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21 anos

• Vibração Convencional
• Envelope de
Velocidade ( mm/s ) Aceleração
Aceleração ( G’acc )
Deslocamento ( m )

• Análise de
Corrente Elétrica

• Análise Acústica
• Monitoramento de Temperatura
Termovisão e Termometria à Laser
SISTEMAS MECÂNICOS
SISTEMAS ELÉTRICOS - BAIXA/MÉDIA TENSÃO
PROCESSOS
.
TD - S TD - M
-00.85

-00.63
00.74mm

00.07 / 100mm

+00.11 +01.52

A B C
351 1125 2126

Correção de desvios com precisão de alinhamento de até 0,01 mm.


• Correção de massas sem desmontagem do rotor e sem


a retirada da máquina de sua base.
• Estudo da Estabilidade Dinâmica de máquinas e estruturas via
Análise Elementos Finitos e ODS.
GARANTIA
DE
OPERAÇÃO SEGURANÇA
PARA A PARA O
MÁQUINA HOMEM
SIS3 – Sensor + Transmissor ligado ao PLC do Cliente
SIS3-VT – Vib e Temp, para Vibração e Temperatura

Saída 4 a 20 mA
TRANSMISSOR TRANSMISSOR
VIBRAÇÃO TEMPERATURA

PLC

SENSOR DUPLO
Vibração
e ...mV/g
Temperatura Coletor
ANÁLISE DE
VIBRAÇÃO
aplicada à
MANUTENÇÃO
PREDITIVA
Módulo Básico
CORRETIVA : Quebrou? Conserta

PREVENTIVA : Intervenção Programada


Atrasada ou Adiantada?

PREDITIVA : De acordo com a Condição

PRÓATIVA : Busca a eliminação da causa


Termografia
Análise de óleo
Ultra-som
Análise de corrente elétrica

Análise de vibrações
Definição das máquinas a serem monitoradas
Definição dos Pontos de Tomada de Dados
SET UP dos pontos: Direção, Parâmetros, Ranges, etc.
Emissão das Assinaturas, Níveis de Alarme e Rotas
Monitoramento, propriamente dito
Análises e Diagnósticos Gerenciamento do Sistema

Marketing do Programa de Preditiva


Redução dos Custos de Manutenção devido à melhor
previsão de falhas e programação de intervenção

Aumento da Eficiência das Intervenções

Aumento da disponibilidade do Equipamento

Aumento da Confiabilidade da Planta

Aumento do Moral da Equipe de Manutenção


1 - Curvas de Tendência do Nível Global:

2 - Controle das Tendências das Energias Espectrais:


Técnica que investiga a causa
das vibrações em sistemas
mecânicos através da análise das
amplitudes de uma determinada
frequência.
É O MOVIMENTO
OSCILATÓRIO DE UM CORPO,
EXCITADO POR UMA FORÇA,
EM RELAÇÃO A UM PONTO DE
REFERÊNCIA.
Vibração livre não amortecida

k
F = Força de m t

excitação X0
FORÇA DE EXCITAÇÃO (F)

MASSA (m) Vibração amortecida

MOLA (k) AMORTECEDOR (c)

F = Força de excitação, geradora dos movimentos.

k = Constante de Rigidez ou de Mola

c = Constante de Amortecimento
n A

Amplitude = A
+ t
Ref

1 ciclo = 1 volta completa


Amplitude = A

T = Período: Tempo de 1 ciclo completo,

é igual ao inverso da frequência

A = Amplitude: Valor de uma determinada


componente de energia no espectro

f = Frequência = Nº de vezes que o ciclo se


repete por unidade de tempo
1 Ciclo = Período = T = 1/f

 = velocidade angular de giro (rad/s) T = 2/ 


 = 2n/60 = RPM
Deslocamento

Velocidade

Aceleração
AMPLITUDE MÉTRICO INGLÊS

Deslocamento microns mils

Velocidade mm/s in/s

Aceleração G* G
* 1,0 G = 9,81 m/s 2
Leitura de Velocidade em mm/s – RMS

RMS = Root Mean Square = Raiz Média Quadrática

Trata, exclusivamente dos sinais de energia vibratória de


natureza repetitiva e avalia, assim, o grau de destrutividade ou
severidade desta energia para as máquinas, em geral.

T
VRMS = ½ x (+S1  1)2 (+S2  2)2 ............ + (Sn  n2)

0
Conceitos de Física
“Para toda ação temos uma reação igual e oposta”
(3ª Lei de Newton)

Reação R2 Reação R1
F
A Força F de Desbalanceamento impõe aos mancais as
Reações Vibratórias R1 e R2.
Freação = Fação – Impedância Mecânica
Conceitos de Física
www.vecomercial.com.br

Decomposição de Vetores

Todo Vetor F pode ser decomposto em 03 outros


vetores ortogonais entre si, a saber, nos eixos X, Y e Z

F = Fx + Fy + Fz

Fz Por isso, toda vibração é


Fy   F tridimensional e manifesta-se
nas 03 direções:
 Horizontal (X) - ( )
Vertical (Y) - ( )
Fx Axial (Z) - ( )
1V 2V
3V 4V
2A

VISTA LATERAL

1H 2H 3H 4H

VISTA SUPERIOR
Lay-out geral do setor Tipo de mancal
Lay-out da máquina Tipo de rolamento
Frequência de operação Tipo de transmissão
Regime de operação Equipamento acionado
Tipo de acionador Número de pás
Potência do acionador Número de dentes
Rotação do acionador Relação entre polias
FORÇA DE EXCITAÇÃO (F)

____
MASSA (m) Wn = 2  k/m [CPM ou Hz]

MOLA (k) AMORTECEDOR (c)

F = Força de excitação, geradora dos movimentos.

k = Constante de Rigidez ou de Mola

c = Constante de Amortecimento
Dizemos que existe RESSONÃNCIA, quando a
Freqüência de Excitação ( exc) está coincidente com
a Freqüência Natural ( n)
• RPM da máquina com CPM da estrutura

• RPM de um componente com CPM de partes de rolamentos

• CPM de área espectral com CPM de partes de rolamentos

• CPM de engrenagens com CPM de carcaças e estruturas

• CPM de componentes de máquinas com CPM de sensores

• CPM de rolamentos com CPM de alimentação elétrica, dentre outros


Converte vibração mecânica em sinal elétrico.
Seleção do tipo adequado
• Para medições na carcaça utilizar acelerômetro;
• Para medições de deslocamento de eixos, utilizar
sensores de proximidade;
Posicionamento e correta utilização
Não devem ter folgas entre o ponto a ser medido e o sensor.
“Não suportam choques excessivos”.
ACELERÔMETRO

Amplificador Parafuso de calibração

Isolador de mica Massa de referência


inercial
Prato condutivo
Cristal piezoelétrico
Curva de resposta
Amplitude (%)
Isolador elétrico

Base magnética

Frequência (Hz)
TIPOS DE FIXAÇÃO E CURVAS DE RESPOSTA
S e n s ib ilid a d e r e la t iv a ( d B )

1 - Haste 2-Mag
n ética 3-Magnética 4 - Pastilha 5-Adesivo 6-P
risio
neir
o
de2pólos plana colada
4 5 6
30
2 3
20
1
10

0
-10
-20
1 10 100 1K 10K 100K Hz
PROXÍMETROS
Saída de 0 ~ 8mV/mm

x Probe
Chapa metálica

Proxímetro

x Eixo
mV

Mancal
Bucha Filme de óleo
A

B
C

D
Classe I Classe II Classe III Classe IV
Rotor da bomba

1 x rpm

ESPECTRO DE FREQUÊNC IAS


FONTES MAIS COMUNS DE VIBRAÇÃO:
• Desbalanceamento de massas rotativas
• Rotores excêntricos ou empenados
• Eixo empenado
• Desalinhamentos em geral
• Ressonâncias
• Folgas
• Turbulência em mancais de deslizamento
• Cavitação/Refluxo hidráulico e Passagem de palhetas
• Correias desgastas ou frouxas
• Problemas Elétricos em Sistemas e Motores
• Engrenamentos desgastados ou incorretos
• Rolamentos danificados ou inadequados
• Dentre outras.
DESBALANCEAMENTO
Força Centrífuga
É uma grandeza física proporcional
ao módulo do vetor Força
Centrífuga “FC” gerado por uma
massa “M”, distante “R” do centro
de rotação de um rotor, quando
este é submetido a “n” RPM.

É um vetor que muda de direção


360o por volta e agindo
sincronicamente com a rotação do
rotor manifesta-se nos mancais
sob a forma vibratória com
freqüência de 1x RPM.
DESBALANCEAMENTO
Força Centrífuga
F c = M. R . 2
Convertendo a velocidade angular em
RPM, chegamos a uma fórmula prática
para calcular a Força Centrífuga:

-9 2
Fc = 1,1 . 10 . M . R . n
onde:
Fc - é dada em Quilograma-Força - kgf
M - é dada gramas - g
R - é dado em milímetros - mm
n - é dado em Rotações Por Minuto - RPM
Aplicação Prática
CÁLCULO DA FORÇA CENTRÍFUGA
Suponhamos um ventilador de médio porte que opera com
1780,0 RPM, cujo rotor tenha um peso de 200 kg, um diâmetro
de 1000,0 mm, e apresente um desbalanceamento de 350,0 g

Rotação: 1780 RPM


M = 350 g
Raio = 500 mm

Fc = 1,1x10-9xMxRxn2

Fc = 1,1x10-9 x 350 x 500 x 17802

Fc = 610,0 Kgf
QUEBRAS DE EIXOS
Fc
1
2

+
P +
P

Fc
R1 = Fc + P R 2 = Fc - P
R = R1-R2 = Carga de Fadiga
DESBALANCEAMENTO
ROTOR ENTRE 2 APOIOS

1X rpm do rotor

mm/s
RADIAL
DESBALANCEAMENTO
ROTOR EM BALANÇO

1X rpm do rotor

mm/s
RADIAL & AXIAL
EIXO EMPENADO

1X rpm do rotor

mm/s
AXIAL

2X rpm do rotor
ROTOR EMPENADO
F F

v v v v

F Elevadas Vibrações Axiais a 2x RPM F


DESALINHAMENTO ANGULAR

2X rpm
1X rpm

mm/s
AXIAL
DESALINHAMENTO PARALELO

1X rpm

mm/s
2X rpm

RADIAL
ENGRENAMENTOS

PRINCIPAIS ANORMALIDADES
• Desgastes nos dentes
• Sobrecarga nos dentes
• Engrenagem excêntrica
• Folga (Backlash) inadequado
• Engrenagens desalinhadas
• Dente trincado ou quebrado
ENGRENAMENTOS
Os problemas de vibrações em
Coroa Z2 dentes
engrenagens são identificados por sua
freqüência característica, a qual, é
N2 RPM definida como sendo a relação entre o
número de dentes da engrenagem,
Feng
multiplicado pela rotação do eixo em
N1 RPM
que está montada.

Feng = Nº Dentes x RPM = N x Z


Pinhão Z1 dentes
Redutor Feng = GMF = Gear Mash Frequency
ENGRENAMENTOS
Suponhamos um par de engrenagens com a seguinte configuração:

Engrenagem Motora E1:


Z1 = 50 Dentes, operando com N1 = 1000 RPM.
Engrenagem Movida E2:
Z2 = 100 Dentes, operando com N2 = 500 RPM.
A Freq. Engrenamento, Feng = N1 x Z1 = N2 x Z2 = 50.000 CPM

Temos, então, 03 freqüências envolvidas no sistema:

- Freqüências de Rotação de N1 e N2 (1.000 e 500 RPM)


- Freqüência de Engrenamento (50.000 CPM)
ROLAMENTOS
Os rolamentos são padronizados, D
Mundialmente, por apenas 03 de
suas principais dimensões:
• Diâmetro Externo (D)
• Diâmetro Interno (d) d
• Largura (L)
L
ROLAMENTOS
Freqüências dos componentes
Pista externa
BPFO = n/2 fr (1-BD/PD Cos) rpm

Pista interna
BPFI = n/2 fr (1+BD/PD Cos) rpm

Elemento rolante
BSF = PD/BD fr [1-(BD/PD Cos)²] rpm  = Ângulo de contato
BD = da esfera/rolo
Gaiola n = nº de esferas/ rolos

FTF = fr/2(1-BD/PD Cos) rpm PD = entre esferas/rolos


fr = nº relativo de revoluções entre
anel interno e externo
ROLAMENTOS
1º estágio de falha – Vibração Convencional

A primeira indicação de falha em um rolamento aparece em frequências


ultra-sônicas (20KHz ~ 60KHz) – Zona D; O espectro é dominado pelas baixas
freqüências e não é necessário sugerir uma intervenção.
ROLAMENTOS
2º estágio de falha – Vibração Convencional

Os pequenos defeitos no rolamento aumentam de energia


(Zona D), e começam a excitar as frequências naturais dos
componentes do rolamento (Fn) – Zona C.
ROLAMENTOS
2º estágio de falha – Vibração Convencional
ROLAMENTOS
3º estágio de falha – Vibração Convencional

A Frequências de defeitos (componentes) do rolamento e seus


harmônicos começam a aparecer – Zona B. O desgaste agora já pode
ser percebido pelo ouvido humano e também pelo tato.
É recomendável a intervenção para troca.
ROLAMENTOS
3º estágio de falha – Vibração Convencional
ROLAMENTOS
4º estágio de falha – Vibração Convencional

Próximo do final da vida é evidenciada a componente de 1 x rpm e suas


harmônicas. As frequências de defeito e frequências naturais desaparecem e
fica um ruído de banda larga em alta freqüência. Os níveis de aceleração
tendem a diminuir pouco antes da falha e, na falha, aumenta subitamente.
ROLAMENTOS
4º estágio de falha – Vibração Convencional

R R R R R R R R R R
Picos de BPFO do Rolamento

Defeito de BPFO – Pista Externa


ROLAMENTOS - Vida Útil

A Vida Útil de um rolamento é calculada pela, seguinte relação:


n
L10 = K. (Cest/Cdin)
Cest= Carga Estática Cdin= Carga Dinâmica
n = Constante que depende se o rolamento é de esfera ou de rolos

1º estágio de falha = Remanescente de 15% de L 10


2º estágio de falha = Remanescente de 10% de L 10
3º estágio de falha = Remanescente de 5% de L 10
4º estágio de falha = Remanescente < 2% de L 10
ROLAMENTOS - ENVELOPE
A evolução tecnológica trouxe ferramentas de maior precisão
Para a detecção de defeitos em rolamentos.
Como vimos anteriormente, a Vibração Convencional detecta
os defeitos dos rolamentos de forma precisa, após o 3º Estágio,
quando a falha está bastante avançado e as quebras podem ser
Inesperadas.
Desenvolveu-se assim a:
TÉCNICA DO ENVELOPE DE ACELERAÇÃO

(também conhecida como DEMODULAÇÃO)


ROLAMENTOS - ENVELOPE
A propriedade do ENVELOPE é separar as vibrações rotacionais
contínuas (ou constantes), das vibrações rotacionais geradas
por impactos repetitivos (ou intercalados).
Atualmente é considerada a mais importante e precisa ferramenta
para a detecção de defeitos em Rolamentos e Engrenagens.
Os Espectros no Domínio do Tempo ficam com a seguinte figura:

Vibração Contínua:

Vibração de Impactos:
ROLAMENTOS - ENVELOPE
Após DEMODULADOS, os espectros em FFT
(Domínio da Freqüência) ficam com as seguintes figuras:

Vibração Contínua: 1x F
Espectro de Vibração Convencional

Família de Harmônicos com a


Vibração de Impactos: Freqüência do componente defeituoso
Espectro de Envelope de Aceleração
ROLAMENTOS
ESPECTRO DE VIBRAÇÃO CONVENCIONAL

R R R R R R

Linhas de BPFO do Rolamento


ROLAMENTOS
ESPECTRO DE ENVELOPE DE ACELERAÇÃO

R R R R R

Picos de BPFO do Rolamento


ROLAMENTOS
4º estágio de falha – Envelope

R R R R R R R R R R
Picos de BPFO do Rolamento

Defeito de BPFO – Pista Externa


ROLAMENTOS
ESPECTRO DE ENVELOPE DE ACELERAÇÃO

R R R R R

Picos de BPFO do Rolamento

Envelope – Rolamento de Baixa Rotação – 88,0 RPM


ROLAMENTOS
ESPECTRO DE ENVELOPE DE ACELERAÇÃO

Rolamento 6309 – 2100 RPM - BOM


ROLAMENTOS
ESPECTRO DE ENVELOPE DE ACELERAÇÃO

R R R R R R
Picos de BPFO do Rolamento

Rolamento 6309 – 2100 RPM – BPFO


ROLAMENTOS
ESPECTRO DE ENVELOPE DE ACELERAÇÃO

R R R R R
Picos de BPFI do Rolamento

Rolamento 6309 – 2100 RPM – BPFI – Não Grave


ROLAMENTOS
ESPECTRO DE ENVELOPE DE ACELERAÇÃO

R R R R R
Picos de BPFI do Rolamento

Rolamento 6309 – 2100 RPM – BPFI – Grave


ROLAMENTOS
ESPECTRO DE ENVELOPE DE ACELERAÇÃO

R Picos de FTF do Rolamento


R
R
R R R R R

Picos de BSF do Rolamento

Rolamento 6309 – 2100 RPM – BSF excitando Gaiola


ROLAMENTOS - ENVELOPE
Tolerâncias para o ENVELOPE da SKF:
CMVA10 CMVA55
RPM RECOMENDAÇÃO
Amp. Orientativas Amp. Orientativas

FILTRO RANGE A1 A2 A1 A2
(CPM)
0 A 50 F1 0 a 600 0.02 0.05 0.03 0.07

25 a 500 F2 0 a 6K 0.2 0.5 0.3 0.7

250 a 5000 F3 0 a 60K 4 10 6 13

> 2500 F4 0 a 600K 20 70 26 91


FOLGAS MECÂNICAS
FALTA DE RIGIDEZ
1X rpm

mm/s
BASE METÁLICA

RADIAL

BASE DE CONCRETO

Folgas mecânicas por falta de rigidez são causadas por folgas


estruturais, fragilidade dos pés da máquina, torção da base
metálica ou problemas estruturais da base de concreto.
FOLGAS MECÂNICAS
FALHA DE FIXAÇÃO
2X
PARAFUSO DE
1,5X

mm/s
FIXAÇÃO SOLTO
1X

0,5X
RADIAL
BASE METÁLICA
BASE DE CONCRETO

Folgas mecânicas por falha de fixação geralmente são ocasionadas


por parafuso de fixação solto, folgas nos chumbadores, trincas no
pé, mancal ou em uma das bases. É usualmente chamado de pé
manco.
MANCAL DE DESLIZAMENTO
DESGASTE / FOLGAS
1X

mm/s
2X
RADIAL
3X 4X
5X

Mancais de deslizamento, desgastados, normalmente evidenciam


uma série de harmônicos da frequência de rotação. Mancais de
deslizamento com folga excessiva podem permitir um menor
desbalanceamento e/ou desalinhamento causando altas vibrações
em relação as das folgas nominais dos mancais.
FORÇAS HIDRÁULICAS E AERODINÂMICAS
PASSAGEM DE PÁS OU PALHETAS
BPF = Blade Pass Freqüente 2x BPF

mm/s
Frequência de passagem das
1X BPF
pás

2X

Frequência de passagem de pás (ou palhetas) é igual ao n° de pás


vezes a rotação do eixo. Está presente em bombas e ventiladores, e
normalmente não representam problemas, porém, grandes
amplitudes da BPF e harmônicos podem coincidir com alguma
frequência natural do sistema e causar grandes amplitudes de
vibração por ressonância.
FORÇAS HIDRÁULICAS E AERODINÂMICAS
TURBULÊNCIA DE FLUXO
BPF = Blade Pass Freqüente

mm/s
Frequência de passagem das Randônica
pás
BPF
1x rpm

Turbulência de fluxo ocorre freqüentemente em sopradores


devido a variação de pressão ou velocidade do ar. Esta
descontinuidade do fluxo causa turbulência que gera ruído
aleatório (randônica) de baixa frequência na faixa de 50 a 2KHz.
FORÇAS HIDRÁULICAS E AERODINÂMICAS
CAVITAÇÃO

BPF = Blade Pass Freqüente

mm/s
Frequência de passagem das
pás Vibração randônica
de alta frequência
BPF
1x rpm

Normalmente indica pressão insuficiente na sucção. A cavitação,


se não for corrigida, pode rapidamente destruir as partes internas
da bomba e causar erosão nas palhetas. Quando presente é
freqüente haver ruído como pedras passando pela bomba.
TRANSMISSÃO POR CORREIA
CORREIA GASTA OU FROUXA
Fc =  . RPM. D

Frequência da correia e
L
RADIAL EM LINHA C/

harmônicos
D = Diâmetro AS CORREIAS

mm/s
L = Comprimento

1X rpm movida

1X rpm motora
da Correia

A Frequência fundamental da correia será sempre menor que


a RPM da polia mais lenta. Correias gastas ou frouxas
normalmente causam 3 a 4 múltiplos de sua fundamental.
As amplitudes são normalmente variáveis pulsando ora na
RPM da polia movida ora na RPM da motora.
Paralelo
Pontas p/ dentro
Angular
mm/s
DESALINHAMENTO / ROÇAMENTO
TRANSMISSÃO POR CORREIA

1x rpm motora ou movida


AXIAL
PROBLEMAS ELÉTRICOS

• Rotor ou Estator Excêntrico

• Barras Trincadas ou Quebradas

• Problemas de Fase (Conector Solto, p. ex.)

• Folgas em bobinas do estator de motor síncrono

• Falhas no sistemas de controle de velocidade de motores CC

• Dentre Outras
MÁQUINAS ELÉTRICAS

MOTORES

ASSÍNCRONOS - AC
SÍNCRONOS
CORRENTE CONTÍNUA - DC

TRANSFORMADORES

Maior população :
Motores assíncronos de indução
MÁQUINAS ELÉTRICAS

Análise  DEFEITOS

ANORMALIDADES

DEFEITOS ANORMALIDADES
 ESTATOR  RESSONÂNCIA
 ROTOR  HARMÔNICOS REDE

 GAP  GAP

1 – Defeito - Relaciona-se com problemas de componente

2 - Anormalidades - Relaciona-se com problemas de operação


MÁQUINAS ELÉTRICAS
ESPEC TR O D E C O R R EN TE

Importante para a análise:

Fe e NFe

D = 20 x Log A [d B ]
B
PROBLEMAS ELÉTRICOS
Espectro de Corrente
Motor de Indução Trifásico

Bandas Laterais em torno de 60 Hz


PROBLEMAS ELÉTRICOS
Espectro de Corrente
Motor de Indução Trifásico – Banda Larga

Harmônicos de 60 Hz (FL)
TABELAS DE SEVERIDADE
1 - Liberty Tecbhnologies, Inc.,Conshohocken,Pennsylvania

D = 20. Log A/B Avaliação da Condição Ação Recomendada


60 dB ou mais Excelente Nenhuma
54 - 60 dB Boa Nenhuma
48 - 54 dB Moderada Continuar inspeção. Analisar
somente a tendência.
42 - 48 dB Desenvolvendo trinca na barra Reduzir intervalo de inspeção.
do rotor ou juntas com alta Observar curva de tendência.
resistência
36 - 42 dB Provavelmente 2 barras Fazer Análise Espectral de
trincadas/quebradas - Vibrações para confirmar a fonte
Provavelmente juntas de alta do problema.
resistência.

30 - 36 dB Muitas barras trincadas/ Desmontar o rotor para


quebradas ou, indica falhas inspeção.
(trincas) nos anéis de curto.
Menos que 30 Muitas barras trincadas/ Desmontar ou substituir o rotor.
dB quebradas ou várias trincas nos
anéis de curto, Falhas severas
por toda gaiola.

2 - Prática de Preditiva
D = Bom - D > 40 dB
D = Alarme 1 - 35 a 40 dB Alarme 2 - 30 a 35 dB
D = Ruim - D < 30 dB
MÁQUINAS ELÉTRICAS

1 x FR  R O T Ó R IC O S
2 x FR  E S T A T Ó R IC O S
MÁQUINAS ELÉTRICAS
Decaimento Vibratório:
Coloca-se o motor operando em condições normais de carga e RPM
de trabalho, conecta-se um medidor de vibração num mancal do
motor e desliga-se a energia.
Caso o DECAIMENTO seja lento e gradual, podemos dizer que o
defeito é de origem mecânica, e isto faz sentido por relacionar a
vibração com forças rotacionais, na maioria das vezes Centrífugas,
que por sua vez, são proporcionais ao quadrado da RPM.
Caso o DECAIMENTO seja brusco, até um valor mínimo podemos
afirmar que trata-se de origem elétrica, a qual, foi eliminada com o
corte de energia elétrica.
EXEMPLO :
Se um Motor vibra 10 mm/s e ao cortar a energia, a vibração cai
bruscamente para 3 mm/s, temos 7 mm/s relacionados com origem
elétrica e 3 mm/s relacionados com origem mecânica.
Recomendações ISO-2373 para máquinas elétricas rotativas
Valores globais em velocidade - mm/s – RMS
CLASSE RPM 80 <H< 132 132 <H< 225 225 <H< 400
N De 600 a 3600 1,8 2,8 4,5
(Geral)
R De 600 a 1800 0,71 1,12 1,8
(Reduzida)
De 1800 a 3600 1,12 1,8 2,8
S De 600 a 1800 0,45 0,71 1,12
(Especial)
De 1800 3600 0,71 1,12 1,8
Classes:
- Geral – Aplicada a motores de uso geral como bombas, ventiladores, redutores, moinhos e similares
- Reduzida – Aplicada a motores projetados para operação suave em ambiente proíbe onde incômodos
externos são indesejáveis, (hospitais, auditórios, salas especiais, p.ex.)
- Especial – Aplicada a motores cuja vibração anormal interfere no processo (máquina-ferramenta, p.ex.)

H – Refere-se ao tamanho da carcaça do motor, a qual, está relacionada com a altura conf. desenho
OBS.: - A medição de vibração deve ser feita com o motor
SUSPENSO, livre de contato com o solo para evitar a
interferência de Freqüências Naturais Estruturais
Motor - O rasgo da Chaveta no eixo deve ser preenchido com
H um peso equivalente ao volume em vazio, e com o
mesmo material do eixo.

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