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Eterno aprendiz – Lifelong Learner

Cinco características - Proposta é a reflexão

 Mentalidade de crescimento: as nossas crenças influenciam as nossas capacidades.


Assim, se você acredita que as suas habilidades são natas e fixas, você terá pré-disposição a
manter na zona de conforto e a evitar desafios. Além disso, uma avaliação negativa pode ser
destruidora para a sua autoestima. Esta é a mentalidade fixa. Por outro lado, se você acredita
que as suas habilidades são mutáveis e que você pode desenvolve-las, você terá uma pré-
disposição em forçar em trabalha-las melhor, buscando novos desafios e o domínio. Na
mentalidade de crescimento, as avaliações são vistas como um feedback positivo que ajudam a
direcionar a sua energia. Assim como a persistência em avançar é algo permanente. Cada vez
mais as mudanças e as transformações estão se tornando mais constante e aceleradas. Assim
buscar adequar a mentalidade ao novo paradigma é uma garantia de empregabilidade e
capacidade de adequação ao novo ambiente.
 Mente aberta: as pessoas têm um viés natural a buscar semelhança no próximo e a se
relacionar com quem pensa da mesma forma. Chegando até mesmo a criar bolhas de
relacionamento. Ter uma mente aberta não é ser refratário ao diferente, pelo contrário, é
valorizar as diferenças buscando compreendê-las de forma respeitosa e extrair delas o máximo
de valor, seja por meio de sinergias e complementariedades ou mesmo de pontos de vista
distintos. Mais do que globalização, estamos vivenciados um momento de reconhecimento das
diversidades e inclusão de minorias. Logo sair de posições sólidas cunhadas pela tradição é um
fator não apenas de convivência, mas de inovação. Enfim, é preciso aprender a lidar com o
novo, diferente e com o oposto.
 Curiosidade intelectual: Saciar a fome de aprender, causa satisfação as pessoas que
têm curiosidade intelectual. Pode até parecer um paradoxo, mas quanto mais a pessoa se
alimenta, mais a fome aumenta. Isso porque, quanto mais descobrimos, mais o campo do
conhecimento se expande e se torna complexo. Deste modo, criamos um círculo virtuoso na
busca do saber que é infinito. Como vivemos na era da abundância, onde o conhecimento
farto está em todo lugar, mais do que ensinar o que a pessoa precisa aprender, precisamos
ensinar como ela pode buscar as suas respostas e como julgar a qualidade das informações e
das conexões.
 Humildade intelectual: média sábia entre o extremo da arrogância de quem acha que
sabe tudo e o outro extremo da baixa autoestima de quem acha que não sabe nada.
Reconhecer as suas limitações, lacunas e deficiências é pode construir uma visão mais apurada
de si, que contribuíra, tanto para o autoconhecimento, quando para o direcionamento dos
seus esforços e aprendizagem por meio das interações. O mesmo vale para as suas fortalezas
que poderão ser exploradas, aprimoradas e reconhecidas sem ferir o ego de nenhuma outra
pessoa.
 Protagonismo na aprendizagem: diversas capacidades que envolvem a autoavaliação,
auto direcionamento na aprendizagem, autodidatismo, entre outros. Em síntese, retiramos o
controle da escola, da empresa, na definição do que e do como aprender e transferimos essa
responsabilidade para as pessoas de tal forma a alinhar a motivação e a personalização da
aprendizagem. Este ator ativo e responsável precisa cultivar hábitos positivos de dedicação ao
seu desenvolvimento. E desenvolver a disciplina de concluir as suas iniciativas. Também
precisa explorar não só os métodos tradicionais e formais, como livros e cursos, como também
extrair o máximo de suas relações sociais, cultivando relacionamento de compartilhamento e
de conhecimento. E de suas experiências, saindo da rotina e se permitindo a novos desafios.