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A ACELERAÇÃO DO TEMPO

A aceleração do tempo está encurtando os nossos dias em torno de 50%. Em função do


AUMENTO DA FREQÜÊNCIA VIBRATÓRIA DO PLANETA TERRA, 12 horas
equivalem agora a um dia inteiro, ou seja, a 24 horas. A sensação psíco-mental é de 12
horas, mas na verdade é equivalente a 24 horas. Daí muitos dizerem: "O tempo está
passando muito rápido, não sobra mais tempo para nada".

<http://www.jornalexpress.com.br/noticias/imagem.php?
id_jornal=8908&id_noticia=58> A vibração planetária começou a acelerar a partir do
ano de 1971, processo que se intensificou muito nos últimos anos. O que isso significa?
Que o dia, hoje, não tem a mesma duração de um dia anterior ao ano de 1971. A
vibração planetária está, atualmente, em 33 ciclos/seg. Isto quer dizer que o dia (que
antes de 71 tinha 24 horas) hoje tem somente 13 horas e 12 minutos. Mas e os relógios?
Por que não marcam essa diferença?

Velocidade do Tempo

As pessoas dinâmicas e laboriosas estão percebendo que o tempo não está sendo mais
suficiente para terminar uma tarefa que antes podia ser feita num tempo menor. O
comentário é quase que geral. É claro que este fato é percebido somente pelas pessoas
mais observadoras. De fato, são as pessoas mais velhas as mais aptas para verificar que
houve uma alteração do tempo. Por serem mais vividas, elas têm o passado como
referência e por isto podem sentir a diferença dos tempos. Mas como isto seria uma
coisa incrível, elas mesmo recorrem ao relógio e constatam que não há nada errado com
o tempo. O relógio é o aparelho que mede a duração do tempo e como ele mediu vinte e
quatro horas exatas na virada de um dia para o outro, nada está errado, tudo não passa
de falsa impressão.

Será que é mesmo assim?


Informações de pessoas estudiosas, ligadas a ufologia, esoterismo e canalizadoras de
mensagens extraterrestres afirmam que o tempo, neste fim de século, está realmente
andando mais rápido, porque a Terra está girando em torno de seu eixo imaginário com
maior velocidade. Afirmam também que as partículas subatômicas estão vibrando numa
freqüência maior e que o nosso planeta já está a meio caminho da quarta dimensão.

Na verdade, a unidade de tempo que nós utilizamos é o dia solar (24 horas), que é um
giro do nosso planeta ao redor de si mesmo em relação ao Sol. Eu digo isto porque,
existe também o dia sideral (23 h 56 m 04 s) que é um giro da Terra, mas em relação ao
espaço sideral. Ora, se a Terra está girando mais rápido, o relógio deveria acusar esta
diferença. O observador fica sugestionado pelo relógio, que funciona como se fosse a
testemunha do tempo e assim afasta toda a suspeita antes estabelecida. Ele acaba
chegando à conclusão de que está mesmo é ficando velho, como dizia o meu nobre
colega. Assim ele abandona sua busca e fica estacionário nas suas investigações. Afinal,
será possível que a Terra está girando mais rápido?

Vejam bem!
Relógios:
Os diversos tipos de relógios foram feitos para medir o tempo. Existem relógios
mecânicos, eletrônicos e atômicos. Os relógios mecânicos são os mais antigos e ainda
são usados até hoje. Eles possuem um mecanismo de escape que dá a marcha certa do
tempo. Este dispositivo é formado essencialmente por um balanço regulável. Nos
relógios de pulso, este balanço tem uma forma de um volante de carro, preso num eixo e
numa mola delicada chamada pelos relojoeiros de cabelo.

O balanço gira para um lado e para outro emitindo o famoso ruído de tic-tac. Existe uma
pequena alavanca para apertar ou afrouxar o cabelo, regulando a marcha do relógio.
Também os relógios de parede possuem um pêndulo que pode ser regulado através de
uma porca, alterando seu comprimento, assim permitindo modificar sua marcha. Estes
relógios mecânicos, geralmente fabricados na Suíça, quando eram trazidos para as
regiões tropicais precisavam de serem regulados.

Por que eu estou dizendo isto? Porque tudo isto tem relação com a velocidade de
rotação da Terra. Nas proximidades do Equador a gravidade é menor, devido a
velocidade linear ser maior, alterando a marcha dos relógios mecânicos.

O que foi exposto, podemos tirar a conclusão que se a Terra tiver sua velocidade de
rotação alterada para mais, a gravidade diminuirá, reduzindo também o peso do referido
balanço, acelerando sua marcha. Então uma coisa vai compensar a outra. Deste modo,
os relógios mecânicos não podem denunciar a alteração da velocidade da Terra.
Por outro lado, tanto os relógios eletrônicos como os atômicos, são constituídos de
materiais susceptíveis de alteração com a aceleração das partículas subatômicas. Os
relógios eletrônicos possuem um cristal de quartzo (SiO2 - dióxido de silício) que pulsa
numa freqüência exata dando-lhes a marcha adequada. Já os relógios atômicos têm uma
pedra de césio que emite radioatividade constante. O fluxo regular desta radiação é que
controla a marcha do relógio. Esta pedra de césio também sofre efeitos da aceleração
das partículas subatômicas.
Conclusão, os relógios estão nos dando uma informação que é relativamente correta,
porém absolutamente falsa. O motivo que faz as pessoas perceberem a mudança de
tempo é o descompasso entre o tempo disponível e a velocidade de nossas atividades.
Nesta passagem de milênio, ninguém consegue acelerar sua capacidade de trabalho a
ponto de acompanhar a aceleração do tempo atual.
Se a Terra estiver girando mais rápido, vai causar diminuição do peso dos objetos na
sua superfície. Pela lógica, um automóvel ficaria mais leve e conseqüentemente suas
molas empurrariam a sua carroceria mais para cima. Os pára-lamas do carro ficariam
mais afastados das rodas e o veículo mais elevado. Mas isto também não está
acontecendo aos olhos do observador. Assim cada pessoa poderá deduzir que a
gravidade continua sendo a mesma e que tudo continua tão normal que nem chega a
chamar a atenção. Na realidade, as aparências podem nos iludir, pois as molas também
seriam afetadas pela aceleração das partículas atômicas causando perda da força
propulsora, na mesma proporção da aceleração da velocidade de rotação terrestre. As
molas dos automóveis são feitas de aço que é uma liga de ferro, manganês e outros
metais acessórios, dependendo do seu tipo. Esses elementos atômicos do aço, com
certeza, também estariam sofrendo os efeitos da aceleração dimensional.
De tudo que foi explicado, fica então demonstrado como a nossa lógica, própria e
residente no lado esquerdo do nosso cérebro, é falha. Como é difícil para nós
percebermos as realidades! A única forma de aguçar esta percepção é aumentar nossa
atenção com a intuição que é própria do lado direito do nosso cérebro e mais ainda
aprimorar nossa análise no jogo de raciocínio que envolve diversos padrões e
paradigmas. Pensem nisto!
Na nossa vida prática é freqüente depararmos com o dilema de decidir entre a lógica e a
intuição. Na maioria das vezes optamos pela lógica e só mais tarde percebemos que
erramos por desprezar a intuição. Ela é o resultado conjuntural de nossas percepções
extrasensoriais - é ela que nos mostra a mudança na velocidade do tempo assim como
muitas outras alterações que estão acontecendo conosco e no mundo que nos rodeia,
neste período maravilhoso de transição

VIBRAÇÃO PLANETÁRIA
O que é a Vibração Planetária?

A freqüência vibratória planetária começou a acelerar a partir do ano de 1971,


processo que se intensificou muito nos últimos anos (principalmente a partir de
1999).

O que isso significa? Entre outras coisas, que o dia, hoje, não tem a mesma
duração de um dia anterior ao ano de 1971, pois quanto maior for a freqüência,
menor será o tempo.

Assim sendo, o tempo vem diminuindo proporcionalmente à aceleração da


freqüência planetária e, atualmente (10/06/2002), está em 23 segundos.

Tomando como parâmetro a freqüência vibratória de 1971, quando o período


correspondia a 60s, poderíamos dizer que o tempo real de um dia hoje seria de
somente 9h18min. Mas, mesmo com toda essa aceleração vibratória, não
percebemos isso claramente porque se trata de uma aceleração atômica que faz
com que tudo que está na planeta, de certa forma, acompanhe essa aceleração.

E os relógios? Por que não marcam essa diferença? Leia um pouco mais sobre isso
no texto abaixo.

? Velocidade do Tempo ?

As pessoas dinâmicas e laboriosas estão percebendo que o tempo não está sendo
mais suficiente para terminar uma tarefa que antes podia ser feita num tempo
menor. O comentário é quase que geral. É claro que este fato é percebido somente
pelas pessoas mais observadoras. Como este assunto parece não ter importância, a
conversa é logo terminada, assim que haja uma interferência alheia. Certa vez, eu
mesmo comentei este caso com um colega. Ele imediatamente quis dar uma
explicação, querendo insinuar que isto é uma observação equivocada e própria de
pessoas mais velhas. Como eu notei que ele já tinha uma idéia formada e que
dificilmente estaria disposto a analisar a questão, resolvi parar por ali mesmo.

De fato, são as pessoas mais velhas as mais aptas para verificar que houve uma
alteração do tempo. Por serem mais vividas, elas têm o passado como referência e
por isto podem sentir a diferença dos tempos. Mas como isto seria uma coisa
incrível, elas mesmo recorrem ao relógio e constatam que não há nada errado com
o tempo. O relógio é o aparelho que mede a duração do tempo e como ele mediu
vinte e quatro horas exatas na virada de um dia para o outro, nada está errado,
tudo não passa de falsa impressão. Será que é mesmo assim?
Informações de pessoas estudiosas, ligadas a ufologia, esoterismo e canalizadoras
de mensagens extraterrestres afirmam que o tempo, neste fim de século, está
realmente andando mais rápido, porque a Terra está girando em torno de seu eixo
imaginário com maior velocidade. Afirmam também que as partículas subatômicas
estão vibrando numa freqüência maior e que o nosso planeta já está a meio
caminho da quarta dimensão.

Na verdade, a unidade de tempo que nós utilizamos é o dia solar (24 horas), que é
um giro do nosso planeta ao redor de si mesmo em relação ao Sol. Eu digo isto
porque, existe também o dia sideral (23 h 56 m 04 s) que é um giro da Terra, mas
em relação ao espaço sideral. Ora, se a Terra está girando mais rápido, o relógio
deveria acusar esta diferença. O observador fica sugestionado pelo relógio, que
funciona como se fosse a testemunha do tempo e assim afasta toda a suspeita
antes estabelecida. Ele acaba chegando à conclusão de que está mesmo é ficando
velho, como dizia o meu nobre colega. Assim ele abandona sua busca e fica
estacionário nas suas investigações. Afinal, será possível que a Terra está girando
mais rápido? Vejam bem!

? Relógios ?

Os diversos tipos de relógios foram feitos para medir o tempo. Existem relógios
mecânicos, eletrônicos e atômicos. Os relógios mecânicos são os mais antigos e
ainda são usados até hoje. Eles possuem um mecanismo de escape que dá a
marcha certa do tempo. Este dispositivo é formado essencialmente por um balanço
regulável. Nos relógios de pulso, este balanço tem uma forma de um volante de
carro, preso num eixo e numa mola delicada chamada pelos relojoeiros de cabelo.
O balanço gira para um lado e para outro emitindo o famoso ruído de tic-tac. Existe
uma pequena alavanca para apertar ou afrouxar o cabelo, regulando a marcha do
relógio. Também os relógios de parede possuem um pêndulo que pode ser regulado
através de uma porca, alterando seu comprimento, assim permitindo modificar sua
marcha. Estes relógios mecânicos, geralmente fabricados na Suíça, quando eram
trazidos para as regiões tropicais precisavam ser regulados. Por que eu estou
dizendo isto? Porque tudo isto tem relação com a velocidade de rotação da Terra.
Nas proximidades do Equador a gravidade é menor, devido a velocidade linear ser
maior, alterando a marcha dos relógios mecânicos.

Do que foi exposto, podemos tirar a conclusão que se a Terra tiver sua velocidade
de rotação alterada para mais, a gravidade diminuirá, reduzindo também o peso do
referido balanço, acelerando sua marcha. Então uma coisa vai compensar a outra.
Deste modo, os relógios mecânicos não podem denunciar a alteração da velocidade
da Terra.

Por outro lado, tanto os relógios eletrônicos como os atômicos, são constituídos de
materiais susceptíveis de alteração com a aceleração das partículas subatômicas.
Os relógios eletrônicos possuem um cristal de quartzo (SiO2 - dióxido de silício)
que pulsa numa freqüência exata dando-lhes a marcha adequada. Já os relógios
atômicos têm uma pedra de césio que emite radioatividade constante. O fluxo
regular desta radiação é que controla a marcha do relógio. Esta pedra de césio
também sofre efeitos da aceleração das partículas subatômicas.

Conclusão, os relógios estão nos dando uma informação que é relativamente


correta, porém absolutamente falsa. O motivo que faz as pessoas perceberem a
mudança de tempo é o descompasso entre o tempo disponível e a velocidade de
nossas atividades. Nesta passagem de milênio, ninguém consegue acelerar sua
capacidade de trabalho a ponto de acompanhar a aceleração do tempo atual.
Se a Terra estiver girando mais rápido, vai causar diminuição do peso dos objetos
na sua superfície. Pela lógica, um automóvel ficaria mais leve e conseqüentemente
suas molas empurrariam a sua carroceria mais para cima. Os pára-lamas do carro
ficariam mais afastados das rodas e o veículo mais elevado. Mas isto também não
está acontecendo aos olhos do observador. Assim cada pessoa poderá deduzir que
a gravidade continua sendo a mesma e que tudo continua tão normal que nem
chega a chamar a atenção. Na realidade, as aparências podem nos iludir, pois as
molas também seriam afetadas pela aceleração das partículas atômicas causando
perda da força propulsora, na mesma proporção da aceleração da velocidade de
rotação terrestre. As molas dos automóveis são feitas de aço que é uma liga de
ferro, manganês e outros metais acessórios, dependendo do seu tipo. Esses
elementos atômicos do aço, com certeza, também estariam sofrendo os efeitos da
aceleração dimensional.

De tudo que foi explicado, fica então demonstrado como a nossa lógica, própria e
residente no lado esquerdo do nosso cérebro, é falha. Como é difícil para nós
percebermos as realidades! A única forma de aguçar esta percepção é aumentar
nossa atenção com a intuição que é própria do lado direito do nosso cérebro e mais
ainda aprimorar nossa análise no jogo de raciocínio que envolve diversos padrões e
paradigmas. Pensem nisto!

Na nossa vida prática é freqüente nos depararmos com o dilema de decidir entre a
lógica e a intuição. Na maioria das vezes optamos pela lógica e só mais tarde
percebemos que erramos por desprezar a intuição. Ela é o resultado conjuntural de
nossas percepções extrasensoriais - é ela que nos mostra a mudança na velocidade
do tempo.

A Ressonância Schumann
Por Leonardo Boff - Teólogo

Não apenas as pessoas mais idosas mas também jovens fazem a


experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi
carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse
sentimento é ilusório ou possui base real? Pela “ressonância Schumann” se
procura dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou em
1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que
se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100
km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se
ressonância Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83
pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo,
responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as
formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso
cérebro são dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz. Empiricamente
fêz-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta frequência
biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens
espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas
submetidos à ação de um “simulador Schumann” recuperavam o equilíbrio
e a saúde.

Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa


frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio
ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a
partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por
segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios
ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos
vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de
comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido a
aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16
horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não
é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.

Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando
formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não
sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui
abre-se o espaço para grupos esotéricos e outros futuristas projetarem
cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora esperançadores
como a irrupção da quarta dimensão pela qual todos seremos mais
intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com o bioritmo da Terra.

Não pretendo reforçar este tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese


recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é,
efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade
formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas
naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e
venera. Porque somos isso, possuimos a mesma natureza bioelétrica e
estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se
queremos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós
mesmos: fazer tudo sem stress, com mais serenidade, com mais amor que
é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos
coragem de ser anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais
competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a Terra para
conspirar com ela pela paz.

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