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CARREGADOR DE BATERIAS MICROPROCESSADO PARA

APLICAÇÃO EM SISTEMA FOTOVOLTAICO


Michael Paulo Toaldo [Bolsista PIBIC/ UTFPR] 1, Carlos Marcelo de Oliveira Stein
[orientador] 2
1
Coord. de Engenharia Elétrica
2
Coord. de Engenharia Elétrica
Campus Pato Branco
Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
Via do Conhecimento, Km 1 – Pato Branco/PR, Brasil – CEP 85503-390.

michael.toaldo@gmail.com, cmstein@utfpr.edu.br

Resumo – A regulamentação das questões referentes aos impactos ambientais têm estimulado a pesquisa por
fontes alternativas de energia. Nesse contexto, sistemas de geração e armazenamento de energia baseados na
tecnologia fotovoltaica tem sido foco de inúmeros estudos. Apesar das já conhecidas vantagens de se aproveitar
a energia do sol, duas são as principais barreiras ainda enfrentadas: o alto investimento inicial e a baixa
eficiência na conversão fotovoltaica. Em sistemas isolados existe uma preocupação adicional em relação à vida
útil das baterias utilizadas no armazenamento (normalmente chumbo ácido ou VRLA), sendo necessária a
utilização de uma técnica de carga que evite a degradação prematura das células, o que elevaria ainda mais o
custo do sistema. Finalmente, além do uso de técnicas que maximizem a extração de potência do painel uma
atenção especial deve ser dada ao processamento da energia extraída através de um conversor CC-CC adequado.

Palavras-chave: Energia Fotovoltaica; Conversor CC-CC; Carregador de baterias.

Abstract - The regulation of issues related to environmental impacts have encouraged the search for alternative
sources of energy. In this context, generation systems and energy storage based on photovoltaic technology has
been the focus of numerous studies Despite the known benefits of harnessing the sun's energy, there are two
main obstacles still facing: the high initial investment and low efficiency in photovoltaic conversion. In isolated
systems there is an additional concern regarding the life of the storage batteries used (usually lead-acid or
VRLA), being necessary to use a technique that avoids load premature degradation of the cells, which would
increase even more the cost of system. Finally, besides the use of techniques that maximize the extraction power
panel special attention should be given to the processing of energy extracted through a DC-DC converter
suitable.

Keywords: Photovoltaics, DC-DC Converter, Battery Charger.

INTRODUÇÃO

A utilização de fontes de energia renováveis vem se mostrando uma saída para


diminuição do uso de combustíveis fósseis. Com a regulamentação das questões referentes
aos impactos ambientais as fontes renováveis de energia tem sido foco de várias pesquisas.
Nos últimos anos muitos trabalhos estão direcionados ao desenvolvimento de sistemas de
energia solar.
Apesar das vantagens apresentadas pelos sistemas de conversão fotovoltaicos ainda
existem duas principais barreiras que são: o alto investimento inicial para instalação e a baixa
eficiência na conversão [1]. Dessa forma é importante que sejam utilizadas técnicas que
busquem a máxima extração possível de potência do painel fotovoltaico e também a máxima
eficiência no processamento da energia elétrica produzida.
Para uma dada insolação e temperatura existe um ponto de máxima potência (MPP) de
operação do painel fotovoltaico (FV), contudo a conexão direta do painel com as baterias não
garante que o sistema opere nesse ponto em questão. Devido à variação nos níveis de
insolação e temperatura ao longo do dia é difícil manter a operação no MPP sem alterar os
parâmetros do sistema [2], um conversor CC-CC têm se mostrado adequado para realizar a
tarefa de MPPT.[3], [4], [2].
Para os sistemas FV isolados além da preocupação com extrair a máxima potência que
o painel pode fornecer, um cuidado especial com as baterias é necessário. Pelas características
de funcionamento do painel (curva tensão versus corrente (vxi) não linear) alguns problemas
surgem na recarga das baterias comprometendo o desempenho do sistema como um todo.
Como as baterias utilizadas não são desenvolvidas especificamente para tal aplicação
um sistema que controle o carregamento através de uma técnica de carga adequada deve ser
inserido.
Uma carga inadequada pode comprometer a vida útil das baterias, como exemplo, as
baterias de VRLA (Valve-Regulated Lead Acid Battery) são amplamente utilizadas em
sistemas FV pelo seu baixo custo, estabilidade de tensão e baixa poluição. Normalmente a
vida útil desse tipo de bateria é de 10 a 15 anos, mas na prática sua vida útil é radicalmente
reduzida para 3 a 5 anos. Estudos apontam como uma das prováveis causas para tal redução o
controle irracional da carga da bateria. [5].
O objetivo geral deste trabalho é o desenvolvimento de um sistema para carregamento
de baterias voltado para aplicações fotovoltaicas. Esse sistema será baseado em um conversor
estático CC-CC. O sistema atuará de forma que o conversor realize uma curva de carga
adequada, tendo em vista a preservação da vida útil das baterias, levando em consideração as
características e limitações do painel PV, mas tendo como prioridade o sistema de
carregamento das baterias.

METODOLOGIA

O trabalho deve ser totalmente digitado em fonte Times New Roman. Esta diretriz
inclui, portanto, o título do trabalho, autores, filiação e endereços, títulos de seções e legendas
de figuras e tabelas, além do texto normal do trabalho. O texto deve ser digitado com
alinhamento justificado.

Conversores CC-CC. Os conversores CC-CC são bastante utilizados em fontes chaveadas


reguladas. Através deles é possível converter uma tensão CC não regulada e ainda controlar o
nível desta na saída [6]. Os conversores CC-CC também são muito utilizados em sistemas FV
a fim de rastrear o ponto de máxima potência e/ou transformar um nível de tensão em outro
[4].
O Conversor CC-CC é o dispositivo utilizado no rastreamento do ponto de máxima
potência e também no controle do processo de carga das baterias. Pela variação do tempo de
acionamento das chaves semicondutoras (razão cíclica), pode-se alterar os parâmetros dos
sistema, forçando-o a operar no MPP, ou próximo ao MPP.
De acordo com [4] apenas os conversores CC-CC que podem tanto aumentar quanto
diminuir a tensão (ação buck-boost), conseguem emular uma resistência equivalente que vai
de zero a infinito, na entrada do conversor [4]. Dessa forma é possível traçar os pontos desde
corrente de curto circuito Icc até a tensão em circuito aberto Vo.
Ainda segundo [4], as topologias SEPIC e Cúk, principalmente por apresentarem
baixo ripple de corrente na entrada, são as mais indicadas para obtenção da curva
característica do painel. Uma corrente pulsada na entrada pode produzir uma grande conteúdo
harmônico na corrente fornecida pelo módulo e exigir assim um filtro capacitivo grande na
entrada. O conversor Cuk ainda se destaca ao SEPIC por possuir corrente não pulsada, tanto
na entrada quanto na saída e por esse motivo é o conversor escolhido para o projeto.

Bateria de chumbo ácido regulada por válvula (VRLA). Como em aplicações


estacionárias, não há restrição quanto a relação potência/peso dos dispositivos de
armazenamento, as baterias de chumbo ácido reguladas por válvula (VRLA) são uma boa
alternativa, pelo seu baixo custo, longa vida de armazenamento e tecnologia dominada, por
esses motivos para esse estudo essas baterias que serão consideradas.
O melhor desempenho de uma bateria de Chumbo Ácido depende diretamente da
qualidade do método de recarga empregado. Os objetivos principais de utilização de um
método de carga adequado é aumentar a eficiência, o ciclo de vida e possibilitar um baixo
tempo de recarga [7], [8].
O método CC-CV (corrente constante – tensão constante) é o mais empregado
atualmente, é composto por duas etapas principais e uma etapa de flutuação. Esse método
pode proporcionar quase 100% da carga máxima da bateria e é capaz de evitar uma
sobrecarga [7]. O processo de carga com base no método CC-CV para uma bateria de
Chumbo Ácido 12 V e 5 Ah é descrito abaixo.
Quando a bateria está totalmente descarregada, ela atinge um valor limite de tensão,
em geral 1,75 V por célula, dessa forma uma bateria de 6 células apresenta uma tensão de
10,5 V. Nessa condição o primeiro estágio de carga chamado de corrente constante (CC) é
iniciado, uma corrente constante de no máximo 40% da corrente nominal (1 A para o exemplo
abaixo) é fornecida até a tensão terminal da bateria alcançar 13,8 V a partir desse instante o
novo estágio de carga inicia-se.
O segundo estágio denominado tensão constante (CV) aplica uma tensão constante de
14,5 V, esse estágio mantem-se até que a corrente drenada pela bateria atinja valores menores
que 0,1 C. Logo que o segundo estágio termina, uma tensão de 13,8 V é aplicada com
finalidade apenas de compensar a auto descarga da bateria. A Figura 01 ilustra os estágios de
carga.
Etapa
de
Tensão Tensão de
Etapa Constante flutuação
Tensão de Carga
de (13,8 V)
(14,5 V)
Corrente
Constante Etapa de
Corrente de
carga Manutenção
(1 A)

Tensão inicial
Corrente na
bateria

Tempo (horas)

Figura 01 – Gráfico do processo de carga CC-CV


PROJETO DO CONVERSOR CUK

O projeto do conversor CUK inicia-se com a definição dos parâmetros necessários ao projeto,
tais valores estão listados na tabela 01.

Tabela 01 – Parâmetros iniciais para o projeto


Parâmetro Valor Símbolo
Tensão máxima na entrada 17,5 V Vimax
Tensão mínima na entrada 10 V Vimin
Potência de saída 14,4 W Pout
Corrente máxima na saída 1A Iout
Ondulação de corrente em L1 0,5 IL1 ∆IL1
Ondulação de corrente em L2 0,1 Iout ∆IL2
Ondulação de tensão em C1 0,2 VC1 ∆VC1
Ondulação de tensão em C2 0,5 V ∆VC2
Frequência de chaveamento 100 kHz fs
Rendimento 80 % ƞ
Potência de Entrada 18 W Pin
DADOS DA BATERIA – Unipower UP1250
Capacidade 5 Ah C
Tensão Nominal 12 V Vnom
Tensão de Carga 14,10 ~ 14,40 V Vcarga
Tensão de Flutuação 13,50 ~ 13,80 V Vfloat
Tensão Mínima 10,5 V Vomin

A potência de saída é especificada como a máxima potência que o conversor terá de


entregar. Esse ponto acontece na mudança da etapa de corrente constante, para tensão
constante, apresentando tensão de 14,4 V e corrente de 1 A (14,4 W). O projeto é baseado em
[9], [10] e [11].

Projeto do indutor L1. A maior ondulação de corrente acontece com a maior tensão de
entrada Vimax e maior tensão de saída Vcarga, para esse caso a razão cíclica é 0,4514. A
ondulação de corrente ∆IL1 é definida como 50% da corrente média em L1 para a máxima
tensão de entrada, dessa forma o valor de L1 pode ser encontrado por (1):
∙ ∙ (1)
=

17,5 ∙ 0,00001 ∙ 0,4514 (2)
= = 153,68
0,514

Projeto do indutor L2. O dimensionamento do indutor L2 pode ser baseado na equação (1),
entretanto o ∆t utilizado corresponde ao intervalo em que a chave está aberta. Essa
consideração facilita o projeto, já que para esse intervalo a única tensão que incide sobre o
indutor L2, é a tensão de saída Vout.
(3)
= ∙ 1− !∙

A maior ondulação de corrente para algum valor de Vout acontece quando D for
mínimo:
∙ 1− !∙ (4)
∆ =
Mas D depende de Vout de acordo com:
(5)
" =
+ 17,5
Isolando Vout em (5) e substituindo em (4):
17,5 ∙ ∙ 1 − ! ∙ (6)
∆ =
1− !∙
17,5 ∙ ∙ (7)
∆ =
A maior ondulação de corrente será então quando Dmin for “máximo” para as
condições especificadas (Vin : 17,5 V):

D x Vout
0.5
Razão Cíclica D

0
10.5
10.9
11.3
11.7
12.1
12.5
12.9
13.3
13.7
14.1
Tensão de Saída Vout

Figura 02 – Gráfico da variação da Razão Cíclica em função de Vout para Vin 17,5V

De acordo com a 02 a maior razão cíclica (D = 0,4514) se dá para a tensão de saída de


14,4 V na bateria. Especificando uma ondulação de corrente de 10% da corrente de saída:
" ∙ ∙ (8)
=

17,5 ∙ 0,4514 ∙ 0,00001 (9)
= = 789,95
0,1 ∙ 1

Dimensionamento do capacitor C1. A corrente média em C1 é zero, durante ton ele fornece
energia para a saída, sendo assim a corrente que circula por ele é a corrente de saída Iout. O
dimensionamento de C1 pode ser feito levando em conta a variação de tensão durante ton e toff.
A tensão média em C1:
" (10)
% & =
10,5 (11)
= 20,5
% & =
0,5121
A fórmula para cálculo de C1 pode ser deduzida com base na corrente de saída que
corresponde à variação de carga (Q) no tempo. Especificando uma ondulação de tensão em C1
(∆VC1) como 20% de sua tensão média (VC1md1), então o valor de C1 pode ser encontrado:
∙ (121)
( =
0,2 ∙ % & ∙ )*
1 ∙ 0,5901 (13)
( = = 1,439 )
0,2 ∙ 20,5 ∙ 100000

Dimensionamento do capacitor C2. O capacitor C2 juntamente com o indutor L2 funcionam


como um filtro LC na saída do conversor Cuk, C2 tem a função de reduzir a ondulação de
corrente originada pela componente alternada do indutor L2. Utilizando como ondulação de
tensão em C2 um valor igual a 0,5 V tem-se:
∆ (14)
( =
8 ∙ )* ∙ ∆ %
0,1 (15)
( 500 +)
8 ∙ 100000 ∙ 0,25

Dimensionamento dos semicondutores. Os esforços são os mesmos para o diodo e para a


chave (mosfet). A máxima tensão que os semicondutores devem suportar é a soma das
tensões de entrada e de saída (31,9 V). A máxima corrente é a soma das máximas correntes
nos indutores (3,3 A). Dessa forma escolhe-se o Mosfet IRF7468 e o diodo BYV28-50.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para a simulação os valores dos capacitores C1 e C2 do conversor foram adequados aos


valores comerciais disponíveis. Além disso foi utilizado um modelo de bateria proposto em
[12], em que a bateria é modelada como uma fonte de tensão em série com uma capacitância e
uma resistência (figura 03). O valor da resistência é informado no catálogo do fabricante e a
capacitância equivalente é calculada através da equação (16):
Q 5,0 ⋅ 3600 (16)
C= = = 5000 F
V 14,1 − 10,5

Figura 03 – Diagrama de simulação, conversor CUK.

A figura 04 apresenta uma simulação para o estágio de corrente constante, a corrente


na bateria é representada pelo traço vermelho e a tensão pelo traço azul. A corrente mantém-
se constante em aproximadamente 1 A, contudo o incremento na tensão da bateria não é
observado, logo que o processo possui dinâmica lenta.

Figura 04 – Simulação da carga no estágio de corrente constante.


Utilizando uma carga resistiva, com a finalidade de emular a corrente nominal da
bateria, realizou-se a simulação representada na figura 05. Através dessa simulação é possível
observar que a ondulação de corrente na saída, fica em torno de 100 mA.

Figura 05 – Corrente no indutor L2 para uma carga resistiva.

CONCLUSÕES

O conversor projetado segue as especificações definidas nos parâmetros iniciais de


projeto, essa afirmação é evidenciada na figura 05, em que para o cenário mais crítico, a
ondulação de tensão se mantem em no máximo 10% da corrente de saída. Como a
metodologia de projeto empregada não leva em consideração o tipo de carga que o conversor
irá alimentar, o mesmo comportamento da corrente de saída não é observado para a situação
que a bateria é utilizada como carga. Além da ondulação de corrente, a bateria provoca uma
ressonância na saída com frequência aproximada de 70 Hz.
O sensor de corrente disponível em laboratório, que será utilizado é baseado em efeito
Hall e a necessidade de ajuste de ganho, com aumento do numero de voltas, irá inserir um
“indutor” entre a saída do conversor e a bateria agravando ainda mais a ressonância observada
na figura 04. Uma possível solução para tal efeito, seria a retirada do capacitor C2 do
conversor e um reprojeto do indutor L2, de forma a reduzir o máximo possível a ondulação na
corrente de saída.
No prosseguimento do trabalho, será confeccionado o protótipo do sistema proposto e
um sistema de controle será elaborado, para controle do conversor e realização dos estágios de
carga da bateria.

AGRADECIMENTOS

Agradecimento ao Prof. Dr. Carlos Marcelo de Oliveira Stein pela oportunidade de


projeto, a FINEP, CNPq, UTFPR e Fundação Araucária pelo apoio financeiro.

REFERÊNCIAS

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