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Poções Rituais

para

Aprendizes
6º ano

Por
Luis Peverell Slughorn
Sumário Resumido

- Primeira Aula:
Introdução à Poções Rituais
Amuletos
Explicando parte por parte
Significado de cada formalidade
Questionário

- Segunda Aula:
Poção ‘Voldemort’
Explicações
Questionário

- Terceira Aula:
Preparação de Inferi
Explicações
Continuação e feitiços
Questionário

- Dedicação
- O autor

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― Primeira Aula ―
1. Introdução à Poções Rituais:

partir desse ano serão estudadas as poções alquímicas e


ritualistas, que tem como preparo um modo muito mais elaborado
para surtar efeito e de modo diferente. Começaremos aprendendo
sobre os rituais, que é como se fosse uma introdução a alquimia.
Ritual é uma junção de palavras, gestos e formalidades, que são
atuadas a um tipo de valor simbólico, que usualmente é dita, codificada por
uma religião ou tradição de um povo.
O uso do ritual tem como finalidade erguer laços entre pessoas, fazer
bem a si, a outro, ou até mesmo conjuntamente; ele tem como poder mexer em
satisfações de seus praticantes para si ou outros, geralmente incumbido pela
raiva, ódio, querendo transtornar vidas amorosas, causando danos emocionais,
adoecendo, maltratando indiretamente. Um ritual pode levantar o nível social
de seu praticante como pode ser apenas por simples gosto de fazer um ritual.
Os rituais são características habituadas aos humanos há muito tempo,
onde eram usados como rito de adoração, sacramentos de religiões
organizadas e cultos (como por exemplo, a Igreja Católica tem um tipo de rito,
sendo a missa toda organizada, pré-descrita e tendo adoração de um povo em
conjunto para um só motivo e conquistas diferentes). Rituais são atos
planejados para cada tipo de ocasião, um funeral, um culto, uma coroação...
Enfim, várias atividades feitas com propósitos de concretização, como
execução de pena de morte e simpósios científicos, são carregadas com ações
simbólicas cada qual prescreve uma devida tradição, então, sendo
parcialmente um ritual. Costumes como apertos de mão e outros cumprimentos
são tradições, então vistos como pequenos rituais.
Todo o tipo de poção é como um ritual, pois se segue o que esta escrita
em uma receita para preparo de algo que terá certo tipo de efeito para algo
após o termino. Porém o que veremos são os ritos de preparo de uma poção,
que envolvem palavras, gestos e a criação da poção. Poções rituais
geralmente são vistas como um tipo de macumba, sendo que sim, pode até se
considerar isso, pois até trouxas utilizam de feitos como a “macumba”, mas nós
bruxos, preferimos denominá-las rituais, pois é o que são, verdadeiramente. As
poções rituais têm como atrativo tornar algo, como prolongar ou diminuir a
morte de alguém, causar dores ou adoecer uma pessoa, assim como também
podem ser usadas para o bem de alguém, por exemplo: trazer sorte, saúde,
dinheiro para alguém. Lembrando que prolongar a vida não é se tornar imortal,
pois essa complexidade esta longe do alcance de um ritual apenas,
envolveriam muitas outras coisas.
As poções rituais são proibidas pelo ministério, por serem consideradas
fora do livre arbítrio, já que a concepção de coisas pode ser feito de um para o
outro, e sempre há raiva, ódio ou incompreensão para que o mau uso disso
aconteça, as poções rituais foram proibidas em 376 d.C., quando bruxas faziam
mal uma a outra com rituais acima do nível padrão de proibição já hoje (sendo
algo extremamente horrível), então o Ministério aquela época proibiu esse feito,
e tomou precauções muito fortes. Hoje em dia geralmente esses atos
macabros são feitos geralmente por bruxos das trevas.

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2. Amuletos

Amuletos de proteção não protegem contra nada se estes não forem


magicamente feitos, porém dependendo do grau, do tamanho de rito, a
proteção nem sempre será totalmente eficaz. Os alcances de um feito
decretado por uma poção ritual são infinitos, sendo então que não há
esconderijo, de 1998 até hoje a porcentagem de ritos maléficos registradas
vem descendo cada vez mais, sendo que nos dias atuais 0,8 % desses casos
são pontuados.

3. Explicando parte por parte


Palavras: As palavras têm poderes muito fortes sim, isso é provado
apenas pela rogação de pragas, ou por coisas ditas, blasfemadas, que
voltaram contra seu narrador. Geralmente é usada aquela frase: “A língua não
tem osso”, para explicar que não podemos falar algo sem saber. Muitas
pessoas, independente de crenças ou religiões, concordam com o fato do
poder da língua, que ela se com fé e vontade, seja qual for à vontade e no que
seja a fé, ela tem poder de conquista sim. E como um ritual é uma execução de
atos para a concretização de algo, a fala nada mais é do que algo muito
importante para os feitos de um ritual, envolvendo todo um processo maior e
bem estruturado.
Gestos: Os gestos são como uma oficialização do que se esta dizendo,
foi dito, ou será dito, por exemplo, os gestos são uma parte de invocação de
alguma entidade maligna (um dos porquês do Ministério não autorizar que
essas poções rituais sejam feitas) ou então invocação de poderes
desconhecidos ou diferentes energias. Os gestos têm todos seus significados e
formas de posições, não são quaisquer gestos que podem ser feitos, eles
devem ser seguidos delicadamente e corretamente cada movimento. Por isso
os preparos de poções rituais são para pessoas bem especializadas nisso, que
trabalham com isso há muito tempo.
Formalidades: As formalidades envolvem o preparativo dos ritos, por
exemplo, velas, imagens, desenhos, caldeirão e etc, cada qual com seu
respectivo significado.
A poção: O caldeirão é o modo de conquista material em uma das partes
do rito, é ali onde cada ingrediente colocado terá uma função simbólica ou
reativa (quer dizer que o rito pode ser apenas um ato simbólico para a
conquista, ou então para o preparo de uma poção que surte efeito). Na versão
simbólica da coisa, cada ingrediente tem um significado diferente independente
do rito, e juntamente com toda a junção de ingredientes uma só finalidade é
formada, extraindo conforme toda a atuação ritualística um querer único para o
planejado.

4. Significado de cada formalidade


Velas: Muitos dizem que as velas têm poder de invocação de espírito, e
elas invocam qualquer um se nada for falado, ritualizado a ela, por isso sempre
são invocados seres conforme o ritual feito, e é pra isso que a vela serve, como
um portal intermediário para essas invocações.

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Imagens: Existem vários tipos de imagens, e explicações para cada
uma, existem imagens que são colocadas por adorações, sendo então que
esses respectivos seres mostrados em imagens (foto, quadro ou estatuetas)
irão ajudar no poder concedido para a concretização do rito. Porém também
existem aqueles ritos em que o centro dele, é apenas um boneco, que é
identificado pelo praticante, no qual todo o rito é feito para preparar o boneco
para a ligação entre ele e a pessoa na qual recebera o feitiço; quando esse
boneco estiver ritualizado, então acontecera o pós-rito, que é quando a
execução do feito no ritual se torna para a pessoa. Com esse boneco
ritualizado em pessoa X, a pessoa X irá sofrer as consequências que o boneco
sofrer no pós-rito, que continua sendo um novo ritual, só que com o
planejamento primário executado, então só partindo para a concretização do
planejamento inteiro.
Desenhos: Os desenhos se devem a simbologia de crenças e de
energias buscadas para aquilo, e também há desenhos que tem certos poderes
sobre o rito num todo, são geralmente desenhados no chão enquanto o rito é
feito, esses desenhos fazem partes dos gestos e formalidades. O desenho
mais comum é do pentágono. E também existe apenas o circulo que é para
proteger o que a nele, não deixando que nada saia, serve como simbologia, e
em alguns casos também como realidade, mas esses são os ritos conjuntivos,
em que o praticante e o receptor estão no mesmo lugar.
Essas são as formalidades mais usadas com as quais trabalharemos.

5. Questionário
1) Explique, com suas palavras, o que é um ritual.

2) O que são as formalidades de uma poção ritual? Para que servem?

3) Para que fins são usados as poções rituais?

4) Por quais motivos as poções rituais não precisam entrarem em contato


ao nosso Sistema Nervoso para ter um resultado?

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― Segunda Aula ―
6. Poção ‘Voldemort’
Esta é uma poção ritual simples, no entanto isso não tira a complexidade que
nela há. Essa poção recebe o nome de Voldemort, pois tem o poder de afastar
a morte, ou atraí-la para determinada pessoa.

~ Ingredientes ~

700mL de água
300mL de sangue (do alvo da poção)
40g de Asfódelo em pó
300g de Heléboro
4 folhas de ligústica
Folhas de bubotúberas
Acônitos (lapelo e licoctono)
Uma flor de Moly
Ervas verdes (de todos os tipos)

~ Rápido aviso ~

Os que irão preparar a poção, só receberão o efeito se seu sangue (ou cabelo,
que logo explicarei porque) estiver na poção.

~ Modo de preparo ~

Deve-se preparar o caldeirão com os 700mL de água e ferver à 40º.


A poção ritual deve ser feita na total escuridão, apenas com a luz das chamas.
A pessoa que estiver no circulo deve pegar os ingredientes e postá-los ao seu
lado; se forem mais de uma pessoa deverá ser dividido igualmente se forem
números pares - se for um número impar deve-se começar por um e ir girando
os ingredientes até a poção ser finalizada.
Primeiro se coloca as ervas verdes na poção. Espera-se 10 minutos, todos de
cabeça baixa como respeito ao ritual.
Então se coloca as 40g de asfódelo em pó, deve ser posto de pouco em pouco.
Após isso, deve-se esperar trinta minutos, a cabeça abaixada novamente.
Depois do tempo em espera, coloca-se o acônito lapelo na poção, e em
seguida, sem muito hesito, o acônito licoctono. A poção então erguera enormes
chamas.
A ligústica deve ser colocada então (pelo motivo das altas chamas, use magia
para transportar as quatro folhas de ligústica).
Derrama-se as folhas da bubotúbera na poção, as chamas irão se calar,
voltando a um tamanho normal.
Coloca-se então as 300 gramas de heléboro, o pó deve ser despejado sem
hesitação.
Chega, portanto, a vez do sangue: os 300mL dele deve ser colocado
lentamente, nas seguintes palavras: “A vida, a morte. Uma completa a outra. A

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morte nunca é vista se não pela vida, pois esta é os olhos para a morte. Que
esses olhos se fechem”.
Então por último, colocar a flor de moly na poção.
Após isso, a poção deve ficar no escuro, sem velas, por sete dias.

7. Explicações

O asfódelo tem uma relação à vida após a morte, que ajuda a contribuir
no aumento da vida de tal pessoa, a deixando forte. O heléboro, neste caso,
com as palavras ditas, tem um efeito de transparecer, e esconder a morte,
deixando a pessoa bem ou mau. As ligústicas têm como poder ações
medicinais, que com as palavras, tem o poder de deixar a saúde constante ou
estragá-la. As bubotúberas servem para aniquilar, e espantar agouros.
Acônitos sozinhos são extremamente venenosos, porém juntos perdem este
efeito, e ganham outros, devido a preparação da poção, neste caso, com as
misturas de outras plantas, e mais as palavras ditas, ela tem o poder de
aumentar a vida da pessoa, num período que não se sabe qual (geralmente
pela quantidade de sangue é visto, a divisão da quantidade de sangue por 7),
ou então diminuir esta vida. O sangue serve para identificar a pessoa. E a flor
de moly para florescer e levar a felicidade, se for no caso de usar fios de
cabelo, a flor de moly deve estar seca.
Os fios de cabelos são postos quando a poção serve para aniquilar
alguém, e aí se troca pelo sangue. E as palavras ditas mudam para: “A vida, a
morte. É como um ciclo, a vida, a vivencia, a morte. Que este ciclo se feche”. O
modo de preparar não muda além disso.
Está poção é proibida pelo fato de ser tão macabra em suas
consequências.

8. Questionário
1) Pelo que você entendeu, qual a simbologia do sangue em rituais?

2) “A vida, a morte. Uma completa a outra. A morte nunca é vista se não pela
vida, pois esta é os olhos para a morte. Que esses olhos se fechem”. Explique
a complexidade destas palavras.

3) O que você pode entender por abaixar a cabeça em certos momentos


no ritual? Qual a denominação para isso?

4) “A vida, a morte. É como um ciclo, a vida, a vivencia, a morte. Que este ciclo
se feche”. Explique a complexidade destas palavras.

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― Terceira Aula ―
9. Preparação de Inferi
Inferi são artes das trevas macabras, acontecem quando uma pessoa é
morta, e uma parte de seu corpo (ou todo o defunto) é reanimada por um bruxo
das trevas. Inferi atacam qualquer coisa que eles veem em sua frente, o modo
de preparar é quase igual o de uma horcrux, é necessário uma poção.
A poção no caso dos Inferi serve para dar a certa inteligência e o
determinar do comando do bruxo após que os dois feitiços forem feitos.

~ Ingredientes ~

4L de água
2 ovos de farosutil
Pedaços de corpo humano (vários, e de preferência braços e mãos, ou então
um defunto completo)
1 bezoar
5L de sangue humano
Acônito lapelo
1 bubotúbera

~ Aviso ~

A quantidade dos ingredientes acima é respectiva à um caldeirão grande para


um defunto, ou no máximo 10 partes de corpos humanos. Caso queira se
duplicar a quantidade de Inferi, deve-se então o fazer em outro caldeirão, e
assim por diante.

~ Modo de preparo ~

Primeiramente deve se colocar um caldeirão de tamanho grande no local de


preparo e despejar os quatro litros de água. Ao seu redor, quase junto do
mesmo, colocar velas.
Então deve se despejar todos os pedaços de corpo humano ou o defunto
inteiro (lembrando que se forem usados pedaços não deve se usar o defunto, e
vice-versa) no caldeirão.
Então coloca-se os cinco litros de sangue humano no caldeirão. Mexa por vinte
minutos.
Coloca-se então o acônito lapelo na poção. Deixa-a descansando por uma
hora.
Deve então ser colocada a bubotúbera, e por fim o bezoar.
Depois disso, deve-se apagar as velas, e deixar a poção descansando até a
próxima lua cheia, com o fogo alto.
Após esse meio tempo, o fogo deve ser desligado.
Então os pedaços de corpo humano (ou o defunto) devem ser retirados do
caldeirão.

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Desenhe um pentagrama (estrela de cinco pontas dentro de um circulo) no
chão, de aproximadamente uns três metros. O pentagrama é a simbologia de
bruxos das trevas. ¹
Ai coloca-se todos os pedaços de corpos no pentagrama. As palavras a serem
pronunciadas são: “Höä jälüjfä mü ïfnäjfü ëk ëcdëk ä jäkköklïlä äkkäk lüjgük
ëpüjë”. Esta é a linguagem ofidioglota para os dizeres da poção. Significa: “Que
retorne do inferno as almas e ressuscite esses corpos agora”.

10. Explicações
Os pedaços de corpos são os que vão ser os Inferi (no caso de um corpo
inteiro, o defunto), então estão ali pare receber as preparações, o sangue é
para dar reforço aos corpos. O acônito lapelo serve para eles transmitirem um
veneno, algo ruim. A bubotúbera serve para moldar de um jeito um pouco
diferente os corpos e os deixá-los com aparências horríveis. Os ovos de
farosuteis tem como intuitivo de fazer os corpos terem a sua certa inteligência
quando forem reanimados pelo feitiço. As palavras em poções rituais servem
para dar então o comando certo para aquilo (simbologicamente). As velas
fazem parte disso como se fossem a invocação dos espíritos que
simbologicamente reanimaria o pedaço de corpo.

11. Continuação e feitiços

Então após todo o preparo da poção e os pedaços de corpos no circulo, deve-


se então partir para os feitiços, que são dois, um para reanimar, e outro para
dar o comando ao Inferi por tal bruxo. O primeiro feitiço é: Animus Corpus, que
como foi dito, reanima o corpo, nesse período em que só esse feitiço é feito, os
pedaços de corpos começam a se mexer e atacar uns aos outros, por isso
deve-se colocar fogo ao redor do pentagrama, pois eles temem tal. O segundo
feitiço que deve ser lançado a eles é: Dieseseele Inmeinem Befehl, que do
alemão significa: Esta alma está a meu comando. Fazendo então você dar
todos os comandos ao Inferi naquele momento, então após pronunciar o feitiço
o bruxo das trevas deve então fazer todos os comandos, e o que quer deles, e
é apenas o que irão fazer. Geralmente mandam atacar todos que veem pela
frente, menos o bruxo comandante, manda que não se briguem, e que fiquem
descansando para que quando sentirem movimento humano ou animal,
analisarem e atacarem.
Os Inferi geralmente são colocados e vivem em lagos, após a sua
estadia no lago, todos os seres vivos que tiverem contato com aquela água
morrem (o ser humano é mais forte para morrer ao contato da água), e a
própria água se torna cinza e com um certo peso. O contato humano com os
Inferi não causa nenhum alteração no corpo da pessoa, porém, os Inferi
tentarão matar a pessoa, levá-la para o lago onde vivem, assim deixando-a
morta e apodrecendo lá, para sempre.
Inferi não morrem fácil, as únicas coisas que podem matá-los, ou
imobilizá-los ou se afastarem é fogo, excremento de chifre de erumpente (se o
Inferi não estiver banhando a sangue de dragão, pois este o protege) e por

¹ Um pentagrama:

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comando do bruxo das trevas que o criou. Feitiços os atingem, porém Avada
Kedavra, Crucio, Imperius ou qualquer um que o faça sentir dores, não
funcionam. Cortar um Inferi no meio não adianta de nada, pois cada centímetro
dele tem vida própria.

12. Questionário

1) Explique por qual motivo a Maldição da Morte não pode matar um


Inferi.

2) Defina o que é um Inferi.

3) Qual a necessidade da poção sobre os Inferi?

4) A preparação dos Inferi é considera uma Poção Ritual parcial. Explique


essa afirmação.

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Dedicação
Este livro de poções, é dedicado inteiramente e especialmente a uma das
melhores pessoas que eu conheci na vida, a quem eu posso confidenciar cada
palavra e cada gesto. Alguém, que como eu já disse, você me faz crescer e me
fortalecer. Para você Meredith, mais do que uma dedicação, te dou toda a
minha vida.

Luis Peverell Slughorn

O AUTOR
Luis Peverell Slughorn. Ministro da
Magia. Professor de Poções e
Ocultismo. Chefe do Departamento de
Cadastro e Armazenamento de
Poções. Formado em Trato das
Criaturas Mágicas, Defesa Contra as
Artes das Trevas e Poções.
Nascido em 03/05/1984, perdeu
seu pai com apenas um ano de idade,
e foi para um orfanato Grego no
começo de sua infância. Em 1995
então foi para Hogwarts, onde se
formou em 2002 (4 d.V.). Se formou
então nas matérias citadas acima,
tendo a especialização das mesmas.
Em 9 d.V., após se formar na
universidade, Luis viajou por vários
países no mundo, estudando mais
coisas e pesquisando magias ainda
não estudadas. Voltara a Hogwarts
em 13 d.V., quando seu irmão, Lucas
Slughorn, se tornara diretor da escola.
Aos 27 anos começou então sua
carreira de professor. Onde apenas tirou uma folga, para viagens internacionais
de seu interesse por longos seis anos, voltando então para a escola no final de
24 d.V., sendo que em 25 d.V. começara novamente sua vida docente.

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