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EHEVRDI .

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F-CICLO , ."' /~tll'llll!filtllKJ
ÍNDICE
MONTADORA VEÍCULO MOTOR - SISTEMA ASSUNTO DADOS
GM - Chevrolet Blazer ABS / ESP Código de falhas
GM - Chevrolet Blazer ABS / ESP Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer ABS / ESP Pin-out
GM - Chevrolet Blazer ABS / ESP Código de falhas
GM - Chevrolet Blazer ABS / ESP Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer ABS / ESP Pin-out
GM - Chevrolet Blazer ABS / ESP Teste de componentes
GM - Chevrolet S10 ABS / ESP Código de falhas
GM - Chevrolet S10 ABS / ESP Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 ABS / ESP Pin-out
GM - Chevrolet S10 ABS / ESP Código de falhas
GM - Chevrolet S10 ABS / ESP Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 ABS / ESP Pin-out
GM - Chevrolet S10 ABS / ESP Teste de componentes
GM - Chevrolet Blazer Acendedor e tomada de força Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Acendedor e tomada de força Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Airbag Código de falhas
GM - Chevrolet Blazer Airbag Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Airbag Pin-out
GM - Chevrolet S10 Airbag Código de falhas
GM - Chevrolet S1Q Airbag Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Airbag Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Alarme / Antifurto Código de falhas
GM - Chevrolet Blazer Alarme / Antifurto Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Alarme / Antifurto Informações gerais
GM - Chevrolet Blazer Alarme / Antifurto Pin-out
GM - Chevrolet S10 Alarme / Antifurto Código de falhas
GM - Chevrolet S10 Alarme / Antifurto Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Alarme / Antifurto Informações gerais
GM - Chevrolet S10 Alarme / Antifurto Pin-out
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Ar condicionado Teoria
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Ar condicionado Teoria
GM - Chevrolet S10 2.8 Y28DTC Common Rail Ar condicionado Teoria
GM - Chevrolet S10 2.8 Y28DTC Common Rail Ar condicionado Teoria
GM - Chevrolet S10 Ar condicionado Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Ar condicionado Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Aterra mento Localização de componentes
GM - Chevrolet S10 Aterra mento Localização de componentes
GM - Chevrolet Blazer Buzina Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Buzina Pin-out
GM - Chevrolet S10 Buzina Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Buzina Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Bússula Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Bússula Pin-out
GM - Chevrolet S10 Bússula Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Bússula Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Cigarra de advertência Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Cigarra de advertência Estratégia de funcionamento
GM - Chevrolet Blazer Cigarra de advertência Pin-out
GM - Chevrolet S10 Cigarra de advertência Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Cigarra de advertência Estratégia de funcionamento
GM - Chevrolet S10 Cigarra de advertência Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Controle de velocidade (piloto automá- Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Controle de velocidade (piloto automá- Pin-out
GM - Chevrolet S10 Controle de velocidade (piloto automá- Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Controle de velocidade (piloto automá- Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Derivação de positivo Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Derivação de positivo Localização de componentes
GM - Chevrolet S10 Derivação de positivo Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Derivação de positivo Localização de componentes
GM - Chevrolet Blazer Espelhos retrovisores Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Espelhos retrovisores Pin-out
GM - Chevrolet S10 Espelhos retrovisores Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Espelhos retrovisores Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Genérico Localização de componentes
GM - Chevrolet SIO Genérico Localização de componentes
GM - Chevrolet Blazer 2.B Y2SDTC Common Rail Imobilizador Estratégia de funcionamento
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Imobiliza d or Estratégia de funcionamento
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Imobilizador Estratégia de funcionamento
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Imobilizador Procedimento de troca
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Imobilizador Procedimento de troca
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Imobilizador Teoria
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Imobilizador Estratégia de funcionamento
GM - Chevrolet S1G 2.8 Y2SDTC Common Rail Imobilizador Estratégia de funcionamento
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Imobilizador Estratégia de funcionamento
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Imobilizador Procedimento de troca
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Imobilizador Procedimento de troca
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y2SDTC Common Rail Imobilizador Teoria
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Código de falhas EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y2SDTC Common Rail Injeção diesel Diagrama elétrico EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Pin-out EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC1&C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
ÍNDICE
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teste de componentes EDC16C9
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria
GM - Chevrolet Blazer 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Código de falhas EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Diagrama elétrico EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Pin-out EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y2SDTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teste de componentes EDC16C9
GM - Chevrolet SIO 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria
GM - Chevrolet S10 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria
GM - Chevrolet S10 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria
GM - Chevrolet S10 2.8 Y28DTC Common Rail Injeção diesel Teoria
GM - Chevrolet Blazer Limpadores dos vidros Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Limpadores dos vidros Pin-out
GM - Chevrolet S10 Limpadores dos vidros Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Limpadores dos vidros Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Painel de instrumentos Código de falhas
GM - Chevrolet Blazer Painel de instrumentos Código de falhas
GM - Chevrolet Blazer Painel de instrumentos Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Painel de instrumentos Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Painel de instrumentos Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Painel de instrumentos Pin-out
GM - Chevrolet S10 Painel de instrumentos Código de falhas
GM - Chevrolet S10 Painel de instrumentos Código de falhas
GM - Chevrolet S10 Painel de instrumentos Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Painel de instrumentos Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Painel de instrumentos Pin-out
GM - Chevrolet S10 Painel de instrumentos Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Sistema de iluminação externa Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Sistema de iluminação externa Pin-out
GM - Chevrolet S10 Sistema de iluminação externa Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Sistema de iluminação externa Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Sistema de iluminação interna Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Sistema de iluminação interna Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Sistema de som Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Sistema de som Pin-out
GM - Chevrolet S10 Sistema de som Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Sistema de som Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Trava das portas Código de falhas
GM - Chevrolet Blazer Trava das portas Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Trava das portas Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Trava das portas Informações gerais
GM - Chevrolet Blazer Trava das portas Pin-out
GM - Chevrolet S10 Trava das portas Código de falhas
GM - Chevrolet S10 Trava das portas Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Trava das portas Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Trava das portas Informações gerais
GM - Chevrolet S10 Trava das portas Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Tração Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Tração Pin-out
GM - Chevrolet Blazer Tração Teste de componentes
GM - Chevrolet S10 Tração Diagrama elétrico
GM - Chevrolet S10 Tração Pin-out
GM - Chevrolet S10 Tração Teste de componentes
GM - Chevrolet Blazer Vidro Elétrico Diagrama elétrico
GM - Chevrolet Blazer Vidro Elétrico Pin-out
GM - Chevrolet S10 Vidro Elétrico Diagrama elétrico
Fábio Ribeiro von Glehn

l-Introdução
Este livro tem como objetivo fazer uma descrição completa e minuciosa do
funcionamento do sistema Common Rail utilizado no controle do motor da GM S1 O 2.8
Turbo Electronic e ainda apresentar os esquemas elétricos dos diversos sistemas eletrônicos
S10
2.8 Diesel - --- -- - - - - - -- - - -- - - - -- - -- -- --,-- - - - . . · --· - - ... . ..
- - - - -- - - . - - . - - - -- - - --· . --- - - - . - . --.. -· - -.- -- - . .. -- -

s1o presentes neste veículo.


2 ·8 Diesel O livro está dividido em quatro partes distintas.
Y28DTC
Na primeira parte, um livro bem ilustrado com textos simples e objetivos, o reparador .É

terá a oportunidade de entender facilmente como funciona o sistema Common Rail seja ~
através da simples leitura, seja como material didático de apoio a um curso específico. ~
Na sequência, um valioso banco-de-dados com os esquemas elétricos dos diversos
I.
·;;

sistemas eletrônicos que compõem o veículo em questão, e que transforma este livro numa ~
ferramenta de trabalho fundamental no cotidiano do reparador. Somado a esse valioso .
-~

conteúdo, a marca Ciclo Engenharia com esquemas que não trançam a linha no papel; i~

que não se fragmentam ; que evitam a utilização de termos estrangeiros , de siglas ou de o
-.;
códigos; e que seguem uma padronização própria de leiaute que simplifica a busca por um ~
:!
componente independentemente da marca de fabricação do veículo. ~

s
;;;
Terceiro, uma tabela com dados técnicos do veículo. Nela você encontrará, por ~
exemplo, o diâmetro interno dos cilindros e outros dados técnicos do motor; a relação ~
de transmissão em cada marcha e outros dados da transmissão e embreagem. A tabela i
se extende com dados da direção hidráulica; freios; pneus; rodas; suspensão dianteira e •
~
traseira; sistema e 1étrico; traçado da correia poli-v; reservatórios e capacidades; lubrificantes,
1

~
vedadores e travantes; torques de aperto dos principais parafusos e porcas do veículo. F
]
E para fina1lizar, nosso parceiro Tecnomotor, oferece uma matéria técnica resumida t
a respeito de equipamentos e diagnóstico.
Um livro que você não pode deixar de ter em sua oficina, seja ela independente, j
posto autorizado ou concessionária . Seja você iniciante, experiente ou instrutor. j
..,
A oficina independente encontra aqui a informação tão escassa e difícil de se obter. i
O posto autorizado e a concessionária facilmente percebe o nosso enorme trabalho em ;
~
modificar para simplificar. ~
O iniciante encontrará o passo-a-passo necessário a quem se inicia, enquanto o
experiente terá em suas mãos um valioso banco de dados. O instrutor tira proveito deste ~
passo-a-passo ao oferecer a seus alunos um excelente material didático. !

6
(62) - 3942 - 3939
cicl~
ENG EN HA RIA
Av. C255, n° 270, Ed. Centro Empresarial Sebba, sala 71 9 Nova Suiça, 74280-010, Goiânia - GO
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2- Sistema de controle do motor nnJeção Common Ralll
Diferentemente de outros sistemas de injeção diesel , o sistema Common Rail se
caracteriza pela independência entre a geração de pressão e a injeção de combustível.
Essa separação das funções "geração de pressão" e "injeção" abre um alto grau de
liberdade no processo de combustão, pois a pressão de injeção pode ser escolhida quase 510
livremente dentro de um mapa característico. No caso específico da S1 O motor 2.8 Y28DTC 2.8 Diesel
turbo electronic essa pressão varia entre 40 Mpa (400 bars) na marcha-lenta a 150 MPa Y28DTC
.!5
~ (1500 bars) em aceleração rápida.
1, A Unidade de Controle do motor (UCM) deverá calcular: o volume de combustível
.S?a ser debitado na câmara e o momento em que isso deverá ocorrer. A UCM possui dois
-~
r; parâmetros para determinar o volume de débito: o tempo em que mantém o injetor aberto
~ e a pressão no "rail". Para controlar esses parâmetros (pressão no "rail", tempo de injeção
-~ e momento de injeção) a UCM conta com:
~
~ 1. Uma rede de coleta de dados: rotação do motor, fase do ciclo, temperatura do motor,
pressão no coletor de admissão, temperatura do ar na admissão, pressão de combustível
no "rail" , posição do pedal do acelerador, velocidade do veículo, aplicação do pedal de
freio e aplicação do pedal de embreagem;
i 2. Um conjunto de elementos controlados: eletroinjetores, eletroválvula de controle da
pressão de combustível, eletroválvula de controle da pressão do turbo, eletroventiladores
do sistema de arrefecimento.
~ Para facilitar o estudo e entendimento do sistema Bosch Common Rail EDC 16C9
"E
~ utilizado na S1 O 2.8 Turbo Electronic, descreveremos o funcionamento de cada sistema
i conforme ilustra a figura abaixo:
I
~ Figura 2a - Descrição do sistema
•e
]
~
~
:i

i
~
"7
~
~

Torque e
Motor potência

cicl~ I - - I"
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lnjeçAo Eletrônica
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2.1 -Sistema de alimentação de combustfvel

O sistema de combustível pode ser dividido em duas partes: uma de baixa pressão
e outra de alta pressão.
No circuito de baixa pressão o combustível é succionado do tanque de combustível
510 pela bomba de combustível elétrica e pela bomba de engrenagens existente dentro da
2.8 Diesel
bomba de alta pressão. A bomba elétrica não gera pressão, e sua função específica é
Y28DTC
manter o filtro de combustível sempre cheio evitando qualquer operação de sangria. .l;
e
O fluxo de combustível segue do reservatório ao filtro de combustível e deste ao j
dispositivo AKR. Na AKR parte do combustível retorna ao tanq ue e outra parte alimenta a ~
bomba de alta pressão. Na bomba de alta pressão existe uma bomba de engrenagens e a ~
válvula reguladora da pressão do "rail", ainda na linha de baixa pressão, parte do combustível ~~
retorna ao reservatório e parte alimenta os pistões de elevação da pressão. ~
Na saída de alta pressão o "rail " é mantido com um volume de combustível. ~
Para segurança do sistema , existe uma válvula limitadora caso ocorra uma pressão "'
i
excessivamente elevada. O "rail" alimenta os injetores de combustível e o funcionamento ~
destes depende de comando da Unidade de Controle do Motor (UCM ). Nos injetores, parte "'~
do combustível é injetado na câmara de combustão e parte retorna ao reservatório. Um ~
sensor de pressão de combustível fixado ao "rail " permite à UCM um perfeito controle da ~
pressão do combustível no mesmo através do regulador de pressão instalado na linha de -~
~
baixa pressão. •
A figura 2.1 a abaixo ilustra o texto citado acima .
.
~
25

Figura 2.1 a- Circuito do sistema de combustível I

.~~~~.~~:o /
······················
Sensor de

Limitador
Reservatório 1=::::::!.1 de pressão

Retorno
Bomba de
combustível

cicl ~
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2.1.1- Bomba de combustlvel

A bomba de combustível elétrica está instalada dentro do próprio reservatório de


combustível e sua função é alimentar os componentes de alta pressão com combustível
suficiente em qualquer regime de funcionamento e com baixo nível de ruído.
Veja na figura 2.1.1 a que a Unidade de S10
Controle do Motor (UCM) comanda o relé 14 que Figura 2.1.1 a - Circuito elétrico da 2.8 Diesel
bomba de combustível Y28DTC
E está na caixa de relés atrás da tomada de força
e
e (acendedor de cigarros) no interior do veículo. o
·~
} relé por sua vez alimenta a bomba de combustível.
~ O fusível 03 que está na caixa de relés e fusíveis
: do vão do motor protege eletricamente o circuito
~
-"
da bomba . Em caso de falha no circuito do relé, a
; UCM armazenará o código de falha P0230.
l;
.:!
~
~
.
~
~

~
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cicl~
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2.1.3- Dlsposnlvo AKR

O dispositivo AKR tem a função de manter estável a


linha de entrada da bomba de engrenagens que está alojada
na bomba de alta pressão e a eliminação de bolhas o que evita
510 a cavitação da bomba de engrenagens.
2.8 Diesel
Y28DTC

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2.1.4- Bomba de aba pressão

Se comparado a um corpo biológico, enquanto a Unidade


de Controle do Motor (UCM) representa o cérebro , a bomba de
alta pressão representa o coração.
510 A bomba de alta pressão tem a função de gerar pressão
2.8 Diesel
necessária para a atomização do combustível na câmara de
Y28DTC
combustão. Essa pressão é gerada por três elementos dispostos 120° entre si. O eixo de
acionamento da bomba é movido pelo trem de engrenagens e possui um eixo excêntrico
que movimenta os três elementos produzindo admissão e compressão do combustível ,
como ilustra a figura 2.1.4a.
Figura 2.1.4a- Bomba de alta pressão

A bomba de alta pressão mantém sempre o tubo acumulador com combustível


suficientemente comprimido para todas as faixas de funcionamento do motor. Isto inclui
a possibilidade de uma elevação instantânea da pressão no "rail " de modo a atender às
necessidades emergentes do motor tais como no processo de partida e na aceleração
rápida do veículo.
A bomba de alta pressão gera permanentemente a pressão do sistema para o
acumulador de alta pressão ("rail "). Por isso, é que se diz que a geração de pressão é "
independente da injeção do combustível , o que torna o sistema "Common Rail" diferente
dos sistemas de injeção diesel anteriores a ele.

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sistema de alimentação de combustlvel


Funcionamento:

Para entender o funcionamento da bomba de alta pressão, acompanhe o raciocínio


integrando o texto com a figura 2.1.4b
Figura 2.1.4b- Funcionamento da bomba de alta pressão
510
8 2.8 Diesel
Y28DTC

3
2

O combustível em baixa pressão é admitido na conexão de entrada (1 ). A bomba


de engrenagens (2) succiona combustível e tem a responsabilidade de manter a bomba
de alta pressão sempre alimentada em qualquer condição e ainda enviar combustível
para lubrificar o eixo excêntrico. Paralela à bomba de engrenagens existe uma válvula de
sobrecarga de pressão (3) que protege o sistema (9,5 bars), e uma válvula de alimentação
(4) que proporciona uma saída de escape (0,5 bar) para o excedente enviado pela bomba
elétrica. O combustível então chega à válvula reguladora da pressão de combustível (6)
cujo funcionamento será explicado no próximo tópico.
No movimento descendente do elemento é gerado vácuo no cilindro da bomba e a
consequente abertura da válvula de admissão (?a) o que resulta na sucção do combustível.
Simultaneamente acontece o fechamento da válvula de saída (7b ), provocado pela diferença
de pressão entre o próprio combustível e o cilindro da bomba.
Quando o excêntrico pressiona o pistão para cima , a válvula de admissão (7a) é
fechada pela ação da mola e pela pressão no cilindro da bomba. A válvula de escape (7b)
abre quando a pressão no cilindro da bomba for superior à pressão do combustível no duto
de alta-pressão.
Parte do combustível serve como lubrificante do eixo excêntrico e uma válvula de
sobrecarga (5) em cascata é utilizada para manter a lubrificação da bomba.
O combustível excedente sai pela conexão de retorno (8) enquanto que o combustível
em alta pressão pela conexão de saída (9). A conexão elétrica (1 O) faz a ligação entre a
válvula reguladora (6) e a Unidade de Controle do Motor (UCM).

11

ci c L ~
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2.1.5- VálVula reguladora de pressão lMPROPJ


A válvula reguladora de pressão de combustível tem a função de ajustar a pressão do
combustível em função da rotação e carga do motor, dentro da faixa previamente definida no
mapeamento de funções da Unidade de Controle do Motor (UCM). A válvula está localizada
na bomba de alta pressão.
510 A válvula reguladora controla a pressão de saída através da vazão de entrada na
2.8 Diesel bomba de alta pressão. Por sua vez, a UCM controla a válvula através de pulsos elétricos
Y28DTC
de largura modulada (veja no quadro abaixo e entenda o que é PWM - "Pulse Width
Modulation") . Para elevar a pressão no "rail " a UCM aumenta a largura do PWM , com isso
a válvula permite um fluxo maior de combustível ; e com um volume maior de combustível
nos cilindros da bomba a pressão se eleva. De modo inverso, para reduzir a pressão no
"rail " a UCM reduz a largura do PWM e consequentemente com um volume menor de
combustível a comprimir, a pressão na saída da bomba será menor.
Figura 2.1 .5a- Válvula reguladora de pressão

10

VDNM
VD/BR

Entenda o que é PWM


PWM do inglês Pulse Width Modulation e traduzido i exemplo 1: 1O%dc> tempoem ~lvel alto

S~ifi!fx:i~r!ftiE{~{:~:::~:f':n~:z: [~"] ;,;,~t;I,,;,-JJ


~:':n;~:rr;;:;omae~;:;~~f::;oa~~ ~=~P~~~~x~o~~~r= ·~ [~0
largura do pulso e vanável proporcionalmente ao 2 ...... ...... ............. .... ................. .... ..........
ciclo completo como ilustra os dizeres acima dos
gráficos ao lado. Ao aplicar este tipo de sinal a uma [T. . . . . . n. . . . ..]" . . . . . . . u-..·. ·-·lo
exemplo 3: 90% do tempo em nfvel alto

~~~~~~:/;~~~à~ 0 ~~7;;~~ d~ep~~~o, a vazão será ..... ........ .............. ...... ............................ ........ ........................... .............
tempo
12
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Teste elétrico:
Válvula reguladora da pressão de combustível
Códigos de falha relacionados: P0001 - P0002- P0003- P0004
Esquema elétrico Resistência (f.l)

510
2.8 Diesel
2,9 f.l Y28DTC

Pinout do componente:

pino 1 -Unidade de controle do motor pino A49


pino 2 -Unidade de controle do motor pino A 19

Simulações de falha elétrica:


Simulação 1
Preparação: Consequência:
1 - Motor desligado; Motor gira mas não pega
2- Válvula reguladora de pressão desconectada; Luz de anomalias acende no painel
3- Partida no motor Armazena código P0001

Simulação 2
Preparação: Consequência:
Motor apaga instantaneamente
1 - Motor em funcionamento;
Luz de anomalias acende no painel
2- Desconecte a válvula reguladora de pressão Armazena código P000
1

Simulação 3
Preparação: Consequência:
1 - Motor desligado;
Luz de anomalias acende no painel
2- Válvula reguladora de pressão desconectada;
Armazena código P0001
3- Vire a chave de ignição sem partida no motor

13

cicl~ lnjAitim I~ TEfhQIIQTUK/


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Fábio Ribeiro von G/ehn

2.1.6- Válvula llmhadora de pressão


A válvula limitadora de pressão limita a pressão no "rail" liberando uma abertura de
escoamento em caso de esforço excessivo. Ela permite uma pressão máxima de curta
duração de 1500 bars no Rail.
510 Figura 2.1.6a- Válvula limitadora de pressão
2.8 Diesel
Y28DTC

14

cicl ~
(62) - 3942 - 3939
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2.1.1-sansar da Prtssioao1'1111
O sensor de pressão do combustível está insta~do d iretamente no tubo distribuidor
- •rait" - e sua função é infOOTiar a pressão do combustível que chega no sistema de Dita
press!'io. O sensor é um e!emento piezo-resist1vo insiDiado em um diafragma e ligado a um
510 circuito integrado com compensação de temperatura. A pressi!o do combustível deforma o
2 .8 Diesel diafragma o que resulta em altemç1ío na resistência do elemento piezo-resistivo e do sinal
Y28DTC elétrico enviado à Unidade de Controle do Motor (UCM).

de oon~~~~~s!~e:;:~~~~a~; ~~:~~8~ad~à~~:~~e:u~;d:~:~: ~~ar:::m~~nç~~::


necessidadesdo motor.
If

__
M

(82). 3942 -3939

O gráfico abaixo descreve o comportamento da tensão de saída do sensorem função


da pressão de combustível aplicada no ·rair
Gráfico 2.1.7b - Tensão x Pressão de combustível

0,79
30 1.07
40 1,36
50 1,64
60 1,93
80 2.50
90 2.79
100 3,07
110 3,36
120 3.64
130 3,93
140 4,21
150 4,50

POOSS - P0190
Condição de teste Tensão
Pressão residual
{motor desligado, mas com 0.2 a0,6V
chave de ignição ligada)
Motor em marcha-lenta 1,3 a 1,5V

Aceleração rápida 3.5 a 4,5V

Terminais Resistência
A28{+) eM3{-) 370,4k(l

A28{-)e A43(+) • n
A08(+}eA43(-) 339,4kn

A08(-) eA43(+) • O
A28eA08 24,00k(l

-"--

Pinout do componente:

IPino 1 Umdade de controle do motor pino AOS I


I
Pino 2 - Unidade de controle do motor pino A43 I
I
Pino 3 - Unidade de controle do motor pmo A28 I
2 .8 Diu e l
vzaoTc Simulações de falha elétric a;
Simulação 1 í
Prepara o Consequência: j
1. Motor desligado; . Motor gira mas nêo pega I·
2. Sensor de pressao desconectado: I• Luz de anomal_
1
i as acende no painel 1
3. Partida no motor • Armazena código P0190 l

Simulação2
Prepara ão Consequência:
i
j
. Motor apaga instantaneamente 11
1. Motor em funcionamento;
2. Desconecte o sensor de pressão
I• 1
Luz de anomal.i as acende no painel i
• Armazena cód1 o P0 190 •

Simulaçi'lo3 t
Preparação
1· Motor desligado;
2. Sensor de pres~ã~ desconecta~o; •
J· Consequência:

Luz de anomalias acende no paine>l


Armazena códi o P0190
11
'"

3. Vire a chave de ignição sem partida no motor g j

_ _1_
8
(62) - 3942 - 3939
2.1.8-IIBIIIInlel....

Os eletroinjetores estao montados no cabeçote e tem a finalidade de pulveriza r


o comoustlvel na camara de combust!io. O controle é feito pela Unidade de Controle óo
Motor {UC M) que determina a quantidade e o momento da injeç!io de combustlvel para
st o cadacilindro
2.~2~;~~ _ A figura 2 1.8a mostra a romtiçAo de eletroinjetor fechado. O combustível é comtuzklo
da ligação de alta pressao (10) através de um canal para a agulha {7), bem como através
do estran gulado r de en!Jada ( 11) para a câmara de controle da válvula (5). A câmara de
controle é ligada ao retorno (1) de combustível através do estranguladOf de salda (9 ) que é
mantido fechado pela válvula esfera (4) solidária ao induzido magné tico (3). Como a UC M
mantém a bobina magn ética (2) desenergizada a carga da mola é sufíciente pam manter a
válvula esfera (4) impedindo o nuxo de combustlvel para o retorno ( 1). Com o estrangulador
de salda (9} fechado, a força hidrãulica sobre o pistão da válvula (12) predomina sobre
aquela no ombro da agulha do bico (6). Consequentemenle. a agulha (7) é pression ada no
assento e veda o canal de alta presaâo {8) em relação ao compartimento do motor
Figura 2 .1.8a EletroinjetOf fechado

A f1gura 2.1.8b mostra a condi ção de eletro inje tor aberto. Quando a UCM energiza a bobin a
magnética (2), a força gerada é suficiente para vencer a carga da mola e fazer com que o
induzido magnético (3) se desloque trazendo consigo a válvula esfera (4). Neste instante o
combustível flui para o retom o (1 ), entretanto a existên cia do estrangulador de entrada ( 11)
provoca uma queda da pressão na câmara de controle da válvula (5). O resultado dessa
diferença de pressao, maior no ombro da agulha (6 ) do que no pistão da válvula (12) faz
com que a agulha (7) se desloque para cima permitindo que o combustrvel em alta pressão
ctlegue ao furo de injeçao (8 ) e a c~mara de combustão.
Figura 2 .1 .8b - Etetroinjetor aberto

__
s
(62)- 3942 - 3939

j A1 7e A33 =

! L---------------~--------------~~'·'~·~'~·'~
'

-"--

Pinout do componente:
Eletroin 'e to r1 :
Pino 1 - Unidade de controle do motor pino A16
Pino 2 - Unidade de controle do motor pino M 7
Eletroinjetor 2:
Pino 1 - Unidade de controle do motor pino A02
2.8 0 ie5e l
Y280TC Pino 2 - Unidade de controle do motor pinoA31
Eletroinj et or3:
Pino 1 - Unidade de controle do motor pino A0 1
Pino 2 - Unidade de controle do motor pino A46
Eletrolnjet or4:
Pino 1 • Unidade de controle do motor pino A I 7
Pino 2 • Unidade de controle do motor pino A33

Sim u lações de falha elétrica :


S imulação 1
Preparação: Consequência·

Motor desligado;
' Motor funcionacom

Eletroinjetor 4 desconectado; I•
rotação é limitada a 2850 RPM:
Luz de anomalias acende n o painel
3 Partida nomo:or
• Annazena código P0204

--· (62) - 3942 - 3939


2.2 -Sistema de alimentação de ar

O fluxo do ar de admissão é simples: filtro de ar, compressor, intercooler, coletor de


admissão , cilindro do motor. O compressor é acionado mecanicamente por uma turbina
instalada na tubulação de escape do motor. Paralela à turbina existe uma passagem
adicional para os gases de escape que é controlada por uma válvula pneumática. Esta 510
válvula pneumática por sua vez está conectada à bomba de vácuo do motor através de 2.8 Diesel
Y28DTC
uma outra válvula que é comandada pela Unidade de Comando do Motor (UCM ).
A figura 2.2a ilustra como estão interligados os componentes do sistema de ar.
Figura 2.2a- Sistema de alimentação de ar
Válvula PCV

Sensor de pressão
lntercooler
e temperatura do ar
Entrada do ar
de admissão
Compressor

Saída dos Turbina


gases Condensador
de escape de óleo
Válvula de controle
da vazão na turbina
(wastegate)

Válvula de controle
da pressão no turbo ~ ,.....-.r-__._...,
[M .'t!Md

A UCM recebe informações do sensor de pressão e temperatura do ar para calcular


a densidade do ar admitido e comandar a válvula de controle da pressão do turbo. Estes
três componentes (sensor de pressão, sensor de temperatura e válvula de controle da
pressão do compressor) serão tratados nos itens sub-sequentes.
A densidade do ar é obtida através na equação dos gases perfeitos aplicada ao ar:
Par = Par I (Rar*Tar)
onde Par é a densidade em quilograma por metro cúbico [kg/m 3 ] ; Par é a pressão em pascal
[Pa] ; Rar é a constante do ar 8,314472 I 0,029 = 286,706 em joule por quilograma kelvin [J/
Kg/K]; Tar é a temperatura do ar em kelvin [K] .
=
O fluxo de massa de ar é obtido pelo cálculo: mar par * Vmo1or * rotmo1or I ( 2 * 60.000)
sendo: mar o fluxo de massa de ar [kg/s], Par a densidade [kg/m 3], V motor o volume do motor
Q [litros ou dm3], rotmotora rotação do motor [rpm] e as constantes 2 por ser motor 4 tempos e
60000 para satisfazer as transformações de unidades dimensionais.
A massa de ar admitida é portanto diretamente proporcional à pressão no coletor
"' e inversamente proporcional à temperatura do ar admitido, desta forma, para au mentar a
massa de ar admitida deve-se aumentar a pressão no coletor e/ou também resfriar o ar
.§ admitido (compressor e intercooler). 19
----
cicl~ I - - I"
I~ TEfi/DI/1/TDKJ
ln)eç6o Eletr6 nlca
.),0/litl r ..
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2.2.1-sanser da presslo lo ar da adiiiiSSio IP,_IIO 1011111
A Unidade de Controle do Motor (UCM) utiliza o sinal do sensor de pressão do ar de
admissao para corrigir as variações de altitude. para o cà!cuto da massa de ar admitida e
para controlar o limite de carga do turbo-compressor.
5 10 A pressão atmosférica é variável com a altitude em relaçao ao nível do mar, como
z-~~;~~~ mostra o gráfico abaixo.
Gráfico 2.2.1a ~ Relação entre a1t1tude local e pressão atmosférica

~~tl.__:____:_~,;;___:____::_::j i
O sensor de pressão é composto por uma membrana que é deformada pela ação i
da pressão do ar. O sensor é dito de pressão absoluta porque a membrana separa duas l
câma ras; em uma vãcuo absoluto e a outra conectada ao coletor de admissão. A _ diferença j
de pressão deforma a membrana e essa deformação e convertida em tensão eletrica. ~
Sendo a referência de zero o vácuo absoluto, a membrana toma-se senslvel às ~
variações de pressão atmosférica e consequentemente ás variações de altitude local. Para
elaboração da tabela e do grãfico a seguir, ulihzou-se a seguinte estratégia: ii
1. Com o voltlmetto conectado ao sensor. capte o vaklr de tensão correspondente ao zero ~
relativo, pois a medida é captada simplesmente pelo acionamento da chave de ignição; {
2 Fixe o zero relativo ã pressão absoluta local baseado no gráfico 2.2.1a a partir do local f
de execução dos testes (no caso da tabela seguinte a cidade de Goiãnia): !
3. Aplique pressão sobre o sensor (no caso utilizou-se um d iSpositivo de teste de
pressuriZação do sistema de arrefecimento com uma devida adaptação de mangueiras
para garantir a estanqueidade do sistema). A pressão aplicada é relativa ao zero adotado;
4. Jogue os valores em uma planilha e aplique uma regressão linear pora obter a melhor
reta que aproxima todos os pontos.

- -"- (62}- 3942-3939

o ,.., - <00
~,.......,._,oCoiOn a >3.<kPo - 7<07"""""
-"--

Teste elétrico:
Sensor de pressao do ar de admissao
Cód1go de falha relacionado: P011 0
Tensão
1,59a 1,95V
dependendo da
altitude local
- 0 .2V acada
0,1bar / 10kPa
de depressão
Depressão (aplique vâcuo

•Voltime:ro ig!ldoaos termõnais4e 1


sobre a tomada de pressão)
'"
- 0 ,26V a cada
100mmHg de
de ressi!!o

Pinout do componente·
Pino 1 -Unidade de controle do motor pino A23
Pino 2 Unidade de controle do motor pino A19
Pino 3 Unidade de controle do motor pino A49
Pino 4 Unidade de controle do motor pino A1 9

Simulações de falha elétrica:


Simulação1
Preparação· Consequência
Motor fLrlciona com
1. Motordesligado;
rotaçaoé!imitadaa 2850 rpm
2 Sansor de pressão desconectado;
Luz de anomalias acende no painel
3. Part1danomotor
Armazena código P0110 e P0105

- -"- (62} - 3942 - 3939


2.2.2 -Senso r de temperatura do ar de admissão

O senso r de temperatura do ar de admissão está incorporado ao sensor de pressão


do ar de admissão (veja figura 2.2.2a).
Figura 2.2.2a - Sensor de temperatura do ar
S10
2.8 Diesel
Y28DTC

Trata-se de um termistor do tipo NTC (Negative Temperature Coeficient ou coeficiente


negativo de temperatura), cujo comportamento representa um decréscimo de resistência
elétrica com o aumento na intensidade da temperatura. O gráfico a seguir ilustra o
comportamento do sensor de temperatura do ar
Gráfico 2.2.2b- Sensor de temperatura do ar

Temp . (0 C) Resist. (Q) Tensão (V) Gráfico


6074 4,16
10 3825 3,78
20 2486 3,34
30 1662 2,87
40 1140 2,41
50 801 1,97
60 574 1,59
70 420 1,27
80 313 1,01
90 237 0,81
100 182 0,64
110 141 0,52 Temperatura[oC)
120 112 0,42

A Unidade de Controle do Motor (UCM) utiliza o sinal de temperatura do ar e da


pressão do ar no cálculo da densidade do ar admitido. Esta é obtida através da equação
dos gases perfeitos aplicada ao ar: P., = P., I (R.;T)
onde P., é a densidade em quilograma por metro cu bico (kgl m3 ] ; Par é a pressão em pascal
[Pa] ; R., é a constante do ar 8,314472 I 0,029 = 286,706 em joule por quilograma kelvin [J I
Kgi K]; T., é a temperatura do ar em kelvin [K] .
23

lnjeMtrim
cicl~
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Soluçõesinfe ligentes, oficinos efic ie ntesl

Fábio Ribeiro von G/ehn

Teste elétrico:
Sensor de temperatura do ar
Código de falha relacionado: P011 O
Terminais Tensão (V)

S10 O valor a ser


2.8 Diesel
encontrado varia
Y28DTC A23 eA53
conforme o
• Sensor conectado gráfico 3.1 .2a (azul)
• Voltímetro ligado aos terminais 2 e 1

Terminais Resistência (Q)

O valor a ser
encontrado varia
A23 eA53 conforme o
gráfico 3.1.2a
(vermelho)

pino 1 - Unidade de controle do motor pino A23


pino 2 - Unidade de controle do motor pino A 19
pino 1 - Unidade de controle do motor pino A49
pino 4- Unidade de controle do motor pino A 19

Simulações de falha elétrica:


Simulação 1

Preparação : Consequência:
• Motor funciona com
1. Motor desligado;
rotação é limitada a 2850 rpm
2. Senso r de temperatura desconectado;
• Luz de anomalias acende no painel
3. Partida no motor
• Armazena código P011 O e P01 05

24
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cicl ~
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2.2.3 - Controle da pressão do ar no coletor de admissão

Turbo-compressor:
O turboalimentador, apesar da precisão com [
que é construído, é um equipamento muito simples e
durável, entretanto exige manutenção e cuidados como 510
2.8 Diesel
qualquer outro componente do motor.
Y28DTC
Um turboalimentador é basicamente uma bomba
de ar projetada para utilizar a energia dos gases de ~---------­
escape. Estes gases giram o rotor da turbina (quente)
acoplado através de um eixo ao rotor compressor (frio), que por sua vez aspira um grande
volume de ar filtrado e o fornece comprimido ao motor.
A energia térmica , de velocidade e pressão dos gases de escape do motor são
utilizados para girar o rotor da turbina. A velocidade de rotação do conjunto é determinada
pela forma, tamanho do rotor e carcaça da turbina. A carcaça atua como um caracol
direcionando o fluxo de gás para as palhetas do roto r da turbina , fazendo-o girar.
Uma vez que o rotor do compressor está acoplado ao eixo e rotor da turbina , estes
giram com a mesma rotação. O ar filtrado é aspirado pelo rotor e carcaça do compressor,
onde é comprimido e distribuído através do coletor de admissão para a câmara de
combustão.
Sendo a pressão de compressão função da rotação do rotor do compressor, o controle
dessa pressão se faz mediante o controle do fluxo dos gases de escape pela turbina. Deste
modo a Unidade de Controle do Motor (UCM) necessita de um atuador eletro-mecânico
para realização deste comando.
A figura 2.2.3a simplifica o entendimento de como o controle se processa.
Para diminuir a pressão no coletor de admissão é necessário diminuir a rotação do
eixo do compressor e isso é realidade quando o fluxo de gases de escape pela turbina é
reduzido. Para que isso ocorra, a válvula pneumática deverá se abrir, fazendo com que
parte dos gases de escape flua pelo desvio adicional. A UCM tem controle indireto sobre a
pressão no coletor de admissão , pois tem controle sobre a válvula que interliga a válvula
pneumática do desvio com a bomba de vácuo. A UCM energiza a válvula de controle da
pressão do turbo , e libera vácuo para acionar a válvula de controle de vazão na turbina ;
com isso parte dos gases de escape flui pelo desvio e a rotação da turbina/eixo/compressor
diminui, logo a pressão na admissão também cai.
A pressão no coletor sobe se ocorrer o contrário com a válvula de controle da pressão
no turbo desenergizada; sem vácuo sobre a válvula de controle da vazão na turbina e com
todo o gás de escape fluindo pela turbina. A rotação da turbina/eixo/compressor sobe e a
pressão no coletor também.
Figura 2.2.3a- Fluxograma de controle da pressão do turbo

25

cicl ~ I•
lnJeç6 oEietr6nle.

~ TEflfDIIDTDK7
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Figura 2.2.3b- Válvula de controle da pressão do turbo

510
2.8 Diesel
Y28DTC

Teste elétrico:
Válvula de regulagem da pressão do turbo
P0234 e P0243
Terminais Resistência (n)

A15 e K03 16,20

Pinout do componente:

Pino A- Unidade de controle do motor pino K03

Pino B - Unidade de controle do motor pino A 16

Simulações de falha elétrica:


Simulação 1
Preparação: Consequência:
Motor funciona com
1. Motor desligado;
rotação é limitada a 2850 RPM
2. A válvula de regulagem é desconectada;
Luz de anomalias acende no painel
3. Partida no motor
Armazena código P0243

26
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2.3 -Sistema de arrefecimento
O circuito de arrefecimento é composto por uma
bomba d 'água, uma válvula termostática dupla, um sensorde
temperatura da água, um radiador de água e um reservatório
de expansão sob a pressão de 1 ,4 kPa. [1·$1i?h!.; '!! I] S10
A figura 2.3a mostra o sistema de arrefecimento 2.8 Diesel
Y28DTC
~
integrado ao sistema de ar condicionado. Os sistemas
~ são independentes e com funções distintas, porém os
~ eletroventiladores do radiador são também do condensador do sistema de ar condicionado,
f-~ o que explica a decisão de integrar os dois sistemas em uma única ilustração.
Ê Figura 2 .3a- Sistema de arrefecimento e ar condicionado
.!
'! Sensor de Tampa do Reservatório
~ temperatu ra reservatório de expansão
o

da água ~ -~

Radiador de água

Bomba d'água
Ventiladores do
radiador e
condensador
Válvula
Termostática t.=========.J Acoplamento de
Condensador alta pressão
Pressostato
Acoplamento de
baixa pressão
~
Válvula de

Radiador de água quente

Além dos eletroventiladores, o sistema de arrefecimento conta com um ventilador com


atrito de fluido ou acionamento viscoso. Trata-se de um arranjo de acionamento mecânico
através da correia poli-v com transferência de torque para o eixo do ventilador pelo atrito
interno de um fluido altamente viscoso.

27

cicl~
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2.3.1- Sistema de arrefecimento -Informações gerais

Bomba d'água Centrífuga (bomba rotativa)


Tipo de sistema de refrigeração Refrigeração líquida, sistema fechado
Tampa do radiador, pressão de alívio 140 a 150 kPa
510
2.8 Diesel Volume da água 12,21t
Y28DTC Sistema do radiador Fluxo cruzado
Temperatura da água
Normal 80 a 85 °C
Máxima 110 °C
Válvulas termostásticas
• Quantidade 2 em paralelo
• Início de abertura 79 °C
• Abertura total 92 a 96 °C
• Curso mínimo 8mm

Diferença de temperatura entre entrada e saída


do motor
7° c

Número de pás do ventilador 8 (viscoso) e 5 (elétrico)


Diâmetro do ventilador 460 mm

Importante:
Se for notada alguma irregularidade na temperatu ra do motor, por exemplo o ponteiro
do indicador no painel de instrumentos alcançar a área vermelha da escala , verifique
imediatamente o nível do sistema de arrefecimento.
O ventilador do motor poderá permanecer ligado ou ligar automaticamente por alguns
minutos, logo após o desligamento do motor. Um pequeno aumento na rotação da marcha-
lenta com o motor frio é normal, estabilizando-se em seguida .
.
3

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2.3.2 -Sensor de temperatura da água

O senso r de temperatura da água está localizado no cabeçote próximo ao 4° cilindro.


Trata-se de um termistor do tipo NTC (Negative Temperature Coeficient ou coeficiente
negativo de temperatura ), cujo comportamento representa um decréscimo de resistência
elétrica com o aumento na intensidade da temperatura. O gráfico a seguir ilustra o 510
comportamento do sensor de temperatura da água. 2.8 Diesel
Y28DTC
Gráfico 2.3.2a - Sensor de temperatura da água
Temp. (C") Tensão Resist.
(V) (D)
o 4,44 6016 5-

352· cn
10 4,16 3816
4- \----. ntc
20 3,83 2496
30
40
3,43
3,01
1680
1159
3- \ ~
""' ~
"!;.
) 521,
InIR >ICI ;1907

\ ~
'ntc
roo :me
50 2,58 818 2-
60 2,18 590 ~ ~
~~Ir.. ............. ......_
70
80
90
1,81
1,49
1,22
434
324
246 0-
o
;--<....._ ....__
-
,..__

o ~ lO
----
10
100 0,99 190
Temperatura [0 C]
110 0,81 149
120 0,67 118
A Unidade de Controle do Motor (UCM ) utiliza a informação de temperatura do motor
para as seguintes estratégias:
Ajuste do débito de partida (pressão de combustível e tempo de injeção );
Controle dos eletroventiladores de arrefecimento e ar condicionado;
Ajuste do tempo em que à vela de pino incandescente fica acesa (tanto na fase de pré-
aquecimento como de pós-aquecimento).

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Teste elétrico:
Sensor de temperatura da água
Código de falha relacionado: P0115
Terminais Tensão (V)
O valor a ser
510 encontrado varia
2.8 Diesel A58 eA41
conforme o
Y28DTC
gráfico 2.3.1 a (azul )

Sensor de temperatura da água


Código de falha relacionado : P0115
Terminais Resistência (Q)

O valor a ser
encontrado varia
A58 eA41 conforme o
gráfico 2.3.1a
(vermelho)

Pinout do componente

Pino 1 - Unidade de controle do motor pino A58

Pino 2 - Unidade de controle do motor pino A41

Simulações de falha elétrica:

Simulação 1
Preparação: Consequência:
• Motor funciona normalmente
1. Motor desligado; • Os eletroventiladores são acionados
2. Senso r de temperatu r a da água • Rotação do motor é limitada a 2850
desconectado; rpm
3. Partida no motor • Luz de anomalias acende no painel
• Armazena código P0115

30
(62) - 3942 - 3939
cicl ~
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2.3.3- lclooamMIID llos eiBI!Ivellllladoros •• arreleclllemo

A Unidade de Controle do Motor (UCM) Figura 2.3.3a - Esquema elétrico do


tem a capacidade de controlar os do is sistema de arrefecimento no modelo Ciclo

Ê
eletrovent;ladores de arrefecimento em duas _ Elelrovenllladores na baixa velocidade
velocidades distintas.
2.8 0 iesel
Na p rimeira dela s , dita bai xa '""""oo' '
ROI -Relf da Y28DTC
velocidade, a UC M oolocaosdoisventiladores
em série e divide a tensão de alimentação dbaiu oeloci
<> n nl b. do•
"d • d•
de cada eletrovenlilador p or dois. Vej a as
figuras 2.:J.3a, 2.3.3b e 2.3.3c
O relê R03 no vão do motor al imenta
..
R05 ·R•If
...,,~;..., .

V• nlilador 2
a UCM (terminal K03) e todos os outros relês
do sistema de arrefecimento. R01· Rol6 d•

Em função da temperatura do motor ::•v:~\f~~'do


ou , como será mostrado posteriormente
em função das necessidades do sistema F igura 2.3.3b - Na baixa velocidade os
de ar condicionado, a UCM chavea massa eletroventiladoresestão llgadosemsérle.
p elo t erminal K94 . Neste instan te uma
corrente elétrica que percorre o enrolamento
da bobina do relé ROl e gera o campo
magnéticonecessário para o atracamento da
chavedorelé _Aoorrente elétricaagoraftui
pelo positivo da bateria _ maxifusivel 1. relê
: 01 . eletroventilador 1.relé 05 (emrepouso),

I_
! eletroventilador 2eaterramen to

Com os dois ventiladores -ligados em série, a tensão da bateria se di•t ide entre os
i do1s eletrovent1lad01es e ocorre que a rotaç~o de cada um é baixa

~ Gráfico 2.3.3c Eletroventiladores de arrefecimento na baixa velocidade

l'
I
l

-~--

Na segunda condição, a velocidade é F igura 2 .3.3d - Esq ue ma elé trico do


alta, e neste caso a UCM deverá colocar os sistema de arre fecimento no modelo Ciclo
eletrovenl iladores em p aralelo, oo seja cada - Eletroventiladoresna alta velocidade
um alimentado com a tensão de bateria. VeJa
as figuras 2.3.3d, 2.3.3ee2.3.3f.
~~'"o"
A UCM chaveia massa pelos terminais lit01·1itol0 do
t..lu••locklad•
2.8 Diesel K94 para energizar a bobina do relé R0 1, e dc>~Jn! l ladc>t
Y28DTC K69 para energizar as bobinas dos relês R02
111:05 · 111:ol.
e R05
Com o atracamento das chaves dos
···•rol••I
relês R01, R02 e R05 a corrente elétrica V.mllodor l
poderá fl uir por dois caminhos diferentes· R02 · Fl• ló da
1 Pos1ti vo da b ateria , ma xifus íve l 1, :.,uY:~\~:.":•
re l é 0 1, el etroven tilador 1 , r el é 05
{atracado) e aterramento; F igura 2 _3 _3e - Na alta velocidade os
2 Positivo da bateria, maxifusíve12, relê 02, eletrov entil ado re s estão l igados em
eletroventilador 2 e aterramento paralelo
Com os dois ventiladores ligados em
paralelo, cada eletroventiladOf é alimentado
com tensão de bateria e, neste caso, a
rotaç!lodo rotor é máxima

Gráfico 2.3.3f - Eletroventiladores de arrefecimento na alta velocidade

R02

__ .,_
( 62} . 3 942 - 3939

Terminais Reslstência(O )

2.8Diesel
Y28DTC

K94e K03 79,1 !!

Terminais Res!stência ( íl )

K69e K03 39 ,5 0

j Slm"'''õ" el; ,,;""

j AOo Can se uéncia


! 1
2
Solte o conector da UCM e
O relê principal (R03) é acionado.
~ Aterre o terminal K72

'} 3 Aterreo terminai K94


O relé (R0 1) Iil acionado:
Os eletroventiladores funcionam na baixa
velocidade
I O relé (R0 1) é desligado;

j 4 Elimine o aterramento do terminal K94 e Os relés (R02 e R05) são acionados;


O el e troven t 1lador 2 (l ad o do f a ro l
5 Aterre o termina K69
e5querdo}fun cionará naalta velocidade,
enquantoooutroficadesli ado.
6 Mantenha 0 aterramento do tenninal Ksg e Os relês {R01, R02 e ROS) são acionados;
Os dois eletroventiladores funcionarão na
7. Aterre novamente o terminal K94
alta veloc1dade

-"- -
Fábio Ribeiro von Glehn

2.4 -Controles do condutor


O condutor possui 4 elementos de controle:
1. Pedal do acelerador;
2. Pedal de freio;
2 _8 Di;s~~
3. Pedal de embreagem;
Y28DTC 4. Comandos da velocidade de cruzeiro
.l;
A ação do condutor será percebida pela Unidade de Controle do Motor (UCM) que ~
adotará as devidas estratégias para atingir o objetivo desejado. 1
~
..
-~

~
~
~
i

34

cicl~
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2.4.1 -sensor de P...lecelerador
O sensor de p0$ltyao do acelerador é um potenciOmetro r
rotativo e o sinal tem como objetivo calcular a rotação em

2 .8
marcha-lenta, ângulo de início de injeção e tempo de injeção

o;::e~ =~o~~e~e~a~:,:,::~:~:;~~e~ a~~~:e~~~a ~~~~=~~


Y28DTC resistência elétrica, gera o sinal de acordo com a situação ' - - - - - - _ /
.. 1

solicita! auCM, através da variação de tensão no sensor, constata as seguintes posi~s i


~- I
~~~~~~~ !af~e~::~r~ entre Oe 6%): a UCM controla a marcha-lenta, a desaceleração j
• Pedal parcialmente acionado (acionamento entre Se 73%): a UCM controla os processos J
de aceleração e velocidade de cruzeiro; J
• Pedal totalmente acionad? (acionam~nto m~ior que 74%): a UCM controla a dosagem f
de combuslfvel com o ObJetivo de eVJtar em1ssão de poluentes devido ao excesso de i
combustrvel e a sobrecarga lérmtca ocasionado pelo Iorque ou rotação. '
Figura 2.4. 1a- Sensor do pedal acelerador

'" ,----
K45+
KJO

RO
~~~~t:=====Je~e:j:
IL K46+
K 08
- '-

__,._
(82)- 3942-3939

Gráfico 2.4 .1b - Valores do sensor do pedal acelerador


Tensão em Resistência em Tensão em Resistência em
Condição(%) pista 2 M pista2 (n ) pista 1 (V) pista t (n )
3e4 K09 e K30 6e5 1<31 e K08
0% 0 ,96 1315,00 0,48 1308,00
10% 1.23 1395,65 0.62 1367,65 2.8 Di•nl
20% 1,5 1 1476,30 0,75 1427,30 Y2SDTC
30% 1,78 1556,95 0,89 1486,95
40% 2.06 1637.60 1.02 1546.60
50% 2 ,33 1718.25 1,16 1606.25
2,60 1798,90 1,30 1665,90
2 ,88 1879,55 1,43 1725,55
3,15 1960,20 1,57 1785,20
3,43 2040,85 1,70 1844,85
3,70 2121,50 1,84 1904,50

Condiçã o

Equações d esenv olvidas:


Uem\'Oit Pista 1 Pista 2
Remohm Uac1 =1 ,36 ' C+0,48 Uac2 = 2.74 • C+ 0,96
Centre O e 1 C=0,74 • Uac1 - 0,35 C = 0,36 • Uac2 - 0,35
ac1 - pisla 1 Rac1 = 586,5 • C • 1308 Rac2 = 806,5 · C + 1315
ac2 - pista 2 C = (1 ,68 • Rac1 2192,79)1 1000 C= (1 ,24 * Rac2 -1630 ,5) 11000
L __ _ _ _ _ __ l_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ l_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ j - " - -

Teste el étrico:
Sensor de posiçao do pedal do acele.-ador
Código de falha relacionado: P1120 e P1122
Terminais Teosão

::~ p;,,,
1 O " . lor a s.erenconlrado varia
;: Kl<l K31 e KOS conforme o

~ =~ K09 e K30
pista ~r=:~·;;;~ azul
ptsla 2:: traço-ponto azul

Sensor de posição do pedal do acelerador


Códi o de falha relacionado· P1120 e P1122
-
1~ ~
Terminais Resistência (W

lll!_l;l:~:~.;:~;~:;:~:~;~~. :~~~:!
:~~}~:l u a. Pista 2
o .. lo'::=~'t '•ri•
pista 1 =traço cheio vermelho
K09 e K30 pista 2 = traço-ponto vermelho

Pinout do c omponente
Pino 1 - U nidade de controle do motor pino K46
Pino 2 - U nidade de controle do motor pino K45

Pino 3 - Unidade de controle do motor pino K09


. 1 2 1 4 51.
Pino 4 - Unidade de controle do motor pino K30

Pino 5 - U nidade de controle do motor pino K08

Pino 6- Unidade de controle do motor pino K31

Stmulaçoes de falha eletnea:


Simulação 1
Preparaç.!lo Consequência
Motor funciona;
Motor desligado; Rotação sobe até 1400 RPM. e
Osensordopedal aceleradorédesconectado; permanece constante neste valor.
3 Partida no motor Luz de anomalias acende no painel
Armazena códiQo P1120 e P1 122

__,_.
(62) - 3942 - 3939
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- - - - - -

2.4.3 -Interruptor do pedal de embreagem


O interruptor do pedal da embreagem é utilizado para suavizar o processo de
desaceleração e retomada no momento da troca de marcha. A UCM NÃO utiliza a estratégia
de limitar a rotação máxima do motor antes do primeiro acionamento da embreagem .
S10
2.8 Diesel
Teste elétrico: Y28DTC
Interruptor do pedal de embreagem
Código de falha relacionado: P0704
Terminais Condição Resultado
K79 e massa Pedal solto Tensão de bateria
K79 e massa Pedal acionado ov

37

cicl~
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2.4.4 - Controles da velocidade de cruzeiro


O sistema de controle de velocidade ,
mantém uma velocidade sem a necessidade Figura 2.4.4a- Controle de velocidade .
de pressionar o pedal o acelerador.
510 Estratégias de funcionamento:
2.8 Diesel
Y 2 SDTC • Ajuste inicial
1. Posicione a chave na posição " 1 " (ligar);
2. Mantenha o veículo na velocidade
desejada e acima de 40 km/h; UCM
I
o
cz <l
3. Pressione o botão " ~ "(ajuste);
o
4. Solte o botão e o pedal do acelerador. I
CZ/PT <l

• Modos de inibição da função


• Permanente: desligue o veículo ou AZ ..
posicione a chave na posição " O "
(desligar);
E
~
-i;
• Temporária: pise no freio e para retomar a função, acione e solte o botão de " 1 " para ;
" [> " (retomar); ·~

• Temporária: pise no acelerador e para retomar a função , solte o pedal do acelerador ~


que a retomada é automática
Aumentar a velocidade após ajuste inicial
• Modo 1: Proceda como um ajuste inicial;
• Modo 2:
Dê um pulso no botão de " 1 " para " [> " (acelerar) por mais de 1/2
segundo e repita este procedimento até atingir a velocidade desejada.
Cada toque representa aproximadamente um acréscimo de 2 km/h.
• Reduzir a velocidade após ajuste inicial
• Modo 1: Pise no freio para inibir o controle e proceda como um ajuste inicial;
• Modo 2: Dê um pulso no botão de " 1" para " [> " (desacelerar) por menos de 1/2
segundo e repita este procedimento até atingir a velocidade desejada.
Cada toque representa aproximadamente um decréscimo de 2 km/h.

Teste elétrico:
Interruptor do sistema de controle de velocidade
Código de falha relacionado: P1815
Terminais Condição Resultado
~ ~ (n Posição O ov
..'''''""'"5555i55õ0'
n~s~~~a"c:i
50coooooccoco~ EfDD29oOo
5 . . . .-..
11 11
1
K77
K77
e
e
massa
massa Posição I e [> Tensão de bateria
28ggg~~g~~g~~gg
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O~IJÇillt~5J79 t;J
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• K38 e massa Posição O e I ov
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K38 e massa Posição [> Tensão de bateria
K56 e massa Posição I ov
K56 e massa Posição ..,. Tensão de bateria
38

cicl~
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2.5 - Torque e potência
A principal função do gerenciamento do motor é
adaptar o funcionamento do motor ao desejo do motorista,
por exemplo elevar a rotação do motor quando o motorista
aciona o pedal do acelerador. A Unidade de Controle do Motor S10
(UCM) regula todas as funções do motor de tal maneira que o 2.8 Diesel
torque desejado esteja disponível com consumo e emissões Y28DTC
~ reduzidos.
~
~ O torque de combustão é determinado pelas seguintes grandezas se o excesso de
f ar for suficiente:
-~
~ • Massa de ar admitida;
f
~ • Massa de combustível debitada;
·~
ã • Início da combustão determinada pelo ponto de injeção,
i •
Q

Processo de injeção e de combustão.


J Por sua vez, o torque disponível no volante do motor é produzido pelo torque gerado
~ no processo de combustão, reduzido pelo torque de atrito e as perdas por troca de carga
J bem como o torque necessário para o funcionamento dos agregados acionados diretamente
~ pelo motor.

·Í A potência entregue por um motor diesel é determinada pelo torque da embreagem


'! e rotação do motor.

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2.5.1- Sensor de rotação

O sensor de rotação do motor está fixado no bloco do motor, lado do escape, e capta
a rotação de uma roda dentada de 60-2 dentes que gira solidária à árvore de manivelas
pelo lado das engrenagens de distribuição.
_ Di!'s~~ O sensor é do tipo indutivo e consiste em um imã permanente com um núcleo
28
y Tc ferromagnético , envolto por uma bobina de indução. O sensor é estrategicamente montado
280
a uma certa distância dos dentes da roda dentada (entreferro).
A roda dentada é de material ferromagnético. Quando esta gira, o campo magnético
que envolve a bobina de indução varia conforme a posição da roda - dente ou cavidade.
Por sua vez, o fenômeno descoberto por Michael Faraday em 1831 e equacionado por
Franz Ernst Neumann em 1845, estabelece que a variação do fluxo magnético próximo a
um condutor cria uma diferença de potencial induzida nesse mesmo condutor. Não havendo
variação do fluxo magnético, não há a ocorrência de uma tensão induzida.
Devido a um padrão uniforme dos dentes, a curva de tensão é quase senoidal. A
velocidade da roda dentada reflete-se proporcionalmente na frequência e na amplitude do
sinal gerado - note na figura 2.5 .1a que o aumento da rotação proporcionou um intervalo
menor entre pulsos concomitante ao aumento da tensão.
A falta de 2 dentes na roda dentada induz um espaço sem tensão no sensor. A
unidade de controle do motor (UCM) é capaz de contar os dentes e esta falha serve para
o reconhecimento momentâneo da posição dos pistões nos cilindros e ocorre duas vezes
em cada ciclo de trabalho.
O momento de início de débito pode ser determinado a partir da contagem dos
dentes tendo a falha como referência, desde que se conheça a referência anterior. Portanto
a simples informação do sensor de rotação não é suficiente para o débito de partida o que
torna necessário a existência de um sensor no comando de válvulas para captar o sinal de
fase.

Figura 2.5.1a- Sensor de rotação

~o
~~~~~~
40
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cicl ~
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Teste elétrico:
Senso r de rotação e PMS
Código de falha relacionado: P0335 , P0606
Frequência
Condição Tensão (Vac)
(Hz)
Tentativa de 510
2,147 240
partida 2.8 Diesel
Y28DTC
Motor em
3,950 750
marcha-lenta
Motor em
4,056 1000
1000 rpm
Motor em
4,232 2000
2000 rpm

Senso r de rotação e PMS


Código de falha relacionado: P0016
Terminais Resistência (Q)

A12 eA27 947 Q

AO? eA12 ooQ

A27 eA07 ooQ

Pinout do componente:

Pino 1 - Unidade de controle do motor pino A27

Pino 2 - Unidade de controle do motor pino A 12

Pino 3 - Unidade de controle do motor pino AO?

41

cic l~
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2.5.2 -Senso r de fase


O eixo de comando aciona as válvulas de admissão e escape do motor. Sua
velocidade de rotação é a metade da velocidade do eixo de manivelas. Sua posição
determina se o pistão que se move na direção do ponto morto superior está no tempo de
510 compressão seguido de ignição ou no tempo de escape.
2.8 Diesel
Essa informação não pode ser obtida a partir da posição do eixo de manivelas
Y28DTC
durante o processo de partida. Entretanto, após a partida a unidade de controle do motor
(UCM) é capaz de determinar a condição do motor a partir do sinal do sensor de rotação.
Isto significa que, em caso de falha do senso r de fase durante a operação , a condição do
motor ainda será conhecida pela UCM e o motor permanecerá em funcionamento , porém
após ser desligado a UCM não será capaz de dar partida ao motor.
A determinação da posição do eixo de comando baseia-se no efeito hali. O fenômeno
no qual se baseia o princípio de funcionamento do senso r de fase foi descoberto por Edwin
H. Hall em 1879 e basicamente funciona da seguinte maneira:
Em uma placa semicondutora de lados A,B,C e D com uma corrente elétrica
percorrendo no sentido A- C possui as linhas de corrente elétrica distribuída uniformemente
pela placa resultando numa diferença de potencial elétrico nulo entre os lados B e D.
Entretanto quando submetida a um campo magnético perpendicular à placa as linhas de
corrente tendem a desviar-se do campo magnético o que provoca o aparecimento de uma
diferença de potencial elétrico, denominado tensão hall, entre os lados B e D.
A placa hall e o imã permanente fazem parte do sensor. Uma vez alimentada
eletricamente o campo magnético do imã faz surgir a tensão hall na placa. Entretanto, o
eixo de comando possui uma roda com um dente de material ferro-magnético , e quando
este dente passa pelo conjunto imã-placa as linhas de campo magnético ficam direcionadas
para o dente e a placa fica sem a influência do campo magnético o que faz desaparecer a
tensão hall. Este momento de tensão nula informa à unidade de comando que o cilindro 1
se encontra na fase de compressão.
O sensor de fase está sincronizado com o sensor de rotação de tal modo que a
variação do sinal de fase coincida com a falha na roda dentada do sensor de rotação.
Figura 2.5.2a- Sensor de fase

42
(62) - 3942 - 3939
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Teste elétrico:
Senso r de fase
Código de falha relacionado: P0340
Frequência
Condição
(Hz)
RD
Tentativa de partida (240 rpm) 2,00 510

o~
MR/BR ~1+ 2.8 Diesel
RSIBR
A20 Marcha lenta (750 rpm) 6,25 Y28DTC

Motor em 1000 rpm 8,33


Motor em 2000 rpm 16,66

Senso r de fase
Código de falha relacionado: P0340
Terminais Resistência (D)
A11 (+)e A50 (-) 590 kf.l
A 11 (-) e A50 (+) oof.l
A20 (+)e A50 (-) 270 ,3 kn
oof.l
.
A20 (-)e A50 (+)
A11 (-) eA20 (+) 258,4 kn
! A11 (+)e A20 (-) 251 ,8 kf.l
E"
4
i Pinout dos terminais:

l ~
Pino 1 - Unidade de controle do motor pino A20
Pino 2- Unidade de controle do motor pino A50

: ~ Pino 3 - Unidade de controle do motor pino A 11

~ Simulações de falha elétrica:


~ Simulação 1

~
~
Preparação:
1 - Motor desligado;
Consequência:
Motor gira mas não pega

t
f
2 - O sensor de fase é desconectado;
3 - Partida no motor
Luz de anomalias acende no painel
Armazena código P0340
~
~ Simulação 2
Preparação: Consequência:
Motor continua em funcionamento , porém com
1 - Motor em funcionamento; rotação limitada a 2850 rpm
2 - Desconecte o sensor de fase Luz de anomalias acende no painel
Armazena código P0340
43

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2.5.3 - Sinal de velocidade


Veículos fabricados até o final de 2008 possu íam um módulo conversor do sinal de
velocidade, o chamado módulo DRAC. Ele se encontrava atrás do porta-luvas. A função
do módulo DRAC era a de converter o sinal analógico de um sensor de velocidade (sensor
510 do tipo indutivo que se encontra na sa ída da transmissão) em sinais digitais de diferentes
2.8 Diesel frequências para a Unidade de Controle do Motor (UCM), ABS, controle de tração 4x4,
Y28DTC módulo do console (no teto) e painel de instrumentos.
.E
A partir do final de 2008 a função do módulo DRAC foi incorporada pelo painel de ~
instrumentos. As figuras 2.5.3a e 2.5.3b mostram como foi alterado o esquema elétrico a ~
partir da eliminação do módulo DRAC. ~
Figura 2.5.3a- Como era antes- com DRAC Figura 2.5.3b- Como é agora- O painel de
:g
.
instrumentos incorpora a função do DRAC ~
·i;
Unidade de cont role do
motor flex (UCM)
Unidade de cont role do
motor flex (UCM)
~
5
.i!

+---4~<1K7s© Unidade de controle do Unidade de co ntro le do i


motor diesel (UCM) motor diesel (UCM) ~
"'
+---4~<1008 © Módulo 4X4 Módulo4X4

r----i~<1B1 ©
Módulo ABS das 4 rodas Unidade de controle
(4WAL) do ABS (4WAL)

Módulo ABS das rodas Unidade de controle


traseiras (RWAL) do ABS (RWAL)

Sensor de velocidade Sensor de velocidade

Módulo do console Módulo do console

Módulo conversor do sinal


de velocidade (DRAC) Painel de instrumentos

Velocidade d t17\ Painel de instrumentos


910 't:Y

Teste elétrico -veículo sem DRAC:


Sensor de velocidade
Código de falha relacionado: P1610- P0500
- Terminais Resistência (Q)
_r.~
J: B
UCM (K75) e massa 2206Q

--
~
6" 10
[ 07
~~
17 F04i
Painel (10 e 12) 1492Q

44

cicl ~
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3- Ar condicionado
O sistema do condicionador de ar, juntamente com os sistemas de ventilação e
aquecimento, constitui uma unidade funcional desenhada para proporcionar o máximo
conforto em todas as épocas do ano, sob quaisquer temperaturas exteriores.
O condutor possui três comandos no console central do painel de instrumentos: 510
2.8 Diesel
1. Reostato de controle da mistura para determinar a proporção de ar que flui pelo v2soTc
Ê evaporador do sistema de climatização e a que segue pelo radiador de água aq uecida;
~
] 2. Seletor de comando com as funções de ligar I desligar o ar condicionado e a ventilação
f interna; direcionar a saída de fluxo de ar e ainda abrir I fechar a portinhola de recirculação
~ de ar;
o
f 3. Comutador de velocidades com a função de controlar a intensidade do fluxo de ar.
·g O ar quente é obtido pela troca de calor entre o ar do habitáculo com o radiador de
~
~ água quente, enquanto o ar frio é obtido pela troca de calor com o evaporador. As portinholas
i de controle de ar quente e frio são comandadas pneumaticamente de acordo com a posição
!
~
do reostato de controle.
~ A figura a seguir ilustra como os componentes sistema de ar condicionado e
~
~ aquecimento estão mecanicamente interligados entre si e entre o sistema de arrefecimento.
·~
~ Figura 3a - Sistema de arrefecimento e ar condicionado

Sensorde Tampa do Reservatório


reservatório de expansão
~ ~

Válvula
Termostática Ventiladores do
radiador e
condensador
Acoplamento de

....-----
Bomba d ·água ~ alta pressão
Compressor Condensador

\ Pressostato
Acoplamento de
baixa pressão
~

Filtro
secador
. . Venti lador
. . , . interno

Radiador de ág ua quente 45

cicl~
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3.1-Ar CGndlellnado - lllltnnaçGes n raiS

Notas
1 - Faixa de trabalho para linha de BAIXA pressao em condição normal de funcionameoto
para temperaturas externas entre 25 e 3o·c:
Pressão entre 145 kPa e 297 kPa (21 e 43 psi) (Valor de referência: 207 kPa ou 30 psi)
2 - Faixa de trabalho para linha de ALTA pressa o em condição normal de funcionamento
para temperaturas extemas entre 25 e 30~C:
Pressaoentre 1034 e 1724 kPa (150e 250 psi) (Valor de referência: 1448 kPa ou 210 psi)
Tor uesdea rto
Bu ão de dreno do compressor 20,0 Nm
Parafuso da conexllo da linha de refrigerante do condensador 20,0 Nm
Parafuso da conexão do acumulador 20,0 Nrn
Parafuso de fixação da conexão da linha de pressão do compressor 20,0 Nm
Parafuso de fixa o da placa da embreagem do com ressor 11,0 Nm
Parafuso de fixaç.ao do co~ressor 21 .5 Nm

Teste elétrico:
Relé da embreagem do compressor do ar condicionado
Código de falha relacionado: P1530
Termina is Resistência ( fl )

K29eK03 86.8 0

__._
(62}. 3942-3939

Legenda do controle de d1stribu1ção de ar


Q ;:t:::o:~~~g:Od:::~~7;u~oa~u~a~~:i~een~~rno passando pelas saldas de ~da
Fluxo de ar com máxima refrigeração para os difusores fron tais e pára-brisa

* O recirculo de a r é fechado

.,J Fluxo d e ar externo NÃO refrigerado direcionado para os pés.

~ Fluxo d e ar externo refrigflrado direcionada para o pára-brisa fi pés.

\fiP Fluxo de ar externo refrigerado direcionado para opára-brisa. Desembaçamento

Pressostato e selelor de comando do a r condicionado


Códi o de falha relacionado. sem refe rências
Posição do Tens!lo (V)
Termina is sele tor

r " o. Ü 0,00

.
'* 11,84

11,84

3 - .;/ 11,84
K54 e massa f - - -+ ----j
4-; / 0,00

5- .,J 0,00

6- 't;í 11,84

, _\jjjl 11,84
L----------~--~---~--_j _c_ _

S imulações elétricas:

A o Consequência

~· comando
~~~: ~ ~rO:~di cionado (selei~ de ~~7c~dr::~:aa:~~~~~~~~~:
do ar cond1c1onado em uma das na baixa velocidade
pos1ções a segu1r: I , 2, 3, 6 ou 7
3 Desligue o ar condicionado (seletor nas
posições o. 4 ou 5)
4 Desligueo motor; A UCM recebe tensão de bateria no term:nal
K78 e aciona os eletroventiladores na alta
5. Desconecte o conectar do pressostato:
velocidade, ainda que o ar coodicionado
e. Provoque um curto-CJcuito e ntre os esteja desligado
terminais 3 e 4 do pressostato.

O banco de dados da Clcto Engenharia está na Internet.


Acesse www.elelo.eng.br e pesquise:

e fÇ(J11Pm<l~ PIPtrlrm, rHraÇ, Villorpo; df' t:f'<;fE', r lnout, lnGl ll7iiÇ~{) df'
componrntcs, idcntifioçãodcrclés cfu5ísci s;

e lnJ ~áo eletrônica, ar cond1c1onado, abs, 1mobll1zador, t ransm1ssao


a utomãtica, painel de instrumentos, Iluminação, ai rbag a la rme, vidro
ãétr cn, procedlmR'llod:>trocil rlPmrreia rtmrad;!;

e Fidt. Fou.l, GM, VW. Citfoi:.1"\ Pt'U~t. Rt.·nault. HuW, Mitsubbhi, Nb~d 11,
Toyota ecutras marcas;

e Bosch. Delphi, Magu:>ti Mt~r el l i, Sa~. 5iemt:'lls eoutrasmarcils.

cicl ~ ~
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(62} - 3942 . 3939
4 -lmoblllzador e partida

O sistema imobilizador daS 1OI Blazer, diferentemente de outros sistemas da própria


General Motors, inibe completamente a partida. Para verificar este sintoma , remova o fusível
1O da caixa interna e tente funcionar o motor.
510
2.8 Diesel
Teste elétrico: Y28DTC
lmobilizador
Código de falha relacionado: P1610 , P1650
- Terminais Resistência (Q) Tensão (V)

r. 18117\32 ~
---{ 21~15 Hllu

!I@} o
-
16
K71 e massa 2812 Q 11 ,05 v
nilf-- O 04
o 03
-
l.r"ro2;1
K71
-02©
-

~M~Rl~BR~----1~ 03
AZ/BR
08 09

05
~
l..r-j=:;Qj1
~
K74 e-+-:=.:......---1~ 07 04 í ' l l u
K74 e massa 353,9 kQ 57 mV

Designação dos terminais:


Pino 1 Sistema de travamento central pino A23
Pino2 Painel de instrumentos pino 21
Pino 3 Unidade de controle do motor pino K71
Pino4 Aterramento
Pino 5 Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
Pino 7 Unidade de controle do motor pino K74
Pino 8 Tomada de diagnose pino 3
Pino 9 Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

49

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4.1- Programação de chaves
É possível programar de 1 a 5 chaves separadamente, ou seja, não é necessário
ter todas as chaves em mãos para programá-las todas em uma mesma sequência .
A programação das chaves exige um equipamento específico com software de
programação e do código de segurança (etiqueta com o cliente) e pelo menos uma das S10
2.8 Diesel
chaves a serem programadas.
Y28DTC

49

cicl~
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4.2- Apagar chaves memoriZadas IRESn das chavesJ


Para desprogramar as chaves é necessário a utilização de um equipamento específico
e também do código de segurança (etiqueta com o cliente). Por questão de segurança , a
função RESET das chaves apaga a programação de todas elas e exige uma reprogramação
s1 o de todas as chaves após a execução desta função.
2.8 Diesel
Y28DTC

.
.
3
]
j
.
.2
<J

50
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4.3 -Substituição da unidade de controle do motor

A programação da unidade de comando do motor (UCM) é exigida na substituição


da UCM. Será necessário o uso de um equipamento específico e do código de segurança
(etiqueta com o cliente).
510 Substitua a UCM, e na sua programação será exigido: o reconhecimento da unidade
2.8 Diesel
do imobilizador, o número de identificação do veículo (VIN ) e as variáveis de programação
Y28DTC
(informar se com ou sem: ar condicionado , controle de velocidade, tração 4x4 e velas de E
pré-aquecimento). A programação das chaves é feita na central do imobilizador, portanto j
não é necessário reprogramá-las. -
~
A UCM permite apagar toda a programação, o que significa ser possível utilizar a ~
UCM de um veículo para testar um outro. Neste caso, confirme antes se possu i em mãos ]
.
os dados de programação dos dois veículos em questão. Existem duas possibilidades: -~
1. Migrar a UCM do veículo, com defeito para o veículo2 sem defeito; !
2. Migrar a UCM do veículo2 sem defeito para o veículo, com defeito; i
A diferença entre as possibilidades parecem ser mínimas, porém por segurança , ~
~

sugere-se migrar primeiro a UCM, do veículo com defeito para o sem defeito, visto que ~
não se tem o conhecimento da causa que provocou o defeito na UCM, (por exemplo um !
curto-circuito no chicote ou tensão elevada de recarga do alternador) e que pode provocar
o mesmo inconveniente na UCM 2 de teste.
Antes de optar pelo teste com uma nova UCM, faça apague e reprograme a UCM -~
do veículo com defeito e certifique-se que o inconveniente permanece mesmo após este f.
procedimento. .g
~

Outro "detalhe importante" surge quando se chega à conclusão de que realmente ~


a UCM está defeituosa. É importante pesquisar a causa do problema antes de substituir a 1
UCM defeituosa por uma outra nova. 1
!1.
1
.
-~

~
;;
~

50

cicl~
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4.4 -Substituição da central do lmoblllzador

Substitua a central do imobilizador e com o uso de um equipamento específico ,


programe na nova central do imobilizador o código de segurança e o tipo de motor. Após
isso, reprograme as chaves e faça a UCM reconhecer a nova central do imobilizador.
510 Do mesmo modo que a UCM, a central do imobilizador permite ser "zerada", o que
2.8 Diesel possibilita a estratégia de trocas de centrais entre veículos para conclusão de um diagnóstico
Y28DTC
de falha. As observações para substituição da central do imobilizador são as mesmas da .:s
substituição da UCM relatadas no item anterior. j
~

.
~
-~
:
e
.
·;;

i5
~
o
~
~
"'
~

50
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cicl ~
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4.5- Comando do motor de partida

A estratégia para acionamento do motor de partida segue os seguintes passos:


1. O motorista insere a chave no comutador de ignição e gira-a;
2. A central do imobilizador é alimentada e energiza o anel que envolve o comutador;
S10
3. A corrente elétrica que circula pelo anel gera um campo magnético que o envolve. Este 2.8 Diesel
campo magnético induz o transponder que se encontra na empunhadura da chave do Y28DTC
~ veículo;
~
~ 4. Uma vez induzido, o transponder emite um sinal codificado;
!
·~
5. O próprio anel de indução serve como antena que capta o sinal do transponder;
Ê 6. O sinal do transponder chega até a central do imobilizador que compara o código da
.!
'!
chave com os códigos de chave previamente memorizadas;
~ 7. O imobilizador reconhece a chave e envia um código para a unidade de controle do
motor (UCM) ;
i
! 8. A UCM recebe o código do imobilizador e compara com o código previamente cadastrado;
"'
~ 9. A UCM reconhece o imobilizador e comanda o terminal K70 para acionar o relé do motor
j de partida.
~ O motor de partida deve acionar o motor de combustão com uma rotação mínima.
~
~ Estando a bateria em boas condições essa rotação está em torno de 240 rpm. O objetivo
G
J é conseguir a temperatura de auto-ignição do diesel
é
.F
~ Teste elétrico:
l
Rei é do motor de partida - posição 08 no painel corta-fogo do vão do motor
Código de falha relacionado: P0615
Terminais Tensão (V)
com tentativa de
partida
aproximadamente
10,5V
K70 e massa
sem tentativa de
partida
O,OV

51

cicl~
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5.1-locallzação eIdentificação dos pontos de aterramento emódulos

510
2.8 Diesel
Y28DTC

[§]
El
9

:::::>
I

O 01 Massa do chicote do motor


O 02 Massa do chicote da extensão do painel de instrumentos
O 03 Massa dos chicotes dos sensores de velocidade das rodas dianteiras
Massa dos sensores de impacto do Air bag
O 04 Massa do chicote dos faróis
O 05 Massa do chicote do ventilador do radiador
O 06 Massa do chicote da tampa traseira
O 07 Massa do chicote traseiro e massa do chicote do chassi
O 08 Massa do chicote traseiro (Biazer)
D 09 Módulo de controle do air bag
D 1O Módulo de controle do sistema 4X4
D 11 Caixa de relés central do painel de instrumentos
D 12 Módulo do sistema imobilizador e do antifurto
D 13 Caixa de fusíveis do painel de instrumentos
D 14 Módulo de controle do sistema ABS ( RWAL)
D 15 Módulo de controle do sistema ABS ( 4WAL)
D 16 Unidade de controle do motor (UCM)
D 17 Caixa de relés e fusíveis do compartimento do vão do motor

60
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5.2 - Localização de alguns componentes no vão do motor

510
2.8 Diesel
Y28DTC

Pino Descrição Pino Descrição


01 Reservatório do fluido de freio 08 Abastecimento de óleo no motor
02 Reservatório do fluido de embreagem 09 Filtro de ar
03 Unidade do ABS 10 Vareta de medição do nível do óleo
04 Reservatório de água do lavador do do motor
para-brisa 11 Reservartório de expansão líquido
05 Bateria de arrefecimento
06 Unidade de controle do motor 12 Reservatório do fluido da direção
07 Filtro de combustível hidraulica

Controle da pressão do turbo~

Rotação~ ~ Contr<:le da
pressao de
combustível

Pressostato
doA/C
~ @ Filtro de combustível
~

Waste-gate~ ~ ~~
Injetores

Temperatura Pressão de
Pressãoe
temperatura
do ar
u + -
da água combustível 61

cicl~ I - - I"
I~ TEfi/DI/1/TDKJ
ln)eç6o Eletr6 nlca
.),0/litl r ..
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5.3 -Esquema elétrico de ligação dos fuslvels


......
·~ 'ITI MF10

-,. MF9

Ventilador de arrefecimen to · ~
30A
baixa velocidade
Ventilador de arrefecimento 30A
alta velocidade

S10
Circuito principal 30a

UC·ABSRWAL
-
.., 20A
60A Chave de ignição

2.8 Diesel
Y28DTC UC·Motor .--. 20A

Buzina
- 15A

20A
Tomada de acessórios '
UC·Anti·f urto
lmobilizador
Indicadores de direção -,.. 10A
·v
Sensor ultrassom
Sirene do alarme
25A Cigarra de advertência
Tomada de diagnose '
30A
Desembaçador traseiro " Interruptor porta dianteira
Sistema audio
- 10A
esquerda

UC-Tração 4X4
- 20A

Trava elétrica das portas


-
-,.,. +15

Relé auxiliar de partida -.


- ·~
60A 25A

10A
~

..-
Não utilízado

sem velas dt aqueclm•nto • 30A UC-ABS RWAL


Circuito principal 30b
Velas de aquecimento - com vt l:.s dt aqu.eimt nto • 50A
10A ..-,. Não utilizado
Não utilizado
Bomba de combustlvel ~
--,. 10A

10A
•v
25A
-
'"":":' Venti lação inter na
Ar condicionado

Ventillador interno
4• velocidade - · ~
<lOA
~
15A
-
~
Controle de velocidade
Módulo DRAC
Interruptor do pedal de freio
~~ Interruptor pedal de embreagem
UC·ABS 4WAL ~
~ Disjunto r dos vidros elétricos
Circuito principal30c - , · ~
>OA

20A +153
Faro l baixo -'
25A
Farol alto
- 20A

20 A
Limpador d o para-brisa
Bússola
Interruptor de luzes ' 10A Desembaçador t raseiro
Limpador e lavador do vidro Iras.
Interruptor do pedal de freio
Cigarra de advertência -,.. 15A
· ~
Sistema de audio
Luzes de emergência
~
Farol de neblina
..,... 20A
10A
' UC-Motor

-
-,.
10A
Interruptor de luzes ~ 10A
· ~
Não utilizado

Comando de faróis - 10A 20A .,.,.., Não utilizado

Chave de ignição 15b -. 50A 20A


-"':'!
Painel de inst rumentos
UC-Tração 4X4

Chave de ignição 15 e 15a .- . · ~


50A
~
20A
-!..
Interruptor do eixo dianteiro
UC-Air bag
UCM 5A lmobilizador
IBDI<f'wu..r'i':l----~=+- K72 ~ .._!.
R03- Relé principal (K18) UC-Antif urto

UC-Motor
IBDN-...,;;;;:;;;,.{l~I------F.:+- K03
K05 1SA
- Indicador de direção
Luzes de ré

~
25A

- Limpador e lavador traseiro

c:
ROS - Relê do moto r
de partida (K24)

20A
Não utilízado

Motor de partida

62
(62) - 3942 - 3939
cicl ~
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l 5.4 -local~ação eldenuncação de relés efllslvels
_ _j
Figura 5.4.1a- Caixa de relés e fusfveis do v!lo do motor

2 .8 Di~st l
Y28DTC

Unidade de controle do motor. MF8 +30 C ircuito de alimentação 30C


F02 +15
se nsor de água no die sel MF9 +30 C ircuito de alimentação 308
F03 • 30 Bomba d e com bustíve l MF I O +30 Chave dei ni o
F06 • 30 Umdade de controle do motor
UC-ABS 4WAL UC-RWAL, R01 Ralé da 13 velocidade do ventilador
F12 +15 Relê indicador de falha do R02 Rei é da 2" velocidad e do ventilador
ABS
R03 Relê principal da UCM
F13 +30 UC-ABSRWAL
R04 Relê do módulo ABS
F14 +30 R04 - Ralé pnncipal
ROS Ralé Reversível
R15 - Relê da Buzina, Controle
Rel ê do compr essor do
F15 +30 na alavanca do limpador pino
93
R06
condicionado "
F16 +30 Farol baixo
No painel corta-fogo
F17 +30 Farol alto
R07 Relê dos faróis alto
ROS Relê de partida
MF1 +30 t• velocidadedovenblador
R09 Relê das velas de aquecimento
MF2 +30 2" velocidade do ventilado r
R10 Relê das velas de aquecimento
MF3 • 30 Circuito de alimentação 30A
MF4 +30 Motor depart1da
Acima da caixade relése fusíveis
MFS +30 Velas de aquecimento
R21 Relê dos faróis baixo
MF6 +30 Fusivel da ventilação intema
MF7 • 30 Modulo do ABS
-"- -

5A - Localbação e llllentlllcação de relés efusíveis


Figura 5_4 "lb - Caixa de relés central atrãs da tomada de força

2.8 Di•nl
Y28DTC

R11 Relé dos indicadores de direção


R12 Ralé do farol de neblina
R13 Relé do limpador e lavador do vidro traseiro
R14 Relê da !:lomba de coml:lustlvel
R15 Relê da buzina
R16 Relé da ventilação interna
R17 Relé do alarme - Indicador de direção lado esquerdo
R18 Relé do alarme - Indicador de direçao lado direito
R19 Relé do limpador e lavador do vidro traseiro
R20 Relé de trava das p01tas (Veiculo sem antilurto)

~
( ~)
RT.111 • ,...
TREINAMENTOS TÉCNICOS
GRATUITOSPARAVDC~REPARADDR
I
Acompanhem tromminões da MTE-THOMSON no RIA
veio no JORNAt O FICINA BRAS/i
__._
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l 5.4 -local~ç&o eldenuncação de rel6s efllslvels


_ _j
FigurEI5.4. 1c - Caixad~

B 888
BBII
B" I _GI
BIIBEJ IB181
~18
DA +30 Disjuntor de trava elétrica das portas
DB +15 Disjuntor de acionamento dos vidros elétricos
F01i +30 Acendedor de cigarros, tomada de acessórios
F02i +30 lmobilizador, antifurto, buzina. ultra-som, relés indicadores de direção
F03i +30 Interruptor de luzes pino B
F04i +1 5 Painel de instrumentos, módulo 4X4 - Interruptor do eixo dianteiro
F05i +15 UC-Air bag, interruptor de inibiçao do air ba~;~
Re!é do COf11>ressor do ar condicionado, motor de contra!e da mistura de ar
F06i +15
reostado de controle da mistura de ar, pressostato, seletor do ar condicionado
F07i +30 Tomada de diagnose
F08i +3D Re~ temporlzado do desemba ador traseiro
F09i +30 lnterru ter do edal de freio, ci arra de advertência,luzes de eme ência
F10i +15 lmobilizador. módulo antifurto
F 121 + 15 Interruptor do Sistema de controle de velocidade, DRAC, Interruptor do pedal
defreio. lnterruptor do pedalde embreagem
F13i +30 Audio
F14i +15 Interruptor de luzes pino K, interruptor de inibição do alrbag
F15i +30 R1 2 - Relé do farol de neblina
F16i +15 Interruptor da luz de ré, controle na alavanca do limpador do para-brisas
F17i +15 Motor do limpador do para-brisas, alavanca do limpador do para-brisas
F18i +30 lnterru torde luzes,interru tordo larol.elavancado limpadordo ara-brisas
F19i +30 UC- 4X4
F21i +30 Painel de instrumentos, bússola, ilumina ão interna, luz do porta-malas
F22i +15 Relé do limpador e lavador do vidro traseiro. motor do lavador do para-brisas
F2Ji +15 Bússola, relé do desembaçador traseiro, interruptor do limpador e lavador
do vrdro traseiro, audio _.,_ _
.-·--·-·- t
~ ~ ~--
!I ~ ·· ·······
-·ar-
it"J- . :.:T:-1
-~
~ ~~
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Fábio Ribeiro von G/ehn

5.6 -Painel de Instrumentos em vefculos com DRAC - esquema elétrico

Alimentação [llii],_:!!-----~+-
Aiimentação [E
F2ill] ::..___ _ _ _-"'+-
1i f-O"M

510 Tomadade diag nose


2.8 Diesel
Y28DTC

Módulo conversor do sinal


develocidade (ORAC)

Un idade de controle
domotor (UCM)

Sensor depresença
deáguanocombuslivel

ABS nas4 rodas(4WAL)

ABSnasrodastraseiras
(RWALI

Air bag

Interruptor de direção
ind icação á esquerda

Interruptor de direção
ind icação á direita

Interruptor de luzes

Cig arra de advertência

1&
(62) - 3942 - 3939
cicl ~
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Av. C255, n' 270 , Ed. Centro Empresarial Sebba , sala 719 Nova Suíça , 74280-0 10, Goiânia· GO
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L 5.6 -Painel de Instrumentos em vefculos com DRAC -pln-out


!D~@§E:lL I

I
6DDDDDDDDDDDDDDDD D1 1
-
--
2DDDDDDDDDDDDDDDD 11

I
510

.j 02 Unidade de controle do motor pino K92


03 Sensor de presença de água no diesel
21 Módulo imobilizador pino 2
22 Cigarra de advertência pino C2
2.8 Diesel
Y28DTC

pino 1 23 Módulo do air bag pino 07


~
~ 04 Sensor de nível do reservatório 24 Interruptor de nível do fluido de fre io
l:
de combustível pino 3
i 05 Unidade de controle do motor pino K27
UC-ABS 4WAL pino 87
j 25 Interruptor de freio de estacionamento
!

06 Sensor pressão do óleo do motor pino 3
26 Aterramento
i 08 Unidade de controle do motor pino K48 27 Interruptor de indicação de direção à
-i 09 Tomada de diagnose pino 08
esquerda

I 10 Módulo conversor do sinal de velocidade


pino 15
28 R08 - Relé do farol alto pino 87
29 Interruptor de ind icação de direção à

.i
15 Aterramento direita
~ 16 Aterramento 30 Alternador pino D
! 17 Linha 15 protegida pelo fusível F04i 31 Controle de iluminação do painel
r
.; 18 Unidade de controle do motor pino K71 pino K
i 20 UC-ABS 4WAL pino A6 ou 32 Linha 30 proteg ida pelo fusível F21i

l
UC-ABS RWAL pino E

:
I 5.6 -Painel de Instrumentos em vefculos com DRAC - Códigos de falhas
~
~
~
DTC
14
DESCRIÇÃO
Sinal de temperatura da água - voltagem baixa
Pinos
05 ,15 e 16

t
f
21
51
Reset do hodômetro parcial- tecla emperrada
Substitua UC-Painel - falha na EEPROM
~ 52 EEPROM não programada

~ 55
159
Substitua a UC-Painel
Sinal de pressão de óleo fora da faixa 06 ,15 e 16
164 Sinal de temperatura da água fora da faixa 05 ,15 e 16
165 Sinal PWM de temperatura -voltagem alta 05 ,15 e 16
166 Sinal de temperatura da água - voltagem alta 05 ,15 e 16
167 Sinal de nivel de combustível- voltagem baixa 04 ,15 e 16
Sinal de nível de combustível -voltagem alta
168 04 ,15 e 16
-11- - -
cic l~
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So1uç6esinteligentes,oficinas efic ie ntes1
Fábio Ribeiro von G/ehn

5.7- Painel de Instrumentos em velculos sem DRAC -esquema elétrico

Sensordeníveldo
Alimenta ção []']ID~-------!:!+­ reservatório de combustível
Aiimenta ção [ill]f-"'--------"'+-
Tomadadediag nose

510
2.8 Diesel
Y28DTC

Unidade de controle
domotor(UCM)

Sensor depresença
de água no combustível

ABSnas4rodas(4WAL)

Airbag

Interrup tor do farol

Interrup tor de direção


indicação á esquerda

Interrup tor de direção


indicação á direita

Interrup tor de luzes

Cigarra de advertência

78
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L 5.7- Painel de Instrumentos em velculos sem DRAC -pln-out


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200DODDODOODODD00 11

- 510
01 Bússola pino 7 18 Unidade de controle do motor pino K71 2.8 Diesel
Y28DTC
' 02 Unidade de controle do motor pino K92 19 Interruptor da pressão do óleo
]' 03 Sensor de presença de água no diesel 20 UC-ABS 4WAL pino A6
~ 04 Sensor de nível do reservatório 21 Módulo imobilizador pino 2
I
; de combustível pino 3 22 Cigarra de advertência pino C2
~ 05 Unidade de controle do motor pino K27 23 Módulo do Air bag pino 07

!~
06 UC-ABS 4WAL pino 81
07 Unidade de controle do motor pino K75
UC-4x4 pino 08
08 Unidade de controle do motor pino K48
24 Interruptor de nível do fluido de freio
25 Interruptor de freio de estacionamento
26 Aterramento
27 Interruptor de indicação de direção à
~ 09 Tomada de diagnose pino 08 esquerda

.i'
10 Sensor de velocidade pino A 28 R08- Relé do farol alto pino 87
12 Sensor de velocidade pino B 29 Interruptor de indicação de direção à
13 Interruptor da porta do motorista direita

l[
15 Aterramento
16 Aterramento
30 Alternador pino D
31 Interruptor de luzes pino K
17 Linha 15 protegida pelo fus ível F04i 32 Linha 30 protegida pelo fusível F21 i

lj

I~
5.7- Painel de Instrumentos em velculos sem DRAC - Códigos de falhas

! DTC
14
DESCRIÇÃO
Sinal de temperatura da água - voltagem baixa
Pinos
05 ,15 e 16
t 21 Reset do hodômetro parcial- tecla emperrada
t 51 Substitua UC-Painel- falha na EEPROM
~ 52 EEPROM não Programada

!
55 Substitua a UC-Painel
159 Sinal de pressão de óleo fora da faixa 19,15 e 16
164 Sinal de temperatura da água fora da faixa 05 ,15 e 16
~ 165 Sinal PWM de temperatura -voltagem alta 05 ,15 e 16
I 166 Sinal de temperatura da água -voltagem alta 05 ,15 e 16
167 Sinal de nível de combustível -voltagem baixa 04 ,15 e 16
j Sinal de nível de combustível -voltagem alta
168 04 ,15 e 16
-79- - -
cicl~ lnjAiiim / =- TEfhQIIUTUKJ
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5.8 - Controle de tração 4 x4- esquema elétrico

Aterramento t---------'"""'t-
111

510 Alimentação (illi]f---------""t-


2.8 Diesel Aiimentação [ill[]f---------"'t-
Y28DTC Aiimentação [ill[]f---------"'+-
Aiimentação [ill[]f---------"'+- Interruptor do sistema de
tração4X4

Módulo da caixa
de transferência

Interruptor de luzes
Atuadordacaixa
de transferência

Tomadadiagnose

Veículo sem DRAC

Módulo conversor do sinal


develocidade(ORAC)

Un idade de controle Unidade de controle


doABS(4WAL) doABS(4WAL)
Un idade de controle Unidade de controle
doABS(RWAL) do ABS (RWAL)

Unidade de controle Unidade de controle


do motor diesel do motor diesel

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L 5.8 - Controle de tração 4 x4- pln-out


,í~~~~~;~ mu ~~-~IL I

C01 Unidade de controle do motor pino K57 001 Atuador caixa de transferência pino B
C03 Interruptor do sistema 4X4 , 4LO pino F 003 Tomada de diagnose pino 13
C04 Interruptor do sistema 4X4 , 2HI pino B 004 Módulo caixa de transferência pino D
C05 Interruptor do sistema 4X4 , 4HI pino A 005 Módulo caixa de transferência pino C
C06 Linha 30 protegida pelo fusível F19i 006 Módulo da caixa de transferência pino A
coa Linha 15 protegida pelo fusível F04i 007 Módulo da caixa de transferência pino B 510
C09 Módulo da caixa de transferência pino E DOS Conversor sinal de velocidade (DRAC) 2.8 Diesel
C10 Aterramento pino 14 Y28DTC
>
' C11 Interruptor do sistema controle 4X4, Painel de instrumentos sem DRAC
~' pino E pino 07
~ Unidade de controle do motor pino K75
I C12 Interruptor do sistema controle 4X4,
~ pino D 010 Aterramento
~ C14 Interruptor do sistema controle 4X4, 012 Aterramento

!
~
C16
pino C
Atua dor caixa de transferência pino A
013
014
015
016
Aterramento
Linha 15 protegida pelo fusível F19i
Linha 15 protegida pelo fusível F19i
Interruptor pedal de embreagem pino C

.I 5.8 - Controle de tração 4x4- teste elétrico


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Módulo do atuador da caixa de transferência

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Terminais Resistência (Q)

j ,....---- 004 e 007 0,3Q


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A
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006
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004 e 006 0,3Q
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C09 004 e C09 0,3Q
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004e 005 ooQ
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! Atuador da caixa de transferência
t Terminais Resistência ( Q )

~
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~ C16 e 001 0,6Q

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Fábio Ribeiro von G/ehn

5.10- ABS nas rodas traseiras- esquema elétrico

510
2.8 Diesel
Y28DTC

R04. Relé indicador de 01111--1,~'-"'f,,---' Módulo conversor do sinal


falha do ABS (K72) I'"'"' "d.J'<YY'-"'-- develocidade(DRAC)

Solenoidededescarga Unidade de controle


do motor diesel

Tomadadiagnose

Veículo sem DRAC


"' 2F

Unidade de controle
doABS(4WAL)

Tomadadiagnose

C ATÁlOGO DE
TEMPERAIVRA TEMPERATURA
IMI'OESSO
CIJ.ROM soa CoNTROLE!

86
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~íJ~~lb.~N m11r~~:~n
5.10- ABS nas rodas traseiras- plnout

l~'o lo Ioi CJ'Yj ~o lolololoiCJJJ


Pino Descrição Pino Descri ção
1A Solenoide de descarga 2A Aterramento 510
1B Solenoide de descarga 2B Linha 15 protegida pelo fusível F12 2.8 Diesel
Y28DTC
1C Interruptor de ajuste 2C Linha 30 protegida pelo fusível F13
Solenoide de isolamento
1D R04 - Relé indicador de 2D Sinal de velocidade
falha do ABS pino 85
Painel de instrumentos pino 20
2E
R04- Relé indicador de falha do ABS pino 30
Interruptor do pedal de freio pino C
2F Unidade de controle do motor pino K80
Diodo

5.10- ABS nas rodas traseiras- Código de falhas


DTC Descrição
02 Solenóide de isolação - interrupção de circuito ou falha na UC-ABS
03 Interrupção no circuito do solenóide de descarga ou falha na UC-ABS
04 Falha no circuito do interruptor de reset
05 Excesso de atuações do solenóide de descarga
06 Sinal de velocidade incorreto
07 Solenóide de isolação- curto-circuito ou falha na UC-ABS
08 Solenóide de descarga -curto-circuito ou falha na UC-ABS
09 Sinal do sensor de velocidade- entrada baixa
10 Falha do interruptor de freio
11 Relé- curto-circuito ou interrupção de circuito
13 UC-ABS - falha interna

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81

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5.11- Alrbag -esquema elétrico

Alimentação (]!FO!l[51f---------"''t-

Bolsadoalrbag
510 do passageiro
2.8 Diesel
Y28DTC
Tomadadiagnose

Interruptor de desconexão
doconectordopainel

Sensorde lnlblçãodo
alrbagdoladodireito
Interruptor de inibição
doairbag

Interruptor de luzes

I ~Et;-J~ORES
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L 5.11- Alrbag - plnout


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I~
DDDD DD D D D D DD D
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1 1

Pino Descrição Pino Descrição


Painel de instrumentos pino 23
01 Bolsa do a ir bag do passageiro pino A 07 Interruptor de desconexão do conectar 510
2.8 Diesel
do airbag Y28DTC
> 02 Interruptor do cinto de segurança
' Bolsa do a ir bag do motorista pino A 08
~' Cigarra de advertência pino C03
~ 03 Sensor de inibição do a ir bag do lado
I
Bolsa do air bag do motorista pino B 09
~ esquerdo pino B
~ 04 Bolsa do air bag do passageiro pino B 10 Linha 15 protegida pelo fusível F05i

!~
05
06
Tomada de diagnose pino 09
Aterramento
11
12
Interruptor de inibição do a ir bag pino A
Interruptor de inibição do a ir bag pino E

~ 5.11- Alrbag- código de falhas

.I
? DTC
15
Descrição
Circuito do disparador do airbag lado passageiro-resistência alta
Pinos
01 e 04
l~
16
17
Circuito do disparador do airbag lado passageiro-resistência baixa
Circuito do disparador do airbag lateral do passageiro interrupção no
01 e 04
01 e 04
j circuito
ii
18
19
Circuito do disparador do airbag lado do passageiro- sinal baixo
Circuito do disparador do airbag lado do passageiro- sinal alto
01
01
e
e
04
04

I~
21
22
24
25
26
Circuito do disparador do airbag lado motorista-resistência Alta
Circuito do disparador do airbag lado motorista-resistência Baixa
Circuito do disparador do airbag lado do motorista - sinal Baixo
Circuito do disparador do airbag lado do motorista-sinal Alto
Circuito do disparador do airbag lateral do motorista interrupção no
02
02
02
02
02
e
e
e
e
e
03
03
03
03
03
! circuito
t 35 Sensor de discriminação secundário. 09
~ 36 Sensor de discriminação secundário. sinal alto ou interrupção 09
t
51 Circuitos do disparador ativados (colisão)
~
53 Circuitos do disparador ativados em condição de falha
~ 54 Falha no circuito de supressão PSIR 11 e 12
61 Falha da lâmpada indicadora 07
71 Substitua a UC-Airbag

-89- - -
cicl~ lnjA iim I~ TEfhQIIQTUK/
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5.12 - Bússola - esquema elétrico

Aterramento olllf--- - - - - - - - " ' = + -


Aterramento ot~~t---------9-

Alimenta ção [ill[]-"'-------"'-+-


Aiimentação [ill[]-"'-------=+-
Aiimentação [ill[]-"'-------=t-
510
2.8 Diesel
Interruptor da porta
Y28DTC do passageiro
Interruptor de luzes
Interruptor da porta
traseira esquerda

Veículo sem DRAC

Módulo conversor do sinal


develocidade(DRAC)

Unidade de controle do
Unidade de controle do
motor diesel
motor diesel

Unidade de controle Unidade de controle


doABS(4WAL) doABS(4WAL)

Unidade de controle
Unidade de controle
do ABS (RWAL)
do ABS (RWAL)

ÚTÁLOGO DE
INJEÇÃO ELETRôNICA EMISSÕES SOB
IMI'IIESSO
CD-R0\1
CoNTROLE!

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90
(62) - 3942 - 3939
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L 5.12- Bússola- PIDOUI


(~~~ -~íJ~~l_b.~_N _ill~@§E:lL I

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Pino
1%1
Descrição
8

Pino Descrição
011 02

o?
031 04

I 08 1oe11o
051 06

11.12

510
Interruptor da porta traseira direita, 2.8 Diesel
A traseira esquerda e da porta do 5 Linha 15 protegida pelo fusível F23i Y28DTC
passageiro
B Linha 15 protegida pelo fusível F23i 6 Aterramento
c Linha 30 protegida pelo fusível F21 i 7
Painel de instrumentos pino 1 ou
módulo DRAC pino 4
D Sensor de temperatura do ar externo
Aterramento 8
pino 1
9 Interruptor de luzes pino K
10 Interruptor de luzes pino A

IFuncionamento I
Só funciona com a ignição ligada e indica oito direções principais: Norte (N), Nordeste
(NE), Leste (E), Sudeste (SE), Sul (S), Sudoeste (SW), Oeste (W) e Noroeste (NW) . Uma
vez calibrada, a bússola não requer nenhum tipo de ajuste durante um período de dois
anos . Entretanto, poderá ser necessária uma nova calibração se o veículo:
Sofrer uma colisão;
Trafegar muito próximo a linha de alta tensão;
Trafegar a uma distância superior a 1.000 km do ponto inicial de calibração (sentido
Leste/Oeste e vice-versa).

ICalibração I
Para calibração da bússola proceda do seguinte modo:
-
1. Ligue a 1gn1çao.
2. Mantenha pressionadas simultaneamente as teclas "ON/OFF" e "US/MET" durante
aproximadamente 1O segundos ou até que o mostrador indique "CAL".
3. Conduza o veículo em um círculo de 360° três vezes. O símbolo irá apagar quando a
bússola tiver sido calibrada e o funcionamento estiver normal. A bússola é auto-calibrável ,
eliminando a necessidade de ajuste manual. Entretanto, por um breve período, a bússola
pode parecer estar funcionando incorretamente e o símbolo "CAL" será exibido.
Para corrigir o problema , conduza o veículo em um círculo de 360° três vezes. Então
o símbolo irá apagar e a bússola irá funcionar normalmente.

91

cic l~
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I ::lE TEfi/DIIDTDKÍ
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5.13 • Altlfllne a tnvamemo de penas· cquc11a cl61rll:ll

5.13 · AnliiU111 c lnlnmcntllle pertas-PIMut

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5.13 -Altlfllne t tnv1111emo de penas-ctdlgl lle 111•n


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siSlema c..nlral ele lrava m~nto de pottas voltapem B01 ,B07.B08

Hono-o.IUd<>l rolhlfc.lldo«~~
U,.t~WnCarhfl<ourh fYC/11/r, Vtjllf
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5.18 ·Anttftl111 a lmllneDIIIIIe 111rtas · lnlllnnaçau geraiS


!Luzlt>diciHI«adOiis Nmt rMtllllmMtnrlfurto

Af>-alivadooSISien'.a de alarmaantifurto, a luz permooeceacesapor 10soegundol


ecomeç.a a pitcar a'.équeosistema&ejllativado.
ApósaativaçAor:losistema. aluzindicadorafllncionacomoindicador deoperaçAo
e pOsce nWlll!lfreqOI!nciadeu~8"l!Z acllda d<Ji! seguodr:>3. III'KIUM!Oosistema antifi.r!t0 SI~
eeliw:ratM>, nt.olfoporUoncloseaproteç:!lo interi<>r(por ullra-som) estáativadaou~o. ~1";;'

~L>alqu"'"""'"""""'""jntericr do,@iou boomoala rmeac;onado,osisto!mair:i disJ-:i

O controle rem>to..eionao.Oslemade l ra vomento ee ntr~l d<>Sportas dequ~lquerponto


Pf<lxímoDo veicUo,S<Jivo"m.,benteoondeh:ljDinterler&ncioopco'r.!dio~bw:ia .
NocaK> dedeslr""" mentop~alec:had'-"a, pco' moiNoo.deoegurançe, o ai8rmenAo
:=:,~-::r
~disparadonomomento daabe~U<a de ~~a edesl'9adotoguer

S&lornec:eseáflomanJerad\&v-e noo::rntaiOdalgnlçllo,apó&odeslga-doR'ICJI.O<',
éprecisorettarad\&w dooontatoeooloc:a·lai'IO'Iamente,para(Jieoclrcultoelelt'ónioo
dac:haver'IAoconsurna COI'I'el1tii. Esseconsumopocleocaslonarde9cargadabalerla
Ouaodoaportalor-rta. oll'l<ltOOstaseraa"sadO petosislema eletrOnlcoCp.Jeo
PfocedimentOOe&Cliloaco'MnloTO;execulado, emitndOumsinal o::rntinuo.

Aperdad<loincroróza<;âodooonlro!e....-noto~m relaç;l.oaos:s\OOiadealarmrotara
oomqueo contrde rernoto!QJ~momootaneamoo!e inope<anl<> e IX'Ck> oc:orwr nos oogui1las

· ~a::;..ss:;;:,~C:,~;].1.:;:~~~~boi~• dooontro!& <e rrolo bacia ár&a

• Sedurante alrocada bateria , ooonlr<>&PQrmanecers.embatenapa-maisde3 nmulos


(&em<JI~ n&nh.Jmdosbotõesoejapraosionado).

Pa"'realizlorert!-oincroniu,SSdau~idade doc:<lnlrcle remotr:>, de••Minseriradla""


:,.:a;~é-laa!éaposiçAodepar1alligado, epressionar umd06bolõear:lo
5.14-SII-.a .. IEIIIUÇII IXIII"niiiMII"III-IIQUIIUIII61rtu

5.14-SI~elllldellllmiiiii*JeJ&tema&lnalll!õio, ctntroledeveloádde. bllllna,


II•PaHtaiMdar • PIIIIIMtsa.ac.~e•r atollllda da fOrça· 8SIIIMl8 116trtct

5.14- SIIlelafelllmllllçil - plnoutllolnterruptorllellln

,,,, Fãii!t+•'l
YliOTC ~J;;;~:;:,::;.,=!_""~"'m~m;~"=-='=-=Om:;:,:;:_:fl''l~:;:-:.:
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módulodec:onooledo1etopono t0 lnte::~.:aUzd~=•"' d<l
lnt~r""'orda Uzda <;OII4a!ll dõo
p:>r~adianterredl"e.ta
::r oovldro~étnco dlantairo lnt&rruplorda Uzoeconaslãlda
portatraHira~
TrtoVIIdollnterruplorMr:loevodrospinoC
l ~"":~:::e: conea
Inter ordal<Z decortes.a
.. cta

lu4decorlesia
lmemr.,tor deinibiÇ!todo airbag pioo C lntffi~ordesistemede con1ro1e i Í
detraçao -4X-4 .,_.,H I!
::':=d~veob~
luzdalant:emadiante;ra e squerda Interruptor do desem~açador do
.-idrotraseiropinoC
P:lineldein$1rumentospino31
~ dO!IIaróiselillltamooigOOos
5
:::..":"'no~ t..,pador e """ador

MOdulo de controle da
pino li
::e:::c;:~oteda.mar-.:a
B~"ola li
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~1· 31U2 · 3!139

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5.14 - SbiiMIII8IIUMI18ÇII, llllllliÇIO, CDDtiDiellaveloc..alle, blUIU,
llmlllllaralavadlr doPirabt'lsa - plooutlllo&DIIfroledaalmra

A01 ~;~a 30 prote-gida pelo l~sivel 801

In ordO!IIIlrtlis "noA
R07 - Roo.. doforol e~o(KOil) I
B04 R 1 t-R<IIB<Ioo;nd~dedu•çio
oo 49
510
2.100.ooo
U~d~;; do controle ~o motor i B05 R1 1 - R<II&r:loendicadoresdedireçAo Y28~
rooo 49
~~;,a 15protegido pelofu•ivell 807

R18 - R~lédo alarm~~ - indicador do


dir ~oladodir<lilo ·no30
R11-Relédo$indicador..sd<tdir~
pino 49a
=lodoE~mpedordoo pera- ~ 810 R17-Relédo alarme- indocodorde
dir tolado ll&ldopi"oo30
Unha 30proteglda pelotuafvtol 812
F11t
Fábio Ribeiro von Glehn

5.15 -VIdros elérlcos e retrovisores- esquema elétrico


Interruptor do
vidro el"'lc:o
do motorista

PT
Aterramento ·111 C2 ~
PT
Aterramento •111 FI - - - - 4 D

DB • Disjuntor 'Oii'"' C• ISI(OBI AM


L1

se:
~

510
Atuador do vidro
dianteiro esquerdo 1rmn 8 MR
A2 -

2.8 Diesel
1-'
E2~
C2
Y28DTC Atuador do vidro -~
dianteiro direito r
j
Interruptor do vidro elétrico r-=-~ [ i ·~
K1
BG
02 se: -

t
FI
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AZ<I
dianteiro direito : ...QL L
82~ r. -!IMD-
I. .m;n.. Espelho retrovisor externo
L-... l C2 ~
lado direito

r~· -

r-t "'""'1..1ML.J- ~
Trava dos interruptores! ...QL
't D '~
f"õBl.l;I ~ ~ ~ Espelho retrovisor externo
lado esquerdo
dos vidros traseiro s ~ , A c
i ' I L iJ
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Interrupt or de luzes! "'"Fõ3i' MR

~
í
.......... ~ ~ '- LI
-
J
L....- L2
Atuado r do vidroi ...~
- M10 .______
trase1ro esquerdo! ! ~ LI ~ 1-1 RI --i~· Interruptor do espelho
elétrico

Interruptor do vidro elétrico!


ii
l.rs;n..f. ~ra
.~
E
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VI
G2 sê: -
R2
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traseiro esquerdo! f2.!Z.... L


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~ ~-....-. Interruptor de luzes
i ~ ~~
Atuador do vidro! ~-~
traseiro direito1!" "" .,
Interruptor do vidro elétrico! ! ~ [ a
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traseiro direito
Hl~
L- - l FI

GM- SIO 2.8 Olesel2007 Y28DTC- ~ eléfto5 e e$pEM'IO$

5.15 -vidros elétricos e retrovisores- plnout do Interruptor do vidro do lado do


motorista
F1 Aterramento
H1 Interruptor do vidro elétrico traseiro direito A
K1 Interruptor do vidro elétrico traseiro esquerdo A
L1 Linha 15 protegida pelo disjuntor B
A2 Atuador do vidro dianteiro esquerdo
82 Interruptor do vidro elétrico dianteiro direito pino J 1
C2 Aterramento
02 Interruptor do vidro elétrico dianteiro direito pino L 1
E2 Atuador do vidro dianteiro esquerdo
G2 Interruptor do vidro elétrico traseiro esquerdo o
100 H2 Interruptor do vidro elétrico traseiro direito o

cicl~
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5.16 -Travamento de portas em veiculosemantnurto- esquema elétrico
Interruptor
de trava das porta
lado esquerdo
PT
Ater ramento A1 ~
··•
Ater ramento ... PT
B1 ~

PT MR Interruptor de luzes
Ater ramento
•• e2 --®-c2

:g
DA DA
+30 LR 5 10
2.8 Diesel
Y28DTC
Azcl

Interruptor de t rava das Motor de trava central


portas do lado esquerdo da porta do motorist a
C1~
Motor de trava centra
A1
da porta do passageiro

Motor de tr ava central


Interruptor de luzes da porta traseira esquerda

Motor da trava central


da porta traseira direita

Motor da trava central da


R20 - Relé de trava tampa traseira
das portas (K70)

Ficha Técnica
Conteúdo
Com o CD Ciclo basta digitar uma palavra chave e fazer uma busca em todos
os capítulos de todos os livros publicados pela Ciclo e em questão de
segundos ele fornece uma lista de opções.

É um gerenciador de banco de dados. voltado para o Reparador, e traz um


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disso permite a comercialização individual de cada produto. o que significa
que você pode adquirir somente o que realmente interessa ao seu dia-a-dia.

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traz uma linguagem clara, objetiva e condensada.

Tenha em mãos essa poderosa ferramenta de informação em reparação


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Veja na página 105 como é fácil utilizá-lo. 101

cicl~
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r ...
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5.11- Sistema de audlo -esquema elétrico


Audlo

PT/BR
Aterramento ••I 88
AM

rn1
LR AS Alto-falante da porta
["'F'i'3i'l.. +30
Alimentação ::::;:: AM
87
A7
voes IJ traseira esquerda
...Ell!... +1 5
84

VOei 8G
A3

I [D u rnl
Alto-falante da porta A2 Alto-falante da porta
510 dianteira direita voes
A4 A1
cz li traseira direita
2.8 Diesel
Y28DTC BG
Alto-falante da porta
dianteira esquerda I rD n cz
A&

A6
A&

A6
AM
VD•s li rnl Tweeter dianteiro esquerdo

Interruptor de luzes ~-. A~ B6 BG

rn I
A3
Tweeter dianteiro direito
A4
cz
u

GM • $10 2.8 D~e$8~2007 Y280TC • Stst1!ma OI Aldo

5.11- Sistema de audlo- plnout

Pino Descrição Pino Descrição


A1 Alto-falante da porta traseira direita 84 Linha 15 protegida pelo fusível F23i
A2 Alto-falante da porta traseira direita 86 Iluminação
Alto-falante da porta dianteira direita
A3 87 Linha 30 protegida pelo fusível F13i
Tweeter dianteiro direito
Alto-falante da porta dianteira direita
A4 88 Aterramento
Tweeter dianteiro direito
Alto-fa lante da porta dianteira
.
3
A5 esquerda
Tweeter dianteiro esquerdo
Alto-falante da porta dianteira
A6 esquerda
Tweeter dianteiro esquerdo
Alto -falante da porta traseira
A?
esquerda
Alto -falante da porta traseira
AS
esquerda

A potência dos alto-falantes originais de fábrica é de 40 W RMS com 4 (O) ohms de


impedância, portanto não deve ser instalado um aparelho de som com potência superior a
___1_02_ 40 W RMS e impedância diferente de 4 (O) ohms . .s

cicl~
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5.18- Cigarra de advertência - esquema elétrico
Cigarra
de
advertência

~
PTfBR
Aterramento ·•oi CJ
~~
RS
Alimentação 'fi21"' ' " C1

Aliment ação 'Fõ9i' •» lR


C8
C5
t- 141 KcO Interruptor de luzes

G ~..

I~·· ~
AM
Painel de instrumentos C2 510
2.8 Diesel
d (O\ h 'F"2iT' Luz de cortesia do motorista
4 Y28DTC
..., d _,
1-1 ............
Interruptor do c into de
segurança
,,,., 6 P TfBR
C4
9 1-' d (O\ b ~ Luz de cortesia
4 1-1 '1fllli do passageiro

Ai r bag
I ~ o·~ -f A16~ Módulo antifurto

r: ~~~
d (O\ b 'F"2iT' Luz do teto
4 .... ~

o
L r:o-1ll "' Interruptor porta do
do motorista

~. ,;;J
.!

VOei
C7 Interruptor de ignição

GW- S10 2~01eset2007Y280TC - ~de3CtV'er~Mc:b

5.18- Cigarra de advertência- plnout

C01 Linha 15 protegida pelo fusível F12i


C02 Painel de instrumentos pino 22
C03 Aterramento
Interruptor do cinto de segurança
C04
Módulo do Air bag
C05 Interruptor de luzes pino K
.
:i
C06 Linha 30 protegida pelo fusível F09i
! CO? Interruptor de ignição
~
.."'
E
u

! 5.18- Cigarra de advertência- estratégia de funcionamento


-~
e...
A cigarra de advertência emite sinal nas seguintes situações:
1. A porta do motorista está aberta e com a chave de ignição no contato e em posição
desligado;
2. A Lanterna está acesa e a chave de ignição fora do contato ou em posição desligado.
3. O cinto de segurança não está afivelado e o veículo está em movimento.

103

cicl~
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6.1- Dados técnicos- plano de manutenção

-
Q)
c
Inicial Periódica a cada (km)

Plano de manutenção
-
Q)
c
Q)
Q)

-E
ro E
E E E E E
:::s:::: :::s:::: :::s:::: ~ :::s::::
o
E
:::s::::

E c :::s:::: o o o o o o
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ro o o o o o o o
ro E o o o o o o o
Q) o o 1.[) oC") 1..{)
o o o
510
o C/) 1.[) ..- ..- <O ..-
2.8 Diesel Drenar filtro de combustível •
Y28DTC
Verificar nível de óleo lubrificante •
Diagnóstico eletrônico do sistema de injeção •
Verificar nível da água de arrefecimento •
Verificar possíveis vazamentos no motor •
Verificar estado e reapertar conexões •
Trocar óleo lubrificante (sae 15w40 -api ch-4) •
Trocar o elemento do filtro de ar - serviços leves •
Trocar o elemento do filtro de ar- serviços pesados •
Trocar filtro de óleo lubrificante •
Trocar filtro de combustível •
Verificar indicador de restrição do filtro de ar •
Trocar filtro de ar (se necessário) •
Regu lar folga de válvulas (motores com regulagem
mecânica)

Verificar estado do amortecedor de vibrações •
Examinar correia •
Trocar correia •
Inspecionar válvula PCV •
Trocar o líquido de arrefecimento •
Verificar estado da tubulação de combustível •
Bicos injetores lnsentos de manutenção
Bomba de alta pressão lnsentos de manutenção
Verificar conexões elétricas (motor de partida e
alternador)

Limpar e reapertar os terminais da bateria •
Reapertar coxins de fixação do motor •
Verificar torque de parafusos e porcas: coletor e
curva , Escape, flange do turboa limentador e cárter •
Verificar ventilador •
Checar turboalimentador (folga do eixo e estado •
da carcaça)

104

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6.3 -Dados técnicos -embreagem, transmissão edireção


Embreagem
Tipo Disco seco com platô único de acionamento
Diâmetro do disco de embreagem 260 mm
Mola membrana tipo Belleville
Tipo do platô de embreagem
(auto-ajustável)
S10 Movimento axial com amortecimento por
2.8 Diesel Método de acoplamento do revestimento
Y28DTC
molas
Controle da embreagem Com acionamento hidráulico
Transmissão
Fabricante Eaton
Caixa de mudanças FSO 2405K
Relação de transmissão- 1a marcha 4,47
Relação de transmissão- 2a marcha 2,29
Relação de transmissão- 3a marcha 1,38
Relação de transmissão- 4a marcha 1
Relação de transmissão- 5a marcha 0,65
Relação de transmissão- marcha a ré 3,8
Marcha sincronizada Todas as marchas à frente
Localização da alavanca de mudanças Túnel
Posição da alavanca seletora
Capacidade do sistema 2,30 (4x2) I 2,00 (4x4)
Classe de óleo recomendado DEXRON 111

Direção hidráulica
Tipo Básico
Diâmetro do volante 380 mm
Direção - redução total do sistema de
13:1 a 15:1
direção
Tipo da caixa de direção Esfera circulante
Ângulo de direção - roda convergente/ Esquerda: 32° 77' I 35° 65'
divergente Direita: 32° 74' I 35° 39'
Cabine simples- 11 ,80 (4X2) (4X4)
Diâmetro de giro Cabine dupla - 12,90 (4X2) (4X4)
Blazer - 11,70 (4X2) (4X4)
Cabine simples- 12,30 (4X2) (4X4)
Vão livre de giro - parede a parede -
Cabine dupla - 13,40 (4X2) (4X4)
externo dianteiro
Blazer - 12,20 (4X2) (4X4)
Direção - número de voltas (batente a
3,0 (4x2) (4x4)
batente)
Coluna de direção Absorvedor de energia -esfera deslizante
Classe de óleo recomendado Óleo Dexron 111 AC Delco
Capacidade do sistema 1,261t
114

cicl ~
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6.4- Dados técnicos- freio, suspensão dianteira, pneus e rodas
Freios
Sistema de freio Hidráulico com duplo circuito em paralelo
Tipo de freio dianteiro Disco com pinça flutuante
Tipo de freio traseiro Freio a tambor
Tipo do freio dianteiro Disco ventilado
Tipo do freio traseiro Tambor composto 510
2.8 Diesel
Denominação do fluido de freio DOT4 Y28DTC
Intervalo de troca do fluido de freio 2 anos ou 30.000 km
Capacidade do sistema Aproximadamente 0,77
Modula dor de força de frenagem Instalado no eixo traseiro
Freio de Estacionamento
Tipo de controle Acionamento por pedal
Localização do controle Pedal no assoalho dianteiro (coluna A)
Operante em: Freio de serviço traseiro

Suspensão dianteira
Independente com braços articulados, barra
Tipo e descrição
de torção e amortecedor telescópico
Tipo de mola Barra de torção
Alinhamento das rodas dianteiras -
cambagem Observação: em ordem de -1 ° até 0° (-0°30' ± 0°30')
marcha (sem carga no banco)
Alinhamento das rodas dianteiras- cáster
Observação: em ordem de marcha (sem +3° até+ 4° (+3°30' ± 0°30')
carga no banco)
Alinhamento das rodas dianteiras -
+ 0,30° ±O,10° por roda
convergência Observação: em ordem de
+ 0,60° ± 0,20° total
marcha (sem carga no banco)
Tipo de amortecedor Amortecedor telescópico pressurizado
Tipo de estabilizador Barra de torção
Pneus e rodas
Pneus Roda
225/75 R15 Aço estampado 7 J x 15
235/70 R16 Alumínio 7 J x 16
Pressão dos pneus(lbf!poJ2) Dianteiros Traseiros
Veículo com até 3 pessoas 35 30
Veículo com carga máxima 35 40

Estratégia de rodízio dos pneus


- ( ~-

•• (
;. • 115

cicl~
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6.5 -Dados técnicos- suspensão traseira, sistema elétrico ecorreia poli-v


Suspensão traseira
S10 Blazer
Parabólica com
Semi-elíptica de 2
Tipo de mola segundo estágio em
estágios
batente de cellasto
510 Tipo de amortecedor Telescópico hidráulico pressurizado em
2.8 Diese I posição transversal
Y28DTC
Tipo estabilizador Barra de torção

Sistema elétrico
Bateria 12 V (60Ah )
Alternador 100A
Tipo do alternador Corrente trifásica
Regulador de tensão elétrica 14,57 máx. -14,53 mín. a 25° mV/°C
Fabricante do sistema elétrico Melco (Mitsubishi Electric)
Potência 2,2 Kw
Tipo de acoplamento do acionamento do mtotor Bendix
Correia poli-v

1- Motor

GJ
o o
2- Compressor do ar condicionado

0 3- Tensor

4 - Alternador
0
o 5 - Ventilador de arrefecimento

6- Tensor

Reservatórios e capacidades
Cárter do motor (sem o filtro de óleo) 7,50 litros
Filtro de óleo 1,00 litro
Transmissão mecânica 2,30 litros (4x2) 2,00 litros (4x4 )
Sistema de arrefecimento (inclusive radiador) 9,71itros sem A/C 10,0 litros com A/C
Caixa de transferência 1,181itros
Eixo traseiro 1,60 litros
Eixo dianteiro (4x4 ) 1,20 litros
Sistema de freio 0,771itro
Sistema do lavador de pára-brisa 3,20 litros
116

cicl ~
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Sistema de direção hidráulica 1,261itros


67,00 litros (Cabine Dupla) 70 ,00 litros
Tanque de combustível
(demais modelos)
Reserva do tanque de combustível Aproxim . 9,00 litros
Sistema do condicionador de ar 450g
510
2.8 Diesel
Y28DTC

111

c i c L ~ '"'Aitim
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/ =- TEfhQIIUTUKJ
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6.6 -Dados técnicos -lubrificantes, vedadores etravantes
Lubrificante
Orgão do
Vedador Aplicação
veículo
Travante
Graxa antiatrito Suspensão Rolamentos da roda
Alojamento do cilindro da fechadura
Graxa grafitada Carroçaria 510
Pinos de dobradiça
2.8 Diesel
Liame da guia de controle Y28DTC
Montagem da alavanca seletora
Graxa Montagem do do suporte da alavanca de mudanças
Embreagem
lubrificante Pino trava da alavanca seletora com a guia de controle
siliconada Ounta universal)
Pino trava da guia de controle
Motor Anel de vedação da bomba d'água
Carroçaria Alojamento do cilindro da fechadura
Graxa n° 2 à
Freios Rolamentos do cubo
base de lítio
Suspensão Rolamentos e cubo das rodas traseiras
Graxa n° 2 à Vedado r da bomba de óleo
base de sabão Motor
de lítio Vedadores laterais da caixa de mudanças
Graxa para alta
Carroçaria Juntas esféricas dos amortecedores
pressão
União da carcaça da árvore de comando de válvulas
com o cabeçote
Massa de União da carcaça da bomba de óleo com o bloco do
Motor
vedação motor
União do mancai traseiro da árvore de manivelas com
o bloco
Anéis e cilindro do motor
Óleo lubrificante Conjunto da engrenagem da bomba de óleo
Motor
do motor Êmbolo da válvula de alívio da bomba de óleo
Munhões, casquilhos da árvore de manivelas
Pasta de Ajustadores hidráulicos
bissulfeto de Motor Arvore de comando de válvulas
molibdênio Balancim da válvula
Motor Parafusos de fixação do volante do motor
Travante químico
Suspensão Conexõesrosqueadas

111

cicl~ I - - I"
I~ TEfi/DI/1/TDKJ
ln)eç6o Eletr6 nlca
.),0/litl r ..
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Fábio Ribeiro von G/ehn

6.7- Dados técnicos -torques de aperto


Motor Nm Lbf.pé
Parafuso da polia do ventilador 6 + 15° 4,4 + 15°
Parafuso de fixação da bomba de óleo ao bloco do motor 9 + 18° 6,6 + 18°
Parafuso de fixação da capa da biela 20 + 90° 14,7 + 90°
Parafuso de fixação da capa do mancai de biela 20 + 90° 14,7 + 90°
510 Parafuso de fixação da capa do mancai principal 20 + 14,7 +
2.8 Diese I
120° 120°
Y28DTC
Parafuso de fixação da eng renagem de distribuição da árvore de 30 + 35° 22 + 35°
comando
Parafuso de fixação da garra do porta-injetor 14 + 55° 10 + 55°
Parafuso de fixação da polia da árvore de manivelas 30 + 22 + 100°
100°
Parafuso de fixação da polia intermediária da correia de 12 + 25° 9 + 25°
acionamento dos acessórios
Parafuso de fixação das capas dos mancais 20 + 14,7 +
120° 120°
Parafuso de fixação das engrenagens intermediárias da distribuição 40 + 90° 29,5 + 90°
30 + 60 22 + 44 +
+ 100 + 73,7
Parafuso de fixação do cabeçote 90o + + 90o +
90o 90o
Parafuso de fixação do coletor de admissão 20 + 40° 15 + 40°
Parafuso de fixação do coletor de escapamento 20 + 55° 14,7 + 55°
Parafuso de fixação do resfriador 15 + 25° 11 + 25 °
Parafuso de fixação do suporte do ventilador ao bloco do motor 18 + 45° 13,5 + 45°
Parafuso do coletor de admissão 20 + 40° 15 + 40°
Acessórios Nm Lbf.pé
Parafusos abaulados Allen M12 x 40 da base fixa 120 88,5
Parafusos M12 x 40 dos suportes auxiliares ao pára-choque de 120 88,5
impulsão
Diferencial dianteiro Nm Lbf.pé
Luvas ajustadoras dos rolamentos do diferencial 140 102
Parafusos de fixação do diferencial dianteiro 103 76

118
(62) - 3942 - 3939
cicl~
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~~_;3~-ª~ oou·~r~ll
6.7- Dados técnicos- torques de aperto
Diferencial traseiro Nm Lbf.pé
Parafusos de fixação da coroa (Dana 35) 101 75
Parafusos de fixação da coroa (Dana 44) 101 75
Parafusos de fixação da coroa (Dana 44-3 - Trac-Lock) 110 80
Parafusos de fixação da coroa (Dana 44-3) 101 75
510
Parafusos de fixação da coroa (Dana 46) 101 75 2.8 Diesel
Parafusos de fixação das capas dos mancais (Dana 44-3- Trac- 110 80 Y28DTC
Lock)
Parafusos de fixação dos mancais do diferencial (Dana 35) 121 90
Parafusos de fixação dos mancais do diferencial (Dana 44) 121 90
Parafusos de fixação dos mancais do diferencial (Dana 44-3) 121 90
Parafusos de fixação dos mancais do diferencial (Dana 46) 121 90
Porca de fixação do flange (Dana 44-3) 285 210
Porca de fixação do flange do pinhão (Dana 35) 244 180
Porca de fixação do flange do pinhão (Dana 44) 244 180
Porca de fixação do flange do pinhão (Dana 44-3 - Trac-Lock) 244 180
Porca de fixação do flange do pinhão (Dana 46) 244 180
Direção Nm Lbf.pé
Contraporca do bujão de ajuste 109 80
Porca de fixação do braço "Pitman" 250 184
Freio Nm Lbf.pé
Parafuso de fixação do suporte da pinça de freio 110 81 ,5
Suspensão dianteira Nm Lbf.pé
Parafuso de fixação do amortecedor dianteiro 100 73 ,7
Parafuso de fixação inferior do amortecedor dianteiro 100 73 ,7
Parafuso de fixação superior do amortecedor dianteiro 100 73 ,7
Porca de fixação da junta esférica do braço de controle inferior 114 84
Porca de fixação do cubo da roda 145 106
Porcas de fixação dianteiras do braço de controle 120 88
Porcas de fixação do braço de controle 115 85
Parafuso do suporte dianteiro do feixe de molas 115 84
Porcas de fixação do grampo "U" 120 88 ,5
Porcas e os parafusos da algema 115 84
Transmissão Nm Lbf.pé
Porca da semi-árvore no cubo de roda 145 106
Porca de fixação da árvore secundária 250 184
Porca de fixação do rolamento do trem de engrenagem 110 81 ,5

119

cicl~ lnjAittim I~ TEfi/DIIDJ'DK J


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SOLUÇÃO EM DIAGNÓSTICO COMMON RAIL TECNOMOTOR
A Tecnomotor EletrOnica com mais de 30 anos no mercado de equipamentos automotivos e como
líder em diagn6~tico automoti'rocriou uma soluçAo completa para ajudara reparador no diagnóstico
do sistema de injeçilo Common RlliL 'lej11 p11~~ 11 passo essa solução

A melhor m1meirz~ de se diagn~s~car um sistema eletrônico é dillidi-lo em sutsislemlls. Assim é


possivelterfoconodiagnóstico e sermaisprecisonasoonclusões.

Vamos supor um11 caminhonete Common R11il oom problema e um FfDprietilrio do veiculo que pode
contribuirmuitopouconadescriçllodo defeito.
Primeire~mente, é indic11do e rastreamento c'e injeçi!io com um sa!nner
pela praticidade e pela quantidade de k'lformaçoes que ele disponibilza.
Utilizando a Ruth1r 11 é posslval prime.ram~tnle verificar os cOdigos de
flMhase. dependendodo sistama,podehaver c6cHgospre!.entes,passados
eintermitentu .

O importante a destacar nesta etapa é que um c6di90 de defeito é


gerado quarnlo um componente eletrônico para de funcionar ou tem um
l'unciooamento mu~o flegular: o módulo desconsidere essas Informações
egolraumc6digodefalhas

Ouandoexisteumeódigodedefeilopresente. istoindic:aqueodefeiloestá
presenteedeveser verifiC.:~do. Noc~sodedeleitospassados, indica(f.le
o deleito o~orreu. mas no momento nã::>estil maisa(;OO\ecendo. E no C8SO
do intennitente. o defello aoonteceu e Cei~ou Ce acootecer Vliri~s vezes.
Como defeito reconhecido, recomend~se o uso de um Multimetro TM 528 pare testar o componente
e o chicote e descobrir onde está o problema. Um fator muito i/1l)Ortante e indispensável em
qualquer diagnóstico Eãoai informações técnicas. como esquemas elétricos e tabela de va lores de
componentes. Com eu as informações o repar.roor tem mais ugurança,
preeiSlioe repidez no d<'lgnósteo O Raslher ll eomosistema TECDRIVE
possiMita ao meeanico visua'izaros esquemas elétricos e va'ores dos
componentes na própria tela do equipamento Isso é um rerurso que
aumenta muito a efioi~ncia de tempo no diagnóstico.

Caso com o Mult lm etro TM~28. seja vet"ificado um r~ interrompj;j:;.ou -.m


~nentedanificadc. fao;a oreparo e rep ta novamenteorastreamento
e verifique se o c6dig::> de deleito n~c aparece mas. N~o esqueça antes
de apagar a memória com o Rast her 11
Ao se verificar os códigos de defe~ocom o Ras t herll e nenhum código for '
informado. passa-separaoreeursoseguintedediagn:>stioocomoscanner.
Seledonamcs a funçáo ,eituras· ou ·an::i'ise· gráfica para verificar os
valores de l ullciollamento dos comp-one11tes do sistema. Um veiculo
eletrônico podeterproblemasde funcionamento por vários motivos. Os principais são: o componente
para de funcion11r ou o componente está funcionando, mas seu funcionamento está iTe~ular. t
oom~função "leituras" queé posslvelverilicarseossensoresestãoflllcionartdo corretamente.
Por exemplo: um oon&or de temperatura no Ra&ther 11 mostra o va'Cf" de 40 .,;rau&. e é perceptlvel
_ _11_! no motor que este está a mais de 100grau$

~ Dica
·..., TécniCa
1- IQUipamantos a dlaun6stlco
A conclusão ê q1.111 o componente e-sta func.onando, mas informando de maneira errada a unidade
eletrõrica. Isso oonsequenlemenle leva a um funcionamento irregular do motor.
Outra função Importante no Rasther 11 é a função "aluadores". Este recUI$0 !õefVB p;~ra, atrevés

!
do sc:anner, acionar componentes do sistema. Isso é muito (r! I para verificar componentes com
funcionamento irregular
Uma üt1m! funçio ma1s !'lllnçada com c scanner ti! e fun~o de proílramações. Essa funçio Í!
consid~rada a_vançada porque serve para ada;:ttar módulos. ajustar parametros. É Pfee so atençao
, ese-gu1rasonentaç~esnosmanuaasdeoperaça::~

J No diagnóstico geral do Sistema etetronico oom o Rasther 11. ITIIJrtas Informações


} podem ser analisadas, como pressão do r;;~il, valores dos sensores etc. t

if ::~=~~~::~'::~~e ~~:=;,~:~7~:~~:~n:':cm~~~:;:~n~~~
i de cancelamento de cilindros e em outro essa função não est.:i d isponível. o
quesadsvaaumacaract8físticadosÍiilema.
• Após uma análise com o Rasther 11. outro sistema mu ~o importante a ser
t <~nalisado noCommon Rail é o sistemade~ess:!io de cornbusUvel. Odi<~g~~stico
f desse sistema pode ser fe~ de muitas meneiras. Ume meneire interessent&
Ir. nasafdadabombadealtapress.Ao.
de começar o d~gnóstiCO é mstalar um ma11ómetro de o ltD pressiio (TN 558 )

j Depois de instalado. podem ser rea'izados 4 diferentes testes: medi~ão da


t prenao de part da. medição da pressão oom restrição em marcha-tenta.
1 medição da pressão em marcha-lenta e ~diçao da pressao at.elerado. Se fof verifteado que o
j ~::e:~~e~~~ ~e~;:~~::a~s~:S::ra~: !~ad;!l=~~-l~ud:ej~':sd~;:r:::~~~:
~ f::ressão etc
1 Se for verificado que o sistema nao esttl com a pressão aéeq..~ada. devemos testar a válvulas DRV

.~
!
cu MPROP. depen:;!ernlo dos stema e da bomba de ba1:<a press:!io
Para verificar o sistema de ba•xa pressão basta instalar um
manômetro de b<!ixa press~o e comparar a press:.:.:.medida com a
t
especificada. importante destacar ~f.! e 1m filtro obstru ido f::ode
comprometer todo o sistema

Jãasvátvul3s regul~dor~s de press!!oo, DRV e MPROP, nec.essitl!lm


serverifiC<:ldas na b:~nc:~da TM 507. onde c sJstema cpliC<:lrá
pressl!es slll"'l.llando o funcionamento do veiculo e lcmeeerá
resultado$ para serem comparadcs com a tabela de Má~imo
e M fnimo que acompanha o equipamento. Dessa maneira o
mecârko!XJSsuit.rnlaudoeasegurançadeestaréfagnosticando
eorretamer teocornponente

_,,__

i/! Dica
' TécniCa
1· IQulpamemos e dllllllostlco
Caso seja ~erificado que o sisl amill d e alta prassão astil OK. é necsssãria a verificação do
l'unciooamentodosinjeloresed-:>sensor depressJo.
O sistema 00 te!iõte Comm cm Rail TM 507 possibilita a ver fiCBçãc dos injetoras Bosch, Denso,
Siemeos tanto indliivos quanto piezelétricos. Com os injetores no equipamento é possível real,zar
teste~ no modo automã:ico, com bai~a pr<"~~ão. media ~res~o e alt::!t pre~oe obter o~ re~ultado~
de vazão do injet::H e retome para serem comparados com a tabela de máximos e mfnimos que
acompanha o equipamento. Caso o operador queira lazer os testes no modo pl.ll$onalizado, ele
podeconligurarote~ode il"ljeç.§o e pressaore!lliutndoasslmt.rntesteespee[fico.

O SEtnsorde prnsâo também pode ser testado na TM 507, e terá os mesiTOS recursos para smissão
de laudos e oomparaçio com a tabela de valores m1bimos e mlnimos O operador pode emitir
laudos via computador e mostrar ao cliente um diagnóstico seguro e preciso.
Como qu.elquer diegn65tico em sislem~s ejetrõnicos e em motores, e muito Importante ~erifiC8r
sempre as condições da bateria, alternador e aleHamentos, veri'icar filtros de ar, combustrvel,
compressão do sistema etc. Muitas vezes perdemos um encrme tempo em diagnóstico para
descobrir uma falha de aterromer.to.
Em resumo, o reparador, segundo essa linha de raciodnic, fazendo a verificação do silitema
etetrOilico com o RasthE>r. testes dos componentes e chicotes com o TM 528, análise do sistema de
pressão com o manômetro de aha e o manômetro de baiKa e testes das vl.otvulas injetoras, váotvulas
reguladoras e senSCf de pressão com a TM 507. vai tef uma soluçao completa no di~nóstico do
sistema Common Rail.
Caso queiram ver os vldeos dos testes cem os equipamentos sendo realizados. acesse
br e dtgite no catniX! de busca TECNOMOTOR DIESEL INJECTOR TEST
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Solução completa
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paro<O«<putodO<.

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