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- Os romanos compreenderam que a organização jurídica de uma sociedade (ligação entre

poder e o direito) se deve fazer por apelo a dois elementos:


- um material: fins a atingir em sociedade (justiça, felicidade)
- um formal: conjunto de normas de todos conhecidas, que indicam as condutas a tomar
para atingir os fins, bem como um conjunto de normas que definem os procedimentos a seguir
na elaboração, desenvolvimento e garantia de cumprimento das normas – (serão as leis
processuais?).

6.4 De Roma ao Império Romano. O Direito Romano


(Não muito importante)

6.5 Cícero e a defesa do direito natural


- Para Cícero, o magistrado deve obediência à lei; por sua, vez os governados devem
obediência ao magistrado, porque é este quem os governa;
- Cícero defende a existência do direito natural. Para este há uma lei natural, eterna e
imutável, à qual todos os povos em todos os tempos devem obediência devem obediência –
ordem superior que rege todos os homens e que é descoberta pela razão.
- A defesa da lei natural implica a defesa de meios de luta contra a tirania.

6.6 As grandes compilações de leis; a autonomização no direito de duas áreas


fundamentais: direito público e direito privado. Critérios de distinção.
- A dispersão das normas e a dificuldade de conhecer o seu conteúdo leva à organização de
grandes compilações de leis:
- Código das XII Tábuas;
- Código de Teodósio;
A mais importante...
- Código do Imperador Justiano – “Corpus Iuris Civiles”

- Nos textos jurídicos romanos fazia-se já uma distinção entre o direito público e o direito
provado, usando-se três critérios:
- critério das fontes;
- critério dos interesses;
- critério da derrogação

Critério das fontes


- o direito público é o direito emanado do Estado e afecta, por isso, a coisa pública;
- o direito privado tem a sua fonte na vontade dos particulares (contratos, testamentos)...
Critério dos interesses
- direito público diz respeito ao interesse geral, do todo;
- direito privado diz respeito aos interesses dos particulares, de cada membro da sociedade.

Critério da derrogação
- direito público é o direito que não pode ser alterado por pactos entre particulares, é
imperativo, irrevogável;
- direito privado está na livre disposição dos particulares, podendo ser por estes modificado.

-Verifica-se assim que os três critérios de distinção não residem numa matéria concreta, mas
na pertença, ou não, das matérias à esfera estadual.

- “Ius” ou direito provém de “iustitia”. O direito é bom e equitativo para a sociedade. Por sua
vez, a “iurisprudência” é a ciência do justo e do injusto.
- Segundo Ulpiano, os preceitos jurídicos são: viver honestamente, não prejudicar o outro e
dar a cada um o que lhe pertence.

7. Em jeito de conclusão

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