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ISSN: 1984 -3615

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
NÚCLEO DE ESTUDOS DA ANTIGUIDADE
I ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDOS SOBRE O MEDITERRÂNEO ANTIGO
&
VIII JORNADA DE HISTÓRIA ANTIGA
2009

A evocação de Iau no defixio de Sagunto, no séc. II d.C.

Pesquisador: Carlos Eduardo da Costa Campos1

Aparato filológico e teológico: Alessandra Serra Viegas2

A magia e o mito são dois elementos importantes para o pensamento religioso das
sociedades antigas. Ao enfocarmos este tema veremos que através do mito podemos
compreender o porquê de determinadas divindades serem evocadas nas práticas mágicas.
Neste artigo visamos analisar a prática do defixio encontrado em Sagunto e almejamos
refletir sobre a narrativa mítica do deus evocado nesta magia.

A Antiga Ibéria poderia ser vista como uma região onde havia uma multiplicidade
de culturas existentes. Cada um dos grupos que povoaram o solo ibérico deixou
importantes legados culturais para a região. Em 1980, foram encontrados pelos
arqueólogos resquícios da religiosidade cultural greco-romana, na Montaña del Castillo,
em Sagunto. Os objetos descobertos formam um conjunto de lâminas de chumbo, com
inscrições em latim e as quais visavam fazer mal ao inimigo, semelhante as que já foram
descobertas em outras regiões romanas e em Atenas3.

Os artefatos arqueológicos, ou seja, as lâminas de chumbo visariam amaldiçoar


(imprecar) os rivais do solicitante da magia e eram denominadas de defixiones ou tabellae
defixionum (no termo latino), katádesmoi4 (termo grego), de curses tablets (termo usado
pelos anglófanos) ou texto de malefício em castelhano. A lâmina que estamos analisando
foi encontrada em Sagunto (atual Valência), na Península Ibérica e datada como
pertencente aos séculos I-II d.C aproximadamente.

Possivelmente esta forma de prática mágica, entre outras manifestações religiosas,


foi difundida na Europa nos tempos anteriores ao cristianismo. A difusão ocorreria através
dos contatos que provavelmente aconteceram entre gregos, cartagineses e romanos na
região ibérica. Partimos do princípio de que o texto de malefício foi inserido em Sagunto

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através das estreitas relações dessa região com os romanos. Josep Corell em seus estudos
faz referência ao possível fluxo romano que migrou para Sagunto vindo do Império
Romano: “ Debido a su fama y a su excelente situación a orillas del Mediterráneo, parece
que pronto atrajo hacia sí a emigrantes de diversos pueblos del Imperio
romano...”.(CORELL, 2000:241)

Segundo José María Blázquez Martínez : "Una parte de España, por lo menos,
asimiló rápidamente los usos y la civilización romana, y hasta se latinizó antes que
las demás provincias transmarítimas.” Para ratificar suas ideias, Martínez faz inferência
a L. Pareti em seu artigo Causas de La romanización de Hispania demonstrando que a
cultura romana foi penetrando na Hispania ao longo do tempo, como no caso de Sagunto.
José María Blázquez Martínez argumenta em seus relatos que L. Pareti considera profundo
o intercâmbio cultural que houve entre os ibéricos e os romanos. Pareti basearia sua
afirmação nos seguintes aspectos:

A presencia del ejército romano en la Península; la


creación, desde la época de los Escipiones, de centros itálicos y de
colonias después; la con cesión del derecho de ciudadanía,
principalmente por César; la administración implantada por Roma;
la construcción de vías; el uso del latín como lengua oficial,
primero, hablado sólo en el ejército y después por las clases cultas.
(MARTÍNEZ, 2006:02-03)

A expansão imperial romana na Antiga Ibéria parece ter gerado um aumento das
interações comerciais, do uso do latim, de ritos, mitos e crenças no continente, como
expressão desse contato estabelecido, o que vemos seria a presença da magia dos tabletes
de imprecação em Sagunto.

O defixios que estamos investigando foi dedicado a deidade Iau e como já foi dito,
encontrado na Montaña del Castillo, em Sagunto. O método usado para compreensão da
mensagem contida na lâmina de chumbo é o da análise do discurso mágico. Contudo, ele
necessitou ser adaptado para a singularidade deste defixio ibérico, o qual se encontra na
situação de súplica a uma divindade. O discurso tradicional presente nas lâminas de

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imprecação é o de comunicação imperativa com as divindades e no modelo por nós


analisado é o de súplica ao deus Iau5.

Texto do defixios dedicado a divindade Iau, em Sagunto no séc II d.C.

• Cryse ligo auri po[...]II/ • Cryse, dou ... libras de ouro/

• Rogat et a Iau dat pequnia quae a / • Roga e faz uma doação a Iau com
a/

• me accepti Heracla conservus meus/ • com a pecúnia que me subtraiu


Heracla companheiro de
servidão/
• ut insttetur uius senus, o[c]elus et/ • para que fique afetado no peito e
nos olhos/

• v]ires qicumqui sunt aride/ • e que todas as suas forças fiquem


atrofiadas/

• [...]m do pequniam onori sacri/cola. • Dou também pecúnia ao mago


pelo seu serviço.

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Josep Corell argumenta em seus estudos que através do defixio de Sagunto pela
primeira vez se notou um culto ao deus Iau, na Península Ibérica. Estabelecendo um estudo
lingüístico com o nome de Iau, o que podemos destacar seria que ao ser passado do latim
para o grego, o nome correspondente seria Iαύ ou como foi encontrado em inscrições
gregas tardias6 na península, a divindade poderia ter sido chamada também de Iάω. O
epigrafista Corell relata que esses nomes poderiam vir a ser abreviaturas do nome do deus
pertencente à cultura judaica, Yahweh. O autor levanta uma hipótese de formação de
comunidades judaicas na Ibéria desde o Alto Império Romano (CORELL, 2000:247). A
visão de Josep Corell em relação às comunidades judaicas em Sagunto não está segura,
como ele mesmo afirma devido à falta de dados para validarem a sua argumentação.

Dialogando com Carlo Ginzburg, na obra A Micro História e Outros Ensaios no


capítulo IV, referente às provas e possibilidades, podemos ver que o historiador enriquece
os seus estudos ao trabalhar com as documentações e as possibilidades históricas existentes
das lacunas. Ginzburg faz inferência aos escritos de Manzoni no que diz respeito a: “ Não
deixa de vir a propósito observar que também do verossímel a história se pode algumas
vezes se servir, porque o faz segundo a boa maneira...” Ainda interagindo com os
pensamentos de Manzoni: “Faz parte da pobreza do homem o não poder conhecer mais
do que fragmentos daquilo que já passou(...); e faz parte da sua nobreza e da sua força
conjecturar para além daquilo do que se pode saber”. (GINZBURG, 1991:197-198).

Assim como Manzoni e Natalie Zemon Davis é possível preencher as lacunas em


torno do deus Iau com outro ponto de vista sobre esta divindade. José María Blázquez
Martínez, no seu texto Panorama general de la presencia Fenicia y Púnica en España nos
aponta que “la llegada de elementos fenicios, que vinieron al sur de la Península Ibérica,
hacia 1100 a.C. de ser cierta la fecha que unánimemente dan todas las fuentes antiguas
(Mela 3, 46; Plin., [-17-] NH 16, 216; Str. 1, 3, 6; Vell. 1, 2, 3)”.

A presença dos deuses e mitos fenícios em solo ibérico era muito antiga. Martínez
na obra La religión de los pueblos de la Hispania Prerromana nos indica o culto à deusa
fenícia Astarte, na região do Carambolo7 entre uma outra pluralidade de deuses fenícios
que foram inseridos na Hispania. A região de Sagunto provavelmente manteve contatos

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comerciais e culturais com uma diversidade de regiões, assim poderia ter absorvido deuses
não somente romanos. Josep Corell corrobora com esta idéia ao mencionar que “…una
sociedad variada, como lo era la saguntina, debía de venerar también a otras divinidades
más o menos toleradas por Roma, aunque no formasen parte de su panteón oficial”
(CORELL, 2000:241). Um exemplo de outra divindade oriental cultuada em Sagunto foi à
deusa egípcia Isis Pelagia8.

No fluxo de divindades orientais inseridas na região da Hispania podemos pensar


que uma divindade como Yaw poderia ter penetrado na cultura regional ibérica. A
enciclopédia “Nation Master”9 nos aponta para o fato de que o nome de Yaw se
aproximaria de: Yam, Yamm. Refletindo sobre as ideias de S. H. Hooke, na obra “Middle
Eastern Mythology”, como nos pensamentos de K. van der Toorn, Bob Becking, Pieter
Willem van der Horst em seu livro Dictionary of Deities and Demons in the Bible DDD,
Yaw assumiria os atributos de deus do mar indomável, dos rios e do caos.

Na narrativa mítica do Épico de Baal10 podemos observar que o deus rivalizou com
Yaw, por este último tentar usurpar o trono. Yaw que havia sido adotado pelo deus El,
acabou por se transformar num tirano oprimindo os deuses. Na luta de Baal para libertar
seus irmãos e sua mãe (deusa Asherah) acaba vencendo e assegurando o seu trono junto
aos deuses. As características de Yaw como deus do caos, da destruição e sua ligação com
o mundo dos mortos se assemelham as características ctônicas11 das divindades gregas
evocadas na magia dos defixiones. Pulleyn 12 em seu artigo, “What the defixiones tell us of
the ancient world”, destaca que as divindades eram evocadas porque a qualidade ctônica
era vista como obscura e misteriosa.

Em suma, através da relação entre magia e mito podemos compreender a motivação


do emprego de uma divindade fenícia na lâmina de chumbo. Apontamos para uma nova
possibilidade histórica da divindade Yaw ser o deus o qual o defixios estava citando. Tanto
pela proximidade sonora do nome do da divindade (Yaw/Iαύ/Jaó/Iau), como pelos
atributos que esta divindade possuía ao ser evocado em um defixio. Além destes fatores
temos as consideráveis migrações de fenícios desde 1100 a.C., que acabaram por levar uma
pluralidade de deuses que foram englobados à cultura religiosa da Hispania.

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As práticas mágicas ibéricas podem ser analisadas como compostas de diversos


elementos culturais desde os nativos da região como relacionadas aos gregos, romanos,
fenícios e egípcios. Os grupos acima mencionados contribuíram com os seus saberes
mágico-religiosos direta ou indiretamente para a difusão de diversas modalidades de
magia, como inseriram outras formas de manifestação religiosa, como os cultos de
mistérios na Antiga Península Ibérica.

Anexo:

Metodologia da Analise do Discurso Mágico

• Identificação
Defixios Nº01

Qualificação Imprecação Jurídica

Data Aproximadamente séc. II d.C.

Localização Coleção particular

Inventário

Procedência Montaña del Castillo, em Sagunto. Espanha

Tamanho 11cm de altura por 19 cm de largura e uma espessura de 0,15cm.

Acessórios

Bibliografia (AE: 2000, pp. 795; HEp:2004, pp. 622; RIBEIRO:2006,pp. 241)

• Elementos do Discurso
Solicitante Cryse ( obs: não é comum o nome do solicitante estar contido na
lâmina)

Mago Não é citado na lâmina

Objeto da Magia A pecúnia doada ao deus Iau é a mesma que lhe foi roubada
pelo companheiro de servidão.

Topos Encontrado na montanha do Castelo na antiga região de


Sagunto ( Valência) onde possivelmente existiria um santuário,

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dentro da antiga fortaleza saguntina.

• Situação Comunicativa de Suplica


Sonoridade

Palavras Indecifráveis

Ação de Suplica: Cryse ligo auri po[...]II / Rogat et a Iau dat pequnia quae a / me
accepti Heracla conservus meus/

Cryse, dou ... libras de ouro.../ com a pecúnia que me subtraiu


- Enunciado Pessoal Heracla ...

- Enunciado Suplica Roga e faz uma doação a Iau...

Partes do Corpo ... ut insttetur uius senus, o[c]elus et/ [v]ires qicumqui sunt aride ...

... para que fique afetado no peito e nos olhos, e que todas as suas
forças físicas fiquem atrofiadas ...

• Situação Sintomática
Raiva, ódio e/ou • Vingança devido o roubo efetuado pelo seu companheiro;
vingança: • Causar danos físicos ao peito e aos olhos do seu adversário;

Destruição • Paralisar as forças físicas de Heracla.

• Destinatário do Discurso Mágico


Rogat et a Iau O receptor da suplica é o deus Iau (Yaw) divindade, a qual possuía
como seus atributos o mar indomável e o caos. O deus
possivelmente faz parte da cultura religiosa fenícia, especificamente
em Canaã.

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Referências do documento textual:


AE, L’ Année Epigraphique, Paris, 2000. p. 795
HE´P, Hispania Epigraphica, Madrid, 2004. p. 62

Referências Eletrônicas:
ARANEGUI, Carmen Gascó. Sagunto y Roma. Artigo publicado na Biblioteca Virtual
Miguel de Cervantes. Alicante, 2004. Acessado em: 02/03/2009
Site: http://www.cervantesvirtual.com/FichaObra.html?Ref=13142
MARTÍNEZ, José María Blázquez. Causas de La romanización de Hispania. Artigo
publicado na Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes. Alicante, 2006. Acessado em:
02/03/2009. Site: http://www.cervantesvirtual.com/FichaObra.html?Ref=18221
____________________________. La religión de los pueblos de la Hispania
Prerromana. Artigo publicado na Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes. Alicante, 2005.
Acessado em: 03/03/2009. Site:
http://www.cervantesvirtual.com/FichaObra.html?Ref=14226&portal=33
____________________________. Panorama general de la presencia Fenicia y Púnica
en España. Artigo publicado na Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes. Alicante, 2004.
Acessado em: 03/03/2009. Site:
http://www.cervantesvirtual.com/FichaObra.html?Ref=13250&portal=33

Referências bibliográficas:

CERTEAU, Michel. A Invenção do Cotidiano: Arte de fazer. Petrópolis: Vozes, 1998.


CORELL, J. Invocada la Intervención de Iau en una defixio de Sagunto (Valencia).
Zeitschrift für Papyrologie und Epigraphik. Bonn, 2000.
GINZBURG, Carlo; CASTELNUOVO, Enrico; PONI, Carlo. A Micro – História e
Outros Ensaios. Tradução: António Narino. Ed: Difel. Lisboa,1991, pp. 197 – 198.
GRAY, John. The god Yaw in the Religion of Canaan, in Journal of Near Eastern
Studies. Chicago. 1953 Vol. 12, pp. 278-283.

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HOOKE, S. H. Middle Eastern Mythology. Ed.: Courier Dover Publications, 2004, pp.
81- 84.
RIBEIRO, Artur. As tabellae defixionum: Características e propósito. In Revista
Portuguesa de Arqueologia, Lisboa, volume 9, nº02, 2006, pp.239-258
TOOM ,K. van der; BECKING, Bob; HORST, Pieter Willem van der . Dictionary of
Deities and Demons in the Bible DDD. Rev. ed. Leiden; Boston:köln: Brill,1998, pp.
739

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O pesquisador Carlos Eduardo da C. Campos é aluno da UERJ/Brasil e integrante do NEA-UERJ,
sendo orientado pela Profª: Drª. Maria Regina Candido (PPGHC/UFRJ/NEA/UERJ). O mesmo
segue a linha de pesquisa: Religião, Mito e Magia no Mundo Mediterrâneo.
2
A Profª Ms. Alessandra Serra Viegas trabalha com pesquisas históricas e teológicas na área de
História de Povos Antigos e em estudos filológicos envolvendo as línguas grega e hebraica, tendo
concluído o Mestrado em História Comparada pelo IFCS em 2009, orientada pela Profª Drª Maria
Regina Candido. Atualmente cursa o Mestrado em Teologia pela PUC-RIO com ênfase em Antigo
e Novo Testamento. A mesma é também colaboradora nas pesquisas do NEA/UERJ.
3
Ver artigos dos investigadores: Profº Drº Artur Ribeiro; Profª Drª Maria Regina Candido e Profª
Tricia Magalhães Carnevale.
4
Katádesmos é o termo grego, porém o mais habitualmente usado é o latino, defixiones. Segundo
definição de Candido “o termo de/defixio ou kata/katademos sugerem o movimento de ligar a alma
de alguém junto aos mortos no mundo subterrâneo”. Já a historiografia britânica prefere curse
tablets, o que causaria alguns problemas, já que nem todas as placas encontradas são de maldição
5
A imagem do defixio foi extraída das seguintes obras : AE, L’ Année Epigraphique, Paris,
2000. p. 795, HE´P, Hispania Epigraphica, Madrid, 2004. p. 622, RIBEIRO, Artur. As tabellae
defixionum: Características e propósito. In Revista Portuguesa de Arqueologia, volume 9, nº 02,
2006, pg.241.
6
F.Gascó, J. Alvar, D. Plácido, B. Nieto y M. Carrilero, Noticia de una inscripción griega inédita,
Gerión 11, 1993, pp.327-335.
7
Região pertencente a província de Sevilha na Espanha.
8
Sobre a Isis Pelagia, Corell faz inferencia a F. Arasa i Gil, na obra: Inscripción de Isis Pelagia,
in AA. VV., Saguntum y el mar, Valencia 1991, pp.35–36.
9
Site: http://www.nationmaster.com/encyclopedia/Yaw-(god). Acessado em 02/03/2009.
10
Site: http://www.geocities.com/SoHo/Lofts/2938/baalyam.html#14 ou no Site:
http://www.nationmaster.com/encyclopedia/Yaw-(god). Ambos acessados em: 28/02/2009.
11
O termo ctônico está relacionado com divindades subterrâneas que transportavam e/ou
acompanhavam as almas até o mundo dos mortos.
12
Learning from curse tablets: what the defixiones tell us of the ancient world. Acessado em:
27/02/2009. Site: http://www.pinktink3.250x.com/essays/tablets.htm.

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