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Raciocínio Lógico

e Quantitativo

Desenvolvendo o Raciocínio
Universidade Responsável
Universidade Ibirapuera

Reitor
Prof. José Campos de Andrade

Pró-Reitor Acadêmico
Prof. José Campos de Andrade Filho

Coordenação do Núcleo de Educação a Distância


Prof. Alan Almario

Conteudista
Profª. Jacqueline Augusto de Oliveira

2009

Supervisão Pedagógica
Profª. Anna Rita Sartore
Profª. Ana Cristina Silva da Rosa

Revisão Técnica
Érika Cristina Alves dos Anjos

Supervisão Tecnológica de Produção e Suporte


Prof. Mário Augusto Pazoti

Projeto Gráfico
Evandro Pereira Klinkerfuss Pontes
Raphael Freitas de Jesus
Ronaldo do Carmo
Thaís Lizandra de Oliveira
!
Olá Aluno tativo s e rá m o strado com
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io L ó g ic o e Quanti x perimenta
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R a c io c ín ã o e a e
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issas
u m a o u mais prem
d e
do!
Bom Estu veira
u g u s t o d e Oli
J acqu eline A
Professora
1.1 Introduç
ão

1.2 Inteligê
ncia Lógico
- Matemátic
a

1.3 O que é
lógica

1.4 Problem
as de lógica

1.5 Problem
as Simples

1.6 Problem
as sobre Co
rrelação

1.7 Problem
as sobre Ve
rdades e M
entiras

1.8 Problem
as envolven
do Quantid
ades
Problemática

1
a O que é um problema?
a Como resolver um problema?
a De qual maneira podemos desenvolver o raciocínio para resolvermos
mais rapidamente um problema?

1.1 Introdução

Vivemos em um mundo em que a informação que nos chega é cada vez maior. Independente da área
de atuação de cada um de nós, devemos ser capazes de avaliar essa informação para que, a partir dela,
possamos ter um melhor entendimento sobre determinado assunto. Para isso, valemo-nos de nossa inteligência.

Segundo Gardner (1983), são muitas as formas de inteligência que um indivíduo pode apresentar.
Dentre elas, pode-se destacar a existencial, naturalista, interpessoal, intrapessoal, espacial, corporal, verbal e,
finalmente, a lógico-matemática.

Atividade

Procure, utilizando a Internet ou as referências da leitura complementar


a seguir, a descrição de cada uma das inteligências descritas por Gardner.
Algumas das inteligências podem ser encontradas na literatura com
sinônimos.

Leitura Complementar

O seguinte trecho foi extraído de um trabalho denominado SmartDesk


– Entendendo o problema, realizado em uma disciplina de doutorado, escrito
por mim, Jacqueline Augusto de Oliveira, Helena de Medeiros Caseli e Lucia
Specia.

“Na tentativa de armazenar as informações recebidas durante uma


aula expositiva, além de prestar atenção à aula, os alunos empregam diferentes
técnicas: gravam o áudio da aula, relêem o material dado em aula, lêem o
material de referência, fazem anotações, etc. A escolha por uma ou mais dessas
Desenvolvendo o Raciocínio
técnicas é motivada pelas necessidades de cada aluno, de acordo com seu estilo
de aprendizado, sendo que cada estilo configura a utilização de determinadas
habilidades sensoriais e/ou motoras e de procedimentos específicos.
Pesquisadores da área de aprendizado utilizam diferentes classificações para os
alunos e/ou seus estilos de aprendizado. Por exemplo, Gardner (1983) identifica
sete tipos de inteligência no ser humano que caracterizam os diferentes tipos de
alunos da sua classificação: verbal ou lingüística; lógica ou matemática; musical,
corporal ou cinestésica; visual ou espacial; interpessoal; e intrapessoal. Uma
classificação similar identifica oito tipos de alunos: visuais; auditivos; tácticos;
autodidatas; lingüísticos; lógicos; musicais; e gregários. Felder e Silverman
(1988), por sua vez, utilizam um modelo de estilos de aprendizado que contempla
cinco dimensões de estilos: ativo/reflexivo; sensorial/intuitivo; visual/verbal;
seqüencial/global; e indutivo/dedutivo.

A classificação de Felder e Silverman, em particular, é bastante


explorada por outros pesquisadores da área de aprendizado. Por exemplo,
Machado et al. (2001) realizaram um estudo para identificar a existência de
estilos de aprendizado predominantes entre funcionários de uma empresa
sob treinamento. Concluíram, com o estudo, que não há evidências de estilos
predominantes. Com objetivos bastante similares, Renato V. Belhot realizou, em

5
2001, experimentos com alunos de pós-graduação, por meio da aplicação de
questionários, que permitiram constatar que a grande maioria dos alunos possui

1
mais de um estilo para aprendizado.

De fato, segundo os próprios autores da classificação, isto é, Felder e


Silverman, a preferência dos alunos com relação aos estilos de aprendizado pode
ser forte, moderada ou mesmo inexistente e pode variar com o tempo e de acordo
com o sujeito e o ambiente de aprendizado.

Além da possibilidade de explorar as diferentes formas de aprendizado dos


alunos, segundo Ausubel (1968), psicólogo da área de aprendizado, um fator
de extrema importância no processo de ensino/aprendizado é que o conteúdo
que o aluno procura absorver seja significativo para ele. O conteúdo passa a
ser significativo para o aluno - passa a ter algum sentido para ele - quando ele
consegue associá-lo aos conceitos relevantes já existentes na sua estrutura
cognitiva, criando ligações nessa estrutura. Se o aluno não consegue associar
o conteúdo a ser aprendido com algo já conhecido, ou seja, quando as novas
informações não interagem com conceitos relevantes existentes na sua estrutura
cognitiva, ocorre o que Ausubel chama de aprendizado mecânico (rote learning).
Dessa maneira, o aluno pode decorar o conteúdo, mas esquece-o em seguida,
geralmente logo após a realização das avaliações correspondentes a tal
conteúdo. Ainda de acordo com Ausubel, outro fato importante para o aprendizado
significativo é a disposição do aluno para aprender: se ele tentar memorizar o
material arbitrariamente e literalmente, novamente, o aprendizado será mecânico.

No cenário tecnológico atual, algumas ferramentas e dispositivos têm


sido desenvolvidos para auxiliar o aluno a empregar as diferentes técnicas
de aprendizado citadas, inclusive simultaneamente. Segundo o professor e
especialista em educação, François Marchessou, (em entrevista à UFSC- Jornal
Universitário, 2001), é necessário, de fato, enriquecer as antigas metodologias
de ensino com as facilidades da nova realidade, sendo que as novas técnicas
e ferramentas precisam ser aplicadas pelos próprios professores, de modo a
diversificar seu papel no processo de ensino/aprendizado.”

Referências

Ausubel, D.P. (1968). Educational Psychology, a Cognitive View. New York:


Holt, Rinehart and Winston, Inc.

Felder, R.M.; Silverman, L.K. (1988). Learning and Teaching Styles


in Engineering Education. Engineering Education, 78(7), 674-681. pdf
(30/01/2008).
Desenvolvendo o Raciocínio
Gardner, H. (1983). Frames of Mind: The Theory of Multiple Intelligences.
New York: Basic Books.

Machado, C.S.; Palhano, M.D.M.; Peconick, M.L.; Ávila, V.A. (2001). Estilos
de Aprendizagem - Uma Abordagem Utilizando o ILS - Index of Learning
Styles. ENEGEP 2001 - Anais e Resumos. Salvador, BA. p.18.

UFSC - Jornal Universitário (2001). Aprendizado no século 21. Por Alita


Diana, 03/06/2001. pdf (30/01/2008).

Quando a inteligência lógico-matemática se destaca em uma pessoa, percebe-se que ela tem facilidade
com atividades que requerem raciocínio lógico e quantitativo.

A partir do raciocínio lógico pode-se decodificar, analisar, sintetizar, compreender, avaliar e questionar
modelos existentes.

6
Atenção

1
Não se desespere se você acha que pertence a qualquer grupo, exceto
o matemático. Cada pessoa é um universo em si, ou seja, cada aluno é um
indivíduo, um ser completo, com características diferentes uns dos outros.

Vale ressaltar que, segundo Gardner (1983), as inteligências podem ser


desenvolvidas e aprimoradas. Assim, você pode desenvolver habilidades e
competências que ainda não têm como, por exemplo, a inteligência lógigo-
matemática.

1.2 Inteligência Lógico-Matemática

A inteligência lógico-matemática é a capacidade lógica e matemática, como a capacidade de


raciocínio científico ou indutivo, embora, muitas vezes, os processos de pensamento dedutivo também estejam
envolvidos. Essa inteligência envolve a capacidade de detectar padrões, trabalhar com símbolos abstratos,
tais como, números e formas geométricas assim como discernir relacionamentos ou encontrar conexões entre
itens separados ou distintos. Relaciona-se, também, à capacidade de manipular longas cadeias de raciocínio,
elaborar perguntas inéditas, perceber detalhes de problemas e resolvê-los.

1.3 O que é Lógica

Segundo Copy (1974, p.34), a lógica tem, por objeto de estudo, as leis gerais do pensamento, e as
formas de aplicar essas leis corretamente na investigação da verdade.

Ela teve sua origem com o filósofo Aristóteles, na Grécia Antiga em 342 a.C., quando ele sistematizou
o conhecimento existente em lógica e o elevou a categoria de ciência. Ele se preocupava com as formas de
raciocínio que, a partir de algum conhecimento considerado verdadeiro, permitiam obter novos conhecimentos.

1.4 Problemas de Lógica


Antes de começar a ler este tópico, pense um pouco nas seguintes perguntas:
- O que é um problema?
- O que é resolver um problema? Desenvolvendo o Raciocínio
Para resolver um problema é necessário:
- Compreender o problema.
- Criar um plano para resolução.
- Executar esse plano.
- Realizar uma retrospectiva.

Para melhor compreender um problema pode-se, inicialmente, tentar responder a algumas questões:
- Qual é o nível de dificuldade do problema?
- Qual é o objetivo?
- Quais são os dados que estou usando como ponto de partida?
- Conheço algum problema similar?

São muitos os tipos de problemas ligados à lógica e, para facilitar o entendimento, podemos agrupá-
los pelo tipo de resolução que podemos aplicar para resolvê-los. Os primeiros serão os problemas simples,
nos quais usaremos o conhecimento adquirido ao longo de nossas vidas para resolvê-los. Veremos problemas
em que usaremos o inter-relacionamento dos dados informados. Nesses problemas, geralmente é pedido que
se identifique quem usou o quê, quando, com quem, aonde, de que cor, dentre outros. Existem problemas
que envolvem afirmações verdadeiras e falsas. E existem, também, problemas que envolvem números. Em
problemas sobre Álgebra das Proposições, chamada Álgebra de Boole, serão utilizadas as operações lógicas
tais como “se... então”, “se e somente se”, “e”, “ou”, dentre outras, para que possamos chegar a alguma

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conclusão relacionada ao problema. Usaremos, também, silogismos. Silogismos são raciocínios lógicos em
que se procura deduzir uma conclusão baseada em declarações preliminares chamadas premissas. Esse tipo
de problema geralmente apresenta os termos “todo”, ”algum”, ”nenhum” e “pelo menos um” como parte do

1
enunciado e também das alternativas.

1.5 Problemas Simples

São aqueles em que utilizamos algum tipo de conhecimento adquirido para resolvê-los.

Atividades

Resolva os seguintes exercícios:

1) Uma vela queima-se totalmente em três horas. Em quanto tempo se


queimaram três velas do mesmo tamanho, acesas ao mesmo tempo?

2) O dobro do triplo do dobro de três. Que número é esse?

3) 30 operários podem cavar 30 buracos em 30 dias. Assim sendo, em


quantos dias poderão 12 operários cavar 12 buracos?

4) Um número, multiplicado por 13, dá 65; dividido por ele mesmo, 1;


elevado ao cubo, 125. Qual é o número?

5) Um elevador sai do andar térreo com uma pessoa; no andar seguinte


entram duas pessoas; no outro, entra uma pessoa e saem duas; no próximo,
saem duas e entra uma; no seguinte entram três e, no último, sai uma pessoa.
Quantos andares o elevador subiu?

6) Numa família, cada filha tem o mesmo número de irmãos e cada filho
tem duas vezes mais irmãs que irmãos. Quantas filhas e filhos há nessa família?

Leitura Complementar na Internet

Nesse site, você encontrará alguns desafios matemáticos, divididos


em níveis fácil, médio e difícil. Aproveite para praticar e desenvolver seu
raciocínio lógico.
http://www.rainhadapaz.g12.br/projetos/matematica/desafios/home.htm
Desenvolvendo o Raciocínio

1.6 Problemas Sobre Correlação

Nesse tipo de problema, temos diversas informações sobre diferentes itens e, através dessas
informações, devemos descobrir a correlação entre os dados dessas informações.

Dicionário

Correlação é a correspondência, similitude, analogia entre pessoas,


coisas e idéias, relacionadas entre si.

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Exemplo

1
Três mulheres, Jane, Kiki e Sonia, possuem cães como animais de
estimação. Os nomes dos animais são Fofucha, Kotoco e Nino, mas não
sabemos quem é o dono de cada um deles. Elas trabalham como analista de
sistemas, professora e empresária, mas também não sabemos quem faz o
quê. Com base nas dicas a seguir, correlacione o nome das mulheres com
as respectivas profissões e o nome de seus cães.

A empresária é dona do Nino


Sonia é professora.
Kotoco não é o animal de estimação de Sonia.
Kiki não é empresária.

Resolução:

Para facilitar a resolução, construiremos uma tabela, passo a passo,


contendo os três grupos de informações do problema: mulheres, animais e
profissões.
O primeiro passo é escolher um dos grupos e colocar cada um de seus
elementos em uma linha:

Kiki
Jane
Sonia

O próximo passo é criar uma coluna para cada elemento dos outros
grupos.

Por fim toma-se o último grupo das colunas (neste caso, a dos Animais)
e cria-se uma linha para cada um de seus elementos, colocando-os abaixo
da última linha. Desenvolvendo o Raciocínio

Atenção

Essa regra vale para qualquer número de grupos do problema. Ou


seja, se forem, por exemplo, cinco grupos, um deles será a referência
para as linhas iniciais e os outros quatro serão distribuídos nas colunas.

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Depois de construída a tabela, partiremos para a resolução. Da direita
para a esquerda, os grupos serão “levados para baixo” na forma de linhas,

1
exceto o primeiro.

Observe ainda que os “buracos” na tabela representam regiões em que


as informações seriam cruzadas com elas mesmas, o que é desnecessário.

Construção da Tabela Gabarito

A Tabela Gabarito não servirá apenas como gabarito. Em alguns casos,


será fundamental para que possamos ver as informações “escondidas” na
tabela principal.

Mulheres Profissões Animais


Kiki
Jane
Sonia

Iniciamos a resolução, marcando com S (Sim) todas as afirmações


que aparecem nas dicas e preenchendo com N (Não) as casas restantes da
mesma linha e coluna onde a casa S aparece.

Observação importante: O restante das casas deve ser preenchido


apenas quando uma casa for marcada com S. Para as casas marcadas com
N devido a uma negação encontrada nas dicas não se coloca o S no restante
das casas.

No exemplo, temos as seguintes afirmações:

a) “a Empresária é dona do Nino”.

Com isso, tem-se a Tabela Principal preenchida da seguinte forma:

Desenvolvendo o Raciocínio

b) “Sonia é Professora.”

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A Tabela Gabarito, com a afirmação Sonia é Professora, fica preenchida

1
da seguinte forma:

Mulheres Profissões Animais


Kiki
Jane
Sonia Professora

A seguir, marcaremos com N as negações que aparecem nas dicas.


Lembre-se de que, no caso das negações, não se deve preencher com S as
casas restantes das mesmas linha e coluna onde o N for colocado.

No exemplo, temos as seguintes negações:

c) “Kotoco não é o animal de estimação de Sonia”

d) “Kiki não é Empresária”.

Desenvolvendo o Raciocínio

Assim conseguimos deduzir que, como nem Kiki nem Sonia são
Empresárias, a Empresária é a Jane.

11

Do mesmo modo verificamos que Kiki é a Analista de Sistemas.

1
Assim, a Tabela Gabarito pode ter a coluna Profissões totalmente
preenchida.

Mulheres Profissões Animais


Kiki Analista de Sistemas
Jane Empresária
Sonia Professora

Falta, agora, preencher a coluna Animais.

No exemplo, temos as seguintes afirmações:

A Empresária é dona de Nino. E essa informação já foi colocada na


Tabela Principal:

Desenvolvendo o Raciocínio
Pela Tabela Principal, descobrimos que a Empresária é a Jane. Como já
sabíamos que Nino é o animal de estimação da Empresária, temos que Nino
é o animal de estimação da Jane.

Assim, podemos colocar essa informação na Tabela Principal e na


Tabela Gabarito.

Primeiro colocamos na Tabela Principal:

12

E depois na Tabela Gabarito:

1
Mulheres Profissões Animais
Kiki Analista de Sistemas
Jane Empresária Nino
Sonia Professora

Pela Tabela Principal, percebemos que Kotoco certamente é o animal


de estimação da Kiki, pois ele não é o animal nem de Jane e nem de Sonia.
Vamos colocar nas tabelas tal informação:

Mulheres Profissões Animais


Kiki Analista de Sistemas Kotoco
Jane Empresária Nino
Sonia Professora

Pela Tabela Principal, percebemos que Sonia é dona da Fofucha.


Assim, conseguimos preencher todos os campos das tabelas.

Desenvolvendo o Raciocínio

Mulheres Profissões Animais


Kiki Analista de Sistemas Kotoco
Jane Empresária Nino
Sonia Professora Fofucha

Fonte: Exemplo 1 de ROCHA, 2007, p.6-15

1.7 Problemas Sobre Verdades e Mentiras

Para falarmos sobre esse tipo de problema, é necessário conhecermos algumas definições, que
veremos a seguir.

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1.7.1 Proposição

Proposição é todo conjunto de palavras ou símbolos que interpretam ou representam uma idéia ou

1
pensamento completo (MANDIN, 2007). Esse conjunto de palavras ou símbolos é uma sentença declarativa.
Segundo Morgado e César (2007), essa sentença pode ser classificada, unicamente, como verdadeira (V) ou
falsa (F). Assim, uma proposição que não pode ser classificada como falsa será verdadeira.

As proposições podem ser simples ou compostas (ROCHA, 2007):

a) Proposição Simples: é uma proposição única, isolada. São exemplos de proposições simples:
- Jacqueline é professora.
- Sonia foi viajar.
- Jane tem um restaurante.

b) Proposição Composta: é formada por duas ou mais proposições, ligadas entre si por conectivos
operacionais, que serão estudados na Unidade 2. Exemplo de uma proposição composta:
- Jacqueline é professora e Jane tem um restaurante.

1.7.2 Verdades e Mentiras

Agora que sabemos o que são proposições, vamos aprender como, a partir delas, podemos chegar a
alguma conclusão.

Para isso, iremos focar em verdades e mentiras. Mais precisamente, em proposições verdadeiras e
proposoções falsas.

Na maioria das vezes, quando temos que resolver algum problema, temos em mãos várias sentenças
declarativas que, a partir deste ponto, chamarei de premissas.

Dicionário

Premissa é um ponto ou idéia de que se parte para armar um


raciocínio.

A partir das premissas que se têm em mãos, é possível chegar a uma conclusão. Sendo esta o ponto
de vista a que se chega a partir de dados da observação, ou do raciocínio, ou de discussão. A conclusão é
também uma proposição que fecha um raciocínio e resulta de um processo dedutivo.

A primeira tarefa a ser realizada é distinguir o que é verdadeiro daquilo que não é, por meio das
informações adquiridas. De posse das afirmações verdadeiras e falsas é que a solução será encontrada. Para Desenvolvendo o Raciocínio
isso, é necessário sempre começar a análise pelas afirmativas que tiverem mais informação.

Para facilitar o entendimento, usarei exemplos para diferentes situações.

Exemplos

Exemplo 1:

A minha sobrinha Maithê acabou de se formar no ensino fundamental


e precisa decidir em qual escola prosseguir seus estudos. Existem duas
escolas muito boas, uma A e outra B. Quando ela foi fazer sua matrícula na
escola escolhida, encontrou dois amigos. Um amigo só diz a verdade e o
outro só diz mentira. Quando perguntei sobre qual escola ela fez a matrícula,
um dos amigos me disse: Se meu amigo fosse responder essa pergunta,
diria que ela se matriculou na escola A.

Qual a escola em que a Maithê realmente se matriculou?

14
Resolução do Exemplo 1:

1
Se essa resposta tivesse sido dada pelo amigo que mente, o amigo dele
teria dado a resposta correta e ele, ao mentir, diria que o amigo indicou a
escola errada.

Se essa resposta tivesse sido dada pelo amigo que fala a verdade, o
amigo dele teria dado a resposta errada e ele, ao falar a verdade, diria que o
amigo indicou a escola errada.

Assim, nos dois casos, percebe-se que a escola A não é a escola


escolhida.

Resposta: A escola em que ela realmente se matriculou é a escola B.

Exemplo 2:

Na festa de aniversário do Gabriel, alguns salgados foram comprados:


bolinha de queijo, croquete e enroladinho. Foram comprados 200 salgados
de um tipo, 150 de outro e 300 de um terceiro tipo, não necessariamente
nessa ordem. Somente uma das afirmativas a seguir é verdadeira. Analise-as
e responda a questão.

I - Foram compradas 200 bolinhas de queijo.


II - Não foram comprados 200 croquetes.
III - Não foram comprados 300 enroladinhos.

Qual a quantidade comprada de cada salgadinho?

Resolução do Exemplo 2:

Sabemos que apenas uma das alternativas é correta:

Vamos supor que a alternativa I fosse a verdadeira. Nesse caso, a


alternativa II seria falsa.

Assim, teríamos comprado 200 bolinhas de queijo e 200 croquetes, o


que, pelo enunciado do exercício, seria absurdo.

Se a alternativa II fosse a verdadeira, I e III seriam falsas. Assim, não


teriam sido compradas 200 bolinhas de queijo, não teriam sido comprados
200 croquetes e teriam sido comprados 300 enroladinhos. Ou seja, não teria
Desenvolvendo o Raciocínio
sido comprada a quantidade de 200 tipos de salgados.

Se III fosse a alternativa verdadeira, I e II seriam falsas. Assim, não


teriam sido compradas 200 bolinhas de queijo, teriam sido comprados 200
croquetes e teriam sido comprados 300 enroladinhos. Ou seja, teriam sido
compradas 150 bolinhas de queijo, que é a quantidade ainda não utilizada.

Resposta: foram comprados 200 croquetes, 300 enroladinhos e 150


bolinhas de queijo.

15
Atividade

1
Resolva o seguinte exercício:

1) (CVM) Cinco colegas foram a um parque de diversões e um deles


entrou sem pagar. Quando foram apanhados por um funcionário do parque,
que queria saber qual entrou sem pagar, eles informaram:

– “Não fui eu, nem o Manuel”, disse Marcos;


– “Foi o Manuel ou a Maria”, disse Mário;
– “Foi a Mara”, disse Manuel;
– “O Mário está mentindo”, disse Mara;
– “Foi a Mara ou o Marcos”, disse Maria.

Sabendo-se que um e somente um dos cinco colegas mentiu, conclui-se


logicamente que quem entrou sem pagar foi:

a) Mário;
b) Marcos;
c) Mara;
d) Manuel;
e) Maria.

1.8 Problemas que Envolvem Quantidades

São problemas que envolvem números. Para resolvê-los, devemos considerar sempre a pior das
hipóteses.

Dicionário

Hipótese é uma proposição que se admite, independentemente do fato


de ser verdadeira ou falsa, mas unicamente a título de um princípio a partir
do qual se pode deduzir um determinado conjunto de conseqüências.

Exemplo Desenvolvendo o Raciocínio


Quando de um blecaute, Helena entrou em seu quarto, sem enxergar
absolutamente nada e abriu uma gaveta de seu armário onde havia apenas
20 meias pretas, 16 meias brancas e 10 meias marrons, misturadas e
indistinguíveis ao tato.

Qual a quantidade mínima de meias que Helena deve apanhar para


que tenha certeza de que pegou:

a) um par de meias da mesma cor?



Para resolver esse tipo de exercício, devemos sempre considerar a pior
das hipóteses. Helena pode pegar três meias e serem cada um de uma cor.
No instante em que ela pegar mais uma meia, certamente ela terá um par,
pois a quarta meia retirada da gaveta será de uma das três cores.

Resposta: Helena deverá pegar 4 meias.

16
b) um par de meias brancas?

1
Sempre trabalhando com a pior das hipóteses, ela poderá tirar da
gaveta todas as meias pretas e depois todas as marrons. Na próxima
retirada, terá uma meia branca e, para formar um par, deverá retirar outra
meia que certamente também será branca, pois todas as outras cores já
foram retiradas. Assim: 20 (pretas) + 10 (marrons) + 2 (brancas)

Resposta: Helena deverá retirar 32 meias.

c) um par de meias de cores distintas?

Novamente pela pior das hipóteses, ela poderá tirar da gaveta todas as
meias pretas (pela pior das hipóteses, devemos pensar nas meias que estão
em maior quantidade). Quando retirar mais uma meia, certamente ela será
de cor diferente. Assim: 20 (pretas) + 1 (diferente de preta)

Resposta: Helena deverá retirar 21 meias.

Atividade

Resolva o seguinte exercício:

1) (MPU) Ana guarda suas blusas em uma única gaveta em seu quarto.
Nela encontram-se sete blusas azuis, nove amarelas, uma preta, três verdes
e três vermelhas. Uma noite, no escuro, Ana abre a gaveta e pega algumas
blusas. Qual o número mínimo de blusas que Ana deve pegar para ter
certeza de ter pegado ao menos duas blusas da mesma cor é:

a) 6
b) 4
c) 2
d) 8
e) 10

Desenvolvendo o Raciocínio

17
Exercícios Sugeridos

1
Os exercícios a seguir são problemas sobre correlacionamento. Você poderá utilizar tabelas para resolvê-
los. Para cada item que for completado na tabela deverá existir a explicação do raciocínio seguido. A mesma
explicação deverá ocorrer caso você não queira fazer uso de tabelas.

1) (ESAF) Quatro casais reúnem-se para jogar xadrez. Como há apenas um tabuleiro, eles combinam que:

I) nenhuma pessoa pode jogar duas partidas seguidas;


II) marido e esposa não jogam entre si.

Na primeira partida, Celina joga contra Alberto. Na segunda, Ana joga contra o marido de Júlia. Na terceira, a
esposa de Alberto joga contra o marido de Ana. Na quarta, Celina joga contra Carlos. E na quinta, a esposa de
Gustavo joga contra Alberto. A esposa de Tiago e o marido de Helena são, respectivamente,:
a) Celina e Alberto;
b) Ana e Carlos;
c) Júlia e Gustavo;
d) Ana e Alberto;
e) Celina e Gustavo.

2) (ESAF-MPU-2004) Caio, Décio, Éder, Felipe e Gil compraram, cada um, um barco. Combinaram, então,
dar aos barcos os nomes de suas filhas. Cada um tem uma única filha, e todas têm nomes diferentes. Ficou
acertado que nenhum deles poderia dar a seu barco o nome da própria filha e que a cada nome das filhas
corresponderia um e apenas um barco. Décio e Éder desejavam, ambos, dar a seus barcos o nome de Laís,
mas acabaram entrando em um acordo: o nome de Laís ficou para o barco de Décio e Éder deu a seu barco o
nome de Mara. Gil convenceu o pai de Olga a pôr o nome de Paula em seu barco (isto é, no barco dele, pai de
Olga). Ao barco de Caio, coube o nome de Nair, e ao barco do pai de Nair, coube o nome de Olga.
As filhas de Caio, Décio, Éder, Felipe e Gil são, respectivamente,

a) Mara, Nair, Paula, Olga, Laís.


b) Laís, Mara, Olga, Nair, Paula.
c) Paula, Olga, Laís, Nair, Mara.
d) Laís, Mara, Paula, Olga, Nair.
e) Nair, Laís, Mara, Paula, Olga.

3) Três mulheres hospedaram-se recentemente em hotéis diferentes, cada qual com a intenção de cumprir um
programa de dietas que o hotel oferecia. Com base nas dicas a seguir, tente descobrir o nome de cada mulher,
o hotel onde se hospedou e a base da sua dieta.
Desenvolvendo o Raciocínio
a) Bárbara fez uma dieta à base de saladas.
b) O hotel Malta oferecia um programa de dieta à base de iogurte.
c) Célia não se hospedou no Hotel Malta nem no Capri.
d) Os outros hotéis eram o Capri e o Várzea.
e) A terceira dieta era à base de água de coco.
f) Uma delas se chamava Tatiana.

4) (MPU-2004) Cinco irmãos exercem, cada um, uma profissão diferente. Luís é paulista, como o agrônomo, e
é mais moço do que o engenheiro e mais velho do que Oscar. O agrônomo, o economista e Mário residem no
mesmo bairro. O economista, o matemático e Luís são, todos, torcedores do Flamengo. O matemático costuma
ir ao cinema com Mário e Nédio. O economista é mais velho do que Nédio e mais moço do que Pedro; este, por
sua vez, é mais moço do que o arquiteto.
Logo:
a) Luís é arquiteto, o engenheiro é mais velho do que o agrônomo, e Pedro é mais velho do que o matemático.
b) Oscar é engenheiro, o matemático é mais velho do que o agrônomo, e Luís é mais velho do que o
matemático.
c) Pedro é matemático, o arquiteto é mais velho do que o engenheiro, e Oscar é mais velho do que o agrônomo.
d) Mário é engenheiro, o matemático é mais velho do que o agrônomo, e o economista é mais novo do que Luís.
e) Nédio é engenheiro, o arquiteto é mais velho do que o matemático, e Mário é mais velho do que o
economista.

18
Exercícios Sugeridos

1
05. (TTN 1997) Quatro amigos, André, Beto, Caio e Dênis, obtiveram quatro primeiros lugares em um concurso
de oratória julgado por uma comissão de três juízes. Ao comunicarem a classificação final, cada juiz anunciou
duas colações, sendo uma delas verdadeira e a outra falsa.

Juiz 1: “André foi o primeiro; Beto o segundo”.


Juiz 2: “André foi o segundo; Dênis foi o terceiro”.
Juiz 3: “Caio foi o segundo; Dênis foi o quarto”.

Sabendo que não houve empates, o primeiro, o segundo, o terceiro e o quarto colocados foram,
respectivamente,

a) André, Caio, Beto, Dênis.


b) Beto, André, Caio, Dênis.
c) Beto, André, Dênis, Caio.
d) André, Caio, Dênis, Beto.
e) Caio, Beto, Dênis, André.

06. (AFC-2002) Um agente de viagens atende três amigas. Uma delas é loura, outra é morena e a outra é ruiva.
O agente sabe que uma delas se chama Bete, outra se chama Elza e a outra se chama Sara. Sabe, ainda, que
cada uma delas fará uma viagem a um país diferente da Europa; uma delas irá à Alemanha, outra irá à França e
a outra irá à Espanha. Ao agente de viagens, que queria identificar o nome e o destino de cada uma, elas deram
as seguintes informações:

A loura: “Não vou à França nem à Espanha”.


A morena: “Meu nome não é Elza nem Sara”.
A ruiva: “Nem eu nem Elza vamos à França”.

O agente de viagens concluiu, então, acertadamente, que:

a) A loura é Sara e vai à Espanha.


b) A ruiva é Sara e vai à França.
c) A ruiva é Bete e vai à Espanha.
d) A morena é Bete e vai à Espanha.
e) A loura é Elza e vai à Alemanha. Desenvolvendo o Raciocínio
07. Numa ilha há apenas dois tipos de pessoas: as que sempre falam a verdade e as que sempre mentem. Um
explorador contrata um ilhéu chamado X para servir-lhe de intérprete. Ambos encontram outro ilhéu, chamado Y,
e o explorador lhe pergunta se ele fala a verdade. Ele responde na sua língua e o intérprete diz - Ele disse que
sim, mas ele pertence ao grupo dos mentirosos. Dessa situação é correto concluir que
a) Y fala a verdade.
b) a resposta de Y foi NÃO.
c) ambos falam a verdade.
d) ambos mentem.
e) X fala a verdade.

19
Referências

1
BIBLIOGRÁFICAS:

COPY, Irving M., Introdução à Lógica. São Paulo: Ed Mestre Jou, 1974.

GARDNER, H. Frames of Mind: The Theory of Multiple Intelligences. New York: Basic
Books, 1983.

POLYA, George. A Arte de Resolver Problemas. 2ª reimpressão. Rio de Janeiro: Interciência, 1995.

MORGADO, Augusto C.; CESAR, Benjamin. Raciocínio lógico-quantitativo: teoria, questões


resolvidas, questões de concurso. 2.ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

ROCHA, Enrique. Raciocínio lógico: você consegue aprender. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

MANDIN, Daniel. Raciocínio Lógico: Fundação Carlos Chagas. FDK Editora, 2005.

Desenvolvendo o Raciocínio

20
Glossário

1
Conclusão - ponto de vista a que se chega a partir de dados da observação, ou do raciocínio, ou de discussão;
idéia, tese, resultado. Proposição que fecha um raciocínio e resulta de um processo dedutivo.

Verdadeiro - tudo aquilo que está em conformidade com os fatos ou a realidade.

Correlação - correspondência, similitude, analogia entre pessoas, coisas e idéias relacionadas entre si.

Falso - tudo aquilo que é contrário à realidade ou à verdade; inexato, sem fundamento.

Hipótese - proposição que se admite, independentemente do fato de ser verdadeira ou falsa, mas unicamente
a título de um princípio a partir do qual se pode deduzir um determinado conjunto de conseqüências. O mesmo
que suposição, conjectura.

Lógica - encadeamento coerente de alguma coisa que obedece a certas convenções ou regras.

Premissa - ponto ou idéia de que se parte para armar um raciocínio.

Proposição - todo conjunto de palavras ou símbolos que interpretam ou representam uma idéia ou pensamento
completo.

Desenvolvendo o Raciocínio

21

As pessoas raciocinam de formas diferentes. Existem diferentes métodos utilizados para o


desenvolvimento do raciocínio. Mas, antes de mais nada, o mais importante é que se comece a usá-lo.

Raciocínio é o exercício da razão através do qual procuramos alcançar o entendimento de atos e fatos,
formulam-se idéias, elaboram-se juízos, deduz-se algo a partir de uma ou mais premissas, tiram-se conclusões.

Compreender um problema e usar o raciocínio lógico para resolvê-lo.

Compreender o problema:

a Criar um plano para resolução.


a Executar esse plano.
a Realizar uma retrospectiva.

1. Qual é o nível de dificuldade do problema?


2. Qual é o objetivo?
3. Quais são os dados que estou usando como ponto de partida?
4. Conheço algum problema similar?

POLYA, George. A Arte de Resolver Problemas. 2ª reimpressão. Rio de Janeiro: Interciência, 1995.

MORGADO, Augusto C.; CESAR, Benjamin. Raciocínio lógico-quantitativo: teoria, questões


resolvidas, questões de concurso. 2.ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

ROCHA, Enrique. Raciocínio lógico: você consegue aprender. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
Possue graduação em Ciências da
Computação (1990), especialização em
Análise e Projeto de Sistemas (1991) e
mestrado na área de Sistemas Distribuídos
e Programação Concorrente (2003), todos
realizados na Universidade de São Paulo - Profª. Jacqueline A. Oliveira
USP, no Instituto de Ciências Matemáticas
e Computação (ICMC), na cidade de São
Carlos. Fez, também, dois anos do curso de Matemática (1987 e 1988), na
mesma Universidade. É professora titular, em regime de tempo integral,
na Universidade Ibirapuera, onde ministra cursos na graduação. Ministra,
também, aulas na Faculdade Drummond, nos cursos de graduação,
tecnologia e pós-graduação. É também proprietária da Supervision
Informática, empresa de desenvolvimento de software, desde 1991.
Av. Iraí, 297 - Moema - São Paulo - SP - Tel.: 5091-1155 - Fax: 5091-1150 - CEP 04082-000
Av. Interlados, 1329 - Chácara Flora - SP - Tel.: 5694-7900 - Fax: 5694-7936 - CEP 04661-100
e-mail: ead-duvidas@ibirapuera.br

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