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Estimado Professor,

A leitura, a escrita, e o cálculo, são operações de raciocínio muito importantes


para todos nós. Elas permitem que a vida humana e as incertezas que a
envolvem sejam melhores compreendidas em suas complexidades,
preparando-nos, quando praticadas conscientemente, para enfrentar
problemas e buscar alternativas para superá-los.

As Orientações Pedagógicas sugeridas neste Caderno foram elaboradas para


favorecer seu trabalho em sala de aula, numa demonstração clara de que esse
será o primeiro passo para organizar coletivamente conhecimentos
fundamentais que garantam as oportunidades de aprendizagem para todos os
estudantes mato-grossenses.

Queremos unir forças ao esforço comprometido de nossos professores com a qualidade do ensino e da
aprendizagem nas Salas de aula, a metodologia que utilizamos para selecionar cada item do Caderno e o
cuidado com a orientação pedagógica dão provas do entusiasmo desse trabalho.

Nosso desejo é ver as atividades da sala de aula transformadas em experiências pedagógicas de qualidade,
de modo que o tempo de estudar e de aprender ganhe novo sentido, se amplie e se renove a cada dia.

Esta coletânea de atividades, que ora entregamos aos professores e estudantes do Ensino Fundamental e
Ensino Médio, é a comprovação do desejo de darmos um passo significativo na produção de material de
apoio e acompanhamento pedagógico unindo esforços à capacidade criativa dos professores do Ensino
Fundamental e Médio da Rede Pública de Mato Grosso.

Desejamos que feedback de vocês ao trabalhar com essas atividades em sala de aula seja instrumento
motivador para organizarmos várias etapas de um rico processo de produção coletiva, coordenado pela
Superintendência de Educação Básica, por meio do Núcleo de Avaliação da Educação Básica/NAEB e
articulado com os demais setores da área pedagógica.

Seu objetivo é propiciar aos professores um conjunto de atividades com orientações pedagógicas que, somado
ao material já existente na escola e ao conhecimento acumulado por suas experiências de trabalho, possa
contribuir para elevar os índices de efetivo aprendizado dos estudantes que frequentam as Salas de aula do
Ensino Fundamental e Médio.

Temos certeza de que este material – não só pela sua simplicidade de proposição, mas principalmente pela
originalidade da seleção dos itens – irá auxiliar os estudantes do Ensino Fundamental e Médio a superar
dificuldades de leitura, escrita e cálculo, que os impedem de acompanhar o ritmo de trabalho de seus colegas
de classe, e principalmente, de acompanhar os níveis de habilidades cobradas nas matrizes das avaliações
externas.
Um abraço.

Equipe Seduc/CCAV/Naeb - 2019


Matemática

O presente caderno pedagógico tem como objetivo, contribuir para que o professor e os demais
profissionais da área de educação, possam conhecer exemplos de itens que viabilizam as inúmeras
conexões entre os Temas e questões com o formato da Prova Brasil, pois a proficiência dos
estudantes reflete o acerto de itens da Prova. É a partir da identificação dos itens que os estudantes
de determinada proficiência na Prova Brasil que é possível compreender quais seriam as fragilidades
que deveriam ser superadas para traçar ações pedagógicas.

Atualmente, há consenso a fim de que os currículos de Matemática para o ensino fundamental e


médio devam contemplar o estudo dos números e das operações (no campo da Aritmética e da
Álgebra), o estudo do espaço e das formas (no campo da Geometria) e o estudo das grandezas e das
medidas (que permite interligações entre os campos da Aritmética, da Álgebra, e da Geometria e de
outros campos do conhecimento). Um olhar mais atento para nossa sociedade mostra a necessidade
de acrescentar a esses conteúdos aqueles que permitam ao cidadão tratar as informações que recebe
cotidianamente, aprendendo a lidar com dados estatísticos, tabelas e gráficos, a raciocinar utilizando
ideias relativas à probabilidade e à combinatória. Portanto a Matriz de Referência de Matemática:
Temas e seus Descritores foram organizados da seguinte maneira:

 Tema I – Espaço e Forma


 Tema II – Grandezas e Medidas
 Tema III – Número e Operações / Álgebra e Funções
 Tema IV – Tratamento da informação
Tema I – Espaço e Forma
Este tema é fundamental para o aluno desenvolver um tipo especial de pensamento que lhe permitirá
compreender, descrever e representar o mundo em que vive. A exploração deste campo do
conhecimento permite o desenvolvimento de habilidades de percepção espacial, possibilitando a
descoberta de conceitos matemáticos de modo experimental. Este tema também é importante para
que os estudantes estabeleçam conexões entre a matemática e outras áreas do conhecimento.

Tema II – Grandezas e Medidas


Neste tema, são avaliadas habilidades relacionadas à resolução de problemas envolvendo cálculo de
perímetro e de área de figuras planas, noções de volume e o uso de relações entre diferentes unidades
de medida. São assuntos vividos no cotidiano dos estudantes em suas diferentes aplicações.

Tema III – Número e Operações / Álgebra e Funções


O tratamento com números e suas operações é indispensável no dia-a-dia dos estudantes. Os
números, presentes em diversos campos da sociedade, além de utilizados em cálculos e na
representação de medidas, também se prestam para a localização, ordenação e identificação de
objetos, pessoas e eventos. Os descritores deste tema enfocam os números com suas operações,
noções de álgebra e funções.

Tema IV – Tratamento da informação


O tratamento da informação é introduzido por meio de atividades ligadas diretamente à vida do
aluno. A organização de uma lista ou tabela e a construção de gráficos, com informações sobre um
assunto, estimulam os estudantes a observar e estabelecer comparações sobre o assunto tratado.
Favorecem, também, a articulação entre conceitos e fatos e ajudam no desenvolvimento de sua
capacidade de estimar, formular opiniões e tomar decisão.
ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDOS

Fruto da criação e invenção humana, a Matemática não evoluiu de forma linear e logicamente organizada.
Desenvolveu-se com movimentos de idas e vindas, com rupturas de paradigmas. Mas em geral a organização
dos conteúdos de matemática é excessivamente hierarquizada. É uma organização dominada pela ideia de
pré-requisito, cujo único critério é a estrutura lógica da Matemática. Nessa visão, a aprendizagem ocorre
como se os conteúdos se articulassem na forma de uma corrente, cada conteúdo sendo um pré-requisito para
o que vai sucedê-lo. Embora se saiba que alguns conhecimentos precedem outros e que as formas de
organização sempre indicam um certo percurso.

Por vezes, essa concepção linear faz com que, ao se definir qual será o elo inicial da cadeia, tomem-se os
chamados fundamentos como ponto de partida. É o que ocorre, por exemplo, quando se privilegiam as noções
de ponto, reta e plano como referência inicial para o ensino de Geometria ou quando se tomam os conjuntos
como base para a aprendizagem de números e operações, caminhos que não são necessariamente os mais
adequados. As possibilidades de sequenciar os conteúdos são múltiplas e decorrem mais das conexões que
se estabelecem e dos conhecimentos já construídos pelos estudantes do que da ideia de pré-requisito ou de
uma sucessão de tópicos estabelecida a priori. Logo a hierarquização entre eles não é tão rígida como
tradicionalmente é apresentada.

O que também se observa em termos escolares é que muitas vezes os conteúdos matemáticos são tratados
isoladamente e são apresentados e esgotado num único momento. Quando acontece de serem retomados
(geralmente num mesmo nível de aprofundamento, apoiando-se nos mesmos recursos), é apenas com a
perspectiva de utilizá-los como ferramentas para a aprendizagem de novas noções. De modo geral, parece
não se levar em conta que, para o aluno consolidar e ampliar um conceito, é fundamental que ele o veja em
novas extensões, representações ou conexões com outros conceitos.

A variedade de conexões que podem ser estabelecidas entre os diferentes blocos, ou seja, ao planejar suas
atividades, o professor pode articular múltiplos aspectos dos diferentes conteúdos, visando possibilitar a
compreensão mais ampla que o aluno possa atingir a respeito dos princípios e métodos básicos de
conhecimentos matemáticos, buscando estabelecer ligações entre a Matemática e as situações cotidianas dos
estudantes e as outras áreas do conhecimento.

A seguir apresentamos algumas informações sobre o papel da avaliação para retratar a realidade da educação
em cada unidade escolar.
Avaliações Externas/Prova Brasil

Entre as avaliações externas da educação básica brasileira, foi criada a avaliação denominada Prova
Brasil que possibilita retratar a realidade de cada escola, em cada município. Tal como acontece
com os testes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), os da Prova Brasil
avaliam competências construídas e habilidades desenvolvidas e detectam dificuldades de
aprendizagem. No caso da Prova Brasil, amplia a gama de informações que subsidiarão a adoção
de medidas que superem as deficiências detectadas em cada escola avaliada. As médias de
desempenho nessas avaliações também subsidiam o cálculo do Índice de Desenvolvimento da
Educação Básica (Ideb), ao lado das taxas de aprovação nessas esferas. Sendo, portanto, uma
transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas.

Avaliações Internas

As avaliações internas são realizadas com base em Objetivos de Aprendizagem para cada
disciplina/área de conhecimento e os conceitos deverão ser mensurados de acordo com o nível de
aprendizagem (proficiência) demonstrado pelo estudante por meio da participação/resultado das
diferentes avaliações que forem realizadas com ele.

Ressalta-se que as avaliações internas têm papel muito importante no processo ensino-aprendizagem
e por isso, o professor deverá considerar a aprendizagem do estudante de acordo com o que foi
planejado e efetivamente trabalhado para o bimestre em curso, considerando também que a
proficiência para o objetivo que está no sistema SigEduca deverá ser consolidada ao final do ciclo.

As avaliações que o professor pratica em sua sala de aula, tomando como base os Objetivos de
Aprendizagem, deve considerar a proficiência do estudante, sem perder de vista os resultados das
diferentes avaliações que foram realizadas com ele. Assim, a organização dos objetivos de
aprendizagem ano a ano, orientará o processo de ensino-aprendizagem, e os resultados das
diferentes avaliações realizadas pela escola cumprirão o papel de acompanhar e orientar o
desempenho dos estudantes.
Metas a serem alcançadas no 3º Ano do Ensino Médio:

Ao concluir o 3º ano do Ensino Fundamental, o aluno deve conseguir:

 Reconhecer as figuras geométricas planas não somente pelas suas definições, mas também por
meio de suas propriedades;

 Reconhecer as figuras espaciais e todas as suas propriedades;

 Compreender noções de geometria analítica para relacionar retas e circunferências com suas
equações;

 Compreender as funções e relações trigonométricas apresentadas no ciclo trigonométrico;

 Manipular unidades de medidas convencionais;

 Compreender conceitos de perímetro e área de figuras planas, bem como área e volume dos
prismas, pirâmides, cilindros, cones e esferas.

 Representar geometricamente os números reais, proporcionalidade e porcentagem, problemas


de equações do 2º grau, funções lineares e quadráticas, função inversa, função logarítmica e
função exponencial, equações de primeiro grau, progressões, sistemas lineares com três ou mais
equações, análise combinatória e probabilidades.

 Analisar informações de tabelas, listas ou gráficos, ou ao contrário, dado um gráfico saber


montar tabelas ou listas com as informações apresentadas no gráfico.

As Orientações e atividades foram selecionadas e organizadas com base nos seguintes referenciais:
- BNCC - Base Nacional Comum Curricular 3ª versão
- Orientações Curriculares de Estado de Mato Grosso - OCs
- Descritores/SAEB/Prova Brasil 2011, 2013
- Devolutivas Pedagógicas do INEP
- Objetivos de Aprendizagem para Escola de Ensino Fundamental/2017-Sigeduca/MT
O que é descritor?
O descritor é uma associação entre conteúdos curriculares e operações mentais desenvolvidas pelo
aluno, que traduzem certas competências e habilidades. Os descritores curriculares das diferentes
áreas do conhecimento estão interligados e devem ser trabalhados, sempre que possível, de forma
concomitante, favorecendo o processo de ensino aprendizagem do estudante.

O que os descritores indicam e constituem?


• indicam habilidades gerais que se esperam dos estudantes;
• constituem a referência para seleção dos itens que devem compor uma prova de avaliação.

Descritores e habilidades selecionados no conjunto de atividades deste caderno

DESCRITOR HABILIDADE

Identificar figuras semelhantes mediante o reconhecimento de relações de


D1
proporcionalidade.
Reconhecer aplicações das relações métricas do triângulo retângulo em um
D2
problema que envolva figuras planas ou espaciais.
Relacionar diferentes poliedros ou corpos redondos com suas planificações
D3
ou vistas.
Identificar a relação entre o número de vértices, faces e/ou arestas de
D4
poliedros expressa em um problema.
Resolver problema que envolva razões trigonométricas no triângulo
D5
retângulo (seno, co-seno, tangente).

D6 Identificar a localização de pontos no plano cartesiano.

D7 Interpretar geometricamente os coeficientes da equação de uma reta.

Identificar a equação de uma reta apresentada a partir de dois pontos dados


D8
ou de um ponto e sua inclinação.
Relacionar a determinação do ponto de interseção de duas ou mais retas
D9
com a resolução de um sistema de equações com duas incógnitas.
Reconhecer entre as equações de 2º grau com duas incógnitas, as que
D10 representam
circunferências.
Segue o painel do aprendizado da Rede Estadual de Mato Grosso, referente ao percentual de acertos
na Prova Brasil (2015):

Anos Iniciais (Ensino Fundamental)


Tabela 1. Percentual de acertos de itens
Tópicos Percentual de acerto de itens nesse tópico

Espaço e Forma 38%

Grandezas e Medidas 37%

Números e Operações/Álgebra e 39%


Funções
Tratamento da Informação 60%

Anos Finais (Ensino Fundamental)


Tabela 2. Percentual de acertos de itens
Tópicos Percentual de acerto de itens nesse tópico

Espaço e Forma 33%

Grandezas e Medidas 29%

Números e Operações/Álgebra e 34%


Funções
Tratamento da Informação 45%
Fonte: QEdu Redes. Disponível em http://redes.qedu.org.br/minha-rede/aprendizado. Acesso em 13/05/2017.

As tabelas mostram tópicos que necessitam atenção e intervenção pedagógica.

É importante que todos os gestores, docentes e demais profissionais da educação estejam envolvidos
com a prova que será aplicada nas unidades escolares a partir do segundo semestre de 2017, data que
será divulgada na página do Inep.

A realização de uma avaliação de sistema com amplitude nacional, para ser efetiva, exige a construção
de uma matriz de referência que dê transparência e legitimidade ao processo de avaliação, informando
aos interessados o que será avaliado. De acordo com os pressupostos teóricos que norteiam os
instrumentos de avaliação, a Matriz de Referência é o referencial curricular do que
será avaliado em cada disciplina e série, informando as competências e habilidades esperadas dos
estudantes. As matrizes são, portanto, a referência para a elaboração dos itens da Prova Brasil. Item é a
denominação adotada para as questões que compõem a prova. As matrizes de matemática estão
estruturadas por anos e séries avaliadas. Para cada um deles são definidos os descritores que indicam
uma determinada habilidade que deve ter sido desenvolvida nessa fase de ensino. Esses descritores são
agrupados por temas que relacionam um conjunto de objetivos educacionais.

Esperamos que a indicação dos descritores e dos objetivos de aprendizagem relacionados a cada item,
seguidos dos comentários pedagógicos e do gabarito facilitarão o desenvolvimento das atividades e as
intervenções pedagógicas para elevar a proficiência de leitura dos estudantes.

A seguir, sugestões de atividades para o 3º Ano do Ensino Médio, lembrando que ao trabalhar na
perspectiva dos descritores e dos objetivos de aprendizagem o professor pode desenvolver essas
atividades também com o 1º e o 2º ano do Ensino Médio, verificando a aprendizagem dos estudantes,
sem perder de vista, os níveis de introdução, aprofundamento e consolidação dos conhecimentos dos
estudantes nos seus contextos e nos respectivos anos de escolaridade.

Para facilitar o trabalho de revisão e as intervenções pedagógicas necessárias, encaminhamos o caderno


pedagógico do aluno com as atividades elaboradas para que o professor possa fazer o download e
trabalha-las em sala de aula.

Após desenvolver as atividades esperamos o feedback do professor, conforme mencionamos


anteriormente. Para isso, será enviado no e-mail da unidade escolar um Link com um formulário que
deverá ser preenchido pelos professores de cada turma, informando os resultados do trabalho realizado
a parir das atividades sugeridas. Esse feadback é de fundamental importância para que possamos
preparar os próximos materiais de apoio pedagógico aos professores e, realizar acompanhamento do
processo de aprendizagem dos estudantes do Ensino Fundamental e Médio.

Assim, esperamos dar o primeiro passo para nossa parceria no sentido de podermos chegar a uma
originalidade de produção que, poderá refletirá suas experiências de trabalho em sala de aula, e
contribuirá para elevar os índices da efetiva aprendizagem dos estudantes.

Sigamos no desejo de compreender os contraditórios de uma abordagem avaliativa que, ora limita definir
o conhecimento do aluno relacionado apenas a uma habilidade, ora se amplia na perspectiva dos
objetivos de aprendizagem que, se localizam em processos de aprendizagens sem perderem de vista os
contextos e suas complexidades no processo de ensinar e aprender.

Sigamos em frente na esperança de avançar...


Atividades 3º Ano do Ensino Médio

Itens de 1 a 20

Itens 1 e 2
Eixo Descritor
Espaço e Forma D6 - Identificar a localização de pontos no plano cartesiano.
1) A figura abaixo mostra um ponto em um plano cartesiano.

As coordenadas do ponto A são

(A) (6, 6).


(B) (-3, 4).
(C) (3, 4).
(D) (3, 7).
(E) (4, 5).

2) O hexágono representado no plano cartesiano possui seus vértices denominados por: X, Y, Z, W, K


e T.
Quais as coordenadas do vértice
T desse hexágono?

(A) (2a, 3b).


(B) (3b, 2a).
(C) (2a, 0).
(D) (0, 3b).
(E) (2b, 3a).
Comentário Pedagógico
Este descritor pretende medir a habilidade de os estudantes identificarem adequadamente um
ponto no plano a partir de seu par ordenado, ou vice-versa. Enfatizar a ordem e o significado dos
valores negativos e positivos das coordenadas cartesianas de um ponto. O item 2, representa um
hexágono com vértices representados no plano cartesiano. Sugere-se a montagem de um grande
plano cartesiano no quadro ou na parede, no qual os estudantes localizariam ou marcariam
pontos. Mostrar, por meio de exemplos a analogia entre coordenadas cartesianas e coordenadas no
campo da geografia (latitude e longitude) e usar o GPS como exemplo, para se determinar posições
de pontos. (Gabarito 1- C; 2- A)

Item 3
Eixos Descritores
Espaço e Forma D2- Reconhecer aplicações das relações métricas do triângulo retângulo em
um problema que envolva figuras planas ou espaciais. (Teorema de
Pitágoras);
Grandes e Medidas D11-Resolver problema envolvendo o cálculo de perímetro de figuras
planas;
D12-Resolver problema envolvendo o cálculo de área de figuras planas.
3) Nos últimos, a televisão tem passado por uma verdadeira revolução, em termos de qualidade de
imagem, som e interatividade com o telespectador. Essa transformação se deve à conversão do sinal
analógico para o sinal digital. Entretanto, muitas cidades ainda não contam com essa nova tecnologia.
Buscando levar esses benefícios, pretende construir uma nova torre 𝑪, para tanto é necessário calcular
a distância 𝑩𝑪 , o perímetro e área do triângulo ABC. As localizações das antenas estão representadas
no plano cartesiano:

O comprimento 𝑩𝑪, o perímetro e área do


triângulo ABC, são respectivamente:

(A) 6 𝑘𝑚 , 13 𝑘𝑚 𝑒 21𝑘𝑚2

(B) 7𝑘𝑚 , 13 + √85 𝑘𝑚 𝑒 21 𝑘𝑚2

(C) 8 𝑘𝑚, 13 𝑘𝑚 𝑒 21 𝑘𝑚2

(D) √85 𝑘𝑚, 13 + √85 𝑘𝑚 𝑒 21 𝑘𝑚2

(E) √95 𝑘𝑚, 13 + √85 𝑘𝑚 𝑒 21 𝑘𝑚2


Comentário Pedagógico
Resolver o problema utilizando o teorema de Pitágoras, para na sequência construir a fórmula,
𝑑𝐴𝐵 = √(𝑥𝐵 − 𝑥𝐴 )2 + (𝑦𝐵 − 𝑦𝐴 )2 . Deve-se explorar a definição de perímetro e área de figuras
𝑏𝑎𝑠𝑒 𝑥 𝑎𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎
planas. Para calcular a área, utilizar a fórmula: Á𝑟𝑒𝑎 = . É interessante o professor
2
trazer uma outra solução para o cálculo de área, na intenção do aluno comparar, verificar e validar
a seguinte afirmação:
Para determinar a área de um triângulo ABC, localizado sobre o plano cartesiano, e cujos vértices
são os pontos 𝐴 = (𝑥𝐴 , 𝑦𝐴 ), 𝐵 = (𝑥𝐵 , 𝑦𝐵 ) 𝑒 , 𝐶 = (𝑥𝐶 , 𝑦𝐶 ) , pode-se fazer:
𝑥𝐴 𝑦𝐴 1
1
Á𝑟𝑒𝑎 = 𝑥
| 𝐵 𝑦𝐵 1|.
2
𝑥𝐶 𝑦𝐶 1

(Gabarito 3- D)

Itens 4 e 5
Eixo Descritor
Espaço e Forma D7 - Interpretar geometricamente os coeficientes da equação de uma reta.
4) Os estudantes da escola de Fábio estão organizando uma festa. Já foram gastos R$ 1.500,00 na
decoração e nos equipamentos de som e iluminação. Decidiram vender cada ingresso por R$ 5,00. A
expressão
𝑺 = 𝟓𝒏 − 𝟏𝟓𝟎𝟎 permite calcular o saldo monetário da festa (S) em função do número de ingressos
vendidos(n). Essa situação está expressa no gráfico.
Assinale a alternativa que mostra as coordenadas
dos pontos P e Q.

(A) (1, 1499) e (-2, 0)


(B) (1500, 5) e (1, 1500)
(C) (300, 9) e (0, -1500)
(D) (5, 300) e (300, 1500)
(E) (91498, 2) (1500, -2)
5) Os pesquisadores verificaram que numa determinada região quando a pressão de um gás é de 6 atm,
o volume é de 32 cm³, e quando a pressão é de 8 atm, o volume é de 20 cm³. A taxa média de redução
do volume é representada pela declividade da reta que passa por P1= (6, 32) e P2= (8, 20), ilustrada no
gráfico abaixo.
Nesse caso, a declividade é igual a

(A) −6.
(B) 6.
(C) 8.
(D) 20.
(E) 32.

Comentário Pedagógico

Esse descritor pretende avaliar a habilidade de os estudantes identificarem os coeficientes de uma


equação de 1º grau. Uma boa sugestão é procurar levar para a sala de aula uma série de aplicações
práticas. Utilizando-se da física, por exemplo, pode-se discutir o significado da inclinação da reta
em um gráfico v x t de um movimento uniformemente variado. Na economia, podem-se utilizar a
relação de demanda x preço. (Gabarito 4- C; 5- A)

Item6
Eixo Descritor
Espaço e Forma D8-Identificar a equação de uma reta apresentada a partir de dois pontos dados
ou de um ponto e sua inclinação.
6) Um engenheiro quer construir uma estrada de ferro entre os pontos de coordenadas (2,3) e (4,7),
devendo a trajetória da estrada ser retilínea. Qual é a equação da reta que representa essa estrada de
ferro?
𝑥 𝑥
(A) 𝑦 = 2𝑥 + 3 (B) 𝑦 = 2𝑥 − 1 (C) 𝑦 = 4𝑥 (D) 𝑦 = + 2 (E) 𝑦 = + 5
2 2
Comentário Pedagógico
Itens referentes a esse descritor pretendem avaliar a habilidade de construir a equação de uma
reta a partir de dois de seus pontos ou então a partir de um ponto e de sua inclinação. A principal
sugestão é trabalhar fortemente com os estudantes a representação geométrica do coeficiente angular
da reta. Uma possibilidade de explorar o D8 é a resolução de sistemas de duas equações. Assim, não
é necessária a memorização de fórmulas. (Gabarito 6- B)

Item7
Eixo Descritor
Espaço e Forma D9- Relacionar a determinação do ponto de interseção de duas ou mais retas com
a resolução de um sistema de equações com duas incógnitas.
7) Um caixa eletrônico disponibiliza cédulas de R$ 20,00 e R$ 50,00. Um cliente sacou neste caixa um
total de R$ 980,00, totalizando 25 cédulas. Essa situação está representada pelo gráfico abaixo.
Sabendo que 𝒓𝟏 representa a reta de equação
𝒙 + 𝒚 = 𝟐𝟓 e 𝒓𝟐 a reta de equação 𝟐𝟎𝒙 + 𝟓𝟎𝒚 =
𝟗𝟖𝟎, onde x representa a quantidade de cédulas de
R$ 20,00 e y a quantidade de cédulas de R$ 50,00, a
solução do sistema formado pelas equações de 𝒓𝟏 e 𝒓𝟐
é o par ordenado

(A) (8,17).
(B) (9,16).
(C) (7,18).
(D) (11,14).
(E) (12,13).
Comentário Pedagógico
Esse descritor pretende avaliar a habilidade de relacionar dois importantes conceitos matemáticos:
a resolução de problemas que envolvam um sistema de equações com duas incógnitas e a
determinação do ponto de interseção de duas retas. Inicialmente, é necessário fixar o conceito de que
a solução de um sistema de equações de primeiro grau pode ser expressa por um par ordenado, sendo
que esse par representa um ponto no sistema cartesiano. A interseção de duas retas corresponde a um
par ordenado que indica a solução do sistema de equações. Com noções simples da geometria
analítica, o aluno determina o ponto de interseção de duas retas. Consolidar essas ideias matemáticas
para ampliar no campo da física, com exercícios de movimento uniforme, para determinar o encontro
de dois móveis. (Gabarito 7- B)

Item8
Eixo Descritor
Números e Operações/ Álgebra e D26-Relacionar as raízes de um polinômio com sua decomposição
Funções em fatores do primeiro grau.
8) Decompondo o polinômio 𝑷(𝒙) = 𝟓 𝒙 𝟐 + 𝟓 𝒙 − 𝟑𝟎 em fatores do 1º grau, obtém –se
(A)5(𝑥 − 5)(𝑥 − 3) (B) 5(𝑥 − 2)(𝑥 + 3) (C) 5(𝑥 + 2)(𝑥 − 3) (D) 5(𝑥 − 2)(𝑥 − 3) (E) 5(𝑥 + 5)(𝑥 + 3)

Comentário Pedagógico
Pretende-se avaliar a habilidade de decompor um polinômio em fatores do 1º grau. Facilmente se
demonstra que um polinômio de primeiro e segundo grau pode ser fatorada a partir de suas raízes.
Em outras palavras:
𝑏
𝑆𝑒 𝑃(𝑥) = 𝑎𝑥 + 𝑏 , 𝑐𝑜𝑚 𝑎, 𝑏 ∈ 𝑅 𝑒 𝑎 ≠ 0 𝑒𝑛𝑡ã𝑜 𝑃(𝑥) = 𝑎. ( 𝑥 + ).
𝑎
𝑆𝑒 𝑃(𝑥) = 𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 , 𝑐𝑜𝑚 𝑎, 𝑏 𝑒 𝑐 ∈ 𝑅 𝑒 𝑎 ≠ 0 𝑒𝑛𝑡ã𝑜 𝑃(𝑥) = 𝑎. ( 𝑥 − 𝑥 ′ ). ( 𝑥 − 𝑥 ′′ ).
Obs: 𝑥 ′ 𝑒 𝑥 ′′ são raízes da equação 𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 = 0.
Esse deve ser o foco do trabalho do professor em sala de aula.
(Gabarito 8- D)
Itens 9 e 10
Eixo Descritor
Números e Operações/ Álgebra e Funções D25-Resolver problemas que envolvam os pontos de máximo
ou de mínimo no gráfico de uma função polinomial do
segundo grau.
9) Nessa figura, está representada a parábola de vértice V, gráfico da função de segundo grau.
A função que descreve o gráfico é:

(A) 𝑦 = 𝑥 2 − 10𝑥
(B) 𝑦 = 𝑥 2 + 10 𝑥
𝑥2
(C) 𝑦 = − 2𝑥
5
𝑥2
(D) 𝑦 = − 10𝑥
5
𝑥2
(E) 𝑦= + 10𝑥
5

10) Observe o gráfico ao lado.


É correto afirmar:
(A) mínimo em (1,2).
(B) mínimo em (2,1).
(C) máximo em (-1, -8).
(D) máximo em (2,1).
(E) máximo em (1,2)
Comentário Pedagógico
Pretende-se com esse descritor avaliar a habilidade de resolver problemas relacionados com os
pontos de máximo ou de mínimo de uma função polinomial de 2º grau. Deve ser enfatizada a
importância da determinação do ponto de máximo ou de mínimo. A ordenada do vértice corresponde
ao maior (ou menor) valor possível para a variável y e a ele corresponde o respectivo
valor x. É fácil mostrar que a abscissa do vértice é a média aritmética das raízes da função.
Determinada a abscissa do vértice, deduz-se a ordenada. É importante destacar que o vértice é o
ponto no qual os valores da função mudam de crescentes para decrescentes e vice-versa. Entre os
diversos exemplos do contexto do aluno, o mais simples e fácil de ser experimentado em sala de
aula é o da observação da trajetória de um objeto (por exemplo, uma bola) lançado obliquamente.
(Gabarito 9- C; 10- D)

Itens 11, 12 e 13
Eixo Descritor
Números e Operações/ Álgebra e Funções D22-Resolver problema envolvendo PA/PG dada a fórmula
do termo geral.
11) O termo que ocupa a posição 𝒏 em uma progressão aritmética (PA) de razão r é dado pela fórmula
𝒂𝒏 = 𝒂𝟏 + (𝒏 − 𝟏) 𝒓 . O décimo quarto termo de uma PA de razão 3, cujo primeiro termo é igual a
20, é
(A) 39. (B) 42. (C) 59. (D) 62. (E) 70.

12) Luciano resolveu fazer economia guardando dinheiro num cofre. Iniciou com R$30,00 e, de mês
em mês, ele coloca R$ 5,00 no cofre. Considere que 𝒂𝒏 = 𝒂𝟏 + (𝒏 − 𝟏). 𝒓, em que 𝒂𝒏 é a quantia
poupada; 𝒂𝟏 , a quantia inicial; 𝒏, o número de meses; e 𝒓, a quantia depositada a cada mês. Após 12
meses o cofre conterá
(A) R$ 41,00 (B) R$ 42,00 (C) R$ 55,00 (D) R$ 65,00 (E) R$ 85,00
13) Considere esta sequência de figuras.
Na figura 1, há 1 triângulo.
Na figura 2, o número de triângulos menores é 4.
Na figura 3, o número de triângulos menores é 16 e
assim por diante.
Prosseguindo essa construção de figuras, teremos
quantos triângulos menores na figura 7?

(A) 32.
(B) 64.
(C) 128.
(D) 1024.
(E) 4096.

Comentário Pedagógico
Pretende-se avaliar a habilidade de os estudantes compreenderem as propriedades de progressão
aritmética e progressão geométrica para resolver problemas. Como a PA e a PG são casos
particulares de sequências, deve-se iniciar seu estudo a partir da utilização de sequências variadas,
inclusive aquelas que não têm uma lei de formação. É fácil mostrar que o conjunto dos números
naturais forma uma PA infinita, a partir da sua definição. A demonstração da fórmula do termo
geral é bastante simples e deve ser exercitada como alternativa à sua memorização. Vários exemplos
de aplicação podem ser usados, como o do treinamento de um corredor, adicionando a cada dia uma
distância maior. (Gabarito 11- C , 12- E e 13- E)
Item 14
Eixo Descritor
Números e Operações/ Álgebra e Funções D16 - Resolver problema que envolva porcentagem.
14) Um capital de 𝑹$ 𝟏𝟎𝟎 𝟎𝟎𝟎, 𝟎𝟎 foi aplicado a taxa de 𝟐 % ao mês, num regime de juros compostos,
durante quatro meses. Qual foi o montante após 4 meses?

(A) 𝑅$ 102 000,00 (B) 𝑅$ 104 040,00 (C) 𝑅$ 106 120,80 (D) 𝑅$ 108 243,21 (E) 𝑅$ 110 452,45

Comentário Pedagógico
Pretende-se avaliar a habilidade de o aluno usar os conceitos de porcentagens (taxa) para solucionar
problemas envolvendo cálculos de juros. Utilizar a definição de Progressão Geométrica para se
construir a fórmula do montante de juros compostos. (Gabarito 14- D)

Item 15
Eixo Descritor
Números e Operações/ Álgebra e Funções D27- Identificar a representação algébrica e/ou gráfica de uma
função exponencial.
15) Entre os seguintes gráficos, aquele que representa adequadamente a função 𝒚 = 𝟕𝒙 .
(A) (B)
(C) (D)

(E)

Comentário Pedagógico

Pretende-se avaliar a habilidade de identificar a representação algébrica ou gráfica de uma função


exponencial. Uma função exponencial simples é dada genericamente por 𝑦 = 𝑎 𝑥 , sendo a > 0.
A partir dessa definição, o professor deve construir vários gráficos usando diferentes valores para
“a”: valores maiores que 1 e valores compreendidos entre 0 e 1. Observa-se que desses gráficos
resultam curvas crescentes e decrescentes. É importante levar o aluno a perceber que a curva corta
o eixo das ordenadas no ponto (0, 1) e que tem como assíntota o eixo das abscissas. Exemplos do
cotidiano que podem ser utilizados: decaimento radioativo de uma substância; crescimento da
população de uma colônia de bactérias; valores da escala Richter para a medição da intensidade
de um terremoto. (Gabarito 15- E)
Item 16
Eixo Descritor
Números e Operações/ Álgebra e Funções D29 - Resolver problema que envolva função exponencial.
16) Em uma pesquisa realizada, constatou-se que a população A de determinada bactéria cresce
segundo a expressão 𝑨(𝒕) = 𝟐𝟓 . 𝟐𝒕 , onde t representa o tempo em horas. Para atingir uma população
de 400 bactérias, será necessário um tempo de
(A) 2 horas. (B) 6 horas. (C) 8 horas. (D) 4 horas. (E) 12 horas.

Comentário Pedagógico
A habilidade do aluno resolver um problema envolvendo a função exponencial, muito comum no
contexto de fenômenos químicos, biológicos, entre outros. Uma sugestão útil é utilizar problemas
contextualizados nas ciências da natureza, onde a função exponencial aparece com muita frequência.
Por exemplo, poderiam ser utilizados problemas relacionados ao crescimento das bactérias em
determinado meio, aos fenômenos radioativos, à escala de Richter, que mede a intensidade
dos terremotos. (Gabarito 16- D)

Itens 17 e 18
Eixo Descritor
Grandezas e Medidas D12 - Resolver problema envolvendo o cálculo de área de figuras
planas.
D27 - Identificar a representação algébrica e/ou gráfica de uma função
exponencial.
17) Se a área do triângulo retângulo ABC, indicado na figura, é igual a 𝟑𝒏, conclui-se que 𝒇(𝒏) é
igual a
(A) 2.
(B) 2√2 .
(C) 3.
(D) 3√2.
(E) 4.
18) Para estimar a área da figura ABDO (sombreada no desenho), onde a curva AB é parte da
representação gráfica da função 𝒇(𝒙) = 𝟐𝒙 , João demarcou o retângulo OCBD e, em seguida, usou um
programa de computador que “plota” pontos aleatoriamente no interior desse retângulo.
Sabendo que dos 1000 pontos “plotados”, apenas 540
ficaram no interior da figura ABDO, a área estimada
dessa figura, em unidades de área, é igual a
(A) 4,32.
(B) 4,26.
(C) 3,92.
(D) 3,84 .
(E) 3,52.

Comentário Pedagógico
Pretende-se avaliar com esse descritor a habilidade de trabalhar com cálculo de áreas envolvendo
figuras planas no contexto de uma função exponencial. (Gabarito 17- C; 18- A)
Item 19
Eixo Descritor
Números e Operações/ Álgebra e Funções D31 - Determinar a solução de um sistema linear associando-o
a uma matriz.
19) Isabel, Helena e Carla saíram às compras e adquiriram mercadorias iguais, porém, em quantidades
diferentes. Isabel comprou uma sandália, duas saias e três camisetas, gastando um total de R$ 119,00.
Helena comprou duas sandálias, três saias e cinco camisetas, gastando um total de R$ 202,00. Carla
comprou duas sandálias, uma saia e duas camisetas, gastando um total de R$ 118,00. Para determinar
os preços x, y e z da sandália, da saia e da camiseta, respectivamente, resolve-se o sistema dado por

1 2 3 119
(2 3 5 202)
2 1 2 118
O sistema associado a essa matriz é

(A) 𝑥 + 2𝑦 + 𝑧 = 119 ; 2𝑥 + 3𝑦 + 5𝑧 = 202 ; 2𝑥 + 𝑦 + 𝑧 = 118


(B) 𝑥 + 2𝑦 + 3𝑧 = 119 ; 2𝑥 + 3𝑦 + 5𝑧 = 202 ; 2𝑥 + 𝑦 + 𝑧 = 118
(C) 𝑥 + 2𝑦 + 𝑧 = 119 ; 2𝑥 + 3𝑦 + 5𝑧 = 202 ; 2𝑥 + 𝑦 + 2𝑧 = 118
(D) 𝑥 + 2𝑦 + 3𝑧 = 119 ; 2𝑥 + 3𝑦 + 5𝑧 = 202 ; 2𝑥 + 𝑦 + 𝑧 = 118
(E) 𝑥 + 2𝑦 + 3𝑧 = 119 ; 2𝑥 + 3𝑦 + 5𝑧 = 202 ; 2𝑥 + 𝑦 + 2𝑧 = 118

Comentário Pedagógico
Avaliar a habilidade de determinar a solução de um sistema linear de equações utilizando as
propriedades de matrizes, através da correspondência entre um sistema de equações do primeiro
grau e a matriz completa associada a ele, na qual as linhas são os coeficientes das variáveis. Cabe
destacar que para sistemas de grau maior ou igual a 3, deve-se incentivar a resolução por
escalonamento. (Gabarito 19- E)
Item 20
Eixo Descritor
Tratamento da Informação D35-Associar informações apresentadas em listas e/ou tabelas simples aos
gráficos que as representam e vice-versa.
20) A tabela abaixo mostra a distribuição dos gastos médios, per capita, com saúde, segundo os
grupos de idade.

Qual dos gráficos representa a distribuição dada pela tabela acima?


(A) (B)

(C) (D)
(E)

Comentário Pedagógico
Esse é um assunto de grande relevância para o entendimento dos fatos nos dias de hoje. É
fundamental que o professor trabalhe com gráficos e tabelas em sala de aula. Há exemplos em
profusão na mídia e os estudantes devem ser fortemente incentivados a pesquisar e discutir em sala
de aula gráficos e tabelas obtidos em jornais, revistas, televisão, Internet etc. Esse tipo de atividade
é riquíssimo para desenvolver a habilidade pretendida e para bem situar os estudantes nos
acontecimentos e problemas da atualidade. (Gabarito 20- E)

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