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FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAJAZEIRAS – FESC FACULDADE DE

FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE CAJAZEIRAS – FAFIC


Autorizada pelo Decreto Federal Nº 66.472/1970
Recredenciada pela Portaria SESu / MEC N° 531/2013

MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


(MANUAL DE TCC)

CAJAZEIRAS – PB
2019
SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO ................................................................................................... 2

2 NORMAS TÉCNICAS PARA MONOGRAFIA ................................................... 3

3 NORMAS TÉCNICAS PARA ARTIGO TÉCNICO E/OU CIENTÍFICO ........ 16

4 NORMAS TÉCNICAS PARA PROJETO TÉCNICO .......................................... 29

5 ORIENTAÇÕES SOBRE PROJETO DE PESQUISA PARA TCC .................... 42

ANEXOS ..................................................................................................................... 47
Anexo A - Modelos de Citação .................................................................................. 48
Anexo B - Modelos de de Referências ....................................................................... 51
Anexo C - Regulamento do Trabalho ee Conclusão de Curso – TCC da Faculdade
de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC ....................... 57
2

1 APRESENTAÇÃO

Normalmente, os estudantes universitários enfrentam grandes dificuldades na


formatação de um trabalho científico, no que diz respeito às normas técnicas. Diante desta
realidade, a FAFIC fornece este Manual que apresenta, com o auxílio de imagens (quando
necessárias), as normas para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) nas
modalidades Monografia, Artigo Técnico e/ou Científico, ou Projeto Técnico, esclarecendo
procedimentos metodológicos básicos, definidos pelo Regulamento do TCC desta
Instituição de Ensino Superior. Dessa forma, o aluno terá à sua disposição, reunidas em um
só documento, as recomendações gerais da Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT/NBR) referentes a produções científico-acadêmicas.
Outro objetivo deste Manual é oferecer aos professores orientadores um guia para a
necessária padronização dos trabalhos acadêmicos desta IES, permitindo-lhes mais clareza
na avaliação dos textos e mais confiabilidade ao acervo acadêmico.
Para melhor apresentação didática, o presente Manual divide-se em 3 partes.Na
primeira, estão as normas técnicas referentes à Monografia; na segunda, as relacionadas ao
Artigo Técnico e/ou Científico e na terceira, as normas para Projeto Técnico.
Espera-se que, a partir das orientações aqui apresentadas, o processo de escrita do
TCC seja simples e prazeroso.
3

NORMAS TÉCNICAS PARA MONOGRAFIA


4

1 DEFINIÇÃO - TCC - MONOGRAFIA

Entende-se por Monografia o trabalho de cunho científico que discorre sobre um


determinado tema.
Todo Trabalho de Conclusão de Curso – TCC carrega em si responsabilidade e uma
especificidade bem peculiar, por isso, deve ser produzido com muito cuidado e atenção.
Existe, no TCC, uma ordem de estrutura textual dividida em:

2 ESTRUTURA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC -


MONOGRAFIA

A estrutura de uma monografia é constituída de elementos pré-textuais, textuais e


pós-textuais.
Estes elementos serão tratados a seguir, explicitando-se, de forma clara e concisa, os
aspectos formais que os constituem.

2.1 Elementos pré-textuais

 CAPA OBRIGATÓRIO
 FOLHA DE ROSTO OBRIGATÓRIO

 ERRATA OPCIONAL

 FOLHA DE APROVAÇÃO OBRIGATÓRIO

 DEDICATÓRIA OPCIONAL
 AGRADECIMENTOS OPCIONAL

 EPÍGRAFE OPCIONAL

 RESUMO EM LÍNGUA OBRIGATÓRIO


VERNÁCULA
 RESUMO EM LÍNGUA OBRIGATÓRIO
ESTRANGEIRA
 LISTA DE ILUSTRAÇÕES OPCIONAL

 LISTA DE TABELAS OPCIONAL

 LISTA DE ABREVIATURAS E OPCIONAL


SIGLAS
 LISTA DE SÍMBOLOS OPCIONAL

 SUMÁRIO OBRIGATÓRIO

2.2 Elementos textuais

Fazem parte dos elementos textuais:


 INTRODUÇÃO (contada como primeira seção).
 DESENVOLVIMENTO (dividido em seções, conforme determinação do
orientador).
 CONSIDERAÇÕES FINAIS.
5

2.3 Elementos pós-textuais

 REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIO
 GLOSSÁRIO OPCIONAL
 APÊNDICE OPCIONAL
 ANEXO OPCIONAL
 ÍNDICE OPCIONAL

2.3.1 Referências - consistem em um conjunto padronizado de elementos descritivos,


retirados de um documento, que permitem sua identificação individual, mesmo mencionados
em rodapé.
As referências seguem a norma da ABNT/ NBR 6023, conforme atualizações.
(modelo – Anexo B)

2.3.2 Glossário - lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito
ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições. Deve
ser elaborado em ordem alfabética.

2.3.3 Apêndices - texto ou documento elaborado pelo autor. Deve ser identificado nesta
ordem: a palavra Apêndice seguida de letras maiúsculas consecutivas, travessão e respectivo
título, com o mesmo destaque tipográfico das seções primárias e centralizado, conforme a
ABNT NBR 6024. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação dos apêndices,
quando esgotadas as 26 letras do alfabeto.
Exemplo:

APÊNDICE

APÊNDICE A - Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias


de evolução

Exemplo 2:

APÊNDICE

Apêndice A - Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de


evolução

Apêndice B - Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração

2.3.4 Anexo - texto ou documento não elaborado pelo autor. Deve ser identificado nesta
ordem: a palavra Anexo seguida de letras maiúsculas consecutivas, travessão e respectivo
título, com o mesmo destaque tipográfico das seções primárias e centralizado, conforme a
ABNT NBR 6024. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação dos anexos,
quando esgotadas as 26 letras do alfabeto.
Exemplo:

ANEXO

Anexo A - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas


em regeneração - Grupo de controle 1(Temperatura... )
6

Anexo B - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas


em regeneração - Grupo de controle li (Temperatura... )

2.3.5 Índice - elemento opcional do TCC que consiste em uma “lista de palavras ou frases,
ordenadas segundo determinado critério, que localiza e remete para as informações contidas no
texto” (ABNT 14724, p. 7), em ordem alfabética. Deve ser organizado de forma lógica,
equilibrada, consistente e facilmente identificável pelos usuários.

3 FORMATAÇÃO

3.1 Formato

a) Total de páginas/laudas de texto (contando da introdução às considerações finais) –


mínimo: 30 páginas; máximo: 45 páginas;
b) Papel branco, formato A4 (210 mm x 297 mm);
c) Digitação em fonte tamanho 12 para o texto (Times New Roman ou Arial);
d) Digitação em fonte tamanho 11 (Times New Roman ou Arial) para citações diretas
recuadas, notas de rodapé, paginação, legendas de ilustrações e tabelas;
e) Opcionalmente e, dependendo do tipo de papel utilizado, pode-se digitar no anverso e no
verso da folha;
f) A impressão deve ser feita cor preta em todo o trabalho, porém os gráficos, tabelas,
imagens poderão ser impressos coloridos.

3.2 Margens

a) A abertura inicial de cada parágrafo deve ser de 1,25cm, a partir da margem esquerda.
b) A citação direta, com mais de 3 linhas, deve ficar recuada 4cm da margem esquerda.

Margem superior 3cm


Margem inferior 2cm
Margem esquerda 3cm
Margem direita 2cm

3.3 Espaçamento entre linhas

 O texto (da introdução às considerações finais / elementos textuais) deve ser


digitado com espaçamento entre linhas de 1,5.

Observação: Ficam com espaçamento entre linhas simples (1,0) todos os elementos pré-
textuais e pós-textuais.

 As citações diretas recuadas, as notas de rodapé, os resumos, as referências, as


legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, a natureza do trabalho, o
objetivo, o nome da instituição e a área de concentração devem ser digitados em
espaçamento simples (1,0).
 As referências, após as considerações finais, devem ser digitadas em espaçamento
simples, assim como o espaçamento entre uma referência e outra.
 Os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os precede ou os
7

sucede por um espaço duplo ou por dois espaços simples.

3.4 Indicativos de seção

a) O indicativo numérico de uma seção antecede seu título e fica alinhado à esquerda,
separado por um espaço de caractere, sem o ponto final após o último número:
(Exemplo: 1 INTRODUÇÃO).

Observação: O indicativo numérico da seção segue até as considerações finais, ou seja, as


referências e as seções seguintes (quando houver) não são enumeradas.

b) Os títulos sem indicativo numérico, como errata, agradecimentos, resumo, listas de


ilustrações, listas de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, sumário, glossário, apêndices,
anexos e índices devem ser digitados em caixa alta, negrito e centralizados.
c) Os títulos com indicação numérica, que ocupem mais de uma linha, devem ser, a partir da
segunda linha, alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.

3.5 Paginação

a) Todas as páginas do trabalho, a partir da folha de rosto, são contadas sequencialmente;


b) A numeração é obrigatória, a partir da primeira folha da parte textual, ou seja, capa
não se conta nem se enumera, porém, da folha de rosto até a última página que antecede
os elementos textuais, todas são contadas, mas não enumeradas;
c) A numeração é feita em algarismo arábico, no canto superior direito da folha, a 2cm da
borda superior, ficando o último algarismo a 2cm da borda direita da folha, em tamanho
menor que o do texto;
d) A paginação de apêndices e anexos, quando utilizados, deve ser contínua à do texto
principal.

3.5 Citações

Citação é a referência de uma informação extraída de outra fonte. Todas as citações


devem ser acompanhadas de suas respectivas fontes, respeitando-se, obrigatoriamente, os
direitos autorais. Elas podem aparecer no texto ou em nota de rodapé.
As citações seguem a norma da ABNT/ NBR 10520 conforme atualizações. (modelo
– Anexo A).

3.6 Ilustrações

De acordo com a ABNT NBR 6022 (2018, p. 11),

Qualquer que seja o tipo de ilustração, esta deve ser precedida de sua
palavra designativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico,
mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros),
seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos
arábicos, de travessão e do respectivo título.
Imediatamente após a ilustração, deve-se indicar a fonte consultada
(elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor)
conforme a ABNT NBR 10520, legenda, notas e outras informações
necessárias à sua compreensão (se houver). A ilustração deve ser citada no
texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere.
Tipo, número de ordem, título, fonte, legenda e notas devem acompanhar
as margens da ilustração.
8

Exemplo:
Mapa 1 - Fronteiras do Brasil Fonte 12 – normal e em negrito

Fonte: IBGE (2016) Fonte 11 – normal e sem negrito

3.7 Tabelas

Seguindo, ainda, a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT


6022 (2018, p. 12), as tabelas “Devem ser citadas no texto, inseridas o mais próximo possível
do trecho a que se referem, e padronizadas conforme as Normas de apresentação tabular do
IBGE.
Deve-se indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção
do próprio autor), de acordo com a ABNT NBR 10520.
Exemplo:

Tabela 1 – Comparativo entre aplicações Fonte 12 – normal e em negrito

MUNICÍPIO TAXA DE CRESCIMENTO


Campo Alegre 7,03
Japaratinga 4,83
Fonte: autor da pesquisa.
Fonte 11 – normal e sem negrito

3.8 Linguagem

A linguagem do TCC pode ser:


 Impessoal (uso da 3ª pessoa do singular) uso padrão - preferencialmente;
 Pessoal – uso da 1ª pessoa do singular.
* A critério do professor orientador.

3.9 Ficha catalográfica

É uma ficha que contém as informações bibliográficas necessárias para identificação


de um documento ou livro em uma biblioteca.
Após as correções finais do TCC sugeridas e/ou exigidas pela Banca Examinadora,
o discente irá à Biblioteca fornecer as informações necessárias para que o Bibliotecário
elabore a Ficha Catalográfica e a envie por e-mail, ao acadêmico, a fim de que possa
imprimi-la no verso da folha de rosto.
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4 PALAVRAS E EXPRESSÕES LATINAS NO TEXTO CIENTÍFICO

 Apud = citado por, conforme ou segundo – Palavra utilizada para evidenciar uma
citação de citação, e deve vir expressa no próprio texto ou em nota de rodapé.
 Et. al. (et alii) = e outros – Tal expressão é usada quando a obra conta com a
participação de vários autores.
 Ibidem ou ibid = na mesma obra – Esta palavra demarca o uso de várias citações em
um mesmo documento, cuja diferenciação se dá mediante a variação da página das obras
citadas.
 Idem ou Id = igual a, “do mesmo autor” – Em se tratando de citações de diferentes
obras de um mesmo autor, torna-se viável o uso desta palavra, cujo propósito é substituir o
nome dessa autoria, evitando, assim, repetições.
 In = em – Faz-se uso desta palavra para identificar a fonte onde a citação se encontra
demarcada, expressa.
 Ipsis litteris = literalmente, pelas mesmas letras, igualmente – Expressão usada para
afirmar que o texto, ainda que constituído de desvios de qualquer ordem, foi transcrito com
fidelidade.
 Ipsis verbis = pelas mesmas letras, pelas mesmas palavras – O uso desta expressão
se torna idêntico ao da expressão anterior (ipsis litteris).
 Loco citado ou loc. cit. = no lugar citado – A utilização desta expressão se deve ao
propósito de mencionar a mesma página de uma obra já citada, no caso de haver a
intercalação de uma ou mais notas de indicação bibliográfica.
 Opus citatum ou op. cit. = obra citada – Após o nome do autor, esta expressão faz
referência a uma obra citada anteriormente, numa mesma página.
 Passim = aqui e ali, em várias partes, em vários trechos – Faz-se uso deste termo
para citar diversas páginas das quais foram retiradas as ideias de um dado autor.

4.1 Palavras estrangeiras, títulos de obras

Quando houver nomes estrangeiros e títulos de obras coloca-se em itálico.

5 MODELO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MONOGRAFIA

5.1 Capa

Deve conter as seguintes informações ,em espaçamento entre linhas simples (1,0) e
todas centralizadas:
a) Nome da instituição, seguido da sigla que a representa (em caixa alta e em negrito);
b) Nome do curso (em caixa alta e em negrito);
c) Nome do autor do trabalho (em caixa alta e em negrito);
d) Título do trabalho (em caixa alta e em negrito);
e) Subtítulo (quando for necessário restringir o tema do trabalho), precedido de dois pontos
e somente em negrito – sem caixa alta;
f) Local onde está situada a instituição e onde será apresentado o trabalho (em caixa alta e
em negrito);
g) Ano de entrega do trabalho (em negrito).

Exemplo:
10

FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAJAZEIRAS – FESC


FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE CAJAZEIRAS
– FAFIC
CURSO DE BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL

NOME DO ALUNO

TÍTULO: subtítulo (se houver)

CAJAZEIRAS – PB
2019

5.2 Folha de rosto

Apresenta as seguintes informações, em espaçamento entre linhas simples (1,0),


nesta mesma ordem:
a) Nome do autor (em caixa alta e em negrito);
b) Título do trabalho (em caixa alta e em negrito);
c) Subtítulo (só em negrito, ou seja, sem caixa alta);
d) Tipo do trabalho e o nome da instituição a que será submetido o TCC (sem caixa alta e
sem negrito);
e) Local (cidade) onde será apresentado o TCC (em caixa alta e em negrito);
f) Ano de entrega do trabalho (em negrito).

Exemplo:
11

NOME DO AUTOR

TÍTULO: subtítulo (se houver)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à


Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras Margem direita,
– FAFIC, como requisito parcial para a obtenção do justificado, espaçamento
grau de Bacharel/Licenciado/Tecnólogo em . simples.

Orientador (a): Prof. Dr(a).


Co-orientador (a): Prof. Dr(a). (se houver)

CAJAZEIRAS – PB
2019

5.2.1 Ficha catalográfica - Fica no verso da folha de rosto. (Imagem meramente ilustrativa).
Exemplo:

Fonte: https://regrasparatcc.com.br/elementos/ficha-catalografica-tcc/
5.3 Errata

“Elemento opcional. Deve ser inserida logo após a folha de rosto, constituída pela
referência do trabalho e pelo texto da errata. Apresentada em papel avulso ou encartado,
acrescida ao trabalho depois de impresso.” (ABNT 14724, 2011, p. 7) Exemplo:
12

ERRATA

TOSCANO, Maria Eulália Sobral. Desenvolvimento de software para a Biblioteca


Central da UEPB. 2012. 153 p. Projeto Técnico (Bacharelado em Ciência da
Computação) – Centro de Ciências e Tecnologias, Universidade Estadual da
Paraíba, 2012.
Página Linha Onde se lê Leia-se
19 3 ensejou ensejaram
38 16 Uma competŒncia que o Uma competência que lhe
51 15 sistematizar sistematizaram

5.4 Folha de aprovação

Documento que apresenta, além dos dados da folha de rosto, outros que comprovam
a aprovação do trabalho, como os nomes e as assinaturas dos componentes da Banca
Examinadora e a data de aprovação, em espaçamento entre linhas simples (1,0).

NOME DO AUTOR

TÍTULO: subtítulo (se houver)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Filosofia,


Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC, como requisito parcial para a
obtenção do grau de Bacharel/Licenciado/Tecnólogo em
_____________________.

Aprovado em: ___/____/____

BANCA EXAMINADORA

___________________________________________
Prof. Dr(a)._____________ (Sigla da Instituição)
ORIENTADOR(A)

___________________________________________
Prof. Dr(a)._____________(Sigla da Instituição)
EXAMINADOR(A)

____________________________________________
Prof. Dr(a). _____________ (Sigla da Instituição)
EXAMINADOR(A)

5.4 Resumo em língua vernácula

De acordo com a ABNT/NBR 6028 (2003, p. 2), “o resumo deve ser composto de
uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos”, não
ultrapassando 500 palavras. Deve ser elaborado em um parágrafo único, sem abertura,
contemplando, entre outras, as seguintes informações: introdução, problematização,
objetivo, metodologia, resultado. Logo abaixo, deve vir a expressão Palavras-chave, dois
13

pontos, seguidos pelas palavras que representam, significativamente, o conteúdo do


trabalho. Tais palavra s devem vir iniciadas com letra maiúscula e separadas por ponto final
– mínimo 3 palavras; máximo 5 palavras. Exemplo:
Palavras-chave: Identidade. Língua. Povo.

5.4.1 Resumo em língua estrangeira


Texto fiel do resumo em língua vernácula, transcrito para uma língua estrangeira,
seguido das mesmas palavras-chave.

5.5 Sumário

É o último elemento pré-textual. A NBR 6027/2012 recomenda o seguinte:


a) A palavra SUMÁRIO deve ser centralizada, em caixa alta e em negrito, e com o mesmo
tipo e tamanho da fonte (12) utilizada para as seções primárias, o que evidenciará, também,
a subordinação dos itens;
b) O primeiro item a constar no sumário deve ser relativo à primeira página da parte textual,
ou seja, à introdução;
c) Quando houver mais de um volume, deve ser incluído o sumário de toda a obra em todos
os volumes, de forma que se tenha conhecimento do conteúdo, independente do volume
consultado;
d) Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário;
e) Os indicativos das seções que compõem o sumário (quando houver), devem ser alinhados
à esquerda;
f) Os títulos e os subtítulos sucedem os indicativos das seções;
g) Recomenda-se que os títulos e os subtítulos sejam alinhados igualmente à esquerda;
h) Os títulos de cada seção devem ficar em caixa alta e em negrito;
i) O primeiro subtítulo deve ficar normal e em negrito;
j) O subtítulo de um subtítulo deve ficar normal e sem negrito;
k) Se houver um terceiro subtítulo, este deve ficar normal e sem negrito.

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ........................................................................... 6

2 ORIGEM E EVOLUÇÃO DO COMPUTADOR .................... 9


2.1 O uso do computador na sala de aula .................................... 14
2.1.1 A influência de softwares na aprendizagem ........................... 21

3 AS TÉCNICAS COMPUTACIONAIS .................................... 26


3.1 Raciocínio versus máquina ..................................................... 30
3.1.1 Soluções práticas na sala de aula ........................................... 35
3.1.1.1 Propostas de trabalho em sala de aula................................. 39

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................... 43


REFERÊNCIAS ......................................................................... 46
APÊNDICES ............................................................................... 48
ANEXOS ..................................................................................... 49
14

5.6 Elementos opcionais (em espaçamento entre linhas simples - 1,0) – ressaltando que
estes elementos vêm antes do sumário.

5.6.1 Dedicatória, Agradecimentos e Epígrafe

a) São elementos sucessivos, colocados logo após a folha de aprovação;


b) A dedicatória e epígrafe não devem ter título ou qualquer numeração, simplesmente
aparecem os respectivos textos, ao final da página, recuados à direita;
c) Diferentemente, a página de agradecimentos deve ter o título em negrito e em caixa alta,
centralizado e seguido do texto.

5.6.2 Lista de ilustrações

a) É elaborada de acordo com a ordem em que as i l ust raç õe s aparec em no


texto.
b) Cada item é apresentado com o nome específico, seguido do número da página a que se
refere.
c) Pode-se, também, elaborar uma lista na qual constem cada tipo de ilustração (desenhos,
esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros,
retratos e outros).
Exemplo:

LISTA DE QUADROS

Quadro 1 – Valores aceitáveis de erro técnico da medição 23


para antropometristas iniciantes e expedientes
e experimentos no Estado de São Paulo.

Quadro 2 – Valores das medições no Estado de 31


Pernambuco.

5.6.3 Lista de tabelas

É organizada em consonância com a sequência em que as tabelas aparecem no texto,


acompanhadas do número da página em que estão inseridas, e segue o modelo de LISTA
DE QUADROS.
5.6.4 Lista de abreviaturas e siglas

Consiste na relação, em ordem alfabética, das abreviaturas e siglas utilizadas no


texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes, escritas por extenso.
Exemplo:

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas

CCN - Catálogo Coletivo Nacional

CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica


15

5.6.5 Lista de símbolos

É organizada seguindo a ordem em que os símbolos estão apresentados no texto e


com os respectivos significados, e segue o modelo de LISTA DE QUADROS.

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e


documentação – Referências – Elaboração, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024:


Informação e documentação: Numeração progressiva das seções de um documento
escrito – Apresentação, 2012.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Informação e


documentação – Sumário – Apresentação, 2013.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Informação e


documentação – Resumo – Procedimento, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520:


Informação e documentação – Citações emdocumentos – Apresentação, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:


Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação, 2011.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho


científico: procedimento básico, pesquisa bibliográfica, projetos, relatórios,
publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e


criatividade. 29. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
16

NORMAS TÉCNICAS PARA ARTIGO TÉCNICO E/OU CIENTÍFICO


17

1 DEFINIÇÃO - TCC - ARTIGO TÉCNICO E/OU CIENTÍFICO

Segundo a ABNT/NBR 6022 (2018, p. 2), artigo técnico e/ou científico é “parte de
uma publicação com autoria declarada, de natureza técnica e/ou científica.”
Já conforme Marconi e Lakatos (2017, p. 77), artigo “é um pequeno estudo, porém
completo, que trata de uma questão. Apresenta o resultado de estudos ou pesquisas. ”
O artigo técnico e/ou científico tem que ter como foco um assunto atual, caso
contrário, provavelmente, ele perderá toda sua relevância.

2 ESTRUTURA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC - ARTIGO


TÉCNICO E/OU CIENTÍFICO

A estrutura de um artigo é constituída de elementos pré-textuais, textuais e pós-


textuais.
Estes elementos serão tratados a seguir, explicitando-se, de forma clara e concisa, os
aspectos formais que os constituem. ” (MANUAL, 2017, p. 3)

2.1. Elementos pré-textuais

 CAPA OBRIGATÓRIO
 FOLHA DE ROSTO OBRIGATÓRIO
 ERRATA OPCIONAL
 FOLHA DE APROVAÇÃO OBRIGATÓRIO

2.1.1 Elementos pré-textuais próprios de um artigo

 TÍTULO NO IDIOMA DO OBRIGATÓRIO


DOCUMENTO
 TÍTULO EM OUTRO IDIOMA OPCIONAL
 AUTOR OBRIGATÓRIO
 RESUMO NO IDIOMA DO OBRIGATÓRIO
DOCUMENTO
 RESUMO EM OUTRO IDIOMA OPCIONAL

OBSERVAÇÕES (ABNT NBR 6022/2018):

1. TÍTULO - O título do artigo e o subtítulo (se houver) devem figurar na página de


abertura do artigo, diferenciados tipograficamente ou separados por dois-pontos (:) e
no idioma do texto. Opcionalmente, pode-se incluir o título em outro idioma, inserido
logo abaixo do título no idioma do texto.

2. AUTOR - O nome do autor deve ser inserido de forma direta: prenome (abreviado
ou não) e sobrenome. Deve constar o currículo sucinto do autor e endereço de
contato.

3. RESUMO - Deve ser elaborado conforme a ABNT NBR 6028. O resumo em outro
idioma, se houver, deve suceder o resumo no idioma do documento.
18

2.2 Elementos textuais

Fazem parte dos elementos textuais:


 INTRODUÇÃO - parte inicial do artigo, na qual devem constar a delimitação do
assunto tratado, os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar
o tema do artigo.

 DESENVOLVIMENTO - parte principal do artigo, que contém a exposição


ordenada e pormenorizada do assunto tratado. Divide-se em seções e subseções,
conforme a ABNT NBR 6024 (Numeração progressiva das seções).

 CONSIDERAÇÕES FINAIS - parte final do artigo, na qual se apresentam as


considerações correspondentes aos objetivos e/ou hipóteses.

2.3 Elementos pós-textuais

 REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIO
 GLOSSÁRIO OPCIONAL
 APÊNDICE OPCIONAL
 ANEXO OPCIONAL
 AGRADECIMENTO OPCIONAL

2.3.1 Referências - consistem em um conjunto padronizado de elementos descritivos,


retirados de um documento, que permitem sua identificação individual, mesmo mencionados
em rodapé.
As referências seguem a norma da ABNT/ NBR 6023, conforme atualizações.
(modelo – Anexo B)

2.3.2 Glossário - lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito
ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições. Deve
ser elaborado em ordem alfabética.

2.3.3 Apêndice - texto ou documento elaborado pelo autor. Deve ser identificado nesta
ordem: a palavra Apêndice seguida de letras maiúsculas consecutivas, travessão e respectivo
título, com o mesmo destaque tipográfico das seções primárias e centralizado, conforme a
ABNT NBR 6024. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação dos apêndices,
quando esgotadas as 26 letras do alfabeto.
Exemplo 1:
APÊNDICE

APÊNDICE A - Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias


de evolução

Exemplo 2:
APÊNDICE

Apêndice A - Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de


evolução
Apêndice B - Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração
19

2.3.4 Anexo - texto ou documento não elaborado pelo autor. Deve ser identificado nesta
ordem: a palavra Anexo seguida de letras maiúsculas consecutivas, travessão e respectivo
título, com o mesmo destaque tipográfico das seções primárias e centralizado, conforme a
ABNT NBR 6024. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação dos anexos,
quando esgotadas as 26 letras do alfabeto. Exemplo:

ANEXO

Anexo A - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas


em regeneração - Grupo de controle I(Temperatura...)

Anexo B - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas


em regeneração - Grupo de controle II (Temperatura...)

2.3.5 Agradecimentos - texto em que o autor faz agradecimentos dirigidos àqueles que
contribuíram de maneira relevante à elaboração do artigo. Texto sucinto. Deve ser o último
elemento pós-textual.

3 RESUMO DE ARTIGO TÉCNICO/CIENTÍFICO (ABNT 6028, conforme


atualizações)

O resumo de artigo é uma “apresentação concisa dos pontos relevantes de um


documento.” (ABNT 6028, 2003, p. 1)
É um mini texto com até 250 palavras.
Conforme a ABNT 6028/2003, o resumo deve:
 ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento; e
 ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração
de tópicos.
Recomenda-se, ainda, o uso de parágrafo único.
A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento.
A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de
caso, análise da situação etc.).
Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão
Palavras-chave:, em negrito, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto.
 Mínimo de 3 e máximo de 5 palavras-chave.

4 FORMATAÇÃO

4.1 Formato

a) Total de páginas/laudas de texto (da introdução às considerações finais):


Mínimo: 12 páginas; máximo: 20 páginas;
b) Papel branco, formato A4 (210 mm x 297 mm);
c) Digitação em fonte tamanho 12 para o texto (Times New Roman ou Arial);
d) Digitação em fonte tamanho 11 (Times New Roman ou Arial) para citações diretas
recuadas (longas), notas de rodapé, paginação, legendas de ilustrações e tabelas;
e) A impressão deve ser feita na cor preta em todo o trabalho, porém os gráficos, tabelas,
imagens poderão ser impressos coloridos.
20

4.2 Margens

a) A abertura inicial de cada parágrafo deve ser de 1,25cm, a partir da margem esquerda.
b) A citação direta, com mais de 3 linhas, deve ficar recuada 4cm da margem esquerda.

Margem superior 3cm


Margem inferior 2cm
Margem esquerda 3cm
Margem direita 2cm

4.3 Espaçamento entre linhas

 O texto (da introdução às considerações finais - elementos textuais) deve ser


digitado com espaçamento entre linhas simples (1,0).

Observação: Ficam também com espaçamento entre linhas simples (1,0) todos os elementos
pré-textuais e pós-textuais.

 As citações diretas recuadas, as notas de rodapé, as referências, as legendas das


ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da
instituição e a área de concentração devem ser digitados em espaçamento simples.
 As referências, após as considerações finais, devem ser digitadas em espaçamento
simples, assim como, entre uma referência e outra, seguindo a norma da ABNT 6023/2018.
 Os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os precede ou
os sucede por um espaço duplo ou por dois espaços simples.

4.4 Indicativos de seção

a) O indicativo numérico de uma seção antecede seu título e fica alinhado à esquerda,
separado por um espaço de caractere, sem o ponto final após o último número:
(Exemplo: 1 INTRODUÇÃO).

Observação: O indicativo numérico da seção segue até as considerações finais, ou seja, as


referências e as seções seguintes (quando houver) não são enumeradas.

b) Os títulos sem indicativo numérico, como errata, agradecimentos, resumo, sumário,


glossário, apêndices e anexos devem ser digitados em caixa alta, negrito e centralizados.
c) Os títulos com indicação numérica, que ocupem mais de uma linha, devem ser, a partir da
segunda linha, alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.

4.5 Paginação

a) Todas as páginas do trabalho, a partir da folha de rosto, são contadas sequencialmente;


b) A numeração é obrigatória, a partir da primeira folha da parte textual, ou seja, capa
não se conta nem se enumera, porém, da folha de rosto até a última página que antecede
os elementos textuais, todas são contadas, mas não enumeradas;
c) A numeração é feita em algarismo arábico, no canto superior direito da folha, a 2cm da
borda superior, ficando o último algarismo a 2cm da borda direita da folha, em tamanho
menor que o do texto;
21

d) A paginação de apêndices e anexos, quando utilizados, deve ser contínua à do texto


principal.

4.6 Citações

Citação é a referência de uma informação extraída de outra fonte. Todas as citações


devem ser acompanhadas de suas respectivas fontes, respeitando-se, obrigatoriamente, os
direitos autorais. Elas podem aparecer no texto ou em nota de rodapé.
As citações seguem a norma da ABNT/ NBR 10520 conforme atualizações. (modelo
– Anexo A).

4.7 Ilustrações

De acordo com a ABNT NBR 6022 (2018, p. 11),

Qualquer que seja o tipo de ilustração, esta deve ser precedida de sua
palavra designativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico,
mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros),
seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos
arábicos, de travessão e do respectivo título.
Imediatamente após a ilustração, deve-se indicar a fonte consultada
(elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor)
conforme a ABNT NBR 10520, legenda, notas e outras informações
necessárias à sua compreensão (se houver). A ilustração deve ser citada no
texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere.
Tipo, número de ordem, título, fonte, legenda e notas devem acompanhar
as margens da ilustração.
Exemplo:
Mapa 1 - Fronteiras do Brasil
Fonte 12 – normal e em negrito

Fonte: IBGE (2016) Fonte 11 – normal e sem negrito

4.8 Tabelas

Seguindo, ainda, a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT


6022 (2018, p. 12), as tabelas “Devem ser citadas no texto, inseridas o mais próximo possível
do trecho a que se referem, e padronizadas conforme as Normas de apresentação tabular do
IBGE.
Deve-se indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção
do próprio autor), de acordo com a ABNT NBR 10520.
Exemplo:
22

Tabela 1 – Comparativo entre aplicações Fonte 12 – normal e em negrito

MUNICÍPIO TAXA DE CRESCIMENTO


Campo Alegre 7,03
Japaratinga 4,83
Fonte: autor da pesquisa.
Fonte 11 – normal e sem negrito

4. Linguagem

A linguagem do TCC pode ser:


 Impessoal (uso da 3ª pessoa do singular) uso padrão - preferencialmente;
 Pessoal – uso da 1ª pessoa do singular.
* A critério do professor orientador.

4.10 Ficha catalográfica

É uma ficha que contém as informações bibliográficas necessárias para


identificação de um documento ou livro em uma biblioteca.
Após as correções finais do TCC sugeridas e/ou exigidas pela Banca Examinadora,
o discente irá à Biblioteca fornecer as informações necessárias para que o Bibliotecário
elabore a Ficha Catalográfica e a envie por e-mail, ao acadêmico, a fim de que possa
imprimi-la no verso da folha de rosto.

4.11 Palavras estrangeiras, títulos de obras

Quando houver nomes estrangeiras e títulos de obras coloca-se em itálico.

5 MODELO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MONOGRAFIA

5.1 Capa

Deve conter as seguintes informações ,em espaçamento entre linhas simples (1,0) e
todas centralizadas:
a) Nome da instituição, seguido da sigla que a representa (em caixa alta e em negrito);
b) Nome do curso (em caixa alta e em negrito);
c) Nome do autor do trabalho (em caixa alta e em negrito);
d) Título do trabalho (em caixa alta e em negrito);
e) Subtítulo (quando for necessário restringir o tema do trabalho), precedido de dois pontos
e somente em negrito – sem caixa alta;
f) Local onde está situada a instituição e onde será apresentado o trabalho (em caixa alta e
em negrito);
g) Ano de entrega do trabalho (em negrito).

Exemplo:
23

FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAJAZEIRAS – FESC


FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE CAJAZEIRAS
– FAFIC
CURSO DE BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL

NOME DO ALUNO

TÍTULO: subtítulo (se houver)

CAJAZEIRAS – PB
2019

5.2 Folha de rosto

Apresenta as seguintes informações, em espaçamento entre linhas simples (1,0),


nesta mesma ordem:
a) Nome do autor (em caixa alta e em negrito);
b) Título do trabalho (em caixa alta e em negrito);
c) Subtítulo (só em negrito, ou seja, sem caixa alta);
d) Tipo do trabalho e o nome da instituição a que será submetido o TCC (sem caixa alta e
sem negrito);
e) Local (cidade) onde será apresentado o TCC (em caixa alta e em negrito);
f) Ano de entrega do trabalho (em negrito).

Exemplo:
24

NOME DO AUTOR

TÍTULO: subtítulo (se houver)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à


Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras Margem direita,
– FAFIC, como requisito parcial para a obtenção do justificado, espaçamento
grau de Bacharel/Licenciado/Tecnólogo em simples.
___________________________________________.

Orientador (a): Prof. Dr(a) _____________


Co-orientador (a): Prof. Dr(a). (se houver)

CAJAZEIRAS – PB
2019

5.2.1 Ficha catalográfica - Fica no verso da folha de rosto. (Imagem meramente ilustrativa).

Exemplo:

Fonte: https://regrasparatcc.com.br/elementos/ficha-catalografica-tcc/

5.3 Errata

“Elemento opcional. Deve ser inserida logo após a folha de rosto, constituída pela
referência do trabalho e pelo texto da errata. Apresentada em papel avulso ou encartado,
25

acrescida ao trabalho depois de impresso.” (ABNT 14724, 2011, p. 7) Exemplo:

ERRATA

TOSCANO, Maria Eulália Sobral. Desenvolvimento de software para a


Biblioteca Central da UEPB. 2012. 153 p. Projeto Técnico (Bacharelado em
Ciência da Computação) – Centro de Ciências e Tecnologias, Universidade
Estadual da Paraíba, 2012.

Página Linha Onde se lê Leia-se


19 3 ensejou ensejaram
38 16 Uma competŒncia que o Uma competência que lhe
51 15 sistematizar sistematizaram

5.4 Folha de aprovação

Documento que apresenta, além dos dados da folha de rosto, outros que comprovam
a aprovação do trabalho, como os nomes e as assinaturas dos componentes da Banca
Examinadora e a data de aprovação, em espaçamento entre linhas simples (1,0).
Exemplo:

NOME DO AUTOR

TÍTULO: subtítulo (se houver)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Filosofia,


Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC, como requisito parcial para a
obtenção do grau de Bacharel/Licenciado/Tecnólogo em
_____________________.

Aprovado em: ___/____/____

BANCA EXAMINADORA

___________________________________________
Prof. Dr(a)._____________ (Sigla da Instituição)
ORIENTADOR(A)

___________________________________________
Prof. Dr(a)._____________(Sigla da Instituição)
EXAMINADOR(A)

____________________________________________
Prof. Dr(a). _____________ (Sigla da Instituição)
EXAMINADOR(A)

5.5 Resumo
26
TÍTULO DO ARTIGO: subtítulo (se houver)

Nome do autor*

RESUMO

De acordo com a ABNT/NBR 6028 (2003, p. 2), “o resumo deve ser


composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de
enumeração de tópicos”, não ultrapassando 500 palavras. Deve ser
elaborado em um parágrafo único, sem abertura, contemplando, entre
outras, as seguintes informações: introdução, problematização,
objetivo, metodologia, resultado. A primeira frase deve ser
significativa, explicando o tema principal do documento. A seguir,
deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória,
estudo de caso, análise da situação etc.). Deve-se usar o verbo na voz
ativa e na terceira pessoa do singular. As palavras-chave devem figurar
logo abaixo do resumo.

Palavras-chave: Computação. Segurança da Informação. Tecnologia da


Informação.
__________________
Aluno do Curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC. vieiraclaudio1@hotmail.com

5.6 Introdução

1 INTRODUÇÃO

De acordo com a norma da ABNT 6022 (2018, p. 9), a


introdução é a “Parte inicial do artigo na qual devem constar a
delimitação do assunto tratado, os objetivos da pesquisa e outros
elementos necessários para situar o tema do artigo.”
...
27

5.7 Desenvolvimento

2 Desenvolvimento

“Parte principal do artigo, que contém a exposição ordenada e


pormenorizada do assunto tratado. Divide-se em seções e subseções.”
(ABNT NBR 6024, p. 9)
.
...

5.7 Considerações finais

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

“Parte final do artigo, na qual se apresentam as


considerações correspondentes aos objetivos e/ou
hipóteses.” (ABNT NBR 6024, p. 9)
...
28

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e


documentação - referências – elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: Informação e


documentação – artigo em publicação periódica técnica e/ou científica - apresentação: Rio
de Janeiro: ABNT, 2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e


documentação - apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT,
2002.

FONTENELLE, André. Como escrever um artigo científico. s.d. Disponível em:


https://www.andrefontenelle.com.br/artigo-cientifico/. Acesso em: 12 jul. 2019.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Normas de


apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 62 p.

MANUAL de Trabalho de Conclusão de Curso. 2017. Disponível em:


www.fescfafic.edu.br/files/ManualTCC-ref2017.pdf. Acesso em: 02 ago. 2019.

MARCONI, Marina de Andrade. LAKATO, Eva Maria. Metodologia do Trabalho


Científico. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017.

MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção textual na


universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.

WAZLAWICK, Raul Sidnei. Metodologia de Pesquisa em Ciência da Computação. 2.


ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 146 p.
29

NORMAS TÉCNICAS PARA PROJETO TÉCNICO


30

1 DEFINIÇÕES E CARACTERÍSTICAS

A seguir, observe algumas conceituações e características a respeito de Projeto


Técnico.
De acordo com Costa e Costa (2010, p. 43, grifo nosso), projeto técnico é:

um instrumento de planejamento, execução e avaliação de uma


determinada intervenção, contendo um conjunto de informações, seja na
área da Educação, [...] seja oferecendo serviços, como manutenção e
montagem de computadores, acesso à internet ou mesmo na área do
comércio, com vendas de equipamentos de informática, etc.
O projeto técnico é caracterizado como um projeto de ação, de execução,
em que o seu autor, após ter realizado uma pesquisa exaustiva na
comunidade, na cidade ou até mesmo no estado ou país e ter identificado
as principais necessidades da população da área da pesquisa, planeja uma
intervenção com o objetivo de suprir as necessidades identificadas. Assim
nasce o projeto técnico, cujo objetivo principal é resolver um problema já
identificado.

Segundo Bracagioli Neto; Gehlen e Oliveira (2018, p. 19) o projeto técnico tem o
objetivo de “promover uma intervenção na realidade em que será implantado”.
O objetivo específico de tal projeto pode ser:
 implantar um sistema [...];
 propor alternativas produtivas;
 aumentar a produtividade;
 expandir o tamanho de determinado negócio ;
 trabalhar a modernização da matriz produtiva;
 propor a diversificação da atividade referida; ou
simplesmente projetar a manutenção da atual configuração produtiva.

O Manual de Trabalho de Conclusão de Curso do IFPB - Campus Monteiro (2015,


grifo nosso), apresenta Projeto Técnico como um trabalho de:

cunho mais experimental, em que o projeto ultrapassa o campo conceitual,


objetivando a aplicação prática de conceitos, métodos, técnicas e
tecnologias, para o desenvolvimento de um sistema que resolva uma
problemática real. Esse projeto de sistema, obrigatoriamente, deverá ser
materializado envolvendo etapas de implementação e de testes que
comprovem a sua adequação como solução para a problemática ou campo
de aplicação pré-selecionado para a pesquisa. É recomendável que [...] esse
projeto possa resultar em eventuais benefícios locais, regionais, nacionais,
institucionais, governamentais, científicos, sociais, culturais, econômicos
e/ou ambientais.

2 ESTRUTURA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - PROJETO


TÉCNICO

A estrutura de um projeto técnico é constituída de elementos pré-textuais, textuais


e pós-textuais.
Estes elementos serão tratados a seguir, explicitando-se, de forma clara e concisa, os
aspectos formais que os constituem. ” (MANUAL, 2017, p. 3)
31

2.1. Elementos pré-textuais

 CAPA OBRIGATÓRIO
 FOLHA DE ROSTO OBRIGATÓRIO
 ERRATA OPCIONAL
 FOLHA DE APROVAÇÃO OBRIGATÓRIO
 LISTA DE ILUSTRAÇÕES OPCIONAL
 LISTA DE TABELAS OPCIONAL
 LISTA DE ABREVIATURAS E OPCIONAL
SIGLAS
 LISTA DE SÍMBOLOS OPCIONAL
 SUMÁRIO OBRIGATÓRIO

2.2 Elementos textuais (obrigatórios)

Fazem parte dos elementos textuais:


Tem como base (estes elementos
 INTRODUÇÃO textuais) o relatório técnico/científico
da ABNT NBR 10719
 DESENVOLVIMENTO
 CONSIDERAÇÕES FINAIS

2.3 Elementos pós-textuais

 REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIO
 GLOSSÁRIO OPCIONAL
 APÊNDICE OPCIONAL
 ANEXO OPCIONAL

2.3.1 Referências - consistem em um conjunto padronizado de elementos descritivos,


retirados de um documento, que permitem sua identificação individual, mesmo mencionados
em rodapé.
As referências seguem a norma da ABNT/ NBR 6023, conforme atualizações. (modelo
– Anexo B)

2.3.2 Glossário - lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito
ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições. Deve
ser elaborado em ordem alfabética.

2.3.3 Apêndices - texto ou documento elaborado pelo autor. Deve ser identificado nesta
ordem: a palavra Apêndice seguida de letras maiúsculas consecutivas, travessão e respectivo
título, com o mesmo destaque tipográfico das seções primárias e centralizado, conforme a
ABNT NBR 6024. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação dos apêndices,
quando esgotadas as 26 letras do alfabeto. Exemplo:

APÊNDICE

APÊNDICE A - Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias


de evolução
32

Exemplo 2:

APÊNDICE

Apêndice A - Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de


evolução

Apêndice B - Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração

2.3.4 Anexo - texto ou documento não elaborado pelo autor. Deve ser identificado nesta
ordem: a palavra Anexo seguida de letras maiúsculas consecutivas, travessão e respectivo
título, com o mesmo destaque tipográfico das seções primárias e centralizado, conforme a
ABNT NBR 6024. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação dos anexos,
quando esgotadas as 26 letras do alfabeto.

Exemplo:

ANEXO

Anexo A - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas


em regeneração - Grupo de controle 1(Temperatura... )

Anexo B - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas


em regeneração - Grupo de controle li (Temperatura... )

3 FORMATAÇÃO

3.1 Formato

a) Total de páginas/laudas de texto (contando da introdução às considerações finais) –


mínimo: 30 páginas; máximo: 45 páginas;
b) Papel branco, formato A4 (210 mm x 297 mm);
c) Digitação em fonte tamanho 12 para o texto (Times New Roman ou Arial);
d) Digitação em fonte tamanho 11 (Times New Roman ou Arial) para citações diretas
recuadas, notas de rodapé, paginação, legendas de ilustrações e tabelas;
e) A impressão deve ser feita cor preta em todo o trabalho, porém os gráficos, tabelas,
imagens poderão ser impressos coloridos.

3.2 Margens

a) A abertura inicial de cada parágrafo deve ser de 1,25cm, a partir da margem esquerda.
b) A citação direta, com mais de 3 linhas, deve ficar recuada 4cm da margem esquerda.

Margem superior 3cm


Margem inferior 2cm
Margem esquerda 3cm
Margem direita 2cm
33

3.3 Espaçamento entre linhas

 O texto (da introdução às considerações finais / elementos textuais) deve ser


digitado com espaçamento entre linhas de 1,5.

Observação: Ficam com espaçamento entre linhas simples (1,0) todos os elementos pré-
textuais e pós-textuais.

 As citações diretas recuadas, as notas de rodapé, os resumos, as referências, as


legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, a natureza do trabalho, o
objetivo, o nome da instituição e a área de concentração devem ser digitados em
espaçamento simples (1,0).
 As referências, após as considerações finais, devem ser digitadas em espaçamento
simples, assim como o espaçamento entre uma referência e outra.
 Os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os precede ou os
sucede por um espaço duplo ou por dois espaços simples.

3.4 Indicativos de seção

a) O indicativo numérico de uma seção antecede seu título e fica alinhado à esquerda,
separado por um espaço de caractere, sem o ponto final após o último número:
(Exemplo: 1 INTRODUÇÃO).

Observação: O indicativo numérico da seção segue até as considerações finais, ou seja, as


referências e as seções seguintes (quando houver) não são enumeradas.

b) Os títulos sem indicativo numérico, como errata, agradecimentos, resumo, listas de


ilustrações, listas de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, sumário, glossário, apêndices,
anexos e índices devem ser digitados em caixa alta, negrito e centralizados.
c) Os títulos com indicação numérica, que ocupem mais de uma linha, devem ser, a partir da
segunda linha, alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.

3.5 Paginação

a) Todas as páginas do trabalho, a partir da folha de rosto, são contadas sequencialmente;


b) A numeração é obrigatória, a partir da primeira folha da parte textual, ou seja, capa
não se conta nem se enumera, porém, da folha de rosto até a última página que antecede
os elementos textuais, todas são contadas, mas não enumeradas;
c) A numeração é feita em algarismo arábico, no canto superior direito da folha, a 2cm da
borda superior, ficando o último algarismo a 2cm da borda direita da folha, em tamanho
menor que o do texto;
d) A paginação de apêndices e anexos, quando utilizados, deve ser contínua à do texto
principal.

3.6 Citações

Citação é a referência de uma informação extraída de outra fonte. Todas as citações


devem ser acompanhadas de suas respectivas fontes, respeitando-se, obrigatoriamente, os
direitos autorais. Elas podem aparecer no texto ou em nota de rodapé.
As citações seguem a norma da ABNT/ NBR 10520 conforme atualizações. (modelo
– Anexo A).
34

3.6 Ilustrações

De acordo com a ABNT NBR 6022 (2018, p. 11),

Qualquer que seja o tipo de ilustração, esta deve ser precedida de sua
palavra designativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico,
mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros),
seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos
arábicos, de travessão e do respectivo título.
Imediatamente após a ilustração, deve-se indicar a fonte consultada
(elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor)
conforme a ABNT NBR 10520, legenda, notas e outras informações
necessárias à sua compreensão (se houver). A ilustração deve ser citada no
texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere.
Tipo, número de ordem, título, fonte, legenda e notas devem acompanhar
as margens da ilustração.
Exemplo:
Mapa 1 - Fronteiras do Brasil Fonte 12 – normal e em negrito

Fonte: IBGE (2016) Fonte 11 – normal e sem negrito

3.7 Tabelas

Seguindo, ainda, a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT


6022 (2018, p. 12), as tabelas “Devem ser citadas no texto, inseridas o mais próximo possível
do trecho a que se referem, e padronizadas conforme as Normas de apresentação tabular do
IBGE.
Deve-se indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção
do próprio autor), de acordo com a ABNT NBR 10520.
Exemplo:

Tabela 1 – Comparativo entre aplicações Fonte 12 – normal e em negrito

MUNICÍPIO TAXA DE CRESCIMENTO


Campo Alegre 7,03
Japaratinga 4,83
Fonte: autor da pesquisa.
Fonte 11 – normal e sem negrito

3.8 Linguagem

A linguagem do TCC pode ser:


35

 Impessoal (uso da 3ª pessoa do singular) uso padrão - preferencialmente;


 Pessoal – uso da 1ª pessoa do singular.
* A critério do professor orientador.

3.9 Ficha catalográfica

É uma ficha que contém as informações bibliográficas necessárias para identificação


de um documento ou livro em uma biblioteca.
Após as correções finais do TCC sugeridas e/ou exigidas pela Banca Examinadora,
o discente irá à Biblioteca fornecer as informações necessárias para que o Bibliotecário
elabore a Ficha Catalográfica e a envie por e-mail, ao acadêmico, a fim de que possa
imprimi-la no verso da folha de rosto.

3.10 Palavras estrangeiras, títulos de obras

Quando houver nomes estrangeiros e títulos de obras coloca-se em itálico.

4 DESENVOLVIMENTO DA PARTE TEXTUAL

Na elaboração do Projeto Técnico, as seções devem ser ordenadas conforme a


sequência a seguir:

1 INTRODUÇÃO

A parte introdutória apresenta brevemente o assunto abordado, contextualizando-o;


a problemática levantada no projeto de pesquisa; o objetivo e a justificativa do projeto.

2 DESENVOLVIMENTO

Esta é a seção em que ocorre o detalhamento técnico do projeto: a metodologia,


as técnicas e os processos empregados (para, por exemplo, o desenvolvimento de um
software/...), a execução, o(s) resultado(s). Podem ser utilizadas citações para exemplificar,
comprovar e/ou dar credibilidade ao trabalho pesquisado.
Deve ser redigido de maneira clara e objetiva, porém completa “[...] com a devida
atenção para os detalhes técnicos, a fim de facilitar a compreensão [...]. ” (FRANÇA;
VASCONCELLOS, 2013, p. 55).
Pode ser desenvolvido em seções e subseções.

3 CONSIDERAÇÃOES FINAIS

Nesta seção, apresentam-se os avanços acadêmicos que a atividade proporcionou


para o discente e a sociedade/comunidade como um todo.
Nela são descritas claramente as conclusões retiradas dos experimentos realizados no
decorrer da pesquisa, podendo fazer recomendação de ações, se necessárias, a partir das
conclusões obtidas, a serem usadas no futuro.

5 MODELO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - PROJETO TÉCNICO

5.1 Capa

Deve conter as seguintes informações ,em espaçamento entre linhas simples (1,0) e
36

todas centralizadas:
a) Nome da instituição, seguido da sigla que a representa (em caixa alta e em negrito);
b) Nome do curso (em caixa alta e em negrito);
c) Nome do autor do trabalho (em caixa alta e em negrito);
d) Título do trabalho (em caixa alta e em negrito);
e) Subtítulo (quando for necessário restringir o tema do trabalho), precedido de dois pontos
e somente em negrito – sem caixa alta;
f) Local onde está situada a instituição e onde será apresentado o trabalho (em caixa alta e
em negrito);
g) Ano de entrega do trabalho (em negrito).
Exemplo:

FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAJAZEIRAS – FESC


FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE CAJAZEIRAS
– FAFIC
CURSO DE BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL

NOME DO ALUNO

TÍTULO: subtítulo (se houver)

CAJAZEIRAS – PB
2019

5.2 Folha de rosto

Apresenta as seguintes informações, em espaçamento entre linhas simples (1,0),


nesta mesma ordem:
a) Nome do autor (em caixa alta e em negrito);
b) Título do trabalho (em caixa alta e em negrito);
c) Subtítulo (só em negrito, ou seja, sem caixa alta);
d) Tipo do trabalho e o nome da instituição a que será submetido o TCC (sem caixa alta e
sem negrito);
e) Local (cidade) onde será apresentado o TCC (em caixa alta e em negrito);
f) Ano de entrega do trabalho (em negrito).
37

Exemplo:

NOME DO AUTOR

TÍTULO: subtítulo (se houver)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à


Margem direita,
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras
justificado, espaçamento
– FAFIC, como requisito parcial para a obtenção do
simples.
grau de Bacharel/Licenciado/Tecnólogo em .

Orientador (a): Prof. Dr(a).


Co-orientador (a): Prof. Dr(a). (se houver)

CAJAZEIRAS – PB
2019

5.2.1 Ficha catalográfica - Fica no verso da folha de rosto. (Imagem meramente ilustrativa).

Exemplo:

Fonte: https://regrasparatcc.com.br/elementos/ficha-catalografica-tcc/

5.3 Errata

“Elemento opcional. Deve ser inserida logo após a folha de rosto, constituída pela
referência do trabalho e pelo texto da errata. Apresentada em papel avulso ou encartado,
38

acrescida ao trabalho depois de impresso.” (ABNT 14724, 2011, p. 7) Exemplo:

ERRATA

TOSCANO, Maria Eulália Sobral. Desenvolvimento de software para a Biblioteca


Central da UEPB. 2012. 153 p. Projeto Técnico (Bacharelado em Ciência da
Computação) – Centro de Ciências e Tecnologias, Universidade Estadual da
Paraíba, 2012.

Página Linha Onde se lê Leia-se


19 3 ensejou ensejaram
38 16 Uma competŒncia que o Uma competência que lhe
51 15 sistematizar sistematizaram

5.4 Folha de aprovação

Documento que apresenta, além dos dados da folha de rosto, outros que comprovam
a aprovação do trabalho, como os nomes e as assinaturas dos componentes da Banca
Examinadora e a data de aprovação, em espaçamento entre linhas simples (1,0).
Exemplo:

NOME DO AUTOR

TÍTULO: subtítulo (se houver)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Filosofia,


Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC, como requisito parcial para a
obtenção do grau de Bacharel/Licenciado/Tecnólogo em
_____________________.

Aprovado em: ___/____/____

BANCA EXAMINADORA

___________________________________________
Prof. Dr(a)._____________ (Sigla da Instituição)
ORIENTADOR(A)

___________________________________________
Prof. Dr(a)._____________(Sigla da Instituição)
EXAMINADOR(A)

____________________________________________
Prof. Dr(a). _____________ (Sigla da Instituição)
EXAMINADOR(A)

5.5 Listas

5.5.1 Lista de ilustrações (ABNT 14724, 2011)

Elemento opcional. Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada
item designado por seu nome específico, travessão, título e respectivo número da folha ou
39

página. Quando necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de
ilustração (desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas,
plantas, quadros, retratos e outras). Exemplo:

LISTA DE QUADROS

Quadro 1 – Valores aceitáveis de erro técnico de medição relativo para 23


antropometristas iniciantes e experientes no Estado de São Paulo

5.5.2 Lista de tabelas (Segue o modelo de LISTA DE QUADROS)

5.5.3 Lista de abreviaturas e siglas

“Elemento opcional. Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas


no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso.
Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo.” (ABNT 14724, 2011, p. 9)
Exemplo:

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas

CCN - Catálogo Coletivo Nacional

CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica do Pará


NIST -
National Institute of Standards and Technology
SaaS -
Software as a Service

5.6 Sumário

É o último elemento pré-textual. A NBR 6027/2012 recomenda o seguinte:


a) A palavra SUMÁRIO deve ser centralizada, em caixa alta e em negrito, e com o mesmo
tipo e tamanho da fonte (12) utilizada para as seções primárias, o que evidenciará, também,
a subordinação dos itens;
b) O primeiro item a constar no sumário deve ser relativo à primeira página da parte textual,
ou seja, à introdução;
c) Quando houver mais de um volume, deve ser incluído o sumário de toda a obra em todos
os volumes, de forma que se tenha conhecimento do conteúdo, independente do volume
consultado;
d) Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário;
e) Os indicativos das seções que compõem o sumário (quando houver), devem ser alinhados
à esquerda;
f) Os títulos e os subtítulos sucedem os indicativos das seções;
g) Recomenda-se que os títulos e os subtítulos sejam alinhados igualmente à esquerda;
h) Os títulos de cada seção devem ficar em caixa alta e em negrito;
i) O primeiro subtítulo deve ficar normal e em negrito;
j) O subtítulo de um subtítulo deve ficar normal e sem negrito;
k) Se houver um terceiro subtítulo, este deve ficar normal e sem negrito.
40

Exemplo:
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ........................................................................... 6

2 ORIGEM E EVOLUÇÃO DO COMPUTADOR .................... 9


2.1 O uso do computador na sala de aula .................................... 14
2.1.1 A influência de softwares na aprendizagem ........................... 21

3 AS TÉCNICAS COMPUTACIONAIS .................................... 26


3.1 Raciocínio versus máquina ..................................................... 30
3.1.1 Soluções práticas na sala de aula ........................................... 35
3.1.1.1 Propostas de trabalho em sala de aula................................. 39

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................... 43


REFERÊNCIAS ......................................................................... 46
APÊNDICES ............................................................................... 48
ANEXOS ..................................................................................... 49

5.7 Introdução

5.8 Desenvolvimento

5.9 Considerações finais

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e


documentação - referências – elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10719: Informação e


documentação – relatório técnico e/ou científico - apresentação: Rio de Janeiro: ABNT,
2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e


documentação - apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Informação e


documentação – sumário: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e


documentação - trabalhos acadêmicos - apresentação: Rio de Janeiro: ABNT, 2001.
41

BRACAGIOLI NETO, Alberto; GEHLEN, Ivaldo; OLIVEIRA, Valter Lúcio de. (Orgs.);
Planejamento e gestão de projetos. 2. ed. rev. e ampl. – Porto Alegre: Editora da
UFRGS, 2018. 112p. (Série Ensino, Aprendizagem e Tecnologias) [recurso eletrônico].
Disponível em: www.fumec.br › revistas › sigc › article › download). Acesso em: 20 ago.
2019.

COSTA, Maria Lélia da Silva Torquato; COSTA, Iris Sousa. Metodologia do Projeto
Técnico. Manaus: CETAM, 2010. 64 p. ISBN: 978-85-63576-25-5. Disponível em:
ead.ifap.edu.br/netsys/public/livros/.../metodologia_projeto_tecnico.pdf. Acesso em: 12
maio 2019.

FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização
de publicações técnico-científicas. 9. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Normas de


apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 62 p.

MANUAL de Trabalho de Conclusão de Curso. 2017. Disponível em:


www.fescfafic.edu.br/files/ManualTCC-ref2017.pdf. Acesso em: 02 ago. 2019.
42

ORIENTAÇÕES SOBRE PROJETO DE PESQUISA PARA TCC


43

1 DEFINIÇÃO – TCC – PROJETO DE PESQUISA

Projeto de pesquisa “Compreende uma das fases da pesquisa. É a descrição da sua


estrutura.”(ABNT, 2012, p. 2)
Na elaboração do Projeto de TCC, as seções devem ser ordenadas conforme orienta
a NBR ABNT 15287 (e suas atualizações). O texto deve ser redigido de acordo com o
Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC da FAFIC, contido neste Manual.

2 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA

A estrutura de um projeto de pesquisa é constituída de elementos pré-textuais,


textuais e pós-textuais.
Estes elementos serão tratados a seguir, explicitando-se, de forma clara e concisa, os
aspectos formais que os constituem.

2.1 Elementos pré-textuais

 CAPA OBRIGATÓRIO
 FOLHA DE ROSTO OBRIGATÓRIO

 SUMÁRIO OBRIGATÓRIO

Obs.: Ver modelo em TCC/Monografia.

2.2 Elementos textuais (NBR ABNT 15287 - Projeto de Pesquisa)

De acordo com a ABNT 15287, os elementos textuais devem ser constituídos da


seguinte maneira:

 INTRODUÇÃO OBRIGATÓRIO
 REFERENCIAL TEÓRICO OBRIGATÓRIO

 METODOLOGIA OBRIGATÓRIO

 RECURSOS OPCIONAL

 CRONOGRAMA OBRIGATÓRIO

DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS TEXTUAIS

1 INTRODUÇÃO

Introdução é a apresentação breve do assunto abordado – o seu mérito e a sua


relevância, contextualizando os principais aspectos relacionados ao trabalho. Para tanto,
devem ser expostos o tema do projeto, o problema a ser abordado, a(s) hipótese(s), quando
couber(em), bem como o(s) objetivo(s) a ser(em) atingido(s) e a(s) justificativa(s).
É uma seção na qual se aguça a curiosidade do leitor, motivando-o a conhecer o
conteúdo em estudo.
44

 TEMA

É o assunto sobre o qual se deseja pesquisar.

 PROBLEMATIZAÇÃO

Segundo Lakatos e Marconi (2011), “O problema [...] consiste em um enunciado


explicitado de forma clara, compreensível e operacional, cujo melhor modo de solução [...]
é uma pesquisa ou pode ser resolvido por meio de processos científicos.” Minayo (2011, p.
39) acrescenta que: “A definição do problema [...] é a razão da existência de um projeto.”
A formulação do problema requer do autor da pesquisa criatividade e conhecimento
prévio acerca do tema abordado. Orienta-se que a proposição do problema seja expressa,
preferencialmente, através de perguntas.

 OBJETIVOS

Referem-se à indicação do que se pretende alcançar com a realização do estudo, do


que se quer fazer na pesquisa. Os objetivos podem ser geral e específicos e devem ser
redigidos com verbos no infinitivo. Exemplo: investigar, identificar, compreender,
analisar, verificar etc.

 GERAL

Procura dar uma visão global e abrangente do tema, definindo, de modo amplo, o
que se pretende alcançar. Quando alcançado, dá a resposta ao problema.

 ESPECÍFICOS

Têm função intermediária e instrumental, ou seja, tratam dos aspectos concretos que
serão abordados na pesquisa e que irão contribuir para se atingir o objetivo geral. Com base
nos objetivos específicos é que o pesquisador orientará o levantamento de dados e
informações referentes ao trabalho.

 JUSTIFICATIVA

Justificar é oferecer razão suficiente para a construção do trabalho. A justificativa


responde à pergunta POR QUE FAZER O TRABALHO, procurando os antecedentes do
problema e a relevância do assunto/tema, argumentando sobre a sua importância prático-
teórica e colocando as possíveis contribuições esperadas.

2 REVISÃO TEÓRICA

Consiste na revisão da literatura sobre o tema, realizando uma análise reflexiva,


cuidadosa e abrangente de abordagens na área de estudo.

3 METODOLOGIA

Metodologia significa estudo do método. Método é um procedimento geral, ou


melhor, um conjunto de processos necessários para se alcançar os fins de uma investigação.
É o caminho percorrido em uma pesquisa. Mostra como se irá responder aos objetivos
específicos estabelecidos e como será realizado o trabalho.
45

Na metodologia, o autor do TCC deve apresentar o tipo de pesquisa, o universo e


amostra, os instrumentos utilizados na coleta de dados e o método de análise.

4 CRONOGRAMA

O cronograma é a disposição gráfica do tempo que será gasto na realização do TCC


ou do projeto, de acordo com as atividades a serem cumpridas. Serve para auxiliar no
gerenciamento e controle deste trabalho, permitindo, de forma precisa, a visualização de seu
andamento.

Exemplo 1 de cronograma (até o final do Projeto de Pesquisa)

Ano 2019
Atividades Jan. Fev. Mar. Abr. Maio Jun.
Pesquisa e definição do tema
Pesquisa bibliográfica
Problematização da pesquisa
Objetivos da pesquisa
Justificar a pesquisa
Revisão teórica
Metodologia
Revisão da escrita
Entrega e apresentação do projeto

Exemplo 2 de cronograma (até o final da Pesquisa – TCC final)

ANO 2019
ATIVIDADES
Fev. Mar. Abr. Maio Jun. Ago. Set. Out. Nov. Dez.

Pesquisa do tema
Definição do tema
Pesquisa bibliográfica
Coleta de dados
Apresentação e
discussão dos
dados
Elaboração do Projeto
Entrega do Projeto
xxx
xxxx
xxxx
xxxx
Entrega do TCC
Defesa do TCC
46

2.3 Elementos pós-textuais

 REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIO

Consistem em um conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um


documento, que permitem sua identificação individual, mesmo mencionados em rodapé.
As referências seguem a norma da ABNT/ NBR 6023, conforme atualizações.
(modelo – Anexo B)

3 FORMATAÇÃO

Toda a formatação para o Projeto de Pesquisa para o TCC segue o modelo de


Monografia.

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e


documentação – Referências – Elaboração, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024:


Informação e documentação: Numeração progressiva das seções de um documento
escrito – Apresentação, 2012.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Informação e


documentação – Sumário – Apresentação, 2013.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Informação e


documentação – Resumo – Procedimento, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520:


Informação e documentação – Citações emdocumentos – Apresentação, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:


Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação, 2011.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho


científico: procedimento básico, pesquisa bibliográfica, projetos, relatórios,
publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e


criatividade. 29. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
47

ANEXOS
48

Anexo A – Modelos de Citação

Os modelos de citação, aqui apresentados, seguem a ABNT NBR 10520/2002, porém


havendo atualização na norma, este Manual seguirá a atualização.
Existem quatro tipos de citação:

1 CITAÇÃO DIRETA DE ATÉ TRÊS LINHAS


2 CITAÇÃO DIRETA COM MAIS DE TRÊS LINHAS
3 CITAÇÃO INDIRETA
4 CITAÇÃO DE CITAÇÃO

1 CITAÇÃO DIRETA DE ATÉ TRÊS LINHAS

As citações diretas de até três linhas devem estar contidas no próprio parágrafo entre
aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar uma citação no interior da citação.
Nesse caso de transcrição fiel, ipsis litteris (tanto na citação direta de até três linhas ou na
citação direta recuada), é obrigatório especificar autor, data e página da obra consultada.
O autor do TCC pode indicar supressões, interpolações, comentários, ênfases ou
destaques nas citações, do seguinte modo:
a) supressões: [...];
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ];
c) ênfase ou destaque: grifo, ou negrito, ou itálico. Neste caso, o autor deverá sinalizar
para o leitor de quem é o destaque: “grifo do autor” ou “grifo nosso”.

Exemplos:

Guimarães (1987, p. 13) considera “o texto como uma unidade empírica com
começo, meio e fim”. Esta concepção nos faz perceber que um texto deve ter unidade,
deve ser um todo organizado, investido de propostas semânticas e formais inteligíveis ao
interlocutor.
Assim, compreende-se o texto como “um discurso que se supõe ser objeto de
uma única escolha, e cujo fim, por exemplo, já é previsto pelo autor no momento em que
redige o começo [...]” (DUCROT, 1987, p. 166). Além disso, é importante pontuar que o
contrário também é verdadeiro, havendo mudanças no Direito, elas impactarão a
sociedade e os comportamentos dos indivíduos, uma vez que o Direito, de acordo com
Reale (1998, p.49), “[...] é a ordenação heterônoma e coercível da conduta humana”.

Segundo Sá (1995, p. 27), “[...] por meio da mesma ‘arte de conversação’ que
abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência [...]”.

2 CITAÇÃO DIRETA COM MAIS DE TRÊS LINHAS

As citações diretas com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4cm
da margem esquerda, com letra menor (fonte tamanho 11) que a utilizada no texto, espaçamento entre
linhas simples e sem as aspas.

Exemplos:
49

As palavras do outro e as minhas palavras constituem o meu discurso, impresso de


orientações conclusivas. Nesse sentido:

o nosso discurso da vida prática está cheio de palavras de outros. Com


algumas delas, fundimos inteiramente, a nossa voz, esquecendo-nos de
quem são; com outras reforçamos as nossas próprias palavras, aceitando
aquelas como autorizadas para nós; por último, revestimos terceiras das
nossas próprias intenções, que são estranhas e hostis a elas. (BAKHTIN,
2010, p. 223)

Segundo Minayo e Souza (1998, p. 514),

violência consiste em ações humanas de indivíduos, grupos, classes,


nações que ocasionam a morte de outros seres humanos ou que afetam
sua integridade física, moral, mental ou espiritual. Na verdade, só se pode
falar de violências, pois se trata de uma realidade plural, diferenciada,
cujas especificidades necessitam ser conhecidas.

3 CITAÇÃO INDIRETA

A citação indireta é um texto que apresenta a ideia de outro(s) autor(es) sem, no


entanto, transcrevê-la. Nesse caso, o autor do TCC utiliza suas próprias palavras para dizer o que já
foi dito, em pesquisas, por outros estudiosos. Não é necessário indicar a página, mas,
obrigatoriamente, deve-se indicar autor e ano de publicação da obra consultada.

Exemplos:

A violência, além de estar na pauta dos grandes problemas enfrentados pela


humanidade, expressa padrões de convivência e de poder presentes em povos, culturas,
classes sociais; entre homens e mulheres, adultos, pais e filhos (AZAMBUJA, 2004).

Segundo Faria (1985), a primeira linha de bonde impulsionada por motor elétrico,
efetivamente bem-sucedida, surgiu em 1888 nos Estados Unidos, na cidade de Richmond.

4 CITAÇÃO DE CITAÇÃO

Citação de citação é a citação direta ou indireta de um texto que não se teve acesso
ao original.

Exemplos:

“[...] o viés organicista da burocracia estatal e o antiliberalismo da cultura política de


1937, preservado de modo encapuçado na Carta de 1946” (VIANNA, 1986, p. 172 apud
SEGATTO, 1995, p. 214-215).
50

Segundo Cittadino (2000, p. 14 apud CAMPOS, 2011, p. 114-115),

O pensamento jurídico brasileiro é marcadamente positivista e


comprometido com a defesa de um sistema de direitos voltado para
a garantia da autonomia privada dos cidadãos. Uma cultura jurídica
positivista e privatista atravessa não apenas os trabalhos de autores
vinculados à área do direito privado, mas também caracteriza a
produção teórica de muitos de nosso publicistas. Em todos estes
autores a defesa do sistema de direitos se associa prioritariamente
aos direitos civis e políticos e menos à implementação dos direitos
econômicos e sociais, inclusive pelo fato de que defendem uma
concepção menos participativa do que representativa da democracia.
Em outras palavras, a cultura jurídica brasileira está
majoritariamente comprometida com um liberalismo do modus
vivendi.

No modelo serial de Gough (1972 apud NARDI, 1993), o ato de ler envolve um
processamento serial que começa com uma fixação ocular sobre o texto, prosseguindo
da esquerda para a direita de forma linear.

Observação:

Citação traduzida

Se o texto consultado estiver em outra língua e for traduzido pelo autor do TCC, é
necessário indicar “tradução nossa” antes do parêntese que fecha a indicação da fonte.
Recomenda-se colocar o trecho na língua original em nota de rodapé.

Exemplo:
“Em resumo, o valor argumentativo de uma palavra é o papel que esta pode
desempenhar no discurso” (DUCROT, 1988, p. 51, tradução nossa).

Citação com grifo

“Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com
a expressão grifo nosso entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso
o destaque já faça parte da obra consultada.” (ABNT 10520, 2002, p. 3)

Exemplo:

“[...] para que não tenha lugar a producção de degenerados, quer physicos quer moraes,
misérias, verdadeiras ameaças à sociedade.” (SOUTO, 1916, p. 46, grifo nosso).

“[...] desejo de criar uma literatura independente, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo
como
manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).
51

Anexo B – Modelos de Referências

Os modelos de referências, aqui apresentados, seguem a ABNT NBR 6023/2018,


porém havendo atualização na norma, este Manual seguirá a atualização.

1 APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS

 As referências devem ser colocadas em forma de lista, após as Considerações Finais


e devem estar dispostas sequencialmente, seguindo a ordem alfabética do sobrenome
dos autores.
 As referências devem ser elaboradas em espaço simples, alinhadas à margem
esquerda do texto e separadas entre si por uma linha em branco de espaço simples.
Quando aparecerem em notas de rodapé, devem ser alinhadas à margem esquerda do
texto e, a partir da segunda linha da mesma referência, abaixo da primeira letra da
primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas.
 As referências, ordenadas em uma única lista, devem ser padronizadas quanto ao
recurso tipográfico e à adoção dos elementos complementares. O recurso tipográfico
(negrito, itálico ou sublinhado) utilizado para destacar o elemento título deve ser
uniforme em todas as referências. Isso não se aplica às obras sem indicação de
autoria, ou de responsabilidade, cujo elemento de entrada seja o próprio título, já
destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, incluindo artigo
(definido ou indefinido) e palavra monossilábica iniciais (se houver).
 Ao optar pelo uso de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas
as referências do mesmo tipo de documento.
 Para documentos online, além dos elementos essenciais e complementares, deve-se
registrar o endereço eletrônico, precedido da expressão Disponível em:, e a data de
acesso, precedida da expressão Acesso em:.

Regra básica

A regra básica é que as obras sejam citadas, começando-se pelo sobrenome do autor
(escrito em CAIXA ALTA, seguido de vírgula); o prenome (seguido de ponto final); o nome
do livro ou em negrito, ou em itálico (seguido de ponto final); edição (só a partir da
segunda, seguida de ponto final); local da editora (seguido de dois pontos); editora
(seguido de vírgula); ano de publicação da obra, (ponto final). Obs.: caso a obra não
mencione o ano da publicação, em seu lugar escreve-se s.d. (sem data).

Exemplo básico de referência:

 Elementos essenciais

LUCK, Heloisa. Liderança em gestão escolar. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.

 Elementos complementares

LUCK, Heloisa. Liderança em gestão escolar. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 165 p., 18
cm. (Cadernos de gestão, v. 4). Bibliografia: p. 149-155. ISBN 978-85-3263-62-01.
52

 Documento on-line

BAVARESCO, Agemir; BARBOSA, Evandro; ETCHEVERRY, Katia Martin (org.).


Projetos de filosofia. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011. E-book. Disponível em:
http ://ebooks.pucrs.br/edipucrs/projetosdefilosofia.pdf. Acesso em: 21 ago. 2011.

LIBANEO. José Carlos. O ensino de graduação na universidade: a aula


universitária. Disponível em: www.ucg.br/site_docente/edu/libaneo/pdf/ensino.pdf.
Acesso em: 04 fev.2014 .

 Quando o título da obra é composto, deixa-se em destaque (negrito ou itálico)


somente até os dois pontos.
LAVILLE, C; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa
em ciências humanas. Belo Horizonte: Artmed, 1999.

 Para trabalhos acadêmicos - autor, título, subtítulo (se houver),


ano de depósito, tipo do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros),
grau (especialização, doutorado, entre outros) e curso entre parênteses, vinculação
acadêmica, local e data de apresentação ou defesa. Quando necessário, acrescentam-se
elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

AGUIAR, André Andrade de. Avaliação da microbiota bucal em pacientes sob uso
crônico de penicilina e benzatina. 2009. Tese (Doutorado em Cardiologia) –
Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009

COELHO, Ana Cláudia. Fatores determinantes de qualidade de vida física e mental


em pacientes com doença pulmonar intersticial: uma análise multifatorial. 2009.
Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) – Faculdade de Medicina, Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009. Disponível em:
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/16359/000695147.pdf?sequence1.
Acesso em: 4 set. 2009

 Livro com até três autores - Cita-se o nome de todos, separados por ponto e vírgula.

PASSOS, L. M. M.; FONSECA, A.; CHAVES, M. Alegria de saber: matemática,


segunda série, 2, primeiro grau: livro do professor. São Paulo: Scipione, 1995. 136 p.

 Livro com mais de quatro autores - Convém indicar todos. Permite-se que se
indique apenas o primeiro, seguido da expressão et al.

TAYLOR, Robert; LEVINE, Denis; MARCELLIN-LITTLE, Denis; MILLIS, Darryl.


Reabilitação e fisioterapia na prática de pequenos animais. São Paulo: Roca, 2008.
53

URANI, A. et al. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o Brasil.


 Brasília,
Autores DF:
com IPEA,
nomes 1994.
compostos e com grau de parentesco.

 Quando se trata de um mesmo autor de várias obras usadas como referência


teórica, repete-se o seu nome.

KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A inter-ação pela linguagem. 10. ed. São Paulo:
Cortez, 2006.

KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Jogando com as vozes do outro: argumentação na


notícia jornalística. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2009.

KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Gramática de usos de português. 2. ed. São Paulo:
Editora Unesp, 2011.

 Quando o autor é uma pessoa jurídica - As obras de responsabilidade de pessoa


jurídica (órgãos governamentais, empresas, associações, entre outros) têm entrada pela
forma conhecida ou como se destaca no documento, por extenso ou abreviada.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Catálogo de teses da Universidade de São


Paulo, 1992. São Paulo: USP, 1993. 467 p.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política


ambiental do Estado de São Paulo. São Paulo: Secretaria do Meio Ambiente, 1993.
35 p.

BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília, DF: Ministério da


Justiça, 1993. 28 p.

 Documento sem autoria conhecida - Quando a autoria for desconhecida, a entrada


deve ser feita pelo título. O termo Anônimo ou a expressão Autor desconhecido não podem
ser usados.

PEQUENA biblioteca do vinho. São Paulo: Lafonte, 2012.

ONDA de frio: reviravolta traz vento e forte chance de neve. Zero Hora, Porto Alegre,
ano 47, n. 16.414, 12 ago. 2010. Disponível em:
http://www.clicbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspx?uf1&actionflip. Acesso em:
12 ago. 2010

 Capítulos de obras - Os elementos essenciais são: autor e título da parte, seguidos


da expressão In: ou Separata de:, e da referência completa da monografia no todo. No final
da referência, deve-se informar a descrição física da parte. Quando necessário, acrescentam-
se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.
54

RODRIGUES, Ana Lúcia Aquilas. Aspectos éticos. In: RODRIGUES, Ana Lúcia
Aquilas. Impacto de um programa de exercícios no local de trabalho sobre o nível
de atividade física e o estágio de prontidão para a mudança de comportamento.
2009. Dissertação (Mestrado em Fisiopatologia Experimental) – Faculdade de
Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. f. 19-20.

POLÍTICA. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Lisboa: Priberam Informática,


1998. Disponível em:
http://www.priberam.pt/dlDLPO. Acesso em: 8 mar. 1999.

 Quando não há editora - A expressão sine nomine deve ser utilizada abreviada e
entre colchetes [s. n.], quando a editora não puder ser identificada.

FRANCO, I. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. Brasília, DF: [s. n.],
1993. 107 p.

 Quando não há local de publicação - Utiliza-se a expressão sine loco, abreviada,


entre colchetes [s. l.], caso não seja possível identificar o local de publicação. Os de sine
deve ser grafado em letra maiúscula quando for o primeiro elemento dos dados de
publicação.

KRIEGER, Gustavo; NOVAES, Luís Antonio; FARIA, Tales. Todos os sócios do


presidente. 3. ed. [S. l.]: Scritta, 1992. 195 p.

 Artigo, seção e/ou matéria de publicação periódica - Os elementos essenciais são:


autor, título do artigo ou da matéria, subtítulo (se houver), título do periódico, subtítulo (se
houver), local de publicação, numeração do ano e/ou volume, número e/ou edição, tomo (se
houver), páginas inicial e final, e data ou período de publicação. Quando necessário,
acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o
documento.

DOREA, R. D.; COSTA, J. N.; BATITA, J. M.; FERREIRA, M. M.; MENEZES, R.


V.; SOUZA, T. S. Reticuloperitonite traumática associada à esplenite e hepatite em
bovino: relato de caso. Veterinária e Zootecnia, São Paulo, v. 18, n. 4, p. 199-202,
2011. Supl. 3

DANTAS, José Alves et al. Regulação da auditoria em sistemas bancários: análise do


cenário internacional e fatores determinantes. Revista Contabilidade & Finanças, São
Paulo, v. 25, n. 64, p. 7-18, jan./abr. 2014. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1519-
70772014000100002. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.
php?scriptsci_arttext&pidS1519-70772014000100002&lngen&nrmiso. Acesso
em: 20 maio 2014.

TAVARES, Raul. O combate naval do Monte Santiago. Revista do Instituto Histórico


e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 155, t. 101, p. 168-203, 1953.
55

 Artigo e/ou matéria de jornal - Os elementos essenciais são: autor, título, subtítulo
(se houver), título do jornal, subtítulo do jornal (se houver), local de publicação, numeração
do ano e/ou volume, número (se houver), data de publicação, seção, caderno ou parte do
jornal e a paginação correspondente. Quando não houver seção, caderno ou parte, a
paginação do artigo ou matéria precede a data. Quando necessário, acrescentam-se
elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

OTTA, Lu Aiko. Parcela do tesouro nos empréstimos do BNDES cresce 566 % em oito
anos. O Estado de S. Paulo, São Paulo, ano 131, n. 42656, 1 ago. 2010. Economia &
Negócios, p. B1.

PROFESSORES terão exame para ingressar na carreira. Diário do Vale, Volta


Redonda, v. 18, n. 5877, 27 maio 2010. Caderno Educação, p. 41. Disponível em:
http://www.bancadigital.com.br/diariodovale/reader2/Default.aspx?pID1&eID495&l
P38&rP39&lTpage. Acesso em: 29 set. 2010

 Evento - Os elementos essenciais são: nome do evento, numeração (se houver), ano
e local (cidade) de realização, título do documento, seguidos dos dados de local, editora e
data da publicação. Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à
referência para melhor identificar o documento

CONGRESSO INTERNACIONAL DO INES, 8.; SEMINÁRIO NACIONAL DO


INES, 14., 2009, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de
Educação de Surdos, 2009. 160 p. Tema: Múltiplos Atores e Saberes na Educação de
Surdos. Inclui bibliografia.

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE, 4., 1996, Recife. Anais


eletrônicos [...]. Recife: UFPE, 1996. Disponível em:
http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm. Acesso em: 21 jan. 1997.

 Legislação - Inclui Constituição, Decreto, Decreto-Lei, Emenda Constitucional,


Emenda à Lei Orgânica, Lei Complementar, Lei Delegada, Lei Ordinária, Lei Orgânica e
Medida Provisória, entre outros. São elementos essenciais: jurisdição, ou cabeçalho da
entidade, em letras maiúsculas; epígrafe e ementa transcrita conforme publicada; dados da
publicação. Quando necessário, acrescentam-se à referência os elementos complementares
para melhor identificar o documento, como: retificações, alterações, revogações, projetos de
origem, autoria do projeto, dados referentes ao controle de constitucionalidade, vigência,
eficácia, consolidação ou atualização.

BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil.


Organizado por Cláudio Brandão de Oliveira. Rio de Janeiro: Roma Victor, 2002.
320 p.
56

BRASIL. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil. Diário


Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 139, n. 8, p. 1-74, 11 jan. 2002. PL
634/1975.

BRASIL. Decreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967. Dispõe sobre a organização da


Administração Federal, estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa, e dá outras
providências. In: VADE mecum. Porto Alegre: Verbo Jurídico, 2007. 1 CD-ROM,
p. 1-90.

 Jurisprudência - Inclui acórdão, decisão interlocutória, despacho, sentença, súmula,


entre outros. Os elementos essenciais são: jurisdição (em letras maiúsculas); nome da corte
ou tribunal; turma e/ou região (entre parênteses, se houver); tipo de documento (agravo,
despacho, entre outros); número do processo (se houver); ementa (se houver); vara, ofício,
cartório, câmara ou outra unidade do tribunal; nome do relator (precedido da palavra Relator,
se houver); data de julgamento (se houver); dados da publicação. Ao final da referência,
como notas, podem ser acrescentados elementos complementares para melhor identificar o
documento, como: decisão por unanimidade, voto vencedor, voto vencido.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Súmula n° 333. Cabe mandado de segurança


contra ato praticado em licitação promovida por sociedade de economia mista ou
empresa pública. Diário da Justiça: seção 1, Brasília, DF, ano 82, n. 32, p. 246, 14 fev.
2007.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Súmula n° 333. Cabe mandado de segurança


contra ato praticado em licitação promovida por sociedade de economia mista ou
empresa pública. Brasília, DF: Superior Tribunal de Justiça, [2007]. Disponível em:
http://www.stj.jus.br/SCON/sumanot/toc.jsp?&bTEMA&ptrue&t
&l10&i340#TIT333TEMA0. Acesso em: 19 ago. 2011.
57

Anexo C – Regulamento do Trabalho ee Conclusão de Curso – TCC da Faculdade


de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC

CAPÍTULO I
Das Disposições Preliminares

Art. 1°. O presente Regulamento dispõe sobre Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, dos Cursos
de Graduação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras, conforme o que prevê o
parágrafo único do art. 136 do Regimento Interno da IES.

Art. 2°. O TCC é um componente curricular obrigatório para os Cursos de Graduação da FAFIC e
constitui-se em uma atividade acadêmica de pesquisa e sistematização do conhecimento, na área do
respectivo Curso de Graduação.

Parágrafo único. A aprovação do TCC é requisito essencial e obrigatório para a integralização do


curso e a obtenção do diploma.

Art. 3°. O TCC poderá ser resultante de Estágio Obrigatório, de Projeto de Pesquisa, de Projeto de
Extensão ou de Projetos oriundos das linhas de pesquisa integrantes do Projeto Pedagógico do Curso
–PPC.

Parágrafo único. O TCC poderá ser elaborado em forma de Monografia, ou de Artigo Técnico e/ou
Científico, ou de Projeto Técnico.

I – Entende-se por Monografia o trabalho de cunho cientifico que discorre sobre um determinado
tema.
II - Considera-se Artigo Técnico e/ou Científico “parte de uma publicação, com autoria
declarada, de natureza Técnica e/ou Científica.” (ABNT, 2018, p. 2)
“Considera-se Artigo Técnico e/ou Científico o trabalho de cunho mais científico, empírico,
conceitual ou investigativo, podendo abranger estudos de conceitos, estudos de casos, estudos de
campo, mapeamento sistemáticos e/ou revisões de literatura.
III - Considera-se Projeto Técnico um trabalho de intervenção (planejamento, execução e avaliação)
após estudo realizado, e que tem por objetivo resolver a problemática identificada, trazendo
“benefícios locais, regionais, nacionais, institucionais, governamentais, científicos, sociais,
culturais, econômicos e/ou ambientais.” (MANUAL, 2015, p. 3)

Art. 4º. O TCC, independente de sua natureza, traduzir-se-á em um texto escrito (apresentação
escrita) que deverá ser elaborado (a) segundo os critérios de normatização da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT e do Manual de TCC da FAFIC.

Art. 5°. Os temas do TCC deverão estar relacionados com a área de formação profissional de cada
curso, definida nos respectivos projetos pedagógicos.

Art. 6°. É vedada a convalidação de TCC elaborado e apresentado em outro Curso de Graduação,
tanto da IES quanto fora dela.

Art. 7º. A elaboração do TCC implicará rigor metodológico e científico, organização e contribuição
para a ciência, sistematização e aprofundamento do tema abordado.

Art. 8º. São objetivos do TCC:


I - propiciar ao acadêmico oportunidade de demonstrar o grau das habilidades e
competências adquiridas;
II - aprofundar a pesquisa científica, como meio para a resolução de problemas;
III - sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso, tendo como base a
58

articulação entre teoria e prática;


IV - contribuir para o aprofundamento de conhecimentos relacionados a aspetos da realidade
social e/ou do âmbito da ação profissional;
V - subsidiar o processo de ensino, contribuindo para a retroalimentação dos conteúdos
programáticos das disciplinas que integram o currículo do curso;
VI - incentivar o estudo de problemas locais, regionais e nacionais, buscando integrar
conhecimento e sociedade;
VII - abordar, de forma crítica e reflexiva, o tema escolhido.

CAPÍTULO II
Da Organização Administrativa e Didática

Art. 9°. O TCC terá início com a entrega à Coordenação do Curso da Ficha de Formalização e o
Termo de Compromisso Ético devidamente preenchidos (ANEXOS I e II).

Parágrafo único. A aprovação do Projeto de Pesquisa produzido na disciplina TCC I é pré- requisito
para a matrícula na disciplina TCC II.

Art. 10º. O Coordenador do Curso, juntamente com o professor da disciplina TCC II, será responsável
pelo acompanhamento das atividades relativas ao TCC.

Art. 11. O professor orientador deverá pertencer ao corpo docente da FAFIC.

Art. 12. As linhas de pesquisa para a elaboração do TCC deverão ser divulgadas semestralmente
pela Coordenação de Curso.

Art. 13. Compete à Coordenação do Curso:


I - tomar, em primeira instância, as decisões e medidas necessárias ao efetivo cumprimento
deste Regulamento;
II - publicar, a cada semestre letivo, a relação dos professores para a orientação dos TCCs;
III - organizar a listagem de alunos por orientador;
IV - disponibilizar todos os termos necessários ao processo de elaboração do TCC, conforme
os anexos deste Regulamento
V - acompanhar o cumprimento dos horários de orientação estabelecidos entre professores
orientadores e orientandos;
VI - convocar, sempre que necessário, os orientadores para discutir questões relativas à
organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação do TCC;
VII - autorizar a substituição de orientadores, quando for o caso;
VIII- designar os membros das Bancas Examinadoras e definir o cronograma de
apresentação dos TCCs;
IX - divulgar a listagem de orientadores e orientandos, a composição das Bancas
Examinadoras, assim como o calendário de depósito e apresentação oral dos TCCs, conforme
este Regulamento;
X - autorizar, para a composição da Banca Examinadora, em caso de tema que envolva outras
áreas e conforme sugestão do orientador, a participação de professores de outros cursos da
FAFIC ou de outras instituições, assim como de profissional considerado autoridade na
temática do TCC a ser avaliado;
XI - protocolar o depósito dos TCCs, fazendo constar os respectivos títulos e autores.

Art. 14. Compete ao Colegiado do Curso:


I - sugerir ao Conselho Diretor alterações neste Regulamento, quando necessárias;
II - analisar, em grau de recurso, as decisões da Coordenação do Curso em matéria atinente
ao TCC.
59

Art. 15. Compete ao professor da disciplina TCC I:


I - cumprir os procedimentos administrativos referentes à disciplina, conforme orientação da
Coordenação do Curso;
II - orientar o acadêmico no processo de escolha do tema e do professor orientador da
pesquisa;
III - acompanhar o acadêmico na formulação e elaboração do Projeto de Pesquisa a ser
desenvolvido;
IV - estabelecer, com o acadêmico, um cronograma para a elaboração do Projeto de Pesquisa;
V - avaliar o Projeto de Pesquisa apresentado pelo acadêmico.

Art. 16. Compete ao professor da disciplina TCC II:


I - cumprir os procedimentos administrativos referentes à disciplina, conforme orientação da
Coordenação do Curso;
II - informar ao acadêmico os critérios e normas deste Regulamento, no que se referem à
elaboração, orientação, apresentação e avaliação do TCC;
III - propiciar ao acadêmico informações sobre o processo de elaboração técnica do TCC e
procedimentos de pesquisa;
IV - acompanhar o acadêmico no processo de elaboração técnica do TCC;
V- orientar o acadêmico sobre a estrutura e apresentação do TCC;
VI - conduzir o acadêmico na articulação da temática do TCC com as linhas de pesquisa do
curso;
VII - assessorar o Coordenador do Curso nas atividades relacionadas ao
desenvolvimento do TCC;
VIII- registrar, no Diário de Classe, a nota atribuída ao TCC pela Banca Examinadora.

CAPÍTULO III
Da Orientação

Art. 17. É objetivo geral da orientação proporcionar ao acadêmico o acompanhamento na elaboração


do TCC, oportunizando a pesquisa e a sistematização do conhecimento, e garantindo a abordagem
científica de temas relacionados à prática profissional e/ou à área do Curso de Graduação.

Art. 18. De acordo com o art. 10 deste Regulamento, a orientação do TCC, entendida como
acompanhamento didático-pedagógico, será da responsabilidade de docentes da FAFIC, desde que
atendam aos seguintes requisitos:
I - ter afinidade com a temática a ser abordada no TCC;
II - ter disponibilidade de horário para a orientação e acompanhamento do TCC.
III - não ter vínculo familiar com o orientando;

Art. 19. Cabe ao acadêmico requerer, junto à Coordenação do Curso, autorização para o professor
orientar e acompanhar o seu TCC, conforme ANEXO I.

Art. 20. Em consonância com o inciso II do art. 13 deste Regulamento, cabe à Coordenação do Curso
indicar, a cada semestre, os professores que integram o quadro de orientadores.

Art. 21. Na indicação dos professores orientadores, o Coordenador do Curso deverá considerar a área
de conhecimento e de atuação do docente.

Art. 22. Cada professor orientador poderá orientar até 05 (cinco) TCCs por semestre, admitindo-se,
a critério da Coordenação do Curso e conforme a necessidade e a disponibilidade do orientador, a
flexibilização deste limite.

Parágrafo único. O professor orientador disponibilizará 03 (três) horas mensais para cada trabalho
60

orientado.

Art. 23. Quando necessário, o acadêmico poderá indicar um co-orientador, desde que assuma os
eventuais custos do serviço e obtenha prévia aprovação de seu orientador e da Coordenação do Curso.

Parágrafo único. O co-orientador terá a função de auxiliar o acadêmico no desenvolvimento do TCC,


exigindo-se, para tanto, que tenha comprovado conhecimento sobre o tema abordado.

Art. 24. Compete ao professor orientador:


I - informar ao orientando os critérios e normas deste Regulamento, no que dizem respeito à
elaboração, orientação, apresentação e avaliação do TCC;
II- indicar as referências bibliográficas pertinentes ao TCC sob sua orientação;
III - acompanhar e orientar o acadêmico na elaboração do TCC em todas as suas fases, até a
apresentação e depósito da versão final;
IV - fornecer elementos para o desenvolvimento do espírito crítico do acadêmico,
subsidiando o processo de formação profissional;
V - estabelecer e cumprir o plano de trabalho e cronograma de orientação, em conjunto com
o orientando;
VI - atender o orientando, conforme o cronograma estabelecido, de acordo com o parágrafo
único do art. 22 deste Regulamento;
VII - controlar a frequência do acadêmico, por meio da Ficha Individual de
Acompanhamento, fornecida pela Coordenação do Curso (ANEXO III);
VIII - participar de reuniões com a Coordenação do Curso, sempre que convocado;
IX - acompanhar as atividades de TCC desenvolvidas nos campos da pesquisa;
X - manter contato com empresas, organizações e/ou instituições envolvidas no TCC, sempre
que necessário e em comum acordo com a Coordenação do Curso;
XI - sugerir um dos membros para a composição da Banca Examinadora do TCC sob sua
orientação;
XII - autorizar o depósito do TCC, junto à Coordenação do Curso, em 3 (três) vias
encadernadas em espiral, para encaminhamento à Banca Examinadora (ANEXO IV);
XIII- presidir a Banca Examinadora do TCC sob sua orientação;
XIV -preencher a Ficha Individual de Avaliação (ANEXO V) e anotar as
adequações/correções sugeridas e/ou exigidas pela Banca Examinadora, registrando-as em
ata própria (ANEXO IX);
XV - integrar Banca Examinadora de outros TCCs, quando solicitado pela Coordenação do
Curso;
XVI - autorizar o depósito da versão final do TCC, somente após a conferência do
cumprimento das adequações/correções sugeridas e/ou exigidas pela Banca Examinadora
(ANEXO VI);
XVII - cumprir e fazer cumprir este Regulamento.

Art. 25. Compete ao orientando:


I - conhecer e cumprir as normas deste Regulamento;
II - elaborar o Projeto de Pesquisa e o TCC, em conformidade com este Regulamento;
III - obter, por meio da Coordenação do Curso, autorização das empresas, organizações e/
ou instituições em que será efetuada a pesquisa, quando for o caso;
IV - definir a temática do TCC, em conjunto com o professor orientador e de acordo com as
linhas de pesquisa do curso;
V - respeitar os direitos autorais referentes a artigos técnicos, artigos científicos, textos de
livros, sítios da Internet, entre outros, evitando todas as formas de plágio;
VI - observar e cumprir o plano de trabalho para o desenvolvimento do TCC, elaborado
juntamente com o seu orientador;
VII - verificar e cumprir o horário de orientação, rubricando a Ficha Individual de
61

Acompanhamento (ANEXO III);


VIII - cumprir os prazos estabelecidos pelo orientador e pela Coordenação do Curso;
IX - depositar, junto à Coordenação do Curso, na data estipulada e após autorização do
orientador, 03 (três) vias do TCC encadernadas em espiral, para encaminhamento à Banca
Examinadora;
X - fazer a exposição oral do trabalho e responder aos questionamentos formulados pela
Banca Examinadora;
XI - proceder às adequações/correções sugeridas e/ou exigidas pela Banca Examinado- ra,
após a apresentação oral do seu TCC;
XII - depositar junto à Coordenação do Curso, no prazo determinado e mediante autori- zação
do orientador, 01 (uma) via da versão final do TCC, em formato de brochura e na cor
estabelecida para cada curso, bem como uma cópia em CD – arquivo em formato PDF, com
a devida identificação: nome da Instituição, nome do autor, títu- lo do TCC, nome do curso
e ano do depósito.

Parágrafo único. À versão final do TCC será anexado o Termo de Responsabilidade e Autenticidade,
devidamente datado e assinado pelo autor (ANEXO VII).

CAPÍTULO IV
Do Projeto de Pesquisa

Art. 26. O acadêmico deverá elaborar o seu Projeto de Pesquisa de acordo com este Regulamento e
com as orientações do professor da disciplina TCC I.

Parágrafo único. A estrutura formal do Projeto de Pesquisa deverá seguir os critérios técnicos
estabelecidos no Manual de TCC da Instituição, em conformidade com as normas vigentes da ABNT
.

Art. 27. Cabe ao professor da disciplina TCC I a avaliação do Projeto de Pesquisa apresentado pelo
acadêmico.

Parágrafo único. O resultado final da disciplina TCC I será a nota atribuída ao Projeto de Pesquisa.

Art. 28. Caso o Projeto de Pesquisa não seja aprovado, o acadêmico repetirá, necessariamente, a
disciplina TCC I.

Art. 29. Depois de aprovado o Projeto de Pesquisa, poderá ocorrer mudança de tema nas seguintes
condições:
I - o professor orientador estar de acordo com a mudança;
II - o professor orientador concordar em continuar com a orientação, ou existir a
aceitação expressa de outro docente para substituí-lo.

CAPÍTULO V
Da Elaboração do TCC

Art. 30. O TCC deverá ser elaborado pelo acadêmico, de forma individual, mediante
acompanhamento e orientação docente.

Art. 31. É considerado apto à elaboração do TCC o acadêmico que estiver regularmente matriculado
na disciplina TCC II e que tenha cursado, com aprovação, a disciplina TCC I.

Art. 32. O desenvolvimento do TCC, sua apresentação, aprovação e depósito final acontecerão no
prazo de 01 (um) semestre letivo.
62

Art. 33. O TCC deverá ser elaborado, considerando-se:


I - as normas contidas neste Regulamento;
II - os critérios técnicos estabelecidos no Manual de TCC da Instituição, em conformidade com as
normas vigentes da ABNT;
III - os objetivos estabelecidos no art. 7° deste Regulamento;
IV - a vinculação do tema com a área de conhecimento e linhas de pesquisa do curso.

Art. 34. O TCC deverá conter, no mínimo, 30 páginas de texto escrito, considerados apenas os
elementos textuais.

Art. 35. A responsabilidade pela elaboração e apresentação do TCC é exclusiva do acadêmico, o que
não exime o professor orientador de desempenhar adequadamente, dentro das normas definidas neste
Regulamento, as atribuições de acompanhar e de orientar.

CAPÍTULO VI
Da Banca Examinadora

Art. 36. As Bancas Examinadoras serão compostas pelo orientador, seu presidente, e por mais dois
professores, preferencialmente da Instituição e que atuem em área relacionada ao tema do TCC a ser
avaliado, ou que tenham domínio sobre o mesmo.

Parágrafo único. De conformidade com o inciso XI do art. 24 deste Regulamento, o orientador


poderá sugerir um dos membros da Banca Examinadora.

Art. 37. Poderá integrar a Banca Examinadora professor de outro curso ou de outra instituição que
tenha comprovado conhecimento na área de abrangência da pesquisa, ou profissional de nível
superior que exerça atividades afins ao tema do TCC, ou que tenha reconhecido domínio sobre o
mesmo.

Art. 38. A Banca Examinadora executará seus trabalhos com a presença dos três membros
componentes, conforme o que dispõe o art. 37 deste Regulamento.

Parágrafo único. No caso do não comparecimento de um dos membros, a ausência deverá ser
comunicada, por escrito, à Coordenação do Curso que adotará as providencias cabíveis.

Art. 39. Cada membro da Banca Examinadora receberá uma cópia do TCC para leitura e avaliação,
com antecedência mínima de 08 (oito) dias úteis da data marcada para a sua apresentação.

Art. 40. Compete à Banca Examinadora:


I - examinar e avaliar os TCCs, conforme os critérios descritos na Ficha Individual de
Avaliação, constante do ANEXO V deste Regulamento;
II - reunir-se em horário, data e local previamente estabelecidos para a apresentação dos
TCCs;
III - entregar ao acadêmico, por escrito, as indicações para adequações/correções sugeridas
e/ou exigidas, quando houver;
IV - encaminhar à Coordenação do Curso toda a documentação pertinente à avaliação final
dos TCCs, logo após a divulgação do resultado e encerramento da sessão pelo Presidente da
Banca.

CAPÍTULO VII
Da Apresentação do TCC

Art. 41. O TCC será apresentado oralmente pelo acadêmico, perante a Banca Examinadora e
63

conforme calendário divulgado pela Coordenação do Curso.

Parágrafo único. A apresentação do TCC constitui requisito obrigatório para a sua aprovação e será
realizada em sessão pública.

Art. 42. Não será permitido à Banca Examinadora tornar públicos o conteúdo e a avaliação do TCC,
antes de sua apresentação oral.

Parágrafo único. O professor orientador, numa relação de co-autoria e desde que autorizado pelo
orientando (ANEXO VIII), poderá publicar o conteúdo do TCC antes de sua apresentação.

Art. 43. O acadêmico que deixar de depositar o TCC no prazo estabelecido, ou que não comparecer
para a sua apresentação sem a devida justificativa, por escrito, estará automaticamente reprovado.
§ 1° No caso de atraso no depósito do TCC, a justificativa apresentada pelo acadêmico será avaliada
pelo Coordenador do Curso.
§ 2° Não será admitido um segundo atraso no depósito do TCC e, caso isso venha a ocorrer, o
acadêmico será considerado reprovado.

Art. 44. Após a data limite para o depósito dos exemplares do TCC, conforme o inciso IX do art. 25
deste Regulamento, o Coordenador do Curso divulgará a composição das Bancas Examinadoras, os
horários e as salas destinadas às apresentações.

Art. 45. Na sessão de apresentação do TCC, o acadêmico terá até 20 (vinte) minutos para expor o seu
trabalho; cada componente da Banca Examinadora, até 10 (dez) minutos para se pronunciar; e o
acadêmico, mais 5 (cinco) minutos, no máximo, por cada membro da Banca, para responder às
indagações ou apresentar as informações complementares solicitadas.

CAPÍTULO VIII
Da Avaliação

Art. 46. A avaliação do TCC será realizada pela Banca Examinadora.

Art. 47. Cada membro da Banca Examinadora fará a avaliação do trabalho escrito e da apresentação
oral, conforme os critérios estabelecidos na Ficha Individual de Avaliação, ANEXO V deste
Regulamento:
§ 1º. Ao trabalho escrito será atribuída nota de 0,0 (zero) a 7,0 (sete) e à apresentação oral, nota de
0,0 (zero) a 3,0 (três).
§ 2º. O resultado final da avaliação do TCC será a soma das notas aferidas individualmente por cada
membro da Banca Examinadora, de acordo com o § 1º deste artigo, apresentada numericamente pela
seguinte convenção:
I - de 0,0 (zero) a 6,9 (seis virgula nove). ........................................... reprovado (R)
II - de 7,0 (sete) a 10,0 (dez) ................................................................ aprovado (A)

§ 3º. Na apresentação do resultado final, não serão permitidas frações centesimais.


§ 4º. O acadêmico não terá acesso à Ficha Individual de Avaliação, salvo mediante autorização, por
escrito, da Banca Examinadora.

Art. 48. A nota atribuída pela Banca Examinadora será definitiva, visto que já contempla as
adequações/correções exigidas e/ou sugeridas, quando houver.

Art. 49. De acordo com o que prescreve o inciso XII do art. 25 deste Regulamento, cabe ao acadêmico
fazer as adequações/correções sugeridas e/ou exigidas pela Banca Examinadora, dentro do prazo
estipulado, a fim de corroborar a nota final que lhe foi atribuída.

Art. 50. Somente após a conferência do cumprimento das adequações/correções sugeridas e/ou
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exigidas pela Banca Examinadora, o acadêmico poderá fazer o depósito da versão final do TCC,
mediante a apresentação do Termo de Autorização (ANEXO VI), datado e assinado pelo orientador.
§ 1º. A conferencia de que trata o caput deste artigo será de responsabilidade do professor orientador.
§ 2º. O protocolo de depósito da versão final do TCC será condição para a integralização do curso e
para o acadêmico receber a imposição de grau.

Art. 51. A avaliação final, assinada por todos os membros da Banca Examinadora, será registrada em
ata própria(ANEXO VI).
§ 1º. O acadêmico terá acesso à Ata de Avaliação do TCC;
§ 2º. A versão final do TCC deverá apresentar uma folha de aprovação em que irão constar os nomes,
titulação, vínculo institucional e as respectivas assinaturas dos membros da Banca Examinadora.

Art. 52. Não haverá recuperação da nota atribuída à versão final do TCC, sendo a reprovação, quando
houver, definitiva.
Parágrafo único. No caso de reprovação do TCC, o acadêmico terá que se matricular novamente na
disciplina TCC II para a sua integralização, cabendo-lhe a decisão de continuar ou não com o mesmo
tema e com o mesmo orientador.

Art. 53. Ao acadêmico, cujo TCC tenha sido reprovado, será vedada a apresentação de novo TCC no
semestre letivo em que ocorrer a reprovação, qualquer que seja a justificativa.

Art. 54. Ao professor orientador e aos demais membros da Banca Examinadora será permitida a
utilização de dados e/ou informações obtidos através do programa detector de plágio, a fim de que
possam comprovar a ocorrência de tal prática nos TCCs.
§ 1º. Verificada a ocorrência de plágio total ou parcial, o TCC será reprovado, tornando-se inválidos
todos os atos decorrentes de seu depósito e de sua apresentação.
§ 2º. A comprovação da existência de plágio deverá ser apresentada mediante relatório emitido pelo
programa utilizado.

CAPÍTULO IX
Das Disposições Gerais

Art. 55. A FAFIC reserva-se o direito de disponibilizar os TCCs, em cópia material ou por intermédio
de mídias diversas, na Biblioteca e no sítio da IES.

Art. 56. O acadêmico que, por qualquer motivo, trancar a matrícula ou abandonar o curso ficará
impedido de apresentar o seu TCC, devendo matricular-se novamente na disciplina TCC II para a
sua integralização.

Art. 57. O resultado final da disciplina TCC II será a nota atribuída ao Trabalho de Conclusão de
Curso – TCC, pela Banca Examinadora.

Art. 58. Quando o TCC utilizar dados e/ou informações de empresas, organizações e/ou instituições,
deverá ser firmado um termo de compromisso próprio, definindo as atribuições, direitos e deveres
das partes envolvidas, além da autorização para divulgar seus respectivos nomes na publicação do
trabalho.

Art. 59. As Coordenações de Curso, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, poderão
estabelecer normas operacionais complementares para as atividades de TCC.

Art. 60. Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pelo Conselho Diretor.

Art. 61. O presente Regulamento entra em vigor a partir da data de sua aprovação.

Art. 62. Integra este Regulamento o Manual de Trabalho de Conclusão de Curso da FAFIC.
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CONSELHO DIRETOR DA FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE


CAJAZEIRAS – FAFIC, em 28 de outubro de 2019.

Pe. Severino Elias Neto


Diretor Acadêmico da
FAFIC