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Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-1

Capítulo 05

Trocadores de Calor
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-2

1.1 - Conceito

Processo que envolve transferência de calor entre dois fluidos, visando


aquecimento de um e resfriamento de outro

1.2 - Objetivo

Controle de temperatura de fluidos

1.3 - Aplicações

• Reações químicas

A + B → C + D
q
Energia de ativação

Exemplos: Combustão, Pirólise...

• Reações biológicas

Exemplos: Resfriamento e congelamento de produtos alimentícios, pasteurização

• Mudanças físicas

o Evaporação

vapor líquido

L
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-3

o Fusão

Sílica, cal,
soda

q1
q2

Massa fundida

o Geração de vapor – sistema de utilidades da planta

Vapor aquecido

água
caldeira

q1

o Condicionamento de ar

q1

Ambiente
climatizado condicionador

1.4 - Classificações

1.4.1 - Quanto ao contato

Contato direto e indireto

a) Direto: Não há barreira física entre os fluidos que trocam calor

Esquematicamente:
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-4

•Características:
•Fluidos podem ser líquido-gás
•Líquido-líquido (imiscíveis)
•Sistemas de partículas sólidas

Exemplo: Secagem de grãos em leito fluidizado

Contato gás-
sólido

Ar quente e Ar quente e
seco seco

Exemplo: destilação

vapor

Contato vapor-
líquido

b) Indireto: Fluidos são separados por material sólido

Esquematicamente:
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-5

•Características:
•Fluidos podem ser líquido-gás
•Líquido-líquido
•Gás-gás

Exemplo: Refervedores e condensadores

Qcond = (GJ/h)

Tcond(K)
condensador
Pré-aquecimento da
alimentação

Qalimentação = (GJ/h)

Tref(K)
refervedor
Qref =(GJ/h)

1.4.2 - Quanto ao número de fases

a) Fase única: fluidos que trocam calor não mudam de fase

Esquematicamente:

b) Fases múltiplas: Pelo menos um dos fluidos que troca calor apresenta mais de
uma fase

Esquematicamente:
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-6

Exemplos: Refervedores e condensadores

Vapor que
Líquido da retorna à
coluna coluna

Água vapor
aquecido
Água líquida
Água líquida
caldeira refervedor

q1

1.4.3 - Quanto a geometria

a) Trocadores de tubos (bitubular e casco e tubos)

Esquematicamente:

b) Trocadores de placas

Esquematicamente:
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-7

c) Trocadores de superfícies aletadas

Esquematicamente:

1.4.4 - Quanto a configuração no processo

a) Integrado ao processo

Esquematicamente:

Características:
•Transferência de calor é processada no
interior do equipamento de processo
•Reatores; evaporador, caldeira

b) Separado do processo

Esquematicamente:

Características:
•Transferência de calor é processada
externamente ao equipamento de processo
•Pré-aquecimento de alimentação
(reagentes); resfriamento (produtos)

c) Recuperador de calor
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-8

Esquematicamente:

Características:
•Calor retirado de um lado do processo é
utilizado para aquecer o outro lado
•Reator (pré-aquecimento de reagentes)
•Reator (resfriamento de produtos)

1.4.5 - Quanto as construções mais comuns

a) Trocador de tubo duplo ou bitubular

Esquematicamente:

Características:
•Dois tubos concêntricos, com um fluido
escoando pelo tubo central e outro fluido
no espaço anular
•Construção simples e barata
•Pequena superfície de troca térmica

b) Trocador casco e tubos

b.1) Um passe nos tubos:

Características:
•Feixe de tubos paralelos contidos num
casco cilíndrico
•Construção simples
•Grande área de troca térmica

b.2) 4 passes nos tubos:


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-9

1.5 - Características de casco e tubos

• Casco
o Tamanhos típicos de 12 a 24 polegadas

• Feixe de Tubos
o Diferentes arranjos

• Chicanas
o Suportam os tubos
o Evitam curvaturas e possível vibração
o Direcionam escoamento no casco (melhor transferência de calor)
o Evitam regiões mortas
o Espaçamento padronizado

• Alocação de correntes

Casco Tubos Obs.


Incrustação: Fluido mais X Maior facilidade de limpeza
incrustante
Corrosão: Fluido mais corrosivo X Apenas os tubos são feitos de
materiais mais caros
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-10

Pressão: Fluido com maior X Casco que resiste a alta pressão é


pressão mais caro
Viscosidade: Fluido com maior X Mais fácil atingir escoamento
viscosidade turbulento
Coeficiente de película: Fluido X Há mais possibilidades de elevar o
com menor “h” valor de “h” (chicanas, tubos
aletados)
Vazão: Fluido com menor X
vazão
Fluidos semelhantes Testar as duas configurações

1.6 - Mecanismo de transferência de calor

Esquematicamente:

Para o fluxo de calor:

∆T
Na equação: q& α
R

q& : fluxo de calor por unidade de área


∆T : força motriz
R: Resistência a transferência de energia

Mecanismos mais importantes

a) Condução: Transferência de calor através de uma barreira sólida


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-11

Q k
Equação de Fourier: q& = = ⋅ ∆T
A L

q& : fluxo de calor por unidade de área W m 2( )


k: condutividade térmica do material (W m ⋅ K )
A: área de troca térmica m 2 ( )
L: espessura da parede (m )
∆T : diferença de temperatura (K )

b) Convecção: fluido submetido a um gradiente térmico

Q
Equação: q& = = h ⋅ ∆T
A

q& : fluxo de calor por unidade de área W m 2( )


h: (
coeficiente de transferência de calor W m 2 ⋅ K )
A: área de troca térmica m 2 ( )
∆T : diferença de temperatura (K )

Obs: “h” é também conhecido como coeficiente de película ou de filme


h = f(estado de agitação do fluido; propriedades físicas; geometria do equipamento)

1.7 - Equação geral para a transferência de calor

Para a placa plana:

Fluido A (Convecção): Q = A ⋅ hA ⋅ (TA − T1 ) ⇒ Q = A ⋅ hA ⋅ ∆T1

∆T
⋅ (T1 − T2 ) ⇒ Q = A ⋅ k ⋅ 2
k
T1 T2 Placa (Condução): Q = A⋅
L ∆x

Fluido B (Convecção): Q = A ⋅ hB ⋅ (T2 − TB ) ⇒ Q = A ⋅ hB ⋅ ∆T3


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-12

Q Q Q
Para o ∆T Total: ∆TTotal = + +
A ⋅ hA A ⋅ k A ⋅ hB
∆x

∆TTotal
Finalmente: Q=
1 1 1
+ +
hA ⋅ A A ⋅ k hB ⋅ A
∆x

Para troca de calor através de parede do tubo:

Te
k he
hi

Ti
re
Ai

ri Ae

∆TTotal
Q=
1 ln(re ri ) 1
+ +
hi ⋅ Ai 2 ⋅ π ⋅ L ⋅ k he ⋅ Ae

Para o coeficiente global baseado na área externa do tubo:

∆TTotal ∆TTotal Ae ⋅ ∆TTotal


Q= = =
1 ln (re ri ) 1 1  Ae A ⋅ ln (re ri ) 1   Ae A ⋅ ln (re ri ) 1 
+ + ⋅  + e +   + e + 
hi ⋅ Ai 2 ⋅ π ⋅ L ⋅ k he ⋅ Ae Ae  hi ⋅ Ai 2 ⋅π ⋅ L ⋅ k he   hi ⋅ Ai 2 ⋅π ⋅ L ⋅ k he 

Ae ⋅ ∆TTotal Ae ⋅ ∆TTotal
Q= =
Ae A ⋅ ln(re ri ) 1 1 A ⋅ ln (re ri ) 1
+ e + + e +
hi ⋅ Ai 2 ⋅π ⋅ L ⋅ k he  Ai  2 ⋅ π ⋅ L ⋅ k he
 hi ⋅ 
 Ae 

 A  Ae ⋅ ∆TTotal
Definindo: hio =  hi ⋅ i  , obtém-se: Q=
 Ae  1 Ae ⋅ ln (re ri ) 1
+ +
hio 2 ⋅π ⋅ L ⋅ k he

1 1 Ae ⋅ ln(re ri ) 1
Utilizando o coeficiente global: = + +
U e hio 2 ⋅π ⋅ L ⋅ k he
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-13

1 1 1
Desprezando-se a resistência da parede do tubo: = +
U e hio he

Ae ⋅ ∆TTotal
Obtém-se: Q= = U e ⋅ Ae ⋅ ∆TTotal
1
Ue

Sem os índices: Q = U ⋅ A ⋅ ∆T

Obs: Também se pode definir o coeficiente global baseado na área interna do tubo:

1 1 A ⋅ ln(re ri ) Ai 1
= + i + ⋅
U i hi 2⋅π⋅ L⋅k Ae he

Finalmente, para a troca envolvendo condução e convecção:

Q
q& = = U ∆T U : Coeficiente global de
A transferência de calor (W /m 2 . K)

Obs: “U” representa a contribuição das resistências individuais de todos os


mecanismos de transferência de calor envolvidas:

1
U= onde R = ∑ Ri
R

Exemplo 5-1:
Um trocador de calor bitubular com tubo interno de 3,0 cm de diâmetro externo
e 2,4 cm de diâmetro interno. Nafta escoa no lado interno do tubo, com coeficiente de
transferência de calor de 1500 W m 2 K . Na região anular escoa a água com coeficiente
de transferência de calor de 3000 W m 2 K . A condutividade térmica do tubo é
de 70 W m ⋅ K . Estime o coeficiente global de transferência de calor baseado na área
externa.

1.8 - Incrustações

Durante a operação de um trocador de calor, é normal o aparecimento de


resistências à transferência de calor decorrente da deposição de materiais estranhos nas
superfícies de troca térmica.

Mecanismos comuns para a formação de sujeira:

• Cristalização : Depósito de cristais na superfície do trocador (soluções


saturadas)
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-14

• Depósito de partículas: Depósito de material suspensos no fluido (água de lagos


e rios)
• Depósito biológico: Depósito de organismos (algas, crustáceos, trocadores com
água do mar)
• Corrosão: Formação de camada de material corroído
• Congelamento: Formação de camada sólida do fluido

Conseqüências:

• Diminuição da eficiência de troca térmica


• Aumento de perda de carga no trocador
• Custos adicionais de manutenção e limpeza
• Bombas maiores para vencer a perda de carga adicional
• Consumo de agentes químicos (tratamento de água)

Coeficiente global limpo (Uc):


Obtidos sem considerar os fatores de incrustação

1 1 1
= +
U c hio he

Obs:
• Utilizado quando o trocador é posto em operação pela primeira vez
• Após o trocador passar por processo de limpeza

Coeficiente global sujo ou de projeto:


Obtidos considerando-se os fatores de incrustação

1 1 1
= + + RA + RB
U D hio he

Sendo: RA e RB : Resistências adicionais devido à incrustações

1 1 1
= + + RD
U D hio he

Sendo: RD : Fator combinado

Faixas de valores de fator de incrustação:


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-15

Fonte: Holman, 1983, p. 502 – (Tempo médio de funcionamento 1,5 anos)

Relação entre Uc e UD:

1 1 1 1 1 1
= + + RD = + RD RD = −
U D hio he UC U D UC

Obs:
• RD : É uma determinação do estado de sujeira do trocador, quando RD atinge o
valor permitido, o trocador deverá ser retirado de operação e submetido a
limpeza.

Valores típicos da literatura para coeficiente global de troca térmica sujos:

Fonte: Hewitt, 1994 – Unidades (W / m2 . K)


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-16

Relembrando o coeficiente global limpo, para o tubo oco, baseado na área externa:

1 1 Ae ⋅ ln(re ri ) 1
= + +
U e hio 2 ⋅π ⋅ L ⋅ k he

Incluindo as resistências devido às incrustações (Hewitt, 1994):

1 1 Ae ⋅ ln (re ri ) 1 A  A 
= + + + Ri ⋅ e + Re , com hio =  hi ⋅ i 
U e hio 2 ⋅π ⋅ L ⋅ k he Ai  Ae 

E também:

1 1 De ⋅ ln (re ri ) 1 D  D 
= + + + Ri ⋅ e + Re , com hio =  hi ⋅ i 
U e hio 2⋅k he Di  De 

Exemplo 5-2:

Um trocador de calor bitubular apresenta tubo interno com 2,5 cm de diâmetro


externo e 2,0 cm de diâmetro interno. Óleo escoa no lado interno dos tubos, com
coeficiente de transferência de calor de 200 W m 2 K e um fator de incrustação de
0,0008 m 2 K W . Água escoa no espaço anular com coeficiente de transferência de calor
de 5000W m 2 K e fator de incrustação de 0,0002 m 2 K W . A condutividade térmica do
tubo interno é de 100 W m ⋅ K . Estime o coeficiente global de transferência de calor
limpo e sujo.

1.9 - Perfis típicos de variação de temperatura em Trocadores de Calor

a) Condensação e evaporação de fluidos puros:

T
Th,in condensação Th,out

evaporação
Tc,in Tc ,out

Percurso dos fluidos

b) Somente um fluido com mudança de fase:


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-17

T
Th,in condensação Th,out

Tc ,out
Aquecimento sem
Tc,in mudança de fases

Percurso dos fluidos

c) Somente fluido frio com mudança de fase:

T Th,in Resfriamento sem


mudança de fases
Th,out

Q
evaporação
Tc,in Tc ,out

Percurso dos fluidos

d) Ambos os fluidos apresentam fase única e escoamento em paralelo:

T Th,in Resfriamento sem


mudança de fases
Th,out

Tc ,out
Tc,in Aquecimento sem
mudança de fases

Percurso dos fluidos

e) Sistema com aquecimento, evaporação e superaquecimento:


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-18

T Th,in Resfriamento sem


mudança de fases
Th,out

Tc ,out
Q
superaquecimento

Aquecimento sem
evaporação mudança de fases
Tc,in

Percurso dos fluidos

f) Misturas multicomponentes (escoamento contracorrente):

T Th,in Condensação mistura


multicomponente

Th,out
Tc ,out Q

Aquecimento sem
mudança de fases
Tc,in

Percurso dos fluidos

g) Ambos os fluidos possuem uma única fase (escoamento contracorrente):

T Th,in
resfriamento sem
mudança de fases

Th,out
Tc ,out Q

Aquecimento sem
mudança de fases
Tc,in

Percurso dos fluidos

h) Sistemas com resfriamento, condensação e subresfriamento:


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-19

T Th,in
resfriamento
condensação

Th,out
Tc ,out Q

Aquecimento sem
mudança de fases
Tc,in

Percurso dos fluidos

1.10 - Diferença média de temperatura

• Equação geral:

Q = U ⋅ A ⋅ ∆T

Q, U : podem ser estimados


A: variável a ser determinada
∆T : ?

• Já vimos que:

T
Th,in Resfriamento sem
mudança de fases
Th,out

∆Tin Q ∆Tout

Tc ,out
Tc,in Aquecimento sem
mudança de fases

Percurso dos fluidos

• Pode ser proposto:

Q = U ⋅ A ⋅ ∆Tm

∆Tm Diferença média


logarítmica de temperatura
(DMLT)

Hipóteses:
• Coeficientes de transferência de calor por convecção constantes ao longo do
trocador
• Escoamento paralelo ou contracorrente
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-20

Regra geral:
∆T1 − ∆T2
∆Tm = ∆TLM =
∆T
ln 1
∆T2

Obs: ∆T1 e ∆T2 são calculados como mostrado a seguir:

a) Escoamento em paralelo:

Th,in Th,out

Tc,in Tc,out

∆Tm = ∆TLM =
(T − Tc ,in ) − (Th ,out − Tc ,out )
(T − T )
h ,in

ln h ,in c ,in
(Th,out − Tc,out )
b) Escoamento em contracorrente:

Th,in Th,out

Tc ,out Tc,in

∆Tm = ∆TLM =
(T − Tc ,out ) − (Th,out − Tc ,in )
(T − T )
h ,in

ln h ,in c ,out
(Th,out − Tc,in )
Exemplo 5-3:
Determinar a área de troca de calor necessária para um trocador de calor
construído com tubos de 1” DE para resfriar 55000 lbm/h de uma solução de álcool
etílico (95%) de 150º F a 103º F, usando 64000 lbm/h de água disponível a 60º F. Supor
os seguintes casos: a) Trocador bitubular em paralelo; b) Trocador bitubular em
contracorrente.
Dados:
Cpálcool (95% ) = 0,91 ⋅ o
Btu Btu Btu
Cpágua = 1 ⋅ o U = 100 ⋅
lb F lb F h ⋅ ft 2 ⋅o F

1.10.1 - Correção da diferença média de temperatura

A) Escoamento comum:
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-21

Características:
•Expansão térmica do fluido quente (tubo
interno)
•Expansão térmica do fluido frio (tubo
externo)
•Falhas na estrutura do trocador
•Dificuldade de limpeza mecânica do
trocador

Obs: Utilizar múltiplas passagens de um dos fluidos pelo trocador

B) Escoamento 1-2:

Características:
•Elimina-se problema de expansão térmica
•Escoamento em paralelo em
contracorrente
•Limpeza facilitada

Neste caso:

Perfis de temperatura:

Th,in T Th,in

Tc ,out Tc,in Th,out


Tc ,out

Th,out Tc,in

L
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-22

Tc,in T Th,in
Th,out

Th,in Th,out Tc ,out

Tc ,out
Tc,in

Tc ,in T Th,in
Th,out

Th,in Th ,out
Tc ,out

Tc ,out

Tc,in

Obs: Perfis de temperaturas mais complexos, corrigir média DTLM

• Regra geral:
∆Tm = ∆TLM contracorrente ⋅ FT

• Fator de correção (trocador 1-2):

 1− S 
R 2 + 1 ⋅ ln 
1 − R ⋅ S 
( )
FT = para R ≠1
 2 − S ⋅ R + 1 − R2 + 1 
( )
R 2 + 1 ⋅ ln 
(
 2 − S ⋅ R + 1 + R + 1 
2

)
 2 ⋅S
 
 1− S 
FT = para R = 1
2 − S ⋅ 2 − 2  ( )
ln  
2 − S ⋅ 2 + 2  ( )
• Para R e S:

m& c ⋅ C p ,c (Th,in − Th, out )


R= =
m& h ⋅ C p , h (Tc , out − Tc ,in )
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-23

S=
(T c , out − Tc ,in )
(T h , in − Tc ,in )

• Para trocadores diferentes de 1-2 – Gráficos de Mueller (página 5-49):

1,0

20 R 0,1
F

0,0 1,0
S

Exemplo 5-4:
Determinar a área de troca de calor necessária para um trocador de calor
construído com tubos de 1” DE para resfriar 55000 lbm/h de uma solução de álcool
etílico (95%) de 150º F a 103º F, usando 64000 lbm de água disponível a 60º F. Supor o
seguinte caso: Trocador Casco e tubos (1-2) com 72 tubos. Calcula também e o
comprimento do trocador.

Dados:

Cpálcool (95% ) = 0,91 ⋅


Btu Btu Btu
Cpágua = 1 ⋅ U = 100 ⋅
lb oF lb oF h ⋅ ft 2 ⋅o F

1.11 - Método de projeto (Kern)

• Ref: Processos de Transmissão de calor, Donald Q. Kern – Guanabara Dois


• Tabelas e gráficos necessários: p. 616 a 667

Esquematicamente:
• Fluido frio: w, c, t1, t2
• Fluido Quente: W, C, T1 e T2

Sequência:
• Balanço de Energia: Q = W ⋅ C ⋅ (T1 − T2 ) = w ⋅ c ⋅ (t1 − t 2 )

• ∆T (MLDT):
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-24

T1 − T2 t2 − t1
R= ; S= ⇒ FT
t2 − t1 T1 − t1

∆T = MLDT ⋅ FT

• Temperatuta média:
T1 + T2
Tm = (fluido quente )
2

t1 + t2
tm = (fluido frio )
2

Tentativa 1:
• Escolher Ud no quadro 08 (página 5-37)
• Determinar número de tubos no quadro 10 (página 5-40)
• Supor número de passagens nos tubos
• Escolher número de tubos quadro 9 (página 5-38)
• Corrigir Ud

• Casco:

variáveis:
•as: área de escoamento (ft2)
DI ⋅ C '⋅B
as = •DI: Diâmetro interno do casco (in)
144 ⋅ PT •C’ = PT - Detubo (in)
•B = DI/5 : distância entre as chicanas (in)

Obs: C’ ver figura página 5-9; PT = passo do trocador

• Fluxo mássico:

variáveis:
•Gs: fluxo mássico (lb/h. ft2)
•W: vazão mássica (lb/h)
w
Gs = •as = área de escoamento (ft2)
as

• Diâmetro equivalente: Figura 28 (Kern), página 5-59


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-25

• Reynolds:

variáveis:
De ⋅ Gs •De: diâmetro equivalente (ft)
Re s =
µ •Gs: fluxo mássico (lb/h. ft2)
• µ : viscosidade a Tm (lb/ft. h)

• JH: Figura 28 (Kern), página 5-59

• ho:
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-26

variáveis:
•ho: coeficiente de película (Btu/h.ft2.oF)
•φ s: relação entre viscosidades
(1 3 )
ho  k  µ⋅c •k: condutividade térmica (Btu/h.ft2.(oF/ft))
= JH ⋅   ⋅  
φs  ⋅ De   k 
•De: diâmetro equivalente (ft)
•µ : viscosidade a Tm (lb/ft. h)
•c: capacidade calorífica (Btu/lb.oF)

• Temperatura na parede do tubo (tw):


ho φ s
t w = tm + ⋅ (Tm − t m ) − fluido frio no tubo
hio φt + ho φ s

hio φt
t w = tm + ⋅ (Tm − t m ) − fluido quente no tubo
hio φt + ho φ s

• Razão entre viscosidades:

variáveis:
0 ,14
 µ  •µ : viscosidade a Tm (lb/ft. h)
φ s =  
 µw  •µ w: viscosidade a Tw (lb/ft. h)

• Coeficiente corrigido:

variáveis:
h
ho = o ⋅ φ s •ho: coeficiente de película (Btu/h . ft2. oF)
φs

• Tubos:

variáveis:
•at: área de escoamento (ft2)
N ⋅ a'
at = t t •Nt: Número de tubos
144 ⋅ n •a’t: área de um tubo (in2)
•n: número de passagens

Obs: at’ quadro 10 página 5-40

• Fluxo mássico:
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-27

variáveis:
•Gs: fluxo mássico (lb/h. ft2)
•W: vazão mássica (lb/h)
w
Gt = •at = área de escoamento (ft2)
at

• Reynolds:

variáveis:
Di ⋅ Gt •Di: diâmetro interno do tubo (ft)
Re t =
µ •Gt: fluxo mássico (lb/h. ft2)
• µ : viscosidade a Tm (lb/ft. h)

• JH (figura 24-Kern) página 5-58

variáveis:
 L •L: comprimento do tubo (ft)
J H = f  
 Di  •Di: diâmetro interno do tubo (ft)

• hi :
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-28

variáveis:
•hi: coeficiente de película (Btu/h.ft2.oF)
• φ t: relação entre viscosidades
(1 3 )
hi  k   µ⋅c •k: condutividade térmica (Btu/h.ft2.(oF/ft))
= J H ⋅   ⋅  
φt  Di   k 
•Di: diâmetro interno (ft)
• µ : viscosidade a Tm (lb/ft. h)
•c: capacidade calorífica (Btu/lb.oF)

• Correção para área externa:

variáveis:
h io h i Di
= ⋅ •Di: diâmetro interno do tubo (ft)
φ t φ t De •De: diâmetro externo do tubo (ft)

• Temperatura na parede do tubo (tw):

(equações anteriores)

• Razão entre viscosidades:

variáveis:
0 ,14
 µ  •µ : viscosidade a T m (lb/ft. h)
φt =  
 µw  •µ w: viscosidade a Tw (lb/ft. h)

• Coeficiente corrigido:

variáveis:
h
hio = io ⋅ φ t •ho: coeficiente de película (Btu/h . ft2. oF)
φt

• Coeficiente global:

variáveis:
hio ⋅ ho
Uc = •Uc: coeficiente global limpo (Btu/h . ft2. oF)
hio + ho

• Fator de incrustação (RD):

Uc − U D variáveis:
RD =
U c ⋅U D •Uc: coeficiente global limpo (Btu/h . ft2. oF)
•UD: coeficiente global sujo (Btu/h . ft2. oF)
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-29

• Queda de pressão Casco:

variáveis:
f ⋅ Gs2 ⋅ Ds ⋅ ( N + 1)
∆Ps ( psi) = •f: fator de atrito (ft2 / in2 )
5,22 ⋅1010 ⋅ De ⋅ s ⋅ φ s •s: densidade relativa
•Ds: Diâmetro interno do casco (ft)
12 ⋅ L
( N + 1) = •L: comprimento do trocador (ft)
B •B: Espaçamento entre chicanas (in)

• Queda de pressão tubos:

∆PT = ∆Pt + ∆Pr

variáveis:
•f: fator de atrito (ft2 / in2 )
f ⋅ Gt2 ⋅ L ⋅ n
∆Pt ( psi) = •s: densidade relativa
5,22 ⋅1010 ⋅ Di ⋅ s ⋅ φt
•Di: Diâmetro interno do tubo (ft)
•L: comprimento do trocador (ft)
•n: numero de passes

variáveis:
4⋅n V 2
∆Pr ( psi) = ⋅ •V: velocidade (ft/s )
s 2g ' •g: aceleração da gravidade (ft/s2)

Exemplo 5-5:
Utilize o método proposto por Kern para projetar o trocador de calor casco e
tubos para aquecer 103000 lb/h de Nafta com 48 oAPI de 200 oF até 230 oF. A corrente
quente disponível é um óleo leve de 35 oAPI que será resfriado de 340 oF até 240 oF.

Especificações:

Trocador:
Espaçamento entre chicanas = mínimo
Fator de incrustação combinado = 0,005
Passo quadrado de 1”
Tubos BWG 16, com De = (3/4) in, comprimento = 16 ft

Fluido quente (óleo): Propriedades a Tm

Cpóleo (Btu/lb oF) = 0,58


µóleo (cP) = 1,5
µóleo (lb/ft h) = 3,63
kóleo (Btu/h ft2 (oF/ft) = 0,0735
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-30

o
API = 35
sóleo (60oF/60oF) = 0,76

Fluido frio (Nafta): Propriedades a tm

Cpnafta (Btu/lb oF) = 0,56


µnafta (cP) = 0,54
µnafta (lb/ft h) = 1,3068
knafta (Btu/h ft2 (oF/ft) = 0,081
o
API = 48
snafta (60oF/60oF) = 0,79

Quadro final:

Coeficiente global

Uc (Btu/h ft2 oF) = 88,04800832

Rd (h ft2 oF/Btu) = 0,00242568

Ud (Btu/h . Ft2 . oF) 72,55

Logo, refazer com Ud = 60 Btu/h . ft2 . oF

Trocador final:
Carcaça Tubos
Di = 17 (1/4) in, B = 3,05 in, Passagens = 166 tubos, L = 16 ft, arranjo quadrado
1 passo 1in, 2 passagens

Análise do fator FT:

• Evitar trocadores com FT inferior a 0,75


• Evitar regiões do diagrama FT (S,R) onde a inclinação das curvas é muito
acentuada
• Se a escolha for restrita a trocadores (1-2) e FT < 0,75, utilizar múltiplos
trocadores em série
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-31

Fonte: Araújo, 2002, p.87

Método da Efetividade

Permite obter uma expressão para a taxa de transferência de calor útil quando:

• Não se conhecem as temperaturas terminais


• Mudança das condições de operação de um trocador de calor

Efetividade:
ε=
(taxa de transferência de calor real num trocador ) = q
(máxima taxa de transferência de calor possível) q máx

qmáx somente se o ∆T de um dos fluidos fosse igual ao maior ∆T presente no


trocador
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-32

Supondo:

Fonte: Araújo, 2002, p.73

Calor trocado:

Q = m& q ⋅ Cpq ⋅ (T1 − T2 ) = m& f ⋅ Cp f ⋅ (t2 − t1 )

Q = (m& ⋅ Cp )q ⋅ ∆Tq = (m& ⋅ Cp ) f ⋅ ∆T f

Mas:

Q = (m& ⋅ Cp )q ↓ ⋅∆Tq ↑= (m& ⋅ Cp ) f ↑ ⋅∆T f ↓

∆Tmáx = (T1 − t1 ) ⇒ área infinita

Qmáx = (m& ⋅ Cp )q ⋅ ∆Tmáx = (m& ⋅ Cp )min ⋅ (T1 − t1 )

Q Q
ε= ⇒ε =
Qmáx (m& ⋅ Cp )min ⋅ (T1 − t1 )

Q = ε ⋅ (m& ⋅ Cp )min ⋅ (T1 − t1 )

Obs: Se conhecermos (m& ⋅ Cp )min ; T1 , t1 , ε determina-se: “Q”

Supondo:
• Trocador de calor bitubular
• Configuração em paralelo
• (m& ⋅ Cp ) f = (m& ⋅ Cp )min

Equações:
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-33

Q = ε ⋅ (m& ⋅ Cp )min ⋅ (T1 − t1 )

Q = U ⋅ A ⋅ ∆TLM

Q = (m& ⋅ Cp )min ⋅ (t2 − t1 )

Q = (m& ⋅ Cp )máx ⋅ (T1 − T2 )

Combinando estas equações, pode-se provar que:

 −UA  ( m& ⋅Cp ) min 


  1+ 
 ( m& ⋅Cp )min  ( m& ⋅Cp ) máx
 
1− e  
ε=
1+
(m& ⋅ Cp )min
(m& ⋅ Cp )máx

Definindo:

NTU =
UA
e CR =
(m& ⋅ Cp )min
(m& ⋅ Cp )min (m& ⋅ Cp )máx

Obtém-se:

1 − e[− NTU (1+ C R )]


ε=
1 + CR

Para outros casos:

Tabelas da literatura
Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-34

Fonte: Araújo, 2002, p.76

Usar gráficos: ε = f ( NTU , C R )


Capitulo 05 – Trocadores de Calor 5-35

Fonte: Araújo, 2002, p.77

Exercício 5-6:
Um trocador de calor casco e tubos (1-2) com área de troca térmica igual a 30
ft2 deve ser utilizado para aquecer 20000 lb/h de água limpa de 100 oF até no mínimo
220 oF. A corrente quente disponível é água residual 600 oF que pode ser utilizada
numa vazão de 10000 lb/h. Verifique se este trocador adequado para realizar o trabalho
necessário.

Especificações:
Trocador (1-2):
Btu
U = 300 ⋅
h ⋅ ft 2 ⋅o F
Cpágua (para fluidos frio e quente ) = 1 ⋅
Btu
lb oF

Referências:

Araújo, E., C., C.; “Trocadores de Calor”, EdUFSCAR, 2002

Hewitt, G., F.; Shires, G., L.; Bott, T., R.; “Process Heat Transfer”, Editora CRC, 1994

Holman, J., P.; “Transferência de Calor”, Editora McGraw-Hill, 1983

Kern, D., Q.; P.; “Processos de Transmissão de Calor”, Editora Guanabara Dois, 1980
Capitulo 05 - Trocadores de CalorAPENDICE 5-36
621

Quadro 4 Condutividades termicas de liquidos* (cont.)


k = Btu/(h)(ft2) (OF/ft)
Podemos supor uma variacao linear com a temperatura. Os valores extremos
fomecidos constituem tambem os limites de temperatura sobre os quais recomendamos os dados.

Liquido OF k

Cloreto de s6dio, salmoura 25,0% . 86 0,33


12,5% . 86 0,34
Clorobenzeno ..........•....................................... 50 0,083
Clorof6rmio . 86 0,080
Decano (n -) . 86 0,085
140 0,083
Diclorodifhior-metano . 20 0,057
60 0,053
100 0,048
140 0,043
180 0,038
Dicloroetano . 122 0,082
Diclorometano . 5 0,111
86 0,096
Di6xido de enxofre . 5 0,128
86 0,111
Dissulfeto de carbona . 86 0,093
167 0,088
Tetracloreto . 32 0,107
154 0,094
Eter de petr61eo ' . 86 0,075
167 0,073
Oasolina " . 86 0,078
Glicerol 100% . 68 0,164
80% . 68 . 0,189
60% . 68 0,220
40% . 68 0,259
20% . 68 0,278
100% . 212 0,164
Olicol etileno . 32 0,153
Heptano (n -) . 86 0,081
140 0,079
Hexano (n -) . 86 0,080
140 0,078
Mercurio . 82 4,83
Nitrobenzeno . 86 0,095
212 0,088
Nitrometano 86 0,125
140 0,120
Nonano (n-) 86 0,084
140 0,082
Octano (n-) 86 0,083
140 0,081
Oleos
Oliva , . 68 0,097
212 0,095
Rfcino . 68 0,104
212 0,100
Paraldeido . 86 0,084
212 0,078
Pentano (n -) . 86 0,078
167 0,074
Percloroetileno . 122 0,092
'Querosene . 68 0,086
167 0,081
S6dio .. : . 212 49
410 46
Tolueno . 80 0,086",
167 «(084
,B-tricloroetano . 122 0,077
Tricloroetileno . 122 0,080
Turpentina . 59 0,074
Vaselina . 59 0,106
Xileno (meta-) . 68 0,090
(orto-) . 68 0,090
"De Perry, J. H., Chemical Engineers' Handbook, 3." ed., McGraw-Hill Book Company, Inc., New York, 1950.
Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-37
Quadro 8 Coeflciente global de projeto aproximado
Incluimos valores dos fatores de incrustacao totais de 0,003 e quedas de pressao permitidas de 5 ate 10 psi

na corrente controlada

Resfriadores

Fluido quente Fluido frio U D global


Btu
Agua ~gua 250-500§ h.ft2.oF
Metanol Agua 250-500§
Amenia ~gua 250-500§
Solucoes aquosas Agua 250-500§
Organicos leves* Agua 75-150
Organicos mediosj ~~ 50-125
Organicos pesados" Agua 5-75"
Gases Agua 2-50*
Agua Salmoura 100-200
Organicos leves Salmoura 40-100

Aquecedores

Fluido quente Fluido frio U D global

Vapor Agua 200-700§


Vapor Metanol 200-700§
Vapor Amenia 200-700§
Vapor Solucoes aquosas:
Vapor Menos que 2,0 cp 200-700
Vapor Mais que 2,0 cp l00-500§
Vapor Organicos leves 100-200
Vapor Organicos medios so-ioo
Vapor Organicos pesados 6-60
Vapor Gases 5-50*

Trocadores

Fluido quente Fluido frio U D global

Agua Agua 25U-5OO§


Solucoes aquosas Solucoes aquosas 250-500§
Organicos leves Organicos leves 40-75
Organicos medios Organicos medics 20-60
Organicos pesados- Organicos pesados • 10-40
Organicos pesados Organicos leves 30-60
Organicos leves Organicos pesados 10-40

• Os orgtinicos [eves sao liquidos com viscosidades menores que 0,5 centipoise e incluem 0 benzeno, 0 tolueno, a ace­

tona, 0 etanol, 0 metil-etil-cetona, a gasolina, 0 querosene leve e a nafta.:

tOs orgtinicos medics possuem viscosidades entre 0,5 e 1,0ocentipoisoe e incluem 0 querosene, 0 oleo absorvedor, 0

gasoleo quente, 0 oleo absorvedor quente, e alguns oleos brutos.

"Os orgiinicos pesados possuem viscosidades acima de 1,0 centipoise e incluem 0 gasoleo frio, os oleos lubrificantes,

os oleos combustfveis, os oleos brutos reduzidos, alcatraos e asfaltos.

§Fator de incrustacao 0,001.

"Queda de pres sao entre 20 e 30 psi.

*Estes valores sao fortemente influenciados pela pressao de operacao.

Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-38


662 PROCESSOS DE TRANSMISSAO DE CALOR

Quadro 9 Disposicoes dos espelhos (contagem dos tubos)


Passo quadrado
Tubos com DE de 3/4 in com Tubos com DE de 1 in com passe
passe quadrado de 1 in quadrado de 1 (1/4) in
Carca- Carca­
ca, DI, ca, DI,
in I-P 2-P 4-P 6-P 8-P in I-P 2-P 4-P 6-P 8-P
8
32
26
20
20
8
21
16
14

10
52
52
40
36
10
32
32
26
24

12
81
76
68
68
60
12
48
45
40
38
36

131/4 97
90
82. 76
70
13 1/4 61
56
52
48
44

i:Lr::u:) 137
124' 116
lOS lOS 15 1/4 81
76
68
68
64

17 1/4 177
166
158
150
142 17 1/4
112
112
96
90
82

19 1/4 224
220
204
192
188
19 1/4 138
132
128
122
116

21 1/4 277
270
246
240
234
21 1/4 177
166
158
152
148

23 1/4 341

j~
308
302
292 1/4 213
208
192
184
184

25
413
370
356
346 25
260
252
238
226
222

27
481
460
432
420
40S123

27
300
288
278
268
260

29-­ 553
526
480' 468
456' 29 .
341
326
300
294
286

31" 657
_*0­
640
600
·580 560
31
406
398
380
368
358

33
149 718
688
676
648
33
465
460
432
420
414

35
845
824
780
766
748
35
522
518
488
484
472

37
934
914
886
866
838
37
596
574
562;,
544
532

39
1049
1024
982
968
948
39
665
644
624
612
600

Tubos com DE de 1 (1/4) in com Tubos com DE de 1 (112) in com passe


passo quadrado de 1 (91t6) in quadrado de 1 ('/8) in

10
16
12
10

12
30
24
22
16
16
12
16
16
12
12

13 1/4 32
30
30
22
22
13 1/4 22
22
16
16

15 1/4 44
40
37
35
31
15 1/4 29
29
25
24
22

17 1/4 56
53
51
48
44
17 1/4 39
39
34
'32 29

19 1/4 78
73
71­ 64
56
19 1/4 50
48
45
43
39

21 1/4 96
90
86
82
78
21 1/4 62
60
57
54
50

23 1/ 4 127
112
106
102
96
23 1/4 78
74
70
66
62

25
140
135
127
123
115
25
94
90
86
84
78

27
166
160
151
146
140
27
112
108
102
98
94

29
193
188
178
174
166
29
131
127
120
116­ 112

31
226
220
209
202
193
31
151
146
141
138
131

33
258
252
244
238
226
33
176
. 170
164
160
151

35
293
287
275
268
258
35
202
196
188
182
176

37
334
322
311
304
293
37
224
220
217
210
202

39
370
362
348
342
336
39
252
246
237
230
224

APENDICE 663
Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-39
Quadro 9 Dispesieoes dos espelhos (contagem dos tubos) (cont.)
Passo triangular
Tubas com DE de 3/4 in corn passo Tubas corn DE de 3/4 in corn passo
triangular de 15ft6 in triangular de J in
Carca- Carca­
ca,
ca,

DI, in
I-P 2-P 4-P 6-P 8-P DI, in I-P 2-P 4-P 6-P 8-P
8
36
32
26
24
18
8
37
30
24
24

10
62
56
47
42
36
10
61
52
40
36

12
109
98
86
82
78
12
92
82
76
74
70

13 1/4
127
114
96
90
86
13 1/4 109
106
-86 82
74

15 1/4
170
160
140
136
128
15 1/4 151
138
122
118
110

17 1/4
239
224
194
188
178
17 1/. 203
196
178
172
166

19 1/4
301
282
252
244
234
19 1/4 262
250
226
216
210

21 1/.
361
342
314
306
290
21 1/4 316
302
278
272
260

23 1/4
442
420
1&6 378
364
23 1/4 384
376
352
342
328

25
532
506
468
446
434
25
470
452
422
394
382

27
637
602
550
536
524
27
559
534
488
474
464

29
721
692
640
620
594
29
630
604
556
538
508

31
847
822
766
722
720
31
745
728
678
666
640

33
974
938
878
852
826
33
856
830
774
760
732

35
1.102 1.068 1.004 988
958
35
970
938
882
864
848

37
1.240 1.200 1.144 1.104 1.072 37
1.074 1.044 1.012 986
870

39
1.377 1.330 1.258 1.248 1.212 39
1.206 1.176 1.128 1.100 1.078

Tubas com DE de I in corn passo Tubas corn DE de I (1/4) in com passo


triangular de I (1/4) in triangular de I (9h6) in
8
21
16
16
14

10
32
32
26
24
10
20
18
14

12
55
52
48
46
44
12
32
30
26
22
20

13 1/4
68
66
58
54
50
13 1/4 38
36
32
28
26

15 1/4
91
86
80
74
72
15 1/4 54
51
45
42
38

17 1/4
131
118
106
104
94
17 1/.. 69
66
62
58
54

19 1/4
163
152
140
136
128
19 1/4 95
91
86
78
69

21 1/.
199
188
170
164
160
21 1/4 117
112
105
101
95

23 1/4
241
232 \ 212
212
202
23 1/4 140
136
130
123
117

25
294
282 256
252
242
25
170
164
155
150
140

27
349
334
302
296
286
27
202
196
185
179
170

29
397
376
338
334
316
29
235
228
. 217 .
212
202

31
472
454
430
424
400
31
275
270
255
245
235

33
538
522
486
470
454
33
315
305
297
288
275

35
608
592
562
546
532
35
357
348
335
327
315

37
674
664
632
614
598
37
407
390
380
374
357

39
766
736
700
688
672
39
449
436
425
419
407

Tubas corn DE de 1 (1/2) in com passo

triangular de 1 ('t/ s) in

12
18
14
14
12
12

13 1/. 27
22
18
16
14

15 1/4 36
34
32
30
27

17 1/4 48
44
42
38
36

19 1/4 61
58
55
51
48

21 1/4 76
72
70
66
61

23lJ4 95
91
86
80
76

25
115
110
105
98
95

27
136
131
125
118
115

29
160
154
147
141
136

31
184
177
172
165
160

33
215
206
200
190
184

35
246
238
230
220
215

37
275
268
260
252
246

39
307
299
290
284
275

Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-40


\
664 PROCESSOS DE TRANSMlSSAO DE CALOR
\

Quadro 10 Dados sobre trocadores de calor e condensacao em tubos


.-,
Area de es­ Area por ft
Tubo, Espessura coamento linear, ft2 Peso por
DE, daparede, DJ, por tubo, ft linear,
in BWG in in in 2 Externa Interna ,lb de alto

1/ 2 12 0,109 0,282 0,0625 0,1309 0,0748 0,493


14 0,083 0,334 0,0876 0,0874 0,403
16 0,065 0,370 0,1076 0,0969 0,329
18 0,049 0,402 0,127 0,1052 0,258
20 0,Q35 0,430 0,145 0,1125 0,190

3/4 10 0,134 0,482 0,182 0,1963 0,1263 0,965


11 0,120 0,510 0,204 0,1335 0,884
12 0,109 0,532 0,223 0,1393 0,817
P 0,095 0,560 0,247 0,1466 0,727
14 0,083 0,584 0,268 0,1529 0,647
15 0,072 0,606 0,289 0,1587 " 0,571
16 0,065 0,620 ' 0,302, 0,1623 0,520
17 0,058 0,634 0,314 0,1660 0,469
18 0,049 0,652 0,334 0,1707 0,401

1 8 0,165, 0,670 0,355 0,2618 0,1754 1,61


9 0,148 0,704 0,389 0,1843 1,47
10 ' 0,134 0,732 0,421 0,1916 1,36
11 0,120 0,760 0,455 0,1990 1,23
12 0,109 0,182 " 0,41-9 0,2048 1,14
13 0,095 ' 0,810 0,515 0,2121 1,00
14 0,08~ " 0,834, 0,546. 0,2183 0,890
15 0,072 0,856 0,576 0,2241 0,781
16 0,065 0,870 0,594 0,2277 0,710
17 0,058 0,884 0,613 0,2314 0,639 t
18 0,049 0,902 0,639 0,2361 0,545 -
i'I

1 1/ 4 8
9
0,165
0,148 . 0,920
-0,954
0,665 '
0,714
, 0,3271 0,2409
0,2498
2,09
1,91
10 0,134 0,982 0,757 0,2572 1,75'
11 0,120 1,01 0,800 0,2644 1,58
12 0,109 1,03 0,836 0,2701 1,45
13-­ 0,095 1,06 0,884 0,2775 1,28
14­
15
16
0,083
0,072
0,065
1,08
i.n
1,12
0,923
0,960
0,985
0,2839
0,2896
0,2932
1,13
0,991
0,900
.
17 0,058 1,.13 1,01 0,2969 0,808
18 0,049 1,15 1,04 0,3015 0,688

1 1/ 2 8 0,165 1,17 1,075 0,3925 0,3063 2,57


9 0,148 1,20 1,14 0,3152 2,34
10 0,134 1,23 1,19 0,3225 2,14
11 0,120 1,26 1,25 0,3299 1,98
12 0,109 1,28 1,29 0,3356 1,77
13 0,095 1,31 1,35 0,3430 1,56
14 0,083 1,33 1,40 0,3492 1,37
15 0,072 1,36 1,44 0,3555 1,20
16 0,065 1,37 1,47 0,3587 1,09
17 0,058 1,38 1,50 0,3623 0,978
18 0,049 1,40 1,54 0,3670 0,831
Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-41
PROCESSOS DE TRA.NSMISSAO DE CALOR 3

a tro ca num sistcma . a perda de calor par um corpo sera igual 0.0 calor absorvido pelo outro
JCl7Iro JI!S liniius d.. mcsrno ,1/S{e/7lO.
Nos c apitulos que se seguem. farernos inicialmente estudos dos tr e s processos indivi­
duais de transmissao de calor e posteriormente analisaremos 0 modo como a cornbinacao
de ste s processos com urna fonte e um receptor influencia 0 equipamento como um todo.
Diversos exemplos que seguem forarn selecionados de processos intimamente relacionados
para permitir cornparacoe s graduais. Isto nao deve ser construfdo como urna [imitacao dos
principios basicos.

Muitas das ilustracce s e problemas dos capitulos seguintes se referem a liquidos obtidos do petro­
leo. Isto e bastante razoavel. uma vez que a refinacao do petroleo e uma industria muito relevante , os
produtos do petrole o constituem cornbusuveis importantes para 0 fornecimento de pote ncia para a in­
dustria. e os derivados de petr61eo constituem 0 ponto de partida para rnuit as sinteses no. industria
quirnica.
o petr61eo e uma rnistura de um grande nurnero de compostos quimico s. Alguns podem ser isolados
rapidarne nte , e os norne s d0S hidrocarbonetos C8:T:UnS presentes no petroleo podern ser identificados na
Fig. 7 do Ape ndice. Porern , rnais frequenternente , nao exisre nenhuma necessidade de se obrer compo­
nentes puros , uma ve z que 0 uso final de uma mistura de dive rsos cornporie nte s servira iguaimente bem.
Assim. 0 oleo lubrificanie e urna rnistura de diversos compost os com elevad o peso molecular. cada um
dos quais e um lubrificanre conveniente. Analogame nte , a gasolina que devera ser queimada sera com­
posta por um nurnero de combustiveis volateis. Estes dois produtcs comuns do petroleo e stavarn pre­
sentes no pe trole o bruto retirado do solo ou se fonnaram at raves de uma reacao subsequerite e foram
separados por de stilacao. Quando tratados num processo ou quando comerciados como misturas. estes
produtos denominarn-se [racoes ou cones. Eles fornecem nomes comuns ou design am a operacao de
refinacao pela qual eles foram produz idos , e suas densidades relativas sao definidas uma escala estabe­
lecida pelo American Petroleum Instiune e designadas ou pela sigla API ou por 0 API. A sigla 0 API esta
relacionada com a densidade relativa (d.r.) atraves do. formula

(1.4 )

Sendo rnisturas de cornpost os de pe trole o. as fracoes nao sofrem ebulicao isoterrnica como no caso de
liquidos puro s , porern possuem iniervalos de ebulicao. No. pres sao atrnosferica. a temperatura rnais
baixo. pard a qual urn liauido corneca a entrar em ebulicao e identificada como 0 p ont o de ebulic ao
inicial , lB P. U f. L rna iista das fracoes mais comuns do petroleo obtJdas do petroieo brute c abaixo
fornecida:

Aprox. Aprox.
Fracoes do oleo bruto °API IBP. OF

Finais leve s e gases ......... . . 114


Gasolina . . 75 200
N~a . 60 300
Querosene . 45 350
Oleo de absorcao . 40 450
Oleo absorve nte (straw oil) . 40 500
Destilado . 35 550
Gasoleo . 28 600
Oleo lubrificante . 18-30
Oleo cru reduzido .
Cera de parafina e gelatina de parafina .
Oleo combustivel (residuo) . 25-35 500
Asfaito : .

Urn metoda para definir 0 car-iter qufrnico do petroleo e para correlacionar as propriedades das
misturas foi introduzido por Watson, Nelson e Murphy.' Eles observaram que, quando 0 petrol eo bruto
com destilacao uniforrne for destilado em fracoes estreitas, a razao entre a raiz cubica dos pontes de
ebulicao medics absolutos e as densidades relativas das fracoes e uma constante ou

(1.5)

onde K fator caracieristico


T B = ponto de ebulicao medic, OR.
s = densidade relative para 6f1J/6IJO

'Watson, K.M., Nelson, E.F. e Murphy, G.B., Ind. Eng. Chern, 25,880 (1933), 27, 1460 (1935).
IDens. ret:

1,0 ~
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Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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(/) 700 800 900 1.000

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' 0 100 '. 200 . 300 400 500 600 o,9~o,O 1.2p
TEMPERATURA, OF liP K

Fig. 4 Calores especfficos de hidrocarbonetos Iiquidos. [Holcomb e Brown, Ind. Eng. Chem., 34, 595
(1942). ]

tk = fator de caracterizacao,
....:::.;

5-42
Capitulo 05 - Trocadores de Calor APE:NDICE 5-43
631

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50 co
~ 0
400
E0 co ~ co 0

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300
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200

180
30

160

140
40

120

50

100

90
60

80

',04 70

70
0,50,
°t 15 0,05

60
,2
0,06.
0,02 '.80
0,07 ',OOB
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180

15
300

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IS'
• 3,.
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500

10
100, 10 , 240

9
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8
'00
~
g 280

~ 300

6
320

340

360

380

400

3
450

Fig. 7 Constantes de equilibrio para hidrocarbonetos. [Scheibel e Jenny, Ind. Eng. Chem., 37, 81

(1945),]

Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-44


642 PROCESSOS DE TRANSMISSA.O DE CALOR

Viscosidades das tracoes do petroleo

Para intervalos de temperatura usadosno texto

Coordenadas a serem usadas com a Fig. 14

x y

Gasolina natural, 76° API . 14,4 6,4


GasoIina, 56°API " " . 14,0 10,5
Querosene, 42° API . 11,6 16,0
Destilado, 35° API "" " ~ . 10,0 "20,0
Metade do conteudo brute, 34° API . . 10,3 21,3
Gasoleo, 28° API . 10,0 23.6

Viscosidades de oleos vegetais e animais*


N.Odo Dens. reI.
acido 20j4°C X Y
Arnendoa ••••••••••••••••••••••••••••••••••• 0 •• 2.85 0,9188 6.9 28.2
Baleia, refinado •••• •• • •••••••••••••• 0 •••••••••• 0.73 0,9227 7,5 27,5
Caroco de algodao ............................. 14,24 0,9187 7,0 28,0
Coco ......................................... 0,Q1 0,9226 6,9 26,9
Espermacete ................................... 0,80 0,8829 7.7 26.3
Figado de bacalhau •• 0 •••••••••••••••••••••••••• . .. 0,9138 7,7 27,7
Girassol •• 0 ••••••••• 0 •••••••••••••••••••••••••• 2,76 0,9207 7.5 27,6
Gordura de gado ••••••••••••• : <••••••••..•••.•. 13,35 0,9158 6,5 28.0
Gordura de porco •••••••••••• ••••••••••• 0 •••••• 3,39 0,9138 7,0 28,2
Mostarda •• •••• •• • ••••••• 0 ••••••••••••••••••••• . .. 0.9237 7.0 28.5
Nticleo de palrneira ••••••• 0.· •••••••••••• 0 •••••• 9,0 0,9190 7.0 26,9
Oliva •••••••••••••• 0· ••••••••••••• 0 •••• 0 •••••• . .. 0,9158 6,6 28,3
Perila crua .................................... 1,36
0.9297 8.1 27,2
Sardinha .............................. , ....... 0,57
0,9384 7,7 27,3
Semente de colza .............................. 0,34
0,9114 7,0 28,8
Semente de linho .... , .......................... 3,42
0,9297 6,8 27,5
Soja .......................................... 3,50
0.9228 8.3 27,5
'Baseado em dados de A. R. Rescorla e F. L. Carnahan, Ind. Eng. Chem., 28, 1212-1213 (1936).

Viscosidades de aeidos graxos comerciais*


250 ate 400°F
- Densid, rel.
a 300°F X Y
Estearico .. .. .. .. 0.789 10,5 25,5
Laurico .. .. .. . . .. .. .. .. .". 0,792 10,1 23.1
Oleico .. .. .. .. .. .. " .. .. 0,799 10,0 25,2
Palmitico .. .. .. .. .. .. .. .. .. 0,786 9,2 25,9
'Dados Iornecidos por D. Q. Kern e W. Van .Nostrand, Ind. Eng. Chern.• 41,2209 (1949).
Capitulo 05 - Trocadores de Calor /
5-45
644
PROCESSOS DE TRANSMISSAO DlLCALO~

Temperatura Viscosidade,
.Grau C _ Grau F centipoises
~ 100

'001''
190
- .
. ISO

170 -..
-
380
370
360
350
340
330
~
~
b
t::
90
80
70
60
50
160 - '. 320 40
i-
310
150 300 ~
290 30
140 280

270

130
260 =- 20

120 250
-
240

1·10
230

zzo
30
100, 210 =: 10
9
200
28 8
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90
190
26
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180

80
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170 24
70 160 - 4

150 22
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60 140 -- 3
130

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50
120 18
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0 2 4 :6 8 10 I~ 14 16 18 20
X
-30 -zo '- 0,\

Fig. 14' Viscosidades':tle liquidos. (Perry;: Chemical Engineers' Handbook, 3. a ed.,McGra~}-Hiil Book
Company, Inc., New York, 1950.) .
Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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...
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2 3 4
Viscosidade, cenlipO~S

Fig. 16. Va}ores de k(cJLIk)1I3 para hidrocarbonetos.

i
5-46
Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-47
Capitulo630
05 - Trocadores dePROCESSOS
Calor DE TRANSMISSAO DE CALOR 5-48

f,O
+ I; Oensidaiie relaliYa conlra temperalura
gUll . ,, , para 61805 do pelr6leo
.L Dados de Kansas CityTest. Lab. Bul/.,
N.- 25, pp. 301 e 612; tambern Natural Gasoli- ­
, neSupplymens Ass'n., 1936, BUlletin, p. 31
0,9 'C/o ~~.

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0 60 100 200 ' 30Q . '!pO 500 600 100 800
Temperatura, OF

Fig. 6 Densidades relativas de hidrocarbonetos.


1
Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-49
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2 PASSAGENS Nt, CARCACA 4 OU MAIS PASSAGENS DE TUllOS


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Fig. 19 Fatores de correcao da ML DT para trocauorcs 2-4_ (S/alldards of Tubular Exchonger Manu­

facturers Association, 2. a cd., Nell' York. 1949,)

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Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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Fig. 20 Fatores de corrcc.io <la MI. DT p:lra trocadurc s 3-6. (S(III/<!III<!S or Tubular Excha ngcr ,11111/1/­
[acturcrs Association, 2." ",I., Ncll' l'n,.A, 1')4 ') , )

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Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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Fig. 21 Farorcs de corrccao da MI.))T r;,ra lroc.ulorcs 4-R. (S(alldard" of Tuhular Exchang cr Ma nu­

[acturers Association, 2 ( l c d .. Nell York, 1949.)

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Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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Fig. 23 Fatorcs de corrcciio da MLDT nara Irocad"rcs ()-12. (St andards OJ"TIIIJIIlllr Excbung cr /l1111J/1
[a cturcrs A ssociation , 2." rd., Nell' York, 1949.)
5-54

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Areade esccuvcnto, fl~


Espar;amenfo (fas ctucsae«, II!
Espaqo Valla entre tuoos adjacentes, ,.'1
LMmetro &qulvalenfe, tt
nameuo eqiuvsleme. In. Ver Fig 28 para valorr,; namencos
OIJmetro inferno (fa carcar;a, In
VazJo m(Jsslr:a, IlJ/h W
Acelerar;<10 da grflvldade, 4, 17 ~ 70[, tutv
Diarnetro mfernoda carcar:;a, In
Compnmenlo do tubo, it ;r;
Numero de chicanas
Nllmero de vezes Que 0 flu/du cruza 0 felxe da entradfl ate it said3. c()
Passo dos tubos, In I'"j
Oueda de pressao do lado da carceca. PSI
C1'
Densidade, Ib/NJ Ci'l
Vlscasldade na wmperatura calOriC;}, fbi tt 'h or..f.1
Viscos/Q'adti (fa iernperaturi> ae parede do tubi) Ibfft ,~
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Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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em PSI d/reramen(e. Para se abler 0 de atflto JdlmensJOnal ~<3
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5-55
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o 01de cana 00 tuuo. II O,OO~
I Fator de atnto. /1'/111' op<l4
G, vezao Ihlll II'
mjs~;u:,l,
9 Aceleracau ILt Ill,I"JI(!a{h' lI)Jr' 0,00'
L COmprlrlr.t1~[) (10 tulo (Hillin qU<lIH10 a tmcador
pOSSUI (l\\u(;,c, \l;\:;';,\gr.l\~;. (t :O,iJlYl
., n NU:T1ero de p;t~~"luel1:-' dos tubas
.lP\ Oueoa de pH";S;lf) no cane ou tuba, PSI
S Densutade 1~1.-iIIVa
(, Denstdadc. Ib/fP
Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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aharxo deRe t = 2.100
1'-10\<1 as latures de anne possuem clrnensac, ft2lin 2 , a tim de
obler dtretarnente /)Pt em psi. Paraobter a latorde atntc ;.­
adlmenslonal, multipliQue a ardenada por 144 "'d
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Fig. 26 Fatores de atrito para 0 interior do tubo. (Standards of Tubular Exchanger Manufacturers As­
sociation. 2 a ed., New York, 1949.)
5-56

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Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-57
658 PROCESSOS DE TRANSMISSA..O DE CALOR

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Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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. Fig. 24 Curva de transrnissao de calor para 0 interior do tubo. (Adaptado de Sieder e Tate.)
5-58
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"Tsa ee escoamrmUJ OD leixe, as=D/~C'xBI144 P,
800
Vazlo nYssic., G. ~ WI... IOlh It'
600
500 DJAmetro equivalente. d. 4 x '1'88 de escoamento axial
perlmetro molhado
400 DEdo lubo, in _ _
Passo _e_
d.
300 olI; /"Quadrado ,,95
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J", I~; 7rigngukfl'" O,S5
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Capitulo 05 - Trocadores de Calor

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Fig. 28 Curva de transrnissao de calor do lado da carcaca 'para feixes com chcvnas fraciomirias com
cortes de 25%.

~
5-59
Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-60

76 EdUFSCar- Apontamentos

Tabela 3.9 Efetividade para trocadores de calor (Incropera e De Witt).


r------

Arranjo
I £ =
1- exp[- NTU(l- c, )J
Equacao

pi C, < 1 (3.98)
1- Crexp[- NTU(l- C r )]
Operacao em contracorrentc
NTU
£ -- pi C, == 1 (3.99)
l+NTU
1- exp[- NTU(l + C r)]
Operacao em paralelo £ -- (3.100)
1+ c,
-1
-NTU(I+C;r (3.105)
Casco e tubo 1-2,4 ... f: 1 ==2{I+C r +(l+C;)11l 1+exp
1- exp -NfU(I+C;r

r
f---~

[ _~ Il I_~,')
n ( n
1-£ C 1-£ C
Casco e tubo n-2n £
= [1 " ) -I - C, (3100)

em que £1 e a efetividade de urn troeador com uma passagemno casco com NTU/n no Ingar de NTU
'----

Escoamento cruzado (uma passagem)

Ambos os fluidos nao misturados E == 1- exp[[ ~r }NTU) 0.22 {exp[- C, (NTU) 0.78 ]-1}] (3.107)

C max misturado e Cmin nao misturado £ ~ [ ~, } - exp{- C,[I - exp(- NTU)]}) (3.108)

--

Cmin misturado e C max nao misturado £ =l-exp{-C~l[l-exp(-C,(NTU»)]} (3.109)

Todos os troeadores com C, == 0 £ = 1 -exp(- NTU) (3.101)

Aplica~ao 1: Exemplo 3 Welty, Wilson e Wicks

0,5 kg/s de 6leo sao resfriados com 0,201 kg/s de agua em urn trocador de calor. 0 oleo entra a 375
K e sai a 350K e a ag ua entra a 280 K, a coeficiente global de troca de calor U 6 250 K W/(m 2 K).
Determinar a area de troca de calor para as condicoes especificadas se a configuracao do trocador for:
a) contracorrente
b) paralelo
c) casco e tuba 1- 4

Dados: c P oleo = 2090 J/(kg "C) e cp agua == 4180 J/(kg DC)


Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-61
Metoda da efetividade

Efetividade em funcao do mimero de unidades de transferencia e razao de capacidad es calorificas


(Kays e London).

['?:.. \\,,,\,,, l!!!!!!!!!!!"""!"!!!~"\1

(a) (b)
Superiicie de Superficie de
transferencia de calor transterencia de calor

100

80
Cmi,/Cmax

/
=.9--:: ;:::::. ---:: I--- I-­
c:::p,25
0,50 ..­ l.-- ..­
I-­
100

80
Cmi,/Cmax = 0­

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/, ~ 1,00
........ 0,75 V / vO,25

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Q) 60
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co /I;,V ""0
ro /; ~ V f.-O,75
c-­ 1,00
~ ~ :::--­
""0

~ 40 "~ 40
J!!
w I l' J!!
w f
20 I 20 I
I I
V II
2 3 4 5 2 3 4 5
NTU = AU/C mm NTU =AU/Cmi,
Figura A8.! (a) escoamento em contr acorrente; (b) escoamento em paralelo.

~ Fluido do casco

(a)
Fluido do tuba
1 passe no casco
2, 4, 6, ..., passes no tubo
c (b) £[~::::~:~:1! ~ 2 passes no casco
4,8,12, ..., passes no tubo

100
100
'--" Cmi,/C max = 0....­ ~ I ­
Cmi,/Cmax :.-P -­
/
I
0,25
~?,25 l.-­ l.--r­
/ ........
80
I 80 0,50 l.-­
/V 0,50 / 0­ 0,75

(I) 60

v: V ~0;75
f-1,00 Q) 60
~ ::-:::: ....-1,00

//; ~ V ~
""0

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III
20

I 20 f
I I
II II
234 5 2 3 4 5
NTU = AU/C mi, NTU = AU/C mi,

Figura A8.2 (a) casco e tuba 1-2, 4, 6 ... ; (b) casco e tuba 2-4, 6, 8 ...
Capitulo 05 - Trocadores de Calor 5-62

1 DB EdUFSCar - Apontamentos

Tabela AS.1 Relacoes de NTU (Incropera e DeWitt).

Arranjo Equacao

NTU = 1 In( 1 pi c, < I


Operacao em contracorrente
C r-1 £C
£ -
r ­ 1
(AS.I)

£
NTU = - - p/Cr =I (AS.2)
1-£
In~ -£ (1 + C r ) ]
Operacao em paralelo NTU = - ------'-~----'--'--- (AS.3)
1+ c,

NTU ~ -(I + C; r n1n[ : : : J (A8.4)

Casco e tuba 1-2,4,6 ...


E = 2/£ 1 - (1 + CJ (AS.S)
(1 + C~)12

usar as equacoes AS.4 e A8.S com:*


Casco e tuba n-2n
£ 1 = F -1
;F=
l£C r -1 Jlln (AS.6a,b)
F - C, E -1

Escoamento cruzado (uma passagcm)

Cmax misturado e C min nao misturado (A8.?)

Crnin misturado e C= nao misturado NTU = -(~ )n[C)n(l-E)+ 1] (AS.S)


r )

Todos os trocadores com C, = 0 NTU = -In(1-E ) (AS.9)

* Quando se usam as equacoes A8.6a e b com as equacoes A8A e A8.5, 0 que se calcuIa e0 NTU por passagem
no casco, esse resuItado deve ser multiplicado por n para obter 0 NTU para 0 trocador.
Ex. 5.5

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