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APOSTILA

CANTO POPULAR
BRASILEIRO
FÁTIMA GUEDES
Fátima Guedes Cantoria e compositora
carioca, da Zona Norte do Rio de Janeiro,
Fatima Guedes começou a escrever suas
músicas aos 15 anos. Já em 1973, concorreu
no Festival de Música da Faculdade Hélio
Alonso, ganhando o 1º lugar com sua
canção “Passional”. Com 11 discos lançados
ao longo da carreira, acumula sucessos de
sua autoria como “Meninas da Cidade”,
“Onze Fitas”, “Cheiro de Mato”, “Mais uma
Boca”, “Condenados”, “Absinto”, “Flor de Ir
Embora”, “Sétima Arte”, “Arco-íris”, “Lápis
de Cor”, “Desacostumei de carinho”, “Minha
Nossa Senhora”, entre outras canções.

Ao longo de sua carreira, desenvolveu


também o lado pedagógico: ministra
oficinas de canto há 20 anos e ao longo
desse tempo desenvolveu uma didática que
abrange todas as vozes, nas mais diferentes
idades, amadoras ou profissionais.
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CANTO POPULAR
Coisas que sei do nosso ofício
Eu sempre gostei de cantar e, como todo mundo, tinha prazer em ouvir a minha
própria voz emitida num esforço do meu corpo e com toda a minha alma, mas com
o passar do tempo, comecei a ficar mais crítica, e achei que minha voz não era exata-
mente o que eu queria. Procurei estudar e estabelecer metas para mim no canto. Quis
tornar minha voz mais grave, consegui, inclusive baixei drasticamente a tonalidade
da maioria das músicas do meu repertório, quis excluir um certo anasalado, conse-
gui, quis controlar melhor o volume do agudos, e trabalho nisso ainda, enfim, cada
um tem suas próprias metas e antes é preciso reconhecê-las. Cada voz tem suas car-
acterísticas, tem gente que tem vibrato demais, tem gente que não tem volume, tem
gente que amarela nos agudos, tem gente cujos graves aparecem e desaparecem, são
inúmeros os casos e você precisa descobrir onde precisa melhorar, para que, estabe-
lecidas as metas, saiba o que buscar nas lições de canto.

Escolha o tom de cada música com muito cuidado, existe um lugar especial onde a
voz as apresenta com muito mais qualidade. Verifique a nota mais aguda, verifique
a nota mais grave, e não incorra no erro de deixar tudo em registro muito agudo,
porque o canto fica desagradável quando estamos sempre ao redor do nosso limite.
Cantar tem de ser natural, e temos de dar tranqüilidade à platéia. Os sons muito agu-
dos são um tanto aflitivos e, se você faz caretas então, o público fica inseguro quanto a
você alcançar as notas. É melhor oferecer qualidade em médios e graves e ir aos agu-
dos só mesmo quando precisar. Algo assim como usar o limite do cheque especial,
não se pode estar no limite o tempo todo.

Fui aluna de três grandes professoras: Graziela de Salerno, do conservatório de músi-


ca do Rio de Janeiro; Leila Guimarães, soprano brasileira que mora na Filadélfia e
atuou inclusive com Pavarotti; e ainda Vera do canto e Melo, famosa por suas ex-
celentes aulas. Principalmente destas mestras, me veio o conhecimento mais técnico
desta arte, e eu quero repassar a todos os interessados o que sei do nosso ofício, não
só a parte técnica, como também alguns aspectos da nossa profissão. Cantar no palco
é um sonho que para muitos se realiza. Que seja o seu caso também.

Aos profissionais eu quero dizer que existem ótimos exercícios que podem nos acom-
panhar pela vida inteira e repeti-los com toda perfeição é um eterno desafio. Um
exercício bem feito resolve muitas questões na prática, e eu penso que os que escolhi
para essas lições cobrem os problemas mais comuns.

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Saber ouvir, saber planejar

Você sabe ouvir? Você conferiu as notas duvidosas uma a uma, ou saiu cantando
junto sem antes fazer uma acurada audição? As vezes reproduzimos uma nota com
erro e nem nos apercebemos disso. Certamente cada canção será estudada a partir
de uma gravação, as vezes de má qualidade, as vezes já no nosso tom, as vezes não.
Mas é ali que você vai ouvir a melodia e decorar nota por nota para repeti-la com
seu toque pessoal. Mesmo que você já saiba as músicas de cor, é preciso visualizar as
letras porque é ali que anotamos tonalidade, forma de arranjo, passagens que exigem
maior cuidado e até interpretação.

Ouvir bem o que tem que ser reproduzido ou reinterpretado é um largo passo para
uma apresentação sem erros, e isso exige tempo e dedicação.

Nos valemos de roteiros para nos orientar, e orientar a equipe com quem trabalha-
mos, isso torna a comunicação muito mais fácil. A letra é uma comunicação da gente
pra gente mesmo, pode rabiscar, pode sinalizar, até deve, pois facilita a memorização.

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Canto e interpretação

Cantar é emitir com a voz sons que constituem frases melódicas. Isso todo mundo
faz, uns bem, outros nem tanto, mas cantar, todo mundo pode e deve. Faz bem para o
espírito, eleva o pensamento e aperfeiçoa a estética. Quanto mais a gente cantar, mel-
hor a gente canta. E existem inúmeros exercícios que podem nos aprimorar. Com al-
guma orientação consegue-se corrigir certos problemas, de emissão, respiração, tem-
po, timbre, interpretação e até o mais difícil de todos: afinação (até isso se resolve).

Todo mundo gosta de cantar e alguns levam a sério, querem se profissionalizar, bus-
cando melhorar sua voz para efetivamente, apresentá-la a um público. Portanto, é
necessário estudar. Mas eu penso que é preciso que cresçam juntos o canto e a inter-
pretação para que o artista dê noção a sua platéia de seu trabalho físico e emocional.
Quem canta quer chamar a atenção para si, então tem que estar preparado para ser
apreciado e tem que dar o seu melhor.

Numa ópera o cantor interpreta um personagem durante todo o tempo da apresen-


tação, na música popular interpretamos 18 ou 20 personagens, cada canção é um
personagem, Para cada um cria-se uma máscara, uma postura de corpo, um gestual
específico, enfim, é o teatro da música, sua expressão mais completa. As letras das
canções são textos que possuem significados diversos e, no seu conjunto, devem de
alguma forma traduzir o pensamento do artista.

Podemos usar nosso corpo para acrescentar coisas ao texto ou pontuar passagens
mais importantes, falar com olhar, um meneio de cabeça, um desenho de braços (...)
o corpo fala o tempo todo no show, então, é melhor tê- lo sobre controle para que ele
sirva exatamente ao discurso que se quer. É claro que se você está acompanhando ao
violão ou ao piano suas possibilidades de dramatização são menores, então a atenção
fica mais voltada para o rosto e este também tem que ser trabalhado. Mas em geral,
cantores estão com uma ou ambas as mãos livres e podem ensaiar todo o gestual
que deverá ser aplicado a cada uma das canções abordadas. Ler a letra com atenção,
entender, preparar uma série de gestos que ajudem a conduzir essa letra às pessoas é
o que precisamos fazer para termos uma postura mais firme e palco, o que nos torna
mais dramáticos. Atitude. É preciso saber do que estamos falando.

Homens e mulheres são diferentes, em geral os homens são mais contidos, as mul-
heres são mais extrovertidas na interpretação, mas a elegância deve ser comum aos
dois. Elegância é coluna reta, rosto expressivo, gestos estudados. É bom escolher na
frente do espelho, a “mis en scéne” a ser utilizada em cada número. Essa “mis en
scéne” vai resolver a dúvida sobre o que fazer, vai chamar a atenção para pontos im-

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Plateias fáceis, plateias difíceis


Uma vez que sua situação foi planejada, você pode sentir no contato com o público se
deve ou não dar mais ênfase às interpretações. Se todas as atenções estão sobre você
e há silêncio, o esforço , até mesmo físico, é menor e o show transcorre menos des-
gastante. Se você está em posição de ter que conquistar os espectadores, sua atenção
deve se concentrar em criar aquela química que deve existir entre artista e platéia.

Faça sempre o seu melhor e tente se dividir nas atenções porque o público reflete o
que acontece no palco. Se você se mostra feliz no seu serviço, seguro e tranqüilo, a
platéia torna-se mais receptiva. Suas ações, seus textos foram planejados para serem
simpáticos e, se você pode confiar neles, execute-os com precisão e vá em frente. De-
splugou, sumiu o som da voz, apitou, vá em frente. Não comente nada, a não ser que
você possa ser sagaz e espirituoso, qualquer público adora rir.

As platéias tem temperamentos diferentes, é preciso ter empatia para escolher o


melhor jeito de lidar com cada uma, e eu estou falando mais de postura interna do
que externa. Estabelecer contato de nível espiritual, até mesmo falar com ela mental-
mente, melhora o entendimento entre os dois lados. À frente de uma platéia numero-
sa convém exagerar um pouquinho, aumentar o som da voz falada, fazer gestos mais
largos, isso demonstra segurança . Á frente de uma platéia pouco numerosa, é bom
lembramos que fazemos teatro,

seja corajoso e faça o que está planejado, vá em frente. O cuidado com que prepara-
mos nossa apresentação já diz muito da nossa boa vontade e você pode ficar certo de
que qualquer platéia entende esses sinais. O que faz uma platéia ser boa é a percepção
que ela tem de nossa mensagem. Com uma platéia errada, de público alvo equivoca-
do com seu estilo, a melhor solução é pular alguns números e tornar a apresentação
mais curta. Isso pode acontecer com todo mundo.

Quando o cantor lida com platéias difíceis, muito de sua energia se esvai na tentativa
de estabelecer contato com ela, então é preciso ficar antenadíssimo na qualidade do
canto, afinação, timbre e tudo mais. Parece mais difícil cantar e temos que recorrer à
nossa melhor técnica quando a audiência não está adequada. Mas geralmente o en-
contro com a platéia é muito prazeroso e na maioria das vezes é silenciosa, inteligente
e calorosa.

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Figura cênica
Você no palco, sua postura, sua elegância de gestos, sua roupa, sua maquiagem, tudo
fala a seu respeito e a platéia nota tudo, mesmo detalhes. As canções sucedem e ocor-
rem momentos em que a cabeça do espectador vagueia um pouco mais e então ele
começa a observar coisas pelo palco, o olhar procura informar-se de toda a cena.
O público vai levar para casa a imagem mental do palco e tudo que acontece nele.
Quando alguém distraído de alguma letra pousa o olhar sobre o artista, ele vê o fig-
urino, os acessórios do artista, dos acompanhantes e faz um julgamento rápido, con-
sciente ou inconsciente a respeito de tudo isso.

Escolher o que vestir é muito importante e você precisa encontrar algo que seja ade-
quado à você e ao sentido do show, lembrando sempre que roupa de show é diferente
de roupa do dia a dia. O capricho com que você escolhe seu figurino e seus adereços
confere acabamento à apresentação , e o público gosta de nos ver bem vestidos, arru-
mados, o público sente-se prestigiado se você se produz para ele.

O seu figurino é problema seu, e o figurino dos músicos também é. A preocupação


com o vestuário é fundamental. Principalmente as mulheres devem se esmerar por
oferecer à platéia um visual elegante e condizente com o estilo da seleção de músicas
a serem apresentadas. É exagerar um pouco, afinal tudo é teatro. Falando para as
mulheres, adereços grandes, cores fortes, brilho, saltos altos (alonga a figura), não
aconselho saia nos joelhos (comprime a figura), cabelo bem arrumado, maquiagem
forte (é teatro). Os homens normalmente são mais sóbrios mas devem ter os mesmos
cuidados na escolha do vestuário e combinar também o que os músicos vão vestir,
essa coisa da platéia reparar em tudo é fato mesmo. É uma idéia fazer pelo menos
um teste de figurino, vestir a roupa pré-determinada e ficar com ela durante meia
hora para ver se algum detalhe pode atrapalhar a movimentação. As vezes pode uma
alcinha ficar caindo do ombro toda hora, ou uma sandália “comer” a barra da calça
comprida, e, no caso dos homens, um blazer apertado demais, uma camisa amarrota-
da, enfim, nada deve incomodar você porque incomoda a platéia também. Seus mov-
imentos devem ser livres e é preciso saber vestir-se com conforto mas não esqueça,
é teatro, atentando sempre pelo fato de que artistas em palco não se vestem como
andam na rua, em geral. Faça-se diferente, sinta-se diferente. Destacar-se do público
é uma característica do nosso ofício. Boa roupa, bom cabelo, que não esconda o rosto,
boa maquiagem, boa orientação cênica, agora é só cuidar do desempenho.

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Atitude de servir a plateia


Colocando-se um pouco de lado nossos naturais narcisismo e exibicionismo (os ar-
tistas têm de assumir isso), estamos à frente de uma platéia para servi-la e ainda ori-
entá-la na viagem através dos nossos sentimentos e pensamentos. Servir a platéia é se
comunicar com ela o tempo todo, é cobrir com o olhar toda a sua extensão, é buscar
cumplicidade, fazendo isso de maneira equânime. Servimos porque doamos, estamos
fazendo o nosso melhor, num esforço, numa entrega sem limites. Todo mundo deve
se esmerar no seu ofício e o nosso é angariar simpatias. Para isso nos preparamos de
todas as maneiras, cada encontro com a platéia é por si só diferente, mas nosso com-
portamento diante dela seve ser sempre o mesmo, respeitoso em todos os detalhes.
Quando eu falo em platéia eu penso em palco italiano, porque é mais convencional,
é o teatro tal qual conhecemos. No palco italiano temos platéia à frente, à direita e
à esquerda. Temos que servir as três áreas e o nosso olhar ou nossa movimentação,
ainda que mínimos, devem ser captados por todos.

Além do gestual e da expressão fisionômica a movimentação no palco deve obedecer


a uma lógica e merece ser estudada e reproduzida de tal modo que a platéia toda
se sinta pessoalmente agraciada com nossa atenção. Em música popular não raro
repetimos estrofes, refrões ou mesmo a canção inteira, e uma boa dica é lembrar de
fazer a repetição privilegiada a lado oposto ao da primeira vez, assim a platéia vai se
sentir servida e sua performance vai atrair a atenção de todos durante todo o tempo.
Seus trejeitos serão sempre novos pois são observados em mais de um ângulo. Nossa
postura interna tem que ser humilde porque estamos realmente a serviço, mas esse
cuidado na interpretação cênica apresenta uma certa sofisticação ao trabalho e vale a
pena ensaiarmos cada passo do que pretendemos fazer. Estamos dando à platéia “co-
mida” para o pensamento, para os olhos, para os ouvidos e para o coração. O serviço
à platéia inclui vários aspectos, como direção, figurino, luz,

postura cênica, mas a princípio, importante é lembrar que tem gente olhando para
você esperando que você diga alguma coisa. Então diga, da maneira mais correta pos-
sível, buscando conexão com o público, mesmo que seja um público casual, e domine
uma audiência ás vezes até um pouco desatenta com a segurança de quem sabe o que
está fazendo, e principalmente, divirta-se. Atuar é muito bom.

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Exercícios

Características: Esse exercício é para ser feito com a boca fechada emitindo sons que saem do céu da
boca e vibram nas áreas do nariz e das maçãs do rosto. A meta é conseguir mais volume e mais controle
sobre o mesmo

Dicas: Procurar o melhor som de boca (boca fechada) com a ajuda de um sonoro bocejo, o som mais
correto parte daí.

Abaixar suavemente o volume no final da frase

Andamento: 100 e diminuindo a pontuação aumenta-se o grau de dificuldade.

Características: ajuda a encontrar o melhor timbre para cada uma das vogais, igualando=as e a quali-
dade. A meta é buscar a mais bela e natural textura de voz possível

Dicas:

A é um sorriso que suspende um pouco as maçãs do rosto


E é um sorriso ainda mais aberto
I faz um biquinho virado pra baixo (língua atrás dos dentes inferiores)
O deixa os lábios um pouco redondos ou ovalados, o queixo fica mais pendente
U é um biquinho, mais fechado

Induza um bocejo e encontre espaço para emitir a nota, primeiro de uma maneira um pouco lírica,
tornando-as depois mais natural. Respire com calma por boca e nariz deixando o entrar exatamente
como no início de um bocejo e faça o ataque (primeira nota) com a boca já aberta.

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Exercícios

Características: é exercício de stacatto, notas bem curtas. A cada emissão de nota o abdomem se contrai
e as notas parecem pancadinhas de fora pra dentro. Trabalha-se aqui respiração e força no diafragma

Dicas:

Quando se fazem os ataques a barriga se encolhe e se dilata, para emitir e para retomar
Abra bem as narinas, arqueie as sobrancelhas
Preocupa-se mais com a qualidade do timbre e afinação do que com volume
Variando consoantes trabalha-se ainda direção

Andamento: 130 a 150

Características: cria espaço e posiciona as notas no céu da boca, conscientiza da necessidade em man-
ter relaxado o maxilar. Trabalha volume, timbre, notas ligadas e soa a princípio um pouco lírico.

Dicas:

Abaixe um pouco o queixo e deixe o maxilar cair bastante, segure-o se necessário


Não mova a cabeça, lábios, maxilar, tente ficar impassível
Cuidado pra não dizer flá ou fló

Andamento: 100 - Para dificultar diminuir pontuação

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Exercícios

Características: Trabalha semitons para uma afinação mais apurada e ainda fôlego e timbre.

Dicas:

Manter firme cada uma da notas com a ajuda da foça do abdomem.


Variar as vogais para aproveitamento também como exercício de dicção.

Andamento: 60, pra dificultar mais 50

Características: Esse exercício é feito para igualar o canto e conseguir equanimidade de timbre, volume
e beleza nesse intervalo de dó a sol e glissando, ligando uma nota e outra.

Dicas:

Glissar é como que empurrar uma nota a seu lugar


Variar vogais, depois do ó, o mais difícil
Se precisar segure o queixo

Andamento: 90

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Exercícios

Características: Esse é um importante exercício de limpeza das vias nasais e também um exercício de
força e afinação

Dicas:

Abra aboca a cada respiração


Solte o ar pelo nariz
Faça as notas no céu da boca e empurre=as pelo nariz
Com lenço de papel, vá secando o nariz quantas vezes forem necessárias
Controle a afinação

Andamento: 100

Características: Esse pequeno boca chiuzza que por si trabalha a força e volume aborda ainda a ma-
nutenção de qualidade das notas em legatos e glissados. A meta desse exercício é conseguir o mais belo
acabamento.

Dicas:

Deixe o ar entrar por boca e nariz


Arqueie as sobrancelhas, abrindo assim espaço interno
Dê interpretação a essa frase

Andamento: 80

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Exercícios

Características: Esse é um exercício de acabamento, dicção, interpretação. As notas são ligadas

Dicas:

Faça o ataqeu com suavidade deixando a nota surgir e encorpar


Capriche no R no final da frase
Cante como se fosse para o seu amor

Andamento: 80 diminuída a pontuação aumenta-se o grau de dificuldade

Características: É um exercício de força que dá frescor ao canto trabalhando respiração


Dicas:

Mantenha os lábiso frouxos assim como bufam os cavalos ou brincam os bebês


Mantenha sa notas conectadas. Elas são ligadas
Arqueie as sobrancelhas

Andamento: 100 - quanto mais rápido, mais difícil

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Exercícios

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