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http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ta_dificil.

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como descobrir se um paciente nao esta fazendo o uso correto de ARV

Perguntei-lhes se não seria útil conhecer práticas alheias bem-sucedidas para aplicar em
suas salas de aula. Todos assentiram, ou seja, concordaram com a idéia. Disse a eles então
que uma idéia bastante interessante seria criar blogs de suas escolas, construí-los
coletivamente (todos os professores teriam acesso e poderiam abastecer essa página),
divulgar entre as outras escolas da rede e, a partir disso, começar a “trocar figurinhas”.
Questões metodológicas, disciplinares, de conteúdo, novas referências, programação de
atividades cívicas e culturais, recursos tecnológicos e tantas outras questões poderiam ser
sugeridas ... Todos poderiam aprender e crescer juntos... Até os alunos poderiam ser
beneficiados...

E quando li a entrevista de Schleicher à revista Veja, eis que me deparo com a seguinte
afirmação desse reputado especialista: “Ao ficarem circunscritos às suas fronteiras e
resistirem à idéia de aprender com a experiência alheia, os países estão movidos por uma
espécie de orgulho patriótico sem sentido. O pensamento geral é algo como: ‘Cada um sabe
o que é melhor para suas salas de aula’”.

Transferindo-se essa afirmação para a sala de aula, já que as referências de Schleicher


são nacionais, percebemos que as diferenças praticamente inexistem, ou seja, não são
apenas os países que estão “circunscritos às suas fronteiras” e que resistem a “aprender com
a experiência alheia”, achando que sabem “o que é melhor para suas salas de aulas”...
Também os professores fazem isso e, de certa forma, os países apenas são reflexos dessa
prática microscópica exercida por cada um dos educadores em sua respectiva escola e sala
de aula.

Nesse sentido, é válido lembrar também que Schleicher defende a idéia da valorização
da carreira de professor e a criação de incentivos para que mais e melhores estudantes
optem por fazer cursos na área da educação. E valorizar significa não apenas aumentar
salários aleatoriamente, mas reconhecer esforços relativos a cursos de atualização,
assiduidade, utilização em aula das novas tecnologias, intercâmbio de idéias, pontualidade,
participação em eventos e reuniões...

Até mesmo a resistência aos rankings nacionais e internacionais deve ser vencida.
Estudos como o PISA, o IDEB ou o Saresp, apenas para mencionar alguns mais em
evidência, não foram criados para condenar escolas e profissionais, mas para mensurar a
evolução da educação e criar critérios lógicos e racionais que orientem uma necessária
reengenharia da educação rumo a tão sonhada educação de qualidade...

E quando li a entrevista de Schleicher à revista Veja, eis que me deparo com a seguinte
afirmação desse reputado especialista: “Ao ficarem circunscritos às suas fronteiras e
resistirem à idéia de aprender com a experiência alheia, os países estão movidos por uma
espécie de orgulho patriótico sem sentido. O pensamento geral é algo como: ‘Cada um sabe
o que é melhor para suas salas de aula’”.
Transferindo-se essa afirmação para a sala de aula, já que as referências de Schleicher
são nacionais, percebemos que as diferenças praticamente inexistem, ou seja, não são
apenas os países que estão “circunscritos às suas fronteiras” e que resistem a “aprender com
a experiência alheia”, achando que sabem “o que é melhor para suas salas de aulas”...
Também os professores fazem isso e, de certa forma, os países apenas são reflexos dessa
prática microscópica exercida por cada um dos educadores em sua respectiva escola e sala
de aula.

Nesse sentido, é válido lembrar também que Schleicher defende a idéia da valorização
da carreira de professor e a criação de incentivos para que mais e melhores estudantes
optem por fazer cursos na área da educação. E valorizar significa não apenas aumentar
salários aleatoriamente, mas reconhecer esforços relativos a cursos de atualização,
assiduidade, utilização em aula das novas tecnologias, intercâmbio de idéias, pontualidade,
participação em eventos e reuniões...

Até mesmo a resistência aos rankings nacionais e internacionais deve ser vencida.
Estudos como o PISA, o IDEB ou o Saresp, apenas para mencionar alguns mais em
evidência, não foram criados para condenar escolas e profissionais, mas para mensurar a
evolução da educação e criar critérios lógicos e racionais que orientem uma necessária
reengenharia da educação rumo a tão sonhada educação de qualidade...

Ensinar criatividade?
Antonio Carlos Teixeira Da Silva

Poderíamos dizer que a criatividade é um dom nato porque o homem, desde a pré-história,
usou-a para sobreviver, resolver seus problemas e facilitar sua vida.

Então, por que se costuma rotular uma determinada pessoa de mais e outra de menos
criativa? Ou achar que existem apenas algumas atividades intituladas assim, tais como
artes, arquitetura, publicidade, etc.? Nada mais falso.

A criatividade é usada por qualquer pessoa, seja uma dona de casa inventando um novo
bolo ou buscando uma maneira mais fácil de tirar as manchas de uma camisa, até um alto
executivo buscando alternativas para enfrentar um concorrente. Ambos estão usando-a.

Desafio
Dê uma paradinha agora na leitura deste artigo e faça um exercício de criatividade: qual foi
o último filme ao qual você assistiu? Crie cinco novos títulos para ele.

Quanto mais cedo na vida começamos esses exercícios, mais capacidade criativa teremos.
O problema inicial é que a educação não dá toda atenção que a criatividade merece.
Quantas escolas possuem atividades destinadas a provocar e exercitá-la em seus alunos?

Pior do que não estimular a criatividade é a sua “proibição”. Escolas renomadas são
consideradas de primeira linha apenas porque seus alunos apresentam um grau de
conhecimento acima da média. Entretanto, isso só ocorre porque os alunos são massacrados
com volumes de informações que devem ser absorvidos, decorados, sem a chance de
questionar o por quê das coisas.

Em minhas palestras e wokshops freqüentemente perguntam se um curso pode melhorar a


capacidade criadora de uma pessoa qualquer. Se sim, até onde?

Essa pergunta já foi respondida pelos estudos científicos conduzidos pelos doutores Arnold
Meadow e Sidney J. Parnes, por um período de 14 meses, submetendo a exame 300
estudantes da Universidade de Buffalo, Nova York.

Formaram-se pares com estudantes que tinham feito o curso de criatividade e outros que
não tinham. Os resultados significativos constam o seguinte: os que fizeram o curso
produziram mais de 94% de idéias originais aproveitáveis do que os que não fizeram

Em qualquer outro assunto quase sempre se mede a eficiência mediante exames que
indicam o volume de conhecimento absorvido e retido pelo estudante. A pesquisa Meadow-
Parnes, por outro lado, mediu cientificamente o aperfeiçoamento da capacidade do
estudante. Os que tinham feito o curso se revelaram marcadamente superiores aos outros,
tanto na confiança em si próprios como em iniciativas e outras qualidades de liderança.
Poucos cursos sujeitaram-se a prova tão rigorosa.

Agora, submeta-se você mesmo a uma provinha: registre todas as oportunidades que teve
para fazer uso de sua imaginação criadora desde que acordou.

Antonio Carlos Teixeira da Silva é conferencista sobre criatividade e inovação e ministra


wokshops. Autor do livro Inov-Ação: como criar idéias que geram resultados.
E-mail: pense@pensediferente.com.br
Visite: www.pensediferente.com.br

Se pudesse escolher um outro nome para a minha atividade, seria CRIATIVIDADE. Quem
foi que disse que existe uma única forma de aprender ou ensinar!? Ser criativo é importante
para fazer estimular em nossos alunos o gosto por aquilo que aprendemos. Se numa aula,
onde a matéria parece não haver outra forma de ensinar, é aí que instigo meus alunos a
serem criativos: desenhamos, criamos pequenas músicas, blogs sobre o assunto,
apresentações diversas, e até fazemos scrapbook e assim, com criatividade podemos
entender melhor sobre o assunto e aprendermos sobre sua importância em nossas vidas.

Sim, é possível ensinar e aprender criatividade. O exemplo vale mais do que as


palavras.Um professor criativo tem masi chances de ter a sua frente uma turma criativa e
interessada, desde que ele ofereça aulas inovadoras e interessantes, onde não se prenda à
conteúdos, mas busque aproveitar e alcançar os reais interesses e possibilidades de seus
alunos.
Um ambiente estimulador, com atividades criativas e interessantes, onde o aluno tenha
possibilidade de experimentar e construir conhecimento em interação com o ambiente e
com a informação favorecem a criatividade e aindependência do aluno na construção do
saber. O ambiente favorece e pode ser um estímulo ou um empecilho ao ser criativo. Em
que meio essa criança tem vivdo e estudado? Quais os estímulos que ela recebe da família,
da sociedade e da escola? Isso interfere no indivíduo e na sua formação como pessoa e
aluno.

A minha concepção de professora por experiencia própria afirmo, todo bom professor é
sinonimo de criatividade, Como? Se não tem o ambiente propicio de aprendizagem, é nossa
obrigação lutar para que isso venha a contecer através de reivindicações junto a direção e
coordenação da escola e essas junto à secretaria de educação do municipio, como a demora
é grande rsrsr..rsrs..é o jeito usar a criatividade mesmo junto aos alunos, pais e comunidade.
Ex. na escola onde trabalho, não tem biblioteca e o bairro é muito pobre, então montei junto
com as crianças os cantinhos de leitura com livros doados através de cartas coletivas. Esses
cantinhos tem esteiras, tapetes com almofadas onde ficam os cestos com gibis, baus com
livros, caixas com textos diversos e brinquedos.

Comenius já afirmava, à quase 500 anos, que é possivel ensinar tudo a todos. Ao longo da
história moderna as ferramentas tecnológicas sempre foram introduzidas na escola com
intuito de promover melhorias no processo ensino-aprendizagem. Atualmente temos os
computadores como as mais siginficativas e importantes ferramentas auxiliares da
educação. Tenho confiança no papel dos computadores em rede e na sua eficiência como
promotores de um aprendizado condizente com os novos tempos. Mas a formação dos
professores ainda é muito deficitária.

É possível estimular o desenvolvimento da criatividade. Quando o aluno tem condições


técnicas como acesso à Internet; culturais como acesso a shows, cinema e outros eventos;
lazer como áreas para prática de esportes e entretenimento; dentre outros fatores, ele estará
em um clima favorável para que sua criatividade flua.
A idéia de ócio criativo do sociólogo Domenico De Masi é um conceito extremamente
válido para se pensar sobre como a criatividade surge e como isso se aplica às algumas
pessoas na contemporaneidade (não tenho certeza se o ócio criativo está acessível a
todas...).

Fabiane Gregol [proffabi]

Criatividade é a obtenção de novos arranjos de idéias e conceitos já existentes formando


novas táticas ou estruturas que resolvam um problema de forma incomum, ou obtenham
resultados de valor para um indivíduo ou uma sociedade. Criatividade pode também fazer
aparecer resultados de valor estético ou perceptual que tenham como característica
principal uma distinção forte em relação às "idéias convencionais".
Ou seja, quem dever tomar novas taticas de ensino somos nós professores, entao é possivel
sim ensinar a ter criatividade...só basta ter vontade de lecionar!

ILMA FÁTIMA DE JESUS [profilma]

É possível estimular a criatividade com atividades que proporcionem o desvelamento do


potencial de cada um.

Vera Lucia Cani [proverinha]

Ensinar/aprender ser criativo? ou ensinar/aprender criativamente? Vou responder a segunda


questão. com certeza,,,quanto mais criativo mais dinâmica e gostosa fica a aula. Os alunos
se interessam mais.

María Esmeralda Ballestero-Alvarez [esmeraldaballestero]

Sendo curioso, despertando, instigando a curiosidade do aluno, instigando seu poder de


solucionar problemas. E, deixá-lo fazer com liberdade.

Maria Bernadete Silva Albino [berninha]

Acho que sim, através da observação e interação. Todo mundo tem criatividade. O precisa
ser feito é abrir-se à emoção, ao sentimento. Deixar a mente aberta ao novo tando para
receber quanto para oferecer.

Ana Maria Maranhao Porto da Silveira [anamariamaranhao]


Na minha concepção todos somos criativos o que precisa é estimular o aluno a aprimorar a
criatividade dentro da sua especificidade.

silvia santos gerhardt [silvinha]

Lógico que sim e muito. Ser professor é se desdobrar em mil faces.Amo trabalhar com os
alunos,inventando meios de despertar a curiosidade,atenção e criatividade deles.
Uns exemplos: na gramática temos a famosa sintaxe(função sintática) eles detestam,mas
passam a gostar se o professor fizer um dominó com palavras,frases,termos da função
sintática.Eles aprendem brincando.Outra coisa que faço muito e eles adoram é ter um
pouquinho de trabalho em casa(RS).Já levo folhas de papel ofício com cada uma contendo
uma foto colada.Divido as turmas em fileiras e distribuo as folhas. Essas folhas passam por
todas as fileiras e cada aluno tem que elaborar uma frase sobre a figura,e depois fazemos
um concurso na sala com as melhores frases.É uma excelente maneira de incentivá-los a
escrever.

Gizelda Bráz dos Santos Mesquita [zeudinha]

Com certeza, apesar de o professor pelo próprio ofício ensinar mais que aprender, mas não
deixa de aprender com as crianças, nem mesmo que seja algo que não esteja ligado ao
conteúdo, mas a questões de sobrevivência, compreensão, etc. A criatividade como o
próprio nome sugere é criar atividade, é próprio do professor atual, bem formado e
informado, e consequentente de aulas bem planejadas, dinâmicas, atrativas, atraentes e
principalmente significativas.

Nilda Clercq [nildaclercq]

Não. O que é possível é desenvolver essa criatividade. E isso, nossas crianças tem e muito.
Aliás o nosso país desenvolve isso nas pessoas, pois, para tudo se dá um jeitinho e com
criatividade.

Sonia Rosalia [soniarosalia]


Acho que a criatividade é um dom, mas como tudo nessa vida, é possível aprender também.
Aquele que não possui o dom da criatividade, ou seja, aquele que deve esforçar-se para
criar, apenas terá mais trabalho, mas eu acredito que todos podem, sempre.
É como escrever. Há alunos que dizem não saber fazer uma redação, enquanto outros,
escrevem na velocidade em que pensam. Os primeiros terão que ler, inspirar-se, tentar,
apagar, escrever, reescrever, mas farão se forem persistentes. Os segundos farão
naturalmente. O ser humano é assim mesmo e suas diferenças é que os deixam tão
cativantes e brilhantes.

Angelo Prestes [ventoaplainador]

É possivel despertar para o ensino geralmente o verdadeiro ensino não é o que é somente
passado pelo professor e sim o que tanto o aluno quanto o professor aprendem juntos no
processo que é um processo mútuo que o aluno aprende por si próprio e ensina a ele
mesmo. E para isso acontecer ele tem que ter um ambiente favorável e agradável que busco
sempre ao máximo possível. Quanto a criatividade ela pode ser estimulada através de
atividades onde se busque o autoconhecimentos dos alunos, que despertem os 5 sentidos
dos alunos. Vivemos numa sociedade onde pouquíssimos usam de fato os 5 sentidos sendo
bitolados e dependentes da visão eu busco estimular os outros sentidos como olfato e tato
buscando a curiosidade, a importância da leitura ou seja busco fazer com que eles sejam
podutores de conhecimento e tranformadores do ambiente.

André David [profandre]

Criatividade se DESENVOLVE. Todos tem criatividade quando bem pequenos, brincando


com seus bonecos e bloquinhos de montar. Para mantê-la viva o educador deve ter o
cuidado de não censurar os anseios criativos de um aluno. Para desenvolvê-la devemos
estabelecer cenários onde não existe o conceito de "acerto e erro".

Profª. Adm. Meri Paixão [meripaixao]

Criatividades todos têm.


O importante é deixar os alunos livres para expressar o que sentem e o que pensam, pois
aprendi, que jamais posso dizer a uma pessoa que seus sonhos são impossíveis, pois seria
uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Com certeza sim, na Publicidade existem técnicas para desenvolver conteúdos criativos e
tudo é explorado para este objetivo, e quando assistimos um comercial na TV, podemos
ter a certeza que nada é por acaso, tudo que está lá tem um objetivo, começando pela
escolha do casting (dos atores), passando pelo figurino, cenários e objetos. As cores são
estudadas, as imagens simbólicas, os signos, os significados de cada coisa, nada passa
despercebido. Levando isso (conteúdo acadêmico) para os alunos, aplicamos nossas
• PROFISSÃO
tecnicas para extrair criatividade deles mesmos. Ainda assim, procuro criar dinâmicas, • CRIATIVIDADE
trazer conceitos novos, passar filmes e discussão sobre eles, mostrar tendências, etc • DESIGN
• ILUSTRAÇÃO
• ARTE
• ARQUITETURA
• ESCREVER
Claudio Neri [claudioneri]
• FOTOGRAFIA
• INTERPRETAÇÃO
• CINEMA-TV
Sim, trocar experiencia bem sucedidas com colegas ajuda bastante, bastando coletar • MUSICA
atividades que deram bons resultados e procurar adaptar de acordo com a realidade de • MULTIMEDIA
cada turma. • ESTILISMO
• MODELO
• PUBLICIDADE
• JORNALISMO
• INTERNET
André De Rose [andrederose] • PROGRAMAÇÃO
• TECNOLOGIA
• ENGENHARIA
• CIÊNCIA
É possível sim, mas depende de um esforço e disciplina constante. É preciso alimentar a • EMPREENDEDOR
mente com novidade, pois se expor ao novo ajuda a produzir novas conexões. Ver arte, • MARKETING
ouvir musicas diferentes, principalmente aquelas de outros países, comer alimentos • NEGÓCIOS
diferentes com novos temperos, ler bons autores, sir mais de casa e fazer caminhos • FINANÇAS
alternativos, diferente daquele que faz sempre, buscar mais de uma saída para o mesmo • DIREITO
problema. Enfim ter uma vida incomum. • SAÚDE
• PSICOLOGIA
• HARMONIA
• EDUCAÇÃO
• COACH
JULIO CESAR GONÇALVES [juliofilosofia] • ESPORTES
• COZINHAR
• BLOGGER
Não sei se ensinar/aprender... Existem muitas técnicas por aí.
Na sala de aula acredito ser possível utilizar a criatividade que o aluno traz para • PERSONALIDADE
• IDEIAS
desenvolver bons trabalhos, construir bons resultados.
• CULTURA
• POLITICA
• FILOSOFIA
• AMOR
Ení Gonçalves [enya]
• CONSUMIDOR
• MEMÓRIAS

Sim, pelo exemplo e troca contínua. As pessoas criativas, por sua própria forma de