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Sequência 2.

Contos Teste 4

Sugestões de resolução do Teste 4


Grupo I
A
1. As comparações das linhas 1 a 3 são usadas para reforçar a ideia expressa pelo advérbio
“lentamente” (l. 1) e sugerir o esforço de quem caminha num ritmo vagaroso imposto por forças
que lhe são externas.

2. George “quis esquecer” (l. 8) “a outra” (l. 8) que a acompanha e que se sugere ser ela própria
através da referência à fotografia que constitui o seu “único fetiche” (l. 15) e que sempre a
acompanha. A identificação entre as duas é feita também através da menção à “voz muito real e
viva” (l. 17) que continua a ter (no íntimo de George) e ao facto de partilharem a mesma
indumentária (l. 9) e a mesma cor de cabelo (“cabelos escuros”, l. 21, “escuros”, l. 28), que
George, mais tarde, mudou (ll. 27-29).

3. A expressão sintetiza os sentimentos de George relativamente ao seu passado, que evoca, com
algum ressentimento. “Nesse tempo, dantes” (l. 22), a sua vida era marcada pela “ignorância” (l.
24) e pelos preconceitos familiares (l. 26), dos quais se afastou “quando saiu da vila e partiu à
descoberta da cidade grande” (ll. 25-26) e que justificam o desejo de não querer relembrar essa
época.

B
4. O soneto apresenta dois momentos distintos. As quadras constituem uma reflexão sobre as
mudanças cíclicas verificadas na natureza, com a passagem do “verão” (v. 5) e a chegada do
tempo “frio” (v. 4). Os tercetos confrontam “a ordem já sabida” (v. 9) do tempo com a confusão que
caracteriza o “mundo” (v. 10) e a “vida” (v. 13) dos homens (v. 12).

5. O poema explora o tema da mudança, salientando as diferenças existentes entre a regularidade


e a “ordem” (v. 9) dos elementos naturais e o “mundo […] confuso” (v. 10). Ao contrário das
transformações que ocorrem na natureza, das quais se conhecem as causas (vv. 1-2 e 3-5) e que
seguem ciclos expectáveis, os “casos, opiniões”, maneiras de ser e fazer dos humanos (v. 12)
geram um mundo “tão confuso” (v. 10) que levam o sujeito poético, em tom crítico, a considerar
que “Deus” (v. 11) se esqueceu dele e a sugerir que não se vislumbra hipótese de mudança (vv.
13-14).

Grupo II
1. (D). 2. (B). 3. (B). 4. (B). 5. (A). 6. (B). 7. (C).
8. Oração subordinada adverbial comparativa.
9. Sujeito.
10. “Casey” (l. 30).
Grupo III
Tópicos de resposta:
 A personalidade como resultado de um conjunto de influências e de ensinamentos.
 As várias etapas de desenvolvimento da personalidade (infância, juventude, idade adulta).
 Os diversos intervenientes na formação da personalidade (família, amigos e outros grupos
sociais).
 Os fatores que influenciam a construção da personalidade (hereditariedade, meio social e
experiências pessoais.
 A importância dos (bons e maus) exemplos na construção da personalidade.

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