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Curso: Química Industrial Disciplina: Física experimental

Discentes: Bárbara Almeida Dourados e Daniella Messias Marchini.

Pêndulo Simples
1. Introdução
Um Projétil é qualquer corpo lançado com uma velocidade inicial e
que segue uma trajetória determinada exclusivamente pela aceleração da
gravidade e pela resistência do ar. Uma bola de beisebol batida, uma bola de
futebol chutada, um pacote largado de um avião e uma bala atirada por uma
arma de fogo são exemplos de
projéteis. Acurva descrita pelo projétil é a sua trajetória. (YOUNG, H.D, 2008)
Uma trajetória pode ser estudada usando algumas leis físicas do
movimento. Quando usados em aplicações militares esses projéteis são os
mísseis, munições de armas (balas), bombas, flechas e a área da mecânica
que estuda a trajetória, a produção e o melhoramento desses equipamentos é
a balística. Entretanto há objetos como uma bola de futebol quando
arremessada no espaço, a água que sai de uma mangueira na horizontal e até
a urina que sai do pênis em direção ao mictório têm características intrínsecas
ao movimento de um projétil, características estas que estão diretamente
ligadas ao movimento “parabólico” que ele descreve no espaço. Precisamente,
a trajetória de um projétil é uma elipse, que se acentua quando se considera
distâncias muito grandes, como por exemplo, a trajetória de um míssil
intercontinental, mas para distâncias pequenas (algumas centenas de metros),
essa elipse difere de uma parábola em alguns micrômetros, variação
insignificante para efeitos práticos.
Um corpo quando lançado está sujeito a forças que agem sobre ele, como a
força da gravidade (força peso), o empuxo do fluido em que se move, a força
relacionada ao movimento de rotação da terra e, se o meio oferecer alguma
resistência, a força de resistência do meio. Se conhecemos a posição e a
velocidade de um corpo em dado estante, a trajetória que ele percorre pode ser
determinada. Para o movimento de um projétil, sua trajetória tem duas
direções, uma vertical e outra horizontal, que estão contidas no mesmo plano.
Um fator muito importante para a análise desse comportamento é que os
movimentos vertical e horizontal estão intimamente relacionados no tempo. O
tempo que um projétil gasta para cair verticalmente de dada posição é igual ao
tempo que ele gasta para cair da mesma altura sendo lançado horizontalmente.
O movimento de um projétil lançado de forma oblíqua é bidimensional sob a
ação da força peso e da resistência, em alguns casos a resistência pode ser
desprezada (somente na teoria). Este movimento pode ser analisado nas
direções x e y separadamente, ou seja, dois movimentos unidimensionais
independentes. Se nenhuma força dissipava for considerada, podemos dizer
que o movimento é constante na horizontal e acelerado na vertical, com
aceleração igual à aceleração da gravidade local. Escolhendo de forma
adequada o sistema de coordenadas, podemos escrever as equações que
regem o movimento na horizontal e na vertical:
Horizontal:

x=x 0+v x t
v x=v 0 x=constante

Vertical:

1
y= y 0+ v 0 y t + a y t 2
2
v y=v 0 y+ a y t

a=−g

A combinação destas equações nos permite encontrar o alcance horizontal R,


dado por:

v 0 2 sen (2 θ)
R=
g
em que θ é a velocidade inicial em que projétil foi lançado e θ é o ângulo de
lançamento.

2. Objetivo
Estudar o movimento de projéteis. Verificar que para dois ângulos
diferentes é possível obter o mesmo alcance.
3. Materiais utilizados
Aplicativo computacional chamado PHET.
4. Resultados e Discussão

5. Conclusão

6. Referência
• YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A.; Sears e Zemansky Física I: Mecânica, 12.Ed., São Paulo:
Addison Wesley (2008).
7. ATIVIDADES