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TREINAMENTO

TRANSMISSÃO SUBTERRÂNEA

PORTO ALEGRE-RS
09/03/2010
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 1
PROGRAMAÇÃO DO TREINAMENTO
ITEM DATA HORÁRIO PROGRAMA APRESENTADOR

01 09/03/2010 08h00-12h00  Construção dos Cabos de Potência Fumitaka


 Ensaios de tipo
 Ensaios em Amostras
 Ensaios de Rotina
 Ensaios após instalação
 Confiabilidade dos Cabos de Potência

14h00-18h00  Determinação da Espessura Isolante Fumitaka


 Caracterização dos Cabos (tgδ,
Resistência de Isolamento, Capacitância)
 Impedâncias de Componentes Simétricas
 Sobretensões Transitórias

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ITEM DATA HORÁRIO PROGRAMA APRESENTADOR

02 10/03/2010 08h00-12h00  Dimensionamento e Funcionamento dos Fumitaka


Sistemas Cross-Bonding, Single Point-
Bonding e Middle Point-Bonding
 Capacidade de Corrente com fator de Giovanni
carga 100%
 Capacidade de Corrente com Fator de Fumitaka
Carga Diferente de 100%
 Cálculo da Corrente de sobrecarga e de Giovanni
curto-circuito

14h00-17h00  Terminais e Emendas Obara


 Comportamento do Backfill
Geraldo
 Medição de Resistividade Térmica
 Compactação do Backfill Coelho

 Construção das Valas Geraldo


 Construção das Caixas de Emendas Okada

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ITEM DATA HORÁRIO PROGRAMA APRESENTADOR

03 11/03/2010 08h00-12h00  Montagem do Terminal


Francisco
 Medição prática da Resistividade Térmica
Geraldo
 Medição da Compactação do Backfill

04 12/03/2010 08h00-12h00  Instalação dos Cabos de Potência


 Diretamente Enterrado
 Duto com Bentonita
 Duto por Bentonita Miltom
 Instalação em Senoide Geraldo
 Subida do Cabo no Terminal
 Curva para Montagem de Emendas
(offset)

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TRANSMISSÃO SUBTERRÂNEA

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Índice
1. Constituição dos Cabos de Potência

2. Instalação e Manutenção

3. Ensaios

4. Confiabilidade

5. Determinação da vida dos cabos e espessura da


isolação

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Índice
6. Comprimento Crítico e Compensação Reativa

7. Impedância e Capacitância de Componentes


Simétricos

8. Sobretensão Transitória

9. Conceitos de Comprimento Mínimo de Auto-Proteção

10. Parâmetros Elétricos

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Índice
11. Sistema Cross-Bonding

12. Verificação do Funcionamento dos Sistemas Cross-Bonding

13. Cálculo da Capacidade de Corrente

14. Cálculo da Corrente de Curto-Circuito

15. Instalação dos Cabos de Energia

16. Esquema Básico de Instalação

17. Fotos

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Constituição dos
Cabos de Potência

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Constituição dos Cabos de Potência
Condutor

Blindagem
Semicondutora Interna

Isolação

Blindagem
Semicondutora Externa

Fios de Blindagem

Capa Externa de Proteção

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Constituição dos Cabos de Potência
Condutor Característica
Material Cobre 100% IACS a 20ºC.

Alumínio 61% IACS a 20ºC, o


alumínio é sempre mais
econômico que o cobre.
Construção Compactado: até 600 mm².
Segmentado: para secções
iguais ou superiores a 800
mm², com a finalidade de
reduzir o efeito pelicular.

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Constituição dos Cabos de Potência
XLPE: única solução devido baixas perdas no dielétrico (tgδ≈3x10-4)

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Constituição dos Cabos de Potência
XLPE: única solução devido baixas perdas no dielétrico (tgδ≈3x10-4)

XLPE Plant

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Constituição dos Cabos de Potência
Evolução dos Cabos Subterrâneos

• Cabos isolados em papel


– Alta confiabilidade
– Inexistência da ionização

• Cabos sólidos
– Avanço da tecnologia dos polímeros
– Facilidades de fabricação
– Facilidade de confecção de emendas e terminais
– termoplástico
– termofixo
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Constituição dos Cabos de Potência
Isolação

• Termoplástico
– PVC
– Polietileno

• Termofixo
– XLPE
– EPR

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Constituição dos Cabos de Potência
Comparação EPR x XLPE

Característica EPR XLPE

Rigidez dielétrica 50 kV/mm 60kV/mm

Resistência a água Excelente Boa

Resistência a Boa Boa


ionização
Flexibilidade Excelente Boa

tgδ 3x10-3 1x10-4

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Constituição dos Cabos de Potência
Perdas no Dielétrico

Pd = V0 .ϖ .C.tgδ
2

• Pd - Perda no dielétrico
• V0 - Tensão fase terra
• ω - 2Π f
• C - Capacitância do cabo, 0,3 µF/km (valor típico)
• tgδ - Fator de perdas, 3x10-3 para EPR e 3x10-4 para
• XLPE, sendo que o valor típico de XLPE é de 3x10-4

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Constituição dos Cabos de Potência
Perdas no Dielétrico

Perdas no dielétrico (W/m)


Tensão (kV)
EPR XLPE
138 1,94 0,19
230 5,40 0,54
345 12,15 1,21
525 28,12 2,81

Dissipação do cabo de potência = 55 W/m

XLPE é a melhor solução


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Constituição dos Cabos de Potência
Temperatura Máxima Admissível

Temperatura (ºC)
Material
Regime Sobrecarga Curto-Circuito
PVC 75 100 160
Polietileno 75 90 160
XLPE ** 90 130 (105)* 250
EPR ** 90 130 250
* Media tensão ≤ 69 kV
** Não ultrapassar 1500 h durante a vida do cabo (40 anos) e nem 72 h durante
12 meses consecutivos

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Constituição dos Cabos de Potência
Vida Térmica do Isolamento Termofixo

• Regime permanente: 90°C


• Sobrecarga: 130°C (105°C)
• Curto Circuito: 250°C
• Limite de vida:
– Alongamento: 10% original
– Carga de Ruptura: 25% original

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Constituição dos Cabos de Potência
Capa Externa

Máxima Temperatura (ºC)


Material Designação Regime Curto-
Permanente Circuito
ST1 80 200
PVC
ST2 90 200
ST3 80 200
Polietileno
ST7 90 200

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Constituição dos Cabos de Potência
Capa Externa
Item Característica PVC Polietileno
Acetona Má Boa
Resistência
aos Tetracloreto de Carbono Boa Boa
01 agentes Óleos Regular Boa
químicos Gasolina Boa Boa
orgânicos
Creosoto Regular Boa
Sulfúrico (30%) Regular Excelente
Resistência Nítrico (10%) Regular Excelente
02
aos ácidos Clorídrico (10%) Regular Excelente
Fosfórico (10%) Regular Excelente

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Constituição dos Cabos de Potência
Deformação Causada pela Temperatura

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Constituição dos Cabos de Potência
Gradiente Elétrico

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Constituição dos Cabos de Potência
Defeitos Típicos em Cabos de Potência

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Constituição dos Cabos de Potência
Eliminação dos Defeitos
Cabos XLPE

Elevado
gradiente
elétrico

Redução do
Evitar a Livre de
Livre de conteúdo de
penetração de imperfeições Livre de vazio
contaminação umidade
umidade nas interfaces
inicial

Tripla extrusão
Aplicação Aplicação de Sistema de
Barreira Perfeito
Perfeito sistema
simultânea dos malhas manipulação Composto
utilizando semi-condutores
sistema
metálicas em sala classe superclean de reticulação
capa metálica internos e externos de curing
e camada isolante
na extrusão 1000

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Constituição dos Cabos de Potência
Sistema de Cura

• Método de Aquecimento
– Vapor: Pode deixar vazio no interior da isolação
– Processo de Cura seco:
• Óleo de silicone como meio de aquecimento e
resfriamento
• Nitrogênio como meio de aquecimento

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Constituição dos Cabos de Potência
Sistema de Cura

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Constituição dos Cabos de Potência
Composto

Use of the Super Clean compound

Sampling examination of contaminant in pellets

Installation of Super Clean material supply room (Class 1000)


Adoption of pellets transport system with super clean air trough
4 layers of filters
Adoption of all contamination eliminating system
by screen mesh in the extruder
Sampling examination

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Constituição dos Cabos de Potência
Nível de contaminação do polietileno Super Clean

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Constituição dos Cabos de Potência
Tripla Extrusão

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Constituição dos Cabos de Potência
Espessura de Isolação
Nível básico Impulso de Espessura da
Tensão Tensão
de impulso - manobra isolação
Nominal (kV) Máxima (kV)
NBI (kVp) (kVp) (mm)

69 72.5 350 - 11.0

138 145 650 - 20.0

230 245 1050 - 22.0

345 362 1175 950 24.0

525 550 1550 1175 27.0

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Constituição dos Cabos de Potência
Capa Metálica
Item Característica

• Circulação de corrente de curto-circuito


Utilização • Evitar a penetração de umidade e outras
substâncias danosas
• Cabos de altíssimo resistência a agentes
químicos (refinarias)
Capas de chumbo • Menor resistência mecânica em relação à capa
de alumínio (necessidade de colocação de fitas de
cobre como armação)
• Alumínio corrugado para dar flexibilidade ao cabo
Capa de alumínio • Deve ser protegido com betumen para evitar a
corrosão em contato direto com o solo.

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Instalação e
Manutenção

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Instalação e Manutenção
Recomendações
Item Caracterí
Característica Requisito
01 Raio mí
mínimo de curvatura durante 20 x D
instalaç
instalação
02 Raio mí
mínimo de curvatura apó
após instalaç
instalação 15 x D
D = Diâmetro

03 Tensão má
máxima de puxamento (kgf) 4 x S (alumí
(alumínio)
7 x S (cobre)
S = Secç
Secção transversal do condutor em mm²
mm²
04 Máxima pressão lateral (kgf
(kgf/m)
/m) 500
P=I/R .:. I - Tensão má
máxima de puxamento
R - Raio de curvatura
05 Água Não permitir a penetraç
penetração de água
06 Técnicas de instalaç
instalação para evitar • Grampos, por exemplo, a cada 80 cm
deformaç
deformaç ão nas capas metá
metálicas • Instalaç
Instalação em senó
senóide para absorver a
expansão tétérmica do cabo, como tú
túneis

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Instalação e Manutenção
Característica: Livre de manutenção

Item Inspeção Pontos a examinar


• Substância que possa danificar o
cabo
Cabo
• Aquecimento anormal
• Vibração
• Substância que possa danificar o
01 Visual
cabo
• Movimento anormal
Emenda
• Aquecimento anormal
• Vibração
• Aterramento
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Instalação e Manutenção
Característica: Livre de manutenção
Item Inspeção Pontos a examinar
• Substância que possa danificar o cabo
• Sujeira e dano à porcelana
• Fuga do composto isolante
• Fuga do gás SF6 em blindadas
Terminal • Aquecimento Anormal
• Vibração
01 Visual
• Corrosão na base de sustentação do
terminal
• Aterramento
• Aterramento
Link–Box • Danos no SVL (Pára-raios não linear)
• Corrosão
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Instalação e Manutenção
Continuação

Item Inspeção Pontos a examinar


• Corrente elétrica
Link-Box
• Tensão elétrica
Ensaio Isolação • Ensaio de tensão em c.c
02 do cabo
Elétrico • Resistência de isolamento
Capa • Ensaio de tensão em c.c
Externa • Resistência de isolamento

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Ensaios

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Ensaios
Item Modalidade Finalidade Ensaios
01 Ensaios de Determinação dos parâmetros de • Ensaios de curta duração: determinação do
vida confiabilidade b e N=b/a parâmetro b
  E − E b  t 
a

F(t, E) = 1 - exp  -  L
 ⋅  
  E 0   t 0   • Ensaio de longa duração: determinação do
  parâmetro N
02 Ensaios de Característica de projeto, certificação • Ensaios elétricos (seqüência de testes):
tipo de construção e manufatura do Ensaio de dobramento do cabo [25(d+D)]
projeto seguido de instalação dos acessórios e
realização de descarga parcial a temperatura
Sugestão: Aplicar tensão em C.A ambiente (1,75V0 a 1,5V0) ≤ 5pC
durante 1 hora, no valor mínimo de • Medição de tgδ na tensão V0 à temperatura
3xV0 de 95 a 100ºC
• Ensaio de ciclo térmico:
Cabo em formato U (dobramento) aquece
até a temperatura entre 95 e 100 ºC durante
8 horas, e então resfria-se naturalmente
durante 16 horas, efetua-se 20 ciclos com
tensão aplicada igual a 2 V0, medir a
descarga parcial na temperatura ambiente e
na temperatura máxima (95 a 100ºC).

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Ensaios
Item Modalidade Finalidade Ensaios

02 Ensaios de Característica do projeto do • Ensaio de Manobra a (95 a 100ºC) para


tipo cabo, certificação de tensões nominais superiores a 300 kV, 10+,
construção e manufatura 10-.
conforme projeto
• Ensaio de impulso atmosférico a (95 a
100ºC), 10+, 10-. Após o impulso, aplicar
Sugestão: Aplicar tensão em tensão C.A. 2 V0, durante 15 minutos.
C.A durante 1 hora, no valor
mínimo de 3 V0, antes da • Exame do cabo e acessórios após a
realização dos ensaios de tipo. realização dos ensaios.
• Testes nos componentes do cabo:
– Verificação da construção do cabo
– Resistência elétrica do condutor
– Resistividades das camadas semi-
condutoras ( condutor – 1000 Ωm,
isolação – 500 Ωm )
– Determinação das propriedades,
mecânica da isolação antes e depois
do envelhecimento em estufa a 135ºC,
7 dias. Variação do alongamento e da
carga de ruptura + ou – 25%.

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Ensaios
Item Modalidade Finalidade Ensaios
02 Ensaios de tipo Característica de projeto, • Ensaio para a determinação das
certificação de construção e características mecânicas da capa externa
manufatura do projeto antes e depois do envelhecimento
• Teste de envelhecimento (100 ºC – 7
Sugestão: Aplicar tensão em dias) em pedaço do cabo completo para
C.A durante 1 hora, no valor verificar a compatibilidade dos materiais
mínimo de 3 V0
• Perda de massa em capa de PVC, (100
ºC – 7 dias)
Realizar ensaio de rigidez
dielétrica na temperatura • Teste de pressão a altas temperaturas na
ambiente para o conjunto cabo capa externa
+ acessórios • Ensaio de deformação a quente (200°C)
da isolação (verificação do grau de
reticulação)
• Teor do negro de fumo na capa externa
(2.5%)
• Ensaio de penetração de umidade sob 10
ciclos térmicos com coluna de 1m de água.

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Ensaios
Item Modalidade Finalidade Ensaios

03 Ensaios de Verificar se o cabo manufaturado • Ensaio de resistência elétrica do


recebimento está em condições de entrar em condutor
operação
• Resistência de isolamento
• Ensaio de descarga parcial
• Ensaio de tensão aplicada em C.A.
Mínimo de 3 V0 durante 1h (não deveria
seguir a Norma, mas basear-se nos
ensaios de vida)
• Ensaio de tensão C.C na capa externa
durante 1 minuto.
04 Ensaios após Verificar se o cabo não foi • Aplicar tensão V0 durante 24h ou
instalação danificado durante a instalação do tensão entre 1.3 a 1.7 V0 durante 1h
cabo
• Teste de tensão C.C na capa externa
• Medição de corrente e tensão elétrica
no link-box para verificar o
funcionamento dos sistemas Cross-
Bonding

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Confiabilidade

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Confiabilidade
• Distribuição estatística de Weibull
  E − EL   t  
b a

F(t, E) = 1 - exp  - ρ   ⋅  
  E0   t 0  
2 
l d
ρ= ⋅ 2
lo d 0

E0, t0= probabilidade de falha igual a 63.2%;


EL- Vida mínima;
b – Parâmetro de distribuição E (qualidade do cabo);
a – Parâmetro de distribuição t;
N=b/a – Parâmetro de decaimento da rigidez dielétrica com o tempo;
a≈0.85 a 0.9
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Confiabilidade

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Confiabilidade

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Confiabilidade

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Confiabilidade

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Confiabilidade

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Confiabilidade

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Confiabilidade

Terminais de água utilizados nos ensaios do cabo real e do modelo 2

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Confiabilidade
• Impulso:
– Temperatura ambiente
– Temperatura máxima de operação mais 5 a 10ºC
  Ei − E L 

bi

F (Ei ) = 1 − exp − ρ ⋅ 
 
  E0 i  
  b 20

Ei α

ρ
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Confiabilidade
Vida Mínima

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Determinação da vida dos
cabos e espessura da isolação

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Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

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Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 64


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 65


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 66


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 67


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 68


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 69


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação
• 3 – CARACTERÍSTICA DA RIGIDEZ DIELÉTRICA COM O
TEMPO

• Desde que os cabos XLPE recentemente desenvolvidos são


cuidadosamente manufaturados utilizando processos
avançadíssimos, os quais são livres de contaminação, livre de
bolhas, protrusões que provocam descargas parciais ou
deterioração por treeing, garante um desempenho satisfatório
do cabo ao longo do tempo.

• A figura a seguir mostra o gráfico de envelhecimento do cabo


manufaturado pelo processo dry-curing.

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100

50
N=9
Emáx(kV/mm)

10

(Anos)

1 5 10 30
1

10-2 100 102 104 106


Tempo de descarga (horas)
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Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação
A reta da figura anterior é traduzida pela seguinte equação:

V N ⋅t = constante
Onde,
V: gradiente aplicado;
t: tempo de aplicação da tensão;
N: expoente de vida.

Do gráfico obtém-se N=9 e assim pode-se assegurar uma vida do cabo


superior a 40 anos, operando com o gradiente de 12 kV/mm.

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Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

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Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

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Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

• A espessura mínima de isolação adotada para


cabos de 230 kV é de 22.0 mm.

• Para definir a bitola mínima de operação do cabo,


utiliza-se um gradiente elétrico máximo no
condutor igual a 12 kV/mm.

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O coeficiente k1 é obtido da equação (2), ou seja:
t0: vida esperada (40 anos)
t0
k1 = N tw: duração da aplicação da tensão em laboratório
tw (igual a 1h)
N: expoente de vida igual a 9.

Tensão elétrica de suportabilidade do cabo


Tempo de aplicação da Coeficiente de
Tensão suportável VAC (kV)
tensão suportável (h) deterioração (k1)

1 4.13 707 (5V0)

6 3.38 578

12 3.13 535

24 2.90 496

Considerando que o tempo de aplicaç


aplicação da tensão em A.C é convencionado a ser de 1 hora ou
de 12 horas, a tensão a ser aplicada em cabos de 230 kV é mostrada na tabela acima
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Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 78


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação
Tensão Aplicada

Ensaio Condição

535 kV durante 12 horas ou


AC
707 kV durante 1 hora

Temperatura 1588 kVp –


ambiente 10 impulsos negativos
Impulso
1270 kVp –
90ºC
10 impulsos negativos

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 79


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação
• Determinação da espessura isolante dos cabos
A espessura da isolação do cabo é dada pela seguinte equação:

V AC 707
t AC = = = 20.2 mm Levando em consideração as
E LAC 35 duas tensões, a espessura deve
ser igual a 22 mm. O gradiente
máximo de trabalho em AC
Vimp 1588
timp = = = 21.17 mm deve ser igual a 12 kV/mm.
ELimp 75

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 80


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 81


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação
• 6.3 – Protrusão da camada semicondutora
A protrusão da camada semicondutora pode ocorrer quando:
– Existir um contaminante na camada semicondutora.
– A suavidade da camada semicondutora inexiste durante o
processo de extrusão ou durante a fabricação de outros
componentes do cabo.
Dimensões máximas dos vazios, contaminantes e protrusões
Descrição Dimensão máxima (µm)
• Vazio 20
• Contaminante
80
• Protrusão da camada semicondutora

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 82


Determinação da vida dos cabos e
espessura da isolação
• 7 – Blindagem metálica

Utiliza-se uma capa metálica para evitar dano ao


cabo e evitar o contato do cabo com a umidade e
agentes químicos de modo a assegurar o
desempenho da isolação. A capa metálica
corrugada de alumínio é utilizada para permitir
uma circulação elevada de corrente de curto-
circuito.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 83
Comprimento Crítico e
Compensação Reativa

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 84


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
O comprimento crítico Lc de um circuito de cabo é aquele na
qual a corrente capacitiva Ic se torna equal à ampacidade
limitada termicamente.
A corrente capacitiva é dada por:

Ic = ω ⋅ C ⋅ L ⋅ Vo

Onde Ic é a corrente capacitiva total do cabo, Vo a tensão


aplicada na isolação, L o comprimento da linha.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 85


Comprimento Crítico e Compensação Reativa

O comprimento crítico Lc é expresso como:

I
Lc =
ω ⋅ C ⋅ Vo

Flexibilidade na demanda de potência necessita que Lc seja tão


longo quanto possível. O diagrama de fasores mostra como a
corrente Ic influencia na corrente de carga IL para fator de potência
da carga unitário.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 86


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
Diagrama de circulo de capacidade de Transmissão

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Comprimento Crítico e Compensação Reativa
Diagrama de circulo de capacidade de transmissão para carga indutiva.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 88


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
Diagrama de circulo de capacidade de transmissão para carga capacitiva

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 89


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
A corrente de carga IL para qualquer ângulo Φ é dada por:
I 2 = I C + I L − 2 ⋅ I C ⋅ I L ⋅ cos(90º +φ )
2 2

L I
Notando que Ic = ⋅ I , a relação L I é dada por:
LC
IL L 1  L 
2
  L 
2

= ⋅ cos(90º +φ ) + ⋅ 4 ⋅   ⋅ cos (90º +φ ) + 41 − 
2
 
I LC 2  LC    LC  

Para carga resistiva (Φ = 0) a equação anterior se torna:

IL   L 2 
=⋅ 1 −   
I   LC  
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 90
Comprimento Crítico e Compensação Reativa
A figura apresenta o gráfico de (Il / I) em função de (L/Lc) para ângulos
do fator de potência de -15º, 0º, 15º. Pode-se verificar claramente os
benefícios que podem ser derivados de uma carga indutiva.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 91


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
Esses benefícios pode ser conseguidos por reator shunt. A idéia
básica da compensação reativa é efetuar a ressonância da corrente
capacitiva do cabo através de um ou mais indutores em paralelos.
Ressonância perfeita não é impossível pois a capcitância do cabo é
distribuída e os reatores necessariamente devem ser indutâncias
concentradas.
Além disso, desde que a linha tem indutância série, que também
armazena energia, assim, qualquer variação da carga estaria
continuamente fora da ressonância.
Uma combinação adicional seria a queda de tensão na linha. No caso
geral, onde a linha é um ramo da rede, fluxo de potência e queda de
tensão não somente variam como também podem ter seu fluxo
invertido.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 92


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
As capacidades e as posições dos reatores shunt são alocados
de acordo com as necessidades de cada linha em particular. A figura
mostra dois arranjos que aumentam o comprimento crítico de uma
linha de transmissão por fatores de 2 e 4.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 93


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
Compensação da linha com reatores shunt:

Capacitância do cabo para


comprimento crítico:

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 94


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
Nos circuitos idealizados na figura, resistências e
indutâncias da linha são desprezadas e a capacitância
distribuída do cabo foi recolocada por capacitância
concentrada. Com compensação reativa, circuitos de cabos
podem ser estendidos indefinidamente. Reatores shunt
práticos são aproximadamente da mesma dimensão física dos
transformadores. Se possível são colocados nas subestações
no final da linha.
Compensação reativa traz, como conseqüência, uma
severa penalidade financeira.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 95


Comprimento Crítico e Compensação Reativa
Fluxo de potência reativa em uma linha com compensação total
alimentando; a) carga com fator de potência unitário; b) carga com
componente reativa em retardo.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 96


Impedância e
Capacitância de
Componentes Simétricos

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 97


Impedância e Capacitância de Componentes Simétricos

Armação ou
Reforço Metálico

Acolchoamento

Condutor rc r is r bl r i r a r e

Isolação

Capa Metálica

Cobertura

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 98


Circuito 1 Circuito 2
1000 A B C A B C

300 300 500 300 300 Dimensões em milí


milímetros

A
B
C

A
B
C
Condutor Blindagem Armaç
Armação
Configuraç
Configuração da linha com cabos a óleo fluí
fluído em sistema Cross-
Cross-Bonding
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 99
Circuito 1 Circuito 2
1000 A B C C B A

300 300 500 300 300 Dimensões em milí


milímetros

A C B
B A C
C B A

C B A
B A C
A C B

Condutor Blindagem
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 100
Impedância e Capacitância de Componentes Simétricos

C1 = C2= C0 = 2л E0 Er
ln R
rc

R = Raio sobre a isolação


rc = Raio sobre a semicondutora interna
Er = Constante dielétrica relativa

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 101


Impedância e Capacitância de Componentes Simétricos
Variação de Espaçamento entre os Cabos
Impedância Própria
Sequência Positiva Sequência Zero

Sistema Espaçamento (mm) Sistema Espaçamento (mm)

300 600 300 600

0.01815 0.01815 0.019199 0.18936


Cross + + Cross + +
Bonding Bonding
j0.22925 j0.28151 j0.10349 j0.10476

0.10192 0.12803 0.19343 0.19194

Aterrado + + Aterrado + +

j0.15714 j0.15714 j0.10379 j0.10515

0.1815 0.01815 0.19626 0.19626


Baixa + + Baixa + +
Tensão Tensão
j0.22927 j0.28153 j1.97478 j1.87026

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 102


Impedância e Capacitância de Componentes Simétricos
Variação de Espaçamento entre os Circuitos
Impedância Própria
Sequência Positiva Sequência Zero

Sistema Espaçamento (mm) Sistema Espaçamento (mm)

500 800 500 800

0.01815 0.01815 0.19199 0.19654


Cross + + Cross + +
Bonding Bonding
j0.22925 j0.22925 j0.10349 j0.10039

0.10192 0.10196 0.19343 0.19728

Aterrado + + Aterrado + +

j0.15714 j0.15720 j0.10379 j0.10045

0.01815 0.01815 0.19626 0.19626


Baixa + + Baixa + +
Tensão Tensão
j0.22927 j0.22927 j1.97478 j1.97478

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 103


Impedância e Capacitância de Componentes Simétricos
Variação de Espaçamento entre os Cabos
Impedância Mútua
Sequência Positiva Sequência Zero

Sistema Espaçamento (mm) Sistema Espaçamento (mm)

300 600 300 600

j0.00693 j0.01399 0.01902 0.02144


Cross Cross - -
Bonding Bonding
j0.03301 j0.03365

0.00395 0.00611 0.01761 0.01890

Aterrado + - Aterrado - -

j0.00055 j0.00080 j0.03333 j0.03408

0.17812 0.17812
Baixa j0.00693 j0.01399 Baixa + +
Tensão Tensão
j1.51664 j1.42944

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 104


Impedância e Capacitância de Componentes Simétricos
Variação de Espaçamento entre os Circuitos
Impedância Mútua
Sequência Positiva Sequência Zero

Sistema Espaçamento (mm) Sistema Espaçamento (mm)

500 800 500 800

0.01902 0.01442
Cross j0.00693 j0.00392 Cross + +
Bonding Bonding
j0.03301 j0.02973

0.00395 0.00223 0.01761 0.01370

Aterrado + + Aterrado + +

j0.00055 j0.00031 j0.03333 j0.02981

0.17812 0.17812
Baixa j0.00693 j0.00392 Baixa + +
Tensão Tensão
j1.51664 j1.45679

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 105


Impedância e Capacitância de Componentes Simétricos
Variação de Resistividade do Solo
Impedância de Seqüência Positiva e Negativa: Não Há Variação
Impedância Própria de Impedância Mútua de Sequência
Sequência Zero Zero
Sistema Resistividade (Ω x m) Sistema Resistividade (Ω x m)

100 10 000 100 10 000

0.19199 0.19233 0.0192 0.01936


Cross + + Cross + +
Bonding Bonding
j0.10349 j0.10227 j0.03301 j0.03423

0.19343 0.19376 0.01761 0.01795

Aterrado + + Aterrado + +

j0.10379 j0.10257 j0.03333 j0.03454

0.19626 0.19585 0.17812 0.1777


Baixa + + Baixa + +
Tensão Tensão
j1.97478 j2.49603 j1.51664 j2.03789

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 106


Impedância e Capacitância de Componentes Simétricos
Variação de Profundidade dos Cabos
Impedância de Seqüência Positiva ou Negativa: Não Há Variação
Impedância Própria de Impedância Mútua de Sequência
Sequência Zero Zero
Sistema Profundidade (mm) Sistema Profundidade (mm)

1000 10 000 1000 10 000

0.19199 0.19197 0.01902 0.01900


Cross + + Cross + +
Bonding Bonding
j0.10349 j0.10350 j0.03301 j0.03300

0.19343 0.19341 0.01761 0.01760

Aterrado + + Aterrado + +

j0.10379 j0.10379 j0.03333 j0.03332

0.19626 0.20044 0.17812 0.18229


Baixa + + Baixa + +
Tensão Tensão
j1.97478 j1.97060 j1.51664 j1.51246

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 107


Sobretensão
Transitória

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 108


Sobretensão Transitória
Conceitos Básicos e Fórmulas

Quando uma onda se propaga em uma linha de transmissão


aérea de impedância Z1 atinge um cabo de impedância Z2 , ela se
desdobra em uma onda refletida Er e uma onda transmitida Et,
como mostra a figura.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 109


Sobretensão Transitória
Reflexão e transmissão das ondas trafegantes
(Onda retangular)

Z1 − Z 2
Er = − × El
Z1 + Z 2

2Z 2
Et = × El
Z1 + Z 2

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 110


Sobretensão Transitória
Quando a onda transmitida Et alcança a extremidade do cabo e
encontra uma impedância Z3 (sempre maior do que Z2 : linha de
transmissão ou transformador), ela se desdobra em duas ondas
adicionais E´t e E´r como esquematizado na figura.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 111


Sobretensão Transitória
Reflexão das ondas trafegantes no cabo subterrâneo

Z3 − Z2 2Z 3
E ' r = Et × E ' t = Et ×
Z3 + Z2 Z3 + Z2
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 112
Sobretensão Transitória
Após um certo número de micro segundos a onda E´r é
refletida da entrada original, produzindo uma outra onda
transmitida e outra refletida e assim por diante. Em geral
para:
Z 2 − Z1
α=
Z1 + Z 2

Z3 − Z2
β=
Z3 + Z 2

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 113


Sobretensão Transitória
Reflexão sucessivas entre linha aérea e cabo

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 114


Sobretensão Transitória
Onde a impedância característica do cabo é dada por:

L
Z=
C
Onde Z é a impedância característica do cabo, L a indutância e
C a capacitância.
A velocidade da onda é dada por:
vo
v=
ε
Onde V é a velocidade de propagação da onda, V0 a
velocidade da luz e ε a constante dielétrica relativa a isolação.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 115
Sobretensão Transitória
Para o caso de onda retangular, se a extremidade do cabo é
aberta ou fechada com transformador (Z3 infinito), a tensão
obtida após as reflexões é igual a duas vezes o valor da
onda incidente. No caso de cabo inserido entre duas linhas
aéreas (Z3 = Z1) a tensão no cabo será igual ao valor da
onda incidente.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 116


Sobretensão Transitória
Sobretensão no Cabo Subterrâneo

E = E i ×e − βt

M n − e − βnt
En = − βt
× A × Ei
M −e
 − β ×t 
ln 
n=  
ln M
β × t + ln M
t = 2×l = µs β = 0,0138(0/50 µs)
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 117
Sobretensão Transitória
Extremidade com Impedância Z3

2Z 2  Z3 − Z 2 
A= 1 + 
Z1 + Z 2  Z 3 + Z 2 

Z 3 − Z 2  Z1 − Z 2 
M =  
Z 3 + Z 2  Z1 + Z 2 

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 118


Sobretensão Transitória
Extremidade Aberta

4Z 2
A=
Z1 + Z 2

Z1 − Z 2
M =
Z1 + Z 2

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 119


Sobretensão Transitória
• Para cabos com alguns quilômetros de comprimento
(dezenas de µseg) o efeito de dissipação de energia é
significativa e é necessário considerá-lo.

• Para cabos de algumas centenas de metros (não maiores de


4 µseg) o efeito de dissipação de energia por atenuação e
distorção pode ser desprezado para o estudo do fenômeno.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 120


Conceitos de
Comprimento Mínimo de
Auto-proteção

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 121


Conceitos de Comprimento Mínimo de
Auto-Proteção
Geralmente quando cabos de alta-tensão são conectados
diretamente á linhas aéreas, devem ser submetidos a um teste de
impulso que lhe assegurem em nível de isolamento em coordenação
com o nível de isolamento da linha de transmissão.
As considerações anteriores mostram que quando o cabo apresenta
um comprimento de algumas centenas de metros, o valor da tensão de
impulso no cabo será sempre menor do que a onda incidente. Desta
forma será supérfluo dotar o cabo do mesmo nível de isolamento da
linha aérea. Por outro lado, com o uso de cabos com poucas centenas
de metros, os testes de impulso padronizados para o nível de
isolamento do sistema pode não ser suficiente para garantir um
adequado nível de resistência ao impulso do cabo.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 122
Conceitos de Comprimento Mínimo de
Auto-Proteção
Andamento da sobretensão no interior de um cabo de diferentes comprimentos

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 123


Conceitos de Comprimento Mínimo de
Auto-Proteção
Comprimento característico dos cabos O.F.

L0 = Comprimento característico do cabo considerado (metros)


L = Comprimento efetivo do cabo considerado (metros)
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 124
Conceitos de Comprimento Mínimo de
Auto-Proteção
Sobretensão nos cabos de potência

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 125


Parâmetros Elétricos

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 126


Índice
1 – Resistência de Isolamento

2 – Constante de Tempo CR

3 – Perdas em Cabos de Potência

3.1 - Perdas no Condutor

3.2 - Perdas no Dielétrico

3.3 - Perdas por Correntes Circulantes

3.4 - Corrente Circulante na Capa Metálica

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 127


Índice
3.5 - Cabos Instalados em Trifólio

3.6 - Perdas por Correntes Parasitas

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 128


1 – Resistência de Isolamento
• Dimensões do cabo
• Do tipo de isolação
• Da quantidade de umidade na isolação
• Da temperatura

dr
dRins = ρins .
2.π .r.l
ρis R dr ρis R
Rins = .∫ = . ln 
2.π .l rc r 2.π .l  rc 
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 129
Aumento da temperatura provoca um decréscimo na resistência
de isolamento

 A+ B
ρ is = ρ o . exp  
 T 

ρ0 , A e B são constantes para cada tipo de material

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 130


 t 
V = V0 . exp  −
 CR 

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 131


2 – Constante de Tempo CR
λ - fator geométrico

C = ε 0 .ε r .λ
ρv 1
R= =
λ δ .λ
CR = ε 0 .ε r .ρ v

Não depende das dimensões geométricas,


depende apenas das propriedades de isolação

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 132


3 – Perdas em Cabos de Potência
• Dielétrico

• Condutor

• Capa metálica

• Armação do cabo

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 133


3.1 – Perdas no Condutor
Pc = Rac.Ic 2 Rac = Rcc.(1 + Ys + Yp)
Resistência em Corrente Contínua
Rcc θ = Rcc 20 .[1 + α 20 .(θ − 20 ) ]

Rcc T = Rcc θ .(1 + k )


k - fator de encordoamento

YS =
(mr )
4
m=
ωµ c
192 + 0,8.(mr ) ρc
4

 
 
YP =
(mr )
4 2
 dc    dc 
2
1,18 
4 
.  . 0,312.  +
192 + 0,8.(mr )    (mr ) 
4
s  s
 + 0,27 
192 + 0,8.(mr )
4
 
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 134
Para condutor de única coroa

π2
M s. 1+
k = 1− N2 L = N.Dm
π2
1+ + ( M s − 1)
N2
Ms é o número de fios condutores

L1
π.Dm

L
Comprimento real de um condutor encordoado
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 135
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 136
3.2 – Perdas no Dielétrico

Wd = V0 .I d = V02 .ω.C.tgδ

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 137


3.3 – Perdas por Correntes Circulantes
Fluxo Concatenado entre Dois Pontos Externos

µ c .I D
Ψ12 = . ln 2
2π D1

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 138


∑I i =0

µc  1 1 1 1 
Ψ1 = . I 1 . ln + I 2 . ln + I 3 . ln + ... + I n . ln 
2π  r D12 D13 D1n 

D13
3
1
D 12
2
....

D 1n
....

n
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 139
3.4 – Corrente Circulante na Capa Metálica

Ic1 + Ic2 + Ic3 + Ibl1 . Ibl2 + Ibl3 = 0

Ic1 + Ibl1 = I1
Ic2 + Ibl2 = I2
IC3 + Ibl3 = I3

µbl  1 1 1 
Ψ1 = . I1. ln + I 2 . ln
 + I 3 . ln 
2π 
bl
rbl s12 s13 
e1bl = − jωΨ1bl
e1bl = Rbl .i1bl

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 140


Cabos instalados em formação plana com transposição
1
I bl A = − .Ic A
Rbl
1+
jX bl
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 141
3.5 – Cabos Instalados em Trifólio
µbl  1 1 1 
ΨA = . I A . ln + I B . ln + I C . ln
2π   rm De De 
bl

µbl D
ΨA = .I A . ln e
2π rm bl

Ebl A = − jω.ΨA = Rbl .I bl A


Ic A
I bl A = −
Rbl
1+
µbl D
jω . . ln e
2π rm bl

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 142


3.6 – Perdas por Correntes Parasitas

Abl2 2π
Wbl = R .i + 2
.Rbl ∫ is2 .ds

bl bl
0

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 143


SISTEMA
CROSS- BONDING

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 144


SISTEMA CROSS-BONDING

Esquema de um cabo instalado em sistema “cross-bonding”


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 145
SISTEMA CROSS-BONDING

A C B
B A C
C B A

Condutor Blindagem

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 146


SISTEMA CROSS-BONDING

Emenda com flange isolante e com caixa de desconexão para


permitir o aterramento das capas metálicas
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 147
SISTEMA CROSS-BONDING

Conexão da capa metálica em pontos não aterrados


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 148
SISTEMA CROSS-BONDING

Sistema “single point bonding”


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 149
SISTEMA CROSS-BONDING

Sistema “middle point bonding”


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 150
SISTEMA CROSS-BONDING
Unidades de Proteção da Capa Externa do Cabo

Esquema do dispositivo de proteção da capa metálica


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 151
SISTEMA CROSS-BONDING
As desvantagens desses sistemas são:

 As capas metálicas devem ser continuamente isoladas do solo;

São necessárias emendas com flanges isolantes na carcaça


metálica e esta deve ser isolada no solo;

Há tensão elétrica nas capas metálicas dos cabos e na maioria das
emendas. Esta tensão deve ser limitada a um valor seguro;

 Fenômenos transitórios (operações de manobra e condições de


falta) podem provocar tensões elevadas nas carcaças metálicas e
através da cobertura anti-corrosiva do cabo.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 152


Circuito 1 Circuito 2
1000
A B C C B A

250 250 500 250 250

A C B
B A C
C B A

C B A
B A C
A C B

Condutor Blindagem
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 153
Dimensões em milí
milímetros
A C B
B A C
C B A

C B A
B A C
A C B
138kV
A C B
B A C
C B A

C B A
B A C
A C B

4 circuitos 138kV / 2 circuitos 230kV


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 154
SISTEMA CROSS-BONDING
4 circuitos 138kV / 2 circuitos 230kV

A C B
B A C
C B A
230kV
C B A
B A C
A C B

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 155


SISTEMA CROSS-BONDING
A melhor solução é separar os circuitos, passando por exemplo, os
circuitos 138kV em um lado da rua e o circuito 230kV no outro lado da
rua ou distanciá-los de maneira que a influência eletromagnética de um
circuito no outro seja praticamente nula.

Caso não seja possível, a solução seria agrupar os circuitos 138kV (o


ideal seria a formação trifólio) e nesse caso a distância entre os
circuitos 138kV e 230kV poderia ser aproximadamente de 1 metro ou
até inferior. Nesse caso a capacidade de corrente no cabo é cerca de 20
a 25% inferior devido à proximidade dos cabos e corrente de indução
elevada devido a baixa resistência elétrica da capa de alumínio.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 156


SISTEMA CROSS-BONDING

Diagrama “single point bonding” para um comprimento de cabo


(a) end-point bonding (b) midpoint bonding
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 157
SISTEMA CROSS-BONDING

Diagrama “single point bonding” para três comprimentos de cabo

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 158


SISTEMA CROSS-BONDING

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 159


SISTEMA CROSS-BONDING

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 160


VERIFICAÇÃO DO
FUNCIONAMENTO
DOS SISTEMAS
CROSS- BONDING

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 161


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING

Configuração da linha Triagem – Campo de Marte


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 162
VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em (A)
para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental

IblA=2,3
I’blA=2,1

IblA=2,2
IblB=1,9
IblB=1,6
I’blB=1,8
IblC=2,8

IblC=2,7
I’blC=2,5

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 163


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em (A)
para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º

Teó
Teórico Experimental
IblA=28,0
I’blA=2,1

IblB=19,0
I’blB=1,8

IblC=21,9
I’blC=2,5

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 164


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental

IblA=28,1
I’blA=2,1

IblB=22,4
I’blB=1,8

IblC=23,7
I’blC=2,5

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 165


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental

IblA=40,6
I’blA=2,1

IblB=40,6
I’blB=1,8

IblC=39,9
I’blC=2,5

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 166


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,3
I’blA=2,1
IblA=2,0
IblB=1,9 IblB=1,5
I’blB=1,8 IblC=2,6

IblC=2,7 I’’bl
’’blC=2,7
I’blC=2,5
Idef=0,8
Idef=0,8
I’’bl
’’blC=2,9
Idef=1,3
Idef=1,3

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 167


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=1,6
I’blA=2,1
IblA=1,8
IblB=1,9 IblB=1,6
I’blB=1,8
IblC=2,8
IblC=2,7
I’blC=2,5 I’’bl
’’blA=2,4
Idef=1,0
Idef=1,0
I’’bl
’’blA=2,8
Idef=2,4
Idef=2,4

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 168


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1

IblB=1,9
I’blB=1,8

IblC=2,5
I’blC=2,5

I’’bl
’’blC=3,1
Idef=5,3
Idef=5,3

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 169


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1

IblB=1,9
I’blB=1,8

IblC=4,9
I’blC=2,5

I’’bl
’’blC=5,1
Idef=9,4
Idef=9,4

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 170


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=4,6
I’blA=2,1
IblA=3,2
IblB=1,9 IblB=1,6
I’blB=1,8
IblC=2,8
IblC=2,7
I’blC=2,5 I’’bl
’’blA=3,4
Idef=5,7
Idef=5,7
I’’bl
’’blA=4,9
Idef=9,4
Idef=9,4

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 171


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,3
I’blA=2,1

IblB=1,9
I’blB=1,8

IblC=11,1
I’blC=2,5

I’’bl
’’blC=7,7
Idef=18,5
Idef=18,5

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 172


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=7,4
I’blA=2,1
IblA=5,0
IblB=1,9 IblB=1,4
I’blB=1,8
IblC=2,8
IblC=2,7
I’blC=2,5 I’’bl
’’blA=5,8
Idef=9,4
Idef=9,4
I’’bl
’’blA=6,3
Idef=13,6
Idef=13,6

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 173


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1

IblB=1,9
I’blB=1,8

IblC=9,5
I’blC=2,5

I’’bl
’’blC=7,8
Idef=17,3
Idef=17,3

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 174


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1

IblB=1,9
I’blB=1,8

IblC=10,4
I’blC=2,5

I’’bl
’’blC=8,2
Idef=18,6
Idef=18,6

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 175


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1
IblB=1,9
I’blB=1,8
IblC=2,9
I’blC=2,5
I’blC=3,4
I’’bl
’’blC=2,8
Idef(1)=2,4
Idef(2)=1,3

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 176


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1
IblB=1,9
I’blB=1,8
IblC=4,1
I’blC=2,5
I’blC=8,2
I’’bl
’’blC=7,9
Idef(1)=10,3
Idef(2)=2,2

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 177


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1
IblB=1,9
I’blB=1,8
IblC=8,4
I’blC=2,5
I’blC=8,4
I’’bl
’’blC=7,2
Idef(1)=15,2
Idef(2)=7,6

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 178


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1
IblB=1,9
I’blB=1,8
IblC=10,4
I’blC=2,5
I’blC=11,5
I’’bl
’’blC=8,6
Idef(1)=20,6
Idef(2)=12,3

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 179


VERIFICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS
CROSS-BONDING
Resultados teóricos e experimentais da corrente na proteção metálica
da linha Triagem – Campo de Marte
Corrente na capa metá
metálica em
(A) para IA=66/0º
=66/0º ,
Condiç
Condição IB=66/-
=66/-120º
120º e IC=66/120º
=66/120º
Teó
Teórico Experimental
IblA=2,2
I’blA=2,1
IblB=1,9
I’blB=1,8
IblC=11,1
I’blC=2,5
I’blC=13,2
I’’bl
’’blC=11,3
Idef(1)=22,5
Idef(2)=17,7

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 180


Cálculo da capacidade
de corrente

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 181


Cálculo da capacidade de corrente
• Para aumento da capacidade de condução de
corrente, procura-se utilizar sistemas de conexão
especiais tais como “single-point bonding” e
Cross-Bonding, eliminando –se assim a circulação
das correntes nas blindagens e capas metálicas,
como também procura-se utilizar materiais com
mínimas perdas no dielétrico (XLPE, gás SF6).

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 182


Cálculo da capacidade de corrente
Modelo Térmico
• O modelo térmico para cálculo da capacidade de corrente com fator de
carga 100% dos cabos unipolares, está mostrado na figura a segui, na
qual as grandezas térmicas são representadas como em um circuito
elétrico análogo, como mostrado na tabela abaixo.

Analogia entre circuito térmico e elétrico.

Grandeza Térmicas Grandeza Elétrica


Fluxo de calor Gerador de corrente
Diferença de Temperatura Diferença de potencial
Resistência térmica Resistência elétrica
Capacidade térmica Capacidade elétrica

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 183


Cálculo da capacidade de corrente

Construção básica do cabo subterrâneo

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 184


Cálculo da capacidade de corrente

Modelo térmico equivalente para cálculo da capacidade de


corrente do cabo unipolar.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 185
Cálculo da capacidade de corrente
As perdas no dielétrico são representadas considerando
metade das refletida no condutor e a metade restante refletida na
blindagem metálica.
Desenvolvendo o circuito térmico equivalente teremos:
1
  2

I=


(
∆ θ − W d . 0,5 .RTH 1 + RTH 2 + RTH 3 + RTH 4 ) 


R . R
 ca th1 + R


ca  1 + λ

 R
1  th 2 + R


ca  1 + λ1 + λ

2(
 RTH 3 + RTH 4 )


     

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 186


Cálculo da capacidade de corrente
Onde :

I: Capacidade de corrente do cabo em regime permanente com fator carga 100%, em A;

Rca: Resistência condutor por unidade de comprimento em corrente alternada, à temperatura


máxima de operação, em Ω/m;

θc: Temperatura do condutor , e °C;

θbl: Temperatura da blindagem, em °C;

θA: Temperatura da armação, em °C;

θS:Temperatura da superfície do cabo, em °C;

θamb:Temperatura ambiente,em °C ;

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 187


Cálculo da capacidade de corrente
Wd: perdas no dielétrico, em W/m;

Wc: perdas no condutor, em W/m;

Wbl: perdas na blindagem metálica, em W/m;

Wa: perdas na armação metálica, em W/m ;

λ1: relação entre as perdas na blindagem metálica e no condutor;

λ2: relação entre as perdas na armação metálica e no condutor;

Rth1: resistência térmica da isolação em km/W;

Rth2: resistência térmica do acolchoamento, em km/W;

Rth3: resistência térmica da capa externa do cabo, em km/W;

Rth4: resistência térmica do meio externo, em km/W.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 188


Cálculo da capacidade de corrente

Sistema Cross-Bonding
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 189
Cálculo da capacidade de corrente
As desvantagens deste sistema são:

• As capas metálicas devem ser continuamente isoladas do solo;

• São necessárias emendas com flanges isolantes na carcaça metálica e esta


deve ser isolada do solo;

• Há tensão elétrica na tensão nas capas metálicas dos cabos e na maioria


das emendas.Esta tensão deve ser limitada a um valor seguro;

• Fenômenos transitórios (operações de manobras e condições de falta)


podem provocar tensões elevadas nas carcaças das emendas e através da
cobertura anti-corrosiva do cabo e cuidados especiais devem ser
observados para limitá-las a um nível aceitável.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 190


Cálculo da capacidade de corrente

Emenda com flange isolante e caixa de conexão para permitir o


aterramento das capas metálicas
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 191
Cálculo da capacidade de corrente

Conexão da capa metálica em pontos não aterrados


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 192
Cálculo da capacidade de corrente
O esquema elétrico equivalente de um sistema Cross-Bonding está mostrado na
figura a seguir, as correntes circulantes nas capas metálicas são nulas e , portanto,
nesses sistemas só existem perdas por correntes parasitas.

Esquema elétrico equivalente de um sistema Cross-Bonding

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 193


Cálculo da capacidade de corrente
Perdas por Correntes Parasitas

As perdas por correntes parasitas devem-se à proximidade


de outros condutores e representam uma quantidade pequena
em relação às perdas por correntes circulantes e, na prática, são
consideradas apenas quando as capas metálicas estão
interconectadas e aterradas em apenas um ponto ou com as
capas conectadas em Cross-Bonding.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 194


Cálculo da capacidade de corrente

Correntes parasitas na capa metálicas devido a corrente nos outros condutores


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 195
Cálculo da capacidade de corrente
A IEC-287 Recomenda a utilização da seguinte expressão para
relação de perdas por correntes parasitas:

 ( B1.t s ) 
4

 g s .λo (1 + ∆1 + ∆ 2 ) +
Rbl
λ1 = 12 
Rca  12 × 10 

( )
1.74
 t 
g o =1+  s  . B1 . Dbl .10 −3 −1.6
 Dbl 

4πw
B1 =
107. ps
w = 2πf
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 196
Cálculo da capacidade de corrente
Estudo do transitório térmico do cabo segundo
Aldo Morello
• Circuito térmico equivalente do transitório térmico entre o condutor e a
proteção metálica

Modelo térmico equivalente entre o condutor e a proteção metálica,


segundo Morello
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 197
Cálculo da capacidade de corrente
Aldo Morello parte da hipótese que é possível calcular
separadamente o transitório térmico de qualquer parte do cabo,
desde que seja considerado um coeficiente que leva em conta os
transitórios térmicos das outras partes do cabo, uma vez que os
transitórios parciais não são realmente independentes. Esta
simplificação significa que o transitório térmico na isolação não
afeta a temperatura de outras partes do cabo, ou seja, significa
considerar que as outras partes do cabo possuem uma
capacitância térmica infinita.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 198


Cálculo da capacidade de corrente
Cabos diretamente enterrados

Para cabos diretamente enterrados, considera-se separadamente os


transitórios térmicos do cabo e do meio exterior, sendo este último multiplicado
pelo fator de concordância para levar em consideração o transitório térmico do
cabo.
A temperatura do condutor é, então, dada pela seguinte relação:

θ (t ) = θ c (t ) + α (t ).θ s (t )
onde θ(t) é a temperatura do condutor em relação à ambiente; θc(t) é a
temperatura do condutor em relação à temperatura da superfície do cabo; θs(t) é a
temperatura da superfície do cabo em relação à ambiente e α(t) é o fator de
concordância.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 199


Cálculo da capacidade de corrente
Cabos instalados em dutos

A temperatura do condutor é também dada pela equação anterior; sendo


que para o cálculo da temperatura θc(t) considera-se como se fosse um cabo
instalado ao ar livre, ou seja, substitui-se Tb por (Tb + Tc ), sendo:

M =
θ r (∞ )
θ r (t 1 )

onde In é a capacidade de corrente com fator de carga 100% ; Ir o valor de pico


de corrente admissível, levando em consideração o ciclo diário de carga e M o
fator multiplicativo para carga cíclica.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 200


Cálculo da capacidade de corrente
Corrente admissível

Curva de carga diária


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 201
Cálculo da capacidade de corrente
Seja uma curva de carga diária como mostrada na figura anterior, e
como o fluxo de calor está correlacionado com as perdas no cabo ou seja com
o valor da corrente ao quadrado; são válidas as seguintes relações:
2
 I 
Y1 =  1 
 Ir 

2
 I 
Y2 =  2

 I r 

2
 I 
Y5 =  5

 I r 
Onde Ir é a corrente na qual ocorre a temperatura máxima no condutor
durante o ciclo diário de carga.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 202
Cálculo da capacidade de corrente
Seja θmax a temperatura máxima do ciclo de carga diário e a mesma obtida
calculando-se as temperaturas no condutor para 6 horas anteriores à ocorrência
da temperatura máxima. As influências das demais cargas são calculadas através
do seu valor médio ( fator de perdas ), dessa forma, a temperatura máxima é dada
por:
θ max = Y1θ r (1) + Y2 [θ r (2) − θ r (1)] + Y3 [θ r (3) − θ r (2)] + ......

Y6 [θ r (6) − θ r (5)] + µ [θ r (∞ ) − θ r (6)]

θ r (∞ )
M=
θ max

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 203


Cálculo da capacidade de corrente
Onde:

Y1,Y2,...,Y6: são as ordenadas do ciclo da curva de perdas para as 6 horas


anteriores à ocorrência da temperatura máxima;
θr(1), θr(2),...,θr(6): são as temperaturas calculadas para as 6 horas
anteriores à ocorrência da temperatura máxima, devido à aplicação da
corrente Ir;
θr(∞): é a temperatura de regime do condutor se fosse continuamente
aplicada a corrente Ir;
θmax: é a temperatura máxima do condutor para o ciclo de carga diária;
µ: é o fator de perdas.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 204


Cálculo da capacidade de corrente

Curva de carga diária adotada quando se desconhece a curva real

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 205


Cálculo da capacidade de corrente
Neste caso, a temperatura máxima baseada no transitório térmico 6 horas
antes da ocorrência dessa temperatura, é dada por

θ max = [θ (6 ) − θ (∞ )] + [θ R (∞ ) − θ (6 )]

θ (0 )= 0

Sendo θ(6) a temperatura no final do transitório para uma corrente aplicada


Ir, com início do transitório 6 horas antes da ocorrência da temperatura máxima;
θr(∞) a temperatura em regime permanente devido à aplicação da corrente ir e
µ o fator de perdas.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 206


Cálculo da capacidade de corrente
O fator multiplicativo M é, então , dado por:

1 θ r (∞ )
M= M =
 θ R (6)  θ R (6) 
1/ 2
θ max
 + µ 1 − θ (∞) 
θ
 R ( ∞ )  R 
Onde θR(∞) é a temperatura de regime se fosse aplicada continuamente a corrente, na
qual ocorre a temperatura máxima no ciclo (θmax).

Corrente Admissível de sobrecarga


Considere-se o caso de um cabo conduzindo uma corrente I1 durante um tempo
suficientemente longo, tal que tenha atingido a temperatura de regime. Aplica-se então uma
corrente de sobrecarga I2 a partir de tempo definido por t=0 até atingir a temperatura máxima
permissível em condições de sobrecarga θS.
A figura a seguir mostra as variações das temperaturas do condutor com o tempo,
devido à corrente nominal.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 207


Cálculo da capacidade de corrente

Variação da temperatura do condutor com o tempo


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 208
Cálculo da capacidade de corrente
Pela figura anterior, temos:
θ θ n (∞ )
2
=
θ 1 θ n (t )

θ 2 = θ 2 (∞ ) − θ 1 (∞ )

Substituindo o valor de θ2 na equação anterior, teremos:


θ N (∞)
θ 2 (∞) − θ1 (∞) = θ1 ×
θ N (t )
θ 1 = θ s − θ 1 (∞ )
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 209
Cálculo da capacidade de corrente
θ N (∞ )
θ 2 (∞ ) − θ1 (∞ ) = (θ s − θ1 (∞ ))×
θ1 (t )

Substituindo o valor de θ2 na equação anterior, teremos:


Onde:

θ 2 (∞ ) α W 2 = R max .I 2
2

θ N (∞ ) α W n = R n .I n
2

θ 1 (∞ ) α W 1 = R 1 . I 12
I 1 = h.I n h ≤ 1

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 210


Cálculo da capacidade de corrente
 θS θ (∞ )  θ N (∞ )
θ 2 (∞ ) − θ1 (∞ ) =  − 1 .θ
 N (∞ ).
θ N (∞ ) θ N (∞ )  θ N (t )

 R  θ (∞ )
R max . I 22 − R1 .h 2 . I N2 =  r − h 2 . 1 . R n . I N2 . N
 Rn  θ N (t )

 R  θ N (∞ )
Rmax .I = R1 .h .I + I .Rn  r − h 2 . 1
2 2 2 2
.
 θ N (t )
2 N N
 Rn
 Rn  R 
1/2

 .  r − h 2 . 1  
 2 R1 R max  Rn 
= I h . + 
θ N (∞ )
I 2 N
 R max 
 θ N (t )  Equação 1
 
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 211
θ N (∞ )
θ N (t )
Onde o valor de é calculado conforme equação:

θ h=
I1
r = S
θ N (∞ ) IN
I1: Corrente antes da aplicação da carga de emergência
I2: Corrente da carga de emergência
In: Corrente nominal com fator de carga 100%
t: tempo de aplicação da corrente I2
R1: resistência em c.a. do condutor no final do período de emergência
Rmax: resistência em c.a do condutor no final do período de emergência
Rn: resistência em c.a. devido à aplicação da corrente In, ou seja, considerando a temperatura
máxima admissível em regime permanente
θS: temperatura máxima admissível em sobrecarga
θN(t): temperatura do condutor em relação à ambiente em regime permanente devido à
aplicação da corrente In.
θN(∞): Temperatura do condutor em relação à ambiente em regime permanente devido à
aplicação da corrente In.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 212


Cálculo da capacidade de corrente

• Se considerarmos o efeito das perdas do dielétrico


∆θd, devemos subtrair esse valor de θmax, θN(t) , θN(∞) e
então o cálculo de I2 procede-se da maneira indicada na
equação (1). Os valores de Rn, Rmax, R1 e R2 permanecem
inalterados.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 213


Casos Teste
Para avaliação do programa desenvolvido para cálculo da capacidade de
corrente com fator de carga diferente de 100%, estão apresentados dois casos: um
constituído por dois circuitos com cabos isolados em EPR, 25 KV, 400 mm² de
cobre; e um outro por 2 circuitos com cabo a óleo fluido, 138KV, 400mm² de cobre
com as capas metálicas conectadas em sistemas Cross-Bonding. Os cabos
alimentam uma carga com fator de carga 75% com curva diária conforme mostrado
na figura abaixo

Curva diária de carga com duração máxima de 6 horas.


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 214
Cálculo da capacidade de corrente
Os cabos estão diretamente enterrados , em formação plana,
com espaçamento entre cabos de 250 mm e profundidade de 1000
mm , conforme mostrado na figura abaixo.

Cabos diretamente enterrados em formação plana

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 215


Cálculo da capacidade de corrente
Variação da Capacidade de Corrente
Generalidades
• Na maioria das instalações, a secção transversal do cabo é
dimensionada pela sua máxima carga diária, sem levar em consideração o
fator de carga, resultando em elevadas secções para cabos diretamente
enterrados ou em dutos.

• A metodologia de cálculo da capacidade de corrente com fator de


carga diferente de 100% exposta aqui, era desconhecida até há pouco
tempo; recorrendo-se, portanto, a métodos bastante simplificados para a
determinação da temperatura do condutor para cargas cíclicas. Além
disso, para carga cíclica desconhecia-se a relação entre a variação da
temperatura do cabo e a variação do formato de uma carga cíclica, para
um mesmo fator de carga.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 216
Quanto ao espaçamento entre os cabos, para instalação diretamente
enterradas e em dutos, adota-se normalmente uma distância
padronizada, sem efetuar um estudo minucioso para a
determinação do espaçamento ótimo, levando em consideração a
máxima capacidade de corrente e aspectos econômicos.
Variação da capacidade de corrente dos cabos diretamente enterrados
para os seguintes casos;
• Capacidade de corrente com o fator de carga;
• Variação da temperatura do condutor com o formato da curva de
carga , para um mesmo fator de carga;
• Variação da temperatura do condutor com a duração da carga
máxima no ciclo para fator de carga;
• Variação da capacidade de corrente com o espaçamento entre os
cabos, para vários fatores de carga.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 217
• Variação da capacidade de corrente com a profundidade dos cabos,
para vários fatores de carga;
• Variação da capacidade de corrente com a resistividade do solo,
para vários fatores de carga;
• Variação da capacidade de corrente com a temperatura ambiente,
para vários fatores de carga;
Essas variações da capacidade de corrente foram analisadas
em dois tipos de cabos:
• Cabo isolado em EPR, 25KV, 400 mm², cobre.
• Cabo a óleo fluido,138KV, 400 mm², cobre.
As análises foram efetuadas em um cabo de média tensão e
um de alta tensão; pois nestes último a área de secção transversal
da proteção metálica é relativamente elevada, resultando em baixas
resistência elétricas, o que leva a circulação de elevadas correntes
para grandes espaçamentos entre os cabos. Isto já não ocorre em
cabos de média tensão, no qual as resistências elétricas das
blindagens metálicas são relativamente elevadas. Essa
diferenciação leva variações da capacidade de corrente distintas em
função dos valores e dos parâmetros.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 218


Caso Teste Padrão

O caso teste padrão é constituído de 2 circuitos em formação plana,


diretamente enterrados, com as seguintes características:
• espaçamentos entre os cabos de 250 mm;
• profundidade dos cabos de 1000 mm;
• resistividade térmica do solo de 0.8 km/W ;
• difusividade térmica do solo de 0.5x10-6 m²/s .

A configuração da instalação com capas metálicas solidamente


aterradas está mostrada na figura a seguir. A análise será efetuada em
cabos extrudados média tensão 25kV – 1x400mm²- cu com capas
metálicas solidamente aterradas e em cabos a óleo fluido 138 kV –
1x400mm²- cu, instalados com as capas metálicas solidamente aterradas
e também conectadas em Cross-Bonding. O cabo em estudo será o da
fase C , por ser este o de maior temperatura para uma mesma corrente
circulando nos condutores.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 219


Cálculo da capacidade de corrente

Configuração da instalação para o caso teste padrão


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 220
• Há tensão elétrica nas capas metálicas dos cabos e na maioria das
emendas. Essa tensão deve ser limitada a um valor seguro.
• Fenômenos transitórios (operações de manobras e condições de falta )
podem provocar tensões elevadas através das flanges isolantes das
emendas e através da cobertura anti-corrosiva do cabo, e cuidados
especiais devem ser observados para limitá-las a um nível aceitável.

Cabos com capas metálicas aterradas em sistema Cross-Bonding

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 221


Variação da capacidade de corrente em função do
fator de carga
Verificamos a seguir, para a curva de carga dada na figura abaixo, a
variação da capacidade de corrente em função do fator de carga.

Curva de carga considerada para o estudo de capacidade de correntes em função do fator de carga

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 222


Variação da capacidade de corrente em função do fator de carga.
Sistema
Fator de carga Cabo extrudado O.F solidamente O.F em Cross-
aterrado Bonding
100% Imax 629.5 516.6 660.0
M 1.00 1.00 1.00
90% Imax 736.5 609.6 772.2
M 1.17 1.18 1.17
75% Imax 805.6 671.6 831.6
M 1.28 1.30 1.26
60% Imax 868.7 728.4 891.0
M 1.38 1.41 1.35
50% Imax 906.5 759.4 917.4
M 1.44 1.47 1.39
40% Imax 931.6 758.2 943.8
M 1.48 1.52 1.43
30% Imax 944.2 795.5 957.0
M 1.50 1.54 1.45

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 223


Variação da capacidade de corrente do
cabo O.F solidamente aterrado com o
espaçamento entre os cabos, para
vários fatores de carga, considerando a
curva de carga citada anteriormente.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 224


Configuração Corrente Máxima no ciclo
f.C =100% f.c=90% f.c=75% f.c=60% f.c=50% f.c=40% f.c=30%
M=1 M=1.14 M=1.24 M=1.33 M=1.38 M=1.42 M=1.44
A A Imax=499.7 Imax=569.6 Imax=619.6 Imax=664.6 Imax=689.6 Imax=709.6 Imax=719.5
B C B C ∆I = - ∆I=- ∆I=- ∆I=- ∆I=- ∆I=- ∆I=-

M=1 M=1.15 M=1.26 M=1.36 M=1.41 M=1.46 M=1.48


Imax=500.0 Imax=575.0 Imax=630.0 Imax=680.0 Imax=705.0 Imax=730.0 Imax=740.0
A B C C B A
∆I = - ∆ I =1.0% ∆ I =1.7% ∆ I =2.3% ∆ I =2.2% ∆ I =2.9% ∆ I = 2.8%

M=1 M=1.17 M=1.29 M=1.40 M=1.47 M=1.52 M=1.54


A B C C B A Imax=500.5 Imax=585.6 Imax=645.6 Imax=700.7 Imax=735.7 Imax=760.7 Imax=770.8
S=2D ∆I = - ∆ I =2.8% ∆ I =4.2% ∆ I =5.4% ∆ I =6.7% ∆ I =7.2% ∆ I =7.1%
123.6mm

M=1 M=1.18 M=1.30 M=1.41 M=1.47 M=1.52 M=1.54


A B C C B A Imax=516.6 Imax=609.6 Imax=671.6 Imax=728.4 Imax=759.4 Imax=785.2 Imax=795.5
250mm ∆ I =3.4% ∆ I =7.0% ∆ I =8.4% ∆ I =9.6% ∆ I =10.1% ∆ I =10.6% ∆ I =10.5%

M=1 M=1.19 M=1.29 M=1.38 M=1.43 M=1.47 M=1.49


B C C B A Imax=533.8 Imax=635.2 Imax=688.6 Imax=736.6 Imax=763.3 Imax=784.7 Imax=795.4
A
∆ I =6.8% ∆ I =11.5% ∆ I =11.1% ∆ I =10.8% ∆ I =10.7% ∆ I =10.6% ∆ I =10.5%
500mm

M=1 M=1.20 M=1.27 M=1.34 M=1.38 M=1.41 M=1.42


Imax=557.0 Imax=668.4 Imax=707.4 Imax=746.4 Imax=768.6 Imax=785.4 Imax=790.9
∆ I =11.4% ∆ I =17.3% ∆ I =14.2% ∆ I =12.3 ∆ I =11.4% ∆ I =10.7% ∆ I =9.9%
A B C C B A
1000mm

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 225


Variação da capacidade de corrente do
cabo O.F. em sistemas Cross-Bonding
com o espaçamento entre os cabos, para
vários fatores de carga, considerando a
curva de carga citada anteriormente.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 226


Corrente Máxima no ciclo
Configuração f.C =100% f.c=90% f.c=75% f.c=60% f.c=50% f.c=40% f.c=30%

M=1 M=1.14 M=1.23 M=1.31 M=1.36 M=1.39 M=1.40


AA
Imax=496.5 Imax=566.0 Imax=610.6 Imax=650.4 Imax=675.2 Imax=690.1 Imax=695.1
B C B C
∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = -

M=1 M=1.15 M=1.25 M=1.35 M=1.40 M=1.44 M=1.46


A B C C B A Imax=533.0 Imax=612.9 Imax=666.2 Imax=719.5 Imax=746.2 Imax=767.5 Imax=778.2
∆I =7.3% ∆I =8.3% ∆I =9.1% ∆I =10.6% ∆I =10.5% ∆I =11.2% ∆I =11.9%

M=1 M=1.16 M=1.27 M=1.37 M=1.43 M=1.47 M=1.49


A B C C B A
Imax=592.0 Imax=686.7 Imax=751.8 Imax=811.0 Imax=846.5 Imax=870.2 Imax=882.1
S=2D
123.6mm ∆I=19.2% ∆I =21.3% ∆I =23.1% ∆I =24.7% ∆I =25.4% ∆I =26.2% ∆I =26.9%

M=1 M=1.17 M=1.26 M=1.35 M=1.39 M=1.43 M=1.45


A B C C B A
Imax=660.0 Imax=772.2 Imax=831.6 Imax=891.0 Imax=917.4 Imax=943.8 Imax=957.0
250mm
∆I =32.9% ∆I =36.4% ∆I =36.2% ∆I =37.0% ∆I =35.9% ∆I =36.7% ∆I =37.7%

M=1 M=1.17 M=1.24 M=1.30 M=1.34 M=1.36 M=1.37


A B C C B A Imax=741.0 Imax=866.9 Imax=918.8 Imax=963.3 Imax=992.9 Imax=1007.7 Imax=1015.2
500mm ∆I =49.2% ∆I =53.1% ∆I =50.5% ∆I =48.1% ∆I =47.0% ∆I =46.0% ∆I =46.0%

M=1 M=1.16 M=1.21 M=1.25 M=1.27 M=1.28 M=1.29


A B C C B A Imax=826.0 Imax=958.1 Imax=999.4 Imax=1032.5 Imax=1049 Imax=1353.3 Imax=1065.5
1000mm
terça-feira, 9 de
∆I =66.3% Março de
∆I2010
=69.3% TREINAMENTO
∆I =63.7% SUBTERRÂNEO
∆I =58.7% ∆I =55.4 ∆I =96.1% Slide∆I
nº =53.3%
227
Variação da capacidade de corrente do
cabo O.F. solidamente aterrado com a
profundidade dos cabos, para vários
fatores de carga, considerando a curva
de carga citada anteriomente e
espaçamento entre os cabos de 250 mm.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 228


Carga máxima no ciclo
Profundidade
dos cabos
f.C =100% f.c=90% f.c=75% f.c=60% f.c=50% f.c=40% f.c=30%
mm

M=1 M=1.10 M=1.23 M=1.32 M=1.38 M=1.42 M=1.44


500 Imax= 605.0
∆I = -
Imax=683.6
∆I = -
Imax=744.1
∆I = -
Imax=798.6
∆I = -
Imax=834.9
∆I = -
Imax=858.1
∆I = -
Imax= 871.4
∆I = -

M=1 M=1.16 M=1.26 M=1.36 M=1.42 M=1.46 M=1.49


750 Imax= 550.1
∆I = 9.1%
Imax=638.1
∆I = 6.6%
Imax=693.1
∆I = 6.8%
Imax=748.1
∆I = 6.3%
Imax=781.1
∆I = 6.4%
Imax= 803.1
∆I = 6.5%
Imax= 819.6
∆I = 5.9%

M=1 M=1.18 M=1.30 M=1.41 M=1.47 M=1.52 M=1.54


1000 Imax= 516.6
∆I = 14.6%
Imax=609.6
∆I =10.8%
Imax=671.6
∆I = 9.7%
Imax=728.4
∆I = 8.8%
Imax=759.4
∆I = 9.0%
Imax= 785.2
∆I = 8.6%
Imax= 795.5
∆I = 8.7%

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 229


Variação da capacidade de corrente do
cabo O.F. em sistemas Cross-Bonding
com a profundidade dos cabos, para
vários fatores de carga, considerando a
curva de carga citada anteriormente e
espaçamento entre os cabos de 250 mm.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 230


Profundidade Carga máxima no ciclo
dos cabos
f.C =100% f.c=90% f.c=75% f.c=60% f.c=50% f.c=40% f.c=30%
mm

M=1 M=1.11 M=1.18 M=1.25 M=1.28 M=1.31 M=1.32


500 Imax=660 Imax=845.8 Imax=899.1 Imax=952.5 Imax=975.3 Imax=998.2 Imax=1005
∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = -

M=1 M=1.14 M=1.22 M=1.30 M=1.35 M=1.38 M=1.40


750 Imax=699.3 Imax=797.2 Imax=853.1 Imax=909.1 Imax=944.4 Imax=965.0 Imax=979
∆I = 8.2% ∆I =5.7% ∆I = 5.1% ∆I = 4.5% ∆I =3.2% ∆I =3.3% ∆I =2.6%

M=1 M=1.17 M=1.26 M= 1.35 M=1.40 M=1.43 M=1.45


1000 Imax=660.0 Imax=772.2 Imax=831.6 Imax=891.0 Imax=924.0 Imax=943.8 Imax=957
∆I = 13.4% ∆I = 8.7% ∆I =7.5% ∆I = 6.4% ∆I = 5.2% ∆I = 5.4% ∆I = 4.8%

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 231


Variação da capacidade de corrente do
cabo O.F. solidamente aterrado com a
resistividade térmica do solo, para
vários fatores de carga, considerando a
curva de carga citada anteriormente e
espaçamento entre os cabos de 250 mm.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 232


Resistividade Corrente Máxima no ciclo
do solo
f.c =100% f.c=90% f.c=75% f.c=60% f.c=50% f.c=40% f.c=30%
km/W
0.8 M=1 M=1.18 M=1.30 M=1.41 M=1.47 M=1.52 M=1.54
Imax=516.6 Imax=609.6 Imax=671.6 Imax=728.4 Imax=759.4 Imax=785.2 Imax=795.5
∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = -

1.0 M=1 M=1.19 M=1.32 M=1.44 M=1.51 M=1.56 M=1.59


Imax=465.8 Imax=554.3 Imax=614.8 Imax=670.7 Imax=703.3 Imax=726.6 Imax=740.6
∆I = 9.8% ∆I = 9.1% ∆I = 8.4% ∆I = 7.9% ∆I = 7.4% ∆I = 7.4% ∆I = 6.9%

1.5 M=1 M=1.20 M=1.34 M=1.48 M=1.56 M=1.62 M=1.66


Imax=379 Imax=454.8 Imax=507.8 Imax=560.9 Imax=591.2 Imax=614.0 Imax=629.1
∆I = 26.6% ∆I = 25.4% ∆I = 24.4% ∆I = 23.0% ∆I = 22.1% ∆I = 21.8% ∆I = 20.9%

2.0 M=1 M=1.20 M=1.35 M=1.50 M=1.59 M=1.66 M=1.70


Imax=322.1 Imax=386.5 Imax=434.8 Imax=483.1 Imax=512.1 Imax=534.7 Imax=547.6
∆I = 37.6% ∆I = 36.6% ∆I = 35.2% ∆I = 33.7% ∆I = 32.5% ∆I = 31.9% ∆I = 31.1%

4.0 M=1 M=1.21 M=1.37 M=1.54 M=1.64 M=1.73 M=1.77


Imax=197.7 Imax=239.2 Imax=270.8 Imax=304.4 Imax=326.2 Imax=342.0 Imax=350.0
∆I = 61.7% ∆I = 60.7% ∆I = 59.7% ∆I = 58.2% ∆I = 57.0% ∆I = 56.4% ∆I = 56.0%

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 233


Variação da capacidade de corrente do
cabo O.F. em sistemas Cross-Bonding
com a resistividade térmica do solo, para
vários fatores de carga, considerando a
curva de carga citada anteriormente e
espaçamento entre os cabos de 250 mm.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 234


Resistividade Corrente Máxima no ciclo
do solo
f.C =100% f.c=90% f.c=75% f.c=60% f.c=50% f.c=40% f.c=30%
km/W

0.8 M=1 M=1.17 M=1.26 M=1.35 M=1.40 M=1.43 M=1.45


Imax=660 Imax=772.2 Imax=831.6 Imax=891.0 Imax=924.0 Imax=943.8 Imax=957.0
∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = - ∆I = -

1.0 M=1 M=1.17 M=1.28 M=1.38 M=1.43 M=1.48 M=1.50


Imax=600 Imax=702.0 Imax=768.0 Imax=828.0 Imax=858.0 Imax=888.0 Imax=900.0
∆I = 9.1% ∆I = 9.1% ∆I =7.6 % ∆I = 7.1% ∆I = 7.1% ∆I = 5.9% ∆I = 5.9%

1.5 M=1 M=1.19 M=1.31 M=1.43 M=1.50 M=1.55 M=1.58


Imax=493.5 Imax=587.2 Imax=646.5 Imax=705.7 Imax=740.2 Imax=764.9 Imax=779.7
∆I = 25.2% ∆I = 23.9% ∆I = 22.2% ∆I = 20.8% ∆I = 19.9% ∆I = 18.9% ∆I = 18.5%

2.0 M=1 M=1.20 M=1.33 M=1.46 M=1.54 M=1.60 M=1.63


Imax=421.8 Imax=506.1 Imax=561.0 Imax=615.8 Imax=649.5 Imax=675.0 Imax=687.5
∆I = 36.1% ∆I = 34.4% ∆I = 32.5% ∆I = 30.9% ∆I = 29.7% ∆I = 28.5% ∆I = 28.1%

4.0 M=1 M=1.36 M=1.40 M=1.62 M=1.69 M=1.73 M=1.73


Imax=261.6 Imax=355.7 Imax=366.2 Imax=423.8 Imax=442.1 Imax=452.5 Imax=452.5
∆I = 60.3% ∆I =53.9% ∆I = 55.9% ∆I = 52.4% ∆I = 52.1% ∆I = 52.1% ∆I = 52.7%

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 235


Variação da capacidade de corrente do
cabo O.F. solidamente aterrado com a
temperatura ambiente, para fator de
carga de 100%, considerando a curva de
carga citada anteriormente e
espaçamento entre os cabos de 250 mm.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 236


Temperatura Corrente Máxima no ciclo
Ambiente f.c =100% f.c=90% f.c=75% f.c=60% f.c=50% f.c=40% f.c=30%
°c
M=1 M=1.18 M=1.30 M=1.41 M=1.47 M=1.52 M=1.54
10 Imax=583.2
f.cor.=1.129
M=1
15 Imax=555.5
f.cor.=1.075
M=1
20 Imax=533.2
f.cor.=1.032
M=1
25 Imax=516.6
f.cor.=1.000
M=1
30 Imax=485.7
f.cor.=0.940
M=1
35 Imax=460.1
f.cor.=0.891

M=1
40 Imax=433.0
f.cor.=0.838
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 237
f.cor. = fator de correção
Variação da capacidade de corrente do
cabo O.F. em sistemas Cross-Bonding com
a temperatura ambiente, para fator de
carga 100%, considerando a curva de
carga citado anteriormente e espaçamento
entre os cabos de 250 mm.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 238


Temperatura Corrente Máxima no ciclo
Ambiente f.c =100% f.c=90% f.c=75% f.c=60% f.c=50% f.c=40% f.c=30%
°c
M=1 M=1.17 M=1.28 M=1.38 M=1.44 M=1.48 M=1.50
10 Imax=746.8
f.cor.=1.131
M=1
15 Imax=719.1
f.cor.=1.089
M=1
20 Imax=690.3
f.cor.=1.045
M=1
25 Imax=660.3
f.cor.=1.000
M=1
30 Imax=628.8
f.cor.=0.952
M=1
35 Imax=595.6
f.cor.=0.902
M=1
40 Imax=560.5
f.cor.=0.849
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 239
Cálculo da Corrente de
Curto-Circuito

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 240


Cálculo da Corrente de Curto-Circuito
1 - Cobre 1
1 . log θ1 + 234 2
Icc = 340,1 x A
t θ0 + 234
2 - Alumínio
1
1 θ1 + 228 2
Icc = 220,1 x A . log
t θ0 + 228
Onde:
Icc = Corrente de Icc em A
A = Área da seção transversal em mm2
t = Duração do Curto-Circuito em s
θ1 = Temperatura do Condutor durante o Curto-Circuito, em ºC
θ0 = Temperatura Inicial, em ºC
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 241
Transmissão
Subterrânea
Acessórios

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 242


Índice

1 – Terminal Externo

2 – Emenda Normal

3 – Emenda Seccionada

4 – Link Box Cross-Bonding

5 – Link Box Aterramento (Desconexão)

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 243


TERMINAL EXTERNO
DEFINIÇÃO:

Acessório utilizado para efetuar a terminação dos cabos de


alta-tensão, promovendo alívio controlado do campo elétrico e
permitindo a conexão dos cabos aos equipamentos das SE’s,
Pórticos e linhas aéreas.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 244


Especificação da Distância de Escoamento:

A distância de escoamento do terminal externo deverá ser determinada seguindo-se as


orientações da IEC 60815:

Distância
Nível de Poluição Exemplos Típicos de Ambientes Mínima
(mm/kV)
- Áreas sem indústrias e com baixa densidade de casas,
I – Leve 16
afastadas a mais de 10km do oceano.
- Áreas com indústrias que não produzam poluentes
II – Média específicos ou áreas com grande densidade de casas, 20
distantes alguns km do oceano.
III – Pesada - Áreas com alta densidade de indústrias, subúrbios de
grandes cidades, áreas próximas ao oceano 25

- Áreas de extensões reduzidas, sujeitas a


contaminantes condutivos ou depósitos espessos de
IV – Muito Pesada 31
poluentes, áreas sujeita a salt-spray ou ventos diretos
do oceano, área de deserto onde não ocorram chuvas.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 245


TERMINAL
EXTERNO

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 246


CONE DEFLETOR

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 247


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 248
EMENDA RETA
DEFINIÇÃO:

Acessório utilizado para efetuar a emenda dos cabos de alta-tensão,


permitindo a instalação de grandes comprimentos de linhas de
transmissão subterrâneas através da emenda de lances de cabos que
possam ser transportados comercialmente.

Na emenda reta a blindagem dos cabos é reconstituída e, se


necessário, é aterrada em um único ponto.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 249


EMENDA RETA

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 250


COFFIN-BOX

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 251


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 252
EMENDA SECCIONADA
DEFINIÇÃO:

Acessório utilizado para efetuar a emenda dos cabos de alta-tensão,


permitindo a instalação de grandes comprimentos de linhas de
transmissão subterrâneas através da emenda de lances de cabos que
possam ser transportados comercialmente.

Na emenda seccionada a blindagem dos cabos é reconstituída mas a


recomposição do lado direito é mantido isolado do lado esquerdo,
viabilizando a aplicação de conexões especiais como o Cross-bonding.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 253


EMENDA SECCIONADA

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 254


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 255
LINK-BOX CROSS-BONDING

DEFINIÇÃO:

Acessório utilizado para efetuar a conexão das


blindagens dos cabos de forma transposta, permitindo a
instalação do Sistema Cross-bonding.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 256


LINK-BOX CROSS-BONDING

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 257


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 258
LINK-BOX DE ATERRAMENTO

DEFINIÇÃO:

Acessório utilizado para efetuar a conexão das blindagens


dos cabos diretamente à malha de terra.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 259


LINK-BOX DE ATERRAMENTO

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 260


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 261
INSTALAÇÃO DOS
CABOS DE ENERGIA

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 262


Instalação de Cabos de Energia
Instalaç
Instalação Vantagens Desvantagens
Oferece boa proteç
proteção mecânica ao
Diretamente cabo e boas condiç
condições té
térmicas de Manutenç
Manutenção e substituiç
substituições de
Enterrada dissipaç
dissipação de calor. Não solicita o cabo difí
difíceis.
cabo durante o puxamento.
Alto custo, condiç
condições té
térmicas de
Manutenç
Manutenção e substituiç
substituições de cabos
Em Dutos dissipaç
dissipação de calor inferior às da
fáceis.
instalaç
instalação diretamente enterrada.
Pouca proteç
proteção mecânica.
Em Condiç
Condições té térmicas de dissipaç
dissipação
Manutenç
Manutenção fá
fácil
Canaletas de calor ruins, se não houver
ventilaç
ventilação forç
forçada.
Em Manutenç
Manutenção fáfácil. Boas condiç
condições de
Bandejas (*) dissipaç
dissipação de calor. Manutenç
Manutenção fá
fácil. Sujeitas ao dano mecânico.
Aérea Baixo custo.
(*) Geralmente adotada em interiores de usinas e indú
indústrias ou em galerias.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 263


Instalação de Cabos de Energia
Instalação Diretamente Enterrada
Neste tipo de instalação o cabo deve ser colocado em uma vala com o
leito previamente preparado com terra ou areia escolhida e devidamente
compactado.

A seguir a vala deve ser reenchida com terra ou areia escolhida


(backfill) e peneirada até pelo menos 20 cm acima dos cabos,
compactando-se continuamente até ao topo.

Quando se exige maior proteção mecânica, deve-se colocar a uns 10-15


cm acima do cabo de lajotas de cimento de 5 cm de espessura ou cobrir
os cabos com meias-canas de cerâmicas.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 264
Instalação de Cabos de Energia
Instalação Diretamente Enterrada

Instalação e proteção de cabos de média tensão diretamente enterrados


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 265
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 266
Instalação de Cabos de Energia
Instalação Diretamente Enterrada

• A profundidades a que os cabos são colocados costuma ser


da ordem de 80 cm para cabos de média-tensão (até 33kV)
e 100-110cm para cabos de alta tensão (acima de 69kV).

• A largura da vala costuma ser de 110cm para três cabos.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 267


Instalação de Cabos de Energia
Instalação Diretamente Enterrada

• Quando vários cabos são instalados na mesma vala, esta


deve ter uma largura suficiente para permitir um
espaçamento de 25 cm entre eixos.

• Para instalação do cabo com capa metálica deve ter uma


cobertura protetora de PVC ou polietileno para proteção
contra corrosão.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 268


ESQUEMA BÁSICO DE
INSTALAÇÃO

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 269


LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS

SEM ESCALA-
ESCALA-DIMENSÕES EM METRO

- Temperatura do solo = 20ºC (valor muito baixo, usual 30ºC)


- Resistividade térmica do solo = 1km/W
- Sistema Cross-Bonding
- Obs.: O cálculo apresentado foi considerado blindagem multi aterrado
(λ=0,976). Deveria estudar também a configuração em trifólio.

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 270


terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 271
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 272
LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS
COMENTÁRIOS GERAIS SOBRE O DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO
Linhas 230kV (Brasília Sul – Brasília Geral)
Características Elétricas

- Tensão Nominal = 230kV


- Tensão Máxima de Operação = 245kV
- Nível Máximo de Isolamento = 1050kV
- Capacidade de Limite Térmico = 326 MVA (820A)
- Critérios adotados para estabelecer o limite térmico = IEC – 287
- Cabo / Condutor
a) seção nominal 800mm2 ou outra compatível com o transporte de
300MVA, nas condições de acomodação de diversos circuitos na
mesma vala, em regime continuo (fc = 100%)
b) tipo do material condutor: alumínio
obs.: o cálculo foi feito com condutor de cobre.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 273
LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS

c) número de condutores = um, encordoado, segmentado


d) tipo de isolação = EPR ou XLPE
obs.: deveria ser só XLPE (menores perdas no dielétrico)
e) tensão nominal da isolação = 142 / 245kV
f) blindagem metálica: fios de cobre (sistemas de aterramento Cross-Bonding)
obs.: 1) a blindagem metálica deveria ser de capa de alumínio
corrugada, que impediria a penetração de umidade.
2) o cálculo apresentado foi com as blindagens aterradas, onde
circulam as correntes nas capas metálicas. As perdas devem ser
minimizadas e, portanto, deveria ser adotado sistema Cross-Bonding.
3) a temperatura do solo considerado foi de 20ºC. Existe
experiência suficiente para adotar este valor?
g) capa externa: HDPE (tem locais que citam PVC)
h) aterramento e transposição: os circuitos terão aterramento na blindagem em
ambos os extremos e transposição das fases com espaçamentos eqüidistantes.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 274
LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS
Características Mecânicas

a) Extensão estimada = 16km


b) Disposição dos cabos = 0,4m entre os cabos e de 0,5m entre circuitos
c) Instalação
Cabos lançados em eletrodutos corrugados de PEAD, em leito de areia
estabilizada (backfill) com proteção mecânica de lajotas de concreto
armado, reaterro, acabamento e sinalização.
obs.: Poderia ser diretamente enterrada, sem necessidade de dutos
corrugados, a menos de travessias e de locais de alta
densidade populacional.
d) Travessias de pistas e córregos por métodos não destrutivo com duto
corrugado, flexível, polietileno 6” ou outro diâmetro adequado.
e) Estruturas suporte dos terminais: metálicas treliçadas ou concreto.
obs.: Falta valor do curto-circuito trifásico e, sua duração, para o
dimensionamento do sistema.
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 275
LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS
Linhas 138kV

Características Elétricas

- Tensão Nominal = 138kV


- Tensão Máxima de Operação = 145kV
- Nível Máximo de Isolamento = 650kV
- Capacidade de Limite Térmico = 174MVA (729A)
- Critérios adotados para estabelecer o limite térmico = IEC – 287
- Cabo / Condutor
a) seção nominal 800mm2 ou outra compatível com o transporte de 160MVA,
nas
condições de acomodação de diversos circuitos na mesma vala, em regime
continuo (fc=100%)
obs.: 1) a potência é 160MVA ou 174MVA
terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 276
LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS

2) no texto també
também menciona que na falta de 1 circuito, os outros
3 deverão suportar a carga requerida pela SE Brasí Brasília Norte.
3) nesse caso a capacidade de limite té térmico seria 160x4 = 213,3MVA
3
b) tipo do material condutor: alumí
alumínio
c) nú
número de condutores = um, encordoado, segmentado
d) tipo de isolaç
isolação = EPR ou XLPE
obs.: deveria ser só
só XLPE (menores perdas no dielé dielétrico)
trico)
e) tensão nominal da isolaç
isolação = 87 / 150kV
f) blindagem metá
metálica: fios de cobre (sistemas de aterramento Cross-
Cross-Bonding)
Bonding)
obs.: 1) o ideal seria blindagem com capa de alumíalumínio para evitar a
penetraç
penetração de umidade.
2) devido a proximidade dos circuitos 230kV e 138kV, haveráhaverá uma
interferência eletromagné
eletromagnética de um circuito no outro, fazendo
com que haja um pequeno desequilí
desequilíbrio de impedância entre as
fases.
g) capa externa: HDPE
obs.: no texto cita també
também a capa de PVC

terça-feira, 9 de Março de 2010 TREINAMENTO SUBTERRÂNEO Slide nº 277


LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS

h) aterramento e transposiç
transposição: os circuitos terão aterramento nas blindagens em
ambos os extremos e transposiç
transposição de fases com espaç
espaçamentos eqü
eqüidistantes.
obs.: falta ní
nível de curto-
curto-circuito trifá
trifásico e, sua duraç
duração para o
dimensionamento do sistema.

Caracterí
Características Mecânicas

Extensão estimada

Os 4 circuitos subterrâneos BS-


BS-BN terão extensão estimada de 12.7km e serão
implantadas em aé
aérea urbana entre
Samambaia, Taquatinga Sul, Águas Claras e Guará
Guará.

Os 2 circuitos subterrâneos BS-


BS-TG terão extensão estimada de 6km e serão implantadas
em aé
aérea urbana de
Samambaia e Taquatinga Sul.

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LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS

Disposição dos cabos

Nas valas subterrâneas serão lineares, espaçados de 0.4m entre os cabos e de


0.5m entre circuitos.

Instalação (idem aos circuitos 230kV)

Denominação

Denominam-se LDs 138kV Brasília Sul – Brasília Norte, circuitos 1, 2, 3, 4 e


LDs 138kV
Brasília Sul – Taguatinga, ciduitos 1 e 2.

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LT’s 230kV E 138kV ÁGUAS CLARAS – GUARÁ (PISTÃO SUL)
ESQUEMA BÁSICO DE INSTALAÇÃO DOS CABOS

Localização e Traçado
As 4 linhas BS-BN localizam-se no Distrito Federal entre a cidade de
Samambaia e o
Setor de Abastecimento Norte, passando por Taguatinga, Águas Claras, Guará e
Setor de
Industria e Abastecimento – SID. Interligam as subestações de Brasília Sul e Brasília
Norte, pertencentes a Furnas e CEB distribuição respectivamente.
Serão enterradas até o local da futura subestação Guará 138kV.

As 2 linhas BS-TG localizam-se no Distrito Federal entre as cidades de


Samambaia e
Taguatinga. Interligam as subestações de Brasília Sul e Taguatinga, pertencentes a
Furnas e CEB distribuição, respectivamente.

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Fotos

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GIS 230 kV
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Instalação em galeria
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condutores fases
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Fixação dos cabos
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Tobogãs
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Montagem das terminações
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Montagem das terminações
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Detalhe do porão de cabos
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Instalação em canaleta
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Terminal externo e pára-raios 138 kV
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Terminal externo 138 kV
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Terminal externo 230 kV
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Puller
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Roldanas
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Atuação das roldanas
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Bobina de cabos
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Detalhe da cabeça de puxamento
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Lançamento de cabo
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Detalhe de transposição dos cabos
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Transposição
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Posicionamento
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Detalhe da cabeça do cabo
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Detalhe de fixação do aterramento
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Montagem terminal externo
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Aquecimento do cabo
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Remoção do betume
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Limpeza da capa metálica
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Preparação da ponta do cabo
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Cabo apontado
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Instalação do conector
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Terminal Externo 345kV
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Praça de lançamento
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Medição da resistividade térmica do solo
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Travessia de interferência
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Túnel construção
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Túnel construção
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Túnel construção
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Gabaritagem dos cabos
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Aplicação do backfill
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Compactação do backfill
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