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NA MARCHA DA

HISTÓRIA: O
PROCESSO
CIVILIZADOR
INTRODUÇÃO:
▪ Credenciais dos autores;
▪ Exposição e análise das obras;
▪ Discussão de conceitos e
panorama da transição;
▪ Moda – Referencial hierárquico;
▪ Contraposição;
DIRETRIZES E ▪ Resquícios na atualidade;
OBJETIVOS: ▪ Considerações finais.
NORBERT ELIAS

▪ Nasceu em 1897, Breslau – Alemanha. Morreu em 1990,


Amsterdã – Holanda;
▪ De personalidade eclética;
▪ Entre outras instituições, lecionou em University of Leicester
(1945-1962);
▪ É autor, dentre outras obras: O processo civilizador (1939); Os
estabelecidos e os outsiders (1965); A sociedade de Corte (1969); O
que é Sociologia? (1970); Os alemães (1989).

RENATO JANINE RIBEIRO

▪ Nasceu em 1949, Araçatuba – São Paulo; Sobre os


autores
▪ Atualmente, professor-titular da cadeira de Ética e Filosofia Política na
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP;
▪ De espírito público, participou constantemente do debate político
brasileiro. Inclusive, aliás, vindo a ser, em 2015, Ministro da Educação.
À esquerda: Norbert Elias (1897-1990).
▪ Entre suas obras, destacam-se: A marca do Leviatã (1978); Ao leitor
sem medo – Hobbes escrevendo contra seu tempo (1999); A etiqueta À direita: Renato Janine Ribeiro (1949-).
no Antigo Regime: Do sangue à doce vida (1999).

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▪ Dúvida temática: “como chegamos ao que
chegamos?”;
▪ Do processo civilizador: evento contínuo na
humanidade, de sensibilidade geral, às vezes
com “retrocessos” e não unilinear;
▪ Recorte espaço-temporal: da Idade Média às
décadas inicias do século XX, sobretudo
entre as fronteiras de França e Alemanha;
▪ Documentação: canções e manuais de
EPOSIÇÃO E ANÁLISE etiqueta;
DAS OBRAS: ▪ Olhar à cúpula social de cada época;
Em 1994, segunda edição da versão ▪ Viés historiográfico: entre os estudos da
brasileira de O processo civilizador
(vol. 1).
Nova História Cultural.
▪ Dúvida temática: “em nossos dias, subsistiria
resquícios de etiqueta?”;
▪ Etiqueta: fenômeno histórico. Atualmente,
entende-se sob duas perspectivas:
a. Pequena ética: agir orientado à cata de boas ações;
b. Rótulo: valorização da expressão de si.
▪ À época, etiqueta como linguagem do
poder; instrumento de identificação
hierárquico: “Quem era quem?”;
EPOSIÇÃO E ANÁLISE ▪ Recorte espaço-cronológico: entre o século
DAS OBRAS: XV e XVIII, atendo-se à França;
Em 1999, primeira edição de A etiqueta ▪ Olhar, sobretudo, à corte de Luís XIV;
no Antigo Regime: Do sangue à doce vida.

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