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Aula 4 - Fenômenos Projeciológicos

Objetivos da Aula
 Apresentar ao aluno os seguintes Fenômenos Projetivos:

 Telepatia e Conscienciês;
 Intuição Extrafísica;
 Psicometria;
 Clarividência e Clariaudiência;
 Autoscopia Interna e Externa;
 Heteroscopia;
 Autobilocação;
 Parateleportação humana;
 Retrocognição;
 Dejaísmo;
 Precognição;
 Psicografia e Psicofonia;
 Experiência de Quase Morte;
 Ectoplasmia;
 Telesinesia;
 Poltergeist;
 Cosmoconsciência.

Telepatia
Definição. O primeiro parafenômeno que iremos abordar é a TELEPATIA. É a transmis-
são e recepção do pensamento pelo processo de informação direta de uma consciên-
cia para outra. Chamada de telegrafia projetiva, telepatia intervivos, telementação,
diálogo transmental ou paratelepatia. É fenômeno parapsíquico elementar, pois trata
da transmissão e recepção de Pensenes entre 2 ou mais consciências. É a comunicação
através da unidade básica de manifestação da consciência.
Pode ocorrer entre quaisquer consciências independentemente da dimensão em que
estejam se manifestando. Por exemplo: de conscin para conscin, conscin projetada
para conscin, conscin projetada para outra, de consciex para consciex, conscin para
consciex e vice-versa. É a comunicação de rotina que realizamos com nossos ampara-
dores enquanto estamos projetados na dimensão extrafísica.
EXEMPLO: é comum o tipo de telepatia que ocorre na dimensão intrafísica entre cons-
ciências afinizadas, como, por exemplo, com o casal de namorados quando um já sabe
que é o outro no telefone que está tocando; com marido e mulher, quando um pensa
que precisa comprar algo e o outro chega em casa trazendo o mesmo produto.
Constantemente recebemos influência telepática em nossos pensamentos provenien-
tes de nossas companhias extrafísicas - consciexes, porém na maioria das vezes não
sabemos discriminá-los achando que são pensamentos nossos. Isso ocorre devido à
falta de educação pensênica da conscin. Na medida em que a pessoa passe a controlar
seus pensamentos e domine a capacidade de fazer “silêncio mental”, ficar um tempo
sem pensar, ela começará a detectar a entrada de pensenes distintos dos seus em sua
psicosfera.
 O fenômeno em si é mais comum do que se possa imaginar, porém poucas ve-
zes é percebido e utilizado de maneira autoconsciente. É possível, portanto, in-
duzir comportamentos através do recurso da telepatia.
 Todas as manifestações telepáticas se intensificam durante as projeções cons-
cientes, além dos limites impostos pelo restringimento físico. Porém, nem
sempre todos conseguem se comunicar facilmente através da telepatia extrafí-
sica, o que demanda certa experiência.
 Além de homens, mulheres e crianças, a conscin projetada pode induzir pen-
samentos em outros seres, que pode se reverter em ações, especialmente so-
bre animais diversos, por exemplo, gatos que lhe sejam afins.
 A telepatia foi comprovada à exaustão, nos experimentos laboratoriais da Pa-
rapsicologia, onde se pôde comprovar que as ondas cerebrais dos sujeitos que
a produziam apresentavam sincronicidade durante a manifestação do fenôme-
no.

Intuição Extrafísica
Definição. É o fenômeno de percepção instantânea ou claro conhecimento íntimo
através da apreensão ou entrada súbita de pensamento ou ideia, verdade ou fato na
consciência quando projetada fora do corpo humano, sem a intervenção de qualquer
processo racional. Pode ser chamada de certeza íntima ou insight.
 A intuição extrafísica não difere das ocorrências no estado da vigília física, ape-
nas com a diferença de maior profundidade da informação recolhida que, no
caso, pode chegar a alcançar as seriéxis pregressas e os períodos intermissivos.
O que é tido nesta dimensão como simples intuição, muitas vezes é telepatia,
que a conscin por não perceber o que ocorre na multidimensionalidade, não
discrimina a informação que está sendo passada por consciexes. O mecanismo
da experiência exige certo estado de acalmia consciêncial para funcionar me-
lhor. Se a consciência projetada se apresenta muito agitada, seja por atenção
saltuária, distração, alegria, medo, tristeza, ansiedade, torna-se muito menos
eficiente captar as intuições.
 A intuição extrafísica funciona como meio eficiente para captação de informa-
ção, porém muitas vezes não é percebida e utilizada pelo projetor novato e
inexperiente. A condição de certeza íntima oferecida pela intuição extrafísica
pode ocorrer, por exemplo, a respeito de um pormenor de um fato, a identifi-
cação mental de uma consciex, o esclarecimento sobre certa circunstância exis-
tencial que surge de imediato e nem sempre representa inspiração direta de
amparador, pois constitui uma percepção natural da consciência.
 É um importante recurso na aquisição de ideias originais. Trata-se de uma es-
pécie de “atalho” da consciência, apresentando um salto sobre a razão.

Psicometria
Definição. Trata-se do conhecimento obtido pela consciência, do presente, passado e
das minúcias de informações, por intermédio do contato direto com as energias cons-
cienciais de pessoas, ou impregnadas em objetos físicos, pertencentes à época ou à
pessoa que se deseja conhecer. Ou ainda leitura das energias de ambientes, devido a
energias das consciências impregnadas nos locais, como na casa onde morou, o quarto
de dormir etc. Poderia ser também chamada, talvez de forma mais correta, de PENSE-
NOMETRIA, pois através da Energia acumulada no objeto, pode-se chegar a fazer a
leitura dos SENtimentos ali gravitantes, chegando-se a interpretar o PENsamento ou
ideias ali impregnadas.
 A leitura psicométrica se assemelha muito ao processo decorrente da telepatia.
O que distingue os diferentes fenômenos é que na telepatia, o agente é a cons-
ciência que emite a informação, sendo percipiente o que recebe. Na psicome-
tria o agente é quem recebe as informações, pois o faz lucidamente, pela apli-
cação da vontade.
 A técnica consiste na concentração intensa, procurando o rapport mais profun-
do com o objeto, querendo ver e sentir toda a informação aí acumulada, alcan-
çando conhecimento completo diretamente na Holomemória Universal.
 UTILIDADES - A psicometria, conquanto de prática difícil, é empregada no ras-
treamento de pessoas desaparecidas e de criminosos procurados pela justiça
humana.

Clariaudiência
Definição. É a faculdade de escuta de ondas e frequências inaudíveis à pessoa comum,
características das dimensões extrafísicas. Pode acontecer também do projetor atuar
como clariaudiente na dimensão extrafísica para outra consciex, mais sutil naquele
momento e que não é percebida pelas demais consciências na mesma dimensão em
que o projetor se encontra.
 Durante a projeção, constitui ocorrência comum. A clariaudiência projetiva está
estreitamente relacionada com a telepatia e o diálogo transmental, que vamos
aprofundar nas aulas posteriores.
 Quando uma consciência, se manifestando prioritariamente pelo psicossoma,
consegue se fazer ouvir através do mecanismo da voz, na dimensão intrafísica,
o fenômeno que ocorre não é a clariaudiência, mas sim a pneumatofonia. Nes-
tes casos, mesmo as conscins que não tem desenvolvida a capacidade da clari-
audiência podem perceber o tipo de voz ou comunicação extrafísica.

Clarividência
Definição. A clarividência é fenômeno parapsíquico de ampliação da capacidade visual
da consciência para faixas não detectáveis pelos órgãos sensoriais físicos. Trata-se de
um recurso de percepção visual além do tempo e do espaço. Do Latim clarus, claro;
videre, ver; é o atributo extrafísico também chamado de segunda vista, visão fora do
corpo, vidência extrafísica, visão sem olhos, dupla vista, paravisão e outros. É também
a capacidade de perceber através das parapercepções visuais não só o espectro físico,
mas também a dimensão extrafísica. Na prática, representa a capacidade de perceber
por exemplo, as psicosferas de conscins e objetos em geral e o psicossoma de cons-
ciexes e conscins projetadas no ambiente.
 A faculdade da clarividência fora do corpo independe do projetor ser clarivi-
dente atuante enquanto conscin, na VFO - Vigília Física Ordinária, e surge como
atributo normal da consciência, quando projetada.

Autoscopia Interna e Externa


Definição. É fenômeno subjetivo em que o indivíduo vê ou sente a si mesmo, direta-
mente, diante de si, conservando inteira consciência Vígil, sem o auxílio de quaisquer
recursos físicos.
Foi chamada de alucinação autoscópica, autoaparição, autovisão e outros. O parafe-
nômeno se divide em dois tipos distintos de ocorrências: a autoscopia externa e a au-
toscopia interna.
a) Autoscopia Externa
É a faculdade e ato de o homem ou a mulher se ver diante de si, estando no estado de
vigília física ordinária. Alguns sinônimos: fenômenos do sósia, desdobramento autos-
cópico, projeção simulacro, etc. O fenômeno é também chamado doppellganger, no-
me de origem teutônica.
EXEMPLO: consta que o médico psiquiatra vienense Sigmund Freud (1856-1839), vi-
venciou esse fenômeno, quando viu o seu duplo cruzar velozmente um espelho. O
mesmo ocorreu com Guy de Maupassant, (1850-1893), escritor francês, que também
viu o seu duplo, caminhar, sentar-se à sua frente e ditar-lhe parte de um livro. Em se-
guida pôs-se de pé e desapareceu. (El Material SETH, Jane Roberts, p. 15, Ed. Diana,
México).
Dentro da Psiquiatria, o fenômeno já é conhecido há décadas e é tido por uma forma
de alucinação (alucinação autoscópica, visão especular), tendo diversas etiologias já
reconhecidas, como alcoolismo, estados de ansiedade, esquizofrenia, lesões cerebrais
de diversas causas, intoxicação por drogas e outras. Porém, excluídas essas causas pa-
tológicas existem os casos de autoscopia externa verídicos. Do ponto de vista da Psica-
nálise é visto como manifestação do narcisismo. No entanto, a manifestação heteros-
cópica do fenômeno, faz cair por terra essa explicação.
Uma das hipóteses que justifica o fenômeno seria a da projeção do holochacra da
conscin, atuando como um simulacro, sem a consciência.
Os atributos do duplo autoscópico variam muito, podendo apresentar-se com forma e
estatura menores, trajes diferentes. A aparição é geralmente muda, mas pode estabe-
lecer diálogo. Quanto à consistência, pode ser sólida semitransparente como névoa ou
transparente.
a) Autoscopia Interna
É a faculdade e ato de o indivíduo ter a visão orgânica, interna, do próprio corpo hu-
mano, órgãos interiores e fenômenos da vida vegetativa, quer a consciência esteja
aparentemente dentro do cérebro, ou fora do corpo físico. Nesse caso é a visão de
raios X de si mesmo, quando a clarividência atravessa o interior do soma do projetor,
sendo usada intrafisicamente. Quando a consciência permanece dentro do corpo é
sempre parcial, com a visualização de apenas uma área. Quando ocorre durante uma
projeção, pode ser parcial ou total, permitindo que a conscin projetada observe com
minúcias o funcionamento de seu próprio corpo físico, constituindo fase avançada do
fenômeno da Autobilocação consciêncial. Essa condição seria o recurso ideal para o
autodiagnostico ou autotelediagnóstico projetivo, utilizando a endoscopia direta ou
clarividência intrafísica.

Heteroscopia
Definição. É o parafenômeno em que a consciência vê o interior do corpo humano,
órgãos e vida vegetativa de outras pessoas ou animais. É fenômeno análogo à autos-
copia interna, porém relacionado ao corpo biológico de outra consciência. Chamada de
visão heteroscópica, é a visão de raios X em terceiros. É parafenômeno análogo ao
processo ocorrido ao Superman, das séries televisivas. Pode ser parcial ou total, hu-
mana ou animal. O mais comum é a observação de área limitada do corpo humano
afetado por algum distúrbio, servindo de excelente recurso para o diagnóstico projeti-
vo.
EXEMPLO: A adolescente russa de 16 anos (ano base: 2004) chamada Natasha Demki-
na surpreendeu os cientistas de seu país ao apresentar a habilidade de enxergar den-
tro de seu próprio corpo e também o de outras pessoas, e realizar assim diagnósticos
médicos precisos, em alguns casos que nem o ultrassom dos médicos identificava.
(Portal Terra; Menina Russa Pode ver Dentro dos Corpos de Pessoas; 16/01/2004)
 Esse fenômeno guarda relação com a clarividência Viajora, muitas vezes po-
dendo ocorrer em conjunto com a mesma.

Autobilocação
Definição. É o ato de a conscin projetada, contemplar lucidamente seu próprio corpo
humano, estando sua consciência fora dele, em outro veículo de manifestação. É co-
mum muitas consciências, em alguns casos, não se aperceberem que estão contem-
plando o próprio corpo, logo de início. Outros se surpreendem por se encontrarem
suspensos no ar, flutuando, sem despencarem no chão ou sobre o piso. Outros ainda
se assustam por pensar que morreram.
 É um fenômeno subjetivo, porém dos mais intensos e autocomprobatórios da
sobrevivência além do soma para a consciência que o vivência, podendo daí
advir uma série de reações como achar que dessomou, inidentidade com aque-
le corpo, gratidão ou compreensão pela oportunidade que o soma oferece ou
mesmo narcisismo. O exemplo mais comum ou mesmo narcisismo. O exemplo
mais comum ocorre nos casos de EQM - Experiência da Quase- Morte, que bre-
ve comentaremos. Pode acontecer com o soma imóvel, o que é o mais comum,
ou móvel, está mais rara e fugaz, quando o soma permanece em movimento.
Por exemplo, durante uma caminhada.
 Pode também ocorrer tanto na exteriorização como na interiorização ou volta
para o corpo humano. Essa experiência permite muitas vezes que sejam reali-
zados o auto-toque, o autoabraço e o autoexame por parte do projetor com
seu próprio soma.

Parateleportação humana
Definição. A Parateleportação é um complexo fenomênico objetivo, composto de
desmaterialização, levitação, aporto e rematerialização no qual a conscin desaparece
de repente e reaparece noutro local, integralmente, com todos os seus veículos de
manifestação.
É um caso raro de projeção holossomática, pois a consciência e todos os seus veículos
sofrem deslocamento da sua localização física. Ocorre a dissolução de objetos e seres
humanos que ressurgem novamente fora do ambiente.
A Parateleportação humana apresenta algumas características especiais:
 Ocorre de forma inesperada ou de surpresa na maioria das vezes.
 É inevitável quando desencadeada.
 Pode ocorrer com qualquer ser humano, animal ou objeto, em geral com ape-
nas uma pessoa.
 Não há rememoração dos fatos - ocorre com amnésia que permanece até o
momento da rematerialização.
 A reaparição é instantânea, com destino em geral aleatório.
 Não causa nenhum tipo de dano ou choque O processo se dá em segundos e o
intervalo entre a desaparição e o reaparecimento é instantâneo, limitando-se
ao espaço.
 Não têm sido relatadas parateleportações no tempo.
 As distâncias variam de metros a milhares de Quilômetros.

 Existem alguns casos de parateleportação humana citados na literatura (aos in-


teressados consultar o tratado Projeciologia), sendo que no Brasil o mais co-
nhecido foi o de Carlos Mirabelli (1889-1951), extraordinário parapsíquico de
descendência italiana, que foi parateleportado quase instantaneamente da Es-
tação da Luz no centro de São Paulo, para a estação de São Vicente, distante
cerca de 90 km de onde se encontrava, em apenas alguns minutos.
 O fenômeno, em geral, inicia-se com o desaparecimento das pernas físicas,
numa nuvem de luz e sons, como descrevem os que o puderam observar. HI-
PÓTESE: existe a possibilidade de o fenômeno ser gerado por uma intensifica-
ção máxima das energias conscienciais, através de uma grande potencialização
do EV - Estado Vibracional, que nesse caso funcionaria como um acelerador de
partículas. Poderia ser essa a causa maior do fenômeno?
Retrocognição
Definição. É a faculdade mnemônico-parapsíquica pela qual a consciência fica conhe-
cendo fatos, cenas, objetos, sucessos e vivências pertencentes ao tempo passado. Po-
deria ser chamada de projeção mnemônica, uma vez que usa o recurso do acesso à
holomemória ou memória integral. Outros nomes para o fenômeno: lembrança de
vidas passadas, memória remota, regressão da memória extracerebral ou até viagem
no tempo.
 Esta lembrança ou rememoração pode se referir a eventos da atual existência
ou de retrovidas, num passado mais ou menos distante, já conhecido ou total-
mente desconhecido. Também pode se referir ao intervalo entre duas existên-
cias – do período intermissivo, por exemplo, o período imediatamente anterior
a esta atual existência.
 A melhor retrocognição é a extrafísica, desencadeada durante uma projeção
lúcida, induzida pelo próprio projetor, preferencialmente durante uma proje-
ção de mentalsoma ou expansão de consciência, pois nesta situação há um mí-
nimo de interferência externa sendo as informações mais fidedignas.

Dejaísmo
Definição. É o conhecimento inconsciente, prévio, ou impressão de já ter visto ou en-
contrado uma pessoa, visitado determinado lugar, ou já ter vivido determinada situa-
ção, os quais de fato o percipiente jamais vira, estivera antes, ou vivera no estado da
vigília física ordinária nesta vida atual, por ser impressão colhida pela consciência pro-
jetada durante uma projeção lúcida ou semilúcida ou ainda em outra vida. A expressão
francesa mais usada para o fenômeno é déjà-vu. Daí a tradução para o sentimento
projetivo de reconhecer o nunca visto como já-visto.
Em geral se referem às coisas vistas ou ao já-visto, mas na verdade não se restringem à
percepção visual. Por exemplo, pode haver o já amado, já lido, já sentido, já falado, já
experimentado. Na análise dos casos deve-se descartar alterações de memória como a
paramnésia, o cansaço intelectual e certas intoxicações orgânicas podem criar o já-
visto, assim como em psicopatias, ou doenças mentais, onde a memória se encontra
alterada.
Existem 2 tipos básicos de dejaísmo projetivo, de acordo com a dimensão em que
ocorrem:
 Físico: ocorre no estado da vigília, na dimensão intrafísica, quando a conscin
reconhece de modo incontrovertível, o local, objeto ou ponto central da re-
memoração que, na verdade, foi visitado por ela durante uma projeção.
EXEMPLO: A conscin motivada planejando um cruzeiro marítimo por várias cidades
históricas, um mês antes desencadeia uma projeção não rememorada a estes locais.
Quando finalmente chega aos ambientes tem a sensação de já conhecê-los. A discus-
são extrafísica sobre um determinado projeto, em uma projeção sem rememoração
das partes, e quando se reúnem para a discussão tem-se a ‘impressão’ clara de que já
se sabia o que o outro iria falar e as conclusões

 Extrafísico: ocorre quando a conscin projetada, reconhece aquele ambiente


como local de vida pregressa ou período intermissivo. Outro tipo comum de de-
jaísmo que ocorre na vigília física, é o relacionado às lembranças autênticas de
outras vidas, já vivida pela consciência naquele ambiente; ou seja, retrocogniti-
vas. Funciona como um misto de dejaísmo com retrocognição, demonstrando a
interligação entre os fenômenos. O exemplo do filme que citamos apresenta o
dejaísmo com retrocognição

Precognição
Definição. É a faculdade perceptiva pela qual a conscin fica conhecendo fatos indeter-
minados vindouros, inclusive objetos, cenas e formas distantes, no tempo futuro.
Quando relacionada ao futuro do próprio sensitivo é denominada autoprecognição.
Pode ser também chamada de premonição, radar extrafísico, memória antecipada,
pressentimento visual, dentre outros.
 Na verdade, a precognição não é uma adivinhação segura, total. Ela representa
uma probabilidade maior ou menor de tal situação vir a ocorrer. O futuro não
está pré-estabelecido inexoravelmente, senão não haveria sentido em se falar
do livre-arbítrio. As consciências envolvidas numa precognição têm a possibili-
dade de reverter o que foi previsto, a partir de sua vontade e seu discernimen-
to.
Porém, quanto maior o número de consciências envolvidas em uma precognição, mai-
or a probabilidade para que o fato venha realmente a ocorrer de fato.
EXEMPLO: uma precognição sobre a criação da Conscienciologia teria pouca chance de
“dar errado”, pois a sua criação foi plano elaborado para a proéxis de várias consciên-
cias. Mesmo se todos os principais líderes protagonistas dessa ciência acabassem se
perdendo em suas prioridades e não chegassem a Conscienciologia, o grupo, a deman-
da e o amparo continuariam existindo, e outros líderes surgiriam para assumir o traba-
lho. Isso porque ela não é dependente de uma ou de outra consciência, mas sim a de-
manda de todo um grupo. Em outros casos, quando há ocorrências de retrocognições
onde a conscin se inteira de fatos passados, anteriores à presente existência e situa
personagens antigos que estão no intrafísico atualmente, pode fazer previsões de
acontecimentos para o futuro próximo. Funcionando como um fenômeno misto, retro
e precógnitos, através de um complexo fenomênico de expansão do conhecimento
sobre a sua própria holobiografia. Essa é uma das bases do processo de se preparar
uma próxima existência.
 Dentre os tipos de precognição temos: a realista; a não realista; a intuitiva; a
onírica; a projetiva; a induzida e a espontânea.

Psicografia
Definição. É o gênero de escrita parapsíquica, na qual a consciência comunicante es-
creve através do mecanismo motor de um soma que não é seu; por meio de um parap-
síquico psicógrafo. É sinônimo de psicografia ou escrita mediúnica, que foi chamada de
escrita automática.
 Além de ser forma de comunicação utilizada por consciexes, também ocorre
quando o comunicante é o projetor projetado. Nesse caso, trata-se, portanto,
de uma psicografia intervivos. O tipo mais comum é o direto, onde a consciên-
cia comunicante se apropria diretamente do mecanismo motriz de escrita, ou
seja, dos veículos de manifestação da conscin intermediária, especialmente o
corpo humano, o sistema nervoso, um braço e sua mão para a escrita da infor-
mação. Apesar de constituir comunicação interdimensional de fato, não pode
ser considerada como meio ideal de obtenção de informação, pois de qualquer
forma está sujeita a muita interferência ou ‘estática psíquica’ na passagem da
informação. Isso por vários motivos, como pelos 3 listados abaixo:
 Por necessitar do mecanismo cerebral do médium, a consciência comunicante
terá que “contaminar” o teor da mensagem com características da conscin in-
termediária, pois para a escrita utilizará o sistema nervoso da conscin, e conse-
quentemente, sua subjetividade, seu vocabulário e forma de expressão. O uso
prioritário da psicografia não é forma ideal para consciência que prioriza a sua
evolução, o sensitivo em transe não atua diretamente na comunicação, o que
compromete seu aprendizado. Quem deseja dinamizar seu processo evolutivo
deve priorizar os fenômenos em que possa estar lúcido, trabalhar “ombro a
ombro” com os amparadores e o estudo, o aprendizado e a autopesquisa. A
psicografia prejudica a autoexperimentação.
 Ao aceitar prontamente o dito em comunicações psicográficas, vai-se contra o
Princípio da Descrença (Não acredite em Nada. Experimente). Dessa forma, li-
da-se ainda com a crença, mas de forma mais dissimulada. O ideal é a busca da
autoexperiência, através da coleta de informações ‘in loco’, pelo mecanismo da
projetabilidade lúcida, e do parapsiquismo lúcido. Isso será sempre, evolutiva-
mente mais eficiente.

Psicofonia
Definição. A psicofonia é o ato de uma consciência utilizar o mecanismo vocal de outra
consciência para falar, através de meios parapsíquicos, devido a fenômeno de posses-
são Interconsciencial, do soma do parapsíquico.
São sinônimos: incorporação, semipossessão benigna, canalização e outros. Além da
comunicação empreendida por consciex, há o fenômeno da psicofonia projetiva hu-
mana, que consiste na comunicação do projetor lúcido, através do soma de outra
conscin. Envolve então duas conscins, uma em minidescoincidência, em transe parap-
síquico, e outra projetada, em maxidescoincidência - o projetor. Há também a psicofo-
nia projetiva extrafísica, que é quando o projetor projetado de psicossoma atua como
médium no extrafísico, permitindo a manifestação através do seu psicossoma de outra
consciex, em geral mais evoluída. Isto permite que a consciex comunicante não precise
densificar o seu psicossoma para a dimensão troposférica, onde geralmente acontece
o fenômeno.
 Na incorporação humana comum, as sensações para o parapsíquico são muito
bem definidas, como se alguém vestisse o seu próprio corpo humano do mes-
mo modo que veste uma roupa usualmente.
 Surge o senso claro e incontrovertível de estar outra pessoa dentro de si mes-
mo, percebendo todas as características do comunicante, se é gordo ou magro,
adulto ou criança, homem ou mulher, etc.

EQM - Experiência de Quase Morte


Definição. É a ocorrência projetiva, involuntária, ou forçada por circunstâncias huma-
nas críticas, comum em doentes terminais, moribundos ou sobreviventes da morte
clínica. É atualmente muito estudada, inclusive com publicações específicas sobre o
tema, principalmente nos Estados Unidos desde a década de 70. Aí é chamada NDE -
Near-Death Experience. Mais comum é ocorrer com pessoas que sobreviveram a aci-
dentes mais graves como queda de grande altura, quase-afogamento, desastres auto-
mobilísticos, eletrocutados, procedimentos médicos ou cirurgias, independente de
fatores como idade, raça, sexo, cultura, religiosidade, ocupação. Existem padrões de
ocorrências em todo mundo consistentes e repetidos, por exemplo: observar com indi-
ferença o que é feito com o próprio corpo (autobilocação extrafísica), sensação de pas-
sar através de um túnel, encontrar com conhecidos já dessomados ou com um ‘ser de
luz’, etc. Os relatos mais interessantes ocorrem com crianças, em função de menores
condicionamentos, principalmente ao descrever parentes já dessomados que não co-
nheceram na vida física e que confirmam a realidade da projeção crítica.

Ectoplasmia
Definição. É o aparecimento temporário de substâncias mais ou menos organizadas,
em graus diversos de solidificação, possuindo características de objetos físicos ou for-
mas humanas, compostos por um agente pouco conhecido, aproveitando a exteriori-
zação de ectoplasma. A ectoplasmia é um complexo fenomênico constituído de 3 par-
tes: a desmaterialização do sensitivo, a materialização de formas temporárias e a sua
rematerialização.
Dentro da Física Moderna, desmaterialização e materialização de elementos atômicos,
já é relatada no ambiente dos laboratórios.
 O ectoplasma é essência plástica, física e extrafísica, formado por leucócitos,
células epiteliais, muco, gordura, albumina, combinado com roupas, minerais,
plantas etc., de fácil decomposição e que apresenta formas instáveis, ora como
tênues vapores, espirais, fios, cordas, teias, ora como se fosse ser vivo, inteli-
gente. É ele o agente das materializações e ectoplasmias. Em algumas situações
pode ocorrer a completa desmaterialização ou desagregação da matéria orgâ-
nica do sensitivo enquanto ele cede ectoplasma, até sobrevir a recomposicão.
A bilocação física constitui a materialização do psicossoma da conscin projeta-
da, sendo um tipo de manifestação anímica. Já a materialização parapsíquica
ou ectoplasmia, ocorre quando uma consciência se materializa às custas do ec-
toplasma cedido por outras fontes: por um doador ectoplasta ou assistentes.

Telecinesia
Definição. É a ação física à distância, como a translação de objetos físicos, provocada
diretamente pela consciência, utilizando-se das energias do holochacra e componentes
do psicossoma.
Alguns aspectos em relação à telecinesia extrafísica:
Energia: o movimento, por mais insignificante que seja, demanda enorme dispêndio
de energia consciêncial. Consciência: apesar de demandar esforço de vontade pode
acontecer de maneira
Inconsciente. Carregamento: algumas vezes é necessário não apenas a vontade dirigi-
da do projetor, mas o uso das próprias paramãos do psicossoma para carregar o obje-
to.

Poltergeist
Definição. É um conjunto de fenômenos inteligentes, ruídos, alterações ou perturba-
ções físicas diversas, normalmente de difícil explicação, como transportes de objetos,
voo de pedras, movimentos de móveis pesados, quedas de pratos ou talheres, quebra
de objetos, estalidos, correntes de ar, batidas em portas, riscos, desenhos e escritos,
combustões paranormais (parapirogenia), aparições fantasmas, locais assombrados. O
termo vem do alemão, polter – ruído e geist – fantasma.
 As manifestações são em geral atribuídas a consciexes, nas proximidades de
uma pessoa focal dos fenômenos, fonte de energia responsável pelo trabalho
mecânico dos objetos, quase sempre criança ou adolescente na puberdade,
chamado no caso de EPICENTRO. A existência do epicentro porém não é regra
absoluta.
Pode ser dividido em 3 formas de apresentação distintas:
 Poltergeister: mudam de local, ligado ao epicentro.
 Assombramento: não mudam, são ligados ao local, independem de epicentro.
 Projetivo: relacionado à conscin projetada.

Cosmoconsciência
Definição. É a condição de percepção interior da consciência do cosmo, da vida, da
ordem do Universo, exultação intelectual e ética impossível de descrever, quando a
consciência se torna una com o Universo. Sinônimos pelos quais é também conhecida:
big-bang consciêncial, samádi, (Yoga), consciência transpessoal (Psicologia Transpesso-
al), nirvana (orientalismo), mente universal, satori (Zen Budismo), êxtase ou ilumina-
ção (misticismo em geral). A elevação do estado da consciência exige energia consci-
encial intensa. Pode ser desencadeada na coincidência dos veículos, porém a partir de
uma projeção tende a ser mais intensa, constituindo o desempenho máximo de qual-
quer projeção lúcida. Tem duração de segundos a minutos, porém é sempre relativo,
pois ocorre numa condição de atemporalidade (dimensão mental). Pode ocorrer uma
única vez na seriéxis, muitas vezes levando à condição de reciclagem existencial, ou, a
partir da primeira vez ser desencadeada outras vezes
 A projeção de mentalsoma predispõe à Expansão da Consciência. Condições
que favorecem seu desencadear: imperturbabilidade, desrepressão conscien-
te, despreconceituação, taquipsiquismo, impessoalidade, experiência acumu-
lada do currículo extrafísico, assistência com e dos amparadores. Tem como
objetivos: aprofundar o entendimento da Cosmoética, desencadear o uso
consciente do parapsiquismo e atingimento da genialidade hígida.
EXEMPLO: no livro Projeções da Consciência, cap. 60, o interessado poderá aprofundar
o entendimento do fenômeno vivido pelo Prof. Waldo Vieira em Janeiro de 1979.

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