

Meninos (diurno) Meninas (diurno) Meninos (noturno) Meninas (noturno)


6.o ano 109 132 165 110
7.o ano 82 116 94 61
8.o ano 71 84 53 29
9.o ano 55 62 25 14

a) Quantos jovens (meninos e meninas) cursam o 6.o ano? 516


b) Quantas meninas estão matriculadas no período noturno? 214
c) Quantas meninas cursam o 9.o ano? 76

7. Preencha os espaços em branco:

33 53

27 125

some
23
8

152 multiplique

1 216

133
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 134

TAREFA 16 Revisão

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Calcule o que se pede:


a) a metade de 362. 181

b) o triplo de 513. 1 539

c) a terça parte de 324. 108

d) o quíntuplo de 73. 365

e) a nona parte de 8 181. 909

2. Na operação 36 = 729, pedem-se:


a) a leitura da potência indicada.
Três elevado a sexta potência é igual a setecentos e vinte e nove.

b) o nome que se dá ao número 3.


Base.

c) o nome que se dá ao número 6.


Expoente.

d) o que indica o número 6.


Quantas vezes a base está sendo multiplicada.

3. Para cada valor atribuído à letra a, calcule 2 . a, a2 e 


a e organize tudo numa tabela.
a) a = 9 b) a = 25 c) a = 36 d) a = 100
2.a a2 
a
a=9 18 81 3

a = 25 50 625 5

a = 36 72 1 296 6

a = 100 200 10 000 10

134
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2018_PROF 28/09/17 10:39 Página 135

4. Calcule o valor das expressões: c) a soma dos quadrados de a com b.


a) 5 + 2 . 3 – 14 : (2 + 5) =
a2 + b2 =
82 + 92 =
5 + 6 – 14 : 7 = 64 + 81 =
=5+6–2= = 145
= 11 – 2 = 9

d) o quadrado da soma de a com b.


(a + b)2 =
(8 + 9)2 =
172 =
= 289

b) 48 + 20 : [3 . 6 + 2 . (7 – 6)] = 6. Saber interpretar textos é importante. Com-


prove calculando:
48 + 20 : [18 + 2 . 1] =
= 48 + 20 : 20 = a) dois mais três, vezes dois ao cubo.
= 48 + 1 =
= 49 (2 + 3) . 23 = 5 . 8 = 40

b) dois, mais três vezes dois ao cubo.

2 + 3 . 23 =
=2+3.8=
5. Dados a = 23 e b = 32, determine: = 2 + 24 = 26

a) o quadrado de a.
(23)2 = 26 = 64

c) do cubo de cinco retire o quadrado de nove e


divida o resultado obtido pelo quadrado de
dois.

b) o quadrado de b. (53 – 92) : 22 =


= (125 – 81) : 4 =
= 44 : 4 = 11
(32)2 = 34 = 81

135
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2019_PROF 11/09/2018 17:45 Página 136

TAREFA 17 Revisão

Nome: Data: ____/____/____ Sala:

1. Se A = (26 + 20) : (2 . 6 + 1) . 11500


A = (26 + 20) : (2 . 6 + 1) . 11500
A = 65 : 13 . 1
A=5

B = (72 + 1) : (1 + 4)2 . (23 – 3)


B = (72 + 1) : (1 + 4)2 . (23 – 3)
B = 50 : 25 . 5
B = 10

C = 92 : (72 + 1 – 23)
C = 92 : (72 + 1 – 23)
C = 81 : 27
C=3

Usando os valores obtidos para A, B e C, calcule:


a) (A2 – B) : C
(A2 – B) : C =
= (52 – 10) : 3 =
= 15 : 3 = 5

b) (C3 – B) . A
(C3 – B) . A =
= (33 – 10) . 5 =
= (27 – 10) . 5 =
= 17 . 5 = 85

136
C1_6o_Ano_Matematica_Tony_2016_PROF 12/11/15 11:52 Página 137

2. João Pessoa, a capital da Paraíba, é uma das cidades mais antigas de nosso país.
O valor da expressão 102 . 
25 + 3 + 
64 + 3 . 7, somada a 1053, indica o ano em que essa cidade foi
fundada. Em que ano João Pessoa foi fundada?

100 . 5 + 3 + 8 + 3 . 7 =
= 500 + 3 + 8 + 21 =
= 532
532 + 1053 = 1585

Foi fundada no ano de 1585.


Resp.: ___________________________________________________________________________________

3. De 
32 + 42 + 3 . 13 retire o cubo de 2. O resultado obtido é um número natural?

(
9 + 16 + 39 – 23) =

= 
64 – 8 =

=8–8=0

Resp.: ___________________________________________________________________________________
O resultado é um número natural.

4. A raiz quadrada de 1 225 é maior que 30 e menor que 40. Descubra esse número.


1 225 = 35

31 x 31 = 961
32 x 32 = 1 024
33 x 33 = 1 089
34 x 34 = 1 156
35 x 35 = 1 225

Resp.: ___________________________________________________________________________________
O número é 35.

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Créditos das Figuras


Figura 1
Disponível em: <http://www.taringa. net/posts/info/16564500/Curiosidades-del-
Amazonas-y-sus-Especies.html>. Acesso em: 8 dez. 2014.

Figura 2
Disponível em: <http://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Balatonlelle_section_
of_a_Budapest%E2%80%93Sz%C3%A9kesfeh%C3%A9rv%C3%A1r%E2%80%
93Nagykanizsa_railway_line.jpg>. Acesso em: 8 dez. 2014.

Figura 3
Disponível em: <http://wikitravel.org/pt/Bras%C3%ADlia>. Acesso em: 8 dez. 2014.

Figura 4
Disponível em: <http://law.sjtu.edu.cn/International/Detail12157.aspx>. Acesso em:
8 dez. 2014.

Figura 5
Disponível em: <http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6d/Spagna%2C_
astrolabio_con_dischi%2C_XV_sec%2C_AM112098.JPG?uselang=pt-br>. Acesso
em: 8 dez. 2014.

Figura 6
Disponível em: <http://searches.globososo.com/search/images?fcoid=417&fcop=
topnav&fpid=2&q=girl+with+a+boat+pablo+picasso>. Acesso em: 6 dez. 2014.

Figura 7
Disponível em: <http://www.donagiraffa.com/2012/12/plantas-de-casas-projetos-de-
planta-baixa.html>. Acesso em: 6 dez. 2014.

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