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QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA

ATIVIDADE FINANCEIRA DO ESTADO

1.1. Como parte das receitas públicas, pode dizer-se dos tributos que são considerados:

(a) Receita voluntária

(b) Receita de direito privado

(c) Receita derivada

(d) Receita de capital

(e) Receita originária

1.2. Os preços públicos, ou tarifas, incluem-se entre as receitas classificadas como:

(a) Coativas

(b) Originárias

(c) Derivadas

(d) Extrafiscais

(e) Tributárias

1.3. Sob o ponto de vista de sua origem e da forma de sua obtenção, as receitas públicas
são tradicionalmente classificadas em:

(a) Receitas derivadas e de capital

(b) Receitas correntes e originárias

(c) Receitas patrimoniais e originárias

(d) Receitas originárias e derivadas

(e) Receitas tributárias e industriais

1.4. Tomando como base a clássica divisão das receitas em originárias e derivadas,
podemos dizer que são exemplos deste último tipo as provenientes de:

(a) Preços públicos

(b) Doações de particulares

(c) Taxas
(d) Bens vacantes

(e) Prescrição aquisitiva

TRIBUTO. CONCEITO. NORMA JURÍDICO-TRIBUTÁRIA. NATUREZA


JURÍDICA. ESPÉCIES. CLASSIFICAÇÕES. NATUREZA JURÍDICA ESPECÍFICA

2.1. Marque com um V a afirmação (ou negação) verdadeira, e com F a falsa. Em


seguida, escolha, entre as cinco opções abaixo, aquela que contem a seqüência correta.

( ) Segundo o Código Tributário Nacional, são tributos os impostos, as taxas e a


contribuição de melhoria.

( ) Os impostos são chamados de 'tributos não vinculados' porque sua cobrança


independe de uma atividade estatal específica em relação ao contribuinte.

( ) A Constituição de 1988 não estabelece que o limite total da contribuição de melhoria


seja o valor da despesa realizada pela obra pública que lhe deu causa.

(a) V, V, V

(b) V, V, F

(c) V, F, F

(d) F, F, F

(e) F, V, V

2.2. Certo projeto de lei criando uma "taxa" para remunerar o serviço de processamento
da declaração do imposto tem por fato gerador o auferimento de renda superior a 3 mil
reais. Noutro dispositivo, cria-se uma "contribuição de melhoria", que tem por fato
gerador a saída de mercadorias de estabelecimentos industriais situados em vias
públicas asfaltadas pela União. Um terceiro artigo institui um "imposto sobre grandes
fortunas" para o qual se prevê, como fato gerador, a transmissão causa mortis de
imóveis de valor superior a determinada quantia.

Chamado a opinar sobre esse projeto, estaria incorreta a seguinte asserção:

(a) o fato gerador da contribuição de melhoria, no projeto, não guarda relação com a
valorização do imóvel

(b) taxa não pode ter fato gerador idêntico ao que corresponda a imposto e, no primeiro
caso, o fato gerador corresponde ao do imposto de renda

(c) há impropriedade na denominação dos tributos que se pretende criar


(d) o fato gerador do imposto criado corresponde ao de um imposto que não compete à
União

(e) o projeto de lei está escorreito, pois obedece aos princípios da legalidade e da
anterioridade tributárias

2.3. É matéria reservada à lei complementar

(a) a instituição pela União de imposto extraordinário, na iminência ou no caso de


guerra externa

(b) a exclusão da incidência do ICMS nas exportações que destinem ao exterior


produtos industrializados

(c) a instituição do imposto sobre grandes fortunas

(d) a exclusão da incidência do ICMS nas operações que destinem a outros Estados
petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados e
energia elétrica

(e) a definição do ouro, como ativo financeiro ou instrumento cambial, para efeito de
submetê-lo à incidência do imposto sobre operações financeiras.

2.4. Analisar as seguintes proposições:

I - O "fato gerador" de uma multa tributária pode ser um fato lícito.

II - Os rendimentos advindos do jogo do bicho e da exploração do lenocínio não são


tributáveis, pois trata-se de prática de atividade ilícita.

III - Rendimentos decorrentes de ato ilícito não são tributáveis, conforme reza o
princípio do non olet.

(a) os três enunciados são falsos

(b) os três enunciados são verdadeiros

(c) o I e o II são verdadeiros e o III é falso

(d) tão-só o III é verdadeiro

(e) o I e o III são falsos e o II é verdadeiro

2.5. (i) O Município X criou a "taxa de instalação industrial", a ser cobrada das
indústrias que se instalassem na zona industrial por ele criada. Para incentivar a
instalação de fábricas naquele distrito industrial, previu a lei que a taxa somente seria
devida quando se iniciasse a produção, e seria de 1% do valor dos produtos que saíssem
do estabelecimento. A lei municipal não definiu expressamente o fato gerador daquele
tributo.
(ii) O MunicípioY criou a "taxa de iluminação pública", cuja base de cálculo, para
maior justiça fiscal, foi graduada segundo a capacidade econômica, aferida pelo valor da
energia elétrica consumida pelo contribuinte.

(iii) O Município Z instituiu, pelo exercício do poder de polícia sobre o zoneamento de


atividades, a "taxa de localização de estabelecimentos bancários", que incidirá à módica
alíquota de 1 milésimo por centro do valor dos empréstimos concedidos pelo
contribuinte.

Assinale agora qual é, respectivamente, a situação jurídica dessas três taxas.

(a) Somente duas são juridicamente válidas: a primeira e a terceira

(b) Somente são válidas as duas primeiras uma porque ligada ao poder de polícia local,
relativo ao zoneamento urbano; a outra, porque se refere à prestação de serviço público
diretamente ao contribuinte ou posto à sua disposição.

(c) Todas as três são inválidas juridicamente

(d) Todas três são juridicamente válidas

(e) Somente uma é válida, sendo inconstitucionais as outras duas

SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR


(PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS-TRIBUTÁRIOS)

3.1. Assinale a resposta que preencha corretamente as duas lacunas.

A majoração ________ está sujeita ao princípio da anterioridade ________

(a) do imposto de transmissão de bens imóveis - da lei em relação à cobrança, mas a lei
pode ter sido publicada no mesmo exercício em que a cobrança se realiza

(b) do imposto de importação - anual, só podendo ser exigida se a lei majoradora estiver
em vigor antes do início do exercício da cobrança

(c) do imposto de renda - anual, sendo indispensável que a lei majoradora esteja em
vigor antes do início da cobrança, não bastando ter sido publicada anteriormente a esse
início.

(d) do imposto de exportação - anual em relação à cobrança, devendo a lei ter sido
publicada antes do exercício em que a cobrança se realiza

(e) da contribuição para a previdência social - de 90 dias da publicação da lei


majoradora, não podendo ser exigida antes desse nonagintídio

3.2. O princípio da anterioridade da lei aplica-se


(a) aos impostos sobre o comércio exterior

(b) às contribuições para seguridade social

(c) aos impostos sobre a produção e circulação

(d) ao empréstimo compulsório, instituído para atender a despesas extraordinárias


decorrentes de calamidade pública

(e) aos impostos sobre o patrimônio e a renda

3.3. A utilização dos tributos com finalidades extrafiscais é um importante instrumento


de intervenção do Estado no domínio econômico. Sobre a matéria, é incorreto afirmar
que:

(a) a possibilidade de o Governo federal regular a permeabilidade da economia


brasileira aos produtos estrangeiros é extremamente reduzida, em virtude da submissão
dos impostos aduaneiros ao princípio da anterioridade

(b) a utilização do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana)


como meio de induzir o adequado aproveitamento do solo urbano, objetivando ordenar
o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade, deve submeter-se aos termos de
lei federal, apesar de o imposto ser de competência municipal

(c) a fixação de alíquotas do Imposto Territorial Rural será realizada de sorte a


desestimular a manutenção de propriedades improdutivas, e não incide sobre pequenas
glebas rurais, exploradas por proprietário, só ou com sua família, que não possua outro
imóvel

(d) a concessão e a revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais, em matéria de


ICMS, não podem ser procedidas unilateralmente pelo Estado interessado, devendo ser
previamente concertadas no âmbito do CONFAZ (Conselho Nacional de Política
Fazendária), órgão deliberativo composto de representantes do Executivo de todos os
Estados da Federação

(e) sendo múltiplos os interesses a serem protegidos pelo Estado Democrático de


Direito, decididamente intervencionista, tem-se que, em princípio, todo imposto é
passível de utilização extrafiscal

3.4. Sobre o sistema de repartição de competências impositivas estabelecido pela


Constituição de 1988, é incorreto afirmar que:

(a) a regra geral, quanto aos impostos, é a atribuição de competências privativas às


pessoas políticas da federação brasileira, sendo os caso de bitributação expressamente
previstos no texto constitucional

(b) em atenção ao princípio federativo, a competência impositiva coincide exatamente


com o poder de exonerar, não havendo espaço para isenções heterônomas no
ordenamento jurídico nacional
(c) a atribuição de competência comum a todos os entes políticos para instituição de
tributos vinculados não causa conflitos de competência, pois seu exercício submete-se à
observância das regras de competência administrativa para a realização de serviços ou
para o exercício de atos de polícia, no caso das taxas, bem como à verificação da pessoa
pública realizadora da obra benéfica, em se tratando de contribuição de melhoria

(d) a União, além dos impostos que a Constituição lhe atribui de forma expressa, pode
instituir quaisquer outros, desde que o faça por lei complementar, atenda aos princípios
da não-cumulatividade e da anterioridade e não invada a competência impositiva dos
Estados e Municípios

(e) em caso de guerra externa ou sua iminência, a União pode instituir outros impostos
além dos que lhe atribui a Constituição, compreendidos ou não em sua competência
impositiva, afastado o requisito da anterioridade

3.5. Assinale a opção incorreta.

(a) O Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante não é taxa, mas sim
contribuição de intervenção no domínio econômico

(b) As normas do Decreto-Lei 406/68, relativas ao ISS, foram recepcionadas pela


Constituição de 1988

(c) A competência concorrente da União, dos Estados e do Distrito Federal, em matéria


de Direito Tributário, restringe-se à edição de normas gerais

(d) Em se tratando de débito fiscal declarado e não pago, é desnecessária a instauração


de procedimento administrativo para sua cobrança

(e) À vedação expressa no art. 150, III, b, da Constituição (cobrar tributo no mesmo
exercício em haja sido publicada a lei que o instituiu ou aumentou) tanto se pode dar o
nome de princípio da anterioridade como de princípio da anualidade

3.6. Em 20-11-1991, foi publicada lei majorando as alíquotas dos seguintes tributos:
Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, Contribuição para a Seguridade Social e
Imposto sobre Operações de Seguro. As alíquotas majoradas podem ser aplicadas,
respectivamente:

(a) No exercício seguinte, 90 dias após e imediatamente

(b) No exercício seguinte, imediatamente e 90 dias após

(c) Imediatamente, 90 dias após e no exercício seguinte

(d) No exercício seguinte, 90 dias após e 90 dias após

(e) No exercício seguinte, no exercício seguinte e no exercício seguinte


3.7. A vedação de estabelecer limitações ao tráfego interestadual de mercadorias refere-
se a:

(a) taxa

(b) multa

(c) tributo

(d) imposto

(e) pedágio

3.8. No que concerne à imunidade e à isenção, é correto afirmar:

(a) Sobre os veículos automotores pertencentes ao Corpo Diplomático acreditado no


Brasil não incide IPVA, em virtude de imunidade tributária;

(b) Sobre a “Fazenda Fome Zero”, de propriedade da EMBRAPA, uma empresa


pública, pertencente à União, que desenvolve pesquisa agropecuária, não incide ITR,
em virtude de imunidade tributária;

(c) Sobre o prédio vinculado à finalidade essencial da Fundação Cultural de Cajazeiras-


PB, instituída e mantida por aquele município, não incide o IPTU, em virtude de
imunidade tributária;

(d) Sobre produtos industrializados destinados ao exterior não incide IPI, em virtude de
isenção tributária.

SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. IMPOSTOS DA UNIÃO, DOS ESTADOS,


DO DISTRITO FEDERAL E DOS MUNICÍPIOS. REPARTIÇÃO DAS RECEITAS
TRIBUTÁRIAS

4.1. Considere os seguintes impostos:

I - de importação

II - sobre a transmissão causa mortis

III - sobre a transmissão de imóveis inter vivos

Os tributos em questão competem respectivamente,

(a) à União, aos Municípios e aos Estados


(b) aos Municípios, aos Estados e à União

(c) aos Estados, à União e aos Municípios

(d) aos Estados, aos Municípios e à União

(e) à União, aos Estados e aos Municípios

4.2. No sistema da Constituição de 1988 o IPI se distingue do ICMS

(a) por serem espécies tributárias distintas

(b) pela aplicação diferenciada do princípio da irretroatividade

(c) pelos diferentes instrumentos normativos utilizados para instituição de um e de outro

(d) pela obrigatoriedade de observância da seletividade para um e facultatividade para o


outro

(e) pela obrigatoriedade da aplicação da técnica da não-cumulatividade para um e


facultatividade para o outro

4.3. É competência dos Municípios a instituição de impostos sobre o seguinte fato:

a) transmissão "causa mortis" de bens ou direitos

(b) cessão de direitos de aquisição de imóveis

(c) serviços intermunicipais de transporte

(d) proventos de funcionários municipais

(e) propriedade territorial rural

4.4. O imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza é informado pelo critério
da:

(a) generalidade

(b) regressividade

(c) impessoalidade

(d) seletividade

(e) não-cumulatividade

4.5. A empresa Aurum Ltda importou dos Estados Unidos da América uma tonelada de
ouro definido em lei como ativo financeiro. Esta importação está sujeita ao:

(a) IOF
(b) II

(c) IPI

(d) ICMS

(e) Imposto sobre grandes fortunas

4.6. Qual dos seguintes elementos está relacionado com o caráter pessoal do Imposto de
Renda:

(a) proporcionalidade

(b) não-cumulatividade

(c) seletividade

(d) anterioridade

(e) deduções

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA. HIERARQUIA. CÓDIGO TRIBUTÁRIO


NACIONAL. VIGÊNCIA E APLICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA.
INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

5.1. Sobre os decretos executivos federais, podemos afirmar que são

a. ( ) veículos normativos privativos do Legislativo para aprovação, entre outras coisas,


dos tratados e convenções internacionais celebrados pelo Presidente da República

b. ( ) atos normativos de competência privativa do Presidente da República com força


de lei, próprios para o aumento das alíquotas do IPI, IE, IR e IOF

c. ( ) veículos normativos do Presidente da República para aprovação, entre outras


coisas, dos tratados e convenções internacionais celebrados pelos Ministros de Estado

d. ( ) veículos normativos com força de lei, idôneos para instituir impostos


extraordinários na iminência ou no caso de guerra externa

e. ( ) veículos normativos que se prestam à aprovação dos regulamentos dos impostos


federais

5.2. Para aprovar um tratado, convenção ou ato internacional destinado a evitar a dupla
tributação em matéria de imposto sobre rendimentos, o instrumento necessário, segundo
decorre dos termos da Constituição da República, da praxe e das normas de direito
interno, é

a.( ) o decreto legislativo

b.( ) a emenda constitucional


c.( ) a lei delegada

d.( ) a lei ordinária

e.( ) a assinatura da minuta pelos representantes plenipotenciários

5.3. Na hipótese de o aplicador de lei tributária que comina penalidades ficar em dúvida
quanto à graduação da pena, deverá interpretar a norma, em relação ao acusado, de
modo

a.( ) analógico

b.( ) benigno

c.( ) equitativo

d.( ) literal

e.( ) integrado

5.4. Determina o Código Tributário Nacional que, salvo disposição em contrário, os


atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas entram em vigor

a. ( ) na data de sua publicação

b. ( ) no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação

c. ( ) 45 dias após a sua publicação

d. ( ) 90 dias após a sua publicação

5.5. Não se incluem entre as normas complementares previstas no art. 100 do CTN:

a. ( ) os Decretos sobre matéria tributária assinados pelo Presidente da República

b. ( ) as Portarias sobre matéria tributária assinadas pelo Ministro da Fazenda

c. ( ) os Convênios que entre si celebram os Estados

d. ( ) os Convênios que entre si celebram o Distrito Federal e os Municípios

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. FATO GERADOR. SUJEITO ATIVO E SUJEITO


PASSIVO. SOLIDARIEDADE. CAPACIDADE. DOMICÍLIO.

6.1. Em relação às afirmativas abaixo, assinale a opção correta.

1º - A obrigação tributária principal tem por objeto o pagamento de tributo ou multa.


2º - Obrigação tributária acessória tem por objeto qualquer outra prestação imposta pela
legislação tributária.

3º - A aplicação de penalidade não pecuniária origina uma obrigação tributária


principal.

a. ( ) somente a primeira é correta.

b. ( ) somente a segunda é correta.

c. ( ) somente a terceira é correta.

d. ( ) As duas primeiras são corretas.

e. ( ) As três são corretas.

6.2. A obrigação acessória converte-se em obrigação principal relativamente à


penalidade pecuniária:

a. ( ) quando seu valor ultrapassa o limite fixado em lei

b. ( ) pelo simples fato de sua inobservância

c. ( ) quando seu valor for superior ao da obrigação principal

d. ( ) pelo simples fato da sua observância

6.3. Regra geral, tratando-se de situação jurídica, considera- se ocorrido o fato gerador,
em relação aos negócios jurídicos submetidos a condição resolutória, a partir do
momento do (a)

a. ( ) ocorrência da situação fática

b. ( ) implemento da condição resolutória

c. ( ) celebração do negócio

d. ( ) implemento da condição suspensiva

e. ( ) verificação das circunstâncias materiais necessárias para que a situação de fato


produza os efeitos que normalmente lhe são próprios

6.4. Salvo disposição de lei em contrário, reputam-se perfeitos e acabados os atos ou


negócios jurídicos sob condição suspensiva desde o momento

a. ( ) do implemento da condição
b. ( ) da prática do ato

c. ( ) da celebração do contrato

d. ( ) do desfazimento do ato

e. ( ) do desfazimento do negócio jurídico

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA

7.1. Laticínio Sertanejo Ltda foi incorporado por Laticínio Brasília S/A em 16/04/91.
Posteriormente, o Fisco Federal levantou um crédito tributário da responsabilidade do
Laticínio Sertanejo Ltda., anterior à data da incorporação. Esse crédito tributário

a. ( ) não mais pode ser cobrado

b. ( ) deve ser cobrado somente dos antigos sócios do Laticínio Sertanejo Ltda

c. ( ) deve ser cobrado somente em conjunto com os demais débitos tributários,


inclusive estaduais e municipais, do Laticínio incorporado

d. ( ) deve ser cobrado, sem que haja, entretanto, imposição de qualquer penalidade

e. ( ) deve ser cobrado de Laticínio Brasília S/A

7.2. É pessoalmente responsável o

a. ( ) pai, pelos tributos devidos por seus filhos menores

b. ( ) adquirente, pelos tributos devidos em relação aos bens adquiridos

c. ( ) tabelião, pelos tributos devidos em relação aos atos praticados por ele

d. ( ) inventariante, pelos tributos devidos pelo espólio

e. ( ) tutor, pelos tributos devidos por seus tutelados

7.3. Os tributos devidos pelo de cujus, até a data da abertura da sucessão, são da
responsabilidade pessoal

a. ( ) do sucessor a qualquer título, e cônjuge meeiro, se houver

b. ( ) do locatário e do cônjuge meeiro, se houver

c. ( ) do inventariante

d. ( ) do espólio

e. ( ) do herdeiro e do cônjuge meeiro, se houver


7.4. Em caso de crédito tributário resultante de ato praticado com excesso de poderes
por diretor de pessoa jurídica de direito privado,

a. ( ) a responsabilidade é da empresa, pois ela responde pelos atos praticados por seus
dirigentes, gerentes ou representantes

b. ( ) o diretor responde subsidiariamente

c. ( ) o diretor responde solidariamente com a empresa

d. ( ) é da empresa a responsabilidade, pois esta independe da intenção do agente ou do


responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato

e. ( ) o diretor responde pessoalmente

7.5. Quando uma pessoa jurídica de direito privado adquirir de outra, fundo de comércio
ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva
exploração sob outra razão social:

a. ( ) os tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido devidos até a data do


ato, não serão de responsabilidade da adquirente, se a alienante iniciar dentro de seis
meses, a contar da data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro ramo do
comércio, indústria ou profissão

b. ( ) a adquirente responderá pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento


adquirido, devidos até a data do ato, parcialmente, se a alienante cessar a exploração do
comércio, indústria ou atividade

c. ( ) os tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido devidos até a data do


ato, serão da responsabilidade exclusiva da alienante, se esta prosseguir na exploração
ou iniciar dentro de seis meses, a contar da alienação, nova atividade no mesmo ou em
outro ramo de comércio, indústria ou profissão

d. ( ) a adquirente responderá pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento


adquirido, devidos até a data do ato subsidiariamente com a alienante, se esta prosseguir
na exploração ou iniciar dentro de seis meses, a contar da data da alienação, nova
atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio, indústria ou profissão

7.6. A responsabilidade pessoal pelo crédito tributário não ocorre quanto a

a. ( ) sócio, no caso de liquidação de sociedade de pessoas, em relação aos tributos


devidos pela liquidada

b. ( ) sucessor a qualquer título (herdeiro ou legatário) pelos tributos devidos pelo "de
cujus"

c. ( ) espólio, pelos tributos devidos pelo "de cujus"

d. ( ) cônjuge meeiro, pelos tributos devidos pelo "de cujus"


e. ( ) remidor, pelos tributos relativos aos bens remidos

7.7. Contribuinte, depois de praticar infração à legislação tributária federal, apresenta


denúncia espontânea, na qual expõe os motivos que o levaram ao não pagamento do
tributo devido, cujo montante não depende de apuração, manifesta seu propósito de
efetuá-lo, assim que tiver recursos para tanto. A despeito desta providência, estará
sujeito

a. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido de multa, correção monetária e juros de mora

b. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido, tão-somente, de juros de mora

c. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido, tão-somente, de juros de mora e correção


monetária

d. ( ) ao pagamento do tributo, tão-somente

7.8. Havendo denúncia espontânea da infração por parte do contribuinte ou responsável

a. ( ) a responsabilidade fica excluída, desde que seja pago o tributo devido e os juros de
mora, se for o caso

b. ( ) a responsabilidade ficará excluída se o contribuinte prometer liquidar o montante


devido

c. ( ) o fisco apurará as irregularidades, propondo a aplicação das penalidades cabíveis

d. ( ) a responsabilidade integral não fica excluída, determinando, porém, uma aplicação


mais benigna da penalidade cabível

7.9. Um tabelião perante o qual se praticou ato que consista em fato gerador de tributo,
e mostrando-se impossível a exigência do cumprimento da obrigação tributária principal
de qualquer das partes no ato,

a. ( ) é responsável pelo tributo, solidariamente

b.( ) é sujeito passivo originário

c.( ) é contribuinte solidário

d.( ) é contribuinte, sem solidariedade

e.( ) não pode ser sujeito passivo, mas está obrigado a prestar todos os esclarecimentos
que lhe sejam pedidos pela Fazenda Pública

7.10. Segundo o Código Tributário Nacional, a responsabilidade da pessoa


incorporadora ou daquela que resulta de fusão, em relação aos tributos devidos pelas
incorporadas ou fusionadas, é:
a. ( ) solidária

b. ( ) subsidiária

c. ( ) preferencial

d. ( ) exclusiva

e. ( ) condicionada à inexistência de fraude ou simulação

CRÉDITO TRIBUTÁRIO. LANÇAMENTO. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL.


ESPÉCIES DE LANÇAMENTO. DECLARAÇÃO E CONFISSÃO DE DÍVIDA
TRIBUTÁRIA

8.1. É lançamento por homologação o efetuado pela autoridade administrativa quando

a. ( ) a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado, tempestivamente e na


devida forma, a declaração, deixou de atender no prazo legal a pedido de
esclarecimento, pela autoridade formulado; ou se recusou a prestá-lo; ou, ainda, o
prestou insatisfatoriamente

b. ( ) a legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem


prévio exame da autoridade administrativa e a esta o verificar se tal atividade foi
regularmente cumprida

c. ( ) a declaração não tenha sido prestada, por quem de direito no prazo e na forma da
legislação tributária

d. ( ) deve ser apreciado fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento
anterior

e. ( ) se comprove que, no lançamento anterior, ocorreu fraude ou falta funcional da


autoridade que o efetuou, ou omissão, pela mesma autoridade, de ato ou formalidade
essencial

8.2. É incorreto afirmar que:

a. ( ) o lançamento regularmente notificado pode ser alterado mediante recurso de ofício

b. ( ) quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento


definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória, o lançamento
pode ser efetuado e revisto de ofício

c. ( ) o lançamento pode ser revisto de ofício quando se comprove ação ou omissão do


sujeito passivo, ou de terceiro legalmente obrigado, que se dê lugar à aplicação de
penalidade pecuniária
d. ( ) o ato administrativo de lançamento pode ser alterado de ofício quando se
comprove que o sujeito passivo agiu com dolo, fraude ou simulação

e. ( ) a impugnação do sujeito passivo não pode alterar lançamento tributário


regularmente notificado

8.5. Por "crédito tributário" nos termos do CTN, deve-se entender

a. ( ) o imposto que o contribuinte paga nas aquisições de mercadorias e cujo valor pode
ser deduzido dos débitos pela saída de produtos

b. ( ) o incentivo fiscal em geral

c. ( ) a confiança depositada nos contribuintes que obtém parcelamento de dívida fiscal

d. ( ) o montante do tributo e seus acréscimos, objeto do lançamento

e. ( ) o polo negativo da relação jurídico-tributária, antes do lançamento

8.6. O lançamento que ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito
passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade
administrativa chama-se

a. ( ) por homologação

b. ( ) por declaração

c. ( ) discricionário

d. ( ) por declaração

e. ( ) direto por antecipação

8.7. O prazo para homologação de lançamento, se a lei não fixar outro, será de

a. ( ) 5 anos e será contado da data da ocorrência do fato gerador

b. ( ) 4 anos e será contado da data do vencimento

c. ( ) 7 anos e 6 meses contado da data da ocorrência do fato gerador

d. ( ) 2 anos e será contado da data do pagamento certificado pelo órgão arrecadador

CRÉDITO TRIBUTÁRIO. SUSPENSÃO. EXTINÇÃO. EXCLUSÃO

9.1. Suspende(m) a exigibilidade do crédito tributário

a. ( ) a moratória, havendo também dispensa das obrigações acessórias dependentes da


obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela consequente
b. ( ) à concessão de medida liminar em mandado de segurança, não sendo dispensado o
cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito
seja suspenso, ou dela consequente

c. ( ) o depósito de seu montante integral, havendo também dispensa das obrigações


acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela
consequente

d. ( ) as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo


tributário administrativo, garantida a instância mediante depósito integral do valor
exigido

e. ( ) a concessão de medida liminar em mandado de segurança, estando


necessariamente garantido o valor da dívida mediante depósito de seu montante integral

9.2. Salvo disposição de lei em contrário, a moratória somente abrange

a. ( ) os créditos definitivamente constituídos até 30 (trinta) dias da data da lei ou do


despacho que a conceder, ou cujo lançamento tenha sido iniciado dentre daquele prazo

b. ( ) os créditos não definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a


conceder desde que o fato gerador já tenha ocorrido antes da vigência da lei que a
concedeu

c. ( ) os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a


conceder, ou cujo lançamento já tenha sido iniciado àquela data por ato regularmente
notificado ao sujeito passivo

d. ( ) os créditos definitivamente constituídos ou não à data da lei ou do despacho que a


conceder, desde que o fato gerador tenha ocorrido antes da publicação da lei ou
despacho que a conceder

9.3. Assinale a única alternativa que está em consonância com as regras do Código
Tributário Nacional sobre o assunto

a. ( ) a moratória quando concedida em caráter geral, aproveita aos casos de dolo, fraude
ou simulação do sujeito passivo

b. ( ) a moratória, quando concedida em caráter geral, aproveita aos casos de dolo,


fraude ou simulação de terceiro em benefício do sujeito passivo

c. ( ) a concessão da moratória em caráter individual gera direito adquirido

d. ( ) a concessão da moratória em caráter individual poderá ser revogada de ofício

9.4. O prazo contado para que se dê o fato jurídico da prescrição

a. ( ) não tem marco inicial definido


b. ( ) não se interrompe e não se suspende

c. ( ) não se interrompe e suspende-se

d. ( ) interrompe-se e não se suspende

e. ( ) interrompe-se e suspende-se

9.5. De acordo com o Código Tributário Nacional, a importância do crédito tributário

a. ( ) não pode ser consignada judicialmente

b. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, nos casos de subordinação
do recebimento ao cumprimento de quaisquer exigências administrativas

c. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, nos casos de subordinação
de recebimento ao pagamento de outro tributo

d. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, em qualquer caso

9.5. O favor fiscal que, estabelecido em lei do poder tributante competente, dispensa o
contribuinte do pagamento de tributo devido, é

a. ( ) imunidade

b. ( ) isenção

c. ( ) isonomia

d. ( ) moratória

e. ( ) prescrição

9.6. Uma das modalidades de exclusão do crédito tributário é a

a. ( ) transação

b. ( ) prescrição

c. ( ) moratória

d. ( ) anistia

e. ( ) remissão

(NOVO) 9.16. (OAB/MG/2003) Considerando-se as normas gerais, estabelecidas pelo


Código Tributário Nacional, relativas à obrigação tributária, é CORRETO afirmar que

(A) a realização do depósito judicial da quantia que o sujeito passivo entende devida
suspende a exigibilidade do crédito tributário.
(B) a responsabilidade tributária sempre decorre da transferência da obrigação do
contribuinte para o responsável, em virtude de alguma situação posterior à ocorrência
do fato gerador.

(C) as penalidades não possuem a natureza jurídica de crédito tributário, tendo-se em


vista que decorrem da sanção de ato ilícito.

(D) o Instituto Nacional do Seguro Social-INSS, nos termos da legislação federal


vigente, pode formalizar (sujeito ativo da obrigação tributária), na presente data, as
contribuições sociais sujeitas ao lançamento por homologação, decorrentes de fatos
geradores ocorridos no exercício fiscal de 1994 e não quitadas pelo sujeito passivo.

CRÉDITO TRIBUTÁRIO. GARANTIAS E PREFERÊNCIAS

10.1. O crédito tributário tem preferência sobre qualquer outro, com exceção do
referente a

a. ( ) crédito hipotecário anterior ao lançamento

b. ( ) dívida para com o SFH

c. ( ) crédito decorrente da legislação trabalhista

d. ( ) dívida decorrente de falência ou concordata

e. ( ) dívidas pela compra de material para construção da casa própria do contribuinte

10.2. Determinado contribuinte é proprietário de um apartamento e de um sítio, havidos


por legado, em 1980, e gravados, respectivamente, com as cláusulas da inalienabilidade
e impenhorabilidade. Além disso, é proprietário de dois outros imóveis: uma casa,
adquirida em 1981 e hipotecada a favor de um Banco, em 1982, como garantia de um
empréstimo; e um lote, adquirido também em 1982. Tornando-se inadimplente, com
relação ao imposto sobre a renda, esse contribuinte é executado pela Fazenda Pública
em 1983. Nessas condições

a. ( ) não respondem pelo débito o apartamento, o sítio e a casa

b. ( ) não responde pelo débito o lote

c. ( ) não responde pelo débito o apartamento

d. ( ) não respondem pelo débito o apartamento e o sítio

e. ( ) respondem pelo débito o apartamento, o sítio, a casa e o lote


10.3. Presume-se fraudulenta a alienação de bens por sujeito passivo em débito para
com a Fazenda Pública por crédito tributário, exceto na hipótese de terem sido
reservados pelo devedor bens ou rendas suficientes ao seu total pagamento

a. ( ) sempre que o crédito tributário estiver definitivamente constituído

b. ( ) quando o crédito tributário estiver regularmente inscrito como dívida ativa em fase
de execução

c. ( ) sempre que tiver ocorrido o vencimento do crédito tributário

d. ( ) sempre que o sujeito passivo tenha sido notificado da constituição do crédito


tributário

10.4. Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens que sejam
previstos em lei, responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade dos bens e
rendas, de qualquer origem ou natureza, do sujeito passivo, seu espólio ou massa falida

a. ( ) exceto os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou


impenhorabilidade

b. ( ) inclusive os gravados por ônus real, excluídos os gravados por cláusula de


inalienabilidade ou impenhorabilidade

c. ( ) inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou


impenhorabilidade, seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula,
excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis

d. ( ) inclusive os gravados por ônus ou cláusula de inalienabilidade ou


impenhorabilidade, apenas quando a data da constituição do ônus ou da cláusula seja
posterior à da constituição definitiva do crédito tributário

10.5. De acordo com o Código Tributário Nacional, presume-se fraudulentas a


alienação de bens por sujeito passivo em débito para a Fazenda Pública, quando não
tenham sido reservados bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida. Para
aplicação desta regra, basta que o crédito tributário esteja

a. ( ) definitivamente constituído

b. ( ) vencido
c. ( ) em fase de constituição, cientificado o contribuinte

d. ( ) regularmente inscrito como dívida ativa em fase de execução

10.6. Num concurso de preferência por crédito tributário, não prefere ao Município:

a. ( ) União

b. ( ) Estados

c. ( ) Distrito Federal

d. ( ) Territórios

e. ( ) NDA

ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

11.1. De acordo com o Código Tributário Nacional, a competência e os poderes das


autoridades administrativas, em matéria de fiscalização tributária

a. ( ) não se exercem em relação a quaisquer pessoas jurídicas que gozem de imunidade


ou isenção, inclusive as de direito privado

b. ( ) não se podem exercer sobre as pessoas naturais que gozem de isenção de caráter
pessoal

c. ( ) não se exercem em relação a pessoas jurídicas de direito público que gozem de


imunidade

d. ( ) devem ser regulados em uma lei de caráter geral, aplicável a todos os tributos da
União, dos Estados e dos Municípios

e. ( ) devem ser regulados na legislação tributária, em caráter geral ou especificamente


em função da natureza do tributo de que se tratar

11.2. De acordo com o Código Tributário Nacional, a legislação tributária que,


observado o disposto no referido Código, regula a competência e os poderes das
autoridades administrativas em matéria de fiscalização da sua aplicação, alcança

a. ( ) todos os contribuintes, pessoas naturais ou jurídicas, excluídos os que gozem de


imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal
b. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, excluídas as que gozem de
imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal

c. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, excluídas as que gozem de


imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal

d. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, inclusive as que gozem de


imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal

11.3. Para os efeitos da legislação tributária, as disposições legais excludentes ou


limitativas do direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos, papéis e
efeitos comerciais ou fiscais, dos comerciantes, industriais ou produtos ou da obrigação
destes de exibi-los

a. ( ) não têm aplicação

b. ( ) não têm aplicação apenas quanto aos livros, documentos, papéis e efeitos fiscais

c. ( ) não têm aplicação apenas quanto aos livros, documentos, papéis e efeitos
comerciais ou fiscais

d. ( ) não têm aplicação apenas quanto a mercadorias, livros e papéis e efeitos fiscais

11.4. A presunção de certeza e liquidez da dívida ativa tributária regularmente inscrita

a. ( ) é "juris tantum"

b. ( ) é "juris et de jure"

c. ( ) tem que ser ilidida antes de iniciada a respectiva ação de execução fiscal

d. ( ) é absoluta

e. ( ) não pode ser ilidida por nenhuma espécie de prova

11.5. Se determinado crédito foi objeto de inscrição válida e regular em Dívida Ativa, a
Fazenda Pública, apresentando a respectiva certidão

a. ( ) deve, antes, provar a legitimidade do crédito, para depois, poder executar o


contribuinte, em face de presunção juris et de jure
b. ( ) pode executar o contribuinte, sendo possível a este ilidir a presunção juris tantum
da legitimidade do crédito

c. ( ) pode executar o contribuinte, não mais cabendo contestação à legitimidade do


crédito, em face de presunção juris tantum

d. ( ) pode executar o contribuinte, sendo possível a este ilidir a presunção juris et de


jure da legitimidade do crédito

e. ( ) pode executar o contribuinte, não mais cabendo contestação à legitimidade do


crédito, em face de presunção juris et de jure

11.6. A omissão de qualquer requisito obrigatório no termo da inscrição ativa ocasiona a


nulidade da inscrição e do processo de cobrança correspondente; essa nulidade, porém,
poderá ser sanada

a. ( ) a qualquer tempo, mediante substituição da certidão nula, devolvido o prazo para


defesa, que poderá versar sobre qualquer parte da inscrição

b. ( ) até a decisão de primeira instância, mediante aditamento à certidão nula,


dispensada a devolução de prazo para a defesa do sujeito passivo

c. ( ) a qualquer tempo, mediante aditamento à certidão nula, devolvido ao sujeito


passivo o prazo para a defesa, se ainda não a havia apresentado

d. ( ) até a decisão de primeira instância, mediante substituição da certidão nula,


devolvido ao sujeito passivo o prazo para defesa, que somente poderá versar sobre a
parte modificada

PROCESSO JUDICIAL TRIBUTARIO

12.1. (OAB/GO/2002) Assinale a assertiva correta:

(a) ação de Consignação em Pagamento é imprópria para discutir questão tributária;

(b) em execução fiscal fazendária o Código de Processo Civil é de aplicação subsidiária;

(c) embargos de declaração são inaplicáveis em demandas judicial-tributárias;

(d) em recurso de apelação não comporta questionamento de matéria fático-tributária.


12.2. (OAB/PR/2003) Assinale a alternativa correta:

(a) Através da argüição de descumprimento de preceito fundamental é possível


questionar, diretamente perante o Supremo Tribunal Federal, a validade de uma lei
municipal em matéria tributária.

(b) É possível ação declaratória de constitucionalidade para defender a validade de uma


lei municipal perante o Supremo Tribunal Federal.

(c) Se o contribuinte deve imposto de renda, é extinta a punibilidade (criminal) se o


mesmo confessa o débito.

(d) A argüição de descumprimento de preceito fundamental, em matéria tributária, pode


ser utilizada por qualquer cidadão, nos termos da Lei n.º 9.882/99.

12.3. (OAB/SC/2003) Assinale a alternativa CORRETA.

Em mandado de segurança preventivo, em que o impetrante pleiteia desobrigação de


tributo federal, o pólo passivo do processo seria ocupado:

(a) pela Receita Federal.

(b) pela União Federal.

(c) pelo Presidente da República.

(d) pelo Delegado da Receita Federal.

12.4. (OAB/SP) A medida judicial a ser tomada pelo contribuinte que, tendo impugnado
o lançamento do Imposto de Renda que entende indevido, veio a sofrer penhora em
processo de execução fiscal, promovido no curso do processo administrativo,
objetivando exatamente a mesma exigência, é

(a) promover ação anulatória da execução.

(b) interpor recurso administrativo contra ajuizamento da execução.

(c) promover ação cautelar de depósito da quantia executada.

(d) embargar a execução alegando a nulidade do título extrajudicial.

12.5. (OAB/SP) Em relação à ação anulatória de dívida fiscal inscrita, pode-se afirmar
que

(a) para a sua propositura, é indispensável o depósito do valor integral da dívida.

(b) poderá ser proposta com o depósito do valor integral da dívida, hipótese em que
suspenderá a exigibilidade do débito.
(c) não poderá ser proposta após ajuizamento da execução fiscal.

(d) tem âmbito restrito à discussão sobre a validade formal do ato de inscrição da
dívida.