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I

mola
Kit Estrutural I Structural Kit
MANUAL
KIT ESTRUTURAL MOLA 1
MOLA STRUCTURAL KIT 1

Autores
Authors

MÁRCIo 5EQUE¡RA unnnnuÉln DEUtrrE YOPANAN CONRADO


DE OLIVEIRA FERNE¡RA D'AZEUEDO LEITE PERE¡RA REBELLO

Arquiteto e urbanista. Arqu¡teta e urbanista / MMM Engenheiro Civil, Mestre e Doutor em


Especialista em Estruturas Metálicas e Arqu¡tetos - Mel Arquitetura. Estruturas Ambientais Urbanas.
Mestre em Engenharia Civil / Area de Professora universitária, especialista Area de Concentragáo - Tecnologia
concentragáo -Construgóes em Ago. em Controle do Ambiente em da Arquitetura. Professor e
Criador e fundador do Mola. Arqu¡tetura, Mestra e Doutora em coordenador dos cursos de extensáo
Estruturas Ambientais Urbanas / na Ycon Formagáo Continuada.
Architect and urban planner. Área de ConcentraEáo - Tecnologia Engenheiro de Estruturas e Diretor
Expert on Metol Structures ond Master da Arquitetura. da Ycon Engenharia.
in Civil Engineering / Concentrotion
areo: Constructions in Steel. Architect ond urban plonner at MMM Civil Engineer, Master ond PhD in
Creotor and founder of Mola. Arqu¡tetos ond Mel Arqu¡tetura. Urbon Environmentol Structures /
Universitg professor, expert an Co n centroti on o re o : Arch itectu re
Environment Control in Architecture, Technologg. Professor ond coordinotor
Master and PhD in Urbon Environmentol of extension courses ot Ycon
Structures / Concentrotion areo: Formosoo Continuodo.
Arch¡tectu re Tech nol agg. Structural Engineer ond Director at
Ycon Engenhorio.

Colaboradores Projeto Gráfico/ Graphic Design: Marina Lemos


Cantr¡butars
llustraqóes/ lllustrotions: Márcio Sequeira de Oliveira

Fotos/ Phatas: Arthur Nobre

Modelagem 3D/ Madeling ond 3D Renderings; Yuji Kamizono

Traduqáo/ Translation: Marcela Santos Delong

Revisáo - portugués/ Portuguese Proofreading: Rafael Faber Fernandes

Revisáo - inglés/ English Proofreading: Priscila Sakagami

Edigáo Especial/ Speciol Edition: catarse.me/mola

Agradecimentos GostarÍamos de agradecer aos profrssionais e estudantes que estiverarn presentes nos
Acknowledgements encontros de cocriaEáo deste Vlanua ou que participaram via internet.
We wauld like to thank the professionols and students who were present at the co-creotion
meet¡ngs far this Monuol ar who port¡c¡pated v¡o t¡le ¡nternet,

Aglayr Marques Vieira, Alain Nussbaumer, Alfonso Pappalardo lr., Alio Kimura, Anna Haddad, Andre Grangeiro, Antonio
Carlos P. S. Amorim, Arlindo Alves, Bruno Galváo, Camila Haddad, Carolina Cardoso, Daniel Sang-Hoon Lee, Deisy Pinato,
Emerson Soares, Fernanda Tosta, Fernando dos Santos, Frederico Carrara, Gabriel Piccinato, Giovana Camargo, Henrique
Lindenberg Neto, lgor Tofolo, lessica Pererra, Kattia Basile, Laísa Cordeiro, Leonardo Lopes, Lucas Baptista, Marcelo E.
Kleingesinld, Marcia Rocha N/onteiro, Mariano de Angelo, Mateus de Freitas Campos, Muri o Nabarrete, Natalia 0 iveira,
0lavo Tenórlo, 0rlando Souza, Rafael Nepomuceno, Renan Carvalho, Renié Ricardo Andrade, Roberta Raggi, Romu o
Milanese, Ruy Marcelo Pauletti, Talita Anjos, Tal tha Rodrigues, Viviane Lima, Wal ace Ferreira

Agradecimento especial pela participagáo atrva e apoio em todo o processo/ Speciol thonks:

José Carlos Porpino de Oliveira


Jorgina Sequeira de Oliveira
Bianca Rocha Lima de Oliveira
FI NANCIAM ENTO COLETIVO
CROWDFUNDING
0 K¡t Estrutural Mola 1 foi viabilizado grasas a uma The Mola Structural Kit 1 wos funded through o
campanha de frnanciamento coletivo, concluída com crowdfunding compoign, successfullg concluded on
SUCesso em 16/1A/2014 no site www.catarse.me/mola 1A.76.2014 or www.catarse.me/mola. The project completed
O proleto encerrou o perÍodo de arrecadagáo como a maior the fundroising period os Broztl's lorgest crowdfunding
campanha de frnanciamento coletivo do Brasil, contando comp7¡gn. hoving received 1,583 contr¡but¡ons com¡ng from
com 1.583 apoios vindos de todos os estados brasrleiros e oll Brazilion stotes ond from 29 odditional countr¡es spreod
de mais 29 países, distribuídos em 5 continentes out ot1 five cont¡nents.

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Austrália Estados Unidos México Australia England Netherlands
Áustria Fran(a Mongólia Austria France Norway
Bélgica Grécia Noruega Belgium Greece Peru
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Ch!le Índia Rep. Dominicana Chile Itály Swrtzerland
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Egito Luxemburgo U ruguai Dominican Republic Mexiao Uruguay

Agradecimento especial aos nossos incríveis colaboradores,


responsáve¡s por transformar este projeto em realidade.
A speciol thanks to our incredible supporters,
who qre responsible for making this project o reolity.
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Dalbone I Admilson Ramos de Lucena Junior I Adrian Paulo Agostini I Adriana Correia da Silva I Adriana de Ass¡s Melo I Adriana Yuri Kuwakino I Adriano Cesar
NotarilAdrianoPGomeslAdrianoRibeiroLeitelAfonsoPiresArchillalÁgathaBarrosodossantoslAgérbonCésarCunhadaNóbregalAgustinJustoTrigol
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Algaba Salazar I Alberto de Fuenles Maroto I Alberto de olive¡ra Rodri8ues I Alberto Henrique Tacoronte I Alberto J. N4ochida I Alberto Moreira Rodr¡gues de
SousalAlbertoNovaesCoutinhoNetolAlbertoRebequ¡MorenolAlcebiadesJuniorlAldineiCarlosFonsecalAldrinLeallAlécioMattanalAlessandrodaSilva
Maciel I Alessandro dá Silva lvlaciel Arquitetura I Alessandro Drumond Guerra da Silva | .Alessandro N4arques das Neves I Alessandro NoguÉira Aleixo I Alessandro
PMeloiAlexdeBritoN¡nomialAlexHarbN4attarlAlexlmmanuel ThaineselAlexLimaWetlerlAlexSanderClementedeSouzalAlexSusinlAlexandre
Aching I Alexandre Braga Leal de Paula Freitas I Alexandre
Coloma Mezzav¡lla I Alexandre Dantas Sonrini I Alexandre Deirhmann I Alexandre Drummond
Rodrigues I Alexandre Kokke Santrago I Alexandre Magno Lima Cardoso I Alexandre Rangel Pereira I Alexandre Sampaio I Alexandre Spotti I Alexandre Stockmann
lAlexeiBenderHaydulAlineGemellilAlineMariadaCostálAline[4ichell'4edeiroslAlioErnestoKimuralAiissonBandeiralAlissonJoséda5¡lvalAllanGadelha
ChaveslAllpexBrasillAltamiroJunioMendesSilvalAltayLinodeSouzalAluizioCámaraJuniorlAmandaDiasdosSantoslAmandalvlagalháesBahialAmanda
SteinlAmauryMausbachFilholAméliaPanetlAnaCarlaPinheirolAnaCarolinaA¡veslAnaCarolinal.4aciellAnaCarolinaScarp¡tt¡5.A.5.deoliveiralAna
Carolina Virmond Portela Giov¿nnetti I Ana Cecíla de 0liveira Castro I Ana Cristina Fonseca Lemos N4agalháes I Ana Flávia Fernandes I Ana Karina 5¡drim Passos
I Ana Karoline Alencar Santos I Ana Lígia Papst de Abreu j Ana Luísa Prorópio Floréncio I Ana Luiza Br¡tto ¡ Ana Paula Dias da Rocha I Ana Vitória de Almeida
MacédolAndersonA.Selesk¡lAndersonAntonioSetúbalSanioslAndersonFeTnandodaCostalAndréBorgeslAndréBudeliAndrédeMeloXavierlAndré
de O¡iveira I André de Oliveira Scalco I André Donza Barroso I André Luís Kakuta I André Luís Kazuo Kanada I André Luiz Galhardo Filgueiras I Andre Luiz Lima
Maciel I André l,lendes Calazans Quito Bastos I André 0liveira de Moraes I André Oliveira Lima I André Pimentel lvonteiro | ,qndré Prioste I André Roberto da Silva
lAndréTura¡4arkuslAndréWigmanlAndreaGiglioChociaylAndrésBatistaCheunglAndrewChisholmlAndrewDuttonlÁngeladoVallelAngeloA.R.Gomes
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Anton¡o Carlos Viana Silva I Antonio Claudio l\4edina de Almeida I Antonio Gril¡o I Antonio José do Couto Pitta I Antonio [vlanuel Teixeira Mártins I Anton¡o Neito
I Anton¡o Paredes Arroyo I Antonio Palllo Fernandes Pereira I António Ricardo da Silva Nicolau Filho I AP Projetos Ltda. I Aref Kalilo L¡ma Kzam I Ari Campos I
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I Armando Sérgio Melchior I Arnaldo Diodoro lAbbate Locoselli I Arnaldo Shira¡wa Kubo I ArqEst Consultoria e Pro.ietos Ltda. I Arquimedes Costa Engenharia
EstruturallArquiteturaeUrbanismoUFl.4SlArthurdaSilvaRebougaslArthurFerre¡ralArthurHir¿tsuk¿RezendelArturSampaioAndradelAssociasáode
Pa¡s e Mesires da Escola Técnica Estadual Polivalente de Americana I Augusto C. Camacho | Áureo Rosa da Silva B Bárbara Giorgini Sepúlveda I Bárbara
Vasconcellos Abbondat¡ | Beatriz ¡4agalhaes Carneiro I Bedé Engenharia de Estruturas I Benedito Mutran Neto I Benjamin Paulo Rampinelli I Bernardo Basso
ParreiralBernardoTrottalBestSoftwareflLtda.lBeta2EngenhariaLtda.lBiancaGuariglialBiancaRochaLimadeoliveiralBrenoAlvesDosSantoslBreno
ClezarJuniorlBrenodeOliveiraLopeslBrenoJunMiyazakilBRGEngenharialBrunaCerqueiralBrunalVonsanilBrunaTuminoKrauselBrunoCastrolBruno
Ceccato Ross¡ | Bruno Cordeiro Silva I Bruno Damasceno I Bruno de Queiroz Galvao I Bruno Gimeno I Bruno Gomes Baptista Bontempo I Bruno Henrique oliveira
LimalBruno..JinYoungKimlBrunoLaturnerlBrunoLuisGongalvesFernandeslBrunoMaccagnanlBrunoNunesdeBustamantelBrunoPelegrinellilBruno
Rodrigo de Queiroz Lima I Bruno Rodrigues Carneiro Christino I Bruno Santa Cecília I Bruno Srhmitz I Bruno Soares Freitas I Bruno Vaz de Sousa Carlos C Caio
Alexandre da Silva I Caio Henrique Andrade Provinciano I Caio Nakash¡ma I Caio Pereira Ribeiro I Calebe Marchini I Camila Freitas de Agu¡ar ¡ Camila Miranda
Corréa Cunha Lima I Camila ivlorbini I Camil¿ Thiemy Dias Numazawa I Camilla Castelo Branco P¡nheiro I Camilla Demetrescu I Camilla Duarte de GonEalves N4ayer
I Campedel¡i Engenharia de Risro Ltda. EPP I Campolim Engenharia & Construqóes I CAP Protensáo I Carina Takeuti I Carl von Hauenschi¡d I Carlo Gustavo da
Cunha Martins I Carlo Henrique de Oliveira I Carlo Renan Cáceres de Brites I Carlos A. Herrera Anda I Carlos Alberro Maciel I Carlos Alberto Silva .lr I Carlos
Alexandre Hattori I Carlos André Dalcin Duarte I Carlos António Camargos DÁvila I Carlos Augusto Barreto ¡4archiori I Car¡os Augusto Manháes de Almeida I
CarlosEduardoSouzalCarlosEij¡OkadalCarlosHenriqueLinharesFeijáolCarlosHenrique§DorettolCarlosKrykhtinelCarlosLabriolaSandlerlCarloslvl.
Balsa l\,loinelo I Carlos Rivera I Carlos Roberto Moura de Morais I Carlos Roberto Sant¡ni I Caroi Hoffmann i Carola A. Brito Castro I Carolina Albuquerque de
l4oraes I Carolina de Lacquila I Carolina Dias da Rocha Cunha Lima I Carolina Gaipo Matsumoto Rocha I Caroline Porto Valente I Carolinne Degen I Cássio da Silva
GonqalveslCassioVillefortlCatiaMacCordS¡móesCoelholCayeTanoAsti¿solCedamirPolettolCelestinoRossilCeliaDuarteSchahiñlCél¡odaS¡lveiraF¡rmo
I Celso Antunes Borges Filho I Centro Academico Flávio de Carvalho I Centro de Engenharia Civil e Ambiental Profa lvliltor'r Vargas -
Poli USP I Cereno Mun¡z I
Cesar Antonjo Zippin Ferri I Cesar Augusto Massaro I Cezar Takashi Pereira I Charles laster de 0liveira I Charlton okáma de Souza I Chen Dihung i Chr¡stiana
Pecegueiro lYaranháo Santos I Christiane Brisolara de Freitas I Christine Goes Lima I Cícero Dum I Cicero Gilbert Gomes Bento I Cícero Pimentel Corréa I Cicero
Qu¡r¡nolCiodosomlCiroGraddilClariceSfairdaCostaFerre¡ralClarissaTurinJerezlClaudeNahaslClaudeNourrylCláudiaAlbergariaClarolClaudiaAzevedo
de f4atros I Claudia dos Santos Flores I Cláudia Mesquita da Rosa I Claudia Prada I Claudio Andres Araneda Soto I Claudio Espiga I Claudio Freitas de lt4agalháes
I Cláudio .J. Campolim de Almeida I tlaudio Minoru Cacuta I Claudio Sá de Abreu I Clayton Mou Rezende I Cleber Battisti Archer I Cleber Coradi I Cleverson de
FreitaslCleversonde0.DiaslColegiadodoCursodeEngenhariaCivil-Unioeste-CampusdeCascavel-PRlComArteProjetoseAssessoriasLtda.lConie
EmpreendimentosLtda.lCoreyGibsonlCoreyGriffinlCPC-CentroProfrssionalizantedeCamasar¡ICPP-D.ARClCrisLacerdalCristianePradoMarinl
Cristiano Haskel N,lonteiro I Cristiano Queiroz Vilanova I Iristiano Saad Travassos I Cr¡stiano Sesti Rochedo I Crist¡na R¡bas I Cristóváo Resende ¡ CSP Projetos e
Consultoria 5/C I Curso de ArquiÍetura e Urbanismo da Universidade de Caxias do Sul I Curso de Engenharia Civil da UFPR D Da Vinci Arquitetura & ConstruEáo
I Dagnese Solu(óes N4etálicas I Dalilah Pires Maximiano I Damian lanicki I Dan¡el Bogan¡ | Daniel Cavalcante de 0liveira I Dan¡el Fernando Fransa I Daniel Hembert
Ramírez Aguilar I Daniel Henrique Coelho dos Santos I Daniel Henrique More¡ra Gomes I Daniel Jorge Caetano I Daniel Lauro Pérez I Daniel Saadi Mendonga I
Dan¡el Shoj¡ lgarashi I Daniel Venancio Vie¡ra I D¿niela Andrade l4onteiro Veiga I Daniela F4attos I Danieie Artini Gulel Capellari I Daniele Boucher I Daniele Pontel
i Danielle Rosman I D¿ni¡o Auler I Danilo Bocchini Rodrigues Alves I Danilo Boccuzzi Rodrigues I Danilo F. R. Brandimarte I Danilo Henrique lvlarra I Danilo
i\4ascarenhas Prado I Danilo Toshio Nishiwak¡ | Danilo Vitor Yamada I Dann Luc¡ano de Menezes I Danny Haiduk I Dante Carlos Antunes i Dante de Cast¡lo Herrera
lkeda¡DavidCardosoGomesdaSilvalDavidFratellDavidTallDayceSilvadel.4ora¡sldDlvi*AteliédeArqu,teturalDéboraValenqalDecarterGaspodinil
Décio do Carmo Brandeo I Denilson Neves I Den¡s Ass¡s I Dénis Delázari da Silva I Denis Deratani plauá | Denise Fernandes da Cunha I Denise Léo de Olive¡ra
Bessa I Denise Schuler I Deodoro Antonio 0liveira Vaz I Departamento de Engenharia de Estruturas da Escola de Engenharia da UFMG I Departamento de
Engenharia l4ecánica - UNESP llha Solteira I Dezoitol3 Empreendimentos lmobil¡ários I Diego Augusto Pires I Diego Bor¡n Reeberg I Diego Cardozo N4endonga I

Diego Carlos R. de Oliveira ¡ Diego Garcia Duarte I D¡ego Leonardo S. N4endes I Diego Leiiz¡o Dorado I Diego Loureiro Cunha Lima I D¡ego Luis Tedesco Dandolini
lDiegolYachadoVieiralDiegoPoydaCostalD¡egosilvaAlveslnaciolDiegoWeberRafaeli lDiogoEidi daSilvaLemelDiogoVisconti lD¡oneAndradelDionisio
AugustoAmericanodeNevesesouzalDiosneyTeixeiraiDisneyAndradelDomíc¡olvloreiradaSilvalÚniorlDominicHolderlDorivalPerezTorreslDouglas
ForchezattolDouglasNeveslDouglasVeniciuslvlarconlDPJArquitetura&EngenhariaLtda.lDSEngenhariaProjetoseConsultoriaLtda.lDuGongalvesE
Eberson Ramos de Carva¡ho I Ebert Damasreno Cronemberger I Edernir C. Simonato I Eder España lvlesquita I Eder Max Colin I Edgar Faiani B¡tencourt I Edson
.Daniel dos Santos Mano Junior I Edson Ebert Junior I Edson .Junior Seibt I Edson Paulo Becker I Edson Zofrea Gusmóes I Eduardo Alberto Manfred¡ni I Eduardo
Augusto N4achado Campos I Eduardo Borém I Eduardo Carmo I Eduardo de Queiros Mattoso Henrique I Eduardo Dias Garabini I Eduardo Garcia Qu¡za I Eduardo
Hélio Costa Barros I Eduardo Henrique Lopes Daldegan I Eduardo Lourengo Pinto I Eduardo Mendonga N4amede Filho I Eduardo Nobre Lages I Eduardo Nunes
Borges I Eduardo Parente Prado I Eduardo Rafael Ferrandin I Eduardo Reuter Schneck I Eduardo Santos Dantas I Eduardo Seixas I Eduardo Takahashi Navarro I

Eduardo Toledo de Lim¿ lunior I Eduardo Tramontim l.4ainardes I E¡nar Hagem I Elder Felix Pastor I Eliana Ferreira Nunes | Élias Nourry I Eliomar N4arcos
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EmersonDonizetiLemelEmilioCordobaJanssenlEmmanuelAthaydelEmmanlrelN4enezeslÉnioAlcántaralEnioCanavelloBarbosalÉpuraEngenharialEquipe
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NascimentolFelipeFranklimBritodeLimalFelipeGregolettoBenlFel¡peiosélFelipeMarinholFel¡pePessonilFelipePintodalvlott¿QuevedolFelipeRamos
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Fernando Cesar Sartori I Fernando Francisco dos Santos I Fernando Frazáo ¡4erabel Pereira I Fernando N4ar¡nho Fernandes da Silva I Fernando Marion Fernandes
I Fernando Marques Fernandes I Fernando Matos Consultoria em Engenharia, Assessoria e Auditoria de 0u¿lidade e Me¡o Ambiente -
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Fernando 0liveira do Rosário I Fernando Rocha Galváo I Fernando Rogério Gonqalves I Fernando Sergio Tizziani I Fernando Trigo Sp¡nelli I Fernando Xav¡er Bertuol
lFilipeBittencourtFigueiredolFilipeCervier¡lFilipel,4endeslF¡lipe¡4erottoMattoslFil¡peNerideSouzalFilipeSenalFilipeTravassosB.lvlachadolF¡lipe
ZumaránlFláviaArrudaMirandalFlávial'4acedoFurtini¡4unizlFlávioCamposdoNascimentolFlavioCezariolFlávioProengalFlavioTorresdaFonsecalFlávio
VACordeirolFloraMariaGrokeCampanattilFranEa&AssociadosProjetosEstruturaislFrancielliGrapeggialFranciscaNachtlFranciscodasChagasFerreira
de Sousa I Francisco Gildem¡r Ferre¡ra da Silva I Francisco José D.M. Lopes dos Santos I Francisco Mariano DAguiar I Francisco Trevisan I Franco Bianchetti I

Franklin Roberto Ferreira de Paula i Frederico Ferreira de Vasconcellos I Freder¡co Furst Bitten(ourt i Frederico G. de Lima Andrade I Fundagáo de Ensino e
Pesquisa de ltajubá € Gabriel Azevedo Farias I Gabriel Barbosa N4uniz Leite I Gabriel Barros dos Santos I Gabriel Brandell! Schaan I Gabriel de Andrade Fernandes
I Gabriel de Oliveira Ribeiro | 6abriel de Sousa Garcia I Gabriel de Souza Gar¡glio I 6abriel Faria Fedrizze | 6abriel Fideles [4artins dos Santos I Gabriel Girnos Elias
de Souza I Gabriel ¡4arcondes Porto I Gabriel N4oura V¡eira N4artinez I Gabriel Piccinato I Gabriel Prado de C¿rvalho | Gabriel Py Machado Palomo I Gabriel R. A.
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I Glauber lt4achado Silva I Glaucia Maguetas Gongalves Teixeira I Gláucia Nolasco de Almeida l.4ello I Gleyson Noronha de Sousa I GMG Constru!óes Ltda. I Gonzalo
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José Farias Salazar I Guilherme Lahm Feron I Guilherme Luckow I Guilherme Nogueira Mendes I 6uilherme Rezende Ganim I Guilherme Ribeiro Baganha I
Guilherme Torres da Cunha lardim I Guima IVello I Gustavo André Alves Mendonea I Gustavo Braga Láu I Gustavo Brondani Schenkel I Gusravo Costa Val l.4oura
Leite | Gustavo da Silva Vieira de Melo I Gustavo Dalla Vale I Gustavo H. Lopes Pinheiro Filho I Gustavo Henrique Sette Camara Braz I Gustavo Horn I Gustavo
Longhi de Carvalho I Gustavo Lopes Almenara Ribeiro I Gustavo Luis M¡yamoto I Gustavo lvlath¡as Duarte Filho H Hágnon Correia de Amorim I Hamilton Dias
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I Henrique de Paula Faria I Henrique Lindenberg Neto I Henrique Garcia Paul¡nelli I Herarlito Barbosa Fonseca I Hercílio Alencar Ferrar¡ | Hermes Luiz Bolinelli
JuniorlHezromMRAbreulHildaCotegipePell¡colH¡ldoViégasPiocanEolHuberlanPereiraConce¡(áolHugoAlkmimdel\4atoslHugoAndradeBragalHugo
de Souza Leáo J Hugo Djalma Luz I Hugo Ferre¡r¿ lvlor¿is I Hugo Forni Ferriani I Hugo Ricardo de olive¡ra Lima I Huma Arquitetos I Humberto Assis de Oliveira
Sobrinho I Humberto Nápoli Bellei I lan 50áres da Motta I lgo Alves ConceiEáo I lgor André Gonzatti Feldmann I lgor Augusto Barata Leáo de Sales I tgor Buzzon¡
BolzanBassollgordeLimaTeixeirallgorLuizBertazollgorOuintoMalatestallgorSamuelCoelhoDantas¡lgorSilvaPere¡ralll¿naCordiol¡llngeniumServ¡cios
delngenieríallngridEsteváoCruscallnnerEngenhariaeGerenciamentoLtdé.llranCardosoPontesl¡reneA.L.JoffilyllsabelAmaliaMederollsabelCabral
Alencar I lsabel Christina Souza Aguiar i lsabela Cristina Silva l,1ota I lsabela lanni Duque Estrada I lsabella Freire de Araújo I lsrael de oliveira Dantas I lta
ConstrutoraLtda.lítaloPa¡vaAraújolltaloTrombiniNetolltanerCesarl'4achadoValeFilhollvanBuenollvanÓliverRuandaCostallvanRochallves
Albuquerque ¡ ¡zabela Martins de Oliveira Pinto J Jaelson Budny I Jaime Alberto Bascunan Moran I .Ja¡r José dos Sanios Gomes I Jaisse fraveiro Meio I James
Gomes de N4orais | -Jam¡l Jorge B¡stene I lanailson Queiroz Sousa I Janaina Pena Soares de 0liveira I Jandira Maria de Freitas Ac(ioly Alcántara I Jan¡ne Domingos
Vie¡ra I Janio f4arcondes Machado I Jayme Rodrigo Pian I Jean Greselle Balotin I iean Rodrigo M. Manholer i Jeferson Rafael Bueno I Jóferson Spencer Chaves
lJeffersonBiancolJeffersonWaldhelmHamessilJeniferTelesllenniferGongalvesNegrilJessicaAquinolJéssicaLurioCaliarilléssicaTalanaWerleiless¡ca
Yosh¡e Kussuda I .Jessika Soares Ribas dos Santos I Jesus Blanco I Jhislaine de Leon I Jhonathas Ramon Leal Fraga I Joana Shin Pap¡ I Joáo Alexandre D¡as de
Oliveira I Joáo Augusto Pe.eira Júnior I Joáo Augusto Sciarra Paulino I Joáo Batisla Arroyo Pieri I Joáo Bernardino da S. Filho I Joáo Cámara Neto I Joáo Carlos
de Souza Coutinho I Joao Carlos L Jung I Joáo de 5á Brasil Lima I Joáo Diego Machado de Souza I Joáo Felipe Lemgruber Coelho I Joáo Gabriel Fabian Silvestre
I Joáo Lozano Netto I Joáo Lucas Macedo Breyer I .loáo Luis Azevedo I Joáo Marcelo Baltazar Rodrigues I Joáo lv1ário Dias de Ol¡veira I Joáo N4endonqa I Joáo
PauloF.KóhlerlJoáoPedrodeSálloáoQueirozKrauselJoáoVictorReislJoaquimMeiralJoaquínDoménechCarbonelllJocastaAraujolJocimaraJanedos
Santos Paula e Oliveira R¡goni I Joekio Luiz Sto(o I loelm¿ Rossa Nishimoto I Johann Andrade Ferrareto I Johnny Marcus Gomes Rocha I lonas Benedett Dorr
I lonatas Chies I Jonathan Roberto Lurchini I Jor8e Bernabeu I Jorge Luís Firmino de Souza I Jorge Quingosta I Jorgina Sequeira de Oliveira | .los Hoonhout I
José Adeildo de Amor¡m I José Angelo Casagrande M¡ncache | .José António Ferreira de Menezes I José Augusto Simóes I José Carlos comes Filho I losé Carlos
Porpino de 0l¡veira I losé Eduardo Baravelli I José Eduardo Beltráo Winiawer | .losé Eduardo F. Dantas I lose Eymard Antero F¡lho I José Fernando Montanha
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lud¡teSerafimde0liveiralluliaBragaBarbosaLimalJúliaFerreiraMurtallúliaMagaldilJuliaRamosPollilJuliaSimóesRuylJulianaPereiralJulianaSouza
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lulius Sobral Vannier l( Karina Mayumi Tsuruta I Karina Venáncio Bonifese I Karina Yoshika Shimono I Karla Krupskaia I Karon Nobre I Keila Tyciana Peixer I
Kelson Pothin Wolff I Kip Ping I Kiyoe Oi I Kleber de 0liveira Andrade I K¡éderson Campos Gomes I Konstantin Alexander Richter I Kristiano Tramont¡m Koch L
LabT4lLaércioAgueralLaraAréújoGarcialLar¡ssaBarcelloslLarissaDegliuominiKirchhoflLarissaFiorinlLarissaPagnussatlLauraAssafAndreottilLaura
Gondim Nunes ¡4artins de Araújo I Lauro Junior Lopes da Silva I LB En8enharia I Leandro Campos I Leandro Cavalcante l'.4endon(a Lima I Leandro Manenti I
Leandro Mauana de Bittencourt I Leandro Mota Heinzen I Leandro lvlota Peres I Leandro Paiva Brasil de Matos i Leandro Santana Martins I Leo Barcellos da
Silva I Léo Zambot¡ Brandáo I Leonardo Baruffaldi I Leonardo Fabricio Lima de Sousa I Leonardo Ferrari Cestari I Leonardo Gabr¡el de Medeiros Soares I
LeonardoHRMagnolLeonardoKyoKabayamalLeonardoLenfersdaSilvalLeonardoLibanoCsernikMonteirolLeonardoLob¿tolLeon¿rdoMarcantonio
Lopes I Leonardo N4edina Rosario I Leonardo N4onteiro de Albuquerque I Leonardo 5ilveira Klem I Leonardo Valles Bento I Leonardo Veras Pádua I Lidia Shehata
I Lidice Matos I L¡ga AcadCmica de Engenharia de Estruturas da UFT I Ligia Oliva Doniak I Lionid Tripa( Jun¡or I Lívia dos Santos Cabral I Lívia Pereira Reginato
RichferlLív¡aVilelaPereiralLor(ánKoehtelLorrayneSousalLouiseMariaMascarenhasFloreslLuáOlsenlLuanRodrigodosSantosCavaleirolLucasBaptista
N4artinslLucasBritolLucasdeSouzaTótolilLurasGouvéadeSousalLucasHenriqueSiqueiraLimaRabélolLucasjose[4arinilLu.asLoureiroFreitaslLucas
N4ouraBatistalLucasoliveiraScartonlLucasPireslLucasSalesVianalLucasSantinlLucasSh¡ndiSakagutilLucíaClaraKorilLúciaSchmidtdeAndrade
LimalLucianaBarbosadaCostalLur¡anaBibaslLucianaBracarenseCoimbraVelosolLucianaVa¡entelLucianoArnoldlLurianoFerre¡radosSantoslLuc¡ano
RodriguesCoelholLucianoRonconiJLucioDinizFrancolLuciol'4artinsLaginhalLuc¡oMesquitalLucyLauraLázaroLunalLuigiRebecchinilLuisAlejandro
Pérez Peña I Luís Augusto Zampieri I Luís Carlos Pere¡ra Gomes I Luis Carlos S. Montenegro I Luis Gustavo Goulart Costa I Luis Fernando Garcia Volpe I Luis
Fernando Gonqaives Martins Filho I Luis Guilherme M. P. Camps I Luis Henriques Pompeu I Luís Leáo I Lu¡s Leizon Cabral Silva I Luis Ricardo Miraglia I Luisa A.
G. IGonsalves I Luísa Antunes Tannure I Luiz Alberto Prett¡ I Lu¡z Álvaro de Oliveira Jún¡or I Luiz Antonio Baldúíno Júnior I Luiz Antonio L. l. de Almeida Prado
I Luiz Antonio Lobo de Abreu I Luiz Augusto Ananias Porto I Luiz Augusto Crespo lvlonteiro I Luiz Augusto de Noronha Mendes I Luiz Bandeira de Mello Laterza
j Luiz Carlos Chade i Luiz Carlos ¡4aganeiro I Luiz Carlos Spengler Filho I Luiz Cesar Pires de Araujo I Luiz Eduardo Guimaráes Dias I luiz Eduardo Marques Alves
Martins I Luiz Fernando C. R. Braz I Luiz Fernando Chagas Rodrigues I Luiz Fernando de Biazzi I Luiz Fernando Loureiro Ribeiro I Luiz Fernando Palin Droubi I
Luiz Floréncio de Sousa Júnior I Luiz Gustavo Leite de Freitas I Luiz Otávio Dias de Abreu I Luiz Otavio Gemelli I Luiz Raphael Vasconcelos Santos I Luiz Roberto
F. Cazaroli I Luiz Teréncio P. Ricciardi I Luiz Vinirius Braz Mac¡el I Luiza Prandini lvloliterno I Lupercio Ziroldo i Lurian P. Klein I LZ Planejamento ill lvl&T
MayerhofereToledoA.PC.Ltda.EPPlM4[4aisArquiteturaeUrbanismolf\4agdaAparecidaSalgue¡roDurollt4aíraNevesRodrigueslMaluV¡analManoel
Gustavo de Sousa Batista I Manuel Antonio Taveras Montero I Manuela Galv¿o Far¡a I Manuela Rocha Lima Mutran I l\4anuella Keiko Yano Freitas I Marcel Yoshimi
lmaizumi I Marcela Alvares Maciel I Marcela Barros Cunha Lima I Marcelh¡a Torrecilho Pere¡ra I Marcello Delgado I Marcello Lovatto Cortelletti I Marcelo Abrileri
Ivlarcelo Augusto Blum I Marcelo Costa Choukri I Marcelo Costa Scalabrin I l{arcelo de Barros Alves I Marcelo Duarte de Gouvéa I Marcelo Exman Kleingesind
l.4arcelo Falcáo I klarcelo Flávio Barbosa da Sllva I Marcelo Leopold Batista I N4arcelo Lima Lavareda da Graga I N4¿rcelo lVaia Rocha I l4arcelo Miranda Barros
Marcelo 0lhé Feliciano I Marcelo Pa¡xáo Pinto Rodr¡gues I Marcelo Rodacki I Marcelo Rodrigues Leáo S¡lva I Marcelo Roika I Marcelo S. Carvalho I M¿rc¡a Benett¡
f4arcia Cristina labutti I lvlárcia Galváo I Marcia Garbin I Marc¡a Nazaré de Barros Pereira I l'4arcia Padilha I Marcial Pazos Lopez Junior I Márcio André Araújo
Cavalcante I Marcio Correia de Queiroz I N4arcio Fernando Parro I f'.4árcio José Martins I N4arcio Kameoka I Márcio Pinheiro de Aragáo I Márcio Sartorel¡i Venáncio
de Souza I Marco Antonio Comissoli I Marco Antonio F¡rmino de 5ousa I Marco Antonio Pinheiro I Marco Ar Melz I l4arco Auréli0 Caus I Marco Aurélio Santana
I Marco de l.4elo Origuela I Marco Kotchetkoff Henriques | ¡.4arcos A. C. Santiago I Marcos André Moissopoulos Caldas I Marcos Barbosa V¿scon€ellos I lvlarcos
BeierlMarcosFerrantelMarcosJoséVieiraPimentellN4arrosKiyotodeTanielsodalMarcos¡4atielloV.GodinholN4arcosPauloNevesAmor¡mlMarcosPaulo
Verzeletti I Marcos Peruzzi Arcluitetos I lvlarcos Rebuá dos Santos I lt4arcos Sales Guimaráes I N4arcos Teles Araújo I lvlarcos Vinicius Ferreira I lVarcus Cleber
Justino de Souza I lVarcus Roger de Assis I N4aria Alejandra Sánchez I lYaria Augusta Bueno I N4aria Carolina Soares de Toledo I Mar¡a Cecília de Araújo Caldeira
I lvlaria das Gra{as Barroso dos Santos I N4aria Eduarda Rocha Guedes I Mar¡a E¡isa Bapt¡sta I Maria Filomena Dias da Rocha I Maria Luiza Macedo Xav¡er de
treitas I i.4aria Paula Oliveira Lima I N4ariana Amorim Fraga I lviariana Camargo I Mariana de Melo Siqueira I I'4ariana Feli.etti Rezende I l"lariana Ramos
Chrusciak I [4ariane Furtad0 0liveira I Mariane Gomes Far¡as I Mariele de 0l¡veira Vilela Nova¡s I N4arina Corréa Campos Fabricante | ¡4arina Ferreira Bor8es
I l\4arina Lobo Ramos I ivlario Attab Braga lMario César Reginato lMar¡o do Val I lvlario Gaia lMário Henrique de Castro Caldeira lMario Henrique Heid
Mário Hermes Stanziona Viggiano I Mario Ledes Mascarenhas Resende Teixeira I Mário Nogueira Carvalho da Silva I Marisa Bessa I Marlipe Garc¡a Fagundes
Neto I Marlon Rubio Longo I Martin Alonso Pasache Pérez I lYateus Barcza I Mateus Edson de Ol¡veira Carvalho I N4atheus F. Foiatto I Matheus Garda de Souza
I Matheus Lauer I f4atheus Pozzani Tabarin I [4atheus Rocha da Silva I Mátheus Sales T. B. Vieira I Mathias Joseph N4onios I N4atias Baumann I Matthew Bunza
I lvlaur¡rio Back Westrupp I Mauricio Caberlon Engenharia de Estruturas I Maurício lúlio de oliveira I Maur¡cio l.4arques Resende I lVauricio Martins Pires I

Mauricio ¡4eter Tche I Mauricio Pere¡ra ¡4¿rtins I l'.4auro Arcon Batistic I Mauro Vieira Cruz I t\4ax Lany Stival I N4axfalcon Projetos de Engenharia I Maximiliano
Beck I Maykou Cesar Brusamarello I Mayra Tagliaferri de Grazia I l,4aysa Ferreira l"lártyres I Meera Vieira lVachado I Melina Cesar Gama Pereira I lVichael
Leone Madureira de Souza I l.4ichael Lopes Honscha I I\.4ichel Barbosa I N4ichel Carvalho Franco I Michel Rodrigues | ¡4ichele Sales Schünemann I lYirhelle Alves
Róder I ¡4iguel Bittencourt Mincache I lvliguel Emmerich Sálles | ¡4ilanez Arquiteios Associados I F4ilton Cruz I N4ilton Walter Frantz I Mirella Leal de Lira Guida
I lv¡riá conqalves de Figueiredo I Miriam Gandelman I Moacyr Salles Neto I Mohamed Yosry Mohamed lvlohamed I Moisés Adriano do Nascimento I Moises
Vie¡ra Lopes Filho I Moleque de ¡deias I Mónica Elices Zabala I Monica N4achado I N4ónica S¡lva de Carvalho I N4urilo Sarmento I lvlurray Engineering, PC. i
l4yrtes de Carva¡ho Lobo Vianna ñl Nadia Souza Mariano Silv¿ | Natália Carolina S. Nascentes I\4árra I Natália N4aria Gaspar I Natál¡a lvlaria Jorge de Freitas I

Nayana Alencar I Nelson Borges Alves Neto I Nelson Covas I Nelson Rodrigues Vilela I Nelson Wilhelms Junior I Nelton Ket¡ Borges I Nereu Faust¡no Ceni I

NeryKnónerlNetúlioAlarconFiorattilNewtonGeraissatelNewtonRutzlNeytonLuizDalleMollelNicolasSpogislNikolaosOrfanoslNorbertoTavares
Ferreira O Oficinalab i 0ldra Engenharia Ltd¿. I 0rlando Sodré Gomes | oscar Horácio Vigna 5ilva | Otávio Augusto Eneas Cándido Pinheiro I Otavio Curtiss
Silviano Brandáo | otávio Lourengo Dutra I Otto Esteban López P Pablo Cesar Uez I Pablo de Pietro I Pablo Fadul Gonzalez I Pamela Sumaia Santana da Silva
lPaola0liveiraLimalPatríciaResendeCamposlPatriciaSayuriAokilPatrickVanzolPaulNicholslPaulaCarolinaMirandaGodinholPaulal\4edeiros¡Paula
Teixeira Nasc¡mento I Paulette Pinheiro I Paulo Alfredo F.4edeiros da Fonséca I Paulo Cezar Cavalcant¡ I Paulo Ewerton de Ol¡veira Falco I Paulo Cunha Lima I
Paulo Ferreira Tavares I Paulo Gustavo von Krúger I Paulo Henrique Domingues Lobo I Paulo Henrique i\4enezes de Sales I Paulo f\4uggler Moreira I Paulo
Nascimento Neto i Paulo Nogueira Silva I Paulo Pessoa i Paulo Pignanelli I Paulo Roberto Beltrat¡ | Paulo Roberto Cunha de Alme¡da I Paulo Tarso Libanio I
PauloVerr¡lPauloVitorAndradedeN4edeiroslPedreiradeFreitasLtda.lPedroBarretoVinhasAbreulPedroBattagl¡nilPedroB¡ttencourteSilvalPedro
Brága I Pedro Caribé Rattes I Pedro Felipe Vergo Scheffer I Pedro Grala I Pedro Gustavo Costa Carvalho I Pedro Gustavo Pereira Leite I Pedro Henrique
Figueiredo N4agalháes I Pedro Henr¡que Petry Palharino I Pedro Jorge fvlartins Ricarte dos Santos I Pedro Junqueira de Barros I Pedro Lopes Negráo de Lima
I Pedro lvlontaleone I Pedro Peixoto de Sousa Lopes I Pedro Régis I Pedro Rivera I Pedro Rua Rodriguez Rochedo I Pedro Xavier de 0live¡ra I Pedro Yoshito
NoritomilPh¡lippo¡4oraisdeAlmeidaiPlEngenhariaeConsultoriaLtda.lPilarlnesRoiglPixelmaislPolianaPaivaPintoNovdtolPollyanaN4agalháesAlves
I Pollyanna Fernandes Bianchi I Portal Prevenqao de lncéndio I Portland State University I Pris Normando I Priscila Sasaki I Priscilla Bonadia Rodrigues I

Projertaeo Projetos e Soluqóes Estruturais Ltda. R R2 Arquitetura I Rafael Alex Friedrich I Rafael Alexandre Lengler I Rafael Antonio de Sá Mota I Rafael Artico
I Rafael Calixto Casasco oliveira I Rafael Carbonera Lobo I Rafael Cobucci de Olive¡ra I Rafael Costa de ¡4oura I Rafael Costa de Que¡roz I Rafael Dias Aquino
I Rafael Diegues Jesus I Rafael do Nascimento Domingues Esteves I Rafael Fre¡re Dutra I Rafael G. Bezerra de Araú]o I Rafael Gonzaga Bifaroni I Rafael l.
ParedeslRafaelKazuoAbeCarvalholRafaelMascololRafaell4áximoCarreiráRibeirolRafaelMouradlRafaelNunesTorreslRafaelPaulilRafaelReolon
I Rafael Silva Brandáo I Rafael Silva 0liveira I Rafael Tadeu de Matos Ribeiro I Rafael Yassuo Yamamoto I Ralaela l'4at¡azzo Peixoto I Raffaela Pastore I Raina
de Alencar Menezes I Raíssa Cast¡lho Nery l.4artiñs I Raissa Laubenbacher Sampaio de Toledo I Ralph Felipe lvlassaichi Gondo I Ramon Costa Nascimento I
Ramon Nunes de Oliveira I Raniery Batista da-Silva I Raoni Machado I Raphael Araujo Colares de Fre¡tas I Raphael Arlot I Raquel Din¡z oliveira I Raquel
Schramm I Raul H. N. de Deus I Regina Maria Vilela Nunes Lopes I Regis Ata¡des I RéBis Marciano de Souza I Regis Pamponet da Fonseca I Rejane Magiag
Loura I Renan da Silveir¿ Santos I Renan Gongalves Baptista I Renan Gustavo Pacheco Soares I Renan Moraes I Renan Rosa I Renata G. Galúcio de Oliveira I
Renata ldargo I Ren¿to Augusto Zandrini I Renato Barbosa Guanaes Simóes I Renato Barbosa Moreira i Renato Cambra¡a I Renato F. de Araujo I Renato Faria
dos Anjos I Renato Gioielli I Renato Gustavo de Almeida I Renato J. P. C. [.4iranda I Renato Maria Angioletti I Renato Pereira Aboim Tavares I Renato Rocha
LongolRenatosatioKanekolRenatoTavaresFerro]RicardoBusolRicardodaRochaeSilvalRicardodosSantoslRicardoErnestoLevylRicardoFerre¡ra
Gaspar de Souza Neves I Ricardo Laube l.4oritz I Ricardo Pacheco Rezende I Ricardo San Martins I Ricardo Schwab Schirmer I Ricardo W. Machado I Richard
ProjetoslRichardRodrigodaSilvaEliaslRobertaMariaN4achadolRobertaRochaLongolRobertolnabalRobertoloséSoareslRobertolt4.CobralRoberto
Monteiro Basto da Silva I Roberto [4urta I Roberto Vasconcellos Rebolla Filho I Roberto Wilson Pereira de Araujo I Robertt Angelo Fontes Valente I Robson
Pereira lvlaia I Robson Ribeiro da Costa I Rodney N4onteiro Soares I Rodnny Jesus l"lendoza Fakhye I Rodolfo Kalandj¡an I Rodolfo Lima I Rodolfo Santos Costa
Masaranduba I Rodrigo Affonso I Rodr¡go Antonio ToÍo Pavez I Rodrigo B. Rosinha I Rodrigo Costa Pere¡ra I Rodrigo Fabiano l.4ontemezzo I Rodrigo Guedes
de Azevedo I Rodrigo L. Kamimura I Rodrigo Laqua Pe(anha Falcáo I Rodrigo Lopes Lobato I Rodrigo Luiz Avilez Vilarinho I Rodrigo l.4achado l4aia I Rodrigo
N4aiaeS¡lvaLagolRodr¡goMatheuslRodrigoN4ottadeOliveiralRodrigoMoulinPieÍottlRodrigoNunesdeOliveiralRodrigoNurnbergiRodrigoPalmer
lrffilRodrigoRhaninideSáeSilvalRodrigoSauriLav¡erilRodrigoSilvadeCarvalholRodrigoSilveiraBarretolRodrigoSouzadeSiqueiralRodrigoVargas
Souza I Rodrigo Yeimei Kosh¡kene I Rogério de Carvalho Paes de Andrade I Rogério José Sol¡dario Chaves I Rogério Moreira Carvalho I Rogério Nogueira da
SilvalRomáriodeJesussantoslRomoloSaporitolRomulo¡4ilaneselRonaldoBianchinlRonaldoLeáoMoraeslRonaldo[4ohrlRonanYuzoTakedaViolin
I Ron¡lson Shimabuku I Ronival GonEalves Pereira I Roos Sophia Dam I Rosana l'4uñoz I Rosane Gomes de lYoraes I Rubens Altimari I Rubens César Queiroz
BarroslRubensdoCarmolRubensMagnoJuniorlRuddyRicc¡tuchslRuiMedeiroslRuiTomioUt¡ykelRutaArquiteturalRuyN4oraesSampaiojuniorl
Ruy Plessim de Almeida Filho 5 Saboia + Ruiz Arqu¡tetos I Sabrina C. G. Pessóa Guedes I Salatir Rodrigues Jr. I Salvador Noboa tilho I Sam Wai Sing Ng I

.samiraGregoriolsamuelCeronlsamuelPimentelCostalSanderleyl4artenuccilSándorDin¡zKisslSandroAlmeidalSandrolYorettiC.AlmeidalSarah
Parheco Alvim i Saskia Huizinga I Saulo Silvestre de Castro I SBC Sistema Brasileiro de Construsóes I Sebast¡áo Bezerra da Silva Neto I Sebastiáo N4oacir de
Olive¡ra I Seiziro N4arco Hirai I SÉrgio Alexandre Uemura I Sérgio Augusto da Silva Tenório I Sergio Claudio dos Santos I Sérgio Cunha Lima I Sérgio de Melo
AlvesJrlSergioEduardoGielfelSérgioFonsecalsérgioS.SecanechialSérgioYaginumalSheonaThomsonlSidneiArnaldoTergoniFilholSlegbertZanettini
I Silvio A. P. Lamego I Silvio Adriano de Moraes Leme | Sílvio Hickel do Prado | Simáo Zampieri I Simone Gesser I Simone Rodr¡gues Campos Ruas I S¡mone
Rodrigues de Sousa I Simone Teixeira I Sociedade Educacional Uberabense I Solange T. Ezure I Solaris Engenharia Ambiental Ltda. I Sol¡y Exman Kleingesinds
lSonia5ilvaGomeslSóniaVi¡henalSTECEngenhariaeConsultoriaLtda.lStefanyTrolanlStephanieThiesenlStud¡oJulianaPellegrinilSuellenMontenegro
¡ Suely Bacchereti Bueno I Sulymara ¡4. F. S. Kussano I Sylvia Regina Mesquita de Almeida TTadeu Rosanti Sugahara Medeiros Lima I Tais Rolim I Tales Lobosco
I Tania Animas Gutiérrez I Tarsila [.,1¿ntovani I Tássia Roberta Barbosa de Paula I Tatiana Barros de Andrade Melio GonEalves de Souza I Tatiana Borim de Simone
I Tar¡ana Kuchar I Taylor Adriano Chaves I Thais Alessandra Bastos Cam¡nha Sanjad I Thais Caixeta Braga I Thais Francoski I Thais F4aria Dan Ramos I Thais
Vieira Faciola I Thaisa Marques Leite I Thales Antonio otal l'4endonEa I Thalita Alvim Ayres I Thamy Orsi Geraissate I Thel Rocha Bertech¡ni I Theo Siqueira I
Thiago Ayarroyo de O¡iveira I Thiago Carvalho Bayerlein I Thiago Coelho lt4artins I Thiago Costa Wanderley I Thiago dos Reis I Thiago Kanji ¡4atsumoto I Thiago
Leister5álThiagolt4anzilThiagolvlittmannHennemannlThiagoRangellThiagoR¡chterVenturolelThiagoSiqueiradeSálThiagoSoareslThomásB.Verderesi
I Thomás HP Garcia I Thomaz Borges I Tiago Al(ántara I Tiago Andrade Gomes Silveira I Tiago Ariel Schon¡nger I Tiago Augusto Nogueira Foramiglio I Tiago
Cr¡stofolilTiagoGuimaráesTeixeiralTiagoLiralTiagoLuísPaivaFagundeslTiagoLuzBarbosadeCastrolTiagofvlendeslTiagoOakleyiTiagoScanavaccal
T¡agosouzalTiagoV.BarralTimN4ccarthylTomSorairelTomásdeLaralTomásVieiradeLimalTon[4essalTosh¡oAndréMalufSasak¡lTQSlnformática
Ltda. U UCEFF - Unidade Central de Educasáo Faem Faculdades Ltda. I Ulisses F4agno dos Santos I Uniáo de Ensino do Sudoeste do Paraná - UNISEP I UNIFEB
- Centro Universitário da Fundaqáo Educacional de Barretos I Universidade da Amazon¡a - Unama/Ser Educacional I Usama Samara VVAEA - Vega Arquitetos
e Engenheiros Associados I Vagner 6rison I V¿ld¡r Bandeira Fiorentin I Vale Arquitetura Ltda. I Valter Parzewski Junior I Vanessa Chagas Resende Pinto I Vanessa
FátimaPasaDutralVanessaOyakawalVendraminiEngenhariaLtda.lVictorFernandesMenezeslVictorHuBoLodilVictorL.MarquesiVictorPonteslVictor
Serrano e Silva i Victor Yoshidi Sanches Natumi I Victor Zanata 14illeo I V¡n¡cius Cadete Gazzinell¡ Cruz I Vinic¡us Emiliao Balthazar I Vinícius ¡4arcio Rodrigues
pereiralViniciusMotalViniciusRafaeldeAraujoNogueiralViniciusZancoBuenolVirgílioCosta[4atoslVirgÍniaPorpinolVitorBochettVilelalVitorGeraldo
FinklertVitorGodinhodaSilvaHenriquelVitorHugo0liginilVitorLethierLe¡telVitorMartinsCaramlVitor¡4artinsGonEalveslVitorTatsuo¡tocazulVitor
Yugo Katanosaka I Vivian Altebarmakian I Viviane Zerlotini da Silva I Vlad¡mir Eug€nio Pascoal Campelo W W.A.R.R.P ¿rch¡tectenvennootschap I Wagner de
Lima Alonso I Walbert Christian P¡nto Borges I Waldomiro de 0liveira Moreira Neto I Wallace G. Ferre¡ra I Walter Gonqalves Neto I Wander Douglas Pires de
Camargo I Wanna Carva¡ho Fontes I Welington Nogueira I Wellington N4orette I Wengecon lndústria Comércio e ConstruEóes Ltda. I Wesley IYiranda de Sena I

WildoFernandesPennalW¡liandossantoslvloraislWilianFranqaCostalWilliamf4.Nishii lWilliamSegerenlWilliamTurnerlW¡lliamsCarlosPretkolWillie
Oehninger I Willy Taketa Dantas I Wilson Emilson de siqueira Neio I Wilson Horstmeyer Bogado I Wilson Silva Junior I Wilson Varg¿s I Winston Junior Zumaeta
MoncayolWlamirAugustoRibeiroXXavierPérez-VerdiaOchoaYYconCursosdeFormaqáoContinuadalYgorNoratlYukaOgawalYulieHisiPanhocalYuri
lvan Maggi I Yuri lvlacedo de Miranda I Yuri ¡4estinik ZZacarias Chamberlain I Zé Cassio arquitetura I Zenildo Ferreira de oliveira I Zuleika [.4ary Tsutsumi
SUMAR!O
CONTENTS

APRESENTAqÁo
08
KIT ESTRUTURAL MOLA 1

¡'.,):,..,.:. l:':,': ::.¡-::: :t.: I


10
DICAS DE MONTAGEM
ASSEMBLY TIPS LL
CONTEÚDO DA CAIXA
T2
O QUE VOCE PODE FAZER
WHAT YOU CAN DO L4
SISTEMAS ESTRUTURAIS
STRUCTURAL SYSTEMS

1. LTGACÓES
CONNECTIONS L6
2.TIRANTE
TEN5/AN MEMBER L7
3. PILAR
COLUMN Lg
4. VIGA
BEAM 20
5. PÓRTICOS
FRAMES 22
s.TRELI§AS
TD,,CCr(
I
'
\VJJLJ
28
7. VIGA VIERENDEEL
VIERENDEELTRUSS 32

PRATIQUE
PÑA{T!CE 33
REFERÉNCIAS
trÉF§trFTdC§5 38
APRESENTAqAO
PRESENTATION

0 Mola é um modelo físico interativo que uma sequéncia de exemplos de sistemas


simula o comportamento de estruturas estruturais, apresentada de maneira clara e
arquitetónicas. 0 modelo é composto por didática, a partir da qual vocé poderá colocar
um conjunto de peEas moduladas que se em prática sua criativldade com simulagáo
conectam, permitindo inúmeras combinagóes. imediata dos sistemas idealizados.

Com o Kit Estrutural Mola 1, vocé poderá 0 Kit Estrutural Mola 1 náo requer
montar diferentes sistemas estruturais, conhecimento técnico prévio para que vocé
visualizar os movimentos e deformagóes possa iniciar o estudo das estruturas. Seu uso
de seus elementos e sentir as estruturas é muito simples e instintivo, e se aplica tanto
utilizando as próprias máos. a profissionais e estudantes da área como a
qualquer pessoa interessada no assunto. Esta
Trata-se de uma atividade na qual é possível ferramenta de análise qualltativa pode ser
compreender conceitos abstratos de maneira utilizada como recurso auxiliar aos métodos
tangível e concreta. 0 objetivo desse tipo de convencionais de estudo, concepgáo
estudo é desenvolver, a part¡r da experiéncia e verificaEáo das estruturas.
com o modelo, o conhecimento intu¡t¡vo do
comportamento das estruturas, fundamental Vá além dos exemplos apresentados aqui e
para arquitetos e engenheiros, principalmente faga parte da nossa comunidade de usuários
na fase de concepgáo de um projeto. do Mola. Participe de discussóes, divulgue
suas descobertas e melos de utilizagáo do
Este Manual é um guia prático de utilizagáo modelo e aprenda com a experiéncia de
do Mola e contém explicagóes sobre as pegas outros usuários. Acesse www.molamodel.com
e os processos de montagem, bem como e descubra mais.

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CIETUT!FICA]IIEIUTEI

FaEa o download da dissertaEáo de


mestrado com todos os resultados
da validagáo do Mola em
www.molamodel.com
Molo is an interactive phgsical model thot ports ond assemblg pracesses, os well as
simulotes the behovior af architecturol o series of examples of structurol sgstems
structures. The model cans¡sts of o set presented in a cleor and didactic wag.
of modular ports thot connect to ollow As such, Aou con put gour creot¡vitg in
ca u ntl ess co m bi n oti o ns. use ond immediotelg simulote gour
envisioned sgstems.
With Mola Structurol Kit 1, gou con build
different structurol sgstems, visualize the Molo Structural Kit 1 requires no prior
movements ond deformotions of their technicol knowledge for gou to stort
elements ond feel the structures using studging the structures. lts use is verg
your own honds. simple and instinctive and is opplicoble to
both professionols and students, as well
It ¡s on octiv¡tg that con help gou as ongone interested in the subject. This
understand obstroct concepts in o tangible qualitotive analgsis tool con be used os o
snd concrete monner. The oim of such resource to convent¡onol methods of studg,
studg is to develop, from the experience conception ond verification af structures.
with the model, on intuitive knowledge of
the structurol behavior, which is essentiol Go begond the examples presented here
for orchitects ond engineers, porticulorlg in and join our Mola user communitg. Toke
the conception phase of a project. part ¡n discussions, show gour findings ond
woys of using the model ond learn from
This Manual is o procticol guide for using the experience of ather users. Visit
Mola and cantoins explonations about the www.molamodel.com ond find out more.

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M

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conto¡ning all of the Molo
volidotion results ot
www.molamodel.com
KIT ESTRUTURAL MOLA 1
MOLA STRUCTURAL KIT 1

Na observagáo de uma estrutura real, é difícil perceber os While observing o real structure, ¡t ¡s difficult to visuolize
fenómenos físicos envolvidos em seu comportamento. Suas the phgsical phenomeno involved in its behovior. lts defor-
deformagóes e deslocamentos geralmente náo podem ser mot¡ons ond displacements usuollg cannot be detected bg
detectados a olho nu, o que torna o assunto muito abstrato the naked ege, which mokes ¡t o verg obstroct and difñcult
e de difícil compreenseo. subject to understond.
As pegas do Mola foram projetadas com materiais específi- Molo ports were designed with specific materiols to al-
cos, para permit¡r a visualizaEáo desses fenómenos. A ideia é si- low the visuolizotion of these phenomeno. The idea ¡s to s¡m-
mular o comportamento das estruturas, de forma tát¡l e visual, ulote the behovior of structures ¡n o tact¡le and visuol wog,
tornando, entáo, o assunto mais concreto e intuitivo. moking the subject more concrete lnd ¡ntu¡t¡ve.
0 Kit Estrutural Mola 1 é compacto, versátil e fácil de usar. The Molo Structural Kit I ¡s compoct, versatile ond eosg
Todas as pegas sáo conectadas por meio de magnetismo e cada ta use. All ports ore connected through mognet¡sm, ond each
uma representa um ou mais elementos de uma estrutura real. one represents one or more elements of o reol structure.

A Chapa de Base lG Groundl - -


The Bose Plote (G Ground)
representa o solo onde a estrutura represents the soil where the structure
será construída. Apresenta, em um dos will be built. lt presents, on one side,
lados, marcagáo de eixos estruturais morkings of structur1l exes to foc¡litate
para facilitar o posrcionamento das the pos¡tioning of the parts ond the
peqas e a montagem das estruturas. assemblg of the structures.

As LigaEóes de Base IGC Ground - The Bose Connections (GC -


Connectionl representam as fundagóes Ground Connection) re present
da edificagá0, responsáveis pela
ligagáo da estrutura com o solo. Cada
pesa conta com 4 marcaqóes de eixo,
fO the foundotions of the building,
responsible for the ottachment of
the structure to the so¡|. Each piece
para facilitar seu posicionamento na hos 4 oxis markings to foc¡l¡tate ¡ts
Chapa de Base (G). pos¡t¡on¡ng on the Ground (6).

As Esferas (C
- Connedionl The Spheres (C *
Conneaian) ore
, \-r/ .\
sáo responsáveis pela conexáo responsible for the ottochment
entre os elementos estruturais, between the structurol elements,
representando as llgagóes rotuladas representing the pinned connect¡ons of
de uma estrutura. o structure.

As pegas de Ligaqáo Rígida (RC90 - The Rigid Connections (RC90 -


Rigid
Rigid Connection 90"1 sáo util¡zadas
para enrijecer as ligagóes de 90' entre §fiÉ' Connection 90') ore used ta t¡ghten
the 90-degree connect¡ons between

W
os elementos estruturais. structurol elements.

-
As Molas (B Bor) representam os The Springs (B - Bor) represent the
elementos de barra de uma estrutura, bor elements of o structure, such os
como pilares e vigas. columns ond beams.

As Diagonais (D -
Diogonall
É( The Diogonals (D - Diagonal)
representam os elementos mais represent the slenderer elements of
esbeltos de uma estrutura, como o structure, such os tension members
tirantes e contraventamentos. ond wind broces.

- r't.....I The Plotes (P -

w
As Placas lP Plotel sáo elementos Plote) are rigid
rígidos que representam as superfícies elements which represent planor
planas de uma estrutura, como la.1es, 64. surfaces of o structure, such as slabs,
paredes estruturais e coberturas. , beoring wolls and roofs.

10
DICAS DE MONTAGEM
ASSEMBLY TIPS

MAIUUSEIO E ARMAZEIUAIIEIIITO HATÜI'UilA AND S7ORAGE

As Bairas e Diagonais (8, D) > I The Bors ond Diagonals (8, D)


apresentam ímás em suas hove mognets ot their extrem¡t¡es,
extremidades, e esses imás sáo ond these mognets are pos¡t¡oned
posicionados de modo que as peEas so thot the ports may connect to
possam se conectar umas ás outras. ,./ one another. Thus, eoch bar or
Assim, cada barra ou diagonal tem diogonol hos ends w¡th oppos¡te
extremidades com polaridades magnet¡c polaritg. Therefore, if
magnéticas opostas. Portanto, caso there is repulsion between two
haja repulsáo entre duas peqas, "/ parts, simplg invert one in order
basta inverter uma delas para que to perfectlg connect them.
ambas se conectem perfeitamente.
The Rigid Connections (RC9O)
As Ligagóes Rígidas (RC90) contam I feoture mognets along their
com Ímás ao longo de seu perímetro,
>

á N perimeter, pos¡t¡oned to ollow

N7
posicionados de modo que as pegas the parts to eos¡lg connect. Eoch
se conectem facilmente. Cada peqa port presents o single mognet¡c
apresenta uma Única polaridade N polority in its perimeter and,
magnétlca em seu perÍmetro e, para for their ottochment, s¡mplg
sua uniá0, basta intercalar as pesas ¡nterpalate the ports with
de polaridades diferentes. oppos¡te polor¡t¡es.

As Placas (P) também tém Ímás ¡ I The Plotes (P) also feoture
ao longo de seu perímetro, magnets olong their perimeter,
posicionados para que elas possam pos¡t¡aned ta ollow connect¡ons.
ser conectadas. Cada Placa conta Eoch Plote presents o single
com uma única polaridade magnética mognetic poloritg. To stock them
em seu perímetro e, para sobrep6- up, simplg interpolate the ports
las, basta intercalar as pegas de w¡th oppos¡te polorities.
polaridades diferentes.

UOÍUTAGEM ASSENBLY

No momento de posicionar qualquer \ While pos¡t¡on¡ng ong element,


elemento, sugere-se segurar a peqa ¡t is suggested to hold ¡t bg the
pela extremidade que será ligada á extrem¡tg thot will be attoched to
estrutura. lsso lmpede que a peEa the structure. This prevents the
seja atraída por outros elementos. port from being drown bg other
elements.

APLTCAgÁO DE CARGAS LOAD APPLICAÍIOil

Usar as máos é a maneira ideal de > I The ideol woA to applg laods to
aplicar carregamentos nas estruturas structures ossembled with Mola
montadas com o Kit Estrutural Structural Kit 1 is through the use
Mola 1. Assim, é possível sent¡r as of honds. This wog, it ¡s poss¡ble
estruturas pelo tato, proporcionando to feel the structures through
uma nova experiéncia á touch, prov¡ding the user w¡th o
aprendizagem do usuário. new leorning experience.

ATEilgÁO/ ATTENI'ON

r Mantenha as peeas do Kit Estrutural Mola 1 longe de itens magnet¡camente sensíveis.


^. Keep the Mola Structurol K¡t 1 ports awog from mogneticollg sens¡t¡ve ¡tems.
CONTEUDO DA CAIXA
WHAT'S IN THE BOX

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§

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r1ttttrttttft rlilrir tiqB ,qlEali!1lü¡tj rtrtar§E '!§
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tt

13
O QUE VOCÉ PODE FAZER
WHAT YOU CAN DO

Para cada estrutura montada com o Kit Estrutural Mola 1 é For each structure built with Mola Structural Kit
possÍvel analisar uma série de conceitos. Durante a utilizagáo possible to analgze a number of concepts. Keep
tenha em mente o que vocé pode fazer com o Mola. whot gou can do with Molo:

Visualizar as deformagóes e
deslocamentos das estruturas sob
efeito de diferentes carregamentos e
diferentes possibilidades de ligagóes
entre os elementos estruturais.
Estudar o equilíbrio e
Visuolize defarmotions and a estabilidade global ' \, ,... iíf ttit§f ii
displacements of structures under ff ff íf If íÍÍilÍÍirmf
the influence of different loads and
do sistema estrutural *,-."'
proposto (equilíbrio ,1
different poss¡b¡lit¡es of connectians externo), observando os
between structurol elements. deslocamentos horizontais,
verticais e de giro.
I.
Studg the bqlance ond -.t,
overall stabilitg of the -,
proposed structural í
sgstem, abserving the
horizantol. verticol ond
rotot¡on displocements.

Simulate the stoges of building a


structure, studging the hierarchg
of its elements, that is, the ideal
sequence of assemblg of the vorious
ports of the structure.

,*

#
I
ri¡

-q.. "^
\ 1[.,
1

J';

14
Sentir as estruturas com as máos, descobrindo
o efeito das forgas no comportamento das

#
estruturas e de seus elementos.

Feel the structures with gaur honds


er¡nn
vct t,t9 ÍhP cffpt'f u,
Ltrc c¡,sL( of for«

{\,\
l:
{,
L
l¡t
II
i{
j
*t!
'i'!
Understond the
internal farces ,

turns how the '

.I'*§
.:, :.

j.
Analgze the influence of the architecturol
form on the overoll behaviar of stru(ture

#ft'r
tult

15
LTGAqOES 01
CONNECTIONS

2x o As estruturas geralmente sáo formadas por Structures ore usuallg composed of dif-
diferentes elementos que trabalham em con- ferent elements work¡ng together. The
3x v junto. As ligagóes tém um papel fundamental connect¡ons hove an essent¡ol role in the
1x ñ no comportamento global das estruturas, so- globol behavior of structures, especially
\,-/ bretudo na distr¡buiEáo dos esforgos entre os ¡n the d¡str¡but¡on of loods between struc-
2x elementos estruturais. tural elements.
Com o Kit Estrutural Mola 1, é possível With Molo Structural Kit 1, it ¡s poss¡-
simular dois tipos de ligagóes: rotuladas e ble to simulote two tApes of connections:
ríg¡das. Estas se diferenciam em fungáo dos pinned ond rigid. Theg ore distinguished
movimentos que podem ocorrer entre os bq the movements thot con occur between
elementos conectados. the connected elements.
Pense nas ligagóes como "pontes" por onde Think of connections os "bridges" where
as forgas transitam de um elemento a outro. the forces move from ane element to onother.

^, ^-
n
tig.qao de um elemento de barra (B) com a fundaqáo aOi,ion.nOo duas pegas RC90, vocé transforma a ligagáo
I (CC) ¿ considerada uma ligaEáo rotulada (ou articulada), f rotulada em ligagáo rigida, impedindo o giro da pegá B em
pois permite o giro da pesa em torno da ligagáo. torno da ligagáo. Esse tipo de ligaqáo é chamado de engaste.

The connection between o bor element {B) and the foundo' Bg odding two RC9A ports, you can turn the pinned
tion (GC) is considered a pinned connection (or hinged), os it cannect¡on into o rigid connect¡on, prevent¡ng the rototion
ollows the rotot¡on of the bor around the connect¡on. of the bor (B) oround the connect¡on. This tgpe af
connect¡on is olso known os frxed.

^n
n
rigrgao entre barras (B) através da esfera (C) também ¡
Adicionando a peqa RC90, vocé transforma a ligagáo
J é considerada uma ligagáo rotulada, pois permite o giro { ¡s1ul¿fl¿ em ligagáo rígida, impedindo o giro da! peEas
das pegas em torno da ligagáo. em torno da ligagáo.

The connection between bors (B) through the sphere (C) is Bg odding the RC90, you cln turn the pinned connection
olso considered o pinned connection, os it ollows the rototion into o rigid connection, preventing the rotat¡on of the parts
of the ports oround the cannect¡on. oround the connection.

16
TIRANTE 02
TENSION MEMBER

0s tirantes de uma estrutura sáo elementos The tension members of a structure are
muito esbeltos, pois respondem apenas a es- verg slender elements, because theg onlg
forgos de tragáo. resist tension loads.
Tragáo é o efeito causado por forlas que Tension is the effect coused bg forces
sáo apl¡cadas em sentidos opostos, de dentro opplied ¡n oppos¡te direct¡ons, outwordlg,
1x ilM( para fora, na dire!áo do eixo do elemento es- taward the structural element axis. The
trutural, 0s tirantes podem ser utilizados de tens¡on members con be used ¡n vorious
1x fi+u várias maneiras em uma estrutura, susten- wdgs in a structure, supporting suspended
tando coberturas e pavimentos suspensos, roof sgstems, brocing horizontol, verticol
fazendo travamentos de planos horizontais, ond inclined plones, stobilizing the
vert¡ca¡s e inclinados, estabilizando o conjun- structurol ossemblg, etc. We will sltow
to estrutural, etc. Mostraremos algumas des- some of these opplicotions ¡n the following
sas aplicaqóes nos exemplos a seguir. exomples.
Quando um tirante é submetido á tra- When o tens¡on member is subjected
qáo, a carga se distribui por igual entre to' to tens¡on, the lood is distributed equallg
das as fibras do elemento, gerando um au- among oll of the frbers of the element, gen-
mento uniforme do seu tamanho. erot¡ng o un¡form increose in its size.

."l#
& Aplique um leve puxáo na pega B e perceba que a
deformaEáo causada pelas forgas de tragáo gera um
leve aumento no seu comprimento. Essa deformagáo é
denominada deformaqáo axial, pois ocorre ao longo do
eixo do elemento.

Applg o slight tug on the port B and notice thot the


deformation coused bA tens¡on loods generotes o slight
increose in its length. This deformotion is colled axiol
deformotion, as ¡t occurs olang the element's axis.

Para simular tirantes nas estruturas montadas com o


Mola, utilize de preferéncia as Diagonais (D).

To simulote tension members ¡n the structures ossembled


with Mola, it is preferoble to use the Diogonols (D).

t7
PILAR
COLUMN

Os pilares geralmente sáo elementos ver- to, e se tornam determinantes na arquite-


8xZ ticais e relativamente esbeltos, projetados tura, principalmente por causa de suas for-
para suportar esforqos de compressáo. mas, drmensóes e d¡stribuiqáo no espaso.
2x@ Compressáo é o oposto de tragá0, ou
seja, é o efeito causado por forgas aplica-
Por apresentarem um comprimento ge-
ométrico bem maior que suas dimensóes
1x das em sentidos opostos, de fora para den- transversais, os pilares estáo sujeitos a pos-
lx tro, na diregáo do eixo de um elemento es- sibilidade de flambagem.
trutural, diminuindo de maneira uniforme o A carga de compressáo necessária para
seu tamanho nessa diregáo. As pegas sub- causar a flambagem de um pilar é chama-
metidas á compressáo podem apresentar da de carga crítica. A carga crÍtica varia de
uma perda de estabilidade lateral chamada acordo com a esbeltez da peqa, os tipos de
de flambagem. Iigagóes e o comprimento Iivre do pilar. Alte-
Os pilares sáo fundamenta¡s nas estru- rando essas características, podemos perce-
turas, pois tém a funEáo de transferir as ber a mudanga da carga crítica e do compri-
cargas á fundagáo pelo caminho mais dire- mento de flambagem do elemento analisado.

L = Comprimento do Pilar/ Column Lengtlt


Lb = Comprimento de Flambagem/ tsitckiing Len-qti'

L¡. L

Lu =L

^r¡ ^,
e.r..u.que um pilar com as O 0,,.r. com a ligagáo rígida na
I duas ligagóes rotuladas apresenta ébase e rotulada no topo apresenta
comprimento de flambagem igual ao comprimento de flambagem menor que
seu comprimento geométrico. o seu comprimento. Perceba que a carga
crítica é maior que a carga do exemplo 1.
Note thot a column with two
pinned connections displags o The column with o r¡g¡d connect¡on qt the
buckling effective length equal to ¡ts bottom ond o pinned connect¡on ot the top
geometrical length. presents o smoller buckling effect¡ve length
than its geometricol length. Note thot the
cr¡t¡col tood ¡s greoter than that of example 1.

18
03
Columns ore usuollg vert¡col ond relotive- ch¡tecture, porticulorlg due to the¡r forms, di-
lg slender elements designed to res¡st com' mensions ond distribution ¡n spoce.
pressive loods. Becouse af the¡r disproportionote geo-
Campression is the opposite of tension, metrical length in comporison to their
nomelg, it ¡s the effect coused bg forces transverse dimensions, columns ore subject
opplied ¡n opposite directions, inwordlg, to- to potent¡ol buckling.
word the oxis of o structural element, uni- The required compression ta cause buck-
formlg reducing its size ¡n thot direction. ling in o column is known as criticol lood.
A structurol member looded in compres' The criticol lood vories occording to the
sion mog displaq a loss of laterol stobilitg slenderness of the port, the tApes of con-
known os buckling. nect¡ons and the unsupported length of the
Columns are essent¡al in structures be' calumn. When oltering these feotures, we
I cause theg hove the function of tronsferring can not¡ce the change ¡n the cr¡t¡col l00d
the loods to the foundotion through the most ond the buckling effective length of the an-
d¡rect route, and theg ore instrumentol in ar- algzed element.

Lb. L Lb, L

l
I
I

^2 ^
o ,,,rr. comas duas ligaqóes O pilar com ligagáo rígida na base e livre no
J rígidas apresenLa comprimento de topo apresenta comprimento de flambagem
flambagem ainda menor. Perceba que duas vezes maior que o seu comprirnento
a carga crítica é maior que a carga geométrico. Por isso, a carga crítica é bem menor
dosexemplosle2. quando comparada aos exemplos anteriores.

The column with two rigid The freestonding column with a rigid cannection
connect¡ons displogs on even at the bottom displogs a buckling effective
smoller buckling effective length. length twice os large os ¡ts geometricol length.
Note thot the cr¡t¡cal lood is greoter Therefore. the critical lood is much lower when
thon those of exomples 1 ond 2. compared to the prev¡ous exomples.

19
VIGA
BEAM

C
8xV Vocé vai precisar da ajuda de Observe a flecha de uma viga bi apoiada )
outra pessoa neste exemplo! resultante de uma carga vertical aplicada
¿xo You will need the help of
no meio do váo. Por apresentar somente
ligacoes rotu aoas. a vi8a transrile apenas
onother person for this exomple! eslorcos vertica;s para os apo os.
1x

hinged on both ends, resulting fram o


vert¡cal lood applied ot mid-spon. Due to
present¡ng just pinned connect¡ons, the beom
onlg tronsfers vert¡col loods to ¡ts supports.

As vigas sáo e ementos horizontais utilizados para vencer váos e estáo Na viga engastada e apo ada a flecha
sujeitas predominantemente ao esforgo de flexáo. é menor quando so citada pe a mesma
Flexáo é o efeito causado por foqas aplicadas perpendicularmen- forga do Exemp o 1 Observe que, na
te ao eixo do elemento, e o deslocamento provocado por essa forga extremidade engastada (ligaEáo rígida), além
é chamado de flecha. dos esforgos verticais, existe tarnbém uma
Assim como a flambagem no pilar, a flecha de uma viga pode variar reagáo ao grro. Na concepgáo estrutural, o
em fungáo de suas ligagóes. Experimente montar os exemplos ao ado. giro é chamado de momento.

Beoms ore hor¡zontal elements used to overcome spons ond ore sub-
ject mainlg to bending sfresses. deflection is smoller when resulting from
Bending is the effect cqused bg loads applied perpendicular to the the súme lood from Exomple 1. Note thot
oxis of the element. The displocement coused bg this load is known on the fixed end (rigid connection), ¡n
os deflection. addition to the vert¡col farces, there is olso
Just like the buckling of the column, the beom bending deflection con a redct¡on to rotot¡on. In structurol design,
chonge bosed on ¡ts connect¡ons Trg to ossenble the fallowing exomples. rotation is colled moment.

COMPRESSÁO
{A t"'¡PRE55tüix
! a viga bi-engastada apresenta uma
J flecha ainda menor quando comparada
com os exemplos 1 e 2. Sinta a transmissáo
de momento (giro) nas duas extremidades.

A beom fixed on both ends deflects even


less when compored to examples 1 ond 2.
Experience the tronsm¡ss¡on of the moment
(rotation) ot both ends.
rRAqAo
TENSIAI'I

i ¡a*ao provoca simu taneamente estorgos de compressáo e traEáo ao


longo da viga. Perceba. no Eremplo '1, que as espiras da mo a se apro
ximam na parte superor e se alastam na parte inferior, caracterizando
compressáo em crma e tracáo emba xo do e emento. No caso da viga
em balango (Exemp o 4), esses esforcos se invertem, apresentando tra-
gáo em cima e compressáo emba xo 7l Na viga em balanqo. a curvatura da
T rlecna se rnverre e seu oesrocamento e
Bending couses both compressive and tensile stresses along the beom. bem maior que o dos exemplos anteriores.
Note in Exomple 1 thot the spr¡ng turns move closer to one onother at
the top port ond move farther from one onother ot the bottom port, chor- ln o contilever beom, the curvoture of the
octeriz¡ng compression ot the top and tension at the bottom. ln the case deflection ¡s inverted and its displacement
of the cont¡lever beom (Exomple 4), these stresses ore ínverted, disploging is much greoter than those of the
tension ot the top and compression ot the bottom. previous examples.

ZO
o4

CARGA VERTICAL CARGA VERTICAL


i.RT!CAL LAAD VERT!CAI. LCAü
FLECHA
DEFLE{-TI ATI
.;;-.. {

v
#
il

4d /» -»

CARGA VERTICAL
VERTICAI. LOAD

+ CARGA VERTICAL
VERTICAL ¡-{),AD
MOMENTO
t4üt.lENT

CARGA VERTICAL
CARGA VERTICAL
VERTi{AL I.ÜAü
VERT{CAL LAAD
+ +
MOMENTO MOMENTO
MAfqENT I'IÜMF¡'IT

CARGA VERTICAL
VERTICAL LAAÜ

+
MOMENTO
Müf\lEl'.lT

2t
,
PORTICOS
FRAMES

3xO Em princípio, todas as estruturas desenvolvem-se no espaqo. Porém, para sim-


6xV plificar o processo de cálculo, é comum que e as sejam div didas em partes.
É muito importante perceber que, mesmo analisadas separadamente, essas
4x (O) partes sáo responsáveis pelo comportamento global da estrutura.
Uma das configuraEóes estruturais mais comuns nas edificaEóes é o pórtico,
4x, nwr formado por viga e pilares, comportando-se como um sistema único. Para o pri
1x nMil meiro entendimento deste sistema, vamos analisá lo em um plano. Monte a es
2X il+il tTUtuTa a seguir utilizando duas Diagonais, para possibllitar tal aná ise
Perceba que o pórtico com todas as ligaqóes rotu adas é instável, pois

lxrl
2x il+
seu equilíbrio deixa de existir quando se apllca uma carga lateral (por exem-
p o, a forqa dos ventos) que provocará o colapso da estrutura.

Normollg, oll structures behove spqt¡allA. However, to s¡mpl¡fg rhe onalgsis


process, ¡t ¡s common to divide them into parts. lt is very importont to note
that even when onalgzed separatelg, these parts are responsible for the
overoll behovior of the structure.
One of the most common structurol configurations in buildings is the
rectdngulsr frame, formed bg columns and beams ond behoving as a sin-
gle sgstem. ln order to begin to understond this system, we will onolgze it
as o plone. Assemble the following structure using twa Diagonols to moke
this onolgsis poss¡ble.
Note thot the frome composed entirelg of pinned connections is unstoble,
becouse its balonce ceoses to exist when o loterol lood is opplied (i.e., the
wind strength), which will cüuse the collapse of the structure.

-1

§ 'e,

Como transformar o pórtico em uma estrutura estável?


.-..,

Preenchendo a parte interna do


Utilizando diagonais, chamadas de pórtico com uma superfície plana, Utilizando uma ou mars gagóes
co ntraventamentoS por exemplo, uma parede estrutural rígidas entre os e ementos

Using diagonol brocing Filling the interior of the frome Using one or more rigid connections
with o plonor surface, such os a between members
sheor woll

Essas opgóes apresentam caracterÍsticas e comportamentos These options hove distinct chorocteristits ond behoviors.
dferentes A escolha da soluqáo a ser adotada depende das The choice of o solution to be odopted depends on the
necessrdades arquitetónicas e estruturais do projeto. orch¡tecturol and structurol needs of the project.

22
Monte a sequéncia abaixo e compreenda o funcionamento do Assemble the sequence below ond understond tlte
s¡stema de contraventamento. functioning of the brocing sgstem.
Adicione apenas uma diagonal ao pórtico e perceba que Add only one diogonal broce to the frome and note
esse elemento vai trabalhar de maneira diferente, dependendo thot th¡s member will work in a different monner, bosed
do sentido do carregamento, Quando a carga é aplicada on the looding d¡rection. When the lood is opplied from
do lado esquerdo, a diagonal sofre traqáo, impedindo o the left side, the diogonol warks in tension, prevent¡ng the
deslocamento do pórtico e estabilizando a estrutura. Quando displacement of the frome and stabilizing the structure.
a carga se inverte (lado direito), a diagonal passa a trabalhar When the load is reversed (right side), the d¡ogonol stlrts
a compressáo. Por se tratar de um elemento mu¡to esbelto, to work in compression. Becouse it is a verg slender
a diagonal flamba, permitindo o deslocamento do pórtico e element, the diogonal buckles, allowing the d¡sp¡acement
tornando a estrutura instável. of the frame and making the structure unstoble.

__--
----5
( iii:2",
k''
COM PRESSAO
CAMPRESSION

Para estabilizar o pórtico com uma única diagonal, essa peqa To stobilize o frame with o single diogonol brace, that
deve ter condiqóes de resistir tanto aos esforqos de tragáo element must be oble to withstand both tension ond
quanto aos de compressáo. Como a compressáo exige peEas compression loods. As campression requires less slender parts,
menos esbeltas, uma opgáo mais económica é utilizar duas o more economicol option is to use two diogonal members
diagonais em forma de X, pois assim, independentemente forming a cross-brocing shape, os ttlot would ensure one of
do sentido do carregamento, haverá sempre uma das pegas the members would work in tension ond prevent the frome
trabalhando a traEáo impedindo o deslocamento do pórtico. displocement, regardless of the load direction.

-'? #¿!;i\'-

eficiente e, por isso, a mais usual. Porém, dependendo


das necessidades de uso do espaqo interno da edificaEáo,
outras configuragóes podem ser utilizadas. Perceba que o
sistema de contraventamento tem a funEáo específica de
resistir a cargas horizontais, sem contribu¡r diretamente
na absorgáo das cargas verticals.

The cross-brocing shape is the most efficient )


configurot¡on and, therefore, the most common.
However, depending on the ¡nter¡or spoce requirements
of the building, other configurat¡ons con be used. Note
thot the main function of o brocing sgstem is to res¡st
hor¡zontol loads, without contr¡but¡ng directlg to the
absorption of vertical loads.

23
05
Enrijecendo as ligagóes entre os elementos estruturais, Bg stiffening the connections between structurol members
transformamos a estrutura em um pórtico rígido. the structure becomes o rigid frome.
Observe que os deslocamentos laterais do pórtico Note that the loteral displocement of the rigid frome
rígido sáo bem maiores que os deslocamentos do pórtico is far greoter than thot of the braced frome. For this
contraventado. Por essa razáo, tais estruturas sáo classificadas reoson, these Structures ore clossified as sway ond non-
como deslocáveis e indeslocáveis, respectivamente. swog, respectivelg.

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Um pórtico rígido pode apresentar vár as configuragóes A rigid frame moy hove multiple conñgurotions composed
compostas por I gagóes rÍgidas e rotu adas De fato. apenas of rigid ond pinned connect¡ons. ln foct, o single rigid
uma ligaqáo rigida pode ser sufic ente para estabi izar um connectian mog be enough to stabil¡ze a plane frome" The
pórt co plano A defrn gáo da quant dade de ga-cóes rigldas por deñnit¡on of the number of rigid connect¡ons to be adopted
adotar vai depender das necesstdades do projeto estrutura . will depend on the structurol design requirements.

-L.
a
w§\
.

le '--

a\
I

J)-
I
,//a J)-
lr-
la
/.//.7. 4I
t7
7»z

Perceba que, no pórtico rígido, os pilares e a viga sáo


responsáveis por resistir tanto ás cargas horizontais como
3s cargas verticais que atuam sobre a estrutura.
I
.?
/e thot ¡n the rigid frome, the columns Tnd the
ore responsible for resisting both horizontol ond
tl loads octing on the structure.
PORTICOS
FRAMES

12x O Adicionando trés vigas e dois pilares ao pórt¡co do exemplo anter¡or, fora do
asx 7 seu plano, podemos criar um pórtico espacial. Entretanto, se tivermos todas as
ligagóes rotuladas, a estrutura estará livre para se deslocar em qualquer dire-
4x l;) qáo, caracterizando-se como uma estrutura instável. O pórtico espacial val se
\_-/ estabilizar a partir do travamento de seus planos verticais e horizontais.
'l8x rwr
¡4onte e perceba que a quantidade mínima de planos travados necessá-
6x ilwn
r¡os para transformá-lo em uma estrutura estável é quatro, considerando os
12x +r
planos vert¡ca¡s e horizontais.
12x-
Nas edificagóes, as lajes também podem func¡onar como travamento do
plano horizontal, trabalhando em conjunto com os sistemas de travamento
3x
t--l dos planos verticais.

Bg odding three beoms ond two columns to the frome in the previous exam-
ple, outs¡de of its plone, we con create a spoce frame. However, if all connec-
t¡ons ore pinned, the structure will be free to mave in ang direction, chorac-
ter¡z¡ng an unstoble structure. The space frome becomes stoble thraugh the
bracing of ¡ts verticol ond horizontal plones.
Assemble the structure below and note thot the minimum amount of sto-
ble plone fromes required to make the structure stoble ¡s four, considering the
verticol and harizontol planes.
ln buildings, the slobs can also function 0s bracing for the horizontal plane,
working in tandem with the bracing sgstems of the verticol planes.

EXERCiCtO 1
PRACTICE EXERCISE 1

Monte e perceba
a diferenga de
deslocamento lateral
das estruturas com
alturas d¡ferentes.

Assemble ond
observe the laterol
displacement of
structúres with
different heights.
0bservamos, no exemplo anterior, que o pórtico espacial torna- We observed in the previous exomple thot the spoce
se estável a partir do travamento de alguns dos seus planos. flome becomes stoble upon brocing some of its plones.
Em uma estrutura com mais de um andar o mesmo raciocÍnio ln q structure with more than one storg, the same
deve ser adotado para cada pavimento da edlficagáo. reosoning should be adopted for each floor of the building.
Náo é necessário que os planos travados sejam os It ¡s not necessory that the broced plones ore the
mesmos nos diversos andares. Porém, a descontinuidade dos some on the vor¡ous floors. However, discontinuitg of
sistemas de travamento entre os pavimentos pode significar brocing systems between levels mog result ¡n a reduced
a redugáo de eficiéncia do conjunto estrutural A escolha da efficiencg of the structurol sgstem. The design solut¡on
solugáo adotada dependerá das necessidades de projeto. choice will depend on project requirements.

EXERCÍCIO 2
pftA{Tt{t EtER{lSr 2

Neste exemplo, observe


o deslocamento lateral e
a vibragáo da estrutura
quando a carga é aplicada
nas fachadas com
dimensóes diferentes.

ln this *xample, ncte


the laters! displacenenr
anri the vibrt¡iian af the
srructur* v¡l'¡en th* iat¡d
is ap¡:iied ofi the f{}tsdss
with d¡ffer€r¡t eiímensians.

26
05
Pudemos perceber que o segredo para a estabilidade de We hove noted thot the keg to the stab¡l¡tA of mult¡-
edifícios de múltiplos andares náo é apenas transmitir as storeg buildings is not reloted onlg to transmitting
forqas verticais para o solo, mas, principalmente resistir ás verticol loods to the ground, but olso to res¡sting )

forqas horizontais, por exemplo, ventos e terremotos. horizontal loads, such os winds ond eorthquokes.
0bserve que, á medida que aumentamos a altura Note that as we increose the height of the building,
da edificaqáo, o deslocamento lateral se acentua the loterql displocement is occentuoted cons¡derablA.
consideravelmente. Siga os exercícios mostrados abaixo e Follow the proctice exercises shown below and observe
perceba a diferenga de deslocamento lateral das estruturas the difference in laterol displacement of the structures.

,..,.{*
-',{ie, *.
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',-(r'

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1) .!-

EXERCíCIO 3 Monte a mesma estrutura com sistemas Put together the some structure w¡th
PRACTICE EXER{I5E de travamentos diferentes e perceba os different brocing sgstems ond observe
deslocamentos laterais. the loterol displacements.

I >

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1"*'

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f*****,,-%
:::
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fn

ii+ :,i .. l,

sd$***-: "é":*
TRELIqAS
TRUSSES

10x O A treliEa é um sistema estrutural composto The truss ¡s o structurol sgstem camposed
8xZ de barras unidas por nós articulados (ligagóes of bors joined through pinned connect¡ons
rotuladas) formando tr¡ángulos, aspecto este forming triongles, the feoture which gives
4x a¡ que lhe confere estab¡lidade. Quando adequa it stobilitg. When properlg designed, the
damente projetadas, as barras da treli§a tra- truss bors onlg work in oxiol tension ond
23x uwn balham apenas a traqao e a compressáo axiais. compression.
Essas características fazem da treliga These chorocter¡stics moke the truss
8x x+ü um s¡stema estrutural econÓmico no consu- an economicol structural sAstem when it
mo de materia¡s, de grande leveza visual e comes to mater¡l| consumption, ond one of
muito utilizado para vencer grandes váos. greot visual lightness, often used to over-
Sua aplicaqáo pode ser observada em co- come lorge sp0ns. lts opplicotion con be
berturas, pontes, tor[es, etc. observed in roofs, bridges, towers, etc.
Acompanhe o exemplo a seguir para en- Follow the exomple below to under-
tender o comportamento de uma treliqa plana. stond the behovior of a plone truss.

,:
-'B
':-

,( r¡ Aplique uma carga vertical no topo


I da estrutura. Perceba que as barras
inclinadas estáo sendo comprimidas, gerando,
assim, forgas horizontais que provocam um
afastamento dos pontos de apoio.

1 Applg o vert¡col lood on top of the


structure. Not¡ce that the diagonol bars ore
being compressed, generat¡ng horizontal
forces thot couse o shift awag from the
bearing points.

-¡ Ad¡cione uma barra horizontal para


é evitar o afastamento dos pontos de
apoio e observe que essa pega ficará
submetida á tragá0. Tal estrutura, assim
constituída, é uma treliga.

Add a horizontol bor to prevent the shift


of the beor¡ng points ond observe thot
this part will be subjected ta tension. The
structure thus formed is o truss.

28
05

2 Monte duas treliqas iguais ás do exemplo


J anterior lado a lado, sem o pilar central.
Perceba que, apenas com o peso próprio, ocorre
a aproximagáo da parte superior das treligas.

Assemble two trusses as outlined in the previous


exomple, side bg side, without the centrol
column. Nate that the top of the trusses shifts
closer due ta the¡r own weight lood.

.tA estrutura,
Parc evitar essa aprox¡masáo e equilibrar a
adicione uma barra horizontal na
parte superior. Perceba que esta ficará submetida
á compressáo. A estrutura se equilibra,
<- --) e-
TRA§AO
--)
TRACÁO

resultando em uma treliga de maior vá0.


TENSION TENSION

To ovoid the shift inword ond bolonce the


structure, odd o horizontol bor ot the top.
Note thot it will be subjected to compress¡on.
The structure is balonced, resulting in o longer
spon truss.

Para garantir que as barras de uma treliga


trabalhem exclusivamente a trasáo e a
compressáo axiais, as cargas devem ser
aplicadas somente nos nós (ligagóes). Caso
contrário, as peEas seráo solicitadas á flexá0,
t exigindo um dimensionamento maior das
barras, o que tornará a treliqa mais robusta
e. consequentemente. menos económica.

To ensure thot the truss bors work


exclusivelg in axiol tension ond compression,
the loods must be opplied onlg ot the jo¡nt
(connections). 1therwise, the ports ore
subjected ta bending, requiring on upsize of
the bors, which mokes the truss st¡ffer and,
tk e refore, less eco n om i co L
TRELTqAS
TRUSSES

11x o Quando as barras de uma treliqa estáo organizadas em mais de um plano,


5x v tem-se um sistema denominado treliEa espacial. Trata-se de uma das confi-
guraqóes estruturais mais utilizadas para cobrir grandes áreas.
4x {)
\_/ Monte a sequéncia mostrada abaixo e perceba que as treliqas espaciais
se comportam de maneira semelhante em todas as diregóes quanto á de-
24x formagáo e aos esforgos nas barras. As treligas espaciais podem ser com-
postas por diferentes tipos de módulos estruturais.0 mais comum é a pi
6x n-l .ámide de base quadrada

QUADRADO QUADRADO - INsTÁVEL TRIÁNGULO - ESTÁVEL TETRA ED RO


t',:'.: : :.':.::,:..: ti i;t/!i''l:aÍi)1.)

MONTE UMA TREL¡GA ESPACTAL FORMADA POR TETRAEDROS


ASSEMBLE A SPACE FRAME TRUSS COMPOSED OF TETRAHEDRONS

VISTA DE TOPO
V¡EV./ FRCI.4 THE JCP

VISTA DE TOPO
v'lE\t/ FROI'/¡ T11í:

VISTA DE TOPO
V¡E'v\/ ¡'RAM l'l'!E IOP

30
06
When the truss bars ore orgonized ¡n more than one plane, the system
ochieved is known os o splce frome truss. lt ¡s one of the most frequentlg
used structurol confrgurotions to overcome lorge oreos.
Assemble the sequence shown below ond observe thot the space frome
trusses behove in o similar monner in oll directions when ¡t comes to de-
formotion ond bar looding. The spoce frome trusses con be made up of dif-
ferent tApes of structurol modules. The most common one is the pgronid
with o squore bose.

¡'r

ll

\
r( r'.

PRISMA TRIANGULAR PIRÁMIDE BASE QUADRADA PRISMA RETANGULAR PtRÁMtDE BASE PENTAGoNAL
TRiANGULAR PR5M SOUARE PR}5¡4 P E N TAA O N AL
BASED PYRAI4 i D

MONTE UMA TRELIqA ESPACIAL FORMADA POR PIRÁMIDES DE BASE QUADRADA


ASSEMBLE A SPACE FRAME TRUSS COMPOSED OF SQUARE.BASED PYRAMIDS

VISTA DE TOPO
VIEW FROI,4 THE TOP

VISTA DE TOPO
VIEW TROM THE TAP

VISTA DE TOPO
VIEW FROt\4 ÍHÉ raP

31
VIGAV!ERENDEEL 07
VIERENDEEL TRUSS

12x o A viga Vierendeel é um sistema estrutural The Vierendeel truss is o structurol sgstem
composto de barras unidas por nós rígidos composed of bars linked through rigid ja¡nts,
48x 7 formando quadros 0 uso de iigagóes rígidas creot¡ng fromes. The use of rigid connectians
4x a\
L] se faz necessário, conforme visto nos exem- is necessarg due to the foct thot a frame
\,-/ plos anteriores, pelo fato de um quadro com w¡th ort¡culoted connections is not stoble, os
24x nós articulados náo ser estável. evidenced bg previous examples.
As barras na viga Vierendeel, alám dos es The Vierendeel truss bars, in odd¡t¡on to
forgos de traqáo e compressáo axiais, também tens¡on ond compression stresses, ore sub-
estáo sujeitas a esforqos de flexáo Em vista ject to bending stresses. Becouse of this,
disso, normalmente é exigida uma quantida more moterial is usuollg required, moking
-_- de maior de material, fazendo que a estrutura th¡s structure heovier in camporison with a
[ seja mais robusta se comparada a uma treliga.
Esse sistema pode ser uma alternati-
stondard truss.
This sgstem can be on olternot¡ve to the
va ao uso da treliga Em geral, opta se pela truss. In general, the V¡erendeel truss is se-
viga Vierendeel quando, por exemplo, as dia- lected when the diagonol members inter-
gonais interferem na estética ou na funcio- fere in the oesthet¡cs or ¡n the functionol-
nalidade do edifício itg of the building, for instonce.

-ñu55- n/ñ,ryr,n,r^,u_¿r7lcA5
TRELTqA LrGAeóEs RoTULADAS

vrGA vTERENDEEL - LrGAqÓES RiGtDAs


V!ERENDEELTRI.JSS RIGID CANNECT¡ÜN5

32
PRATTQUE!
PRACTICE!

Reunimos neste manual uma sequéncia de We've put together in this manual a series
exemplos de sistemas estruturais, e voc6 foi of exomples of structural sgstems to invite
convidado(a) a montá-los e testá-los por conta gou to ossemble snd test them on gour
própria. Nosso objetivo, ao definir e descrever own. When defrning ond describing these
tais exemplos, náo foi fornecer respostas examples, our gool wos not to provide
prontas para os problemas apresentados, final answers to the problems presented,
mas, sim, sugerir um método de estudo but to suggest a way to studg thdt is
independente, dinámico e investigativo. A ideia independent, dgnamic and investigotive.
foi mostrar os conceitos básicos necessários The idea wos to show gou bosic concepts
para que vocé possa, a partir daí, desenvolver required so thot gou con develop your
suas próprias pesquisas e soluqóes estruturais. own reseorch ond structurol solutions.
Eis algumas sugestóes de exercícios que As suggestions of exercises thst con
também podem ser realizados com o Mola: olso be performed with Molo:

) Reproduzir sistemas estruturais de ) Reproduce structural sgstems of


edifi caqóes existentes. existing buildings.

) Experimentar diferentes alternativas ) Try different structurol olternotives


estruturais para as mesmas formas for the some orchitectural forms.
arquitetdnicas.
) Develop experimental studies os port
) Desenvolver estudos experimentais como of the project conception, simulating
parte do processo de concepgáo de um immediotelg the behovior of the
projeto, simulando imediatamente o structure under studg.
comportamento da estrutura em estudo.
) Optimize the structurol solution
) Otimizar a solugáo estrutural adotada, adopted, finding, through triol ond
descobrindo, por tentativa e erro, quais erron what elements are essentiol
elementos sáo imprescindíveis para a for the stabilitg of o particulor
estabil¡dade de determinada estrutura. structural sgstem.

Tenha ót¡mas experiéncias com o seu Kit Go on to hove greot experiences with
Estrutural Mola 1 e compart¡lhe conosco usando gour Mola Structurol Kit I and shore them
a hashtag rmolamodel. with us using #rrrolon del,
REFERENCIAS
REFERENCES

Os exemplos e explicagóes sobre os sistemas estrutura¡s The examples ond explonotions of the structurol sgstems
apresentados neste manual baseiam-se, em grande parte, em presented in this monuol ore bosed lorgelg on lesson notes,
anotagóes de aulas, artigos e livros que tratam do assunto. orticles ond books on this subject. See below a few of
Veja algumas dessas referéncias: these references:

CHING, Francis D K et al. Sistemos estruturo¡s ¡lustrodos, podróes,


s¡stemos e projeto. Porto Alegre: Bookman, 2010.

ENGEL, Heinrich. Sistemos de estructuros Madrid: Blume, 1970

GORDON, James Edward . Structures: or whg things don't foll down


New York: Da Capo Press,1981.

HILSON, Barry Bosic structurol behoviour vio models


London: Crosby Lockwood, 1972.

LEITE, Maria Amélia D. F. D'Azevedo; REBELLO, Yopanan C. P Série


Arquiteturas e Estruturas - Artigos. Revisto AU Arqu¡teturo e
Urbonismo, Sáo Paulo, v.148167, jul 2006/set 2008

LOPES, Joáo Marcos el al. Arqu¡teturos do engenhorio, ou, engenhorios


dd orqu¡teturo. Sáo Paulo: Mandarim,2006.

MACDONALD, Angus J. Structure & orchitecture 2. ed


Oxford: Elsevier. 2001.

OLIVEIRA, Márcio Sequeira Modelo estruturol quol¡tot¡vo poro pré


ovolioqoo do comportomento de estruturas metólicos. Dissertagáo
(Mestrado) - Universidade Federal de 0uro Preto, Ouro Preto,2008.

REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. A concepgoo estruturol e o


orqu¡teturo. Sáo Paulo: Zigurate, 2000.

REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. O pro1eto.5áo Paulo: Zigurate, 2010.

ROSENTHAL, H. Werner. Lo estructuro. Barcelona: Editorial Blume, 1975.

SALVADORI, Mario. Por que os edifícios ficom de pé. Sáo Paulo: Martins
Fontes,2006

TORROJA, Eduardo. Rozón g ser de los t¡pos estructuroles. Madrid:


Instituto Eduardo Torrola, [s.d]

WILSON, Forrest. Structure: essence of orchitecture. New York: Van


Nostrand Reinhold Company, 1971.

38

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