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M ANU AL DE P ROCEDIMENTOS

SISTEMA DE SERVIÇOS E CONSUMIDORES

SUBSISTEMA MEDIÇÃO

CÓDIGO TÍTULO FOLHA

I-321.0039 TRAVESSIA DE VIAS COM RAMAL OU REDE DE DISTRIBUIÇÃO 1/17

1. FINALIDADE

Estabelecer critérios para a construção da travessia de rede subterrânea de vias públicas ou


particulares, com a finalidade de atendimento a unidades consumidoras ou edificações, que
optarem por ramal de entrada subterrâneo.

2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO

Aplica-se às Diretorias Comercial e Técnica, Agências Regionais e terceiros que prestam serviços
de projeto e construção para a Celesc Distribuição S.A.

3. ASPECTOS LEGAIS

As seguintes normas devem ser consultadas como complemento a esta:

a) E-313.0062 – Dutos Corrugados para Infraestrutura;

b) E-313.0079 – Cabos Unipolares de Potência com Isolação Termofixa e Cobertura para


Baixa Tensão;

c) E-313.0082 – Cabos de Potência Unipolares Isolados de Média Tensão para Redes


Subterrâneas;

d) Norma NE-142E – Acessórios Desconectáveis Isolados;

e) Norma NE-147E – Loteamento com Rede de Distribuição Subterrânea;

f) E-313.0061 – Barramento Múltiplos Isolados para Redes de Distribuição Secundária


Subterrânea;

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g) E-313.0070 – Quadros de Distribuição e Proteção – QDP para redes de distribuição


subterrâneas;

h) Norma N-321.0002 – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de


Distribuição;

i) Norma N-321.0001 – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de


Distribuição;

j) NT-03 – Fornecimento de Energia Elétrica a Edifícios de Uso Coletivo (Futura norma N-


321.0003);

k) Resolução Normativa ANEEL nº 414 de 09/09/2010;

l) NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão.

4. CONCEITOS BÁSICOS

4.1. Sistema de Distribuição

É a parte do sistema de potência destinado ao transporte de energia a partir do barramento


secundário de uma subestação de distribuição (onde termina a subtransmissão), até o ponto de
entrega da unidade consumidora.

4.2. Ponto de Entrega

Ponto de conexão do sistema elétrico da distribuidora com as instalações elétricas da unidade


consumidora, até o qual a distribuidora é responsável pelo fornecimento de energia elétrica,
participando nos investimentos necessários, bem como, responsabilizando-se pela execução dos
serviços, operação e manutenção, caracterizando-se como o limite de responsabilidade de
fornecimento.

4.3. Unidade Consumidora

Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos, condutores e


acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em tensão primária, caracterizado
pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega, com medição
individualizada, correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma
propriedade ou em propriedades contíguas.

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4.4. Ramal de Entrada

Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a


medição ou a proteção de suas instalações.

4.5. Ramal de Ligação

Conjunto de condutores e acessórios instalados pela distribuidora entre o ponto de derivação de


sua rede e o ponto de entrega.

4.6. Limite de Propriedade

São as demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos
adjacentes de propriedade de terceiros no alinhamento designado pelos poderes públicos.

4.7. Subestação Compartilhada

Subestação destinada a receber o fornecimento de energia para atender mais de uma unidade
consumidora dos grupos A ou B, localizadas em uma mesma propriedade ou em propriedades
contíguas, com prévio acordo entre os consumidores participantes do compartilhamento, com o
Termo de Compromisso devidamente assinado, conforme previsto na Instrução Normativa I-
321.0026, disponível no Sistema PEP/documentos.

4.8. Caixa de Passagem

Construção de concreto, destinada a alojar acessórios (emendas retas e de derivações) assim


como possibilitar a passagem de cabos (mudança de direção, limitação de trechos, fins de linhas,
etc.), cujas dimensões internas impliquem em necessidade de espaço externo a mesma para
execução dos serviços (retirada do tampão de ferro instalado sobre a mesma). Caixas de
passagem são utilizadas nas redes primárias e secundárias subterrâneas.

4.9. Quadro de Distribuição em Pedestal (QDP)

Conjunto de dispositivos elétricos (chaves, barramentos, isoladores e outros), montados em uma


caixa fabricada em chapas de aço ou em poliéster com fibra de vidro, destinados à operação
(manobra e proteção) de circuitos secundários de redes subterrâneas e entradas de serviço.

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4.10. Acessório Isolado Desconectável

Acessório isolado e blindado, para terminar e/ou conectar eletricamente um cabo de potência
isolado a equipamentos elétricos, outros cabos de potência ou ambos, é projetado de tal maneira
que a conexão elétrica possa ser facilmente estabelecida ou interrompida, encaixando-se ou
separando-se peças correspondentes do acessório na interface de operação.

4.11. Barramento Quadruplex – BQX

Acessório projetado para conectar quatro cabos de potência através de acessórios isolados
desconectáveis, destinado a estabelecer duas derivações em média tensão.

4.12. Barramento Multiplo Isolado – BMI

Conector secundário submersível provido de barra interna que possibilita diversas derivações em
baixa tensão.

4.13. Duto Corrugado

Duto cujo perfil é corrugado ao longo de seu eixo longitudinal, podendo ser composto por uma
ou mais paredes.

4.14. Calçada

Parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de


veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário,
sinalização, vegetação, placas de sinalização e outros fins.

4.15. Via Pública

São as vias urbanas - ruas, avenidas, vielas, ou caminhos e similares abertos à


circulação pública, situados na área urbana, caracterizados principalmente por possuírem
imóveis edificados ao longo de sua extensão; e as vias rurais - estradas e rodovias, reconhecidas
pelos órgãos públicos municipal, estadual ou federal.

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5. PROCEDIMENTOS GERAIS

5.1. Situação Geral

Nas situações abaixo, pode ser instalada extensão de rede subterrânea em substituição do ramal
de ligação/entrada ultrapassando vias públicas:

5.1.1. Havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo a partir de
poste da rede aérea, observadas a viabilidade técnica, as normas da distribuidora e as posturas
municipais, o ponto de entrega se situará na conexão deste ramal com a rede da distribuidora,
desde que esse ramal não ultrapasse propriedades de terceiros ou vias públicas, exceto
calçadas. Neste caso, o consumidor assume integralmente os custos adicionais decorrentes e de
eventuais modificações futuras, bem como se responsabiliza pela obtenção de autorização do
poder público para execução da obra de sua responsabilidade, conforme art. 14, § 2o e 3o da
Resolução ANEEL 414/2010.

5.1.2. Em caso de necessidade de travessia de vias públicas, o interessado poderá ser atendido através
de extensão de rede subterrânea de baixa tensão individual para cada unidade consumidora
(UC) ou edificações coletivas, até a caixa ou quadro de medição, localizado até um metro da
via pública, observada a viabilidade técnica pela Celesc D, limitada a três extensões de redes
individuais na mesma caixa. A instalação da rede deve ser executada conforme os desenhos
anexos 01 a 03. Neste caso, tanto ao lado do poste quanto após a travessia da via, deverá ser
instalada caixa de passagem tipo B da Norma NE-147E de 850 x 650 x 1010 mm (C x L x P)
com tampa de ferro nodular padrão Celesc.

5.1.3. Quando existir a necessidade de atendimento a mais de três unidades consumidoras individuais
ou edificações coletivas em baixa tensão, após a travessia da via pública, deverá ser utilizada
caixa de passagem tipo B na calçada da via, com a instalação de BMI – Barramento Múltiplo
Isolado para conexão de até seis UC, com 04, 06 ou 08 saídas, sendo um BMI para cada fase e
um para o neutro, conforme o desenho anexo 06. Os BMI deverão ser fabricados conforme a
Especificação E-313.0061. Opcionalmente poderá ser instalado QDP – Quadro de Distribuição
e Proteção no terreno da edificação, localizado até um metro da via pública, especificado
conforme a E-313.0070. Neste caso, os cabos devem ser dimensionados conforme a Norma
Experimental NE-147-E, e devem ter seção mínima de 70mm2 de cobre ou 120mm2 de
alumínio na travessia. Os cabos devem ser especificados conforme a E-313.0079, e a caixa de
passagem a ser utilizada deve ser a tipo B de 850 x 650 x 1010mm com tampa de ferro
nodular. Neste caso deverá ser apresentado projeto via PEP e encaminhada a cópia em
AutoCad para atualização do Genesis.

5.1.4. Em média tensão, quando não existir previsão de atendimento a outra edificação coletiva
derivando da caixa de passagem após a travessia subterrânea da via, poderá ser instalada
extensão de rede direta até a subestação ou transformador de pedestal, localizada no máximo a
um metro da via pública, para edificações coletivas, já que o ponto de entrega é no secundário
do transformador. Neste caso, deverá ser utilizada a caixa de passagem tipo C da Norma NE-

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147E de 850 x 650 x 1200 mm (C x L x P), conforme o desenho 04, com tampa de ferro
nodular padrão Celesc.

5.1.5. Somente quando existir necessidade para conexão de edificações coletivas vizinhas em média
tensão, deverá ser instalado na caixa de passagem localizada após a travessia subterrânea de
Conjuntos de Acessórios Desconectáveis para Operação sem Carga tipo quadruplex BQX,
conforme previsto na Norma NE-142E – Acessórios Desconectáveis Isolados. Neste caso, a
caixa de passagem a ser utilizada será a tipo D da Norma NE-147E de 1200 x 940 x 1320 mm
(C x L x P) e desenho 05 e 07 desta Instrução. Neste caso deverá ser apresentado projeto via
PEP e encaminhada a cópia em AutoCad para atualização do Genesis. Devem ser utilizados
barramentos quadruplex em função da conexão do cabo reserva.

5.1.6. No caso de atendimento à subestação compartilhada entre consumidores do Grupo A e do


Grupo B, o atendimento em média tensão também deverá seguir os itens acima, devendo a
subestação compartilhada obedecer todos os requisitos previstos no art. 16 da Resolução
ANEEL 414/2010 e Instrução I-321.0026 – Subestação Compartilhada da Celesc D.

5.1.7. Para as unidades consumidoras do Grupo A, deve ser evitada a travessia do ramal de entrada
subterrâneo sob vias públicas, somente quando não existir viabilidade técnica para implantação
do poste dentro da propriedade particular ou na calçada da via pública, será avaliado em
caráter excepcional extensão de rede subterrânea, podendo esta rede ser ligada direto na
subestação localizada até um metro do limite da via, evitando a instalação de BQX .

5.1.8. Nos casos em que a instalação do poste em frente à edificação para travessia da via com ramal
aéreo comprometer a mobilidade urbana prevista na Lei 10.098, de 19.12.2000, regulamentada
pelo Decreto 5.296, de 2.12.2004, ou seja, que na calçada não permita mais a circulação de
uma pessoa deficiente em cadeira de rodas, será necessária a construção de travessia da via
subterrânea, para ligação de unidades consumidoras, tanto em baixa quanto em média tensão.

5.1.9. Para edificação situada em local onde a rede de distribuição da Celesc D é subterrânea, esta
deve ser atendida por meio de ramal subterrâneo.

5.2. Situações Especiais

Nas seguintes situações, pode ser instalado ramal de entrada subterrâneo convencional
ultrapassando estes locais, desde que tenha autorização da administração do condomínio ou
loteamento:

5.2.1. Estacionamento de loteamento como são os casos dos bolsões de estacionamento aberto
públicos de loteamentos.

5.2.2. Loteamento/condomínios fechados com controle de acesso e conjuntos habitacionais.

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5.2.3. Nos casos de loteamentos e condomínios aprovados antes da edição da Resolução ANEEL
414/2010, de 9.9.2010, em que foram projetadas e executadas as travessias com eletroduto
subterrâneo, para a instalação do ramal de entrada, não necessitando mais abertura da via
pública, será, portanto, permitida a instalação de ramal de entrada subterrâneo convencional
nos dutos existentes, desde que atenda as condições técnicas das normas vigentes.

5.2.4. Para edificação que possui atualmente ramal de entrada subterrânea atravessando via pública,
em caso de reforma, substituição do ramal, mesmo com acréscimo de carga e aumento ou
decréscimo da seção do condutor ou fases do ramal, utilizando o mesmo eletroduto existente,
este ramal poderá continuar sendo subterrâneo, com amparo legal no art. 142, § 2o da
Resolução ANEEL 414/2010, tanto para atendimento em tensão secundária quanto em tensão
primária, desde que atenda as condições técnicas das normas vigentes.

5.2.5. Os casos em que não se enquadrarem nas condições acima, ou que tenham dúvida para
definição, deverão ter parecer do DPGT/DVSP.

5.3. Dimensionamento da Rede e dos Materiais

5.3.1. Para atendimento em baixa tensão, a rede subterrânea na travessia da via deverá ter instalados
no mínimo 02 (dois) eletrodutos corrugados em PEAD de 4” (quatro polegadas) e cabo de
seção mínima 16 mm² de cobre, singelo, isolado para 0,6/1kV em XLPE, EPR ou HEPR, para
o atendimento de unidades consumidoras isoladas do Grupo B em tensão secundária de
distribuição, ou no mínimo a seção do cabo de cobre necessário para atendimento à demanda
provável calculada da edificação de uso coletivo.

5.3.2. Quando existir a instalação de mais de um circuito no mesmo eletroduto, os cabos deverão ser
dimensionados considerando os fatores de redução de corrente em função do agrupamento,
conforme a ABNT NBR 5410.

5.3.3. Para atendimento a edificações de uso coletivo, na travessia da via, o cabo deverá atender, no
mínimo, à demanda do edifício, sendo a seção mínima a estabelecida no subitem 5.3.1. acima.
Quando existirem prédios ou blocos adjacentes construídos na mesma época, a travessia
deverá ser projetada para atendimento de toda a demanda das edificações ou blocos, utilizando
cabos de seção padronizada de 16, 25, 35, 70, 120 ou 240mm² de cobre singelos individuais ou
com mais de um cabo por fase.

5.3.4. Somente será permitida a instalação de cabos de alumínio em baixa tensão quando a extensão
de rede terminar nos BMI.

5.3.5. Para o atendimento em média tensão, a rede subterrânea na travessia da via deverá ser
instalado no mínimo 4 (quarto) eletrodutos corrugados de 4” (quatro polegadas), e a seção dos
cabos conforme a Tabela 02A da Norma N-321.0002, devendo ser instalado um cabo de

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reserva. Os eletrodutos junto ao poste e subterrâneos devem ser dimensionados conforme a


Tabela 03 da Norma N-321.0002.

5.3.6. Todos os materiais devem ser fornecidos por empresas certificadas e a extensão de rede deve
ser executada por empresa qualificada e certificada pela Celesc D, devendo ser apresentado os
respectivo documento de responsabilidade técnica (ART/RRT).

5.3.7. Todos os materiais aplicados devem seguir as normas e especificações da Celesc Distribuição
S.A e ser previamente inspecionados pela DVCQ – Divisão de Controle de Qualidade do
DPSU.

5.4. Responsabilidade pela Transferência das Redes e Materiais

5.4.1. As redes de energia e materiais elétricos implantadas nas travessias subterrâneas de via
públicas, destinadas ao atendimento de unidades consumidoras ligadas em tensão secundária
de distribuição e, em subestação compartilhada com unidades consumidoras (UC) do grupo A
e do grupo B, os transformadores e as chaves seccionadoras destinados ao atendimento das UC
do grupo B, bem como das edificações de uso coletivo atendidas em média tensão, devem ser
incorporados ao patrimônio da Celesc, mediante transferência não onerosa, na oportunidade de
sua conexão ao sistema de distribuição da distribuidora, o que se caracteriza pela energização e
instalação de equipamento de medição em unidade consumidora, passando a distribuidora a ser
responsável pela operação das referidas redes, conforme previsto nos arts. 49 e 50 da
Resolução ANEEL 414/2014.

5.4.2. Em todos os casos que ocorrer a incorporação da redes, materiais e equipamentos, deverá ser
apresentado os respectivos projetos em AutoCad, para as SPPC das Agências atualizarem no
sistema Genesis a rede de distribuição, bem como as notas fiscais dos materiais e mão de obra
aplicados na obra, conforme a Instrução I-322.0010 – Participação Financeira.

6. DISPOSIÇÕES FINAIS

Não há.

7. ANEXOS

7.1. Desenho 01 – Detalhe Travessia de Via Pública com Extensão de Rede Subterrânea

7.2. Desenho 02 – Detalhe do Banco de Dutos na Travessia e da Faixa de Advertência

7.3. Desenho 03 – Detalhe da Caixa de Passagem Tipo B

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7.4. Desenho 04 – Detalhe da Caixa de Passagem Tipo C

7.5. Desenho 05 – Detalhe da Caixa de Passagem Tipo D

7.6. Desenho 06 – Detalhes de Instalação do BMI Barramento Múltiplo Isolado de Baixa Tensão nas
Caixas Tipo B

7.7. Desenho 07 – Detalhe de Instalação do Barramento Quadruplex BQX de Média Tensão na Caixa
de Passagem

7.8. Histórico de Revisões

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7.1. Desenho 01 – Detalhe Travessia de Via Pública com Extensão de Rede Subterrânea

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7.2. Desenho 02 – Detalhe do Banco de Dutos na Travessia e da Faixa de Advertência

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7.3. Desenho 03 – Detalhe da Caixa de Passagem Tipo B

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7.4. Desenho 04 – Detalhe da Caixa de Passagem Tipo C

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7.5. Desenho 05 – Detalhe da Caixa de Passagem Tipo D

Tampa Ferro
B Tampa Ferro
Nodular
Nodular

A A'

ARGOLA
Inclinação 1%
ø20
Inclinação 1%

Preenchimento Preenchimento
c/ Brita c/ Brita Envoltório c/ Manta
Envoltório c/ Manta
B' Geotextil Geotextil

Corte BB' Corte AA'


Planta Baixa

Esquema Dreno
Caixa
Tubo PVC ø100
Solo perfurado
Preenchimento Solo

c/ Brita Solo Envoltório c/ Manta


Geotextil

Placa Entrada/Saída Dutos


11 / 2008 - Lote 01

CELESC
Distribuição SA

BT e AT (cabos até 120mm²)


CELESC
Distribuição SA

11 / 2008 - Lote 01

Placa Pré-Moldada de
Concreto

Gabarito(diâmetros) a ser confeccionado de


acordo com a configuração do banco de
dutos.

ø máx. utilizado = ø125

CAIXA TIPO D

NOTAS: 1. Aplicação para Redes de Distribuição Primária (MT);


2. Demais notas seguir da caixa tipo C.

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7.6. Desenho 06 – Detalhes de Instalação do BMI Barramento Múltiplo Isolado de Baixa Tensão nas
Caixas tipo B

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7.7. Desenho 07 - Detalhes de Instalação do barramento Quadruplex BQX de Média Tensão nas
Caixas Tipo D

Barramento
triplex

Barramento
quadruplex

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7.8. Histórico de Revisões

REVISÃO DATA HISTÓRICO DAS ALTERAÇÕES RESPONSÁVEL


1ª Edição outubro Emissão inicial para atender ao 5.4.7.1 da Norma N- DPGT/DVSP
2017 321.0001 e item 5.6.2.b da Norma N-321.0002. João Airto de Bettio /
Fabio Machado
Búrigo

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