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Das Unheimlich
Sigmund Freud - 1919 (por Ni co l e Machado)
Literatura
Psicanálise
Paradigmas Culturais
UNHEIMLICHKEIT

"obscuridade, algo de ruim HEIMLICH


que vem à tona" (Schelling) UNHEIMLICH
Grego, Latim, Inglês, Francês, UNHEIMLICHKEIT
Árabe, Hebraico, Espanhol e 1.familiar, pertencente à casa, à
Português família.
2. não-familiar
3.desfamiliaridade

Alemão (em sua evolução)


Glossário Freudiano
ID - Freud utilizou essa expressão para designar o modelo de
referência do eu, simultaneamente substituto do narcisismo
perdido da infância e produto da identificação com as figuras
parentais e seus substitutos sociais. A noção do ideal do eu é um
marco essencial na evolução do pensamento freudiano.

EGO - eu, o indivíduo.

SUPEREGO – O super-eu mergulha suas raízes no isso (id) e, de uma


maneira implacável, exerce as funções de juiz e sensor em relação
ao eu (ego).
Glossário
Freudiano RECALQUE - Para Sigmund Freud, o recalque designa o processo que visa
manter no inconsciente todas as ideias e representações ligadas às pulsões e
cuja realização, produtora de prazer, afetaria o equilíbrio do funcionamento
psicológico do indivíduo, transformando-se em fonte de desprazer. Freud, que
modificou diversas vezes suas definições e seu campo de ação, considera que o
recalque é constituído do núcleo original do inconsciente.

PRINCÍPIO DO PRAZER E DA REALIDADE - Par de expressões introduzidas


por Freud em 1911, a fim de designar os dois princípios que regem o
funcionamento psíquico. O primeiro tem por objetivo proporcionar prazer e
evitar o desprazer, sem entraves nem limites (como o lactente no seio da mãe,
por exemplo), e o segundo modifica o primeiro, impondo-lhe as restrições
necessárias à adaptação à
realidade externa.
 
NEUROSE - O termo é empregado por Freud para designar uma doença
nervosa cujos sintomas simbolizam um conflito psíquico recalcado, de origem
infantil.
O Mal-Estar O Estranho Familiar é uma dessas outras camadas da vida

da Civilização psíquica. Se relaciona com aquilo que denota algo de terrível


ou angustiante. Freud busca que núcleo comum é esse, que

Ocidental
talvez permita distinguir um Estranho Familiar no interior do
que é angustiante.

(1929) " a ANGÚSTIA se acha por trás de todo sintoma, mas ora
reivindica ruidosamente para si a consciência inteira, ora se
oculta de modo tão perfeito, que nos vemos obrigados a
falar de angústia inconsciente ou — se quisermos ter uma
mais limpa consciência [Gewissen] psicológica, já que a
angústia é em princípio uma sensação — de possibilidade
de angústia. E por isso é fácil conceber que também a
consciência de culpa produzida pela cultura não seja
reconhecida como tal, permaneça inconsciente ou
venha à luz como um mal-estar, uma insatisfação para a
qual se busca outras motivações ".
Freud - Além da
Alma
(1962)
Kinsey - Vamos
falar de sexo
(2004)
Ideia
central
do ensaio

Das Unheimlich/1919
Sigmund Freud
A Arte como
Processo 1917 (1971)

formalismo russo
Para Viktor Chklovski “A finalidade da arte é dar uma sensação
do objecto como visão e não como reconhecimento; o
processo da arte é o processo de singularização ostranenie -
(estranhamento) dos objectos e o processo que consiste em
obscurecer a forma, em aumentar a dificuldade e a duração da
percepção. O acto de percepção em arte é um fim em si e deve
ser prolongado; a arte é um meio de sentir o devir do objecto,
aquilo que é 'passado' não interessa à arte.”
1886
1817
1912
Unheimlich
"Efeitos Inquietante"
Freud
"Homem de Areia"
reflexões de freud

4
reflexões de freud
sobre o inquietante

4
4
reflexões de freud
sobre o animismo e o inquietante
conclusões de freud
sobre a estética literária
Conclusões Psicanalíticas

Freud
Conclusões Psicanalíticas

Freud
Conclusões 
Psicanalíticas
Freud
Freud
Foucault
Paul Ricoeur
Paul Ricoeur
Xenofobia Europeia
Xenofilia
Africana
O fim da "Era da
Europa"
ou do Paradigma
Greco-Romano

Cornel West
Valentin Yves Mudimbe
Insconsciente
Colonial
Insconsciente
Colonial
Paradigma Africano
Psicostasia Kemética
Shaku Sheti

Yoruba
Bantu
Shaku Sheti

Yoruba
Bantu
Shaku Sheti
"A psicologia Africana surge no âmbito da tentativa de
compreensão do africano, num momento que se observa que
este foi “desafricanizado” pela opressão e conteúdos
europeus. Os estudos recentes fazem um esforço de regressar
as origens africanas, através da compreensão do cerne
africano.As discussões revelam as limitações das técnicas e
métodos psicológicas ocidentais, acarretando cada vez a
necessidade de compreensão dos significados psicológicos e
funções associativas ou emergência de teorias essenciais que
colocam em primazia os processos psicológicos africanos".
(Nobles, 1982)
Yoruba
Bantu
Shaku Sheti
"Os primeiros conceitos de psicologia associados ao ser
africano foram observados no vale do Nilo através de uma
ilustração da consciência, os quais deram origem a ideia de
iluminação e discernimento do espírito humano. Esta
psicologia africana, percebia a interdependência existente
entre os processos mentais, esta génese, foi chamada de
psicostasia". (Nobles, 1982)

Yoruba
Bantu
A Linguagem
e a Lógica
Yoruba
Bantu

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