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DESAFIO 14 DIAS DEDICAÇÃO DELTA

DIA 02

DIA 02

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DESAFIO 14 DIAS DEDICAÇÃO DELTA

DIA 02

Futuro(a) Delegado(a)
Segue o material em PDF da segunda meta do nosso desafio.
Use a #desafio14diasDD e mostre todo o seu empenho!

Vamos juntos!

Equipe DedicaçãoDelta

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USE A #DESAFIO14DIASDD

DIA 02

Meta do dia 02
Leitura dos Informativos 954,955 e 956 e 957 do STF e resumo Dedicação
Delta sobre Lei de Tortura.

Sumário
Informativo 954 do STF .................................................................................................... 4
Direito Constitucional........................................................................................................ 4
Direito Penal...................................................................................................................... 6
Informativo 955 do STF .................................................................................................... 7
Direito Constitucional........................................................................................................ 7
Direito Penal...................................................................................................................... 8
Direito Processual Penal .................................................................................................... 9
Informativo 956 do STF .................................................................................................. 11
Direito Administrativo ..................................................................................................... 11
Informativo 957 do STF .................................................................................................. 12
Lei de Tortura .................................................................................................................. 13

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DIA 02

Informativo 954 do STF

Direito Constitucional
COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS

STF. Plenário. RE 1151237/SP, Rel. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 3/10/2019 (Info 954).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


Em regra, a competência para dar nome a logradouros públicos é do Prefeito,
por meio de decreto; contudo, a lei orgânica poderá prever essa competência
também para a Câmara Municipal, por meio de lei, desde que não exclua a do
Prefeito
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

ADVOCACIA PÚBLICA

STF. Plenário. ADI 3536/SC, Rel. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 2/10/2019 (Info 954).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...

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DIA 02

O art. 132 da CF/88 confere à PGE atribuição para a consultoria jurídica e a


representação judicial apenas no que se refere à administração pública direta,
autárquica e fundacional,
ou assim:
É inconstitucional lei estadual que confira à Procuradoria-Geral do Estado
(PGE) competência para controlar os serviços jurídicos e para fazer a
representação judicial de empresas públicas e sociedades de economia mista,
inclusive com a possibilidade de avocação de processos e litígios judiciais
dessas estatais.
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE

STF. Plenário. ADI 3786/DF e ADI 3845/DF, Rel. Min. Alexandre de Moraes, julgados em
3/10/2019 (Info 954).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


É formalmente inconstitucional resolução do Senado que autoriza que os Estados,
o Distrito Federal, e os Municípios transfiram a cobrança de suas dívidas ativas as
instituições financeiras.
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

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DIA 02

Direito Penal

CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL

STF. 1ª Turma. HC 134591/SP, rel. orig. Min. Marco Aurélio, red. p/ o ac. Min. Alexandre de Moraes,
julgado em 1/10/2019 (Info 954).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


A conduta caracterizada como “beijo lascivo”, contra criança de 05 (cinco) anos
de idade, se subsome a prática do crime de estupro de vulnerável, previsto no art.
217-A do Código Penal. Não é possível desclassificar essa conduta para a
contravenção penal de molestamento (art. 65 do Decreto-Lei nº 3.668/41).
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

Para se aprofundar: https://dizerodireitodotnet.files.wordpress.com/2019/11/info-954-


stf.pdf
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Informativo 955 do STF

Direito Constitucional

CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE

STF. 1ª Turma. RE 1186465 AgR/TO, Rel. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 8/10/2019 (Info 955).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


Uma lei que tenha destinatários determináveis continua possuindo caráter
abstrato e geral e pode ser impugnada por meio de ADI.
Mesmo que uma lei seja fruto de acordo homologado judicialmente, ela poderá
ser objeto de ADI, não havendo violação da coisa julgada material
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

MINISTÉRIO PÚBLICO

STF. Plenário. RE 643978/SE, Rel. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 9/10/2019 (repercussão geral –
Tema 850) (Info 955).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...

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DIA 02

Segundo o STF, o Ministério Público possui legitimidade para propor Ação Civil
Pública em defesa de direitos sociais relacionados com o FGTS
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

Direito Penal

CORRUPÇÃO PASSIVA

STF. 1ª Turma. Inq 3515/SP, Rel. Min. Marco Aurélio, julgado em 8/10/2019 (Info 955).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


Deputado Federal que recebe propina para apoiar permanência de diretor de
estatal comete crime de corrupção passiva
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

LAVAGEM DE DINHEIRO
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DIA 02

STF. 1ª Turma. Inq 3515/SP, Rel. Min. Marco Aurélio, julgado em 8/10/2019 (Info 955).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


Não configura o crime de lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei nº 9.613/98) a conduta
do agente que recebe propina decorrente de corrupção passiva e tenta viajar com
ele, em voo doméstico, escondendo as notas de dinheiro nos bolsos do paletó, na
cintura e dentro das meias.
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

Direito Processual Penal

COMPETÊNCIA

STF. 1ª Turma. Inq 4624 AgR, Rel. Min. Marco Aurélio, julgado em 8/10/2019 (Info 955).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


Senador que pratica corrupção passiva que não está relacionada com seu cargo e
que não ofende bens, serviços ou interesse da União, deverá ser julgado em 1ª
instância pela justiça comum estadual.
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

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NULIDADES

STF. 2ª Turma. AO 2093/RN, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgado em 3/9/2019 (Info 955).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


O advogado do réu delatado deverá, obrigatoriamente, estar presente no
interrogatório do corréu delator.
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

Para se aprofundar: https://dizerodireitodotnet.files.wordpress.com/2019/11/info-


955-stf.pdf

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Informativo 956 do STF

Direito Administrativo

AUTOTUTELA
STF. Plenário. RE 817338/DF, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 16/10/2019 (Info 956).

NO CONCURSO SERÁ COBRADO DA SEGUINTE FORMA...


Mesmo depois de terem-se passado mais de 5 anos, a Administração Pública pode
anular a anistia política concedida quando se comprovar a ausência de perseguição
política, desde que respeitado o devido processo legal e assegurada a não
devolução das verbas já recebidas.
MINHAS ANOTAÇÕES ACERCA DO JULGADO

Para se aprofundar: https://dizerodireitodotnet.files.wordpress.com/2019/11/info-


956-stf.pdf

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Informativo 957 do STF

Obs: Sem julgados das matérias. Somente Direito Processual Civil e Direito
Tributário.

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Lei de Tortura

Lei de tortura (Lei nº 9555/1997 e suas alterações)

Inicialmente, podemos definir tortura como qualquer ato pelo qual dores
ou sofrimentos agudos, físicos ou mentais, são infligidos intencionalmente a
uma pessoa a fim de obter, dela ou de uma terceira pessoa, informações ou
confissões; de castigá-la por ato que ela ou uma terceira pessoa tenha cometido
ou seja suspeita de ter cometido; de intimidar ou coagir esta pessoa ou outras
pessoas; ou por qualquer motivo baseado em discriminação de qualquer
natureza; quando tais dores ou sofrimentos são infligidos por um funcionário
público ou outra pessoa no exercício de funções públicas, ou por sua instigação,
ou com o seu consentimento ou aquiescência..
Tal conceito é extraído da convenção internacional contra a tortura e
outros tratamentos ou penas cruéis e degradantes, recepcionado em nosso
sistema jurídico por meio do decreto 40 de 1991.

Não obstante, a própria Declaração Universal dos Direitos do Homem


prevê que ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou
degradante, nesse sentido está o artigo quinto da declaração:
Art. 5º Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel,
desumano ou degradante.

Como não poderia ser diferente, a Constituição de 88, também eu seu


artigo quinto, fez previsão semelhante, estabelecendo um verdadeiro mandado
de criminalização para o legislador:

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Art. 5º inciso - III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento


desumano ou degradante
XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou
anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o
terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os
mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem.

Podemos perceber que a constituição equipara a tortura, assim como o


tráfico ilícito de entorpecentes e o terrorismo aos crimes Hediondos, logo, estes
são também inafiançáveis e insuscetíveis de graça, anistia e indulto, tendo sido
a inviabilidade de induto estabelecida por força da legislação ordinária.

Bem jurídico protegido

O bem jurídico protegido pelo presente diploma é de extrema violência,


defendendo a dignidade da pessoa humana, a integridade física e psíquica do
indivíduo.

Competência para processamento e julgamento

A competência será da justiça comum, em regra da justiça comum


estadual, exceto se a prática do delito causar violação a algum bem, interesse ou
serviço da União, suas entidades autárquicas e empresas públicas, na forma do
art. 109 IV da Constituição de 88.

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DIA 02

Art 109 IV - Os crimes políticos e as infrações penais praticadas em


detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades
autárquicas ou empresas públicas, excluídas as contravenções e ressalvada a
competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral;

Dos crimes em espécie

Art. 1º Constitui crime de tortura:

I - Constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça,


causando-lhe sofrimento físico ou mental:

a) Com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de


terceira pessoa;

b) Para provocar ação ou omissão de natureza criminosa;

c) Em razão de discriminação racial ou religiosa

Pena - reclusão, de dois a oito anos.

Em primeiro lugar é importante definirmos conceitualmente os núcleos


do presente tipo penal.
• Constranger – Obrigar alguém a fazer algo que não queira, forçar,
tolher a liberdade de alguém anulando sua vontade.
• Violência – Constrangimento físico ou agressão física.
• Grave ameaça – Promessa de mal injusto ou intimidação.

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Constranger alguém, com confissão da vítima ou de terceira pessoa” é a


definição do que a doutrina denomina “tortura prova”.
Já o constrangimento operado para a realização de ação ou omissão de
natureza criminosa é doutrinariamente denominado de “tortura crime”.
Enquanto que o constrangimento realizado em razão de discriminação
racial ou religiosa considera-se como “tortura preconceito”.
Nas modalidades a cima o crime de tortura é:
• Formal, consumando-se com o sofrimento físico e mental da
vítima, sendo prescindível a realização do crime ou a criação da
prova.
• Trata-se de delito onde o sujeito ativo é comum, assim como o
sujeito passivo.
• Há no tipo a exigência de um “especial fim de agir”, ou seja, o
agente deve orientar sua conduta a um dos objetivos traçados
pelos incisos do art. 1º, sobre pena de incorrer no crime de lesão
corporal.

II - Submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego


de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como
forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.

Pena - reclusão, de dois a oito anos.

Aqui temos o que a doutrina conceitua como “tortura castigo”, nessa


modalidade de tortura, a violência ou grave ameaça são empregadas como
forma de castigar a vítima, ou aplicar medida de caráter preventivo, trata-se
de:
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DIA 02

• Crime próprio, exige-se que o agente ativo tenha relação de


guarda, poder ou autoridade em relação a vítima, o sujeito
passivo também exige propriedade, vez que trata-se do tutelado
pela relação de guarda, poder ou autoridade.
• Quanto ao sofrimento físico e mental, exige-se que esse seja
“intenso”, uma vez que as relações de autoridade preveem em
certo grau algum quantum de “sofrimento”, vez que o guardião
tutela o interesse e as possibilidades do tutelado, como ocorre
entre professor e aluno, carcereiro e preso e etc.
• Exige-se especial fim de agir de aplicar castigo pessoal ou medida
de caráter preventivo, sobre pena de atipicidade da conduta.

ATENÇÃO! Qual a diferença entre a tortura castigo e o crime de


maus tratos, previsto no art. 136 do código penal?

Art. 136 - Expor a perigo a vida ou a saúde de pessoa sob sua autoridade,
guarda ou vigilância, para fim de educação, ensino, tratamento ou custódia,
quer privando-a de alimentação ou cuidados indispensáveis, quer sujeitando-
a a trabalho excessivo ou inadequado, quer abusando de meios de correção
ou disciplina.

O elemento subjetivo! Na tortura castigo, há no agente ativo um animo


de “fazer padecer”, enquanto que o dolo do delito de maus tratos é um dolo de
abandono, que não necessariamente pretende causar intenso sofrimento físico
ao agente passivo, mas apenas priva-lo de meios adequados, quer pela ausência

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de educação, ensino, alimentação, ou sujeitando-o a trabalho excessivo e


inadequado.

§ 1º Na mesma pena incorre quem submete pessoa presa ou sujeita a medida


de segurança a sofrimento físico ou mental, por intermédio da prática de ato
não previsto em lei ou não resultante de medida legal.

Podemos dizer que também comete tortura, o agente que, por meio de
ato ilegal aplica ao preso sanção ilegítima, sem amparo jurídico, sujeitando o
apenado a sofrimento físico e mental
§ 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de
evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.
.
No parágrafo segundo, podemos ver o que a doutrina conceitua como
sendo “tortura omissão”. Ocorrendo quando o agente deixa de realizar um
fazer a qual estava obrigado. O agente, que deveria evitar ou apurar a prática
dos delitos descritos não o faz.
• Trata-se de crime próprio, exigindo do sujeito ativo o dever de
evitar ou apurar a ocorrência da prática do crime de tortura, já
quanto ao sujeito passivo, não há nenhuma exigência em
especial.

A doutrina faz duras críticas ao tratamento legal dado a tortura omissão,


uma vez que em atendimento a regra geral do código penal, aquele que se omite
tendo o dever de evitar o resultado estará, por meio de um vínculo normativo,

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afeto a aplicação da pena do crime a qual foi realizada a omissão, como orienta
o art. 13 do código penal, em seu parágrafo segundo.

§ 2º - A omissão é penalmente relevante quando o omitente devia e


podia agir para evitar o resultado. O dever de agir incumbe a quem:

a) tenha por lei obrigação de cuidado, proteção ou vigilância

Ou seja, há flexibilização da norma geral com relação a relevância da


omissão, sendo criado um crime omissivo próprio em que é culminada pena de
detenção, com lapso temporal de um ano, portanto passível de suspensão
condicional do processo, em um crime onde o bem jurídico protegido é a
dignidade da pessoa humana.
Note também, que há flexibilização do mandado de criminalização
previsto no art. 5º XLIII, uma vez que não responderá pelo crime hediondo o
sujeito que podendo evitar a ocorrência da prática de tortura, se omita.
XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou
anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o
terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os
mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem

Lembre-se, a tortura omissão excepciona a regra de omissão


penalmente relevante do código penal, bem como excepciona a regra da
omissão para os crimes hediondos, trazida pelo mandado de
criminalização da CF88.

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DIA 02

§ 3º Se resulta lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, a pena é de


reclusão de quatro a dez anos; se resulta morte, a reclusão é de oito a dezesseis
anos.

É importante destacar que a tortura qualificada pelo resultado morte é


um crime praeterdoloso, ou seja, o agente com dolo na conduta inicial,
finalisticamente orientada a torturar, promoveu culposamente o resultado
morte do agente.
Logo, é simples diferenciarmos do homicídio qualificado pelo meio cruel,
em que o sujeito ativo do delito, desejando a morte da vítima, a tortura com a
finalidade de causar a morte do sujeito passivo do delito.

§ 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço:

I - Se o crime é cometido por agente público;

II – Se o crime é cometido contra criança, gestante, portador de deficiência,


adolescente ou maior de 60 (sessenta) anos;

III - Se o crime é cometido mediante seqüestro.

§ 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público


e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada.

É importante frisar que a perda do cargo e a interdição para exercício de


cargo público pelo dobro do prazo da pena aplicada é efeito genérico da decisão
que condena por crime de tortura, não precisando estar motivada em capítulo
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específico da sentença.

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