Você está na página 1de 3

Ordenada por Deus.

A Páscoa é uma tradicional comemoração realizada nas religiões cristãs que


relembram a crucificação e morte de Jesus Cristo e celebram sua ressurreição.
Originalmente, a Páscoa foi iniciada pelos judeus e no cristianismo passou a ser
comemorada com novo significado.

A palavra “páscoa” deriva do termo pesach, oriundo do hebraico e dos


termos pascha do latim e paskha do grego.

Lucas 22:14-16

E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos.


E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça;
Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de
Deus.

A Páscoa Hoje.
Esta Celebração é importante para nós, pois foi neste período que o Senhor
Jesus, foi morto e ressuscitou dos mortos. João 12:1 ,12; 18:39: 19:14.

Dentro da tradição cristã, a Páscoa é uma das mais importantes celebrações


(para muitos, a mais importante) porque evidencia a importância da
ressurreição de Cristo para os cristãos. O próprio apóstolo Paulo afirma em sua
carta registrada em I Coríntios 15:14 que “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa
pregação, e também é vã a vossa fé”|1|.
Esse pequeno trecho da Bíblia dá uma dimensão do grau de importância da
ressurreição para a crença cristã. Ele nos dá a entender que sem a Páscoa, isto é,
sem a ressurreição de Cristo, a fé dos cristãos não teria sentido prático. Os
cristãos entendem que a morte de Cristo foi um sacrifício voluntário com o
propósito de salvar a humanidade de seus pecados. Por meio desse sacrifício, a
humanidade ganhou uma nova chance.

Hoje, Cristo nos quer libertar da amargura da escravidão do pecado, da


angústia da alma dos sentimentos de culpa, quer nos fazer passar da morte para
a vida, João 5:24. Remete-nos para amargura de alma em que muitos vivem e
iludidos, apenas vão vivendo, acostumados com tanta culpa. Pães asmos por
que há pressa para sair deste estado de miséria de alma para um território de
domínio exclusivo de Deus. Nesta páscoa devemos nos alimentar da mesa de
Cristo, onde Ele é o próprio Pão que alimenta e sacia a fome, se alguém dele
comer viverá eternamente. João 6:35, 40,48,51.
A Páscoa foi ordenada por Deus ao povo judeu, este relato encontra-se em Êxodo
capítulo 12:1-51. O significado de Páscoa é passagem, mas ao contrário que muitos
pensam que é a passagem do povo Hebreu pelo mar vermelho, não é, e sim, como está
descrito neste texto é a passagem divina, que trouxe morte ao Egito, pelos umbrais das
portas que estavam marcadas com o sangue do cordeiro pascal, livrando-as da morte
anunciada.
Para Entender a Páscoa.
Depois de um cativeiro de mais de quatrocentos anos, o Senhor livra seu povo com
mão forte contra uma nação poderosa na época. Antes do livramento, o Senhor dar
ordens ao povo por meio de Moisés sobre esta celebração 12:1-3.
Primeiro cada família deveria matar um cordeiro de um ano sem defeito 12:5, este
cordeiro simbolizava Cristo, que seria posteriormente imolado pela humanidade, João
1:29. A família deveria está junta e unida junto ao cordeiro, se a família fosse pequena
para o cordeiro poderia chamar o vizinho mais próximo 12:3-4, simbolizando unidade
entre os homens e famílias da terra. Esta celebração antecedeu a décima praga do Egito
que foi a morte dos primogênitos, 12:23; 12:12. Contudo, antes de ferir o Egito com
morte, ordenou que os judeus ficassem em casa e que esta deveria está marcada com o
sangue do cordeiro 12:22-23, para que houvesse livramento, 12:13. Desta forma, o que
os livrou não foi o fato de serem judeus ou religiosos, mas a marca do sangue nos
umbrais das portas, que apontava para Cristo. Entendemos, então, que o livramento do
Senhor vem pelo cumprimento de suas ordens e não faz distinção de raça cor ou
religião.

A Páscoa deveria ser compartilhada como já mencionamos. Os judeus deveriam comer


carne assada com pães asmos (sem fermento) e ervas amargas. 12:8. As ervas amargas
serviam para lembrarem-se do tempo de aflição da escravidão no Egito, pães asmos, a
pressa com que saíram de lá por um livramento do Senhor.

Feliz Páscoa!

A Páscoa é uma tradicional comemoração realizada nas religiões cristãs que relembram
a crucificação e morte de Jesus Cristo e celebram sua ressurreição. Originalmente,
a Páscoa foi iniciada pelos judeus e no cristianismo passou a ser comemorada com
novo significado. Essa comemoração é realizada anualmente em uma data móvel e os
critérios que determinam a data da Páscoa foram estabelecidos pela Igreja Católica no
século IV d.C. A palavra “páscoa” deriva do termo pesach, oriundo do hebraico e dos
termos pascha do latim e paskha do grego.

Páscoa Cristã
A Páscoa é uma comemoração que surgiu na tradição judaica em memória da
libertação do povo hebreu da escravidão no Egito. Na tradição hebraica, a festa
aconteceu porque Javé enviou uma ordem para que Moisés repassasse aos hebreus. Os
judeus relembram a passagem do anjo da morte durante o acontecimento da décima
praga do Egito. Em referência a isso, esse povo chama a sua Páscoa de “Pesach”, que
significa “passagem”.
No cristianismo, por sua vez, a Páscoa possui um significado distinto da crença
judaica, mas, apesar disso, a festa cristã possui uma ligação direta com a dos judeus.
Para os cristãos, como mencionado, a Páscoa relaciona-se com
a crucificação, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Dentro da tradição cristã, a
ressurreição de Cristo aconteceu no terceiro dia após sua crucificação.
Ao entardecer daquele primeiro dia da semana, os discípulos estavam reunidos com
as portas trancadas, por medo... (Jo 20.19)

Estamos na semana da crucificação, às portas da celebração da Páscoa. Uma Páscoa


diferente, estranha, mas de algum modo semelhante à primeira Páscoa, também com as
portas trancadas (Jo 20.19-21). Mas o texto do Evangelho de João não para por aí. Logo
em seguida, Jesus surgiu no meio dos discípulos e, por duas vezes, disse: “Paz seja com
vocês”.

Temos boas razões para lembrar, repetir e espalhar que – na sexta-feira – Jesus é o
Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29); e – no domingo – ele é o Leão
da tribo de Judá (Ap 5.5).