Você está na página 1de 4

Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS

Ciências Exatas e Tecnológicas


Licenciatura em Matemática
PA Planejamento e Organização do Ensino
XXXXXXX

Mapa conceitual

 Diálodo em Freire e Shor

 Diálogo em

 Diálogo em

Reflexão

 Currículo em Freire e Shor

“A educação é muito mais controlável quando o professor segue o currículo


padrão e os estudantes atuam como se só as palavras do professor constassem. Se
os professores ou os alunos exercessem o poder de produzir conhecimento em
classe, estariam então reafirmando seu poder de refazer a sociedade. (...) O
currículo passivo baseado em aulas expositivas não é somente um prática pobre. É
o modelo de ensino mais compatível com a promoção da autoridade dominante na
sociedade e com a desativação da potencialidade criativa dos alunos.” (Freire e
Shor, 1987, p. 21)

“O currículo oficial exige que submetam aos textos, às aulas explicativas e às


provas, para que se habituem a se submeter à autoridade.” (Freire e Shor, 1987, p.
23).
 Currículo em Lima, Lemos e Anaya.

“O termo currículo provém da palavra latina currere, que se refere à carreira, a


um percurso que deve ser realizado. Nesse contexto, a escolaridade, via conteúdos
expressos no currículo, é o meio pelo qual o aluno se apropria dos conteúdos
significativos, de forma progressiva, galgando degraus rumo à completa
escolarização.
Esses conteúdos programáticos, pretendentes ao currículo, podem ser
expressos de forma explícita (currículo real) ou implícita. Os significados, os valores
e as atitudes expressos de forma implícita comporiam o currículo oculto. A forma
como o currículo oculto se expressa em um complexo processo social dá significado,
prático e real, ao currículo explícito. Portanto, a experiência de aprendizagem dos
alunos nem sempre se limita ao que é explicitamente abarcado pelo currículo. Os
ideais e as intenções expressos nas atitudes de professores e dos alunos conferem
ao currículo real ou manifesto variações que interagem e misturam experiências que
fazem parte do currículo oculto, desenhando, dessa forma, um novo currículo real.”
(Lima, Lemos e Anaya, 2006, p.147)

“Portanto, para que o currículo atenda às especificidades de cada sujeito e


contemple a dimensão política e social, é preciso que esteja focado na realidade
cultural, pautada nas questões subjetivas e objetivas, de modo que abranja
conteúdos e métodos que atendam às necessidades de apropriação dos saberes
culturalmente válido.” (Lima, Lemos e Anaya, 2006, p.148)

 Currículo em Veiga-Neto

“Em suma: currículo e mundo social e da cultura guardam íntimas e mútuas


relações de interdependência, tendo a escola (obrigatória e universal) como,
digamos, mediadora. Em outras palavras, o currículo ajuda a construir/constituir a
sociedade e a cultura ao mesmo tempo em que é por essas construído/constituído.”
(Veiga-Neto, 2004, p.166)

“(...) não há duvidas, de que o uso expandido do conceito de currículo não


leva em consideração o seu caráter ordenador, hierarquizador e representacional,
que sempre esteve presente desde quando ele foi criado. Em outras palavras e
como já referi: o currículo foi criado como um artefato escolar envolvido com a
fundação da episteme da ordem e representação e sempre se colocou a serviço
dela.” (Veiga-Neto, 2004, p.170)

Reflexão

 Prática docente em Freire e Shor


 Prática pedagógica em

 Prática pedagógica em

Reflexão

Referências Bibliográficas:

FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. O Cotidiano do Professor. Rio de Janeiro: 1ª Ed. Paz e
Terra, 1987.

LIMA, M. de; LEMOS, M. de F; ANAYA, V. Currículo escolar e construção


cultural: uma análise prática. Dialogia, São Paulo, v. 5, p. 145- 151, 2006.

VEIGA-NETO, A. Currículo, cultura e sociedade. PPG – Educação/UNISINOS.


São Leopoldo V.5, Nº 9, p. 157-171, 2004.
BARNETT, Ronald (ed). Para una transformación de la universidad: Nuevas Relaciones
entre Investigación saber y docencia. Barcelona: Ediciones Octaedro, 2008.

BECKER, Fernando. Educação e Construção do Conhecimento. Porto Alegre: Artmed


Editora, 2001.

BEHRENS, Marilda Aparecida. O paradigma emergente e a prática pedagógica.


Petrópolis: 3ª Ed. Vozes, 2009.

BRASIL. Matemática nos anos iniciais: compromisso com o ensino e a aprendizagem.


Núcleo de Formação Continuada de Profissionais da Educação. Brasília, 2009.

DEMO, Pedro. Metodologia Científica em ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1986.

______. Educar pela pesquisa. Campinas: Autores Associados, 2000.

FAZENDA, Ivani Catarina Arantes; SEVERINO, Antônio Joaquim (Orgs). Conhecimento,


Pesquisa e Educação. Campinas: Papirus, 2001.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Rio


de Janeiro: Paz e Terra, 1997.

______. Educação e mudança. Rio de Janeiro . Paz e Terra, 1979.

FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. O Cotidiano do Professor. Rio de Janeiro: 1ª Ed. Paz e Terra,
1987.

GANDIN, Luís Armando. Educação Libertadora: avanços, limites e contradições.


Petrópolis: Vozes, 1995.

KENYON, Natalia De Lima Bueno; MACHADO, Maria Izabel; LOPES, Jandicleide


Evangelista. Educação Libertadora e Movimentos Sociais: uma Análise dos Caminhos
Alternativos da Assembléia Popular Permanente do Paraná.

PABLO, Gentilli. Desencanto e utopia: a educação no labirinto dos novos tempos.


Petrópolis. Vozes, 2008.

PATTO, Maria Helena Souza. Introdução à psicologia escolar. São Paulo: 3ª Ed. Casa do
Psicólogo, 1997.

RIBEIRO, Alvaro Sebastião Teixeira. Educação Libertadora: Uma Práxis (Ainda)


Possível. Acesso em 05/05/2010. Disponível em:
<http://www.fe.unb.br/revistadepedagogia/numeros/06/artigos/rp_num06_art04.pdf>

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis. Vozes, 2002.

Excelente! O trabalho de vcs possui coerência textual, clareza na exposição das idéias, autoria
e aporte teórico muito bem relacionado com as reflexões expostas. Conceito: 2,5