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feedbacks positivos
Augusto Cury, em seu livro Gestão da Emoção, diz ser preciso “exaltar a pessoa que erra
antes de exaltar o erro dela”. Com isso, ele pretende alertar para algo que fazemos de
forma inconsciente: focar excessivamente no erro praticado pela pessoa, em vez de
estimulá-la a melhorar e se desenvolver.

Tecer críticas negativas, além de não ajudar em nada no processo de aprendizado e


evolução profissional da pessoa que as recebe, impulsiona nela sentimentos muito
nocivos, como a ansiedade e a insegurança.

Por sua vez, a crítica positiva demonstra que você tem confiança na capacidade do
outro e que acredita em seu potencial. Faz parte de uma comunicação
eficiente diagnosticar o problema e oferecer maneiras de resolvê-lo.

O intuito principal é sempre disponibilizar oportunidades de desenvolvimento, por isso,


antes de emitir um juízo sobre o comportamento do outro, pergunte-se se aquilo vai
ajudá-lo — se não for, guarde sua opinião para você.  

Ademais, receber um feedback que não seja ofensivo colabora para o nosso processo
de autoconhecimento. Sujeitos emocionalmente maduros desejam recebê-lo e tiram o
melhor proveito dele!

A aprendizagem em tempos de pandemia!

 Além disso, a rotina escolar é importante para o desenvolvimento cognitivo e emocional 

A presença da família é essencial nesse momento, afinal ela é exemplo, cuidado e proteção. Os pais podem e
devem auxiliar as crianças e os jovens a identificar as emoções sentidas na pandemia, conforme conta a
orientadora educacional Konstans Steffen. “Nomear, respeitar esse sentimento, buscar alguma forma de
expressão, e quem sabe associar a algum comportamento que de alguma forma traz conforto”, declara.

A educadora e psicóloga Ana Cristina Alves reforça a necessidade de as famílias ouvirem seus filhos. “Deem
atenção, escutem, validem, conversem, cuidem das palavras e de como são ditas, precisamos entrar no mundo
da criança e do adolescente para chegar perto de seus sentimentos, e isso acontece também por meio das
conversas. Aprimorem a comunicação por mais difícil que seja e sabemos que é, mas tentem, é um tempo
também de esforços. Se para nós, adultos, já causa uma tensão, uma angústia, vamos imaginar como é para eles
que, possivelmente, não conseguirão nomear tão claramente o que estão sentindo, nós precisamos ajudá-los.”,
acrescenta a especialista.

“Nós não escolhemos de uma maneira direta passar por tudo isso, mas podemos escolher algumas coisas diante
disso tudo que está acontecendo, como investir em saber mais sobre nós mesmos”, fala Ana Cristina. Além
disso, a especialista nos deixa uma importante reflexão: o que você vai contar disso tudo depois que isso
passar? 
Toda emoção importa
O objetivo dos sentimentos é entender o que está acontecendo dentro de nós e ao nosso
redor. Os sentimentos nos dão um feedback rápido para usar com base em nossas
experiências passadas.
No entanto, quando você é jovem, não tem experiências anteriores para se embasar e
você acaba reagindo de acordo com o que sente. “Cabe aos pais ou cuidadores treinar
as crianças em como identificar, nomear, interpretar e usar suas emoções. Então, as
crianças aprenderão um novo idioma para a auto-expressão”, explica Gleicher. “O maior
presente que você pode dar a seus filhos é a capacidade de experimentar, reconhecer e
lidar com emoções – será a chave da resiliência mais tarde na vida”,

A raiva é um forte sentimento de aborrecimento, descontentamento ou hostilidade. Para


as crianças, que podem ser provocadas com muita facilidade quando um companheiro de
jogos pega seu brinquedo, a raiva surge porque sua resposta de briga ou fuga é
desencadeada. Quando seu filho faz birra, bate ou faz algo inapropriado, ele está
reagindo a estímulos que o fizeram sentir algum tipo de dor ou frustração.
“A raiva pode parecer irracional, mas para uma criança que ainda não aprendeu a regular
emoções, é uma reação natural imediata a algum tipo de irregularidade que ela sente”,

Identifique o sentimento

Diga: “Parece que você está realmente bravo” e imite as características faciais de estar
com raiva. É importante não usar palavras definitivas como “eu vejo” e optar por palavras
como “parece” ou “eu acho”. Gleicher ressalta que é crucial que você não coloque
palavras exatas em uma experiência e invalide os sentimentos de seu filho se ele não
estiver realmente bravo, mas se sentindo triste ou ansioso. “Isso dá à criança a
oportunidade de corrigir os pais, se estiverem errados sobre o que ela está sentindo”, diz
Gleicher.
Explique o sentimento

Diga: “Às vezes, as coisas não correm do jeito que queremos e isso nos faz sentir
irritados e chateados”. Depois, ensine seu filho como ele pode se expressar quando
esses sentimentos ocorrerem. Você pode praticar com a criança, dizendo algo como: “Eu
realmente não gosto quando você pega um brinquedo da minha mão”. Gleicher explica
que comportamentos negativos – bater, gritar ou chorar ao sentir raiva – é a emoção
subjacente que ainda não foi regulamentada ou recuperada. Um colapso é a emoção que
não é compreendida – seu filho precisa que você explique como ele está se sentindo,
porque eles próprios não podem se comunicar; isso é chamado de construção do
vocabulário emocional da criança.
“Eles precisam de uma palavra para associar a um sentimento, para que possam usar
suas palavras para expressar, em vez de reagir”, diz ela. Quando seu filho faz birra, bate
ou faz algo inapropriado, Gleicher recomenda perguntar a eles como eles estão se
sentindo, além de pedir para que ele cite o que fez. Dessa forma, eles podem entender
que a raiva leva a bater e, quando sentem raiva, podem expressá-la de outras maneiras.
“A mensagem sempre deve ser: você tem sentimentos, é assim que eles se parecem,
não há problema em sentir e nenhuma emoção é permanente”, diz ela. (Você também
deve fazer isso no lado oposto do espectro: “Você acabou de marcar um gol no futebol!
Como você se

O que é gestão da emoção?


De modo geral, a noção está relacionada à gestão das habilidades socioemocionais de
autoconhecimento e autocontrole. Quando dizemos que alguém tem inteligência
emocional, estamos nos referindo à sua capacidade de observar, avaliar, controlar e
expressar os próprios sentimentos.

Essa competência assegura a construção de relacionamentos mais positivos e


saudáveis — seja na vida pessoal ou profissional —, visto que os sujeitos que gerenciam
as suas emoções tendem a ser menos reativos e mais empáticos, conseguem lidar
melhor com situações conflitivas e se comunicam de maneira mais eficiente.

A inteligência emocional desempenha papel super importante na saúde física e mental das pessoas. Todos nós
sentimos emoções positivas e negativas, é a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos
outros, de nos motivarmos de acreditarmos e termos a capacidade de lidar com as situações adversas.

Este conceito busca ajudar as pessoas a terem um maior entendimento e controle sobre sua emoções, e usá-las à
seu favor. Quando bem administradas, o desenvolvimento desta inteligência pode trazer diversos benefícios tanto
para a vida pessoal quanto profissional e aos relacionamentos.

Alguns benefícios da IE:


Melhor relação interpessoal;
Diminuição da ansiedade e estresse; Aumento da empatia; Maior poder de decisão; Melhora na autoestima; Maior
responsabilidade e crescimento, autorregulação, motivação, autoconsciência, habilidades sociais, são alguns dos
benefícios da Inteligência Emocional.

Vale salientar que inteligência emocional não está relacionado à ausência de conflitos, mas como me posiciono
frente a tais conflitos.
Acredite, suas emoções falam muito sobre você. Falam até mesmo o que não queremos aceitar.

O que você acha de fazer uma autoavaliação?

Inteligência emocional é saber identificar, nomear e distinguir as emoções, em si e nos outros, bem como expressá-
las e geri-las de forma adequada. 😄⁣

😊Através do desenvolvimento da inteligência emocional a criança conseguirá:⁣

✨Comunicar o seu estado emocional;⁣
✨Controlar os impulos;⁣
✨Ser mais flexível diante das contrariedades;⁣
✨Desenvolver a auto estima e auto confiança;⁣
✨Desenvolver a empatia. ⁣

😊Vale lembrar que a criança sempre precisará de um adulto para estimular e ajuda-la no desenvolvimento de tais
habilidades, para isso vai algumas dicas:⁣

✨Crianças são visuais, mostre a elas imagens com diferentes expressões faciais. (Aqui vale também pedir a eles que
identifiquem essas expressões e emoções através de personagens de livros e filmes);⁣
✨Ajude a criança a identificar suas próprias emoções juntamente com as sensações físicas que acompanham tais
emoções;⁣
✨Estimule também através de brincadeiras, como mímica, desenhos, onde a criança conseguirá de forma lúdica
identificar as emoções e nomea-las;⁣
✨Apresente situações hipotéticas do dia a dia (ex: brigar com o coleguinha, perdeu um brinquedo, tirou uma nota
ruim), pedindo a criança que diga o que sentiria e faria naquela situação.⁣

😉Ter uma relação saudável com as emoções é saber lidar com elas, sendo importante para o bem-estar e saúde
mental da criança agora e no seu futuro.⁣

O desenvolvimento emocional na infância direciona nossas vida, os rumos que tomaremos e as decisões que
faremos. Essa etapa tão primordial começa ainda nos primeiros dias de vida.
Também sabemos que durante a primeira infância são formadas importantes estruturas cerebrais que se bem
ajustadas ajudarão as crianças no desenvolvimento de habilidades necessárias para os mais diversos aspectos da
vida adulta.

A forma como a gente lida com emoções desagradáveis como a ansiedade, o medo, a frustração e a tristeza FAZ
TODA A DIFERENÇA para nossa saúde emocional!
.
👉🏻Dê a si mesma permissão para sentir ao invés de ficar julgando o que está sentindo com “eu não deveria me
sentir assim” - que não ajuda em nada!
.
👉🏻Lembre-se que os sentimentos são temporários e sempre passam! Você consegue sobreviver à essa sensação e
já passou por ela outras vezes...
.
👉🏻Trate-se como trataria uma amiga querida que está se sentindo mal... você nunca seria tão rígida quanto é com
vc mesma né?
.
👉🏻Esse sentimento faz parte da experiência de SER HUMANO, você não está sozinha nessa
.
👉🏻Acalme a si mesmo com alguma técnica de enfrentamento como respiração, meditação ou até mesmo um
banho pode te ajudar
.
👉🏻Conecte-se com alguma pessoa querida que possa te ouvir e acolher, ou até mesmo alguns minutos com seu
pet pode te ajudar

Você já ouviu falar em inteligência emocional? É a capacidade de entender suas próprias emoções, nomeando-as
e conseguindo lidar com elas sem passar por grandes sofrimentos. Falando assim, pode até parecer simples, mas essa
não é uma tarefa tão fácil… E, embora, algumas pessoas possam pensar que a inteligência emocional seja algo nato,
essa é uma habilidade que, na maioria das vezes, desenvolvemos ao longo da vida, e todo mundo pode desenvolvê-
la. Aliás, como com outras habilidades e hábitos, quanto antes começamos a desenvolver a inteligência emocional,
melhor. Portanto, é muito importante que isso esteja entre as preocupações de mães e pais, caso queiram que seus
pequenos consigam lidar melhor com seus sentimentos e frustrações ao longo da vida. Mas como desenvolver a
inteligência emocional nas crianças?

5 dicas para desenvolver a inteligência emocional do seu


pequeno
1. Esteja aberto(a) para ouvir
Para compreender o que se está sentindo, é muito importante expressar as emoções. Por isso, é fundamental que
você esteja aberta(o) para ouvir o que seu pequeno tem a dizer. Incentive ele a falar sobre o que está sentindo
quando estiver bem e quando estiver mal também. Claro, sem pressionar. Apenas se mostre disponível para quando
seu filho estiver preparado e quiser conversar.
2. Elogie antes de criticar
Reforçar a autoestima dos pequenos é fundamental para que eles se sintam seguros. Por isso, busque ressaltar as
qualidades do seu filho, ao invés de apontar apenas pontos negativos. Isso fará com que você e seu pequeno
estabeleçam uma relação mais próxima e de confiança, fazendo com que ele se sinta confortável para dividir suas
angústias e questões com você.
3. Não exagere nas cobranças
Que os pais e mães fazem de tudo pela felicidade dos pequenos, não há dúvida. No entanto, algumas vezes, o
cuidado e preocupação exagerados podem gerar cobranças e exigências excessivas e isso pode influenciar na
construção da autoestima das crianças, fazendo com que elas se sintam inseguras para expressar seus sentimentos.
4. Fale sobre suas fraquezas
Converse com seu filho sobre suas falhas, dificuldades e erros. Isso é importante para que você se torne um
referencial possível e humanizado para seu pequeno, fazendo com que ele se sinta mais confortável para se abrir e
reconhecer suas próprias emoções.
5. Conheça o seu pequeno
Saiba do que seu pequeno gosta, do que ele não gosta, o que o incomoda e o que o faz bem. Se interesse pela sua
vida e estreite os vínculos de afeto com ele. Isso é fundamental para que vocês estabeleçam uma relação próxima e
saudável, propiciando o diálogo e a divisão de problemas, frustrações e, claro, alegrias também!

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