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Ficha de apoio ao exame

I
1.A 1 de janeiro de 2015, uma empresa produtora de resmas de papel tinha em
armazém existências de produtos acabados no valor de 20 mil euros. Ao longo desse
ano, a crise económica levou à redução das vendas da empresa, tendo esta
registado, a 31 de dezembro de 2015, existências de produtos acabados no valor de
30 mil euros. No contexto descrito, a variação de existências de produtos acabados,
no valor de 10 mil euros, é considerada uma parcela
(A) da formação bruta de capital fixo da empresa.
(B) do investimento da empresa.
(C) do consumo final da empresa.
(D) do consumo de capital fixo anual da empresa.

2.Num determinado país, os dirigentes de uma empresa cotada na Bolsa de Valores


Mobiliários decidiram adquirir novas máquinas, com o objetivo de aumentar a
capacidade de produção da empresa. Para a concretização deste investimento, a
empresa emitiu um empréstimo obrigacionista, através da colocação no mercado
de novos títulos, que foram adquiridos por famílias residentes no país. Nestas
condições, a empresa recorreu a um financiamento
(A) interno direto.
(B) interno indireto.
(C) externo direto.
(D) externo indireto.

3. O leque salarial é um indicador...


A. ... do nível dos salá rios reais.
B. ... de desigualdade nos salá rios.
C. ... de relaçã o entre salá rios de diferentes países.
D. ... do valor do salá rio médio.

4. A remuneração que os proprietários recebem por cederem terrenos para a


atividade produtiva designa-se por...
A. ... salá rio.
B. ... lucro.
C. ... juro.
D. ... renda.
5. Uma empresa produtora de tecidos contraiu um empréstimo num banco
do seu país, para comprar novo equipamento. A empresa...
A. ... recorreu ao crédito bancá rio.
B. ... efectuou um investimento externo.
C. ... recorreu a um financiamento interno.
D. ... efectuou uma operaçã o de câ mbio.

6. Uma empresa têxtil tinha a receber 100 mil euros de um cliente, em


janeiro de 2016. Esta empresa necessitou de antecipar o recebimento deste
montante, para proceder ao pagamento do subsídio de Natal de 2015 aos
seus trabalhadores. Para tal, recorreu a uma instituição financeira
especializada, que lhe adiantou 90 mil euros e que assumiu a cobrança da
dívida, em troca de uma comissão e da cobrança de juros, no valor total de 10
mil euros.
A empresa têxtil recorreu a uma instituição financeira designada por
(A) sociedade corretora.
(B) sociedade de leasing.
(C) sociedade de factoring.
(D) sociedade imobiliária.

7. Considere que, em 2015, numa dada empresa, o leque salarial, medido pelo quociente entre o
salário máximo e o salário mínimo, foi 10. Em 2016, nessa empresa, se todos os salários forem
aumentados em 20%, o leque salarial será
(A) igual a 10.
(B) igual a 12.
(C) superior a 10 e inferior a 12.
(D) superior a 8 e inferior a 10.

8. O investimento efetuado pelas famílias e pelas sociedades representa a aplicação de poupança na


formação de novo capital. Assim, constitui um investimento efetuado pelas
(A) sociedades, o pagamento de salários aos trabalhadores.
(B) sociedades, a construção de uma nova unidade industrial.
(C) famílias, a venda de uma propriedade para turismo rural.
(D) famílias, a aquisição de um computador para uso pessoal.

9. Uma empresa produtora de conservas assinou um contrato com uma instituição financeira para
a utilização de 10 máquinas destinadas à linha de produção de conservas de atum, por um período
de 5 anos. A empresa comprometeu-se a pagar mensalmente 2 000 euros pelo aluguer das
máquinas, podendo adquiri-las, no final do contrato, pelo valor residual de 15 000 euros.
A empresa de conservas de atum recorreu a uma instituição financeira designada por
(A) sociedade de capital de risco.
(B) sociedade de cobertura de risco.
(C) sociedade de leasing.
(D) sociedade de factoring.
10. Constitui um exemplo de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) de uma empresa
(A) a aquisição de matérias subsidiárias.
(B) a aquisição de equipamentos produtivos.
(C) o pagamento de salários aos trabalhadores.
(D) o pagamento de dividendos aos acionistas.

11. Num dado país, em 2014, verificou-se uma subida das taxas de juro ativas praticadas pelos
bancos.
Mantendo-se tudo o resto constante, esta situação poderá contribuir para
(A) um aumento dos depósitos a prazo dos particulares.
(B) um aumento dos juros recebidos pelos particulares.
(C) uma diminuição do recurso ao crédito pelos particulares.
(D) uma diminuição do rendimento disponível dos particulares
12. Uma empresa cotada na Bolsa de Valores Mobiliários de um determinado país
decidiu adquirir novas máquinas, com o objetivo de aumentar a sua capacidade de
produção. Para a concretização deste investimento, a empresa recorreu a um
financiamento interno,
(A) emitindo obrigações no mercado de capitais.
(B) utilizando os lucros não distribuídos de anos anteriores.
(C) recorrendo a um aluguer de longa duração.
(D) contraindo um empréstimo bancário de curto prazo.

13. Para as Sociedades Financeiras, nas transações comerciais com os


trabalhadores por conta de outrem, são exemplos de empregos
(A) os juros dos empréstimos e os prémios de seguros.
(B) os juros dos empréstimos e as indemnizações de seguros.
(C) os juros dos depósitos e os prémios de seguros.
(D) os juros dos depósitos e as indemnizações de seguros.

14. O António decidiu adquirir ações da empresa A, que já se encontravam em


circulação no mercado e estavam cotadas na Bolsa de Valores Mobiliários. O único
objetivo do António era obter uma remuneração atrativa para o seu dinheiro.
Então, podemos afirmar que o António procedeu a
(A) um financiamento interno.
(B) um investimento indireto.
(C) uma formação de capital.
(D) uma aplicação da poupança.
20.Em 2014, a Ana gastou 5000 euros em despesas de alimentação e 20 000 euros
nas restantes despesas de consumo, não tendo efetuado qualquer poupança. Em 2015, o
rendimento disponível da Ana aumentou 10%, em termos nominais, e a sua poupança
manteve-se nula. De acordo com a lei de Engel, será de esperar que, em 2015, a Ana
tenha gastado (A) 20% do seu rendimento disponível em despesas de alimentação.
(B) 75% do seu rendimento disponível em despesas de consumo não alimentares.
(C) mais de 25% do seu rendimento disponível em despesas de alimentação.
(D) mais de 80% do seu rendimento disponível em despesas de consumo não
alimentares.

21. Uma dada empresa, produtora de bolas de futebol, utiliza no seu


processo produtivo apenas trabalho e capital. O Gráfico apresenta as
diversas combinações desses fatores produtivos que a empresa pode utilizar
para a produção diária de 400 bolas.
Com base nos dados apresentados no Gráfico , e considerando-se tudo o resto
constante, podemos afirmar que,
(A) no ponto A, a empresa utiliza mais unidades do fator trabalho do que do fator capital.
(B) no ponto B, a empresa utiliza menos unidades do fator trabalho do que do fator capital.
(C) no ponto A, a produtividade média diária do trabalho é de 40 bolas por trabalhador.
(D) no ponto B, a produtividade média diária do capital é de 15 bolas por máquina.

22. Considere que, num dado país, em 2014, face a 2013, o número de
indivíduos residentes e o número de indivíduos ativos permaneceram
inalterados, enquanto o número de indivíduos desempregados decresceu. No
contexto descrito, podemos afirmar que, nesse país, em 2014, face a 2013, se
verificou
(A) uma redução do número de indivíduos empregados.
(B) um aumento do número de indivíduos empregados.
(C) um aumento da taxa de atividade.
(D) uma redução da taxa de atividade.

23. O Gráfico apresenta os valores da produtividade marginal do trabalho


da empresa A, produtora de bolas de ténis, registados no 1.º trimestre de
2012. Cada um dos valores assinalados no Gráfico corresponde ao acréscimo
da produção provocado pelo emprego de mais um trabalhador.
Os dados apresentados no Gráfico permitem-nos concluir que, quando a
empresa A empregou
(A) o quarto trabalhador, a produtividade marginal foi inferior à produtividade média.
(B) seis trabalhadores, se registou uma produção por trabalhador de 700 bolas de ténis.
(C) quatro trabalhadores, a produtividade média foi superior à produtividade marginal.
(D) o sexto trabalhador, se registou um aumento da produção de 700 bolas de ténis.

24. Os diretores executivos de uma dada empresa, que, na produção de


rebuçados, utiliza apenas capital e trabalho, decidiram efetuar um estudo
sobre os níveis de produção. Nesse estudo, cujos resultados são
apresentados no Gráfico 1, consideraram o número de máquinas constante e
o número de trabalhadores variável. Cada um dos pontos assinalados no
gráfico estabelece a relação entre o número de trabalhadores e a quantidade
de rebuçados produzida por mês.

Com base nos dados apresentados no Gráfico , podemos concluir que, nessa
empresa, o valor da produtividade marginal

(A) do trabalho atinge o valor máximo quando a empresa emprega o terceiro


trabalhador.
(B) do trabalho atinge o valor máximo quando a empresa emprega o oitavo trabalhador.
(C) do quarto trabalhador é superior à produtividade média do trabalho quando a
empresa emprega quatro trabalhadores.
(D) do sétimo trabalhador é superior à produtividade média do trabalho quando a
empresa emprega sete trabalhadores.
25- A Figura apresenta o circuito económico de uma economia, em que estão representados
apenas os fluxos monetários estabelecidos, num dado ano.

Com base na Figura , podemos afirmar que, nesse ano,


(A) o fluxo Y corresponde à quantidade de bens e serviços importados pela economia
nacional.
(B) o fluxo Y corresponde ao valor das exportações de bens e serviços da economia
nacional.
(C) o agente económico representado pela letra B corresponde às instituições financeiras e
apresenta recursos inferiores aos empregos.
(D) o agente económico representado pela letra A corresponde às famílias e apresenta
empregos inferiores aos recursos.

26.Num dado mês, uma empresa pagou prémios de produtividade aos


trabalhadores no valor total de 5000 euros que utilizaram na compra de um
computador. Estas operações integram-se na atividade económica designada por
(A) repartição dos rendimentos e investimento
(B) repartição dos rendimentos e Utilização do rendimento
(C) redistribuição dos rendimentos.
(D) produção e consumo

27.Num dado mês, uma empresa pagou 1000 euros. O Estado concede subsídios às
famílias e aumenta a carga fiscal às classes mais ricas. Estas ações do Estado
integram-se na atividade económica designada por
A. Financiamento
B. Repartição dos rendimentos.
C. Redistribuição dos rendimentos.
D. Ajuda financeira

28.As curvas da procura e da oferta de um bem deslocam-se para a direita. A partir


desta informação, pode-se concluir que :
A. a quantidade transacionada será maior e o preço de equilíbrio mais elevado ;
B. a quantidade transacionada será maior e o preço de equilíbrio mais baixo ;
C. a quantidade transacionada será maior, não se dispondo de informação suficiente
para nos pronunciarmos sobre a evolução do preço de equilíbrio ;
D. não se dispõe de informação suficiente para nos pronunciarmos sobre a evolução
da quantidade e do preço de equilíbrio.
29.A deslocação da curva da oferta para a direita é devida a:
A. um aumento no preço do bem ;
B. uma diminuição no custo dos fatores de produção ;
C. uma deslocação na curva da procura do bem ;
D. todos os fatores acima mencionados.

30.Suponha que, em determinado ano e num dado país, as condições


climatéricas destruíram mais metade da colheita de trigo. Então, com tudo o
resto constante, nesse país...
A. ... diminui a oferta de trigo.
B. ... aumenta a procura de trigo.
C. ... diminui o preço no mercado do trigo.
D. ... aumenta a quantidade vendida de trigo.

31.O aumento dos salários dos trabalhadores de uma fábrica de sapatos pode
originar :
A. a deslocação para cima e para a direita da curva da procura de sapatos ;
B. a deslocação ao longo da curva da oferta de sapatos ;
C. a deslocação ao longo da curva da procura de sapatos ;
D. a deslocação para cima e para a esquerda da curva da oferta de sapatos.
32.Se a curva de um bem X se desvia para a esquerda quando aumenta o rendimento é :
A. um bem normal essencial ;
B. um bem normal de luxo ;
C. um bem inferior ;
D. um bem cuja curva da procura tem declive positivo.

33.Num dado mercado, a quantidade transacionada será inferior à quantidade de equilíbrio,


A. quando o preço é igual ao preço de equilíbrio ;
B. se e só se o preço for inferior ao preço de equilíbrio ;
C. se e só se o preço for superior ao preço de equilíbrio ;
D. quando o preço é diferente do preço de equilíbrio .
34.A condição de equilíbrio de um mercado ocorre quando :
A. a expressão algébrica da função procura é igual à da função oferta ;
B. a elasticidade preço da procura é unitária, assim como a elasticidade preço da oferta ;
C. a quantidade procurada por cada consumidor é a mesma que a quantidade oferecida por
cada produtor ;
D. a quantidade procurada de mercado é a mesma que a quantidade oferecida de mercado.

35.A curva da oferta de um bem representa,


A. as quantidades desse bem que os vendedores estão dispostos a vender,
para cada preço alternativo ;
B. as quantidades desse bem que os compradores adquirem aos vendedores,
ao preço de equilíbrio ;
C. o preço que os vendedores praticam, de facto, no mercado, em função da
procura existente ;
D. o preço que os compradores estão dispostos a pagar aos vendedores, para
cada quantidade alternativa.
36.Os bens cujo consumo diminui com o aumento do rendimento são :
A. bens normais e inferiores ;
B. bens inferiores ou superiores ;
C. bens normais ;
D. bens superiores ;
E. bens inferiores.

37.Suponha que a curva da oferta de um produto se desloca para a esquerda,


enquanto a curva da procura se mantém estável. Pode, então, dizer-se que :
A. a quantidade oferecida aumentou ;
B. a quantidade procurada aumentou ;
C. a oferta diminuiu ;
D. a oferta aumentou.
38.A deslocação da procura é devida a :
A. uma deslocação na curva da oferta do bem ;
B. um aumento no preço do bem ;
C. uma variação do rendimento ;
D. todos os fatores anteriores.

39.A quantidade procurada num certo mercado depende,


A. do rendimento dos consumidores ;
B. do preço do bem em questão ;
C. do preço dos outros bens ;
D. de todos os fatores anteriores ;
E. de nenhum dos fatores anteriores.

40.Suponha que tanto a curva da procura como a curva da oferta de um bem se


deslocam para a direita. A partir desta informação, pode-se concluir que:
A. a quantidade transacionada será maior e o preço será mais baixo ;
B. a quantidade transacionada será maior e o preço será mais elevado ;
C. a quantidade transacionada será maior não se dispondo de informação suficiente para se
concluir sobre a evolução do preço ;
D. não se dispõe de informação suficiente para concluir sobre a evolução da quantidade e do
preço .
41.Se a curva da procura de um bem se deslocar paralelamente para a esquerda,
significa que :
A. a procura do bem diminuiu ;
B. a procura do bem aumentou ;
C. a preço do bem diminuiu ;
D. o preço do bem sucedâneo aumentou.
42. Face a uma subida do rendimento,

A. a procura de um bem aumenta porque é um bem normal ;


B. a procura de um bem diminui porque é um bem normal ;
C. a procura de um bem aumenta porque é um bem inferior ;
D. nenhuma das anteriores.
43.Dois bens normais, A e B são sucedâneos. Então :
A. um aumento do preço do bem A origina um aumento da procura do bem B,
B. um aumento do preço do bem A origina uma diminuição da procura do bem B
C. um aumento do preço do bem A origina um aumento da procura do bem A
D. nenhuma das anteriores.
44.O bem X é inferior. Então :
A. o aumento do preço de X, faz aumentar a quantidade procurada desse bem ;
B. a procura de X varia no sentido contrário da variação do rendimento, a partir de certo nível
de rendimento ;
C. o aumento do preço do seu complementar faz aumentar a procura de X ;
D. o aumento do rendimento faz aumentar a procura de X.
45.Com a subida do preço do bem X,
a oferta do bem X diminui ;
A. a quantidade procurada do bem X aumenta ;
B. a curva da procura do bem Y desloca-se paralelamente para a esquerda, uma vez que o
bem Y é complementar de X ;
C. nenhuma das anteriores.
46.Dois bens normais, K e L são bens complementares. Então :
A. uma diminuição do preço do bem K, implica um aumento da procura do bem L
B. um aumento do preço do bem K, implica um aumento da procura do bem L
C. um aumento do preço do bem K, implica um aumento do preço do bem L
D. as afirmações anteriores são todas falsas.
47.Quando afirmamos que um determinado mercado é de concorrência perfeita,
tal significa que se verificam certas características, nomeadamente, o facto de
A. o número de empresas a operar no mercado ser elevado.
B. o produto transacionado no mercado ser diferenciado.
C. o preço a que o bem é vendido no mercado ser baixo.
D. o acesso a esse mercado estar sujeito a barreiras.
48.Nas economias reais, os mercados funcionam sempre de acordo com o
modelo de concorrência perfeita. Esta afirmação é
A. falsa, porque se verificam sempre a mobilidade das empresas e a homogeneidade dos
produtos.
B. verdadeira, porque uma das características das economias de mercado consiste na livre
concorrência entre as empresas.
C. falsa, porque nem sempre se verificam nos mercados todos os pressupostos teóricos do
modelo.
D. verdadeira, porque, ainda que não exista diferenciação dos produtos, existem atomicidade
e transparência dos mercados.
49.Num mercado de concorrência perfeita, mantendo-se tudo o resto constante,
a lei da procura traduz
A. a diminuição da quantidade procurada quando o preço do bem diminui.
B. a diminuição da quantidade procurada quando o preço do bem aumenta.
C. o aumento da quantidade procurada quando o rendimento das Famílias aumenta.
D. o aumento da quantidade procurada quando o rendimento das Famílias diminui.

50.Em certo momento, verificou-se o aumento da oferta do bem X. Um fator que


pode explicar esse aumento é…
A. a diminuição do preço do bem X.
B. o aumento do salário dos trabalhadores que produzem o bem X.
C. o aumento da produtividade na produção do bem X.
D. a diminuição da procura do bem X.

51.Suponha que o preço dos combustíveis aumentou num dado momento. Então,
permanecendo tudo o resto constante, é previsível…
(A) a diminuição da procura de automóveis.
(B) o aumento da procura de pneus.
(C) o aumento da oferta de automóveis.
(D) a diminuição da oferta de bicicletas.

52.O mercado de certo bem é um mercado de concorrência perfeita. Então, nesse


mercado, existem…
(A) poucos compradores e muitos vendedores.
(B) muitos compradores e muitos vendedores.
(C) poucos compradores e poucos vendedores.
(D) muitos compradores e poucos vendedores.

53. Numa situação de oligopólio...


A. ... a oferta é superior à procura.
B. ... a procura é superior à oferta.
C. ... existe um número reduzido de vendedores.
D. ... existe um único vendedor.

54 Se, a longo prazo, verificarmos que a quantidade produzida de um bem aumenta 10% e que os
custos totais de produção aumentam 20%, podemos afirmar que estamos perante
A. rendimentos marginais crescentes.
B. economias de escala.
C. deseconomias de escala.
D. rendimentos marginais constantes.

55.As economias de escala obtidas por uma empresa representam ganhos de eficiência na utilização
dos fatores de produção e resultam, nomeadamente, da
A. menor especialização do trabalhador.
B. maior utilização de processos sem normalização.
C. menor automação das diversas tarefas.
D. maior capacidade de negociação dos seus financiamentos.

56. O quadro apresenta os resultados de um estudo efetuado por uma empresa produtora de azeite
referente à sua estrutura de custos para os meses de janeiro e de fevereiro.

Dos dados do quadro 1, podemos concluir que


A. os custos variáveis médios do mês de fevereiro foram superiores aos do mês de janeiro.
B. os custos totais médios do mês de fevereiro foram iguais aos do mês de janeiro.
C. os custos totais médios do mês de janeiro foram inferiores aos do mês de fevereiro.
D. os custos variáveis médios do mês de janeiro foram superiores aos do mês de fevereiro.

57. Num determinado período de tempo, o aumento da produtividade média de um fator de


produção representa para a empresa
A. uma redução dos custos de produção.
B. um agravamento dos custos fixos da empresa.
C. uma quebra da quantidade produzida pela empresa.
D. um encargo adicional de produção.

58. Diariamente, a empresa Beta emprega 10 trabalhadores e regista uma produtividade média do
trabalho de 12 cadeiras por dia. Considerando os restantes fatores constantes, podemos afirmar
que
A. cada trabalhador produz em média 12 cadeiras por dia.
B. os trabalhadores mais rápidos produzem 12 cadeiras por dia.
C. o décimo trabalhador produz 12 cadeiras por dia.
D. os dez primeiros trabalhadores produzem 12 cadeiras por dia.

59. Considere que, em 2012, numa determinada economia, a compra de qualquer bem era paga em
quilogramas de sal. Então, podemos afirmar que, em 2012, nessa economia
A. o processo de troca é direto.
B. os bens são trocados diretamente por serviços.
C. os serviços são adquiridos diretamente por horas de trabalho.
D. o processo de troca é indireto.
60. Na compra de um pacote de cartas por 13 euros, o João utilizou uma nota de 20 euros. Ao
chegar a casa colocou os 7 euros do troco no seu mealheiro. Então, neste caso, as funções
desempenhadas pela moeda foram a de
A. reserva de valor e de meio de pagamento, respetivamente.
B. meio de pagamento nas duas situações.
C. meio de pagamento e de reserva de valor, respetivamente.
D. reserva de valor nas duas situações.

61. Na formação do preço de um bem intervêm diversos fatores, nomeadamente,


A. o valor de uso do bem.
B. o custo do fator trabalho.
C. o valor da moeda.
D. o poder de compra.
62. Na atualidade, a expressão «desmaterialização da moeda» aparece associada à
A. desvalorização da moeda em circulação.
B. diminuição do rendimento disponível.
C. perda do suporte físico da moeda.
D. subida generalizada do preço dos bens.

63. O quadro apresenta os valores do Índice de Preços no Consumidor, no país A, em 2010 e em


2011.
Então, com base no quadro, podemos afirmar que, no país A, em
A. 2011, os preços decresceram, em média, 5%.
B. 2010, os preços cresceram, em média, 15 % mais do que em 2011.
C. 2011, os preços cresceram, em média, 5%.
D. 2010, os preços decresceram, em média, 15% menos do que em 2011.

64 Considere os valores seguintes, referentes ao preço do «cabaz de bens e serviços» de uma


dada economia, em 2011 e em 2012.

Então, com base no quadro, podemos afirmar que, em


A. 2011, o IPC foi 150.
B. 2012, o IPC foi 110.
C. 2011, a taxa de inflação foi 36,4%.
D. 2012, a taxa de inflação foi 25,0%.

65 Na estrutura de custos de uma dada empresa identificamos, por exemplo, os encargos com a
aquisição de equipamentos e com a eletricidade.
Assim, estes encargos representam para esta empresa, respetivamente, os
A. custos fixos e os custos totais.
B. custos fixos e os custos variáveis.
C. custos médios e os custos fixos.
D. custos médios e os custos variáveis.

66-
67.Numa empresa com 100 trabalhadores e 10 máquinas, são produzidas mensalmente 500
unidades do bem X. Se a empresa contratar mais um trabalhador, mantendo-se tudo o resto
constante, a produção eleva-se para 507 unidades mensais. A produtividade marginal do
trabalho é de...

A. 5 unidades mensais
B. 0,5 unidades mensais
C. 7 unidades mensais
D. 5,07 unidades mensais

68. Para cada um dos itens deste grupo, selecione a única opção correta.
1.1 No país A, em 2012, as Famílias receberam salários no valor de 150 000 euros, rendas no valor de
30 000 euros, juros no valor de 25000 euros e ainda lucros no valor de 55 000 euros.
Então, de acordo com a repartição funcional do rendimento, no país A, em 2012, as remunerações do
fator capital foram
A. 80 000 euros.
B. 180 000 euros.
C. 55 000 euros.
D. 110 000 euros.
69 O lucro corresponde à remuneração
A. pelo espírito de iniciativa do empresário.
B. obtida pelo proprietário de prédios rústico e urbanos.
C. pelo risco associado ao aluguer de escritórios e lojas.
D. obtida pelo capitalista através de obrigações da dívida pública.
70 As desigualdades salariais entre trabalhadores com a mesma qualificação
resultam, nomeadamente, da dimensão da empresa. Esta afirmação é
A. falsa, pois as empresas de grande dimensão pagam, em média, salários mais baixos aos trabalhadores
mais idosos do que as pequenas empresas.
B. falsa, pois as empresas de grande dimensão pagam, salários mais elevados aos trabalhadores fabris,
comparativamente com as pequenas empresas.
C. verdadeira, pois as empresas de grande dimensão pagam, salários mais baixos aos trabalhadores do
que as pequenas empresas.
D. verdadeira, pois as empresas de grande dimensão pagam, em média, salários mais elevados aos
trabalhadores do que as pequenas empresas.

71.As políticas redistributivas do rendimento são aplicadas pelo Estado porque a


repartição
A. secundária dos rendimentos é desigual.
B. primária dos rendimentos é desigual.
C. intermédia dos rendimentos é desigual.
D. total dos rendimentos é desigual.
72.A política de preços e rendimentos, implementada pelo Estado, apresenta, entre outros objetivos,
A. a limitação dos preços dos bens primários.
B. a limitação do crescimento dos salários mínimos nominais.
C. o controlo dos preços dos bens de consumo essenciais.
D. o controlo do crescimento dos lucros não distribuídos.

73.No país A, em 2012, o aumento do salário nominal foi inferior à taxa de variação do Índice de
Preços no Consumidor. Mantendo-se tudo o resto constante, podemos afirmar que, nesse ano, se
verificou
A. um aumento do poder de compra.
B. uma redução do poder de compra.
C. uma redução da taxa de inflação.
D. um aumento da taxa de inflação.
74.As curvas de Lorenz podem ser utilizadas quando se pretende analisar
A. a repartição pessoal do rendimento num dado país.
B. a relação entre o salário máximo e o salário mínimo.
C. o poder de compra dos trabalhadores.
D. o preço de equilíbrio num determinado mercado.
75.Contabilizam-se como parcelas positivas no cálculo do Rendimento Pessoal Disponível
A. os rendimentos primários e as remessas dos emigrantes.
B. as quotizações sociais e os impostos diretos.
C. os impostos diretos e os rendimentos primários.
D. as remessas dos emigrantes e as quotizações sociais.
76.O Estado, através do aumento dos impostos diretos com taxas médias progressivas, mantendo
tudo o resto constante, tem como objetivo
A. reduzir a oferta de serviços públicos.
B. melhorar a qualidade dos serviços fornecidos.
C. operar a redistribuição dos rendimentos.
D. permitir a repartição igualitária da riqueza.
77.Em 2012, no país A, o leque salarial apresentou o valor de 7. Então podemos
afirmar que nesse ano o valor do
A. salário médio foi sete vezes inferior ao salário máximo.
B. salário mínimo foi sete vezes inferior ao salário máximo.
C. salário real foi sete vezes inferior ao salário máximo.
D. salário residual foi sete vezes inferior ao salário máximo.
78- Para calcular o valor da produção na ótica do Produto, utiliza-se o Método dos
Produtos Finais ou o Método dos Valores Acrescentados. Desta forma, é possível
A. determinar o custo de fatores da produção nacional.
B. estabelecer a distinção entre Produto Interno e Produto Nacional.
C. avaliar a distribuição dos bens e serviços de acordo as despesas
efetuadas.
D. evitar a múltipla contagem do valor de alguns produtos.

79.O PIB do país A foi de 15 000 unidades monetárias, em 2012, e de 18 000 unidades
monetárias, em 2013.
Sabendo que a produção em volume baixou e que a taxa de inflação desse país em
2013 foi de 2%, os valores obtidos para o PIB nos dois anos significam que o seu
cálculo foi efetuado
A. pelo Método dos Valores Acrescentados.
B. a preços constantes.
C. pelo Método dos Produtos Finais.
D. a preços correntes.
80.Para calcular o valor da produção de um país pela ótica do Produto, num certo período de
tempo, temos de adicionar
A. o valor acrescentado por todas as empresas que produzem bens
e serviços.
B. as despesas efetuadas por todas as unidades institucionais
residentes.
C. o valor da produção de todas as atividades que produzem bens e
serviços.
D. o valor da produção de todas as atividades que produzem bens
e serviços e pertencentes a residentes

81.Para calcular o valor da produção na ótica do Produto, utiliza-se o Método dos


Produtos Finais ou o Método dos Valores Acrescentados. Desta forma, é possível
A. Apurar a procura interna
B. estabelecer a distinção entre Produto Interno e Produto Nacional.
C. A Procura global
D. evitar a múltipla contagem do valor de alguns produtos.

82.

83.
84.Uma empresa de construção civil, com capital social detido por dois sócios de
nacionalidade espanhola, desenvolve a sua atividade em Portugal há três anos.
Recentemente, construiu uma estrada nos Açores durante seis meses. Então,
podemos considerar que a empresa é uma
(A) unidade institucional externa, pois a sua sede localiza-se em Portugal, mas os seus
capitais são espanhóis.
(B) unidade institucional residente em Portugal, pois a empresa desenvolve a sua
atividade há três anos neste país.
(C) unidade institucional não residente em Portugal, pois os seus dois sócios são de
nacionalidade espanhola.
(D) unidade institucional provisória, pois a empresa tem sede em Portugal, mas o
período de construção da estrada foi de seis meses.

85.Suponha que uma economia formada apenas por dois produtores, A e B,


apresentou, em 2012, a situação evidenciada no Quadro 5.

Com base no Quadro 5, podemos dizer que, em 2012, o valor dos consumos
intermédios dessa economia foi
(A) 400 milhares de unidades monetárias.
(B) 150 milhares de unidades monetárias.
(C) 250 milhares de unidades monetárias.
(D) 550 milhares de unidades monetárias.

86. Num determinado país, os técnicos do instituto de estatística obtiveram o valor


de 100 mil euros no cálculo do consumo de capital fixo/amortização, em 2013.
Considerando-se tudo o resto constante, este valor foi utilizado, em 2013, para
calcular o
(A) Produto líquido a partir do Produto bruto desse país.
(B) Produto interno a partir do Produto nacional desse país.
(C) Produto a preços correntes a partir do Produto a preços constantes desse país.
(D) Produto a custo de fatores a partir do Produto a preços de mercado desse país

87.O Quadro apresenta, para um determinado país, em 2012 e em 2013, o valor do


consumo privado calculado a preços correntes e o valor do consumo privado
calculado a preços constantes de 2006.

Os dados apresentados no Quadro 2 permitem-nos afirmar que, nesse país, em 2013,


face a 2012,
(A) aumentou a quantidade consumida pelas Famílias e diminuiu o nível médio de
preços.
(B) aumentaram a quantidade consumida pelas Famílias e o nível médio de preços.
(C) diminuíram a quantidade consumida pelas Famílias e o nível médio de preços.
(D) diminuiu a quantidade consumida pelas Famílias e aumentou o nível médio de
preços.

88.Em 2013, uma dada empresa, residente em França mas constituída por capitais
portugueses, criou, no território económico francês, um valor acrescentado bruto de
300 mil euros. Os lucros respetivos foram distribuídos pelos acionistas. O valor
acrescentado bruto criado pela empresa, em 2013, foi contabilizado
(A) no PIB francês e no PNB francês
(B) no PIB português e no PNB francês .
(C) no PIB português e no PNB português.
(D) no PIB francês e no PNB português.

89.Na medição das desigualdades verificadas na repartição pessoal dos rendimentos


num determinado país, num dado ano, utiliza-se, nomeadamente,
(A) o PIB nominal.
(B) o rendimento interno.
(C) a lei de Engel.
(D) a curva de Lorenz.

90. Em 2014, num dado país, o Produto Interno Bruto a preços de mercado foi 900
milhões de euros eo Produto Nacional Bruto a preços de mercado foi 800 milhões de
euros. Com base nestes dados, podemos afirmar que, nesse ano e nesse país,
(A) o saldo dos rendimentos do trabalho, da propriedade e da empresa com o resto do
foi negativo.
(B) o saldo dos rendimentos do trabalho, da propriedade e da empresa com o resto do
mundo foi positivo.
(C) o valor dos impostos indiretos líquidos de subsídios à produção foi negativo.
(D) o valor dos impostos indiretos líquidos de subsídios à produção foi positivo.

91.O Quadro 1 apresenta dados relativos às contas nacionais de um determinado


país, em 2013.

Com base no Quadro 1, podemos afirmar que, em 2013, nesse país, o valor da
(A) Procura interna foi 7200 milhões de euros.
(B) Procura interna foi 7800 milhões de euros.
(C) Despesa nacional foi 10 000 milhões de euros.
(D) Despesa nacional foi 7700 milhões de euros.

92.O Quadro 1 apresenta dados das contas nacionais de um dado país, em 2014.

Os dados apresentados no Quadro 1 permitem-nos afirmar que, em 2014, nesse país,


o valor
(A) das amortizações/consumo de capital fixo foi 55 000 milhões de euros.
(B) das amortizações/consumo de capital fixo foi 30 000 milhões de euros.
(C) do Produto Interno Bruto a preços de mercado foi 215 000 milhões de euros.
(D) do Produto Interno Bruto a preços de mercado foi 225 000 milhões de euros.
93. De acordo com a contabilidade nacional, o valor das exportações líquidas de bens
e serviços representa a diferença entre o valor das exportações e o valor das
importações de bens e serviços. Assim, o valor da procura interna calcula-se
(A) subtraindo ao valor da despesa interna o valor das exportações líquidas de bens e
serviços.
(B) subtraindo ao valor da procura global o valor das exportações líquidas de bens e
serviços.
(C) adicionando ao valor da procura global o valor das exportações líquidas de bens e
serviços.
(D) adicionando ao valor da despesa interna o valor das exportações líquidas de bens e
serviços

94. A Tabela apresenta dados relativos ao consumo efetuado pelas famílias de um


país, de 2012 a 2015.

Com base na Tabela 2, podemos afirmar que, nesse país,


(A) o peso do consumo no PIB decresceu, de 2013 para 2014, porque o valor do
consumo diminuiu.
(B) o peso do consumo no PIB aumentou mais de 2014 para 2015 do que de 2012 para
2013.
(C) o valor do consumo decresceu, de 2013 para 2014, pois a sua taxa de variação real
anual diminuiu.
(D) o valor do consumo aumentou mais de 2014 para 2015 do que de 2012 para 2013.

95. A Tabela apresenta valores retirados do sistema de contas nacionais de um


país, em 2015.
Despesa interna e algumas das suas componentes
Valores a preços correntes
(em milhões de euros)
Despesa interna 3820
Consumo privado 1700
Consumo público 850
Investimento 1030
Importações de bens e 780
serviços

Com base na Tabela , podemos afirmar que, em 2015, nesse país, o valor

(A) da procura global foi 3040 milhões de euros.


(B) da procura global foi 4600 milhões de euros.
(C) das exportações de bens e serviços foi 240 milhões de euros.
(D) das exportações de bens e serviços foi 540 milhões de euros.

96.
 Com 5 trabalhadores regista-se uma produtividade média de (375/5) 75 Bicicletas
por trabalhador
 Com 4 trabalhadores regista-se um aumento da produção de 50 bicicletas em relação
a 3 trabalhadores
 Com 5 trabalhadores regista-se uma produção de 375 bicicletas
 Com 7 trabalhadores regista-se um aumento da produção de 12 bicicletas em
relação a 6 trabalhadores
 Com 7 trabalhadores regista-se uma produtividade média de (402/7) 57,43
Bicicletas por trabalhado

97.O Gráfico apresenta os valores da produção de uma empresa, produtora de


garrafas, registados no 1.º Trimestre de 2015.


Com base no Gráfico, podemos afirmar que, no 1.º trimestre de 2015, quando a
empresa empregou
(A)cinco trabalhadores, a produtividade média do trabalho foi 12 garrafas.
(B)o quinto trabalhador, a produtividade marginal do trabalho foi 20 garrafas.
(C) o quinto trabalhador, a produtividade marginal do trabalho foi 50 garrafas.
(D) o quarto trabalhador, a produtividade marginal do trabalho foi 20 garrafas.
98.

99.
Com base no Gráfico 1, podemos afirmar que, no 1.º semestre de 2013,
quando a empresa empregou
(A) cinco trabalhadores, a produtividade média do trabalho foi 70 garrafas.
(B) de 1 ao quinto trabalhador, a produtividade marginal do trabalho foi 70
garrafas.
(C) quatro trabalhadores, a produtividade média foi de 60
(B) de 4 ao quinto trabalhador, a produtividade marginal do trabalho foi 70
garrafas.

100. Uma Zona de Comércio Livre corresponde a um espaço económico em que


dois ou mais países
(A) adotam uma pauta aduaneira comum face a países terceiros, eliminando todos os
entraves à livre circulação de mercadorias.
(B) eliminam entre si as barreiras à livre circulação de mercadorias, mantendo cada um
a sua pauta aduaneira face a países terceiros.
(C) mantêm cada um a sua pauta aduaneira face a países terceiros e eliminam entre si
todos os entraves à livre circulação de capitais.
(D) reduzem as barreiras alfandegárias à livre circulação de capitais e adotam uma
pauta aduaneira comum face a países terceiros.

101. O Ato Único Europeu, assinado em 1986, fixou como grande objetivo
(A) a instituição de uma política externa e de segurança comum.
(B) a instauração de uma cidadania europeia única.
(C) a introdução de direitos aduaneiros no espaço da União Europeia.
(D) a concretização de um Mercado Único Europeu.

102. O processo de alargamento da União Europeia realizado em 2004 implicou


vários desafios, nomeadamente, o de
(A) reconstrução da Europa Ocidental.
(B) reorientação dos fundos comunitários.
(C) reforço da soberania política de cada um dos Estados-membros.
(D) reforço da soberania monetária de cada um dos Estados-membros.

103/104
105

106.

107. O princípio orientador da ação da União Europeia que consiste em


promover o desenvolvimento harmonioso através da progressiva aproximação dos
níveis de rendimento médio e de qualidade de vida das populações das regiões de
cada um dos Estados-membros designa-se por
(A) coesão económica e social.
(B) convergência nominal.
(C) subsidiariedade estrutural.
(D) solidariedade monetária e fiscal.

108. A Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom) foi instituída pelo


(A) Tratado de Roma.
(B) Tratado de Paris.
(C) Tratado de Maastricht.
(D) Tratado de Amesterdão.
109. O alargamento da União Europeia de 15 para 27 Estados-membros colocou
alguns desafios à economia portuguesa, nomeadamente,
(A) o aprofundamento do processo de convergência nominal.
(B) o reforço dos fundos estruturais para a economia portuguesa.
(C) a redução do comércio com os novos países membros.
(D) a maior dificuldade na atração de IDE para Portugal

110.Num determinado país, em 2015, as autoridades decidiram aplicar um direito


aduaneiro (ou uma barreira alfandegária tarifária) sobre a importação de batata.
Podemos afirmar que esta medida se insere numa política comercial
(A) protecionista, ao contribuir para a redução da concorrência no mercado interno da batata.
(B) protecionista, ao aumentar as vendas, no país, das empresas residentes no resto do mundo.
(C) de comércio livre e visa reforçar a concorrência no mercado externo da batata.
(D) de comércio livre e pretende apoiar as unidades produtoras residentes no país.

111.
113. Em 2014, as sociedades não financeiras residentes num dado país efetuaram o
pagamento de prémios de seguros, referentes ao transporte marítimo de
mercadorias, no valor de 105 milhões de euros, às sociedades financeiras do resto
do mundo. Nesse ano e nesse país, este fluxo foi registado
(A) a crédito na balança de bens.
(B) a crédito na balança de serviços.
(C) a débito na balança de capital.
(D) a débito na balança corrente.

114. Nos processos de integração económica, uma zona de comércio livre distingue-
se de uma união aduaneira, nomeadamente, pelo facto de
(A) a união aduaneira, ao contrário da zona de comércio livre, garantir a liberdade de
circulação de pessoas.
(B) a união aduaneira, ao contrário da zona de comércio livre, definir uma pauta aduaneira
exterior comum sobre as mercadorias.
(C) a zona de comércio livre, ao contrário da união aduaneira, garantir a liberdade de
circulação de capitais.
(D) a zona de comércio livre, ao contrário da união aduaneira, definir uma pauta aduaneira
exterior comum sobre os serviços
.
116. Nas contas externas de um dado país, em 2013, foram registados os seguintes
movimentos: remessas de emigrantes, no valor de 562 milhões de euros, e
aquisições de ativos não produzidos não financeiros (referentes, nomeadamente, a
patentes, licenças e copyrights) ao resto do mundo, no valor de 67 milhões de euros.
Nesse ano e nesse país, estes fluxos foram inscritos na
(A) balança de capital e na balança corrente, respetivamente.
(B) balança corrente e na balança de capital, respetivamente.
(C) balança de capital, em ambos os casos.
(D) balança corrente, em ambos os casos.

117. No âmbito das suas funções económicas e sociais, o Estado, ao aplicar políticas
de redistribuição dos rendimentos, pretende essencialmente garantir a eficiência.
Esta afirmação é
(A) verdadeira, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos
rendimentos, pretende essencialmente diminuir os custos de produção das empresas.
(B) verdadeira, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos
rendimentos, pretende essencialmente promover a estabilidade.
(C) falsa, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos,
pretende essencialmente promover a equidade.
(D) falsa, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos,
pretende essencialmente assegurar um aumento das exportações.

118. O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é classificado como
um
(A) imposto direto e é um dos instrumentos da política fiscal do Estado.
(B) imposto indireto e é um dos instrumentos da política fiscal do Estado.
(C) imposto direto e é uma receita de capital do Estado.
(D) imposto indireto e é uma receita de capital do Estado.
119. Num Estado-membro da União Europeia, os direitos de importação aplicados
sobre um dado bem proveniente de países terceiros são
(A) diferentes dos direitos aplicados sobre o mesmo bem pelos restantes Estados-
membros e constituem uma das receitas do Orçamento da União.
(B) diferentes dos direitos aplicados sobre o mesmo bem pelos restantes Estados-
membros e constituem uma das despesas do Orçamento da União.
(C) iguais aos direitos aplicados sobre o mesmo bem pelos restantes Estados-membros
e constituem uma das receitas do Orçamento da União.
(D) iguais aos direitos aplicados sobre o mesmo bem pelos restantes Estados-membros
e constituem uma das despesas do Orçamento da União.

121. Uma dada empresa utiliza o subsídio à exportação, concedido pelas


autoridades do país onde reside, para vender, no Resto do Mundo, os bens
produzidos a um preço inferior ao custo unitário de produção, continuando a vendê-
los, no mercado interno, a um preço superior ao custo unitário de produção. Esta
estratégia, que permite aumentar as vendas no mercado externo, é considerada uma
(A) prática de dumping e integra-se na política comercial protecionista.
(B) prática concorrencial e integra-se na política comercial de comércio livre.
(C) medida de contingentação e integra-se na política comercial protecionista.
(D) medida tarifária e integra-se na política comercial de comércio livre.

122. Num dado país, em 2013, as receitas públicas foram 90 milhões de euros e
corresponderam a 60% do PIB. Nesse ano, verificou-se um excedente orçamental,
que correspondeu a 10% do PIB. Então, podemos afirmar que, em 2013, as despesas
públicas desse país
(A) foram 150 milhões de euros.
(B) foram 105 milhões de euros.
(C) corresponderam a 50% do PIB.
(D) corresponderam a 70% do PIB.

123. Em 2013, num determinado país, o Estado cobrou apenas as seguintes receitas:
8 milhões de euros de Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), 20 milhões de euros
de Imposto Sobre Veículos (ISV) e 200 milhões de euros de Imposto sobre o
Rendimento das Pessoas Singulares (IRS). Nesse ano, o Estado obteve 228 milhões de
euros de
(A) receitas correntes, sendo 28 milhões de euros de impostos diretos e o restante de
impostos indiretos.
(B) receitas correntes, sendo 28 milhões de euros de impostos indiretos e o restante
de impostos diretos.
(C) receitas de capital, sendo 28 milhões de euros de impostos diretos e o restante de
impostos indiretos.
(D) receitas de capital, sendo 28 milhões de euros de impostos indiretos e o restante
de impostos diretos.
124. Uma empresa franchisada, residente em Portugal, paga anualmente a uma
empresa franchisadora, residente na Finlândia, 10 000 euros relativos a royalties
(direitos de utilização). Este valor é registado na Balança de
(A) rendimentos portuguesa.
(B) serviços portuguesa.
(C) investimento portuguesa.
(D) capital portuguesa.

125. O bem A apresenta duas características: ninguém pode ser excluído de o


consumir e o uso que alguém faz dele não diminui a quantidade disponível para
outros o utilizarem. Estas duas características, a de bem não excluível e a de bem não
rival, são características dos
(A) bens públicos.
(B) bens privados.
(C) bens comuns.
(D) bens normais.
II
1.Questões
1) Quais as aplicações do Rendimento disponível ?Dá uma noção de poupança? Quais
as vantagens que a poupança proporciona?247
2) Quais os fatores que condicionam a poupança? Relaciona a poupança com o
crescimento económico do País
3) Refere os principais destinos da poupança?
4) Dá uma noção de investimento? FBC=FBCF + VEX
5) Quais as funções do investimento? Quais os tipos de investimento?
6) Dá exemplos de investimento financeiro. O que representa o capital social?
7) Distingue capital próprio de capital alheio
8) Distingue Investimento de formação de capital. FBC =FBCF + VEX
9) Refere a importância do investimento na investigação e no desenvolvimento?
10) Não há investimento sem Financiamento.Comenta
11) Distingue capacidade de financiamento de necessidade de financiamento
12) Carateriza o financiamento interno e externo
13) Dá uma noção de crédito. Refere os elementos do crédito
14) Distingue crédito ao consumo de crédito à produção
15) Refere algumas instituições financeiras monetárias e não monetárias.
16) Distingue operações bancárias ativas de operações bancárias passivas
17) Carateriza o mercado de títulos

18) “Nas economias industriais modernas, a concorrência entre as empresas leva-as,


geralmente, a efetuar elevados investimentos em investigação e desenvolvimento.
Por exemplo, nas indústrias de computadores e de produtos farmacêuticos, as
empresas procuram lucros através da introdução de novos e melhores produtos, ou
através de métodos de produção mais baratos. Parte dos lucros obtidos irão ser
aplicados em novos processos de investigação e desenvolvimento”.

Explique, com base no texto, a importância do investimento em investigação e


desenvolvimento para a atividade económica.

2.O texto e o gráfico que se seguem referem-se ao mercado das


laranjas, num determinado país.
Considere que o mercado das laranjas é de concorrência perfeita e que, inicialmente, estava
em equilíbrio, para um preço de 20 euros por tonelada e uma quantidade transacionada de 20
toneladas. No entanto, a descida brusca da temperatura e a sua permanência em valores
abaixo de zero, durante quatro dias consecutivos, destruíram uma parte significativa da
colheita anual de laranjas, provocando uma redução da oferta e criando uma situação de
desequilíbrio no mercado.
Descreva, com base nos documentos apresentados, as alterações verificadas no mercado das laranjas,
considerando:
– o desequilíbrio provocado pela redução da oferta nesse mercado;
– o novo equilíbrio alcançado nesse mercado, comparando-o com o equilíbrio inicial.

Tópicos de resposta:

•• a redução da oferta no mercado das laranjas provocou uma situação de excesso de procura, pois,
ao preço de equilíbrio inicial (ou ao preço de 20 euros), a quantidade oferecida tornou-se inferior à
quantidade procurada (ou a quantidade oferecida diminuiu para 10 toneladas e a quantidade procurada
manteve-se em 20 toneladas);
•• o novo equilíbrio no mercado das laranjas foi alcançado para o preço de 25 euros e para a quantidade
(transacionada) de 15 toneladas; o novo preço de equilíbrio é superior ao preço de equilíbrio inicial e a
nova quantidade (transacionada) é inferior à quantidade de equilíbrio inicial

3.O gráfico

Na resposta são expostas as alterações que se verificarão na representação gráfica


do mercado do bem X, sendo referidos, de forma correcta, os seguintes aspectos,
ou outros considerados relevantes:
• mantendo-se tudo o resto constante, perante um aumento do rendimento das famílias, a
procura aumenta, ou seja, a curva da procura deslocar-se-á para a direita;
• o preço de equilíbrio no mercado do bem X será superior a pe;
• as quantidades transaccionadas no mercado do bem X serão superiores a qe
Rendimento Disponível dos Particulares = Remunerações do
trabalho + Rendimentos de empresas e propriedade + Transferências
correntes – Impostos diretos – Contribuições sociais
Rendimento Disponível dos Particulares 2014
(16 000 + 22 000 + 5 500 – 1 000 – 2 000)
Rendimento Disponível dos Particulares 2014
(40 500) (milhões de euros)

Rendimento Disponível dos Particulares = Consumo privado +


+ Poupança
Poupança 2014 = 40 500 – 38 000
Poupança 2014 = 2 500 (milhões de euros)

Taxa de crescimento da poupança dos particulares 2014 face a 2013


[(2 500 – 2 000) / 2 000] × 100
Taxa de crescimento da poupança dos particulares 2014 face a 2013
(25%)

5. Produtividade marginal Função de produção que relaciona a quantidade a produzir


em função dos vários fatores produtivos.
N.º de Produção Aumento de Aumento da Produtividade
trabalhadores (Unidades) trabalhadores produção marginal

0 10
3 25 3 15 5
6 41 3 16 5,3
9 53 3 12 4
12 61 3 8 2,7
15 68 3 7 2,3

6.Custo marginal
7.Economia de escala Ela ocorre quando a expansão da capacidade de produção
de uma empresa ou indústria provoca um aumento na quantidade total produzida
sem um aumento proporcional no custo de produção. O aumento do custo total do
produto tende a ser menor do que o aumento da produção, pelo que até certo nível
de produção o custo médio de produção diminui.

Produção (Ton) Custos fixos Custos variáveis Custo total Custo médio unitário

100 5000,00€ 40,00€ € 5040,00 50,40€

200 5000,00€ 80,00€ € 5080,00 25,40€

300 5000,00€ 120,00€ 5120,00€ 17,07€


5000,00€ 160,00€ € 5120,00
5160,00€ 12,90€
400
500 8000,00€ 200,00€ 8,200,00€ 16,40€

600 9700,00€ 240,00€ 9940,00€ 16,57€

Até ao nível de
400 toneladas de produção, o custo médio passa de 50,40 euros para 12,90 euros.
Estamos em presença de uma economia de escala. A partir do nível de 400 unidades

8.

1. Rendimento disponível
2. Recursos das empresas
3. Empregos do Estado
4. Uma empresa produtora de mochilas escolares elaborou um plano de produção mensal,
tendo calculado os valores da produtividade marginal do trabalho que se apresentam no
Gráfico .

9-
10.
11.

Relaciona o comportamento da produtividade marginal do trabalho com a


lei dos rendimentos decrescentes.
12.O Gráfico apresenta a relação entre o custo médio e a quantidade produzida,
numa empresa produtora de mármore, no longo prazo.

1-Identifique o fenó meno que ocorre quando a empresa produz mais de 8


toneladas de má rmore e explique-o, comparando a variaçã o do custo total com a
variaçã o da quantidade produzida.
2. Como é que a empresa pode inverter a situaçã o?

13.
VAB = VALOR DE PRODUÇÃO –Consumo Intermédio
EXEMPLO:
14-

Qual o total dos rendimentos primários? Qual a estrutura do rendimento?

15-

Apurar o saldo Orçamental e o peso do défice


16.

Calcular o peso do défice externo e o peso do saldo orçamental

17-
Receitas publicas Correntes : 34000
Despesas publicas correntes : 56000
Receitas publias de capital: 2000
Despesas publicas de capital: 4300
PIB : 105000

Calcular
a) Receitas totais
b) Despesas totais
c) Saldo orçamental
d) Peso do defice
e) Peso das receitas de capital em relação as recitas totais
f) Peso das despesas correntes no total das despesas
g) Peso das despesas publicas em relação ao PIB

18-O Quadro apresenta alguns dos agregados das contas nacionais portuguesas,
relativos a 2008, segundo a ótica da Despesa.

Determina, com base no Quadro, a Procura Global e o valor do saldo dos rendimentos
do trabalho, da propriedade e da empresa com o Resto do Mundo.
19- O quadro que se segue apresenta o valor das receitas e das despesas públicas,
em Portugal, em 2013.

Peso do défice da balança comercial: 8%

Outros dados em milhões de euros: Exportação de mercadorias: 23 000. Dívida Pública :


180 000

Calcular

1- A taxa de cobertura das importações pelas exportações


2- O peso do défice orçamental
3- O peso da dívida pública
III
Temas a Desenvolver

Tema 1

Analisar a evolução do PIB e das suas componentes


Sugestões
 Em 2011, face a 2010, no conjunto das componentes do PIB, as exportaçõ es de
bens e serviços continuaram a ser a componente mais dinâ mica, registando uma
taxa de variaçã o nominal de 13,3%,o que, dado o peso desta componente no PIB,
31,0%, impediu uma quebra mais acentuada do PIB em 2011.
 …………………………………….
Tema 2

Apresente, com base nos documentos, a evolução da taxa de poupança das Famílias em Portugal,
em 2011, face a 2010, relacionando essa evolução com:
– o comportamento do Rendimento Disponível dos Particulares e as suas componentes;
– o comportamento do Índice de Preços no Consumidor.

Na resposta, é apresentada a evolução da taxa de poupança das Famílias em


Portugal,em 2011, face a 2010, sendo referidos, de forma correta1, os
seguintes aspetos, ou outrosconsiderados relevantes:
•• em 2011, face a 2010, verificou-se uma redução do peso da poupança das Famílias no total
do Rendimento Disponível dos Particulares; em 2010, a taxa de poupança em percentagem
do Rendimento Disponível dos Particulares era 10,2%, passando para 9,7%, em 2011;

•• no período considerado, a evolução da taxa de poupança das Famílias esteve associada ao


comportamento registado pelo Rendimento Disponível dos Particulares, cuja taxa de
variação nominal passou de 3,1%, em 2010, para –1,0%, em 2011;
•• no mesmo período, registou-se um decréscimo das remunerações do trabalho, cuja taxa
de variação foi –1,2%, em 2011, um valor significativo dado o peso que ocupava no total,
68,0%, e registou-se ainda um aumento dos impostos diretos, que apresentaram uma taxa
de variação de 10,0%, o que, atendendo à sua participação no cálculo do Rendimento
Disponível dos Particulares, contribuiu para acentuar a queda verificada neste agregado,
tendo limitado a capacidade de poupança das Famílias;

•• em 2011, face a 2010, verificou-se um aumento da taxa de variação média anual do Índice
de Preços no Consumidor, que passou de 1,4%, em 2010, para 3,7%, em 2011; o crescimento
do nível médio dos preços, conjugado com o comportamento do Rendimento Disponível dos
Particulares em termos nominais, poderá ter contribuído para a menor taxa de poupança
das Famílias, pois provocou o decréscimo do Rendimento Disponível dos Particulares em
termos reais, que passou de uma taxa de variação de 1,5%, em 2010, para –4,5%, em 2011.

Tema 3

Relacione, com base nos documentos apresentados, a evolução do desemprego em Portugal, no


período de 2005 a 2010, com a ação redistributiva do Estado, considerando o comportamento:
– da taxa de desemprego, total e de longa duração;
– da taxa de risco de pobreza;
– das transferências do Estado para as Famílias.
Sugestões
•• no período de 2005 a 2010, a taxa de desemprego total aumentou, passando de
7,6%, em 2005, para 10,8%, em 2010; este agravamento do desemprego total foi
acompanhado pelo aumento da taxa de desemprego de longa duração, que passou
de 3,8%, em 2005, para 5,9%, em 2010;
•• no período considerado, verificou-se um aumento da taxa de risco de pobreza
antes das transferências sociais, que passou de 40,2%, em 2005, para 42,5%, em
2010; este aumento da taxa de risco de pobreza antes das transferências sociais
está, em parte, associado ao aumento do desemprego total e do desemprego de
longa duração;

•• no mesmo período, verificou-se que as transferências correntes do Estado para


as Famílias aumentaram, registando uma taxa de variação de 38,0%, tendo
aumentado igualmente o seu peso no PIB, que passou de 17,8%, em 2005, para
21,9%, em 2010;

•• no período em causa, o aumento das transferências correntes do Estado para as


Famílias reflete o reforço da ação redistributiva do Estado, como forma de
responder ao aumento da taxa de risco de pobreza antes das transferências sociais;

•• no período de 2005 a 2010, apesar do agravamento da taxa de risco de pobreza


antes das
transferências sociais, a percentagem da população em risco de pobreza depois das
transferências sociais diminuiu, passando de 18,5%, em 2005, para 18,0%, em
2010. Esta diminuição evidencia a ação redistributiva do Estado.
7.
Tema 4

Expli
que, com base nos documentos apresentados, o comportamento do Rendimento
Disponível dos Particulares (RDP), em Portugal, em 2012, considerando:
– a evolução do RDP, em termos nominais;
– o desempenho das duas componentes que justificaram a redução do RDP;
– três razões do desempenho dessas componentes.

•• o RDP decresceu, em termos nominais, tendo registado uma taxa de variação anual de
–0,9%;
•• as remunerações do trabalho e as transferências internas foram as componentes que
justificaram a redução do valor do RDP, tendo registado, respetivamente, em termos
nominais, taxas de variação anual de –7,2% e de –3,0%;
•• a redução das remunerações do trabalho, em termos nominais, resultou, em parte, do
decréscimo da população empregada, que registou uma taxa de variação anual de –
4,2%;
•• a redução das remunerações do trabalho, em termos nominais, resultou também da
diminuição das remunerações nominais por trabalhador, que registaram uma taxa de
variação anual de –2,7%;
•• a redução das transferências internas explica-se pela suspensão do pagamento dos
subsídios de férias e de Natal aos pensionistas.

-
Tema 5
1.Os documentos a seguir apresentados referem-se à economia portuguesa,
em 2010 e em 2011. Os Quadros apresentam o PIB, por principais
componentes da Despesa, em Portugal e a evolução das principais
exportações portuguesas de bens

1.Explicite, com base nos documentos apresentados,


1.1- A evolução das componentes do PIB e os efeitos na evolução do PIB
1.2- A evolução da procura interna e os efeitos na evolução do PIB
1.3- A evolução das exportações de bens e das suas componentes
Tema 6

Explique, com base nos documentos apresentados, a evolução da taxa de


inflação, em Portugal, em 2013, face a 2012, considerando:
– o comportamento da taxa de variaçã o anual do IPC total;
– o contributo dos principais agregados do IPC para esse comportamento;
– o contributo das diferentes classes do agregado Bens e do agregado Serviços para
o comportamento do nível médio de preços de cada um desses agregados do IPC.

•• a taxa de variaçã o (anual) do IPC total (ou taxa de inflaçã o) diminuiu, tendo passado de
2,8%, em 2012, para 0,4%, em 2013;

•• para o comportamento da taxa de variaçã o (anual)1 do IPC total (ou taxa de inflaçã o),
no período em aná lise, contribuiu a manutençã o do nível médio de preços do agregado
Bens, em 2013, apó s uma
subida do nível médio de preços deste agregado de 2,5%, em 2012;
•• para o comportamento da taxa de variaçã o (anual)1 do IPC total (ou taxa de inflaçã o),
no período em aná lise, contribuiu também o abrandamento do ritmo de crescimento do
nível médio de preços do
agregado Serviços; a taxa de variaçã o (anual)1 do nível médio de preços deste agregado
passou de 3,2%, em 2012, para 1,1%, em 2013

•• a diminuiçã o do nível médio de preços da classe dos Bens industriais, em 2013, apó s o
crescimento do nível médio de preços verificado nesta classe, em 2012, e a desaceleraçã o
do crescimento do nível médio de preços da classe dos Bens alimentares, em 2013, face a
2012, explicam o comportamento do nível médio de preços do agregado Bens nesse
período;

•• a desaceleraçã o do crescimento do nível médio de preços de todas as classes do


agregado Serviços, exceto os Serviços relacionados com comunicaçã o, em 2013, face a
2012, explica o comportamento do
nível médio de preços do agregado Serviços nesse período.

Tema 7

Na resposta, é explicada a importância do princípio da coesão económica e social,


sendo referidos, de forma correta1, os seguintes aspetos, ou outros considerados
equivalentes:
• verificam-se no seio da UE 27 grandes disparidades ao nível do desenvolvimento
dos diferentes países e regiões;
• estas disparidades podem ser constatadas através do indicador PIB por habitante
dos diferentes países da UE 27; por exemplo, enquanto o PIB por habitante
da Holanda era, em 2010, 133% da média da UE 27, o da Bulgária situava-se
apenas nos 44%;
• o princípio da coesão económica e social exprime a vontade de combater as
disparidades verificadas entre os diferentes países e regiões da UE 27 e de
promover o seu desenvolvimento harmonioso, através de uma progressiva
aproximação (convergência) dos níveis de rendimento médio e de qualidade de
vida das populações, em especial dos países e regiões menos desenvolvidos
Tema 8

Na resposta, são explicadas duas das seguintes consequências para a UE


decorrentes do último alargamento, por comparação com os alargamentos
anteriores, sendo referidos, de forma correta1, os seguintes aspetos, ou outros
considerados equivalentes:
• a entrada de novos Estados-membros, cujos PIB por habitante se situavam
abaixo da média europeia, implicou a reorientação dos fundos comunitários (ou,
em alternativa, o reajustamento das políticas da UE), de forma a combater as
assimetrias verificadas no seio da UE alargada;
• a entrada de novos Estados-membros, cujos PIB por habitante (em média) se
situavam abaixo da média europeia, provocou uma redução mais significativa
do PIB por habitante da União, ou seja, –16% da média da União Europeia a 27
Estados-membros, em comparação com reduções entre 3% e 6% verificadas nos
alargamentos anteriores;
• o aumento da população, 29%, e, consequentemente, do número de consumidores,
o segundo maior, em termos percentuais, até esta data, provocou um alargamento
do mercado interno, perspetivando novas oportunidades económicas;
• o aumento do número de países, o maior até esta data, implicou a reestruturação
do funcionamento das instituições da UE, nomeadamente, da Comissão Europeia
e do Parlamento Europeu, de forma a assegurar-se o seu funcionamento
democrático e a sua operacionalidade.

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