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UNIDADE DE INFRA-ESTRUTURA

GERÊNCIA DE ENGENHARIA

MEMORIAL DESCRITIVO

PROJETO: ARQUITETÔNICO
AGÊNCIA: SHOPPING POMPÉIA
ENDEREÇO: AV. TURUASSÚ, Nº 2100, LOJA M0006 – BAIRRO PERDIZES – SÃO
PAULO/SP
_____________________________________________________________________
O presente memorial, tem por finalidade orientar a elaboração do
orçamento, a execução da obra, bem como completar as demais peças que compõem o
projeto para construção em epígrafe.

a) APRESENTAÇÃO
- A obra consiste na execução das instalações da agência em prédio novo, numa área
total aproximada de 44m², incluindo obras civis e demais serviços discriminados neste
memorial.

b) NORMAS GERAIS
- Todos os materiais usados na obra deverão ser de primeira qualidade, satisfazendo as
especificações.
- A mão-de-obra a empregar será também, de primeira qualidade, sendo a execução e
acabamento dos trabalhos esmerados e seguindo os melhores padrões conhecidos em
serviços congêneres.
- Os trabalhos executados que não satisfaçam as condições estabelecidas, poderão ser
impugnados pelo Banco, correndo por conta do empreiteiro as despesas necessárias
para a correção (demolição e refazimento ) dos serviços impugnados.
- Caso for julgado aconselhável a substituição de algum material especificado por outro,
só poderá ser feita mediante autorização por escrito da fiscalização.
- Correrá por conta do empreiteiro os encargos de Leis Sociais e Trabalhistas, inclusive
seguro contra acidentes de pessoal, contra terceiros e de ferramentas,
independentemente das providências e precauções a serem tomadas para a prevenção
de tais acidentes, por parte do empreiteiro, bem como providências e precauções
exigidas pelas leis de segurança do trabalho.
- A obra será fiscalizada por um Fiscal de Obras do Banco e dirigida por um responsável
técnico indicado pelo mesmo. As relações de serviço, entre o empreiteiro e o Banco, se
processarão por intermédio do Fiscal de Obras.
- O empreiteiro será responsável pela qualidade e desenvolvimento eficiente dos
trabalhos, devendo prestar, no local da obra assistência ao andamento dos serviços e
prover pessoal em número compatível com o cronograma de execução da obra.
- Competirá ao empreiteiro fornecer todo o ferramental, maquinária e equipamentos
adequados para possibilitar uma perfeita execução dos serviços contratados.
- Em caso de divergência entre cotas e desenhos e suas dimensões, medidas em
escala, prevalecerão as primeiras.
- Durante a obra o Banco poderá apresentar desenhos e detalhes complementares, os
quais serão convenientemente autenticados pelo empreiteiro.
- O empreiteiro manterá no local da obra um recinto fechado para o escritório da
mesma, onde existirá uma cópia completa dos projetos.
- O pagamento dos serviços se fará à medida que os mesmos venham sendo
executados e em obediência ao cronograma físico-financeiro, que será parte integrante
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do contrato, com retenção de 15% para pagamento final, na ocasião da entrega dos
serviços, certificado de quitação do IAPAS e HABITE-SE.
- A vigilância da obra, ininterrupta, deverá ser exercida por funcionário do empreiteiro, às
suas expensas, condicionando-se, entretanto,a aprovação de seu nome pelo Banco.
- Os serviços serão executados em estrita e total observância às indicações
constantes dos projetos.
- Deverá ser previsto o horário de trabalho estipulado pelo Bourbon Shopping.

I OBRAS CIVIS

1) INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
- Executar as instalações provisórias, conforme quantitativos da planilha e legislação
vigente nos Órgãos Públicos da localidade.
- O empreiteiro providenciará por sua conta a execução de todas as instalações
provisórias de energia elétrica, água, esgotos e respectivas ligações e taxas que se
fizerem necessárias para o funcionamento da obra.

2) PAREDES

2.1 Parede Gesso Acartonado


No fundo da loja, na área de retaguarda deverá ser instalada uma parede de
gesso acartonado, com espessura mínima de 12,5cm, fazendo o total fechamento até o
forro de gesso, conforme medidas e dimensões em planta. A porta de acesso a
retaguarda deverá estar localizada no canto direito. Observar a viga existente. A sala
para o ar condicionado também deverá ser de gesso acartonado, conforme dimendões
em planta baixa. Deverá ser previsto um isolamento acústico com lã de vidro.

2.1.1 Estrutura
Perfis em aço galvanizado dotados de furações adequadas à passagem de
determinadas tubulações/cabos e ao processo de fixação, constituídos de montantes
em forma de "u" e guias de piso, intermediárias e coroamento.
Os perfis empregados são do tipo específicos para cada espessura de parede,
isto é 75mm para espessura de 12,5cm e 2x50mm para espessura variável.
Deverão ser previstos montantes verticais a cada 625mm na estrutura das
paredes a fim de facilitar a fixação de objetos nas paredes.

2.1.2 Painéis de Gesso Acartonado


Para as divisórias de 12,5cm de espessura, será utilizado sistema composto por 2
painéis de gesso acartonado de 12,5mm de espessura cada por face, aparafusados em
perfilados metálicos de aço galvanizado, nos locais indicados no projeto arquitetônico.
Para a divisória de espessura variável, deverão ser empregadas 2 placas de
gesso acartonado de 12,5mm de espessura, 1 de cada lado da divisória, sendo fixadas
em perfis e montantes próprios para cada face da parede, com parafusos adequados à
espessura total do painel .

2.1.3 Elementos e processos outros de montagem


Deverão ser rigorosamente observadas todas as determinações do fornecedor do
sistema de paredes de gesso acartonado. Atenção especial para o acabamento que o
montador das paredes de gesso deverá dar nas juntas das placas de gesso. O processo
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se dará com o emprego de gesso natural calcinado e fita de papel kraft e deverá atender
a seguinte seqüência:
Na junta é aplicada uma camada de massa de gesso calcinado formando uma
faixa mais larga que a junta, sendo após seca lixada.
Sobre esta massa aplica-se a fita de papel kraft exatamente sobre o eixo da
junta.
É aplicada mais uma camada de gesso calcinado, cerca de 10cm mais larga de
cada lado que a faixa anterior de massa. Novo lixamento.
É feita uma última aplicação de massa, novamente mais larga que a faixa anterior
em cerca de 10cm de cada lado. Lixamento final para acabamento e adequação para
receber a massa corrida da pintura.

3) REVESTIMENTOS

3.1/ 3.2 Chapisco / Massa única


Todas as paredes internas deverão receber chapisco de cimento e areia e
posteriormente massa única. O reboco interno deverá ser perfeitamente alinhado.

3.3 Textura Grafiatto


Na parede lateral da gerência deverá ser previsto a aplicação de textura
Grafiatto em toda sua extensão até o forro de gesso.

3.4 Chapa dobrada - ALUCOBOND


A fachada principal da loja deverá ser revestida com módulos, ver desenho em
planta, negativos de 2cm entre uma placa e outra conforme detalhe de fachada, até o
alinhamento da loja. As chapas serão montadas tipo sanduíche, estruturadas
internamente com perfis metálicos. O acabamento será o mesmo externa e
internamente.

4) PAVIMENTAÇÕES

4.1 Porcelanato:
Para toda loja deverá ser previsto a colocação de porcelanato 60x60cm, cor
branca, sentido ortogonal, junta mínima, conforme projeto apresentado com paginação
de início no canto esquerdo a partir da entrada. Cor a ser definida pela fiscalização.

4.2 Soleira granito:


- No acesso da loja junto ao alinhamento do Shopping deverá ser prevista a colocação
de uma soleira de 30cm em granito para transição do piso interno. Observar o nível do
mall.
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4.3 Rodapés:
- Os rodapés serão de ipê 2x7cm, lixado com aresta superior boleada em todo contorno
de piso de porcelanato a ser instalado.

5) ESQUADRIAS E ELEMENTOS METÁLICOS

- Deverão seguir rigorosamente o projeto quanto às suas dimensões, tipo e


especificações.
- Todos os caixilhos deverão ser executados com base em medidas de projetos e
confirmadas "in loco".

5.1 Biombos de alumínio anodizado (Linha 30)

Na gerência deverá ser previsto biombos em perfil de alumínio anodizado preto,


linha 30, nas dimensões de 120x150cm com vidro liso 5mm fumê. Prever também 02
sapatas duplas para apoio.

5.2 Esquadria de vidro temperado – 10mm

Na fachada principal deverá ser prevista uma esquadria em vidro temperado,


dimensão de 160x233cm, contendo duas portas de abrir (80x233cm, cada). Prever mola
de piso nas duas folhas.

Especificações:
- Farão parte integrante do fornecimento das esquadrias todas as ferragens
necessárias ao perfeito funcionamento, observadas as especificações do presente
memorial:
- Fechadura Papaiz - 32 CR.
- Trave de segurança Papaiz-Tetra Chave, ART 140 CR
- Tranca interna.
- Puxadores vertical, cromado para vidro temperado, padrão Banrisul
- Dobradiças de latão cromado 3" x 2 1/2".
- Mola de piso Dorma MA 200 (2 un) .

5.3 Esquadria de madeira

A esquadria de madeira a ser fornecida deverá ter acabamento liso, com uma
demão de selador e serem pintadas na cor branco. As ferragens, dobradiças e
fechaduras deverão ser previstas conforme padrão do Banrisul.
5.3.1 – Porta da retaguarda: madeira, de abrir, abertura sentido horário, dimensão
80x210cm, visor com vidro mini-boreal, com mola aérea.
5.3.2 – Porta Ar condicionado: madeira, sanfonada, dimensão 100x210cm, com
isolamento acústico.

Especificações:
- Farão parte integrante do fornecimento das esquadrias todas as ferragens
necessárias ao perfeito funcionamento, observadas as especificações do presente
memorial:
- Fechadura Papaiz - 32 CR.
- Trave de segurança Papaiz-Tetra Chave, ART 140 CR
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- Tranca interna.

Especificaçãoes dos vidros:


- Os vidros a serem utilizados na obra não deverão apresentar bolhas, lentes,
ondulações, rachaduras ou outros defeitos de fabricação.
- Os vidros serão fornecidos em suas dimensões exatas, medidas na obra.
- O vidro do visor da porta a ser empregado será 3mm, mini-boreal, incolor, sem
deformações, falhas ou qualquer outra característica que deturpe seu aspecto
transparente.
- Na esquadria da fachada serão colocados vidros temperados 10mm liso, incolor sem
deformações ou falhas.

6) COBERTURA E FORROS

6.1 Forro de Gesso


- Deverá estar previsto em todos os locais indicados em planta, atendendo o respectivo
pé-direito. O revestimento consistirá de gesso fixado por arames galvanizados e tirantes,
nas dimensões 70cm x 70cm espessura de 2cm, com execução de "negativo" de gesso
em todas as peças como acabamento de periferia do forro. Prever junta de dilatação a
cada 5m nos dois sentidos.
- No acabamento em negativo, deverá ser colocado chumaço de sisal para vedar
evitando a perda de ar.
- Prever os recortes necessários para instalação das luminárias e grelhas, contemplando
também o reforço de gesso quando houver necessidade.
- Prever a instalação de alçapões no forro de gesso, redondos com diâmetro de 40cm.

7) PINTURAS

7.1 Alvenarias:
- Todas as paredes internas rebocadas, bem como forro de gesso deverão receber uma
selador e massa corrida. As paredes serão pintadas com tinta acrílica acetinada, cor
branco gelo.
- Na gerência, onde foi aplicado textura de grafiatto deverá receber pintura com tinta
acrílica semi-brilho na cor azul bem claro (padrão Banrisul).
- Também deverá ser prevista esta mesma cor na parte de gesso acartonado no
fundo da loja, conforme detalhe apresentado em planta.

7.2 Rodapés
- Os rodapés serão pintados com verniz fosco.

7.3 Forro
- O forro de gesso receberá selador, massa corrida e pintura em tinta PVA na cor
branca.

Observações:
- Seguir rigorosamente as especificações do fabricante.
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- Antes de pintar, a superfície será raspada, lixada e recuperada, devendo estar limpa,
seca e preparada para o tipo de pintura a que se destina.
- Todas as pinturas serão executadas em tantas demãos quantas forem necessárias
para um perfeito acabamento.
- Toda a superfície pintada deverá apresentar uniformidade quanto a textura e brilho.
- Todas as tintas utilizadas deverão ser da marca Sherwin Williams,Glassurit do Brasil,
Suvinil ou Renner.
- As cores não especificadas serão definidas pela fiscalização do Banco.

PROGRAMAÇÃO VISUAL EXTERNA / FACHADA

O sistema de programação visual é composto pelo seguinte elemento conforme


segue:

- Logomarca vertical com legenda BANRISUL nas medidas 50X210X15cm.

Todas as logomarcas serão executadas em chapa metálica vazadas, com legenda


em acrílico e iluminadas internamente.

NORMAS GERAIS

- Quando da Autorização dos serviços será feito uma vistoria na empresa vencedora
para comprovar as condições técnicas e de qualidade.
- Todos os materiais utilizados nas peças componentes do sistema deverão ser de
primeira qualidade, satisfazendo, no mínimo, as especificações.
- A mão de obra empregada, tanto na confecção de cada peça como na sua instalação,
deverá ser especializada e os acabamentos e arremates de primeira qualidade, segundo
os melhores padrões conhecidos em serviços congêneres.
- Os trabalhos executados que não satisfaçam as condições estabelecidas, poderão ser
impugnados pelo Banco, correndo por conta do fornecedor as despesas necessárias
para a correção, desmontagem ou refazimento dos serviços impugnados.
- No caso de impugnação total do sistema ou de um elemento da programação em
execução, o Banco não prorrogará o prazo de entrega previsto na planilha e contrato.
- Caso for julgado aconselhável a substituição de algum material especificado por outro,
essa só poderá ser feito mediante autorização por escrito do técnico responsável.
- Correrão por conta da empresa fornecedora os encargos de Leis Sociais e
Trabalhistas, seguros contra acidentes de pessoal, contra terceiros e de ferramentas.
- A instalação será dirigida por um responsável técnico da empresa fornecedora.
- A instalação da programação visual deverá ser efetuada de acordo com as normas e
diretrizes do Bourbon.
- O fornecedor será responsável pela qualidade e desenvolvimento eficiente dos
trabalhos, devendo prestar, no local da obra, assistência aos andamentos dos serviços,
prover pessoal em número compatível com o cronograma de execução da obra.
- A vigilância do material e da obra será de responsabilidade da empresa fornecedora.

INSTALAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO VISUAL


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- As Agências não possuem espaço físico para guarda de material ou ferramentas.


- Se houver necessidade de pequenas adaptações será de responsabilidade do
fornecedor, mantendo a qualidade do material especificado em projeto, sob aprovação
prévia da Gerência de Engenharia do Banco.
- Caso se julgue necessário a alteração da localização de algum elemento da
programação, esta só será feita com aprovação da Gerência de Engenharia.
- O fornecedor será responsável por reparos na fachada ou outros locais em
conseqüência da instalação da Programação Visual.
- Deverão ser instaladas placas indicativas e demais programação visual interna
fornecida pelo Banco.
- A montagem do layout, mobiliário,etc correrá por conta do executor.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

- As empresas deverão ser comprovadamente atuantes no segmento de programação


visual.
- É VETADO a utilização de qualquer outro material não especificado na confecção das
logomarcas especificadas.
- As peças em acrílico deverão ser termomoldada em molde de madeira conforme
especificações do projeto e logomarca BANRISUL.
- As peças em acrílico deverão ter rigorosamente as espessuras especificadas no
projeto.
- O acrílico utilizado na confecção das logomascas será da Forti Chapas Acrílicas ou
equivalente.
- O recorte metálico das chapas e o acrílico colorido nas cores da logomarca BANRISUL
deverão ser do exatamente mesmo tamanho. A diferença entre o acrílico colorido e a
bandeja termomolda poderá ser no máximo 5mm.
- O acrílico colorido deverá ser colado com cola do tipo S330 Sinterglass ou equivalente
- A fixação do acrílico na chapa metálica se dará através de pino com rosca, sendo fita
adesiva 3M VHB aceita somente nos casos especificados no projeto (pórtico Banrisul
Eletrônico).
- Somente serão aceitas chapas galvanizadas na confecção das logomarcas.
- As soldas deverão se imperceptíveis ao olhar e ao toque.
- Na estrutura deverá ser utilizado o processo de soldagem MIG.
- Antes de receber tratamento antiferruginoso Coralguard ou equivalente, as soldas da
estrutura deverão ser batidas.
- As chapas galvanizadas serão tratadas por decapagem química, neutralização e
desengorduramento.
- Após tratadas, as chapas galvanizadas receberão aplicação de fundo wash primer e
fundo universal nivelador. No pórtico Banrisul Eletrônico, os locais que receberão fita
dupla-face 3m VHB deverão ser protegidos com fita crepe para evitar problemas futuros
de aderência.
- A finalização do acabamento das chapas de dará com a aplicação de 3 demãos de
tinta automotiva de acabamento poliéster nas cores padrão prata alumínio fino 1001 e
braço base pura ref. Wandacar

MANUTENÇÃO, RESPONSABILIDADE TÉCNICA E GARANTIA

- Na entrega das obras deverá ser fornecida garantia de dois anos por quaisquer
defeitos de fabricação, instalação e pintura.
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OBSERVAÇÕES GERAIS
- É fundamental a visita ao local da obra para verificar das condições de instalação de
cada elemento.
- Quaisquer dúvidas serão esclarecidas junto a Gerência de Engenharia da Unidade de
Infra-Estrutura.
- Antes do início da obra haverá uma reunião entre empresa executante e a equipe
técnica do Banco, onde haverá explanação geral dos projetos, em data previamente
combinada.
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MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO

PROJETO : INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

ENDEREÇO : SHOPPING POMPÉIA – SÃO PAULO/SP

PROPRIETÁRIO: BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

GENERALIDADES

1. OBJETO

A presente discriminação e memorial técnico refere-se ao projeto pertinente aos


serviços de infra-estrutura de energia elétrica a ser executado no Shopping sob SUC
M006.

2. PROJETO

Compõe o presente projeto, além deste Memorial Técnico Descritivo, as seguintes pranchas:

Prancha 01 - Planta de Forro – Iluminação


Prancha 02 - Planta Baixa – Tomadas Elétrica e Telefone E Lógica
Prancha 03 – Planta de Forro – Sistema de Alarme

3. RESPONSÁVEL TÉCNICO

Autor : Eng. Alexandre Scherer Freire


CREA : n.º 111795
Endereço : Av. Independência, 1184/84 – Independência - Porto Alegre, RS.
Telefones : (51) 3212 1906 - (51) 9963.9743.
E-mail : a.freire@terra.com.br

4. NORMA E PADRÕES

Os cálculos foram executados de acordo com as seguintes Normas e Regulamentos

5.1 NORMAS NACIONAIS


ABNT – NBR 5410 –(Instalações Elétricas de Baixa Tensão): define eletrodutos - taxas de ocupação
– fiação - etc
Manual Técnico para Instalações de Lojas – SHOPPING POMPÉIA

SISTEMA ENERGIA ELÉTRICA COMERCIAL – DESCRIÇÃO SERVIÇOS


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1. DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA

O sistema adotado foi TN-S, 3F+N+PE

2. TENSÃO DE SUPRIMENTO
O suprimento de energia elétrica será em baixa tensão trifásica em baixa tensão em 380/220 V - 60
Hz.

3. ENTRADA DE ENERGIA
A entrada de energia é existente, fornecida pelo SHOPPING POMPÉIA na frente da loja, devendo o
SUC executar a partir do ponto de entrega, instalação de eletroduto de ferro diâmetro 32mm entre o
ponto de origem até a caixa de Medição localizada na casa de máquinas da loja.

4. MEDIÇÃO DE ENERGIA

A medição de energia será conforme indicado no projeto na prancha EL-01. O medidor de energia
elétrica será do tipo eletrônico, watt-hora, trifásico, memória de massa com três elementos para
medição indireta, com tensão de entrada de 380V VCA (F-F), freqüência 60Hz, corrente de entrada
5A, tensão de alimentação de 220VCA (F-N), com leitura local através de contador mecânico de
pulsos e á distância através de saída RS485, devendo ser específicadp (*) instalado ás expensas do
lojista.
Modelo : MULTI-K PLUS com memória de massa
Trifásico com 3 elementos, 4 fios (estrela)
Tensão de entrada: 0 – 500VCA (F-F)
Corrente de entrada: 5A (CA)
Freqüência de entrada: 40 a 400Hz
Saída: RS 485
Alimentação externa: 110/220VCA
Endereçamento: Via Software
Protocolo de comunicação: Modbus-RTU

REFERÊNCIA : MULTI-K PLUS Z 4 8 1 5 5 1 1 1 0 1 – Configuração Trifásica

Os TC´s serão do tipo barra, corrente secundária 5A e corrente primária 30A com classe de exatidão
de 0,3 C 0,5.

5. PROTEÇÃO GERAL DE BT

A proteção geral de BT será efetuada por disjuntor termomagnético, tripolar,

corrente nominal de 30A (3x30A), com capacidade de interrupção de 18kA, curva

de disparo “C”, capacidade magnética entre 5 e 10 In, instalado no painel de

medição.
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6. ATERRAMENTO
O aterramento do sistema de energia elétrica será o fornecido pelo SHOPPING.
Todos os equipamentos tipo: reatores, luminárias, tomadas terão fio terra exclusivo, não podendo
ser utilizado o condutor neutro para este fim.

7. CABO GERAL DE ENTRADA


A partir do ponto de entrega fornecido pelo SHOPPING até a caixa de medição localizado na casa
de máquinas da loja, o ramal de entrada será em cabo unipolar tipo Sintenax 4 (1x 6,0mm²) -
0,6/1,0 kV. Será protegido mecanicamente no trajeto por eletroduto de ferro diâmetro 32mm. As
caixas de passagem nas dimensões 100x100x50mm, a serem utilizadas nessa infra-estrutura
deverá possuir tampa com dispositivo para lacre.
Os condutores do alimentador deverão ser identificados conforme segue:

- Fase R = Vermelho
- Fase S = Branco
- Fase T = Preto
- Neutro = Azul Claro
- Terra = Verde

8. ALIMENTADORES
Da medição partirá o alimentador ao quadro de luz, sendo protegido por tubulações conforme
especificado em projeto. A queda de tensão máxima será de 2%. Assim, teremos:

Uso Geral:

CD : cabo 5(1 x 6,0 mm² ) em eletroduto diâmetro 32 mm.

Ar Condicionado:

O ponto de ar condicionado parte individualmente do CD.

9. CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO – Medição/CD

Será instalado quadro de Medição e Distribuição de Luz/Tomadas do tipo


aparente, com dimensões de 400x1000x200mm, conforme detalhe na planta,
tendo em seu interior:
a) barramentos de fase, neutro e terra, em cobre eletrolítico chato para 100A, montados sobre
isoladores de epóxi de capacidade de ruptura de 10kA e isolados;
b) Disjuntores tripolares, monopolares para proteção dos circuitos terminais, conforme esquema
trifilar e quadro de carga especificado em projeto.
Deverá ter porta com trinco e sobre-tampa vazada para passagem das alavancas do
componentes internos, tais como disjuntores, chaves.
No CD todos os condutores deverão ser identificados na sua origem junto aos barramentos,
disjuntores, com marcadores especiais, conforme sua designação. Por exemplo: FCKT3; NCKT3 ;
TCKT3, para fase, neutro e terra do circuito “3”.
No CD deverá ser colocada etiqueta de acrílico com fundo preto e letras brancas, tamanho 1x4cm
para identificação dos circuitos, por exemplo: GERAL; ILUM. SALÃO, conforme quadro de carga.
No CD a distribuição dos componentes deve ser equilibrada, com todos os condutores
seguindo um trajeto organizado, unidos com fita plástica branca espiral tube, bitola 5/8’.
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No CD o barramento do neutro e terra serão fixados sobre isoladores de epóxi em

condições de suportar, no mínimo, uma corrente de curto circuito de 10kA.

9.1 CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO INFORMÁTICA – CD-Estabilizado

Será instalado um quadro de força para os circuitos estabilizados (Informática). Esse quadro
deverá ser de sobrepor e possuir configuração interna de forma a proporcionar dois barramentos
distintos de FFFNT, ou seja, barramentos distintos, sendo um para atender a rede elétrica não
estabilizada e outro para atender a rede de informática, que será atendida pela saída do No-Break.

Sendo então esse quadro deverá possuir dimensões mínimas de 400x600x150mm, para
possibilitar a instalação de 20 disjuntores DIN, sendo 10 espaços para o barramento não
estabilizado e 10 espaços para o barramento estabilizado e mais:

a) barramentos de fase, neutro e terra, em cobre eletrolítico chato para 100A, montados sobre
isoladores de epóxi de capacidade de ruptura de 10kA e isolados;
b) Disjuntores tripolares, monopolares para proteção dos circuitos de entrada e saída no-break e
circuitos terminais, conforme esquema trifilar e quadro de carga especificado em projeto.
Deverá ter porta com trinco e sobre-tampa vazada para passagem das alavancas do
componentes internos, tais como disjuntores, chaves.
No CD-Estab. todos os condutores deverão ser identificados na sua origem junto aos barramentos,
disjuntores, com marcadores especiais, conforme sua designação. Por exemplo: FCKT3; NCKT3 ;
TCKT3, para fase, neutro e terra do circuito “3”.
No CD-Estab. deverá ser colocada etiqueta de acrílico com fundo preto e letras brancas, tamanho
1x4cm para identificação dos circuitos;
No CD a distribuição dos componentes deve ser equilibrada, com todos os condutores seguindo
um trajeto organizado, unidos com fita plástica branca espiral tube, bitola 5/8’.
No CD-Estab. o barramento do neutro e terra serão fixados sobre isoladores de

epóxi em condições de suportar, no mínimo, uma corrente de curto circuito de

10kA.

10. DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO DOS CD´s

10.1 Disjuntores Circuitos Terminais e Geral

Deverão ser instalados disjuntores tripolares e monopolares, com capacidade de


interrupção de 4,5kA respectivamente, para proteção geral e dos circuitos terminais
conforme esquema unifilar e quadro de carga especificado em projeto.
Os disjuntores do CD deverão ser caixa moldada, tipo termomagnético, contendo dois sistemas de
proteção independentes;
- contra sobrecargas, por elemento de disparo térmico;
- contra curto-circuito, por bobina de disparo eletromagnético;
Deverão atender à Norma NBR-5361 e ter vida média de pelo menos 20.000 manobras mecânicas
e/ou elétrica com corrente nominal;
Ter curva de disparo tipo “C” e o disparo, em caso de curto-circuito, deverá se dar entre 7 e 10xIn.
Como referência citamos o mini disjuntor, tipo N, da Siemens ou equivalente.
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Deverá ser instalado para comando dos circuitos de iluminação, microcontactoras de potência, do
tipo trifásica em 220V. Deverão ser dispositivos para até 20A , tendo como padrão de referencia os
da marca Siemens, Haguer, Steg.

10.2 Diferencial Residual - DR

Deverá ser instalado como proteção geral do CD, um dispositivo do tipo IDR de corrente nominal de
30A e corrente diferencial 30mA da Siemens.

11. CIRCUITOS TERMINAIS

Os condutores dos circuitos terminais têm suas seções especificadas no quadro de


cargas, conforme especificado em projeto.
Os condutores projetados serão protegidos contra curtos-circuitos e sobrecargas, por
disjuntores no CD de Luz.
Os circuitos de distribuição projetados foram dimensionados para que a queda de tensão não
ultrapasse a 2% da tensão nominal nos respectivos percursos.
A codificação de cores para os circuitos será a seguinte:
- Fase R............................Cor vermelha
- Fase S............................Cor branca
- Fase T............................Cor preta
- Neutro............................Cor azul clara
- Retorno..........................Cor amarela
- Terra..............................Cor verde

12. LUMINÁRIAS

Todas as luminárias, lâmpadas, soquetes e reatores a serem instaladas serão novos, conforme
projeto.
Serão luminárias completas de embutir no forro, e terão reatores alojados em cima da respectiva luminária.

As luminárias 2x32W serão de embutir, completa, devendo conter: base corpo em chapa de aço
com tratamento em superfície fosfatizada, pintura eletrostática em pó híbrido na cor branca, sistema
óptico, refletor parabólico em alumínio anodizado brilhante e aletas planas em chapa de aço e
acabamento em pintura eletrostática branca.

Para efetuar a alimentação das luminárias deverá ser deverá ser utilizado sobre o
forro cabos multipolar de 3x2,5mm² do tipo PP (Cordoplast), entre o ponto de
derivação (perfilado/caixas) e as respectivas luminárias. Deverá ser observada a
utilização dos devidos conectores de fixação, isolação, conforme detalhe em planta.

O circuito referente ás luminárias e luminoso externo deverão estar interligados no sistema de


comando descrito no projeto. Esses sistema será utilizado pelo Shopping para comando remoto da
iluminação durante o período de utilização e/ou circulação, pelo público nas áreas do Mall do
Shopping. Para tal a contratada deverá efetuar a instalação de eletroduto de ferro diâmetro 20mm
(3/4”) desde o ponto de entrada até a respectiva caixa de comando ao lado co CD da loja. O
dispositivo de comando para esses circuitos consiste em uma Contatora denominada de C1, os
demais circuitos da iluminação serão comandados pela contatactora C2. (Vide diagrama na planta).
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12.1 ILUMINAÇÃO EMERGÊNCIA

A iluminação de emergência, consiste na instalação de módulos eletrônicos que possibilitam que as


luminárias permaneçam acessas em condições e emergência. Utiliza bateria externa de 6V/4Ah, gel
com autonomia para até 2horas com uma lâmpada em funcionamento.
Como padrão de referência citamos o modelo MR-AF 12V 2x32W da UNITRON

O circuito elétrico de alimentação do referido módulo é exclusivo desde o CD de Luz, conforme


mostrado na planta.

REDE TELEFONICA E DE DADOS – DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS

1.1 Descrição Geral do Sistema

Será instalado um DG interno na área do Banco, a qual deverá estar interligado com a tubulação de
entrada telefônica prevista para a loja. O cabo telefônico de entrada consistirá em 5 cabos do tipo
UTP 4 pares cat. 5E desde o ponto de derivação do SCHOPPING. A partir do DG-Interno deverá
derivar um cabo CI 10 pares para atender as linhas de Dados(Modem) e um CCI 5 pares para
atender a Central de Alarme. Os respectivos cabos utilizarão a infra-estrutura a instalar conforme
demonstra detalhe na planta.

Os respectivos cabos deverão ser abertos nas duas pontas em blocos específicos de telefonia.

INFRA-ESTRUTURA – ESPECIFICAÇÕES GERAIS


Todos os materiais utilizados na obra deverão ser de primeira qualidade ou estar satisfazendo as especificações.

A mão-de-obra a empregar será, também, de primeira qualidade, sendo a execução e acabamento


dos trabalhos, esmerados e seguindo os melhores padrões conhecidos em serviços congêneres.

Caso for julgado aconselhável a substituição de algum material especificado por outro, ela só poderá ser feita mediante
autorização por escrito da fiscalização.

A obra será dirigida por um responsável técnico e terá um fiscal de obras.

CONSIDERAÇÕES GERAIS

Os eletrodutos deverão ser metálicos, tipo Leve I, pesado e nas suas emendas deverão
obedecer os seguintes critérios:
Acima do forro: luva com rosca.
Aparente fixo na parede: luva com rosca ;
Aparente no teto fixo por estrutura metálica: luva com rosca.

Quando for necessário a utilização de eletroduto flexível o mesmo deverá ser ser do tipo SEAL
TUBE, metálico com cobertura de pvc e conexões zincadas rosqueadas.

CD será de uso aparente, e possuir barramentos distintos: para o fio fase, neutro e terra. Todos
estes barramentos devem ser compatíveis com a capacidade de carga especificada em planta.

Todos os condutores deverão ser anilhados e identificados, em ambas as


extremidades, e tomadas, conforme sua designação. Por exemplo: FCKT -03;
NCKT -03: TCKT -03, para fase, neutro e terra do circuito "3".
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Cada anilha deverá ter a dimensão adequada ao respectivo cabo.

No CD os condutores terão acabamento com fita plástica branca espiral tube bitola 3/8".

Os condutores dos circuitos terminais (fase, neutro e terra) deverão possuir

terminal olhal soldado, para conexão nos barramentos e tipo pino no disjuntor,

quando de bitola inferior a 35mm².

Para conexão dos eletrodutos às caixas de passagem e etc., poderão ser utilizados

terminais tipo bolsa ponta com rosca, instalando na extremidade do terminal, bucha e

arruela, à razão de 2 unidades por caixa de saída e 4 unidades por caixa/centro de

distribuição.

As dimensões dos eletrodutos são consideradas como internas. Por exemplo: 20mm = 3/4",
25mm=1".

Os serviços executados no piso, parede e acima do forro deverão ser deixados acesso livre para
fiscalização.

A obra deverá ser entregue com o arremate das partes envolvidas no serviço, tais como: alvenaria,
lambri, gesso, pintura, etc.

A empresa deverá entregar a obra com todos os acabamentos no prazo previsto. Assim sendo a
empresa deverá comunicar o término do serviço, obedecendo ao prazo previsto.

ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS

1. Geral

CONDUTORES; os circuitos alimentadores e terminais serão com cabo do tipo AFUMEX - 750V:
Fabricante: Pirelli , Inbrac, Alcoa, Siemens ou Condugel ou equivalente:

DISJUNTORES: Os disjuntores do CD deverão ser caixa moldada, tipo termomagnético, contendo


dois sistemas de proteção independentes: contra sobrecargas, por elemento de disparo térmico e
contra curto-circuito, por bobina de disparo eletromagnético ; deverão atender
à Norma NBR-5361 e ter vida média de pelo menos 20.000 manobras mecânicas e/ou elétrica
com corrente nominal , e o disparo, em caso de curto-circuito, deverá se dar entre 7 e 10xIn;
Fabricante: Siemens sistema N (mini disjuntor 5 sm) tipo G, ou equivalente.

QUADRO DE MEDIÇÃO E DISJUNTORES: Tipo quadro de Comando nas dimensões


400x800x200mm será de sobrepor, e possuirá camuflagens nos espaços vagos, ou equivalente.
Fabricante: Siemens ou Metalúrgica Atlanta, Cemar, ou equivalente.

TOMADAS: serão do tipo 2P+T (chatos) com suporte metálico para continuidade do aterramento.
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Fabricante: PIAL, ou equivalente.

CABO CI-50-10P: cabo com 10 pares de condutores, em cobre recozido, estanhados e isolados em
PVC. O conjunto de pares que formam o núcleo deve ser blindado com fitas de alumínio, sobre as
quais é colocada uma capa externa de PVC.
Fabricante: PIRELLI ou equivalente.

ELETRODUTO: internos, aparentes e acima do forro, deve ser de ferro galvanizado, tipo leve I,
pesado. Com bitolas de ¾”, 1” .

Obs.: os demais acessórios a serem usados para conexões deverão possuir rosca.
Fabricante: Zamprogna, Tomell, ou equivalente.

ABRAÇADEIRA: serão "d" tipo chaveta.

CONDULETE: de alumínio fundido, com espelho cego das mesmas bitolas do eletroduto, com
medidas mínimas de 100x100x65mm.
Fabricante: Tramontina; Forjasul ; Wetzel , ou equivalente.

CAIXAS DE SAIDA: as caixas de saída, a serem utilizadas embutidas nas


paredes, para rede elétrica, telefone, será do tipo 100x100x50mm(4x4”),
100x50x50mm(4x2”) serão zincadas, possuindo suporte em aço galvanizado e
rosqueado para fixação dos parafusos, e discos estampados de fácil remoção,
com altura conforme projeto.

CANALETA DE ALUMINIO: Deverão possuir as medidas 73x45mm / 73x25mm, com dois e/ou três
septos. Deverá possuir tampa e ser pintada, assim como os demais acessórios para sua instalação,
tendo como padrão de referência a Dutotec da Q&T.

CANALETE DA PVC: Para instalação dos pontos junto aos birôs no piso, serão do tipo RD 50 com
3 divisões da KSS Brasil ou HP2/50 da Hellermann.

RACK: Tipo de parede tamanho 10U, no mínimo, devendo efetuar o aterramento do mesmo, para
abrigar todos os equipamentos.
Duas bandejas para os modens, guias para cabos horizontal e vertical, longarina interna móvel, porta
frontal, painéis laterais, etc.

• Profundidade - 560 mm.


• Porta Frontal - acrílico.
• Pintura - pintura eletrostática.
• Elétrica - calha com 5 tomadas (fase, neutro e terra) localizada na parte traseira do Rack.
• A distância entre a porta frontal e o painel de conexão dos equipamentos deverá ser de
100 mm.

• O RACK deverá ser instalado a uma altura de 2,00 metros do piso

CAIXA P/ MODEM: Será da marca CEMAR ref: CPS-17OS, 185x210x74mm e será instalada a uma
altura de 0,90m do piso.

CABO LÓGICO: O cabo de sinal lógico será do tipo UTP 4 pares, categoria 5E da marca Furukawa,
modelo MULTI-LAN. Será conectado nas tomadas RJ45 e nos conectores RJ45.

CABO TELEFONE: Os cabos telefônicos CCI 2 pares (Branco/ Azul/ Branco/ Laranja), e 5 pares
(Branco/ Azul/ Branco /Laranja/ Branco/ Verde/ Branco/ Marrom /Branco/ Cinza) terão condutores
rígidos de cobre estanhado com diâmetro 0,50 mm., isolamento externo em pvc cinza e seguirão as
normas TELEBRAS (SPT-235-310-702).
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Todos os cabos telefônicos de 10 pares e acima deste, terão condutores rígidos de cobre estanhado
com diâmetro 0,50 mm., blindagem com fita de alumínio, isolamento pvc cinza e seguirão as normas
TELEBRAS (SPT-235-310-702).

CHAVE REVERSOSRA: Será instalada em caixa específica, tipo GSP marca Siemens, ou modelo
913223CMS17MOP – 40 A marca Cemar, ao lado do CD-Estab.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
A obra deverá ser entregue com todos os acabamentos necessários, assim como também
elaboração dos Asbuilts final das instalações.
Qualquer detalhe omisso neste memorial deverá ser ratificado junto a fiscalização e/ou seguir
discriminações do memorial especifico do Shopping.

Porto Alegre, 13 de Junho 2008.

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Alexandre Scherer Freire
Eng. Eletricista – CREA/RS 111795
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MEMORIAL DESCRITIVO
PROJETO DE CLIMATIZAÇÃO

BANRISUL

AGÊNCIA BOURBON SHOPPING POMPÉIA

Porto Alegre, maio de 2008


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ÍNDICE

1. DESCRIÇÃO;
2. CONDIÇÕES DE CÁLCULO;
3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS;
4. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO;
5. RELAÇÃO DE PRANCHAS;
6. ANEXOS;
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1. DESCRIÇÃO:
OBJETO: O sistema de climatização (ar condicionado, ventilação e exaustão mecânica)
visa propiciar as condições de conforto térmico aos ambientes da agência do Banrisul a
ser instalada no Bourbon Shopping Pompéia - SP. Para a manutenção das condições
de conforto dos ambientes condicionados serão controlados os seguintes parâmetros
ambientais
- Temperatura do ar;
- Renovação do ar;
- Filtragem de ar;
- Movimentação do ar.
A umidade relativa não será controlada diretamente, mantendo-se, entretanto, nos dias
quentes e úmidos, em valores adequados para o conforto devido ao resfriamento do ar,
em função do controle de temperatura.

1.2 SISTEMA ADOTADO:

Os ambientes serão climatizados por sistema do tipo de expansão indireta, através do


uso de um condicionador de ar do tipo fancoil. O fancoil será instalado em uma sala de
máquinas localizada junto à tesouraria.
O insuflamento de ar no ambiente será feito através de uma rede de dutos em chapa
galvanizada isolados termicamente, conectados a difusores (DI). O retorno de ar será
feito através de uma grelha de retorno (GR) instalada no forro e conectada a um duto de
retorno.
A renovação de ar para a sala de máquinas será provida através de um duto conectado
ao duto flexível disponibilizado pelo shopping center localizado nos limites da loja.
A água gelada utilizada pelo fancoil também será provida pelo shopping center através
de dois tubos (avanço e retorno) localizados no limite da loja.
O controle de temperatura será automatizado através de válvula de controle com sensor
posicionado no ambiente.
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2. CONDIÇÕES DE CÁLCULO:
2.1 CONDIÇÕES GERAIS

O projeto foi elaborado segundo as seguintes normas da Associação Brasileira de


Normas Técnicas (ABNT) e Anvisa:
- NBR 6401/80;
- Portaria n° 3.523, de 28/08/98 do Ministério da S aúde;

Também foram seguidas as orientações das seguintes publicações:


- ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers);
- HVAC Systems Duct Design - SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractor’s
National Association);
- Handbook of Conditioning System Design da Carrier;
- Catálogos de fabricantes.

2.2 CONDIÇÕES AMBIENTAIS:

Condições Externas (item 10.2.1.1 - pág. 28 do Caderno Técnico para Instalações de


Lojas):

Verão:
Temperatura de bulbo seco: 34,0ºC
Temperatura de bulbo úmido: 26,0ºC

Condições Internas (item 10.2.1.1 - pág. 28 do Caderno Técnico para Instalações de


Lojas):

Verão: temperatura de bulbo seco: 24 ºC


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3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS:
3.1 UNIDADE FANCOIL.

Gabinete: Executado em estrutura metálica de chapa estampada ou perfis de alumínio,


com tratamento contra corrosão por decapagem ou por galvanoplastia e acabamento
com esmalte sobre demão de base antioxidante. Painéis duplos com o mesmo
tratamento e removíveis para acesso ao interior do equipamento para manutenção.
Revestimento interno com isolamento termo-acústico adequadamente fixado. Apoios
com coxins de borracha ou amortecedores para atenuação de vibrações.
Observação: Devido à limitação de acesso das unidades estas deverão ser compostas
por dois módulos, bi-partidas, (módulo ventilador e módulo trocador de calor). Deve-se
dar preferência aos aparelhos que permitam total remoção dos painéis que compões o
gabinete, evitando-se o uso de equipamentos com abertura por dobradiças.
O gabinete deve possuir bandeja de condensado em alumínio naval, com caimento
evitando o acúmulo de condensado e corrosão, conectada à lateral do equipamento já
com o sifão necessário para evitar retorno e transbordamento. A bandeja deve possuir
isolamento térmico em material auto-extinguível que evite possível condensação sob a
unidade.

Serpentinas: Serão constituídas por tubos de cobre 1/2” sem costura, com aletas
corrugadas de alumínio (8 aletas por polegada), fixadas mecanicamente, dimensionadas
de forma a atender a capacidade prevista para o condicionador e previamente testadas
contra vazamentos (28 kg/cm²). Os coletores de entrada e saída deverão possuir dreno
e purga de ar.

Ventiladores: Serão do tipo centrífugo, com dupla aspiração, construídos em aço


carbono com proteção antioxidante, com rotores balanceados estática e dinamicamente.
Serão acionados através de correias, sendo a motora regulável para ajuste de vazão.
Deverão possuir baixo nível de ruído.

Motor: O motor elétrico da unidade deverá ser de alto rendimento, totalmente fechado,
ventilação externa, com grau de proteção IP-55, assíncrono, de indução trifásico, com
rotor tipo gaiola.

Filtros de Ar: Devem ser do tipo descartável, em fibra sintética com agente bacteriano
em dimensões padronizadas e instalados no ar de retorno, imediatamente à montante
da serpentina. Deverá ser instalado um pré-filtro em tela metálica antes do filtro
principal. Devem ter eficiência compatível com a classe G-3(filtro) e G0(pré-filtro) da
Norma Brasileira (ou superior).

Marca e modelo de referência: York YH03 ou equivalente.

3.2 SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR

Dutos de Insuflamento, Retorno e Ar Exterior: A rede de dutos será executada em


conformidade com a NBR-6401 da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Será
executada em chapas de aço galvanizado, nas bitolas recomendadas, de acordo com
os traçados e seguindo rigorosamente as dimensões constantes em projeto. Deverá ser
um sistema isento de vazamentos, ruídos e vibrações. Os dutos deverão ser totalmente
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estanques. Para tanto, todas as juntas (longitudinais e transversais), assim como a


junção com as grelhas de insuflamento deverão ser calafetadas. As bitolas de chapas
dos dutos convencionais são as seguintes:

LADO MAIOR (cm) BITOLA DE CHAPA


Até 30 26
De 31 a 75 24
De 76 a 140 22
De 141 a 210 20

Os dutos de insuflamento de ar serão do tipo convencional, executados em chapa


galvanizada e isolados termicamente com mantas de lã de vidro com espessura de
50mm e resistividade térmica 0,95 m2.K/W, com película de alumínio na face externa. O
isolamento será colado aos dutos e o acabamento deverá ser com cantoneiras de
plastico e fitas plásticas. Todas as dobras ou outras operações mecânicas, nas quais a
galvanização tiver sido danificada, deverão ser pintadas com tinta anti-corrosiva, antes
da aplicação do isolamento.Todas as juntas deverão ser vedadas com massa plástica,
isentas de silicone.
Os dispositivos de fixação e sustentação (suportes, ferragens etc...), deverão ser
fabricados em aço galvanizado. A ligação dos dutos com a descarga dos ventiladores
deverá ser feita por meio de uma conexão de lona vinílica, com espessura de 1,5 mm da
Multivac.
Os trechos que não permitirem acesso para limpeza deverão possuir portas de
inspeção, de fabricação seriada, conforme mostrado em projeto. Estas portas deverão
propiciar estanqueidade no funcionamento normal da instalação. Atenção especial deve
ser dada à montagem dos dutos, os quais deverão ser limpos e tamponados ao término
de cada etapa com a finalidade de evitar a entrada de sujeiras da obra.
Na execução das curvas, devem ser colocados veios internos, conforme mostrado em
projeto.

Registros de ar (Splitters): O registro tipo Splitter será colocado em todos os ramais e


bifurcações de dutos. Deverá possuir eixo executado de ferro quadrado de ½’’, com
palheta soldada no mesmo.
O comando será de alavanca plástica com furo quadrado de ½’’ para encaixe do eixo.
A alavanca será giratória presa em plataforma de chapa galvanizada com parafuso com
porca tipo borboleta para sua fixação.
Não será permitido uso de acessório plástico interno para fixar a palheta.
O apoio do eixo quadrado no lado oposto à alavanca será interno, em mancal plástico
com furo quadrado de ½’’ para a fixação do eixo.

Dispositivos de Insuflamento: O insuflamento de ar nos ambientes será efetuado por


difusores presos diretamente sob o duto, conforme mostrado em projeto.
Todos os difusores possuirão miolo móvel com moldura fixa, possibilitando as seguintes
vantagens:
- Vedação total da moldura no duto;
- Acesso para regulagem e limpeza.
Não será permitido o uso de difusores com parafuso de fixação no centro, o qual não
permite adequada vedação. Os miolos dos difusores só serão colocados após a
montagem e vedação das molduras, ficando abertos para a fiscalização da sua
vedação.
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Dispositivos de Retorno: O retorno do ar será realizado dos ambientes climatizados para


a sala de máquinas através de grelha de retorno e duto.

Marca de referência: TROPICAL ou equivalente.

3.3 REDE HIDRÁULICA DE ÁGUA GELADA

Todas as tubulações hidráulicas, exceto onde indicado de outra forma no projeto,


deverão ser de cobre no padrão Hidrolar Classe A.
Isolamento das Tubulações: A rede hidráulica deve ser isolada com espuma
elastomérica de celulas fechadas Armaflex AF classe M da Armacell.

Suporte das Tubulações: Para evitar pontes térmicas e esmagamento do isolamento, o


suporte para tubulações deve ser instalado com suporte do tipo ARMAFIX, que é
constituído de isolamento térmico, núcleo rígido e chapa metálica protetora externa.
Não será permitido, em nenhuma hipótese, o seccionamento do isolamento para o
apoio da tubulação diretamente em cambotas de madeira (ou outro elemento) de modo
a não comprometer a barreira de vapor. O apoio da tubulação deverá ser executado
sobre sela fabricada em chapa de aço galvanizada.

3.4 QUADRO ELÉTRICO E AUTOMAÇÃO

O quadro elétrico da unidade climatizadora deverá conter todos os elementos básicos


de partida, controle automático e proteção dos componentes seguindo rigorosamente o
diagrama mostrado em projeto e no anexo 13.4 do Caderno técnico para Instalações de
Lojas fornecido pelo Shopping Center
O quadro elétrico será em chapa metálica bitola nº 14, de construção robusta. Deverá
ser tratado contra corrosão por decapagem ou por galvanoplastia e pintados com
sistema epóxi.
Está prevista chave Automático / Desligado / Manual instalada na tampa do quadro. Na
posição automático, os equipamentos terão seu funcionamento comandado através do
controlador eletrônico. Na posição desligado, os equipamentos serão bloqueados, com
a finalidade, por exemplo, de exercer manutenção. Na posição manual, os
equipamentos terão sua operação controlada de forma manual, junto à sala de
máquinas.
O controlador utilizado será o modelo GS2.03.Y da Globus, conforme especificado no
anexo 13.3 do Caderno técnico para Instalações de Lojas. O sensor de temperatura
será do tipo ambiente, modelo GS.813.
O cabo de comunicação entre o controlador e o sensor, assim como o cabo de
comunicação com a central do Shopping Center, deverão circular em eletroduto
galvanizado leve, conforme mostrado em projeto.

3.4.1. VÁLVULA DE CONTROLE


A válvula de controle deverá ser de esfera com duas vias, corpo em bronze e roscas do
tipo BSP. A esfera deverá ser em aço inoxidável.
O atuador deverá ser eletrônico com atuação proporcional com sinal de 2 a 10V e
alimentação elétrica de 24Vca – 60Hz.
Especificações:
-Diâmetro: ø1/2”
-CV: 1,2
Marca de referência: Belimo ou equivalente.
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3.5 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Deverá ser colocada um placa de identificação da instalação, em local visível nos


equipamentos, contendo o nome e endereço da empresa responsável pela instalação e
a data de conclusão da obra. Cada equipamento fornecido devera ter sua placa de
identificação corretamente preenchida com todos os dados operacionais. Todo
equipamento fornecido devera ser identificado de acordo com a designação
apresentada no projeto.
A empresa contratada devera fornecer na conclusão da obra uma ficha de medições de
vazão dos condicionadores e ventiladores, bem corno de suas condições operacionais.
Aceita-se um desvio máximo de 10% em relação as especificações dos projeto.
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4. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO:


Obrigações do Contratado:

- Endossar o presente projeto no seu todo ou apresentar alterações que julgar


conveniente. Não serão aceitas alternativas de equipamentos ou do sistema projetado.
- Fazer a verificação dos pontos de força indicados em projeto, adequando-os às
marcas de equipamentos utilizadas.
- Fornecer os materiais e equipamentos, sem uso prévio, isentos de defeitos, dentro das
condições estabelecidas no presente, bem como atendendo as necessidades de
adequar-se à boa técnica recomendada, visando a execução das instalações nos
melhores padrões de qualidade e desempenho.
- Fornecer toda a mão-de-obra necessária à execução dos serviços, composta de
técnicos capacitados.
- Fornecer, para aprovação pelo CONTRATANTE, antes de iniciar a execução da obra,
todos os desenhos de detalhamento que sejam necessários, catálogos dos
equipamentos com curvas de rendimento, assinalando os pontos de seleção dos
mesmos.
- Designar engenheiro registrado no CREA para execução da obra, nela permanecendo
sempre que solicitado ou que os serviços o exigirem.
- Fornecer todos os detalhes e assessoramento para a execução dos serviços
complementares, que possam ser necessários.
- Fornecer cronograma detalhado de execução da obra.
- Revisar as previsões dos serviços complementares e endossá-los ou, solicitar as
alterações necessárias, adaptando-se às marcas a serem utilizadas.
- Manter na obra, sempre que necessário, um técnico capacitado para a coordenação
dos serviços entre sua equipe e os demais setores da obra.
- Manter a equipe de trabalho adequada para a execução dos serviços, obedecendo a
horários estabelecidos e cumprindo as normas de segurança do cliente e dos órgãos
responsáveis.
- Após a conclusão e testes da instalação e aceitação pelo engenheiro designado pelo
CONTRATANTE, este emitirá o “Termo de Aceitação Provisória” da instalação.
- Após 30 (trinta) dias da emissão do “Termo de Aceitação Provisória”, e desde que
comprovadamente a instalação esteja em condições normais, o engenheiro fiscal emitirá
o “Termo de Aceitação Definitiva” da instalação.
- Fornecer garantia total de todos os equipamentos e serviços, pelo prazo 01 (um) ano,
a partir da data de emissão do “Termo de Aceitação Definitiva” da instalação. Para que
esta garantia seja válida, a instalação deve ser mantida por uma empresa com a
estrutura necessária de técnicos mecânicos, elétricos e de automação, sendo também
credenciada pelo fabricante dos equipamentos.

Obrigações do Contratante:

- Fornecimento de local adequado para a execução dos trabalhos.


- Fornecimento de local seguro para a guarda de materiais e ferramentas de trabalho.
- Fornecimento de andaimes, iluminação e força, necessários à montagem.
- Fornecimento de serviços de construção civil, marcenaria e carpintaria, tais como:
salas de máquinas, furos, forros falsos, bases, fechamentos etc.
- Fornecimento de ralos e pontos de água, conforme projeto hidráulico.
- Fornecimento dos pontos de alimentação de força trifásica, bem como as interligações
elétricas, conforme especificado no projeto elétrico.
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- Tomar as providências necessárias de modo a manter as instalações de climatização


dentro do que prescreve a Portaria n° 3.523, de 28 de agosto de 1998, do Ministério da
Saúde.
- Fazer contrato de manutenção com empresa autorizada dos equipamentos instalados
e que preencha os seguintes requisitos:
- Administrar a garantia junto aos fabricantes fornecendo a mão de obra para
estas garantias;
- Fornecer o plano de manutenção e operação – PMOC mensalmente assinado
por engenheiro mecânico registrado no CREA.

Disposições Finais

São de responsabilidade do Construtor todos os serviços que se façam necessários,


bem como conferir todas as medidas no local da obra, para a perfeita execução dos
serviços contratados.
Qualquer dúvida a respeito dos materiais ou procedimentos deverá ser esclarecida junto
à fiscalização.
Todos os materiais utilizados na obra deverão ser mantidos em local apropriado visando
à conservação dos mesmos.
O canteiro de obras deverá ser mantido permanentemente isolado e devidamente
sinalizado, a fim de evitar o acesso de pessoas estranhas ao local, com o intuito de
evitar acidentes e/ou danos a pessoas ou à obra.
Será de inteira responsabilidade do Construtor o uso de equipamento de segurança por
parte de seus funcionários (EPI E EPA).
Os materiais e serviços ficarão sujeitos à fiscalização da Contratante, que poderá a
qualquer tempo rejeitá-los, se os julgar de qualidade inferior, bem como exigir atestado
de qualidade dos mesmos, ficando os custos por conta do Construtor.
Todos os serviços e estruturas complementares que se façam necessários para a
perfeita execução da obra, ficarão a cargo do Construtor.
Qualquer alteração que se julgar necessária deverá ser consultada previamente a
fiscalização, necessitando para tanto a autorização da mesma por escrito.
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5. RELAÇÃO DE PRANCHAS:
BANRISUL BOURBON POMPÉIA – CLI-01 – PLANTA BAIXA, CORTES E DETALHES;
BANRISUL BOURBON POMPÉIA – CLI-02 – QUADRO ELÉTRICO;
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6. ANEXOS
- Planilha de Carga térmica;

____________________________________

ART-AR
Rua Botafogo, 280/21
Carlos M. de Medeiros - Eng. Mec. Elet. - CREA
2.206-D
Fone/Fax: 3012-7644 / 9839-0305
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MEMORIAL DESCRITIVO

PROGRAMAÇÃO VISUAL EXTERNA

1. FINALIDADE
O presente memorial tem por finalidade orientar a elaboração de orçamento bem como
a execução dos elementos componentes da PROGRAMAÇÃO VISUAL EXTERNA da
Rede de Agências e Postos BANRISUL.

2. APRESENTAÇÃO
O sistema de programação visual é composto pelos seguintes elementos conforme
segue:
- Logomarca Paralela Horizontal com legenda BANRISUL nas medidas 600X110X22cm,
370X71X17cm, 265X54X11,2cm e 160X45X9,5cm.
- Logomarca Paralela Vertical com legenda BANRISUL nas medidas 110X461X22cm.
- Logomarca tipo bandeira, dupla-face, com legenda BANRISUL, nas medidas
135X45X17cm, 110X44X450cm, 122X110X22cm e 105X110X22cm.
- Logomarca tipo totem, dupla-face, com legenda BANRISUL nas medidas
110X44X461cm.
- Pórtico de acesso com legenda BANRISUL, leitora de cartões ou KIT ATM, nas
medidas 40X15,5 cm de base e altura variável conforme projeto.
- Pórtico de acesso com legenda BANRISUL, fechadura eletromagnética, conforme
projeto.
- Complemento do pórtico em “L”, conforme projeto.
Todas as logomarcas serão executadas em chapa metálica vazadas, com legenda em
acrílico e iluminadas internamente. Todos os casos especiais (medidas especiais) serão
analisados isoladamente.

3. NORMAS GERAIS
3.1 Quando da Autorização dos serviços será feito uma vistoria na empresa vencedora
para comprovar as condições técnicas e de qualidade.
3.2 Todos os materiais utilizados nas peças componentes do sistema deverão ser de
primeira qualidade, satisfazendo, no mínimo, as especificações.
3.3 A mão de obra empregada, tanto na confecção de cada peça como na sua
instalação, deverá ser especializada e os acabamentos e arremates de primeira
qualidade, segundo os melhores padrões conhecidos em serviços congêneres.
3.4 Os trabalhos executados que não satisfaçam as condições estabelecidas, poderão
ser impugnados pelo Banco, correndo por conta do fornecedor as despesas necessárias
para a correção, desmontagem ou refazimento dos serviços impugnados.
3.5 No caso de impugnação total do sistema ou de um elemento da programação em
execução, o Banco não prorrogará o prazo de entrega previsto na planilha e contrato.
3.6 Caso for julgado aconselhável a substituição de algum material especificado por
outro, essa só poderá ser feito mediante autorização por escrito do técnico responsável.
3.7 Correrão por conta da empresa fornecedora os encargos de Leis Sociais e
Trabalhistas, seguros contra acidentes de pessoal, contra terceiros e de ferramentas.
3.8 A instalação será dirigida por um responsável técnico da empresa fornecedora.
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3.9 A instalação da programação visual deverá ser efetuada de acordo com a legislação
municipal, sendo de responsabilidade da empresa a proteção necessária a ser colocada
no passeio das Agências.
3.10 O fornecedor será responsável pela qualidade e desenvolvimento eficiente dos
trabalhos, devendo prestar, no local da obra, assistência aos andamentos dos serviços,
prover pessoal em número compatível com o cronograma de execução da obra.
3.11 A vigilância do material e da obra será de responsabilidade da empresa
fornecedora.

4. INSTALAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO VISUAL


4.1 As Agências não possuem espaço físico para guarda de material ou ferramentas.
4.2 Se houver necessidade de pequenas adaptações será de responsabilidade do
fornecedor, mantendo a qualidade do material especificado em projeto, sob aprovação
prévia da Gerência de Engenharia do Banco.
4.3 Caso se julgue necessário a alteração da localização de algum elemento da
programação, esta só será feita com aprovação da Gerência de Engenharia.
4.4 O fornecedor será responsável por reparos na fachada ou outros locais em
conseqüência da instalação da Programação Visual.

5. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
5.1 As empresas deverão ser comprovadamente atuantes no segmento de programação
visual.
5.2 É VETADO a utilização de qualquer outro material não especificado na confecção
das logomarcas especificadas.
5.3 As peças em acrílico deverão ser termomoldada em molde de madeira conforme
especificações do projeto e logomarca BANRISUL.
5.4 As peças em acrílico deverão ter rigorosamente as espessuras especificadas no
projeto.
5.5 O acrílico utilizado na confecção das logomarcas será da Forti Chapas Acrílicas ou
equivalente.
5.6 O recorte metálico das chapas e o acrílico colorido nas cores da logomarca
BANRISUL deverão ser do exatamente mesmo tamanho. A diferença entre o acrílico
colorido e a bandeja termomolda poderá ser no máximo 5mm.
5.7 O acrílico colorido deverá ser colado com cola do tipo S330 Sinterglass ou
equivalente
5.8 A fixação do acrílico na chapa metálica se dará através de pino com rosca, sendo
fita adesiva 3M VHB aceita somente nos casos especificados no projeto (pórtico
Banrisul Eletrônico).
5.9 Somente serão aceitas chapas galvanizadas na confecção das logomarcas.
5.10 As soldas deverão se imperceptíveis ao olhar e ao toque.
5.11 Na estrutura deverá ser utilizado o processo de soldagem MIG.
5.12 Antes de receber tratamento antiferruginoso Coralguard ou equivalente, as soldas
da estrutura deverão ser batidas.
5.13 Somente serão aceitas estruturas em aço ASTM A-36, com exceção do
complemento do pórtico em “L” onde a estrutura é em metalon.
5.14 As chapas galvanizadas serão tratadas por decapagem química, neutralização e
desengorduramento.
5.15 Após tratadas, as chapas galvanizadas receberão aplicação de fundo wash primer
e fundo universal nivelador. No pórtico Banrisul Eletrônico, os locais que receberão fita
dupla-face 3m VHB deverão ser protegidos com fita crepe para evitar problemas futuros
de aderência.
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5.16 A finalização do acabamento das chapas de dará com a aplicação de 3 demãos de


tinta automotiva de acabamento poliéster nas cores padrão prata alumínio fino 1001 e
branco base pura ref. Wandacar
5.17 Iluminação interna através de lâmpadas fluorescentes de 40W ou 32W, luz do dia
e reatores eletrônicos de alto fator de potência. O ponto de luz deverá ser sempre
posicionado no centro do painel.

6. MANUTENÇÃO, RESPONSABILIDADE TÉCNICA E GARANTIA.


6.1 As empresas deverão apresentar, antes do início das instalações, projeto estrutural
e de instalação dos elementos da programação visual, com sua respectiva ART.
6.2 Na entrega das obras deverá ser fornecida garantia de dois anos por quaisquer
defeitos de fabricação, instalação e pintura.

7. OBSERVAÇÕES GERAIS
7.1 É fundamental a visita ao local da obra para verificar das condições de instalação de
cada elemento.
7.2 Quaisquer dúvidas serão esclarecidas junto a Gerência de Engenharia da Unidade
de Infra-Estrutura.

Unidade de Infra-Estrutura
Gerência de Engenharia

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