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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS – UNEAL

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO – PROGRAD


PROGRAMA ESPECIAL PARA FORMAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS – PROESP
CURSO DE DIREITO

CLÁUDIO VIRGÍLIO ALVES

QUADRO SÍNTESE COM AS PRINCIPAIS CORRENTES DO PENSAMENTO ECONÔMICO ESTUDADAS


NAS AULAS DA DISCIPLINA ECONOMIA POLÍTICA. PENSAMENTO CLÁSSICO (LIBERALISMO);
PENSAMENTO CRÍTICO MARXISTA; PENSAMENTO NEOCLÁSSICO (KEYNESIANISMO).

União Dos Palmares


2020
CLÁUDIO VIRGÍLIO ALVES

QUADRO SÍNTESE COM AS PRINCIPAIS CORRENTES DO PENSAMENTO ECONÔMICO ESTUDADAS


NAS AULAS DA DISCIPLINA ECONOMIA POLÍTICA. PENSAMENTO CLÁSSICO (LIBERALISMO);
PENSAMENTO CRÍTICO MARXISTA; PENSAMENTO NEOCLÁSSICO (KEYNESIANISMO).

Atividade apresentado a Universidade Estadual de


Alagoas como requisito parcial para obtenção de
nota. Na disciplina de Economia Política no curso
de bacharelado em Direito.

Orientador: Prof. Ms. Francis Cleiton Balbino da


Silva

União dos Palmares


2020
PENSAMENTO CLÁSSICO (LIBERALISMO)
O liberalismo é um conjunto de pensamentos que surgiu no século XVII e ganhou
destaque na Europa do século XVIII. O seu apogeu ocorreu após a Revolução Industrial, no
início do século XIX.
A visão liberal de mundo consiste na não-intervenção do Estado na economia, um
câmbio livre, a livre concorrência e a propriedade privada, ou seja, que o Estado não tem o
direito de interferir na vida e nas liberdades individuais dos cidadãos, a menos que esses
atentem contra a ordem vigente. Defende que todos os seres humanos são dotados de
capacidades para o trabalho e que todos têm direitos naturais a exercer essa capacidade. Pois
o indivíduo é o agente econômico e, por este motivo, o Estado não deve interferir nas
atividades econômicas com muitas regras. Se há algum desajuste, o próprio mercado o
corrigirá naturalmente, ou seja, é auto-regulador.
Seu principal representante é o escocês Adam Smith (1723 -1790).
PENSAMENTO CRÍTICO (MARXISMO)
O marxismo é uma doutrina sociológica, filosófica e política baseada
no materialismo histórico dialético e no pensamento socialista científico criada por Karl
Marx e Friedrich Engels.
No fim do século XIX e início do século XX, o marxismo difundiu-se na Europa,
principalmente, por conta dos sindicatos e dos partidos de orientação socialista
e comunista que surgiram no período, fazendo com que grande parte da classe trabalhadora,
também denominada proletariado, enxergasse a situação de exploração em que vivia, ou seja,
o pensamento marxista está fundamentado no reconhecimento de um sistema de exploração
da classe operária pela burguesia. O primeiro grande experimento socialista de orientação
marxista foi a fundação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), a partir
da Revolução Russa, em 1917.
O marxismo, na sua forma pura, defende que deve haver uma revolução pela qual a
classe operária toma para si os meios de produção e o governo, suprimindo a burguesia e os
seus meios de hegemonia e manutenção do poder, que constituem os conjuntos chamados
infra-estrutura e superestrutura. Com base nisso, deveria ser criado um Estado forte, com um
governo chamado de socialista, que acabaria com a propriedade privada e controlaria toda a
propriedade em nome da população, formando uma ditadura do proletariado é que aos
poucos a diferença de classes sociais deixaria de acontecer, pois as classes seriam
suprimidas, formando uma população economicamente homogênea por meio da igualdade
social. O fim desse processo, de igualdade plena, seria o chamado comunismo, que pode ser
considerada uma utopia, pelo fato de que, até hoje, não foi concretizado.
PENSAMENTO NEOCLÁSSICO (KEYNESIANISMO)
Nas primeiras décadas do século XX, principalmente, em 1929, com a grande crise
financeira que ficou conhecida como “A grande Depressão”, surgiu uma nova teoria
econômica, desenvolvida pelo economista John Maynard Keynes, que ficou conhecida
como Keynesianismo.
De acordo com Keynes, a teoria liberal-capitalista não disponibiliza mecanismos e
ferramentas capazes de garantir a estabilidade empregatícia de um país. Segundo Keynes, o
poder público deveria investir em áreas em que as empresas privadas negligenciavam.
Nesta teoria, o Estado deveria intervir na economia sempre que fosse necessário, a
fim de evitar a retração econômica e garantir o pleno emprego. Fundamentando-se no
princípio de que o ciclo econômico não é auto-regulado. A defesa da intervenção estatal em
áreas que as empresas privadas não podem ou não desejam atuar, forte oposição ao sistema
liberal, a redução de taxas de juros, equilíbrio entre demanda e oferta, garantia do pleno
emprego e a introdução de benefícios sociais para a população de baixa renda, a fim de
garantir um sustento mínimo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

https://www.todamateria.com.br/liberalismo-
economico/#:~:text=O%20liberalismo%20econ%C3%B4mico%20%C3%A9%20uma,livre%
20e%20da%20propriedade%20privada. Acessado às 14h37min, em 30/08/2020.

https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/marxismo.htm acessado às 15h05min, em


30/08/2020

https://www.politize.com.br/keynesianismo/ acesso às 15h35min, em 30/08/2020

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