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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

PEDAGOGIA – 8º SEMESTRE

ELIZETE NUNES DE ALMEIDA

PROJETO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO


A IMPORTÂNCIA DA HIGIÊNE CORPORAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Alto Araguaia
2015

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ELIZETE NUNES DE ALMEIDA

PROJETO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO


A IMPORTÂNCIA DA HIGIÊNE CORPORAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Projeto de Ensino apresentado à Universidade Norte do


Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a
Obtenção do título de Pedagogo.

Orientador: Profª. Okçana Battini

Alto Araguaia
2015

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ALMEIDA, Elizete Nunes. Projeto de Ensino: A Importância da Higiene Corporal na
Educação Infantil. 2014. 21 folhas. Projeto de Ensino (Graduação em Pedagogia) –
Área Humana. Universidade Norte do Paraná, Alto Araguaia, 2014.

RESUMO

O presente Projeto A importância da higiene corporal na Educação Infantil, na linha de


pesquisa da Docência foi estruturado por acreditarmos, que a criança necessita de
aprender a se cuidar desde cedo para desenvolver sua personalidade em todas as
etapas do seu desenvolvimento. A problematização surgiu a partir das observações e
experiências vivenciadas no espaço escolar. Os materiais possibilitarão o interesse da
criança pelo seu corpo e sua socialização. Dentre os conteúdos trabalharemos a
oralidade, socialização, percepção visual, interpretação e a organização das crianças
com seus pertences pessoais. A metodologia será baseada em estratégias
diversificadas como musica exposição dos materiais de higiene, vídeo, e outros. Os
recursos utilizados: creme dental, toalha, sabonete, cotonete, atividades impressas
dentre outros; e a avaliação será feita no decorrer da aplicação do Projeto de maneira
individual e coletiva. Como aporte teórico, tomamos como referência os estudos de
(Pelicioni & Torres, 1999). Pan-americana de Saúde - OPS (1995) Estatuto da Criança
e do Adolescente-ECA/1990 no seu Artigo 7. Ribeiro (2010, p.1) Guimarães (2000
Douglas 1976, p. 50), Pykosz (2007). Guedes (2008) os PCNs (1997,p.38 (Bolufer
Peruga, 2000). Gasparin (2007) e, Lajolo, Piaget, Cortes, entre outros. Através dos
autores pesquisados podemos afirmar que existe concordância entre eles, através dos
modelos contidos na higienização que as crianças adquirem maiores vivencias,
exploram suas emoções e criam no seu imaginário situações vividas na sua realidade.
Acreditamos que a presença do professor em sala de aula possibilita que as crianças
mantenham vivos em seu dia a dia o que aprendem na Escola.

Palavras-chave: Higiene Corporal. Educação Infantil. Crianças. Docente. Importância.

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SUMÁRIO

1. Introdução....................................................................................................
2 Revisão Bibliográfica ...................................................................................
3 Processo de Desenvolvimento do Projeto de Ensino...................................
3.1Tema e linha de pesquisa...........................................................................
3.2 Justificativa.................................................................................................
3.3 Problematização.........................................................................................
3.4 Objetivos....................................................................................................
3.5 Conteúdos.................................................................................................
3.6 Processos de desenvolvimento...................................................................
3.7 Tempos para a realização do projeto..........................................................
3.8 Recursos humanos e materiais..................................................................
3.9 Avaliação....................................................................................................
4 Considerações Finais...................................................................................
5 Referências..................................................................................................

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1 INTRODUÇÃO

O presente Projeto de Ensino intitulado “A Importância da Higiene


Corporal na Educação Infantil”, na linha da Docência na Educação Infantil tem a
importância do conceito que consistiu em trabalhar a ação da higiene corporal.
A temática abordada está relacionada no curso de Pedagogia, e
contextualiza A Importância da Higiene Corporal na Educação Infantil, que contribuirá
para o crescimento profissional, conhecimento teórico, pedagógico e pessoal. O
professor que incluir o universo da Higiene na sua prática docente de maneira
planejada intercederá na ampliação e a aprendizagem significativa da criança.
Colaborando assim para o crescimento profissional como professor mediador na arte
de ensinar.
A viabilidade da ideia é que na importância da Higiene Corporal, a
criança se interaja e aja ao receber as orientações do professor, de maneira que esse
processo venha a favorecer a criança no seu método de aprendizagem para a
educação básica, visto que os limites estão bem definidos. Para conseguir os objetivos
indicados e seguir o ponto de vista teórico nos pautamos em diversas bibliografias
entre outros materiais de fácil acesso para a escrita do Projeto e cumprimento do
mesmo. (Este trabalho está elaborado o nosso da seguinte forma: Na revisão
bibliográfica permaneceram reservados para a mostra teórica acerca dos Pelicioni &
Torres, 1999). Pan-americana de Saúde - OPS (1995) Estatuto da Criança e do
Adolescente-ECA/1990 no seu Artigo 7. Ribeiro (2010, p.1) Guimarães (2000), Douglas
1976, p. 50), Pykosz (2007). Guedes (2008) os PCNs (1997, p.38 (Bolufer Peruga,
2000). Gasparin (2007). Na justificativa apresentamos o porquê da temática. Na
problematização levantamos pontos importantes sobre a escolha do tema. Nos
objetivos esboçamos as finalidades do Projeto de Ensino. Nos conteúdos falamos
como esses eles serão trabalhados. No processo de desenvolvimento contamos
detalhadamente como expandiremos nosso Projeto. No tempo para a realização do
Projeto ajustamos os objetivos propostos. Nos recursos humanos e materiais
elencamos nas soluções necessárias para a realização do Projeto. Na avaliação os
alunos serão avaliados de maneira continua no decorrer das atividades de forma
individual e coletiva.

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2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Primeiramente neste capítulo procuraremos definir o conceito de


Higiene que envolve os hábitos de limpeza de todo o corpo, como os cuidados com os
cabelos, pele, mãos e unhas além da higiene íntima. Esses hábitos devem ser
constantes, tanto homens quanto mulheres precisam estar atentos aos mínimos
detalhes, como os produtos certos a serem usados e as doenças que se evita ao cuidar
da limpeza do corpo.
Historicamente, no Brasil, a Educação Infantil tem sido encarada de
diversas formas: como função de assistência social, como função sanitária ou higiênica
e, mais recentemente, como função pedagógica. De modo geral, podemos dizer que,
em nosso país, existem dois tipos de Educação Infantil, constituindo um sistema
educacional que visa, desde a mais tenra idade, reforçar a exclusão e a injustiça social
presente na economia capitalista: há a “Educação Infantil dos Pobres” e a “Educação
Infantil dos Ricos”.
No espaço escolar, o saber teórico e prático sobre saúde e doença foi
sendo construído de acordo com o cenário ideológico da época e as questões sobre
saúde abordadas com base no referencial teórico de cada momento.
Segundo a Organização Pan-americana de Saúde - OPS (1995), a
promoção da saúde no âmbito escolar parte de uma visão integral e multidisciplinar do
ser humano, que considera as pessoas em seu contexto familiar, comunitário, social e
ambiental. Assim, as ações de promoção de saúde visam desenvolver conhecimentos,
habilidades e destrezas para o autocuidado da saúde e a prevenção das condutas de
risco em todas as oportunidades educativas; bem como fomentar uma análise sobre os
valores, as condutas, condições sociais e os estilos de vida dos próprios sujeitos
envolvidos (Pelicioni & Torres, 1999). Porém, nem sempre essa visão esteve presente
nas práticas pedagógicas desenvolvidas nas escolas.
A “Educação Infantil dos Pobres” baseia-se na concepção de que
as crianças das classes trabalhadoras têm deficiências de todos os tipos (nutricionais,
culturais, cognitivas, etc.), as quais precisam ser compensadas pela escola, a fim de
que, no futuro, as crianças possam ter alguma instrução e, assim, desempenhar o seu
papel na sociedade.
No Brasil, a Constituição Federal, em 1988, determina, no seu Artigo

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196:
“A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante
políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros
agravos ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção,
proteção e recuperação”.
Esse artigo garante que todas as pessoas têm direito à saúde e que é
dever do Estado assegurar esse direito por meio de políticas sociais. Isso significa dizer
que todos os indivíduos, crianças, adolescentes, adultos ou idosos, têm direito a se
beneficiarem de medidas para prevenir as doenças e devem receber tratamento de
saúde caso o necessitem. Entretanto, sabemos que, muitas vezes, o que está escrito
na lei ainda está longe de ser uma conquista real do nosso dia-a-dia. Por isso,
devemos lutar para fazer valer a lei e garantir os nossos direitos já conquistados na
Constituição Federal.
Mas como garantir os nossos direitos em relação à saúde?
O primeiro passo para fazer valer os direitos dos cidadãos é conhecer
esses direitos. Devemos estar atentos às leis, pois, além da Constituição Federal, o
direito à saúde, principalmente para as crianças e adolescentes, foi reforçado no

“A criança e o adolescente têm direito à proteção e à saúde mediante


efetivação das políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o
desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.”
A partir da Constituição Federal de 1988, do Estatuto da Criança e do
Adolescente, 1990, e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação-LDB/1996, que você
vem conhecendo ao longo das unidades dos Módulos I, II e III do PROINFANTIL,
temos o desafio de articular, no espaço das creches, pré-escolas e escolas em que
funcionam salas de Educação Infantil, em parceria com as famílias, as dimensões do
cuidado e educação da criança pequena, contribuindo para o desenvolvimento pleno e
integral das crianças de 0 a 6 anos. Entendemos ser essa articulação um caminho
institucional para considerar a criança como “sujeito de direitos”, aquela que pode
usufruir dos bens e serviços que são essenciais para o seu crescimento e a sua
inserção na sociedade e no meio em que vive.
Dentre os vários segmentos etários, as crianças constituem um grupo
vulnerável para diversas doenças que podem ser prevenidas e controladas. Para que
as instituições de educação possam contribuir nesse processo de prevenção e controle

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das doenças que atingem as crianças, é preciso reconhecer que saúde e doença não
são fenômenos puramente biológicos, mas expressam as condições econômicas,
sociais e culturais nas quais vivem as crianças e suas famílias.
Os hábitos de higiene por parte da criança são adquiridos ao longo do
seu processo de desenvolvimento, por isso são os pais que têm um papel fundamental
para que a criança consiga interiorizar a importância desses hábitos. É importante que
os pais apoiem e ensinem a criança a responsabilizar-se pela sua própria higiene,
criando desde cedo rotinas e promovendo, gradualmente, a autonomia nos seus
cuidados pessoais e gosto pela imagem. A falta de higiene não é apenas um problema
que pode interferir com a saúde, pois está paralelamente relacionada com a autoestima
e o bem-estar, podendo causar nos jovens dificuldades de relacionamento entre os
seus pares. A higiene pessoal da criança inclui: tomar banho, limpar os ouvidos e nariz,
pentear e lavar os cabelos e escovar os dentes.
De acordo com Ribeiro (2010, p.1) “Higiene é a ciência que visa à
preservação da saúde e à prevenção da doença”.
Segundo o autor (2010), os hábitos de higiene mental estão
relacionados ao bem estar da mente, neste sentido destaca-se a importância de
passear, brincar ao ar livre e descansar. Já os hábitos de higiene física tratam-se do
bem-estar do corpo, ressaltando cuidados como escovar os dentes; tomar banho,
pentear os cabelos, lavar as mãos antes de comer qualquer alimento, hábitos
necessários e de grande relevância para a saúde de uma pessoa.
Como afirma Guimarães (2000), quando se pensa no trabalho com
higiene dentro da Educação Infantil, vem a imagem do cuidado como um momento de
construção de hábitos e que se deve favorecer a autonomia da criança, pois quando as
crianças se trocam sozinhas, algumas regras já são trabalhadas. Dentro desta
concepção, o trabalho de formação de hábitos de higiene, realizado com crianças
pequenas, deve ter um caráter totalmente pedagógico e não assistencial.
Já se observou que são possíveis apenas aproximações daquilo que
ocorreria nas escolas, no que se refere às medidas utilizadas pela higiene para a
educação do corpo do aluno, com o intuito de formá-lo segundo uma sociedade
“civilizada” que se pretendia saudável, higienizada e ordenada, como fez Pykosz
(2007).
A título de exemplo, podemos citar a mudança que houve na percepção
da higiene corporal e na relação dos sujeitos com o sujo ou impuro, a partir do século

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XIX, com a descoberta dos organismos patógenos, que segundo Douglas (1976, p. 50),
a partir daí, a sujeira, que ela denomina de impureza, se vinculou à transmissão de
doenças. Com isso, houve uma transformação nas práticas higiênicas para evitar a
contaminação e as epidemias. No universo consensual, que é o senso comum, a
representação da sujeira e da limpeza pode assumir diferentes significados, ora
referindo-se à higiene, ora a aspectos morais e a traços de personalidade ou pessoas,
ora a ambientes.
Grande parte das doenças que são infectocontagiosas é encontrada,
na maior parte das vezes em locais que possuem baixos padrões de higiene e limpeza,
podendo haver uma ligação com o tipo de educação que se teve, ou melhor, que não
teve inicialmente. Através de mutirões e instruções podemos aderir novos métodos que
podem ajudar a sociedade não só a melhorar a saúde mais também como se
comportar em relação a sua higiene e a dos outros.
Guedes (2008) considera que:

“Se levarmos em conta como a escola tem trabalhado podemos perceber que a
mesma influencia na maneira de formar cidadãos   capazes de cuidar da sua
própria higiene como auxiliar na do próximo. Assim conclui-se que a escola
pode ser a principal mentora de tudo porem não e a única.”

Ser saudável e levar em conta que o corpo necessita de cuidados


especiais e que tais cuidados possibilitam grandes benefícios.
Segundo o referencial teórico (1997, p.38):

Para o aluno conseguir distinguir diferentes hábitos, o mesmo precisa


inicialmente conhecer o seu próprio corpo, sabendo que cada um e diferente do
outro eles apresentam características diferentes e que apenas ele pode ter
contanto. E que atitudes como essa favorece o respeito tanto individual como
coletivo em relação às outras crianças.

Segundo), Portanto, o conhecimento sobre o corpo humano para o


aluno deve estar associado a um melhor conhecimento do seu próprio corpo, por ser
seu e por ser único, e com o qual ele tem uma intimidade e uma percepção subjetiva
que ninguém mais pode ter. Essa visão favorece o desenvolvimento de atitudes de
respeito e de apreço pelo próprio corpo e pelas diferenças individuais.
É importante que o aluno tenha um conhecimento do seu próprio
corpo e noções de higiene, pois quando o mesmo não tem essas noções acarretam
problemas que vão interferir no seu desenvolvimento pessoal. Segundo os PCNs
(1997, p.39), Gasparin (2007),

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Cada pessoa, aluno ou professor, apreende em seu meio de convívio,
especialmente em família, um conjunto de ideias a respeito do corpo. É
importante que o professor tenha consciência disso para que possa superar
suas próprias pré-concepções e retrabalhar algumas das noções que os alunos
trazem de casa, algumas correspondentes a equívocos graves. Além dessas
noções adquiridas em sua vivência individual, há outras gerais difundidas pela
mídia, mas tão pouco elaboradas que também constituem senso comum.
Todas essas conceituações adquiridas fora da escola devem ser consideradas
no trabalho em sala de aula.

É fundamental que os alunos conheçam bons hábitos, mas não basta


apenas informá-los é preciso trabalhar de forma significativa a aquisição desses
hábitos, para que dessa forma possam desenvolvê-los no seu ambiente de
convivência.
Segundo o movimento higienista iniciativas voltadas para a saúde
individual e social podem ser caracterizadas como um dos mais ambiciosos projetos de
intervenção social que conheceu a modernidade ocidental. Pretendendo mais que
definir novos padrões de saúde, tinha na educação de novas formas de sensibilidade
uma das suas principais motivações. Cobrindo uma gama muito ampla de saberes e
práticas com claro fito de intervenção sobre a vida pública e privada, como movimento
conheceu avanços e retrocessos e comportou uma dispersão discursiva que ganhava
matizes diferençado nos tempos e lugares onde ressoava. As preocupações com a
infância – nascimento, lactação, banhos, asseio corporal, vestuário –, com a vida
doméstica – saúde e papel social da mulher, limpeza, prevenção de doenças e vícios
como o álcool e o jogo – e com o espaço público – urbanização, ordem, combate à
propagação de moléstias e epidemias – formam um conjunto nada desprezível sobre o
que pode ser caracterizado como moderno e modernizador, ainda que iniciativas
voltadas para a saúde individual e social não sejam prerrogativas apenas dos tempos
modernos (Boulder Peruga, 2000).
Segundo Gasparin (2007), o professor deve direcionar a elaboração de
suas atividades a partir da realidade e do contexto em que está inserido, ou seja,
buscar uma interpretação da realidade educacional, para então compreender os
diferentes elementos que envolvem a prática educativa, visando sua transformação.
Neste sentido, busca-se levar em consideração o conhecimento prévio do aluno, pois
Segundo Gasparin (2007 p. 19-20):
[...] os conceitos cotidianos das coisas e das vivências são conhecidos pelas crianças
muito antes de serem estudados de maneira específica na escola. Esses

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conhecimentos estão impregnados de grande experiência empírica. Por isso, para o
estudo dos conceitos científicos em aula, fazem-se necessários, antes de tudo,
determinar ou tomar conhecimento de qual a compreensão que as crianças possuem,
no dia-a-dia, sobre esses conceitos.
De acordo com Ribeiro (2010, p.1) “Higiene é a ciência que visa à
preservação da saúde e à prevenção da doença”. 
Segundo o autor (2010), os hábitos de higiene mental estão
relacionados ao bem estar da mente, neste sentido destaca-se a importância de
passear, brincar ao ar livre e descansar. Já os hábitos de higiene física tratam-se do
bem-estar do corpo, ressaltando cuidados como escovar os dentes; tomar banho,
pentear os, cabelo, lavar as mãos antes de comer qualquer alimento, hábitos
necessários e de grande relevância para a saúde de uma pessoa.
A realização da higienização bucal tornando-se uma prática quotidiana
na escola concretizaria o aprendizado e incentivaria em proporção maior a prática diária
desta em casa após as principais refeições, atingindo em menor tempo os familiares. Os
benefícios serão maiores viabilizados, já que o desenvolvimento de uma criança passa
com certeza também pela escola que é responsável pela continuidade de sua educação,
na qual está inserido o desenvolvimento intelectual, social e emocional. Pontos
fundamentais para que se estabeleça a continuidade desses princípios básicos de
higiene para uma vida mais saudável. Dessa forma, além da atuação nas escolas, dos
Agentes Comunitários de Saúde semanalmente, é essencial inserir a prática diária de
higienização bucal dos alunos, após a merenda escolar, sob orientação dos professores.
Sabendo-se ainda que, o professor atua como multiplicador de
informações e formador de opiniões, a interação professor-aluno é de grande relevância
para que a construção do conhecimento seja alcançada, também dentro dos programas
de educação em saúde bucal. Para Muller (2002), esta interação forma o centro do
processo educativo, e os programas preventivos-educativos em saúde bucal deveriam
se utilizar desta relação como aliada na transmissão de conceitos para sua melhor
assimilação.
Segundo os PCNs (1997, p.38), Portanto, o conhecimento sobre o corpo
humano para o aluno deve estar associado a um melhor conhecimento do seu próprio
corpo, por ser seu e por ser único, e com o qual ele tem uma intimidade e uma
percepção subjetiva que ninguém mais pode ter. Essa visão favorece o desenvolvimento
de atitudes de respeito e de apreço pelo próprio corpo e pelas diferenças individuais.

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É importante que o aluno tenha um conhecimento do seu próprio
corpo e noções de higiene, pois quando o mesmo não tem essas noções acarretam
problemas que vão interferir no seu desenvolvimento pessoal. Segundo os PCNs
(1997, p.39),

Cada pessoa, aluno ou professor, apreende em seu meio de convívio,


especialmente em família, um conjunto de ideias a respeito do corpo. É
importante que o professor tenha consciência disso para que possa superar
suas próprias pré-concepções e retrabalhar algumas das noções que os alunos
trazem de casa, algumas correspondentes a equívocos graves. Além dessas
noções adquiridas em sua vivência individual, há outras gerais difundidas pela
mídia, mas tão pouco elaboradas que também constituem senso comum.
Todas essas conceituações adquiridas fora da escola devem ser consideradas
no trabalho em sala de aula.

É fundamental que os alunos conheçam bons hábitos, mas não basta


apenas informá-los é preciso trabalhar de forma significativa a aquisição desses
hábitos, para que dessa forma possam desenvolvê-los no seu ambiente de
convivência.
As crianças precisam ser lembradas para lavarem as mãos antes das
refeições, após o uso do banheiro, após a manipulação de terra, areia e tintas, assim
como antes do preparo de atividades de culinária. É fundamental o acesso à água, ao
sabonete e à toalha. Embora já consigam lavar as mãos sozinhas, ainda precisam de
um acompanhamento do professor.
As crianças nesta idade, na maioria das vezes, estão mais
independentes em relação ao controle de suas eliminações, mas ainda precisam de
ajuda e orientação para desenvolver habilidades e manter atitudes de higiene consigo
mesmas e com o ambiente, durante e após uso do sanitário. Observar o estado de
limpeza dos sanitários antes de sentarem, dar a 46 descarga, se limpar, descartar o
papel higiênico e lavar as mãos, cuidadosamente após limpar-se são exemplos de
habilidades e atitudes que se aconselha desenvolver com as crianças.
Quanto menores, mais as crianças precisam de orientação e de ajuda
dos professores e dos funcionários que estiverem próximos no momento.
Os sanitários das instituições precisam estar constantemente limpos,
pois as crianças tocam no vaso para poderem sentar e descer e nem sempre lembram
de lavar as mãos depois. É necessário prever papel higiênico, cestos de lixo e pias de
modelo e tamanho adequados às crianças e ao ambiente coletivo, assim como prover
sabonete e toalhas secas e limpas para que possam construir hábitos de higiene, como

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tomar banho, escovar os dentes, pentear os cabelos. Outras destacaram ainda que a
higiene é muito importante para a saúde, pois a pessoa que tem hábitos higiênicos
evita muitas doenças. Neste momento, levou-se em consideração o conhecimento
prévio do aluno, pois de acordo com Gasparini (2007, p. 19-20):

[...] os conceitos cotidianos das coisas e das vivências são conhecidos pelas
crianças muito antes de serem estudados de maneira específica na escola.
Esses conhecimentos estão impregnados de grande experiência empírica. Por
isso, para o estudo dos conceitos científicos em aula, faz-se necessários, antes
de mais nada, determinar ou tomar conhecimento de qual a compreensão que
as crianças possuem, no dia-a-dia, sobre esses conceitos.

Ao salientar a construção do conhecimento científico, com base no


cotidiano do aluno, nota-se que este processo depende das ações didático-
pedagógicas tanto do professor quanto do aluno.
Segundo o professor Clécio Ramires Ribeiro (2010, p.1) “Higiene é a ciência que visa à
preservação da saúde e à prevenção da doença”. Quanto á origem dessa palavra, o
autor afirma que vem do grego hygieinós, que significa limpeza, asseio.
De acordo com Ribeiro (2010) os hábitos de higiene mental dizem
respeito ao bem-estar da mente.
A escola e o professor devem passar para os alunos noções básicos de
higiene que são necessárias para uma vida saudável. Esse é um assunto de relevante
importância, já que se pode observar uma preocupação do Ministério da Educação,
pois Saúde é um tema transversal dos Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil,
1998).
O tema saúde é visto de forma geral no PCN e abrange diversas áreas,
como a influência da sociedade, do local de trabalho, dos hábitos de higiene, entre
outros.
Falar de saúde, portanto, envolve componentes aparentemente tão díspares
como a qualidade da água que se consome e do ar que se respira, as
condições de fabricação e uso equipamentos nucleares ou bélicos, o
consumismo desenfreado e a miséria, a degradação social e a desnutrição, os
estilos de vida pessoais e as formas de inserção das diferentes parcelas da
população no mundo do trabalho. Implica, ainda, na consideração dos aspectos
éticos relacionados ao direito à vida e à saúde, aos direitos e deveres, às ações
e omissões indivíduos e grupos sociais, dos serviços privados e do poder
público. (PCN, 1998)

No PCN, o tema saúde tem como objetivo fazer com que o aluno seja
capaz de cuidar do próprio corpo, mas que para isso deve conhecê-lo, valorizando e

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adotando hábitos saudáveis e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e
à saúde coletiva.
A higiene entra como um fator decisivo, pois é uma das condições de
uma vida saudável. A aquisição de hábitos de higiene começa na infância, com os
ensinamentos familiares e observações, mas a escola deve discutir essa questão e
explicar a importância de cada hábito. Com isso, a criança é capaz de entender o que
está fazendo e incorporar os hábitos ao seu cotidiano, tornando-os parte da sua rotina.
Segundo Rocha (2003), o discurso de união de uma política de higiene
com a educação e a escola se iniciou no Brasil em 1922, sendo que a preocupação
com a higiene se apresentou concreta no ano de 1918 com a criação do Instituto de
Higiene, atual Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.

O Instituto de Higiene constituiu-se também num espaço importante na


articulação de estratégias voltadas para a veiculação da mensagem da higiene
o universo escolar, quer pela sua atuação na formação profissional dos
professores primários, quer pela formação de agentes de saúde pública, quer,
ainda, pela produção de impressos destinados, entre outros públicos, às
crianças das escolas primárias e a seus mestres. (ROCHA, 2003, p. 41)

É importante ressaltar que a forma de ensinar hábitos de higiene não


deve ser através de assistencialismo, pois a criança deve criar autonomia e não
depender de terceiros. Gonçalves, et al (2008) afirma que para a formação de hábitos
de higiene, os educadores devem assumir um caráter totalmente pedagógico para
garantir que o aluno aprenda a ter cuidado e atenção com seu corpo, mediante ao
trabalho interligado com regras e limites, fundamental para o desenvolvimento de todo
indivíduo.
Noções sobre higiene bucal, higiene corporal, higiene de roupas e
higiene da casa, devem ser constantemente passadas para os alunos no decorrer da
vida escolar. Problemas graves podem ser evitados através de ações simples como
lavagem das mãos antes da alimentação, banho diário, lavagem dos alimentos,
escovação dos dentes, uso de água filtrada, dentre outras.
Tradicionalmente, na educação de crianças de 0 a 3 anos predominam
os cuidados em relação à saúde, à higiene e à alimentação, enquanto a educação das
crianças de 4 a 6 anos tem sido concebida e tratada como antecipadora/preparatória
para o Ensino Fundamental. Esses fatos, somados ao modelo de “educação escolar”,
explicam, em parte, algumas das dificuldades atuais em lidar com a Educação Infantil
na perspectiva da integração de cuidados e educação em instituições de Educação
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Infantil e também na continuidade com os anos iniciais do Ensino Fundamental.
A utilização de músicas, jogos, teatro de fantoches dinamizam o
processo ensino-aprendizagem e conferem um melhor aproveitamento do que está
sendo transmitido nas atividades educativas, facilitando o processo de entendimento e
a adesão de hábitos saudáveis (SOUZA et al, 2010).
Conforme afirmam Dollabona e Mendes (2004), Lopes (2006) e
Salomão et al. (2007) por meio das brincadeiras a criança pode desenvolver alguns
potenciais importantes, como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação, a
reflexão, a descoberta, construindo sua identidade e autonomia. Também na escola as
crianças realizam a lavagem das mãos várias vezes ao dia, antes das refeições, ao
termino das atividades e sempre após o uso do banheiro.
Também utilizam com frequência o álcool gel e toalhas descartáveis
para prevenção de gripes e outras doenças. A higiene bucal é realizada uma vez ao
dia (após o almoço ou após o lanche da tarde) com a ajuda das professoras, sendo que
cada criança possui seu próprio material de higiene, onde as escovas dentais são
armazenadas em um porta-escovas de plástico de uso coletivo, mas cada uma delas é
guardada em uma embalagem própria a qual não permite o contato das cerdas das
escovas entre si e são identificadas com o nome de cada um; a verificação do estado
de cada uma delas é frequente. As toalhas são trocadas diariamente. Já o uso do flúor
não é realizado pela escola.
Diante dos resultados obtidos através do questionário, foi observado
que as educadoras realizam de forma expressiva a educação em saúde com as
crianças, pois todos os dias reservam um momento especial para tratar sobre a
higiene; escovam os cabelos dos alunos a fim de observar a escabiose; observam se
as unhas estão curtas e limpas; solicitam a lavagem das mãos sempre que necessário
a escovação dental e o uso do álcool gel. Mello (2000) refere-se que cuidar também é
educar. Acrescentando que, no cuidado, se exerce uma prática educativa, e, com base
nesse enfoque, é pertinente considerar todas as áreas que envolvem práticas do
cuidado infantil para que sejam integradas ao objetivo educativo.
Cuidar de crianças em diferentes condições sociais implica lidar com
costumes diversos e reconhecer as limitações da escola de educação infantil frente aos
problemas econômicos e culturais das famílias, associados à precariedade
habitacional, às dificuldades de acesso aos serviços de saúde e a bens básicos para o
bem-estar infantil (MARANHÃO, SARTI, 2007).

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3. PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE ENSINO

3.1Tema e linha de pesquisa

O presente Projeto de Ensino em Educação vai falar da Importância da


Higiene Corporal na Educação Infantil, na linha da Docência na Educação Infantil a
ideia é admirável visto que está relacionado com as temáticas abordadas no curso de
Pedagogia, e colaborará de modo significativo para o meu crescimento profissional e
pessoal, pois o tema está direcionado para a área da Docência na Educação Infantil, e
aprecia a docência e a pesquisa.

3.2 Justificativa

 O projeto A importância da Higiene Corporal na Educação Infantil, com


finalidade por uma justa causa de introduzir o assunto em pauta em creches que
deveria exercer com mais vigilância e obrigação de estar sempre cuidando e zelando
pela saúde do corpo das crianças, mas não só em creches que temos a obrigação de
estar por dentro do assunto sobre higiene corporal.
        É fundamental que os alunos conheçam bons hábitos, mas não basta
apenas informá-los é preciso trabalhar a aquisição desses hábitos, para que dessa
forma possam desenvolvê-los. Após algumas aulas de observações e algumas
discussões na própria creche, devido ao contexto em que está inserida, a escolha do
tema do projeto “A importância da Higiene Corporal na Educação Infantil” deve-se ao
fato de que alguns alunos apresentaram necessidades de cuidados com o seu corpo e
por ser uma comunidade de baixa renda. Os alunos dessa creche são muito carentes e

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precisam de orientações de como cuidar do próprio corpo, sendo essencial educar para
a saúde contribuindo para a formação de bons hábitos e atitudes.
        A higiene corporal é tratada como condição para a vida saudável. A
aquisição de hábitos de higiene corporal tem início na infância, destacando-se a
importância de sua prática sistemática. A infância é uma das fases mais decisivas na
construção de condutas e a escola como uma instituição social é privilegiada pelo fato
de poder desenvolver trabalhos sistematizados e contínuos. Os alunos precisam
responsabilizar-se com crescente autonomia por sua higiene corporal percebendo-a
como fator de bem-estar e como valor da convivência social. Portanto faz-se
necessário contribuir com medidas práticas para que os alunos possam ter autonomia
no cuidado com o corpo, como por exemplo, lavar as mãos antes das refeições e após
as eliminações, limpeza de cabelos e unhas, higiene bucal e banho diário; favorecendo
assim a saúde individual e coletiva. É fundamental que os alunos conheçam bons
hábitos, mas não basta apenas informá-los, é preciso trabalhar a aquisição desses
hábitos, para que dessa forma possam desenvolvê-los.
       Deveríamos ter motivos desde criança até quando idosos em nos
preocupar com a higiene do nosso corpo e só assim teríamos uma boa saúde e
retardaríamos as doenças e a velhice precoce. A tese do projeto é de conscientizar a
Higiene do corpo, Percebendo que a higiene é importante em nossa vida, fazendo com
que eles reflitam quais são as partes essenciais que deveremos limpar todos os dias do
corpo, começando com a higiene bucal, lavar bem o rosto, e com asseio as partes
intimas os olhos, as mãos e braços antes das refeições, lavando os cabelos sempre
que sujos.
Este projeto poderá estimular o bom comportamento dos alunos,
quando se diz respeito à higiene, e através da empolgação dos alunos ou mesmo a
resposta dos alunos as aulas, podem levar ao professor trazer mais novidades sobre o
assunto para a sala de aula. O projeto propiciará aos alunos além de boas práticas de
higiene um entendimento interdisciplinar e desenvolvimento de raciocínio entre as cinco
disciplinas: natureza e sociedade, artes música, matemática, movimento, linguagem
oral escrita.

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3.3 Problematização

A partir das observações, investigações e conhecimentos vivenciados


no espaço escolar, podemos perceber a seriedade da conscientização e a valorização
da higiene corporal, começando já na educação infantil onde se mostra uma maior
competência de absorção de informações, são propostas às crianças, neste trabalho,
ações educativas e preventivas para que possam incorporar em seus hábitos de vida,
os cuidados relativos à higiene corporal.

3.4 Objetivos Específicos:

 Ampliar e enriquecer o vocabulário para interagir com o meio.


 Estimular a concentração e atenção.
 Valorizar seu corpo, sua saúde, sua vida, seu meio social e ambiental. ·.

3.5 Conteúdos

 Órgãos dos sentidos;


 Alimentação e saúde;
 Artes plásticas: pintura, modelagem, recorte e colagem com material diverso,
desenho · Músicas;
 Linguagem oral;
 Descoberta do corpo;
 Motricidade;
 Expressão corporal;
 Dramatização e criatividade

PLANO DE AULA 1: (4 horas)


Turma: maternal
Idade: 02 anos a 03 anos
Tema: “A importância da higiene corporal na Educação Infantil

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Conteúdo: A satisfação que as crianças provam na hora do banho e sua prática
quanto ao uso de materiais de higiene.
Procedimentos Metodológicos:

1. Momento: Acolhimento das crianças, em seguida musica e oração, e proporcionar


momentos prazerosos em que todos curtam a aula, fornecendo conhecimentos sobre a
higiene corporal, cuidados com os dentes, cabelos e unhas.

2. Momento: Conhecendo e identificando as partes do próprio corpo, os produtos de


higiene e saber como utilizá-los, expondo em um canto da sala objetos de higiene
pessoal e livros didáticos sobre o assunto a disposição para que elas possam
manusear.

3. Momento: recreio

4. Momento: Contar histórias na qual será adaptada devido à idade das crianças
cantar com elas a música: cabeça, ombro, joelho e pé.

3.7 Tempo para a realização do Projeto

O tempo previsto para a realização do Projeto “A importância da


higiene corporal na Educação Infantil” será desenvolvido no período de uma semana,
sendo possível o desenvolvimento do projeto no decorrer do ano.

3.8 Recursos humanos e materiais

 Professores e Alunos;
 Atividades Impressas;
 Tinta guache;
 Giz de cera;
 Condicionador;
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 Xampu;
 Pente;
 Vídeo;
 Sabonete;
 Escova;
 Creme dental;
 Toalha;
 Música;
 DVD;
 Livros de histórias Infantis.

3.9 Avaliação

Percebendo que a higiene corporal é de suma importância, assim


sendo, através desse projeto, queremos que nossos alunos sejam beneficiados,
orientados e alertados da necessidade do cuidado do corpo como um todo. É um
assunto compreensivo, e faz-se necessário um trabalho contínuo, sempre voltado para
o fator limpeza. Na oportunidade, queremos também que todos os alunos se informem
das várias formas de higiene em casa, na escola e na comunidade.
A proposta é mostrar ao aluno que seu corpo "é fonte de vida" e que
merece carinho e cuidados especiais.
Os alunos serão avaliados através do envolvimento ao participar das
atividades desenvolvidas durante o projeto, da observação, curiosidade com as partes
do corpo, a interpretação da música e o que deve ser feito durante o banho, por
exemplo; ensaboar, esfregar e enxugar.

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3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Creio que o Projeto “A Importância da Higiene Corporal” na Escola


contribui para a proteção e promoção da saúde do escolar, proporcionando-lhe um
ambiente físico e emocional adequado ao seu crescimento e desenvolvimento,
ajudando-o a compreender a importância dos exames de saúde periódicos,
estimulando-o a utilizar os recursos necessários para manter uma boa saúde do aluno.
E ainda permitirá ao escolar a compreensão da necessidade da sua participação para o
equacionamento dos problemas de saúde pessoal e familiar. Outro fator importante
será a contribuição do projeto na socialização entre as crianças.
Dessa forma entendo que o projeto é viável trazendo assim grande
aprendizagem para os professores e alunos envolvidos nesse trabalho, pois, acredito
que a aprendizagem se dará de maneira prazerosa e eficaz fornecendo conhecimentos
que serão utilizados no decorrer da vida de cada aluno.
É fundamental que as crianças conheçam bons hábitos, mas não
basta apenas informá-los é preciso trabalhar a aquisição desses hábitos, para que
dessa forma possam desenvolvê-los. A higiene corporal é tratada como condição para
a vida saudável. A aquisição de hábitos de higiene corporal tem início na infância,
destacando-se a importância de sua prática sistemática. A infância é uma das fases
mais decisivas na construção de condutas e a escola como uma instituição social é
privilegiada pelo fato de poder desenvolver trabalhos sistematizados e contínuos. As
crianças precisam responsabilizar-se com crescente autonomia por sua higiene
corporal percebendo-a como fator de bem-estar e como valor da convivência social.
Portanto faz-se necessário contribuir com medidas práticas para que as crianças
possam ter autonomia no cuidado com o corpo, como por exemplo, lavar as mãos
antes das refeições e após as eliminações, limpeza de cabelos e unhas, higiene bucal
e banho diário; favorecendo assim a saúde individual e coletiva. Deveríamos ter
motivos desde criança até quando idosos em nos preocupar com a higiene do nosso
corpo e só assim teríamos uma boa saúde e retardaríamos as doenças e a velhice
precoce.

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REFERÊNCIAS

http://higiene-pessoal.info/mos/view/Higiene_Corporal/

http://www.scielo.br/pdf/icse/v12n24/13.pdf

http://159.182.80.54/2006/arq_img_upload/anexo/188/volume2.pdf

http://www.curriculosemfronteiras.org/vol9iss1articles/7-pykosz-oliveira.pdf

http://karinafgomes.blogspot.com.br/2012/10/projeto-higiene.html

http://www.webartigos.com/artigos/a-higiene-bucal-nas-escolas/24592/

http://vivaprojetospedagogicos.blogspot.com.br/2012/07/projeto-pedagogico-higiene-
corporal-e.html

http://www.uabrestingaseca.com.br/insight/artigos/habitos_higiene.pdf

http://www.fecilcam.br/nupem/anais_v_epct/PDF/ciencias_humanas/03_BELINE_FRAN
%C3%87A.pdf

http://www.uabrestingaseca.com.br/insight/artigos/habitos_higiene.pdf

http://www.decb.uerj.br/adm/assets/pdf/monografias/ANNEGNNIGUEDESousodesitesn
oensinodehigieneesa%C3%BAde.pdf

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http://www.oei.es/quipu/brasil/pol_educ_infantil.pdf

http://pt.scribd.com/doc/16072111/Projeto-Pedagogico-Higiene-Corporal

Conhecimentos específicos.

Orientações do Projeto de Ensino.

Disciplinas do Curso de Pedagogia.

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