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interface música, cérebro, neurodesenvolvimento e saúde­por Paulo Estevão Andrade e Elisabete Castelon Konkiewitz » Neurociências em Deb…

A interface música, cérebro,
Neurociências em Debate
neurodesenvolvimento e saúde­por
Paulo Estevão Andrade e Elisabete
Castelon Konkiewitz
23/11/2012

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1. Introdução

A música sempre esteve
presente em todas as culturas
humanas existentes ou extintas,
e sempre ligada às emoções.
Ela deixa as pessoas alegres ou
tristes, calmas ou ansiosas. Ela
é inerente às interações mãe­
criança e às tradições orais em
rituais de música e dança e
jogos. A presença ubíqua da
tocadores de Didgeridoo­aborígenes da música nas culturas humanas, e
Australia a similaridade funcional com que
se manifesta, sugere uma
profunda necessidade humana
de criar, ouvir e fazer música, e uma natureza humana profundamente
musical.

Entretanto, numa visão eminentemente culturalista da música, Abbate (1991
apud CROSS, 2001, p.1) sustenta que nossa percepção da música é sempre
mediada pelas fórmulas verbais: “Não há nada de imanente em um trabalho
musical (além da realidade material de seus traços sônicos e escritos) e
nossas percepções das formas, configurações, significados, gestos e
símbolos são sempre mediados pelas fórmulas verbais, como em uma escala
maior pela ideologia e cultura”. Muitos teóricos, influenciados por essa
abordagem também acreditam que as emoções musicais são dependentes da
cultura e, portanto, não verdadeiras (Cross, 2001).

Porém, nos últimos 20 anos já se produziu evidência consistente e suficiente
para acreditarmos que a percepção da música, com sua universalidade e seu
imenso poder emocional, pode ser estudada em bases objetivas e científicas.
Estes estudos estão revelando de forma crescente consistente que a música
é um comportamento universal e, apesar das óbvias diferenças culturais,
apresenta uma série de princípios universais de organização, e
processamento afetivo, descortinando um horizonte promissor e amplo de
utilização da música na educação e na saúde, tanto no aspecto cognitivo
quanto no emocional

2. Universalidades Comportamentais e Neurológicas

                   Cada vez mais os princípios de seleção sexual e natural têm
levado em consideração as evidências antropoculturais e os estudos

psicológicos interculturais que revelam a existência de comportamentos e
mecanismos cognitivos universais, tais como os números, a música e a
linguagem, que, ao que tudo indica, são adaptações universais
evolutivamente determinadas. Nesta perspectiva, o processo de seleção
natural molda as espécies à sua ecologia não somente nos seus tratos físicos
(força, agilidade, resistência, etc.) e fisiológicos (imunidade, alimentação,
etc.), mas também nos seus tratos comportamentais, como a percepção dos
objetos, sua permanência no tempo e no espaço, sua localização e
numerosidade, assim como comportamentos sociais como a linguagem, a
música, etc. A existência de comportamentos e mecanismos cognitivos que,
pela sua universalidade, presença precoce em membros imaturos da espécie
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pela sua universalidade, presença precoce em membros imaturos da espécie
e grau de automaticidade com que são processados, sugere adaptações
evolutivamente determinadas (GAZZANIGA, IVRY, MANGUN, 2006). Hoje,
todas as evidências convergem no sentido de que a habilidade musical é um
componente essencial da natureza humana e não há nenhuma sociedade
conhecida desprovida de música (WALLIN, MERKER, & BROWN, 2000; para
uma revisão veja ANDRADE, 2004).

Uma vez que o cérebro é o órgão do
comportamento a existência de comportamentos
distintos e universais parecem refletir a seleção de
sistemas neurais relativamente distintos
selecionados pela evolução, e sua compreensão é
fundamental para todos envolvidos na área da
saúde (e também na educação). Estudos com
lesões e neuroimagens mostram que uma
significativa porção do cérebro humano é devotada
Uma flauta com cerca
de forma mais ou menos específica a
de 30 mil anos, feita a
comportamentos relevantes para a sobrevivência,
partir do marfim das
formando sistemas cognitivos distintos para o
presas de um mamute­
processamento dos atributos físicos, biológicos e
tem 18,7 cm­encontrada
sociais do meio. Estudos sobre o desenvolvimento
na suábia­sul da
cerebral suportam uma estruturação cortical
Alemanha
geneticamente determinada e a existência, desde o
nascimento, de áreas cerebrais
citoarquitetonicamente muito bem definidas e distintas que sugerem, de fato,
certas especializações neuroanatômicas moldadas pela evolução biológica
(veja ANDRADE,2006 a,b).

2. Cérebro, comportamento e cultura

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Áreas do córtex cerebral superfície lateral

Assim, a porção posterior do neocórtex contém as áreas sensório­motoras
específicas (unimodais) da visão (córtex occipital), audição (córtex temporal
superior), tato (córtex parietal anterior), motricidade (córtex frontal), e as áreas
de integração sensório­perceptiva no córtex parietal posterior. A parte anterior
do neocórtex contém as áreas multimodais do córtex pré­frontal, o mais
recente de todos, que se comunica com todas as áreas unimodais e é o
principal centro do planejamento e controle das emoções. Já, o
processamento das emoções biologicamente primárias (prazer/recompensa,
alegria, tristeza, medo, raiva, e nojo) se dá em estruturas subcorticais
filogeneticamente antigas no centro do cérebro, como o hipotálamo, gânglios
basais, amídala, insula, bem como no córtex orbitofrontal (a parte inferior do
córtex pré­frontal que fica logo acima das órbitas oculares) (GAZZANIGA,
IVRY, MANGUN, 2006). Com relação à relativa especialização cerebral para
certos comportamentos universais, os estudos com lesões e neuroimagem
revelam áreas cruciais para a linguagem nos córtices frontal inferior, temporal
superior e médio e temporoparietal do hemisfério esquerdo que, juntas, são
globalmente referidas como áreas perisilvianas por ficarem em volta do sulco
de Sylvius que separa o lobo temporal dos lobos frontal e parietal. O domínio
espacial (processamento dos atributos físicos e navegação no ambiente)
parece depender de circuitos temporoparietais do hemisfério direito, e o
domínio numérico, intimamente relacionado ao espacial, parece envolver
parte deste circuito bilateralmente (DRONKERS et al., 2004; para uma revisão
veja ANDRADE, 2006a,b). A música parece depender crucialmente de
circuitos neurais fronto­temporo­parietais do hemisfério direito, embora
envolva extensas áreas dos dois hemisférios compartilhadas com outros
domínios como linguagem e cognição espacial (ANDRADE, 2004).

Áreas do córtex cerebral­corte sagital­ visão medial

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A inextricável ligação entre biologia e cultura é brilhantemente discutida por
Geary (1996, 2001 apud ANDRADE & PRADO, 2003, p. 73­80) que, baseado
em evidências, discute sobre como essas habilidades ‘biologicamente
primárias’, como representação e navegação do espaço físico e
numerosidade, habilidades sócio­cognitivas, etc. constituem um ‘esqueleto
cognitivo’ no qual se desenvolvem as habilidades ‘biologicamente
secundárias’ culturalmente desenvolvidas, tais como a aprendizagem dos
símbolos numéricos e algébricos, do uso do sistema decimal, dos cálculos, a
escrita e a música, respectivamente. Embora as habilidades secundárias
dependam das habilidades biológicas primárias, o seu desenvolvimento é
totalmente dependente da valoração cultural e práticas formais escolares, as
quais, por sua vez, diferem de uma cultura para outra (ANDRADE & PRADO,
2003).

3. Aspectos universais do comportamento musical

Saraswati­ deusa indu das artes, da
música e do conhecimento

                 

  A pesquisa em bebês e as comparações inter­culturais são duas das
principais abordagens empíricas para o estudo da contribuição dos aspectos
culturais e universais para vários comportamentos, incluindo a música. A
pesquisa com bebês ajuda a esclarecer as predisposições para o
processamento musical que transcendem a cultura e a descrever como as
propriedades específicas da cultura se desenvolvem (ANDRADE, 2004). As
investigações inter­culturais comparam as respostas de ouvintes de contextos
histórico­culturais diferentes procurando por fatores transcendentes à cultura
e fatores específicos da cultura.

Adultos através das culturas brincam de jogos
de imitação com as suas crianças que
incorporam o caráter temporal da “alternância
de vez” que também está presente na “dança
rítmica” entre mãe e criança. Bebês humanos
interagem com seus cuidadores produzindo e
respondendo a padrões de som e ação. Estas
interações controladas no tempo envolvem
sincronismo e “alternância da vez” e são
empregadas na modulação e regulação de
estados afetivos bem como na aquisição e
controle da atenção compartilhada

Primeiro, com relação à universalidade, há evidência de características
comuns entre todas as músicas do mundo nos princípios subjacentes às
melodias tais como: a) a organização das notas dentro de escalas musicais
contendo de 5 a7 tons fechando no intervalo de oitava (escalas diatônicas
consonantes), b) nas respostas às consonâncias e dissonâncias dos
intervalos musicais (combinação de duas notas diferentes), e c) na
organização temporal com uma tendência a formação de ritmos métricos
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organização temporal com uma tendência a formação de ritmos métricos
(durações baseadas numa pulsação regular) (para uma revisão da literatura
psicológica e neurocientífica veja ANDRADE, 2004). Há universalidade
também nas expectativas melódicas, isto é, quais notas são esperadas, ou
que melhor se encaixam como conseqüentes após uma dada seqüência de
notas antecedentes (Eerola, 2003), bem como no julgamento emocional­
afetivo das várias características musicais, como tempo (lento ou rápido),
consonância (dissonante ou consonante), complexidade, intensidade, etc.
(BALKWILL et al., 2004). Quanto à precocidade, hoje sabemos que os bebês
processam os padrões musicais de forma muito semelhante aos adultos,
preferindo os padrões universais acima reportados a outros, além de
possuírem memória de longo prazo para melodias (ANDRADE, 2004;
ANDRADE & BHATTACHARYA, 2003).

Córtex parietal: Área
cerebral multimodal que
integra informações de
diferentes áreas sensoriais:
visão, audição, tato, e
propriocepção, envolvidos
na construção de um
modelo coeso do espaço
externo a partir da
associação das
informações de diferentes
modalidades sensório­
perceptivas.

Além disso, as emoções musicais são reais e a maioria das pessoas alega
ouvir música porque ela provoca emoções e alivia o tédio (PANKSEPP, 1995).
Hoje também sabemos que ela não simplesmente simboliza emoções cuja
compreensão ou apreciação depende exclusivamente da apropriação cultural
dos códigos do sistema musical, mas sim é capaz de disparar fortes emoções
de uma forma universal e independentemente da história sócio­cultural do
ouvinte. As fortes emoções musicais podem ser de valências tanto positivas
quanto negativas, e são altamente consistentes entre os sujeitos de várias
culturas, tanto em estudos intra quanto inter­culturais, e com aspectos
particulares e universais da estruturação musical (KRUMHANSL, 1997;
BALKWILL et al., 2004). Essas respostas emocionais são acompanhadas por
alterações psicofisiológicas ou autonômicas, como na circulação sanguínea,
condutividades elétrica da pele, temperatura corporal, etc. (KRUMHANSL,
1997; KHALFA et al., 2002), as quais são geralmente descritas pelas pessoas
como arrepios, calafrios, lacrimejamento, etc e estão relacionadas a ativações
de áreas subcorticais das emoções envolvidas no comportamento aversivo
(de fuga), tal como o giro parahipocampal, amídalas e outras, e no
comportamento de recompensa/prazer (sexo, alimento) tais como o sistema
mesolímbico de dopamina, córtex orbitofrontal e outras (BROWN et al., 2004).

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A lição de música, 1877, por Lord
Frederick Leighton

4. A interface música e saúde

Essas propriedades universais da música refletem propriedades anatômicas e
fisiológicas de nossos circuitos auditivos, evoluídos para o processamento de
eventos acústicos biologicamente relevantes (TRAMO et al., 2001): ”…nosso
amor pela música reflete uma habilidade ancestral de nossos cérebros em
transmitir e receber sons emocionais básicos” biologicamente relevantes e de
efetuar “…movimentos rítmicos de nosso aparato motor instintivo/emocional
evoluídos para indicar certos estados que possam promover ou prejudicar
nosso bem estar (PANKSEPP and BERNATZKY, 2002, p.134).

De fato, os processos neurais subjacentes às respostas estéticas da música
são muito mais claros e facilmente detectáveis cientificamente do que os das
artes visuais (RAMACHANDRAN and HIRSTEIN, 1999), provavelmente
porque a música deve exercer influências mais diretas e poderosas nos
sistemas emocionais subcorticais do que as artes visuais. De fato, há estudos
preliminares que mostram que drogas como a Naloxona e a Naltrexona,
substâncias antagonistas (ou bloqueadoras) da ação de opióides endógenos
(fabricados pelo próprio corpo) que são neurotransmissores envolvidos no
sistema de recompensa/prazer e da analgesia, também reduzem as emoções
e arrepios com a música (PANKSEPP and BERNATZKY, 2002).

Assim, com base nas evidências antropoculturais, neurobiológicas, e de
estudos sobre o uso da música na saúde, nós argumentamos que:

a)      Diferentemente da linguagem oral, a música é tanto polissêmica e
emocional quanto ‘corporificada’, envolvendo não somente o som, mas
também a ação. Aqui, definiremos a música como uma forma de comunicação
baseada no som construída a partir da organização sonora na altura (tons) e
no tempo (metro e ritmo), corporificada no movimento e essencialmente
emocional.

b)      Apesar de possuir substratos neurais relativamente específicos
(circuitos temporo­frontais do hemisfério direito), a música é o comportamento
que mais envolve áreas cerebrais distintas, incluindo as áreas lingüísticas
esquerdas e, bilateralmente, áreas visuo­espaciais e motoras (veja
ANDRADE, 2004). Seu amplo espectro cognitivo tem efeitos terapêuticos na
melhora da memória autobiográfica em pacientes com demência, melhora nos
sintomas de heminegligência em pacientes com AVC, repetição de palavras e
memória verbal em pacientes afásicos, bem como capacidades cognitivas
gerais de pacientes com demência. Melhorias significativas na habilidade de
comunicação em crianças autistas (SÄRKÄMÖ et al., 2008) e habilidades
fonológicas e de leitura­escrita em crianças disléxicas também têm sido
demonstradas (OVERY, 2003). Os efeitos motores positivos da música já
estão amplamente confirmados em pacientes com mal de Parkinson
(PACCHETTI et al., 2000). Esses benefícios provavelmente também se
devem ao poder emocional­afetivo da música.

c)      A música desencadeia natural e automaticamente emoções
biologicamente primárias, como alegria e tristeza, surpresa e medo, raiva,
nojo, etc. Emoções musicais negativas (principalmente música dissonante)
ativam o giro parahipocampal e a amídala e estão associadas à liberação de
noradrenalina na circulação sangüínea, correlatos neurofisiológicos do
comportamento de fuga ou medo.  Emoções musicais positivas
(principalmente música consonante) ativam áreas cerebrais envolvidas no
comportamento de recompensa/prazer (sexo, alimento, etc.), como o sistema
mesolímbico de dopamina (área tegmentar ventral do mesencéfalo e o núcleo
acumbente dos gânglios da base) e o córtex orbitofrontal (veja Andrade,
2004). Assim, a audição de música relaxante/prazeirosa (consonante)
incrementa a recuperação das funções respiratórias e cardiovasculares e
diminui o nível de cortisol após o estresse (KHALFAet al., 2003), reduz a
ansiedade a depressão (SÄRKÄMÖ et a., 2008), e possui efeitos analgésicos
(ROY et al., 2008).

d)     Graças à plasticidade cerebral, a música é uma poderosa ferramenta
terapêutica de baixo custo e risco, com efeitos positivos significativos na
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terapêutica de baixo custo e risco, com efeitos positivos significativos na
atenção, processamento semântico, memória, funções motoras e emoções. A
música pode e deve ser usada tanto em casos clínicos de lesões cerebrais e
doenças degenerativas, como em intervenções de distúrbios do
comportamento e emocionais, e, finalmente, em intervenções
psicopedagógicas.

Referências

ABBATE, C. 1991. Unsung voices: opera and musical narrative in the
nineteenth century, Princeton University press. Oxford

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5 comentários

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Vanessa
06/03/2014 às 23:01 (UTC 0)

Gostei do texto, mas sobre universais musicais, mostra­se bastante
vago, sobretudo quando se refere aos bebes. Gostaria de mais
bibliografias… De autores variados. Obrigada…

Paulo Estevão Andrade
02/03/2016 às 16:41 (UTC 0)

Olá Vanessa! Na própria bibliografia fornecida pelo artigo há 3
referências cujo conteúdo se dedica inteiramente ao
desenvolvimentodas habilidades cognitivas e os estudos com
bebês: 
ANDRADE P.E. & PRADO P.S.T. Psicologia e Neurociência
cognitivas: Alguns avanços recentes e implicações para a
educação. Interação em Psicologia, 2003, 7(2), p. 73­80

ANDRADE PE. Uma abordagem evolucionária e neurocientífica da
música. Neurociências Brasil. 2004 jul­ago (1): 21­33. review

ANDRADE, P. E. A teoria sócio­culturalista de Vygotsky e o papel
da linguagem na formação de conceitos: o que a psicologia

experimental e a neurociência têm a nos dizer. Neurociências
(Atlântica Editora). , v.3, p.158 – 178, 2006.

ANDRADE, P. E. O desenvolvimento cognitivo da criança: o que a
psicologia experimental e a neurociência têm a nos dizer.
Neurociências (Atlântica Editora). , v.3, p.98 – 118, 2006.

Paulo Henrique Canôas De Munno
24/09/2013 às 0:34 (UTC 0)

Quando fiz Especialização em Musicoterapia {1995 à 1999} (…)
Desenvolvi um ” *SisMetAp ” {*Sistema, *Método, *Aprendizagem}
utilizando também um ” *ProcEsPes ” {*Processo *Específico &
*Pessoal} onde *CADA *PESSOA é *Singular no “seu Sistema
*D.C.R.H.” {*Desenvolvimento, *Comportamento e *Relacionamento
*HUMANOS} Relacionados – cada qual – ao *SOM, ao *RITMO, ao
*EQUILÍBRIO, ao *GESTO {*Linguagem *Corporal *Metoposcópica} e à
*PALAVRA {*Independente do *Idioma e/ou *Língua e Da *Forma e
*Modo que se “utiliza” para se *Comunicar} – é Conhecido com o Nome
http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/?p=532 8/9
04/04/2017 A interface música, cérebro, neurodesenvolvimento e saúde­por Paulo Estevão Andrade e Elisabete Castelon Konkiewitz » Neurociências em Deb…
de: * MUSICOTERAPIA *HOLÍSTICA ou por meio da “Sigla­Símbolo”
*M.H.S.R.E.G.P.*. Utilizado também pela *Empresa *S.I.H. *Sanitas
*Integratis *Humanus *SIESA *S.L.S. & *S.O.I.C. *Sistema de *Liderança
*Servidora.

Quanto ao *RELACIONAMENTO que se *Constroi e se *Proporciona
*Desenvolver à *Cada *Pessoa, quando esta é “submetida à
*Musicoterapia *Holística” é *Fundamental e *Primordial *PREPARAR “a
Pessoa” para que ao *REALIZAR uma ” *AnHoSPes ” conhecida
também como: *ANÁLISE­*HOLÍSTICA­*SINESTÉSICA­*PECULIAR­
*PESSOAL, seja Totalmente *NATURAL e *TRANSPARENTE. (…)

*QUER *SABER E *CONHECER *MAIS E *MELHOR ???

*ENTÃO *ACESSE & *ENTRE EM *CONTATO PARA *MARCAR UMA
*ENTREVISTA {*HORA}

http://www.terapiaholistica­pos­trauma.blogspot.com.br

Cordial Abraço.

Paulo Henrique Canôas De Munno / c.ss.trd.m.ss./ te.hós. / f.c.t. /
o.m.k.a.n.n. / 
*Especialista em *Musicoterapia; *Cromoterapia; *Grafoterapia; 
*Arteterapia; *Terapias *Holísticas com *Especificidades em *Estresses; 
*Desequilíbrio; *Desarmonia; *Assédio *Moral *Relacionados ao
*D.C.R.H.

Gustavo
18/12/2012 às 23:49 (UTC 0)

Este vídeo merecia ser incluído no post:

O neurologista Oliver Sacks explica o incrível efeito da música sobre a
gagueira cinética do mal de Parkinson: http://youtu.be/yZpjiEMlFxA

Muito bom!

Mario Luiz
24/11/2012 às 2:13 (UTC 0)

Ótimo texto e reflexão! Parabéns!

http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/?p=532 9/9

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