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República de Angola

Ministério da Educação

Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação Social

Instituto de Telecomunicações (ITEL)

TRABALHO DE EMPREENDEDORISMO

O LIXO: A PROVINCIA DE LUANDA E SUA SITUAÇÃO AO SANIANMENTO


BÁSICO

Nome: Moisés Fernando Miguel

Curso: Electrónica e Telecomunicações

Classe: 12ª

Número: 38

Turma: D1
INTRODUÇÃO

No presente trabalho apresenta-se uma visão geral daquilo que é a situação do lixo na
capital de Luanda, concomitantemente a província de Luanda. Todavia, fala-se dos aspectos
relacionados a política criada pelo governo para resolução desta problemática, tanto que faz-
se também uma relação de como este problema poderia criar oportunidade de negócio e
proporcionar a criação de nossas empresas.

O lixo é um problema para a saúde do homem, entretanto devemos ter a consciência


de que o mesmo lixo quem produz somos nós, neste contexto em que a província de Luanda
se encontra, vê-se o lixo como um dos problemas que mais tem causado impacto e que tem
contribuído muito para as doenças como: malária, dengue e sobretudo o paludismo.

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QUAL É O PROBLEMA AGORA, LIXO OU SARS COV-2?

É evidente que a covid-19 é um dos grandes problemas que todos os países têm
enfrentado nos últimos tempos, entretanto o lixo não sendo considerado uma gripe mais a sua
forma de crescimento na província é dita exponencial, tivemos o surto da febre-amarela que
matou muitas pessoas, a dengue que também matou muitas pessoas, no entanto os dois são
problemas.

Quem circula por Luanda facilmente vê os montes de lixo, no centro da cidade ou nas
zonas periféricas, onde as bermas das estradas se transformaram em lixeiras, que dificultam,
em muitos casos, a mobilidade de viaturas e pedestres.

Numa ronda efetuada pela capital angolana, a Lusa constatou que o lixo não é
recolhido há semanas em várias zonas. Para combater o cheiro e os vermes que ali nascem,
atear fogo aos resíduos é muitas vezes a solução, apesar dos fumos causarem também
problemas. Grande parte das lixeiras a céu aberto, sobretudo nas vias principais e secundárias,
não tem contentores de pequeno ou médio porte e os que ainda resistem estão a transbordar de
tanto lixo. Moradores, transeuntes, vendedoras e automobilistas lamentaram a atual situação e
afirmaram recear doenças, sobretudo nesta época chuvosa, neste cenário pintado de cores
tristes.

COMENTÁRIOS FEITO SOBRE A POPULAÇÃO DA PROVÍNCIA DE LUANDA

O lixo é muito preocupante, sinceramente, porque é um atentado à saúde pública e


neste contexto já estamos muito saturados, estamos desgastados devido ao lixo, porque não
temos mecanismos de como tirar o lixo e estamos quase abandonados", contou à Lusa um
morador há quase 40 anos no bairro Campismo, no município de Cazenga.

 Cândido Zongo afirmou que os moradores da zona dizem ter sido


"abandonados pelas autoridades", porque vários contactos já foram feitos no
sentido de se remover o lixo, à entrada do bairro, mas a situação arrasta-se há
semanas.
 "O lixo está aqui já há um bom tempo, vai a caminho de duas ou três semanas,
já não há locais para depositarmos e se não haver intervenção do Estado vai
criar mais transtornos. É um lixo que está já a fechar as vias para circulação de
pessoas e viaturas”, lamentou.

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 Crianças e adultos naquele bairro e noutros pontos de Luanda encontraram no
lixo uma fonte de subsistência, até para conseguirem alguns brinquedos, disse
uma moradora do Campismo Anacleta da Silva Bungo, que disse recear as
doenças associadas à época chuvosa.
 "Isso é extremamente complicado devido às doenças como a cólera e o
paludismo, porque daqui saem muitos mosquitos. A lixeira aqui está já há
muito tempo e também precisamos de contentores para poder depositar o lixo”,
frisou.

No município do Cazenga, um dos mais populosos de Luanda, moradores recorrem às


valas de drenagem para depositar o lixo por falta de contentores. Quem circula pela estrada
nacional n.º 100, conhecida como estrada direita de Cacuaco, no norte de Luanda, facilmente
vislumbra, durante o percurso, os amontoados de lixo no chão, sendo também marcante a
ausência de contentores.

Na vila de Cacuaco, município com o mesmo nome, a acumulação de resíduos


também está a ganhar contornos preocupantes e quem ali busca o pão do dia, como Delfina
Chicalanga, que vende máscaras faciais à entrada do bairro da Pedreira, narra as dificuldades
para ali se manter.

 "O lixo aqui está demais, os carros passam, podemos falar e [não fazem] nada, temos a
pressão do lixo e dos fiscais e trabalhamos em plena corrida" disse à Lusa.
 Já o mototaxista Orlando Leonardo queixou-se igualmente do cheiro e do amontoado
de lixo na vila de Cacuaco, afirmando que a situação, que considerou "prejudicial para
a sua saúde e a dos passageiros", persiste desde o ano passado.

A governadora de Luanda, Joana Lina, reconheceu a preocupante situação dos


amontoados do lixo na capital angolana, garantindo encontrar mecanismos para rapidamente
ultrapassar a situação. Em dezembro de 2020, Joana Lina suspendeu o contrato com seis
operadoras de limpeza e recolha de resíduos, por incapacidade de suportar o pagamento
contratual, indexado ao dólar, em kwanzas, face à acentuada desvalorização da moeda
angolana. Algumas empresas removeram assim os contentores dos locais onde recolhiam os
resíduos, que estão agora a ser depositados no chão em muitas ruas e bairros.

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Joana Lina suspendeu, em finais de Dezembro de 2020, os contratos com seis operadoras
de limpeza e recolha de resíduos em Luanda, sobretudo por incapacidade de liquidar a dívida
em kwanzas, indexada ao dólar, que na altura em que tomou posse ascendia a 246 mil milhões
de kwanzas/382 milhões de dólares.

Figura1.1

COMO FAZER DESTE PROBLEMA UMA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO?

“Todo grande problema é uma grande oportunidade de negócio, ninguém vai para você
por algo que não é um problema”, Vennod Klosla. O lixo pode ser visto como uma grande
oportunidade de negócio, com a remoção dos contentores de lixo pensou se em falar com uma
serralharia que ficou de fabricar alguns contentores para o bairro camadeira, entretanto a
empresa RECLHA && LIMPEZA forneceu 5 cupapatas que escoariam o lixo até a elisal,
todos os moradores do bairro poderão pagar uma quantia semanal de 1000KZ. Portanto, tendo
aproximadamente 70 moradores a empresa semanalmente terá um lucro de 70mil Kwanzas.

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CONCLUSÃO

Podemos concluir que o problema do lixo ainda pode ser encarado como uma grande
oportunidade de negócio para jovens, ou seja, novos empreendedores, a criação de pequenas
empresas que removeriam o lixo de bairro a bairro ou municípios levaria a uma limpeza total
de província de Luanda e evitar outros problema como surgimento de novas doenças que
podem afectar e/ou matar muitos angolanos, propriamente da província de Luanda.

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REFERÊNCIAS

https://www.rfi.fr/pt/angola/20210212-angola-luanda-amontoada-de-lixo-devido-a-
greves-por-falta-de-sal%C3%A1rios

https://angola24horas.com/sociedade/item/20148-amontoados-de-lixo-em-luanda-
ameacam-saude-e-incomodam-moradores

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