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Método

Fenomenológico
PROFª LUIZA SIONEK
Método fenomenológico

Caminho para se chegar às essências (eidos) dos fenômenos

Descrição e análise do que aparece

Fenômeno → Essência
Atitude natural
x
Atitude fenomenológica
Husserl defende a necessidade de a fenomenologia ser uma
investigação universal das essências. Para ele, tem de ser
possível uma intuição imanente das essências universais para
que o próprio futuro da fenomenologia como ciência e
método que elucida as possibilidades do conhecimento
possa realmente atingir sua meta de crítica do conhecimento
e fundamentação das ciências.
Ciência eidética
Ex: Intuição do laranja visa o laranja em geral, essência
genérica do laranja e do seu estar dado na intuição genérica
“não vejo sensações de cores, senão coisas coloridas, nem
ouço sensações de som, senão a canção da cantora”
Não devemos considerar o resultado dos processos
perceptivos como descrições objetivas do mundo
Fenomenologia busca servir de exercício que o sujeito realiza
sobre si mesmo para alcançar ideias claras e suspender seus
“pré-juízos”
Atitude
Fenomenologia propõe um método → CAMINHO
fenomenológica
Epoché: atitude que visa suspender todos os hábitos,
convicções ingênuas, considerações óbvias, pré-juízos.
Epoché
Colocar entre parênteses o que
sabemos a respeito do fenômeno para
se abrir à experiência do que se
desvela.

Exercício constante
Visa o esvaziamento de tudo o que é não necessário, casual,
pessoal, teórico, etc... Para colocar o sujeito na condição de
espectador ingênuo.
Isso não significa negar a existência, mas metodicamente
renunciar os “a priori’s” para possibilitar que o fenômeno se
desvele.
Époché
Exercício de descolar os sentidos já dados

B–A–C–I–A
1. Époché: Abster-se de todo juízo anterior, ou seja, colocar
entre parênteses os preconceitos e teorias para se dirigir às
coisas mesmas
2. Variação Eidética: Reduzir o fenômeno à sua estrutura
Redução essencial, pondo entre parênteses seus elementos
contingentes, a partir da variação imaginária.
fenomenológica 3. Redução transcendental: Colocar entre parênteses a
problemática da existência objetiva das coisas.
→ O que fica como resíduo é uma consciência para a qual o
mundo aparece e que é uma evidência apodítica.
Como isso
aparece na
psicologia?

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