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b) a projeção da curva sobre o eixo dos y dá o

Matemática conjunto imagem da função.


c) toda reta vertical que passa por um ponto do
Professor CLICIO Freire domínio da função intercepta o gráfico da
função em, no máximo, um ponto.
Veja a figura abaixo, relativa aos ítens (a), (b) e
Aula 19
(c) acima:
Função ou Aplicação
Uma aplicação é uma relação binária de A em B,
em que todo elemento do conjunto A tem um e
apenas um correspondente em B. Neste caso, o 01. Qual das relações de A={1,2} em B= {3,
conjunto A, passa a ser denominado de domínio 4, 5}, dadas abaixo, é uma função?
da aplicação, D(f) = A, e o conjunto B, de
a) {(1,3), (1,4), (1,5), (2,3), (2,4), (2,5)}
contradomínio da aplicação, CD(f) = B.
Uma função é uma aplicação em que o contra- b) {(1,3), (2,5)}
domínio é um subconjunto do conjunto dos c) {(1,3), (2,4), (2,5)}
números reais. O estudo de funções é um dos d) {(1,4), (1,5)}
mais importantes da matemática, pois analisa o Paridade das funções e) {(2,3), (2,4)}
comportamento, o gráfico e as estruturas lógi- a) Função par
A função y = f(x) é par quando ∀x ∈ D(f) , f(–x )
cas das relações binárias que satisfazem as 02. Se f(x)= x + 1 e g(x)=2x + 1, então
condições específicas. g(f(x)) vale:
= f(x) , ou seja, para todo elemento do seu
Definição de função a) 2x + 2 b) 2x + 3 c) x – 3
domínio, f(x)= f (–x). Portanto, numa função par,
Dados dois conjuntos A e B não vazios , chama- d) 2x – 5 e) x + 2
elementos simétricos possuem a mesma
se função (ou aplicação) de A em B, representada 03. Se f(x –1) = x2, então o valor de f(2) é
por f : A → B ; y = f(x) , qualquer relação binária
imagem. Uma conseqüência desse fato é que
os gráficos cartesiano das funções pares são igual a:
que associa a cada elemento de A , um único
elemento de B . curvas simétricas em relação ao eixo dos y ou a) 5 b) 7 c) 9
Portanto, para que uma relação de A em B seja eixo das ordenadas. d) 11 e) 13
uma função , exige-se que a cada x ∈ A esteja Exemplo: x–1 ƒ(x) – ƒ(–x)
associado um único y ∈ B , podendo, entretanto, y = x4 + 1 é uma função par, pois f(x) = f(–x), 04. Se ƒ(x) = –––––, então y= –––––––––––
existir y ∈ B que não esteja associado a nenhum
x+1 1+ƒ(x).ƒ(–x)
para todo x.
elemento pertencente ao conjunto A. é igual a:
Por exemplo, f(2) = 24 + 1 = 17 e f(- 2) x–1 x+1 2x
Observações:
= (–2)4 + 1 = 17 a) –––––– b) ––––––– c) ––––––2
1) Na notação y = f(x) , entendemos que y é x+1 2x – 1 1–x
imagem de x pela função f, ou seja: y está O gráfico abaixo é de uma função par.
2x
associado a x através da função f. d) –––––– e) n.d.a.
1–x
f(x) = 4x+3 ; então f(2) = 4.2 + 3 = 11 e, por
exemplo, se 05. Qual é o domínio da função?

∈ IR / x > –7/2 b) x ∈ IR / x < –7/2


∈ IR / x > 7/2 d) x ∈ IR / x < 7/2
a) x

∈ IR / x > –2/7
c) x
e) x

06. A população de uma cidade daqui a t


b) Função ímpar
A função y = f(x) é ímpar quando ∀x ∈ D(f),
anos é estimada em P(t) = 30 – 4/t
portanto , 11 é imagem de 2 pela função f ;
milhares de pessoas. Durante o 5.° ano, o
f(5) = 4.5 + 3 = 23 , portanto 23 é imagem de 5 f(–x) = –f (x) , ou seja, para todo elemento do
crescimento da população será de:
pela função f , f(0) = 4.0 + 3 = 3, etc. seu domínio, f(–x) = –f(x). Portanto, numa
2) Para definir uma função , necessitamos de função ímpar, elementos simétricos possuem a) 200 pessoas b) 130 pessoas
dois conjuntos (Domínio e Contradomínio ) e c) 100 pessoas d) 50 pessoas
imagens simétricas. Uma conseqüência desse
de uma fórmula ou uma lei que relacione e) 10 pessoas
cada elemento do domínio a um e somente um fato é que os gráficos cartesianos das funções
elemento do contradomínio . ímpares, são curvas simétricas em relação ao 07. Sendo f(x) = 2x – 1 e g(x) = x + 1, então
3) Quando D(f) (domínio) ⊂ IR e CD(f) (contrado- ponto (0,0), origem do sistema de eixos o valor de g(f(2)) é igual a:
mínio) ⊂ IR , sendo IR o conjunto dos números cartesianos. a) 2 b) 4 c) 5
reais , dizemos que a função f é uma função Exemplo: d) 7 e) 9
real de variável real . Na prática, costumamos y = x3 é uma função ímpar, pois para todo x,
considerar uma função real de variável real 08. A função inversa da função
teremos f(- x) = –f(x).
como sendo apenas a lei y = f(x) que a define, 2x – 1
sendo o conjunto dos valores possíveis para x Por exemplo, f(–2)=(–2)3=–8 e –f(x)=–(23)=–8. f(x) = ––––––– é:
chamado de domínio e o conjunto dos valores O gráfico abaixo é de uma função ímpar: x+3
2x – 1 2x + 1
possíveis para y chamado de conjunto a) f–1(x)–––––– b) f–1(x) ––––––
imagem da função . Assim, por exemplo, para x+3 x+3
a função definida por y = 1/x , temos que o 3x +1 x
c) f–1(x)–––––– d) f–1(x) ––––––
seu domínio é D(f) = IR*, ou seja o conjunto 2–x x+3
dos reais diferentes de zero (lembre-se que 2x + 1
não existe divisão por zero) , e o seu conjunto e) f–1(x)––––––
x
imagem é também IR* , já que se y = 1/x ,
então x = 1/y e, portanto, y também não pode 09. Qual o conjunto imagem da função dada
ser zero.
4) Dada uma função f : A → B definida por y =
abaixo?
f(x), podemos representar os pares ordenados a) [-2 ; +∞[ b) ]- ∞; 2] c) ]- ∞; -2]
(x,y) ∈ f onde x ∈ A e y ∈ B , num sistema de Observação: d) ]5; +∞] e) IR
coordenadas cartesianas . O gráfico obtido Se uma função y = f(x) não é par nem ímpar, 10. Se f(x) = 3x + 1, qual o valor de
será o gráfico da função f . diz-se que ela não possui paridade.
Assim , por exemplo , sendo dado o gráfico f(235) – f(129)
O gráfico abaixo representa uma função que ––––––––––––– ?
cartesiano de uma função f , podemos dizer 106
que: não possui paridade, pois a curva não é a) 1 b) 2 c) 3
a) a projeção da curva sobre o eixo dos x dá o simétrica em relação ao eixo dos x e não é d) 4 e) 6
domínio da função. simétrica em relação à origem.